EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM ESPAÇO PROMISSOR

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1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM ESPAÇO PROMISSOR Lucilene Aparecida e Lima do Nascimento (Aluna Mestrado PROPEC IFRJ) Eliane Melo de Matos (Aluna Mestrado PROPEC IFRJ) Alexandre Maia do Bomfim (Professor Mestrado PROPEC IFRJ) Resumo O presente artigo busca aprofundamento teórico-metodológico das concepções voltadas a uma abordagem da Educação Ambiental Crítica na Educação Infantil. Portanto, parte-se de uma análise documental de estudiosos da temática com o intuito inicial de apropriação da evolução da questão Ambiental de forma a contextualizá-la historicamente; seguida de análise investigativa quanto ao desafio de construir uma reflexão crítica para a Educação Ambiental nos dias atuais considerando-se as especificidades da Educação Infantil. Objetiva-se contribuir com uma perspectiva Crítica de Educação Ambiental desde a Educação Infantil. Palavras-chave: Educação Infantil; Educação Infantil e Ambiente; Educação Ambiental Crítica. Introdução Acrescentar à educação a dimensão ambiental é uma tentativa de diferenciá-la da educação conservadora que, tradicionalmente, não se tem mostrado ambiental (LAYRARGUES, 2004). A Educação Ambiental Crítica (EACrítica) e toda sua abordagem se propõe a ser transformadora, politizada, problematizadora, questionadora e emancipatória. No entanto, estar de posse de toda essa criticidade, não traz qualquer garantia que estamos aptos a transformar o mundo atual em um mundo ecologicamente correto. Este artigo surgiu da necessidade de se responder questões surgidas em debates na sala de aula do Mestrado em Ensino de Ciências. A discussão acerca da Educação Ambiental 5069

2 (EA), o a disciplina se propõe, trouxe grandes questionamentos. Dentre tantos, inicialmente, o primeiro desafio foi compreender o que de fato significa EA e EACrítica. Todo educador formal, aquele profissional que se encontra em campo, trabalhando em unidades escolares, supõe saber do que se trata o tema da EA. A inserção da EA como tema transversal nos currículos escolares brasileiros, através dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), tornou a temática mais próxima das escolas e seus atores. No entanto, os primeiros aportes teóricos, disponibilizados para leitura no Mestrado, já apontavam que o discurso harmonioso que nos apropriamos, enquanto educadores, estava muito aquém do nível conceitual que vinha sendo traçado pelos autores referendados. Por meio deste sólido referencial teórico e com a clara intenção de oferecer elementos críticos para análise da Questão Ambiental, alguns autores como Bomfim e Picollo (2011) mostram o homem como um ser cultural e político, enfatizando que a questão ambiental não pode ser refletida sem considerar este viés. Nessa medida, a intenção que dinamiza as tentativas de implementar a EACrítica nas escolas se refere mais a uma proposta de transformação da realidade cotidiana. Esta intenção muito presente na proposta da EACrítica se mostra como ação militante e de escolha ideológica por parte do professor. Se direcionarmos o estudo para crianças ainda na Educação Infantil (EI) parece um ato de difícil operacionalização. Por outro lado, podemos julgar que uma vez libertos das convicções ilusórias acerca da EA, apropriando-se da visão crítica e a compreensão que deve estar além dos debates teóricos e discussões técnicas, a EI pode se apresentar como um espaço legítimo e promissor para a aprendizagem desses saberes. A partir desse questionamento, o artigo se propõe a responder principalmente como é possível despertar a consciência crítica ambiental na etapa inicial da Educação Básica: a EI. O artigo aborda os limites e possibilidades da EACrítica ser incluída na primeira etapa da Educação Básica, na Educação Infantil em três pontos: (1) aborda a questão ambiental com o objetivo de evidenciar a perspectiva crítica do tema ainda que pareça utópico; (2) resgata a partir da legislação pertinente as possibilidades legais da EA na EI e (3) para ultrapassar o senso comum trabalhado nas escolas em geral, de uma educação ambiental chamada conservadora, propõe uma abordagem promissora do tema na EI. 5070

3 Limites e Possibilidades de uma Educação Ambiental Crítica na Educação Infantil A Questão Ambiental Bomfim (2011) nos traz uma contribuição à construção de uma perspectiva teórica crítica à EA, onde a degradação ambiental é uma realidade permanente, e, nesse sentido cabe à educação escolar problematizá-la nos diferentes níveis de ensino. A Convenção das Nações Unidas sobre Meio Ambiente ocorrida em Estocolmo (em 1972) partiu da necessidade de refletir acerca da crescente degradação do Meio Ambiente, cuja visão advém da concepção social capitalista, onde a natureza é utilizada como mais um meio de exploração. A questão ambiental é alarmante de acordo com o IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima Intergovernmental Panel on Climate Change), e a atuação humana é fator determinante de tamanha degradação. Ações voltadas à preservação existem, mas de forma isolada, pode-se concluir que a não reversão desse quadro de produtivismo e consumismo agravará tal quadro atual. Além de tratar de temas envolvidos com a conservação do ambiente, como a água, o fogo, as florestas com suas plantas e animais, a educação ambiental também pode ocupar-se com questões que envolvam o próprio homem, uma vez que este faz parte do ambiente (BARROS e REIS, 2011, p.135). Para a abordagem desses temas na EI deverá ser considerada a elaboração de atividades concretas para suscitar a aprendizagem dos alunos. O desenvolvimento sustentável quando se limita a pensar o ambiente para as gerações futuras é insuficiente, precisa adquirir a perspectiva da democratização pressupor mudança de paradigma, onde os atores sociais tem papel ativo em prol da justiça social, onde o campo das relações sociais e o uso dos recursos e do meio ambiente são considerados reflexivamente. Desse modo, ao pensarmos na necessidade da construção de uma proposta de educação para a sustentabilidade democrática, pautada na reflexão das desigualdades sociais inevitavelmente devemos considerar a necessidade de instrumentalizar as crianças, desde a EI para uma leitura crítica e consciente das condições sociais e ambientais. Desta forma, a educação ambiental amplia esta concepção, ao acrescentar estas novas dimensões, e a conservação ambiental deixa de dizer respeito somente à preservação da 5071

4 natureza, passando a incluir o respeito a todos os tipos de vida, incluindo a humana, adquirindo assim um caráter social. (BARROS e REIS, 2011, p149) Existem muitos desafios a EA Crítica, visto que a própria escola faz parte da superestrutura social, mas ainda assim é um espaço onde devem ser estimuladas transformações a partir do olhar crítico do educador, estimulando o conhecimento integral do educando desde a EI. A Legislação e a Educação Ambiental na Educação Infantil A legislação brasileira cita em vários documentos oficiais a Educação Ambiental em todos os níveis de ensino, o que inclui a Educação Infantil. A Constituição Brasileira trata do tema em seu artigo 225, 1º, inciso VI: promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente. A obrigatoriedade do ensino ambiental em todos os níveis de ensino já havia sido determinada na Lei 6.938, de 31 de agosto de 1981, que estabeleceu a Política Nacional do Meio Ambiente e diz educação ambiental a todos os níveis do ensino, inclusive a educação da comunidade, objetivando capacitá-la para participação ativa na defesa do meio ambiente. Também a Lei 9.795, de 1999, que instituiu a Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), estabeleceu que a disciplina estivesse presente em todos os níveis e modalidades do processo educativo. A PNEA em seu artigo 2º afirma que E mais, o artigo 9º estabelece:...educação ambiental é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não formal. (BRASIL, Lei 9795/99, artigo 2º) Entende-se por educação ambiental na educação escolar, a desenvolvida, no âmbito dos currículos das instituições de ensino públicas e privadas, englobando: I - educação básica: a) educação infantil; b) ensino fundamental e c) ensino médio; II - educação superior; III - educação especial; IV - educação profissional; V - educação de jovens e adultos (BRASIL, Lei 9795/99, artigo 9º) 5072

5 A PNEA recomenda ainda em seu 1º do artigo 10, que a educação ambiental não deve ser uma disciplina do currículo, devendo então permear todas as outras, de maneira inter, multi e transdisciplinar. A EI, sempre inclusa - ainda que não diretamente - nos documentos acima citados, não contempla a Educação Ambiental em documentos específicos desta etapa. Ao analisarmos o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RCNEI), documento oficial elaborado pelo MEC em 1998, composto por três volumes, em nenhum deles encontramos o termo educação ambiental. O terceiro volume possui um eixo denominado Natureza e Sociedade que não cita a EA em momento algum. Este eixo se desenvolve com temas relacionados ao mundo social e natural, tratando das Ciências Humanas e Naturais, no entanto não atende às questões ambientais propriamente ditas e não apresenta, em momento algum, os princípios, objetivos e metas da EA para a EI. No primeiro volume, encontramos os objetivos gerais da Educação Infantil, entre eles: Observar e explorar o ambiente com atitude de curiosidade, percebendose cada vez mais como integrante, dependente e agente transformador do meio ambiente e valorizando atitudes que contribuam para sua conservação (BRASIL, Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, v.1, 1998, p.63) Desta forma, o RCNEI confirma a definição de educação ambiental estabelecida na PNEA, que afirma em seu primeiro artigo: Entendem-se por educação ambiental os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade. (Lei 9795/99 artigo 1º) O estudo de toda a legislação referente à Educação Ambiental na Educação Infantil encontrou uma lacuna na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN) 9394/96, levando em conta todas as novas redações dadas ao seu texto original, inclusive a mais atual de nº 12796/2013. Embora a Constituição Federal de 1988, a Lei 6.938, de 1981, que estabeleceu a Política Nacional de Meio Ambiente e a Lei 9.795, de 1999, que instituiu a Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA) estabeleçam que a Educação Ambiental esteja presente em todos os níveis de ensino, a LDBEN 9394/96, consoante a todas às suas novas redações, não contempla em seu texto qualquer referência à Educação Ambiental na etapa de Educação Infantil. Considerando as orientações de tantas legislações oficiais, nada justifica a ausência da EA na Educação Infantil na LDBEN 9394/

6 Refletindo objetivamente sobre a possibilidade da EACrítica na Educação Infantil, uma proposta viável, seria incluir o tema na formação inicial e continuada dos professores e gestores de educação. Tais profissionais não poderão gerir em sua prática uma perspectiva crítica se não conhecer o conteúdo político ideológico do mesmo. O trabalho da EACrítica infantil deverá basear-se na realidade sociocultural do público atendido, de forma que desperte autonomia e criticidade nos pequenos, que são por natureza questionadores, curiosos e interessados em conhecer o mundo que os cerca. Perspectivas à Educação Ambiental Crítica na Educação Infantil: uma visão promissora Transpondo o senso comum e pensando em questões como classes sociais, desigualdade social e conflito de interesses, temos como consequência natural do debate sobre as questões ambientais e a EA, o perfil de criticidade delineado. Assim, compreender a EA além de uma compreensão ecológica ou conscientização ambiental com vistas à possibilidade de mudança de comportamento social, especificamente na EI é o nosso foco. Desta forma, a perspectiva crítica da EA, uma vez apropriados dela, retoma o cenário de discussão do trabalho educativo na EI e apresenta elementos e propostas de caminhos para a abordagem ambiental neste nível de ensino tão promissor. O essencial seria dizer como, concretamente, convém agir no âmbito escolar no que tange à EACrítica, especificamente na EI. A convicção de que a perspectiva ambiental crítica se faz tão necessária em todos os níveis de ensino - cuja pertinência admitimos em nome de uma ampla reflexão - nos conduz aos aspectos globais que a envolve na escola. Inicialmente, as Unidades Escolares deveriam incluir em seus Projetos Políticos Pedagógicos a Educação Ambiental em todos os níveis de ensino, conforme previsto na legislação vigente. As Equipes Pedagógicas e o corpo docente de cada escola ao planejar as ações pedagógicas, constantes nos planos curriculares, deveriam inserir a temática ambiental no âmbito escolar. A EI também deve estar envolvida em todas as atividades propostas para a EA na escola. Nesta visão, caberá ao professor de EI articular a EACrítica contrapondo as correntes dominantes do capitalismo que gera a lógica consumista. Outra ação necessária é superar a redução do ambiente a plantas e bichos nesta faixa etária. Os saberes construídos na EI devem ampliar a conservação ambiental para além da preservação da natureza, valorizando o caráter social. Tais tarefas exigirão que o docente compreenda os limites impostos pelo 5074

7 entendimento simplista da EA e desperte a consciência crítica ambiental nos pequenos, ultrapassando o víeis conservador. As decisões sobre cada um desses aspectos devem se apoiar mutuamente e serem coerentes com os pressupostos do grupo de professores de cada escola, visto que trabalhar EACrítica requererá do professor uma mudança conceitual não menos complexa do que aquela que a própria aprendizagem exige dos alunos. Considerações Finais É relevante ao tema proposto concluirmos qual a relação existente entre a EA e Educação Infantil, de forma que a EACrítica seja realidade nas escolas que atendem a primeira etapa da Educação Básica por todo o Brasil. Com a recente alteração da LDBEN 9394/96 (Lei nº de 04 de abril de 2013), que torna a Educação Infantil escolaridade obrigatória a partir dos quatro anos de idade, a discussão sobre a perspectiva ambiental crítica inserida nas propostas curriculares nesta etapa nunca foi tão emergente. Ainda que a LDBEN 9394/96 só faça referência à EA no Ensino Fundamental e Médio, as demais legislações, inclusive a Carta Magna, incluem a EA em todos os níveis de ensino. Ressalta-se que consideramos esta lacuna um erro do legislador, pois fica implícita a intenção anterior da lei em tornar a EA integrante ao currículo dos níveis de ensino obrigatórios até então, Fundamental e Médio. Ao ampliar a obrigatoriedade da escolaridade incluindo a Educação Infantil na faixa de quatro a cinco anos de idade, entendemos que a EA também deveria ser integrada ao currículo da pré-escola. A EI é indispensável para o desenvolvimento da criança nos seus diversos aspectos, seja físico, psíquico, cognitivo ou social. A escolarização, obrigatória a partir dos quatro anos de idade, incluirá uma parcela até então atendida de forma assistencialista e com perfil descomprometido tanto dos responsáveis, quanto do governo que a oferece. Desta forma, elencamos algumas ações emergentes ao tema proposto. Em primeiro lugar, a legislação educacional, mais precisamente a LDBEN, precisa contemplar a EA integrada ao currículo obrigatório no pré-escolar. Buscar superar a dicotomia entre o cuidado e educação, sustentando uma concepção do desenvolvimento integral da criança, é outra ação que deverá ser refletida na Educação Infantil. A organização do trabalho pedagógico e as 5075

8 práticas pedagógicas nesta etapa exigem um professor com formação específica, ou no mínimo, que os docentes que atuam na Educação Infantil recebam formação continuada com o objetivo específico de apoiá-los no desenvolvimento das suas atividades. Diante o exposto, discutir EACrítica na Educação Infantil parece ser utópico, visto que nem mesmo a LDB atual preocupa-se em definir nesta etapa da Educação Básica tal estudo. Concordamos com Ruffino (2003) que afirma haver certa falta de compromisso com relação ao desenvolvimento da EA na Educação Infantil. O levantamento da legislação corrobora esta afirmativa. Pensar na EACrítica na Educação Infantil pressupõe, a priori uma conscientização do educador, que está condicionada à sua formação. Ruffino (2003, s/p) alerta que a temática ambiental dificilmente está presente nos cursos de formação de professores de Educação Infantil, e acrescenta que os cursos de formação continuada são destinados aos professores de Ensino Fundamental e Médio. Estas constatações exigem estudos aprofundados sobre os cursos de formação dos professores, bem como os de formação continuada, a fim de responder quais concepções de EA estão presentes em instituições de EI e que práticas são decorrentes. Faz-se necessária uma pesquisa sobre quais características se fazem presentes nas práticas de EA desenvolvidas na EI pelos professores no que se referem a objetivos, conteúdo, procedimentos pedagógicos e avaliação. Certamente muitos são os obstáculos ainda a serem superados para que de fato a escola reúna todas as condições necessárias de forma que a EACrítica faça parte do cotidiano dos alunos na EI. Nesta faixa etária, a criança busca ativamente o conhecimento e, através das brincadeiras, ela aprende a conhecer a si própria e o mundo que a cerca. Desta forma, reafirmamos a EI como um espaço promissor e com grandes probabilidades de êxito para uma Educação Ambiental que se propõe a ser crítica. 5076

9 Referências Bibliográficas BARROS, V. REIS, M.T. Reinventando o ambiente: Educação Ambiental na Educação Infantil. Cadernos de Educação FaE/PPGE/UFPel Pelotas [34]: , setembro/dezembro BOMFIM, A. M. Trabalho, Meio Ambiente e Educação: apontamentos à Educação Ambiental a partir da Filosofia da Práxis. In: XIV ENDIPE, Porto Alegre. XIV ENDIPE, CD- ROM. Porto Alegre: EDIPUCRS, p ISBN BOMFIM, A. M.. O (Sub)Desenvolvimento (In)Sustentável: A Questão Ambiental nos países periféricos latino-americanos. In: Trabalho Necessário, Rio de Janeiro, ano 8, n 10. Rio de Janeiro, UFF, BOMFIM, A. M.. Educação Ambiental Crítica: a questão ambiental entre os conceitos de cultura e trabalho. In: Revista Eletrônica Mestrado em Educação Ambiental Revista do PPGEA/FURG, v.27, Rio Grande RS, julho-dez 2011a. BOMFIM, A. M. Educação Ambiental para Além do Capital: balanço de estudos e alguns apontamentos à EA sob a perspectiva do Trabalho. Grupo de Pesquisa em Trabalho-Educação e Educação Ambiental GPTEEA do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do 5077

10 Rio de Janeiro IFRJ.. In: Trabalho Necessário, Rio de Janeiro, ano 9, n 13. Edição especial. Rio de Janeiro, UFF, 2011b. BRASIL, Lei Nº 6938, de 31 de agosto de Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, 2 set Disponível em: <http://www.planalto.gov.br>. BRASIL, Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, 5 de outubro de Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei Federal Promulgada Em 20 De Dezembro De Rio De Janeiro: Dp&A., BRASIL. Referencial curricular nacional para a educação infantil. Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998 BRASIL. Lei Nº 9795, de 27 abr Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, 28 abr Disponível em: <http://www.planalto.gov.br> BRASIL. Lei de 04 de abril de Altera a Lei n o 9.394, de 20 de dezembro de Poder Executivo. Brasília: MEC, disponível em <http://www.planalto.gov.br>. LAYRARGUES, P. P. (Re) Conhecendo a educação ambiental brasileira. In:LAYRARGUES, P. P. (coord.). Identidades da educação ambiental brasileira. Brasilia: Ministério do Meio Ambiente, RUFFINO, S.F. A educação ambiental nas Escolas Municipais de Educação Infantil de São Carlos-SP f. Dissertação (Mestrado em Educação), Faculdade de Educação Universidade Federal de São Carlos. 5078

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