REGIMENTO INTERNO DE ARBITRAGEM FEDERAÇÃO DE TRIATHLON DE SANTA CATARINA - FETRISC

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "REGIMENTO INTERNO DE ARBITRAGEM FEDERAÇÃO DE TRIATHLON DE SANTA CATARINA - FETRISC"

Transcrição

1 1 REGIMENTO INTERNO DE ARBITRAGEM FEDERAÇÃO DE TRIATHLON DE SANTA CATARINA - FETRISC CAPÍTULO I DO OBJETIVO E DA FINALIDADE Art. 1º O presente Regimento, subordinado ao Estatuto da Federação de Triathlon de Santa Catarina - FETRISC e à legislação vigente, tem como objetivo a organização da FETRISC, visando elencar as atitudes e ações freqüentes no trabalho dos árbitros de Triathlon, se apresentando como norma interna complementar ao Estatuto da Federação. Art. 2º Este regimento tem por finalidade: a) Organizar e consolidar as normas para o funcionamento da Equipe de Arbitragem da FETRISC; b) Organizar procedimentos na realização de eventos desportivos; c) Sintetizar atribuições, obrigações, deveres, funções e disciplinas dos árbitros e pessoas vinculadas à FETRISC; d) Orientar diretores, departamentos, representantes nomeados e associados. CAPÍTULO II DOS ÁRBITROS Art. 3º - Para compor o quadro de árbitros da Federação de Triathlon de Santa Catarina, é necessário a apresentação de diploma de curso de formação de árbitro de Triathlon, reconhecido por Federação de Triathlon de qualquer estado da nação ou pela Confederação Brasileira de Triathlon (CBTRI). Art. 4º - Todos os anos a diretoria da FETRISC buscará organizar cursos de arbitragem de Triathlon nas principais cidades do estado de Santa Catarina, com o objetivo de formar novos árbitros e disponibilizar atualização aos já árbitros. Parágrafo Único: A participação do árbitro em pelo menos um curso anual de Triathlon, em qualquer localidade, é de caráter obrigatório. Art. 5º - Os cursos de arbitragem apresentarão as regras da União Internacional do Triathlon (ITU) e os deveres e postura do árbitro, além de conteúdos de interesse da categoria. Art. 6º - Aos árbitros e aos novos é necessário um aproveitamento de no mínimo 70% no curso de atualização ou de formação.

2 2 CAPÍTULO III DA CLASSIFICAÇÃO Art. 7º - Após a aprovação no curso de formação ou da comprovação caso seja de outra federação o árbitro receberá a seguinte classificação: a) Árbitro lniciante: Todos os árbitros recém-formados com pelo menos um curso de arbitragem e que tenham atuação comprovada em competições de Triathlon no decorrer de um ano. b) Árbitro Estadual: Todos os árbitros com dois ou mais cursos de arbitragem e que tenham atuação comprovada em competições estaduais de Triathlon no decorrer de dois anos. c) Árbitro Nacional: Todos os árbitros aprovados em dois ou mais cursos de arbitragem, e que tenham atuação comprovada em competições nacionais de Triathlon no decorrer de dois anos. d) Árbitro Internacional: Todos os árbitros que tenham atuado em competições internacionais via convocação da Confederação Brasileira de Triathlon CBTRI ou União Internacional de Triathlon ITU. CAPÍTULO VI DA CONVOCAÇÃO Art. 8º São convocáveis para atuar em competições de Triathlon todos os árbitros cadastrados à FETRISC. Art. 9º - Outros critérios de convocação poderão ser utilizados pelo Presidente ou Diretor de Arbitragem da FETRISC. Art. 10º - A convocação é realizada via ou telefone, com prazo limite para resposta de confirmação. Parágrafo Primeiro - A confirmação do árbitro em resposta a uma convocação não resulta em garantia de participação para aquela competição. Parágrafo Segundo - O árbitro que responder a convocação depois do prazo estipulado será inserido em uma lista de árbitros reservas para aquela convocação. Art. 11º - A participação de um árbitro em competições nacionais será mediante convocação da CBTRI.

3 3 CAPÍTULO V DA APRESENTAÇÃO Art. 12º- O horário de apresentação dos árbitros para competições deve sempre ser respeitado e será informado no de confirmação da equipe escalada para aquele evento. Art. 13º- O desrespeito ao horário de apresentação poderá causar punições ao árbitro como descontos na taxa de arbitragem da etapa e/ou cancelamento de sua participação na competição e/ou em outras provas. Parágrafo Único - A punição será estabelecida pelo Conselho Técnico de Arbitragem composto pelo presidente, diretor técnico, diretor de arbitragem e um representante dos árbitros da FETRISC. Este último será escolhido em reunião geral da arbitragem e o mandato será de um ano, sendo permitido apenas uma recondução. CAPÍTULO VI DOS UNIFORMES Art. 14º - O uso do uniforme nas competições de Triathlon é de caráter obrigatório e deve ser usado o conjunto completo. Art. 15º - O árbitro em sua primeira atuação oficial, pós curso de formação, terá obrigatoriamente sua taxa de arbitragem substituída pelo fornecimento do uniforme. Art. 16º - O uniforme é composto por: calça, bermuda, camiseta, viseira ou boné e poderá ser acrescido de um agasalho. Art. 17º - O árbitro que apresentar-se sem o uniforme será advertido. CAPÍTULO VII OUTRAS OBRIGAÇÕES DOS ARBITROS Art. 18º - Os árbitros devem: a) Manter atualizado os dados cadastrais junto à FETRISC; b) Quando impossibilitado de participar de competição à qual foi escalado para trabalhar, deve comunicar o fato à FETRISC por escrito, via , ou por telefone, com antecedência superior a 48 horas;

4 4 c) Quando a comunicação não puder ser feita com 48 horas de antecedência deverá o árbitro providenciar sua substituição, indicando o nome de um árbitro da lista de espera de árbitros disponíveis para aquele evento; d) Os árbitros devem zelar pelo cumprimento das obrigações contidas no Estatuto e no presente Regimento, bem como devem praticar o respeito aos órgãos oficiais e acatar decisões da Diretoria; e) Eventuais falhas sujeitas a penalidades não são justificadas ou desculpadas por alegação de desconhecimento das normas/regras, cuja leitura, domínio e interação são de obrigação dos envolvidos e integrantes dos eventos. f) Procedimentos incorretos impõem sanções ao infrator, aplicadas pelo Conselho Técnico de Arbitragem da FETRISC. g) Todos os árbitros devem zelar pelo bom andamento da competição, prevalecendo o princípio da igualdade, cumprindo a função para a qual foi designando, conferindo o material necessário para o desempenho da função; h) A postura e a apresentação pessoal do árbitro será avaliada dentro e fora do ambiente de prova. i) O árbitro deve zelar e conservar os materiais utilizados no desempenho de sua função. j) É de responsabilidade do árbitro, no início da competição, pegar todo o material necessário para o seu setor/função e sua devolução ao final do evento. k) É dever do árbitro apresentar-se com o seu material pessoal: canetas, apito, protetor solar (se for o caso), óculos de sol (se for o caso), capa de chuva (se for o caso), alicate de corte e manual de regras. Além de estar preparado para desempenhar qualquer função sobre qualquer condição climática ou circunstancia. CAPÍTULO III DA PARTICIPAÇÃO DOS ÁRBITROS Art. 19º - Buscando a participação do maior número de árbitros nas competições, a convocação dos árbitros para integrar a realização de evento observará equilíbrio entre condições técnicas, disponibilidade, dedicação, disposição e postura. Art. 20º - A FETRISC não ressarcirá os árbitros com despesas de translado, alimentação e/ou hospedagem quando esses são disponibilizados pela FETRISC. CAPÍTULO V DA DIVULGAÇÃO Art. 21º - Todas as atividades oriundas da FETRISC serão divulgadas no sitio que é a página oficial da federação, ou via .

5 5 Art. 22º - As escalas para as competições serão divulgadas a todos que responderam o de convocação com antecedência de 3 (três) dias antes do início do evento, podendo ser atualizada com prazo menor. CAPÍTULO VI DAS SANÇÕES Art. 23º - O árbitro que deixar de cumprir as regras e/ou normas vigentes da competição em que esteja escalado, poderá sofrer as seguintes sanções: a) Advertência; b) Suspensão temporária; c) Desligamento. Parágrafo Único: As sanções serão definidas pelo Conselho Técnico de Arbitragem da FETRISC, assegurando sempre o contraditório e a ampla defesa. Art. 24º - O árbitro que deixar de se apresentar durante uma prova, ou ainda, aquele que se ausentar da prova sem autorização do responsável pela arbitragem, poderá sofrer sanções do Art. 23º. Art. 25º - O presente regimento interno poderá ser alterado ou reformulado a qualquer tempo, desde que respeitado o estatuto da entidade e aprovado em reunião de arbitragem, mediante proposta apresentada por qualquer membro da equipe de arbitragem a qualquer momento. Art. 26º - Os casos omissos no presente Regimento Interno serão decididos pelo Conselho Técnico de Arbitragem. Art. 27º O presente regimento foi discutido e aprovado em reunião da equipe de arbitragem no dia 27 de julho de 2013 e entra em vigor a partir dessa data. São José, 27 de julho de Naida dos Santos Freitas Presidente

6 6 Ângelo Luiz Bruggemann Diretor Técnico Thiago Gonsaga de Souza Diretor de Arbitragem

FEDERAÇÃO DE TRIATHLON DE SANTA CATARINA NORMAS DA FETRISC PARA TRANSFERENCIA INTER ESTADUAL DE ATLETA

FEDERAÇÃO DE TRIATHLON DE SANTA CATARINA NORMAS DA FETRISC PARA TRANSFERENCIA INTER ESTADUAL DE ATLETA FEDERAÇÃO DE TRIATHLON DE SANTA CATARINA NORMAS DA FETRISC PARA TRANSFERENCIA INTER ESTADUAL DE ATLETA A presente norma visa disciplinar e estabelecer normas para atletas que queiram se transferir de Santa

Leia mais

Vigência 2014. REGULAMENTO SOBRE A CRIAÇÃO E INSTITUIÇÃO DO SISTEMA ÚNICO DA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TENIS - CBT CAPÍTULO I DA ANUIDADE

Vigência 2014. REGULAMENTO SOBRE A CRIAÇÃO E INSTITUIÇÃO DO SISTEMA ÚNICO DA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TENIS - CBT CAPÍTULO I DA ANUIDADE Vigência 2014. REGULAMENTO SOBRE A CRIAÇÃO E INSTITUIÇÃO DO SISTEMA ÚNICO DA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TENIS - CBT CAPÍTULO I DA ANUIDADE Art. 1º- O sistema único, integra o DSTênis, sistema gerenciador

Leia mais

REGULAMENTO DO COLEGIADO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET

REGULAMENTO DO COLEGIADO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET REGULAMENTO DO COLEGIADO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET BARBACENA 2010 CAPÍTULO I DAS CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES O presente regulamento disciplina as atribuições e o funcionamento

Leia mais

G E S T Ã O D E C O M P R A S P O R R E G I S T R O D E P R E Ç O S. VALDIR AUGUSTO DA SILVA Gestão Estratégica de Compras Portal de Compras

G E S T Ã O D E C O M P R A S P O R R E G I S T R O D E P R E Ç O S. VALDIR AUGUSTO DA SILVA Gestão Estratégica de Compras Portal de Compras G E S T Ã O D E C O M P R A S P O R R E G I S T R O D E P R E Ç O S VALDIR AUGUSTO DA SILVA Gestão Estratégica de Compras Portal de Compras SUMÁRIO O Sistema de Registro de Preços do Governo do Estado

Leia mais

REGIMENTO DO FÓRUM ESTADUAL PERMANENTE DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE GOIÁS (FORPROF-GO)

REGIMENTO DO FÓRUM ESTADUAL PERMANENTE DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE GOIÁS (FORPROF-GO) REGIMENTO DO FÓRUM ESTADUAL PERMANENTE DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE GOIÁS (FORPROF-GO) Goiânia-2010 REGIMENTO DO FÓRUM ESTADUAL PERMANENTE DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE GOIÁS (FORPROF-GO) CAPÍTULO I DOS FUNDAMENTOS

Leia mais

PROPOSTA DE REGULAMENTO DO QUADRO DE ARBITRO GERAL DA CBTM

PROPOSTA DE REGULAMENTO DO QUADRO DE ARBITRO GERAL DA CBTM PROPOSTA DE REGULAMENTO DO QUADRO DE ARBITRO GERAL DA CBTM CAPÍTULO I - DA CONSTITUIÇÃO Art. 1 - O Quadro de Arbitro Geral da CBTM é constituído por e árbitros gerais (referees) devidamente habilitados

Leia mais

REGRAS PARA FORMAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE ATLETAS NA SELEÇÃO BRASILEIRA DE TRIATHLON

REGRAS PARA FORMAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE ATLETAS NA SELEÇÃO BRASILEIRA DE TRIATHLON REGRAS PARA FORMAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE ATLETAS NA SELEÇÃO BRASILEIRA DE TRIATHLON Conforme lei federal n 9.615 de 24 de março de 1998 e decreto n 2.574 de 29 de abril de 1998, Estatutos e regulamentos

Leia mais

FORUM PERMANENTE DA AGENDA 21 LOCAL DE SAQUAREMA REGIMENTO INTERNO. CAPITULO 1-Da natureza, sede, finalidade, princípios e atribuições:

FORUM PERMANENTE DA AGENDA 21 LOCAL DE SAQUAREMA REGIMENTO INTERNO. CAPITULO 1-Da natureza, sede, finalidade, princípios e atribuições: FORUM PERMANENTE DA AGENDA 21 LOCAL DE SAQUAREMA REGIMENTO INTERNO CAPITULO 1-Da natureza, sede, finalidade, princípios e atribuições: Artigo I: O Fórum Permanente da Agenda 21 de Saquarema, criado pelo

Leia mais

REGULAMENTO DE OFICIAIS

REGULAMENTO DE OFICIAIS REGULAMENTO DE OFICIAIS CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art.1 - O Regulamento de Oficiais, na forma do estatuto, constitui Lei da Federação. Art.2 - O Quadro de Oficiais da FBERJ é constituído

Leia mais

IV- DA ORGANIZAÇÃO E MANDATO Artigo 4º. - O mandato dos membros será de 03 (três) anos, com possibilidade de recondução, limitada a 50% dos membros.

IV- DA ORGANIZAÇÃO E MANDATO Artigo 4º. - O mandato dos membros será de 03 (três) anos, com possibilidade de recondução, limitada a 50% dos membros. REGIMENTO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA) DA UNIVERSIDADE DO OESTE PAULISTA UNOESTE A UNOESTE, em cumprimento ao disposto na Lei Federal 11794 de 08 de outubro de 2008, na Resolução do CFMV

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO CAPÍTULO 1 DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS

REGULAMENTO TÉCNICO CAPÍTULO 1 DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS REGULAMENTO TÉCNICO CAPÍTULO 1 DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS Artigo 1º. Este regulamento é o documento composto conjunto das disposições que regem a Campeonato Brasileiro de Handebol dos Surdos 2015, nas categorias

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 03, DE 10 DE MAIO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 03, DE 10 DE MAIO DE 2011 RESOLUÇÃO Nº 03, DE 10 DE MAIO DE 2011 Disciplina os procedimentos a serem adotados relativos à comercialização e utilização do Alojamento da ENAP. O PRESIDENTE DO CONSELHO DIRETOR DA FUNDAÇÃO NACIONAL

Leia mais

REGULAMENTO DE FORMAÇÃO DA SELEÇÃO BRASILEIRA 2015 SUB-14, CADETE, JUNIOR E SUB-21

REGULAMENTO DE FORMAÇÃO DA SELEÇÃO BRASILEIRA 2015 SUB-14, CADETE, JUNIOR E SUB-21 REGULAMENTO DE FORMAÇÃO DA SELEÇÃO BRASILEIRA 2015 SUB-14, CADETE, JUNIOR E SUB-21 Este regulamento tem por finalidade determinar as condições e os critérios seletivos gerais para formar e compor a Seleção

Leia mais

REGULAMENTO DO COMITÊ DE ÉTICA PARA EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL DA FACULDADE CATÓLICA DO TOCANTINS - CEEA/FACTO

REGULAMENTO DO COMITÊ DE ÉTICA PARA EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL DA FACULDADE CATÓLICA DO TOCANTINS - CEEA/FACTO REGULAMENTO DO COMITÊ DE ÉTICA PARA EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL DA FACULDADE CATÓLICA DO TOCANTINS - CEEA/FACTO A Faculdade Católica do Tocantins, em cumprimento ao disposto na Lei Federal 11794 de 08 de outubro

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CAMPUS DE ALEGRE PORTARIA Nº. 358, DE 12 DE SETEMBRO DE 2014.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CAMPUS DE ALEGRE PORTARIA Nº. 358, DE 12 DE SETEMBRO DE 2014. CAMPUS DE ALEGRE PORTARIA Nº. 358, DE 12 DE SETEMBRO DE 2014. A DIRETORA-GERAL DO CAMPUS DE ALEGRE, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista Processo nº 23149.001263/2014-61, resolve: Homologar

Leia mais

CAMPEONATOS BRASILEIROS CAIXA DE ATLETISMO DE JUVENIS INTERSELEÇÕES LV Masculino e XLIII Feminino

CAMPEONATOS BRASILEIROS CAIXA DE ATLETISMO DE JUVENIS INTERSELEÇÕES LV Masculino e XLIII Feminino CAMPEONATOS BRASILEIROS CAIXA DE ATLETISMO DE JUVENIS INTERSELEÇÕES LV Masculino e XLIII Feminino Art. 1º - Os CAMPEONATOS BRASILEIROS DE ATLETISMO DE JUVENIS têm por propósito básico a integração nacional,

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 545/2009.

LEI MUNICIPAL Nº 545/2009. LEI MUNICIPAL Nº 545/2009. EMENTA: INSTITUI O PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA, NA EMANCIPAÇÃO SUSTENTADA DAS FAMÍLIAS QUE VIVEM EM SITUAÇÃO DE EXTREMA POBREZA, CRIA O CONSELHO MUNICIPAL DE ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA,

Leia mais

Art. 3º - Os Campeonatos são disputados anualmente, podendo ser realizados em várias etapas.

Art. 3º - Os Campeonatos são disputados anualmente, podendo ser realizados em várias etapas. Art. 1º - Os CAMPEONATOS ESTADUAIS CAIXA DE ATLETISMO MIRIM têm por propósito básico a integração estadual, a difusão do Atletismo e a verificação do desenvolvimento de seu estágio técnico nos diversos

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO PERMANENTE DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA UNIPAR - CPAIUP -

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO PERMANENTE DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA UNIPAR - CPAIUP - REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO PERMANENTE DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA UNIPAR - CPAIUP - REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO PERMANENTE DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA UNIPAR - CPAIUP - CAPÍTULO I DA FINALIDADE

Leia mais

REGIMENTO INTERNO FEDERAÇÃO PARANAENSE E CATARINENSE DE GOLFE - FPCG

REGIMENTO INTERNO FEDERAÇÃO PARANAENSE E CATARINENSE DE GOLFE - FPCG REGIMENTO INTERNO FEDERAÇÃO PARANAENSE E CATARINENSE DE GOLFE - FPCG 1 Sumário CAPITULO I... 3 Do Regimento Interno... 3 CAPITULO II... 3 Do Registro e Inscrição dos Golfistas... 3 CAPITULO III... 3 Da

Leia mais

REGULAMENTO DO FUTSAL MASCULINO E FEMININO

REGULAMENTO DO FUTSAL MASCULINO E FEMININO REGULAMENTO DO FUTSAL MASCULINO E FEMININO I - DOS LOCAIS DOS JOGOS Art. 1º - Os jogos serão realizados nos seguintes locais: Quadras 01,02 e 03 - térreo do Prédio 80 Quadras 01,02 e 03-4º andar do Prédio

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS SECRETARIA DOS CONSELHOS RESOLUÇÃO N 182 CEPEX/2006

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS SECRETARIA DOS CONSELHOS RESOLUÇÃO N 182 CEPEX/2006 SECRETARIA DOS CONSELHOS RESOLUÇÃO N 182 CEPEX/2006 APROVA A ALTERAÇÃO DA SIGLA DO NÚCLEO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL E INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E O SEU REGIMENTO O Reitor e Presidente do CONSELHO DE ENSINO,

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO FUTSAL

REGULAMENTO TÉCNICO FUTSAL FUTSAL Art. 1º - O campeonato de Futebol de Salão será regido pelas regras oficiais da CBFS - Confederação Brasileira de Futsal, por este Regulamento e conforme o disposto no Regulamento Geral. Art. 2º

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 01/2013

RESOLUÇÃO Nº 01/2013 RESOLUÇÃO Nº 01/2013 O Prof. Dr. Osvaldo Resende, Coordenador do Programa de Pós-Graduação Stricto sensu em Ciências Agrárias-Agronomia - PPGCA-AGRO (Mestrado e Doutorado), no uso de suas atribuições legais

Leia mais

Dispõe sobre a autorização de atletas para participar de atividades no exterior

Dispõe sobre a autorização de atletas para participar de atividades no exterior Dispõe sobre a autorização de atletas para participar de atividades no exterior Os atletas interessados em participar de qualquer atividade no exterior, relacionada ao Tênis de Mesa, deverão: Inscrições

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA EMBU GUAÇU - ADEG

ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA EMBU GUAÇU - ADEG ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA EMBU GUAÇU - ADEG REGIMENTO INTERNO ADEG Home 14 INDICE INTRODUÇÃO -------------------------------------------------------------------------------. 03 1. DEVERES DA ASSOCIAÇÃO ------------------------------------------------------

Leia mais

REGULAMENTO DO PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA - PGA

REGULAMENTO DO PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA - PGA INSTITUTO GEIPREV DE SEGURIDADE SOCIAL REGULAMENTO DO PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA - PGA Regulamento aprovado pelo Conselho Deliberativo do GEIPREV na 123ª reunião realizada em 27/11/2009. 1 SUMÁRIO

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Conselho de Pesquisa e Pós-Graduação.

Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Conselho de Pesquisa e Pós-Graduação. Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Conselho de Pesquisa e Pós-Graduação. Resolução nº. 047/13-COPPG Curitiba, 06 de dezembro de 2013 O CONSELHO PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DA

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS DO CAMPUS DE RIBEIRÃO PRETO/USP.

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS DO CAMPUS DE RIBEIRÃO PRETO/USP. REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS DO CAMPUS DE RIBEIRÃO PRETO/USP. Alteração do Regimento Interno da CEUA aprovado na 1ª Reunião Ordinária do Conselho Gestor do Campus de Ribeirão

Leia mais

Faculdade de Lucas do Rio Verde Credenciada pela Portaria Ministerial nº. 2.653 de 07/12/01 D.O.U. de 10/12/01.

Faculdade de Lucas do Rio Verde Credenciada pela Portaria Ministerial nº. 2.653 de 07/12/01 D.O.U. de 10/12/01. CONSELHO PEDAGÓGICO - COP RESOLUÇÃO Nº. 13/2008, DE 03 DE ABRIL DE 2008 Aprova o Regulamento de Monitoria Faculdade de Lucas do Rio Verde. O Presidente do Conselho Pedagógico - COP, face ao disposto no

Leia mais

DECISÃO Nº 193/2011 D E C I D E

DECISÃO Nº 193/2011 D E C I D E CONSUN Conselho Universitário DECISÃO Nº 193/2011 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO, em sessão de 08/04/2011, tendo em vista o constante no processo nº 23078.032500/10-21, de acordo com o Parecer nº 022/2011 da

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC MINAS UNIDADE BELO HORIZONTE

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC MINAS UNIDADE BELO HORIZONTE REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC MINAS UNIDADE BELO HORIZONTE CAPÍTULO I DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA Art. 1º - O programa de Iniciação Científica da

Leia mais

NORMAS INTERNAS DO PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA BIOMÉDICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC - UFABC TÍTULO I DOS OBJETIVOS

NORMAS INTERNAS DO PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA BIOMÉDICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC - UFABC TÍTULO I DOS OBJETIVOS NORMAS INTERNAS DO PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA BIOMÉDICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC - UFABC TÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1º O Programa de Pós-graduação em Engenharia Biomédica da UFABC (doravante,

Leia mais

Do Colegiado de Curso. Da Constituição do Colegiado

Do Colegiado de Curso. Da Constituição do Colegiado REGULAMENTO INTERNO DO COLEGIADO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS - UNITINS Do Colegiado de Curso Art. 1º. O Colegiado de Curso é a instância básica dos cursos de graduação, responsável

Leia mais

o artigo 13, VIII do Estatuto da UEPG;

o artigo 13, VIII do Estatuto da UEPG; Certifico que a presente Resolução foi disponibilizada neste local no dia 05/12/2014 Graziela de Fátima Rocha Secretaria da Reitoria RESOLUÇÃO UNIV. N o 43, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2014. Aprova o Regimento

Leia mais

Brigada 1 Combate Voluntário a Incêndios Florestais CNPJ 05 840 482 0001/01

Brigada 1 Combate Voluntário a Incêndios Florestais CNPJ 05 840 482 0001/01 REGIMENTO INTERNO O presente Regimento Interno, dirigido aos associados da ONG Brigada 1, inscrita no CNPJ 05.840.482/0001-01 e previsto no Art. 4º do Capítulo II do Estatuto da Instituição, visa estabelecer

Leia mais

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A.

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REGIMENTO INTERNO DOS COMITÊS COMITÊ DE FINANÇAS E ORÇAMENTO APROVADO PELO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EM 24 DE SETEMBRO DE 2014 SUMÁRIO I INTRODUÇÃO

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM ESTADUAL PERMANENTE DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE DO ESTADO DO AMAPÁ TITULO I DA NATUREZA

REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM ESTADUAL PERMANENTE DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE DO ESTADO DO AMAPÁ TITULO I DA NATUREZA REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM ESTADUAL PERMANENTE DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE DO ESTADO DO AMAPÁ TITULO I DA NATUREZA Art. 1. O Fórum Estadual Permanente de Apoio à Formação Docente do Estado do Amapá é a

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA Nº 2, DE 26 DE JANEIRO DE 2010

PORTARIA NORMATIVA Nº 2, DE 26 DE JANEIRO DE 2010 Edição Número 18 de 27/01/2010 Ministério da Educação Gabinete do Ministro PORTARIA NORMATIVA Nº 2, DE 26 DE JANEIRO DE 2010 Institui e regulamenta o Sistema de Seleção Unificada, sistema informatizado

Leia mais

ABF ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FRANCHISING REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA CAPÍTULO I DA COMISSÃO DE ÉTICA

ABF ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FRANCHISING REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA CAPÍTULO I DA COMISSÃO DE ÉTICA ABF ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FRANCHISING REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA CAPÍTULO I DA COMISSÃO DE ÉTICA Art. 1º. A Comissão de Ética, órgão nomeado pelo Conselho Diretor da ABF, é responsável pela

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA

CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA RESOLUÇÃO Nº 1.908, DE 28 DE MARÇO DE 2014. Aprova o Regulamento da IV Gincana Nacional de Economia - 2014. O CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA, no uso de suas atribuições legais

Leia mais

RESOLUÇÃO 033 DO CONSELHO SUPERIOR DO IFMG, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2014

RESOLUÇÃO 033 DO CONSELHO SUPERIOR DO IFMG, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2014 RESOLUÇÃO 033 DO CONSELHO SUPERIOR DO IFMG, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2014 REGIMENTO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS EM PESQUISA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS

Leia mais

Art. 1º Fica aprovado, na forma do Anexo, o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ. JOSÉ EDUARDO CARDOZO ANEXO

Art. 1º Fica aprovado, na forma do Anexo, o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ. JOSÉ EDUARDO CARDOZO ANEXO PORTARIA Nº 2.588, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2011 Aprova o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições previstas nos incisos I e II do parágrafo

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PRESIDÊNCIA PORTARIA FNDE Nº 344 DE 10 DE OUTUBRO DE 2008.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PRESIDÊNCIA PORTARIA FNDE Nº 344 DE 10 DE OUTUBRO DE 2008. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PRESIDÊNCIA PORTARIA FNDE Nº 344 DE 10 DE OUTUBRO DE 2008. Estabelece procedimentos e orientações sobre a criação, composição, funcionamento

Leia mais

EDITAL Nº 004/2015 SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E SECRETARIA DE TURISMO, ESPORTE E LAZER

EDITAL Nº 004/2015 SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E SECRETARIA DE TURISMO, ESPORTE E LAZER EDITAL Nº 004/2015 SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E SECRETARIA DE TURISMO, ESPORTE E LAZER DISCIPLINA, O PROCESSO DE CHAMAMENTO PÚBLICO PARA FINS DE CADASTRO DOS ATLETAS INTERESSADOS A SEREM BENEFICIADOS COM O

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 021/2007 DO CONSELHO SUPERIOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG

RESOLUÇÃO Nº 021/2007 DO CONSELHO SUPERIOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. UNIFAL-MG Comissão Permanente de Propriedade Intelectual RESOLUÇÃO Nº 021/2007 DO CONSELHO SUPERIOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG

Leia mais

TROFÉU BRASIL CAIXA DE ATLETISMO XXXIII Edição

TROFÉU BRASIL CAIXA DE ATLETISMO XXXIII Edição TROFÉU BRASIL CAIXA DE ATLETISMO XXXIII Edição Art. 1º - Art. 2º - Art. 3º - O Troféu Brasil de Atletismo é uma competição realizada anualmente que têm por propósito básico a difusão do Atletismo e a verificação

Leia mais

Normas de regulamentação para a certificação de. atualização profissional de títulos de especialista e certificados de área de atuação.

Normas de regulamentação para a certificação de. atualização profissional de títulos de especialista e certificados de área de atuação. Normas de regulamentação para a certificação de atualização profissional de título de especialista e certificado de área de atuação Em decorrência do convênio celebrado entre a Associação Médica Brasileira

Leia mais

Regimento do Mestrado Profissional em Matemeatica em Rede Nacional

Regimento do Mestrado Profissional em Matemeatica em Rede Nacional Regimento do Mestrado Profissional em Matemeatica em Rede Nacional Capítulo I Objetivos Artigo 1º - O Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (PROFMAT) tem como objetivo proporcionar formação

Leia mais

REQUISITOS MÍNIMOS PARA ORGANIZAÇÃO DE TORNEIOS NACIONAIS INFANTO-JUVENIS EM 2009

REQUISITOS MÍNIMOS PARA ORGANIZAÇÃO DE TORNEIOS NACIONAIS INFANTO-JUVENIS EM 2009 REQUISITOS MÍNIMOS PARA ORGANIZAÇÃO DE TORNEIOS NACIONAIS INFANTO-JUVENIS EM 2009 A Diretoria da Técnica da CBT, dando continuidade na reformulação e atualização de todo material disponibilizado para as

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE REDAÇÃO REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 5.120-C, DE 2001. O CONGRESSO NACIONAL decreta:

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE REDAÇÃO REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 5.120-C, DE 2001. O CONGRESSO NACIONAL decreta: COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE REDAÇÃO REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 5.120-C, DE 2001 Dispõe sobre as atividades das Agências de Turismo. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei dispõe

Leia mais

Universidade do Oeste Paulista - UNOESTE. Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (PRPPG) Faculdade de Ciências Agrárias de Presidente Prudente

Universidade do Oeste Paulista - UNOESTE. Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (PRPPG) Faculdade de Ciências Agrárias de Presidente Prudente Universidade do Oeste Paulista - UNOESTE Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (PRPPG) Faculdade de Ciências Agrárias de Presidente Prudente Regulamento do Programa de Capacitação Técnica em Ciências

Leia mais

REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC UFABC. TÍTULO I Dos Objetivos

REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC UFABC. TÍTULO I Dos Objetivos Regimento REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC UFABC TÍTULO I Dos Objetivos Art. 1º - As atividades dos Cursos de Pós-Graduação abrangem estudos e trabalhos de formação

Leia mais

Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do Sistema Único de Saúde - EPISUS

Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do Sistema Único de Saúde - EPISUS Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do Sistema Único de Saúde - EPISUS RN-005/2009 A Vice-Presidente do CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO - CNPq,

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL ASSOCIAÇÃO TIME ENACTUS FACAMP

ESTATUTO SOCIAL ASSOCIAÇÃO TIME ENACTUS FACAMP Título I - Da Entidade Art. 1 - A Associação Time ENACTUS FACAMP (doravante denominado Time ENACTUS FACAMP), fundada em 04 de Outubro de 2012, associação civil, sem fins lucrativos, apartidária, de tempo

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS DELIBERAÇÃO Nº. 124, DE 27 DE ABRIL DE 2009 O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RESOLUÇÃO N. 20 DE 9 DE AGOSTO DE 2012. Dispõe sobre a certificação digital no Superior Tribunal de Justiça e dá outras providências. O PRESIDENTE DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA, usando da atribuição

Leia mais

Art. 1º Criar a Editora da Universidade Federal de São João del-rei EdUFSJ e aprovar o seu Regimento Interno, anexo a esta Resolução.

Art. 1º Criar a Editora da Universidade Federal de São João del-rei EdUFSJ e aprovar o seu Regimento Interno, anexo a esta Resolução. RESOLUÇÃO N o 026, de 5 de outubro de 2015. Cria a Editora da UFSJ e aprova o seu Regimento Interno. A PRESIDENTE DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI UFSJ, no uso de suas

Leia mais

LIGA NACIONAL MASCULINA 2013

LIGA NACIONAL MASCULINA 2013 LIGA NACIONAL MASCULINA 2013 REGULAMENTO ESPECÍFICO Capítulo I - DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES ART. 1 Este Regulamento tem como finalidade, determinar as condições em que será disputada a LIGA NACIONAL

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA CAPÍTULO I - DA APRESENTAÇÃO E DOS OBJETIVOS DA INICIAÇÃO CIENTÍFICA Art. 1 - A atividade de Iniciação Científica integra o processo de ensinoaprendizagem

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE VENTANIA Estado do Paraná

PREFEITURA MUNICIPAL DE VENTANIA Estado do Paraná LEI Nº 548, DE 21 DE JUNHO DE 2011 DISPÕE SOBRE A CONTRATAÇÃO DE PESSOAL POR TEMPO DETERMINADO, PARA ATENDER A NECESSIDADE TEMPORÁRIA DE EXCEPCIONAL E RELEVANTE INTERESSE PÚBLICO, CONFORME ESPECIFICA.

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 12.974, DE 15 MAIO DE 2014. Dispõe sobre as atividades das Agências de Turismo. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso

Leia mais

COMUNICADO DE PROCESSO SELETIVO- Nº 0016-2014. CARGO: Auxiliar de Saúde Bucal MANAUS. SESI - Amazonas

COMUNICADO DE PROCESSO SELETIVO- Nº 0016-2014. CARGO: Auxiliar de Saúde Bucal MANAUS. SESI - Amazonas COMUNICADO DE PROCESSO SELETIVO- Nº 0016-2014 CARGO: Auxiliar de Saúde Bucal MANAUS SESI - Amazonas O Departamento de Gestão de Pessoas do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (SESI)

Leia mais

Regulamento Interno Específico ANDEBOL

Regulamento Interno Específico ANDEBOL Instalações Desportivas São consideradas neste regulamento instalações desportivas da CPVV todas as instalações disponibilizadas pela instituição Casa do Povo de Valongo do Vouga. Elementos Desportivos

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E DO ESPORTE CLÍNICA ESCOLA DE FISIOTERAPIA

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E DO ESPORTE CLÍNICA ESCOLA DE FISIOTERAPIA REGIMENTO INTERNO No. 01/2011 DO CEFID/UDESC CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Artigo 1º O presente regimento interno normatiza as atividades na Clínica Escola de Fisioterapia do Centro de Ciências da

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL GOIANO ASSESSORIA INTERNACIONAL

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL GOIANO ASSESSORIA INTERNACIONAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL GOIANO ASSESSORIA INTERNACIONAL REGULAMENTO GERAL PARA AFASTAMENTO DE SERVIDOR DO INSTITUTO FEDERAL GOIANO PARA

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA FAPERN

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA FAPERN REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA FAPERN Este Regimento tem por finalidade estabelecer normas para o funcionamento do Conselho Fiscal da Fundação de Apoio a Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte

Leia mais

ATO EXECUTIVO N o 0001/2015

ATO EXECUTIVO N o 0001/2015 ATO EXECUTIVO N o 0001/2015 Estabelece as normas e condições de oferta dos Cursos de Graduação da Modalidade a Distância no Processo Seletivo do Centro Universitário Filadélfia UniFil, para ingresso no

Leia mais

Prefeitura Municipal de Porto Alegre

Prefeitura Municipal de Porto Alegre Prefeitura Municipal de Porto Alegre DECRETO Nº 17.301, DE 14 DE SETEMBRO DE 2011. Aprova o Regimento Interno do Fórum Municipal dos Conselhos da Cidade (FMCC). O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE, no

Leia mais

Art. 2º Este Ato Normativo entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Art. 2º Este Ato Normativo entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. ATO NORMATIVO Nº 92 13 de agosto de 2007 Aprova o Regulamento do Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, e dá outras providências. O Presidente do TRIBUNAL

Leia mais

RESOLUÇÃO CNRM/004/2001

RESOLUÇÃO CNRM/004/2001 RESOLUÇÃO CNRM/004/2001 A PRESIDENTE DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA (CNRM), no uso de sua atribuições previstas no art. 5.º do Decreto n.º 80.281, de 05 de setembro de 1977, e considerando o

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE IMPERATRIZ SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

ESTADO DO MARANHÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE IMPERATRIZ SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO ESTADO DO MARANHÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE IMPERATRIZ SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EDITAL Nº 01/2015 SEMED (Prazo: 30 dias) Processo Seletivo para a concessão de licença para qualificação profissional

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 020/2006-CONSU de 22 de agosto de 2006

RESOLUÇÃO Nº 020/2006-CONSU de 22 de agosto de 2006 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 020/2006-CONSU de 22 de agosto de 2006 EMENTA: Normatiza os Afastamentos de Curta, Média e Longa Duração de Docentes.

Leia mais

Instrumento de Avaliação

Instrumento de Avaliação Monitoramento e Avaliação do Bolsa-Formação 2012 - Instrumento_de_Avaliação - # 42 Instrumento de Avaliação {{>toc}} I - Contextualização da Unidade Ofertante a. Nome da mantenedora; b. Base legal da mantenedora

Leia mais

ESTATUTO Fórum Nacional de Diretores de Departamento de Contabilidade e Finanças das Universidades Federais Brasileiras

ESTATUTO Fórum Nacional de Diretores de Departamento de Contabilidade e Finanças das Universidades Federais Brasileiras ESTATUTO Fórum Nacional de Diretores de Departamento de Contabilidade e Finanças das Universidades Federais Brasileiras Regimento alterado e aprovado pelo plenário na XVII Reunião Extraordinária em Porto

Leia mais

NORMAS DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA/QUÍMICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC - UFABC

NORMAS DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA/QUÍMICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC - UFABC NORMAS DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA/QUÍMICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC - UFABC O curso de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia/Química da Universidade Federal do ABC (UFABC) está

Leia mais

Universidade Estadual de Maringá Centro de Tecnologia

Universidade Estadual de Maringá Centro de Tecnologia RESOLUÇÃO Nº 094/2010-CTC CERTIDÃO Certifico que a presente resolução foi afixada em local de costume, neste Centro, no dia 16/12/2010. Éder Rodrigo Gimenes Secretário Aprova Regulamento do componente

Leia mais

Regimento Interno do Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix

Regimento Interno do Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix Regimento Interno do Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix I - Do Objeto e suas finalidades Art. 1º - O Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário Metodista

Leia mais

ASSOCIAÇÃO REGIONAL DE DESPORTOS PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO REGULAMENTO ESPECÍFICO DA TAÇA SÃO PAULO DE FUTSAL-2015

ASSOCIAÇÃO REGIONAL DE DESPORTOS PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO REGULAMENTO ESPECÍFICO DA TAÇA SÃO PAULO DE FUTSAL-2015 REGULAMENTO ESPECÍFICO DA TAÇA SÃO PAULO DE FUTSAL-2015 DA DENOMINAÇÃO E PARTICIPAÇÃO Art. 1º - A Taça São Paulo de Futsal - 2015 será disputado por equipes com atletas com deficiência intelectual. Art.

Leia mais

Lei de acesso a informações públicas: principais pontos

Lei de acesso a informações públicas: principais pontos Lei de acesso a informações públicas: principais pontos Íntegra do texto 1. Quem deve cumprir a lei Órgãos públicos dos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) dos três níveis de governo (federal,

Leia mais

Art. 4º. 1º. 2º. 3º. 4º. 5º. 6º. Art. 5º. Art. 6º. Da coordenação: Art. 7º. Art. 8º.

Art. 4º. 1º. 2º. 3º. 4º. 5º. 6º. Art. 5º. Art. 6º. Da coordenação: Art. 7º. Art. 8º. Regimento Interno do Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Ciências Sociais de Florianópolis (FCSF), mantida pelo Complexo de Ensino Superior de Santa Catarina. Das Finalidades: Art. 1º. O Comitê

Leia mais

REGIMENTO DA COORDENAÇÃO DO NÚCLEO DE PRÁTICA PROFISSIONAL E EMPREENDEDORISMO (NUPPE)

REGIMENTO DA COORDENAÇÃO DO NÚCLEO DE PRÁTICA PROFISSIONAL E EMPREENDEDORISMO (NUPPE) APROVADO Alterações aprovadas na 27ª reunião do Conselho Superior realizada em 18/12/2013. REGIMENTO DA COORDENAÇÃO DO NÚCLEO DE PRÁTICA PROFISSIONAL E EMPREENDEDORISMO (NUPPE) DA ESTRUTURA Art. 1º - A

Leia mais

RESOLUÇÃO - CEPEC Nº 846

RESOLUÇÃO - CEPEC Nº 846 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS RESOLUÇÃO - CEPEC Nº 846 Altera a denominação do Curso de Especialização em Redes de Computadores, criado pela Resolução CEPEC nº 422, e aprova o novo

Leia mais

RESOLUÇÃO CFN N 521/2013

RESOLUÇÃO CFN N 521/2013 Página 1 de 5 RESOLUÇÃO CFN N 521/2013 Dispõe sobre a concessão de diárias, ajudas de custo e outros subsídios no âmbito dos Conselhos Federal e Regionais de Nutricionistas e dá outras providências. O

Leia mais

COMISSAO PERMANENTE DE PROCESSO SELETIVO DE DISCENTE CPPSD. EDITAL VESTIBULINHO Nº 004 de 01 de novembro de 2013

COMISSAO PERMANENTE DE PROCESSO SELETIVO DE DISCENTE CPPSD. EDITAL VESTIBULINHO Nº 004 de 01 de novembro de 2013 COMISSAO PERMANENTE DE PROCESSO SELETIVO DE DISCENTE CPPSD EDITAL VESTIBULINHO Nº 004 de 01 de novembro de 2013 A COMISSAO PERMANENTE DE PROCESSO SELETIVO DISCENTE CPPSD, no uso das atribuições que lhe

Leia mais

REGULAMENTO FUTEBOL SOCIETY

REGULAMENTO FUTEBOL SOCIETY XIII JOGOS AFFEMG Associação dos Funcionários Fiscais de Minas Gerais 1- DO LOCAL REGULAMENTO FUTEBOL SOCIETY 1.1 - Os jogos acontecerão em campos de futebol society de grama sintética ou natural, aprovados

Leia mais

MODELO. Anteprojeto de lei para criação do Conselho Municipal do FUNDEB. Lei Municipal nº, de de de 2007

MODELO. Anteprojeto de lei para criação do Conselho Municipal do FUNDEB. Lei Municipal nº, de de de 2007 MODELO O conteúdo do Anteprojeto de Lei abaixo apresentado representa a contribuição do MEC, colocada à disposição dos Governos Municipais, a título de apoio técnico, previsto no art. 30, inciso I, da

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA

CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA REGULAMENTO DA II GINCANA NACIONAL DE ECONOMIA CAPÍTULO I Seção I Dos Objetivos Art. 1º O Conselho Federal de Economia promoverá a II Gincana Nacional de Economia - 2012 na

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM Nº 1.772/2005 (Publicada no D.O.U. de 12.08.2005, Seção I, p. 141-142) Revogada pela Resolução CFM nº 1984/2012 Institui o Certificado de Atualização Profissional

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS DA UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS DA UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS DA UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Art. 1º- A Comissão de Ética no Uso de Animais - CEUA, da Universidade de Taubaté,

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE ACOMPANHAMENTO E CONTROLE SOCIAL DO FUNDO DE MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL E DE VALORIZÃO DO MAGISTÉRIO.

CONSELHO MUNICIPAL DE ACOMPANHAMENTO E CONTROLE SOCIAL DO FUNDO DE MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL E DE VALORIZÃO DO MAGISTÉRIO. Estado do Rio Grande do Norte Município de Mossoró CONSELHO MUNICIPAL DE ACOMPANHAMENTO E CONTROLE SOCIAL DO FUNDO DE MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL E DE VALORIZÃO DO MAGISTÉRIO. REGIMENTO

Leia mais

PORTARIA Nº 27, DE 14 DE JULHO DE 2015

PORTARIA Nº 27, DE 14 DE JULHO DE 2015 PORTARIA Nº 27, DE 14 DE JULHO DE 2015 Dispõe sobre a adesão de instituições de ensino e programas de residência ao Projeto Mais Médicos para o Brasil enquanto das instituições supervisoras. O SECRETÁRIO

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 32/CUn, DE 27 DE AGOSTO DE 2013.

RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 32/CUn, DE 27 DE AGOSTO DE 2013. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA ÓRGÃOS DELIBERATIVOS CENTRAIS CAMPUS UNIVERSITÁRIO TRINDADE CEP: 88040-900 FLORIANÓPOLIS SC TELEFONES: (48) 3721-9522 - 3721-4916 FAX: (48)

Leia mais

FACULDADE METODISTA GRANBERY GABINETE DA DIREÇÃO PORTARIA Nº 01/2015

FACULDADE METODISTA GRANBERY GABINETE DA DIREÇÃO PORTARIA Nº 01/2015 FACULDADE METODISTA GRANBERY GABINETE DA DIREÇÃO PORTARIA Nº 01/2015 Ementa: Altera e estabelece o Regulamento Financeiro para os cursos de graduação da Faculdade Metodista Granbery. O TESOUREIRO DO INSTITUTO

Leia mais

Liga Acadêmica de Diabetes Estatuto

Liga Acadêmica de Diabetes Estatuto Liga Acadêmica de Diabetes Estatuto Capítulo I - Título, sede. Capítulo II - Finalidades da Liga de Diabetes. Capítulo III - Dos membros: direitos; deveres; código disciplinar. Capítulo IV - Dos órgãos

Leia mais

COMUNICADO DE PROCESSO SELETIVO- Nº 0003-2014. CARGO: Técnico de Nível Superior MANAUS. SESI e SENAI - Amazonas

COMUNICADO DE PROCESSO SELETIVO- Nº 0003-2014. CARGO: Técnico de Nível Superior MANAUS. SESI e SENAI - Amazonas COMUNICADO DE PROCESSO SELETIVO- Nº 0003-2014 CARGO: Técnico de Nível Superior MANAUS SESI e SENAI - Amazonas O Departamento de Gestão de Pessoas do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Amazonas

Leia mais

Art. 2º Este Ato Administrativo entra em vigor na data de sua assinatura, revogadas as disposições em contrário.

Art. 2º Este Ato Administrativo entra em vigor na data de sua assinatura, revogadas as disposições em contrário. ATO ADMINISTRATIVO REITORIA Nº 63/2015 Reedita, com alterações, o Edital do Processo Seletivo dos Cursos Superiores na modalidade a Distância Vestibular 1º Semestre de 2016 O REITOR DA UNIVERSIDADE METODISTA

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE VENDA NOVA DO IMIGRANTE ES

CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE VENDA NOVA DO IMIGRANTE ES CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE VENDA NOVA DO IMIGRANTE ES RESOLUÇÃO CMDCA/VNI-ES Nº 02/2015 DE 28 DE MAIO DE 2015. Dispõe sobre o Edital CMDCA/VNI-ES nº 01/2015 do processo

Leia mais

PROFLETRAS R E G I M E N T O

PROFLETRAS R E G I M E N T O PROFLETRAS R E G I M E N T O CAPÍTULO I - CAPITULO II - CAPÍTULO III - CAPÍTULO IV - CAPÍTULO V - CAPÍTULO VI - CAPÍTULO VII - CAPÍTULO VIII - Das Finalidades Das Instituições Associadas Da Organização

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ. RESOLUÇÃO Nº 16/2013-CONSU De 13 de junho de 2013 CAPITULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ. RESOLUÇÃO Nº 16/2013-CONSU De 13 de junho de 2013 CAPITULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ RESOLUÇÃO Nº 16/2013-CONSU De 13 de junho de 2013 EMENTA: Revoga a resolução nº 010/2013-CONSU e Fixa normas de afastamento de Técnico-Administrativos

Leia mais