Rastreabilidade e Gestão de Incidentes: Aplicação Prática

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Rastreabilidade e Gestão de Incidentes: Aplicação Prática"

Transcrição

1

2 Apresentação e breve Historial da Empresa Importância da Rastreabilidade na Organização : Recepção, Calibragem e Embalamento de Fruta numa central fruteira

3 História Fundada em 1997, a CPF é uma organização de produtores situada no concelho do Bombarral. A central fruteira foi construída em 1999/2000 altura em que se realizou a 1ª campanha de recepção de fruta. Em 2003 foi reconhecida como Organização de Produtores para a categoria de frutas. Em 2004 foi reconhecida como Organização de Produtores de Protecção e Produção Integrada de Pomóideas e Vinha e Protecção Integrada de Prunóideas. Em 2004/2005 no âmbito da implementação do Sistema de Gestão da Qualidade e Segurança Alimentar foram realizados vários investimentos, nomeadamente a construção da Sala de Embalamento e Calibragem.

4 C Indicadores da Produção Nº de Sócios Produtores: 11 Principais Produções: Pêra e Maçã Área Total das Explorações Agrícolas: 250 Ha Localização das Explorações: Alcobaça, C. Rainha, Bombarral, Lourinhã, T. Vedras e Mafra Modo de Produção: Protecção ou Produção Integrada EUREPGAP: Implementado em 5 explorações (156 Ha) nas culturas de pereira e macieira Rastreabilidade e Gestão de Incidentes no Sector Hortofrutícola 06 Abril 2006

5 C Caracterização da Central Fruteira Área Coberta: m2 Zona Limpa: m2 Zona Suja: m2 Zona de Frio: m2 Espaço Exterior: m2 Capacidade de Frio: ton. Nº de Câmaras de Armazenamento Frigorífico: 15 AC e 5 FN Nº de Funcionários: 50 (em média) Rastreabilidade e Gestão de Incidentes no Sector Hortofrutícola 06 Abril 2006

6 C Indicadores Económicos Volume de Vendas: 2,2 milhões Mercados: Nacional: 28% Exportação: 72% Países de Destino: Brasil: 47% Rússia: 33% Outros: 20% (Inglaterra, França, Holanda e Canadá) Rastreabilidade e Gestão de Incidentes no Sector Hortofrutícola 06 Abril 2006

7 Rastreabilidade: Importância na Organização Imposição Legal: Regulamento (CE) N. 178/2002 Implementação do Sistema de Gestão da Qualidade e Segurança Alimentar Implementação do BRC Global Standard Food Melhoria na Organização Interna da Empresa

8 Imposição Legal: Regulamento (CE) N. 178/ Artigo 18º Em todas as etapas de produção, transformação, transporte e distribuição deverá assegurar-se a Rastreabilidade de alimentos, animais e de qualquer outra substância incorporada nos géneros alimentícios. Todas as empresas alimentares devem identificar claramente os fornecedores (fornecedor/produto) e clientes (clientes/produto). Os alimentos devem estar adequadamente etiquetados e identificados para garantir a sua Rastreabilidade mediante a documentação ou informação relevante.

9 Implementação do Sistema de Gestão da Qualidade e Segurança Alimentar Sistema de HACCP : Identificação dos perigos e controlo preventivo de pontos críticos Gestão de Incidentes: Garantia de controlo dos riscos potenciais para a segurança, legalidade e qualidade do produto Informação em tempo útil da origem do produto (Rastreabilidade a Montante) Informação em tempo útil do destino do produto (Rastreabilidade a Jusante) Retirada rápida e direccionada do produto ao menor custo

10 Melhoria na Organização Interna da Empresa Toda a informação referente à Rastreabilidade (SGI Frutas) faz parte do Sistema de Gestão Integrado (SGI), permitindo: Controlo de Stocks (Lotes) por Produtor/Parcela; Câmaras; Armazém Configuração de Produtores, Parcelas, Câmaras Frigoríficas, Embalagens e Clientes Atribuição automática de Lotes em função dos parâmetros: Produto, Produtor, Parcela, Data de colheita, Tratamento pós-colheita, Lote de origem Gestão de etiquetas impressas

11 RECEPÇÃO TRATAMENTO PÓS- COLHEITA CÂMARAS DE REFRIGERAÇÃO TPC CÂMARAS DE REFRIGERAÇÃO SGI Frutas Fase 1: Recepção CALIBRADOR CÂMARAS DE REFRIGERAÇÃO SGI Frutas Fase 2: Calibragem EMBALAMENTO CÂMARAS DE REFRIGERAÇÃO CÂMARA DE EXPEDIÇÃO SGI Frutas Fase 3: Embalamento EXPEDIÇÃO E TRANSPORTE

12 C SGI Frutas Fase 1: Recepção de Fruta Rastreabilidade e Gestão de Incidentes no Sector Hortofrutícola 06 Abril 2006

13 SGI Frutas Fase 1: Recepção de Fruta SGI: Guia de Entrada

14 C SGI Frutas Fase 2: Calibragem de Fruta Rastreabilidade e Gestão de Incidentes no Sector Hortofrutícola 06 Abril 2006

15 SGI Frutas Fase 2: Calibragem de Fruta SGI: Reg. de Stocks

16 C SGI Frutas Fase 3: Embalamento de Fruta Rastreabilidade e Gestão de Incidentes no Sector Hortofrutícola 06 Abril 2006

17 C SGI Frutas Fase 3: Embalamento de Fruta Rastreabilidade e Gestão de Incidentes no Sector Hortofrutícola 06 Abril 2006

18 SGI Frutas Fase 3: Embalamento de Fruta SGI: Guia de Saída

19 SGI: Consulta de Movimentos por Lote

20 Obrigada pela Vossa Atenção! Rastreabilidade e Gestão de Incidentes no Sector Hortofrutícola 06 Abril 2006

Rastreabilidade no sector Hortofrutícola

Rastreabilidade no sector Hortofrutícola Rastreabilidade no sector Hortofrutícola ÓBIDOS, 6 de Abril de 2006 1 COTHN Tem como objectivo construir uma rede de conhecimento: Projectos I&D, Base de Dados de Peritos, Consultório, Divulgação Desde

Leia mais

Rastreabilidade. Sistema EAN UCC 128

Rastreabilidade. Sistema EAN UCC 128 Rastreabilidade Sistema EAN UCC 128 Enquadramento Legal Caracterização Objectivos Rastreabilidade Procedimentos - Etiquetagem Enquadramento legal Regulamento (CE) nº 178/2002, do Parlamento Europeu e do

Leia mais

Rastreabilidade na Indústria Alimentar

Rastreabilidade na Indústria Alimentar Rastreabilidade na Indústria Alimentar Trabalho realizado por: Ana Rita Ferreira nº 3458 Liliana Oliveira nº 3460 Susana Eloy nº 3455 Contextualização do conceito de Rastreabilidade Perigos para a Saúde

Leia mais

ROTULAGEM RASTREABILIDADE COMERCIALIZAÇÃO do QUEIJO. José António Rousseau - Director Geral 1

ROTULAGEM RASTREABILIDADE COMERCIALIZAÇÃO do QUEIJO. José António Rousseau - Director Geral 1 ROTULAGEM RASTREABILIDADE COMERCIALIZAÇÃO do QUEIJO José António Rousseau - Director Geral 1 ÍNDICE 1- INTRODUÇÃO 2- ROTULAGEM 3- RASTREABLILIDADE 4- DENOMINAÇÃO DE ORIGEM PROTEGIDA 5- PROGRAMA EUROPEU-

Leia mais

Índice. 1. Alguns factos. Competitividade da fileira hortofrutícola. 1. Alguns factos 2. Os desafios 3. As estratégias 4. Considerações finais

Índice. 1. Alguns factos. Competitividade da fileira hortofrutícola. 1. Alguns factos 2. Os desafios 3. As estratégias 4. Considerações finais Competitividade da fileira hortofrutícola Desafios da fruta qualificada (DOP/IGP) face às tendências de mercado Viseu 7 Novembro de 2007 Gonçalo Lopes COTHN Índice 2. Os desafios 3. As estratégias 4. Considerações

Leia mais

colas. Qualidade e segurança

colas. Qualidade e segurança Curso Tecnologia Pós-Colheita P e Processamento Mínimo M de Produtos Hortofrutícolas colas. Qualidade e segurança Legislação respeitante à produção e comercialização de produtos minimamente processados

Leia mais

Workshop. Rastreabilidade na Indústria Alimentar. Com a presença de. Évora, 27 de Fevereiro. Definição e regras de rastreabilidade

Workshop. Rastreabilidade na Indústria Alimentar. Com a presença de. Évora, 27 de Fevereiro. Definição e regras de rastreabilidade Workshop Rastreabilidade na Indústria Alimentar Definição e regras de rastreabilidade Legislação aplicável Aplicações em suporte papel e em suporte digital Casos práticos Com a presença de Évora, 27 de

Leia mais

Esclarecimento 1/2015

Esclarecimento 1/2015 Segurança Alimentar Produção primária de vegetais e operações conexas Esclarecimento 1/2015 Clarificam-se: o conceito de produção primária de vegetais e operações conexas, as medidas a adotar para o controlo

Leia mais

José Manuel Fonseca Celeste Bento Médicos Veterinários D.R. Pecuária

José Manuel Fonseca Celeste Bento Médicos Veterinários D.R. Pecuária José Manuel Fonseca Celeste Bento Médicos Veterinários D.R. Pecuária QUALIDADE / COMPETIVIDADE SEGURANÇA / PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR SOCIEDADE INFORMAÇÃO / FORMAÇÃO ORGANIZAÇÃO / CONHECIMENTO RESPONSABILIDADE

Leia mais

A Diversificação na Agricultura no Oeste

A Diversificação na Agricultura no Oeste www.campotec.pt A Diversificação na Agricultura no Oeste Jorge Soares, Administrador Caldas da Rainha ORGANIZAÇÃO DE PRODUTORES HORTO-FRUTICOLAS Localizada na zona Oeste, tem como objetivos: - Orientar

Leia mais

Sistemas de Gestão da Segurança Alimentar

Sistemas de Gestão da Segurança Alimentar Sistemas de Gestão da Segurança Alimentar 29 de Setembro de 2006 Rui Almeida ralmeida@consulai.com Rastreabilidade Higiene e Segurança dos Suplementos Alimentares 29 de Setembro de 2006-1 Agenda Introdução

Leia mais

Sistema de Gestão de Armazéns por Rádio Frequência

Sistema de Gestão de Armazéns por Rádio Frequência Sistema de Gestão de Armazéns por Rádio Frequência problema Má organização do espaço físico Mercadoria estagnada Tempos de resposta longos Expedições incorrectas Ausência de rastreabilidade Informação

Leia mais

[SELO ALIMENTO SEGURO]

[SELO ALIMENTO SEGURO] 1 Lista de Verificação Selo Alimento Seguro Lista de Verificação com a finalidade de examinar todos os aspectos relacionados com as instalações, equipamentos, ferramentas, instrumentos utilizados pelas

Leia mais

Portugal CODIPOR. Rastreabilidade da Carne de Bovino Case Study Santacarnes

Portugal CODIPOR. Rastreabilidade da Carne de Bovino Case Study Santacarnes Portugal CODIPOR Rastreabilidade da Carne de Bovino Case Study Santacarnes ENQUADRAMENTO A Montebravo é a última empresa e a face mais visível, de uma organização composta por um circuito totalmente integrado

Leia mais

SIMPÓSIO DE TECNOLOGIA DE LATICÍNIOS & SORVETES. de Laticínios e Sorvetes. PAS Programa Alimentos Seguros

SIMPÓSIO DE TECNOLOGIA DE LATICÍNIOS & SORVETES. de Laticínios e Sorvetes. PAS Programa Alimentos Seguros SIMPÓSIO DE TECNOLOGIA DE LATICÍNIOS & SORVETES - 25/abril/2007 Rastreabilidade aplicada à Industrialização de Laticínios e Sorvetes PAS Programa Alimentos Seguros Nedio Jair Wurlitzer - Eng. Alimentos

Leia mais

Rastreabilidade e Gestão de Incidentes:

Rastreabilidade e Gestão de Incidentes: Rastreabilidade e Gestão de Incidentes: Importância e Implementação 29 de Setembro de 2006 Pedro Miguel Santos psantos@consulai.com Rastreabilidade e Gestão de Incidentes 29 de Setembro de 2006-1 Agenda

Leia mais

Referenciais GFSI para as atividades de Logística, Armazenagem e Transporte

Referenciais GFSI para as atividades de Logística, Armazenagem e Transporte Referenciais GFSI para as atividades de Logística, Armazenagem e Transporte AGRO&FOOD é a área de serviços da APCER que se dedica exclusivamente ao sector alimentar: do campo à mesa A alta especificidade

Leia mais

CAPÍTULO 4 DOCUMENTAÇÃO

CAPÍTULO 4 DOCUMENTAÇÃO CAPÍTULO 4 DOCUMENTAÇÃO Princípio Uma boa documentação constitui parte essencial do sistema de garantia de qualidade. Documentos redigidos com clareza impedem erros resultantes da comunicação verbal e

Leia mais

ROADSHOW GS1 PORTUGAL

ROADSHOW GS1 PORTUGAL ROADSHOW GS1 PORTUGAL Módulo Temático 1: Rastreabilidade e Segurança Área alimentar, saúde e outros sectores Filipe Esteves 4 de Junho de 2015 Porque a rastreabilidade? 3 Porque a rastreabilidade? Necessidade

Leia mais

A Segurança Alimentar no Âmbito da Autoridade Veterinária

A Segurança Alimentar no Âmbito da Autoridade Veterinária A Segurança Alimentar no Âmbito da Autoridade Veterinária Escola Professional de Hotelaria e Turismo da Madeira 7 de Junho de 2006 João Carlos Dória Médico Veterinário D. R. Veterinária Código Bases de

Leia mais

ROADSHOW BRAGA Sistema de Rastreabilidade de montante a jusante 25 de Novembro 2010 Silvério Paixão

ROADSHOW BRAGA Sistema de Rastreabilidade de montante a jusante 25 de Novembro 2010 Silvério Paixão ROADSHOW BRAGA Sistema de Rastreabilidade de montante a jusante 25 de Novembro 2010 Silvério Paixão The global language of business Rastreabilidade Definição Rastreabilidade, a capacidade de detectar a

Leia mais

Wingiic Gestão Integrada Indústria da Moda

Wingiic Gestão Integrada Indústria da Moda Wingiic Integrada Indústria da Moda Wingiic Integrada Indústria de Moda de Dados Técnicos Codificação de Materiais; Conceito de escalas e cartazes de cores ; Fichas Técnicas; Processos de Fabrico; Fichas

Leia mais

O Impacto das DOP/IGP na Fileira

O Impacto das DOP/IGP na Fileira O Impacto das DOP/IGP na Fileira DENOMINAÇÃO SOCIAL FELBA Promoção das Frutas e Legumes da Beira Alta, A.C.E. ESTRUTURA JURÍDICA 7 Novembro de 2007 Agrupamento Complementar de Empresas Inicio de actividade:

Leia mais

Lista de Verificação de Cantinas Escolares

Lista de Verificação de Cantinas Escolares Lista de Verificação de Cantinas Escolares Nome do estabelecimento: Identificação das entidades responsáveis pelo estabelecimento e NIF Morada do estabelecimento: Identificação das entidades responsáveis

Leia mais

MANUAL DA AJUDA À ARMAZENAGEM PRIVADA DE CARNE DE SUÍNO

MANUAL DA AJUDA À ARMAZENAGEM PRIVADA DE CARNE DE SUÍNO MANUAL DA AJUDA À ARMAZENAGEM PRIVADA DE ÍNDICE I. ENQUADRAMENTO... 1 II. OBJETIVO... 1 III. ÂMBITO... 1 IV. INTERVENIENTES... 2 V. REQUERENTES... 2 i. Inscritos/identificados no sistema de informação

Leia mais

Gerindo a inocuidade dos alimentos

Gerindo a inocuidade dos alimentos Gerindo a inocuidade dos alimentos ISO 22000 : 2005 Sónia Gonçalves Novembro de 2006 DE QUE TRATA A NORMA A norma ISO 22000 estabelece os requisitos que deve cumprir um sistema de gestão da segurança alimentar

Leia mais

Segurança Alimentar em cabo Verde. Quadro legal, Importância e Conceitos das legislação Sanitária

Segurança Alimentar em cabo Verde. Quadro legal, Importância e Conceitos das legislação Sanitária Segurança Alimentar em cabo Verde Quadro legal, Importância e Conceitos das legislação Sanitária Praia, 7,8,9 e 10 de Novembro de 2011 Segurança Alimentar em Cabo Verde 2 Mercado dos Géneros alimentícios

Leia mais

[SELO ALIMENTO SEGURO] 08 de Maio de 2009

[SELO ALIMENTO SEGURO] 08 de Maio de 2009 2 Lista de Verificação Geral Selo Alimento Seguro Lista de Verificação Geral com a finalidade de examinar todos os aspectos relacionados com as instalações, equipamentos, ferramentas, instrumentos utilizados

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Medida 6 GESTÃO DO RISCO E RESTABELECIMENTO DO POTENCIAL PRODUTIVO Ação 6.1 SEGUROS Enquadramento Regulamentar Artigos do Regulamento (UE)

Leia mais

APLICAÇÃO DA ISO 22000 BENEFÍCIOS E POTENCIAIS CONSTRANGIMENTOS HIGIENE DOS ALIMENTOS PAPEL DAS EMPRESAS DO SECTOR

APLICAÇÃO DA ISO 22000 BENEFÍCIOS E POTENCIAIS CONSTRANGIMENTOS HIGIENE DOS ALIMENTOS PAPEL DAS EMPRESAS DO SECTOR APLICAÇÃO DA ISO 22000 BENEFÍCIOS E POTENCIAIS CONSTRANGIMENTOS SEMANA TEMÁTICA DE ENGENHARIA ALIMENTAR 09, 10 e 11 de Outubro 2006 Cecília Gaspar A livre circulação de géneros alimentícios seguros e sãos

Leia mais

PLANOS DE SEGURANÇA ALIMENTAR NA RESTAURAÇÃO E HOTELARIA. Funchal, 4 Junho

PLANOS DE SEGURANÇA ALIMENTAR NA RESTAURAÇÃO E HOTELARIA. Funchal, 4 Junho PLANOS DE SEGURANÇA ALIMENTAR NA RESTAURAÇÃO E HOTELARIA O que é o HACCP? H A C C P Hazard Analysis Critical Control Point Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controlo Análise sistemática para a identificação,

Leia mais

As diversas etapas indispensáveis à sua realização são as que passamos a descrever:

As diversas etapas indispensáveis à sua realização são as que passamos a descrever: Sistema de Aconselhamento Agrícola Trata-se de um sistema que é composto por serviços de aconselhamento agrícola e que visa fundamentalmente consciencializar e ajudar os agricultores a cumprirem as normas

Leia mais

ISO 22000 SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA ALIMENTAR

ISO 22000 SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA ALIMENTAR ISO 22000 SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA ALIMENTAR INTRODUÇÃO Os sistemas de segurança alimentar devem ser desenhados de forma a controlar o processo de produção e basearem-se em princípios e conceitos

Leia mais

Implementação/Regras do Integrador ENOGESTÃO / ERP

Implementação/Regras do Integrador ENOGESTÃO / ERP Implementação/Regras do Integrador ENOGESTÃO / ERP O objectivo central desta sincronização é a utilização por parte dos clientes das funcionalidades gerais dos seus ERP s, tal como: gestão documental,

Leia mais

Esclarecimento 8/2014

Esclarecimento 8/2014 Segurança Alimentar Aprovação de estabelecimentos industriais em casas particulares Esclarecimento 8/2014 Resumo: O presente esclarecimento pretende clarificar o enquadramento legal da aprovação e atribuição

Leia mais

NOVA LEGISLAÇÃO COMUNITÁRIA

NOVA LEGISLAÇÃO COMUNITÁRIA CONGRESSO NACIONAL DA INDÚSTRIA PORTUGUESA DE CARNES NOVA LEGISLAÇÃO COMUNITÁRIA 6 de Maio de 2014 Universidade Lusófona LISBOA Direção de Serviços de Segurança Alimentar NOVA LEGISLAÇÃO COMUNITÁRIA A

Leia mais

Aplicação dos Sistemas de Segurança a Alimentar nos circuitos de transformação dos Alimentos de Origem Animal. Fernando Cavaco

Aplicação dos Sistemas de Segurança a Alimentar nos circuitos de transformação dos Alimentos de Origem Animal. Fernando Cavaco Aplicação dos Sistemas de Segurança a Alimentar nos circuitos de transformação dos Alimentos de Origem Animal Fernando Cavaco Decreto-Lei 67/98, de 18 de Março Estabeleceu as normas gerais de higiene dos

Leia mais

www.agrogestao.com 1 ACADEMIA AGROGESTÃO Formação em informática aplicada à agricultura ENOGEST O - Gestão informática de adega

www.agrogestao.com 1 ACADEMIA AGROGESTÃO Formação em informática aplicada à agricultura ENOGEST O - Gestão informática de adega www.agrogestao.com 1 ACADEMIA AGROGESTÃO Formação em informática aplicada à agricultura ENOGEST O - Gestão informática de adega 2 www.agrogestao.com 1 Material de apoio Cada um dos módulos será acompanhado

Leia mais

Guia de utilização da Plataforma GS1 Sync PT

Guia de utilização da Plataforma GS1 Sync PT Guia de utilização da Plataforma GS1 Versão 1.0 25/08/2015 Índice Introdução... 3 Como aceder ao Portal... 4 Ecrã Inicial... 5 Menu Inicial > Produtos... 5 Importação de produtos... 7 Exportação de produtos...

Leia mais

Gestão de Incidentes

Gestão de Incidentes Com o apoio da Gestão de Incidentes Rastreabilidade e Gestão de Incidentes no Sector Hortofrutícola 6 de Abril de 2006 Gestão de Incidentes Importância e implementação 6 de Abril de 2006-1 Agenda Conceito

Leia mais

COMO CONSEGUIR QUE O SEU ARMAZÉM RENTÁVEL SEJA. Warehouse Management System. Software Solutions

COMO CONSEGUIR QUE O SEU ARMAZÉM RENTÁVEL SEJA. Warehouse Management System. Software Solutions COMO CONSEGUIR QUE O SEU ARMAZÉM RENTÁVEL SEJA Warehouse Management System Software Solutions Porque é que um SGA pode tornar o seu armazém seja rentável? Com a instalação de um Software de Gestão de Armazéns

Leia mais

COMO CONSEGUIR QUE O SEU ARMAZÉM RENTÁVEL SEJA. Warehouse Management System Software

COMO CONSEGUIR QUE O SEU ARMAZÉM RENTÁVEL SEJA. Warehouse Management System Software COMO CONSEGUIR QUE O SEU ARMAZÉM RENTÁVEL SEJA Warehouse Management System Software O seu armazém deve ser: produtivo, com movimentos eficazes, com o stock otimizado, com o espaço aproveitado, sem erros,

Leia mais

PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS USO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS

PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS USO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS ORIENTAÇÃO TÉCNICA CONDICIONALIDADE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS USO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS O Regulamento (CE) nº 1107/2009, de 21 de outubro que veio revogar a Directiva 91/414/CEE, de 15 de julho,

Leia mais

A Cooperativa. Ponte da Barca, 14 de Maio de 2013

A Cooperativa. Ponte da Barca, 14 de Maio de 2013 A Cooperativa Ponte da Barca, 14 de Maio de 2013 Historial Constituição em 1977 Inicio de actividade em 1980 Inicio da laboração na central fruteira em 1988 Organização Assembleia Geral Conselho Fiscal

Leia mais

O Entreposto Terminal da CEAGESP e as embalagens

O Entreposto Terminal da CEAGESP e as embalagens O Entreposto Terminal da CEAGESP e as embalagens A Corrente da Produção ao Consumo Insumos Tecnologia Produção Transporte Atacado Consumo Varejo Serviço de Alimentação O negócio de frutas e hortaliças

Leia mais

1. ORGANIZAÇÃO DE PRODUTORES 2.PROJECTO 3. NOVOS DESAFIOS

1. ORGANIZAÇÃO DE PRODUTORES 2.PROJECTO 3. NOVOS DESAFIOS APRESENTAÇÃO 1. ORGANIZAÇÃO DE PRODUTORES 2.PROJECTO 3. NOVOS DESAFIOS 1.ORGANIZAÇÃO DE PRODUTORES Objectivos: Promoção do desenvolvimento sustentado da Produção Horticola e sua concentração; Promover

Leia mais

O Projecto FORBEN na Jomazé

O Projecto FORBEN na Jomazé centro tecnológico da cerâmica e do vidro coimbra portugal O Projecto FORBEN na Jomazé Mário Sousa Jomazé Louças Artísticas e Decorativas, Lda CTCV 29 de Maio de 2008 centro tecnológico da cerâmica e do

Leia mais

Grupo MedLog. 35 anos de experiência e inovação em exclusivo na logística da saúde. Susana Quelhas Coimbra, 14 de Outubro 2010

Grupo MedLog. 35 anos de experiência e inovação em exclusivo na logística da saúde. Susana Quelhas Coimbra, 14 de Outubro 2010 Grupo MedLog 35 anos de experiência e inovação em exclusivo na logística da saúde Susana Quelhas Coimbra, 14 de Outubro 2010 MedLog - As Empresas MedLog Passado e Presente Distribuição de medicamentos

Leia mais

Mais de 30 anos ao serviço das PME s

Mais de 30 anos ao serviço das PME s Mais de 30 anos ao serviço das PME s Historial 1977 Fundação da RISA pelo seu actual Chairman João Artur Rosa 1977 Área de negócio inicial: consultoria em contabilidade e fiscalidade 1984 Criação de um

Leia mais

Sistema de Segurança Alimentar Operações de Higienização Página 1 de 1. Café da Quinta Sandra & Elisa - Serviços de Restauração, Lda.

Sistema de Segurança Alimentar Operações de Higienização Página 1 de 1. Café da Quinta Sandra & Elisa - Serviços de Restauração, Lda. Operações de Higienização Mês de de Dias/Área 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 Sanitários M Sanitários F Sanitários/Vestiários Armazém Mesas/Cadeiras

Leia mais

Orador: Local e Data:

Orador: Local e Data: A CERTIFICAÇÃO NO SECTOR ALIMENTAR 23 de Setembro de 2009 ISO 28001 ISO9001 ISO22000 MSC GLOBALGAP HACCP BRC IFS SA8000 PRINCIPAIS PRODUTOS ISO 22000 HACCP - CODEX ALIMENTARIUS BRC IFS OUTROS PRODUTOS:

Leia mais

Departamento de Gestão e Economia Controlo da Qualidade. XáàtÄtzxÅ t dâ Çàt. Implementação do Sistema HACCP

Departamento de Gestão e Economia Controlo da Qualidade. XáàtÄtzxÅ t dâ Çàt. Implementação do Sistema HACCP Departamento de Gestão e Economia Controlo da Qualidade XáàtÄtzxÅ t dâ Çàt Implementação do Sistema HACCP O HACCP HACCP - (Hazard Analysis, Critical Control Points) em português Análise dos Perigos e Pontos

Leia mais

Módulo Armazém. Neste módulo do OpenERP é possível gerir armazéns, movimentos de produtos, inventários, rastreabilidade, produtos, entre outros.

Módulo Armazém. Neste módulo do OpenERP é possível gerir armazéns, movimentos de produtos, inventários, rastreabilidade, produtos, entre outros. Módulo Armazém Neste módulo do OpenERP é possível gerir armazéns, movimentos de produtos, inventários, rastreabilidade, produtos, entre outros. Gestão de produtos Na gestão de produtos são apresentados

Leia mais

PROGRAMA DESENVOLVIMENTO RURAL CONTINENTE 2014-2020. DESCRIÇÃO DA AÇÃO Versão: 1 Data: 28-10-2013

PROGRAMA DESENVOLVIMENTO RURAL CONTINENTE 2014-2020. DESCRIÇÃO DA AÇÃO Versão: 1 Data: 28-10-2013 PROGRAMA DESENVOLVIMENTO RURAL CONTINENTE 2014-2020 DESCRIÇÃO DA AÇÃO Versão: 1 Data: 28-10-2013 M3. VALORIZAÇÃO DA PRODUÇÃO AGRÍCOLA AÇÃO 3.1 JOVENS AGRICULTORES NOTA INTRODUTÓRIA O desenvolvimento das

Leia mais

Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários.

Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários. Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários. Nº PROCESSO REQUERIMENTO RAZÃO SOCIAL IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO NOME DE FANTASIA NÚMERO DO CNPJ NÚMERO ÚLTIMO

Leia mais

VISÃO, MISSÃO E VALORES

VISÃO, MISSÃO E VALORES VISÃO, MISSÃO E VALORES Visão Missão Valores História TRADIÇÃO E TRANSPARÊNCIA 1949 Sociedade Industrial de Carnes Ltda em Araguari/MG, com apenas 36 funcionários. 1950 Araguari/MG, com capacidade para

Leia mais

INSTRUMENTO DE GESTÃO DO RISCO

INSTRUMENTO DE GESTÃO DO RISCO INSTRUMENTO DE GESTÃO DO RISCO I. INTRODUÇÃO A livre circulação de géneros alimentícios só pode ser alcançada se os requisitos de segurança dos mesmos não diferirem de forma significativa entre os Estados-membros.

Leia mais

Esclarecimento 13/2014

Esclarecimento 13/2014 Segurança Alimentar Registo de temperaturas e controlo metrológico de registadores automáticos Esclarecimento 13/2014 Resumo: A manutenção da cadeia de frio é essencial para a segurança de alguns géneros

Leia mais

Semana da Alimentação: CEAGESP Rotulagem e Segurança Alimentar Auditório Nélson Loda 25 de outubro de 2012 14 horas

Semana da Alimentação: CEAGESP Rotulagem e Segurança Alimentar Auditório Nélson Loda 25 de outubro de 2012 14 horas Semana da Alimentação: CEAGESP Rotulagem e Segurança Alimentar Auditório Nélson Loda 25 de outubro de 2012 14 horas Subgerência de Alimentos Martha Virgínia Gewehr Machado Maria Cristina Junqueira de Castro

Leia mais

Ser referência de excelência nas soluções de consultoria e desenvolvimento de sistemas de informação, superando as expectativas dos clientes.

Ser referência de excelência nas soluções de consultoria e desenvolvimento de sistemas de informação, superando as expectativas dos clientes. DOMPER CONSULTORIA E SISTEMAS LTDA Rua Dr. Flores, 273 Sala 30-1 andar Ed. Frozzi CEP: 95.200-000 - Vacaria RS Fone (54) 3232-6119 / (54) 3232-8484 / (54) 3232-1471 CNPJ: 08.020.035/0001-02 IE: 154/0101158

Leia mais

Solução e Implantação

Solução e Implantação A Empresa O Russi Supermercados foi fundado em 1966 com o nome Irmãos Russi, após a aquisição dos Supermercados Coopideal passou a ter 22 lojas espalhadas pelo interior de São Paulo, tornando-se um dos

Leia mais

A CERTIFICAÇÃO DA AGRICULTURA BIOLÓGICA. António Mantas

A CERTIFICAÇÃO DA AGRICULTURA BIOLÓGICA. António Mantas A CERTIFICAÇÃO DA AGRICULTURA BIOLÓGICA António Mantas am@sativa.pt A CERTIFICAÇÃO de um produto (ou de um processo ou de um serviço) é um meio de garantir a sua conformidade com normas e outros documentos

Leia mais

NORMAS DE HIGIENE E SEGURANÇA - TASQUINHAS DAS FESTAS DO BARREIRO 2015 -

NORMAS DE HIGIENE E SEGURANÇA - TASQUINHAS DAS FESTAS DO BARREIRO 2015 - NORMAS DE HIGIENE E SEGURANÇA - TASQUINHAS DAS FESTAS DO BARREIRO 2015 - O presente documento destaca as principais medidas de segurança e higiene no trabalho que deverão ser implementadas e cumpridas

Leia mais

ORIENTAÇÕES NO ÂMBITO DA ELABORAÇÃO DA DECLARAÇÃO AMBIENTAL E RESPETIVAS

ORIENTAÇÕES NO ÂMBITO DA ELABORAÇÃO DA DECLARAÇÃO AMBIENTAL E RESPETIVAS ORIENTAÇÕES NO ÂMBITO DA ELABORAÇÃO DA DECLARAÇÃO AMBIENTAL E RESPETIVAS I. Objetivo ATUALIZAÇÕES As Declarações Ambientais (DA) elaboradas no âmbito do Sistema Comunitário de Ecogestão e Auditoria, devem

Leia mais

Gestão e Teoria da Decisão

Gestão e Teoria da Decisão Gestão e Teoria da Decisão e Gestão de Stocks Licenciatura em Engenharia Civil Licenciatura em Engenharia do Território 1 Agenda 1. Introdução 2. Definição de 3. Evolução Histórica da 4. Integração - Aproximação

Leia mais

importância económica do sector

importância económica do sector importância económica do sector ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DAS BEBIDAS REFRESCANTES NÃO ALCOÓLICAS O CONTEXTO DA INDÚSTRIA AGRO-ALIMENTAR E SUA IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA A industria de bebidas não alcoólicas

Leia mais

TEMA 1 Contabilidade na Gestão da actividade Agrícola - Contabilidade de Gestão - O Impacto da Contabilidade e Fiscalidade na Agricultura II

TEMA 1 Contabilidade na Gestão da actividade Agrícola - Contabilidade de Gestão - O Impacto da Contabilidade e Fiscalidade na Agricultura II PORTUGAL TEMA 1 Contabilidade na Gestão da actividade Agrícola - Contabilidade de Gestão - O Impacto da Contabilidade e Fiscalidade na Agricultura II Santarém, 5 de Junho de 2012 Plano da Apresentação:

Leia mais

Congresso Nacional do Azeite Feira Nacional da Agricultura, CNEMA Santarém 8 JUNHO 2015. Ana Rosado

Congresso Nacional do Azeite Feira Nacional da Agricultura, CNEMA Santarém 8 JUNHO 2015. Ana Rosado Congresso Nacional do Azeite Feira Nacional da Agricultura, CNEMA Santarém 8 JUNHO 2015 Ana Rosado A Fundação Eugénio de Almeida é uma Instituição portuguesa de direito privado e utilidade pública, sediada

Leia mais

As revisões e/ou alterações ao acordado, são devidamente registadas e analisadas conforme descrito para o caso da definição das condições iniciais.

As revisões e/ou alterações ao acordado, são devidamente registadas e analisadas conforme descrito para o caso da definição das condições iniciais. Preparação da Qualidade Página 1 de 6 5.1. COMERCIALIZAÇÃO 5.1.1. Transporte A empresa através da sua área de operações ou da administração, tem como objectivo em cada serviço adjudicado, entre vários,

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Medida 3 - VALORIZAÇÃO DA PRODUÇÃO AGRÍCOLA Ação 3.3 INVESTIMENTO NA TRANSFORMAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS AGRÍCOLAS Enquadramento Regulamentar

Leia mais

CAR - Control, Automation and Robotics Group

CAR - Control, Automation and Robotics Group CAR - Control, Automation and Robotics Group Desenvolvimento e implementação de um programa de monitorização e vídeo vigilância de um sistema de refrigeração Luís Ribeiro Supervisão: Prof.ª Filomena Soares

Leia mais

Código de Boas Práticas. para a Prevenção e Redução. de Micotoxinas em Cereais

Código de Boas Práticas. para a Prevenção e Redução. de Micotoxinas em Cereais Código de Boas Práticas para a Prevenção e Redução de Micotoxinas em Cereais Índice: Introdução... 3 I. Práticas recomendadas com base nas Boas Práticas Agrícolas (BPA) e nas Boas Práticas de Fabrico (BPF)...

Leia mais

Empresário Esclarecido Setor Protegido II

Empresário Esclarecido Setor Protegido II Empresário Esclarecido Setor Protegido II Comercialização de Pescado vb Albufeira 27 de outubro 2015 Marta Gonçalves 1 Apresentação da ACOPE Associação dos Comerciantes de Pescado ACOPE Constituição no

Leia mais

Ficha Técnica de Fiscalização. Restauração e Bebidas

Ficha Técnica de Fiscalização. Restauração e Bebidas Legislação aplicável: Licenciamento: o Decreto-Lei n.º 168/97 de 04 de Julho, alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º 57/2002 de 11 de Março, que aprova o regime jurídico da instalação e funcionamento

Leia mais

1 ST PORTUGAL JAPAN BUSINESS SESSION

1 ST PORTUGAL JAPAN BUSINESS SESSION 1 ST PORTUGAL JAPAN BUSINESS SESSION Dra. Maria José Marques Pinto Diretora de Serviços de Estratégia, Comunicação e Internacionalização da Direção Geral de Alimentação e Veterinária http://pix abay.com/pt

Leia mais

Parcerias com selo de excelência

Parcerias com selo de excelência Parcerias com selo de excelência I. Apresentação do Grupo Promor II. Rações III. Produção Animal IV. Indústria de Carnes V. Selecção Genética Parcerias com selo de excelência I. Apresentação do Grupo

Leia mais

1 Que tipo de atividades estão sujeitas ao RERAE?

1 Que tipo de atividades estão sujeitas ao RERAE? Regime Extraordinário da Regularização de Atividades Económicas RERAE Perguntas Frequentes 1 Que tipo de atividades estão sujeitas ao RERAE? Podem apresentar pedido de regularização das atividades económicas

Leia mais

MARKETING. Marketing # Vendas MARKETING. Vendas. Marketing 26/02/2013 MARKETING ESTRATÉGICO MARKETING OPERACIONAL.

MARKETING. Marketing # Vendas MARKETING. Vendas. Marketing 26/02/2013 MARKETING ESTRATÉGICO MARKETING OPERACIONAL. Material Didático Disciplina: Comercialização Agroindustrial # Vendas Prof. responsável: José Matheus Yalenti Perosa Vendas Objeto Produtos Necessidade dos consumidores Atividade humana ou processo social,

Leia mais

26 de Janeiro de 2010

26 de Janeiro de 2010 26 de Janeiro de 2010 ORIENTAÇÕES SOBRE A APLICAÇÃO DOS ARTIGOS 11.º, 12.º, 14.º, 17.º, 18.º, 19.º E 20.º DO REGULAMENTO (CE) N.º 178/2002 SOBRE A LEGISLAÇÃO ALIMENTAR GERAL CONCLUSÕES DO COMITÉ PERMANENTE

Leia mais

NOTA: Procedimentos revistos pela ASAE

NOTA: Procedimentos revistos pela ASAE A. PROCEDIMENTOS A ADOPTAR PARA OS S ES DOADOS PELAS GRANDES SUPERFICIES A. Pratos Cozinhados e Sobremesas não Pré- embaladas (1/2) - Declaração de responsabilidade do lojista em como garante o fabrico

Leia mais

SISTEMA DA QUALIDADE. Garantia da Qualidade Controle de Qualidade Rastreabilidade Não conformidade

SISTEMA DA QUALIDADE. Garantia da Qualidade Controle de Qualidade Rastreabilidade Não conformidade SISTEMA DA QUALIDADE Garantia da Qualidade Controle de Qualidade Rastreabilidade Não conformidade GARANTIA DA QUALIDADE Definição: Portaria 348/1997 RDC 48/2013 Todas as ações sistemáticas necessárias

Leia mais

PME INVESTE V - 750 milhões de euros - ENCERRADA. PME IINVESTE II / QREN - 1.010 milhões de euros ABERTA

PME INVESTE V - 750 milhões de euros - ENCERRADA. PME IINVESTE II / QREN - 1.010 milhões de euros ABERTA PME INVESTE As Linhas de Crédito PME INVESTE têm como objectivo facilitar o acesso das PME ao crédito bancário, nomeadamente através da bonificação de taxas de juro e da redução do risco das operações

Leia mais

Investimentos de Pequena Dimensão Acção 112

Investimentos de Pequena Dimensão Acção 112 Incentivos PRODER Investimentos de Pequena Dimensão Acção 112 Investimentos de Pequena Dimensão Acção 112 Abertura: A partir de 22 de Maio Objectivos: Melhorar condições vida, trabalho e produção dos agricultores

Leia mais

Pagamento dos Prémios Ajudas do POSEI. Campanha 2007-2008. (16 de Outubro de 2008)

Pagamento dos Prémios Ajudas do POSEI. Campanha 2007-2008. (16 de Outubro de 2008) Pagamento dos Prémios Ajudas do POSEI Campanha 2007-2008 (16 de Outubro de 2008) Informa-se os agricultores que decorrerá no próximo dia 16 de Outubro, o pagamento das seguintes ajudas do POSEI campanha

Leia mais

2. CARACTERÍSTICAS DA VARIEDADE

2. CARACTERÍSTICAS DA VARIEDADE 1. INTRODUÇÃO Espécie: Pyrus Communis L. Variedade: Rocha. Variedade portuguesa obtida casualmente de semente, em 1836 no Concelho de Sintra, propagou-se a outras regiões do país, sendo o seu Solar a Região

Leia mais

Produção Integrada de Maçã PIM. Lista de Verificação para Auditoria de Acompanhamento Pós-Colheita

Produção Integrada de Maçã PIM. Lista de Verificação para Auditoria de Acompanhamento Pós-Colheita Produção Integrada de Maçã PIM Lista de Verificação para Auditoria de Acompanhamento Pós-Colheita Empresa: Localização: Responsável Técnico: Data: Horário Realização da Visita: Recepção da fruta Conservação

Leia mais

Catálogo Serviços Auditorias - Consultadoria

Catálogo Serviços Auditorias - Consultadoria Catálogo Serviços Auditorias - Consultadoria Contactos: www.silliker.pt info@silliker.pt Tel: 227 150 820 Fax: 227 129 812 Auditorias Consultadoria A Silliker Portugal desenvolve soluções de consultadoria

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração. Módulo de Gestão de Materiais Aula 2 Prof. Gildo Neves Baptista jr

FTAD Formação Técnica em Administração. Módulo de Gestão de Materiais Aula 2 Prof. Gildo Neves Baptista jr FTAD Formação Técnica em Administração Módulo de Gestão de Materiais Aula 2 Prof. Gildo Neves Baptista jr AULA PASSADA: CADASTRAMENTO DE MATERIAIS UMA REVISÃO RÁPIDA CONCEITO DE CADASTRAMENTO DE MATERIAIS

Leia mais

A comunicação da declaração do fabricante no âmbito do Regulamento dos Produtos da Construção

A comunicação da declaração do fabricante no âmbito do Regulamento dos Produtos da Construção A comunicação da declaração do fabricante no âmbito do Regulamento dos Produtos da Construção Marta Ferreira USGM Sistemas de Gestão e Melhoria 18-04-2013 1 Regulamento Directiva (UE) nº 89/106/CEE 305/2011

Leia mais

Expedição e Recepção A gestão da expedição e recepção de artigos, bem como conferir os documentos de ordens de produção, também ajuda ao desempenho do fluxo produtivo Gestão do Armazém Disponibilizar e

Leia mais

GESTÃO INTEGRADA DA QUALIDADE DE MAÇÃ E PERA EM CONTEXTO DE MUDANÇA TECNOLÓGICA BRIEFING

GESTÃO INTEGRADA DA QUALIDADE DE MAÇÃ E PERA EM CONTEXTO DE MUDANÇA TECNOLÓGICA BRIEFING BRIEFING O kick off do Instituto Pós-colheita de Pomóideas reuniu na Universidade de Lisboa 36 técnicos portugueses e espanhóis com 4 investigadores internacionais para discutir a Gestão Integrada da Qualidade

Leia mais

SEGURANÇA ALIMENTAR PROGRAMA QUALIDADE PARA ÁFRICA OCIDENTAL SUPORTE A COMPETITIVIDADE E HARMONIZAÇÃO DOS ACORDOS OTC E SPS

SEGURANÇA ALIMENTAR PROGRAMA QUALIDADE PARA ÁFRICA OCIDENTAL SUPORTE A COMPETITIVIDADE E HARMONIZAÇÃO DOS ACORDOS OTC E SPS SEGURANÇA ALIMENTAR PORQUÊ UMA NORMA ISO DE GESTÃO DA SEGURNAÇA ALIMENTAR? 1,5 Bilhões de casos de toxi- infecções alimentares por ano; Uma das causas mais comuns de mortalidade em Países em desenvolvimento;

Leia mais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS INDÚSTRIAS EXPORTADORAS DE CARNES. VI SIMCORTE - Marketing da Carne Bovina no Contexto do Mercado Internacional

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS INDÚSTRIAS EXPORTADORAS DE CARNES. VI SIMCORTE - Marketing da Carne Bovina no Contexto do Mercado Internacional ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS INDÚSTRIAS EXPORTADORAS DE CARNES Viçosa - MG, Maio, 2008 VI SIMCORTE - Marketing da Carne Bovina no Contexto do Mercado Internacional Monique S. Morata TÓPICOS DO DIA O mercado

Leia mais

Frutas e Legumes. Versão 2.1-Oct04

Frutas e Legumes. Versão 2.1-Oct04 PONTOS DE CONTROLO E CRITÉRIOS DE CUMPRIMENTO Versão: 2.1 Oct04 Secção: Introdução Pág: 1 of 27 EUREPGAP Pontos de Controlo & Critérios de Cumprimento Frutas e Legumes Versão Portuguesa Versão 2.1-Oct04

Leia mais

INOVAÇÃO NA AGRICULTURA, AGRO-INDÚSTRIA E FLORESTA

INOVAÇÃO NA AGRICULTURA, AGRO-INDÚSTRIA E FLORESTA Os Queijos São Gião Sociedade Agro-Pecuária de Vale do Seia, Lda Seia, 04 de abril de 2014 Organização: Apoio Institucional: Agenda 1. Os Queijos São Gião - o que fazemos? 2. As oportunidades e ameaças

Leia mais

Armazenagem e Movimentação de Materiais II

Armazenagem e Movimentação de Materiais II Tendências da armazenagem de materiais Embalagem: classificação, arranjos de embalagens em paletes, formação de carga paletizada, contêineres Controle e operação do armazém Equipamentos de movimentação

Leia mais

EUROGEST Simplifique processos - rentabilize a sua organização

EUROGEST Simplifique processos - rentabilize a sua organização 2014 EUROGEST Simplifique processos - rentabilize a sua organização MEE-IT, LDA 01-01-2014 1/1/2014 Índice EUROGEST... 2 Principais Módulos:... 5 Matérias Primas (Componentes)... 5 Modelos fichas Técnicas...

Leia mais

INNOVA. Soluções de software que capacitam os processadores de aves a...

INNOVA. Soluções de software que capacitam os processadores de aves a... INNOVA Soluções de software que capacitam os processadores de aves a... Maximizar o rendimento e a produtividade Estar em conformidade com os padrões de qualidade e garantir a segurança dos alimentos Obter

Leia mais

Portugal. Campanha em vigor até 30 Junho 2015

Portugal. Campanha em vigor até 30 Junho 2015 CAMPANHA CAMPANHA Ao domiciliar as ajudas ao rendimento em conta BST, por um valor estimado mínimo de 10.000, durante um período mínimo de 2 anos, recebe um destes equipamentos TV LED ou Mini Ipad. Para

Leia mais

Guia para a Avaliação e Certificação de Pera Rocha do Oeste - DOP

Guia para a Avaliação e Certificação de Pera Rocha do Oeste - DOP Guia para a Avaliação e Certificação de Pera Rocha do Oeste - DOP Morada: Praceta da Eiras, nº1-2ºesq. 2550-106 CADAVAL PORTUGAL Telef.: +351 262 691 155 Fax: +351 262 695 095 Email: codimaco@codimaco.pt

Leia mais