CARLOS AZEVEDO: Um gentleman septuagenário

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1 CARLOS AZEVEDO: Um gentleman septuagenário João Pessoa, em 01 de janeiro de 1941, veio ao mundo nosso consócio Carlos Alberto Azevedo, que no alvorecer deste ano de 2011 comemorou 70 anos de vida. Surgido da púbere arqueologia paraibana, Carlos, já peneirava a poeira dos milênios desde o vespertino da década de 50. Como ele mesmo revelou, ainda muito jovem, ele e sua então namorada Zélia Almeida, com o consentimento e apoio do líder político de Areia-PB e proprietário das terras da Serra da Canastra, Coronel Cunha Lima, por essa época escavaram a areia fina da Gruta do Caboclo trazendo à luz, através da arqueologia da curiosidade, resquícios fúnebres dos Tarairiu em forma de pingentes e tecidos vegetais. Em 1961 Carlos conheceu o ilustre Leon Clerot, no Museu do Estado, e sob orientação deste experiente naturalista, começou a ensaiar os primeiros passos da arqueologia científica. Em 1962, junto com o amigo Inocêncio Nóbrega, fundou o Núcleo de Estudos e Pesquisas Arqueológicas (NEPA), quando começou a realizar trabalhos de divulgação do patrimônio arqueológico paraibano através de publicações em jornais e mostras arqueológicas. No período do NEPA, Carlos realizou escavações em cemitérios indígenas no Cariri e chegou até a romper publicamente com Clerot

2 depois de fazer corajosas críticas ao Museu por Clerot dirigido. Com o golpe de estado e a implantação da ditadura no Brasil (1964), Carlos filiou-se ao Partido Comunista e protestou nas ruas em nome da democracia, da liberdade e da igualdade. Foi preso, torturado e depois exilado de seu país. Por mais de duas décadas viveu em seu exílio na Alemanha, escreveu livros de poemas, proferiu palestras, deu aulas, espionou pelo Partido Comunista europeu, casou, teve filhos, enviuvou e quando se deu a abertura, mesmo com saudades de sua terra natal e especialmente da jovem namorada que nunca lhe saiu da memória, preferiu ficar na Europa. Só não sabia o nosso arqueólogo comunista que Zélia Almeida, sua namoradinha de adolescência, também tinha o pensamento voltado para ele. Veio saber somente quando a mesma, depois de também ter cumprido toda uma vida e também enviuvado, foi a Alemanha em busca de seu eterno amor. Carlos voltou para o Brasil com sua amada, casaram-se, e o cheiro do Nordeste lhe trouxe saudades de outro antigo amor: a arqueologia. Então Carlos assumiu a Divisão de Sítios Arqueológicos e Ecológicos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico da Paraíba e retomou suas pesquisas, publicando livros, realizando pesquisas em Santa Luzia, Bananeiras, palestras, encontros e escavações no Centro Histórico de João Pessoa. Em 2006, fundou o Grupo de Estudos e Pesquisas em Arqueologia Histórica e Industrial (Gepahi) e, no mesmo ano, a convite de seus amigos Vanderley de Brito e Thomas Bruno Oliveira, filiou-se a Sociedade Paraibana de Arqueologia. Em 2010, por reconhecimento às suas ações, foi incorporado no Instituto Histórico e Geográfico Paraibano (IHGP) Agora, um septuagenário, com Com Leon Clerot em 1961 (Arquivo pessoal) Carlos na Gruta do Caboclo (Arquivo pessoal) um aspecto nobre e simpático, Carlos não é mais aquele revolucionário precipitado e inconseqüente. Os anos e a vida européia lhe forjaram um gentleman: equilibrado, ponderado, discreto, metódico e fleumático. Mas ainda resta um pouco do antigo revolucionário no olhar firme, sempre a posto, deste recém septuagenário que, sem dúvidas, é um dos grandes nomes da arqueologia paraibana. 2

3 Escritores lançam História da Paraiba e sua Capital Os historiadores José Octávio de Arruda Mello, Arion Farias e Humberto Mello lançam na próxima terça-feira (01/03), às 9h30, o livro História da Paraíba e sua Capital. A obra tem organização de Heitor Cabral e será lançada na Biblioteca da IFPB, antigo Cefet, João Pessoa. O evento, presidido pelo reitor do IFPB, professor João Batista de Oliveira Silva, constará de debates sobre a História da Paraíba e apresentação de CD que acompanha o livro, organizado pelo jornalista Felipe Donner. Desde a criação da cadeira de História da Paraíba, pela UFPB, durante o reitorado Linaldo Cavalcante, em 1976, ganharam alento os estudos históricos paraibanos. Ao tempo em que estabelecimentos de ensino inseriram a nova disciplina, em todos os níveis dos currículos, multiplicaram-se as publicações referentes à evolução da antiga capitania. Enquanto os chamados clássicos foram todos reeditados, acentuaram-se títulos para vestibulares e escolas. Um deles, Capítulos de História da Paraíba (1986), da programação do IV Centenário, tornou-se um dos mais vendidos do gênero, em todo país. Em 1993, Paraíba, Conquista, Patrimônio e Povo logo esgotou duas edições. Mais recentemente, História da Paraíba Lutas e Resistência (1ª Ed., 1994) chegou à décima primeira. Por aí se entende como o IFPB se decidiu a elaborar coletânea sobre a Paraíba, dotada de texto e CD, isto é, conteúdo escrito e falado. Para tanto, foram convocados três dos mais conceituados historiadores do Estado José Octávio, Arion Farias e Humberto Mello unidos pela militância comum dos Institutos Histórico, Universidade e Grupo José Honório Rodrigues. Assim que tomamos ciência do conteúdo de História da Paraíba e sua capital nos decidimos a convertê-la em livro. Consistência e funcionalidade não lhe faltam. José Octávio reconstitui a trajetória da capitania, depois província e Estado. Arion Farias faz o mesmo com a capital, só que de forma inovadora e recorrendo, pelo cotidiano da Nova História, ao imaginário social das cores, cheiros e sons de uma cidade ao longo do tempo, comenta Heriberto Coelho, do Sebo Cultural, que editou a obra. Para completar, Humberto Mello expressa uma das melhores construções de nossa Historiografia. Por meio dela, a atual João Pessoa entronca-se com o Estado, em dimensão religiosa, urbana, géo-histórica e antropológica. Só Humberto seria capaz de tamanha façanha. Na qualidade de novo manual para os públicos e salas de aula, História da Paraiba e sua capital veio para celebrar aliança com o tempo. O Sebo Cultural orgulha-se em editá-lo, afirma Heriberto. Disponível em: Nova administração da Pedra do Ingá Segundo informação da Secretaria de Turismo do Ingá-PB, a prefeitura está definitivamente empenhada em melhorar as condições de recepção dos visitantes que vêm conhecer a Pedra do Ingá. Após ter ganhado o direito de gerir o sítio arqueológico, muita coisa vem mudando no aspecto de infra-estrutura e receptivo, o prédio de apoio foi todo pintado, bem como todo o exterior, grades, portas, portões, foram consertadas as rampas de acesso e novas rampas para deficientes foram feitas. Também consta nestas atividades a recuperação das peças, reforma e reestruturação do Museu de História Natural, que foi reaberto para o público recentemente. A Prefeitura também treinou novos guias e estabeleceu uma taxa de R$ 2,00 para se visitar o local e esta taxa é destinada a manutenção do sítio. 3

4 MPF pede soluções emergenciais para Igreja de São Miguel Igreja de São Miguel na aldeia São Miguel, Baía da Traição-PB (SPA) O Ministério Público Federal na Paraíba (MPF) ajuizou ação civil pública com pedido de liminar para determinar a imediata adoção de soluções emergenciais para a manutenção da estabilidade da Igreja São Miguel, bem como frear o processo de degradação e iminente desabamento do prédio de traços barrocos do século XVIII. A ação é contra a União, estado da Paraíba, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (Iphaep), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e Fundação Nacional do Índio (Funai). A igreja está localizada no município de Baía da Traição, em terra indígena potiguara, litoral norte da Paraíba e encontra-se em estado de abandono, apesar do ter sido tombada pelo Iphaep através do Decreto nº 8.658/80. A primeira versão histórica admite a possibilidade do prédio ter sido construído por jesuítas para prestar assistência aos índios da região. A ação é assinada pelo procurador da República Duciran Van Marsen Farena. A igreja de São Miguel deve ser restaurada por constituir patrimônio nacional, com elevado valor histórico, e também por ser referência à identidade dos índios da reserva potiguara, argumenta Duciran Farena. Para o MPF, houve omissão do Iphaep na proteção do patrimônio por ele tombado; negligência da Funai, por ser entidade responsável pela gerência do patrimônio indígena; negligência e morosidade do Iphan em relação ao processo de tombamento federal (que começou na década de 70); e a consequente falta de responsabilidade da União e do Estado da Paraíba. 4

5 Na liminar, pede-se que o Iphan e o Iphaep, apresentem (conjuntamente), no prazo de 30 dias, memorial descritivo de ações emergenciais para preservação das ruínas da Igreja de São Miguel, e cemitério adjacente, bem como estimativa de custos, que podem basearse na já descritas pelo Iphan como limpeza do terreno, consolidação estrutural e reforço de fundações, escoramento de paredes fora do prumo, Interior da Igreja de São Miguel (SPA) tratamento e consolidação de paredes em que há rachaduras e recuperação do piso ainda existente na nave e na capela-mor. Todas as medidas deverão seguir as recomendações do Iphan quanto ao acompanhamento por arqueólogo, inclusive no terreno do cemitério, e o memorial deverá ser apresentado à Justiça e aos demais réus no mesmo prazo. Pede-se também que o estado da Paraíba adote as medidas necessárias para, em 30 dias, executar as obras emergenciais, no sentido de garantir a estabilidade do edifício e a preservação dos seus aspectos culturais e arquitetônicos, atendendo-se a critérios exigíveis para a restauração de prédios históricos, concluindo-os no prazo de 60 dias após a concessão da liminar. No prazo de 90 dias, o Iphan e o Iphaep devem apresentar projeto arquitetônico definitivo de conservação/restauração da Igreja de São Miguel, contemplando inclusive a restauração integral do monumento, caso seja viável e recomendada pelos respectivos corpos técnicos. Em 180 dias, o estado da Paraíba, a União e a Funai, em conjunto ou separadamente (com a devida compensação financeira), devem adotar as medidas necessárias para executar, no prazo referido (contados da apresentação do projeto), as obras de restauração da Igreja de São Miguel. atendendo-se critérios exigíveis para o restauro de prédios históricos Tombamento federal - Na ação, o MPF pede ainda que o Iphan dê continuidade ao Processo nº 932-T-75, procedimento de Tombamento do Conjunto Arquitetônico da Igreja de São Miguel, o qual deverá ser concluído no prazo de 180 dias, mediante decisão fundamentada acerca da efetivação ou não do tombamento federal da Igreja de São Miguel, ou inicie novo processo, caso impossível a localização do expediente anterior. O processo de tombamento foi iniciado na década de 70 e até hoje não foi concluído, a despeito de todos os relatórios técnicos enfatizarem a importância histórica da igreja. Requer-se a fixação de multa diária de R$ 5 mil em razão de descumprimento da liminar. Além disso, tendo em vista a urgência do caso, com o objetivo de evitar o longo trâmite de um processo judicial, o MPF também requereu na liminar que no lugar da intimação dos réus para manifestação seja designada audiência, dando-se, assim, oportunidade de conciliação. Disponível em:

6 ARTIGO O teleférico da Paraíba Juvandi de Souza Santos* A Paraíba é realmente única no mundo. De tudo tem ou já teve por estas plagas. Até um teleférico tivemos nos idos dos anos 60 e 70 do século XX, cruzando os canyons do rio Paraíba. Trata-se de um teleférico montado pelo Departamento de Obras Contra as Secas (DNOCS) para transpor homens, máquinas e matérias-primas diversas de um lado a outro do velho Paraíba, quando este, em época de chuvas, fica intransponível para pedestres e veículos. O teleférico foi montado no período em que a Rodovia BR-104 estava em construção. Lá, nesse local, existe gravado numa velha parede de pedra e cimento a data de 1969, possivelmente quando o teleférico começou a funcionar. O local é belíssimo: canyons, vegetação de caatinga arbórea/arbustiva, água no rio, pequenas praias e o que sobrou do velho teleférico: ferros contorcidos, restos das máquinas e algumas estruturas em pedra e cimento que mais parecem velhos bunkers nazistas da famosa Muralha do Atlântico, na Normandia, França. Como tudo que é histórico na Paraíba, o local, outrora de riqueza e histórias mil, encontra-se abandonado, destruído, literalmente TOMBADO (ao chão mesmo). Em um país onde se valoriza o turismo e os bens materiais históricos/arqueológicos, sem dúvida que o velho teleférico seria um importante ponto turístico na pobre região da comunidade de Curimatã, distante cerca de 5Km da cidade de Barra de Santana. Realizamos no local uma rápida garimpagem arqueológica onde ficava o maquinário e algumas casa construídas pelo DNOCS (hoje existentes apenas as estruturas dos alicerces), bem como, barracões para a guarda de materiais dos que ali trabalhavam na possível usina de concretagem, uma linda e majestosa guarita que acaba por se transformar num belo mirante, e o que encontramos: faiança, metais, cerâmica, tijolos, fragmentos de telhas, tubos de cimento, restos de estruturas, paredes, vidro, etc. Em suma, um rico material arqueológico que serve para contar um pouco da história da opulência do período. Quem passa pela BR-104 com destino a Caruaru ou Santa Cruz do Capibaribe (em PE), nem imagina que nas proximidades da ponte sobre o rio Paraíba, em seu solo e subsolo, guarda-se um pouco da história da construção dessa importante BR e, que, lamentavelmente, como tudo que é histórico na Paraíba, caiu no esquecimento. Esses locais de rara beleza não são mais nem lembrados pelos moradores da região. São poucos aqueles que nos informam o que era e para que servia o local. Da mesma forma, vivemos uma efervescência de discursos políticos que enaltecem o turismo na Paraíba. No entanto, são meros discursos, pois, no geral, esses políticos não conhecem esses lugares. A História da Paraíba, em Curimatã, está caindo aos pedaços, carcomida pela ferrugem e a desordem. Visitem Curimatã, antes que tudo, literalmente falando, seja tombado. *Pós-Doutor em Arqueologia, Professor do Dept. de Geo-História da UEPB, Vice-Presidente da SPA. Imagem: O motor do teleférico (acima), a guarita (no centro), material arqueológico encontrado no lugar (abaixo), divulgado em: 6

7 RESENHA OLIVEIRA, Thomas Bruno Pereira de. COMPLEXO ARQUEOLÓGICO MORORÓ DE BAIXO: TESTEMUNHOS DA TRADIÇÃO AGRESTE NO ESTADO DA PARAÍBA. 102p. Campina Grande: UEPB, Carlos Alberto Azevedo* Os complexos arqueológicos devem ser objetos de estudos e pesquisas exaustivas, pois eles revelam materialidades culturais significativas. São, quase sempre, um agrupamento de sítios arqueológicos que possuem uniformidade. Dando, assim, um perfil exato do tipo de ocupação pré-histórica que houve no local. Em Complexo arqueológico Mororó de Baixo, Thomas Bruno Pereira de Oliveira faz um estudo completo de nove sítios rupestres localizados no município de Barra de Santana-PB na Microrregião do Cariri Oriental e na Mesorregião da Borborema. São sítios da Tradição Agreste que, segundo Gabriela Martin, apresentam uma técnica e riqueza temática inferiores à Tradição Nordeste. Trata-se de um trabalho bastante original é a primeira vez que se estuda esse complexo arqueológico. O pesquisador constatou que esses sítios têm muitas semelhanças com os sítios rupestres da região Agreste de Pernambuco. Constatou Bruno (2010) que a particularidade marcante do Complexo, refere-se ao nível cenográfico das inscrições, onde nos painéis rupestres, de forma majoritária, observamos antropomorfos ao invés de zoomorfos, contrariando o que reza as características da sub-tradição Cariris Velhos, isto no tocante aos grafismos reconhecíveis. Thomas Bruno levantou a hipótese de que a presença de uma necrópole no complexo, seria possivelmente um local indicado para rituais de culto aos mortos. O excelente estudo de Thomas Bruno Oliveira é uma obra aberta: muitas descobertas ainda serão feitas no Complexo de Mororó de Baixo pelos arqueólogos do futuro. Uma história do Ingá O historiador Vanderley de Brito, sócio da SPA, com objetivo de aumentar o acervo de livros províncias para a Paraíba e mediante a escassez de livros do gênero, está escrevendo a História do Município do Ingá, que deverá estar pronto em meados do ano corrente. Segundo o historiador, o município de Ingá foi por ele escolhido pelas muitas vezes que andou por esse território e pela simpatia pessoal que nutre por aquela terra. Contudo, ressalta que escrever sobre uma terra que não lhe serviu de berço é um desafio. Mas, na falta do interesse dos nativos de Ingá e na necessidade urgente de que os municípios da Paraíba tenham um protótipo histórico de sua identidade, resolveu dar início a um projeto que venha lançar luz sobre as origens e desenvolvimento das províncias paraibanas. 7

8 O autor, que desde dezembro do ano passado se empenha no levantamento da História do Ingá, revela o quanto é gratificante trazer a luz fatos adormecidos no passado e, de antemão, adianta que, de acordo com suas pesquisas, quase tudo que se tem dogmatizado sobre este município está errado ou, no mínimo, Vista aérea do Ingá-PB (Dennis Mota) incompleto. Para desenvolver o trabalho, mensalmente este pesquisador está realizando viagens até o município para visitar os sítios, percorrer riachos, buscar fronteiras, levantar acidentes geográficos, acessar documentos e fotos e realizar entrevistas. Quem quiser colaborar com os estudos deste livro pode enviar dados, entre fotos antigas, depoimentos e textos, para seu Comunidade descobre tesouro arqueológico Os potes estão guardados no espaço cultural da capela e na casa de um morador da comunidade O local é de difícil acesso. Não fosse o trator enviado pela prefeitura para melhorar a estrada de terra batida não se conseguia chegar à Serra do Evaristo que fica a oito quilômetros da sede do município de Baturité-CE. A comunidade, formada por 120 famílias, muitas vezes já ficou ilhada em períodos chuvosos quando o rio Jordão encheu interrompendo a passagem. Recipiente cerâmico encontrado na Serra do Evaristo (Deivyson Teixeira) 8

9 Mas quando se chega na pracinha da capela de Nossa Senhora da Conceição logo se nota o tesouro que a comunidade quilombola guarda. Grandes potes de barro, as chamadas urnas mortuárias usadas por tribos indígenas, foram encontrados, mas poucos foram preservados. Dois se encontram no espaço cultural ao lado da capelinha (um deles protegido por uma redoma de vidro) e outro, o maior deles, na casa de um morador da localidade. Estamos tentando resgatar esse patrimônio histórico. Nossos avós nos contam que, quando chegaram por aqui, havia uma tribo indígena cujo chefe se chamava Evaristo, por isso é que o lugar ganhou o nome de Serra do Evaristo, relata o agricultor Vilson José Soares, 38, que é uma liderança na comunidade. Ele é um dos mais interessados em não deixar morrer as tradições do lugarejo que, na época da escravidão, foi um refúgio de escravos. Um quilombo, local que abrigava ex escravos fugidos de seus senhores desde os primeiros tempos do período colonial. Na maioria eram afrodescendentes (negros e mestiços), havendo minorias indígenas e brancas. Muitos tesouros ainda estão debaixo da terra onde as famílias quilombolas construíram suas moradias. Basta caminhar nas ruas de terra batida ou visitar os quintais das casas para perceber bordas de potes (urnas mortuárias) que começam a florar. Vilson até acredita que habitam em cima de um grande cemitério indígena. Queremos descobrir esses tesouros e guardá-los na comunidade. É a nossa história, diz Vilson. Ele acrescenta que os mais velhos estão ensinando para os jovens e crianças as tradições, as danças, a culinária. Já tivemos contatos com historiadores, comunidades de outros estados como o Piauí e queremos continuar esse trabalho de resgate. A Serra do Evaristo, no Maciço de Baturité, é um dos sítios arqueológicos do Ceará que ainda não foi visitado por técnicos do Iphan. É uma área rica em achados dos nossos ancestrais que precisa ser estudada e conservada. O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) estima que existam 2,5 mil comunidades quilombolas no Brasil dos quais cerca de 1,7 mil foram reconhecidos pela Fundação Palmares. Associações e tradicionais contabilizam a existência de mais de 4 mil territórios. No Ceará, o Incra realiza o mapeamento das áreas e existem mais de 20 processos em tramitação. Os primeiros processos que determinaram o reconhecimento de comunidades no Estado foram concluídos em Foram reconhecidas as comunidades de Alto Alegre e Base, nos municípios de Horizonte e Pacajus, e a de Queimadas, em Crateús. A comunidade da Serra do Evaristo também já é reconhecida como remanescente de quilombos e, como as demais, vive da agricultura de subsistência. Disponível em : 9

10 AS RUÍNAS DE BONSUCESSO Dando início às ações do LABAP / PROPRATA em torno da pesquisa sobre as missões religiosas em terras parahybanas, uma equipe composta pelo Prof. Dr. Juvandi de Souza Santos, Prof. Thomas Bruno Oliveira e o acadêmico em Geografia Dennis Mota Oliveira, esteve prospectando as famosas ruínas da Igreja de Nossa Senhora do Bonsucesso, no município litorâneo de Lucena-PB. Segundo consta na ata de tombamento, a Igreja foi construída em 1789, possivelmente por ordem dos padres Carmelitas, a quem também é atribuída a autoria do Santuário da Guia, também nesta cidade e totalmente restaurado. Segundo o site da Prefeitura Municipal, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba - IPHAEP tombou o lugar de acordo com o Decreto de 07 de maio de 2002, sendo também tombado (como vemos na placa ao lado) desde 1978 pelo Decreto 7.819/78. Segundo o Prof. Juvandi: O estudo destas ruínas será Ruínas de Bonsucesso Lucena-PB (SPA) SPA de grande valia para a compreensão não só da catequese em nossa região como também para entendermos os liames do processo de ocupação do território e a presença dos indígenas em cada lugar. Ele ressalta que: Não existem estudos históricos e arqueológicos nessa área no Estado e a parceria com o PROPRATA possibilitará este processo. Para o pesquisador Thomas Bruno: Nos debruçaremos em uma extensa pesquisa bibliográfica para subsidiar o desvendo de lugares como as ruínas de Bonsucesso. Estamos trabalhando para a cadastrar no PROPRATA um projeto de pesquisa que atenda principalmente a existência jesuítica nas terras parahybanas. 10

11 Novo quadro de sócios da SPA JAN

12 PEDRA DO INGÁ, UM TESTEMUNHO ANCESTRAL III Encontro da SPA em 2008 (SPA) Um dos sítios arqueológicos mais enigmáticos, discutidos e controversos do mundo, a Pedra do Ingá, será o tema de uma Mesa Redonda que reunirá alguns dos mais conceituados pesquisadores da Paraíba para debater sua origem e possíveis significados. O debate científico, que será promovido pela Sociedade Paraibana de Arqueologia, ocorrerá no Centro de Educação da UEPB (CEDUC II), na cidade de Campina Grande-PB, no próximo dia 05 de março, durante o XX Encontro para a Nova Consciência, e será o tema central do V Encontro da Sociedade Paraibana de Arqueologia, evento anual desta instituição de incentivo às pesquisas arqueológicas na Paraíba. A Mesa Redonda que discutirá este complexo testemunho petróglifo paraibano terá por mediador o Historiador Prof. Vanderley de Brito, uma das maiores autoridades no assunto e contará com a participação de vários pesquisadores do Estado, a exemplo do arqueólogo Pós Doutor Prof. Juvandi de Souza Santos, do Historiador Prof. Thomas Bruno Oliveira, Dennis Mota Oliveira, Pe. João Jorge Rietveld e Erik de Brito. O evento, que se iniciará a partir da 9h, sem dúvidas promete ser instigante e acalorado devido a natureza controversa do monumento arqueológico em questão e a eminência dos debatedores. Complementando a programação do Encontro será lançado o livro A escavação arqueológica da necrópole Sítio Pinturas I, na APA das Onças, em São João do Tigre: 12

13 traços indeléveis dos indígenas Cariris nos Sertões da Paraíba (JRC, p), do Prof. Pós Dr. Juvandi de Souza Santos e também o segundo número da Revista eletrônica Tarairiú, uma publicação do Laboratório de Arqueologia e Paleontologia da UEPB. Na oportunidade, também ocorrerá o ritual de transmissão do maracá da SPA, que empossará o sócio eleito Prof. Thomas Bruno Oliveira no pleito de 2010 para presidir a Sociedade Paraibana de Arqueologia nos próximos dois anos. V Encontro da Sociedade Paraibana de Arqueologia XX Encontro para a Nova Consciência PROGRAMAÇÃO: Mesa Redonda: Dia 05 de março, 9h TEMA: A Pedra do Ingá: um testemunho ancestral Prof. Pós Doutor Juvandi de Souza Santos (SPA LABAP/UEPB); Prof. Thomas Bruno Oliveira (SPA LABAP/UEPB e IHGC); Pe. João Jorge Rietveld (Centro de Estudos de Filosofia e Teologia da Diocese de Campina Grande SPA); Ac. Dennis Mota Oliveira (Geografia/UEPB - SPA); Mediador: Prof. Esp. Vanderley de Brito (SPA LABAP/UEPB); Lançamento: Dia 05 de março, 11h LIVRO: A escavação arqueológica da necrópole Sítio Pinturas I, na APA das Onças, em São João do Tigre: traços indeléveis dos indígenas Cariris nos Sertões da Paraíba. (Juvandi de Souza Santos. JRC, 2011, 267pág.) REVISTA: Tarairiú, segundo número da publicação do Laboratório de Arqueologia de Paleontologia da UEPB Evento de Posse: Dia 05 de março, 11h30 TRANSMISSÃO DO MARACÁ: Evento de posse da nova diretoria da Sociedade Paraibana de Arqueologia eleita em dezembro de Presidente ( ) Prof. Thomas Bruno Oliveira, Vice Prof. Dr. Juvandi de Souza Santos. Imagem: III Encontro da SPA Ano

14 REVISTA BRASILEIRA DE ARQUEOLOGIA Em dezembro, o advogado carioca Allan Caetano Ramos entrou em contato com a secretaria da SPA com a intenção de doar um exemplar em ótimas condições da Revista Brasileira de Arqueologia, publicada em Julho de 1964 e que contém um extenso artigo ilustrado, dos pesquisadores Alfredo Coutinho de Medeiros Falcão e Francisco Octávio da Silva Bezerra, sobre a Pedra Lavrada do Ingá. Em pesquisa na internet, Allan encontrou o Boletim Nº36 onde mencionamos a doação de uma fotocópia desta Revista gentilmente enviada pelo escritor Adauto Ramos. Elogiamos a decência do Allan em ter toda a preocupação e labor com um material que para nós é raro. Divulgamos a carta, as palavras do Allan: Ô Thomas, muita consideração da sua parte! Antes fosse um dever as pessoas fazerem sua parte pesquisando possíveis receptores de doações de livros e publicações que, se não fossem tais cuidados, poderiam se perder eternamente na lata do lixo. Meu nome completo é Allan Caetano Ramos. Sou carioca, advogado criminalista com bacharelado em Direito pela UERJ Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Muito embora minha profissão, sou um legítimo apreciador de artes e história. O primeiro livro que lembro ter lido em minha vida foi um livro infanto-juvenil sobre... Arqueologia! Tenho o exemplar desse livro (que coincidentemente também é de 1964) comigo até hoje. Continuem firmes no trabalho que vocês desenvolvem por essas bandas. Ele será uma importante fonte na compreensão sobre a origem do homem em nosso continente e este país lindo merece um trabalho à altura como este de vocês. Parabéns a todos vocês pelo esforço em fazer e manter este importante trabalho. Grande abraço, Allan Caetano Ramos - Mapa de atuação da SPA em janeiro de

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