CIÊNCIA, TECNOLOGIA & INOVAÇÃO INDEPENDÊNCIA E AUTONOMIA

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1 CIÊNCIA, TECNOLOGIA & INOVAÇÃO INDEPENDÊNCIA E AUTONOMIA

2 4ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação O Brasil se prepara para, finalmente, consolidar uma Política de Estado em C,T&I capaz de contribuir com o desenvolvimento sustentável, do ponto de vista econômico e sócioambiental. De acordo com as proposições da 4ª CNCTI Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, o Brasil precisa vencer dois grandes desafios para implementar uma Política Nacional de C,T&I eficaz: Estimular ações visando alcançar o grande público, de modo a expandir até as escolas, em todos os níveis, para atrair mais jovens para as carreiras científicas e tecnológicas; Melhorar a distribuição geográfica de C,T&I no País e o fortalecer a cooperação internacional, como forma de transferência e absorção de novos conhecimentos e novas tecnologias. A Conferência Nacional apontou para a consolidação das prioridades estratégicas do Plano de Ação em C,T&I para o Desenvolvimento Nacional, concentradas nos seguintes eixos de ação: expansão e consolidação do Sistema Nacional de C,T&I; promoção da inovação na sociedade e nas empresas; fortalecimento do sistema de P,D&I em áreas estratégicas; fortalecimento do sistema C,T&I visando ao desenvolvimento social. Neste sentido, a inserção dos municípios no sistema e no processo merece destaque, pois tanto o desafio de atingir as escolas, como a melhor distribuição geográfica, têm sua porta de entrada e campo de consolidação nas cidades. Na 4ª CNCTI este alerta começou a tomar corpo, na medida em que o Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Municipais de CT & I conseguiu mobilizar atenções e manifestações a respeito do tema, exposto de várias maneiras nas conferências municipais, estaduais, regionais e na própria CNCTI. Aliás, a realização das conferências municipais; pioneiras; e o crescimento incremental da participação nas Semanas Nacionais de C&T constitui bons apontadores. Os investimentos dos anos recentes em Educação e em C,T&I começam a promover uma inflexão de tendências, como os recentes resultados do Ideb Índice de Desenvolvimento do Ensino Básico, pelos novos campi, Universidades e Institutos Federais de Educação Tecnológica - IFES, pela melhoria das condições das universidades públicas e pela ampliação substancial do número de vagas no ensino superior, inclusive na pós-graduação. Educação é fundamental no contex- CIÊNCIA, TECNOLOGIA & INOVAÇÃO INDEPENDÊNCIA E AUTONOMIA 147

3 to. Há que se focalizar parte do esforço educacional em educação para C,T&I no bojo dos programas vigentes no País, em todos os níveis. A evolução do orçamento do MCT nos últimos anos, sobretudo dos recursos provenientes dos fundos setoriais, tem contribuído fortemente para o desenvolvimento científico e tecnológico. Dados atuais mostram que os recursos aplicados em Ciência e Tecnologia no Brasil dobraram na última década, mostrando que a história da ciência brasileira possui dois cenários: antes e depois dos fundos setoriais. A estimativa para 2010 é de que o País invista aproximadamente 1,5% do PIB em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, considerando aqui aporte de recursos federais, estaduais e do setor empresarial. Entretanto, o investimento privado na pesquisa e desenvolvimento tecnológico ainda é incipiente no País, comparado com outros onde a mensuração usa os mesmos indicadores. Nesse ambiente favorável, a atividade científica no Brasil tem mostrado sinais de vigor e crescimento significativos nos últimos anos, colocando-se como o 13º produtor mundial de literatura científica de qualidade, de acordo com dados da Thomson Reuters, com crescente número de bolsas de pós-graduação e doutores. Por outro lado, deixamos a desejar quanto à transformação do conhecimento produzido em riqueza medido pelo número de patentes, marcas, licenciamento de uso, balanço tecnológico de exportações, e outros indicadores. Cabe também uma observação sobre tais indicadores: conseguem eles medir o esforço feito em diferentes ambiências socioeconômicas onde, por exemplo, as necessidades básicas ainda não atendidas drenam recursos, e, mesmo assim há uma incessante busca para nivelar os resultados? Parece-nos que Brasil pode oferecer um bom estudo de caso. São as patentes a melhor medida para a inovação? Em perspectiva global, os países aceleram os esforços nacionais em favor da inovação e do aumento da competitividade para o crescimento econômico, geração de riqueza e melhoria da qualidade de vida de suas sociedades (OECD: 2007). Entretanto, em que medida a distribuição da riqueza gerada entra na equação? Nesta corrida sem fronteiras geográficas, a busca por talentos (brain power) e capital humano altamente qualificado, ainda muito escasso, tornou-se tema de destaque e vem se intensificando vigorosamente (The Economist: 2006). Em qualquer que seja a atividade científica, tecnologias, produtos e processo devem ser desenvolvidos dentro de uma ótica de sustentabilidade, assegurando respeito ao meio ambiente. O Brasil tem vantagens comparativas inequívocas para estar na linha de frente dessa discussão e tornar-se uma potência no desafiante paradigma do desenvolvimento sustentável. Além de ser uma das maiores economias em ascensão no mundo, o País possui reconhecido capital intelectual científico e exerce protagonismo em questões básicas tais como uma matriz energética limpa ao seu dispor, a repartição dos benefícios da biodiversidade e 148 CIÊNCIA, TECNOLOGIA & INOVAÇÃO INDEPENDÊNCIA E AUTONOMIA

4 as medidas de enfrentamento das mudanças climáticas. Sustentabilidade é demanda presente em cada momento do processo de produção e aplicação do conhecimento: aponta para uma transformação no sentido da redução das desigualdades, convivência harmônica com a natureza, melhores condições de preservação dos recursos naturais e relações solidárias de produção e distribuição de riquezas e conhecimentos, conforme preconiza o Fórum Brasileiro de Tecnologia Social e Inovação, que antecedeu a 4ª CNCTI. Há que se ressaltar que a existência de uma cultura científica, tecnológica e de inovação adequada a esse outro padrão de desenvolvimento, requer o compromisso mais efetivo com a educação básica de qualidade e o fomento a novos modelos educativos, que valorizem as identidades e saberes locais, e possam originar verdadeiras comunidades de aprendizagem, em que cada pessoa seja a um só tempo educando e educador. Ou seja, esse processo só poderá ter continuidade se a nação for capaz de fundir, num modelo integrador, três conjuntos de componentes: os de uma sociedade cooperativa e com justiça social, os de uma sociedade do conhecimento, e os de uma sociedade em harmonia com a natureza, conforme preconiza a 4ª CNCTI. Um breve diagnóstico Embora o País tenha avançado em seus investimentos, estamos muito aquém dos países desenvolvidos que, em 2006, aplicaram em Pesquisa e Desenvolvimento P&D duas vezes e meia mais que o Brasil em relação ao PIB, como segue: Coréia, 3,23%; Estados Unidos, 2,82%; G7, 2,5%; OCDE, 2,26%; China, 1,42%; Rússia, 1,08%; e Brasil, 1,02%. A Índia aplicou 0,71% e o México 0,50%. O protagonismo do Setor Privado em P&D equivale a 50% do total investido, mas ainda é pequeno, sendo necessário uma maior ênfase para inovação das empresas, maior comprometimento da liderança industrial com a agenda da inovação, com mobilização do Setor Produtivo para a agenda da inovação, segundo a Confederação Nacional da Indústria CNI. Ainda segundo a CNI, o desafio é chegar à base industrial sendo que há 155 mil empresas com 5 empregados ou mais (PIA 2006) e 91 mil empresas com 10 empregados ou mais (base PINTEC), sendo que nos últimos 8 anos dentre as mais de 30 mil empresas brasileiras que declararam inovar apenas mil foram apoiadas pela Financiadora de Estudos e Projetos FINEP, com melhora da política, mas com instrumentos ainda distantes do universo empresarial e inspirados no apoio a pesquisa científica, com oferta e demanda baixas. Os problemas mais recorrentes são que as isenções fiscais beneficiam apenas as empresas que apuram o CIÊNCIA, TECNOLOGIA & INOVAÇÃO INDEPENDÊNCIA E AUTONOMIA 149

5 resultado pelo lucro real (8% do total das empresas somente), sendo que as empresas de menor porte têm problemas com garantias para as linhas de financiamento, complementado pelas incertezas jurídicas relacionadas à Lei de Inovação e Lei do Bem que restringem o uso dos instrumentos de apoio à inovação. Os incentivos fiscais e as subvenções do apoio Governamental ao gasto privado em P&D em relação ao PIB são de 0,22% nos Estados Unidos, 018% na França e 0,16% no Brasil, ainda segundo a CNI. Importante destacar a Mobilização Empresarial pela Inovação MEI, parceria entre Governo e Setor Produtivo, visando reforçar a Iniciativa Nacional pela Inovação nos moldes do que foi no passado o Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade PBQP, colocada como a plataforma privada que envolve a CNI, o Fórum Nacional da Indústria, Líderes Empresariais, o SEBRAE e o SENAI. O MEI tem como objetivo sensibilizar as atuais 30 mil empresas envolvidas com atividades de inovação, sendo 5 mil com atividades de P&D para 10 mil novas empresas por ano, adicionando efetivamente 5 mil empresas/ano no uso efetivo de instrumentos de gestão da inovação, com estruturação em forma de coordenação, articulação, mobilização, capacitação e disseminação, com metas, objetivos e responsabilidades para cada conjunto de ações. Um grande mecanismo para apoio ao Plano de Ação em C,T&I para o Desenvolvimento Nacional é o esperado Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), com investimentos previstos da ordem de 8,5 bilhões de reais, em fase final de publicação por decreto presidencial segundo informações largamente veiculadas. O PNBL ampliará a rede de transmissão de dados e levará conexão rápida a internet a todo o País até 2014, com previsão de alcançar 100 cidades ainda em 2010, num horizonte de municípios sem acesso em este serviço. Segundo relatório TIC 2008, 53% da população urbana estimada de 73 milhões de brasileiros das classes sociais C, D e E, nunca se sentaram em frente de um computador, sendo que os principais motivos são 61% por falta de habilidade com o computador ou a internet, 44% por falta de necessidade ou interesse e 23% por falta de condições para pagar o acesso dentre uma lista de possíveis motivos elencados. Assim, faz-se necessária pesquisa e desenvolvimento de métodos de ensino descentralizado para que a rede do PNBL seja de alcance a população menos favorecida. Relevante considerar também as ações de promoção da criação e fortalecimento de empresas baseadas no conhecimento, fomentadas por meio dos instrumentos de incubadoras, parques, polos e cidades tecnológicas (Tecnópoles). As Incubadoras de Empresas se iniciaram no Brasil em 1988 alcançando em 2007 o número de 400 e os parques tecnológicos iniciados em 1993 alcançaram também em 2007 o número de CIÊNCIA, TECNOLOGIA & INOVAÇÃO INDEPENDÊNCIA E AUTONOMIA

6 Na prática os resultados são: faturamento anual de 3 bilhões de reais; 33 mil postos de trabalho; 80% de sobrevivência das empresas no mercado; 400 milhões de reais anuais em impostos; 400 incubadoras de empresas em operação em 25 estados brasileiros; 6 mil e 300 empresas sendo um terço destas empresas finalistas do Prêmio FINEP. Os motivos do crescimento do número de parques tecnológicos no Brasil são: demanda por parte das empresas geradas ou graduadas em Incubadoras por manterem-se instaladas em ambientes propícios ao empreendedorismo e inovação; capacidade instalada de Pesquisa e Desenvolvimento nas universidades brasileiras atuando como elemento estimulador do processo de criação de empresas inovadoras; crescimento do interesse e dos investimentos internacionais no País por parte de empresas estrangeiras usuárias de operar em parques tecnológicos nos países de origem; experiências bem sucedidas de países como Espanha, Finlândia, França, Estados Unidos, Coréia, Taiwan entre outros, demonstrativas do efetivo potencial dos parques tecnológicos em promover desenvolvimento tecnológico, inovação e empreendedorismo; possibilidades do País definir estratégicas e programas sistêmicos para promover o crescimento e fortalecimento de determinados setores da economia com potencial de atuação no mercado internacional; e, finalmente, Estados e Municípios com demandas por novas estratégicas de promoção de desenvolvimento sustentado em setores de competitividade global. Os 54 parques tecnológicos Nacionais estão atualmente no seguinte estágio: 31,4% em operação; 37,1% em implantação; e 31,4% em fase de projeto. As áreas de atuação almejadas pelos parques Tecnológicos são principalmente: tecnologia aeroespacial, biotecnologia, agronegócios, construção civil, eletrotécnica e instrumentação, energia, mídia e audiovisual, meio ambiente, nanotecnologia, novos materiais, petróleo e derivados, químico-farmacêutica, TIC e Serviços. Embora se perceba esta dinâmica no Setor de C,T&I, há que se fazer enorme esforço continuado em combater três heranças culturais, econômicas e políticas: o Setor Produtivo precisa romper com a tradição protecionista e investir forte e sistematicamente em Inovação; o Setor Público precisa concentrar seus esforços na capacidade de acabar com a baixa qualidade do ensino básico que causa baixa produtividade e competitividade da economia brasileira; e, ainda, concentrar esforços na capacitação das empresas para a Inovação. Não há duvida alguma que a superação destas dificuldades está na qualificação das pessoas, matéria prima da inovação. Há que se ressaltar que a existência de uma cultura científica, tecnológica e de inovação adequada a esse outro padrão de desenvolvimento, requer o compromisso mais efetivo com a educação básica de qualidade e o fomento a novos CIÊNCIA, TECNOLOGIA & INOVAÇÃO INDEPENDÊNCIA E AUTONOMIA 151

7 modelos educativos, que valorizem as identidades e saberes locais, e possam originar verdadeiras comunidades de aprendizagem, em que cada pessoa seja a um só tempo educando e educador. Ou seja, esse processo só poderá ter continuidade se a nação for capaz de fundir, num modelo integrador, três conjuntos de componentes: os de uma sociedade cooperativa e com justiça social, os de uma sociedade do conhecimento, e os de uma sociedade em harmonia com a natureza, conforme preconiza a 4ª CNCTI. Princípios e diretrizes Prioridades e integração dos programas de desenvolvimento tecnológico aos princípios e programas de desenvolvimento econômico sustentado e sustentável do País; Continuidade nos programas de estímulo permanente e crescente de desenvolvimento tecnológico e inovação, com definição de recursos orçamentários referidos ao PIB e não passíveis de contingenciamentos de qualquer natureza; Prioridade a tecnologias de ponta e também a inovações tecnológicas orientadas para produção de bens de massa e serviços destinados aos grandes contingentes da população ainda privadas de qualidade de vida digna, visando o atendimento das necessidades básicas; Participação da Sociedade Civil e Setor Produtivo nas políticas e programas de avaliação permanente dos processos de C,T&I; Divulgação a Sociedade Civil de todas as ações governamentais e de entidades parceiras privadas ou que receberam financiamento ou incentivo governamental; Fortalecimento do sistema C,T&I para o desenvolvimento social, buscando o desenvolvimento com democracia, distribuição de renda, cidadania e inclusão social, com a universalização da educação e da cultura, a popularização da ciência e a construção de uma cultura científica em todo o País. Propostas Consolidar e aperfeiçoar o Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, com a efetiva integração de atores, programas e ações dos setores públicos e privados, nas três esferas governamentais; Intensificar o processo de inovação na sociedade e nas empresas, com a 152 CIÊNCIA, TECNOLOGIA & INOVAÇÃO INDEPENDÊNCIA E AUTONOMIA

8 efetiva implantação da sociedade do conhecimento e a melhoria da produtividade e competitividade sistêmica da economia e da sociedade brasileira; Fortalecer o sistema de P,D&I em áreas estratégicas, visando a solução dos principais problemas sociais, o aumento da competitividade internacional e a sustentabilidade socioambiental; Formular e implantar um Programa Nacional de Inovação e Tecnologia Social, com o objetivo de promoção, financiamento, apoio e monitoramento de pesquisas e projetos voltados ao desenvolvimento e aplicação de tecnologia e inovação social; Implantar o Programa Brasileiro de Aceleração em Engenharia BrasilTec, proposto pelo Comitê Gestor do inova Engenharia, com as seguintes diretrizes: o Fortalecer os atores dos sistemas regionais e locais de C,T&I estimulando a cultura da colaboração, da pesquisa participativa (inovação aberta), projetos cooperativos e da circulação do capital humano detentor das competências temáticas; o Aperfeiçoar a governança empregando critérios, instrumentos e indicadores para otimizar a distribuição dos recursos (financeiros, gerenciais, tecnológicos e humanos), e aumentar o impacto dos resultados tecnológicos e de formação de capital humano; e, o Descentralizar ações de indução, delegando aos parceiros, especialmente as empresas de base tecnológica, a competência e meios para exercer o papel de operadores das propostas, como reforço à tendência atual de interiorização da atividade industrial e fortalecimento das aglomerações emergentes. Facilitar e promover o registro de patentes aprofundando e acelerando a reforma do INPI; Promover a instituição e operação de parques tecnológicos com garantia de recursos financeiros e orçamentários; Estabelecimento de um Cadastro Nacional da Inovação onde constem as empresas, tecnologias disponíveis e em desenvolvimento, patentes registradas e em registro, equipes, perfil societário, abertura para parcerias e demais dados que facilitem divulgação e associações; Dobrar os investimentos público e privado no período de 2011 a 2014 em C,T&I; Facilitar o fluxo de comércio nacional e internacional; CIÊNCIA, TECNOLOGIA & INOVAÇÃO INDEPENDÊNCIA E AUTONOMIA 153

9 Redução drasticamente dos impostos sobre Investimentos e Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação; Avançar na abertura da economia, a competição internacional; Elaborar programa de Internacionalização de Empresas Brasileiras; Estimular os debates e ações sobre oportunidades e instrumentos para a aquisição de empresas de bases tecnológicas no exterior; Otimizar investimentos do Fundos Setoriais de modo a concentrar esforços na capacitação das empresas para a inovação; Avançar na regulamentação de dispositivos da Lei de Inovação visando facilitar a cooperação entre universidades e centros de pesquisa com o Setor Produtivo; Desenvolver mercado de Venture Capital para fortalecer sistema de criação e sustentação de novas empresas; Facilitar processos de transferência e absorção de tecnologia e ampliar e melhorar serviços ligados à tecnologia de informação, priorizando o PNBL; Desenvolver programa de porte nacional para preparar as pequenas empresas para a absorção, uso e divulgação de tecnologias modernas e inovadoras; Reestruturação do Sistema de Fomento atualmente centralizado na FINEP, criando um Sistema de Fomento com outras agências incluídas visando a expansão do Setor de C,T&I. Propostas para a comunicação Universalização da banda larga Dentro de mais alguns poucos anos, a banda larga estará universalizada na classe média, assim como aconteceu com o telefone fixo ao findar-se a década Mas a banda larga não chegará à população pobre, às escolas e outros serviços públicos, às nossas extensas regiões carentes, exceto se carregada por agressivas políticas públicas. É necessário levar a banda larga à população pobre para lhe dar uma ferramenta de real comunicação, um meio que não só recebe, mas também emite, um instrumento de participação, de acesso infinitamente plural e diversificado à informação, conhecimento e cultura; Novo marco legal e regulatório A transição para um regime que conduza à democracia precisará ser ordenada por um novo marco legal. O Código de 1962 não pode tratar de nada disso porque nada disso existia em CIÊNCIA, TECNOLOGIA & INOVAÇÃO INDEPENDÊNCIA E AUTONOMIA

10 A LGT não pode tratar disso, porque a LGT foi pensada e formulada para privatizar a Telebrás, não para reorganizar as comunicações brasileiras, em seu conjunto, numa direção democrática. A própria Constituição terá que ser reformada, pois institucionalizou a divisão entre telecomunicações e radiodifusão. O marco legal, aliás, está sendo revisto, mas conforme os estreitos limites e interesses dos grandes grupos mediáticos; Uniformizar o atendimento dos serviços de telecomunicações (voz, dados, mídia) em todo o território brasileiro. Não permitir tarifa igual para atendimento diferente; Estabelecer metas para o sistema fixo: o Nas capitais: oferecimento de serviços com a velocidade mínima de 15Mb, até dezembro de 2010; o No interior: Idem, com velocidade mínima de 4Mb, até dezembro de 2012 Estabelecer metas para o sistema móvel: o Implantação efetiva de 3Gb em todo o País até dezembro de Fiscalizar de modo mais efetivo o serviço oferecido como móvel; Definir o modelo de utilização dos canais de televisão digital até dezembro de 2011, e promover entendimento entre emissoras de televisão e operadoras de telecomunicações sobre transmissão de televisão; Promover por meio de fundos setoriais incentivos fiscais e outros mecanismos, a implementação de projetos de P, D & I pelas empresas adequadas aos desafios do moderno desenvolvimento tecnológico do País; Implementar e agilizar a política de definição da cartografia nacional, principalmente no que diz respeito à definição dos limites interestaduais; Promover política de investimento na atualização da base cartográfica brasileira, através do georreferenciamento de imóveis rurais, conciliação fundamental para uma justa e segura reestruturação fundiária no País. Referências CNPq, WFEO/FMOI, FEBRAE, Confea, PUC-RIO Anais WEC 2008 Engenharia Inovação com Responsabilidade Social 2008; FINEP Brasil Inovador O Desafio Empreendedor 40 Histórias de Sucesso de Empresas que investem em Inovação 2006 CIÊNCIA, TECNOLOGIA & INOVAÇÃO INDEPENDÊNCIA E AUTONOMIA 155

11 Câmara dos Deputados, ABIPTI Semana Nacional de Ciência e Tecnologia Seminário Pesquisa Tecnológica 2007; CGEE, CEEDS, ITBA Desafios dos Sistemas Nacionais de Inovação Brasília- DF 2006; Lages, Vinicius e Tonholo, Josealdo (Organizadores) Desafios da Competitividade em Arranjos Produtivos Locais Dinâmicas de Inovação e Papel das Incubadoras de Empresas e Parques Tecnológicos 2006; Arbix, Glauco No Mundo de Hoje é Preciso Correr Muito Pra Ficar no Mesmo Lugar Observatório da Inovação Instituto de Estudos Avançados USP Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado Federal Brasília 10/08/2009; Tonholo, Josealdo Depoimento na Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado Federal representando a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores ANPROTEC Brasília 10/08/2009; CNI Mobilização Empresarial pela Inovação Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado Federal Brasília 22/03/2009; MCT Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional Plano de Ação Resumo; Ramos, Silvio Roberto A Inserção dos Municípios na Agenda Nacional de Ciências de Secretários e Inovação Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Municipais de Ciência e Tecnologia Documento de Referência. 156 CIÊNCIA, TECNOLOGIA & INOVAÇÃO INDEPENDÊNCIA E AUTONOMIA

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