Responsabilidade Social

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1 Responsabilidade Social Profa. Felicia Alejandrina Urbina Ponce Responsabilidade Social e Desenvolvimento Sustentável

2 Por que as empresas se envolvem em atividades ligadas à responsabilidade social? O que significa responsabilidade Social? Quais as atividades que engloba? O próprio cenário apresentado no material introdutório mostra que não podemos ignorar as conseqüências do panorama social, ambiental e econômico que tanto caracterizam este século XXI. São estas desigualdades sociais que, junto à deterioração da natureza, tem impulsionado a exigência por parte da sociedade de um comportamento das empresas comprometido com a qualidade de vida do planeta e com a qualidade de vida dos próprios colaboradores que operam os ganhos destas empresas. A Responsabilidade Social (RS) é um conceito em construção que suscita uma série de interpretações. Para alguns autores, ele está associado aos aspectos éticos; para outros aos aspectos legais; fi lantrópicos; comunitários etc. No entanto, é importante enfatizar que o conteúdo aqui mostrado não tem um caráter conclusivo, apenas tem como objetivo apresentar para o leitor um mapeamento das opiniões de diversos autores quando é abordado o signifi cado e escopo das atividades que o conceito engloba. O ponto de vista clássico sustenta que as empresas não devem assumir qualquer responsabilidade social, que não seja produzir e comercializar mercadorias efi cientemente, de tal forma que os proprietários da empresa recebam o mais alto lucro econômico. Esta tese apóia-se no argumento de que, com a maximização dos lucros, são elevados os padrões de vida dos indivíduos, além de permitir a geração de mais e melhores empregos. O ponto de vista contemporâneo defende a idéia de que a responsabilidade social surge com o poder social que a empresa possui sobre questões sociais críticas e pela influência que as atividades do negócio ocasionam ao meio ambiente. A premissa fundamental é que a priori são organizações sociais, que existem com autorização da sociedade, utilizando-se dos recursos dela e afetando a qualidade de vida dessa sociedade. Assim, como a empresa tem poder sobre a sociedade, a sociedade pode e deve responsabilizar a empresa por condições sociais afetadas pelo uso desse poder, implementando ações que influenciem o bem-estar comum. Algumas constatações permitem afirmar que há um uso indevido do conceito, já que, segundo pesquisas, alguns resultados apontam que, na prática, certos exemplos mostram uma distorção da aplicação da Responsabilidade Social. Percebe-se que ela não está sendo utilizada pelas empresas como uma ferramenta apoiada em valores e crenças ligadas à consciência social e dever cívico, e, sim, como meio para melhorar a sua imagem institucional por meio de ações ou campanhas que legitimem, perante seu público externo, uma atuação socialmente responsável. Apesar do assinalado anteriormente, o tema de Responsabilidade Social tem despertado interesse não apenas dos meios de comunicação, como também no âmbito da gestão empresarial e, mais recentemente, no mundo acadêmico. Podendo ser afirmado que é uma tendência que está ganhando cada vez mais força no mundo dos negócios. No Brasil existe um movimento significativo de empresas de todos os portes e ramos de atuação que, preocupadas com estas questões sócio-ambientais, investem no desenvolvimento de seus colaboradores e das comunidades em que estão inseridas. Segundo Ribeiro (2006) a responsabilidade social é um estágio mais avançado no exercício da cidadania corporativa (p. 254). Os mesmos autores afirmam que: [...] a responsabilidade social é uma estratégia da empresa que busca retorno econômico, social, institucional, tributário [...] ela é coletiva, mobilizadora, porque valoriza a cidadania, promove a inclusão e restaura a civilidade (p. 254). Segundo os autores, dois focos se distinguem no exercício da RS, a saber: os projetos sociais e as ações comunitárias. O primeiro está orientado para a busca de soluções de problemas sociais e que exigem soluções emergenciais; o 01 Responsabilidade Social e Desenvolvimento Sustentável Universidade Anhembi Morumbi

3 segundo está voltado para a participação das empresas em programas sociais e campanhas realizadas pelo governo e por entidades filantrópicas e comunitárias. Esta definição enfatiza e incorpora o conceito de cidadania no exercício da RS, a partir da premissa de que é a cidadania que garante a priori ou deveria garantir que todos os indivíduos de uma nação recebam um mínimo institucional para competir a partir de um ponto de partida comum, alcançando, com dignidade, seu espaço na sociedade em condições igualitárias. Assim, incorpora a variável dignidade e igualdade. Uma outra definição bastante ampla, porém não menos importante é a assinalada por Ribeiro quando define RS como: [...] o exercício planejado e sistemático de ações, estratégias e a implementação de canais de relacionamento entre uma organização, seus públicos de interesse e a própria sociedade no sentido de: a) contribuir para o desenvolvimento social, pelo respeito ao ser humano, independente de suas opiniões e crenças, pela valorização da diversidade cultural e pela defesa irrestrita da liberdade de pensamento e expressão; b) propiciar condições ideais de trabalho para seus colaboradores, além de remuneração justa, capacitação profissional, realização pessoal e estímulo ao diálogo e à participação no processo de tomada de decisões; c) assumir a transparência e a ética como atributos fundamentais, tomando o interesse coletivo como referência maior na condução dos negócios; d) preservar o meio ambiente, privilegiando a gestão de recursos e da oferta de produtos não agressivos à natureza; e) praticar a excelência na fabricação de produtos e na prestação de serviços, tendo em vista os interesses, expectativas e demandas de seus consumidores ou usuários. Mais do que excelentes, no entanto, estes produtos ou serviços têm que ser éticos, ou seja, não podem, a partir do seu consumo ou utilização, acarretar prejuízos aos consumidores/usuários; f) implementar projetos que visem ao desenvolvimento científico e cultural (aqui incluídas as artes em geral), esportivo, educacional e comunitário (p. 255). Como podemos observar, o escopo desta definição é quase infinito, incluindo todos os elementos que o conceito de RS pode abranger na sua maior acepção. Isso explicita que a prática da RS por parte das empresas não se resume à implementação de ações pontuais, ela é um conjunto complexo de estratégias que estão ligadas ao processo de gestão empresarial e que, portanto, devem ser incorporadas como parte da estratégia global e da cultura organizacional da empresa, evidenciando um envolvimento permanente. o comprometimento permanente dos empresários de adotar um comportamento ético e contribuir para o desenvolvimento econômico, melhorando simultaneamente a qualidade de vida de seus empregados e de suas famílias, da comunidade local e da sociedade como um todo (p. 25). Albuquerque (2006) analisa o conceito, integrando as diferentes visões, considerando as responsabilidades das diversas áreas que constituem uma organização, explicitando que: A responsabilidade social vista como atitude e comportamento empresarial ético e responsável; conjunto de valores, postura estratégica empresarial; estratégia de relacionamento; estratégia de marketing institucional; estratégia de valorização das ações da empresa (agregação de valor); estratégia de recursos humanos; estratégia de valorização dos produtos/serviços; estratégia de inserção na comunidade; estratégia social de desenvolvimento da comunidade; promoção da cidadania individual e coletiva; exercício da consciência ecológica; exercício da capacitação profissional; estratégia da integração social (p. 0). Os autores sugerem que o importante é que a empresa analise e verifique qual será a sua visão em relação à RS, e, ao escolher seu foco, direcionar todos os seus esforços para desenvolver programas que atendam essas visões, e que sejam compatíveis com o planejamento de longo prazo da organização. Em virtude da importância que a RS ganhou e continua ganhando no mundo dos negócios, muitas empresas assumem que o atendimento das necessidades socioambientais pode se tornar um diferencial competitivo a partir do momento em que a organização estabelece relacionamentos saudáveis, com toda a cadeia produtiva de que faz parte. Esta idéia está relacionada com a teoria dos Stakeholders que será foco de estudo no fim desta unidade. De acordo com Oliveira (2005) 2 a responsabilidade social corporativa é:. Apud NETO; FROES, Apud SILVA, Apud NETO; FROES, 200. Universidade Anhembi Morumbi Responsabilidade Social e Desenvolvimento Sustentável 02

4 Uma das definições mais aceitas no ambiente empresarial brasileiro é a formulada pelo Instituto Ethos em virtude de ser o Instituto de referência nacional criado para disseminar a prática da Responsabilidade Social Empresarial, ajudando as empresas a alcançar desenvolvimento social, econômico e ambientalmente sustentável. Nesse sentido é definida como: a forma de gestão que se define pela relação ética e transparente da empresa com todos os públicos com os quais ela se relaciona e pelo estabelecimento de metas empresariais compatíveis com o desenvolvimento sustentável da sociedade, preservando recursos ambientais e culturais para gerações futuras, respeitando a diversidade e promovendo a redução das desigualdades sociais (INSTITUTO ETHOS, 2007). ainda mais relevante a discussão sobre a responsabilidade pela sustentabilidade do planeta. envolvidas em ambos os conceitos englobam as dimensões sociais e ambientais. (COMISSÃO MUNDIAL SOBRE O MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO, 99, p. 9). Esta definição privilegia a qualidade dos relacionamentos com os diferentes públicos que interagem com a empresa de forma direta ou indireta, destacando o planejamento socioambiental como parte da estratégia global e empresarial orientada para o desenvolvimento sustentável. Assim sendo, implica o uso de práticas éticas e transparentes; atitude e estratégias para fomentar a redução das desigualdades sociais; geração de valor social e econômico; fomento de uma cultura organizacional comprometida com valores humanos. Hoje podemos observar como no meio empresarial houve um crescimento de iniciativas voltadas para a criação de Fundações e Institutos que viabilizam de maneira sustentada o exercício da RSE. Apesar da diversidade de conceitos aqui citados, pode-se concluir que a RS pressupõe um envolvimento que transcende a esfera mercadológica e que está presente nos três setores da economia. Este conceito implica a tomada de decisões empresariais que permitem verificar o alinhamento entre os valores organizacionais e as práticas de RS das empresas junto a seu público interno e externo. Fonte: Instituto Ethos. Uma vez feito o percurso conceitual sobre a RS, a indagação que norteará a seqüência deste texto está orientada para identificar qual é a relação da RSE com o Desenvolvimento Sustentável? 03 Responsabilidade Social e Desenvolvimento Sustentável Universidade Anhembi Morumbi

5 Verifica-se neste conceito a abordagem de negócio sustentável ou sustentabilidade empresarial entendida como a harmonização entre recursos ambientais, sociais e econômicos, o que equivale a dizer que a sustentabilidade empresarial está orientada para assegurar o sucesso do negócio a longo prazo, enquanto, paralelamente, contribui para o desenvolvimento econômico e social da comunidade, preservando o meio ambiente e a sociedade na qual a organização está inserida. Embora a globalização da economia, o acirramento da competitividade e a busca de maior produtividade sejam impulsionadores de situações favoráveis para o fortalecimento dos negócios é importante incorporar a este crescimento a variável de perenidade da vida de futuras gerações ou gerações de sucessão. Segundo Armona (2006, p. 20) 4 a visão organizacional de sustentabilidade se sustenta em quatro pilares: razões físicas, em que encontramos os recursos naturais e o meio ambiente; razões sociais, que englobam ações efetivas da organização na sociedade, além do simples cumprimento de leis ou criação de empregos; razões éticas, que incluem a individualidade e os valores pessoais no trabalho, além de contribuir para a distribuição de oportunidades para a sociedade; razões de negócios, resultado da combinação dos três pilares anteriores. A noção de DS deve ser tratada desde uma perspectiva multidimensional ao igual que o conceito de RS. Dallabrida (2006, p. 58) 5 discorre a esse respeito, apontando que o DS deve contemplar: sustentabilidade ecológico-ambiental: refere-se à base física do processo de desenvolvimento e objetiva a conservação e uso racional do estoque de recursos naturais, incorporados às atividades produtivas e à manutenção da capacidade do meio ambiente de absorver e recuperar-se das agressões antrópicas; sustentabilidade econômica: permite a manutenção de um crescimento econômico cujas variáveis não afetem de forma negativa as demais dimensões; sustentabilidade demográfica: refere-se à capacidade de suporte do planeta diante do crescimento desenfreado da população e suas conseqüentes características, como ocupação irregular do espaço, migração etc.; 4. Apud RODRIGUEZ et al., Apud GUIMARÃES; MAIA, 997. sustentabilidade cultural: refere-se à manutenção da diversidade em seu sentido mais amplo, isto é, à preservação de valores, costumes, práticas e toda e qualquer manifestação que represente a identidade de um povo, um grupo, uma nação, uma região; sustentabilidade política: está ligada ao processo de construção da cidadania, à garantia do pleno acesso dos indivíduos aos direitos e garantias fundamentais e à participação dos cidadãos nos processos de desenvolvimento; sustentabilidade institucional: projeta no próprio desenho das instituições que regulam a sociedade e a economia as dimensões sociais e políticas da sustentabilidade em seus conteúdos macro. Segundo o conceito de desenvolvimento sustentável, a exploração dos recursos, a orientação dos investimentos, o desenvolvimento tecnológico e a mudança institucional são compatíveis com o atendimento das necessidades atuais e futuras. Segundo Vierderman (994) 6, o conceito de desenvolvimento sustentável vai além da simples preservação dos recursos da natureza, inclui: Universidade Anhembi Morumbi Responsabilidade Social e Desenvolvimento Sustentável 04

6 um processo participativo que cria e almeja uma visão de comunidade que respeita e usa com prudência todos os recursos-naturais, humanos, feitos pelas pessoas, sociais, culturais, científicos, e assim por diante. Procura garantir, o máximo possível, que as gerações atuais tenham elevado grau de segurança econômica e possam ter democracia e participação popular no controle das comunidades. Paralelamente, as gerações atuais devem manter a integridade dos sistemas ecológicos dos quais dependem toda a vida e a produção. Devem também assumir responsabilidade em relação às gerações futuras, para deixar-lhes a mesma visão (p. 40). As transformações desse complexo contexto empresarial aliado ao cenário descrito no texto introdutório desta unidade têm influenciado fortemente a forma de gestão dos negócios. Essa nova forma de pensar e agir demandam também novos modelos que consigam alinhar objetivos empresariais e coletivos. Assim, a RS e o DS constituem hoje ferramentas que devem ser criadas, disseminadas e cristalizadas na cultura organizacional das empresas comprometidas com um mundo melhor. Estas práticas de responsabilidade social e sustentabilidade proporcionam às empresas que a exercitam a possibilidade de usufruir dos seguintes benefícios: 6. Apud AMARU, desenvolver relacionamentos sólidos com todos os públicos de interesse, estabelecendo confiança e respeito mútuo, e facilitando futuras negociações; valorização da imagem institucional e da marca; reconhecimento por parte da comunidade; respeito e fidelização do consumidor consciente; menor rotatividade e baixos custos de absenteísmo; engajamento dos colaboradores como o trabalho voluntário; redução do número de acidentes e afastamentos; elevação do moral dos colaboradores, gerado pela possibilidade de participar e conseqüente impacto na produtividade e qualidade; melhoria no ambiente de trabalho; treinamento em saúde e segurança no trabalho; salários mais adequados às necessidades básicas; preservação da qualidade de vida pessoal e familiar; redução de custos com recrutamento e seleção, gerados pela retenção de talentos; produtos valorizados (selos, exigências nacionais e internacionais); melhores relações com sindicato, Governo e ONGs; qualidade de gerenciamento, desencadeada pela introdução do sistema de gestão AS 8000; melhoria na cotação da bolsa de valores dos preços das ações das empresas; atração de investidores; atendimento de exigências de Bancos de fomento, quando da solicitação de créditos; eficiência e segurança dos produtos e serviços; assegurar o cumprimento das leis; padronizar comportamentos desejados dentro da empresa; grau de satisfação dos colaboradores aumentado; aumento da produtividade; desenvolvimento da inovação e criatividade; manutenção da atração dos melhores talentos; 05 Responsabilidade Social e Desenvolvimento Sustentável Universidade Anhembi Morumbi

7 combate ao trabalho infantil; mais crianças em idade escolar freqüentando a escola; criação de novos mercados e atração de novos clientes por meio de seu destaque; recursos naturais poupados pela menor agressão que passam a sofrer; possível diminuição de custos ao introduzir princípios de racionalização de consumo de recursos (naturais, energéticos, insumos etc.); reutilização e reciclagem, evitando desperdício; redução de quantidade de resíduos enviados para os aterros sanitários, protegendo as águas superficiais e subterrâneas, evitando contaminação por infiltração; melhorar a qualidade de vida no local em que está inserida; evitar pagamento de multas. Universidade Anhembi Morumbi Responsabilidade Social e Desenvolvimento Sustentável 06

8 ALBUQUERQUE, D. C. Estudo de caso do processo de sensibilização quanto à responsabilidade social empresarial na empresa Manaus Energia S. A. In: Responsabilidade social nas empresas: a contribuição das universidades. v.. p São Paulo: Peirópolis, AMARU, M. A. C. Introdução à administração. 6. ed. São Paulo: Atlas, ARMONAS, C. B. Desenvolvimento sustentável: do conceito à prática, uma questão de sobrevivência. In: Responsabilidade social nas empresas: a contribuição das universidades. v.. p São Paulo: Peirópolis, COMISSÃO MUNDIAL SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO. Nosso futuro comum. 2 ed. Rio de Janeiro: FGV, 99. DALLABRIDA, I. S. Responsabilidade social empresarial e economia de comunhão: racionalidade empresarial na construção do desenvolvimento sustentável. In: Responsabilidade social nas empresas: a contribuição das universidades. v.. p São Paulo: Peirópolis, INSTITUTO ETHOS DE EMPRESAS E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Disponível em: <http://www. ethos.org.br>. Acesso em: 2 jun OLIVEIRA, S. D. C. de; RIBEIRO, T. J. Responsabilidade social empresarial: dimensões históricas e conceituais. In: Responsabilidade social nas empresas: a contribuição das universidades. v. 4. p São Paulo: Peirópolis, 200. RIBEIRO, B. E. Responsabilidade Social: uma abordagem crítica. In: PIMENTA, Solange Maria et al. (Org.). Terceiro setor: dilemas e polêmicas. cap.. São Paulo: Saraiva, Responsabilidade Social e Desenvolvimento Sustentável Universidade Anhembi Morumbi

9 Este documento é de uso exclusivo da Universidade Anhembi Morumbi, está protegido pelas leis de Direito Autoral e não deve ser copiado, divulgado ou utilizado para outros fins que não os pretendidos pelo autor ou por ele expressamente autorizados.

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