Cultura e Política Durante a Ditadura Civil-Militar ( ): Um Estudo Presente Sobre sua História e Memória

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1 Cultura e Política Durante a Ditadura Civil-Militar ( ): Um Estudo Presente Sobre sua Mestrando em História Social pela USS, Especialista em História do Brasil pela UFF resumo: Em 1964 o Brasil foi assaltado, roubaram-lhe a nascente democracia, juntamente com ela levaram também a liberdade. Com a desculpa que o comunismo [sic] já se encontrava nos calcanhares da República, aplicaramlhe uma revolução redentora. Os ladrões faziam e fazem parte da sociedade, militares e uma parcela da sociedade civil estavam juntas no assalto. Como resultado do golpe desfechado em 64 produziram uma socieda-de marcada para sempre, mas esta não se calou. Como houve resistências no período escravista também houve no período militar pós-64, contrariando o pacifismo com que somos vistos. Nas artes foram muitos os que protestaram, na música popular muitos não se calaram. Analisar a música popular brasileira como uma arte engajada é trazer à tona não só a memória do período em que o Brasil esteve sob o manto negro-oliva dos governos autoritários dos militares, mas demonstrar a memória da resistência engajada através de uma das artes mais autênticas da brasilidade. Palavras-chave: Música popular brasileira (MPB). Romantismorevolucionário. Ditadura-militar (1964). Abstract: In 1964 Brazil was robbed, the emerging democracy was stolen, and the freedom was also taken. With the excuse that the communism [sic] was already taking place in the republic, it was applied a revolution redemptive. The thieves were and are part of society, a portion of the military and civil society were together in the robbery. As a result of the takeover in 64 it was produced a society that was marked forever, which did not silent. Just like there was resistance in the slave period there was also in the military period post- 64, opposing the pacifism in which we are seen. In the arts field many people protested and also did the ones from the popular music. Analyzing the brazilian popular music as an engaged art is not only to bring to light the memory of the period in which brazil was under the cloak black-green of the authoritarian military governments, but also to reveal the memory of resistance through one of the most authentic arts of the brazil. Keywords: Brazilian popular music (MPB). Romantic revolutionary. Military dictatorship (1964) 171

2 Memória e Identidade: disputas em torno da construção das lembranças do autoritarismo após o golpe de 1964 Ao analisar o período autoritário do pós-1964, amparados pelas discussões teóricas sobre a memória, nos valemos da análise de ROUSSO (2002, p. 95) na qual a história da memória tem sido quase sempre uma história das feridas abertas pela memória. 1 Ora, dessa maneira não haveria complicação em entender como este dizer de Henry Rousso se conecta a realidade brasileira através da memória; seja ela coletiva, dos grupos que lutaram contra a ditadura ou mesmo a memória individual, dos indivíduos engajados e das famílias que perderam seus entes, que de alguma forma haviam se envolvido na situação política pela qual o Brasil passava e tiveram suas vidas ceifadas nas mãos dos representantes do Estado. Anos após a convivência com as lembranças traumatizantes (POLLAK, 1989, p. 05) 2, hoje se busca mais que recuperar dados do passado, uma reconstrução da memória daqueles grupos que se organizaram contra o regime de exceção, neste aspecto a memória como construção social é formação de imagem necessária para os processos de constituição e reforço da identidade individual, coletiva e nacional. Desde algum tempo, mais propriamente após o fim do período de exceção (1985) as organizações e mesmo os indivíduos em particular, vem demonstrado a vontade de analisar as trajetórias daquele tempo, confluindo para o que POLLAK (1992, p. 206) demonstrava em seus estudos sobre a identidade social de um grupo através da memória. Há a necessidade de os grupos se organizarem, organizarem seus dados e conhecimentos para realizar o trabalho de rearrumação da memória do próprio grupo. 3 Um trabalho que muita das vezes é um processo psicológico quanto aos modos de construção (que) podem tanto ser conscientes como inconscientes (POLLAK, 1992, p. 206) 4. Ainda que este período seja na historiografia recente um objeto amplamente analisado, há grandes dificuldades que cerceiam o seu estudo [...] (e) o quanto esses obstáculos [...] servem se transformados em objeto de investigação. 5 Documentos, por exemplo, que muito mostrariam sobre os casos de mortes e torturas nos porões da ditadura, bem como tornariam mais explícito o seu funcionamento burocrático. Muitos dos que hoje são pesquisadores do tema foram de alguma forma envolvidos com o período, fazem da pesquisa de suas origens a origem de suas pesquisas (POLLAK, 1989, p. 05). 6 Essa busca 1 ROUSSO, Henry. A memória não é mais o que era. In: FERREIRA, Marieta de Moraes (Org.). Usos e abusos da história oral. Rio de Janeiro: FGV, POLLAK, Micael. Memória, esquecimento, silêncio. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, n. 3, vol. 2, p POLLAK, Michael. Memória e identidade social. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, n. 10, vol. 5, p Id. p ROLLEMBERG, Denise. Ditadura, intelectuais e sociedade: o Bem-Amado de Dias Gomes. In. AZEVEDO, Cecília. (Org.) Cultura política, memória e historiografia. Rio de Janeiro: FGV, p POLLAK apud LAPIERRE. 172

3 é necessária tanto para rever o passado quanto na busca empírica por fontes históricas para organização política da memória. Documentos já obtidos trazem dados como a relação de mortos e desaparecidos no período. De acordo com o levantamento atualizado pelo Grupo Tortura Nunca Mais, 183 pessoas foram mortas pelos órgãos militares de 1964 a Esses são classificados como militantes políticos. Outros 134, dentre homens e mulheres, são atualmente considerados como desaparecidos, casos onde não houve recuperação dos cadáveres e nem mesmo evidências de mortes. Não procuramos aqui analisar a trajetória de cada um buscando seu grau de envolvimento com os setores engajados e associações ou grupos nos quais militavam, simplificamos nossa análise emparelhando-a com as classificações feitas pelo mencionado grupo. 7 Como evidenciado há uma dívida a ser saldada com uma parcela da população que em sua memória e pela memória ainda possui tais feridas abertas e delas surgem clamores para que as verdades do passado sejam de fato reveladas. Esses clamores, vozes ativas de uma parcela inquietante da sociedade, fazem emergir suas memórias que prosseguem seu trabalho de subversão no silêncio e de maneira quase imperceptível afloram em momento de crise em sobressaltos bruscos e exacerbados. (POLLAK, 1989, p. 04). 8 Ainda que distantes temporalmente dos fatos, portanto, da história, nos comprometemos a realizar através do estudo a guarda da memória. Entretanto, não nos vemos como saudosistas de um passado não vivido como mostrou ROLLEMBERG (2009, p. 381) 9, mas nos encontramos nas observações de POLLAK (1992, p. 201) 10 quanto a quase uma memória herdada, pois, por meio da socialização política, ou da socialização histórica, [...] (ocorrem) fenômenos de projeção ou de identificação com determinado passado. Esse debate que há algum tempo ronda os ambientes mais politizados da sociedade espaços acadêmicos e comunitários, grupos eclesiais e etc., ganhou mais relevância após a chegada ao poder de Luiz Inácio Lula da Silva ( e ) que em sua trajetória representava uma alternativa de reformulações mais a esquerda. Diríamos então que a subversão do silêncio foi mais usual neste período e a sua luta pela construção dessa memória seguiu caminho com o governo de continuidade da exintegrante de grupos de resistência à ditadura (COLINA e VAR-Palmares) Dilma Rouseff. No governo Lula houve a proposta de criação da Comissão Nacional da Verdade, órgão que teria por objetivo de esclarecer os casos de violação de direitos humanos entre , como parte do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH). Logo que a proposta foi apresentada a parcela mais conservadora da sociedade brasileira, juntamente com as Forças Armadas se demonstraram contrárias ao projeto, gerando pedidos de demissão e uma crise dos setores políticos entre aliados da base governista e sua oposição. De certo, também manifestaram apoio ao projeto de uma parcela da sociedade, como movimentos 7 MILITANTES políticos mortos. Rio de Janeiro, Disponível em: <http://www.torturanuncamais-rj.org.br/m d.asp?refresh= &tipo=0>. Acesso em: 13 abr POLLAK apud HERBERICH-MARX. POLLAK apud NORA. POLLAK, Michael. Memória, esquecimento, silêncio. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, n. 3, vol. 2, p Op. cit. ROLLEMBERG. p Op. Cit. POLLAK, 1992, p

4 sociais, partidos políticos e entidades de classe. Porém, não houve um amplo debate na sociedade brasileira. O senso comum ainda não se articulou para essa questão da memória, corroborando os dizeres de ROLLAND (2009, p. 419) 11 que nada aflora à superfície da memória [...] do maior país da América Latina, o Brasil. Por falta desse envolvimento mais amplo o projeto foi aprovado após alterações significativas em seu texto original, demonstrando assim as disputas permanentes entre os diferentes grupos que possuem objetivos distintos quando o assunto abrange os crimes cometidos por agentes do Estado e colaboradores durante a Ditadura Civil-Militar instaurada em O que ratifica a posição de POLLAK (1989, p. 04) quando explicita que existe conflito e competição entre memórias concorrentes. 12 Concorrendo entre si elas lutam pela hegemonia na construção/reconstrução da identidade nacional. 13 Essa questão-problema demonstra que a elaboração da memória se dá no presente e para responder as solicitações do presente. É do presente, sim, que a rememoração recebe incentivo, tanto quanto as condições para se efetivar. 14 Por isso é preciso, para os grupos que se articularam na resistência romper com as condições em que socialmente se produz p silêncio, por pressão coletiva ou conveniência pessoal, até que a memória possa sair de sua letargia e eventualmente atuar como alavanca para reivindicações. 15 Ou seja, a lei acima exposta anistiava tanto os militantes políticos, diga-se de passagem, considerados criminosos, como os torturadores e membros dos órgãos de repressão a serviço do Estado, que pelo senso comum muita das vezes não receberam o rótulo de assassinos e criminosos, ainda que operassem seus atos com a máquina do Estado nas mãos. Se havia uma causa a ser alcançada pelos militantes políticos, inflada após o golpe, de certo também almejavam um ideário os que em 1964 tomaram o poder e se articularam. Para grande parte dos que apoiaram o golpe, e hoje em dia é comum essa mesma opinião por aqueles que a ele se opuseram, a lei que anistiou os militantes políticos também anistiou os militares e seus crimes e vice-versa, ou seja, a lei foi bilateral e embora tenha havido o perdão para os dois lados houve um certo revanchismo somente para como os grupos que estavam do lado do poder, ou seja, aqueles que apoiaram os militares. Taxados de terroristas durante o regime militar, quando em cartazes seus rostos apareciam com dizeres como procura-se terrorista perigoso, os militantes ainda são vistos assim por uma parcela considerável de políticos de direita e ex-integrantes das Forças Armadas. Conforme mencionou HALBWACHS (2006, p. 74) a memória tem por base o passado 11 ROLLAND, Denis do Rio a Paris, história e memória: registros de sentido e amnésias locais da história comparada.. In. AZEVEDO, Cecília. (Org.) Cultura política, memória e historiografia. Rio de Janeiro: FGV, p Id. 13 Para HALBWACHS a memória individual, coletiva ou nacional está relacionada à formulação da identidade de um grupo ou indivíduo. 14 Op. Cit. MENESES, p Id. p

5 vivido 16, dessa forma trazemos conosco a bagagem daquilo que realizamos no passado, sejam atos heróicos ou atrocidades, contudo, há ferramentas de construção da memória que podem evidenciar alguns itens e mascarar outros. Fato interessantíssimo no tocante as disputas em torno da memória do período foi a criação do grupo TERNUMA (Terrorismo Nunca Mais) em oposição ao grupo Tortura Nunca Mais, este, formado basicamente por ex-militantes, familiares de presos políticos e membros da Igreja Católica (Arquidiocese de São Paulo) que objetivam o reparo sofrido pelas vítimas do Estado autoritário, aquele composto por militares e sociedade civil defensores da Revolução de Sobre ambas as situações COSTA (2007, pp ) recolheu várias entrevistas que circundam bem os discursos dos participantes do pós-64, porém em lados opostos. Citamos aqui uma menção a dois personagens antagônicos: O coronel Juarez de Deus participou do golpe militar de 1964, que, como todos os seus defensores, chamam de revolução e não se arrepende do que fez. Para Amadeu Felipe da Luz Ferreira, comandante militar da Guerrilha do Caparaó, valeu a pena ter lutado. Se fosse preciso, faria tudo outra vez. 18 Retornamos, dessa maneira, às questões que orbitam a memória, principalmente aos fato de sua organização pelos diversos grupos, como nomeou NORA (1993, p. 20) como memóriadever. 19 Quando se trata da resistência durante o regime civil-militar ela não foi homogênea e sua diversidade é uma dificuldade a ser considerada quando se pretende a organização de sua memória. Tanto na França, durante a resitência contra Vichy, quanto no Brasil eram várias as famílias políticas e ideológicas (POLLAK, 1992, p. 205) 20 e suas memórias podem ser conflitadas no tocante a hegemonia das esquerdas e mesmo das recordações que as lutas políticas encerram. Contudo, cabe ressaltar como MENESES (1992, p. 10) que a substância memorialística não pode ser redutível a um pacote de recordações 21, ela tem uma função pedagógica, não mecânica - onde apenas se concentrariam as lembranças de um passado vivido -, tem uma função social a ser considerada em amplos aspectos a constituição de identidade, a reificação, a autenticação dos fatos históricos etc.,. Se de fato ela é amparada pelas disputas políticas, como mencionou POLLAK (1992, p. 204) ao tratar da memória organizadíssima, que é a memória nacional 22, podemos concluir que as disputas políticas pela hegemonia na construção ou obstrução das lembranças do passado se concretizam a todos os instantes e em todos os campos possíveis da memória. 16 HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. 2. ed. São Paulo: Centauro Editora, Para mais informações sobre os grupos acessar os sites: <www.ternuma.com.br> (TERNUMA) e <www. torturanuncamais-rj.org.br> (TORTURA NUNCA MAIS). 18 COSTA, José Caldas da. Caparaó: a primeira guerrilha contra a ditadura. São Paulo: Boitempo, pp Op. Cit. NORA, p Op. Cit. POLLAK, 1992, p Op. Cit. MENESES p Op. Cit. POLLAK p

6 Neste caso há jogos de disputas entre memórias coletivas para reavaliar e constituir uma memória nacional 23. Podemos, então, reforçar a tese de que a memória é espaço contínuo de construção e reconstrução (MENESES, 1992, p. 10) 24 e que havendo essa disputa dos grupos pela hegemonia memorialística há também um processo intenso onde interagem mecanismos de seleção e descarte 25 dos dados da memória (MENESES, 1992, p. 16). Como entendemos mediante explicitado por NORA e POLLAK, que a memória está em diversos locais, dentre eles a canção, podemos considerar que esses espaços, no tocante a seleção e descarte estão amplamente conectados as questões levantadas por MENESES quando trata da amnésia social e a gestão social da memória. Esses espaços podem ser gerenciados, tratados de acordo com determinados interesses em relação aos fatos, em relação a história. Segundo POLLAK (1989, p. 05) um passado que permanece mudo é muitas vezes menos o produto do esquecimento do que de um trabalho de gestão da memória segundo as possibilidades de comunicação. 26 Com a instauração do golpe de 1964 veio com ele seu aparato burocrático. Órgãos de repressão que agiam não só no aspecto corporal, físico ou jurídico, mas também intervinham nos processos culturais e intelectuais. Dessa maneira geriam naquele determinado presente a história a ser mostrada, assim influenciariam futuramente a gestão da memória. Se as lembranças do passado foram e ainda são em muito tuteladas ressaltamos aqui a resistência de determinados grupos dentre eles os de aspecto cultural naquele período que hoje fazem parte da história política e cultural brasileira. Sua atuação pode ser evidenciada nesses aspectos e hoje ansiamos a sua memória como influência no que podemos chamar de arte engajada, dentre os movimentos citamos a Tropícália, como aspecto amalgamador entre cultura política e identidade nacional numa época de contradições. Conclusão De fato memória e história são distintas entre si. Se formam uma relação de interatividade essa passa pelas questões inerentes a ideologia e ao processo de conhecimento intelectual (MENESES, 1992, p. 22) 27. Contudo, tal distinção, teórica e metodológica, possui tênues linhas onde ambas trabalham em um mesmo conjunto e para um mesmo fim: a construção e aprimoramento tanto da democracia quanto da cidadania. Como na função cognitiva da história que permite o conhecimento e interpretação do passado há nos meandros da memória ferramentas inerentes às ideias que permitem sua construção. Quando olhamos nosso passado recente e dele extraímos os seus momentos, estamos aí 23 Para MENESES a memória nacional [...] não é o somatório das diferentes memórias coletivas de uma nação apresenta-se como unificada e integradora, procurando a harmonia e escamoteando ou sublimando o conflito: é da ordem da ideologia. 24 Id. MENESES. 25 Ibdem. p Op. Cit. POLLAK, 1989, p Para MENESES memória e história não podem se confundir. A primeira é operação ideológica, a segunda é operação cognitiva, forma intelectual 176

7 tomando o conhecimento de sua história, de seus fatos, suas trajetórias e as problemáticas que em torno de situações foram criadas. Como explicitou NORA (1993, p. 08), a história é o que as sociedades fazem do passado, ou seja, a história é um processo de representação do passado. Na história cabe espaço para os dados empíricos que almejam interpretações das sociedades, dos indivíduos, dos momentos políticos, econômicos culturais e etc. A memória, porém, é um fenômeno sempre atual, que ligada aos processos históricos lhes auxiliam nas construções através das lembranças daquilo que foi vivido ou herdado. Tratando do período por nós aqui estudado concluímos que ainda faltam questões a serem resolvidas em relação a acumulação de vestígios para a construção de uma memória coletiva solidificada. E muito dessas problemáticas não são resolvidas, devido principalmente às disputas entre as memórias concorrentes, ligadas aos principais grupos políticos que outrora atuaram em lados distintos. A organização de nossa memória nacional acompanhou o movimento das elites, seus principais momentos e fatos, embora na disputa pelo espaço memorial alguns setores excluídos tenham ganhado voz, a exemplo do movimento negro. Contudo, a luta para que a memória da resistência no pós-64 seja escrita de forma material é ainda um caminho de grandes obstáculos. Portanto, entendemos que um dos modos para atingir tal objetivo é a exploração dos materiais culturais da época lugares privilegiados dessa memória para divulgar e entender a história dos indivíduos que enfrentaram os órgãos repressivos a serviço governos militares. Então, assim como nossa história, nossa memória também não pode ser negligenciada, ela deve submeter os indivíduos para auxílio de sua construção e mesmo de uma reconstrução de sua história e de suas vidas. 177

8 Referências FICO, Carlos. Como eles agiam. Rio de Janeiro: Record, p. CARNEIRO, Maria Luiza Tucci (org). Minorias silenciadas: história da censura no Brasil. São Paulo: Edusp, p. FERREIRA, Jorge. Entre o comício e a mensagem: o presidente Goulart, as esquerdas e a crise política de março de In: AZEVEDO, Cecília (Org.) Cultura política, memória e historiografia. Rio de Janeiro: FGV, HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. 2. ed. São Paulo: Centauro, JOUTARD, Phillipe. Memória e identidade nacional: o exemplo dos Estados Unidos e da França. In: AZEVEDO, Cecília (Org.) Cultura política, memória e historiografia. Rio de Janeiro: FGV, LE GOFF, Jacques. História e memória. Campinas: Editora Unicamp, MENESES, Ulpiano T. Bezerra. A história, cativa da memória? Para um mapeamento da memória no campo das Ciências Sociais. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, São Paulo, n. 34, p. 9-24, Disponível em: < Acesso em: 20 abr NAPOLITANO, Marcos. Tropicalismo: as relíquias do Brasil em debate. Revista Brasileira de História, São Paulo, v. 18, n. 35, NAVES, Santuza Cambraia. Da Bossa Nova à Tropicália: contenção e excesso na música popular. Rio de Janeiro: Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 15, n. 43, NORA, Pierre. Entre memória e história: a problemática dos lugares. Projeto História, São Paulo, n. 10, p. 7-28, POLLAK, Michael. Memória e identidade social. Revista Estudos Históricos, Rio de Janeiro, v. 5, n. 10, p , Disponível em: < Acesso em: 05 jun Memória, esquecimento, silêncio. Revista Estudos Históricos, Rio de Janeiro, v. 2, n. 3, p. 3-15, Disponível em: < Acesso em: 05 jun RIDENTI, Marcelo. Em busca do povo brasileiro: artistas da revolução, do CPC à era da tv. Rio de Janeiro: Record, Intelectuais e romantismo revolucionário. São Paulo Perspectiva, São Paulo, v. 15, n. 2, abr.- jun ROLLAND, Denis do Rio a Paris, história e memória: registros de sentido e amnésias locais da história comparada. In: AZEVEDO, Cecília (Org.) Cultura política, memória e historiografia. Rio de Janeiro: FGV, ROLLEMBERG, Denise. Ditadura, intelectuais e sociedade: o Bem-Amado de Dias Gomes. In: AZEVEDO, Cecília (Org.) Cultura política, memória e historiografia. Rio de Janeiro: FGV,

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