PROGRAMA BIOLÓGICO ESPECIAL DA NATUREZA SBS RINS

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1 OS RINS PROGRAMA BIOLÓGICO ESPECIAL DA NATUREZA SBS RINS Dr. Ryke Geerd Hamer Os rins são constituídos de três tipos de tecido que se desenvolveram em épocas evolutivas diferentes e por isso são governados por áreas cerebrais diferentes. TÚBULOS COLETORES RENAIS Os túbulos coletores renais, sendo o tecido mais antigo dos rins, são governados pela parte mais antiga do cérebro, que é o tronco cerebral. Como os túbulos renais desenvolveram-se a partir do tecido intestinal, eles têm assim como os intestinos funções sensoriais, secretoras, reabsorventes e motoras. A principal função dos túbulos coletores renais é coletar a urina produzida no parênquima renal. Passando pelos túbulos renais, a urina flui pela pelve renal e pelo ureter até a bexiga, de onde é eliminada através da uretra O conflito biológico ligado aos Túbulos Renais é um: conflito existencial (perdeu tudo, sente-se explodido, minha vida ou meu ganha-pão corre perigo); conflito de refugiado (sente-se como que no deserto ou como peixe fora da água ); profundo conflito de abandono (sente-se isolado, excluído ou completamente só); e conflito de hospitalização (medo de ser hospitalizado, sentir-se isolado da família). A origem do conflito existencial situa-se no tempo em que nossos ancestrais evolucionários ainda viviam no oceano e o incidente de ser acidentalmente lançado na praia representava uma situação de extremo perigo. Para evitar que o organismo secasse, as células dos túbulos renais proliferavam rapidamente com o propósito biológico de fechar o filtro de excreção, de modo que a água do organismo pudesse ser retida para dar a ele uma chance de sobrevivência. A ativação instantânea desse 1

2 programa de retenção hídrica é vital, pois, sem água, todos os processos metabólicos param de funcionar! Nós, humanos, assim como todos os animais terrestres, também nascemos com esse programa biológico ancestral. Um homem pode, por exemplo, sofrer um conflito existencial se a empresa o transferir subitamente para um posto longínquo. A mudança inesperada pode ser percebida como um conflito de refugiado ou como um conflito de sentir-se lançado no deserto. O mesmo conflito pode ser vivenciado por sua esposa e seus filhos, que se sentem sozinhos e isolados dos amigos que deixaram para trás. Como resultado da retenção hídrica, todos os membros da família ganharão peso. Os conflitos de abandono são tipicamente vivenciados por idosos que são largadas em asilos, ou por crianças pequenas colocadas em creches. Pacientes de câncer submetidos a quimioterapia ou a cirurgia costumam ficar estressados em razão de um conflito existencial ( minha vida está em jogo ) ou de outros conflitos de natureza existencial. Durante a fase ativa do conflito, forma-se um tumor renal compacto entre os túbulos coletores e as células caliciformes (a área coletora de urina em forma de cálice), causando retenção hídrica. Dependendo da intensidade e duração do conflito, o corpo humano pode reter de 5 a 10 kg (= 5 a 10 litros) de água. Caso ambos os rins sejam envolvidos, pode-se reter até 20 kg (= 20 litros). A urina consiste em 95% de água e 5% de substâncias úricas. Assim, quando o organismo (psique, cérebro e órgão) está na fase ativa de um conflito existencial ou de abandono, ele retém não somente água, mas também substâncias úricas, tais como creatinina. Assim como a retenção de água é biologicamente importante, também o é a retenção de creatinina. Para os nossos ancestrais evolucionários, o conflito biológico de ser lançado em terra (lançado para fora do ambiente aquático familiar) significava além do perigo de secar completamente também ameaça de inanição, especialmente a de morrer por deficiência proteica. Para tal situação de emergência, a Natureza criou ainda outro programa biológico de reforço. Normalmente, a creatinina um composto orgânico de nitrogênio e carbono e produto residual do metabolismo das proteínas é eliminada pela urina. No entanto, na eventualidade de um conflito existencial urgente, o organismo é capaz de reciclar as substâncias úricas retidas, transformando-as em proteína para evitar a inanição! Em outras palavras, em situações de necessidade, nosso organismo é capaz de suprir-se a si mesmo de água e proteínas para superar a crise biológica. A medicina convencional (a Velha Medicina ) pressupõe que a uremia (a elevação do nível de substâncias úricas) se deve a uma insuficiência real incapacidade do rim de eliminar os resíduos do metabolismo das proteínas. Acredita-se, ainda, que uma insuficiência de ambos os rins poderia causar colapso renal, que, sem diálise, levaria à morte. Com base nas leis biológicas da Nova Medicina, ficou evidente, no entanto, que a uremia não é realmente uma doença, mas sim um SBS ancestral (Programa Especial com Significado Biológico) que tem o propósito de armazenar água e substâncias úricas para o caso de haver indisponibilidade de água e proteína por um período mais longo de tempo. 2

3 Deve-se lembrar que os rins sempre eliminam um mínimo de 150 a 250 mililitros de urina mesmo com anúria (sem produção de urina); noutras palavras, não há realmente possibilidade de o rim colapsar. Se um tumor renal for removido cirurgicamente, a próxima recaída em conflito existencial (ou o novo conflito existencial) afetará o relé cerebral correspondente aos túbulos coletores renais do lado oposto. O impacto dá início, instantaneamente, à formação de um novo tumor renal no outro rim, pois o programa emergencial de retenção hídrica tem prioridade absoluta. A medicina ortodoxa interpreta o desenvolvimento de um tumor no outro rim como metástase, imaginando que as células tumorais estejam viajando de um rim para o outro acidentalmente, é claro. A oligúria (menor produção de urina), considerada pela medicina convencional também como insuficiência renal, resulta de pelo menos dois Programas Biológicos Especiais referentes a túbulos coletores renais, envolvendo ambos os rins e, consequentemente, ambos os centros de controle dos túbulos coletores no tronco cerebral (para o rim direito e para o esquerdo). Na Nova Medicina Alemã, chamamos isso de Constelação Esquizofrênica. Geralmente, os pacientes com uma Constelação de Túbulos Coletores Renais ficam desorientados e, literal e/ou figurativamente perdidos. Isso, no entanto, é também biologicamente significativo, pois a desorientação permite que aquele que se sente como peixe fora d água seja apanhado pela próxima onda e carregado de volta para o ambiente familiar (o ambiente aquático). Durante a fase de cura, o tumor renal é removido com a ajuda de bactérias da tuberculose, desde que o paciente tenha em si tais bactérias no momento em que o choque conflituoso se dá. Isso quer dizer que a tuberculose renal é o processo natural de decomposição de um câncer nos túbulos coletores renais. Na medicina convencional, não se sabe que esse tipo de câncer de fato tem origem nos túbulos coletores renais. Até agora, pensávamos que todos os tumores precisavam ser removidos cirurgicamente ou envenenados com quimioterápicos. No entanto, a Mãe Natura criou, com a tuberculose, um modus operandi cirúrgico muito mais efetivo do que qualquer procedimento que possamos inventar. Precisamos ter em mente, aqui, que cada recaída no conflito existencial ou de abandono interrompe o processo de cura, originando cronicidade. Como resultado disso, os túbulos renais ficam cada vez menores com o tempo, em decorrência da perda contínua de tecido um quadro clínico conhecido como Síndrome Nefrótica. São sintomas típicos da fase de cura por micróbios da tuberculose os suores noturnos e a albuminúria (uma perda de proteína maior que a normal pela urina). Se o paciente, por alguma razão, é incapaz de compensar a perda proteica mediante dieta rica em proteínas ou suplementação oral, a deficiência proteica (hipoproteinemia) deve ser corrigida por meio de infusões intravenosas de albume até que a fase de cura se complete. Essa regra aplica-se a todos os cânceres governados pelo cérebro antigo, tais como o câncer pulmonar, o câncer de fígado, o câncer de cólon, o câncer de glândula mamária, etc. 3

4 Um paciente informado lida muito melhor com os suores noturnos do que um despreparado. O despreparado costuma entrar em pânico, especialmente quando os suores são excessivos. Os suores noturnos são sempre um sinal positivo de que as bactérias da tuberculose estão removendo um tumor que já não é necessário. No fim da fase de cura, tanto os suores noturnos quanto a albuminúria cessam. Se as bactérias TB não estiverem presentes, o tumor se encapsula e fica no lugar! É importante mencionar que os parâmetros da substância úrica voltam ao normal com a resolução do conflito existencial ou de abandono. Na verdade, a água que foi retida na fase de conflito ativo começa a ser liberada tão logo o conflito seja resolvido. Dependendo do grau de retenção hídrica (que é proporcional à intensidade da atividade conflituosa), essa fase urinária pode ser excessiva. A SÍNDROME DOS TÚBULOS COLETORES RENAIS Aquilo que chamamos de Síndrome, na Nova Medicina Alemã, é a combinação de DOIS Programas Biológicos Especiais (SBS). A Síndrome envolve: 1. um SBS renal, isto é, conflito existencial com retenção hídrica na fase de conflito ativo; e 2. qualquer outro SBS que esteja na fase de cura. Quando o organismo retém água por causa de um conflito existencial em atividade, a água é também armazenada abundantemente no edema em torno do órgão ou do tecido que esteja em processo de cura ao mesmo tempo. A retenção hídrica aumenta o inchaço e o tamanho de cânceres tais como o câncer intraductal de mama, o câncer cervical, o câncer ovariano, o câncer testicular, o câncer bronquial, o linfoma, etc. Em decorrência da retenção hídrica, os cistos renais, os cistos ovarianos, os cistos testiculares, ou cistos de baço podem aumentar de tamanho consideravelmente e até arrebentar. Assim, não é só a duração e a intensidade do conflito precedente que determina o grau do inchaço do órgão em processo de cura, mas também a Síndrome, com retenção hídrica durante a fase de conflito ativo. A Síndrome é da maior importância clínica, porque: não há efusão pleural sem a Síndrome; não há hepatomegalia (fígado aumentado) sem a Síndrome; não há ascite sem a Síndrome; não há gota sem a Síndrome; e não há um grande edema cerebral sem a Síndrome. Normalmente, a secreção de fluido seroso da pleura (durante a fase de cura de um ataque contra o peito real ou figurativo) é absorvida naturalmente pela membrana pleural. No entanto, com a simultânea retenção hídrica ( Síndrome ), a efusão pleural pode causar um distúrbio médico sério, com graves dificuldades respiratórias e necessidade de drenar o fluido (entretanto, a perfuração da pleura pode deflagrar um novo conflito de ataque!). O mesmo princípio aplica-se a uma ascite o 4

5 acúmulo de fluido na cavidade abdominal, na fase de cura de um ataque contra o abdome. Com a Síndrome (retenção de água na fase de conflito ativo fase-ca), um pequeno conflito de raiva territorial com hepatite na fase de cura pode, de repente, tornar-se uma hepatomegalia aguda, à qual o paciente pode não conseguir sobreviver, especialmente se houver recaídas contínuas no conflito. Gota é uma inflamação articular com os típicos nódulos dolorosos. Com a gota, o nível de ácido úrico eleva-se, razão pela qual se acredita que uma dieta vegetariana possa aliviar a dor. De acordo com a Nova Medicina Alemã (GNM), a gota é a fase de cura de um Programa Biológico Especial (SBS) associado aos ossos (conflito de autodepreciação) acompanhado da Síndrome. Um edema cerebral (que sempre ocorre durante o início da fase de cura fase pcl-a paralelamente com o processo de cura do órgão correspondente) também acumula mais água quando há retenção hídrica. Isso pode resultar em complicações médicas sérias, e mesmo fatais, especialmente durante a crise epiléptica/epileptoide (ataque cardíaco, derrame, etc.). PARÊNQUIMA RENAL O parênquima renal desenvolveu-se na época em que os nossos ancestrais evolucionários já se tinham mudado para a terra seca, com o que a própria água se transformara em perigo potencial nas enchentes, por exemplo. Conquanto os túbulos coletores renais (tecido endodérmico governado pelo tronco cerebral) estejam ligados ao conflito biológico de privação de água, o conflito ligado ao parênquima renal (tecido mesodérmico governado pelo mesencéfalo, localizado no baixo cérebro novo) é um conflito associado a um evento penoso e inesperado envolvendo água ou fluido na GNM denominado conflito com água ou fluido. Como acontece com todos os órgãos governados pelo cérebro novo, ocorre uma perda de tecido na fase de conflito ativo. Uma necrose renal sempre provoca uma elevação da pressão sanguínea. Eis a razão: após havermos mudado para a terra, por assim dizer, a excreção de urina já não era regulada através do intestino, mas estava agora ligada à circulação sanguínea e à capacidade dos rins de filtrar sangue e produzir urina. No caso da perda de tecido renal em decorrência de um conflito com água, a pressão circulatória sanguínea sobe automaticamente para garantir que o rim continue a cumprir suas funções, a despeito da necrose. Portanto, o propósito biológico da hipertensão é compensar a perda de tecido (vazios) no rim para assegurar a eliminação de urina e substâncias úricas em quantidades suficientes. Naturalmente, a pressão sanguínea permanece elevada enquanto o conflito com água estiver ativo. Quanto mais intenso o conflito com água, mais alta a pressão sanguínea. 5

6 Com base na minha pesquisa, afirmo que a vasta maioria dos casos de hipertensão está ligada a conflito com água e fluido, que afeta o parênquima renal. O conflito com água pode ser deflagrado por uma experiência de quase afogamento, mas também por uma inundação inesperada da casa, ocasionada por um cano quebrado ou um telhado com goteiras, e por situações semelhantes. No geral, o problema se torna irrelevante dentro de pouco tempo e o conflito se resolve por si mesmo. Casos chamados de hipertensão instável ou hipertensão crônica não são realmente de natureza diferente, mas indicam que o conflito com água está em constante atividade ( crônico ) ou tem sido resolvido uma vez ou outra ( instável ). A cirrose renal resulta de uma atividade conflituosa de longa duração. Fase de cura: com a resolução do conflito com água, um cisto cheio de fluido se forma no local da necrose. No interior do cisto, células renais proliferam rapidamente para restaurar a perda de tecido que se deu na fase de conflito ativo. Durante o período em que o cisto renal se desenvolve, o cisto se fixa temporariamente (!) ao tecido próximo para suprir-se de sangue. Descoberto nesse estágio, a medicina convencional interpreta o neoplasma como tumor renal invasivo maligno, que é tratado com a costumeira pseudoterapia, em vez de se esperar calmamente até o cisto endurecer. Dentro de nove meses, contanto que não haja recaída no conflito, o cisto cheio de fluido endurece e participa de todas as funções renais, inclusive a produção de urina. Esse é precisamente o propósito biológico desse Programa Biológico Especial (SBS). O tecido renal adicional fornecido pelo cisto (que agora tem seu próprio suprimento de sangue) deixa o indivíduo mais bem preparado para enfrentar um eventual novo conflito com água ou fluido. (Veja também o significado biológico do cisto ovariano e do cisto testicular.) Na medicina convencional, esse cisto renal biologicamente significativo é chamado de nefroblastoma maligno (câncer renal) ou de Tumor de Wilm. Ao se concluir a fase de cura, a pressão sanguínea também volta ao normal. Ocasionalmente, um cisto líquido pode romper-se se a pressão edematosa for muito grande. Isso pode ser ocasionado, por exemplo, por um conflito existencial ocorrendo simultaneamente com uma retenção de água ( Síndrome ), geralmente deflagrada pelo próprio diagnóstico de tumor renal! Em geral, o tamanho do cisto é proporcional à intensidade e à duração do conflito com água. Se um cisto renal ficar tão grande que se torne mecanicamente incomodativo, ele sempre pode ser removido cirurgicamente, mas só depois de ter ficado completamente endurecido, e sem retirar todo o rim! Outro sintoma de cura que pode ocorrer durante a fase de restauração do parênquima renal é a glomerulonefrite, uma inflamação dos glomérulos (pequenos vasos sanguíneos dos rins). CÓRTEX SUPRARRENAL No que diz respeito ao córtex suprarrenal (governado pela medula cerebral), é o conflito de ter tomado a direção errada ou estar fora do curso que gera uma necrose no córtex suprarrenal durante a fase de conflito ativo. Em decorrência da 6

7 perda de tecido do córtex suprarrenal, a produção de cortisol diminui, coisa que serve ao propósito biológico de fazer parar o indivíduo que está no caminho errado. Aqui encontramos a Doença de Addison. Durante a fase de cura, um cisto suprarrenal cheio de fluido se forma no local da necrose. No interior do cisto, células suprarrenais multiplicam-se rapidamente para restaurar a perda tecidual ocorrida na fase de conflito ativo. Essencialmente, o mesmo processo ocorre como no caso do parênquima renal. Na medicina convencional, o cisto é considerado um câncer suprarrenal maligno nesse estágio. O fato é que, no fim do processo de cura, o tumor se terá tornado um cisto duro e parte integrante do córtex suprarrenal. Um cisto grande resulta em superprodução de cortisol, uma condição chamada de Síndrome de Cushing. PELVE RENAL Durante uma fase evolutiva mais tardia, a pelve renal foi revestida com uma camada de células epiteliais. Visto que o revestimento da pelve renal consiste, em termos evolucionários, em tecido mais jovem (ectoderme), é governado pela parte mais jovem do cérebro, que é o córtex cerebral. Consequentemente, o conflito biológico correspondente é também de natureza avançada. O conflito ligado à pelve renal (assim como à bexiga, à uretra, e ao ureter) é um conflito de demarcação territorial, causado pela inesperada invasão do nosso domínio, e pela incapacidade de estabelecer limites internos (fêmea) ou externos (macho). Na fase de conflito ativo, o revestimento da pelve renal ulcera-se. O propósito biológico da perda tecidual é alargar a pelve renal (uretra/ureter) para facilitar a demarcação territorial. Começando a fase de cura, a área ulcerada é recomposta com novas células. Tipicamente, a pelve renal cura-se com inflamação. Na fase de cura do conflito de demarcação territorial, também encontramos infecções de bexiga. Extraído do website: Autor: Dr. Ryke Geerd Hamer Tradução do original alemão para o inglês: Caroline Markolin, Ph.D. Tradução do inglês para o português: Ismar Pereira Filho Termo de Responsabilidade: As informações contidas neste artigo não substituem a consulta médica. 7

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