ÍNDICE DE SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL: EVOLUÇÃO DAS PRÁTICAS DE SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL 2005 A 2008

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1 ÍNDICE DE SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL: EVOLUÇÃO DAS PRÁTICAS DE SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL 2005 A 2008 CLESTON ALEXANDRE DOS SANTOS Mestrando em Contabilidade Universidade Federal do Paraná - UFPR FÁBIO MIGUEL GONÇALVES DA COSTA Mestrando em Contabilidade Bolsista do REUNI Universidade Federal do Paraná - UFPR MÁRCIA MARIA DOS SANTOS BORTOLOCCI ESPEJO, Dra. Universidade Federal do Paraná - UFPR LUIZ PANHOCA, Dr. Universidade Federal do Paraná - UFPR

2 2 RESUMO O Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) foi criado para dar segurança aos investidores que procuravam empresas seguras, rentáveis e sustentáveis. O índice foi criado em 2005 com o intuito de remunerar melhor as empresas que praticam o desenvolvimento sustentável, sem agredir o meio ambiente, as quais já adotam em sua estratégia ações sustentáveis voltadas à geração de renda sem comprometer o bem estar das gerações futuras. Seguindo exemplos internacionais, onde já existem índices semelhantes. A BOVESPA juntamente com varias instituições, Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar - ABRAPP, Associação Nacional de Bancos de Investimentos - ANBID, Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos do Mercado de Capitais - APIMEC, Instituto Brasileiro de Governança Corporativa - IBGC, International Finance Corporation - IFC, Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social - ETHOS, Ministério do Meio Ambiente e posteriormente a Comitê Brasileiro do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente PNUMA decidiram unir esforços para criar um índice de ações que seja um referencial ( benchmark ) para os investimentos socialmente responsáveis. Estas empresas são avaliadas através de um questionário elaborado pelo Centro de Estudos de Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (CES-FGV), sendo aplicado especificamente para as empresas possuidoras das 150 ações mais negociadas na BOVESPA e as que atingirem maior pontuação conforme os parâmetros estabelecidos são inclusas no ISE. O objetivo deste estudo é justamente evidenciar as empresas, que praticam ações sustentáveis em sua atividade, gerando riquezas para seus acionistas sem agredir o meio ambiente e sem comprometer as futuras gerações. O estudo pode ser classificado como descritivo, pois a coleta de dados será documental, através dos relatórios disponibilizados pela BOVESPA, informando as empresas classificadas. Destacando que ao longe de suas edições 2005/2006, 2006/2007, 2007/2008 e 2008/2009, o ISE BOVESPA classificou 46 empresas, destas apenas 14 permanece qualificada desde sua primeira edição, a carteira atual do ISE conta com 30 empresas, de 13 setores diferentes. Os conceitos dos principais tópicos pertinentes ao conteúdo abordado são destacados no estudo: sendo evidenciados a sustentabilidade, o desenvolvimento sustentável e o índice de sustentabilidade empresarial. Palavra chave: índice de sustentabilidade, desenvolvimento sustentável e meio ambiente.

3 3 ABSTRACT The Corporate Sustainability Index (ISE) was established in 2005 by the Stock Exchange of São Paulo (BOVESPA), to give security to investors seeking safe, profitable and sustainable companies, not only focused on economic goals, but also on environmental and social goals. In order to better reward those companies that practice sustainable development without harming the environment, and already take action in its strategy aimed at sustainable generation of income without compromising the welfare of future generations; following international examples where there are already similar rates, BOVESPA, with several brazilian institutions, such as ABRAPP, ANBID, APIMEC, IBGC, IFC, ETHOS, the Ministry of Environment and also the Brazilian Committee of the United Nations Program for Environment (UNEP) agreed to work together to create an index of shares that is a reference (benchmark) for socially responsible investments. These companies are assessed through a questionnaire prepared by the Center of Studies on Sustainability of the Getúlio Vargas Foundation (FGV-CES), which is specifically applied to companies carrying the 150 most traded shares on BOVESPA, which reached the highest score as the parameters set in ISE. The goal of the study is to highlight the enterprises that have sustainable actions in its activities, providing wealth for its stock holders without harm to the environment and to future generations. This work can be classified as descriptive, whereas collection data and analysis is going to be documentary, made through BOVESPA reports, informing the classified enterprises. Throughout its editions, 2005/2006, 2006/2007, 2007/2008 and 2008/2009, the ISE BOVESPA classified 46 enterprises, only 14 of these remain qualified since its first edition, the ISE current portfolio has 30 enterprises from 13 diferent sectors. The concepts of the main topics of the content are shown with focus in sustainability, sustainable development and the Corporate Sustainability Index (ISE). Key words: Sustainability Index, sustainable development, environment. 1 INTRODUÇÃO A inserção da sustentabilidade nos modelos de gestão das empresas tem sido foco de diversos grupos de interesse os stakeholders (Campos & Lemme, 2008). Este interesse surgiu para atender uma demanda imposta pela sociedade, exigindo que empresas fossem

4 4 socialmente responsáveis, possuindo planos e ações que compreendessem as dimensões ética, social e ambiental (Gonçalves, Pirani & Borges, 2007). Diante disso, as companhias passaram a incorporar a sustentabilidade em seu plano estratégico, evidenciando em seus relatórios as questões ambientais, adotar sistemas de gestão ambiental e investindo em procedimentos que reduzam os impactos que sua atividade causa ao meio ambiente (Rover, Borba & Borgert, 2008). Alertando para importância da questão ambiental para as empresas Ribeiro (2006) comenta: Tornou-se importante pela sua magnitude dos efeitos danosos ao meio ambiente e à sociedade pelas empresas... Assim sendo, tornou-se elemento indispensável na gestão estratégica de empresas consideradas potencialmente poluidoras. (p. 155) Muito se tem discutido quanto à importância das ações sustentáveis praticado pelas empresas. Atentos a esses movimentos, o mercado financeiro têm buscado criar, índices capazes de refletir ações e iniciativas dessas naturezas. (Cavalcante, Bruni & Costa, 2008). É neste sentido que foi criado o ISE Índice de Sustentabilidade Empresarial BOVESPA, para proporcionar maior segurança aos investidores e, conseqüentemente, reduzir seus custos de captação de recursos, evidenciando as empresas que praticam e demonstram suas ações sustentáveis, gerando suas riquezas sem agredir o meio ambiente e sem sacrificar o futuro das novas gerações. A questão que orienta o presente estudo é conhecer quais empresas participam e já participaram do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BOVESPA? O objetivo desta pesquisa é compor um histórico das empresas participantes do índice de sustentabilidade da Bovespa, identificando aquelas que fazem ou fizeram parte desse indicador ao longo do tempo. Segundo Ribeiro (2006) Ao relacionar desenvolvimento econômico e a preservação do meio ambiente, a Organização das Nações Unidas (ONU), define o desenvolvimento sustentável como aquele que atende às necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras em satisfazê-las. (p. 06) A propagação da definição da ONU evidencia a necessidade da mudança no pensamento e na cultura da sociedade, para desenvolver processos de exploração de recursos, valorizando os potenciais presentes e futuros. As aplicações, denominadas investimentos socialmente responsáveis (SRI), consideram que empresas sustentáveis geram valor para o acionista no longo prazo, pois estão mais preparadas para enfrentar riscos econômicos, sociais e ambientais. Essa demanda veio se

5 5 fortalecendo ao longo do tempo e hoje é amplamente atendida por vários instrumentos financeiros no mercado internacional (www.bovespa.com.br). O estudo está estruturado em cinco tópicos. No primeiro uma introdução sobre o tema a ser pesquisado, no segundo tópico uma revisão da literatura dos assuntos abordados: sustentabilidade, desenvolvimento sustentável e índice de sustentabilidade empresarial. No terceiro o design da pesquisa abordando a metodologia utilizada: na seqüência a análise dos dados e por fim as considerações finais. 2 REVISÃO DA LITERATURA Este item abordará os conceitos e os relatos sobre os temas destacados na presente pesquisa, os quais são evidenciados a seguir: 2.1 SUSTENTABILIDADE O termo sustentabilidade surgiu na década de 80, originado de uma conscientização que os países precisavam descobrir maneiras de promover o crescimento de suas economias sem destruir o meio ambiente ou sacrificar o bem-estar das futuras gerações (Savitz & Weber, 2007). Segundo Bassetto (2007) a sustentabilidade, para as empresas, torna-se um ambiente em que o negócio passa por uma gestão comprometida a promover o crescimento e gerar lucro, com melhor e maior inclusão social e sem causar danos aos seres vivos e sem destruir o meio ambiente. (p. 31) Uma empresa sustentável é a que contribui para o desenvolvimento sustentável global, através da geração de benefícios econômicos, ambientais e sociais. E existe uma lógica estratégica para a busca do valor sustentável nas organizações (Hart, 2003, citado por Oliveira & Barbieri, 2007). A motivação da sustentabilidade global esta diretamente ligada às novas tecnologias e a pressão que os e stakeholders exercem nas empresas para melhor aproveitar os recursos naturais e diminuir os impactos ambientais. A sustentabilidade envolve estratégia, gestão e lucro. As dimensões econômicas sociais e ambientais geram riscos e oportunidades que estão mudando profundamente os setores de atividades e os negócios em geral (Savitz & Weber, 2007). A busca por produtos

6 6 alternativos, empresas que se utilizam de práticas mais saudáveis, estão fazendo com quês seus gestores se atentem a estes detalhes. Pois é isso que os investidores estão procurando. As organizações conforme Ribeiro (2006): Ao mesmo tempo em que produz riquezas, proporciona os mínimos riscos possíveis à saúde, limitar a utilização dos recursos naturais renováveis aos seus níveis de recomposição, ponderar ao máximo o emprego dos recursos naturais não renováveis, e minimizar os efeitos nocivos do processo produtivo. Ao atender a esses requisitos, poderemos atingir as condições de sustentabilidade. (p. 08) Seguindo este mesmo pensamento a respeito das perspectivas para uma sociedade melhor Rovere, Andrade e Barata (2006) complementa: É ao cenário da Sustentabilidade que desejamos chegar, mas estamos vivendo no mundo de referência, semelhante ao mundo convencional, o qual é controlado pelas forças de mercado e pelas forças políticas. É neste contexto que os profissionais de contabilidade, podem ser considerados como agentes de mudança para ajudar a conduzir estas forças para a construção de um mundo melhor. Seu apoio seria fundamental para estimular as iniciativas de adoção da ecoeficiência e a aplicação das normas ambientais nas atividades empresariais. (p. 05) Conforme Van Bellen (2003) a sustentabilidade requer um padrão de vida dentro dos limites impostos pela natureza. Utilizando uma metáfora econômica, deve se viver dentro da capacidade do capital natural (p. 07). Principalmente porque este capital é limitado, e de fundamental importância para a continuidade da espécie humana sobre a terra, as tendências mostram uma população com um consumo médio crescentes, e um decréscimo simultâneo deste mesmo capital. 2.2 DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL A preocupação com a preservação do meio ambiente, e uma melhor condição socioeconômica para a sociedade, fez surgir o conceito de desenvolvimento sustentável, que é o processo de crescimento da economia, e uma melhor qualidade do meio ambiente e da sociedade para benefício das gerações presentes e futuras (Parente & Ferreira, 2007). Para Barszcz (2007) Uma vez que as ações voltadas ao desenvolvimento sustentável condicionam a sustentabilidade empresarial, passaram a ser pauta da gestão estratégica das empresas, norteando o desenvolvimento de objetivos, políticas e missões empresariais (p.

7 7 16). Diante das novas preocupações, as empresas que buscam a sustentabilidade empresarial, passaram a focar não somente os objetivos econômicos, mas também ambientais e sociais, visando às gerações e as próprias necessidades futuras. Conforme Ribeiro (2006): A busca de qualidade de vida pelo homem moderno estimulou as companhias a se interessar por instrumentos de aferição de seu desempenho nessa área. O Balanço Social surgiu para satisfazer essa nova necessidade... passaram a inserir a variável social em suas decisões e, além disso, divulgar suas ações... já na década de 1980, especialistas ressaltavam a crescente necessidade de ampliar a sua responsabilidade e revisar seu papel e missão na sociedade, o que requeria conceituar a expressão responsabilidade social. Surgia, então, uma nova ética empresarial. (p. 24) Segundo Sousa (2006) A relação e os projetos com a comunidade ou as benfeitorias para o público interno são elementos fundamentais e estratégicos para a prática de Responsabilidade Social (p. 16) uma forma de melhorar a qualidade de vida através de ações voltadas para a comunidade e seus colaboradores. A responsabilidade social da empresa conforme Ribeiro (2006); Deveria voltar-se à eliminação e/ou redução dos efeitos negativos do processo produtivo e à preservação dos recursos naturais, principalmente, os não renováveis, por meio de adoção de tecnologias eficientes... seu papel deveria ir além do cumprimento das exigências legais... deveria visar, também, ao bem estar social presente e futuro, além de tornar públicos e claros seus empreendimentos nesse sentido. (p. 43) As empresas podem e devem fazer mais que o exigido legalmente, esta prática garantiria o futuro de sua atividade, esse benefício refletiria na sociedade e para as futuras gerações. 2.3 ÍNDICE DE SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL A procura por investimentos socialmente responsáveis (SRI), empresas sustentáveis que geram valor para o acionista no longo prazo, estando preparadas para enfrentar riscos econômicos, sociais e ambientais. por parte dos investidores tem determinado a criação de índices de ações, para identificar as empresas que incorporem esses conceitos em diversos países (Silva & Quelhas, 2006).

8 8 Em 2005 a Bovespa lançou o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE). A Bolsa de São Paulo foi a quarta a desenvolver um índice para aferir a governança e a responsabilidade social e ambiental das empresas mais negociadas em seus pregões (SOUSA, 2006, p. 118). Seguindo uma tendência internacional, que busca investidores que procuram empresas que exercem práticas de sustentabilidade. Seguindo esta tendência mundial a Bovespa juntamente com varias instituições Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar - ABRAPP, Associação Nacional de Bancos de Investimentos - ANBID, Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos do Mercado de Capitais - APIMEC, Instituto Brasileiro de Governança Corporativa - IBGC, International Finance Corporation - IFC, Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social - ETHOS, Ministério do Meio Ambiente e posteriormente a Comitê Brasileiro do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente PNUMA, decidiram unir esforços para criar um índice de ações que seja um referencial ( benchmark ) para os investimentos socialmente responsáveis, o ISE Índice de Sustentabilidade Empresarial (www.bovespa.com.br). Segundo a Bovespa, o ISE tem por objetivo refletir o retorno de uma carteira composta por ações de empresas com reconhecido comprometimento com a responsabilidade social e a sustentabilidade empresarial, e também atuar como promotor das boas práticas no meio empresarial brasileiro. (www.bovespa.com.br) Para avaliar as 150 ações mais negociadas na Bovespa, o conselho decidiu contratar uma instituição apta a mensurá-las através de questionários. A instituição escolhida foi Centro de Estudos de Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (CES-FGV), que se utiliza do conceito do TBL triple bottom line (desenvolvido pela empresa de consultoria inglesa SustainAbility). O conceito TBL envolve a avaliação de elementos ambientais, sociais e econômico-financeiros. No questionário do ISE, a esses princípios de TBL foram acrescidos mais três grupos de indicadores: a) critérios gerais; b) critérios de natureza do produto; e c) critérios de governança corporativa. As dimensões ambiental, social e econômico-financeira foram divididas em quatro conjuntos de critérios: a) políticas (indicadores de comprometimento); b) gestão (indicadores de programas, metas e monitoramento); c) desempenho; e d) cumprimento legal. As empresas são avaliadas a partir do questionário que reflete, além das características das empresas, sua atuação nas dimensões econômica, ambiental e social, governança corporativa e a natureza de seus produtos. Este questionário é voluntário, e demonstra o comprometimento da empresa com as questões de sustentabilidade, consideradas cada vez mais importantes no mundo. (www.bovespa.com.br)

9 9 Conforme a Bovespa: O ISE Índice de Sustentabilidade Empresarial é um índice que mede o retorno total de uma carteira teórica composta por ações de empresas com reconhecido comprometimento com a responsabilidade social e a sustentabilidade empresarial (no máximo 40). Tais ações são selecionadas entre as mais negociadas na BOVESPA em termos de liquidez, e são ponderadas na carteira pelo valor de mercado das ações disponíveis à negociação. (www.bovespa.com.br) O índice é calculado pela Bovespa em tempo real ao longo do pregão, considerando os preços dos últimos negócios efetuados no mercado à vista. As ações integrantes do ISE são selecionadas entre as mais negociadas na Bovespa em termos de liquidez e ponderadas na carteira pelo valor de mercado dos ativos disponíveis à negociação. (www.bovespa.com.br) 3 DESIGN DA PESQUISA Para atingir os objetivos determinados na pesquisa é necessário planejar e evidenciar a metodologia a ser utilizada durante o trabalho, conforme Cooper e Schindler (2003, p. 129), quanto ao objetivo este estudo pode ser classificado como descritivo e quanto à dimensão tempo transversal. A coleta de dados foi documental, em que os pesquisadores organizaram as informações coletadas. A população analisada no estudo foi as empresas classificadas no Índice de Sustentabilidade Empresarial - ISE - pela Bolsa de Valores de São Paulo - Bovespa. Desde 2005 as 150 ações mais negociadas são avaliadas através de um questionário e conforme o desempenho é classificado no ISE. 4 ANÁLISE DOS DADOS A primeira carteira do ISE 2005/2006, entrou em vigor a partir de 01 de dezembro de 2005, composta por 28 empresas de 13 setores diferentes destacadas no quadro 01, que foram classificadas com alto grau de comprometimento com a sustentabilidade e responsabilidade social.

10 10 Quadro 01 - Empresas Qualificadas no ISE BOVESPA 2005/2006 EMPRESA SETOR ECONÔMICO EMPRESA SETOR ECONÔMICO ALL AMERICA LAT TRANSPORTE FERROVIÁRIO ELETROBRAS ENERGIA ELÉTRICA ARACRUZ PAPEL E CELULOSE ELETROPAULO ENERGIA ELÉTRICA ARCELOR BR SIDERURGIA/METALÚRGICA EMBRAER MATERIAL DE TRANSPORTE BANCO DO BRASIL FINANCEIRO GOL TRANSPORTE AÉREO BRADESCO FINANCEIRO IOCHPE-MAXION MATERIAL DE TRANSPORTE BRASKEM PETROQUÍMICO ITAUBANCO FINANCEIRO CCR RODOVIAS EXPLORAÇÃO DE RODOVIAS ITAÚSA FINANCEIRO CELESC ENERGIA ELÉTRICA NATURA PROD USO PESSOAL/LIMPEZA CEMIG ENERGIA ELÉTRICA PERDIGÃO CARNES E DERIVADOS CESP ENERGIA ELÉTRICA SUZANO PAP CEL PAPEL E CELULOSE COPEL ENERGIA ELÉTRICA TRACTEBEL ENERGIA ELÉTRICA COPESUL ENERGIA ELÉTRICA UNIBANCO FINANCEIRO CPFL ENERGIA ENERGIA ELÉTRICA VCP PAPEL E CELULOSE DASA ANÁLISE E DIAGNÓSTICO WEG MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Fonte: Dados da pesquisa Destas empresas 32% pertencem ao setor de energia elétrica, 18% do setor financeiro, 11% do setor de papel e celulose, 7% do setor de material de transporte, 7% do setor de transporte e os outros setores representam 25%, das empresas classificadas no ISE 2005/2006, conforme exposto na figura 01. FIGURA 01 SETOR ECONÔMICO 2005/2006 PARTICIPAÇÃO NO ISE Fonte: Dados da pesquisa

11 11 Em 01 de dezembro de 2006, entrou em vigor a carteira ISE 2006/2007, houve sua primeira renovação. São 34 empresas de 14 setores, conforme quadro 02. Houve uma mudança significativa, após uma nova análise dos questionários enviados as empresas com maior movimentação na BOVESPA, foram selecionadas mais 10 empresas para participar do ISE: Acesita, Coelce, Energias BR, Gerdau, Gerdau Metalúrgica, Localiza, Petrobras, Suzano Petr., TAM S/A e a Ultrapar. Foram excluídas: Cesp, Copesul, Eletrobrás e a WEG. As empresas que foram excluídas do ISE não conseguiram alcançar os requisitos necessários para serem classificadas novamente, com isso outras 10 empresas preocupadas com a sustentabilidade alcançaram o índice. Quadro 02 - Empresas Qualificadas no ISE BOVESPA 2006/2007 EMPRESA SETOR ECONÔMICO EMPRESA SETOR ECONÔMICO ACESITA SIDERURGIA/METALÚRGICA GERDAU SIDERURGIA/METALÚRGICA ALL AMERICA LAT TRANSPORTE FERROVIÁRIO GERDAU MET SIDERURGIA/METALÚRGICA ARACRUZ PAPEL E CELULOSE GOL TRANSPORTE AÉREO ARCELOR BR SIDERURGIA/METALÚRGICA IOCHPE-MAXION MATERIAL DE TRANSPORTE BANCO DO BRASIL FINANCEIRO ITAUBANCO FINANCEIRO BRADESCO FINANCEIRO ITAÚSA FINANCEIRO BRASKEM PETROQUÍMICO LOCALIZA ALUGUEL DE CARRO CCR RODOVIAS EXPLORAÇÃO DE RODOVIAS NATURA PROD USO PESSOAL/LIMPEZA CELESC ENERGIA ELÉTRICA PERDIGÃO CARNES E DERIVADOS CEMIG ENERGIA ELÉTRICA PETROBRAS PETRÓLEO, GÁS E BIOCOMB COELCE ENERGIA ELÉTRICA SUZANO PAP CEL PAPEL E CELULOSE COPEL ENERGIA ELÉTRICA SUZANO PETR PETROQUÍMICO CPFL ENERGIA ENERGIA ELÉTRICA TAM S/A TRANSPORTE AÉREO DASA ANÁLISE E DIAGNÓSTICO TRACTEBEL ENERGIA ELÉTRICA ELETROPAULO ENERGIA ELÉTRICA ULTRAPAR FINANCEIRO EMBRAER MATERIAL DE TRANSPORTE UNIBANCO FINANCEIRO ENERGIAS BR ENERGIA ELÉTRICA VCP PAPEL E CELULOSE Fonte: Dados da pesquisa Entre as 34 empresas classificadas na carteira ISE 2006/2007, 23% pertencem ao setor de energia elétrica, 18% do setor financeiro, 12% do setor de siderurgia e metalúrgica, 09% do setor de papel e celulose, 6% do setor de material de transporte, 6% do setor petroquímico, 6% do setor de transporte aéreo e os outros setores representam 20%, das empresas classificadas no ISE, conforme exposto na figura 02.

12 12 FIGURA 02 SETOR ECONÔMICO 2006/2007 PARTICIPAÇÃO NO ISE Fonte: Dados da pesquisa O mesmo processo de avaliação ocorreu com a terceira carteira do ISE 2007/2008, destacada no quadro 03, que teve seu inicio em 01 de dezembro de 2007, e foram selecionadas mais 07 empresas para participar do índice: AES Tiete, Cesp, Eletrobrás, Light S/A., Sabesp, Sadia e a WEG. Foram excluídas: ALL, Celesc, GOL, Itaúsa, Localiza, TAM, Ultrapar, Unibanco e Arcelor BR. Formando uma nova carteira com 32 empresas de 13 setores. Com a divulgação do índice novas empresas começaram a divulgar suas ações sustentáveis para se enquadrar na classificação do ISE, observando que as empresas já participantes tiveram destaque no na valorização de suas ações.

13 13 Quadro 03 - Empresas Qualificadas no ISE BOVESPA 2007/2008 EMPRESA SETOR ECONÔMICO EMPRESA SETOR ECONÔMICO ACESITA SIDERURGIA/METALÚRGICA ENERGIAS BR ENERGIA ELÉTRICA AES TIETE ENERGIA ELÉTRICA GERDAU SIDERURGIA/METALÚRGICA ARACRUZ PAPEL E CELULOSE GERDAU MET SIDERURGIA/METALÚRGICA BANCO DO BRASIL FINANCEIRO IOCHPE-MAXION MATERIAL DE TRANSPORTE BRADESCO FINANCEIRO ITAUBANCO FINANCEIRO BRASKEM PETROQUÍMICO LIGHT S/A ENERGIA ELÉTRICA CCR RODOVIAS EXPLORAÇÃO DE RODOVIAS NATURA PROD USO PESSOAL/LIMPEZA CEMIG ENERGIA ELÉTRICA PERDIGÃO CARNES E DERIVADOS CESP ENERGIA ELÉTRICA PETROBRAS PETRÓLEO, GÁS E BIOCOMB. COELCE ENERGIA ELÉTRICA SABESP ÁGUA E SANEAMENTO COPEL ENERGIA ELÉTRICA SADIA S/A CARNES E DERIVADOS CPFL ENERGIA ENERGIA ELÉTRICA SUZANO PAP CEL PAPEL E CELULOSE DASA ANÁLISE E DIAGNÓSTICO SUZANO PETR PETROQUÍMICO ELETROBRAS ENERGIA ELÉTRICA TRACTEBEL ENERGIA ELÉTRICA ELETROPAULO ENERGIA ELÉTRICA VCP PAPEL E CELULOSE EMBRAER MATERIAL DE TRANSPORTE WEG MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Fonte: Dados da pesquisa As empresas classificadas no ISE 2007/2008, fazem parte de vários setores da economia nacional, 35% pertencem ao setor de energia elétrica, 10% do setor financeiro, 09% do setor de papel e celulose, 09% do setor de siderurgia e metalúrgica, 06% do setor de carnes e derivados, 6% do setor de material de transporte, 6% do setor petroquímico, e os outros setores representam 19%, das empresas classificadas no ISE, conforme exposto na figura 03.

14 14 FIGURA 03 SETOR ECONÔMICO 2007/2008 PARTICIPAÇÃO NO ISE Fonte: Dados da pesquisa A quarta carteira e atual 2008/2009 são formadas por 30 empresas conforme quadro 04, vigorará até 30 de novembro de 2009, nesta última renovação houve o ingresso de mais 06 empresas; Celesc, Duratex, Odontoprev, Telemar, TIM e o Unibanco. Foram excluídas: Acesita, Aracruz, CCR Rodovias, Copel, Iochpe-Maxion, Petrobrás e a WEG. A Acesita foi excluída porque seu capital foi fechado. Nesta última atualização do índice algumas empresas importantes no cenário nacional, foram excluídas, e este fato foi importante por mostrar a seriedade e o rigor da avaliação do ISE.

15 15 Quadro 04 - Empresas Qualificadas no ISE BOVESPA 2008/2009 EMPRESA SETOR ECONÔMICO EMPRESA SETOR ECONÔMICO AES TIETE ENERGIA ELÉTRICA GERDAU SIDERURGIA/METALÚRGICA BANCO DO BRASIL FINANCEIRO GERDAU MET SIDERURGIA/METALÚRGICA BRADESCO FINANCEIRO ITAUBANCO FINANCEIRO BRASKEM PETROQUÍMICO LIGHT S/A ENERGIA ELÉTRICA CELESC ENERGIA ELÉTRICA NATURA PROD USO PESSOAL/LIMPEZA CEMIG ENERGIA ELÉTRICA ODONTOPREV ANÁLISE E DIAGNÓSTICO CESP ENERGIA ELÉTRICA PERDIGÃO CARNES E DERIVADOS COELCE ENERGIA ELÉTRICA SABESP ÁGUA E SANEAMENTO CPFL ENERGIA ENERGIA ELÉTRICA SADIA S/A CARNES E DERIVADOS DASA ANÁLISE/ DIAGNÓSTICO SUZANO PAP CEL PAPEL E CELULOSE DURATEX MADEIRA TELEMAR TELECOMUNICAÇÕES ELETROBRAS ENERGIA ELÉTRICA TIM PART S/A TELECOMUNICAÇÕES ELETROPAULO ENERGIA ELÉTRICA TRACTEBEL ENERGIA ELÉTRICA EMBRAER MAT TRANSPORTE UNIBANCO FINANCEIRO ENERGIAS BR ENERGIA ELÉTRICA VCP PAPEL E CELULOSE Fonte: Dados da pesquisa Estas empresas fazem parte de vários setores da economia, conforme figura 04, 37% pertencem ao setor de energia elétrica, 13% do setor financeiro, 06% do setor de análise e diagnóstico, 06% do setor de carnes e derivados, 07% do setor de papel e celulose, 07% do setor de siderurgia e metalúrgica, 07% do setor de telecomunicação, e os outros setores representam 17%, das empresas classificadas no ISE, conforme exposto na figura 04. FIGURA 04 SETOR ECONÔMICO 2008/2009 PARTICIPAÇÃO NO ISE Fonte: Dados da pesquisa

16 16 O ISE evidencia o retorno de uma carteira composta por empresas com os melhores desempenhos em todas as dimensões que medem a sustentabilidade empresarial. Foi criado para se tornar benchmark (marca de referência) para o investimento socialmente responsável e também indutor de boas práticas no meio empresarial brasileiro (BOVESPA, 2008). As empresas, para participar do índice, devem estar comprometidas com a sustentabilidade em todos os itens avaliados, pois o mercado exige, e os investidores querem esta segurança para seus investimentos. 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS A pesquisa evidenciou as 46 empresas conforme quadro 05, que foram classificadas no ISE Bovespa, ao longo de sua existência divulgando suas práticas de sustentabilidade que é o foco principal do índice. Apenas 30% das empresas se mantêm classificadas desde sua criação, participando em todas as edições do índice. São elas: Banco do Brasil, Bradesco, Braskem, Cemig, CPFL Energia, DASA, Eletropaulo, Embraer, Itaubanco, Natura, Perdigão, Suzano Papel e Celulose, Tractebel e a VCP. As empresas Aracruz, CCR Rodovias, Copel e a Iochpe-Maxion, ingressaram no índice em sua primeira edição 2005/2006, mas foram excluídas nesta última atualização 2008/2009. Por algum motivo não conseguiram atingir a pontuação para manter-se dentre as empresas que compoem o indicador. Quadro 05 Todas as empresas Qualificadas no ISE BOVESPA /6 até 2008/9. EMPRESA SETOR ECONÔMICO 2005/6 2006/7 2007/8 2008/9 ACESITA SIDERURGIA E METALÚRGICA X X AES TIETE ENERGIA ELÉTRICA X X ALL AMERICA LAT TRANSPORTE FERROVIÁRIO X X ARACRUZ PAPEL E CELULOSE X X X ARCELOR BR SIDERURGIA E METALÚRGICA X X BANCO DO BRASIL FINANCEIRO X X X X BRADESCO FINANCEIRO X X X X BRASKEM PETROQUÍMICO X X X X CCR RODOVIAS EXPLORAÇÃO DE RODOVIAS X X X CELESC ENERGIA ELÉTRICA X X X CEMIG ENERGIA ELÉTRICA X X X X CESP ENERGIA ELÉTRICA X X X COELCE ENERGIA ELÉTRICA X X X COPEL ENERGIA ELÉTRICA X X X

17 17 COPESUL ENERGIA ELÉTRICA X CPFL ENERGIA ENERGIA ELÉTRICA X X X X DASA ANÁLISE E DIAGNÓSTICO X X X X DURATEX MADEIRA X ELETROBRAS ENERGIA ELÉTRICA X X X ELETROPAULO ENERGIA ELÉTRICA X X X X EMBRAER MATERIAL DE TRANSPORTE X X X X ENERGIAS BR ENERGIA ELÉTRICA X X X GERDAU SIDERURGIA E METALÚRGICA X X X GERDAU MET SIDERURGIA E METALÚRGICA X X X GOL TRANSPORTE AÉREO X X IOCHPE-MAXION MATERIAL DE TRANSPORTE X X X ITAUBANCO FINANCEIRO X X X X ITAÚSA FINANCEIRO X X LIGHT S/A ENERGIA ELÉTRICA X X LOCALIZA ALUGUEL DE CARRO X NATURA PROD USO PESSOAL E LIMPESA X X X X ODONTOPREV ANÁLISE E DIAGNÓSTICO X PERDIGÃO CARNES E DERIVADOS X X X X PETROBRAS PETRÓLEO, GÁS E BIOCOMB X X SABESP ÁGUA E SANEAMENTO X X SADIA S/A CARNES E DERIVADOS X X SUZANO PAP CEL PAPEL E CELULOSE X X X X SUZANO PETR PETROQUÍMICO X X TAM S/A TRANSPORTE AÉREO X TELEMAR TELECOMUNICAÇÕES X TIM PART S/A TELECOMUNICAÇÕES X TRACTEBEL ENERGIA ELÉTRICA X X X X ULTRAPAR FINANCEIRO X UNIBANCO FINANCEIRO X X X VCP PAPEL E CELULOSE X X X X WEG MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS X X Fonte: Dados da pesquisa Recomenda-se futuras pesquisas para evidenciar as práticas e ações sustentáveis realizadas pelas empresas, como uma forma de divulgar e incentivar a sustentabilidade e a preservação ambiental. Buscando mais investidores comprometidos com o desenvolvimento sustentável e o bem estas da sociedade e das futuras gerações.

18 18 REFERÊNCIAS BARSZCZ, S. H. (2007). Mapeamento estratégico empresarial através do modelo de Balanced Scorecard de sustentabilidade na indústria Lactobom. Dissertação de Mestrado, Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, Gestão Industrial, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Ponta Grossa, PR. BASSETTO, L. I. (2007). A Sustentabilidade empresarial um estudo baseado no relatório de uma concessionária de energia. Dissertação de Mestrado, Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, Gestão Industrial, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Ponta Grossa, PR. BOVESPA - Bolsa de valores de São Paulo. Informações, índice ISE. Recuperado em 06 de novembro, 2008, CAMPO, F. M., & LEMME, C. F. (2008). Incorporação das questões ambientais e sociais nos investimentos no mercado de capitais: análise do desempenho de índices internacionais e fundos de ações nacionais baseados no conceito de investimento socialmente responsável [CD-ROM]. In: Anais do XXXII Encontro da ANPAD EnANPAD, 32. Rio de Janeiro. Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração. CAVALCANTE, L. R. M. T., BRUNI, A. L. & COSTA, F. J. M. (2008) Sustentabilidade empresarial e valor da empresa: um estudo de eventos no mercado brasileiro de ações [CD-ROM]. In: Anais do XXXII Encontro da ANPAD EnANPAD, 32. Rio de Janeiro. Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração. COOPER, D. R. & SCHINDLER, P. S. (2003). Métodos de pesquisa em administração. (7a ed.). Porto Alegre: Bookman. GONÇALVES, R. C. M. G. & PIRANI, D. C. (2007). Qualidade das informações sobre responsabilidade social divulgadas pelos bancos privados com ações listadas no índice de sustentabilidade empresarial da Bovespa [CD-ROM]. In: Anais do XXXI Encontro da ANPAD EnANPAD, 31. Rio de Janeiro. Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração. HART, S. M, M. (2003). Creating sustainable value. Academy of Management Executive, v. 17, n. 2, p , OLIVEIRA, A. E. M. & BARBIERI, J. C. (2007). Inovação nos sistemas de gestão de desempenho das empresas sustentáveis [CD-ROM]. In: Anais do XXXI Encontro da ANPAD EnANPAD, 31. Rio de Janeiro. Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração. PARENTE, A. & FERREIRA, E. (2007). Indicadores de sustentabilidade ambiental: um estudo do Ecological Footprint Method do município de Joinville SC [CD-ROM]. In: Anais do XXXI Encontro da ANPAD EnANPAD, 31. Rio de Janeiro. Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração. RIBEIRO, M. S. (2006). Contabilidade Ambiental. São Paulo: Saraiva.

19 19 ROVERE, E. L. L., ANDRADE, E. S. M., & BARATA, M. M. L. (2006, novembro/dezembro). A profissão contábil no viés da sustentabilidade. Pensar Contábil, 8(34), p Recuperado em 15 de outubro, 2008, da Revista CRC: ROVER, S., BORBA, J. A., & BORGERT, A. (2008, janeiro/abril). Como as empresa classificadas no índice de sustentabilidade empresarial (ISE) evidenciam os custos e investimentos ambientais. Custos e Agronegócio Online, 4(1), p Recuperado em 28 de novembro, 2008, da Custos e Agronegócio online: SOUSA, A. C. C. (2006). Responsabilidade social e desenvolvimento sustentável: a incorporação dos conceitos à estratégia da empresa. Dissertação de Mestrado, Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Ciência e Planejamento Energético, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. SAVITZ, A. W., & WEBER, K. (2007). A empresa sustentável: o verdadeiro sucesso é o lucro com responsabilidade social e ambiental. Rio de Janeiro: Elsevier. SILVA, L. S. A. & QUELHAS, O. L. G. (2006, setembro/dezembro). Sustentabilidade empresarial e o impacto no custo de capital próprio das empresas de capital aberto. Gestão e Produção, 13(3), p Recuperado em 28 de novembro, 2008, da revista Gestão e Produção: VAN BELLEN, H. M. (2004, janeiro/junho). Desenvolvimento sustentável. Uma descrição das principais ferramentas de avaliação. Ambiente & Sociedade, 7(1), p Recuperado em 18 de outubro, 2008, da SciELO (Scientific Eletrocnic Library On line):

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