Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica PIBIC/CNPq/IBMEC-RJ. Relatório Final

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica PIBIC/CNPq/IBMEC-RJ. Relatório Final"

Transcrição

1 Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica PIBIC/CNPq/IBMEC-RJ Relatório Final Aluno: Mariana Macêdo Fernandes da Silva Curso: Direito Orientador responsável: Jorge Luís Rocha da Silveira Professor Doutor Título do Projeto: O Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro & a Ditadura Militar: memórias. Três palavras-chave: Memória, Justiça, Ditadura. Julho

2 I - Introdução Para lidar com o que diversos estudiosos da cultura jurídica brasileira já associaram a um colapso na produção do sistema legal apresentou-se ao PIBIC, há pouco mais de um ano, um projeto de pesquisa sobre um dos mais controversos períodos da história brasileira, foco de polêmicas e interpretações díspares: a chamada Ditadura Militar, que perdurou formalmente de 1964 a O resultado da pesquisa é apresentado nesta oportunidade. O Judiciário nacional sob seu jugo experimentou os devastadores efeitos de atos jurídicos extremamente antidemocráticos, como o Ato Institucional n.º 2, de 27 de outubro de Tal documento afetou especialmente esse Poder cujas atividades não interessavam ao bloco que assumira o controle do poder político do país (CASTRO: 2010, 535). Afinal, formado por membros concursados oriundos do seio da sociedade civil em geral, este órgão tem como principal objetivo a manutenção da lei e do Estado de Direito. O objetivo final deste trabalho de pesquisa foi apontar os múltiplos reflexos do período que vai de 1965 a 79 sobre o Poder Judiciário e dos homens e mulheres que o compõem e lidam com ele. Para tal debruçou-se sobre a história de vida daqueles que vivenciaram essa conturbada fase da história brasileira para ouvir suas versões dos acontecimentos e reapresentá-las à sociedade. Sua memória está se perdendo pelo desaparecimento de seus protagonistas e o sobrepor-se de lembranças nem sempre leiais àquele evento. A pesquisa se concentrou primeiramente sobre os magistrados e, à medida que os depoimentos se sucediam, outros agentes foram incluídos; como os advogados. Com isso se construiu um panorama rico e sinuoso que procurou sempre fugir do saber formalista ou das formulações obscuras (WOLKMER: 2012, 19) que certas áreas de investigação histórico-jurídicas cultivam com seu discurso conservador e dogmático que pode-se assim dizer - visa apenas justificar a ordem social e jurídica existente. Ordem que tal arenga tenta provar que está imersa na tradição, no espírito nacional ou que resulta de um paulatino progresso do espírito humano (HESPANHA: 1978, 11).

3 II Objetivos Como já se adiantou o objetivo maior desta pesquisa foi apresentar um novo viés à interpretação de importantes acontecimentos históricos relacionados à Ditadura Civil- Militar que se instalou em nosso país, entre , e seus múltiplos reflexos sobre o Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro e seus membros, no período de Além de tudo, o que se intentou, mais especificamente, foi recuperar um pouco da história de vida daqueles que viveram essa fase da história brasileira; ouvir suas versões dos acontecimentos e reapresentá-las à sociedade. A memória desse período está sendo perdida pelo desaparecimento de seus protagonistas. A história da Ditadura Militar é complexa e muito variada, com discussões e polêmicas impares que precisam ser mais bem definidas pelos que se debruçam sobre elas. Principalmente, quando o foco são as relações locais. Assim, é natural que o estudo se prolongue e abranja diferentes pontos de vista. Principalmente para aqueles que, iniciando suas atividades acadêmicas, ainda não têm experiência para abordar estes mesmos debates. Por isso, o consideramos apenas uma primeira etapa de um empreendimento muito maior. Espera-se, assim, ter contribuído para o enriquecimento do processo de conhecimento do passado recente da história política e social do país e do Estado fluminense, ao mesmo tempo em que se tenha acrescentado novas perspectivas às técnicas e métodos da pesquisa histórica das instituições jurídicas do país.

4 III - Metodologia utilizada Fontes Ciro Cardoso recomendava como uma das condições de realização da pesquisa histórica a sua viabilidade (1983, 74). O aspecto, talvez, mais difícil da pesquisa ora proposta - a tomada de depoimentos dos atores das passagens a serem abordadas -, já se encontra realizada. Em 1998, o Museu da Justiça do Estado do Rio de Janeiro lançou o Programa de História Oral & Visual com o objetivo de resgatar e preservar a memória história da Justiça estadual. Este programa criou um acervo com mais de cento e cinquenta depoimentos. Do acervo constituído a partir das entrevistas daquele programa (MUSEU DA JUSTIÇA: 2000), mais de uma centena de depoimentos têm o tema da Ditadura Militar entre seus tópicos. São magistrados, advogados, funcionários e políticos que testemunharam os acontecimentos relativos a ela e deixaram suas opiniões e lembranças. Nos chamaram a atenção setenta e cinco destas pela sua qualidade. Outras fontes importantes são constituídas por documentos oficiais como os livros de atas das sessões do Tribunal Pleno e do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro e das associações de magistrados, que podem nos oferecer um panorama dos conflitos. Além disso, temos, também, diversos órgãos da Imprensa como O Fluminense, O Globo, o Correio da Manhã e o Jornal do Brasil. Através deles é possível acompanhar os acontecimentos mais gerais. Procedimentos À exemplo da pesquisa realizada pela historiadora Marly Silva da Motta, utilizou-se as noções de enquadramento da memória e de memória dividida. Tais conceitos estão baseados nas propostas de Michael Pollak (1992) e Alessandro Portelli (FERREIRA & AMADO: 2002). Segundo estes, a memória coletiva é um campo de disputa e, assim, a necessidade de enquadrar e manter a memória enquanto quadro de referência capaz de estabelecer a coesão e a identificação de um grupo. Com este

5 parâmetro se pretende orientar a abordagem que se fará aos documentos orais em busca dos efeitos da Ditadura Militar sobre o Judiciário estadual. No entanto, apesar de ser extremamente rica, a metodologia da história oral é insuficiente para dar conta de todas as necessidades da pesquisa proposta. Por isso, se confrontará o discurso dos entrevistados com as informações advindas da análise dos documentos que demonstram as ações dos agentes históricos - decisões, acórdãos, atas etc. Como já afirmou o historiador francês Jacques Le Goff (1996, 547), os documentos são resultado de uma colagem, consciente ou não, da história, da época, da sociedade que os produziram, mas também das épocas sucessivas durante as quais continuou a viver (...). Assim sendo, a subjetividade não é característica exclusiva da história oral, pois também está presente nas fontes escritas, iconográficas e tantas outras. Isto não deve ser encarado como obstáculo ao conhecimento. Pelo contrário, ao desvendarmos o código que constitui essa subjetividade, os esquecimentos, os silêncios, dos entrevistados tornar-se-ão - eles mesmos -, fonte de novos conhecimentos. Acreditamos que, ao lançar mão de novos enfoques e metodologias, foi possível romper por um lado com os pressupostos tradicionais que orientam as pesquisas histórico-jurídicas sobre a Ditadura. Por outro, ajudar a construir uma abordagem que permitiu ampliar o entendimento do sistema jurídico brasileiro como um produto cultural; ligado ao processo histórico, econômico e social.

6 IV Desenvolvimento da pesquisa Meses Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Janeiro Fevereiro Março Abril Junho Julho Correções e adaptações no projeto Coleta e crítica de dados Redação do relatório parcial Atividades Nova coleta e crítica de dados Correções gerais e avaliação da pesquisa Redação do relatório final O cronograma apresentado foi seguido com alguns ajustes que se fizeram necessários para comportar outras atividades correlatas à pesquisa. No final pode se considerar que o mesmo foi satisfatoriamente cumprido. Foram analisadas, como fontes primárias: a) Entrevistas do Programa de História Oral & Visual do Poder Judiciário. Museu da Justiça. Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. b) Entrevistas do Programa de História Oral. Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil. Fundação Getúlio Vargas. Rio de Janeiro. c) Coleção de jornais. Seção de periódicos. Biblioteca Nacional. Rio de Janeiro. Já como fontes secundárias: a) ALBERTI, Verena. História oral: a experiência do CPDOC. Rio de janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, b) ARANTES, Rogério. Ministério público e política no Brasil. São Paulo: Sumaré/Educ, 2002, 327 p. c) ARAÚJO, Rosalina C. O estado e o poder judiciário no Brasil. 2.ª ed. Rio de janeiro: Lúmen Júris, 2004.

7 d) CASTRO, Flávia L. História do direito: geral e do Brasil. 8.ª Ed. Rio de Janeiro; Editora Lúmen Júris, e) FERREIRA, Jorge & DELGADO, Lucilia A. N. (org.) O tempo da ditadura: regime militar e movimentos sociais em fins do século XX. 2.ª Ed. Rio de Janeiro: Ed. Civilização Brasileira, f) HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. São Paulo: Nova Centauro, g) MEIHY, José C. S. B. Manual de história oral. 2.ª Ed. São Paulo: Ed. Loyola, h) PEREIRA, Antony W. Ditadura e repressão: o autoritarismo e o estado de direito no Brasil, no Chile e na Argentina. São Paulo: Paz & Terra, i) HESPANHA, António M. A história do direito na história social. Lisboa: Livros Horizonte, j) LE GOFF, Jacques. História e memória. 4.ª ed. São Paulo: Ed. UNICAMP, k) POLLAK, Michel. Memória e identidade social. Em: Revista Estudos Históricos. Rio de Janeiro: S/ed., 1992, n.º 3, p l) SKIDMORE, Thomas E. Brasil: de Castelo a Tancredo. Rio de Janeiro: Paz & Terra, 1988.

8 V Resultados alcançados Ao lado dos cinquenta depoimentos de magistrados analisados juntaram-se outros vinte e cinco de advogados. Assim se percebeu os elos de relação entre os diferentes grupos que viveram a Ditadura Militar e como, cada um, construiu suas memórias. Os documentos, quer escritos quer orais, foram examinados em conjunto, de forma sistemática. Pois, nenhum documento vale por si mesmo: ele só tem sentido para o pesquisador quando este os relaciona entre si e com as análises conjunturais sobre a época abordada. Somente assim, e travando um diálogo constante com os pressupostos teóricos que deram alicerces à construção de seu objeto, estaremos contribuindo para a criação de novos conhecimentos acerca do tema. Acreditamos que, ao lançar mão de novos enfoques e metodologias, é possível romper por um lado com os pressupostos tradicionais que orientam as pesquisas histórico-jurídicas sobre a Ditadura. Por outro, ajuda a construir uma abordagem que permita ampliar o entendimento do sistema jurídico brasileiro como um produto cultural; ligado ao processo histórico, econômico e social. Foram encontradas dificuldades diversas relacionadas a extração de informações relevantes sobre a Ditadura Militar dos entrevistados, pois muitos falaram sobre a sua trajetória profissional, mas não responderam as questões atinentes ao que realmente estava sendo perguntado. Outro ponto relevante foi à dificuldade em realizar uma pesquisa sobre um tema tão complicado para a História do Brasil sem perder o objetivo de trazer um enfoque atual e crítico para a pesquisa. Percebemos também que seria de fundamental importância à inclusão de outros operadores do Direito, como o Ministério Público, pois desta forma conseguiríamos obter diversos enfoques sobre a Ditadura Militar. Talvez em outra oportunidade. O resultado final que se pretendeu atingir com a pesquisa foi a elaboração de um texto monográfico que reunisse, sobre o período focado, tanto a discussão conceitual como a histórica. Um material que destacasse a memória dos que participaram dos eventos mencionados, no âmbito dos chamados operadores do Direito. Apresentar os reflexos da arbitrariedade na vida dos indivíduos que compunham a Justiça, resgatando através das memórias dos mesmos, as lembranças desse período.

9 Nossa democracia sempre excluiu do poder amplos contingentes da população brasileira, através de mecanismos excludentes e autoritários: patrimonialismo, clientelismo, racismo (ARAÚJO, 2006, 153).

10 VI - Conclusão Para estudar como as memórias coletivas são montadas, desmontadas e remontadas é preciso considerar o processo de enquadramento das memórias de seus agentes e suas linhas concretas. Ou seja, é forçoso entender os mecanismos que conduziram certos indivíduos, e consequentemente suas memórias, a se adaptarem aos de outros. Essa questão, embora tenha limites impostos pelas relações humanas, que estabelecem fronteiras à reprodução do grupo e do próprio sistema social, alimenta a formação da história que se quer contar. O Poder Judiciário, como toda organização política, por exemplo, propaga seu próprio passado e as imagens que forja de si. Esta memória veiculada envolve a identidade individual e do grupo judiciário, mas é criada pela negociação, através da hegemonia. Alessandro Portelli (2002, 12) argumentou que a pressão da memória coletiva sobre a individual se materializa no domínio social, na pressão para não esquecer e para extrair memórias de um único grupo. O poder da noção de pertencimento como elemento formador da lembrança, não deve ser menosprezado. Ecleá Bosi (op. cit., 462) afirmou: a identificação nasce de uma comunidade afetiva e ideológica entre indivíduos e o grupo local dominante, comunidade que a ação conjunta só poderia reforçar. A partir da presente pesquisa realizada por meio de livros e, principalmente, fichamentos das entrevistas, chega-se a conclusão que, de maneira geral, para os integrantes do Poder Judiciário e os operadores do Direito - ainda hoje - falar sobre o período da Ditadura Militar é praticamente um tabu. É um assunto que requer cautela, e exatamente por isso, certos esquecimentos se fazem necessários. Poderia parecer pretensioso fazer tal afirmação. No entanto, quando nos deparamos com o material da pesquisa e o analisamos percebemos que o mesmo, apesar de precioso para a história, pode-se acreditar, num primeiro momento, na falsa ideia que tratar-se de depoimentos superficiais. Ao lidarmos com o passado, ainda mais através da história oral, se faz crucial saber ler nas entrelinhas. Faz-se imperioso saber relacionar o discurso com o autor, e estar atento para o lugar de onde se diz o discurso o correlacionando com o contexto dos fatos. Por isso, diante de tudo o que foi pesquisado

11 pode se afirmar que não haveria Ditadura Militar se não tivesse existido o apoio de diversas áreas da sociedade civil, entre elas a área jurídica. Até porque o regime tinha ao seu dispor um aparato de mecanismos legais discricionários para reprimir quem o contestasse. Isto pode ser exemplificado quando da edição do AI n.º 5, em treze de dezembro de Sob o pretexto do recrudescimento dos movimentos de resistência ao regime político imposto uma ditadura sem disfarces foi implantada no país. Seguido de mais seis atos institucionais e diversos complementares, o documento legal permitia ao presidente fechar os poderes legislativos federal, estaduais e municipais, intervir nos estados e municípios e nomear interventores, confiscar bens, suspender a garantias constitucionais etc. (ROCHA: 2004, 29). Mesmo quando, durante o governo do general Ernesto Geisel, o Brasil passou a experimentar um período de pretensa distensão política, os instrumentos jurídicos repressivos estavam a seu dispor respaldavam a ação dos aparelhos de Estado - e a lembrança das ações interventivas e punitivas perpetradas ainda estavam vívidas. Um exemplo, disto foi a Lei de Anistia, decretada pelo governo sem discussão e sem permitir que os militares envolvidos na repressão fossem julgados (SILVA: 2007, 270). Esta pesquisa foi fundamental para esclarecer se existiu ou não resistência ao Golpe Militar por parte do Poder Judiciário. Parte das entrevistas analisadas eram de pessoas relativamente autônomas do Poder Judiciário. Tal fato trouxe para a pesquisa outro olhar: a visão de quem não é representante do Estado e não se confundi com o próprio. Existiram magistrados e advogados contrários a Ditadura Militar, porém hoje tais vozes estão silenciadas pelo discurso, outrora vencedor e criador de uma estrutura que se mantém até os dias atuais sem maiores modernizações de comando. Vemos que de todas as estruturas, a mais fechada para mudanças sejam elas estruturais, ideológicas ou políticas, é o Poder Judiciário, que é o mesmo desde a Ditadura Militar. Logicamente, algumas mudanças, ainda não tão significativas, já vêm ocorrendo no Poder Judiciário e espera-se que, cada vez mais, boas ideias tomem espaço e voz dentro do mundo jurídico. A entrevista do desembargador Abeylard Pereira Gomes (1998) pode ser considerada curiosa pelo fato dele dizer que, na época da Ditadura Militar, tinha independência para julgar. Tanto que chegou a condenar um general do Exército. Disse que não tinha relação com os militares, mas admitiu que, aconselhado por um colega,

12 foi uma vez à residência de um oficial da Marinha que queria informações sobre o famoso esquadrão da morte. Termina dizendo que em sua vida não houve interferência direta dos militares. A questão da independência funcional do magistrado também foi mencionada pelo juiz aposentado Carlos Augusto Lopes Filho (2003): Eu nunca recebi pressão para nada, nunca. Nem como promotor, nem como juiz. Não sei... Tem um ditado que diz que as pessoas encostam e sabem em quem podem encostar... Não é? Eu sei que comigo nunca encostaram para fazer: "olha, eu quero que você faça isso. Eu quero que você faça aquilo. Pedido se recebe sempre. Aceita-se, atende-se ou deixa-se de atender. Esse é outro problema, mas pressão eu nunca recebi. Olha que eu peguei uma época até meia... A palavra é vulgar, mas eu acho que é a que melhor define: meiobraba. Ao ler esta entrevista pode-se pensar que, talvez, a Ditadura Militar não tivesse pressionado tanto assim as pessoas influentes da época para apoiá-la. Mas, sim, tenha juntado os que, antes mesmo do Golpe, já a apoiavam. É um dado curioso o fato se considerar que há liberdade em uma Ditadura. Ainda nesse sentido, a entrevista do Desembargador Dalmo Silva (1998) é bastante reveladora da interferência militar nas atividades profissionais do magistrado: Eu disse, anteriormente, que essa foi a parte mais marcante, porque acho que o cerne da dignidade da magistratura repousa na independência do juiz. Aí é que está tudo. Sem independência não há magistratura. E, não havendo magistratura boa, não há nem democracia... Bom, um temperamento como o meu, de juiz independente, como tantos colegas bons que tem por aí... Mas eu me tinha como um juiz dos mais independentes a vida inteira. Com isso, tive que dar um tropeço, um esbarrão com os militares, evidentemente. Porque eu não admitia que se intrometessem na minha independência, no meu livre convencimento. E eles quiseram se intrometer no meu livre convencimento. Para mim é tudo - a independência do juiz. Aí eu tive que dar uma trombada, eu tive que ser chamado até para depor. Evidentemente que, para mim, o período militar não foi bom, porque dei uma trombada. Mas me saí muito bem, porque eles não tiveram como me pegar. Eu fui até o final. Tudo bem. O entrevistado foi um dos poucos a dizer que sofreu interferência em sua vida profissional por parte dos militares. Em razão de uma sentença desfavorável aos militares, inclusive, chegou a ser chamado para depor: É, o problema é que tinha dado uma sentença contra um oficial da Marinha ligado ao CENIMAR. Ele era um homem de prestígio, o irmão era Secretário de Estado. Eu fui chamado a depor. Eu passei a ser acompanhado - vamos dizer... - por um funcionário que era do serviço secreto dos militares.

13 Então, me chamaram para depor e lá cheguei e fiquei revoltado de ver um juiz, porque deu uma sentença contrária a um oficial da Marinha, ser tratado daquela maneira. Tratado daquela maneira, não. Eles me respeitaram, mas querendo me colocar no CENIMAR e até, possivelmente, me cassar... Eu sei lá o que eles queriam? Porque eu tinha dado uma sentença e na sentença eu citei um grande juiz - que se chamava Aguiar Dias. Eles disseram que esse grande juiz era comunista e que eu era comunista também. Tem umas coisas que acontecem na vida da gente! Aquilo lá me irritou. Eu fui encima desse comandante Baltazar, que foi o autor da denúncia... Esse Comandante Baltazar era Secretário e deu uma denúncia anônima. Eles permitiam, eu soube no CENIMAR, que eles permitiam o anonimato na época da Revolução. Até isso aconteceu. Eu, então, entrei com uma representação no Conselho da Magistratura contra esse Comandante, dizendo que ele tinha envergonhado a farda, pedindo que a conclusão dessa apuração fosse levada à Marinha; para ele ser cassado na Marinha. Lá tem outro termo que eles usam, né? Mas aconteceu isso e acabou que não houve nada comigo e ele teve que arranjar um pistolão para não perder a patente na Marinha. Graças a Deus, também nessa eu me saí bem, defendendo a dignidade da magistratura. É também a opinião do desembargador Luiz Fernando Withaker Tavares da Cunha (2002), que em seu depoimento destacou: Foi um período difícil, porque as garantias da Magistratura foram suspensas e outras garantias constitucionais foram suspensas. Os juízes foram cassados injustamente como o Aguiar Dias, como o Carlos Aroldo Porto Carreiro de Miranda... E então, evidentemente, lutamos contra esse período de exceção... Depois tinha uma coisa: essas cassações não eram produtos de reflexão, de pesquisas. Às vezes eram vinganças pessoais, não é? Muitos políticos foram cassados por vinganças pessoais! Evidentemente, as acusações contra o Porto Carreiro, que era um homem admirável. (...) Era professor de Economia Política, livre docente da Faculdade Nacional de Direito, autor de livros importantíssimos! Eu tive a honra, quando ele voltou à Magistratura, de recebê-lo no Tribunal de Alçada... Evidentemente, em período de exceção todos nós sofremos perigo do alfanje, do facciosismo em cima de nossas cabeças. Eu, várias vezes, estive ameaçado de ser cassado. Inclusive, quando absolvi o jornalista Hélio Fernandes de um crime de grande repercussão, crime contra a honra. Mas... É como dizia um poeta: "ao juiz, não importa a posteridade, importa é a sua consciência. O julgamento dos pósteros para ele pouco interessa. Nós julgamos no momento histórico, nós julgamos numa época. Se tem nas mãos a rosa da consciência não interessa nada. Não interessa o julgamento do futuro ou do presente ou até de pessoas que não compreendem isso. Já a percepção do golpe e do regime por alguns magistrados pode ser exemplificada pelo trecho do depoimento que se segue: Olha, eu teria que abordar a coisa sob dois aspectos: político e jurídico. Quero dizer, a influência política e a jurídica. No ponto de vista político, eu realmente me envergonho muito dessa fase da história do Brasil. Eu lecionei nessa época na faculdade e vi, eu soube, não assisti fisicamente, mas vi muito aluno ser tirado de sala de aula porque havia militares ou alguns traidores denunciantes dentro da sala de aula e que fazia com que esses colegas que eventualmente tivessem se manifestado contra o regime militar, fossem

14 afastados, presos, execrados e por isso mesmo antidemocraticamente atingida a faculdade. Eu tenho duas lembranças muito fortes que posso relatar: uma de magistrado, quando foi preso o juiz da vara criminal, Porto Carreiro, que era considerado comunista e foi preso em casa e o presidente do tribunal, o (...) Murta Ribeiro, foi procurado pelos colegas para dar apoio moral e jurídico e o Murta Ribeiro, lamentavelmente, se esquivou dizendo que o problema não era do tribunal, mas era problema pessoal das ideias dele e deixou vilmente o desembargador, aliás, na época não era desembargador era juiz ou magistrado, ficar acorrentado numa jaula da polícia política e social sem dar a ele o menor socorro, a menor atenção, o menor apoio. Foi um ato de extrema covardia, não só da parte da polícia como da parte do próprio presidente do tribunal (...) Mas eu realmente do ponto de vista institucional, eu tenho pra mim que a revolução foi altamente danosa pra todos, sobretudo porque nós estamos vendo agora e essas eleições, mais uma, refletem bem isso. Ela ceifou da geração toda uma liderança política. Hoje nós não temos líderes políticos, quem são nossos líderes políticos que estão aí nas eleições? Há uma defasagem entre os antigos e os novíssimos. Você vê Antônio Carlos Magalhães e outros estão lá na estratosfera da antiguidade e outros novíssimos como Aécio Neves e outros de vinte e poucos anos de idade que estão surgindo agora. Então, nesse interregno, nesse entremeio, não existem líderes políticos formados na labuta, na liderança diária, na movimentação diária da política, porque eles foram mortos pela revolução. Eu acho que a revolução fez muito mal a esse país (MAGALHÃES: 2002).

15 VII - Referências bibliográficas usadas ALBERTI, Verena. Ouvir contar: textos em história oral. Rio de Janeiro: Editora FGV, BOSI, Ecleá. Memória e sociedade: lembranças de velhos. 10.ª ed. São Paulo: Cia. das Letras, CARDOSO, Ciro F. Uma introdução à história. 3.ª Ed. São Paulo: Brasiliense, CASTRO, Flávia L. História do direito: geral e do Brasil. 8.ª Ed. Rio de Janeiro; Editora Lúmen Júris, CUNHA, Luiz F. W. T. Depoimento Prestado ao Programa de História Oral & Visual do Poder Judiciário. Rio de Janeiro: Museu da Justiça, 12 de ago Entrevista n.º 84. FERREIRA, Marieta M. & AMADO, Janaína (org.) Usos & abusos da história oral. 5.ª Ed. Rio de Janeiro: Ed. FGV, HESPANHA, António M. A história do direito na história social. Lisboa: Livros Horizonte, LE GOFF, Jacques. História e memória. 4.ª ed. São Paulo: Ed. UNICAMP, LOPES FILHO, Carlos A. Depoimento Prestado ao Programa de História Oral & Visual do Poder Judiciário. Rio de Janeiro: Museu da Justiça, 16 de abr Entrevista n.º 95. MAGALHÃES, Jorge M. Depoimento Prestado ao Programa de História Oral & Visual do Poder Judiciário. Rio de Janeiro: Museu da Justiça, 10 de out Entrevista n.º 86. MUSEU DA JUSTIÇA. Subsídios para a história da justiça do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Gráfica do TJERJ, POLLAK, Michel. Memória e identidade social. Em: Revista Estudos Históricos. Rio de Janeiro: S/ed., 1992, n.º 3, p PORTELLI, Alessandro. O massacre de Civitella Val di Chiana (Toscana, 29 de junho de 1944): mito, política, luto e senso comum. Em: AMADO, J. & FERREIRA, M. M. Usos e abusos da história oral. 5.ª ed. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2002, pp ROCHA, Jorge L. História da Defensoria Pública e da Associação dos Defensores Públicos do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Lúmen Juris, 2004.

16 SILVA, Dalmo Silva. Depoimento Prestado ao Programa de História Oral & Visual do Poder Judiciário. Rio de Janeiro: Museu da Justiça, 31 de ago Entrevista n.º 16. SILVA, Evandro L. O salão dos passos perdidos. São Paulo: Nova Fronteira, WOLKMER, Antônio C. História do direito no Brasil. 5.ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 2010.

Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica

Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica PIBIC/CNPq - IBMEC-RJ Relatório Final 2012/2013 Título do Projeto: O Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro & a Ditadura Militar: memórias.

Leia mais

MÓDULO 5 O SENSO COMUM

MÓDULO 5 O SENSO COMUM MÓDULO 5 O SENSO COMUM Uma das principais metas de alguém que quer escrever boas redações é fugir do senso comum. Basicamente, o senso comum é um julgamento feito com base em ideias simples, ingênuas e,

Leia mais

Região. Mais um exemplo de determinação

Região. Mais um exemplo de determinação O site Psicologia Nova publica a entrevista com Úrsula Gomes, aprovada em primeiro lugar no concurso do TRT 8 0 Região. Mais um exemplo de determinação nos estudos e muita disciplina. Esse é apenas o começo

Leia mais

MUNICÍPIO DE CUIABÁ) Excelentíssimo Senhor Presidente do. Supremo Tribunal Federal, Doutor Professor Gilmar Ferreira

MUNICÍPIO DE CUIABÁ) Excelentíssimo Senhor Presidente do. Supremo Tribunal Federal, Doutor Professor Gilmar Ferreira O SR. JOSÉ ANTÔNIO ROSA (PROCURADOR-GERAL DO MUNICÍPIO DE CUIABÁ) Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal, Doutor Professor Gilmar Ferreira Mendes, na pessoa de quem cumprimento todos

Leia mais

Arquivo Público do Estado de São Paulo

Arquivo Público do Estado de São Paulo Arquivo Público do Estado de São Paulo Oficina: O(s) Uso(s) de documentos de arquivo na sala de aula Ditadura Militar e Anistia (1964 a 1985). Anos de Chumbo no Brasil. Ieda Maria Galvão dos Santos 2º

Leia mais

SEÇÃO ENTREVISTA A INICIAÇÃO CIENTÍFICA E A PUBLICAÇÃO NA GRADUAÇÃO COMO MEIOS DE QUALIDADE NA FORMAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR JOSÉ ROBERTO RUS PEREZ

SEÇÃO ENTREVISTA A INICIAÇÃO CIENTÍFICA E A PUBLICAÇÃO NA GRADUAÇÃO COMO MEIOS DE QUALIDADE NA FORMAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR JOSÉ ROBERTO RUS PEREZ Revista Eventos Pedagógicos v.5, n.4 (13. ed.), número regular, p. 115-121, nov./dez. 2014 SEÇÃO ENTREVISTA A INICIAÇÃO CIENTÍFICA E A PUBLICAÇÃO NA GRADUAÇÃO COMO MEIOS DE QUALIDADE NA FORMAÇÃO DE ENSINO

Leia mais

AMAJUM. No próximo dia 7 de outubro, o povo brasileiro retorna às urnas, desta vez para escolher prefeitos, vice-prefeitos e vereadores.

AMAJUM. No próximo dia 7 de outubro, o povo brasileiro retorna às urnas, desta vez para escolher prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. No próximo dia 7 de outubro, o povo brasileiro retorna às urnas, desta vez para escolher prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. Produção: Ação conjunta: Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso Parceiro:

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 68 Discurso na cerimónia de lançamento

Leia mais

P/1 Seu Ivo, eu queria que o senhor começasse falando seu nome completo, onde o senhor nasceu e a data do seu nascimento.

P/1 Seu Ivo, eu queria que o senhor começasse falando seu nome completo, onde o senhor nasceu e a data do seu nascimento. museudapessoa.net P/1 Seu Ivo, eu queria que o senhor começasse falando seu nome completo, onde o senhor nasceu e a data do seu nascimento. R Eu nasci em Piúma, em primeiro lugar meu nome é Ivo, nasci

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES Silva.A.A.S. Acadêmica do curso de Pedagogia (UVA), Bolsista do PIBID. Resumo: O trabalho

Leia mais

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA JURUMENHA, Lindelma Taveira Ribeiro. 1 Universidade Regional do Cariri URCA lindelmafisica@gmail.com FERNANDES, Manuel José Pina 2 Universidade Regional do Cariri

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

1 O texto da Constituição Federal de 1988 diz: Art. 7. São direitos dos trabalhadores urbanos e

1 O texto da Constituição Federal de 1988 diz: Art. 7. São direitos dos trabalhadores urbanos e 1 Introdução A presente pesquisa tem como objeto de estudo a inserção da pessoa com deficiência física no mercado de trabalho. Seu objetivo principal é o de compreender a visão que as mesmas constroem

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA Fabiana de Jesus Oliveira União de Ensino do Sudoeste do Paraná fabiana@unisep.edu.br Diversas são as pesquisas que têm mostrado que o ensino encontra-se

Leia mais

A ditadura civil-militar brasileira através das artes: uma experiência com alunos do ensino médio no Colégio de Aplicação

A ditadura civil-militar brasileira através das artes: uma experiência com alunos do ensino médio no Colégio de Aplicação A ditadura civil-militar brasileira através das artes: uma experiência com alunos do ensino médio no Colégio de Aplicação Beatrice Rossotti rossottibeatrice@gmail.com Instituto de História, 9º período

Leia mais

Roteiro de Áudio. SOM: abertura (Vinheta de abertura do programa Hora do Debate )

Roteiro de Áudio. SOM: abertura (Vinheta de abertura do programa Hora do Debate ) 1 Roteiro de Áudio Episódio 1 A língua, a ciência e a produção de efeitos de verdade Programa Hora de Debate. Campanhas de prevenção contra DST: Linguagem em alerta SOM: abertura (Vinheta de abertura do

Leia mais

coleção Conversas #7 - ABRIL 2014 - f o? Respostas que podem estar passando para algumas perguntas pela sua cabeça.

coleção Conversas #7 - ABRIL 2014 - f o? Respostas que podem estar passando para algumas perguntas pela sua cabeça. Eu quero não parar coleção Conversas #7 - ABRIL 2014 - de consigo.o usar que eu drogas f o? aç e Respostas para algumas perguntas que podem estar passando pela sua cabeça. A Coleção CONVERSAS da Editora

Leia mais

O ENSINO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DOS JOVENS E ADULTOS EM UMA ABORDAGEM CTS 1. Educação Matemática na Educação de Jovens e Adultos GT 11

O ENSINO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DOS JOVENS E ADULTOS EM UMA ABORDAGEM CTS 1. Educação Matemática na Educação de Jovens e Adultos GT 11 O ENSINO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DOS JOVENS E ADULTOS EM UMA ABORDAGEM CTS 1 Educação Matemática na Educação de Jovens e Adultos GT 11 Ana Luiza Araujo COSTA anaepietro26@gmail.com Maria Simone

Leia mais

Estudo de Caso. Cliente: Rafael Marques. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses

Estudo de Caso. Cliente: Rafael Marques. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses Estudo de Caso Cliente: Rafael Marques Duração do processo: 12 meses Coach: Rodrigo Santiago Minha idéia inicial de coaching era a de uma pessoa que me ajudaria a me organizar e me trazer idéias novas,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 29 Discurso na cerimónia de premiação

Leia mais

Lógicas de Supervisão Pedagógica em Contexto de Avaliação de Desempenho Docente ENTREVISTA - Professor Avaliado - E 2

Lógicas de Supervisão Pedagógica em Contexto de Avaliação de Desempenho Docente ENTREVISTA - Professor Avaliado - E 2 Sexo Idade Grupo de docência Feminino 40 Inglês (3º ciclo/secundário) Anos de Escola serviço 20 Distrito do Porto A professora, da disciplina de Inglês, disponibilizou-se para conversar comigo sobre o

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 97 Discurso no banquete oferece/do

Leia mais

Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009

Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009 EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA: Passar do Discurso para a Ação Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009 1º Fórum de Ideias - Cambridge University Press

Leia mais

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA Antonio Carlos Pavão Quero saber quantas estrelas tem no céu Quero saber quantos peixes tem no mar Quero saber quantos raios tem o sol... (Da canção de João da Guabiraba

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO Faculdade de Educação PROJETO DE PESQUISA

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO Faculdade de Educação PROJETO DE PESQUISA PROJETO DE PESQUISA INSTITUIÇÕES E INTELECTUAIS DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: HISTÓRIA, IDEIAS E TRAJETÓRIAS Responsável: Prof. Dr. Mauro Castilho Gonçalves O projeto investiga a história de instituições educativas

Leia mais

UNVERSDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE GABINETE DO REITOR COMISSÃO DA VERDADE TRANSCRIÇÃO DE ENTREVISTA

UNVERSDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE GABINETE DO REITOR COMISSÃO DA VERDADE TRANSCRIÇÃO DE ENTREVISTA UNVERSDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE GABINETE DO REITOR COMISSÃO DA VERDADE TRANSCRIÇÃO DE ENTREVISTA Entrevista realizada em: 5.6.2013 Hora: 16h30min. Local: Sala do prof. Almir Bueno CERES Caicó/RN

Leia mais

11 Segredos para a Construção de Riqueza Capítulo II

11 Segredos para a Construção de Riqueza Capítulo II Capítulo II Mark Ford 11 Segredos para a Construção de Riqueza Capítulo Dois Como uma nota de $10 me deixou mais rico do que todos os meus amigos Das centenas de estratégias de construção de riqueza que

Leia mais

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID Victor Silva de ARAÚJO Universidade Estadual da Paraiba sr.victorsa@gmail.com INTRODUÇÃO A monitoria é uma modalidade

Leia mais

Atividades CTS em uma abordagem argumentativa: a reflexão de um futuro professor

Atividades CTS em uma abordagem argumentativa: a reflexão de um futuro professor Atividades CTS em uma abordagem argumentativa: a reflexão de um futuro professor Ariane Baffa Lourenço 1, Maria Lúcia V. dos S. Abib 2 e Salete Linhares Queiroz 3 1 Programa de Pós-Graduação Interunidades

Leia mais

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR?

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? O que dizem as crianças sobre o brincar e a brincadeira no 1 ano do Ensino Fundamental? Resumo JAIRO GEBIEN - UNIVALI 1 Esta pesquisa visa investigar os momentos

Leia mais

DITADURA MILITAR: O DISCURSO DE MULHERES NO CONFLITO POR TERRA NA REGIÃO DO ARAGUAIA

DITADURA MILITAR: O DISCURSO DE MULHERES NO CONFLITO POR TERRA NA REGIÃO DO ARAGUAIA DITADURA MILITAR: O DISCURSO DE MULHERES NO CONFLITO POR TERRA NA REGIÃO DO ARAGUAIA Juliany Teixeira Reis 1 Judite Gonçalves Albuquerque 2 Esta pesquisa foi inicialmente objeto de uma monografia de graduação

Leia mais

Ensino de Artes Visuais à Distância

Ensino de Artes Visuais à Distância 1 Ensino de Artes Visuais à Distância Bárbara Angelo Moura Vieira Resumo: Através de uma pesquisa, realizada em meio ao corpo docente da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais, as

Leia mais

Rio de Janeiro, 10 de junho de 2008

Rio de Janeiro, 10 de junho de 2008 IDENTIFICAÇÃO Rio de Janeiro, 10 de junho de 2008 Humberto Cordeiro Carvalho admitido pela companhia em 1 de julho de 1981. Eu nasci em 25 de maio de 55 em Campos do Goytacazes. FORMAÇÃO Segundo grau Escola

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 21 Discurso na cerimónia de instalação

Leia mais

5. Considerações Finais

5. Considerações Finais 5. Considerações Finais A realização deste trabalho nos possibilitou algumas conclusões. Assim apontamos que as Assistentes Sociais entrevistadas para nossa pesquisa demonstraram em suas reflexões que

Leia mais

coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - u s a r Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça.

coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - u s a r Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - Sou so profes r a, Posso m a s n ão parar d aguento m e ai ensinar s? d a r a u la s Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. A

Leia mais

RELATÓRIO DE PESQUISA INSTITUCIONAL: Avaliação dos alunos egressos de Direito

RELATÓRIO DE PESQUISA INSTITUCIONAL: Avaliação dos alunos egressos de Direito RELATÓRIO DE PESQUISA INSTITUCIONAL: Avaliação dos alunos egressos de Direito CARIACICA-ES ABRIL DE 2011 FACULDADE ESPÍRITO SANTENSE DE CIÊNCIAS JURÍDICAS Pesquisa direcionada a alunos egressos dos cursos

Leia mais

REDAÇÃO GANHADORA DO 1 LUGAR, 9 ANO, ESCOLA E.E.E.F. MARIA COMANDOLLI LIRA. Ás vezes quando ouvimos falar sobre a corrupção, o que vem em mente?

REDAÇÃO GANHADORA DO 1 LUGAR, 9 ANO, ESCOLA E.E.E.F. MARIA COMANDOLLI LIRA. Ás vezes quando ouvimos falar sobre a corrupção, o que vem em mente? REDAÇÃO GANHADORA DO 1 LUGAR, 9 ANO, ESCOLA E.E.E.F. MARIA COMANDOLLI LIRA. ALUNA: KETLY LORRAINY R. DE OLIVEIRA PROFESSORA: MARIA PEREIRA DE CALDAS TEMA: CORRUPÇÃO : O QUE EU POSSO FAZER PARA COMBATE-LA

Leia mais

Roteiro VcPodMais#005

Roteiro VcPodMais#005 Roteiro VcPodMais#005 Conseguiram colocar a concentração total no momento presente, ou naquilo que estava fazendo no momento? Para quem não ouviu o programa anterior, sugiro que o faça. Hoje vamos continuar

Leia mais

Estudo de Caso. Cliente: Cristina Soares. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses

Estudo de Caso. Cliente: Cristina Soares. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses Estudo de Caso Cliente: Cristina Soares Duração do processo: 12 meses Coach: Rodrigo Santiago Quando decidi realizar meu processo de coaching, eu estava passando por um momento de busca na minha vida.

Leia mais

coleção Conversas #6 Respostas que podem estar passando para algumas perguntas pela sua cabeça.

coleção Conversas #6 Respostas que podem estar passando para algumas perguntas pela sua cabeça. coleção Conversas #6 Eu Posso com a s fazer próprias justiça mãos? Respostas para algumas perguntas que podem estar passando pela sua cabeça. A Coleção CONVERSAS da Editora AfroReggae nasceu com o desejo

Leia mais

introdução Trecho final da Carta da Terra 1. O projeto contou com a colaboração da Rede Nossa São Paulo e Instituto de Fomento à Tecnologia do

introdução Trecho final da Carta da Terra 1. O projeto contou com a colaboração da Rede Nossa São Paulo e Instituto de Fomento à Tecnologia do sumário Introdução 9 Educação e sustentabilidade 12 Afinal, o que é sustentabilidade? 13 Práticas educativas 28 Conexões culturais e saberes populares 36 Almanaque 39 Diálogos com o território 42 Conhecimentos

Leia mais

GESTÃO DEMOCRÁTICA EDUCACIONAL

GESTÃO DEMOCRÁTICA EDUCACIONAL GESTÃO DEMOCRÁTICA EDUCACIONAL Nanci Cunha Vilela Rost ; Amanda Carvalho ; Edimara Soares Gonçalves ; Juliane Rocha de Moraes BILAC, Faculdade de pedagogia Bilac, graduação em Pedagogia, nancirost@hotmail.com

Leia mais

Transcriça o da Entrevista

Transcriça o da Entrevista Transcriça o da Entrevista Entrevistadora: Valéria de Assumpção Silva Entrevistada: Ex praticante Clarice Local: Núcleo de Arte Grécia Data: 08.10.2013 Horário: 14h Duração da entrevista: 1h COR PRETA

Leia mais

Lógicas de Supervisão Pedagógica em Contexto de Avaliação de Desempenho Docente. ENTREVISTA - Professor Avaliado - E 5

Lógicas de Supervisão Pedagógica em Contexto de Avaliação de Desempenho Docente. ENTREVISTA - Professor Avaliado - E 5 Sexo Idade Grupo de Anos de Escola docência serviço Feminino 46 Filosofia 22 Distrito do Porto A professora, da disciplina de Filosofia, disponibilizou-se para conversar comigo sobre o processo de avaliação

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

"Brasil é um tipo de país menos centrado nos EUA"

Brasil é um tipo de país menos centrado nos EUA "Brasil é um tipo de país menos centrado nos EUA" Neill Lochery, pesquisador britânico, no seu livro Brasil: os Frutos da Guerra mostrou os resultados da sua investigação histórica de um dos períodos mais

Leia mais

USUÁRIO QUE APANHOU NA PRISÃO, SOFREU

USUÁRIO QUE APANHOU NA PRISÃO, SOFREU NOME LUIS FILIPE PERTENCENTE A ALGUMA ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL? ESTADO MUNICÍPIO RIO DE JANEIRO (RJ) NOVA FRIBURGO DESCRIÇÃO DO CASO QUALIFICAÇÃO SEXO MASCULINO IDADE 22 25 COR GRAU DE INSTRUÇÃO

Leia mais

CENTRO DE MEMÓRIA DO ESPORTE ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROJETO GARIMPANDO MEMÓRIAS.

CENTRO DE MEMÓRIA DO ESPORTE ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROJETO GARIMPANDO MEMÓRIAS. CENTRO DE MEMÓRIA DO ESPORTE ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROJETO GARIMPANDO MEMÓRIAS DAURIMAR PINHEIRO LEÃO (depoimento) 2014 CEME-ESEF-UFRGS FICHA TÉCNICA Projeto:

Leia mais

Capacitação em Educação em Direitos Humanos. FUNDAMENTOS HISTÓRICO- FILOSÓFICOS DOS DIREITOS HUMANOS Módulo 1.8

Capacitação em Educação em Direitos Humanos. FUNDAMENTOS HISTÓRICO- FILOSÓFICOS DOS DIREITOS HUMANOS Módulo 1.8 Capacitação em Educação em Direitos Humanos FUNDAMENTOS HISTÓRICO- FILOSÓFICOS DOS DIREITOS HUMANOS Módulo 1.8 1 FUNDAMENTOS HISTÓRICO-FILOSÓFICOS DOS DIREITOS HUMANOS Direitos Humanos: sua origem e natureza

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

EDUCAÇÃO E PROGRESSO: A EVOLUÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DA ESCOLA ESTADUAL ELOY PEREIRA NAS COMEMORAÇÕES DO SEU JUBILEU

EDUCAÇÃO E PROGRESSO: A EVOLUÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DA ESCOLA ESTADUAL ELOY PEREIRA NAS COMEMORAÇÕES DO SEU JUBILEU 1 EDUCAÇÃO E PROGRESSO: A EVOLUÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DA ESCOLA ESTADUAL ELOY PEREIRA NAS COMEMORAÇÕES DO SEU JUBILEU Resumo Rodrigo Rafael Pinheiro da Fonseca Universidade Estadual de Montes Claros digasmg@gmail.com

Leia mais

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO Elaine Cristina Penteado Koliski (PIBIC/CNPq-UNICENTRO), Klevi Mary Reali (Orientadora), e-mail: klevi@unicentro.br

Leia mais

25 de Abril de 2015 Comemoração dos 41 anos da Revolução dos Cravos

25 de Abril de 2015 Comemoração dos 41 anos da Revolução dos Cravos 25 de Abril de 2015 Comemoração dos 41 anos da Revolução dos Cravos Intervenção da Deputada Municipal do PSD Célia Sousa Martins Senhora Presidente da Assembleia Municipal, Senhor Presidente da Câmara

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 40 Discurso no encontro com representantes

Leia mais

coleção Conversas #15 - NOVEMBRO 2014 - eg o. m r e é r q Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça.

coleção Conversas #15 - NOVEMBRO 2014 - eg o. m r e é r q Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. o coleção Conversas #15 - NOVEMBRO 2014 - Sou d advoga Será a que e é nã p o r consigo e q u e sou n m pr eg r eg o a?. Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. A Coleção

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA INICIAÇÃO CIENTÍFICA FONTES DO JORNALISMO IMPRESSO EM CAMPO GRANDE

PROJETO DE PESQUISA INICIAÇÃO CIENTÍFICA FONTES DO JORNALISMO IMPRESSO EM CAMPO GRANDE Gerson Luiz Martins PROJETO DE PESQUISA INICIAÇÃO CIENTÍFICA FONTES DO JORNALISMO IMPRESSO EM CAMPO GRANDE A contribuição da Reportagem, Assessorias e Agências para a formação do jornal diário. Equipe

Leia mais

A tecnologia e a ética

A tecnologia e a ética Escola Secundária de Oliveira do Douro A tecnologia e a ética Eutanásia João Manuel Monteiro dos Santos Nº11 11ºC Trabalho para a disciplina de Filosofia Oliveira do Douro, 14 de Maio de 2007 Sumário B

Leia mais

Jaime Wright por Dom Paulo Evaristo Arns

Jaime Wright por Dom Paulo Evaristo Arns Jaime Wright por Dom Paulo Evaristo Arns "Éramos dois contratados de Deus" JOSÉ MARIA MAYRINK (Jornal do Brasil - 13/6/99) SÃO PAULO - Campeão da defesa dos direitos humanos durante os anos da ditadura

Leia mais

podres mecanismo de seleção no acesso às escolas municipais de alto prestígio da cidade do Rio de Janeiro (CHAMARELLI, 2007a). Vale destacar que um

podres mecanismo de seleção no acesso às escolas municipais de alto prestígio da cidade do Rio de Janeiro (CHAMARELLI, 2007a). Vale destacar que um 1. Introdução Tomo consciência de mim, originalmente, através do outro: deles recebo a palavra, a forma e o tom que servirão à formação original da representação que terei de mim mesmo. (BAKHTIN, 1992,

Leia mais

Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política

Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política No Brasil, há poucas experiências conhecidas de uso de ferramentas de monitoramento de mídias sociais em campanhas políticas. Uma delas

Leia mais

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS Daiana Rodrigues dos Santos Prado¹; Francine de Paulo Martins² Estudante do Curso de Pedagogia; e-mail:

Leia mais

Como se livrar da humilhação

Como se livrar da humilhação 1 Como se livrar da humilhação Casos de assédio moral triplicam na Justiça em quatro anos. Veja o que fazer para evitar problemas no trabalho e não prejudicar sua carreira Andrea Giardino Há três anos,

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS Daniel Silveira 1 Resumo: O objetivo desse trabalho é apresentar alguns aspectos considerados fundamentais para a formação docente, ou

Leia mais

Superando Seus Limites

Superando Seus Limites Superando Seus Limites Como Explorar seu Potencial para ter mais Resultados Minicurso Parte VI A fonte do sucesso ou fracasso: Valores e Crenças (continuação) Página 2 de 16 PARTE 5.2 Crenças e regras!

Leia mais

Patrocínio Institucional Parceria Apoio

Patrocínio Institucional Parceria Apoio Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 80 Memória Oral 24 de abril de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através da cultura e da arte,

Leia mais

EIXOS TEMÁTICOS REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

EIXOS TEMÁTICOS REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS EIXOS TEMÁTICOS 1. Cultura, saberes e práticas escolares e pedagógicas na educação profissional e tecnológica: arquivos escolares, bibliotecas e centros de documentação. Para este eixo temático espera

Leia mais

X SEMINÁRIO NACIONAL. Programa ABC na Educação Científica. 08 a 10 de outubro de 2014. Ilhéus - Bahia

X SEMINÁRIO NACIONAL. Programa ABC na Educação Científica. 08 a 10 de outubro de 2014. Ilhéus - Bahia X SEMINÁRIO NACIONAL Programa ABC na Educação Científica 08 a 10 de outubro de 2014 Ilhéus - Bahia O Ensino de Ciências na Bahia I (Sessão 5) Prof. Dr. José Fernando Moura Rocha Instituto de Física - UFBA

Leia mais

é de queda do juro real. Paulatinamente, vamos passar a algo parecido com o que outros países gastam.

é de queda do juro real. Paulatinamente, vamos passar a algo parecido com o que outros países gastam. Conjuntura Econômica Brasileira Palestrante: José Márcio Camargo Professor e Doutor em Economia Presidente de Mesa: José Antonio Teixeira presidente da FENEP Tentarei dividir minha palestra em duas partes:

Leia mais

Os encontros de Jesus. sede de Deus

Os encontros de Jesus. sede de Deus Os encontros de Jesus 1 Jo 4 sede de Deus 5 Ele chegou a uma cidade da Samaria, chamada Sicar, que ficava perto das terras que Jacó tinha dado ao seu filho José. 6 Ali ficava o poço de Jacó. Era mais ou

Leia mais

A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação

A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação Marcela Alves de Araújo França CASTANHEIRA Adriano CORREIA Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Filosofia

Leia mais

O papel da gerência em um ambiente de manufatura lean. Gary Convis, Presidente, Toyota Motor Manufacturing de Kentucky

O papel da gerência em um ambiente de manufatura lean. Gary Convis, Presidente, Toyota Motor Manufacturing de Kentucky O papel da gerência em um ambiente de manufatura lean Gary Convis, Presidente, Toyota Motor Manufacturing de Kentucky Tradução: Diogo Kosaka Gostaria de compartilhar minha experiência pessoal como engenheiro

Leia mais

8 Passos para o Recrutamento Eficaz. Por Tiago Simões

8 Passos para o Recrutamento Eficaz. Por Tiago Simões 8 Passos para o Recrutamento Eficaz Por Tiago Simões Uma das coisas que aprendi na indústria de marketing de rede é que se você não tem um sistema de trabalho que comprovadamente funcione, muito provavelmente

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 17 Discurso após a cerimónia de assinatura

Leia mais

Como a comunicação e a educação podem andar de mãos dadas 1

Como a comunicação e a educação podem andar de mãos dadas 1 Como a comunicação e a educação podem andar de mãos dadas 1 Entrevista com Ricardo de Paiva e Souza. Por Flávia Gomes. 2 Flávia Gomes Você acha importante o uso de meios de comunicação na escola? RICARDO

Leia mais

FORMAÇÃO PLENA PARA OS PROFESSORES

FORMAÇÃO PLENA PARA OS PROFESSORES Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias dezembro/2006 página 1 FORMAÇÃO PLENA PARA OS PROFESSORES Bernardete Gatti: o país enfrenta uma grande crise na formação de seus professores em especial, de alfabetizadores.

Leia mais

Discursivas do Cespe Tema específico: resposta fácil, organização complicada.

Discursivas do Cespe Tema específico: resposta fácil, organização complicada. Toque de Mestre 16 Discursivas do Cespe Tema específico: resposta fácil, organização complicada. Profa. Júnia Andrade Viana profajunia@gmail.com face: profajunia Autora do livro Redação para Concursos

Leia mais

P Como foi essa experiência com o barco da Justiça no

P Como foi essa experiência com o barco da Justiça no VISITA AO AMAPÁ FÁTIMA NANCY ANDRIGHI Ministra do Superior Tribunal de Justiça A Justiça brasileira deve se humanizar. A afirmação foi feita pela ministra Nancy Andrighi, do Superior Tribunal de Justiça,

Leia mais

coleção Conversas #20 - MARÇO 2015 - t t o y ç r n s s Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça.

coleção Conversas #20 - MARÇO 2015 - t t o y ç r n s s Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. Vocês acham possam a coleção Conversas #20 - MARÇO 2015 - cer d o t t o a r que ga cr ia n y ç a s s? Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. A Coleção CONVERSAS da Editora

Leia mais

PROGRAMA JOVEM APRENDIZ

PROGRAMA JOVEM APRENDIZ JOVEM APRENDIZ Eu não conhecia nada dessa parte administrativa de uma empresa. Descobri que é isso que eu quero fazer da minha vida! Douglas da Silva Serra, 19 anos - aprendiz Empresa: Sinal Quando Douglas

Leia mais

LOURENÇO LOURINHO PRACIANO 1

LOURENÇO LOURINHO PRACIANO 1 LOURENÇO LOURINHO PRACIANO 1 TESOUREIRO 41 ANOS DE TRABALHO Empresa Horizonte Nascido em Itapipoca, Ceará Idade: 76 anos Esposa: Maria Pinto de Oliveira Praciano Filhos: Lucineide Eu entrei na Empresa

Leia mais

Roteiro da Biblioteca das Faculdades Coc Como Fazer Uma Pesquisa Teórica e Elaborar um Trabalho Acadêmico

Roteiro da Biblioteca das Faculdades Coc Como Fazer Uma Pesquisa Teórica e Elaborar um Trabalho Acadêmico Roteiro da Biblioteca das Faculdades Coc Como Fazer Uma Pesquisa Teórica e Elaborar um Trabalho Acadêmico Para realizar uma pesquisa que não se torne um grande sacrifício pelas dificuldades em encontrar

Leia mais

remuneração para ADVOGADOS advocobrasil Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados porque a mudança é essencial

remuneração para ADVOGADOS advocobrasil Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados porque a mudança é essencial remuneração para ADVOGADOS Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados advocobrasil Não ter uma política de remuneração é péssimo, ter uma "mais ou menos" é pior ainda. Uma das

Leia mais

Fui, não: fui e sou. Não mudei a esse respeito. Sou anarquista.

Fui, não: fui e sou. Não mudei a esse respeito. Sou anarquista. Tínhamos acabado de jantar. Defronte de mim o meu amigo, o banqueiro, grande comerciante e açambarcador notável, fumava como quem não pensa. A conversa, que fora amortecendo, jazia morta entre nós. Procurei

Leia mais

O que são Direitos Humanos?

O que são Direitos Humanos? O que são Direitos Humanos? Técnico comercial 4 (1º ano) Direitos Humanos são os direitos e liberdades básicas de todos os seres humanos. O principal objetivo dos Direitos Humanos é tratar cada indivíduo

Leia mais

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA Profª. Ms. Marilce da Costa Campos Rodrigues - Grupo de estudos e pesquisas em Política e Formação Docente: ensino fundamental

Leia mais

O QUE É PRECISO PARA SER UM GRANDE LÍDER

O QUE É PRECISO PARA SER UM GRANDE LÍDER LIDERANÇA O QUE É PRECISO PARA SER UM GRANDE LÍDER Roselinde Torres foco na pessoa 6 Por Roselinde Torres O que é preciso para ser um grande líder hoje? Muitos de nós temos a imagem de um líder como um

Leia mais

Resumo. Palavras-chave: Matemática; Geometria; Aulas Investigativas. Introdução

Resumo. Palavras-chave: Matemática; Geometria; Aulas Investigativas. Introdução III Seminário sobre Educação Matemática A desigualdade triangular em diferentes mídias Paulo César da Penha pcpenha@terra.com.br GRUCOGEO/USF/ Secretaria da Educação de Itatiba-SP Resumo O relato de experiência

Leia mais

Uma globalização consciente

Uma globalização consciente Uma globalização consciente O apelo a uma globalização mais ética tornou se uma necessidade. Actores da globalização como as escolas, devem inspirar por estes valores às responsabilidades que lhes são

Leia mais

VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS NO PERÍODO DA DITADURA NO BRASIL: E A COMISSÃO DA VERDADE

VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS NO PERÍODO DA DITADURA NO BRASIL: E A COMISSÃO DA VERDADE VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS NO PERÍODO DA DITADURA NO BRASIL: E A COMISSÃO DA VERDADE Roberto de Paula Alvarenga RANGEL 1 Claudio José Palma SANCHEZ 2 RESUMO: O presente trabalho busca abordar um breve

Leia mais

Veículo: Site Estilo Gestão RH Data: 03/09/2008

Veículo: Site Estilo Gestão RH Data: 03/09/2008 Veículo: Site Estilo Gestão RH Data: 03/09/2008 Seção: Entrevista Pág.: www.catho.com.br SABIN: A MELHOR EMPRESA DO BRASIL PARA MULHERES Viviane Macedo Uma empresa feita sob medida para mulheres. Assim

Leia mais

Governabilidade, Participação Política e Sistemas Eleitorais

Governabilidade, Participação Política e Sistemas Eleitorais Seminário Internacional sobre Governabilidade Democrática e Igualdade de Gênero CEPAL - Santiago do Chile 1-2 de dezembro de 2004 Governabilidade, Participação Política e Sistemas Eleitorais Gostaria inicialmente

Leia mais

Crianças e Meios Digitais Móveis TIC KIDS ONLINE NO TEMPO DOS MEIOS MÓVEIS: OLHARES DO BRASIL PARA CRIANÇAS DE 11-12 ANOS

Crianças e Meios Digitais Móveis TIC KIDS ONLINE NO TEMPO DOS MEIOS MÓVEIS: OLHARES DO BRASIL PARA CRIANÇAS DE 11-12 ANOS Crianças e Meios Digitais Móveis Lisboa, 29 de novembro de 2014 TIC KIDS ONLINE NO TEMPO DOS MEIOS MÓVEIS: OLHARES DO BRASIL PARA CRIANÇAS DE 11-12 ANOS Educação para o uso crítico da mídia 1. Contexto

Leia mais

SocialDB Social Digital Library

SocialDB Social Digital Library Social Digital Library Laboratório L3P NARRATIVA DO PROJETO SOCIALDB 06/2015 Gestor de uma coleção "Sou produtor cultural (ou fotógrafo) e quero criar um lugar na internet com uma seleção de obras artísticas

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA: FIM DO MUNDO: MITO OU REALIDADE?

PROJETO DE PESQUISA: FIM DO MUNDO: MITO OU REALIDADE? UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO PROJETO NOSSA ESCOLA PESQUISA SUA OPINIÃO - POLO RS CURSO ESCOLA E PESQUISA: UM ENCONTRO POSSÍVEL PROFESSORA MORGANA BOZZA ALUNAS DA TURMA 71 DA ESCOLA

Leia mais

coleção Conversas #22 - maio 2015 - Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça.

coleção Conversas #22 - maio 2015 - Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. coleção Conversas #22 - maio 2015 - assistente social. agora? Sou E Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. A Coleção CONVERSAS da Editora AfroReggae nasceu com o desejo

Leia mais

SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE

SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE Adriele Albertina da Silva Universidade Federal de Pernambuco, adrielealbertina18@gmail.com Nathali Gomes

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais