Goiânia, 16 de Setembro de Sérgio Knorr Velho (61)

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1 Goiânia, 16 de Setembro de 2013 Sérgio Knorr Velho (61)

2 Eixo de Sustentação da ENCTI Redes SIBRATEC-ST na ENCTI C,T&I como eixo estruturante do desenvolvimento do Brasil Fortalecimento da Base de Sustentação da Política de C,T&I Objetivo Promoção da Inovação Formação e Capacitação de Recursos Humanos Ampliar a participação empresarial nos esforços tecnológicos do País, com vistas ao aumento da competitividade nos mercados nacional e internacional. Estratégia Fortalecimento da Pesquisa e da Infraestrutura Científica e Tecnológica Consolidação das Redes de Centros de Inovação, de Serviços Tecnológicos e de Extensão Tecnológica do SIBRATEC para apoio aos esforços de inovação das empresas. Ciência, Tecnologia e Inovação Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

3 Ensaios & Calibração SIBRATEC - Serviços Tecnológicos Redes SIBRATEC-ST & EMBRAPII Investimentos Públicos em P,D&I Instituições Públicas e Privadas Sem Fins Lucrativos EMBRAPII Desenvolvimento Pré-competitivo de Produtos e Processos Investimentos Privados em P,D&I GRANDES & MÉDIAS EMPRESAS Média de R$ 1,87 milhão/projeto Contrapartida = R$ 687,5 mil (36,8%) 100% de projetos de grandes e médias empresas empresas alvo SIBRATEC Centros de Inovação Desenvolvimento de Produto Desenvolvimento de Processo SIBRATEC Extensão Tecnológica Atendimento às Empresas Ciência, Tecnologia e Inovação Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação EMPRESAS MICRO & PEQUENAS EMPRESAS Média de R$ 1,5 milhão/projeto Contrapartida = R$ 220 mil (15%) 90 % de projetos de micro & pequenas empresas empresas alvo Média de 2 mil atendimentos/ano Média de R$ 3 mil/atendimento Contrapartida = R$ 150 (5%) 80 % de atendimentos a micro & pequenas empresas

4 Cultura da Inovação nas Empresas e na Sociedade

5 O QUÊ É? O Sistema Brasileiro de Tecnologia SIBRATEC foi criado através do Decreto n de 21/11/07 e complementado pela Resolução do Comitê Gestor SIBRATEC n 001 de 17/03/08, para atender às demandas específicas de setores empresariais e estratégicos do País, estabelecidos na Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação ENCTI e no PLANO BRASIL MAIOR Para atender as demandas empresariais por tecnologias o SIBRATEC foi estruturado nos componentes de Serviços Tecnológicos, Extensão Tecnológica e Centros de Inovação.

6 Sistema Brasileiro de Tecnologia CIÊNCIA E TECNOLOGIA A SERVIÇO DA EMPRESA BRASILEIRA OBJETIVO ORGANIZAÇÃO GOVERNANÇA Promover condições para que as empresas ampliem os atuais índices de inovação. Isso significa: maior valor agregado ao faturamento, mais produtividade, mais competitividade e maior inserção do Brasil no mercado global. Organizado em 3 tipos de Redes denominados componentes: Serviços Tecnológicos Extensão Tecnológica Centros de Inovação Âmbito nacional gerido por: Comitê Gestor Três Comitês Técnicos Secretaria Executiva Agência Executora Um Núcleo de Coordenação para cada Rede

7 As Redes

8 Redes Estaduais de Extensão Tecnológica São formadas por entidades especializadas na extensão tecnológica, atuantes na região, por meio da organização de um arranjo institucional Setores atendidos: opção do Estado, visando o fortalecimento dos sistemas produtivos locais Modalidades de Atendimento: i. Unidade móvel; ii. iii. iv. Adequação do produto para o mercado externo; Adequação do produto para o mercado interno; Gestão do processo produtivo; v. Tecnologias mais limpas.

9 Resolução n 001 do Comitê Gestor do SIBRATEC 17/03/2008 A determinação dos valores globais destinados às redes do componente SIBRATEC Extensão Tecnológica caberá ao Comitê Técnico, em função das particularidades regionais e características da tecnologia a ser utilizada. O aporte de recursos para atendimento às MPME, obedecerá a seguinte composição: o SIBRATEC aportará até 70% do valor da assistência tecnológica, obedecido o montante definido pelo Comitê Técnico; a Rede Estadual participará com, no mínimo, 20% do valor da assistência tecnológica; a MPME beneficiada participará financeiramente com, no mínimo, 10% do valor do atendimento.

10 Redes Estaduais de Extensão Tecnológica 22 Redes Estaduais SIBRATEC de Extensão Tecnológica FDB; FUCAPI; FUA; INPA; UEA; IFAM; Embrapa/CPAA; CBA/; IDAM; SENAI/AM; SECT/AM; FAPEAM; SEBRAE-AM IEL/RO; SENAI/RO; IPEPATRO; Embrapa-RO/CEPAFRO; IJN; FIMCA; SEPLAN; SEBRAE/RO FADESP; SENAI/PA; UFPA, UEPA, CPATU, IFPA, SEDECT/PA FAPESPA IEL/TO; SENAI/TO; UNITINS; UFT; SECT/TO FUNDETEC; SENAI/PI; IFPI; FUESPI; SEBRAE/PI; SEDET/PI FCPC; NUTEC; UFC; CENTEC; INDI/CE; IFCE; Agropolos; BNB; SECITECE; FUNCAP; SEBRAECE FUNPEC; SENAI; UFRN; IFRN UERN; SENAI/CTGÁS; SEDEC FJA; SENAI/PB; UFPB; IFPB; SECTMAPB IEL/PE; ITEP; UFPE; SECTMA-PE NGPD; SENAI/PE; SEBRAE/PE,NECTAR IEL/AL; SENAI/AL; UFAL; UNEAL; FIEA, FAPEAL, SEBRAE/AL, SECTI/AL SECITEC; SENAI/ FUFMT; IFMT; UNEMAT; INT; SEBRAE FUNAPE; SENAI; UFG; IFGOIANO; SGM-SIC; SEBRAE; SECTEC IEL/MS; SENAI/MS ; UFMS; UEMS; UFGD; UCDB; SEBRAE/MS; SEMAC/MS TECPAR; FIEP; SEBRAE; SETI; F.ARAUCÁRIA SOCIESC; SEBRAE/SC; FAPESC IEL/RS; SCT/RS; CIENTEC; IBTEC; IFSul; PUC/RS; UNISINOS; UERGS; SEDAI/RS; SEBRAE/RS FIPT; IPT; CTI; CEETEPS; FDTE; SECDESESP IEL/SE; ITPS; UFS, ITP, IFS, FAPITEC/SE, SEBRAE-SE,SERGIPE-ADM IEL/BA; UESC; CEPED; CETENE/PE; SECTI/BA; FAPESB; SEBRAE/BA; SICM/BA RMI; CETEC; IEL/MG; SEBRAE/MG; SEDE/MG; SECTES/MG IEL/ES; SENAI/ES; UFES, IFES, CETEM, BANDES, SEBRAE-ES, FINDES, FAPES, SECTES REDETEC; INT; SEBRAE/RJ; FAPERJ

11 Redes Temáticas de Serviços Tecnológicos São constituídas por, no mínimo, quatro laboratórios e entidades acreditadas ou que possuam sistema de gestão da qualidade laboratorial implantado, com experiência na prestação de serviços tecnológicos para atender demandas de empresas Cada Rede tem um Núcleo de Coordenação, composto por no máximo cinco representantes integrantes da rede

12 Redes Temáticas de Serviços Tecnológicos 20 Redes SIBRATEC de Serviços Tecnológicos Produtos para a saúde Insumos farmacêuticos, medicamentos e cosméticos Sangue e hemoderivados Alimentação Biotecnologia Saneamento e abastecimento d água Radioproteção e dosimetria Equipamentos de proteção individual Produtos e dispositivos eletrônicos TIC aplicáveis às novas mídias: TV Digital, comunicação sem fio, internet Geração, transmissão e distribuição de energia Componentes e produtos da área de defesa e segurança Biocombustíveis Produtos de manufatura mecânica Produtos de setores tradicionais: têxtil, couro e calçados, madeira e móveis Instalações prediais e iluminação pública Monitoramento ambiental Transformados plásticos Gravimetria, orientação magnética, intensidade de campo magnético e compatibilidade eletromagnética Resíduos e Contaminantes em Alimentos

13 Recorte do Portal Inovação Serviços Tecnológicos

14 Redes Temáticas de Centros de Inovação São constituídas por, no mínimo, três Centros de Inovação com experiência na interação com empresas e que possuam política de propriedade intelectual e, no caso de instituições públicas, Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) estruturado Cada Rede tem um Núcleo de Coordenação, composto por no máximo cinco representantes integrantes da rede, que tem, entre outras atribuições, encaminhar os projetos cooperativos que serão desenvolvidos pela Rede para atender demandas de empresas

15 CENTROS DE INOVAÇÃO No componente Centros de Inovação, as redes serão temáticas e voltadas para atender demandas de um determinado setor empresarial ou demandas estratégicas de interesse do País consubstanciados no Plano de Governo Plano Brasil Maior e na ENCTI, considerando também temas relevantes para o desenvolvimento regional ou estadual. Os temas das redes desse componente serão definidos pelo Comitê Gestor do SIBRATEC, levando em consideração as prioridades estratégicas do País, expressas no planos e políticas governamentais, conforme referido, ou a partir de temas definidos por meio de negociação com o setor empresarial e que visem superar os gargalos tecnológicos do País.

16 Redes Temáticas de Centros de Inovação 12 Redes SIBRATEC de Centros de Inovação Manufatura e Bens de Capital Microeletrônica Eletrônica para Produtos Vitivinicultura Plásticos e Borrachas Visualização Avançada Bioetanol Equipamentos Medico, Hospitalar e odontológico Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação Nanocosméticos Veículos Elétricos Insumos para Saúde e Nutrição Animal DF Ciência, Tecnologia e Inovação Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

17 OPORTUNIDADES PARA O SETOR NO SEGMENTO DE NANOTECNOLOGIA IBN 19/08/2013 Iniciativa Brasileira de Nanotecnologia Tem como objetivos criar, integrar e fortalecer ações governamentais para promover o desenvolvimento científico e tecnológico da nanotecnologia, com foco na promoção da inovação na indústria brasileira e na prosperidade econômica e social. Um dos alicerces do Programa são os 26 laboratórios do Sistema Nacional de Laboratórios em Nanotecnologia (SisNANO). MODERNIT Modernit Apoiar a implantação de uma Rede de Serviços Tecnológicos em Nanotecnologia, ancorada no Sistema Nacional de Laboratórios em Nanotecnologia SisNANO, com objetivo de promover a cooperação interinstitucional e tecnológica para prestação de serviços de metrologia, ensaios, análises, incluindo ensaios de proficiência, e avaliação da conformidade para atender o setor empresarial em nanotecnologias e futura integração ao componente de Serviços Tecnológicos do SIBRATEC. SIBRATEC CI Nanomateriais e Nanocompósitos Criar uma Rede de nacional de centros de inovação, no âmbito do SIBRATEC, estruturada pelos laboratórios pertencentes ao Sistema Nacional de Laboratórios em Nanotecnologia SisNANO, voltada para à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação no segmento nanomateriais e nanocompósitos. SIBRATEC CI Nanodispositivos e Nanosensores Criar uma Rede de nacional de centros de inovação, no âmbito do SIBRATEC, estruturada por laboratórios pertencentes ao Sistema Nacional de Laboratórios em Nanotecnologia SisNANO, voltada para à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação no segmento nanodispositivos e nanosensores.

18 Estrutura de Gestão da IBN

19 INOVA EMPRESA Investimento em Inovação Tecnológica O QUE É? O Inova Empresa é um plano de investimento em inovação do Governo Federal que prevê a articulação de diferentes ministérios e a disponibilização de apoio financeiro por meio de crédito, subvenção econômica, investimento e do financiamento a instituições de pesquisa. Até 2014 serão aplicados mais de R$ 30 bilhões em inovação.

20 INOVA EMPRESA Investimento em Inovação Tecnológica PARA QUEM? Os recursos são destinados a empresas brasileiras de todos os portes que tenham projetos inovadores. O plano apoia setores considerados prioritários pelo Governo, como Saúde, Aeroespacial, Energia, Petróleo e Gás, Tecnologia Assistiva e Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs). O pacote está diretamente alinhado com os esforços da FINEP Agência Brasileira da Inovação na promoção do desenvolvimento nacional por meio do financiamento público a projetos de C,T&I. QUANDO? Já é possível se candidatar a uma parcela desses recursos, através dos programas e editais já divulgados. Para facilitar o acesso e desenvolver potencialidades locais, a FINEP dispõe de uma política operacional, que apresenta as formas de apoio disponíveis, e aposta na integração de diferentes instrumentos e na descentralização da aplicação financeira.

21 INOVA EMPRESA Investimento em Inovação Tecnológica QUAIS SÃO OS INSTRUMENTOS? INOVA BRASIL Financiamento Reembolsável em condições competitivas INOVACRED Financiamento Reembolsável através de bancos e agências de fomento TECNOVA TECNOLOGIA ASSISTIVA SUBVENÇÃO INOVA AERODEFESA INOVA ENERGIA INOVA SAÚDE

22 O objetivo do Tecnova é criar condições financeiras favoráveis e apoiar a inovação - por meio de recursos de subvenção econômica - para o crescimento rápido de um conjunto significativo de empresas de micro e pequeno porte, com foco no apoio à inovação tecnológica e com o suporte aos parceiros estaduais. A meta global é que cerca de 800 empresas sejam apoiadas em todo o território nacional. Recursos O programa prevê o repasse aos parceiros de um montante total de R$ 190 milhões em subvenção econômica, para financiamento das despesas de custeio das empresas, visando apoio aos projetos de desenvolvimento de produtos e processos inovadores. Serão repassados pela FINEP recursos no valor limite total de R$ 19 milhões para apoio à infraestrutura e organização dos parceiros estaduais, com o objetivo de capacitá-los para as atividades do programa (ação transversal FNDCT). Além dos recursos da FINEP, o Sebrae participará de forma complementar com mais R$ 50 milhões, valor de utilização não obrigatória pelas empresas selecionadas, que será voltado a atividades de gestão de negócio.

23 Condições Financeiras Com relação aos Parceiros. A alocação dos recursos de subvenção a serem repassados para os parceiros respeitará a seguinte distribuição: - Regiões Sudeste e Sul: até R$ 15 milhões por Unidade da Federação (limitado a 75 projetos) - Demais regiões: até R$ 9 milhões por Unidade da Federação (limitado a 45 projetos). As instituições parceiras deverão aportar contrapartida financeira de acordo com a Carta de Salvador, tanto para os recursos de subvenção econômica como para os recursos de infraestrutura e organização do programa. Com relação às empresas O valor da subvenção a ser concedido para as empresas, com recursos FINEP, será entre R$ 120 mil e R$ 400 mil. As empresas deverão aportar contrapartida financeira equivalente a 5% do valor recebido como subvenção econômica. Os recursos de contrapartida dos parceiros a serem repassados às empresas poderão contemplar despesas de custeio e capital. O prazo de execução dos projetos de inovação tecnológica das empresas é de até 24 meses.

24 R$13,5 Milhões em subvenção econômica

25 Programas Complementares ao TECNOVA Programa Modalidade Foco Cliente Despesa Característica Valores NAGI Não Reembolsável Consultoria e Treinamento em Gestão da Inovação Empresa de qualquer porte Custeio Contrapartida Obrigatória Desenvolvimento do Plano de Inovação Dependente dos serviços solicitados Subvenção Econômica Subvenção Elevado grau de inovação Áreas e temas específicos Empresa de qualquer porte Custeio Contrapartida Obrigatória Editais Nacionais R$500 mil Inovacred Crédito Inovação Tecnológica MPME Custeio e Capital Custo=TJLP Contrapartida mínima de 10% Entre R$150 mil e R$2 milhões Inova Brasil Crédito Inovação Tecnológica Empresa de qualquer porte Custeio e Capital Garantias reais, carta fiança, fluxo contínuo R$ 1 milhão Inova Semente Investimento Inovação Tecnológica Pequenas Empresas Custeio e Capital Realizado através de gestores de fundos, operando via plano de negócios Não definido Fonte:

26 Núcleos de Apoio à Gestão da Inovação A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) lançou em 2010 uma chamada pública oferecendo R$ 50 milhões em recursos do FNDCT/Fundos Setoriais para a estruturação e operação de Núcleos de Apoio à Gestão da Inovação (NAGIs). A chamada faz parte do Programa Nacional de Sensibilização e Mobilização para a Inovação (Pró-Inova), coordenado Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e pela Mobilização Empresarial para a Inovação (MEI), da CNI. Os NAGI têm equipes com a atribuição de mobilizar, capacitar e apoiar empresas nas suas atividades de gestão da inovação. Os serviços a serem prestados por eles incluem programas de treinamento e diagnósticos, além de assessoria. Núcleo de Inovação de Goiás - NIG

27 RHAE PESQUISADOR NA EMPRESA MCTI/CNPq O Programa de Formação de Recursos Humanos em Áreas Estratégicas (RHAE) foi criado em 1987, com gestão do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e execução feita pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O Programa RHAE utiliza um conjunto de modalidades de bolsas de Fomento Tecnológico, especialmente criado para agregar pessoal altamente qualificado em atividades de P&D nas empresas, além de formar e capacitar recursos humanos que atuem em projetos de pesquisa aplicada ou de desenvolvimento tecnológico. A partir de 1997, o Programa RHAE passou a ser denominado Programa de Capacitação de Recursos Humanos para o Desenvolvimento Tecnológico, e a gestão ficou a cargo do CNPq. Além disto, as ações passaram a ser realizadas por meio de editais regulares. De 2002 a 2006, foram lançados quatro editais, e o programa passa a ser chamado de RHAE-Inovação. Quem pode participar? - Micro, pequenas e médias empresas brasileiras. - Quem submete a proposta é o coordenador do projeto, que, obrigatoriamente, deve ser proprietário, sócio ou funcionário da empresa executora.

28 Obrigado!!! Sérgio R. Knorr Velho (61)

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