Luiz Celso Gomes Torres. Professor Petrônio Noronha de Souza

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Luiz Celso Gomes Torres. Professor Petrônio Noronha de Souza"

Transcrição

1 CÉLULAS SOLARES PARA USO ESPACIAL Luiz Celso Gomes Torres (Maio-2012) Professor Petrônio Noronha de Souza 1

2 Resumo 1 Efeito Fotovoltaico 2 Histórico 3 Produção e pesquisa do Brasil 4 Comparativo entre tecnologias mais utilizadas 5 Componentes da célula Solar de voo (SCA) 6 Processos de qualificação 7 Geradores solares dos Satélites INPE 8 Dados completos das células l solares para projeto 9 Conclusão 2

3 1 - Efeito Fotovoltaico 1.1 Significado do termo O termo fotovoltaico é formado pelo composição de outras duas palavras: FOTO - Derivada da palavra grega empregada para luz. VOLT - Relacionando-se a Alessandro Volta, um dos pioneiros do estudo dos fenômenos elétricos. Portanto, o termo FOTOVOLTAICO poderia literalmente ser traduzido como: LUZ - ELETRICIDADE 3

4 1 - Efeito Fotovoltaico 1.2 Processo de geração de energia pelo Efeito Fotovoltaico Ao se montar um dispositivo com a união dos cristais do tipo NeP, forma-se uma junção na qual haverá uma difusão de elétrons e lacunas. Eles se neutralizam, formando um campo elétrico. O efeito fotovoltaico é caracterizado pelo aparecimento de uma diferença depotencial quando esse dispositivo é submetido a uma iluminação. No momento em que a luz incidir na célula haverá a formação de pares elétronslacunas. É necessária uma estrutura apropriada, em que os elétrons excitados fluam do lado P para o lado N e possam ser coletados, gerando uma corrente elétrica. Campo elétrico criado Circulação de corrente pela célula 4

5 2 - Histórico i Edmond Becquerel, físico francês, observou pela primeira vez o efeito fotovoltaico, ele notou que placas de platina ou de prata, mergulhadas em um eletrólito produziam uma diferença de potencial quanto expostas à luz. 5

6 2 - Histórico i 1876 Willian Grylls Adams, professor de Filosofia e seu aluno Richard Evans Day, ingleses, desenvolveram o primeiro dispositivo sólido que produzia eletricidade por meio do efeito fotovoltaico. Tratava-se de um filme de selênio depositado d numsubstrato de ferro e com um segundo filme de ouro que servia de contato frontal. A eficiência desse dispositivo era em torno de 0,5% Charles Fritts, cientista americano, produz uma célula solar de selênio com uma camada fina de ouro. Alto custo e baixa eficiência (em torno de 1%) foram impeditivos para a utilização como fonte de energia em grande escala. Os estudos nessa área continuaram, por outros renomados cientistas, porém, sem grandes conquistas. Os grandes desenvolvimentos científicos da primeira metade do século XX, como a explicação do efeito fotoelétrico por Albert Einstein, em 1905, o entendimento das propriedades dos semicondutores, deram um impulso no desenvolvimento da tecnologia. 6

7 2 - Histórico i Calvin Fuller, Gerald Pearson e Daryl Chapin (Bell Labs), em New Jersey, nos Estados Unidos, desenvolveram um processo de difusão onde introduziram impurezas em cristais de silício (processo chamado dopagem ). Produziram uma barra de silício dopado com uma pequena concentração de gálio, que o torna condutor, sendo as cargas móveis positivas (chamado silício do tipo P ). Mergulhou esta barra de silício num banho quente de lítio, criando assim na superfície da barra uma zona com excesso de elétrons livres (chamado silício do tipo N ). Na região onde o silício tipo n fica em contato com o silício tipo P surge um campo elétrico permanente. Ao caracterizarem eletricamente esta amostra, verificaram que produzia uma corrente elétrica quando exposta à luz. Essa célula, indicava incialmente uma eficiência em torno de 4%. 7

8 2 - Histórico i Essa célula apresentava grande dificuldade de soldagem dos contatos elétricos, aumentando muito a resistência séria da célula. Outro problema encontrado era que o lítio migrava para o interior do silício e deixava a zona ativa da célula inacessível aos fótons da radiação solar, diminuindo a eficiência. Partiram então para uma solução de fósforo na dopagem do silício tipo N, obtendo uma junção mais estável, porém ainda persistia o problema dos contatos. Substituindo o gálio por arsênio seguido por uma difusão de boro. O problema dos contatos foi minimizado e a eficiência atingiu 6%. 8

9 2 - Histórico i Patente da 1 célula solar Ainda em 1954, diante dos resultados apresentados, houve a autorização do pentágono e então surgiu a publicação da primeira célula solar, na reunião anual da National Academy of Sciences, em Washington. Os resultados foram publicados no Journal of Applied Physics, e foi registrada uma patente. A demonstração pública do uso da pilha solar consistiu numa transmissão via rádio de algumas palavras entre D. E. Thomas e Morton Prince usando um sistema portátil alimentado por célula l solar. Em 1955, a primeira aplicação foi realizada no estado da Geórgia, para alimentar uma rede telefônica local. Um Painel montado em out/1955 e removido em mar/1956. Primeira aplicação pública da célula solar 9

10 2 - Histórico i Em 17 de março de 1958, depois de muita relutância da NASA, por não acreditar no dispositivo, o primeiro satélite alimentado com energia solar (como back-up da pilha convencional) foi lançado (Vanguard I USA). O seu sistema fotovoltaico tinha seis células solares para alimentar os transmissores e funcionou até A corrida espacial já havia se iniciado com o lançamento do primeiro satélite artificial (Sputnik 1, out/1957) apenas com baterias químicas. Cientista com um protótipo do Vanguard I A pilha convencional falhou, mas o painel solar manteve o transmissor funcionando muito além das expectativas 10

11 2 - Histórico i Naquele mesmo ano de 1958 foram lançados os satélites Explorer III, Vanguard II e Sputnik 3 ( soviético) com células solares de silício a bordo, porém, as células ainda não eram a fonte primária de energia. Explorer III Vanguard II Sputinik 3 11

12 2 - Histórico i Os primeiros satélites com gerador solar como fonte primária de energia foram os Explorer VI e VII. Em outubro de 1959 é lançado o Explorer VII com gerador solar de 3000 células Em agosto de 1959 o satélite Explorer VI é lançado com um gerador solar de 9600 células ( 1 cm x 2 cm cada). Através dele foi tirada a primeira imagem da terra 12

13 2 - Histórico O estágio tecnológico da célula de Silício havia alcançado praticamente seu topo. Ao longo dos anos, várias melhorias foram incorporadas: junção rasa, material de silício de alta pureza (99,999999%), crescimento do monocristal por fusão lenta de camadas gerando pouquíssimos defeitos, espelho de alumínio na face anterior, campos elétricos adicionais e deposição metálica por feixedeelétrons, entre outras. Esses incrementos tecnológicos no dispositivo resultaram em um aumento da eficiência desse tipo de célula solar de 10% na década de 1960 para valores em torno de 20% nos dias atuais. melhor texturização modificações na camada n ( Passivated emitter ) criação de sulcos na camada n ( Laser grooving ) ambos contatos na parte traseira início i 13

14 2 - Histórico i No final dos anos 80 células de Arseneto de Gálio foram fabricadas e atingiram eficiência superior a 20%. Os cientistas calculavam que o limite de eficiência teórica a ser obtida por uma célula homojunção seria de 24%, com a máxima otimização possível. Estrutura da célula de Arseneto de Gálio Então, á partir dos anos 90, foi necessário o desenvolvimento de novas tecnologias. O uso de células multijunção trouxe grande aumento na eficiência. As células de duas junções utilizando Arseneto de gálio com índio foram os primeiros estudos que atingiram boa eficiência. 14

15 2 - Histórico i A técnica de multijunções atenua o problema da perda de energia quando um fóton de energia maior do que a energia do semicondutor é absorvido pela célula solar de uma junção. Nas células solares de uma junção, esse excesso é uma perda de energia convertida em calor e diminui a eficiência da célula solar. Nas células solares de múltiplas junções tem-se cada junção como uma janela, que absorve parte do espectro e deixa passar as restantes t para a outra junção. Dessa maneira, esse espectro é mais bem aproveitado. Aproveitamento da luz solar em 1 célula de 3 junções Em 1995 já havia disponível no mercado para uso espacial célula de 3 junções com eficiência superior a 20%. 15

16 2 - Histórico i Hoje já estão sendo disponibilizadas células de tripla junção de terceira geração, qualificadas para uso espacial, com eficiência iê i em torno de 29,5%: ZTJ Solar cell - Emcore XJT Solar cell - Spectrolab 16

17 2 - Histórico i Células solares com mais de três junções também estão em desenvolvimento/qualificação e, provavelmente, dentro de pouco tempo serão comercializadas para uso espacial. 6 junções Evolução Aproveitamento da espectro solar para as Células de 4 junções 17

18 2 - Histórico i Um recente estudo nessa área é o desenvolvimento de células solares de tripla junção com estrutura de montagem invertida, chamadas IMM ( Inverted Metamorphic Solar Cell ). Essa tecnologia possibilita alcançar valores eficiência maiores e são mais resistentes a radiação. 18

19 2 - Histórico i Uma tecnologia muito estudada hoje são as chamadas células de filme fino ( Thin film solar cell ). Essa células são mais flexíveis, porém de baixa eficiência. Atualmente são utilizadas para uso terrestre, porém devido a pouca massa e flexibilidade, deverão ser utilizadas em missões espaciais no futuro. Células orgânicas sensibilizadas por corantes ( Dye-sensitized solar cells) CIGS (Copper Indium Gallium diselenide) Cadmium Telluride (CdTe) Flexibility Amorphous Silicon 19

20 2 - Histórico i Como pode ser notado na curva de evolução de eficiência, mostrada abaixo, a nova tecnologia de filme fino ainda precisa de avanços tecnológicos para atingir eficiências melhores e, principalmente, resistência para ambiente espacial. 20

21 3 - Pesquisa e produção do Brasil 3.1 Experimento Célula solar Experimento Célula Solar (ECS) no painel lateral do satélite SCD1 Satélite em órbita (simulação) e indicação do Albedo Solar No Brasil foram desenvolvidos o que se denominou experimentos célula solar (fabricado com células de silício monocristalino). Os experimentos foram colocados nos satélite SCD1 e SCD2 para estudo da degradação das células solares por partículas ionizantes e estudo do Albedo planetário (luz refletida pelo planeta) para interpretação t de mudanças climáticas no Brasil. As células l foram desenvolvidas por pesquisadores do INPE com a infraestrutura do Laboratório de Microeletrônica da USP, em São Paulo. 21

22 3 - Pesquisa e produção do Brasil 3.2 Experimento Célula solar (resultados) As telemetrias de corrente do satélite, juntamente com o experimento célula solar foram fundamentais para os cálculos da degradação do painel solar dos satélites SCD1 e SCD2. Degradação da corrente fotogerada no SCD1 em 18 anos. Fonte: Baruel, M. Ferreira, 2012 Estudo da variação da corrente fotogerada nos painéis solares dos satélites do INPE Degradação da corrente fotogerada no SCD2 em 07 anos. 22

23 4 - Comparativo 4.1 Evolução do uso da potência consumida Comparativo entre os tipos de células solares para uso espacial: Linha de tendência da potência elétrica no espaço. 23

24 4 - Comparativo 4.2 Comparativo entre tecnologias disponíveis Múltiplas junções são mais eficientes e mais resistentes a radiação. Células de Silício tem espessura inferior, portanto são mais leves Fonte: Navid S. Fatemi Solar Array Trades Between Very High-Efficiency Mutli-Junction And Si Space Solar Cells 24

25 4 - Comparativo Células de Silício por serem menos eficientes necessitam maior área de painel O custo da célula nua (Bare Cell) por unidade de potência é menor. Do ponto de vista do painel, a diferença de massa específica inverte em favor das células de mais junções. Isso ocorre devido à outros componentes, tais como: mecanismos, cabos, substrato, adesivos, testes, t coverglass etc.). O custo por unidade de potência das células l de várias junções se torna mais vantajoso. mil (define espessura) 1 mil = 0,0254 mm Fonte: Navid S. Fatemi Solar Array Trades Between Very High-Efficiency Mutli-Junction And Si Space Solar Cells 25

26 5 - Componentes Básicos 5.1 Composição da Célula solar SCA vista lateral Quando nos referimos às células solares para uso espacial, usamos a denominação SCA (Solar Cell Assembly). OSCA éauniãodacélula solar nua, cobertura de vidro e interconectores. As células de múltiplas junções possuem também um diodo de proteção integrado. SCA vista superior SCA vista superior 26

27 5 - Componentes Básicos Células Solares nuas (Bare Cell) São dispositivos semicondutores capazes de converter a energia solar diretamente em energia elétrica. Células solares para uso espacial são fabricadas utilizando rígidos controles de processos de fabricação e da qualidade, o que as tornam capazes de suportar largos extremos de temperatura e outros fatores de degradação inerentes ao ambiente espacial. InGaP/GaAs/Ge Tipos de Células Comercialmente Utilizadas em Projetos Espaciais Silício Monocristalino Arseneto de Gálio Dupla Junção Ti Tripla Junção 27

28 5 - Componentes Básicos Cobertura de Vidro ( Coverglass ) Lâminas transparentes de vidro borosilicato, dopadas com Dióxido de Cério. As espessuras mais utilizadas variam de 50um a 500um. São utilizados para: Proteger as células solares contra a radiação de partículas (prótons e elétrons) presentes no ambiente espacial; Proteger as células contra o oxigênio monoatômico presente em órbitas baixas; Filtrar a radiação ultravioleta, a qual provoca a degradação do adesivo utilizado para a sua colagem na célula. Minimizar as perdas por reflexão da radiação solar incidente; Minimizar a absorbância e maximizar a emitância das células solares visando reduzir a temperatura de operação. 28

29 5 - Componentes Básicos Interconectores Elementos condutores elétricos, utilizados para realizar as interligações em série entre as células de um módulo solar. Interconector satélite Amazonia 1 Coverglass Célula Solar Interconector Interconector satélite Lattes Interconectores satélite CBERS4 Requisitos gerais: boa condutividade elétrica; soldagem (PbSn, ultrasonic welding ); flexibilidade e resistência à fadiga; baixos níveis de tensões de natureza termomecânica nas juntas soldadas; 29

30 5 - Componentes Básicos Diodo de bypass São elementos utilizados para proteção da célula solar caso venha a sofre polarização reversa. Isso pode ocorrer quando as células são colocadas em série/paralelo. São mais comumente usados nas células de múltiplas junções por serem mais sensíveis a correntes reversas. Diodo externo Esquemático de célula de 3 junções com diodo bypass O diodo pode ser inserido no processo de fabricação ou soldado depois. 30

31 6 - Processos de qualificação 6.1 Requisitos de qualificação para uso espacial Para a qualificação dos SCA s para uso espacial, uma diversidade de testes são necessários. A certificação só será obtida após satisfazer os critérios de aceitação estabelecidos nos testes. 31

32 6 - Processos de qualificação 6.2 Requisitos de qualificação para painéis solares dos satélites INPE O INPE executa um plano de qualificação para o Gerador solar. Estes testes visam principalmente verificar possíveis problemas de fabricação (resistência de contatos, isolamentos, alteração em características elétricas, mecânicas e outros. Matriz de inspeção e testes para o Gerador solar dos satélites CBERS 3&4 CIC-N célula com conector frontal CIC-P célula com conector traseiro CIC-NP célula l c/ ambos conectores TCM cupom de teste MV modelo de voo 32

33 7 - Geradores solares dos Satélites INPE Satélites Fabricados/em produção Sucesso Falha Em produção SCD SCD 2A SCD AMAZONIA 1 SACI SACI SATEC LATTES CBERS CBERS CBERS 2B CBERS 3 33

34 7 - Geradores solares dos Satélites INPE SCD 1 Células de Silício (15% efic.) Lançamento Fev/93 Células Solares fabricadas pela Spectrolab (USA) Célula Solar (SCA) Cupom de Teste Potência 110 W (BOL) 2196 células Configuração Orbital 34

35 7 - Geradores solares dos Satélites INPE SCD 2A Células de Silício (15 % efic.) Lançamento Nov/97 - Falha Células Solares fabricadas pela Spectrolab (USA) Configuração Orbital Potência 120 W (BOL) 2196 células Célula Solar (SCA) Devido a falha na ignição de um dos propulsosres do veículo lançador (VLS), teve de ser destruído após 65 segundos de voo 35

36 7 - Geradores solares dos Satélites INPE SCD 2 Células de Silício (15% efic.) Lançamento Out/98 Células Solares fabricadas pela Spectrolab (USA) Configuração Orbital Potência 120 W (BOL) células Concepção Artística Célula Solar (SCA) 36

37 7 - Geradores solares dos Satélites INPE SACI 1 Células de Arseneto de Gálio (AsGa) (19% efic.) Lançamento Out/99 - Falha Células Solares fabricadas pela EEV Limited (Inglaterra) Configuração Orbital Potência 150 W (BOL) células l (8 cm 2 ) Em Testes Lançado junto com o CBERS1, falhou ao entrar em órbita 37

38 7 - Geradores solares dos Satélites INPE SACI 2 Células de Arseneto de Gálio (AsGa) (19% efic.) Lançamento Dez/99 - Falha Células Solares fabricadas pela EEV Limited (Inglaterra) Potência 150 W (BOL) 732 células l (8 cm 2 ) Configuração Orbital Devido a falha no sistema pirotécnico do 2 estágio do veículo lancador (VLS), teve de ser destruído Em Testes 38

39 7 - Geradores solares dos Satélites INPE CBERS 1 Células de Silício (13% efic.) Lançamento Out/99 Configuração de Lançamento Células Solares fabricadas pela SISP (China) Potência 1100 W (BOL) células (8 cm 2 ) Configuração Orbital 39

40 7 - Geradores solares dos Satélites INPE CBERS 2 Células de Silício (13% efic.) Lançamento Out/03 Células Solares fabricadas pela SISP (China) Configuração de Lançamento Potência 1100 W (BOL) células (8 cm 2 ) Em Testes 40

41 7 - Geradores solares dos Satélites INPE CBERS 2B Células de Silício (13% efic.) Lançamento Set/07 Configuração de Lançamento Células Solares fabricadas pela SISP (China) Potência 1100 W (BOL) células (8 cm 2 ) Configuração Orbital Cupom de Teste 41

42 7 - Geradores solares dos Satélites INPE CBERS 3&4 Células Tripla Junção (InGaP/GaAs/Ge) Lançamento 2012 (CBERS3) / 2014 (CBERS4) (26% efic.) Célula Solar (SCA) Células Solares fabricadas pela SISP (China) Potência 2400 W (BOL) 9162 células (12 cm 2 ) Configuração Orbital Cupom de Teste 42

43 7 - Geradores solares dos Satélites INPE SATEC Células de Silício (13% efic.) Lançamento Ago/03 - Falha Configuração Orbital Células Solares fabricadas pela SISP (China) Potência 20 W (BOL) 1200 células ( 8 cm 2 ) Em Testes Foi destruído na plataforma de lançamento, devido à explosão do Veículo Lançador de Satélite, de 3 dias antes do lançamento 43

44 7 - Geradores solares dos Satélites INPE Amazonia 1 Células de Tripla junção (InGaP/GaAs/Ge) Lançamento 2013 (previsão) (27% efic.) Modelo de Qualificação Células Solares fabricadas pela EMCORE (USA) Potência 1100 W (BOL) Célula Solar (SCA) 1584 células (26,6 cm 2 ) Cupom de Teste Concepção Artística 44

45 7 - Geradores solares dos Satélites INPE LATTES Células de Tripla junção (InGaP/GaAs/Ge) Lançamento 2017 (previsão) Células Solares fabricadas pela CESI (Itália) Potência 1100 W (BOL) 1584 células (26,6 cm 2 ) (27% efic.) Concepção Artística Cupom de Teste Célula Solar (SCA) 45

46 7 - Geradores solares dos Satélites INPE Satélite INPE Propostas Síntese das missões propostas p para o período Fonte: Plano diretor INPE

47 7 - Geradores solares dos Satélites INPE Síntese das missões propostas para o período (detalhamento) Fonte: Plano diretor INPE

48 8 - Dados completos da célula solar para projeto 8.1 Parâmetros para projeto Quando nos referimos à geradores solares para satélites (de médio e grande portes), nos dias atuais, tratamos de um complexo sistema com milhares de SCA s distribuídos em módulos. Os módulos são formados por células colocadas em série para gerar a tensão necessária e strings em paralelo para gerar correntes. Os projeto deverá levar em conta a produção de energia nas piores condições que o satélite iá irá enfrentar, no fim de sua projetada vida. Portanto alguns parâmetros do comportamento dos SCA s deverão ser fornecidos para os cálculos, l tais como: Parâmetros principais (Isc / Imp / Voc / Vmp) medidos em laboratório ( 28 C, 1353 W/m 2 ) Variação c/ a radiação Variação c/ a temperatura. t Eficiência 48

49 8 - Dados completos da célula solar para projeto Células de Silício Monocristalino (Si) 49

50 8 - Dados completos da célula solar para projeto Células de Arseneto de Gálio (GaAs/Ge) 50

51 8 - Dados completos da célula solar para projeto Células de Arseneto de Gálio (GaAs/GaAs) 51

52 8 - Dados completos da célula solar para projeto Células de Múltiplas Junções (GaInP/GaAs) ( Dual Junction ) 52

53 8 - Dados completos da célula solar para projeto Células de Múltiplas Junções ( Triple Junction ) 53

54 9 - Conclusão 1 - Células solares são fontes de energia primárias fundamentais para os satélites 2 - A tecnologia utilizada vai depender de alguns fatores como: - Massa disponível do painel solar - Potência necessária para a missão - Custo - Área disponível no painel - Tempo de vida esperado /confiabilidade ( efeito radiação) - Capacidade de produzir painéis solares com as tecnologias envolvidas 54

ELETRICIDADE SOLAR APOIO INSTITUCIONAL SOBRE O INSTITUTO IDEAL CARTILHA EDUCATIVA

ELETRICIDADE SOLAR APOIO INSTITUCIONAL SOBRE O INSTITUTO IDEAL CARTILHA EDUCATIVA APOIO INSTITUCIONAL ELETRICIDADE SOLAR ISES International Solar Energy Society SOBRE O INSTITUTO IDEAL Criado em 2007, o Instituto Ideal tem o propósito de incentivar junto a governantes, parlamentares,

Leia mais

O MÓDULO FOTOVOLTAICO PARA GERADOR SOLAR DE ELETRICIDADE. Autor: Eng. Carlos Alberto Alvarenga solenerg@solenerg.com.br www.solenerg.com.

O MÓDULO FOTOVOLTAICO PARA GERADOR SOLAR DE ELETRICIDADE. Autor: Eng. Carlos Alberto Alvarenga solenerg@solenerg.com.br www.solenerg.com. 1 O MÓDULO FOTOVOLTAICO PARA GERADOR SOLAR DE ELETRICIDADE Autor: Eng. Carlos Alberto Alvarenga solenerg@solenerg.com.br www.solenerg.com.br 1. O MÓDULO FOTOVOLTAICO A célula fotovoltaica é o elemento

Leia mais

Diodos. TE214 Fundamentos da Eletrônica Engenharia Elétrica

Diodos. TE214 Fundamentos da Eletrônica Engenharia Elétrica Diodos TE214 Fundamentos da Eletrônica Engenharia Elétrica Sumário Circuitos Retificadores Circuitos Limitadores e Grampeadores Operação Física dos Diodos Circuitos Retificadores O diodo retificador converte

Leia mais

Introdução 5. Noções básicas 6. Processo de fabricação 7. Exemplo de fabricação de um FET 12

Introdução 5. Noções básicas 6. Processo de fabricação 7. Exemplo de fabricação de um FET 12 Sumário Introdução 5 Noções básicas 6 Processo de fabricação 7 Exemplo de fabricação de um FET 12 Encapsulamento 15 Confiabilidade de circuitos integrados 17 Cuidados de montagem 17 Apêndice 18 Questionário

Leia mais

GERAÇÃO SOLAR FOTOVOLTAICA

GERAÇÃO SOLAR FOTOVOLTAICA GERAÇÃO SOLAR FOTOVOLTAICA Pedro Gomes Barbosa Universidade Federal de Juiz de Fora Núcleo de Automação e Eletrônica de Potência Juiz de Fora, MG 36036-900 Brasil email: pedro.gomes@ufjf.edu.br Julho de

Leia mais

O MÓDULO FOTOVOLTAICO PARA GERADOR SOLAR DE ELETRICIDADE. Autor: Eng. Carlos Alberto Alvarenga alvarenga@solenerg.com.br www.solenerg.com.

O MÓDULO FOTOVOLTAICO PARA GERADOR SOLAR DE ELETRICIDADE. Autor: Eng. Carlos Alberto Alvarenga alvarenga@solenerg.com.br www.solenerg.com. 1 O MÓDULO FOTOVOLTAICO PARA GERADOR SOLAR DE ELETRICIDADE Autor: Eng. Carlos Alberto Alvarenga alvarenga@solenerg.com.br www.solenerg.com.br Outubro/2014 1. O MÓDULO FOTOVOLTAICO A célula fotovoltaica

Leia mais

ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA MÓDULOS MONOCRISTALINOS SEM MOLDURA - SI-ESF-M-M125-36

ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA MÓDULOS MONOCRISTALINOS SEM MOLDURA - SI-ESF-M-M125-36 Solar Innova usa os últimos materiais para a fabricação de seus módulos solar. Nossos módulos são ideais para qualquer aplicativo que usa o efeito fotoelétrico como uma fonte de energia limpa por causa

Leia mais

Energia Solar Fotovoltaica

Energia Solar Fotovoltaica Centro de Pesquisas de Energia Elétrica Energia Solar Fotovoltaica Ricardo Marques Dutra Departamento de Tecnologias Especiais - DTE Introdução Energia Solar Fotovoltaica Histórico Efeito Fotovoltaico

Leia mais

Dr. Nelson Veissid (nelson.veissid@gmail.com) Laboratório Associado de Sensores e Materiais Centro de Tecnologias Especiais - LAS/CTE/INPE São José

Dr. Nelson Veissid (nelson.veissid@gmail.com) Laboratório Associado de Sensores e Materiais Centro de Tecnologias Especiais - LAS/CTE/INPE São José ANOMALIA DA REFLETIVIDADE PLANETÁRIA DA AMÉRICA DO SUL MEDIDO PELO EXPERIMENTO ALBEDO DO SATÉLITE SCD2 DO INPE Dr. Nelson Veissid (nelson.veissid@gmail.com) Laboratório Associado de Sensores e Materiais

Leia mais

Módulos Fotovoltaicos

Módulos Fotovoltaicos Módulos Fotovoltaicos Os módulos são o principal componente das instalações fotovoltaicas. Estes para além de terem que produzir energia por mais de 25 anos, têm que resistir às mais rigorosas variações

Leia mais

Energia Solar e Sua Aplicação em Satélites

Energia Solar e Sua Aplicação em Satélites ESPACIALIZANDO ENERGIA SOLAR E SUA APLICAÇÃO EM SATÉLITES Volume II SÉRIE ESPACIALIZANDO Energia Solar e Sua Aplicação em Satélites SindCT Nelson Veissid Mário Ferreira Baruel Energia Solar e Sua Aplicação

Leia mais

CONCEITOS INICIAIS PARA DIMENSIONAMENTO SISTEMA FOTOVOLTAICO EM RESIDÊNCIAS

CONCEITOS INICIAIS PARA DIMENSIONAMENTO SISTEMA FOTOVOLTAICO EM RESIDÊNCIAS CONCEITOS INICIAIS PARA DIMENSIONAMENTO SISTEMA FOTOVOLTAICO EM RESIDÊNCIAS Introdução a Engenharia Professores: Márcio Zamboti Fortes e Vitor Hugo Ferreira (UFF) Bruno Henriques Dias e Flávio Gomes (UFJF)

Leia mais

CAPÍTULO 4 DISPOSITIVOS SEMICONDUTORES

CAPÍTULO 4 DISPOSITIVOS SEMICONDUTORES CAPÍTULO 4 DISPOSITIVOS SEMICONDUTORES INTRODUÇÃO Os materiais semicondutores são elementos cuja resistência situa-se entre a dos condutores e a dos isolantes. Dependendo de sua estrutura qualquer elemento

Leia mais

DIODO SEMICONDUTOR. íon negativo. elétron livre. buraco livre. região de depleção. tipo p. diodo

DIODO SEMICONDUTOR. íon negativo. elétron livre. buraco livre. região de depleção. tipo p. diodo DIODO SEMICONDUOR INRODUÇÃO Materiais semicondutores são a base de todos os dispositivos eletrônicos. Um semicondutor pode ter sua condutividade controlada por meio da adição de átomos de outros materiais,

Leia mais

Aspectos Tecnológicos das Fontes de Energia Renováveis (Energia Solar)

Aspectos Tecnológicos das Fontes de Energia Renováveis (Energia Solar) Aspectos Tecnológicos das Fontes de Energia Renováveis (Energia Solar) Aymoré de Castro Alvim Filho Eng. Eletricista, Dr. Especialista em Regulação, SRG/ANEEL 10/02/2009 Cartagena de Indias, Colombia Energia

Leia mais

Geração de energia elétrica

Geração de energia elétrica Geração de energia elétrica Capítulo 4 Sistemas solares para geração de eletricidade Lineu Belico dos Reis Os sistemas baseados no uso da energia transmitida à Terra pelo Sol para geração de eletricidade

Leia mais

1. Materiais Semicondutores

1. Materiais Semicondutores 1. Professor: Vlademir de Oliveira Disciplina: Eletrônica I Conteúdo Teoria Materiais semicondutores Dispositivos semicondutores: diodo, transistor bipolar (TBJ), transistor de efeito de campo (FET e MOSFET)

Leia mais

Prof. Rogério Eletrônica Geral 1

Prof. Rogério Eletrônica Geral 1 Prof. Rogério Eletrônica Geral 1 Apostila 2 Diodos 2 COMPONENTES SEMICONDUTORES 1-Diodos Um diodo semicondutor é uma estrutura P-N que, dentro de seus limites de tensão e de corrente, permite a passagem

Leia mais

Protótipos: Conversão Fotovoltaica de Energia Solar

Protótipos: Conversão Fotovoltaica de Energia Solar Protótipos: Conversão Fotovoltaica de Energia Solar Susana Viana LNEG Laboratório Nacional de Energia e Geologia Estrada do Paço do Lumiar, 1649-038 Lisboa, PORTUGAL susana.viana@lneg.pt 1 O Recurso Solar

Leia mais

Fotovoltaico de Qualidade

Fotovoltaico de Qualidade Análise de Problemas ao Longo da Vida Útil de um Sistema Solar Rodolfo Henrique Engº de Aplicações SICES BRASIL Conteúdo da Palestra o o o o Inversor Solar Introdução Topologias de Conversão Problemas

Leia mais

FABRICAÇÃO DE CÉLULAS SOLARES

FABRICAÇÃO DE CÉLULAS SOLARES Instituto de Física Gleb Wataghin FABRICAÇÃO DE CÉLULAS SOLARES Relatório Final de Atividades F809-Instrumentação para Ensino Bernardo Radefeld Meirelles Orientador: Prof. Dr. Francisco das Chagas Marques

Leia mais

ECONOMIZAR DINHEIRO USANDO ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA.

ECONOMIZAR DINHEIRO USANDO ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA. ECONOMIZAR DINHEIRO USANDO ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA. 1 Quase todas as fontes de energia hidráulica, biomassa, eólica, combustíveis fósseis e energia dos oceanos são formas indiretas de energia solar.

Leia mais

ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA MÓDULOS POLICRISTALINOS - SI-ESF-M-P156-60

ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA MÓDULOS POLICRISTALINOS - SI-ESF-M-P156-60 Solar Innova usa os últimos materiais para a fabricação de seus módulos solar. Nossos módulos são ideais para qualquer aplicativo que usa o efeito fotoelétrico como uma fonte de energia limpa por causa

Leia mais

CAPÍTULO 6 APLICAÇÕES TECNOLÓGICAS DO EFEITO PELTIER

CAPÍTULO 6 APLICAÇÕES TECNOLÓGICAS DO EFEITO PELTIER CAPÍTULO 6 APLICAÇÕES TECNOLÓGICAS DO EFEITO PELTIER 6.1 INTRODUÇÃO Os avanços nas ciências dos materiais, trazidos pela revolução dos semicondutores, permitiu que efeitos térmico conhecidos desde Século

Leia mais

Energia Solar Fotovoltaica

Energia Solar Fotovoltaica Universidade Federal de Santa Catarina Instituto de Eletrônica de Potência Energia Solar Fotovoltaica Prof. Denizar Cruz Martins, Dr. Tecnologia Fotovoltaica Revisão Histórica 1839 Placas metálicas mergulhadas

Leia mais

ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA Fundamentos e Aplicações

ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA Fundamentos e Aplicações ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA Fundamentos e Aplicações Parte 1 Prof. Dr. Trajano Viana trajanoviana@gmail.com CEFET/RJ Março - 2014 Objetivos: Apresentar os fundamentos da energia solar e da tecnologia fotovoltaica

Leia mais

ESTA PROVA É FORMADA POR 20 QUESTÕES EM 10 PÁGINAS. CONFIRA ANTES DE COMEÇAR E AVISE AO FISCAL SE NOTAR ALGUM ERRO.

ESTA PROVA É FORMADA POR 20 QUESTÕES EM 10 PÁGINAS. CONFIRA ANTES DE COMEÇAR E AVISE AO FISCAL SE NOTAR ALGUM ERRO. Nome: Assinatura: P2 de CTM 2012.2 Matrícula: Turma: ESTA PROVA É FORMADA POR 20 QUESTÕES EM 10 PÁGINAS. CONFIRA ANTES DE COMEÇAR E AVISE AO FISCAL SE NOTAR ALGUM ERRO. NÃO SERÃO ACEITAS RECLAMAÇÕES POSTERIORES..

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO ELÉTRICA DE CÉLULAS SOLARES DE TRIPLA JUNÇÃO-GaInP/GaAs/Ge

CARACTERIZAÇÃO ELÉTRICA DE CÉLULAS SOLARES DE TRIPLA JUNÇÃO-GaInP/GaAs/Ge INPE-14169-TDI/1086 CARACTERIZAÇÃO ELÉTRICA DE CÉLULAS SOLARES DE TRIPLA JUNÇÃO-GaInP/GaAs/Ge Ricardo Augusto Santos de Abreu Dissertação de Mestrado do Curso de Pós-Graduação em Engenharia e Tecnologia

Leia mais

USO DE DIODOS DE BYPASS E DE BLOQUEIO NA PROTEÇÃO DE SISTEMAS FOTOVOLTAICOS

USO DE DIODOS DE BYPASS E DE BLOQUEIO NA PROTEÇÃO DE SISTEMAS FOTOVOLTAICOS USO DE DIODOS DE BYPASS E DE BLOQUEIO NA PROTEÇÃO DE SISTEMAS FOTOVOLTAICOS Lúcio Almeida Hecktheuer Arno Krenzinger Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Programa de PósGraduação em Engenharia Mecânica,

Leia mais

Diodo semicondutor. Índice. Comportamento em circuitos

Diodo semicondutor. Índice. Comportamento em circuitos semicondutor Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. (Redirecionado de ) [1][2] semicondutor é um dispositivo ou componente eletrônico composto de cristal semicondutor de silício ou germânio numa película

Leia mais

Laboratório de Sistemas de Energia. Ensaio de Colectores Solares Térmicos e Módulos Fotovoltaicos

Laboratório de Sistemas de Energia. Ensaio de Colectores Solares Térmicos e Módulos Fotovoltaicos Laboratório de Sistemas de Energia Ensaio de Colectores Solares Térmicos e Módulos Fotovoltaicos LSE 05-2013 1 Laboratório de Sistemas de Energia Ensaio de Colectores Solares Térmicos segundo as Normas:

Leia mais

Transitores CMOS, história e tecnologia

Transitores CMOS, história e tecnologia Transitores CMOS, história e tecnologia Fernando Müller da Silva Gustavo Paulo Medeiros da Silva 6 de novembro de 2015 Resumo Este trabalho foi desenvolvido com intuito de compreender a tecnologia utilizada

Leia mais

Instituto Educacional São João da Escócia Colégio Pelicano Curso Técnico de Eletrônica. FET - Transistor de Efeito de Campo

Instituto Educacional São João da Escócia Colégio Pelicano Curso Técnico de Eletrônica. FET - Transistor de Efeito de Campo 1 FET - Transistor de Efeito de Campo Introdução Uma importante classe de transistor são os dispositivos FET (Field Effect Transistor). Transistor de Efeito de Campo. Como nos Transistores de Junção Bipolar

Leia mais

ANÁLISE DE VIABILIDADE ECONÔMICA PARA IMPLANTAÇÃO DE GERAÇÃO FOTOVOLTAICA DE GRANDES CONSUMIDORES COMERCIAIS DE ENERGIA ELÉTRICA NO ESTADO DO PARANÁ

ANÁLISE DE VIABILIDADE ECONÔMICA PARA IMPLANTAÇÃO DE GERAÇÃO FOTOVOLTAICA DE GRANDES CONSUMIDORES COMERCIAIS DE ENERGIA ELÉTRICA NO ESTADO DO PARANÁ UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETROTÉCNICA CURSO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA/ELETROTÉCNICA ALESSANDRO FREDERICO SILVESTRI VINÍCIUS GARCIA TAKASAKI ANÁLISE

Leia mais

www.cursinhoemcasa.com Prof. Helena contato@cursinhoemcasa.com Fonte arquivo particular.

www.cursinhoemcasa.com Prof. Helena contato@cursinhoemcasa.com Fonte arquivo particular. Irradiação térmica È o processo de troca de calor que ocorre através da radiação eletromagnética, que não necessitam de um meio material para isso. Ondas eletromagnéticas é uma mistura de campo elétrico

Leia mais

Análise de Circuitos com Díodos

Análise de Circuitos com Díodos Teoria dos Circuitos e Fundamentos de Electrónica 1 Análise de Circuitos com Díodos Teresa Mendes de Almeida TeresaMAlmeida@ist.utl.pt DEEC Área Científica de Electrónica T.M.Almeida IST-DEEC- ACElectrónica

Leia mais

Dispositivos. Junção Metal-Metal V A > V B

Dispositivos. Junção Metal-Metal V A > V B Dispositivos Dispositivos Junção Metal-Metal M t l V A > V B Heterojunções Junção p-n Electrões livres Tipo n Tipo p Átomos doadores Átomos aceitadores Buracos livres Junção p-n Electrões livres Tipo n

Leia mais

É um dispositivo que permite modificar uma tensão alternada, aumentando-a ou diminuindo-a.

É um dispositivo que permite modificar uma tensão alternada, aumentando-a ou diminuindo-a. Prof. Dr. Sérgio Turano de Souza Transformador Um transformador é um dispositivo destinado a transmitir energia elétrica ou potência elétrica de um circuito a outro, induzindo tensões, correntes e/ou de

Leia mais

FICHA TÉCNICA Energia Solar Painéis Fotovoltaicos

FICHA TÉCNICA Energia Solar Painéis Fotovoltaicos FICHA TÉCNICA Energia Solar Painéis Fotovoltaicos Nº Pág.s: 6 nº 04 20. Novembro. 2006 Painéis Fotovoltaicos 01 Uma das tecnologias renováveis mais promissoras e recentes de geração de energia eléctrica

Leia mais

2 Células solares semicondutoras

2 Células solares semicondutoras 2 Células solares semicondutoras 2.1 Princípios de conversão fotovoltaica Um fóton quando incidido sobre um material semicondutor fornece uma energia de hc para os elétrons que se situam na banda de valência.

Leia mais

Hardware Básico. Refrigeração. Professor: Wanderson Dantas

Hardware Básico. Refrigeração. Professor: Wanderson Dantas Hardware Básico Refrigeração Professor: Wanderson Dantas Ventoinhas Ventoinhas são pequenos ventiladores que melhoram o fluxo de ar dentro do computador, trazendo ar frio para dentro do computador e removendo

Leia mais

Fundamentos de Engenharia Solar Energia Fotovoltaica parte 1 José R. Simões-Moreira Racine T. A. Prado

Fundamentos de Engenharia Solar Energia Fotovoltaica parte 1 José R. Simões-Moreira Racine T. A. Prado Energia Fotovoltaica parte 1 José R. Simões-Moreira Racine T. A. Prado CEPEL-CRESESB Fundamentos de Engenharia Solar Células fotovoltaicas Células fotovoltaicas Módulo de filme fino Módulo cristalino Schottsolar

Leia mais

CAPÍTULO 2 DIODO SEMICONDUTOR

CAPÍTULO 2 DIODO SEMICONDUTOR CAPÍTULO 2 DIODO SEMICONDUTO O diodo semicondutor é um dispositivo, ou componente eletrônico, composto de um cristal semicondutor de silício, ou germânio, em uma película cristalina cujas faces opostas

Leia mais

PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DA CÉLULA FOTOVOLTAICA

PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DA CÉLULA FOTOVOLTAICA A-PDF MERGER DEMO Cássio Araújo do Nascimento PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DA CÉLULA FOTOVOLTAICA Monografia apresentada ao Departamento de Engenharia da Universidade Federal de Lavras, como parte das exigências

Leia mais

GERAÇÃO SOLAR PhD. Eng. Clodomiro Unsihuay Vila. Prof. Dr. Clodomiro Unsihuay-Vila Vila

GERAÇÃO SOLAR PhD. Eng. Clodomiro Unsihuay Vila. Prof. Dr. Clodomiro Unsihuay-Vila Vila GERAÇÃO SOLAR PhD. Eng. Clodomiro Unsihuay Vila Prof. Dr. Clodomiro Unsihuay-Vila Vila Energia Fotovoltaica Energia Fotovoltaica (reportagem 10 min.): https://www.youtube.com/watch?v=gzyit0sjc ou MPX -

Leia mais

SISTEMAS PREDIAIS II. Segurança contra Incêndio - Detecção e Alarme

SISTEMAS PREDIAIS II. Segurança contra Incêndio - Detecção e Alarme PCC-2466 SISTEMAS PREDIAIS II Segurança contra Incêndio - Detecção e Alarme Sistema de Detecção e Alarme de Incêndio Definição da Norma NBR 9441/98 Sistema constituído pelo conjunto de elementos planejadamente

Leia mais

TUTORIAL DE CÉLULA SOLAR. Programa de Educação Tutorial Engenharia de Telecomunicações Universidade Federal Fluminense

TUTORIAL DE CÉLULA SOLAR. Programa de Educação Tutorial Engenharia de Telecomunicações Universidade Federal Fluminense TUTORIAL DE CÉLULA SOLAR Programa de Educação Tutorial Engenharia de Telecomunicações Universidade Federal Fluminense Niterói-RJ Março / 2008 UFF/CTC/TCE/TET 2 PETTele))) Sumário Prefácio iii 1 Histórico

Leia mais

Projeto de Ensino. Ensino de Física: Placas Fotovoltaicas

Projeto de Ensino. Ensino de Física: Placas Fotovoltaicas UNICENTRO-CEDETEG Departamento de Física Projeto de Ensino Ensino de Física: Placas Fotovoltaicas Petiano: Allison Klosowski Tutor: Eduardo Vicentini Guarapuava 2011. SUMÁRIO I. INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA...

Leia mais

Microeletrônica. Germano Maioli Penello. http://www.lee.eng.uerj.br/~germano/microeletronica%20_%202015-1.html

Microeletrônica. Germano Maioli Penello. http://www.lee.eng.uerj.br/~germano/microeletronica%20_%202015-1.html Microeletrônica Germano Maioli Penello http://www.lee.eng.uerj.br/~germano/microeletronica%20_%202015-1.html Sala 5145 (sala 17 do laboratorio de engenharia elétrica) 1 Pauta (14/04/2015) ÁQUILA ROSA FIGUEIREDO

Leia mais

Física FUVEST ETAPA. ε = 26 cm, e são de um mesmo material, Resposta QUESTÃO 1 QUESTÃO 2. c) Da definição de potência, vem:

Física FUVEST ETAPA. ε = 26 cm, e são de um mesmo material, Resposta QUESTÃO 1 QUESTÃO 2. c) Da definição de potência, vem: Física QUESTÃO 1 Um contêiner com equipamentos científicos é mantido em uma estação de pesquisa na Antártida. Ele é feito com material de boa isolação térmica e é possível, com um pequeno aquecedor elétrico,

Leia mais

LEI DE OHM. Professor João Luiz Cesarino Ferreira. Conceitos fundamentais

LEI DE OHM. Professor João Luiz Cesarino Ferreira. Conceitos fundamentais LEI DE OHM Conceitos fundamentais Ao adquirir energia cinética suficiente, um elétron se transforma em um elétron livre e se desloca até colidir com um átomo. Com a colisão, ele perde parte ou toda energia

Leia mais

1.OBJETIVO. Os principais objetivos da prática de soldagem com eletrodo revestido são:

1.OBJETIVO. Os principais objetivos da prática de soldagem com eletrodo revestido são: 1 Objetivo/Justificativa 2 Introdução 2.1 Soldagem por Arco Submerso 2.1.1 Princípio de Funcionamento 2.2 Soldagem por Arame Tubular 2.2.1 Princípio de Funcionamento 3 Descrição da Prática 3.1 Materiais

Leia mais

Eletrônica Orgânica. João Pedro Scarton Weber

Eletrônica Orgânica. João Pedro Scarton Weber 2 Tópicos Motivação Contexto tecnológico Eletrônica Orgânica Semicondutores Dispositivos Aplicações Perspectiva de futuro 3 Motivação Por quê eletrônica orgânica? Perspectiva de crescimento Interesse pessoal

Leia mais

SENSORES DISCIPLINA DE MATERIAIS ELÉTRICOS. ALUNOS: André Sato Érico Noé Leandro Percebon

SENSORES DISCIPLINA DE MATERIAIS ELÉTRICOS. ALUNOS: André Sato Érico Noé Leandro Percebon SENSORES DISCIPLINA DE MATERIAIS ELÉTRICOS ALUNOS: André Sato Érico Noé Leandro Percebon Indrodução SENSORES são dispositivos que mudam seu comportamento sob a ação de uma grandeza física, podendo fornecer

Leia mais

Projetos de Circuitos Integrados. Tecnologia I

Projetos de Circuitos Integrados. Tecnologia I Projetos de Circuitos Integrados. Tecnologia I Processo de Fabricação Introdução O conhecimento do processo de fabricação permite ao projetista: otimizar o projeto; propor idéias inovadoras usando as características

Leia mais

Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências Exatas e da Natureza Departamento de Informática

Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências Exatas e da Natureza Departamento de Informática Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências Exatas e da Natureza Departamento de Informática Francisco Erberto de Sousa 11111971 Saulo Bezerra Alves - 11111958 Relatório: Capacitor, Resistor, Diodo

Leia mais

Física. Resolução. Q uestão 01 - A

Física. Resolução. Q uestão 01 - A Q uestão 01 - A Uma forma de observarmos a velocidade de um móvel em um gráfico d t é analisarmos a inclinação da curva como no exemplo abaixo: A inclinação do gráfico do móvel A é maior do que a inclinação

Leia mais

Aula 4 Corrente Alternada e Corrente Contínua

Aula 4 Corrente Alternada e Corrente Contínua FUNDMENTOS DE ENGENHI ELÉTIC PONTIFÍCI UNIVESIDDE CTÓLIC DO IO GNDE DO SUL FCULDDE DE ENGENHI ula 4 Corrente lternada e Corrente Contínua Introdução Corrente lternada e Corrente Contínua Transformadores

Leia mais

Fornecido pelo TryEngineering - www.tryengineering.org Clique aqui para dar seu feedback sobre esta lição

Fornecido pelo TryEngineering - www.tryengineering.org Clique aqui para dar seu feedback sobre esta lição Fornecido pelo TryEngineering - Clique aqui para dar seu feedback sobre esta lição Foco da lição A lição enfoca o projeto de painéis de energia solar e sua aplicação em calculadoras padrão. Ela explora

Leia mais

Prova Teórica. Iberoamericana. Duração da prova: 4 h. Tenha em conta todas estas recomendações:

Prova Teórica. Iberoamericana. Duração da prova: 4 h. Tenha em conta todas estas recomendações: Iberoamericana Duração da prova: 4 h Prova Teórica Tenha em conta todas estas recomendações: - Escreva o seu nome SOMENTE nesta folha. - Identifique claramente o problema e a parte do mesmo a que está

Leia mais

UFMG - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR

UFMG - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR UFMG - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR Física Questão 01 Durante uma brincadeira, Rafael utiliza o dispositivo mostrado nesta figura para lançar uma bolinha horizontalmente. Nesse

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Painel Solar Compacto FCC-2S. www.vulcano.pt. Janeiro 2013

FICHA TÉCNICA. Painel Solar Compacto FCC-2S. www.vulcano.pt. Janeiro 2013 Departamento Comercial e Assistência Técnica: Av. Infante D. Henrique, lotes 2E-3E - 1800-220 LISBOA * Tel.: +351. 218 500 300 Janeiro 2013 FICHA TÉCNICA Painel Solar Compacto FCC-2S www.vulcano.pt FICHA

Leia mais

2 Deposição por PVD. 2.1. Introdução. 2.2. Processos de erosão

2 Deposição por PVD. 2.1. Introdução. 2.2. Processos de erosão 2 Deposição por PVD 2.1. Introdução Pretendemos fazer uma pequena revisão da física da erosão induzida por íons energéticos (sputtering), os processos físicos que acontecem nas interações na superfície

Leia mais

Cabos e acessórios para redes subterrâneas

Cabos e acessórios para redes subterrâneas Cabos e acessórios para redes subterrâneas Evoluindo com você. A distribuição de energia Vida atual com alta dependência de energia elétrica: produção serviços uso doméstico Conseqüências nas grandes cidades:

Leia mais

Condicionamento da Energia Solar Fotovoltaica para Sistemas Interligados à Rede Elétrica

Condicionamento da Energia Solar Fotovoltaica para Sistemas Interligados à Rede Elétrica Condicionamento da Energia Solar Fotovoltaica para Sistemas Interligados à Rede Elétrica Autor: Pedro Machado de Almeida O aproveitamento da energia gerada pelo sol, considerada inesgotável na escala de

Leia mais

Física - QUESTÕES de 01 a 06 INSTRUÇÕES: Questão 01 (Valor: 20 pontos) RASCUNHO

Física - QUESTÕES de 01 a 06 INSTRUÇÕES: Questão 01 (Valor: 20 pontos) RASCUNHO Física - QUESTÕES de 01 a 06 LEIA CUIDADOSAMENTE O ENUNCIADO DE CADA QUESTÃO, FORMULE SUAS RESPOSTAS COM OBJETIVIDADE E CORREÇÃO DE LINGUAGEM E, EM SEGUIDA, TRANSCREVA COMPLETA- MENTE CADA UMA NA FOLHA

Leia mais

Coerência temporal: Uma característica importante

Coerência temporal: Uma característica importante Coerência temporal: Uma característica importante A coerência temporal de uma fonte de luz é determinada pela sua largura de banda espectral e descreve a forma como os trens de ondas emitidas interfererem

Leia mais

Prof. Antonio Carlos Santos. Aula 7: Polarização de Transistores

Prof. Antonio Carlos Santos. Aula 7: Polarização de Transistores IF-UFRJ Elementos de Eletrônica Analógica Prof. Antonio Carlos Santos Mestrado Profissional em Ensino de Física Aula 7: Polarização de Transistores Este material foi baseado em livros e manuais existentes

Leia mais

ACESSO FÍSICA LISTA 1 (LEIS DE OHM E CORRENTE ELÉTRICA)

ACESSO FÍSICA LISTA 1 (LEIS DE OHM E CORRENTE ELÉTRICA) ACESSO FÍSICA LISTA 1 (LEIS DE OHM E CORRENTE ELÉTRICA) 1. (Fuvest) O plutônio ( Pu) é usado para a produção direta de energia elétrica em veículos espaciais. Isso é realizado em um gerador que possui

Leia mais

vidro de proteção contra incêndios

vidro de proteção contra incêndios vidro de proteção contra incêndios CONHEÇA-NOS Cada vez mais os edifícios requerem melhores prestações, tanto em serviços como em proteção, e tudo isto da mão da estética e do design. Na arquitetura contemporânea

Leia mais

ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA COMO FONTE DE GERAÇÃO DE ENERGIA COMPLEMENTAR NA INDÚSTRIA PARAIBANA: UM ESTUDO DE CASO

ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA COMO FONTE DE GERAÇÃO DE ENERGIA COMPLEMENTAR NA INDÚSTRIA PARAIBANA: UM ESTUDO DE CASO ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA COMO FONTE DE GERAÇÃO DE ENERGIA COMPLEMENTAR NA INDÚSTRIA PARAIBANA: UM ESTUDO DE CASO DA COSTA 1, Cinthya Borges Lopes DA SILVA 2, Michele Gomes FERREIRA 3, João Marcelo Dias

Leia mais

Introdução ao Projeto de Placas de Circuito Impresso

Introdução ao Projeto de Placas de Circuito Impresso Objetivo: Introdução ao Projeto de Placas de Circuito Impresso Prof. Stefano Apresentar algumas considerações iniciais para permitir ao estudante se familiarizar com a placa de circuito impresso (PCI),

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS TÉCNICO EM ELETRÔNICA

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS TÉCNICO EM ELETRÔNICA CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS TÉCNICO EM ELETRÔNICA 26. Com relação aos materiais semicondutores, utilizados na fabricação de componentes eletrônicos, analise as afirmativas abaixo. I. Os materiais semicondutores

Leia mais

TOPLEDS Lighting Solutions 1

TOPLEDS Lighting Solutions 1 TOPLEDS Lighting Solutions 1 INOVAÇÃO SUSTENTABILIDADE ECONOMIA LED, sigla em inglês de Diodo Emissor de Luz, é um semicondutor com vida útil extremamente longa, montado em um chip de silício que recebe

Leia mais

Capítulo X. Gestão proativa Monitoramento e manutenção de baterias de UPS Por Thiago Yokoyama Matsumoto* Instalações em cargas de missão crítica

Capítulo X. Gestão proativa Monitoramento e manutenção de baterias de UPS Por Thiago Yokoyama Matsumoto* Instalações em cargas de missão crítica 32 Instalações em cargas de missão crítica Capítulo X Gestão proativa Monitoramento e manutenção de baterias de UPS Por Thiago Yokoyama Matsumoto* Nos fascículos anteriores foram discutidos, adotar uma

Leia mais

Detectores de Partículas. Thiago Tomei IFT-UNESP Março 2009

Detectores de Partículas. Thiago Tomei IFT-UNESP Março 2009 Detectores de Partículas Thiago Tomei IFT-UNESP Março 2009 Sumário Modelo geral de um detector. Medidas destrutivas e não-destrutivas. Exemplos de detectores. Tempo de vôo. Detectores a gás. Câmara de

Leia mais

Quem somos. Consultoria especializada em Estratégia e Sustentabilidade Empresarial, atuando desde 1998, com mais de 150 pessoas no Brasil.

Quem somos. Consultoria especializada em Estratégia e Sustentabilidade Empresarial, atuando desde 1998, com mais de 150 pessoas no Brasil. Quem somos nós Quem somos Consultoria especializada em Estratégia e Sustentabilidade Empresarial, atuando desde 1998, com mais de 150 pessoas no Brasil. SSE Empresa do Grupo Keyassociados e DSW voltada

Leia mais

Efeito estufa: como acontece, por que acontece e como influencia o clima do nosso planeta

Efeito estufa: como acontece, por que acontece e como influencia o clima do nosso planeta XXII Encontro Sergipano de Física Efeito estufa: como acontece, por que acontece e como influencia o clima do nosso planeta Prof. Dr. Milan Lalic Departamento de Física Universidade Federal de Sergipe

Leia mais

QUI346 ESPECTROFOTOMETRIA

QUI346 ESPECTROFOTOMETRIA QUI346 ESPECTROFOTOMETRIA ABSORÇÃO FOTOQUÍMICA 3ª Parte A INSTRUMENTAÇÃO 07/10/2013 Mauricio X. Coutrim ESPECTRO DE ABSORÇÃO A energia absorvida por um fóton é igual à diferença entre as energias do estado

Leia mais

ASPECTOS TECNOLÓGICOS E OPERACIONAIS DA GERAÇÃO FOTOVOLTAICA

ASPECTOS TECNOLÓGICOS E OPERACIONAIS DA GERAÇÃO FOTOVOLTAICA ASPECTOS TECNOLÓGICOS E OPERACIONAIS DA GERAÇÃO FOTOVOLTAICA Prof. Jair Urbanetz Junior, Dr. Eng. Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR Conferência Internacional Smart Energy Paraná Aspectos

Leia mais

Testando Nanotubos de Carbono : Sensores de Gás

Testando Nanotubos de Carbono : Sensores de Gás 5 Testando Nanotubos de Carbono : Sensores de Gás Nos últimos anos a investigação da estrutura eletrônica de nanotubos de carbono têm atraído crescente interesse, e recentemente a síntese de nanotubos

Leia mais

Tecnologias e Sistemas de Informação

Tecnologias e Sistemas de Informação Tecnologias e Sistemas de Informação Tecnologias de computadores Trabalho realizado por: Carlos Aguilar nº 27886 Miguel Xavier nº 26705 Bruno Esteves nº 26975 ECRÃS Introdução Servem basicamente para mostrar

Leia mais

Conceitos básicos de Componentes SMD. Eng. Décio Rennó de Mendonça Faria

Conceitos básicos de Componentes SMD. Eng. Décio Rennó de Mendonça Faria Conceitos básicos de Componentes SMD Eng. Décio Rennó de Mendonça Faria Maio de 2014 Componentes em SMD Atualmente, nos equipamentos eletrônicos modernos, a utilização de resistores e capacitores convencionais

Leia mais

ANALISE DOS GAZES DE ESCAPAMENTO E SUAS APLICAÇÕES

ANALISE DOS GAZES DE ESCAPAMENTO E SUAS APLICAÇÕES ANALISE DOS GAZES DE ESCAPAMENTO E SUAS APLICAÇÕES Analise dos gazes de escapamento Surgiram junto com o automóvel mas a partir das legislações anti-polui poluição é que realmente se desenvolveram; Influenciam

Leia mais

Exercícios Sobre Atomística - Início dos modelos atômicos I

Exercícios Sobre Atomística - Início dos modelos atômicos I Exercícios Sobre Atomística - Início dos modelos atômicos I 01. (Cftmg) O filme Homem de Ferro 2 retrata a jornada de Tony Stark para substituir o metal paládio, que faz parte do reator de seu peito, por

Leia mais

CURSO DE TECNOLOGIA EM AUTOMAÇÃO DE PROCESSOS INDUSTRIAIS

CURSO DE TECNOLOGIA EM AUTOMAÇÃO DE PROCESSOS INDUSTRIAIS UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ COORDENAÇÃO DE ELETRÔNICA - COELE Apostila didática: CURSO DE TECNOLOGIA EM AUTOMAÇÃO DE PROCESSOS INDUSTRIAIS Apostila didática: ELETRÔNICA INDUSTRIAL, Me. Eng.

Leia mais

INTRODUÇÃO AOS SEMICONDUTORES Extrato do capítulo 2 de (Malvino, 1986).

INTRODUÇÃO AOS SEMICONDUTORES Extrato do capítulo 2 de (Malvino, 1986). INTRODUÇÃO AOS SEMICONDUTORES Extrato do capítulo 2 de (Malvino, 1986). 2.1. TEORIA DO SEMICONDUTOR ESTRUTURA ATÔMICA Modelo de Bohr para o átomo (Figura 2.1 (a)) o Núcleo rodeado por elétrons em órbita.

Leia mais

Estabilizada de. PdP. Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006

Estabilizada de. PdP. Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006 TUTORIAL Fonte Estabilizada de 5 Volts Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br

Leia mais

I Seminário Internacional Palmas Solar. Prof. Rafael Amaral Shayani shayani@unb.br Junho 2015

I Seminário Internacional Palmas Solar. Prof. Rafael Amaral Shayani shayani@unb.br Junho 2015 I Seminário Internacional Palmas Solar Prof. Rafael Amaral Shayani shayani@unb.br Junho 2015 Vida Útil do Sol Energia do Sol Reação de fusão nuclear. A cada segundo 6x10 11 kg de H 2 são convertidos em

Leia mais

EXERCÍCIOS ESTRUTURA ELETRONICA

EXERCÍCIOS ESTRUTURA ELETRONICA EXERCÍCIOS ESTRUTURA ELETRONICA Questão 1 O molibdênio metálico tem de absorver radiação com frequência mínima de 1,09 x 10 15 s -1 antes que ele emita um elétron de sua superfície via efeito fotoelétrico.

Leia mais

Vantagens da Instalação de Painéis Solares de Tubos de Vácuo

Vantagens da Instalação de Painéis Solares de Tubos de Vácuo Vantagens da Instalação de Painéis Solares de Tubos de Vácuo Porquê usar o sol como fonte de energia? O recurso solar é uma fonte energética inesgotável, abundante em todo o planeta e principalmente no

Leia mais

PROGRAMA ESPACIAL BRASILEIRO. Camila Maria Sitko (ICV-UNICENTRO), Eduardo Vicentini (Orientador), e- mail: camilasitko@yahoo.com.br.

PROGRAMA ESPACIAL BRASILEIRO. Camila Maria Sitko (ICV-UNICENTRO), Eduardo Vicentini (Orientador), e- mail: camilasitko@yahoo.com.br. PROGRAMA ESPACIAL BRASILEIRO Camila Maria Sitko (ICV-UNICENTRO), Eduardo Vicentini (Orientador), e- mail: camilasitko@yahoo.com.br. Universidade Estadual do Centro-Oeste, Setor de Ciências Exatas e de

Leia mais

Universidade Federal Fluminense UFF Escola de Engenharia TCE Curso de Engenharia de Telecomunicações TGT

Universidade Federal Fluminense UFF Escola de Engenharia TCE Curso de Engenharia de Telecomunicações TGT Universidade Federal Fluminense UFF Escola de Engenharia TCE Curso de Engenharia de Telecomunicações TGT Programa de Educação Tutorial PET Grupo PET-Tele Dicas PET-Tele Uma breve introdução à componentes

Leia mais

Objetivos: Potencial para aplicação ST em grandes instalações: Água quente sanitária. Água quente de processo Água quente para arrefecimento

Objetivos: Potencial para aplicação ST em grandes instalações: Água quente sanitária. Água quente de processo Água quente para arrefecimento Objetivos: Potencial para aplicação ST em grandes instalações: Água quente sanitária. Água quente de processo Água quente para arrefecimento Introdução Potencial ST Grandes Instalações 23 out Introdução

Leia mais

F 590 - Iniciação Científica I

F 590 - Iniciação Científica I Universidade Estadual de Campinas Instituto de Física Gleb Wataghin F 590 - Iniciação Científica I Texturização da superfície de silício para redução da reflexão em células solares Aluno: Hugo da S. Alvarez

Leia mais

R volucionário. Um passo além do módulo de célula solar. Um passo além da produção de calor com matriz solar. Alta performance. Prático.

R volucionário. Um passo além do módulo de célula solar. Um passo além da produção de calor com matriz solar. Alta performance. Prático. inside ideas R volucionário. Um passo além do módulo de célula solar. Um passo além da produção de calor com matriz solar. Revo é um sistema solar já concebido e desenvolvido em uma forma híbrida de modo

Leia mais

Uma Fonte de Alimentação para a Bancada de Eletronica

Uma Fonte de Alimentação para a Bancada de Eletronica 1 Uma Fonte de Alimentação para a Bancada de Eletronica João Alexandre da Silveira autor do livro Experimentos com o Arduino Apresentação Uma bancada de Eletronica é um pequeno laboratório de montagens

Leia mais

3 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA. 3.1 Histórico da tecnologia fotovoltaica

3 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA. 3.1 Histórico da tecnologia fotovoltaica 4 3 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 3.1 Histórico da tecnologia fotovoltaica O processo de obtenção de energia elétrica diretamente da radiação solar é denominado de efeito fotovoltaico. O efeito fotovoltaico foi

Leia mais

Comunicação de dados entre um Amplificador Lock-in e um Monocromador Cornerstone utilizando o DataSocket do LabVIEW

Comunicação de dados entre um Amplificador Lock-in e um Monocromador Cornerstone utilizando o DataSocket do LabVIEW Comunicação de dados entre um Amplificador Lock-in e um Monocromador Cornerstone utilizando o DataSocket do LabVIEW Julyanne Silva Cunha 1 ; Francisco Aurilo Azevedo Pinho 2 1 Aluna do Curso de Física;

Leia mais

ELETROSTÁTICA 214EE. Figura 1

ELETROSTÁTICA 214EE. Figura 1 1 T E O R I A 1. CARGA ELÉTRICA A carga elétrica é uma propriedade física inerente aos prótons e elétrons (os nêutrons não possuem esta propriedade) que confere a eles a capacidade de interação mútua.

Leia mais