Órgão: COMANDO DA 7ª REGIÃO MILITAR E 7ª DIVISÃO DE EXÉRCITO. Dados Cadastrais

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1 Órgão: COMANDO DA 7ª REGIÃO MILITAR E 7ª DIVISÃO DE EXÉRCITO Dados Cadastrais Órgão/Entidade Natureza Jurídica: Administração Direta Endereço: AV. VISCONDE DE SAO LEOPOLDO,198 - ENGENHO DO MEIO Nome: COMANDO DA 7ª REGIÃO MILITAR E 7ª DIVISÃO DE EXÉRCITO Cidade: RECIFE Web Site: CEP: UF: PE Finalidade: VIDE DOCUMENTO ANEXO, CONTIDO NO ITEM APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL. Vinculação Institucional: Executivo Norma de Criação: Informação não disponível CNPJ: Apresentação Institucional Apresentação Institucional: 1 Sigla: Cmdo 7ª RM/7ª DE. 2 Unidade Jurisdicionada: Comando da 7ª Região Militar e 7ª Divisão de Exército 3 Códigos do Órgão: e Estrutura organizacional: de acordo com o Decreto nº , de 17 de agosto de 1973, publicado no DOU de 20 Ago 73, o Comando da 7ª Região Militar e 7ª Divisão de Exercito é organizado em Comandante, Chefe do Estado-Maior Pessoal; Chefe do Estado-Maior; Assessoria Jurídica, Estado-Maior Geral, Assessoria da Tecnologia da Informação; Divisão Administrativa, Divisão do Serviço Militar, Divisão de Fiscalização de Produtos Controlados, Divisão Logística, Divisão de Pessoal, Divisão de Patrimônio, Divisão de Inativos e Pensionistas, Núcleo de prefeitura Militar do Grande Recife, Divisão de Comunicação Social e Assuntos Culturais, Divisão e Administração Financeira. 5 Função de Governo Predominante: Defesa Nacional. 6 Tipo de Atividade: Defesa Terrestre. 7 Situação da Unidade: Em funcionamento. 1) dirigir, supervisionar e integrar o trabalho do EM, no que diz respeito: a) às atividades de todos os seus membros, com exceção daqueles assuntos reservados ao Cmt; b) às relações entre seus membros; c) às relações entre o EM, as GU e as OM subordinadas, vinculadas, controladas e apoiadas; 2) dirigir a Instrução dos Oficiais do QG; 3) propor a distribuição de pessoal pelas Divisões, Seções e Assessorias; 4) assinar o expediente que lhe esteja autorizado pelo Cmt; 5) responder pelo expediente do Comando, na ausência do Cmt; 6) autenticar as cópias de documentos do EM, relativos a planejamentos e assuntos, em cuja elaboração tenha participado mais de uma Seção, Divisão, Núcleo ou Assessoria; 7) ter sob sua responsabilidade a custódia dos Documentos Sigilosos Controlados (DSC); 8) mandar publicar em boletim as notas e despachos das Seções, Divisões, Núcleo e Assessorias; 9) orientar, coordenar e controlar o planejamento de todos os encargos atribuídos à 7ª RM-7ª DE, submetendo a execução dos mesmos à decisão do Cmt;

2 10) representar o Cmt, quando autorizado ou determinado; 11) exigir que todos os Chefes de Seção ou Divisão lhe informem qualquer proposta ou informação dada ao Cmt, bem como instrução ou ordem deste diretamente recebida; 12) assegurar o estabelecimento das ligações necessárias entre as chefias subordinadas, para melhor funcionamento da OM; 13) determinar e coordenar as representações externas do Cmt; 14) assinar, por incumbência ou delegação, os documentos destinados aos Ch EM dos G Cmdo, das GU subordinadas e Cmt OMDS/7ª RM-7ª DE; 15) conceder dispensa, parcial ou total, do expediente, em caráter extraordinário, aos Cmt Cia C e 2ª Cia Gd; 16) emitir avaliação, quando lhe for delegada pelo Cmt, sobre os Cmt de OMDS nível SU, membros do Estado-Maior, Núcleo, Assessorias e das Divisões Regionais do Cmdo 7ª RM-7ª DE; 17) encaminhar requerimentos para matrículas em cursos ou estágios para oficiais e praças da Cia C e 2ª Cia Gd; 18) expedir e manter atualizados o Regimento Interno do Comando e as NGA; e 19) assessorar o Cmt na condução de estudos de Estado-Maior envolvendo mais de uma área funcional. Valor da Dotação Executada: ,63 Valor dos Recursos Alocados: ,63 Código do Programa de Trabalho LOA: Nome do Programa: ADMINISTRACAO DA UNIDADE Valor da Dotação Executada: ,11 Valor dos Recursos Alocados: ,11 Código do Programa de Trabalho LOA: Nome do Programa: REMUNERACAO DOS MILITARES DAS FORCAS ARMADAS 2

3 Valor da Dotação Executada: ,99 Valor dos Recursos Alocados: ,99 Código do Programa de Trabalho LOA: Nome do Programa: MOBILIZACAO PARA O SERVICO MILITAR OBRIGATORIO Valor da Dotação Executada: 2.829,77 Valor dos Recursos Alocados: 2.829,77 Código do Programa de Trabalho LOA: Nome do Programa: MANUTENCAO E SUPRIMENTO DOS SISTEMAS DE TELEMATICA MILITAR Valor da Dotação Executada: 6.146,93 Valor dos Recursos Alocados: 6.146,93 Código do Programa de Trabalho LOA: Nome do Programa: MANUTENCAO E SUPRIMENTO DE ANIMAIS, MATERIAL DE VETERINARIA E AGRICOLA Valor da Dotação Executada: 2.978,40 Valor dos Recursos Alocados: 2.978,40 3

4 Código do Programa de Trabalho LOA: Nome do Programa: MANUTENCAO E SUPRIMENTO DE FARDAMENTO Valor da Dotação Executada: ,81 Valor dos Recursos Alocados: ,81 Código do Programa de Trabalho LOA: Nome do Programa: MANUTENCAO E SUPRIMENTO DE MATERIAL BELICO Valor da Dotação Executada: ,55 Valor dos Recursos Alocados: ,55 Código do Programa de Trabalho LOA: Nome do Programa: MANUTENCAO E SUPRIMENTO DO TRANSPORTE LOGISTICO DE SUPERFICIE Valor da Dotação Executada: ,05 Valor dos Recursos Alocados: ,05 Código do Programa de Trabalho LOA: Nome do Programa: SELECAO PARA O SERVICO MILITAR E APRESENTACAO DA RESERVA EM DISPONIBILIDADE 4

5 Valor da Dotação Executada: ,48 Valor dos Recursos Alocados: ,48 Código do Programa de Trabalho LOA: Nome do Programa: CAPACITACAO OPERACIONAL DA FORCA TERRESTRE Valor da Dotação Executada: ,95 Valor dos Recursos Alocados: ,95 Código do Programa de Trabalho LOA: BN0000 Nome do Programa: APOIO DAS FORCAS ARMADAS NA REGIAO DE CONFLITO NO ESTADO DO PARA (CREDITO EXTRAORDINARIO) Valor da Dotação Executada: ,98 Valor dos Recursos Alocados: ,98 Código do Programa de Trabalho LOA: Nome do Programa: ASSISTENCIA MEDICA E ODONTOLOGICA AOS SERVIDORES, EMPREGADOS E SEUS DEPENDENTES Valor da Dotação Executada: ,86 Valor dos Recursos Alocados: ,86 5

6 Código do Programa de Trabalho LOA: Nome do Programa: ATENDIMENTO MÉDICO-HOSPITALAR/FATOR DE CUSTO Valor da Dotação Executada: 5.961,55 Valor dos Recursos Alocados: 5.961,55 Código do Programa de Trabalho LOA: A Nome do Programa: ATENDIMENTO MÉDICO-HOSPITALAR/FATOR DE CUSTO (CREDITO EXTRAORDINARIO) Valor da Dotação Executada: 3.850,30 Valor dos Recursos Alocados: 3.850,30 Código do Programa de Trabalho LOA: Nome do Programa: AUXÍLIO-TRANSPORTE AOS SERVIDORES E EMPREGADOS Valor da Dotação Executada: ,05 Valor dos Recursos Alocados: ,05 Código do Programa de Trabalho LOA: Nome do Programa: ENSINO FUNDAMENTAL NOS COLEGIOS MILITARES 6

7 Valor da Dotação Executada: ,10 Valor dos Recursos Alocados: ,10 Código do Programa de Trabalho LOA: Nome do Programa: ENSINO MEDIO NOS COLEGIOS MILITARES Valor da Dotação Executada: 1.458,60 Valor dos Recursos Alocados: 1.458,60 Código do Programa de Trabalho LOA: Nome do Programa: ASSISTENCIA PRÉ-ESCOLAR AOS DEPENDENTES DOS SERVIDORES E EMPREGADOS Valor da Dotação Executada: 3.300,00 Valor dos Recursos Alocados: 3.300,00 Código do Programa de Trabalho LOA: Nome do Programa: PRESERVACAO DE ACERVOS CULTURAIS Valor da Dotação Executada: ,53 Valor dos Recursos Alocados: ,53 7

8 Código do Programa de Trabalho LOA: B Nome do Programa: RECUPERACAO DE DANOS CAUSADOS POR DESASTRES (CREDITO EXTRAORDINARIO) Valor da Dotação Executada: ,45 Valor dos Recursos Alocados: ,45 Código do Programa de Trabalho LOA: B Nome do Programa: SOCORRO E ASSISTENCIA AS PESSOAS ATINGIDAS POR DESASTRES (CREDITO EXTRAORDINARIO) Valor da Dotação Executada: 8.931,49 Valor dos Recursos Alocados: 8.931,49 Código do Programa de Trabalho LOA: Nome do Programa: SOCORRO E ASSISTENCIA AS PESSOAS ATINGIDAS POR DESASTRES Valor da Dotação Executada: ,06 Valor dos Recursos Alocados: ,06 Código do Programa de Trabalho LOA: Nome do Programa: ADMINISTRACAO DA UNIDADE *** FUNDO DO EXÉRCITO 8

9 Valor da Dotação Executada: ,46 Valor dos Recursos Alocados: ,46 Código do Programa de Trabalho LOA: Nome do Programa: REGISTRO E FISCALIZACAO DE PRODUTOS CONTROLADOS *** FUNDO DO EXÉRCITO Valor da Dotação Executada: ,58 Valor dos Recursos Alocados: ,58 Código do Programa de Trabalho LOA: Nome do Programa: INSTRUCAO MILITAR E ADESTRAMENTO DO EXERCITO *** FUNDO DO EXÉRCITO Valor da Dotação Executada: ,41 Valor dos Recursos Alocados: ,41 Código do Programa de Trabalho LOA: Nome do Programa: MANUTENCAO DOS SERVICOS MÉDICO-HOSPITALARES E ODONTOLOGICOS *** FUNDO DO EXÉRCITO Medidas Implementadas com Vistas ao Saneamento de Disfunção Estruturais - Não aplicável 9

10 Indicadores de Gestão Indicadores de Gestão 1 Indicadores ou Parâmetros de Gestão: 1.1 Ação 4450 Manutenção dos Próprios Nacionais Residenciais (PNR): a. Nome do Indicador: Percentual de Execução Orçamentário com a manutenção dos PNR. b. Descrição: Quantificar em percentual a utilização dos recursos da Ação 4450 para o ano de 2005 tipo de indicador: eficácia. c. Fórmula de cálculo e método de medição: Execução Financeira e Orçamentária das despesas pagas na Ação 4450 / Provisão recebida na Ação 4450, multiplicado por 100. PURMPNR = [ ,08 / ,15] X 100 PURMPNR = 0,997 X 100 PURMPNR = 99,7 % LEGENDA PURMPNR ( PERCENTUAL DE UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS PARA MANUTENÇÃO DOS PRÓPRIOS NACIONAIS RESIDENCIAIS ) d. Responsável pelo cálculo/medição: Chefe da 4ª Seção. 1.2 Ação 2000: Consumo de Energia Elétrica (KW/H) a. Nome do Indicador: Variação Percentual do Consumo de Energia Elétrica (EE). b. Descrição: Expressar a variação percentual do consumo de energia elétrica do ano A para o ano A-1 Tipo de indicador: economicidade. c. Fórmula de cálculo e método de medição: Relação entre o percentual de energia elétrica gasta no ano A e A-1. APCEE= ( KW/HA/ KW/HA-1 ) X 100 APCEE= ( / ) X 100 APCEE= 0, X 100 APCEE= 91,23 % LEGENDA - APCEE: Variação Percentual do Consumo de Energia Elétrica em determinado período. - KW/HA: Quilowatt hora consumido no ano A. - KW/HA-1: Quilowatt hora consumido no ano A menos 1. d. Responsável pelo cálculo/medição: Chefe da 4ª Seção. 1.3 Ação 2000: Pagamento de Energia Elétrica. a. Nome do Indicador: Valor Pago da Fatura de Energia Elétrica (EE) no ano A em relação ao ano A-1. b. Descrição: Expressar a variação do valor pago nos anos A e A-1. Tipo de indicador: economicidade. c. Fórmula de cálculo e método de medição: Relação entre os valores pagos das faturas de Energia Elétrica do ano A e A-1; considerando-se o reajuste tarifário. ÍNDICES VPA = ,42 % AT = 10,52 VPA 1 = ,92 CÁLCULO VPFEE = {[VPA / (1 + %AT)] / VPA-1} x 100 VPFEE = { [ ,42 / ( 1+0,1052 )] / ,92 } X

11 VPFEE = [ ,43 / ,92 ] X 100 VPFEE = 0, X 100 VPFEE = 95,95 % LEGENDA - VPFEE: Valor Pago da Fatura de Energia Elétrica em determinado período. - VPA: Valor Pago no ano A. - % AT: Percentual de Aumento da Tarifa no ano. - VPA-1: Valor Pago no ano A menos 1. d. Responsável pelo cálculo/medição: Chefe da 4ª Seção. 1.4 Ação 2000: Pagamento de Água e Esgoto em 2005 a. Nome do Indicador: Valor pago com fatura de água e esgoto no ano. b. Descrição: Expressar o percentual de aumento da tarifa de água e esgoto no ano. Tipo de indicador: economicidade. c. Fórmula de cálculo e método de medição: Relação entre os valores pagos das faturas de Água e Esgoto do ano A e A-1; considerando-se o reajuste tarifário. ÍNDICES VPA = ,54 %AT = 12,92 VPA 1 = ,30 CÁLCULO VPFA = {[VPA / (1 + % AT)] / VPA-1} x 100 VPFA = { [ ,54 / 1,1292 ] / ,30 } X 100 VPFA = [ ,68 / ,30 ] X 100 VPFA = 0, VPFA = 40,53 % LEGENDA - VPFA: Valor Pago com Fatura de Água em Determinado período. - VPA: Valor Pago no Ano A. %AT: Percentual de Aumento da Tarifa de Água no Ano A. VPA-1: Valor Pago no ano A menos 1. d. Responsável pelo cálculo/medição: Chefe da 4ª Seção Ação 2000: Consumo de Água e Esgoto em 2005 a. Nome do Indicador: Variação Percentual do Consumo de Água e Esgoto no ano A e A-1. b. Descrição: Expressar a variação do percentual do consumo de água e esgoto entre os anos A e A-1. Tipo de indicador: economicidade. c. Fórmula de cálculo e método de medição: Relação entre o percentual de água e esgoto gasto no ano A e A-1. ÍNDICES M3A = M3A 1 = CÁLCULO APCAE = (M3A / M3 A-1) x 100 APCAE = / X 100 APCAE = 0,4556 APCAE = 45,56 % LEGENDA - APCAE: Variação Percentual do Consumo de Água e Esgoto em determinado período. 11

12 - M3A: Quantidade em metros cúbicos consumidos no ano A. - M3A-1: Quantidade em metros cúbicos consumidos no ano A menos d. Responsável pelo cálculo/medição: Chefe da 4ª Seção. 1.6 Ação 2000: Seguro Obrigatório de Viaturas da UG. a. Nome do Indicador: Percentual das Despesas com Seguro Obrigatório. b. Descrição: Expressar a variação do percentual das despesas com seguro obrigatório das viaturas da UG. Tipo de indicador: eficácia. c. Fórmula de cálculo e método de medição: Relação entre o valor pago de Seguro Obrigatório e a quantidade de veículos existentes nos anos A e A-1. ÍNDICES VPSOA = 7.952,74 QVA = 42 VPSOA 1 = 7.782,98 QVQ 1 = 41 CÁLCULO APDSO = [VPSOA / QVA] / [VPSOA-1 / QVA-1] x 100 APDSO = [ 7.952,74 / 42 ] / [ 7.782,98 / 41 ] X 100 APDSO = 189,35 / 189,82 X 100 APDSO = 0,9975 APDSO = 99,75 % LEGENDA - APDSO: Variação Percentual das Despesas com Seguro Obrigatório. - VPSOA: Valor Pago de Seguro Obrigatório no ano A. - QVA: Quantidade de Veículos Existentes na Unidade Gestora no ano A. VPSOA-1: Valor Pago de Seguro Obrigatório no ano A menos 1. QVA-1: Quantidade de Veículos Existentes na Unidade Gestora no ano A menos 1. d. Responsável pelo cálculo/medição: Chefe da 4ª Seção da UG. 1.7 Ação 2000: Recarga de Extintores. a. Nome do Indicador: Despesas com Recarga de Extintores. b. Descrição: Expressar a variação do percentual na recarga dos extintores de incêndio da UG. Tipo de indicador: eficácia. c. Fórmula de cálculo e método de medição: Relação entre a quantidade de extintores manutenidos e a quantidade total de extintores nos anos A e A-1. ÍNDICES QextMA = 65 QTExA = 88 QExtMA-1 = 88 QTExtA-1 = 88 CÁLCULO APDRExt = [QExtMA / QTExA] / [QExtMA-1 / QTExtA-1] x 100 APDRExt = [ 65 / 65] / [ 88 / 88 ] x 100 APDRExt = [ 1 / 1 ] x100 APDRExt = 1 x 100 APDRExt = 100 % LEGENDA - APDRExt: Variação Percentual das Despesas com Recarga de Extintores. - QExtMA: Quantidade de Extintores Manutenidos no ano A. 12

13 - QTExtA-1: Quantidade Total de Extintores da Unidade Gestora no ano A. - QExtMA-1: Quantidade de Extintores Manutenidos no ano A. - QTExtA-1: Quantidade Total de Extintores da Unidade Gestora no ano A-1. d. Responsável pelo cálculo/medição: Chefe da 4ª Seção da UG Ação 2000: Estoque Final de Material. a. Nome do Indicador: Material em Estoque na UG. b. Descrição: Verificar o nível de estoque final de material da UG. Tipo de indicador: eficácia. c. Fórmula de cálculo e método de medição: Relação entre a necessidade de material e o estoque final de material. ÍNDICES NMA = ,00 EFA-1 = ,46 NMA-1 = ,00 EFA-2 = 59,548,10 CÁLCULO APEF = [NMA - EFA-1] / [NMA-1 - EFA-2] APEF = [ , ,46] / [ ,00-59,548,10] APEF = [-43867,46] / [ ,90] APEF = - 0,287 LEGENDA - APEF: Variação Percentual do Estoque Final de Material da Unidade Gestora. - NMA: Necessidade de Material no ano A. - EFA-1: Estoque Final de Material no ano A menos 1. - NMA-1: Necessidade de Material no ano A menos 1. - EFA-2: Estoque Final de Material no ano A menos 2. d. Responsável pelo cálculo/medição: Almoxarife. 1.9 Ação 2000: Telefones Fixo e Móvel. a. Nome do Indicador: Despesas com Telefones Fixo e Móvel. b. Descrição: Expressar em percentual as despesas com telefone durante o ano A em relação a A-1 e participação dos recursos advindos da Diretoria de Gestão Orçamentária (DGO) Tipo de indicador: eficácia. c. Fórmula de cálculo e método de medição: Relação entre os valores pagos nas faturas de telefones fixos nos anos a e A-1; considerando-se o reajuste tarifárico. ÍNDICES DE TELEFONIA MÓVEL VPA = ,46 %AT = 14,2 % VPA 1 = ,28 CÁLCULO APDTF = {[VPA / (1 + % AT)] / [VPA-1} x 100 APDTF = [ ,46 / 1 + 0,142 ] / ,28 X 100 APDTF = ,369 / ,28 X 100 APDTF = 0, X 100 APDTF = 76,77 % ÍNDICES DE TELEFONIA FIXA VPA = ,68 %AT = 14,2 % VPA 1 = ,90 13

14 CÁLCULO APDTF = {[VPA / (1 + % AT)] / [VPA-1} x 100 APDTF = [ ,68 / 1 + 0,142 ] / ,90 X 100 APDTF = ,00 / ,90 X 100 APDTF = 0, X 100 APDTF = 57,91 % LEGENDA - APDTF: Variação Percentual das Despesas com Telefone Fixo. - VPA: Valor Pago no ano A. - %AT: Percentual de Aumentos de Tarifa. - VPA-1: Valor Pago no ano A menos 1. d. Responsável pelo cálculo/medição: Chefe do Setor Financeiro. 2 Análise Crítica do Resultado Alcançado: 2.1 Ação 4450 Manutenção dos Próprios Nacionais Residenciais (PNR): a. Identificação do programa: Ação 4450: b. Indicador utilizado na análise: Total dos recursos aplicados na manutenção nos próprios nacionais residenciais, em relação ao total dos recursos recebidos para manutenção nos próprios nacionais residenciais, pela UG. c. Metas físicas e financeira realizadas: a provisão recebida para manutenção nos próprios nacionais residenciais, no montante de ,15 (duzentos e vinte e quatro mil oitocentos e sessenta e um reais e quinze centavos) foi quase que em sua totalidade aplicado. d. Avaliação do resultado: A UG Utilizou 99,7 % da provisão recebida para a execução de manutenção nos próprios nacionais residenciais. 2.2 Ação 2000: Consumo de Energia Elétrica (KW/H) a. Identificação do projeto: Racionalização dos recursos recebidos para pagamento de Concessionárias. b. Indicador utilizado na análise: Variação percentual do consumo de energia elétrica. c. Meta física: Reduzir o consumo de energia elétrica em relação ao ano anterior. d. Avaliação do resultado: Além de ter consumido menos energia elétrica do que em 2004, no patamar de 9%, a Unidade Gestora manteve seu consumo de energia elétrica abaixo da meta estabelecida pelo governo, resultado obtido pelas medidas pela UJ. 2.3 Ação 2000: Pagamento de Energia Elétrica. a. Identificação do projeto: Racionalização dos recursos recebidos para pagamento de Concessionárias. b. Indicador utilizado na análise: Valor pago da fatura de energia elétrica (EE) no ano A em relação ao ano A-1. c. Meta financeira realizada: Reduzir o pagamento das despesas com energia elétrica, relativamente ao ano anterior. d. Avaliação do resultado: O indicador mostrou o aumento do valor pago nas faturas de ( EE ) em 2005, com relação a 2004, ocasionado pelo ajuste tarifário 2.4 Ação 2000: Pagamento de Água e Esgoto em a. Identificação do projeto: Racionalização dos recursos recebidos para pagamento de Concessionárias. b. Indicador utilizado na análise: Valor pago com faturas de água e esgoto no ano. c. Meta financeira realizada: Reduzir o pagamento das despesas com água e esgoto, relativamente ao ano anterior. 14

15 d. Avaliação do resultado: Além de ter consumido menos água e esgoto, a Unidade Gestora conseguiu liquidar as despesas com os recursos previstos, levando-se ainda em conta o reajuste na tarifa, resultado obtido pelas medidas adotadas pela UJ. 2.5 Ação 2000: Consumo de Água e Esgoto em a. Identificação do projeto: Racionalização dos recursos recebidos para pagamento de Concessionárias. b. Indicador utilizado na análise: Variação do Percentual do Consumo de Água e Esgoto no ano A e A- 1. c. Meta física: Reduzir o consumo de água e esgoto em relação ao ano anterior. d. Avaliação do resultado: A economia que a Unidade Gestora vem realizando, se reflete na enorme oscilação entre o consumo de água e esgoto, de um ano para o outro. O consumo de Água e esgoto foi extremamente baixo com relação ao de 2004, correspondendo a cerca de 40,53 % do valor de 2004, consumindo então menos da metade de água e esgoto com relação ao ano anterior, justo as medidas implementadas pela UJ 2.6 Ação 2000: Seguro Obrigatório de Viaturas da UG. a. Identificação do projeto: Despesas com Seguro Obrigatório. b. Indicador utilizado na análise: Percentual das Despesas com Seguro Obrigatório. c. Metas físicas e financeira realizadas: Adequar os créditos recebidos para pagamento de Seguro Obrigatório a quantidade de viaturas existentes. d. Avaliação do resultado: O numerário R$ 7.952,74 ( sete mil novecentos e cinquenta e dois reais e setenta e quatro centavos ) foi suficiente para pagar o Seguro Obrigatório das 42 ( quarenta e duas ) viaturas existentes na Unidade Gestora, atingido a meta em 99,75 % de pagamento de Seguro Obrigatório. Não houve indisponibilidade de viaturas por falta de documentação prevista, para trafegar em vias públicas. 2.7 Ação 2000: Recarga de Extintores. a. Identificação do projeto: Segurança das Instalações. b. Indicador utilizado na análise: Despesas com Recarga de Extintores c. Metas físicas e financeira realizadas: Adequar os créditos recebidos para pagamento de recarga de extintores a quantidade de extintores existentes. d. Avaliação do resultado: Foram recarregados 100% dos extintores da Unidade Gestora, possibilitando que os meios de prevenção e combate a incêndio permanecessem disponíveis para o uso, durante todo o ano. 2.8 Ação 2000: Estoque Final de Material. a. Identificação do projeto: Manutenção da Vida Vegetativa da OM. b. Indicador utilizado na análise: Material em Estoque na UG. c. Metas físicas e financeira realizadas: Quantificar em percentual a necessidade de material em relação ao saldo existente no estoque d. Avaliação do resultado: Os créditos recebidos para aquisição de material ou prestação serviço conseguiram atender às necessidades da OM. 2.9 Ação 2000: Telefone Fixo e Móvel. a. Identificação do projeto: Racionalização dos recursos recebidos para pagamento de Concessionárias. b. Indicador utilizado na análise: Despesas com Telefone Fixo e Móvel. c. Metas físicas e financeira realizadas: Reduzir o gasto com telefone fixo e móvel, relativamente ao ano anterior. 15

16 d. Avaliação do resultado: Além de ter reduzido os gastos com telefonia fixa e móvel, a Unidade Gestora conseguiu liquidar as despesas com os recursos previstos, levando-se ainda em conta o reajuste nas tarifas, resultado obtido através das medidas implementadas pela UJ. 3 Parâmetros de gestão 3.1 Atividade de Unidade: O intenso planejamento dos gastos possibilitou um maior controle e gerenciamento dos recursos durante o exercício, viabilizando o pleno exercício do comando desta UG. Como atividades regulares, podemos destacar: participação em Pleitos eleitorais nacionais; Missão de paz das Nações Unidas para o Haiti; instrução militar; Registro e fiscalização de produtos controlados; Preservação de bens imóveis do patrimônio e culturais, formação de instrução do Pelotão Esperança, todas estas Atividades associadas às demais, garantem e transmitem segurança aos cidadãos, aumentando a aprovação da imagem do exército. 3.2 Desempenho operacional Os programas elencadas no item 3 do presente relatório - Execução e avaliação dos programas, principais projetos ou atividades, demonstram a capacidade operacional desta OM comparando como exercício de O emprego otimizado das viaturas, equipamentos, armamento e pessoal deve-se em parte, a necessidade em bem se utilizar o repasse orçamentário descentralizado pelos órgãos gestores ao longo do exercício de E na seqüência, foram desenvolvidas ações que reforçaram a capacidade operacional desta unidade. Citamos a frequente manutenção dos reservatórios de combustíveis, possibilitando a continuidade do sistema de abastecimento de viaturas para o complexo militar. Foram realizadas obras em conjunto com concessionárias para evitar possíveis danos elétricos ao sistema de abastecimentos de energia, citamos a manutenção da subestação de energia elétrica e instalação de sistema de alimentação exclusiva para condicionadores de ar, otimizando o consumo de energia, isoladamente do sistema de informática. Desenvolvimento de ações que possibilitassem o fornecimento de aproximadamente 600 refeições (almoço), considerando ser única fornecida ao dia para alimentação do contingente, causando uma impressão satisfatória em 80% do pessoal. 3.3 Produtividade A falta de recursos não comprometeu a produtividade desta Organização. Foram desenvolvidos quadros horários de trabalho para suprir o regime de meio-expediente, controle informatizado de consumo de materiais, sem desconsiderar os conceitos de qualidade total e conforto do homem durante a jornada de trabalho. 3.4 Racionalização de custos A unidade gestora manteve um rigoroso processo de racionalização de custos, tendo em vista os poucos recursos para pagamentos de concessionárias de serviços público, assim como atingir os padrões de satisfação do público interno e externo, cumprindo um percentual de 70% do volume de pedidos de materiais necessários a vida orgânica. Foi desenvolvido e implementado um planejamento de uso racional de energia, telefones comutados e celulares, assim como a manutenção do poço artesiano. 3.5 Incorporação de novas tecnologias Como parte de um processo contínuo de evolução, especial atenção é dispensada aos meios de informáticas como vetores de atualização e renovação tecnológica, foram desenvolvidas várias ações e através de processo licitatórios foi escolhido um novo provedor de internet via rádio para atingir um maior número de terminais de rede, aliada com a troca de Hub por switch e substituição de cabos 16

17 antigos por fibra ótica. Essas alterações foram significativas para o aumento da demanda crescente dos meios de comunicação, atendo em 100% as necessidades de um sistema informatizado como o implementado nesta Unidade. Realizada manutenção no sistema de comunicação do complexo militar do curado para manter a integração e a agilidade na ação de comando. Houveram melhorias na recém criada seção de manutenção de computadores, aproveitando o pessoal formado na unidade e atendendo satisfatoriamente o público interno, gerando um economia significativa. 3.6 Formação e qualificação de pessoal O Comando 7ª Região Militar e 7ª Divisão de Exército, como Grande Comando Administrativo efetuou o planejamento da instrução de suas Organizações Militares Subordinadas referente ao ano de 2005 e cumpriu as missões operacionais recebidas do Comando Militar do Nordeste, conforme se segue: - Formação básica e de qualificação de 115 soldados incorporados pela Cia Comando 7ª RM-7ªDE; - Formação básica e de qualificação de 63 soldados incorporados pela 2ª Cia Gd; - Formação básica e de qualificação de 52 soldados incorporados pela CIMNC; - Formação básica e de qualificação de 55 soldados do Projeto Soldado Cidadão, integrante do Programa Primeiro Emprego do Governo Federal, incorporados pela 2ª Cia Gd; - Formação básica e de qualificação de 45 soldados do Projeto Soldado Cidadão, integrante do Programa Primeiro Emprego do Governo Federal, incorporados pela CIMNC; Destacamos a formação de qualificação dos soldados, a realização de cursos em parceria com entidades educacionais, citamos os cursos de manutenção de micro, informática básica, telefonista e garçons. 3.7 Participação em atividades sociais Destacamos a participação na formação do Pelotão Esperança, grupamento formado trimestralmente por trinta crianças carentes da comunidade local, condicionalmente tem que estar matriculada em estabelecimento de ensino regular, onde permanecem de 2ª a 5ª feira no interior do quartel recebendo e praticando diversas atividades como: atividades físicas, educação através de estudo dirigido, palestras educativas, visitas culturais, entre outras atividades. Transferência de Recursos Através de Contrato/Convênio, Acordo, Ajuste ou Outros Instrumentos - Não aplicável Demonstrativo do Fluxo Financeiro de Projetos ou Programas Financiados com Recursos Externos - Não aplicável Result. do Acomp., Fisc.,e Aval. dos Projetos e as Instituições Beneficiadas por Renúncia de Receita - Não aplicável Processo Administrativo 17 Instauração de Procedimento ou Processo Administrativo

18 8.1 Portaria nº 003 Asse Jur/7, de 21 de janeiro de Portaria nº 004 Asse Jur/7, de 21 de janeiro de Portaria nº 005 Asse Jur/7, de 21 de janeiro de Portaria nº 007 Asse Jur/7, de 26 de janeiro de Portaria nº 011 Asse Jur/7, de 16 de março de Portaria nº 012 Asse Jur/7, de 16 de março de Portaria nº 013 Asse Jur/7, de 16 de março de Portaria nº 014 Asse Jur/7, de 16 de março de Portaria nº 015 Asse Jur/7, de 16 de março de Portaria nº 016 Asse Jur/7, de 16 de março de Portaria nº 017 Asse Jur/7, de 16 de março de Portaria nº 018 Asse Jur/7, de 16 de março de Portaria nº 019 Asse Jur/7, de 19 de março de Portaria nº 020 Asse Jur/7, de 16 de março de Portaria nº 023 Asse Jur/7, de 16 de março de Portaria nº 025 Asse Jur/7, de 16 de março de Portaria nº 028 Asse Jur/7, de 29 de março de Portaria nº 029 Asse Jur/7, de 29 de março de Portaria nº 030 Asse Jur/7, de 29 de março de Portaria nº 031 Asse Jur/7, de 29 de março de Portaria nº 032 Asse Jur/7, de 29 de março de Portaria nº 033 Asse Jur/7, de 29 de março de Portaria nº 034 Asse Jur/7, de 29 de março de Portaria nº 035 Asse Jur/7, de 31 de março de Portaria nº 036 Asse Jur/7, de 07 de abril de Portaria nº 037 Asse Jur/7, de 07 de abril de Portaria nº 038 Asse Jur/7, de 07 de abril de Portaria nº 039 Asse Jur/7, de 07 de abril de Portaria nº 041 Asse Jur/7, de 07 de abril de Portaria nº 042 Asse Jur/7, de 07 de abril de Portaria nº 043 Asse Jur/7, de 07 de abril de Portaria nº 044 Asse Jur/7, de 07 de abril de Portaria nº 045 Asse Jur/7, de 18 de abril de Portaria nº 046 Asse Jur/7, de 09 de maio de Portaria nº 047 Asse Jur/7, de 09 de maio de Portaria nº 048 Asse Jur/7, de 09 de maio de Portaria nº 049 Asse Jur/7, de 09 de maio de Portaria nº 050 Asse Jur/7, de 09 de maio de Portaria nº 051 Asse Jur/7, de 09 de maio de Portaria nº 052 Asse Jur/7, de 09 de maio de Portaria nº 053 Asse Jur/7, de 09 de maio de Portaria nº 054 Asse Jur/7, de 16 de maio de Portaria nº 055 Asse Jur/7, de 16 de maio de Portaria nº 056 Asse Jur/7, de 16 de maio de Portaria nº 057 Asse Jur/7, de 09 de maio de Portaria nº 059 Asse Jur/7, de 30 de maio de Portaria nº 060 Asse Jur/7, de 30 de maio de Portaria nº 061 Asse Jur/7, de 30 de maio de Portaria nº 062 Asse Jur/7, de 31 de agosto de

19 8.50 Portaria nº 064 Asse Jur/7, de 30 de maio de Portaria nº 065 Asse Jur/7, de 30 de maio de Portaria nº 068 Asse Jur/7, de 27 de junho de Portaria nº 069 Asse Jur/7, de 04 de julho de Portaria nº 070 Asse Jur/7, de 04 de julho de Portaria nº 071 Asse Jur/7, de 04 de julho de Portaria nº 072 Asse Jur/7, de 24 de julho de Portaria nº 073 Asse Jur/7, de 04 de julho de Portaria nº 075 Asse Jur/7, de 15 de julho de Portaria nº 076 Asse Jur/7, de 15 de julho de Portaria nº 078 Asse Jur/7, de 15 de julho de Portaria nº 080 Asse Jur/7, de 12 de setembro de Portaria nº 071 Asse Jur/7, de 05 de maio de Portaria nº 010 Asse Jur/7, de 28 de janeiro de Portaria nº 111 Asse Jur/7, de 23 de setembro de Portaria nº 009 Asse Jur/7, de 14 de fevereiro de Portaria nº 112, de 23 de setembro de Portaria nº 008, de 11 de fevereiro de Portaria nº 113 Asse Jur/7, de 23 de setembro de Portaria nº 162 Asse Jur/7, de 29 de novembro de Portaria nº 001 Asse Jur/7, de 04 de janeiro de Portaria nº 058, de 05 de maio de Portaria nº 002, de 17 de janeiro de Portaria nº 039 AGSE.3, de 10 de novembro de Portaria nº 072 Asse Jur/7, de 20 de julho de Portaria nº 077 Asse Jur/7, de 20 de julho de Portaria nº 110 Asse Jur/7, de 23 de setembro de Portaria nº 114 Asse Jur/7, de 23 de setembro de Portaria nº 013 Asse Jur/7, de 26 de janeiro de Portaria nº 002 de 15 de janeiro de Portaria nº 008 Asse Jur/7, de 11 de março de Portaria nº 009, de 12 de dezembro de Portaria nº 012 Asse Jur/7, de 02 de março de Portaria n º 010, de 29 de dezembro de Portaria nº 011 Asse Jur/7, de 01 de março de Portaria nº 011, de 29 de dezembro de Portaria nº 031 Asse Jur/7, de 14 de abril de Portaria nº 006, de 06 de fevereiro de Portaria nº 032 Asse Jur/7, de 28 de abril de Portaria nº 007, de 06 de fevereiro de Portaria nº 033 Asse Jur/7, de 28 de abril de Portaria nº 024, de 17 de março de Portaria nº 035 Asse Jur/7, de 30 de abril de Portaria nº 001, de 13 de janeiro de Portaria nº 036 Asse Jur/7, de 30 de abril de Portaria nº 014, de 10 de março de Portaria nº 039 Asse Jur/7, de 30 de abril de Portaria nº 017, de 15 de março de Portaria nº 040 Asse Jur/7, de 30 de abril de

20 8.99 Portaria nº 018, de 15 de março de Portaria nº 041 Asse Jur/7, de 30 de abril de Portaria nº 019, de 15 de março de Portaria nº 042 Asse Jur/7, de 30 de abril de Portaria nº 043 Asse Jur/7, de 30 de abril de Portaria nº 021, de 15 de março de Portaria nº 044 Asse Jur/7, de 30 de abril de Portaria nº 23, de 17 de março de Portaria nº 045 Asse Jur/7, de 30 de abril de Portaria nº 025 de 17 de março de Portaria nº 046 Asse Jur/7, de 30 de abril de Portaria nº 026, de 31 de março de Portaria nº 047 Asse Jur/7, de 30 de abril de Portaria nº 027, de 31 de março de Portaria nº 048 Asse Jur/7, de 30 de abril de Portaria nº 028, de 31 de março de Portaria nº 049 Asse Jur/7, de 30 de abril de Portaria nº 029 de 31 de março de Portaria nº 052 Asse Jur/7, de 30 de abril de Portaria nº 003, de 26 de janeiro de Portaria nº 050, de 30 de abril de Portaria nº 053 Asse Jur/7, de 30 de abril de Portaria nº 004, de 26 de janeiro de Portaria nº 051, de 30 de abril de Portaria nº 060 Asse Jur/7, de 05 de maio de Portaria nº 061 Asse Jur/7, de 05 de maio de Portaria nº 062 Asse Jur/7, de 05 de maio de Portaria nº 082 Asse Jur/7, de 20 de julho de Portaria nº 082-Asse Jur/7, de 20 de julho de Portaria nº 085 Asse Jur/7, de 05 de agosto de Portaria nº 086 Asse Jur/7, de 05 de agosto de Portaria nº 093 Asse Jur/7, de 18 de agosto de Portaria nº 034, de 28 de abril de Portaria nº 094 Asse Jur/7, de 23 de agosto de Portaria nº065, de 13 de maio de Portaria nº 096 Asse Jur/7, de 23 de agosto de Portaria nº 097 Asse Jur/7, de 23 de agosto de Portaria nº 098 Asse Jur/7, de 26 de agosto de Portaria nº 075-Asse Jur/7, de 20 de julho de Portaria nº 099 Asse Jur/7, de 01 de setembro de Portaria nº 101 Asse Jur/7, de 01 de setembro de Portaria nº 102 Asse Jur/7, de 01 de setembro de Portaria nº 105 Asse Jur/7, de 20 de setembro de Portaria nº 074-Asse Jur/7, de 20 de julho de Portaria nº 114 Asse Jur/7, de 06 de outubro de Portaria nº 116 Asse Jur/7, de 06 de outubro de Portaria nº 118 Asse Jur/7, de 06 de outubro de Portaria nº 119 Asse Jur/7, de 06 de outubro de Portaria nº120-asse Jur/7, de 06 de outubro de

21 8.148 Portaria nº 125 Asse Jur/7, de 06 de outubro de Portaria nº 126 Asse Jur/7, de 06 de outubro de Portaria nº 127 Asse Jur/7, de 11 de outubro de Portaria nº 128 Asse Jur/7, de 18 de outubro de Portaria nº 129 Asse Jur/7, de 18 de outubro de Portaria nº 130 Asse Jur/7, de 18 de outubro de Portaria nº 090-Asse Jur/7, de 18 de agosto de Portaria nº 134 Asse Jur/7, de 19 de outubro de Portaria nº 107-Asse Jur/7, de 20 de setembro de Portaria nº 135 Asse Jur/7, de 19 de outubro de Portaria nº 136 Asse Jur/7, de 19 de outubro de Portaria nº 138 Asse Jur/7, de 20 de outubro de Portaria nº 078 Asse Jur/7, de 20 de julho de Portaria nº 142 Asse Jur/7, de 22 de outubro de Portaria nº 091 Asse Jur/7, de 18 de agosto de Portaria nº 143 Asse Jur/7, de 22 de outubro de Portaria nº 141 Asse Jur/7, de 20 de outubro de Portaria nº 144 Asse Jur/7, de 22 de outubro de Portaria nº 145 Asse Jur/7, de 22 de outubro de Portaria nº 109-Asse Jur/7, de 20 de setembro de Portaria nº 149 Asse Jur/7, de 26 de outubro de Portaria nº 150 Asse Jur/7, de 08 de novembro de Portaria nº 070 Asse Jur/7, de 20 de julho de Portaria nº 151 Asse Jur/7, de 09 de novembro de Portaria nº 154 Asse Jur/7, de 10 de novembro de Portaria nº 100 Asse Jur/7, de 01 de setembro de Portaria nº 155 Asse Jur/7, de 16 de novembro de Portaria nº 157 Asse Jur/7, de 17 de novembro de Portaria nº 159 Asse Jur/7, de 29 de novembro de Portaria nº 160 Asse Jur/7, de 29 de novembro de Portaria nº 161 Asse Jur/7, de 29 de novembro de Portaria nº 164 Asse Jur/7, de 09 de dezembro de Portaria nº 080, de 20 de julho de Portaria nº 059, de 05 de maio de Portaria nº 165 Asse Jur/7, de 09 de dezembro de Portaria nº 167 Asse Jur/7, de 09 de dezembro de Portaria nº 170 Asse Jur/7, de 23 de dezembro de Portaria nº 054, de 05 de maio de Portaria nº 052 Asse Jur/7, de 30 de abril de Portaria n 002- Asse jur/ Sv just, de 04 de agosto de Portaria nº 005 Ass Jur/7, de 22 de outubro de Portaria nº 008 Asse Jur/7, de 03 de dezembro de Portaria n 003 Asse jur/ 7 de 4 de agosto de Portaria nº 027 AG/SE. 3, de 29 de outubro de Portaria nº AG/SE-3, de 05 de março de

22 Outras Informações Relatório de Gestão Informações Complementares: 1 CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE PESSOAL A Unidade não contratou pessoal temporário. 2 OUTRAS CONSIDERAÇÕES a)o rol de responsáveis incluídos nesta Tomada de Contas Anual relaciona os agentes da administração responsáveis pelos Órgãos Comando do Exército (160194) e Fundo do Exército (167194), nas funções correspondentes. b)norma de criação: Decreto de primeiro de setembro de 1821, sendo a atual estrutura criada pelo Decreto n ,de 17 de agosto de c)publicação do regimento interno: Decreto n ,de 17 de agosto de 1973,publicado no DOU de 20 de agosto de d) A UJ adotou providências atinentes a diligências efetuadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) durante o ano de Conclusão Relatório de Gestão Conclusão: Os recursos recebidos foram utilizados e gastos de acordo com a legislação em vigor, de forma planejada e o rigor da vida castrense, atendendo as necessidades da atual gestão, ainda que cumprindo as restrições e dificuldade inerente ao volume de recursos recebidos para a manutenção da vida orgânica.recife, 30 de março de JOÃO CARLOS SILVA-Cel - OD Cmdo 7ª RM/7ª DE. Total da Despesa Realizada, da Receita Arrecadada e do Patrimônio Gerido Total da Despesa Realizada, da Receita Arrecadada do Patrimônio Gerido Despesa Realizada: ,09 Atos de Gestão Ilegítimos ou Antieconômicos, Outras Falhas, Irregularidades ou Ilegalidades, Inclusive as que Resultaram em Prejuízos ao Erário - Não aplicável Cumprimento das Determinações Expedidas pelo TCU - Não aplicável 22 Outras Informações Relatório de Auditoria Outras Informações: 1. Os trabalhos de auditoria foram desenvolvidos "in loco" na Unidade, sendo os exames realizados por amostragem, na extensão julgada necessária e adequada às circunstâncias, de acordo com as normas de auditoria específicas ao Serviço Público Federal, com o objetivo de emitir opinião e certificar a gestão dos responsáveis. 2. Cabe-nos esclarecer que nenhuma restrição nos foi imposta quanto ao método ou extensão de nosso trabalho. Os programas de auditoria e respectivos

23 procedimentos estabelecidos para a execução dos exames foram aplicados de acordo com a natureza e as atividades da Unidade auditada, abrangendo os aspectos mais relevantes e ficando condicionado à disponibilidade de tempo, volume de recursos geridos pela UJ e documentação apresentada. 3. Este Processo de Tomada de Contas foi preparado de forma simplificada nos termos do Art. 3 da Decisão Normativa n 62, de 27 Out 04, do Tribunal de Contas da União. 4. Os agentes constantes do rol de responsáveis estão em dia com a exigência de apresentação da Declaração de Bens e Rendas de que trata a Lei n 8.730/93, conforme declaração do Encarregado do Setor de Pessoal da UJ, constante deste processo. 5. O saldo na conta contábil INDENIZAÇÕES, UG Secundária, no valor de R$ 852,00 (oitocentos e cinqüenta e dois reais), refere-se ao ressarcimento por danos causados a terceiros (2005NS001117, de 07 Dez 05). 6. Os saldos na conta contábil RESTITUIÇÕES, abaixo especificados, referem-se a: UG PRIMÁRIA: ressarcimento de despesas realizadas por usuários do FUSEx (NS diversas) - R$ 6.727,15 UG SECUNDÁRIA: pagamento de indenização a militar por entrega de armamento (2005NS000735, de 09 Ago 05) - R$ 162,00 7. Os saldos na conta contábil (Contratos de Fornecimento de Serviços) abaixo especificados, referem-se a contratos de despesas junto a diversos fornecedores. UG PRIMÁRIA: EMPRESA BRASILEIRA DE TELE. (CNPJ / ) - R$ ,07 UG SECUNDÁRIA: ZONA SUL DIAGNÓSTICOS LTDA. (CNPJ / ) - R$ ,00 ELEVADORES MASTER LTDA ME (CNPJ / ) - R$ ,00 ELEVADORES OTIS LTDA (CNPJ / ) - R$ ,00 8. O saldo da conta contábil Depósito de Terceiros (UG Primária), no SIAFI, no valor total de R$ ,71 (quatrocentos e setenta mil, cento e vinte e seis reais e setenta e um centavos), corresponde a: devolução de recursos de inconsistência bancária (RS ,70); devolução de indenização de ajuda de custo (R$ 388,32);recursos de auxílio-funeral (R$ ,03); e reversões bancárias (R$ ,66). 9. Os saldos das contas contábil abaixo discriminados foi justificado pela UJ como sendo de pagamentos realizados com multas e juros, devido ao atraso no recebimento do limite de saque, visto que tal recebimento depende da programação financeira do Tesouro Nacional. UG PRIMÁRIA: MULTAS INDEDUTÍVEIS - R$ 4.216,80; JUROS - R$ 2.455,47. UG SECUNDÁRIA: MULTAS INDEDUTÍVEIS - R$ 271,91; JUROS - R$ 56, Em virtude da indisponibilidade de dados no SISCONTAS relativos à cumprimento de diligências do TCU, contido em Acórdão anteriores ao exercício de 2005, as informações pertinentes constam do arquivo em anexo à Peça "Outras Informações" do RG, no referido Sistema. Conclusão Relatório de Auditoria Conclusão: Em face do exame realizado e considerando não terem sido evidenciadas impropriedades que comprometessem a probidade da Gestão dos responsáveis pela utilização dos recursos públicos alocados à Unidade, no período a que se refere o presente processo, concluo pela regularidade da Gestão, emitindo, desta forma, o competente Certificado de Auditoria anexo ao presente Relatório. Indicativo do Parecer: Regular Certificado de Auditoria 23 Certificado de Auditoria da Gestão dos Responsáveis

24 Parecer: Regular Parecer e Despacho do Dirigente do Órgão de Controle Interno Militar - Contas Regulares e Regulares com Ressalva Parecer do Dirigente do Controle Interno : Tendo em vista as evidências obtidas no curso dos trabalhos de auditoria, em confronto com os elementos apresentados no Relatório de Gestão do Ordenador de Despesas, anexado à Tomada de Contas Anual em referência, concluo que, em relação aos recursos geridos, houve eficiência, eficácia, efetividade e economicidade na sua utilização. Parecer do Controle Interno Indicativo de Concordância com o Certificado de Auditoria: Sim Despacho de Auditoria: Em decorrência, resolvo: aprovar a presente Tomada de Contas Anual e submetê-la à apreciação do Excelentíssimo Sr Comandante do Exército. Pronunciamento Ministerial - Contas Regulares e Regulares com Ressalva Descrição do Cargo: MINISTRO DE ESTADO DA DEFESA Nome da Autoridade Máxima: FRANCISCO WALDIR PIRES DE SOUZA Número do CPF: Parecer do Dirigente do Controle Interno : Tendo em vista as evidências obtidas no curso dos trabalhos de auditoria, em confronto com os elementos apresentados no Relatório de Gestão do Ordenador de Despesas, anexado à Tomada de Contas Anual em referência, concluo que, em relação aos recursos geridos, houve eficiência, eficácia, efetividade e economicidade na sua utilização. Pronunciamento Ministerial Indicativo de Concordância: Sim Texto do Pronunciamento Ministerial: Em conformidade com o disposto no art. 52 da Lei nº 8.443, de 16 de julho 1992, atesto haver tomado conhecimento das contas anuais, exercício de 2005, incluídas no Siscontas, das 186 unidades gestoras do Comando do Exército discriminadas nesta relação, das conclusões (pela REGULARIDADE da gestão) contidas nos pareceres emitidos pela respectiva unidade de controle interno, bem assim da manifestação do Comandante do Exército, que se pronunciou favorável à aprovação das mencionadas contas. 24

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