A presentação de experiências profissionais e metodologias de intervenção

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1 Projeto Humanização: ética e respeito desde o primeiro atendimento 1 Cláudia Rosa 2 Lobélia da Silva Faceira 3 Keila Freitas dos Santos 4 Paulo César Gonçalves Mucy 5 Raquel de Lima Marassi 6 Simone Maria de Vasconcellos Marinho 7 Modalidade: Eixo temático: Palavras Chaves: A presentação de experiências profissionais e metodologias de intervenção Desafios para o Serviço Social Humanização, Serviço Social, presos. Resumo O Projeto Humanização é desenvolvido pela equipe de Serviço Social da Penitenciária Esmeraldino Bandeira no sistema Penitenciário do Rio de Janeiro, que possui capacidade para 992 presos e tem como principal característica o fato de proporcionar atividades educativas, culturais e laborativas. O Projeto tem como objetivo proporcionar um espaço de recepção ao preso na unidade prisional que, de acordo com os pressupostos éticos da profissão, respeite os direitos e exercício pleno da cidadania. O procedimento metodológico consiste na realização de um grupo com os internos ingressantes na unidade, onde são apresentadas as atividades desenvolvidas pelo serviço social e uma diversidade de informações sobre o funcionamento da unidade prisional. Posteriormente, ocorre a abertura do prontuário social através de uma entrevista individual. 1 Ponencia presentada en el XIX Seminario Latinoamericano de Escuelas de Trabajo Social. El Trabajo Social en la coyuntura latinoamericana: desafíos para su formación, articulación y acción profesional. Universidad Católica Santiago de Guayaquil. Guayaquil, Ecuador. 4-8 de octubre Assistente Social da Penitenciária Industrial Esmeraldino Bandeira da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária(SEAP/EB) e do Centro de Atenção Psico-social. 3 Assistente Social SEAP/EB, Mestre em Serviço Social e Doutora em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC- RIO) Professora das Universidades Castelo Branco e UNIGRANRIO. 4 Acadêmica de Serviço Social da Universidade Federal Fluminense - UFF 5 Acadêmico de Serviço Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro 6 6 Acadêmica de Serviço Social da Universidade Federal Fluminense - UFF 7 Acadêmica de Serviço Social da Universidade Castelo Branco. 1

2 Introdução A Penitenciária Industrial Esmeraldino Bandeira, localizada no Complexo de Gericinó, foi criada no ano de 1957, como anexo da Penitenciária Lemos de Brito, funcionando como Complexo agroindustrial para aplicação do regime semi-aberto. Em 1963, pelo decreto 1524/63, desvinculou-se da Penitenciária Lemos de Brito e passou a denominar-se Instituto de Trabalho, Reeducação e Ensino Profissionalizante. Em julho de 1966, através do Decreto 646/66, passou a ser denominada por Penitenciária Esmeraldino Bandeira tendo capacidade para atender aproximadamente 980 internos, do sexo masculino, em regime fechado, e com condenação de até 15 anos de reclusão. Posteriormente, através do decreto nº de 02 de agosto de 2005 passou a denominarse Penitenciária Industrial Esmeraldino Bandeira, diferenciando-se das demais do Complexo por oferecer oportunidade de trabalho para aproximadamente 40% (quarenta por cento) do seu efetivo carcerário. O trabalho representa para os presos uma ocupação de tempo e redução da pena (um dia a menos na pena para cada três dias de trabalho), além de contribuir para sua capacitação profissional e geração de renda, tendo em vista que o interno tem possibilidade de trabalho remunerado em diferentes fábricas. A Unidade possui ainda atividades educacionais e culturais. O trabalho do Assistente Social no Sistema Penitenciário, de acordo com os artigos 22 e 23 da LEP (BRASIL, 1984), tem por finalidade amparar o preso e prepará-lo para o retorno à liberdade e determina como atribuições do Serviço Social: I- Conhecer os resultados dos diagnósticos; II- Relatar, por escrito, ao diretor, as dificuldades enfrentadas pelo assistido; III - Acompanhar o resultado das permissões de saídas ; IV- Promover a orientação do assistido de modo a facilitar o seu retorno à liberdade; V- Providenciar a obtenção de documentos e benefícios; VI- Orientar e amparar a família do preso está 8 O trabalho do Serviço Social no Sistema Penitenciário no Rio de Janeiro amparado pelo Regulamento do Sistema Penal do Estado do Rio de Janeiro 8 Estando regulamentado pelo Conselho Federal de Serviço Social (CFESS), pelo Código de Ética Profissional e pela Lei de Regulamentação da profissão 2

3 (RPERJ), de março de Além deste marco legal o trabalho do Serviço Social no Sistema Prisional tem como base os princípios fundamentais do Projeto Ético Político Profissional, buscando oferecer um atendimento de qualidade aos usuários voltado à garantia de direitos à essa população carcerária, numa relação respeitosa e não autoritária, através da implementação de estratégias cotidianas que rompam com os limites institucionais nesse espaço prisional numa perspectiva de transformação social, pensando uma sociedade mais justa e com uma maior eqüidade e justiça social. Dentre as diferentes frentes de atuação do Serviço Social na Penitenciária Industrial Esmeraldino Bandeira, destacamos o Prooj jjeet too Huumaanni iizzaaççããoo, criado no ano de 2002, que efetiva suas ações considerando que o indivíduo - ao encontrar-se privado de sua liberdade e custodiado numa unidade prisional - vivencia uma situação total de fragilidade e insegurança, ele passa a depender totalmente de terceiros para manter a sua sobrevivência. Teoricamente o Estado deveria ser o responsável pela garantia da efetivação dos direitos dos apenados. Porém, observa-se que ele não tem cumprido plenamente o seu papel. Então, dentro deste contexto de minimização do Estado, da precarização das condições de custódia dos apenados é necessário que a execução da pena de reclusão não tenha apenas o cunho punitivo e disciplinador, mas que, sobretudo, sinalize para a possibilidade de re-inserção a partir de atividades laborativas, educacionais e religiosas. Metodologia As ações desenvolvidas pelo Prooj jjeet too Huumaanni iizzaaççããoo constituem-se em um espaço reflexivo, voltado para as demandas iniciais do preso buscando abordar e dar respostas às inquietações oriundas da pessoa presa e estabelecer o primeiro contato entre os internos e o Serviço Social, onde é realizado um trabalho de esclarecimento e orientações, que serão importantes no cumprimento de sua pena de prisão, além do levantamento das suas primeiras demandas. As atividades são desenvolvidas através de encontros semanais com todos os internos que ingressam na unidade, em média 50 por semana. Esse trabalho se dá através de dois momentos. Num primeiro momento desenvolvemos uma abordagem grupal orientando sobre os seus direitos, direitos estes legalmente amparados pela LEP, e como devem proceder para acessá-los, apresentamos os setores que compõem a Unidade e a sua finalidade, orientamos sobre os benefícios e serviços existentes na Unidade, além de reservarmos um espaço para que esclareçam 3

4 suas dúvidas. Em seguida, em uma abordagem individual, é realizada uma entrevista social resultando numa abertura de prontuário e identificação das primeiras demandas. Com este processo metodológico, baseado no diálogo e na participação, temos a finalidade de manter 100% do efetivo dos presos atendidos pelo Serviço Social, o que significa maior visibilidade das ações e democratização do acesso do Serviço Social tanto em relação a instituição quanto em relação ao preso. Há um perfil comum numa grande maioria dos presos, ou seja, são pessoas marcadas pela destituição material, segregadas, que caracterizam os traços da nossa sociedade marcada pela questão da concentração de renda, pelo individualismo e alto consumo, questões que criam os diferentes, chamados por Bauman, em seu livro O malestar da Pós-modernidade, de lixo humano sem uma identidade, são pessoas abandonadas e excluídas da vida social, política e econômica. Ele ressalta como sendo um traço forte para o aumento da criminalidade, a ênfase ao consumo, nessa sociedade pós-moderna, do descartável e diz que : (...) Quanto mais elevada a sedução do mercado, mais a sociedade de consumidores é próspera e segura(...) Todavia simultaneamente, mais amplo e mais profundo é o hiato entre os que desejam e os que podem satisfazer seus desejos, ou entre os que foram seduzidos e passam a agir do modo como essa condição aos leva a agir e os que foram seduzidos mas se mostram impossibilitados de agir do modo como se espera agirem os seduzidos(...) Os que não podem agir em conformidade com os desejos induzidos dessa forma são diariamente renegados com o deslumbramento espetáculo dos que podem fazê-lo(...) O consumo o abundante é a marca do sucesso e a estrada que conduz diretamente ao aplauso e à fama. Eles, os impossibilitados, também aprendem que possuir determinados objetos e adotar certos estilos de vida, é condição necessária para a felicidade, talvez até para a dignidade humana (...) (Baumam, 1998: 55) Os considerados por BAUMAN (1998:55) como diferentes quando adentram num sistema prisional são custodiados e tratados por um sistema despreparado, e quase sempre alheio a própria Lei de Execução Penal, para recebê-los com um mínimo de respeito à sua dignidade humana, confirmando, dessa forma, a sua condição de lixo humano o que irá contribuir para a ratificação de seus valores não referenciados para conviver em sociedade livre. 4

5 É nesse contexto, de âmbito contraditório, onde o Serviço Social enfrenta limites postos pela realidade institucional, que vão sendo desenvolvidas as ações desafiadoras do Prrooj jeet too Huumaanni izzaaççããoo, com seus objetivos voltados para instituir um cotidiano mais humanizado, buscando estratégias, alternativas que visem minimizar o sofrimento da população presa, através de relações pautadas no diálogo e no respeito aos direitos do cidadão preso. Considerações Finais Considerando que o Sistema Penitenciário é um campo desafiador para o exercício profissional do Assistente Social, onde o fazer profissional enfrenta limites postos pela realidade institucional, realidade esta inserida num contexto de confrontação de interesses, torna-se de grande relevância a construção de possibilidades de ação, de oportunidades estratégicas de mudanças que vão favorecer a busca de alternativas que contribuam para uma melhor qualidade dos serviços prestados aos nossos usuários. Ou seja, exige desses profissionais um compromisso cotidiano com a consolidação do Projeto Ético Político da profissão através de um olhar mais crítico sobre a realidade e sobre as demandas que estão postas no exercício profissional (IAMAMOTO, 1998). E nesse contexto de busca de alternativas e estratégias de mudanças está inscrito o Prooj jjeet too Huumaanni iizzaaççããoo que representa uma maior interlocução com diferentes agentes institucionais numa perspectiva de construção de um trabalho coletivo através das demandas apresentadas pelos próprios usuários atendidos. Constitui-se num espaço reflexivo voltado para a identificação das demandas iniciais do preso buscando abordar e dar respostas às suas inquietações. O Prooj jjeet too Huumaanni iizzaaççããoo se constitui num diferencial dentro de uma instituição que culturalmente contribui para que o os usuários da política pública penitenciária desconstruam identidades, à medida que trata os presos apenas como mais um número dentro desse espaço institucional marcado por uma dinâmica de controle e de cerceamento de direitos. Conhecendo a realidade de uma instituição prisional torna-se de grande relevância e necessidade a efetivação de Projetos como o Humanização, onde através do diálogo e da troca de informações - que lhes serão importantes no decorrer da execução da pena de prisão - estamos contribuindo para emancipação desse sujeito, para que ele possa ser protagonista das sua própria história, seja cidadão consciente e imbuído do desejo e de 5

6 condições de reescrever a sua própria história. Dessa forma, estamos, também, dando materialidade ao Projeto Ético Político Profissional que reconhece a liberdade como valor ético central e que tem compromisso com a autonomia, emancipação e expansão dos sujeitos sociais. Percebe-se Prooj jjeet too Huumaanni iizzaaççããoo vem ao longo da sua implementação conquistando um espaço cada vez mais amplo no contexto das relações institucionais, tanto em relação aos agentes institucionais quanto em relação destes com os próprios presos. Já que atualmente há uma perspectiva maior de interlocução, uma nova lógica nas relações que se materializa através do reconhecimento da importância deste trabalho para a inserção do preso à Unidade e também para a sua vida na sociedade livre. 6

7 Bibliografia BAUMAM, Zygmunt. O Mal estar da pós modernidade, Jorge Zahar editor, RJ, BOBBIO, Norberto. A Era dos Direitos. SP BRASIL. INFOPEN, Sistema Integrado de Informações Penitenciárias. Dados estatísticos Ministério da Justiça. BRASIL. Constituição Federativa do Brasil, BRASIL.. Lei de Execução Penal. Ministério da Justiça Código de Ética Profissional do Assistente Social. Rio de Janeiro: CRESS, FÉLIX, Elizabeth Rodrigues ; ARAÚJO Débora Regina Pessoa de ; MELLO Joyce Duarte de. Projeto Humanização,

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