Sumário. Palavra do Presidente. Base Florestal e Moveleira. Representatividade

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1 Relatório de atividades 2013

2 Relatório de atividades 2013

3 2 relatório de atividades 2013 / SISTEMA FIERGS

4 Sumário Palavra do Presidente PRESI CONTEC CONTRAB CONCEX CITEC COINFRA CODEMA COAP COPEMI CONAGRO CORES-RS CONSEC CCPGE Base Florestal e Moveleira COTEMIN COMDEFESA COMLIDER CAMERS Representatividade SESI SENAI IEL Expediente Esta é uma publicação da Unidade de Comunicação do Sistema FIERGS Jornalista Responsável: Enir Grigol Av. Assis Brasil, 8787 Sarandi Porto Alegre, RS Fone: / Fax: Impressão: Centhury

5 DIRETORIA FIERGS GESTÃO 2011/2014 PRESIDENTE Heitor José Müller VICE-PRESIDENTES Gilberto Porcello Petry Humberto César Busnello José Antonio Fernandes Martins Paulo Eloi Grings Paulo Vanzetto Garcia Torquato Ribeiro Pontes Netto DIRETORES Adriano Tollens Cauduro Airton Zoch Viñas Alexandre Bittencourt De Carli Alfeu Strapasson Alfredo Felipe de Oliveira Schmitt Alfredo Lisboa Ribeiro Tellechea Aristides Inácio Vogt Carlos Weinschenck de Faria Celso Luiz Rodrigues Cezar Luiz Müller Cladir João Dariva Cristiane Passarin Davilson Luiz Nogueira Elton Doeler Ervino Ivo Renner Gilberto Ribeiro Gilmar Moscarelli Levien Irineu Boff Iro Schünke José Alfredo Laborda Knorr José Antonio Weissheimer Juan Roberto Germano Julio Carlos Cardoso Kirchhof Juarez José Piva Lindonor Peruzzo Luiz Antonio Giacomini Luiz Fernando do Couto Pacheco Mathias Elter Murilo Lima Trindade Raul Heller Ricardo José Wirth Ricardo Lins Portella Nunes Thômaz Nunnenkamp Torvaldo Antonio Marzolla Filho Ubirajara Terra Valdir Agostinho Bedin Walter Alexandre Rizzo Fichtner Walter Rudi Christmann CONSELHO FISCAL Cícero Araújo Aragon dos Santos Enio Guido Raupp Joni Alberto Matte Mario Luiz Fernandes Medeiros Nelson Jawetz Orlando Sebastião Klein DELEGADOS-REPRESENTANTES JUNTO À CNI Heitor José Müller Gilberto Porcello Petry Paulo Gilberto Fernandes Tigre Carlos Alexandre Geyer DIRETORIA CIERGS GESTÃO 2011/2014 Presidente Heitor José Müller vice-presidentes Ademar De Gasperi Antônio Roso Carlos Alexandre Geyer Cláudio Affonso Amoretti Bier Oscar Alberto Raabe Ricardo Menna Barreto Felizzola Vice-Presidentes Regionais Bolivar Baldisserotto Moura Bruno Artur Fockink Egon Édio Hoerlle Flavio Haas Irani Tadeu Cioccari Jairo Alberto Zandoná Maristela Cusin Longhi Odilo Pedro Marion Valdir Turra Carpenedo Vittorio Antônio da Silva Ardizzone Diretores Aderbal Fernandes Lima Alexandre Guerra Alexandrino de Salles Ramos de Alencar André Loiferman André Meyer da Silva André Vanoni de Godoy Arildo Bennech Oliveira Ayrton Luiz Giovannini Carlos Bertuol Carlos da Silva Garcia César Rangel Codorniz Claudino João José Simon Dirceu Gilmar Pezzin Eduardo Renato Kunst Emerson Vontobel Fernando José Ruschel Justo Hugo Scipião Ferreira Júnior Jorge Luiz Buneder José Agnelo Seger José Carlos Estefenon José Luiz Bozzetto Luiz Felipe Schiavon Luiz Moan Yabiku Júnior Marco Aurélio Vieira Paradeda Marcos Odorico Oderich Marcus Coester Milene Silva Goulart Milton José Killing Nelson Eggers Paulo Roberto Schefer Renato Gasparetto Junior Rogério Joaquim Tondo Walter Lidio Nunes CONSELHO FISCAL Caetano Rosito Neto Paulo Eduardo Nunes Ponte Clovis Furlanetto Werner Arthur Müller Paulo Enzveiler Zenon Leite Neto

6 Palavra do Presidente O Relatório Anual de Atividades contribui para aumentar ainda mais o diálogo da entidade com a sociedade, divulgando as ações da Federação e do Centro das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS/CIERGS), bem como a significativa atuação de Senai-RS, Sesi-RS e IEL-RS. A fim de cumprir a missão em prol do crescimento das indústrias estabelecidas no Estado, a instituição atua por meio do trabalho técnico, consistente e representativo dos Conselhos e Comitês que se estendem por 16 temas de interesse, que impactam o setor industrial. O ano de 2013 nos impôs, mais uma vez, o desafio de produzir no Brasil e no Rio Grande do Sul. Nesse período, a economia teve apenas uma recomposição de perdas acumuladas de anos anteriores. Boa parte da solução dos problemas enfrentados exige esforço de investimento e modernização no ambiente de negócios, de modo a aumentar a competitividade para reter, expandir e atrair empresas. Aqui no extremo Sul do Brasil, temos ainda uma desvantagem maior em razão do salário mínimo regional e do alto custo de logística, que alcança 18% do Produto Interno Bruto (PIB), além do elevado prejuízo das barreiras argentinas nas exportações. Essas questões foram amplamente tratadas pela FIERGS e pelo CIERGS em todas as instâncias políticas e econômicas estaduais e federais; defendemos também condições tributárias que eliminem a concorrência desleal de produtos fabricados no território gaúcho. Outro fator que contribuirá para impulsionar o desenvolvimento econômico e social do Rio Grande do Sul será a implementação das soluções de infraestrutura apontadas pelo Projeto Sul Competitivo. A elaboração e a difusão do documento foram apoiadas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com as Federações das Indústrias do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. A FIERGS e o CIERGS trazem no seu DNA a missão de dialogar e praticar a interlocução em todos os níveis, propondo caminhos para que tenhamos as mesmas condições de desempenho apresentadas por nossos concorrentes. Assim, agradecemos às 47 mil indústrias que representamos, com a certeza de que cumprirão seu papel de propulsoras da economia gaúcha e brasileira. Acreditamos que será possível apresentar vantagens competitivas tanto no mercado interno quanto na pauta exportadora nos próximos anos. O desafio de produzir Heitor José Müller Presidente do Sistema FIERGS 5 relatório de atividades 2013 / SENAI

7 PReSI Os problemas do País na pauta do Conselho Durante as 15 reuniões do Conselho de Vice-presidentes da FIERGS e do CIERGS, realizadas em 2013, os temas de análise contemplaram as bandeiras das mobilizações populares que tomaram conta do Brasil no mês de junho. A cronologia do ano se dividiu entre antes e depois dos movimentos de rua. O que mais chamou a atenção nas discussões do Presi foi o fato de que a pauta motivadora das passeatas trouxe praticamente a mesma agenda de problemas, que há muito tempo a Federação e o Centro das Indústrias do Rio Grande do Sul, juntamente com outras entidades empresariais, vêm alertando, podendo se resumir na seguinte afirmação: pagamos muito ao Estado pelo pouco que recebemos dele. Portanto, as posições da FIERGS e do CIERGS sempre estiveram mais próximas da sociedade do que as pautas do Executivo e do Congresso Nacional. Outros temas pontuaram os encontros de vice-presidentes como o estudo Sul Competitivo; a construção do novo aeroporto internacional na Região Metropolitana de Porto Alegre, sem abandonar os projetos dos empreendimentos regionais; o programa Conhecendo a Indústria voltado ao Judiciário; o Mapa Estratégico da Indústria, elaborado pela CNI para o período 2013/2022 e a edição anual do Encontro Nacional da Indústria (Enai), promovido pela Confederação; a presença da presidenta da República, Dilma Rousseff, na sede da FIERGS para a entrega de máquinas às Prefeituras gaúchas; o imposto de fronteira; os entraves criados pela Argentina; e, um manifesto de alerta sobre a necessidade de industrialização da pauta de exportações do Brasil, assinado pela Federação e Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB). Internamente, o Presi recebeu as informações dos danos causados pela inundação que a sede do Sistema FIERGS/CIERGS sofreu no último dia do mês de agosto, em função do rompimento do Arroio Feijó, que fica distante 800 metros das entidades. Documentos, equipamentos de informática, geradores, máquinas de climatização, carros, e os pianos do Teatro do Sesi ficaram submersos. Outros assuntos envolveram a participação da FIERGS nos Conselhos da CNI e do presidente da entidade, Heitor José Müller, no Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República e seu congênere estadual, o Conselhão, em que foi assumida a posição conjunta com as demais Federações Empresariais de que o governo não pode usar os depósitos judiciais para o equilíbrio de seus recursos através do Caixa Único. E, mais uma vez, ao final do ano, entrou em discussão o Piso Regional Salarial. Fechando 2013, ocorreram as primeiras conversações sobre o ano eleitoral de 2014 no País e, particularmente na FIERGS, quando também haverá eleições para as novas Diretorias da Federação e do CIERGS. Depois de ter lançado seu nome no Presi, nas reuniões dos vices regionais e nas Diretorias, além de vários encontros no interior do Estado, o presidente Heitor José Müller formalizou, em outubro, a aceitação de um novo mandato consecutivo, tendo o apoio unânime dos vice-presidentes das duas entidades. Presidente: Heitor José Müller Vice-presidentes da FIERGS: Gilberto Porcello Petry, Humberto César Busnello, José Antonio Fernandes Martins, Paulo Eloi Grings, Paulo Vanzetto Garcia, Torquato Ribeiro Pontes Netto. Vice-presidentes do CIERGS: Ademar de Gasperi, Antônio Roso, Carlos Alexandre Geyer, Cláudio Affonso Amoretti Bier, Oscar Alberto Raabe, Ricardo Menna Barreto Felizzola. 6 relatório de atividades 2013 / SISTEMA FIERGS

8 CONTEC O Conselho Técnico de Assuntos Tributários, Legais e Financeiros (Contec) promoveu e participou de diversos debates que afetam o dia a dia das indústrias. Além de discutir os principais problemas que comprometem a competitividade gaúcha, reuniu especialistas na busca por soluções para esses entraves e encaminhou pleitos e propostas de setores produtivos aos representantes do poder executivo e legislativo. Ao longo de 2013, foram debatidos temas, como a ampliação do teto do lucro presumido, a reforma tributária fatiada, a regulamentação da unificação da alíquota de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o aperfeiçoamento do novo código comercial, a desoneração do investimento, os benefícios fiscais para o equilíbrio da concorrência, o programa Brasil Maior e o Programa Fundo Operação Empresa do Estado do Rio Grande do Sul (Fundopem/RS). O monitoramento constante do Contec sobre a evolução de assuntos de interesse dos setores produtivos resultou em conquistas relevantes para a indústria gaúcha. relatório de atividades 2013 / SISTEMA FIERGS 7

9 CONTEC Conquistas em âmbito nacional Plano Brasil Maior (Reintegra) Prorrogação até 31/12/2013 e inclusão de novos setores / Em atenção ao pleito de empresas exportadoras, em especial do setor moveleiro, o Contec interveio junto ao Governo Federal para a prorrogação do Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras Reintegra até dezembro de O Regime inicialmente era aplicado nas exportações realizadas até dezembro de Mediante articulação feita pelo Conselho, dois setores conquistaram a inclusão no Regime: o agroindustrial e o pesqueiro. Guerra fiscal regulamentação da unificação da alíquota / O Senado aprovou resolução que unifica em 4% a alíquota do ICMS para as mercadorias com pelo menos 40% de conteúdo importado, mas a decisão enfrentou dificuldade para ser aplicada. Nessa questão, o trabalho da FIERGS, por intermédio do Contec e da CNI, resultou na exclusão da exigência de informação do valor da parcela importada na nota fiscal nos casos de industrialização e revenda, a simplificação e a prorrogação do início da obrigatoriedade da Ficha de Conteúdo de Importação (FCI), a alteração do período de referência para o cálculo da média aritmética ponderada e a remissão dos créditos tributários. Elevação do limite atual de receita bruta para a adesão ao regime de tributação pelo lucro presumido / Passa de R$ 48 milhões para até R$ 78 milhões. Segundo dados obtidos junto ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse reajuste beneficiará empresas do setor industrial, o que equivale a 270 mil postos de trabalho. Conquistas em âmbito estadual Setor Industrial da Saúde e Higiene Pessoal / Prorrogação de redução da alíquota em cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador, bem como prorrogação da redução de base de cálculo de ICMS para o débito de responsabilidade, por substituição tributária, nas operações com produtos farmacêuticos. Concessão de crédito fiscal presumido de ICMS aos estabelecimentos de empresas fabricantes de produtos de saúde e de medicamentos, no montante de 60%, para estabelecimentos de empresa que seja beneficiária do Fundopem, e 30% nos demais casos. Setor Calçadista / Redução em 2% no ICMS para o setor coureiro calçadista nas vendas interestaduais, visando garantir a competitividade do produto gaúcho. O benefício anunciado em janeiro terminaria em 31 de maio e, por meio de articulações do Conselho, foi prorrogado até o final de Também foi articulada no âmbito do Contec a prorrogação da dispensa da manutenção dos créditos de ICMS sobre os estoques por ocasião da transferência de saldos credores para fornecedores. Setor da Construção Civil / Prorrogação da redução de alíquota de telhas de concreto Setor Vitivinícola / Definição dos insumos utilizados nas indústrias de sucos, vinhos e derivados, assegurando direito ao crédito de alguns produtos imprescindíveis ao processo produtivo. Setor do Papel e Papelão / Prorrogação do crédito presumido e redução de alíquota. 8 relatório de atividades 2013 / SISTEMA FIERGS

10 CONTEC CONQUISTAS NO FUNDO OPERAÇÃO EMPRESA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL / O Fundopem é um instrumento criado em parceria com o Governo do Estado e com a iniciativa privada que visa à promoção do desenvolvimento socioeconômico, integrado e sustentável do Rio Grande do Sul. A aprovação de Atos Normativos pelo Conselho Diretor alterou importantes procedimentos, como o aperfeiçoamento da fruição do incentivo para as empresas com mais de um projeto em andamento e a limitação da variação negativa ao período máximo de 12 meses, permitindo que um maior número de empresas possa se beneficiar do programa. Setor Têxtil / Prorrogação da redução da carga tributária do setor têxtil por meio de crédito presumido de ICMS de 9% nas vendas para outros Estados. Nas operações em território gaúcho, houve prorrogação do benefício atual, que mantém a tributação das vendas em 7%. Mais resultados para o setor industrial Ampliação da lista de produtos acabados de informática e automação relacionados no Apêndice XIII do RICMS/RS, para concessão de crédito presumido ao respectivo fabricante. Redução gradual do prazo para devolução dos créditos de ICMS sobre bens de capital de 48 para 36 meses nas aquisições internas. Inaplicabilidade da Substituição Tributária entre estabelecimentos do mesmo titular. Parcelamento Em Dia 2013: Negociações com a Fazenda Estadual para reabertura do programa de reparcelamento de dívidas tributárias, com reduções de multas, juros e honorários advocatícios. Coordenador: Thômaz Nunnenkamp Conselheiros: Aderbal Fernandes Lima, Alexandre Guerra, Alfredo Felipe de Oliveira Schmitt, Alfeu Strapasson, Aristides Inácio Vogt, Aristóteles Giordani, Celso Luiz Bernardon, Cláudio Otávio Xavier, Edi Deitos, Edirceu Rossi Werneck, Eduardo Lindner, Fernando José Ruschel Justo, Fabio Basso Barichello, Haroldo Lauffer, Jairo Alberto Zandoná, José Carlos Estefenon, Nelson Jawetz, Rafael Nichele, Rafael Pandolfo, Rafael Korff Wagner, Renato Kunst, Renato Renck, Reginaldo Azevedo de Araújo. Convidados: Bianca Beck Kunz, Cassio Roberto Brandão Brito, Fabio Ferreira Pheula, Felipe do Canto Zago, Marciano Buffon, Marelice Conte, Maristela Sant anna de Mello, Moacir Berger de Souza, Paula da Silva Morandi, Vicente José Meurer Brasil Junior. relatório de atividades 2013 / SISTEMA FIERGS 9

11 CONTRAB O Conselho de Relações do Trabalho e Previdência Social (Contrab) dedica-se a temas que envolvem relações trabalhistas e sindicais. Ao longo de 2013, o Contrab debateu temas estratégicos, realizou eventos e elaborou estudos com o objetivo de promover um amplo diálogo e construir relações que beneficiem a todos. Norma Regulamentadora nº 12 / A última alteração da Norma Regulamentadora nº 12 (NR12) do Ministério do Trabalho e Emprego alinhou o padrão brasileiro de segurança em máquinas e equipamentos aos praticados por países europeus. O assunto recebeu a atenção do Contrab, pois o texto final apresenta regras subjetivas, cria ambientes de insegurança jurídica e elevadíssimos custos para adaptação. Em função das interdições impostas pelos Auditores Fiscais do Trabalho, houve fechamento de vários parques fabris. Com o intuito de tornar a NR12 mais objetiva, por meio do Conselho, a FIERGS recebeu dois encontros da Comissão Nacional Tripartite Temática, que contou com a participação de profissionais de diferentes segmentos industriais e resultou na elaboração de comunicados técnicos entregues ao Ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias. Entre as reinvindicações estão: prorrogação e revisão dos prazos de adequação às novas regras da Norma; regulamentação do Princípio de Grave e Iminente Risco; criação de mesas de entendimento entre os setores produtivos e de fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego em todas as superintendências regionais; linha de corte temporal paras adequações de máquinas usadas; obrigações distintas para fabricantes e usuários; tratamento diferenciado para micro e pequenas empresas. 10 relatório de atividades 2013 / SISTEMA FIERGS

12 CONTRAB O Contrab encaminhou outras sugestões dos segmentos industriais à CNI para que, em conjunto com as demais Federações, sejam apresentadas ao Ministério do Trabalho e Emprego. Relações do Trabalho / Existem mais de 92 milhões de processos trabalhistas tramitando na Justiça brasileira. As causas e os impactos econômicos e sociais desse cenário foram os principais temas debatidos no VII Simpósio de Relações do Trabalho. O evento reuniu importantes profissionais, como o ministro do Tribunal Superior do Trabalho, Hugo Carlos Scheuermann, o professor de Direito do Trabalho e procurador de Justiça com mais de 26 obras publicadas sobre o assunto, Arion Sayão Romita, o presidente da Sociedade dos Advogados Trabalhistas de Empresas do Rio Grande do Sul (Satergs), Gustavo Juchem, e o presidente do Conselho Temático de Relações do Trabalho e Desenvolvimento Social da CNI, Alexandre Furlan. O VII Simpósio de Relações do Trabalho foi realizado pela FIERGS, por meio do Contrab e da Satergs, em parceria com CNI, Gerdau, Caixa Econômica Federal e Braskem. Estudo DE Estatísticas Acidentárias / A FIERGS, por intermédio do Contrab e da Unidade de Estudos Econômicos (UEE), elaborou um estudo denominado Estatísticas Acidentárias. O estudo foi baseado em dados oficiais divulgados pelo Ministério da Previdência Social e pelo Ministério do Trabalho e Emprego, com o intuito de desmistificar notícias e informações apresentadas por diferentes entidades classistas, que apontavam significativo aumento nos números de acidentes do trabalho no Brasil e no Estado do Rio Grande do Sul. O trabalho foi estratificado por segmentos industriais e por mesorregiões e comprova que a indústria gaúcha e brasileira vem apresentando melhorias nas condições de trabalho, fortalecendo a tendência de redução da taxa de incidências de acidentes. relatório de atividades 2013 / SISTEMA FIERGS 11

13 CONTRAB Negociações Coletivas / Especialistas abordaram questões como legislação e cenário econômico no Seminário de Negociações Coletivas. O evento, realizado pelo Contrab, apontou o piso regional como uma das preocupações do setor industrial. Em 2010, por exemplo, a diferença deste para o salário mínimo nacional era de 7,2%, mas atualmente chega a 13,6%. Os avanços salariais sem a contrapartida de uma maior produtividade têm minado a competitividade do setor produtivo gaúcho, afirmou o coordenador do Contrab, César Codorniz. Durante o seminário, foi lançada a cartilha elaborada em parceria com a UEE do Sistema FIERGS, que versa sobre os índices de reajuste negociados pelos Sindicatos de Indústrias no Rio Grande do Sul. Atuação Decisiva / A FIERGS recebeu diversas manifestações de entidades sindicais patronais e de empresas sobre determinações adotadas por Procuradores Regionais do Trabalho para forçar a adoção de procedimentos de representação dos trabalhadores nas empresas, conforme dispõe o artigo 11 da Constituição Federal. O Contrab emitiu Comunicado Técnico sobre o tema, participou de reuniões com órgãos como o Ministério Público do Trabalho (MPT), e ofereceu orientações às indústrias. Com isso, os procedimentos iniciados pelo MPT foram suspensos, viabilizando a construção de uma proposta. Coordenador: César Rangel Codorniz Conselheiros: Alessandra Lucchese, Alfeu Muratt, Alfeu Strapasson, Aristides França, Benoni Rossi, Cláudia Ferreira, Claudino José Simon, Edson Morais Garcez, Eliseu Ferrigo, Ermes Pedrassani, Felipe Serra, Fernando Artur Kerber, Flavio Haas, Gustavo Juchem, Ivon Gretel Winkler Maisonnave, Jaqueline Zanchin, Joni Alberto Matte, José Alfredo Laborda Knorr, José Paulo Grings, Juan Roberto Germano, Julio Cesar Capela, Leandro Custódio, Lindomar Santos, Luciano Araujo, Luciano Da Cas, Luisa Tânia Elesbão Rodrigues, Luiz Arthur Pacheco, Luiza Nunes Lemos, Marcelo A. Sant Anna, Marco Antônio A. de Lima, Nelson de Quadros, Odacir Conte, Paulo Farias, Paulo Roberto Tramontini, Rafael Maffini, Rodrigo Decimo, Ronaldo Baptista, Rosângela Almeida, Sérgio Ussan, Vera Rossana Martini Wanner, Vittorio Ardizzone. 12 relatório de atividades 2013 / SISTEMA FIERGS

14 CONCEX O Conselho de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Concex) identifica e acompanha as oportunidades e as ameaças ao fortalecimento das exportações gaúchas. Mediante ações estratégicas como reuniões, visitas protocolares, participação e organização de eventos, o Concex estimula a competitividade das indústrias. Em 2013, alguns temas obtiveram atenção especial desse Conselho. Barreiras Argentinas / As barreiras comerciais argentinas foram um dos temas prioritários da pauta do Concex, que criou um Grupo de Trabalho Estratégico e Empresarial para reunir e consolidar informações a respeito dessa questão. Com o Sistema de Monitoramento das Barreiras Argentinas (Simba) e a realização de diversos estudos, o Conselho acompanhou e levou às empresas, aos sindicatos e ao governo dados atualizados. As dificuldades encontradas pelas empresas gaúchas foram expostas em ofícios encaminhados a diversos órgãos governamentais, com o objetivo de buscar soluções que revertam o atual cenário. O Concex e a FIERGS foram responsáveis pela divulgação do Manifesto Barreiras Argentinas: um bloco no caminho do Mercosul e pela realização do evento Argentina: o Contexto Comercial Atual e as Perspectivas Políticas e Econômicas para o Brasil, que contou com a presença de especialistas nacionais e internacionais para debaterem o tema. relatório de atividades 2013 / SISTEMA FIERGS 13

15 CONcex Negociações Internacionais e Novos Mercados / O Concex atuou na defesa dos interesses da indústria gaúcha em diversas reuniões realizadas em âmbito nacional para discussão do acordo Mercosul-União Europeia, assim como consolidou as posições das empresas referentes à ampliação do acordo Brasil-Índia; para tanto, realizou estudos de análise da potencialidade desses mercados. O Concex organizou ainda importantes eventos para divulgar novas oportunidades comerciais, a exemplo dos seminários Oportunidades de Negócios e Investimentos em Cuba e Como Negociar com os Países Árabes. Além disso, trabalhou em sintonia com o Centro Internacional de Negócios (CIN), atendendo às solicitações das empresas sobre mercados específicos, com destaque para os da América Latina. Reindustrialização das Exportações de Manufaturados / A queda da participação dos produtos industrializados nas exportações gaúchas mereceu atenção em Em conjunto com a AEB, o Conselho elaborou o Manifesto solicitando ao Governo Federal medidas de incentivo à competitividade das exportações e uma agenda que proporcionasse a sua reindustrialização. O documento foi levado à CNI por meio do Conselho Temático de Integração Internacional (Cointer). O assuntou pautou diversos estudos e apresentações, nos quais o Conselho demonstrou os prejuízos causados pelo Custo Brasil e a necessidade de maior desvalorização do Real, de forma equilibrada e estável. 14 relatório de atividades 2013 / SISTEMA FIERGS

16 CONCEX Outras Iniciativas 1. DISCUSSÃO DOS GRUPOS TEMÁTICOS Grupo Temático de Defesa Comercial Realizou palestra A Nova Lei Antidumping e as Perspectivas de Defesa Comercial no Brasil. Grupo Temático de Logística Dedicou-se principalmente a assuntos relacionados aos entraves do transporte marítimo de carga e à redução dos custos de logística. Grupo Temático de Negociações Internacionais Analisou as oportunidades e ameaças dos principais acordos internacionais nas exportações gaúchas, com destaque para o acordo Mercosul-União Europeia. Grupo TÉCNico de Drawback Realizou uma sondagem sobre o tema entre as empresas gaúchas e repassou ao MDIC as informações obtidas. O assunto também esteve em pauta no 20 Seminário de Operações de Comércio Exterior. 2. Relações Bilaterais Ao longo de 2013, o Concex recebeu embaixadores, cônsules e outras autoridades de aproximadamente 15 países, como Estados Unidos, União Europeia, Tailândia, Quênia, Chile, Reino Unido, Suíça, Turquia e Iraque. Nessas ocasiões, o Conselho apresentou a indústria gaúcha e as relações comerciais do Estado com os países, com finalidade de estreitar as relações bilaterais entre as economias, gerando oportunidades de investimentos e exportações. Coordenador: Cezar Luiz Müller Vice-coordenador: Aderbal Fernandes Lima Vice-coordenador Adjunto: Frederico Martin Gunnar Dürr Conselheiros: Adriano Tollens Cauduro, Aristides Inácio Vogt, Eduardo Renato Kunst, Lisiane Teresinha Kunst Bohnen, Luiz Felipe Schiavon, Marcos Odorico Oderich, Maristela Cusin Longhi, Milene Silva Goulart, Ricardo José Wirth, Valdir Agostinho Bedin, Werner Arthur Müller. Integrantes: Aimoré da Silveira, Airton José Adami, Alex Pipkin, Bernard Kats, Candido Dall Agnol, Carlos Sehn, Cláudio Barreto Viana, Claúdio Guenther, Dante Bettanin, Duílio Weissheimer De La Corte, Frederico Luis Behrends, Harro Burmann, Luiz Pedro Cauduro Ferreira, Hélio Henkin, Hernane Kaminski Cauduro, Humberto Repetto, Jorge Barreto Sabedra, Jorge Carlos Ribeiro, Jorge Py Velloso, Eduardo Pezzuol, André Azambuja, Jorge Strassburger, José Antônio Alberici Filho, José Eduardo dos Santos, José Roberto Goulart, Joselito Gusso, Julio Cesar Lopes Pedroso, Léo José Borges Hainzenreder, Marco Antônio Kappel Ribeiro, Lialice Schimitt, Luís Cláudio Amaral, Marcus Coester, Daniela Eckert, Maria Locatelli, Mauro Bellini, Miguel Fayet Trein, Paulo Weber, Roberto Pandolfo, Sandra Ferreira, Christiano Ambros, Thierry Rios, Valmor Thesing, Valter Gomes Pinto. relatório de atividades 2013 / SISTEMA FIERGS 15

17 CITEC O Conselho de Inovação e Tecnologia (CITEC) é um fórum de discussão, formulação e articulação institucional com foco na melhoria do ambiente de inovação no Brasil e no Rio Grande do Sul. Alinhado com as diretrizes da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI) da CNI, o Citec atua sob a visão de um agente catalisador de iniciativas privadas. No ano de 2013, desenvolveu ações de articulação junto a diversos atores relacionados ao tema da inovação, contribuindo para a consolidação do Núcleo de Inovação do Rio Grande do Sul (NIRS). 16 relatório de atividades 2013 / SISTEMA FIERGS

18 CITEC Núcleo de Inovação / O Núcleo de Inovação do Rio Grande do Sul, instituído pela FIERGS, tem o objetivo de apoiar o planejamento e a gestão da inovação nas indústrias, os projetos de transferência tecnológica e as ações de promoção do empreendedorismo. Em 2013, o Citec apoiou iniciativas do Núcleo de Inovação, com foco no tema gestão da inovação. Eventos / A busca pela melhoria do ambiente de inovação no Estado e no Brasil traz o envolvimento e a participação da FIERGS, por meio do Citec, nos debates e nas iniciativas sobre empreendedorismo, ambientes de incubação, desenvolvimento de novos negócios e acompanhamento de temas como a economia criativa e as formas de conexões com a indústria do Rio Grande do Sul. O Conselho apoiou a realização de diversos eventos ao longo de 2013, como o II Venture Fórum Sul-Brasileiro, o Congresso Brasileiro de Eletrônica de Potência (COPEB), a Semana Global do Empreendedorismo e o 3º Fórum Brasil-Coreia em Ciência, Tecnologia e Inovação. Programa Pró-Inovação / No âmbito da Lei da Inovação do Rio Grande do Sul, o Pró-Inovação Incentivo Fiscal à Inovação Tecnológica estimula as empresas a se estruturarem para crescer e competir. O programa foi apresentado em abril de 2013, pela Secretaria da Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico do Estado e conta com apoio do Citec. Durante o evento, foi assinado o termo de ajuste com as seguintes empresas que passam a integrar o Programa Pró-Inovação: Fruki, Comil, Fras-le, Betanin e SAS Plastic. relatório de atividades 2013 / SISTEMA FIERGS 17

19 CITEC O Pró-Inovação foi criado em 2009, mas passou por algumas reformulações e, assim, foi retomado em Ao longo do ano passado, 26 empresas aderiram ao programa. O Pró-Inovação apoia esforços relacionados à introdução de novos produtos (bens e serviços) e processos, bem como o aperfeiçoamento dos já existentes, além de promover atividades de marketing e inovação organizacionais. Os projetos participantes são analisados e as empresas recebem benefícios, que podem gerar até 75% de isenção do ICMS incremental. A avaliação leva em consideração critérios como caráter inovador do produto, investimentos da empresa em pesquisa e desenvolvimento e o número de pesquisadores. Também verificam-se indústrias instaladas em parques tecnológicos, que mantenham convênios para transferência de conhecimento com universidades. Eixos Orientadores / A atuação do Citec é realizada em acordo com os seguintes eixos orientadores: ampliar o engajamento dos líderes empresariais na promoção da inovação; estimular o aumento do investimento privado em inovação; promover a inovação ao longo da cadeia produtiva; contribuir e influenciar para o aperfeiçoamento das políticas públicas de apoio à inovação; consolidar e difundir conhecimento sobre inovação; reforçar o diálogo com o Governo Estadual e Federal; desenvolver plataformas de mobilização; definir estratégias diferenciadas por porte de empresas e cadeias produtivas; sistematizar o conhecimento em inovação. O Citec e o NIRS mantêm em suas pautas os seguintes pontos de relevância na agenda de desenvolvimento e da competitividade: a educação fundamental como pilar estratégico da inovação, com ênfase no aprendizado da língua inglesa e das ciências exatas; a instituição de metodologia de apoio ao aprendizado no ambiente de internet; a universidade como parceira da indústria nos processos de pesquisa e desenvolvimento com foco na inovação. Para este tópico, cumpre registrar que no entendimento do Citec, ciência e tecnologia são ativos fundamentais da inovação, mas como ativos são meio, e não fim. O fim é a prosperidade, via competitividade, que tem na inovação fenômeno de mercado e gerador de riqueza; apoio a iniciativas de difusão da cultura empreendedora e de estruturas de suporte a empresas nascentes como incubadoras e parques tecnológicos. Coordenador: Ricardo Menna Barreto Felizzola Diretores: Aderbal Fernandes Lima, Bruno Fockink, Clovis Furlanetto, Cristiane Passarin, Eduardo Renato Kunst, José Luiz Bozzetto, Mathias Elter e Zenon Leite Neto. Conselheiros: André Imar Kulczynski, Adriana Rivoire Menelli de Oliveira, Alexandre Sikler, Antônio Carlos Canova, Antônio Carlos Petersen Xavier,Artur Lorentz, Carlos Roberto Pires Pôrto, Claudio Teitelbaum, Cleber Prodanov, Cylon da Silva, Daniel Fernandes, Deborah Pilla Villela, Fernando Thomé Kreutz, Gleverton De Munno, Ghissia Hauser, Ingrid Jansch Porto, Ivan De Pellegrin, José Antônio Antonioni, Leandro André Hoerlle, Luciano Andreatta, Luís Canabarro Cunha, Luiz Antônio Antoniazzi, Luiz Francisco Gerbase, Luiz Ildebrando Pierry, Manlio Gobbi, Jerson Cunha, Marcus Coester, Mario Verdi, Nádya Pesce da Silveira, Oldemar P. Brahm, Oscar de Azevedo, Paulo Griebeler, Raquel S. Mauler, Roberto Astor Mosquetta, Ronald Krummenauer, Rosana Casais, Sérgio Luiz Duarte Zimmermann, Tarso Ledur Kist, Tito L. Goron. Universidades: Cristiano Silveira, Dario Azevedo, Flávio Rech Wagner, Gerhard Jacob, Gustavo Borba, Marcelo Nichele, Marli E. Ritter dos Santos, Nilza Luiza Venturini Zampieri, Gabriela Cardozo Ferreira, Pedro Gilberto Gomes, Cezar Miguel Monteiro da Silva, João Alcione Sganderla Figueiredo, José Ivo Follmann, Valdir Soldi, Vilmar Thomé. Convidados: Carlos Artur Trein, Carlos Eduardo Pereira, Clóvis Leopoldo Reichert, Elisabeth Urban, Fabricio Liberali Campana, Manuela Lopes, Thaise Graziadio, Vilson Marcimino Serro. 18 relatório de atividades 2013 / SISTEMA FIERGS

20 COINFRA O Conselho de Infraestrutura (Coinfra) tem como missão integrar, promover e desenvolver os setores de energia, logística, telecomunicações e saneamento com vistas a um ambiente favorável à competitividade e ao desenvolvimento sustentável. Sua atuação é focada em quatro segmentos apresentados a seguir. Energia ANEEL / Em 2013, o Coinfra acompanhou o terceiro ciclo das revisões tarifárias previstas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) para os contratos de concessão das distribuidoras de energia no Rio Grande do Sul. Quanto à diferenciação de tarifas entre as distribuidoras no Estado, a FIERGS contratou trabalho sobre Análise comparativa das Tarifas de Energia Elétrica no Rio Grande do Sul, período analisado de 1997 a 2013, que se encontra a disposição de seus associados. Carvão Mineral / O Fórum Sul, formado pelas Federações do RS, SC e PR, trabalha na defesa do carvão mineral para o desenvolvimento e sustentabilidade energética da Região. Este tema foi debatido em evento na FIERGS, onde houve a preocupação de inserção do carvão mineral nos leilões de energia, documento enviado a presidenta da República, Dilma Rousseff, pleito esse aprovado pelo Governo Federal. Gás Natural / As Federações das Indústrias da Região Sul e a Empresa Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia / Brasil (TBG Gasbol) realizaram trabalho em conjunto a fim de ampliar o fornecimento de gás natural na Região Sul, única fonte de abastecimento desse energético no Estado. O temor dos empresários cresceu após o aumento de 9,7% no preço do gás natural, que gerou elevação nos custos de produção e diminuiu a competitividade das indústrias. EFICIÊNCIA ENERGÉTICA / O Convênio FIERGS com Eletrobras, que propiciou excelentes resultados, iniciado em 2008 e finalizado em dezembro de 2013, com a adesão de 93 indústrias gaúchas. Os Resultados Globais das Ações do Procel Indústria junto ao Setor Industrial do Rio Grande do Sul foram apresentados e relatados num workshop específico os cases de sucesso do Programa de Eficiência Energética. Foram escolhidas quatro indústrias dos segmentos: alimentos/bebidas; materiais plásticos; metalúrgico e mecânico. Na ocasião foram entregues os certificados de formação de multiplicadores e agentes para empresas participantes das atividades. Logística Sul Competitivo / A iniciativa conjunta das três Federações do Sul, em parceria com a CNI, ganhou uma atualização em Para isso, uma consultoria especializada foi contratada. O estudo tem o objetivo de reduzir o custo na logística da Região Sul do Brasil. Entre as obras identificadas estão o acesso à Região Metropolitana de Porto Alegre, implantação e duplicações de vários trechos rodoviários no interior do Estado, e busca de soluções aos problemas relativos às malhas ferroviária e hidroviária, que igualmente foram apontadas, como um novo eixo de integração da Ferrovia Norte-Sul (trecho Sul). O trabalho, na íntegra, foi apresentado junto ao governo do Estado do RS, Assembleia Legislativa do RS, Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, Bancada Federal Gaúcha, Empresa de Planejamento e Logística (EPL) e Ministério dos Transportes. Infraestrutura / Com o propósito de garantir verbas do Orçamento da União, as três federações do Sul do País uniram-se para identificar as obras estratégicas de logística da região. O trabalho identificou gargalos nas áreas rodoviária, aeroviária, ferroviária, hidroviária e dos portos. Eventos / Faz parte da política de trabalho do Coinfra apoiar eventos do segmento logístico. Pelo terceiro ano, o Seminário de Cabotagem, promovido pelo Ter- relatório de atividades 2013 / SISTEMA FIERGS 19

21 COINFRA minal de Contêineres (Tecon) Rio Grande, contou com a parceria do Coinfra. Outro evento importante, que contou com o apoio do conselho, foi o IX Congresso Internacional das Rotas de Integração da América do Sul ocorrido nas dependências da FIERGS. Nó Logístico / O Coordenador do Coinfra Ricardo Lins Portella Nunes ministrou a palestra Investimento e Gestão: Desatando o Nó Logístico do País na Câmara de Infraestrutura do Senado Federal, presidida pelo senador Fernando Collor de Mello. Saneamento Universalização do Serviço de Saneamento / O tema esteve presente nos debates ao longo de O Conselho defende a qualidade do serviço e discute formas de investimentos para o setor. Nesse sentido, foram analisados os serviços e custos oferecidos pelas prestadoras de serviço de saneamento do Estado e municípios. Infraestrutura e Sustentabilidade / O Coinfra participa do Fórum de Infraestrutura das Entidades de Engenharia, que tem o propósito de tornar mais inovadoras e sustentáveis a gestão e a governança de obras de infraestrutura. Telecomunicações VIII Seminário de Telecomunicações / O Coinfra, sempre atento à evolução tecnológica, trouxe pelo oitavo ano um encontro de profissionais experientes, de operadoras e empresários para esclarecer toda a dinâmica de mudança no segmento. É compreensiva a complexidade de informações e a infraestrutura robusta para suportar tamanho acesso de alta capacidade, com qualidade de conexão e disponibilidade plena, o que representa um desafio no que tange aos investimentos, à gestão das opções tecnológicas, à segurança dos dados e às políticas regulatórias. Sendo assim, com a proximidade da realização da Copa do Mundo e, em 2016, dos Jogos Olímpicos, o maior canal para o fluxo de informações será a internet. Outro exemplo é a computação em nuvem, que possibilitará às empresas se apoiarem em uma infraestrutura mais simplificada, eliminando processos repetitivos e dará mais agilidade aos negócios. Nesse cenário, os desafios são assegurar a diversidade e a competição no mercado e, principalmente, buscar meios para disponibilizar recursos ao consumidor com a qualidade e velocidade esperadas. Na edição de 2013 do Seminário de Telecomunicações, participaram especialistas de diversas áreas para compartilhar experiências, enriquecer os debates e, com isso, adaptar as boas práticas à realidade do mercado nacional. O evento também fortaleceu uma nova parceria, surgindo o convite da Business IT South America (BITS) para o seminário acontecer dentro da programação da feira em 2014, administrado pelo Coinfra. TECNOLOGIA 4G / O Grupo Temático de Telecomunicações articulou ações importantes para atingir metas programadas, entre elas, a defesa da Proposta de Projeto de Lei Municipal, elaborada pelos Conselheiros do GT Telecom, que trata da atualização das normas de tecnologia das estações rádio-base em Porto Alegre. O objetivo é viabilizar a cobertura de 4G na Copa do Mundo O documento foi entregue e se encontra em discussão na Câmara de Vereadores. 20 relatório de atividades 2013 / SISTEMA FIERGS

22 COINFRA Ações de reuniões do Coinfra e Grupos Temáticos: Energia; Logística; Saneamento e Telecomunicações 105 conselheiros nos GTs do Coinfra 10 comunicados técnicos 26 palestrantes tratando sobre os segmentos telecomunicações, energia, logística e saneamento 21 audiências públicas representadas pelos conselheiros e/ou diretores dos GTs Coordenador: Ricardo Lins Portella Nunes Coordenador do Grupo Temático de Energia e Diretor da FIERGS: Carlos Weischenck de Faria. Conselheiros: Adib Paulo Abdalla Kurban, Adieci Vigganico da Silva, Anderson Franciscatto, Antônio Albuquerque, André Marcondes Gohn, Cícero Zanoni, Claiton Gaieski Pires, Delmir Marques Gonçalves, Edílson Deitos, Edmundo Fernandes da Silva, Eduardo Knorr, Fabrício Nedel Scalzilli, Flávio Soares, Hans Dieter Ranh, Humberto L. Alves Batista, João Batista Casanova Garcia, José Carlos Saciloto Tadiello, Luiz Henrique de Freitas Schnor, Marcos Aurélio Vianna Hernandes, Paulo Milano, Paulo R. Kugland de Azevedo, Paulo Wolff, Renato Schmidt Barbosa, Ricardo Barreira Orling, Ricardo Rosito, Ricardo N. M. Pigatto, Roberto Arsego Zuch, Rui Dick. Coordenador do Grupo Temático de Telecomunicações: Carlos da Silva Garcia Conselheiros: Alberto Marchesi, Alcyr Soares Cardoso, Carlos Augusto Fürst de Souza, Carlos Henrique Ramos Lopes, Carlson Janes Aquistapasse, Clair Pinheiro, Christian Krieger, Eberson José Thimming Silveira, Edgar Bortolini, Fabiano André Vergani, Fábio Bonadiman, Guilherme Zuwick, Isidoro Barros Lopes, Ivan Maciel Treiger, Jaime Borin, João Ernandes Silveira Vieira, João Jacob Bettoni, João Alberto Wickboldt, José Luis Fernandes Araújo, Lafaiete Everardi dos Santos, Luiz Carlos Madruga, Luiz Haroldo Iepsen, Marisa Bonow Lemieszek, Mauricio Perucci, Ney Silva, Oldemar Plantikow Brahm, Paulo Altmayer Gonçalves, Ricardo Gutheil Gonçalves, Rolf Harm Hinrichs, Romano Tadeu Botin, Sergio Bampi. Coordenador do Grupo Temático de Logística: André Loiferman Conselheiros: Afrânio Rogério Kieling, Daniel Lena Souto, Fernando Ferreira Becker, Fernando Cavalcanti Bizarro, Geraldo Luiz de Almeida, Gilberto T. Cunha, João Augusto Teixeira Loureiro, João Batista Dias, João Fortini Albano, Jorge Herdina, José Luiz Rocha Paiva, Leodir Senger, Luiz Dahlem, Luiz Afonso Senna, Marco Aurélio Franceschi, Nelson Lídio Nunes, Paulo A. Dutra Duhá, Paulo Eduardo Nunes Lopes, Paulo Renato Menzel, Sérgio Coelho da Silva, Sérgio Kirsch, Sinval Oliveira Souza, Vilson Flores Busnello. Coordenador do Grupo Temático de Saneamento: Alexandre César Beck de Souza Conselheiros: Cylon Rosa Neto, Edgar Hernandes Cândia, Eurico Estima, Eduardo Barbosa de Carvalho, Frederico Guilherme Kayser, José Dombroski, José Humberto Sório, Júlio Carlos Comin, Luis Carlos Carneiro, Luiz Felipe Elias Regadas, Odilon Menezes, Paulo Tergolina, Pedro Augusto Buttenberger, Percy Antônio Pinto Soares, Pedro Moreira Franco, Pompilio Vieira Loguércio, Ricardo de Magalhães Santiago, Sérgio Luiz Klein. relatório de atividades 2013 / SISTEMA FIERGS 21

23 CODEMA A principal tarefa do Conselho de Meio Ambiente (Codema) é liderar o desenvolvimento industrial, buscando o aumento da competitividade. Esse conselho atua em seis áreas estratégicas a serem expostas a seguir. Resíduos Sólidos Testes de Queima de Resíduos de MDF e MDP / Com o objetivo de viabilizar a queima desses resíduos e definir os limites aceitáveis para emissões atmosféricas, o Codema planejou, coordenou e acompanhou as avaliações junto às empresas e aos órgãos ambientais. Licenciamento Ambiental O Grupo de Trabalho de Licenciamento Ambiental da CNI realizou sete reuniões em 2013, o Codema participou de todas. Entre os assuntos tratados, esteve o projeto de lei que tramita no Congresso sobre licenciamento ambiental. Câmara Técnica de Resíduos Sólidos do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) / O Codema foi responsável pela relatoria da Minuta de Resolução para Regramento do Sistema de Gerenciamento e Controle de Resíduos Sólidos Industriais (Sigecors). A minuta tem por objetivo dar legalidade à relação entre empresa e órgão ambiental no envio das informações sobre resíduos sólidos gerados. Grupo de Trabalho de Licenciamento Ambiental da FIERGS / Presente em todos os encontros, participando das discussões sobre as resoluções gerais do Consema, debateu sugestões para o aprimoramento do projeto de lei sobre licenciamento ambiental. Também analisou a proposta do Consema que substitui as atuais regras de licenciamento de atividades de impacto local. Conferência Nacional do Meio Ambiente / A FIERGS, por meio do Codema, participou da 4ª edição do evento, em que foram escolhidas as 60 ações prioritárias para auxiliar na implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Emissões Atmosféricas Rede de Resíduos da CNI / Em quatro reuniões, foram discutidas as propostas para desoneração e instrumentos econômicos da Política Nacional de Resíduos Sólidos, a conferência livre da indústria e o sistema de cadastramento de geradores e operadores de resíduos sólidos. Carvão Mineral / O Codema participou das discussões, na Câmara Técnica de Recursos Atmosféricos e Poluição Veicular do Consema, da Minuta de Resolução que estabelece limites de emissões para poluentes atmosféricos gerados por novas fontes fixas em processos que utilizam carvão mineral. 22 relatório de atividades 2013 / SISTEMA FIERGS

24 CODEMA Eventos Encontro Nacional dos Conselhos Temáticos de Meio Ambiente (Coema) da CNI / O evento reuniu o Coema Nacional e os Conselhos Sul-Sudeste, Centro-Norte e Nordeste a fim de discutir e aprovar diretrizes para o Licenciamento Ambiental. Na oportunidade, um documento com 21 propostas de melhoria nos processos de Licenciamento Ambiental, elaborado com o auxílio do Codema, foi entregue à Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. Encontro com Joanne Potter/ Adaptação das Mudanças do Clima / Conhecer as práticas adotadas pelas indústrias dos Estados Unidos e da União Europeia para adaptação à mudança do clima foi o principal objetivo do encontro com Joanne Potter. Também foram apresentadas as ações estratégicas, as iniciativas e os instrumentos utilizados pelas empresas para o combate aos efeitos da mudança do clima. Lançamento do Projeto Eco Parque / O empreendimento Eco Parque Industrial de Candiota foi apresentado em reunião na FIERGS. Um dos projetos que integrará o Parque é o de gaseificação, com previsão inicial de gerar 10MW de energia. Seminário Gestão dos Gases de Efeito Estufa: Um Novo Mercado para Pequenas e Médias Empresas / O evento, promovido pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), teve o apoio da FIERGS, por meio do Codema e reuniu empresários e entidades. relatório de atividades 2013 / SISTEMA FIERGS 23

25 CODEMA Plano de Manejo do Delta do Jacuí O Codema elaborou notas técnicas e participou de audiências públicas, mas o fato mais importante de 2013 foi a articulação do Codema para a criação de um Grupo de Trabalho, formado por empresas, entidades e órgãos públicos e a organização das principais demandas dos participantes do GT. O Conselho preparou um documento, que foi enviado ao governador e a secretários de Estado, apresentando 13 premissas a serem consideradas na elaboração do Plano de Manejo. Recursos Hídricos Água trabalhou no Mapeamento dos Representantes da Indústria nos Comitês de Bacias Hidrográficas do RS. Efluentes líquidos atuou na construção da Minuta de Resolução para lançamento de Efluentes Líquidos em Solo. Coordenador: Torvaldo Antônio Marzolla Filho Conselheiros: Adelaide R. T. Essinger, Adolfo Antônio Klein, Alexandre Bugin, Alexandre Juliano Golfetto, Ana Cristina Curia, Ana Paula R. Almeida e Silva, Camila Luconi Viana, Carlos Julio Lautert, Cezar Augusto Gazzaneo, Claudino João José Simon, Clóvis Zimmer, Cristiano Jean Jamur de Oliveira, Darci Barnech Campani, Délton Winter de Carvalho, Eduardo Assmann, Eduardo Baltar, Ervino Ivo Renner, Fabiane Holmos Aires, Fabiane Bianchi Locatelli, Frederico Goldmann, Gustavo de Moraes Trindade, Heitor Klein, Hugo Springer, Igor Cosel Terres, Joni Alberto Matte, Jorge Benites, Jorge Kuhn Neto, José Antônio Weissheimer, Juarez Fernandes de Souza, Leandro Fagundes, Luisa Falkenberg, Luiz A. Borges Germano da Silva, Marcele Nickhorn, Marcelo Gerhardt, Marcelo Markusons, Marco Kappel, Manuel Gonzales, Márcio Torres, Odilon Amado Jr., Pablo Ricardo Barrera, Paulo Enzveiler, Patricia Araújo Corrêa, Pedro Mallmann Saldanha, Rafael Antonio Petry Lonzetti, Rita Clarice Machado Tissot, Rosangêla Muniz Barreto, Serafim Quissini, Sérgio Mattos, Sérgio Rauber, Sydnei Mitidieri,Susana Silva Menger, Susana Apollo, Thomas M. Berger, Vitor Facchin, Walter Alexandre Rizzo Fichtner, Walter Rudi Christmann. 24 relatório de atividades 2013 / SISTEMA FIERGS

26 COAP O Conselho de Articulação Parlamentar (Coap) tem forte representatividade na Assembleia Legislativa e no Congresso Nacional, pois defende os interesses da indústria junto ao Poder Legislativo estadual e nacional por meio da elaboração de notas técnicas, pareceres e sustentação de posicionamento sobre temas. Seu objetivo é apresentar demandas e propostas para fortalecer a indústria gaúcha. Articulação / A fim de apresentar a posição do setor industrial, o Coap promoveu encontros com os parlamentares. Durante o Fórum Industrial Parlamentar Sul, o Conselho reuniu as bancadas federais do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná em dois eventos para tratar de projetos de infraestrutura e logística e constituir um bloco de atuação conjunta no Congresso Nacional. O Coap também organizou um almoço com os deputados federais e senadores gaúchos. Entre outros assuntos, foram apresentadas as 101 Propostas para a Modernização Trabalhista, elaboradas pela CNI. O documento lista 101 irracionalidades da legislação trabalhista, aponta as consequências de cada uma delas, dá a solução e a forma legal para adotá-la e ainda enumera os ganhos das mudanças. Eventos / O Conselho esteve presente em diversos eventos pelo País. Entre eles, citam-se o Seminário Reindústria, o Lançamento da Agenda Legislativa da Indústria, o seminário internacional sobre A Defesa dos interesses da Sociedade Civil, o seminário estadual para debater As Alterações do Estado de Microempresa e o Workshop sobre Reforma Política. Representantes do Coap também participaram do curso de capacitação Relações Governamentais no Brasil, realizado pelo Instituto de Ensino e Pesquisas em Negócios, Economia e Direito (Insper), e do Seminário Promoção e Defesa de Interesses, realizado pela FIERGS. Âmbito Nacional / Em 2013, a articulação do Coap junto ao Congresso Nacional trouxe resultados importantes para o setor, como o arquivamento do projeto de lei, proposto pelo Partido Progressista (PP), que destina recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para um fundo de subsídio do programa Minha Casa, Minha Vida. As ações do Conselho também impediram a votação da proposta que visa proibir o uso da substância polimetilmetacrilato e silicone líquido nas camadas superficiais da pele. relatório de atividades 2013 / SISTEMA FIERGS 25

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