Estudo de Casos INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO SOCIAL

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1 Estud de Cass INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO SOCIAL

2 Índice 1. Intrduçã Critéris de identificaçã ds cass de sucess Estuds de Cas... 3 O cas da Agência Lcal para Empreg Alpe... 4 O cas da Rede RSO.pt... 6 O cas d IES... 8 O cas da ESLIDER Prtugal O cas da Escla Prfissinal de Carvalhais Cnclusões... 14

3 1. Intrduçã A Fundaçã AEP, enquant pl aglutinadr de iniciativas de base empresarial, prpôs - se cntribuir para uma mair aprximaçã entre a vertente empresarial e empreendedrism scial. Fi neste sentid, que se prpôs participar n desenvlviment de um nv paradigma de intervençã, a partir d tecid empresarial, prmvend acréscims e partilha de valr scial. Esta iniciativa mbilizu - se em trn d estímul a empreendedrism e invaçã empresarial, cm impact scial e cntemplava, a realizaçã de sessões de prmçã e dinamizaçã de prjets de invaçã scial geradres de valr, e na deteçã, identificaçã, caracterizaçã e divulgaçã de cass e referências de sucess. 2. Critéris de identificaçã ds cass de sucess O desenh d prgrama de estud rientu- se pela prcura de parceirs institucinais e prtadres de prject que, de algum md, fssem qualificads cm mentres e/u dinamizadres de cass de sucess de invaçã scial. Para esse efeit, s critéris definids, fram, genericamente, n sentid de identificar prjects ( sb múltiplas frmas e mdels de rganizaçã ) que pudessem ser cnsiderads relevantes, quant: A. As prblemas sciais que pretendem reslver e a respectiva missã scial (pr ex., reslver prblemas ambientais, prblemas sciais de exclusã, dificuldades de acess a cnheciment, à frmaçã e à qualificaçã; dificuldades na criaçã de parcerias baseadas na ajuda e na cnfiança entre pares, redes de prmçã d empreendedrism, etc. ) B. As efeits que ptenciam quant a uma transfrmaçã psitiva na sciedade, relativamente à resluçã d tip de prblemas supra- indicads; C. Às respectivas características invadras; até que pnt desafiam uma visã tradicinal e utilizam mdels de negóci invadres; D. A respectiv ptencial de cresciment e/u replicaçã nutr lcal gegráfic; u seja, a respectiva escalabilidade e replicabilidade.

4 Em síntese; Os cass a seguir elencads e descrits pretendem evidenciar a precupaçã seguida e td prject n sentid de identificar, caracterizar e divulgar cass e referências de sucess de INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO SOCIAL. Pr este mtiv, s cass de sucess e de bas práticas, apresentam e descrevem, sumariamente, as características das rganizações e/u prjets de sucess, cnsideradas bas práticas, a disseminar, assim cm destacam a especial pertinência, da mbilizaçã destas para prject cm a Fundaçã AEP. 1. O cas ALPE; 2. O cas RSO.pt; 3. O cas IES; 4. O cas ESLIDER; 5. O cas da Escla Prfissinal de Carvalhais;

5 3. Estuds de Cas Assim, cnsiderand s critéris predefinids, elabrams respectiv match cm s cass selecinads, destacand a respectiva pertinência e a cerência, n seguinte quadr síntese: Critéris Prblemas sciais que pretendem reslver e a respectiva missã scial (pr ex., reslver prblemas ambientais, prblemas sciais de exclusã, de desenvlviment assimétric, dificuldades de acess a cnheciment, à frmaçã e à qualificaçã; dificuldades na criaçã de parcerias baseadas na ajuda e na cnfiança entre pares, redes de prmçã d empreendedrism, etc. ) Efeits que ptenciam quant a uma transfrmaçã psitiva na sciedade, relativamente à resluçã d tip de prblemas supra- indicads; Características invadras; até que pnt desafiam uma visã tradicinal e utilizam mdels de negóci invadres Ptencial de cresciment e/u replicaçã nutr lcal gegráfic; u seja, a respectiva escalabilidade e replicabilidade; Cass ALPE prblemas sciais de empreg, de exclusã, desigualdade scial; RSO.pt dinâmicas de rede, respnsabilidade scial, disseminaçã de cnheciment e bas práticas; IES disseminaçã de cnheciment, frmaçã, invaçã; ESLIDER - parcerias inter- pares; Escla Prfissinal de Carvalhais - desenvlviment integrad de base lcal, acess a cnheciment, à frmaçã e à qualificaçã ALPE efeits sbre empreg, inclusã scial; RSO.pt efeits sbre sustentabilidade ambiental e sbre valrizaçã d capital scial nas rganizações; IES efeits sbre a melhria de cnheciments aplicads à gestã de rganizações sciais e à cncepçã e gestã de prjects sciais: ESLIDER efeits na prmçã de causas cm valr scial, efeits nas dinâmicas de rede e de parcerias; invaçã em prjects; Escla Prfissinal de Carvalhais - efeits sbre empreg, qualificaçã e desenvlviment integrad de base lcal; ALPE parceria entre dinâmicas públicas e privadas; RSO.pt carácter vluntári e nã remunerad da rede, n mei empresarial, n qual predmina, naturalmente, uma visã mnetarista e lucrativa ; IES ligaçã cm centrs de cnheciment de excelência ( Instituts Internacinais e Universidade) ESLIDER mdel de negóci basead na ferta de temp e de cnheciment ds seus membrs ; Escla Prfissinal de Carvalhais aprximaçã a cnceit de Agência de Desenvlviment Integrad de base Lcal; Tds s prjects evidenciam uma dinâmica de cresciment e já estã, u têm cndições de escalabilidade e replicabilidade à escala nacinal.

6 O cas da Agência Lcal para Empreg Alpe A Agência Lcal em Prl d Empreg (ALPE) (http://www.direitsedesafis.cm/mnu12849.php), fi cnstituída visand facilitar e prmver a inserçã prfissinal de jvens e adults desempregads d cncelh de Santa Maria da Feira, send prmvida, em terms institucinais pela Câmara Municipal deste cncelh. A ALPE cnstitui- se cm uma platafrma de integraçã das sinergias lcais, ns dmínis d empreg, educaçã- frmaçã e criaçã d própri negóci, cm bjectiv de prmver dinâmicas e respstas adequadas às slicitações e bjectivs da ppulaçã d Cncelh, rientada para s seguintes públics específics: jvens à prcura d 1º empreg; Desempregads; Trabalhadres em risc de desempreg; Empreendedres. O funcinament desta estrutura baseia- se n estabeleciment de parcerias genuínas e efectivas cm s serviçs e as rganizações lcais e reginais, designadamente cm Centr de Empreg de S. J. Madeira, Centr de Frmaçã Prfissinal de Ri Meã, Centr de Frmaçã Prfissinal da Indústria d Calçad, Centr Tecnlógic d Calçad, a Escla Secundária de Santa Maria da Feira, a Assciaçã Metrplitana de Serviçs, Gabinete de Api a Empresári da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, a Assciaçã Nacinal de Direit a Crédit e a Assciaçã Nacinal de Oficinas de Prjects, a Assciaçã Empresarial de Prtugal e, para efeits deste prject, a Fundaçã AEP; Para a prssecuçã d seu bjet a ALPE desenvlve s seguintes serviçs: Api a recrutament e selecçã; Infrmaçã e rientaçã prfissinal; Frmaçã prfissinal; Cnslidaçã Sistema Recnheciment, Validaçã e Certificaçã de Cmpetências (Nível Bási e Secundári; RVCC prfissinal); Api à dinamizaçã e/u criaçã de micrnegócis; Clubes ALPE (ferta frmativa infrmal gratuita, ancrada em temas específics, cm bjectivs de mbilizaçã clectiva, através da prduçã de estratégias e materiais pedagógics invadres, dirigids a ppulações especialmente desfavrecidas (em terms de qualificaçã, situaçã face a empreg e faixa etária) O blg ds Clubes ALPE esta acessível em

7 Cm ntas caracterizadras e distintivas da ALPE, n que cncerne à prmçã d empreendedrism, destacam- se: A rientaçã para trabalh em rede, pluri - institucinal, juntad sectr públic e privad; A rientaçã para as empresas já cnslidadas, cm agentes de api a nvas iniciativas empreendedras e na prmçã de respnsabilidade scial. O event rganizad em parceria cm a Fundaçã AEP é uma evidência d sucess desta estratégia, pis prmveu encntr entre três empresas muit relevantes na regiã e três rganizações sciais, send que para estas, fi a primeira e prtunidade de apresentaçã de uma prpsta de parceria a empresas.

8 O cas da Rede RSO.pt A Rede Nacinal de Respnsabilidade Scial - RSO.pt (http://www.rspt.cm/reders/index.html), fi cnstituída n âmbit d Prgrama de Iniciativa Cmunitária EQUAL, entre 2006 e 2007, erigind- se cm rganizaçã pineira neste dmíni, criada a partir de uma REDE Temática de Respnsabilidade Scial, integrada pr prmtres de prjects financiads pela referida Iniciativa, e cujs bjectivs e utputs envlvem parcerias de Assciações, Empresas, Instituts Públics, Universidades, IPSS s, ONGs e utras instituições para desenvlviment, peracinalizaçã e incrpraçã de cnceits e ferramentas de respnsabilidade scial nas rganizações. A REDE RSOPT assume cm missã priritária trabalhar as diferentes dimensões da respnsabilidade scial criand e tratand indicadres, realizand e divulgand estuds, prmvend frmaçã e campanhas de infrmaçã e sensibilizaçã. O grande desafi da RSO é de prmver a cnvergência e disseminaçã de cnheciments e práticas de RSO, send que, para efeit, dispnibiliza ferramentas de diagnóstic, de planeament, de implementaçã, de avaliaçã e de mnitrizaçã da Respnsabilidade Scial. Deste md, a REDE RSOPT cntribui de frma significativa e real para a implementaçã de plíticas e práticas sustentadas na gestã das rganizações, independentemente d ram de actividade, dimensã u lcalizaçã. A rede rganiza- se em trn de Grups de Trabalh (GT) temátics, que sã unidades peracinais de prmçã de atividades e/u temas cncrets, nas diversas vertentes da Respnsabilidade Scial. Estã em actividade GT rientads para Autarquias Cmunicaçã e Marketing Educaçã e Frmaçã Empreendedrism Respnsável Igualdade de Géner ISO

9 Observatóri Actualmente, a RSO.pt tem 228 membrs aderentes, send, assim, a mair rede nacinal de RSO. Os membrs da rede partilham cmprmiss cm 10 princípis de RSO, sistematizads na Carta de Princípi da RSO. A Assciaçã Empresarial de Prtugal é membr da rede desde O event realizad nas Caldas da Rainha cnstitui uma evidência d trabalh da rede, pdend ser apresentad cm uma ba prática, pis: cncretizu- se mediante inputs pluri- institucinais ( Fundaçã AEP, AIRO, Rs.pt); mbilizu instituições públicas ( Câmaras municipais e instituts públics), e privadas ( rganizações empresariais, sciais e atres individuais); fcu- se sbre um territóri especific de intervençã e respetivs recurss ( a Regiã d Oeste); aplicu uma metdlgia de dinamizaçã invadra ( wrld cafe) que sistematizu s recurss e as capacidades dispníveis e prjectu- s para nvas iniciativas de RSO, as quais, sublinhe- se, sã fcadas n empreendedrism scialmente respnsável, dand, assim, traduçã a uma das dinâmicas da rede, que é a de criar e mbilizar cmunidades de práticas capazes de fazer benchmarking de bas sluções.

10 O cas d IES O IES Institut de Empreendedrism Scial (http://www.ies- sbs.rg/) nasceu em 2008, a partir d envlviment de pessas e rganizações (nmeadamente, a Câmara Municipal de Cascais e INSEAD Institut Eurpéen d Administratin des Affaires) em trn d tema d Empreendedrism Scial, que acreditaram que esta área de cnheciment e atuaçã devia ser estimulada em Prtugal. Das respectivas realizações, destaca- se IES Scial Business Schl, que é um centr de cnheciment para a açã e frmaçã inspiradra, que visa estimular a invaçã, a eficiência e cresciment d impact de prjets transfrmadres que quebram cicls de prblemas na sciedade. Pretende ser um centr de referência d Empreendedrism Scial para mund lusófn, prmvend a invaçã, cnheciment, a aprendizagem e impact scial. Das metdlgias invadras d IES, destaca- se a a metdlgia de pesquisa ES+, cm prpósit de identificar iniciativas de elevad ptencial de Empreendedrism Scial. O valr da aplicaçã desta metdlgia reside na sua capacidade de identificar ptencialidades, prtunidades, necessidades e desafis das iniciativas de empreendedrism scial, permitind também caraterizar ecssistema nde estã inseridas. A aplicaçã desta metdlgia em territóris cncrets permitiu cnslidar a actividade d IES e partir para a criaçã de uma a área de Investigaçã & Desenvlviment que englbu a aplicaçã da Metdlgia ES+, assim cm a gestã de cnheciment, a prduçã de relatóris, estuds e cnteúds de frmaçã. Tem sid na área de Frmaçã, nde estã abrangids s prgramas para universitáris e a frmaçã para executivs, que mais se fca psicinament d IES. Para este efeit, estabeleceu parcerias cm esclas internacinais de renme, cm Nva Schl f Business and Ecnmics, nde fi criad módul de Cidadania Prfissinal (Prfessinal Citizenship) e lançad um Prgrama de Frmaçã para Executivs cm a Abreu Advgads. Atualmente, destacam- se s primeirs prgramas de frmaçã IES pwered by INSEAD.

11 E prgrama Mapa de Invaçã e Empreendedrism Scial, prjet de investigaçã e mapeament de iniciativas, que visa cntribuir para cresciment e cmpetitividade de um nv mercad de invaçã e Empreendedrism Scial nacinal em Prtugal. O IES desenvlve, ainda, atividades em Mçambique, nmeadamente prgrama ES+ Maput, que assenta na identificaçã de iniciativas de Empreendedrism Scial e frmaçã, numa parceria de 2 ans cnstruída entre IES, Fundaçã Caluste Gulbenkian e Odebrecht (Mecenas Premium ds Prgramas de Frmaçã IES, pwered by INSEAD, em Mçambique). A Frmaçã fi crescend em númer de aluns frmads pels prgramas pwered by INSEAD, frmand mais de 1000 aluns desde 2012, tend sid lançad primeir Btcamp em Maput que cntu cm 32 participantes. N dmíni da Investigaçã destaca- se Manual para Transfrmar Mund, em parceria cm a Fundaçã Caluste Gulbenkian que se revelu um sucess que esgtu a primeira impressã ns primeirs 3 meses de vendas. Em 2014, IES afirma- se cm Scial Business Schl. Fi neste an que se alcançaram s 1000 alumni frmads pels prgramas IES- INSEAD, cm um númer recrd de Btcamps realizads num an (10) e cm 10 nvs alumni cm frmadres. Neste an fi lançad Labratóri de Investiment Scial, um prjet d IES e da Fundaçã Caluste Gulbenkian, em parceria cm a Scial Finance UK, que cnsiste num centr de cnheciment de referência na área d investiment scial, prcurand difundir as melhres práticas internacinais e instruments financeirs invadres, estudand a sua aplicabilidade à realidade prtuguesa. Fi ainda cncluíd neste an Prgrama de Capacitaçã para s 17 municípis da Área Metrplitana d Prt, englband atividades cm planeament estratégic, mapeament de prjets de empreendedrism e de invaçã scial, a capacitaçã técnica ds municípis e a

12 implementaçã de prjets geradres de impact scial psitiv n territóri que respndam às necessidades sciais identificadas. Tud evidencia uma dinâmica crescente e acelerada de actividade d IES. Assim, dad perfil institucinal d IES, a respetiva participaçã n event da Fundaçã AEP, dedicad a frmaçã de líderes para empreendedrism, fi de uma pertinência elevadíssima. O IES deve ser cnsiderad cm um cas de sucess, pis cnstitui- se cm um exempl de uma rganizaçã cm prpstas invadras, altamente qualificadas e recnhecidas pel respectiv public alv, destacand- se a vertente internacinal da sua acçã, nã só atraind para Prtugal prgramas de frmaçã recnhecids internacinalmente, cm exprtand para s países da lusfnia as respectivas metdlgias de capacitaçã de empreendedres sciais.

13 O cas da ESLIDER Prtugal A ESLIDER- PORTUGAL (http://esliderprtugal.rg/pt/inici/) tem cm bjectiv cntribuir ativamente para recnheciment d Terceir Sectr, prmvend a sua transparência, prfissinalizaçã e mdernizaçã, trabalhand cm as instituições públicas e privadas n sentid de desenvlver a sua regulamentaçã legal e, ainda, dinamizand um mviment capaz de envlver s seus váris respnsáveis, independentemente da psiçã que cupem u d carg que desempenhem, pela cnstruçã de um futur mais sustentável para Prtugal. Nasceu em 2011 cm a parceria exclusiva da EUCLID NETWORK - a rede eurpeia de líderes da Sciedade Civil. Atualmente cm mais de 70 membrs, trnu- se rapidamente uma das maires rede de invaçã e empreendedrism scial da Eurpa. A Eslider Prtugal cumpre a sua missã e desenvlve a sua actividade a partir de quatr cnceits que frmatam dinâmicas de acçã: 1. HUB: prque a ESLIDER- PORTUGAL acredita que uma sciedade capaz de gerar valr partilhad deve assentar na partilha de infrmaçã e n trabalh em rede para a ccriaçã de sluções eficazes e eficientes n cmbate a prblemas sciais cmplexs e multidimensinais. Cm este bjetiv sã dinamizads encntrs regulares que prmvem intercâmbi e prximidade entre s membrs e criam uma cultura de rede; 2. EXPERIENCE: a ESLIDER- PORTUGAL entende que uma sciedade capaz de gerar valr partilhad deve ser capaz de experimentar nvas sluções assumind riscs em benefíci d bem- cmum e envlvend tds s seus stakehlders. Estas sluções devem cnstituir cnheciment partilhável e influente, apt a ser aprpriad pr utrs. 3. LAB: pretende cntribuir ativamente para uma sciedade capaz de gerar valr partilhad através da rentabilizaçã d seu mair ativ - s membrs na capacitaçã ds líderes e na valrizaçã meritcrática da sua açã. Uma das áreas de capacitaçã reside na prmçã de uma Gvernança transparente (accuntable), respnsável e eficiente nas rganizações d Terceir Sectr, agra elencada n Manual de Gvern e Códig de Gvern de Entidades de Terceir Sectr, desenvlvid em parceria cm a CASES Cperativa Antóni Sérgi para a Ecnmia Scial, IPCG - Institut Prtuguês de Crprate Gvernance, a Impuls Psitiv e a SRS - Sciedade Rebel de Susa Advgads. Também se

14 desenvlve um event anual sbre Empreendedrism Scial cm um prgrama invadr que dá visibilidade a Empreendedrism Scial em Prtugal e, simultaneamente, cntribui para a resluçã de prblemas cncrets de rganizações e Empreendedres Sciais. 4. ESLIDER +: pretende cntribuir ativamente para uma sciedade capaz de gerar valr partilhad, dand vz as membrs ns prcesss de c- cnstruçã de plíticas públicas. Recrrend à relaçã privilegiada cm a EUCLID NETWORK, lança as rganizações sciais prtuguesas na Eurpa e facilita acess destas as meis e funds dispnibilizads para este efeit na Eurpa. Tems, assim, cm ntas distintivas da ESLIDER: Representar em Prtugal uma rede de líderes sciais de inspiraçã eurpeia, infrmal, cnstituind um ds maires pls em númer de aderente ; Assciar uma platafrma de representatividade e intercnexã ds seus membrs, cm prjects de acçã cncreta e de capacitaçã; Ter uma prática de disseminaçã de metdlgias e facilitaçã de recurss à cmunidade, que tem cms exempls paradigmátics Manual de Gvern e Códig de Gvern de Entidades de Terceir Sectr.

15 O cas da Escla Prfissinal de Carvalhais. A Escla Prfissinal de Carvalhais (http://epc.epcarvalhais.rg/pt/), situada na pequena lcalidade de Carvalhais, d cncelh de S. Pedr d Sul, distrit de Viseu, nasceu da ideia de criar uma Escla Agrícla, que se fi materializand e adaptand às necessidades da regiã. Cmeçu pr rentabilizar s recurss físics descupads e dispníveis, cm eram as salas da desactivada Telescla, (send as refeições as aluns servidas na cantina da Escla Primária) e, mais tarde, a partir da rientaçã para as necessidades da regiã alargu a sua ferta frmativa as sectres d Turism, Htelaria e Restauraçã, Banca Segurs, Animadr Scicultural, Termalism Atualmente, é uma entidade certificada pela ISO 9001, na cnceçã e prestaçã de serviçs de Frmaçã Prfissinal. A rientaçã para mei sciecnómic envlvente, prcurand ir para além d cnfinament à estrutura física da escla e às dinâmicas estritamente relacinadas cm a cmpnente frmaçã- ensin é um ds factres que prmvem sucess educativ nas esclas prfissinais ( ) a aprendizagem nas esclas prfissinais é prmvida essencialmente através de uma apsta inequívca num relacinament próxim cm s aluns, n qual s prfessres se encntram muit atents às suas necessidades e ptencialidades, na cedência d papel principal a alun a lng d prcess de ensin/aprendizagem, numa cnstante ligaçã à cmunidade a tecid empresarial ( sublinhad nss) e numa vertente essencialmente prática ds cnteúds prgramátics e estratégias educativas. ( cf. Artig basead na dissertaçã apresentada à Universidade Católica Prtuguesa para btençã d grau de Mestre em Ciências da Educaçã, Especializaçã em Aprendizagem e Desenvlviment Psiclógic, de Maria Ilídia Vieira sb rientaçã de Jaquim Azeved, pág. 20, dispnível em %20revist.pdf). Tems, assim, que a experiência de clabraçã da Escla Prfissinal de Carvalhais, neste prject da Fundaçã AEP, cnstitui, ela própria, um exempl de ligaçã à cmunidade empresarial e a mei scial, nmeadamente s respectivs sujeits e instituições prtadres de prjects de empreendedrism candidats a Prémi EDP Barragens, pel que, mesm que muit singel, estams perante um cntribut de inegável valr para a prmçã d sucess educativ na escla e para a valrizaçã d ptencial human empreendedr e ds recurss da regiã.

16 4. Cnclusões O empreendedrism scial e s seus prtagnistas, s empreendedres sciais, assumem, cada vez mais, um mair relev na sciedade prtuguesa. As rganizações da ecnmia scial sã chamadas a cntribuir para a resluçã de prblemas sciais cada vez mais cmplexs, identificand sluções e cncebend prjets baseads n empreendedrism (intern e extern) e na invaçã. Cntud, a natureza e a escala ds prblemas e das necessidades sciais sã tais que, uma rganizaçã, pr si só, tem dificuldade em reunir s recurss e as cmpetências necessárias, para s slucinar. Cm efeit, a sua resluçã exige cntribut de múltipls atres e recurss, em crdenaçã, s quais pdem ser encntrads e mbilizads, tant n interir da rganizaçã, cm num cntext scial mais alargad e pertinente, nmeadamente, entre s diverss atres individuais, cletivs, públics e privads, da cmunidade. Neste cntext, s prjets e incentivs públics e privads dirigids a desenvlviment de cmpetências de empreendedres sciais, pdem beneficiar da respetiva integraçã cm dinâmicas e recurss de utrs agentes sciais e ecnómics, nmeadamente, cm as cmpetências e as práticas das empresas e ds agentes da ecnmia mercad.

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