Grupo de Dança da UFRGS: entre suas memórias e histórias. Dance group at UFRGS: among their memories and stories

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1 Grupo de Dança da UFRGS: entre suas memórias e histórias Dance group at UFRGS: among their memories and stories Luciane Silveira Soares 1 Silvana Vilodre Goellner 2 Universidade Federal do Rio Grande do Sul Resumo A presente pesquisa trata-se de um projeto de mestrado que tem por objetivo dedicar-se a interpretação, através de sua produção coreográfica, depoimentos orais e pesquisas documentais, a relevância do Grupo de Dança da UFRGS na cena da dança moderna e contemporânea de Porto Alegre entre os anos de 1976 e 1983, que compreende o período de duração do mesmo. Fundamentada no aporte teórico-metodológico da história cultural e história oral a pesquisa tematiza o surgimento, dentro da universidade, de um grupo de dança, seu destaque na dança porto alegrense junto com os demais grupos da mesma época e de que maneira seus integrantes vivenciaram este processo através de suas experiências dentro do grupo. As entrevistas da pesquisa serão realizadas com ex integrantes do grupo e com a idealizadora, do mesmo, a professora Morgada Cunha. Palavras-chave: Dança, Memória da dança, História da dança. Abstract This research is a Master's project that aims to interpret through choreographic production, oral and documentary research, the relevance of the Dance Group of UFRGS on modern and contemporary scene of dance in Porto Alegre between 1976 and 1983, when the group existed. Based on the theoretical and methodological framework in cultural and oral history, this research schematizes the beginning, within the University, of a dance group, its prominence in Porto Alegre dance scene along with other groups of that era and how its members have experienced this process through their experiences. Former members and the creator of the Group, Professor Morgada Cunha, will be interviewed. Keyword: Dance, Memory Dance, Dance history. 1 Bacharel em Biblioteconomia. Especialista em Arte, Corpo e Educação. Mestranda do PPGCMH/ESEF/UFRGS. Membro do GRECCO e do CEME. Porto Alegre, RS. Porto Alegre, RS, Brasil. 2 Orientadora do Projeto. Professora na graduação e pós-graduação da Escola de Educação Física da UFRGS. Coordenadora do Centro de Memória do Esporte da ESEF/UFRGS (CEME) e do Grupo de Estudos sobre Cultura e Corpo.

2 Introdução Esquecemos mais do que lembramos e, perdemos memórias que são valiosíssimas para nós. Apesar do esquecimento ser parte da memória, somos aquilo que lembramos e cada um de nós é quem é porque tem suas próprias memórias (Izquierdo, 2004: 16) A temática escolhida para o presente projeto se dá pela vivência na área da dança, por parte da autora, e instigada pelos estudos históricos na área da educação física, do esporte e da dança no Brasil. Infelizmente, tais estudos, a pesar de seu desenvolvimento, que podemos observar em algumas publicações e principalmente em trabalhos apresentados em eventos acadêmicos, ainda são em número reduzido quando relacionados com as demais áreas dentro da própria educação física. Ao percorrer por registros em Dança no Rio Grande do Sul, deparamo-nos que os mesmos são produzidos desde meados da década de 1920, porém é facilmente identificada uma lacuna a uma sistematização da dança no estado no que se refere a sua memória. Apenas em 2004, foi publicada a obra que seguimos como referência em estudos sobre a história da dança, trata-se do título Dança: nossos artífices de autoria das professoras Morgada Cunha e Cecy Franck, anteriormente apresentada em forma de monografia em Nos estudos na área da dança geralmente focalizam-se em acontecimentos e personalidades do eixo Rio de Janeiro - São Paulo, abordando com superficialidade o desenvolvimento da dança no Rio Grande do Sul. Pouco tempo atrás surgiram os primeiros bancos de dados brasileiros na área da dança a Base de dados Rumos Dança (Instituto Itaú Cultural, 2010) e o Cadastro de Dança da Funarte (FUNARTE, 2010) que tem o objetivo em cadastrar grupos e bailarinos do país. A dança em Porto Alegre até a década de 1980

3 Conforme dados apresentados por Cunha e Franck (2004), durante as décadas de 1930 a 1960 Porto Alegre indicava uma predominância do ballet clássico como prática principal de dança, oferecido por academias de dança que culminava no final de cada ano com suas apresentações nos grandes teatros da cidade. A partir da década de 1950 temos registros de algumas iniciativas para formação de grupos independentes, sem vínculos diretos com as academias, mas com a união de alguns bailarinos, mas que não permaneciam por muito tempo em atividade enquanto grupo. A partir de 1974 podemos destacar duas iniciativas de propostas alternativas de dança: o grupo Mudança dirigido por Eva Schul e o Grupo de Dança da UFRGS dirigido por Morgada Cunha. Além de reunir bailarinos advindos de diversas escolas tais iniciativas se propunham a trabalhar com outros estilos de dança que não o ballet clássico exclusivamente, destacando a dança moderna e contemporânea. Nas décadas posteriores, principalmente a de 1980, Porto Alegre sedia vários grupos de dança moderna e contemporânea, porém maioria com tempo de duração muito curto. O Grupo de Dança da UFRGS foi criado em 09 de agosto de 1976 pela professora Morgada Cunha e estava vinculado à pró-reitoria de extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, sendo um dos primeiros criados dentro de um ambiente universitário. O grupo se propunha explorar o estilo contemporâneo e a dança livre, com uma formação alicerçada no ballet clássico. Dentre seus objetivos estavam: a pesquisa coreográfica através de laboratórios de compreensão e a assimilação do ritmo musical, a divulgação e execução da dança em especial a criativa e apresentação das criações de artistas locais. A justificativa do nome se dá por estar dentro da UFRGS, mas membros exteriores a ela também podiam participar desde que apresentasse no mínimo dois anos de estudos em dança. O grupo possuía uma rotina de ensaios de 9 horas semanais contemplando dança moderna, jazz e expressão corporal, e ao final de cada ano era fornecido aos bailarinos um certificado de extensão universitária com o número de horas dedicadas ao grupo. Ao término de suas atividades no ano de 1983, o grupo possuía mais de 40 coreografias em seu repertório e destaque em festivais e espetáculos em Porto Alegre e fora do Estado.

4 Objetivos propostos para esta pesquisa A pesquisa proposta se dedicará a interpretar, através da produção coreográfica, a relevância do Grupo de Dança da UFRGS na cena da dança moderna e contemporânea de Porto Alegre entre 1976 e O objetivo geral será atingido desde que se consiga atingir os objetivos específicos que o pormenoriza. Assim foram definidos, para este estudo, os seguintes objetivos específicos: Comparar a produção coreográfica do grupo com as demais produções em dança moderna e contemporânea locais, próximas ao período estudado. Levantar as influências das escolhas metodológicas do grupo. Interpretar, através dos depoimentos orais, a participação das bailarinas e bailarinos, e demais componentes, no grupo, e suas trajetórias profissionais relacionadas à dança. Abordagem metodológica Para o desenvolvimento deste projeto será realizada análise documental, para tanto serão consideradas fontes até o momento: documentos doados ao Centro de Memória do Esporte (CEME) pela professora Morgada Cunha, fotografias, recortes de jornal. Os recortes doados são de jornais diversos, mas o título mais recorrente merecerá atenção especial, sendo realizada pesquisa na hemeroteca do arquivo do mesmo, a fim de construir um referencial em dança entre as décadas de 1970 e 1980, como base de discussão sobre a dança na cidade de Porto Alegre neste período. Segundo Bardin (2000), a análise documental tem por objetivo: O armazenamento sob uma forma variável e a facilitação do acesso ao observador, de tal forma que este obtenha o máximo de informação (aspecto quantitativo) [...] é, portanto, uma fase preliminar da constituição de um serviço de documentação ou de um banco de dados (45-46) Apoiada pelo eixo teórico metodológico da história oral a presente pesquisa apresentará

5 como fonte primária depoimentos de pessoas que participaram do Grupo de Dança da UFRGS e que promoveram de alguma forma a sua estruturação. Esta metodologia está ancorada no trabalho desenvolvido pelo CEME que segue a referência do centro de Documentação de História Contemporânea do Brasil, junto a Fundação Getúlio Vargas (CPDOC) que em linhas gerais ao se referir à história Oral destaca que: [...] a história oral é um método de pesquisa (histórica, antropológica, sociológica etc.) que privilegia a realização de entrevistas com pessoas que participaram de, ou testemunharam, acontecimentos, conjunturas, visões de mundo, como forma de se aproximar do objeto de estudo. Como conseqüência, o método da história oral produz fontes de consulta (as entrevistas) para outros estudos, podendo ser reunidas em um acervo aberto a pesquisadores. Trata-se de estudar acontecimentos históricos, instituições, grupos sociais, categorias profissionais, movimentos, etc. à luz de depoimentos de pessoas que deles participaram ou os testemunharam (ALBERTI, 1989: 1-2). A fim de atingir os objetivos propostos, será adotada a perspectiva da história cultural (BURKE, 2005), que propõe certo distanciamento dos esquemas teóricos generalizantes e a valorização de grupos particulares, em locais e períodos específicos. Esta perspectiva vem favorecendo as pesquisas sobre gênero, minorias étnicas e religiosas, hábitos e costumes, práticas artísticas e esportivas. Pesavento (2005) ao referir-se a história cultural destaca que esta perspectiva nos leva a um novo olhar, dilatando o conceito de cultura onde o surgimento de formas de pensar o tema como um conjunto de significados que são partilhados e construídos pelos homens para explicar o mundo (p.15). Desta forma procuramos olhar a história com a finalidade de descrevê-la através do olhar de diversas pessoas que lhe dão significados particulares, possuindo sentimentos que se relacionam entre si. A partir de uma visão renovada da história temos então o conceito de representação: [...] são matrizes geradoras de condutas e práticas sociais, dotadas de força integradora e coesiva, bem como explicativa do real. Indivíduos e grupos dão sentido ao mundo por meio das representações que constroem sobre a realidade (PESAVENTO, 2005: 39)

6 A proposta deste projeto é de uma pesquisa de viés qualitativo com o intuito de interpretar a relevância do grupo de Dança da UFRGS na cena da dança porto alegrense. O recorte temporal para a coleta de informações do grupo vai de 1976 ano de criação do referido grupo a 1983 que é respectivamente, seu ano de término. Porém, como citado acima, ao pesquisar a cena da dança em Porto Alegre serão consideradas as décadas de 1970 e 1980 a fim de abarcar mais elementos que permitam uma discussão ampliada sobre a dança nos períodos selecionados para análise. O estudo de caso qualitativo é especialmente pertinente, quando se trata de tentar responder a problemas ou perguntas que se formatam em comos e/ou por quês e que se interessam por acontecimentos contemporâneos dos quais obtemos poucas informações sistematizadas (MOLINA, 2004: 96). Para esta pesquisa de caráter qualitativo será utilizado o estudo de caso, selecionado pela pesquisadora, com a colaboração de 14 ex participantes e a diretora do Grupo de Dança da UFRGS, totalizando 15 entrevistas com duração média entre 40 e 60 minutos em encontros pré agendados. Os participantes/colaboradores (14) colocaram-se a disposição para a pesquisa, em evento realizado pela Professora Morgada onde reuniu o grupo de dança da UFRGS. O número de participantes, que desempenharam diferentes papéis dentro do grupo, será permanentemente examinado, pois apesar de pessoas terem se colocado a disposição para o estudo, os conteúdos das entrevistas é que darão condições para verificação sobre a pertinência do número de entrevistados, se esta está demasiado e se outras pessoas além das selecionadas deverão ser consultadas. Conforme Alberti: Apesar de ser impossível estabelecer, no projeto de pesquisa, o número exato de pessoas a entrevistar, é possível e desejável elaborar uma listagem extensa e flexível dos entrevistados em potencial, acompanhada do registro dos que nela são prioritários. É o recorte do objeto que informará, inicialmente, o número de pessoas disponíveis e em princípio capazes de fornecer depoimentos significativos sobre o assunto (175)

7 Os participantes/colaboradores da pesquisa terão o direito de não participar ou de se retirar do estudo, a qualquer momento, sem que isto represente qualquer tipo de prejuízo a eles. Será solicitado aos participantes autorizações para revelação de suas identidades, através de uma carta de cessão de direitos autorais, uma vez que um dos objetivos desta pesquisa é identificar as produções coreográficas do grupo e os sujeitos que fizeram parte destas produções. Ressalta-se que as produções/obras coreográficas analisadas foram objeto divulgação na imprensa e na mídia em geral e foram realizadas para apreciação pública, conforme constatado na análise de alguns documentos como jornais e programas da época. Desse modo, o grupo, coreógrafos, bailarinos e demais profissionais que atuaram na produção de obras coreográficas tiveram suas identidades publicamente e associadas aos seus trabalhos. Sendo assim, considera-se que nomear os artistas que participam desta pesquisa significa reconhecer sua trajetória e suas contribuições para o desenvolvimento da dança em Porto Alegre. A entrevista semiestruturada organiza o diálogo entre entrevistador e entrevistado, ao mesmo tempo em que possibilita ao entrevistado desenvolver outros temas que não houvesse sido considerado pelo pesquisador. A realização das entrevistas seguirá um roteiro constituído por questões abertas, elaboradas a partir dos objetivos da pesquisa, do quadro teórico. Todas as entrevistas serão realizadas individualmente, gravadas e processadas seguindo as seguintes etapas: transcrição, conferência de fidelidade, copidesque, devolução ao entrevistado para validação e utilização para a análise das informações. A análise das entrevistas será realizada após leituras reflexivas deste material, buscando identificar as unidades ou temas de análise. Em um segundo nível de análise, as unidades de significado serão agrupadas em conceitos ou conjuntos de significado mais amplos, denominados categorias de análise. Desse modo, as categorias não serão pré definidas, mas emergirão na medida em que avançamos nos procedimento de análise da informação (MOLINA NETO, 2004). Desse modo, a análise e interpretação da informação serão realizadas a partir de um trânsito entre os objetivos de pesquisa, as categorias de análise, o quadro teórico da pesquisa e outras perspectivas teóricas suscitadas pelo processo de análise.

8 Conforme nos coloca Negrine, serão estratégias norteadoras das entrevistas, da pesquisa em questão, os seguintes passos: a) Criar uma simbologia para identificar o participante do estudo; b) Utilizar um gravador de boa qualidade para, posteriormente, transcrever na íntegra tudo o que foi dito pelo entrevistado; c) Fazer alguns registros pontuais no momento da entrevista; d) Uma vez transcritas as entrevistas, devolvê-las aos entrevistados com a finalidade de validar o seu conteúdo, neste momento o entrevistado poderá alterar o conteúdo caso julgue conveniente; e) Caso haja a definição de colocar, por parte do pesquisador, como anexo, conteúdos das entrevistas, serão extraídos dos textos os assuntos abordados pelo entrevistado que não sejam pertinentes ao que será analisado, preservando a vida pessoal do entrevistado. f) Extrair as informações relevantes, pertinentes ao estudo em questão, para proceder à descrição, análise e interpretação das informações (NEGRINE, 2004, pág. 78). Da análise destas unidades e sua relação com o aporte teórico da pesquisa resultará o texto final. Além dos depoimentos orais (fonte principal) o projeto prevê a pesquisa em fontes documentais como jornais, livros, o estatuto do grupo e registros fotográficos. Um pouco da história do Grupo de Dança da UFRGS Essencialmente amador, mas alcançando um sucesso que já o coloca com um dos melhores da cidade o grupo de Dança da UFRGS volta-se para os mais diversos estilos de dança, desde o clássico ao moderno, jazz e contemporâneo. (Jornal Zero Hora, Porto Alegre, p. 2, 28 de julho de 1982)

9 O Grupo de Dança da UFRGS foi criado em 09 de agosto de 1976 pela professora Morgada Cunha e estava vinculado à pró-reitoria de extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, sendo um dos primeiros criados dentro de um ambiente universitário. O grupo se propunha explorar o estilo contemporâneo e a dança livre, com uma formação alicerçada no ballet clássico. Dentre seus objetivos estavam: a pesquisa coreográfica através de laboratórios de compreensão e a assimilação do ritmo musical, a divulgação e execução da dança em especial a criativa e apresentação das criações de artistas locais. A justificativa do nome se dá por estar dentro da UFRGS, mas membros exteriores a ela também podiam participar desde que apresentasse no mínimo dois anos de estudos em dança. O grupo possuía uma rotina de ensaios de 9 horas semanais contemplando dança moderna, jazz e expressão corporal, e ao final de cada ano era fornecido aos bailarinos um certificado de extensão universitária com o número de horas dedicadas ao grupo. Ao término de suas atividades no ano de 1983, o grupo possuía mais de 40 coreografias em seu repertório e destaque em festivais e espetáculos em Porto Alegre e fora do Estado. Bibliografia ALBERTI, Verena Fontes Orais: histórias dentro da história. In: PINSKY, Carla Bassanezi. Fontes Históricas. São Paulo, Contexto. ALBERTI, Verena História Oral e a Experiência do CPDOC. Rio de Janeiro, Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil BARDIN, Laurence Análise de conteúdo. Lisboa, Edições 70, LDA. BURKE, Peter O que é história Cultural. Rio de Janeiro, Jorge Zahar. CUNHA, Morgada; Movimento. FRANCK, Cecy Dança: nossos artífices. Porto Alegre,

10 FUNARTE. Cadastro de dança da Funarte. Disponível em Acesso em 20 de dezembro de INSTITUTO ITAÚ CULTURAL. Bases de dados Rumos Dança. Disponível em Acessado em 20 de dezembro de IZQUIERDO, Ivan A arte de esquecer. Rio de Janeiro, Vieira & Lent. MOLINA NETO, Vicente; TRIVIÑOS, Augusto N. S. (Org.) A pesquisa Qualitativa na Educação Física: alternativas metodológicas. 2.ed. Porto Alegre, Editora da UFRGS/Sulina. NEGRINE, Airton. Instrumentos de Coleta de Informações na Pesquisa Qualitativa. In: MOLINA NETO, Vicente; TRIVIÑOS, Augusto N. S. (Org.) A pesquisa Qualitativa na Educação Física: alternativas metodológicas. 2.ed. Porto Alegre, Editora da UFRGS/Sulina, p PESAVENTO, Sandra J História & História Cultura. 2.ed. Belo Horizonte, Autêntica.

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