MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE MMA INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE - ICMBIO PROGRAMA ÁREAS PROTEGIDAS DA AMAZÔNIA ARPA

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1 MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE MMA INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE - ICMBIO PROGRAMA ÁREAS PROTEGIDAS DA AMAZÔNIA ARPA FUNDO BRASILEIRO DA BIODIVERSIDADE - FUNBIO Elaboração do Plano de Manejo do Parque Nacional dos Campos Amazônicos Manicoré/AM, maio de 2009.

2 2 Elaboração do Plano de Manejo do Parque Nacional dos Campos Amazônicos Realização: MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE MMA INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE - ICMBIO PROGRAMA ÁREAS PROTEGIDAS DA AMAZÔNIA ARPA FUNDO BRASILEIRO DA BIODIVERSIDADE - FUNBIO As atividades constantes deste relatório foram realizadas pelo esforço e disponibilidade de técnicos e representantes do ICMBIO; instituições públicas dos governos Federal, do Amazonas e de Rondônia; da prefeitura de Colniza/MT; de ongs de Porto Velho e Humaitá; organizações e comunidades de Machadinho D Oeste, Tabajara, Assentamento Santa Maria II, Três Fronteiras, Estrada do Estanho, Bela Vista do rio Guariba; das organizações indígenas que representam os povos do Alto Madeira, Tenharim e Djahoy, que participaram das oficinas de planejamento participativo. Manicoré/Amazonas, maio de 2009.

3 3 Ficha Técnica: Equipe responsável Lílian Letícia Mitiko Hangae ICMBIO Ana Rafaela D`Amico ICMBIO/PNCA Erica Coutinho ICMBIO/PNCA Renato Diniz Dumont ICMBIO/PNCA Aurelina Viana ARPA/FUNBIO Leila Mattos Pacto Amazônico Laíze Pereira Magalhães Pacto Amazônico Leda Luz GTZ Responsável pelo Relatório Aurelina Viana - Lininha (ARPA/FUNBIO)

4 4 Índice Manicoré/Amazonas, maio de Lista de Quadros... 4 Lista de Anexos... 4 Lista de Siglas e acrônimos... 5 Introdução... 7 Metodologia... 8 Oficina de Planejamento Participativo Geral... 8 o Expectativas das Organizações Participantes o Linha Histórica, Mapas Falados e Percepção o Identificação das Oportunidades e Desafios o Diagnóstico Ambiental o Elaboração das Propostas o Revisita às Perguntas dos Participantes o Avaliação da Oficina Oficina de Planejamento Participativo Indígena o Encaminhamentos Iniciais o Linha histórica e Mapas Falados das TIs o Revisão do relatório da reunião realizada em fevereiro/ o Oportunidades, Propostas e Responsáveis o Avaliação Lista de Quadros Quadro 1 Programa da oficina em Santo Antonio do Matupi Quadro 2 Programa da Oficina Indígena Lista de Anexos ANEXO I - Organizações Participantes da Oficina em Santo Antonio do Matupi ANEXO II Organizações e Lideranças que Participaram dos dois dias da Oficina Indígena.

5 5 Lista de Siglas e acrônimos AISAN Agente indígena de Saúde ABIN Agência Brasileira de Inteligência ADS/AM Agência de Desenvolvimento Sustentável do Amazonas AFEAM Agência de Fomento do Estado do Amazonas AMAZONASTUR Agência de Turismo do Estado do Amazonas APARP Associação dos Produtores Agrícolas do Rio Preto (Assentamento Santa Maria II) APITEM Associação dos Povos Indígenas Tenharim Morogitá APRE Associação dos Produtores Rurais da Rodovia do Estanho ARPA Programa Áreas Protegidas da Amazônia ASMOREX Associação dos Moradores da Reserva Extrativista Rio Preto - Jacundá ASMSAM Associação das Mulheres de Santo Antonio do Matupi ASPROMAT Associação dos Produtores Rurais de Santo Antonio do Matupi ASRMT Associação do Ribeirinhos e Moradores de Tabajara BASA Banco da Amazônia BPA/RO Batalhão da Polícia Ambiental de Rondônia CEPLAC Comissão Executiva da Lavoura Cacaueira CEUC Centro Estadual de Unidades de Conservação do Amazonas CONAB Companhia Nacional de Abastecimento COOPERAMA??? CPT Comissão Pastoral da Terra DNIT Departamento Nacional de Infra-estrutura e Transporte DNPM Departamento Nacional de Pesquisas Minerais EMATER Machadinho do D Oeste/RO Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural FORTIS Fortalecimento Institucional do Sul do Amazonas FUNAI Fundação Nacional do Índio FUNBIO Fundo Brasileiro da Biodiversidade GTZ Cooperação Técnica Alemã IBAMA Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis ICMBIO Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade IDAM Instituto de Desenvolvimento Agropecuário do Amazonas IDEA Instituto de Defesa e Educação Ambiental de Mato Grosso INCRA Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária IPAAM Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas ITEAM Instituto de Terras do Amazonas MAPA Ministério da Agricultura MP Ministério Público OEMAS Órgãos Estaduais de Meio Ambiente ONGs Organizações Não-Governamentais OPIAM Organização das Populações Indígenas do Alto Madeira OSR Organização dos Seringueiros de Rondônia PF Polícia Federal PMMT Polícia Militar do Mato Grosso PNCA Parque Nacional dos Campos Amazônicos Rebio Jaru Reserva Biológica do Jaru SDS Secretaria de Desenvolvimento Sustentável do Amazonas SEAPE Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca SEDAM Secretaria de Desenvolvimento Ambiental de Rondônia SEDUC Secretaria Estadual de Educação

6 SEMATUR SEMED SEPROR SUSAM TI TRE UC UEFS - BA UFAM Elaboração do Plano de Manejo do Parque Nacional dos Campos Amazônicos Secretaria Municipal de Meio Ambiente da Prefeitura de Humaitá Secretaria Municipal de Educação Secretaria de Produção do Amazonas Superintendência de Saúde do Amazonas Terra Indígena Tribunal Regional Eleitoral Unidade de conservação Universidade Estadual de Feira de Santana - BA Universidade Federal do Amazonas 6

7 7 1. Introdução O órgão gestor do Parque Nacional dos Campos Amazônicos estabeleceu a meta de publicar o Plano de Manejo da unidade no segundo semestre de Para cumpri-la foram realizadas a Oficina de Planejamento Participativo Geral, nos dias 6 e 7 de maio de 2009, no Salão da Igreja Católica, em Santo Antônio do Matupi, quilômetro 180 da BR-230 (Rodovia Transamazônica) município de Manicoré/AM, e a Oficina de Planejamento Participativo Indígena, nos dias 8 e 9 de maio de 2009, na Aldeia Campinho na Terra Indígena Tenharim Marmelo. Essas oficinas tiveram como objetivos (1) Estreitar relações do Instituto Chico Mendes com os segmentos sociais, instituições públicas e privadas com potencial de contribuir na gestão do PNCA; (2) Apresentar relatórios dos diagnósticos sócio e ambiental; (3) Identificar as oportunidades e desafios da gestão da unidade; (4) Identificar propostas de ações; (5) Identificar a contribuição das instituições na implementação das ações. Para atingir os objetivos e construir ambiente favorável para o desenvolvimento das atividades, a equipe responsável reuniu-se antes, durante e após as oficinas para nivelamento de informações, (re) planejar as atividades, avaliar e fazer as adequações metodológicas necessárias. Quadro 1 Programa da oficina em Santo Antonio do Matupi Dias Manhã Tarde Noite 6 Abertura Apresentação dos Reunião da equipe. Apresentações institucionais e grupos perguntas Apresentação do Objetivos, programação e diagnóstico ambiental acordos de convivência Identificação das Linha histórica, mapas falados (como era a região e a situação atual) e percepção dos participantes sobre o Parque Oportunidades e Ameaças 7 Apresentação do diagnóstico socioambiental Propostas de ações a partir das ameaças e oportunidades Identificar contribuição de cada organização presente na oficina Respostas às perguntas iniciais Avaliação da oficina Encerramento Reunião da equipe. Quadro 2 Programa da Oficina Indígena Dias Manhã Tarde Noite 8 Abertura Revisão do relatório das Reunião da equipe Apresentações reuniões nas terras Objetivos e programação indígenas (contribuições e Reunião entre a correções) representante do ICMBIO Brasília, Funai e instituições indígenas Linha do tempo, mapa falado e percepção dos indígenas sobre as áreas protegidas Apresentação dos grupos 9 Identificar oportunidades, ações e contribuição das instituições presentes Apresentação do Viagem para Porto Velho, Humaitá e Apuí.

8 diagnóstico ambiental Avaliação e encerramento 8 2. Metodologia A metodologia utilizada nas oficinas seguiu a orientação do Termo de Referência (PNCA/ICMBio/ARPA/FUNBIO), com foco nos princípios da prática educativa emancipatória e transformadora; indivíduo como sujeito ativo do processo; autonomia e participação eqüitativa dos atores sociais envolvidos; construção coletiva do conhecimento; e, responsabilidade de todos (e não somente do poder público) sobre as questões ambientais. Além disso, o trabalho esteve centrado em: conduzir as discussões para temáticas relacionadas ao cotidiano dos participantes; estimular as potencialidades dos indivíduos e possibilitar o direito de expressão de todos; fortalecer a auto-estima dos atores envolvidos, respeitando saberes populares; promover a integração e união do grupo; incentivar e estreitar as relações sem reforçar as hierarquias existentes; mobilizar os atores envolvidos; aproximar a fala do moderador à dos participantes, através de formas de comunicação acessíveis; desmistificar a posição superior do moderador; estimular e valorizar as discussões, sem perder de vista os objetivos do trabalho; estabelecer seqüências de atividades que possibilitassem uma maior participação de todos; e favorecer um clima de trabalho baseado em lealdade, confiança, respeito e espontaneidade. As situações vivenciadas pelos participantes e as técnicas utilizadas como as discussões na plenária e trabalhos em pequenos grupos espelharam os temas abordados, ilustraram as situações debatidas e permitiram aos participantes exercitarem habilidades sociais como a tomada de decisão, a negociação, a cooperação e a mediação de conflitos. 2. Resultado das Oficinas 2.1. Oficina de Planejamento Participativo Geral, 6 e 7 de maio de A Chefe do Parque Nacional dos Campos Amazônicos, Ana Rafaela D`Amico, e a representante do ICMBIO Brasília, Coordenadora do Bioma Amazônia, Lílian Hangae, fizeram a abertura da oficina dando as boas vindas aos presentes, agradecendo a presença e destacando a importância daquele momento para estreitar relações, construir parcerias e receber as contribuições para o plano de manejo da unidade. Em seguida, houve a apresentação e expectativa dos presentes, a exposição dos objetivos e programação da oficina e a construção dos acordos de funcionamento da oficina. A) Expectativas das Organizações Participantes Organizações Associação Renascer IPAAM INCRA BPA/RO IBAMA Humaitá Setor Madeireiro Loteamentos urbanos Cristo Rei e Santa Luzia EMATER - RO Vicinal Maravilha Perguntas Quais benefícios o PNCA vai trazer para a comunidade de Três Fronteiras Como integrar a proteção do Parque com as ações do entorno? Quem pode fazer plano de manejo? Quais os documentos necessários? Qual a atuação do ICMBio em relação a população afetada pelo Parque? É possível unir as instituições em prol de objetivos comuns? Aprovação de plano de manejo perto do parque ambiental? Que tipo de apoio será fornecido no sentido de regularizar a situação dos ocupantes das terras não destinadas a reservas Qual a área total do Parque e qual a área já ocupada? Abertura de 30% no assentamento é possível?

9 Comunidade Tabajara Que benefícios diretos trará o Parque para a Comunidade Tabajara? Associação Agroextrativista Se o Parque funciona ou não, ou se vai ficar no papel? Aripuanã/Guaribas COOPERAMA Qual a solução que a instituição pretende resolver a situação das pessoas afetadas com a implantação do Parque? ASPROMAT Como ficará o processo produtivo no entorno da reserva, principalmente das pessoas atingidas pela criação do parque? GTZ Como todos podem contribuir para a conservação do Parque e a qualidade de vida das comunidades? IDAM e Vicinal Matupi Área de compensação realmente existe? Porque o governo federal não mecaniza 2 ha para cada assentado para diminuir o desmate anual? Pacto Amazônico A gestão da UC será integrada? Secretaria de Agricultura de Quais atividades ambientais a serem tomadas pela Colniza/MT Secretaria Municipal de Meio Ambiente/Prefeitura Municipal de Humaitá Associação de Pais em Defesa da Cidadania UEFS - BA Comunidade Santa Luzia COOPERAMA Linha Triunfo Rancho Roosevelt APARP Kanindé Igreja Católica SEDAM-RO EMATER Machadinho do D Oeste/RO SEMATUR Prefeitura Municipal de Humaitá UFAM SDS PNCA ICMBio Assentamento Linha Maravilha Igreja Adventista do Sétimo Dia ASMOREX Associação dos Produtores Rurais do Pito Aceso ASMSAM Rebio Jaru APRE comunidades no entorno do Parque Como fica o zoneamento agrícola da área afetada pela UC dos Campos Amazônicos Qual o primeiro passo ao se planejar uma reserva? A questão da população como é vista? Quais os benefícios que o plano de manejo produzirá para a comunidade local? Os países da América só eles são pressionados sempre para cuidar do meio ambiente, quais são os outros países que existem floresta? O que vai sobrar para os produtores se as terras estão virando reserva? Quero saber como vamos viver aqui com tantas reservas? O que faz quem é do assentamento Matupi? O que está faltando para a liberação dos planos de manejo para as áreas ocupadas? Existe agricultura familiar dentro do Parque? Quais os retornos que o Parque propõe para a comunidade do entorno? De que maneira se pode envolver a população no cuidado do parque? De que forma contribuiremos? Onde está a sustentabilidade econômica no eixo da estrada do estanho? Quando será regularizada a situação fundiária do entorno do parque para a realização de atividades produtivas? Quais os estudos que o parque necessita para auxiliar o plano de gestão? Com a criação das UCs do sul do Amazonas há algum retorno social/financeiro para os municípios do entorno? Como podemos somar forças para cuidar do Parque e para a melhoria da qualidade de vida das comunidades do entorno? Como o PNCA vai se relacionar com seus vizinhos? Sobre a documentação das terras, vai ou não documentar as terras dos ocupantes mais antigos? Qual apoio o parque dará para as famílias que vivem dentro e no entorno dos mesmos? De acordo com o plano de manejo o que pode ser explorado no Parque? Queremos uma fonte de renda para os produtores Qual a finalidade para o desenvolvimento local? Como fazer a gestão integrada com o PNCA? Gostaria de saber como fica a situação dos produtores para voltar a atividade normal de trabalho? 9

10 10 Juarez de Matupi O ICMBio criou a reserva perto do Matupi, que medida o governo tomou? IDAM Matupi Como o PNCA poderia colaborar/conveniar com esta instituição para aprimorar a assistência técnica, extensão rural, social e ambiental aos produtores do entorno da UC Ex: convênio IDAM x INCRA, recursos para atender ao projeto de assentamento Matupi (cursos, produção e distribuição de mudas, assistência técnica e crédito rural) Convênio IDAM x MDA, recursos para atender determinadas comunidades da localidade (cursos, assistência técnica, produção de alimentos e crédito rural, contratação de pessoal, aquisição de transporte, veículos, carros, motos, embarcações e equipamentos, insumos (materiais de consumo e combustível) Igreja católica de Santo Antônio O que o ICMBio vai fazer para acelerar a regularização do Matupi fundiária? Comissão Pastoral da Terra SEPROR - AM Como fica a situação de quem está no Parque e nas reservas? Qual a relação que o PARNA pretende estabelecer com os produtores da agricultura familiar? B) Linha Histórica de 1990 a 2009, Mapas falados (como era a região e a situação atual) e Percepção dos participantes sobre o Parque Os participantes formaram grupos de discussão por cada sub-região do entorno do PNCA: 1) ASMOREX, Tabajara e Santa Maria II; 2) Três Fronteiras e Estrada do Estanho; 3) Santo Antonio do Matupi; 4) Bela Vista do rio Guaribas e Mosaico do Apuí; e, 5) Órgãos públicos e Ongs (visão macro). A linha histórica foi montada usando a técnica do varal do tempo, os fatos marcantes e quando aconteceram foram registrados em papel A4 e pendurados no varal de barbante. Em seguida, os grupos construíram dois mapas: um representando a região em 1990 e outro a de Para finalizar, o grupo respondeu as perguntas-norteadoras: o parque serve para que e para quem? A apresentação dos grupos se deu utilizando-se a técnica do carrossel passeando na galeria. O registro desta etapa encontra-se abaixo: Grupo: ASMOREX, Comunidade de Tabajara e Assentamento Santa Maria II Ano Fatos Marcantes 1990 Estrada ligando Machadinho do Oeste à Tabajara Saída de parte da população de Tabajara (principalmente extrativista) 1996 Mudança nas atividades produtivas (fonte de renda) Criação da RESEX Rio Preto Jacundá 1997 Abertura do PA Santa Maria II (assentamento rural) 1998 Expansão da agricultura e pecuária (Santa Maria II) 1999 Retorno de parte das atividades extrativistas Abertura da Estrada que liga RO-MT-AM 2002 Invasão das Terras-Grilagem de terras (Projeto Sernambi) 2003 Desenvolve-se o Distrito Entre Rios (Santa Maria II) 2006 Chegada do ensino fundamental e médio (condução) que ajudou na permanência da população e retorno de alguns Implantação da Escola Pólo (Santa Maria II) 2008 Combate da pesca predatória reaparecimento de peixes e quelônios Implantação do Parque Nacional Campos Amazônicos O Parque serve para que? O Parque serve para quem? Preservar: peixes, rios, lagos e plantas; Comunidades do entorno, geração futuras e Exploração turística e pesquisa. pesquisadores.

11 11 Mapa Tabajara em Mapa Tabajara em Grupo: Três Fronteiras Ano Fatos Marcantes 2001 Criação do Posto fiscal (Divisa do MT e RO) 2002 Abertura da MT 206, interligando Rondônia a Mato Grosso Construção do Posto da SUCAM (malária) 2003 Chegada dos primeiros ocupantes inicia da formação da Vila Três Fronteiras Início do funcionamento da balsa no Rio Machado RO 2004 Início das atividades madeireiras e aumento da população 2005 Construção da escola na Vila Três Fronteiras 2007 Chegada do Auto Posto Centro Norte 3 Operação da Polícia Federal e órgãos ambientais (apreensão e prisões) Chegada de linha de ônibus 2008 Criação da Associação Renascer 2009 Reunião com a equipe do Parque OPP no Km 180 O Parque serve para que? O Parque serve para quem? Conservação do meio ambiente e pesquisa. Toda sociedade. Mapa de Três Fronteiras em Mapa de Três Fronteiras em Grupo: Bela Vista do rio Guariba e Mosaico do Apuí Ano Fatos Marcantes Extração de borracha nos rios Aripuanã, Guariba e Roosevelt e seus afluentes

12 + ou Construção da Transamazônica Funcionamento do garimpo do Mureru no rio Aripuanã Funcionamento de garimpo no rio Guariba Funcionamento do garimpo Gavião no rio Roosevelt Após o fim do garimpo e borracha entra a fase de exploração da copaíba e castanha Grilagem de Terras nos rios Roosevelt, Guariba, Aripuanã e afluentes 2004 Criação do Mosaico do Apuí (municípios de Apuí e Novo Aripuanã) 2005 Expedição de identificação Florestal no Mosaico do Apuí Criação do Projeto extrativista Aripuanã-Guaribas (aripuanã e guariba,margem direita do rio Roosevelt e afluentes) 2008 Expedição Guaribas (Resex Guariba e Parque Estadual Guariba) O Parque serve para que? Conservação para a existência de animais e áreas verdes. Preservação do meio ambiente Conservação e preservação do meio ambiente e belezas cênicas e espécies endêmicas Conter avanço do arco do desmatamento O Parque serve para quem? Para as populações locais, para o Brasil e Mundo Para as gerações Futuras 12 Mapa falado de Bela Vista do rio Guariba e Mosaico do Apuí antes e depois de Grupo: Órgãos Públicos e ONGs Ano Fatos Marcantes 1990 Inicio da ocupação irregular, por motivação e propaganda (Machadinho) Aprovação do Sistema Estadual de UC Mato Grosso 1999 Identificação de áreas prioritárias para conservação 1992 Rio 92 Conferencia do meio ambiente e desenvolvimento criação das políticas públicas para as UCs 1993 Abertura das estradas, que aumenta a pressão sobre os recursos (principalmente da pesca) Aceso por estrada para Tabajara 1995 Criação do Assentamento Santo Antonio do Matupi Implementação de Financiamento Público para a Agricultura no Sul Amazonas 1997 Criação da APRE Estrada do Estanho Protocolo do Kyoto Projeto III Ciclo do Estado do AM (incentivo para a produção de grãos) 1998 Criação da FLONA Humaitá PGAI Foco no ZEE e na identificação de áreas prioritária para criação de UC Gleba Sepoti vira TI Sepoti (Tenharim) Gleba B vira TI 1999 Desestruturação do BPA de Machadinho aumento do desmatamento 2000 Estruturação da estrada que liga Machadinho do Oeste a 3 Fronteiras Aprovação do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC)

13 Criação do PDS Sernambi 2003 Estruturação das ações de fiscalização ambiental no sul do Amazonas 2004 Implantação do ARPA criação de UCS Criação das UCs da Amazônia Legal Implantação do Projeto Conservação da Biodiversidade e CEUC estruturação das bases no Apuí 2006 ALAP BR 163 e BR 319, identificação de áreas para criação de UCs PDS Sernambi vira fazendas Comercialização de TDs dos soldados da borracha Descaracterização das comunidades e invasão das RESEX Comprometimento da integridade do Parque 2007 Aprovação do Sistema Estadual de UC Amazonas SEUC Reestruturação do Garimpo de cassiterita da TI Igarapé Preto 2008 Criação do Território da Cidadania Calha do Madeira Projeto FORTIS (fortalecimento Institucional) 2009 Usinas do Madeira reflexos na região O Parque serve para que? Serve para preservação da biodiversidade; Melhorar o conhecimento sobre a região; Resgatar o compromisso do Homem com o Criador (aliança do Édem). O Parque serve para quem? Serve para a perpetuação das espécies, inclusive do homem; Melhor qualidade de vida das populações do entorno e da sociedade em geral, deixando um patrimônio natural. Mapa da região do PNCA em Mapa da região do PNCA em Grupo: Santo Antonio do Matupi Ano Fatos Marcantes Regularização das terras próximas a BR Existiam as Linhas: Pito aceso, Golpinho, Baianos, União e inicio da Maravilha Vila habitada por três famílias Relato pessoal De bom: foi trabalhar e sonhar em ter o meu pedaço de chão para plantar, trabalhar com dignidade, sustentar a família Ruim: Foi chegar aqui e ter dificuldade com área de documentação de terras e saúde como malária e as estradas, que as autoridades não se preocupam em arrumar e ajudar a nós aqui. Só se lembram de nós quando estão em campanha eleitoral Criação do Assentamento Matupi Relato pessoal Começou a formar a minha propriedade por minha conta própria Comecei me organizar fui ao INCRA pedir documentação para mim tira minha licença, para fazer o desmate. O INCRA alegou que só dava o documento depois de fazer benfeitorias O IBAMA vistoriou a área porque não tinha licença, agora será que a culpa foi minha ou do INCRA. De lá para cá eu estou aconselhando as pessoas a desmatarem só com licença previa Alagamento do Km 25 da beira do rio Madeira, deixando Santo Antonio do

14 14 Matupi totalmente isolado por mais de 40 dias. BR 230 interditada pela chuvas e má condições das mesmas 1998 O INCRA estimulou a vinda para a Vila e não ofereceu assistência 1999 Abandono do INCRA Não tinha estrada, não tinha malha, a população chegou ao lugar, agora que esta começando a melhorar, a muito espero a melhora aqui A chegada das serrarias aqui no 180 foi desenvolvendo a comunidade, foi marcante para os moradores 2000 Povoamento do Assentamento Aumento da colonização da região do Matupi Aumento de chegada de famílias de outras regiões para o Sul do Amazonas Grande perspectiva de crescimento socioeconômico para a região do Santo Antonio do Matupi Relato pessoal Quando cheguei aqui tinha um posto de saúde, aonde funcionava a FUNAI, duas salas de aula, tinha a Comunidade Santa Luzia 2002 Iniciou a migração para a formação da Vila Organização do grupo que ocupou as terras 2003 Instalação dos loteamentos urbanos Projeto Cristo Rei e Santa Luzia Ampliação da escola Dom Pedro II e construção das escolas nas vicinais 2004 Ciclo Industrial Madeireiro Visita do cartório Tabelião Segundo Oficio e entrega das primeiras escrituras de terrenos urbanos da vila (regularização dos loteamentos) Homologação do Distrito - Já tem vereador pelo município Visita do INCRA nas terras onde foi criado o Parque 2005 Vinda do governador Eduardo Braga, alertando para não mais investir na região, e que solenemente elevou a Vila a Cidade Criação da COOPERAMA Chegada da luz elétrica Visita do IDAM Construção de escola Matupi com grande potencial de crescimento O Povo de Matupi construiu uma delegacia, isso não existe a nível nacional Realização de consultas públicas pelo IBAMA para a criação do PNCA, onde a comunidade não teve seus anseios atendidos 2006 Criação do PNCA, fantasma da criação de novas UCs Queda de investimentos na região do Matupi, estagnação socioeconômica da região Repressão do IBAMA sobre a comunidade Inicio do funcionamento da energia elétrica Programa Luz para todos 24h Índio criou pedágio, foram impedidos de passar o exercito, juiz, PM, ambulância e civis Instalada energia na vicinal Matupi, mas só 3 km para proprietários que pagaram Houve o acontecimento do Parque, isso é bom mas também gera atrasos para nossa comunidade, que é um distrito do município de Manicoré, mas a distancia veta, precisamos que municipalizem nosso distrito Criação do Parque sem respeito ao direito daqueles que ocupavam a terra, que a constituição amparou. Inicio das atividades do médico na Vila 2007 Grande aumento do setor madeireiro, com instalação de novas serrarias Implantação e expansão da telefonia no Matupi de um para três orelhões Aumento da repressão do IBAMA Demarcação da FUNAI, sem o conhecimento e a participação da comunidade, inclusive o próprio INCRA, alegando o não conhecimento do mesmo. Tendo a conseqüência deste ato pessoas com o laudo de vistoria e processo tramitando no INCRA desde Construção da Escola Estadual Santo Antonio do Matupi (o governo nunca veio inaugurar) Criação da Associação das Mulheres (ASMSAM) 2008 BR 230 interditada pela chuva e má conservação Ampliação da TI Sepoti a esquerda da BR, com divisas ainda indefinidas

15 15 Investimento do banco da Amazônia com o IDAM para a pecuária local, financiamento dos micro e pequenos produtores Criação da ASPROMAT Primeira EXPOMAT Mudança da PM pela tortura e assassinato de uma pessoa da vila Inicio das aulas na escola estadual Parque de exposição que é muito importante para pecuaristas e produtores rurais, podemos realizar muitos outros eventos 2009 Convênios entre COOPERAMA e SEPROR (abatedouro municipal de bovinos, agroindústria de leite, recuperação de 129 km de vicinais) II EXPOMAT Convenio entre a ASPROMAT, CONAB e ADS (PAA com doação simultânea de alimentos, serão atendidas 1829 pessoas com doação de 250 gr de alimentos por pessoa-dia, distribuída pela Igreja católica, Assembléia de Deus e Merenda escolar) Criação da APDC em virtude da indefinição política de Manicoré A Vila é mantida pelo setor agropecuário e madeireiro Reunião com INCRA e pessoal do Parque Realização da OPP e presença do Estado na Vila O Parque serve para que? Para o Governo: Fonte de captação de recursos oriundos de outros países Para Matupi: estagnação socioeconômica da região e afunilamento da área produtiva Matupi Preservar os biomas, os animais, a fauna, a flora, o meio ambiente e todas as espécies que lá vivem Para preservar os rios e igarapés Não sei Criação traumática Por que nós brasileiros somos obrigados a aceitar e cumprir leis, sendo que muitos estrangeiros tem livre acesso inclusive a pesquisa. Qual o interesse deles... Preservar para os americanos Com a legislação vem a conscientização, uma caminha ao lado da outra O Povo é o melhor meio para preservação, uma comunidade respeitada é uma comunidade participativa Para preservar o oxigênio do carbono consumido pelo ser humano Controlar o desmatamento e a grilagem Para beneficiar o grande e explorar o pequeno, porque no nosso país não estamos tendo liberdade de viver Para oxigênio, para mais vida O Parque serve para quem? Para ambientalistas injetarem dinheiro no parque Para pagar dividas ambientalistas de quem já destruiu o que tinha Para os continentes que não se preocupou com seus biomas Para a população principalmente os moradores da localidade do parque Para os americanos pesquisar tudo que tem no parque Para ambientalistas investir no parque Não sei Para os povos futuros Para os países desenvolvidos, que não reserva hoje e necessitam do carbono e oxigênio Para toda espécie viva do planeta que respira, pois gera oxigênio Para os americanos, porque eles já desmataram tudo Mapa de Santo Antonio do Matupi em Mapa de Santo Antonio do Matupi em 2009.

16 C) Diagnóstico Ambiental 16 A Chefe do PNCA fez uma exposição-dialogada dos resultados do diagnóstico ambiental e da proposta de zoneamento da unidade. O conteúdo encontra-se com a equipe do Parna. D) Identificação das Oportunidades e Desafios Os grupos de discussão montaram painéis com tarjetas e localizaram nos mapas do PNCA as oportunidades e ameaças. O resultado encontra-se abaixo e os mapas ficaram com a equipe da unidade. Grupo: Bela Vista do rio Guaribas e Mosaico do Apuí Oportunidades Rio Guariba Igarapé Aruanã (cachoeira/peixe) Igarapé São João (cachoeira alta/peixe) Igarapé Taboca (3 cachoeiras/animais anta) Rio Guariba Igarapé Martelo Grande (cachoeria/peixe) 12 km da boca do Guariba Ribeirão rio Guariba resex Guariba Cachoeria grande/animais onça) Desafios Rio Guariba Demarcações ilegais Venda de terras Integridade da população local Rio Roosevelt Demarcações ilegais (poses) Garimpo Instalações de pousadas sem licença Rio Roosevelt Sumaúma corredeira grande 18 km (não é bom de peixe e poucos animais) Grupo: Órgãos Públicos e ONGs Oportunidades Regularização fundiária do entorno com a presença interinstitucional Promoção de eventos turísticos relacionados à pesca esportiva e festas legais Estabelecimento de acordos de pesca em áreas com este potencial/outros (entorno, Roosevelt, Machado) Moradores do entorno parceiros na realização de atividades sustentáveis 180, Estanho, Colniza, Três Fronteiras, Tabajara, 2 de Novembro Articulação institucional para atendimento às necessidades das comunidades locais Conciliar produção, reserva legal e zona de amortecimento (proteção física e biológica) Desafios Desafio às instituições em promover a regularização fundiária de imediato Intensificar ações de combate à pesca predatória Envolvimento interinstitucional visando manejo dos recursos naturais do entorno Presença federal, estados (MT, RO e AM) e municípios Articulação institucional para atendimento às necessidades das comunidades locais Identificação dos produtores que desejam participar deste concílio Grupo: Três Fronteiras e Estrada do Estanho Oportunidades Parceria entre ocupantes do entorno e parque Presença de técnicos para orientar a comunidade Educação ambiental Geração de empregos (turismo, pesquisa, serviços, brigada...) Capacitação técnica da comunidade Desafios Regularização fundiária na vila Três Fronteiras e Estrada do Estanho (fora do parque) Priorizar a regularização nas áreas de entorno do parque Cadastramento socioeconômico dos ocupantes do entorno Priorizar o desenvolvimento sustentável nas áreas do entorno (assistência técnica, crédito, acesso à saúde, educação, estradas, fiscalização, energia...)

17 Conciliar a produção madeireira e agropecuária com a conservação dos ambientes da região Demarcação e divulgação dos limites do parque Demarcação dos limites estaduais/reconhecimento de divisa Garantir a presença do estado Garantir a segurança pública para a região Transformar a vila Três Fronteiras em Distrito de Colniza/MT 17 Grupo: Santo Antonio do Matupi Oportunidades Turismo ambiental Legalização das terras próximas ao Parque Educação ambiental das diferentes instituições Turismo na cachoeira dos macacos Se a área parque serviria para compensar a área desmatada da agricultura familiar Reflorestamento, trabalho com crianças Requerer recurso do Governo Federal para agricultura familiar Manejo florestal Legalização de manejo no entorno do parque e regiões mais distantes Reaproveitamento de madeira (economia sustentável) Igreja contribui com a inclusão digital Desafios Madeira legalizada (plano de manejo do entorno do parque) Estrada para escoar a pecuária, agricultura, ecoturismo Construção de hospital, escola, creche, pontes Documentos das terras fundiárias Ato de criação da escola do estado (existente) legal (anexo Manicoré) Conviver com a Funai demarcando terra em cima da comunidade Conservação de estrada e pontes Saúde e educação da população no entorno do parque Emancipação Energia para as vicinais segunda etapa do Luz para Todos Grupo: Comunidade de Tabajara, Assentamento Santa Maria II e ASMOREX Oportunidades Igarapés Marmelos, São João e São Domingos Usos de trilhas seguindo os rios até as matas Visitação As cachoeiras do rio Machado entre 2 de Novembro e Tabajara (banho, pesca esportiva, etc.) Visitação turística no objetivo de conhecer as comunidades tradicionais do entorno do parque Visitação turística nos antigos seringais Piscicultura Desafios Regularização fundiária em Santa Maria II Conscientização ambiental nas comunidades do entorno Criação de uma escola que atenda da 5ª a 8ª série em Tabajara Saneamento básico em Tabajara Reativação da Associação ASRMT E) Diagnóstico Socioambiental A consultora Aurelina Viana fez uma exposição-dialogada dos resultados preliminares do diagnóstico sócioambiental, enfatizando as oportunidades, os obstáculos e os desafios de cada sub-região do entorno do PNCA.

18 18 F) Elaboração das Propostas de Ação A partir das Ameaças e Oportunidades identificadas anteriormente, os grupos de discussão negociaram, elaboraram e apresentaram suas propostas em plenária. O resultado deste momento encontra-se abaixo: Grupo: Santo Antonio do Matupi Ações Regularização Fundiária Licenciamento Ambiental Construção do Hospital Regularização de Títulos Eleitorais Conservação de pontes e estradas Realizar o Fórum Social em Santo Antonio do Matupi Implantação do Manejo florestal Sustentável Simplificado para o Pequeno Proprietário Implantação do Manejo Florestal Empresarial Investimento na Agricultura familiar Estímulos de culturas de café e cacau Investimento de melhoramento bovino Estímulo à piscicultura e apicultura Liberação da barreira sanitária animal Área mecanizada para pequenos proprietários Fim do Pedágio Indígena Ilegal Georreferenciamento das áreas Estímulo de reflorestamento (palmeira dendê, biodiesel) Ações de Educação Ambiental com o PNCA Reflorestamento e criação de viveiros Responsáveis INCRA e ITEAM IPAAM SUSAM TRE DNIT Associação de Pais em Defesa da Cidadania IDAM e IPAAM IPAAM BASA, AFEAM e CONAB IDAM e CEPLAC MAPA e SEPROR SEPROR MAPA SEPROR MP, FUNAI e DNIT INCRA SEPROR PNCA e Comunidade Escola e Parceiros Grupo: ASMOREX, Comunidade de Tabajara e Assentamento Santa Maria II Ações Reativar a Associação (Ecoturismo Tabajara) Criar Parcerias (Ecoturismo Tabajara) Criação de Horta Comunitária (Agricultura familiar Santa Maria) Correção do solo e Técnicas Agrícolas (Agricultura familiar Santa Maria) Agregar valor à Produção da Agricultura familiar Capacitação, criação de grupos de guias turísticos, criar estrutura para receber turistas Regularização Fundiária Piscicultura Reunião com Instituições para discutir a regularização fundiária na Comunidade de Tabajara Responsáveis Professor Diolécio e Pedro Parente SEDAM, ASRMT, PNCA APARP EMATER Secretaria de Agricultura Universidades, PNCA, SEDAM e Prefeitura Municipal INCRA SEAPE Comunidade Tabajara com o apoio da SEDAM Grupo: Estrada do Estanho e Três Fronteiras Ações Realizar o cadastramento socioeconômico dos ocupantes Encaminhar resultados do cadastramento ao INCRA e INTERMAT Acompanhar e cobrar do INCRA e ITEMAT o andamento do processo de regularização Responsável APRE e Associação Renascer em parceria com o PNCA APRE e Associação Renascer em parceria com o PNCA APRE e Associação Renascer em parceria com o PNCA

19 Levantar as principais demandas da assistência técnica para atividades da região Planejar a averbação das Reservas legais e APPs para garantir a conexão entre elas e o PNCA Demarcar e divulgar os limites do PNCA Demarcar as divisas dos estados de RO e MT Implementar o posto de Policia Militar junto ao posto Fiscal do IDEA e no entroncamento da Rodovia do Estanho Implementar Posto de Fiscalização Agropecuário no entroncamento da Estrada do Estanho Viabilizar o funcionamento e melhora do posto de saúde em Três Fronteiras Realizar reuniões anuais dos técnicos do PNCA com as comunidades de Três Fronteiras e Estrada do Estanho Encaminhar documento à prefeitura de Colniza solicitando o reconhecimento da vila de Três Fronteiras como Distrito Implementar a base de apoio do PNCA na Vila de Três Fronteiras (acesso a serviços em Machadinho do Oeste) Grupo: Bela Vista do Guariba e Mosaico do Apuí Ações Demarcações ilegais: Levantamento da cadeia dominial Regularização Fundiária nas áreas do Estado e União Concessão (CDRU) e Titulação (quando for o caso) Demarcações ilegais: Fiscalização e Monitoramento permanentes Educação Ambiental APRE e Associação Renascer (encaminhar para IDAM, IDEA e SEPROR) APRE e Associação Renascer em parceria com o PNCA e IPAAM PNCA Associação Renascer com apoio do PNCA Polícia Militar do Mato Grosso IDEA Associação Renascer em parceria com o PNCA, Secretarias de Saúde Colniza/MT e Manicoré/AM PNCA Associação Renascer PNCA Responsáveis INCRA e ITEAM IBAMA, IPAAM, INCRA e ITEAM SEDUC, SEMED, ONGs Ambientais (associações) Garimpo: Fiscalização DNPM, IBAMA e IPAAM Integridade das Populações Tradicionais: Regularização Fundiária (concessões) INCRA e ITEAM Geração de Renda INCRA, ICMBIO, CEUC e ONGs Capacitação em manejo de recursos extrativistas SDS/CEUC, ICMBIO, ONGs e Associações locais Intercâmbios comunitários CEUC/SDS,ICMBIO, Associações locais, Prefeitura de Apuí Busca de mercado CEUC/SDS, ICMBIO, Associações locais, ADS e SEPROR Fortalecimento da associação local e comunitário SDS/CEUC, ICMBIO, FORTIS e ONGs Venda de Terras: Monitoramento e fiscalização freqüente INCRA, ITEAM, PF e ABIN Investigação PF e ABIN Turismo desordenado: Verificar a situação da pousadas existentes AMAZONASTUR e ICMBIO Levantar as potencialidades para turismo comunitário AMAZONASTUR, ICMBIO, CEUC e ONGs Capacitação das populações locais AMAZONASTUR, ICMBIO e CEUC Elaborar projetos para dotar as comunidades com infraestrutura Associações Locais, ICMBIO, CEUC e ONGs 19

20 20 Grupo: Órgãos Públicos e ONGs Ações Disponibilizar informações às comunidades sobre a regularização fundiária Elaborar um folheto informativo sobre a situação atual da regularização fundiária Parceria entre UFAM e INCRA para georreferenciar as propriedades do entorno do PNCA Informar sobre o uso da propriedade (RL, APP, Área de manejo, etc.) Esclarecer a situação para produzir no entorno - propriedade regularizada - licença ambiental (IPAAM, SEMA MT, SEDAM) - Produção Orientada (IDAM) Estreitar relações institucionais visando o alinhamento das ações Criar o conselho consultivo do PNCA Parceria UFAM e IDAM para assistência técnica no entorno (universidades federais do entorno) Articular um programa de Educação ambiental com as ONGs, ICMBio e organizações governamentais estaduais Criação de novos assentamentos na margem do rio Machado, contemplando a Comunidade de Tabajara Articular o aprimoramento do processo de licenciamento ambiental do manejo florestal (IDAM, IPAAM, ICMBIO, PNCA, INCRA e SEDAM) Criar força tarefa para acelerar o processo de licenciamento Planejamento conjunto de ações de fiscalização no entorno do PNCA Responsáveis INCRA e parceiros INCRA e parceiros INCRA e UFAM IBAMA, PNCA e OEMAS IBAMA, PNCA e OEMAS ICMBIO ICMBIO UFAM UFAM INCRA, ICMBIO, IBAMA, SEDAM, ASMOREX, 0SR e ASRMT ICMBIO e Instituições de licenciamento ICMBIO e Instituições de licenciamento ICMBIO, IBAMA e OEMAs G) Contribuição das Organizações Presentes na Oficina Cada organização escreveu em tarjeta de que forma vai contribuir para implementar o plano de manejo do PNCA e apresentou aos demais participantes. Organizações De que forma vai contribuir GTZ Apoiar o processo de formação/implementação do conselho Apoiar a produção de material de divulgação/informação ASPROMAT Orientar os produtores para melhorar a cadeia produtiva Defesa do setor produtivo do Matupi Buscar junto aos órgãos públicos ações e melhorias para o setor produtivo Associação Extrativista Aripuanã-Guariba Conhecimento, informação, mobilização, apoio e levantamento de demandas COOPERAMA Identificar e encaminhar as reivindicações da nossa comunidade aos órgãos competentes IPAAM Participar das ações de esclarecimento sobre averbação de reserva legal, APP e manejo; Levantar as demandas de licenciamento; Apoiar as ações de educação ambiental; Melhorar as ações de fiscalização na região. Vicinal Matupi Divulgação da oficina SDS/CEUC Articulação e apoio para execução das atividades; Levantamento de demandas locais; Infra-estrutura e equipe técnica para ajudar nas ações. Secretaria de Agricultura e Dar suporte à Associação Renascer e áreas no entorno de Colniza/MT

21 21 Meio Ambiente de Colniza- MT com atividades fundiárias e outras aqui debatias, fazendo ligação com o ICMBio PARNA para sucesso das negociações deste projeto. INCRA Buscar parceria junto ao PNCA, UFAM, SEDAM/RO e MT e moradores em geral; Buscar apoio junto à SR 15 no sentido de apressar a regularização fundiária e articular junto à SR 17 e Incra/MT. Associação Renascer Participar do processo de gestão do Parque: conselho, divulgação e proteção. SEPROR/AM Sustentabilidade ambiental; A contemporaneidade científica e tecnológica; A eficiência econômica; Lutar pela justiça social. Comunidade Tabajara Ramal do Pito Aceso Área urbana: Loteamentos Cristo Rei e Santa Luzia Associação de Pais em Defesa da Cidadania Vicinal Maravilha Linha Triunfo Vicinal Matupiri Linha Triunfo com Bom Futuro Igreja Católica APRE-Associação dos Produtores da Rodovia do Estanho Setor Madeireiro Preservação, orientação e ajudar na fiscalização. Seguir corretamente como rege as leis do Parque conservando o meio ambiente, mas respeitando também os nossos direitos. Mapeamento e legalização de terrenos urbanos dos loteamentos Colaborar na mobilização da população para a realização do Fórum Social em Santo Antonio do Matupi Participação nas atividades e reuniões. Participação nas atividades Repassar para as pessoas o que se passou na oficina da melhor maneira possível. Contribuição de mudas para o viveiro. Apoiar e ajudar nas diferentes iniciativas das associações e instituições locais (formação e informação) Conscientização da população, apoio logístico, apoio no combate do fogo, ajudar na conservação dos acessos ao Parque. Trabalho legalizado, contribuir com a proteção do meio ambiente, geração de empregos e renda, contando com a cooperação das instituições de licenciamento. ASMOREX Divulgar o PNCA e trabalhar a conscientização no sentido de preservar IDAM Matupi Desenvolvimento rural sustentável através de parcerias Assistência técnica e extensão rural, social e ambiental (crédito rural) Capacitação de produtores Apoio aos produtores (alimentos) APARP (Assentamento Santa Maria II) Prefeitura Municipal de Humaitá Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMATUR) Pacto Amazônico (Humaitá) EMATER-RO Kanindé Parque Nacional dos Campos Amazônicos (PNCA) ICMBIO Coordenação Amazônia SEDAM Escritório Regional de Machadinho D Oeste IBAMA Ajudar a preservar e conscientizar. Orientação técnica e apoio na busca pelo licenciamento ambiental das atividades produtivas na região. Por ser um município estratégico, contribuir no repasse das informações. Produzir e disponibilizar informações; Viabilizar a capacitação em manejo florestal de impacto reduzido; Colaborar com o processo de organização social no entorno do PNCA. Contribuir com a divulgação do Parque e suas medidas de sustentabilidade. Educação ambiental Contribuir para a ação coordenada de instituições e comunidades no entorno do Parque. Apoiar a equipe do PNCA no cumprimento dos compromissos assumidos. Monitoramento no entorno; Ações reestruturantes da Comunidade Tabajara; Educação ambiental; Repovoamento natural do rio Machado. Orientar as comunidade e associações em prol da legalização de

22 atividades sustentáveis. Pousada Rancho Apoiar e contribuir na fiscalização e proteção do Parque. Roosevelt UFAM Educação voltada para a conservação da natureza; Orientação técnica em meio ambiente e agropecuária e georreferenciamento. Batalhão da Polícia Educação ambiental Ambiental de Rondônia (BPA/RO) Igreja Adventista do Ensinar adultos e crianças para o crescimento da comunidade Sétimo Dia Consultora Lininha Divulgar as informações e a situação do PNCA e entorno; Contribuir na criação do conselho. 22 H) Revisita às Perguntas dos Participantes A representante do ICMBIO Brasília, Lílian Hangae, conduziu a leitura, esclarecimentos e posicionamentos institucionais às perguntas elaboradas pelos participantes no início da oficina. Encaminhamentos: ICMBIO articular uma reunião em Santo Antonio do Matupi com os responsáveis pela criação de unidades de conservação federais. I) Avaliação da oficina Aramis agradeceu de coração o convite para participar da oficina e colocou a Associação Renascer à disposição para contribuir nas ações. Lílian que bom o ambiente de diálogo, que pena a situação de Santa Antonio do Matupi e as escolas paralisadas e que tal colaborarmos todos para começar a resolver os problemas. Carlos que bom o evento para o progresso da comunidade; que pena que os resultados não sejam rápidos; que tal o INCRA e o IDAM e outros órgãos vejam nossa situação. Nardeli que bom o evento; que pena o parque ter inviabilizado nossas terras; que tal trazer algo para nós. Dr. Rogério que bom ter recebido vocês; que pena algumas situações não poderem ser resolvidas e a comunidade estar desorganizada; que tal vocês participarem da feira agropecuária em julho. João (Três Fronteiras) obrigado aos parceiros que lutaram para participar e estamos de braços abertos para recebê-los na nossa comunidade, esperamos que todos possam colher os frutos futuramente desta nossa reunião, vamos deixando os amigos e foi muito bom desde a comunidade até as autoridades presentes. Irmã Olga que bom a diversidade e ótima metodologia; que pena que nem todas as instituições vieram; que tal continuar essa parceria e diálogo. Érica que bom que as instituições contribuíram e fomos bem recebidos; que pena sermos poucos; que tal continuar este exercício de pensar mais amplo. Júlio (SEPROR) lamentou não estar no primeiro dia da oficina e enfatizou a importância do evento, falou das dificuldades de acesso e parabenizou a presença de todos, lembrou que é importante lembrar que entre a legalidade e a justiça é bom optar pela justiça. Anchieta (EMATER/RO) que bom Elizeu (SEDAM/R) que bom que todos estão pensando no meio ambiente; que pena a fragilidade da comunidade de Tabajara; que tal repensarmos nossas práticas para errar menos. Artemísia (IPAAM) - que bom ter vindo e começarmos a separar o verdadeiro e justo interesse das comunidades; que pena que ainda há muitas questões que ainda demoram a serem solucionados, porém hoje as instituições conversaram desarmadas; que tal

23 continuar assim e a comunidade buscar o fortalecimento e o relacionamento com as instituições. Ricardo (Associação de Pais em Defesa da Cidadania) que bom a presença de todos; que pena que nem todos os problemas foram resolvidos; que tal na próxima. José (Prefeitura de Colniza/MT) lembrou as dificuldades de alguns para chegar, por isso a importância do evento; que pena que vamos embora; que tal se tudo que propomos seja concretizado. Lininha (Consultora) que bom ter estado aqui; que pena estar indo embora; que tal visitarem Santarém. Agradeceu encerrando e reafirmando o seu compromisso na divulgação e auxiliar nos desafios da criação do conselho do parque e agradeceu a paciência, a tolerância e a oportunidade. Rafaela (Chefe do PNCA) que bom ter vindo e ter a presença do Parque e que tivemos ajuda das comunidades e instituições; que pena que nem todos os convidados vieram; que tal todos ajudarem a regar a semente que foi plantada e que todos que ficaram comprometidos possam somar esforços. Fiquei feliz com o resultado para garantir o material que vai entrar no plano de manejo Oficina de Planejamento Participativo Indígena, 08 e 09 de maio de Após a apresentação dos representantes institucionais e as lideranças indígenas, foram negociados alguns encaminhamentos iniciais. A) Encaminhamentos Iniciais Encaminhamentos Apoiar ações para garantir a proteção do PNCA e das TIs Disponibilizar a infra-estrutura (carros, voadeiras, etc.) na realização do Diagnóstico Etnoambiental Articular pesquisadores para participar do Diagnóstico Fazer documento solicitando apoio técnico do ICMBio Articular em Brasília-DF junto ao ICMBio e FUNAI ações conjuntas e doze passagens aéreas até Brasília Responsáveis FUNAI, IBAMA, APITEM e ICMBio FUNAI, APITEM e ICMBio FUNAI, APITEM e ICMBio Organizações Indígenas FUNAI (seis passagens) e ICMBio B) Linha histórica de 1960 a 2009 e Mapas falados das Terras Indígenas Tenharim e Djahoy Etnia Djahoy Ano Fatos Marcantes 1960 Conhecimento dos meios de transporte terrestres e fluviais 1970 Grandes dificuldades devido ao contado com os não índios Vivíamos de caça e pesca A rodovia (transamazônica) cortou as aldeias no meio Muitas doenças desconhecidas pelos indígenas 1971 Passamos grandes dificuldades pelo desconhecimento do dinheiro para comprar remédios, roupas, etc As doenças aumentam devido a poluição do meio ambiente, água e terra 1984 Começou a escola e o posto de saúde (FUNAI) 1991 Começo da luta pela Demarcação das TIs junto com a FUNAI 1992 Houve conflitos com fazendeiros. A luta foi iniciada por 5 meninas,1menino,2 mulheres e 5 homens adultos 2003 Demarcação das TIs.

24 24 Qual a importância do Parque para a Integridade das TIs? Para a parceria do Parque com a TI para a proteção do meio ambiente. Qual a importância das TIs para a integridade do Parque? Se não tivesse TIs os fazendeiros invadiriam o Parque. Mapa falado da TI Djahoy. Etnia: Tenharim Marmelo Ano Fatos Marcantes 1969 Pesquisa de Garimpo nas terras indígenas Tenharim pela empresa ALMADA; Impacto Social 1970 Abertura da Transamazônica 1978 Missionários Estrangeiros nos Tenharins e Parintintins Evasão da Cultura 1992 Criação da Associação e Organização indígena APITEM 1997 Decreto 1775/97 da Autoria do ex-ministro Nelson Jobim. Deputado Aldo Rebelo PC do B relator das TIs e da mudança dos direitos adquiridos pela Constituição Federal de Não citaram o ano Não citaram o ano Avanço da tecnologia e mundo globalizado nas aldeias Invasão das terras indígenas por colonos Governo declara que a terra demarcada é de uso fruto dos indígenas mas a terra é da União Luta pela conservação das florestas, sem nenhuma compensação Reconhecimento da Educação indígena diferenciada Preocupação com a saúde indígena, por falta de recursos adequados nos orçamentos Ameaças às lideranças indígenas que estão a frente do movimento indígena Falta de consideração com os povos indígenas pelo Governo Federal Manifestação do ex-presidente FHC contra os indígenas na Cambrália nos 500 de massacre Demarcação da terra indígena Tenharim, ficando partes da terra fora da demarcação Posicionamento do Ministro Gilmar Mendes contra a cobrança da compensação do uso das terras dos Tenharins e Djahoy A questão da cobrança de compensação pela limitação ao direito de uso fruto exclusivo da TI Tenharim e Djahoy 15 setembro de Queimadas nos campos, destruindo as paisagens, afastando a caça e outros animais 2009 Policia Federal, Forças Armadas, empresas e outros, entram nas TIs sem autorização da FUNAI, autorizados pelo Ministro do Supremo Tribunal Federal

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