CLAMOR Arquivo do Comitê de Defesa dos Direitos

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1 PROGRAMA MEMÓRIA DO MUNDO DA UNESCO COMITÊ NACIONAL DO BRASIL REGISTRO NACIONAL 2007 CLAMOR Arquivo do Comitê de Defesa dos Direitos Humanos para os Países do Cone Sul, do Centro de Documentação e Informação Científica CEDIC / PUC / SP O Comitê de Defesa dos Direitos Humanos para os Países do Cone Sul - CLAMOR foi uma organização civil, informal e clandestina, criada em fins de 1977, período conhecido como os anos duros, com o objetivo de denunciar as violações de direitos humanos que vinham ocorrendo na América Latina, principalmente no Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile, e auxiliar refugiados e perseguidos políticos. A reunião dessa documentação registra as atividades do CLAMOR e são seus testemunhos únicos e insubstituíveis, registrando as suas ações em conjunto com a Anistia Internacional, o Alto Comissariado das Nações Unidas, a Comissão Arquidiocesana de Direitos Humanos e Marginalizados de São Paulo, e outras.

2 Programa Memória do Mundo da Unesco Comitê Nacional do Brasil ANEXO II NOMINAÇÃO NO REGISTRO NACIONAL COMITÊ NACIONAL DO BRASIL DO PROGRAMA MEMÓRIA DO MUNDO DA UNESCO 2007 FORMULÁRIO PARA CANDIDATURA À NOMINAÇÃO PARTE A DADOS CADASTRAIS DO PROPONENTE À CANDIDATURA (Poderá ser o proprietário do acervo ou documento ou seu custodiador devidamente autorizado) Nome da entidade ou pessoa proprietária do acervo ou documento Nome da entidade ou pessoa custodiadora do acervo ou documento (se for diferente da proprietária) Natureza jurídica (pública ou privada) Se pública, subordinação administrativa Endereço Centro de Documentação e Informação Científica Prof. Casemiro dos Reis Filho, CEDIC, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) Privada Rua Monte Alegre, 984 ERBM (Prédio Novo), Subsolo, Sala SB-02 Perdizes, CEP: , São Paulo SP, Brasil Telefone(s) (55 11) / 8026 / 8025 Fax (55 11) Sítio na Internet

3 Programa Memória do Mundo da Unesco Comitê Nacional do Brasil PARTE B DESCRIÇÃO DO ACERVO OU DOCUMENTO 1 Área de Identificação Título formal ou atribuído Fundo Comitê de Defesa dos Direitos Humanos para os Países do Cone Sul (Clamor) Data(s) Ou datas-limite Quantificação, por gênero documental Textuais: ca. 14,0 metros (ca itens ou (textuais, audiovisuais, cartográficos, 104 caixas arquivo e 27 pastas tablóide) fotográficas, outros) Iconográficos: cartazes: 56 itens (02 pastas arquiteto); fotografias: ca. 455 itens Sonoros: 21 itens Suporte(s) Papel; fita audiomagnética (cassete) Material em que estão registrados do documentos 2 Área de Contextualização Nome(s) do(s) produtor(es) Comitê de Defesa dos Direitos Humanos para os Países do Cone Sul (Clamor) História ou Biografia do produtor do acervo Ver anexo. ou documento 3 Área de conteúdo e estrutura Conteúdo do documento ou acervo Especificar os assuntos e temas tratados O Fundo compõe-se de informes mensais e anuais das atividades desenvolvidas por organizações de defesa dos direitos humanos, relatórios de conferências sobre presos e desaparecidos políticos, correspondência

4 Programa Memória do Mundo da Unesco Comitê Nacional do Brasil sobre prisões e desaparecimentos ocorridos na América Latina, formulários para assinatura de publicações, dossiês sobre detidos / desaparecidos políticos, listas de nomes dos presos/desaparecidos/mortos encontrados, informes mensais sobre as situações repressivas ocorridas no Chile e no Peru, cartazes sobre as prisões e desaparecimentos forçados em vários países da América do Sul, cartazes sobre eventos em defesa dos direitos humanos, folhetos de divulgação de cursos e de entidades de direitos humanos, catálogos de publicações à venda, textos de estudo e de reflexão sobre violação de direitos humanos, listas de presos políticos do Chile, listas de estatísticas de prisões e desaparecimentos forçados na América Latina, discursos, relatórios de Campanhas pelos direitos humanos, textos sobre a atuação de organismos de Direitos Humanos no Chile, resoluções de reuniões, cartilhas sobre direitos humanos, relatórios de viagens pela América Latina, folhetos de campanha contra a violência, recursos de advogados perante o Tribunal de Justiça, matérias jornalísticas sobre presos e desaparecidos políticos, manifestos de familiares contra a impunidade do Estado e de seus funcionários, livros e folhetos sobre direitos humanos e sua

5 Programa Memória do Mundo da Unesco Comitê Nacional do Brasil Sistema de organização do acervo violação, e publicações periódicas de várias organizações voltadas para a defesa dos direitos humanos na América Latina. O fundo encontra-se em processamento técnico (revisão do arranjo e troca das unidades de acondicionamento). O arranjo do Fundo Clamor apresenta-se dividido em dois Grupos estruturais, estabelecidos em seu primeiro nível de divisão interna; e em cinco Subgrupos funcionais distintos, estabelecidos no segundo nível de divisão. Abaixo desses últimos, temos as séries por espécie ou tipologia e os dossiês. Dentro das séries, os documentos foram ordenados de forma a otimizar sua busca pelos pesquisadores. Por exemplo, a ordenação cronológica foi adotada para a maioria das séries do Subgrupo Administração. No Subgrupo Participação em e Promoção de Eventos, a ordenação adotada foi alfabética por título de evento e cronológica. Especificamente para a série Publicações Periódicas, pertencente ao Subgrupo Intercâmbio de Informações e Publicações, os documentos foram, inicialmente, divididos em Organizações Nacionais (ON) e Organizações Supra Nacionais (OSN). Para as

6 Condições de acesso Restrições ao acesso? Se sim, especifique Condições de reprodução Programa Memória do Mundo da Unesco Comitê Nacional do Brasil 4 Área de condições de acesso e uso publicações de entidades ON a ordenação adotada foi a seguinte: geográfica por país, alfabética por entidade, alfabética por título e cronológica. Para o grupo OSN, a ordenação foi um pouco mais simples: alfabética por entidade, alfabética por título e cronológica. O arranjo obedeceu a seguinte ordem: Grupo Comissão Coordenadora, Subgrupos Administração e Intercâmbio de Informações e Publicações. Em seguida, Grupo Clamor, Subgrupos Elaboração e Divulgação de Publicações; Participação em e Promoção de Eventos; Planejamento e Atuação. Dentro de cada subgrupo, as séries foram ordenadas alfabeticamente. Acesso restrito durante o processamento técnico do fundo. Sim. Alguns depoimentos, selecionados pelos antigos membros do Clamor, foram considerados sigilosos, por abordarem a vida de menores de idade na ocasião de sua produção. O grupo ainda não definiu o prazo de vigência dessa restrição. Os documentos que integram o fundo poderão ser reproduzidos somente através de microfilmagem ou digitalização. As fotografias somente poderão ser

7 Programa Memória do Mundo da Unesco Comitê Nacional do Brasil reproduzidas mediante apresentação de autorização dos fotografados ou de seus familiares. O CEDIC disponibiliza aos pesquisadores os processos de microfilmagem e digitalização para a reprodução de documentos. Instrumentos de pesquisa (inventários, Guia da Central de Documentação e catálogos, índices, listagens, bases de dados, outros) Informação Científica Prof. Casemiro dos Reis Filho CEDIC PUC-SP. São Paulo: EDUC, p. 21x21cm. (Coleção memória, documentação e pesquisa, 3) ISBN: X. O Guia também pode ser acessado no site do Centro: und_colec.php Horário de atendimento ao público O CEDIC encontra-se aberto ao público de 2ª a 6ª feira, das 8:30 às 17:30 horas, sem interrupção. 5 Área de notas Notas sobre o estado de conservação do Documentos em bom estado de conservação. acervo ou documento Indicar as publicações, artigos e estudos sobre o acervo ou o documento ANDRADE, Ana Célia Navarro de Andrade. Descrição do Fundo Comitê de Defesa dos Direitos Humanos para os Países do Cone Sul. Dissertação de Mestrado em História Social Linha de Pesquisa Historiografia e Documentação, orientada pela Profª Dra.

8 Programa Memória do Mundo da Unesco Comitê Nacional do Brasil Ana Maria de Almeida Camargo, defendida na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - FFLCH, da Universidade de São Paulo (USP), em dezembro de HARPER, Charles R. El acompañamiento. Acción Ecuménica por los Derechos Humanos en América Latina, Traducción del inglés: Elizabeth Ardana y Fernanda Trías. Montevideo: Ediciones Trilce / Consejo Mundial de Iglesias, 2007 (p. 31). Informe se incide sobre o acervo ou documento legislação municipal, estadual ou federal relativa à proteção de patrimônio cultural ou norma assemelhada. LIMA, Samarone. Clamor. A vitória de uma conspiração brasileira. Rio de Janeiro: Objetiva, Não há.

9 Programa Memória do Mundo da Unesco Comitê Nacional do Brasil PARTE C PLANO DE GESTÃO DOCUMENTAL Existe um plano de administração do acervo ou documento para sua guarda, preservação, segurança e acesso? NÃO. Em caso afirmativo, anexe um sumário do plano. Caso contrário, informe sobre as condições de guarda, preservação, segurança e acesso. Ver anexo. PARTE D ATIVIDADES PRINCIPAIS DA ORGANIZAÇÃO CUSTODIADORA Ver anexo. PARTE E EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS Ver anexo.

10 Programa Memória do Mundo da Unesco Comitê Nacional do Brasil PARTE F AVALIAÇÃO DE RISCO Não há. PARTE G DESCRIÇÃO DE ANEXOS 1. ANDRADE, Ana Célia Navarro de Andrade. Descrição do Fundo Comitê de Defesa dos Direitos Humanos para os Países do Cone Sul. São Paulo: FFLCH/USP, Dissertação de Mestrado em História Social. Capa, folha de rosto, resumo, sumário. 2. CEDIC/PUC-SP - Currículo atualizado. 3. Folder institucional do CEDIC/PUC-SP. 4. Guia da Central de Documentação e Informação Científica Prof. Casemiro dos Reis Filho CEDIC PUC-SP. São Paulo: EDUC, HARPER, Charles R. El acompañamiento. Acción Ecuménica por los Derechos Humanos en América Latina, Montevideo: Ediciones Trilce / Consejo Mundial de Iglesias, Capa, folha de rosto, conteúdo, prefácio, capítulo I, capítulo II (p. 31), notas do capítulo II (pp.41-44), 4ª capa. 6. Informações extraídas do site da Editora Objetiva sobre o livro de Samarone Lima: Clamor. A vitória de uma conspiração brasileira. Rio de Janeiro: Objetiva, Imagem da capa; informações sobre o cenário do Cone Sul na década de 70; criação, atuação e fundadores do Clamor. Extraído de: em 02/07/ Página inicial do site do CEDIC; página de busca de fundos e coleções; página de resultado de busca pela letra C, pesquisadas em 02/07/07. Essa candidatura à nominação é feita por: PARTE H PROPONENTE YARA MARIA AUN KHOURY Coordenadora do CEDIC Aceito integralmente as condições deste Edital e de seu Regulamento, sendo de minha total responsabilidade a veracidade das informações remitidas ao Comitê Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo da UNESCO. São Paulo, 02 de julho de (YARA MARIA AUN KHOURY)

11 PARTE C PLANO DE GESTÃO DOCUMENTAL Condições de guarda, preservação, segurança e acesso. De maneira geral, as condições de guarda, preservação, segurança e acesso do Fundo Comitê de Defesa dos Direitos Humanos para os Países do Cone Sul (Clamor), assim como dos demais 10 fundos e 77 coleções do acervo do CEDIC, apresentam-se boas. Antes de sua transferência para o CEDIC, o arquivo do Clamor encontrava-se sob a guarda de duas instituições distintas: o Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular - CESEP e o Arquivo Dom Duarte Leopoldo e Silva - Arquivo da Cúria Metropolitana de São Paulo. Na primeira instituição, os documentos estavam acondicionados em dezenas de caixas de papelão, empilhadas no fundo de uma lavanderia. Já no Arquivo da Cúria, o material apresentava condições mais apropriadas de guarda e acesso aos documentos. Assim que o CEDIC recolheu a documentação que estava sob a guarda do CESEP, em abril e maio de 1993, o material foi higienizado, identificado e reacondicionado em 225 pastas polionda que, posteriormente, foram trocadas por caixas arquivo também polionda. As caixas receberam identificação e o material foi incluído no Guia da Central de Documentação e Informação Científica 1, publicado em Em 1999, o material que se encontrava no Arquivo da Cúria, após passar alguns meses no escritório de antigos membros do Comitê, Dra. Michael Nolan e Luiz Eduardo Greenhalgh, foi finalmente transferido para as atuais instalações físicas do CEDIC, inauguradas no início de dezembro desse mesmo ano. Como a documentação já estava acondicionada em caixas arquivo, não houve necessidade de higienização. Após o levantamento de seu conteúdo, as caixas foram identificadas e numeradas, ficando a cargo da historiógrafa Ana Célia Navarro de Andrade, as atividades referentes à organização e descrição dos documentos do Fundo Clamor, uma vez que as mesmas faziam parte de seu trabalhos de Mestrado em História Social pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, da Universidade de São Paulo. 1 Um exemplar do Guia do CEDIC (1995) consta dos anexos do processo.

12 A última incorporação de documentos ocorreu dois meses após a defesa da referida dissertação, cujo produto é o Inventário do Fundo Clamor. Nesse momento, mais 10 caixas arquivo, que se encontravam na residência da jornalista inglesa Jan Rocha, membro do Comitê, foram incorporadas ao Fundo, em fevereiro de Esse material se encontra higienizado, tendo sido apenas acondicionados em novas caixas, e identificados de maneira superficial. Atualmente, o Fundo Clamor encontra-se distribuído em 106 caixas arquivo, 28 pastas para periódicos (tamanho tablóide) e 1 pasta para cartazes (tamanho arquiteto), totalizando cerca de 14 metros lineares, armazenadas horizontalmente, com empilhamento máximo de 2 caixas, em arquivo deslizante instalado na área de depósito climatizado, cujo acesso é restrito aos funcionários e estagiários do Centro. Devido à natureza de seu acervo, e por questões de segurança e preservação, somente após a realização de cadastro no balcão de atendimento do Centro é liberada ao pesquisador a consulta ao acervo. Seus objetos pessoais são guardados em escaninho próprio durante a consulta, sendo disponibilizada apenas uma unidade de acondicionamento (pasta ou caixa) de cada vez. Quando o pesquisador solicita a reprodução de documentos, são oferecidas duas opções: microfilmagem ou digitalização, ambas realizadas nas dependências do CEDIC, por funcionários treinados para a realização desses processos de reformatação. No momento, a consulta ao Fundo Clamor encontra-se suspensa para processamento técnico: revisão do arranjo, mudança de caixas e atualização da descrição, atividades não realizadas após a última incorporação de documentos ao acervo. Após a revisão do arranjo, o Inventário do Fundo (dissertação) será atualizado de acordo com a Norma Brasileira de Descrição Arquivística - NOBRADE, do Conselho Nacional de Arquivos, assim como as informações sobre o Fundo Clamor descritas no Guia do CEDIC (que se encontra esgotado), estando o mesmo disponível para consulta no site do Centro:

13 PARTE D ATIVIDADES PRINCIPAIS DA ORGANIZAÇÃO CUSTODIADORA Criado em 5 de setembro de 1980, na PUC-SP, o CEDIC constitui-se num espaço de preservação de diferentes tendências e expressões da memória social brasileira. Desde 1986 seu acervo vem reunindo conjuntos documentais de movimentos sociais ligados à Igreja e movimentos de educação. Nos últimos anos, acompanhando as tendências de reflexão da Universidade, seu perfil temático vem sendo ampliado em torno de questões sociais, políticas e culturais. Reúne documentos textuais, orais e iconográficos gerados por movimentos e organizações, por projetos de pesquisa, ou pelas próprias atividades acadêmicas da PUC-SP (Ampliação do Acervo). Firmando sua identidade como um organismo de documentação para pesquisa e preservação, canaliza esforços na formulação e adequação de metodologia para a organização e descrição de conjuntos documentais de natureza peculiar (Tratamento Documental). Em sua área de trabalho, presta serviços especializados (Programa de Conservação e Reprografia: microfilmagem de documentos, duplicação de microfilmes, digitalização de documentos e de microformas, extração de cópias em papel de microformas; e, em conjunto com o Programa de Documentação Oral: masterização de depoimentos orais, duplicação de fitas cassete para CDs), oferece cursos (Introdução à Política e ao Tratamento dos Arquivos, parte I e II), oficinas e possibilidades de estágio (Programa Bolsa-Estágio da PUC-SP, Programa de Vivência Profissional, e estágios não remunerados de curta duração, para interessados em geral), além de desenvolver projetos específicos (Projeto Avaliação dos Arquivos da PUC-SP - iniciado no 2º semestre de 2006) e de se dedicar à publicação de instrumentos de pesquisa como guias e inventários (Elaboração de Referências). O CEDIC mantém intercâmbio científico e técnico regular com Instituições de documentação e pesquisa nacionais e estrangeiras, através de correspondência, publicações, promoção de e participação em eventos na área, participação em Grupos de Trabalho e Associações especializadas (Divulgação e Intercâmbio).

14 PARTE E EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS Após leitura atenta do Edital para candidaturas e do Regulamento das Candidaturas à Nominação no Registro Nacional do Comitê Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo da Unesco, tornou-se clara a relevância do Fundo Comitê de Defesa dos Direitos Humanos para os Países do Cone Sul para a história, cultura e sociedade do Brasil e da América Latina. Desde sua incorporação ao acervo do CEDIC, em 1993, o Fundo Clamor foi objeto de inúmeras pesquisas, para os mais variados fins: de pesquisas acadêmicas à busca de documentos para comprovação de direitos. O Clamor foi criado em fins de início de 1978 por três profissionais preocupados em prestar assistência aos refugiados políticos não reconhecidos pelo Alto Comissariado das Nações Unidas - ACNUR, que buscavam os mais diversos tipos de ajuda (financeira, médica, de moradia e alimentação, auxílio para emissão de documentos, para encontrar parentes desaparecidos, entre outros) mas, sobretudo, buscavam pessoas que pudessem ouvir o seu clamor e denunciar as atrocidades que vinham ocorrendo na América Latina, principalmente na Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile. Os advogados Luiz Eduardo Greenhalgh e Michael Mary Nolan, juntamente com o Reverendo Presbiteriano Jaime Wright, que vivenciou a experiência e a dor de ter seu irmão Paulo Wright seqüestrado pelos órgãos de repressão da ditadura brasileira, procuraram Dom Paulo Evaristo Arns, Cardeal Arcebispo de São Paulo, para apresentar a idéia de constituição de um Comitê com a finalidade de ajudar os refugiados e, ao mesmo tempo, levantar a voz para denunciar a conjuntura vigente nas Democracias da América Latina. Dom Paulo apoiou prontamente essa idéia e, sob sua proteção, o Clamor foi criado vinculado à Comissão Arquidiocesana de Direitos Humanos e Marginalizados de São Paulo, estabelecendo-se em uma pequena sala localizada no prédio da Cúria Metropolitana. Apesar desse vínculo com a Arquidiocese, o Comitê mantinha um caráter ecumênico, reunindo católicos e protestantes que militavam por uma mesma causa: a defesa dos Direitos Humanos e o compromisso com a solidariedade aos povos do Cone Sul. Aos poucos, foi ampliando seus contatos com a Igreja Protestante e com a Anistia Internacional na preservação comum da dignidade e dos direitos fundamentais do ser humano, e estabelecendo contatos com outras entidades internacionais e nacionais na mesma área.

15 Buscando divulgar todas as denúncias colhidas no contato com os refugiados e familiares de desaparecidos para o maior número possível de pessoas e instituições, o Comitê iniciou, em junho de 1978, a publicação do Boletim Clamor. Para cumprir seus objetivos, o Boletim foi editado em três línguas: Português (voltado aos brasileiros e à imprensa nacional), Espanhol (direcionado às entidades de Direitos Humanos latino-americanas, familiares e amigos dos refugiados) e Inglês (para as entidades européias e da América do Norte). Não havia assinaturas. Todas as edições do Boletim e de outras publicações, bem como as atividades do grupo foram financiadas por organismos internacionais, como o Conselho Mundial de Igrejas, a Anistia Internacional e o Banco Mundial. O Boletim serviu de intercâmbio com entidades congêneres para estabelecer uma rede de solidariedade em prol das vítimas da opressão militar. Uma de suas principais atividades era exercer pressão sobre os governos do Cone Sul para libertarem presos políticos. Publicou, na imprensa argentina, matérias pagas solicitando informações sobre crianças desaparecidas. Enviou seus membros em missões, às vezes arriscadas, aos países mantidos sob regimes militares para visitar presos, descobrir informações sobre o paradeiro de desaparecidos, fazer contato com perseguidos e prestar sua solidariedade "in loco" às vítimas de perseguições políticas e às suas famílias. Organizou, com outras entidades de Direitos Humanos, reuniões vitais no contexto da luta contra as ditaduras militares. Um dos trabalhos mais importantes realizados pelo Comitê foi a elaboração da lista de desaparecidos da Argentina, com o objetivo de mostrar que cada um dos milhares de desaparecidos era uma mulher, um homem, uma criança, pai, mãe ou filho, com identidade, e não um número, ou pior, uma abstração. Esse trabalho permitiu que o grupo aprofundasse uma pesquisa que havia iniciado a partir de sérias denúncias a respeito de crianças desaparecidas. Foi constatada que a barbárie tinha caído em um nível raramente atingido pela pessoa humana: seqüestrar mães grávidas, torturá-las, esperar a hora do parto para depois matá-las e traficar os bebês. Foi nesse momento que o Comitê entrou em contato com um grupo de senhoras conhecido como As Avós da Praça de Maio (Abuelas de Plaza de Mayo), que se tornaram o calcanhar de Aquiles da ditadura militar na Argentina. A relação entre as duas entidades tornouse cada vez mais forte e constante, resultando em inúmeras publicações e ações conjuntas, principalmente em relação às crianças desaparecidas. O Clamor, contando com a ajuda e a rede de informações administrada pelas Abuelas, atuou ativamente na busca e reintegração de crianças seqüestradas, que foram levadas para fora de seus países e, em muitos casos, adotadas por famílias de militares.

16 Essa atuação conjunta resultou na localização e reintegração a suas famílias de origem de cerca de 27 crianças, sendo o caso mais conhecido o dos irmãos Vitória e Anatole. Mas o Clamor também atuou dentro do Brasil, denunciando seqüestros e a situação deplorável dos brasiguaios expulsos ou foragidos do Paraguai. Conseguiu ajuda financeira junto à Christian Aid para a jornalista Maria Cácia Cortêz Ferreira (Campo Grande/MS) desenvolver o projeto Brasiguaios: os refugiados que desconhecemos, durante os anos de 1988 e Participou ativamente de eventos nacionais e internacionais sobre Direitos Humanos, sendo também responsável pela promoção de Cursos na área, entre os quais o Curso de Direitos Humanos, realizado na PUC/SP (1986), em co-promoção com o Instituto de Estudos Especiais (IEE), e o Curso de Formação, Fé e Política, realizado em conjunto com o Centro Santo Dias e a Comissão Arquidiocesana de Pastoral de Direitos Humanos e Marginalizados, com o objetivo de aprofundar o papel da ação pastoral da Igreja no processo político-econômico-social do Brasil. Diante dessa ativa atuação, chegou-se a comentar que o Clamor era constituído por um batalhão de funcionários e possuía um aparato ultra-sofisticado para conseguir este resultado palpável e eficaz. No entanto, esse comentário se opunha totalmente à realidade do grupo, conforme havia enfatizado o Reverendo Jaime Wright, em pequena biografia do Comitê escrita em Segundo ele, os três elementos essenciais para a eficácia do trabalho desenvolvido pelo Comitê eram: 1. atos concretos, sem teorizações ideológicas ou partidárias; 2. orientação ecumênica, sem preocupações sectárias; 3. e o mínimo de estrutura institucional, a fim de que a equipe permanecesse ágil, flexível e despreocupada com interesses administrativos. Por conseguinte, o Comitê não nutria aspirações hegemônicas de qualquer espécie. Na verdade, sua intenção era desaparecer por completo, o mais cedo possível. Quando isso acontecesse, o Comitê, ao contrário do que se poderia imaginar, desapareceria feliz, pois significaria a ocorrência de uma ou ambas situações: 1ª) a vigência plena dos direitos humanos nos países do Cone Sul; 2ª) a existência de grupos, em cada país, com plena liberdade de lutar contra as violações desses direitos. E esse dia chegou... Após muita reflexão e troca de idéias sobre a conjuntura social e política do Cone Sul, o grupo chegou à conclusão de que os objetivos iniciais que provocaram sua fundação

17 haviam sido atingidos. Ainda havia milhares de pessoas desaparecidas, quase todos os responsáveis pela repressão continuavam livres; a verdade sobre esse período sombrio ainda precisava ser recuperada. No entanto, as entidades de Direitos Humanos, em cada país do Cone Sul, recuperaram o espaço até então ocupado pelo Clamor, demonstrando que já não era mais preciso um porta-voz para seus apelos. Essas entidades adquiriram força e confiança a partir das sementes plantadas pelas ações do Comitê, sementes essas que possibilitaram mudanças efetivas nas relações sociais e na cultura dessas sociedades. Frente a essa conjuntura e com a sensação de alívio por ter alcançado seus objetivos, o Clamor, que sempre se colocou a serviço daqueles que não tinham voz nem vez, encerrou suas atividades em Após este breve relato sobre a atuação do Clamor, grupo que levou às últimas conseqüências o slogan "Solidariedade não tem fronteiras", segue a exposição dos motivos que justificam a nominação do Fundo Comitê de Defesa dos Direitos Humanos para os Países do Cone Sul (Clamor) no Registro Nacional do Comitê Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo da Unesco: O Fundo Clamor é único e insubstituível. Mesmo não se preocupando com as rotinas administrativas e sendo um grupo voltado, prioritariamente, para a ação, o Comitê produziu e acumulou centenas de documentos de relevada importância para o estudo da história, cultura e sociedade do Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile e outros países da América Latina. Não podemos afirmar com segurança que o CEDIC disponha da totalidade da documentação produzida e acumulada pelo Comitê, uma vez que o trabalho realizado por seus membros e colaboradores ultrapassava as questões administrativas. Neste sentido, não seria surpresa encontrarmos documentos do Clamor guardados junto à documentação pessoal de muitos daqueles que atuaram nessa/para essa entidade. Seu arquivo foi consultado, por mais de uma vez, por advogados, representantes legais ou familiares de presos políticos e/ou desaparecidos argentinos para solicitação de indenização junto ao governo desse país, além de outros direitos. Também foi objeto de pesquisa para alunos de graduação e pós-graduação da PUC- SP e da USP, dois dos quais estão relacionados no formulário de descrição do Fundo: a dissertação de mestrado da historiógrafa do CEDIC/PUC-SP, defendida em 2000 na Linha de Pesquisa "Historiografia e Documentação" da FFLCH/USP, cujo produto é o Inventário do Fundo Clamor; e o livro do jornalista Samarone Lima, publicado pela Editora Objetiva em 2003, a partir de dissertação também defendida na USP, sobre a trajetória do Comitê.

18 Além desse trabalhos, produzidos especificamente sobre o Comitê e seu arquivo, existem outros que utilizaram o Fundo como fonte para o desenvolvimento de pesquisas sobre: Direitos Humanos e violação dos Direitos Humanos; Relação Igreja-Estado durante a Ditadura Militar na América Latina; Imigração de argentinos para o Brasil durante as décadas de 70 e 80. Estas são apenas algumas das temáticas estudadas a partir desse arquivo, cujos documentos apresentam grande potencial para a pesquisa nas áreas de Ciências Sociais e Humanas, destacando-se: História, e todas as possíveis subdivisões geopolíticas e sociais; Sociologia; Política; Direito; e, até mesmo, Relações Internacionais. Ao percorrer a documentação, elencamos uma quantidade considerável de assuntos passíveis de pesquisa mais aprofundada. Entre eles, podemos destacar: Direitos Humanos; Defesa dos Direitos Humanos; Violação dos Direitos Humanos; Ditaduras Militares latino-americanas (em geral); Regime Militar na Argentina; Regime Militar no Brasil; Regime Militar no Chile; Regime Militar no Paraguai; Regime Militar no Uruguai; Repressão Política na América Latina; Democracia; Atuação da Igreja na América Latina; Refugiados latino-americanos; Tortura e torturadores; Crianças desaparecidas durante os Regimes Militares latino-americanos; Campos de Concentração da Argentina; Abuelas de Plaza de Mayo (Argentina); Madres de Plaza de Mayo (Argentina); Vicaría de Solidaridad (Chile); Arquidiocese de São Paulo; Dom Paulo Evaristo Arns; Comissão Arquidiocesana de Direitos Humanos e Marginalizados de São Paulo;

19 Atuação dos Organismos Internacionais de Defesa dos Direitos Humanos; Anistia Internacional; Conselho Mundial de Igrejas. Para finalizar essa exposição de motivos, reiteramos as informações registradas em itens anteriores deste formulário, confirmando o bom estado de conservação do arquivo, composto por 106 caixas e 29 pastas, e a inexistência de qualquer tipo de ameaça que prejudique a preservação do material. Seus dados principais podem ser acessados pelo site do CEDIC/PUC- SP, cujo guia do acervo encontra-se disponível on line, além do próprio Inventário do Fundo, que após atualização, estará disponível na sede do Centro. Para conhecer mais profundamente a história do Clamor, sugerimos a leitura do livro de Samarone Lima, cujos detalhes encontram-se entre os anexos a este processo. Por todos os motivos acima descritos, reiteramos a relevância do Fundo Comitê de Defesa dos Direitos Humanos para os Países do Cone Sul para a história, cultura e sociedade do Brasil e da América Latina e o candidatamos à Nominação no Registro Nacional do Comitê Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo da Unesco.

20 2. Área de Contextualização História ou Biografia do produtor do acervo ou documento Inclina os teus ouvidos ao meu clamor (Salmo 88,2)

21 HISTÓRICO DO COMITÊ DE DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS PARA OS PAÍSES DO CONE SUL (CLAMOR). Nos anos de , ainda vigorava no Brasil o regime militar, implantado em 1º de abril de Milhares de brasileiros exilados, centenas de banidos e nas prisões; após mais uma década de repressão, cerca de 60 presos políticos ainda cumpriam longas penas, depois de terem conhecido o terror dos porões da repressão e da tortura. Centenas de brasileiros foram mortos e desapareceram. Dentro do país, setores da sociedade civil, cansados da violência e da repressão, se reuniram e se organizaram para, em uma frente ampla, exigir e conquistar a anistia, em agosto de 1979; esta anistia, apesar de ser parcial e restrita, possibilitou nova trajetória na construção e na conquista da democracia no país. Durante os anos de repressão no Brasil, uma chama de esperança clareou a dor de muitos brasileiros atingidos pelo arbítrio do regime militar: a Igreja Católica em São Paulo, através de sua Arquidiocese, dirigida pelo Cardeal Arcebispo Dom Paulo Evaristo Arns. A mesma esperança que se acendeu no coração de tantas famílias brasileiras que encontraram na Arquidiocese de São Paulo o conforto e a guarida para suas denúncias, foi compartilhada por milhares de refugiados de golpes militares nos países do Cone Sul. Refugiados da Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai buscaram na Arquidiocese de São Paulo a solidariedade que há tanto tempo já era sentida pelos brasileiros perseguidos. Ali, através de seus organismos comprometidos com a defesa dos Direitos Humanos, os refugiados políticos puderam sentir de perto o exercício do respeito à dignidade e à integridade da pessoa humana. Os relatos que chegavam, sobretudo do Uruguai e da Argentina, eram estarrecedores. A violência nesses países, em parte aprendida de policiais-torturadores brasileiros, era elevada a níveis assustadores. Acumulavam-se informes sobre assassinatos, torturas, desaparecimentos e campos de concentração. Paralelamente a estas denúncias, preparava-se com grande alarde e propaganda a COPA DO MUNDO-78. O Brasil exportou conhecimento de violência policial e militar. Há 14 anos os brasileiros conheciam as conseqüências da repressão e sabiam que, para a repressão, não havia barreiras e nem mesmo fronteiras geográficas. Aliás, havia uma desconfiança de que o Brasil fazia parte de uma conexão com outros órgãos de repressão situados nos países do Cone Sul. Uma prova disso seria a existência de computadores com terminais ligados nos principais aeroportos do continente para seguir a movimentação daqueles que eram 2

22 considerados subversivos ou inimigos da pátria, com informações oriundas dos órgãos de segurança dos regimes militares e das constantes reuniões entre os Exércitos Latinoamericanos. (...) nós publicamos em um dos boletins uma matéria que eu escrevi sobre a instalação de um computador de última geração em Santiago, onde os países do Cone Sul estavam colaborando para a identificação de seus... de seus respectivos subversivos. É por isso que a Mercedes Sosa, ao chegar no Rio de Janeiro, era detida. Porque o nome dela estava lá neste computador, colocado ali pela Argentina. E tantos outros casos assim. Eu descobri esse caso numa revista técnica americana, num artigo escrito assim: Você venderia um computador a Hitler? Então, o artigo passava a descrever o computador tecnicamente e como ele foi encomendado pelos países do Cone Sul. Então aqui, no Galeão especialmente, inúmeras pessoas dos países vizinhos foram detidos, inclusive esses que acabavam desaparecendo aqui argentinos, especialmente -, estavam nesse computador, que havia terminal desse computador no Brasil, Uruguai, Argentina e Chile. 1 Em março-abril de 1978, três pessoas comprometidas com a defesa dos Direitos Humanos - Jan Rocha, Luiz Eduardo Greenhalgh e Jaime Wright -, reuniram-se em São Paulo para discutir a possibilidade de divulgar as informações trazidas pelos refugiados, principalmente a situação trágica em que se encontravam os perseguidos políticos argentinos. Foram, então, procurar Dom Paulo para comunicar a vinda maciça de refugiados que relatavam histórias desconhecidas de todo mundo. Dom Paulo acolheu esta idéia e pediu que o grupo permanecesse vinculado à Comissão Arquidiocesana de Pastoral dos Direitos Humanos e Marginalizados, da Arquidiocese de São Paulo. Fui contactado por Jan Rocha e Luiz Eduardo Greenhalgh. Nós três resolvemos organizar uma comissão que fizesse isso. O motivo especial era denunciar a violação de Direitos Humanos nos países vizinhos do Cone Sul. Estávamos à procura de um guarda-chuva, e resolvemos pedir a Dom Paulo Evaristo uma audiência para conversar sobre a excelente idéia, que poderia ser feito sob o guarda-chuva da Arquidiocese. Especificamente, na Comissão Arquidiocesana de Pastoral dos Direitos Humanos e Marginalizados. 1 Entrevista do Reverendo Jaime Wright a Samarone Lima, em 28/10/98, cuja cópia da transcrição foi cedida pelo entrevistador. 3

23 Então, a gente passou a ser membros também da Comissão Arquidiocesana. O trabalho era feito inicialmente de uma maneira informal, através de contatos que nós tínhamos com o pessoal. Era uma época em que começou um projeto de refugiados políticos. Eu fui convidado para ser o coordenador deste projeto, que tinha a bênção da CNBB, que sentia o problema, e da recém fundada Coordenadoria Ecumênica de Serviços, CESE. Eu também fui um dos fundadores da CESE. (...) Se eu me lembro bem, foi em 1978 exatamente nas vésperas da Copa na Argentina. Uma das coisas que a gente discutiu foi como aproveitar a Copa para denunciar o que estava acontecendo na Argentina, já que os jornais da Argentina não podiam publicar nada sobre o que estava acontecendo. 2 Nascia o Comitê de Defesa dos Direitos Humanos para os Países do Cone Sul - conhecido como Clamor. Clamor não era a sigla do Comitê. Era o nome do seu boletim, cujo primeiro número foi publicado em junho de Seu nome foi inspirado no Salmo 88,2 Ó Senhor, Deus da minha salvação, diante de ti clamo, de dia e de noite. Chegue a minha oração perante a tua face; inclina os teus ouvidos ao meu clamor. O Comitê marcou sua imagem através de um desenho de uma chama que brilha através das grades de uma prisão 3 - criação do então preso político, Manoel Cirilo de Oliveira Neto, libertado posteriormente em Além da chama que indicava a esperança dos refugiados dos países vizinhos e dos familiares e amigos daqueles que estavam presos e/ou desaparecidos -, o Comitê também possuía um slogan: SOLIDARIEDADE NÃO TEM FRONTEIRAS. Com esse slogan, o Comitê percorreu todos os países do Cone Sul, além de ter buscado apoio e ajuda financeira junto a organismos internacionais, como o Conselho Mundial de Igrejas, na figura de Charles Harper; a Anistia Internacional, Nações Unidas e Banco Mundial. O Clamor surgiu numa das épocas mais críticas da repressão nos países do Cone Sul quando, ironicamente, o Brasil suspendia a censura aos meios de comunicação social e colhia os frutos (refugiados políticos) da exportação da tecnologia repressiva brasileira aos países vizinhos (especialmente Uruguai, Chile e Argentina). Na época, aqui no Brasil, não havia nenhum grupo dedicado à solidariedade a esses países. Devido ao constante fluxo de informações chegadas à Arquidiocese de São Paulo, trazidas, inclusive, por refugiados 2 Idem. 4

24 políticos, não havia como escapar da responsabilidade de denunciar as violações de direitos humanos que estavam produzindo essa imigração. Para denunciar tais violações, o boletim foi publicado em três línguas: português, espanhol e inglês, e enviado sem assinaturas a 22 estados brasileiros, 23 países americanos e 25 países nos demais continentes. A edição em três línguas abarcava três tipos de audiência: aos brasileiros e à imprensa brasileira; às entidades de Direitos Humanos latino-americanas, familiares e amigos dos refugiados, e às entidades européias e da América do Norte. Cada um dos números do Clamor teve uma tiragem de aproximadamente exemplares distribuídos entre exemplares em português, 600 em espanhol e 400 em inglês. Além do Boletim, o Clamor divulgou vários comunicados de Imprensa, através de entrevistas coletivas. Ao escrever uma pequena biografia do Clamor, em 1982, o Reverendo Jaime Wright enfatizou a importância do Boletim na divulgação dos fatos ocorridos naqueles países, e enumerou os três elementos essenciais na eficácia do trabalho desenvolvido pelo Comitê: 1. atos concretos, sem teorizações ideológicas ou partidárias; 2. orientação ecumênica, sem preocupações sectárias; 3. e o mínimo de estrutura institucional, a fim de que a equipe permanecesse ágil, flexível e despreocupada com interesses administrativos. Por conseguinte, não nutria aspirações hegemônicas de qualquer espécie. Na verdade, sua intenção era desaparecer por completo, o mais cedo possível. Quando isso acontecesse,o Comitê, ao contrário do que se poderia imaginar, desapareceria feliz, pois significaria a ocorrência de uma ou ambas situações: 1ª) a vigência plena dos direitos humanos nos países do Cone Sul; 2ª) a existência de grupos em cada país que já estavam tendo plena liberdade de lutar contra as violações desses direitos. A equipe do Clamor se organizou contando, sobretudo, com a dedicação de seus três fundadores. Com o passar dos anos, novos membros foram integrados ao Comitê, apesar da discordância do Reverendo:... Era a idéia de um grupo ágil e pequeno, e funcionou bem. 4. Inicialmente, ingressaram a Irmã Michael Mary Nolan (advogada) e o Pe. Roberto Grandmaison, em Posteriormente, a partir de 1982, foi a vez de Tereza Brandão, Fermino Fecchio, Maria Auxiliadora Arantes, Maria Aparecida Horta, Inge Schilling, Lilia 3 Ver desenho nas páginas I, 18 e 99. 5

25 Azevedo e João Xerri. Dezenas de refugiados e exilados de todos os países do Cone Sul colaboraram com informações, depoimentos, traduções e trabalho de apoio. Em 1983, o Comitê já contava com uma dezena de membros. Percebendo a dificuldade em administrar suas atividades, sentiu-se a necessidade de elaborar um regimento interno, segundo o qual haveria uma Comissão Coordenadora para supervisionar os trabalhos e o ambiente físico do escritório, administrar a tesouraria e preparar a agenda das reuniões, convocar as reuniões, receber e responder a correspondência e manter informados tanto os demais membros do Clamor como o Cardeal Arcebispo, sobre o andamento dos trabalhos. O primeiro Boletim Interno após a aprovação das Regras de Funcionamento do Comitê, datado de 08 de setembro de 1983, quatro dias depois do evento, encaminhou as deliberações da primeira Comissão Coordenadora formada por Jaime Wright, Jan Rocha e Roberto Grandmaison. Entre elas, estabelece datas e horários das reuniões plenárias quinzenais e das reuniões semanais da Comissão, bem como os dias e horários de trabalho da secretária contratada para atender ao grupo, seu salário e atividades. Segundo os boletins internos e os relatórios anuais de atividades, os membros do Clamor se revezavam no escritório, situado à Rua Higienópolis, 890 sala 19, para atender aos refugiados e familiares de presos/desaparecidos políticos, pessoalmente e/ou por telefone, manter a correspondência em dia, realizar atividades de divulgação das denúncias e promover gestões junto a instituições e órgãos governamentais, entre outras. Se, por um lado, a estrutura do Clamor estava baseada apenas na existência de uma Comissão Coordenadora e os demais membros do Comitê, por outro, exercia as seguintes macro funções: Administração; Elaboração e divulgação de publicações; Intercâmbio de informações e publicações; Participação em e promoção de eventos; Planejamento e atuação. Vinculado à Arquidiocese de São Paulo, o Clamor mantinha, contudo, um caráter ecumênico, reunindo católicos e protestantes, militantes de uma causa comum: a defesa dos Direitos Humanos e o compromisso com a solidariedade aos povos do Cone Sul. Paulatinamente, o Clamor ampliou seus contatos internacionais com a Igreja Protestante, através do Conselho Mundial de Igrejas (CMI); com a Anistia Internacional, e 4 Ibidem. 6

26 com outros organismos congêneres na preservação comum da dignidade e da integridade da pessoa humana. Seu objetivo inicial foi o de dar assistência aos refugiados não reconhecidos pelo ACNUR Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados. Muitos deles não podiam preencher os formulários fornecidos pelo ACNUR, sob pena de comprometer sua segurança pessoal. Eram clandestinos civis dentro da clandestinidade política, não sendo protegidos, portanto, pelo Estatuto dos Refugiados. Essa assistência se materializou em ajuda prática, com o propósito de resolver os inúmeros problemas de saúde, trabalho, ocupação e moradia com os quais se defrontavam os refugiados: O primeiro boletim do Clamor saiu e começa o Clamor com uma preocupação com o pessoal que vinha chegando desses países, e por várias razões, não queriam ser reconhecidas pelo Clamor, pelo ACNUR [Houve uma pequena confusão na hora de falar o nome da entidade]. E queriam ficar no Brasil. Porque ser reconhecido pelo ACNUR queria dizer que você teria que ir para a Europa. O Brasil não tinha, não permitia o refugiado ficar. Foi só posterior de toda uma luta do Clamor e de outras entidades de mudar a questão de refúgio no Brasil. Não tinha. Quem vinha e foi reconhecido como refugiado, era obrigado a sair do País. Isso queria dizer que a pessoa tinha que ir para a Europa, e muitas vezes você tinha gente que chegava e não sabia do resto da família. Ou o resto da família estava ainda em perigo, e não queria ir para a Europa, então ficava clandestino. (...) Então... basicamente o Clamor começou a responder a uma necessidade montada para este pessoal. Achar casa, achar emprego, achar escola para as crianças. E denunciando as violações. 5 A este objetivo se somaram, primeiro, os de divulgação de todas as denúncias colhidas no contato com os refugiados e as que chegassem ao conhecimento da equipe; e, segundo, do estabelecimento de contatos com entidades internacionais e nacionais atuantes na mesma área: Servicio Paz y Justicia (Uruguai); Abuelas e Madres de Plaza de Mayo (Argentina); Vicaría de Solidaridad (Chile), entre outras. Durante todos estes anos, a equipe do Clamor procurou divulgar ao máximo todas as denúncias recebidas, depois de terem sido devidamente fundamentadas, através de seu boletim. Foram publicados 17 números, ao longo de doze anos. Entre os assuntos tratados, 7

27 podemos citar: documento especial sobre cada um dos países do Cone Sul, enfocando as violações dos Direitos Humanos; a luta do povo para denunciar e derrotar os regimes militares implantados; a situação das prisões e o tratamento dado aos presos; edição especial sobre a opressão sofrida pelos sindicatos no Cone Sul; número sobre a legislação pertinente aos refugiados; denúncia completa das violências praticadas na Bolívia depois do golpe militar, em Além destas edições especiais, o boletim serviu de intercâmbio com entidades congêneres para estabelecer uma rede de solidariedade em prol das vítimas da opressão militar. O Clamor convocou, ao longo de sua existência, muitas entrevistas coletivas de imprensa para denunciar o que pouquíssimas pessoas conheciam. Muitos jornalistas colaboraram e ajudaram a divulgar, nacional e internacionalmente, a tragédia que se abateu sobre os povos do Cone Sul nas décadas de 70 e 80. Para manter o boletim, o Comitê recebia uma pequena verba do Conselho Mundial de Igrejas. O departamento Latino-Americano tinha muito interesse em denunciar as violações, porque o Conselho se relacionava e ainda se relaciona com essas entidades [de Direitos Humanos] no Uruguai, na Argentina e no Chile. 6 O Clamor fez pressão sobre os governos do Cone Sul para libertarem presos políticos e publicou, na imprensa argentina, matérias pagas solicitando informações sobre crianças desaparecidas. Enviou seus membros em missões, às vezes arriscadas, aos países mantidos sob regimes militares para visitar presos, descobrir informações sobre o paradeiro de desaparecidos e fazer contatos com perseguidos; participou, também, de muitas missões internacionais para prestar sua solidariedade "in loco" às vítimas de perseguições políticas e às suas famílias. O Comitê organizou, juntamente com outras entidades de Direitos Humanos, duas reuniões vitais no contexto da luta contra as ditaduras militares: uma, com algumas vítimas sobreviventes dos campos de concentração argentinos, mais especificamente daquele conhecido como "La Cacha"; e uma segunda reunião na qual participaram entidades de todos os países do Cone Sul com a finalidade de aprofundar melhor seu papel e principais tarefas na luta para contrapor-se aos dogmas da Doutrina de Segurança Nacional (DSN). Dois fatos merecem ser destacados para ilustrar o tipo de trabalho realizado pela equipe: o Comitê entregou ao presidente norte-americano, Jimmy Carter, uma lista de desaparecidos políticos brasileiros, quando ele visitou o Brasil, no final de 1978; e, entregou 5 Entrevista da Irmã e Dra. Michael Mary Nolan a Samarone Lima, s/d, transcrita nos dias 17 e 18/06/99, cuja cópia foi cedida pelo entrevistador. 6 Entrevista de Jaime Wright a Samarone Lima. 8

28 ao Papa João Paulo II uma lista de desaparecidos políticos dos diferentes países do Cone Sul, em sua primeira visita ao Brasil, em Um dos trabalhos que mais prendeu a atenção de todos da equipe do Clamor foi a elaboração da lista de desaparecidos da Argentina. Seu objetivo foi mostrar que cada um dos milhares de desaparecidos era uma mulher, um homem, uma criança, pai, mãe ou filho, com identidade, e não um número, ou pior, uma abstração. Esse trabalho teve a duração de dois anos, e contou com a colaboração de vários refugiados. Em 1980, foi elaborada uma ficha-padrão para coleta de informações e denúncias de tortura e desaparecimentos, estruturada de forma a permitir seu preenchimento em qualquer língua. A idéia foi a de se personalizar os desaparecidos e de se ter uma referência mais concreta sobre sua idade, sua profissão, sua família, seu estado civil, o lugar e a data sua prisão. A sistematização desses dados deu origem ao livro Desaparecidos en la Argentina (Disapeared in Argentina), publicado em O livro, editado em espanhol e em inglês, reuniu, em suas 416 páginas, informações de desaparecidos na Argentina. A publicação dessa edição especial sobre desaparecidos na Argentina foi fruto de testemunhos orais e escritos recebidos durante anos pela Arquidiocese de São Paulo, contando com a colaboração das oito entidades de Direitos Humanos da Argentina: 1. Assembléia Permanente pelos Direitos Humanos - APDH; 2. Abuelas de Plaza de Mayo (Avós da Praça de Maio); 3. Centro de Estudos Legais e Sociais CELS; 4. Familiares de Detidos e Desaparecidos por Razões Políticas; 5. Liga Argentina pelos Direitos do Homem; 6. Madres de Plaza de Mayo (Mães da Praça de Mayo): 7. Movimento Ecumênico pelos Direitos Humanos; 8. Serviço de Paz e Justiça SERPAJ. Comprometido desde sua fundação com a denúncia dos crimes das ditaduras do Cone Sul, ao publicar esse livro, o Comitê objetivava impedir que essa prática e violência continuassem. Sua repercussão levou a CONADEP, Comisión Nacional de los Desaparecidos Políticos, organizada na Argentina a partir da posse do presidente eleito Raúl Alfonsín, no início de 1984, a solicitar do Clamor subsídios sobre os desaparecidos elencados no livro, a fim de aprofundar suas investigações e descobrir seu paradeiro. 9

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