Anexo II Termo de Referência

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Anexo II Termo de Referência"

Transcrição

1 Anexo II Termo de Referência 1. Antecedentes O Projeto de Restauração e Manutenção de Estradas Federais PREMEF, registrado no PNUD com o código BRA 06/024, tem entre seus objetivos aprimorar a transparência da gestão pública, e, para tanto, conta com o produto 9.10 que visa o aperfeiçoamento do processo de informações fiscais da União, Estados e Municípios. Nesse sentido, o Projeto SICONFI, que tem como objetivo implementar o Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro, contribui com o alcance do objetivo do PREMEF citado acima, uma vez que visa reunir em um único ambiente as informações fiscais e contábeis dos entes da federação. Contribui também para a implementação e o aperfeiçoamento de políticas, processos, mecanismos e instrumentos legais necessários para a obtenção de ganhos de competitividade do setor produtivo e o crescimento econômico eqüitativo e sustentável do país. A Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal), em seu capítulo IX, criou os instrumentos de transparência atualmente em vigor no Brasil, representando um marco de responsabilidade na gestão fiscal do país. Em especial, o Relatório Resumido de Execução Orçamentária (RREO), o Relatório de Gestão Fiscal (RGF) e a Consolidação de Contas Públicas representam os mais importantes instrumentos gerenciais de controle social dos principais componentes do gasto público e do nível de endividamento das três esferas de governo. Anteriormente ao SICONFI, com o intuito de também reunir em um mesmo ambiente tais informações fiscais de todos os entes federados, a Caixa Econômica Federal, em parceria com a Secretaria do Tesouro Nacional, desenvolveu um sistema de coleta de dados contábeis, denominado SISTN, para transmissão de informações intergovernamentais. No entanto, com a publicação da Lei Complementar nº 131, de 27 de maio de 2009, os instrumentos de transparência foram ampliados para além dos relatórios gerenciais já mencionados. O conceito de transparência se traduz agora em liberação ao pleno conhecimento e acompanhamento da sociedade, em tempo real, de informações pormenorizadas sobre a execução orçamentária e financeira, em meios eletrônicos de acesso público. Esta ampliação da informação disponível para controle social ocorre também no contexto da convergência aos padrões internacionais de contabilidade pública e de estatísticas fiscais, ora em curso no país. Neste contexto, o SISTN não apresenta requisitos técnicos capazes de absorver o maior fluxo de informações de forma segura e tempestiva. Dessa forma, o desenvolvimento do SICONFI está em linha com os avanços necessários à transparência, à padronização do fluxo de informações contábeis e fiscais, bem como à automatização da transferência de informações entre os entes federados. Considerando-se a extensão, a variedade e a complexidade dos modelos utilizados pelo Governo Federal, pelos Estados e pelos Municípios para elaboração dos relatórios financeiros e contábeis, decidiu-se adotar uma tecnologia que pudesse minimizar estas dificuldades e permitisse padronizar da melhor maneira possível a captura dos dados de 1

2 todas as fontes, seu tratamento e utilização pela STN. A tecnologia escolhida foi o Extensible Business Reporting Language XBRL, mecanismo de transferência de informações que encontra amparo nas experiências internacionais bem sucedidas de adoção deste padrão. Para utilização deste padrão é necessário criar uma taxonomia própria que respeite a legislação brasileira e adote princípios e diretrizes condizentes com a realidade dos agentes públicos participantes do sistema SICONFI Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (novo SISTN), que está sendo desenvolvido. 2. Órgãos Envolvidos A Taxonomia em estágio de desenvolvimento para as atividades da STN compreende conceitos contábeis, orçamentário-financeiros, fiscais, de operações de crédito e de estatísticas de finanças públicas, envolvendo diversas coordenações da STN, que estarão responsáveis pela taxonomia de suas áreas específicas, tais como: a Coordenação-Geral de Normas de Contabilidade Aplicada à Federação CCONF; a Coordenação-Geral de Estudos Econômico-Fiscais CESEF; a Coordenação-Geral das Relações e Análise Financeira dos Estados e Municípios COREM; a Coordenação-Geral de Operações de Crédito dos Estados e Municípios COPEM; e a Coordenação-Geral de Análise e Informações das Transferências Financeiras Intergovernamentais COINT, sob a coordenação do Comitê Técnico Gestor do SICONFI CTG. 3. Objetivo do Projeto Contratação de uma empresa de consultoria com comprovada experiência na criação, implantação, treinamento de equipe e acompanhamento na utilização de taxonomias segundo o padrão XBRL, inclusive XBRL GL, respeitando as regras e determinações do consórcio XBRL International, órgão definidor deste padrão no mundo. A taxonomia atenderá prioritariamente o governo brasileiro e será gerida pela STN, por intermédio dos órgãos envolvidos citados acima. 4. Escopo dos Trabalhos 4.1. Produtos relacionados com a taxonomia de definição e as taxonomias de relatórios (camada XBRL FR da Taxonomia SICONFI): a) Revisão, Alteração e Desenvolvimento de Novos Arquivos de taxonomia ou extensão de taxonomia da Contabilidade Aplicada ao Setor Público, construído conjuntamente com a equipe da STN, baseado em protótipos definidos pela STN com base no Manual de Contabilidade Aplicado ao Setor Público MCASP, no Manual de Demonstrativos Fiscais MDF, no Quadro de Dados Contábeis Consolidados QDCC, Declaração das Contas Anuais DCA e nos Demonstrativos de Estatísticas de Finanças Públicas DEFP, que comportarão as entradas e saídas de dados para o Portal SICONFI. b) Criação de documentos sob a forma de "guias de implementação" referentes ao emprego da tecnologia XBRL para geração de instâncias para cada um dos demonstrativos do projeto SICONFI de modo a auxiliar os usuários do sistema na aplicação de regras para geração de instâncias compatíveis com o Portal SICONFI, visando a transmissão de dados via sistema. 2

3 c) Assistência para a criação de processos e para a seleção e uso de ferramentas de apoio para a manutenção contínua da taxonomia de definição e das taxonomias de relatórios. d) Assistência para a criação de processos e ferramentas de apoio para controle de versões da camada FR da Taxonomia SICONFI, especificamente quanto a como representar e comunicar as diferenças entre uma versão da taxonomia e a versão posterior. e) Assistência com a criação de XBRL Formula na camada XBRL FR, englobando: (a) criação de processos, fornecimento de orientação e treinamento; e (b) inserção de fórmulas para todos os demonstrativos desenvolvidos (MCASP, MDF, QDCC, DEFP) Produtos relacionados com a MSC (camada XBRL GL da Taxonomia SICONFI): a) Criação de planilhas eletrônicas contendo a estrutura de mapeamentos de cada demonstrativo desenvolvido referente ao MCASP, MDF, QDCC, DCA e DEFP, que servirão de base para a interligação da MSC com os demonstrativos de saída. b) Baseado nos mapeamentos desenvolvidos, assistência na criação de arquivos Master Files que comportarão todas as possibilidades de entrada de dados contidas na Matriz de Saldos Contábeis MSC. Os arquivos Master Files devem conter todo o conjunto de regras e informações necessárias para garantir o adequado mapeamento e vínculo das informações contidas na MSC e nos relatórios, tais como todas as contas contábeis, natureza de receita, natureza de despesa, fonte de recursos, dentre outros. c) A partir dos arquivos Excel e Master Files descritos nos produtos 4.2.a e 4.2.b, criação e teste das instâncias XBRL GL que representam os mapeamentos entre os arquivos Master Files, a MSC e os relatórios. d) Processos e ferramentas de apoio para controle de versões do PCASP, MSC, DCA e DEFP, aplicando os modelos já definidos para a Taxonomia do SICONFI. e) Assistência com a criação de XBRL Formula na camada XBRL GL, envolvendo: (a) criação de processos, fornecimento de orientação e treinamento; e (b) inserção de fórmulas para a MSC Outros produtos: a) Relatório descrevendo as características essenciais que devem ser consideradas para o desenho e implementação dos seguintes componentes do sistema SICONFI: (i) criação e otimização da base de dados XBRL, desenho de procedimentos para armazenamento, recuperação e consulta de dados; (ii) implantação de procedimentos para receber e coletar dados da MSC; (iii) recebimento de instâncias XBRL GL representando o balancete das entidades que devem enviar dados ao sistema (entes, poderes e órgãos); (iv) checagem de consistência de balancetes com os mapeamentos entre a MSC e os relatórios de saída, contidos nos Master Files; (v) combinação das instâncias de balancetes e de mapeamentos; (vi) geração de instâncias de relatórios; (vii) 3

4 desenho do detalhamento das interfaces de usuário que possam permitir que o próprio usuário consiga visualizar os valores dos relatórios bem como os detalhes subjacentes à origem desses valores, sob a forma de drill down ; (vii) identificação e implementação de formas de validação das instâncias na origem (ou seja, entes, poderes e órgãos) sem a necessidade de suporte de APIs, por meio de planilhas eletrônicas ou outras formas. A validação, nesse caso, deve incluir a validação da taxonomia do SICONFI, a validação da taxonomia XBRL GL vinculada ao projeto, validações de Fórmulas, e consistência dos balancetes gerados com os mapeamentos entre a MSC e os relatórios de saída, contidos nos Master Files; (viii) desenho de uma interface de usuário para mapeamento de plano de contas (DE-PARA) focado nas entidades que devem encaminhar dados ao sistema, de forma a permitir o mapeamento da MSC da entidade para a MSC do SICONFI, bem como a geração de instâncias XBRL GL que possam representar esse mapeamento. b) Criação de Manuais e Apresentações em meio eletrônico a partir dos Manuais de Implementação de Taxonomias da Contabilidade Aplicada ao Setor Público e realização de seminários visando disseminar o conhecimento sobre os procedimentos de elaboração de taxonomia, objeto de atuação dessa empresa. c) Elaboração, conjuntamente com a equipe da STN, de manuais relativos ao processo de Taxonomia envolvendo a Contabilidade Aplicada ao Setor Público, como forma de documentação para desenvolvedores. Participação em atividades envolvendo o processo de exposição da taxonomia a empresas, fornecedores e stakeholders nacionais e internacionais visando a validação da taxonomia produzida. d) Atuação como multiplicador, conjuntamente com a equipe da STN, elaborando material didático e participando de apresentações em workshops para usuários da STN e/ou dos entes da Federação (Estados, Municípios e Distrito Federal), bem como em eventos e fóruns de mesma natureza. 5. Produtos Esperados e Cronograma de Pagamento* Produto 1. Relatório contendo revisão, alteração e desenvolvimento de novos arquivos de taxonomia ou extensão de taxonomia da Contabilidade Aplicada ao Setor Público, construídos conjuntamente com a equipe da STN, baseado em protótipos definidos pela STN com base no MCASP, MDF, QDCC, DCA e DEFP que comportarão as entradas e saídas de dados para o Portal SICONFI. 2. Criação de documentos (arquivos) sob a forma de "guias de implementação" referentes ao emprego da tecnologia XBRL para geração de instâncias para cada um dos demonstrativos do projeto SICONFI de modo a auxiliar os usuários do sistema na aplicação de regras para geração de instâncias compatíveis com o Portal SICONFI, visando a transmissão de dados via sistema. Prazo % Valor (em dias) 8 2,

5 3. Relatório com descrição de assistência para a criação de processos e a seleção e o uso de ferramentas de apoio para a manutenção contínua da taxonomia de definição e das taxonomias de relatórios. 4. Arquivo contendo processos e ferramentas de apoio para controle de versões da camada FR da Taxonomia SICONFI, especificamente quanto a como representar e comunicar as diferenças entre uma versão da taxonomia e a versão posterior. 5. Relatório com descrição da assistência para a criação de XBRL Formula na camada XBRL FR, englobando: (a) criação de processos, fornecimento de orientação e treinamento; e (b) inserção de fórmulas para todos os demonstrativos desenvolvidos (MCASP, MDF, QDCC, DEFP). 6. Arquivos em Excel contendo a estrutura de mapeamentos de cada demonstrativo desenvolvido referente ao MCASP, MDF, QDCC, DCA e DEFP, que servirão de base para a interligação da MSC com os demonstrativos de saída. 7. Relatório com descrição de assistência na criação de arquivos Master Files que comportarão todas as possibilidades de entrada de dados contidas na Matriz de Saldos Contábeis MSC, conforme item 4.2 b). 8. Arquivo contento a criação e descrição dos testes das instâncias XBRL GL que representam os mapeamentos entre os arquivos Master Files, a MSC e os relatórios, conforme item 4.2 c). 9. Relatório descritivo dos processos e ferramentas de apoio para controle de versões do PCASP, MSC, DCA e DEFP, aplicando os modelos já definidos para a Taxonomia do SICONFI. 10. Relatório com descrição de assistência para a criação de XBRL Formula na camada XBRL GL, envolvendo: (a) criação de processos, fornecimento de orientação e treinamento; e (b) inserção de fórmulas para a MSC. 11. Relatório descrevendo as características essenciais que devem ser consideradas para o desenho e implementação dos seguintes componentes do sistema SICONFI: (i) criação e otimização da base de dados XBRL, desenho de procedimentos para armazenamento, recuperação e consulta de dados; (ii) implantação de procedimentos para receber e coletar dados da MSC; (iii) recebimento de instâncias XBRL GL representando o balancete das entidades que devem enviar dados ao sistema (entes, poderes e órgãos); (iv) checagem de consistência de balancetes com os mapeamentos entre a MSC e os

6 relatórios de saída, contidos nos Master Files; (v) combinação das instâncias de balancetes e de mapeamentos; (vi) geração de instâncias de relatórios; (vii) desenho do detalhamento das interfaces de usuário que possam permitir que o próprio usuário consiga visualizar os valores dos relatórios bem como os detalhes subjacentes à origem desses valores, sob a forma de drill down ; (vii) identificação e implementação de formas de validação das instâncias na origem (ou seja, entes, poderes e órgãos) sem a necessidade de suporte de APIs, por meio de planilhas eletrônicas ou outras formas. A validação, nesse caso, deve incluir a validação da taxonomia do SICONFI, a validação da taxonomia XBRL GL vinculada ao projeto, validações de Fórmulas, e consistência dos balancetes gerados com os mapeamentos entre a MSC e os relatórios de saída, contidos nos Master Files; (viii) desenho de uma interface de usuário para mapeamento de plano de contas (DE-PARA) focado nas entidades que devem encaminhar dados ao sistema, de forma a permitir o mapeamento da MSC da entidade para a MSC do SICONFI, bem como a geração de instâncias XBRL GL que possam representar esse mapeamento. 12. Arquivos contendo manuais e apresentações em meio eletrônico, a partir dos Manuais de Implementação de Taxonomias da Contabilidade Aplicada ao Setor Público e seminários realizados, sobre os procedimentos de elaboração de taxonomia. 13. Arquivos contendo manuais relativos ao processo de Taxonomia envolvendo a Contabilidade Aplicada ao Setor Público, como forma de documentação para desenvolvedores, e descrição da participação em atividades envolvendo o processo de exposição da taxonomia a empresas, fornecedores e stakeholders nacionais e internacionais visando a validação da taxonomia produzida. 14. Relatórios com a descrição da atuação como multiplicador, conjuntamente com a equipe da STN, incluindo os arquivos do material didático elaborado, e da participação em apresentações nos workshops para usuários da STN e/ou dos entes da Federação (Estados, Municípios e Distrito Federal), bem como em eventos e fóruns de mesma natureza. 7 2,5 7 2,5 7 2,5 TOTAL Os prazos acima serão contados a partir da assinatura do contrato. 6. Critérios para Execução dos Serviços 6.1. Critérios Gerais: 6

7 A empresa contratada terá que manter sigilo total de todas as informações a que tiver acesso durante o projeto; não poderá, em hipótese alguma, divulgar resultados, parciais ou totais, ou fazer qualquer comentário sobre as informações, levantamentos realizados e conteúdo dos produtos gerados Os direitos autorais dos serviços técnicos serão de exclusividade da STN, que poderá publicar e/ou divulgar seus resultados, quando considerado pertinente As atividades e as reuniões de trabalho deverão ser realizadas nas instalações do Tesouro Nacional em Brasília-DF, Brasil, e eventualmente nas instalações do Serpro, em Fortaleza-CE, Brasil, podendo, excepcionalmente, ser realizadas de forma remota a critério da STN Para a execução de cada uma das atividades e para a elaboração de cada um dos produtos esperados, a empresa contratada deverá realizar repasses técnicos e transferência de conhecimento, de modo que, ao final do contrato, a equipe da STN esteja apta a dar manutenção, elaborar, administrar e aperfeiçoar, tanto do ponto de vista técnico, quanto de negócio, cada um dos produtos objetos desse Termo de Referência Estima-se que serão necessários no mínimo três encontros presenciais, em um total de pelo menos 240 (duzentas e quarenta) horas de atividades presenciais. Cada encontro presencial deverá estar vinculado ao desenvolvimento de pelo menos quatro produtos e deve ser detalhado na proposta técnica No ato da entrega de cada produto para avaliação pela Comissão de Avaliação de Produtos, a empresa contratada deverá emitir parecer técnico sobre a absorção de conhecimentos pela equipe da STN, de modo a comprovar a transferência de tecnologia, detalhando as atividades que foram realizadas para esse fim e avaliando as atividades e subprodutos delegados às equipes técnica e de negócios da STN. O parecer técnico será considerado parte integrante de cada produto entregue e será considerado, para todos os efeitos, no processo de aceitação dos produtos A empresa contratada poderá propor alterações e detalhamentos ao processo de trabalho, a serem avaliados e aprovados pela STN Os prazos estabelecidos no item 5 deste Termo de Referência poderão ser alterados desde que devidamente justificado pela Contratada e aprovado pelos órgãos citados no item Critérios para aceitação dos produtos: Entrega de todos os componentes de cada produto Clareza e objetividade no conteúdo dos documentos recebidos Transparência durante a elaboração dos produtos e subprodutos. 7

8 Cumprimento de todas as condições estabelecidas para a consecução dos produtos e subprodutos Todos os documentos e arquivos relativos aos produtos deverão ser gravados e entregues em mídia ótica (CD ou DVD) Aceitação dos produtos pela Comissão de Avaliação dos Produtos. 7. Prazo de Execução O trabalho está previsto para ser realizado em 180 (cento e oitenta) dias, contados a partir da assinatura do contrato. 8. Idioma O material constante do trabalho (desenvolvimento, capacitações, atividades, apresentações, rascunhos, propostas, s, sumários, produtos intermediários, subprodutos e produtos entregues) deverá ser produzido em português, espanhol ou inglês. As reuniões deverão ter como padrão o idioma português, espanhol ou inglês. 9. Condições de Pagamento O pagamento estará condicionado às entregas, com a qualidade esperada, dos produtos descritos neste Termo de Referência. A entrega dos produtos poderá ser antecipada, dentro do cronograma previsto neste documento, desde que esses atendam aos requisitos de qualidade e que seja obedecida a precedência entre produtos estabelecida no planejamento do projeto. 10. Localidade do Trabalho Brasília-DF Secretaria do Tesouro Nacional Anexo do Ministério da Fazenda. 8

ANEXO II TERMOS DE REFERÊNCIA

ANEXO II TERMOS DE REFERÊNCIA ANEXO II TERMOS DE REFERÊNCIA Contratação de Empresa para Diagramação, Tradução e Revisão. Livro sobre Avaliação da Qualidade do Gasto Público e Mensuração da Eficiência. 1 Antecedentes e Justificativa

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA. Contrato por Produto Nacional

TERMO DE REFERÊNCIA. Contrato por Produto Nacional TERMO DE REFERÊNCIA Contrato por Produto Nacional 1. Antecedentes e Justificativa O Projeto de Assistência à Implementação do Programa de Apoio à Agenda de Crescimento Econômico Equitativo e Sustentável

Leia mais

PASSO A PASSO. Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro SICONFI

PASSO A PASSO. Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro SICONFI PASSO A PASSO Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro SICONFI Por meio da Portaria 86 da STN, publicada em 17 de fevereiro de 2014, ficou definido que a entrega do Demonstrativo

Leia mais

Assunto: Contabilidade Governamental -Tesouro Nacional - Orientações acerca da Portaria STN nº 702, de 10 de dezembro de 2014.

Assunto: Contabilidade Governamental -Tesouro Nacional - Orientações acerca da Portaria STN nº 702, de 10 de dezembro de 2014. Ministério da Fazenda Secretaria do Tesouro Nacional Subsecretaria de Contabilidade Pública Coordenação-Geral de Normas de Contabilidade Aplicadas à Federação Nota Técnica nº 11/2014/CCONF/SUCON/STN/MF-DF

Leia mais

Nota Técnica nº 11/2014/CCONF/SUCON/STN/MF-DF (Alterada pela Nota Técnica nº 1/2015/CCONF/SUCON/STN/MF-DF)

Nota Técnica nº 11/2014/CCONF/SUCON/STN/MF-DF (Alterada pela Nota Técnica nº 1/2015/CCONF/SUCON/STN/MF-DF) Ministério da Fazenda Secretaria do Tesouro Nacional Subsecretaria de Contabilidade Pública Coordenação-Geral de Normas de Contabilidade Aplicadas à Federação Nota Técnica nº 11/2014/CCONF/SUCON/STN/MF-DF

Leia mais

Especificações de Negócio do Siconfi

Especificações de Negócio do Siconfi COORDENAÇÃO-GERAL DE NORMAS DE CONTABILIDADE APLICADAS À FEDERAÇÃO CCONF NÚCLEO DE CONSOLIDAÇÃO E TRANSPARÊNCIA DAS CONTAS PÚBLICAS - NUCOP Especificações de Negócio do Siconfi REUNIÃO DO GRUPO TÉCNICO

Leia mais

Intranet 2014 - Termo de Referência: Contratação de Pessoa Física para apoio à equipe da STN no projeto de reformulação da intranet corporativa

Intranet 2014 - Termo de Referência: Contratação de Pessoa Física para apoio à equipe da STN no projeto de reformulação da intranet corporativa Intranet 2014 - : Contratação de Pessoa Física para apoio à equipe da STN no projeto de reformulação da intranet corporativa Coordenação-Geral de Desenvolvimento Institucional CODIN Gerência de Informação

Leia mais

Siconfi/Brasil. Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro

Siconfi/Brasil. Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro Siconfi/Brasil Coordenação Geral de Normas de Contabilidade Aplicadas à Federação STN/CCONF Sistema de Informações Contábeis e Fiscais

Leia mais

CDP e SADIPEM. Seminário com os gestores dos Programas de Reestruturação e Ajuste Fiscal dos Estados 25/02/2015

CDP e SADIPEM. Seminário com os gestores dos Programas de Reestruturação e Ajuste Fiscal dos Estados 25/02/2015 Subsecretaria de Relações Financeiras Intergovernamentais (SURIN) Coordenação-Geral de Operações de Crédito de Estados e Municípios (COPEM) CDP e SADIPEM Seminário com os gestores dos Programas de Reestruturação

Leia mais

PORTARIA Nº 702, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2014 (Publicada no D.O.U. de 19/12/2014, seção 1, pg. 173)

PORTARIA Nº 702, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2014 (Publicada no D.O.U. de 19/12/2014, seção 1, pg. 173) REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 15 de Novembro de 1889 PORTARIA Nº 702, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2014 (Publicada no D.O.U. de 19/12/2014, seção 1, pg. 173) Estabelece regras para o recebimento dos dados contábeis

Leia mais

Taxonomia da Contabilidade Pública

Taxonomia da Contabilidade Pública COORDENAÇÃO-GERAL DE NORMAS DE CONTABILIDADE APLICADAS À FEDERAÇÃO CCONF NÚCLEO DE CONSOLIDAÇÃO E TRANSPARÊNCIA DAS CONTAS PÚBLICAS - NUCOP Taxonomia da Contabilidade Pública REUNIÃO DO GRUPO TÉCNICOS

Leia mais

1. Antecedentes. 2. Objetivo. 3. Escopo dos Trabalhos

1. Antecedentes. 2. Objetivo. 3. Escopo dos Trabalhos CONTRATAÇÃO DE CONSULTOR PESSOA FÍSICA PARA ELABORAÇÃO DE DIAGNÓSTICO SITUACIONAL DE REVISÃO E REDESENHO DOS PROCESSOS ORGANIZACIONAIS DA SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL Termo de Referência Outubro 2012

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PROJETO DE INSTITUCIONALIZAÇÃO E INTEGRAÇÃO DAS INICIATIVAS EDUCACIONAIS DA SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL

TERMO DE REFERÊNCIA PROJETO DE INSTITUCIONALIZAÇÃO E INTEGRAÇÃO DAS INICIATIVAS EDUCACIONAIS DA SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL TERMO DE REFERÊNCIA PROJETO DE INSTITUCIONALIZAÇÃO E INTEGRAÇÃO DAS INICIATIVAS EDUCACIONAIS DA SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL Projeto BRA 06/024 - PREMEF 1 I. INTRODUÇÃO A missão do Tesouro Nacional é

Leia mais

4. Padrão Mínimo de Qualidade dos Sistemas Integrados de Administração Financeira e Controle

4. Padrão Mínimo de Qualidade dos Sistemas Integrados de Administração Financeira e Controle 4. Padrão Mínimo de Qualidade dos Sistemas Integrados de Administração Financeira e Controle Luís Eduardo Vieira Superintendência de Gestão Técnica SGT Financeira e Controle. Introdução A transparência

Leia mais

PROGRAMAS E PROJETOS DE COOPERAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE PROGRAMAS E PROJETOS DE COOPERAÇÃO COOPE. www.ucp.fazenda.gov.br

PROGRAMAS E PROJETOS DE COOPERAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE PROGRAMAS E PROJETOS DE COOPERAÇÃO COOPE. www.ucp.fazenda.gov.br COORDENAÇÃO-GERAL DE PROGRAMAS E PROJETOS DE COOPERAÇÃO COOPE www.ucp.fazenda.gov.br PROGRAMAS EM ANDAMENTO Programa Nacional de Apoio à Gestão Administrativa e Fiscal dos Municípios Brasileiros - PNAFM

Leia mais

Nota Técnica nº 5/2013/CCONF/SUCON/STN/MF-DF

Nota Técnica nº 5/2013/CCONF/SUCON/STN/MF-DF Ministério da Fazenda Secretaria do Tesouro Nacional Subsecretaria de Contabilidade Pública Coordenação-Geral de Normas de Contabilidade Aplicadas à Federação Nota Técnica nº 5/2013/CCONF/SUCON/STN/MF-

Leia mais

MANUAL DE SISTEMATIZAÇÃO DE INFORMAÇÕES CONTÁBEIS E FISCAIS DO SETOR PÚBLICO (MSICSP)

MANUAL DE SISTEMATIZAÇÃO DE INFORMAÇÕES CONTÁBEIS E FISCAIS DO SETOR PÚBLICO (MSICSP) REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 15 de Novembro de 1889 MANUAL DE SISTEMATIZAÇÃO DE INFORMAÇÕES CONTÁBEIS E FISCAIS DO SETOR PÚBLICO (MSICSP) Regras Gerais de Estrutura e Formatação do MSICSP O primeiro

Leia mais

2ª Reunião Grupo Técnico de Sistematização de Informações Contábeis e Fiscais

2ª Reunião Grupo Técnico de Sistematização de Informações Contábeis e Fiscais Subsecretaria de Contabilidade Pública Coordenação-Geral de Normas de Contabilidade Aplicadas à Federação 2ª Reunião Grupo Técnico de Sistematização de Informações Contábeis e Fiscais Estrutura da Apresentação

Leia mais

SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL PORTARIA Nº 634, DE 19 DE NOVEMBRO DE 2013.

SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL PORTARIA Nº 634, DE 19 DE NOVEMBRO DE 2013. SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL PORTARIA Nº 634, DE 19 DE NOVEMBRO DE 2013. Dispõe sobre regras gerais acerca das diretrizes, normas e procedimentos contábeis aplicáveis aos entes da Federação, com vistas

Leia mais

PASSO A PASSO. Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro SICONFI

PASSO A PASSO. Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro SICONFI PASSO A PASSO Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro SICONFI Por meio da Portaria 86 da STN, publicada em 17 de fevereiro de 2014, ficou definido que a entrega do Demonstrativo

Leia mais

Plano de implantação dos Procedimentos Contábeis Patrimoniais

Plano de implantação dos Procedimentos Contábeis Patrimoniais Subsecretaria de Contabilidade Pública Coordenação-Geral de Normas de Contabilidade Aplicadas à Federação Plano de implantação dos Procedimentos Contábeis Patrimoniais Agenda Processo de Convergência

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Contrato por Produto - Nacional

TERMO DE REFERÊNCIA Contrato por Produto - Nacional TERMO DE REFERÊNCIA Contrato por Produto - Nacional 1 Antecedentes e Justificativa A partir da última década do século passado, a gestão de riscos tomou impulso e passou a fazer parte da agenda dos executivos

Leia mais

Capacitação em Elaboração e Análise dos Demonstrativos Fiscais no Setor Público. de Contabilidade

Capacitação em Elaboração e Análise dos Demonstrativos Fiscais no Setor Público. de Contabilidade Capacitação em Elaboração e Análise dos Demonstrativos Fiscais no Setor Público Secretaria do Tesouro Nacional Conselho Federal de Contabilidade Abril 2011 Atendimento ao Disposto Legal LRF Art. 64 1º

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ CONTROLADORIA E OUVIDORIA GERAL DO ESTADO - CGE

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ CONTROLADORIA E OUVIDORIA GERAL DO ESTADO - CGE GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ CONTROLADORIA E OUVIDORIA GERAL DO ESTADO - CGE Termo de Referência para Contratação de Serviço de Consultoria (Pessoa Jurídica) para Reestruturação do Portal da Transparência

Leia mais

Transição para Nova Contabilidade. Evandro Buiati. Superintendência de Gestão Técnica SGT

Transição para Nova Contabilidade. Evandro Buiati. Superintendência de Gestão Técnica SGT Transição para Nova Contabilidade Evandro Buiati. Superintendência de Gestão Técnica SGT Agenda Transição para Nova Contabilidade 1 - Como está a transição para Nova Contabilidade? 2 - Quais os benefícios

Leia mais

Seminário de Conscientização 19/11/2013

Seminário de Conscientização 19/11/2013 Seminário de Conscientização 19/11/2013 CONVERGÊNCIA ÀS NORMAS INTERNACIONAIS A Torre de Babel da Contabilidade Somos protagonistas de uma revolução O processo de convergência às normas internacionais

Leia mais

PROJETO IICA/BRA/09/005 TERMO DE REFERÊNCIA: MODALIDADE PRODUTO

PROJETO IICA/BRA/09/005 TERMO DE REFERÊNCIA: MODALIDADE PRODUTO INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA PROJETO IICA/BRA/09/005 TERMO DE REFERÊNCIA: MODALIDADE PRODUTO 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratar consultoria por produto para formular

Leia mais

A Nova Contabilidade do Setor Público. Conselho Federal de Contabilidade

A Nova Contabilidade do Setor Público. Conselho Federal de Contabilidade A Nova Contabilidade do Setor Público Conselho Federal de Contabilidade 1 Conteúdo: Antecedentes Novo foco da contabilidade Convergência às IPSAS Principais entidades normativas O conjunto das NBC T SP

Leia mais

Anexo III Contratações de Serviços de Consultoria (Pessoa Física e Jurídica)

Anexo III Contratações de Serviços de Consultoria (Pessoa Física e Jurídica) Anexo III Contratações de Serviços de Consultoria (Pessoa Física e Jurídica) No decorrer da execução do Projeto, e tão logo sejam definidos os perfis dos consultores necessários para a consecução dos produtos

Leia mais

QUEM PODE HABILITAR-SE NO SICONV?

QUEM PODE HABILITAR-SE NO SICONV? O QUE É SICONV? Criado pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, o SICONV Sistema de Convênio, tem como uma das finalidades, facilitar as apresentações de projetos aos programas ofertados pelo

Leia mais

1- Objetivo da contratação

1- Objetivo da contratação 1- Objetivo da contratação Contratação de Consultor Pessoa Física para elaboração da Política Integrada de Comunicação do Tesouro Nacional, tendo como objetivos a promoção da transparência e o aperfeiçoamento

Leia mais

Contratação de Consultor Pessoa Física para apoio à equipe da STN no projeto de reformulação do portal do Tesouro Direto Termo de Referência

Contratação de Consultor Pessoa Física para apoio à equipe da STN no projeto de reformulação do portal do Tesouro Direto Termo de Referência Contratação de Consultor Pessoa Física para apoio à equipe da STN no projeto de reformulação do portal do Tesouro Direto I Termo de Referência Set/2014 1 - Introdução O Tesouro Direto, programa criado

Leia mais

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE TÉCNICAS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NBCT SP

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE TÉCNICAS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NBCT SP NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE TÉCNICAS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NBCT SP O Papel e a Missão do CFC: (1) No processo de adoção, no Brasil, do paradigma científico para a Contabilidade Aplicada ao

Leia mais

POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350

POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350 MANUAL DE GESTÃO DE PESSOAS COD. 300 ASSUNTO: POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA APROVAÇÃO: Resolução DIREX nº 462, de 10/09/2012. VIGÊNCIA: 10/09/2012 POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350 1/6 ÍNDICE

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA N.º

TERMO DE REFERÊNCIA N.º MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, ALFABETIZAÇÃO E DIVERSIDADE DIRETORIA DE EDUCAÇÃO INTEGRAL, DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA COORDENAÇÃO GERAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL TERMO DE REFERÊNCIA

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR)

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultor para a elaboração e execução do Projeto Conceitual e do Planejamento

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 7 DE 23 DE ABRIL DE 2010

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 7 DE 23 DE ABRIL DE 2010 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 7 DE 23 DE ABRIL DE 2010 Estabelece as normas para que os Municípios, Estados e o Distrito Federal

Leia mais

REGULAMENTO DA ASSESSORIA DE PLANEJAMENTO

REGULAMENTO DA ASSESSORIA DE PLANEJAMENTO REGULAMENTO DA ASSESSORIA PLANEJAMENTO (RES. Nº 280/99-CAD) CAPÍTULO I DA FINALIDA Art. 1º - A Assessoria de Planejamento (ASP), órgão da reitoria, é responsável pela análise da evolução da Universidade

Leia mais

Lei do Audiovisual IN 81 de 2008.

Lei do Audiovisual IN 81 de 2008. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº. 81, DE 28 DE OUTUBRO DE 2008. Estabelece procedimentos sobre a apresentação de relatórios de gestão e prestação de contas em Programas Especiais de Fomento. A DIRETORIA COLEGIADA

Leia mais

Plano de Contas Aplicado ao Setor Público

Plano de Contas Aplicado ao Setor Público Plano de Contas Aplicado ao Setor Público Fonte: Apresentação da Coordenação Geral de Contabilidade STN/CCONT do Tesouro Nacional Última Atualização: 14/09/2009 1 Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor

Leia mais

NOVO MODELO DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO. A experiência do Estado do Rio de Janeiro na implementação do PCASP.

NOVO MODELO DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO. A experiência do Estado do Rio de Janeiro na implementação do PCASP. NOVO MODELO DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO A experiência do Estado do Rio de Janeiro na implementação do PCASP. A CONTADORIA GERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Entendendo a estrutura administrativa

Leia mais

Of. nº 387/GP. Paço dos Açorianos, 13 de abril de 2011. Senhora Presidente:

Of. nº 387/GP. Paço dos Açorianos, 13 de abril de 2011. Senhora Presidente: Of. nº 387/GP. Paço dos Açorianos, 13 de abril de 2011. Senhora Presidente: Submeto à apreciação de Vossa Excelência e seus dignos Pares o presente Projeto de Lei que Cria a Secretaria Especial dos Direitos

Leia mais

PSQ 290.0300 - PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE

PSQ 290.0300 - PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PSQ - (4.2.3 - Controle de Documentos) (820.40 Document Control) APROVAÇÃO MARCOS FERNANDES NUNES Gerente da QA/RA Data: / / ELABORAÇÃO REVISÃO GISELA CRISTINA LUÇOLLI NASS Assistente Administrativo APARECIDA

Leia mais

DECRETO Nº 1.528, DE 21 DE AGOSTO DE 2008.

DECRETO Nº 1.528, DE 21 DE AGOSTO DE 2008. DECRETO Nº 1.528, DE 21 DE AGOSTO DE 2008. Dispõe sobre modificações no processo de implantação do monitoramento dos programas e ações governamentais, no âmbito da Administração Pública do Estado de Mato

Leia mais

Edital para publicação no site período de 23 a 30 de junho de 2013. PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD.

Edital para publicação no site período de 23 a 30 de junho de 2013. PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. Edital para publicação no site período de 23 a 30 de junho de 203. PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. GESTÃO EAD Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico

Leia mais

ANEXO I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014-2020

ANEXO I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014-2020 ANEXO I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014-2020 1 Missão 2 Exercer o controle externo da administração pública municipal, contribuindo para o seu aperfeiçoamento, em benefício da sociedade. Visão Ser reconhecida

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE AQUISIÇÕES

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE AQUISIÇÕES MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE AQUISIÇÕES BANCO INTERAMERICANO DE DESENVOLVIMENTO REPRESENTAÇÃO NO BRASIL SOLICITAÇÃO

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO EDITAL 004/2011 - PROJETO BRA/06/032 CÓDIGO: CLASSE MÉDIA O Projeto BRA/06/032 comunica que

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria para promover estudos, formular proposições e apoiar as Unidades

Leia mais

AS NOVAS DIRETRIZES PARA A CONTABILIDADE MUNICIPAL

AS NOVAS DIRETRIZES PARA A CONTABILIDADE MUNICIPAL AS NOVAS DIRETRIZES PARA A CONTABILIDADE MUNICIPAL Portaria STN 184/08 Desenvolve Ações do Processo Convergência; Portaria STN 406/11 Prazo Legal 2012; Portaria STN 828/11 (Procedimentos Contábeis de Bens

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 00006/2013. O TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DE GOIÁS, no uso de suas atribuições legais e constitucionais,

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 00006/2013. O TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DE GOIÁS, no uso de suas atribuições legais e constitucionais, INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 00006/2013 Institui os Grupos Técnicos de Procedimentos Contábeis GTCON; de Sistematização de Informações Contábeis e Fiscais GTSIS; e de Controladores Internos Municipais - GTCIN,

Leia mais

Os serviços, objetos desse termo de referência, deverão ser desenvolvidos em 03 (três) etapas, conforme descrição a seguir:

Os serviços, objetos desse termo de referência, deverão ser desenvolvidos em 03 (três) etapas, conforme descrição a seguir: Termo de Referência 1. Objeto Contratação de empresa especializada em gestão de saúde para execução de atividades visando a reestruturação do modelo de atenção à saúde, objetivando diagnosticar novas proposituras

Leia mais

Critérios para certificação de Sites SciELO: critérios, política e procedimentos para a classificação e certificação dos sites da Rede SciELO

Critérios para certificação de Sites SciELO: critérios, política e procedimentos para a classificação e certificação dos sites da Rede SciELO Critérios para certificação de Sites SciELO: critérios, política e procedimentos para a classificação e certificação dos sites da Rede SciELO Versão Março 2008 1 Introdução Este documento tem por objetivo

Leia mais

O PREFEITO DE GOIÂNIA, no uso de suas atribuições legais, nos

O PREFEITO DE GOIÂNIA, no uso de suas atribuições legais, nos PREFEITURA DE GOIÂNIA 1 GABINETE DO PREFEITO DECRETO Nº 1937, DE 14 DE AGOSTO DE 2012. Dispõe sobre a divulgação do cronograma de Procedimentos Contábeis Orçamentários (PCO), Procedimentos Contábeis Patrimoniais

Leia mais

MANUAL DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO

MANUAL DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL MANUAL DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO PARTE GERAL Aplicado à União, Estados, Distrito Federal e Municípios Válido para o exercício de 2013

Leia mais

Resolução CC-52, de 23-6-2004

Resolução CC-52, de 23-6-2004 Resolução CC-52, de 23-6-2004 ANEXO I Institui a Política e o Plano Estratégico de Uso de Software na Administração Pública Estadual O Secretário-Chefe da Casa Civil, na qualidade de Presidente do Comitê

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Secretaria Executiva Diretoria de Projetos Internacionais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Secretaria Executiva Diretoria de Projetos Internacionais MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Secretaria Executiva Diretoria de Projetos Internacionais CONTRATAÇÃO DE CONSULTOR MODALIDADE: Produto TERMO DE REFERÊNCIA Nº. /2011 CAPA Projeto Agência:

Leia mais

Oficina. com garantias de diárias, equipamentos, transporte, capacitação, RH entre outros, para o correto funcionamento dos conselhos.

Oficina. com garantias de diárias, equipamentos, transporte, capacitação, RH entre outros, para o correto funcionamento dos conselhos. Oficina Gestão do SUAS e o Controle Social Ementa: Orientar a reorganização dos órgãos gestores no tocante a legislação, com garantias de diárias, equipamentos, transporte, capacitação, RH entre outros,

Leia mais

PODER EXECUTIVO ANEXO I ATRIBUIÇÕES DO CARGO DE ESPECIALISTA EM POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO GOVERNAMENTAL

PODER EXECUTIVO ANEXO I ATRIBUIÇÕES DO CARGO DE ESPECIALISTA EM POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO GOVERNAMENTAL ANEXO I ATRIBUIÇÕES DO CARGO DE ESPECIALISTA EM POLÍTICAS PÚBLICAS E GESTÃO GOVERNAMENTAL a) formulação, implantação e avaliação de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento sócio-econômico e

Leia mais

II SECOFEM. Módulo 17 Operações de crédito - Procedimentos de instrução dos pedidos de análise dirigidos ao Ministério da Fazenda MF

II SECOFEM. Módulo 17 Operações de crédito - Procedimentos de instrução dos pedidos de análise dirigidos ao Ministério da Fazenda MF Subsecretaria de Relações Financeiras Intergovernamentais (SURIN) Coordenação-Geral de Operações de Crédito de Estados e Municípios (COPEM) II SECOFEM Módulo 17 Operações de crédito - Procedimentos de

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE ALTO GARÇAS CONTROLE INTERNO

ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE ALTO GARÇAS CONTROLE INTERNO 1/5 NORMA INTERNA : 1) DOS OBJETIVOS: 1.1) Disciplinar e orientar o fluxo das operações de crédito, bem como avais e garantias oferecidas para as operações de crédito; 1.2) Atender legalmente os dispositivos

Leia mais

Informações sobre as novas Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público Mudanças e Desafios para a contabilidade pública

Informações sobre as novas Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público Mudanças e Desafios para a contabilidade pública Informações sobre as novas Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público Mudanças e Desafios para a contabilidade pública Marcus Vinicius P. de Oliveira Contador, Administrador, Especialista

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA SE-001/2011

TERMO DE REFERÊNCIA SE-001/2011 TERMO DE REFERÊNCIA SE-001/2011 Objeto da contratação Consultor sênior Título do Projeto Projeto BRA 07/010 Designação funcional Duração do contrato Consultoria por produto 04 meses Data limite para envio

Leia mais

e-cidade: Adequação ao Padrão Mínimo

e-cidade: Adequação ao Padrão Mínimo COORDENAÇÃO-GERAL DE NORMAS DE CONTABILIDADE APLICADAS À FEDERAÇÃO CCONF NÚCLEO DE CONSOLIDAÇÃO E TRANSPARÊNCIA DAS CONTAS PÚBLICAS NUCOP e-cidade: Adequação ao Padrão Mínimo REUNIÃO DO GRUPO TÉCNICO DE

Leia mais

CURSO DE ATUALIZAÇÃO PARA A NOVA CONTABILIDADE PÚBLICA

CURSO DE ATUALIZAÇÃO PARA A NOVA CONTABILIDADE PÚBLICA CURSO DE ATUALIZAÇÃO PARA A NOVA CONTABILIDADE PÚBLICA Demonstrações Contábeis José Rafael Corrêa Quanto mais eu sei, mais eu descubro que nada eu sei Sócrates 1 Conceitos CONTABILIDADE INFORMAÇÃO Informação

Leia mais

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL TERMO DE REFERÊNCIA CAPACITAÇÃO INTERNA FACILITADOR PEDAGÓGICO

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL TERMO DE REFERÊNCIA CAPACITAÇÃO INTERNA FACILITADOR PEDAGÓGICO MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA NACIONAL DE DEFESA CIVIL TERMO DE REFERÊNCIA CAPACITAÇÃO INTERNA FACILITADOR PEDAGÓGICO 1 Função no Projeto Facilitação especializada em metodologias pedagógicas

Leia mais

Governo do Estado de Mato Grosso Secretaria de Estado de Planejamento Unidade de Apoio a Projetos Especiais. durante o Estágio Probatório.

Governo do Estado de Mato Grosso Secretaria de Estado de Planejamento Unidade de Apoio a Projetos Especiais. durante o Estágio Probatório. Governo do Estado de Mato Grosso Secretaria de Estado de Planejamento Unidade de Apoio a Projetos Especiais REGULAMENTO 001, DE 10 DE OUTUBRO DE 2013. Regula o Monitoramento da Inserção e das Atividades

Leia mais

RESOLUÇÃO T.C. Nº 16, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2012.

RESOLUÇÃO T.C. Nº 16, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2012. ESTADO DE PERNAMBUCO TRIBUNAL DE CONTAS RESOLUÇÃO T.C. Nº 16, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2012. Estabelece normas relativas à composição das contas anuais do Governador, nos termos do Regimento Interno do Tribunal

Leia mais

Objetivo da Contratação. Nosso número Antecedentes (breve histórico justificando a contratação)

Objetivo da Contratação. Nosso número Antecedentes (breve histórico justificando a contratação) Objetivo da Contratação Nosso número Antecedentes (breve histórico justificando a contratação) TERMO DE REFERÊNCIA - CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA Projeto BRA/11/008 Edital 09/2014 DADOS DA CONSULTORIA Contratar

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE GRADUÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO DA ESADE LAUREATE IINTERNATIONAL UNIVERSITIES RESOLVE

REGIMENTO INTERNO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE GRADUÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO DA ESADE LAUREATE IINTERNATIONAL UNIVERSITIES RESOLVE REGIMENTO INTERNO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE GRADUÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO DA ESADE LAUREATE IINTERNATIONAL UNIVERSITIES O Diretor da Faculdade da ESADE LAUREATE INTERNATIONAL UNIVERSITIES no

Leia mais

RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO SISTEMATIZAÇÃO DOS RESULTADOS Atendendo a solicitação do CNMP, o presente documento organiza os resultados

Leia mais

SGCE SGI. Tribunal de Contas do Estado de Rondônia. Sistema de Informação Integrado de Gestão e Auditoria Púbica. Secretaria Geral de Controle Externo

SGCE SGI. Tribunal de Contas do Estado de Rondônia. Sistema de Informação Integrado de Gestão e Auditoria Púbica. Secretaria Geral de Controle Externo Tribunal de Contas do Estado de Rondônia Sistema de Informação Integrado de Gestão e Auditoria Púbica SGCE Secretaria Geral de Controle Externo Allan Cardoso de Albuquerque Francisco Barbosa Rodrigues

Leia mais

Institui o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES).

Institui o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO DOU de 05/10/2015 (nº 190, Seção 1, pág. 669) Institui o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE GRADUÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS DA

REGIMENTO INTERNO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE GRADUÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS DA REGIMENTO INTERNO DAS S COMPLEMENTARES DO CURSO DE GRADUÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS DA FADERGS - FACULDADE DE DESENVOLVIMENTO DO RIO GRANDE DO SUL O Diretor da Faculdade da FADERGS - FACULDADE DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

XI Semana de d Adminis minis ação Orç Or amen amen ária , Financeira r e d e e d Contr Con a tr t a ações Públi Púb cas SIAFI Básico ABOP Slide 1

XI Semana de d Adminis minis ação Orç Or amen amen ária , Financeira r e d e e d Contr Con a tr t a ações Públi Púb cas SIAFI Básico ABOP Slide 1 SIAFI Básico ABOP Slide 1 Oficina nº 65 - SIAFI BÁSICO Carga Horária: 4h Conteúdo: 1. Aspectos históricos do SIAFI. 1.1 Apresentação do Sistema. 1.2 Conceituações básicas do SIAFI. 1.3 Objetivos. 1.4 Abrangência.

Leia mais

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA NOTA TÉCNICA 07/13 RELATÓRIO ANUAL DE GESTÃO - RAG ORIENTAÇÕES GERAIS Introdução O Planejamento é um instrumento de gestão, que busca gerar e articular mudanças e aprimorar o desempenho dos sistemas de

Leia mais

Gestão de Finanças Públicas

Gestão de Finanças Públicas APRESENTAÇÃO Desde a primeira edição deste livro mencionamos como os avanços no arcabouço institucional e instrumental de gestão financeira foram relevantes para que o governo brasileiro, efetivamente,

Leia mais

PROCESSO SELETIVO PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORES

PROCESSO SELETIVO PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORES PROCESSO SELETIVO PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORES O Projeto de Cooperação Internacional do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), BRA/07/002 Modernização Institucional para Fortalecimento

Leia mais

Projeto BRA 04/033 Coordenação do Programa Nacional de Apoio à Gestão Administrativa e Fiscal dos Municípios Brasileiros - PNAFM TERMO DE REFERÊNCIA

Projeto BRA 04/033 Coordenação do Programa Nacional de Apoio à Gestão Administrativa e Fiscal dos Municípios Brasileiros - PNAFM TERMO DE REFERÊNCIA Projeto BRA 04/033 Coordenação do Programa Nacional de Apoio à Gestão Administrativa e Fiscal dos Municípios Brasileiros - PNAFM TERMO DE REFERÊNCIA Contrato por Produto Nacional 1. Função no Projeto:

Leia mais

FLUXOGRAMA DO TRÂMITE INTERNO DE CONTRATAÇÃO DE OPERAÇÃO DE CRÉDITO

FLUXOGRAMA DO TRÂMITE INTERNO DE CONTRATAÇÃO DE OPERAÇÃO DE CRÉDITO FLUXOGRAMA DO TRÂMITE INTERNO DE CONTRATAÇÃO DE OPERAÇÃO DE CRÉDITO Verificada a necessidade de cumprimento de meta de governo para a qual não haja recurso disponível, pode a Secretaria interessada analisar

Leia mais

PLANEJAMENTO DO PROJETO

PLANEJAMENTO DO PROJETO PLANEJAMENTO DO PROJETO 1 APRESENTAÇÃO DO PROJETO O presente projeto foi aberto para realizar a gestão de todos os processos de prestação de serviços de informática, fornecimento de licença de uso perpétua,

Leia mais

Nota Técnica nº 4/2015/CCONF/SUCON/STN/MF-DF. Assunto : Contabilidade Governamental-Tesouro Nacional -Envio de informações - DVP - Siconfi - PCASP

Nota Técnica nº 4/2015/CCONF/SUCON/STN/MF-DF. Assunto : Contabilidade Governamental-Tesouro Nacional -Envio de informações - DVP - Siconfi - PCASP Ministério da Fazenda Secretaria do Tesouro Nacional Subsecretaria de Contabilidade Pública Coordenação-Geral de Normas de Contabilidade Aplicadas à Federação Nota Técnica nº 4/2015/CCONF/SUCON/STN/MF-DF

Leia mais

CONSELHO DE GESTORES MUNICIPAIS DE CULTURA DE SANTA CATARINA CONGESC

CONSELHO DE GESTORES MUNICIPAIS DE CULTURA DE SANTA CATARINA CONGESC CONSELHO DE GESTORES MUNICIPAIS DE CULTURA DE SANTA CATARINA CONGESC Regimento Interno CAPÍTULO I - Da Denominação, Natureza, Sede e Duração Art. 1º. O CONSELHO DE GESTORES MUNICIPAIS DE CULTURA DE SANTA

Leia mais

PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA

PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA Prestação de Serviços em Assessoria, Consultoria e Treinamento na área de Recursos Humanos. 1. OBJETIVO Os objetivos

Leia mais

PLANO SETORIAL DE DANÇA. DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança

PLANO SETORIAL DE DANÇA. DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança PLANO SETORIAL DE DANÇA DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança MARÇO DE 2009 CAPÍTULO I DO ESTADO FORTALECER A FUNÇÃO DO ESTADO

Leia mais

Nova Contabilidade e Gestão Fiscal

Nova Contabilidade e Gestão Fiscal Nova Contabilidade e Gestão Fiscal Modernização da Gestão Pública Cartilha Nova Contabilidade e Gestão Fiscal Modernização da Gestão Pública Cartilha Brasília 2013 MINISTRO DE ESTADO DA FAZENDA Guido Mantega

Leia mais

RIO GRANDE DO SUL CONTROLE INTERNO

RIO GRANDE DO SUL CONTROLE INTERNO 1/15 A Coordenadoria do Sistema de Controle Interno do Município, considerando: - O volume de recursos recebidos pelo Município a título de repasse de outros entes da Federação via Convênio ou Contrato

Leia mais

DEMONSTRATIVOS FISCAIS DE CONSÓRCIOS PÚBLICOS

DEMONSTRATIVOS FISCAIS DE CONSÓRCIOS PÚBLICOS Coordenação-Geral de Normas de Contabilidade Aplicadas à Federação - CCONF Gerência de Normas e Procedimentos de Gestão Fiscal - GENOP DEMONSTRATIVOS FISCAIS DE CONSÓRCIOS PÚBLICOS Apresentação das alterações

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Grupo PETRA S.A. Departamento de Tecnologia da Informação POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Início da Vigência: 01/Maio/2010 Propriedade do Grupo PETRA S.A. 1. INTRODUÇÃO Este documento foi elaborado

Leia mais

Termo de Referência. Serviço de envio de mensagens SMS Short Message Service para dispositivos móveis, pelo período de 24 meses.

Termo de Referência. Serviço de envio de mensagens SMS Short Message Service para dispositivos móveis, pelo período de 24 meses. Termo de Referência Serviço de envio de mensagens SMS Short Message Service para dispositivos móveis, pelo período de 24 meses. Termo de Referência [OBJETO] 1 Termo de Referência Serviço de envio de mensagens

Leia mais

Subsecretaria de Contabilidade Pública - SUCON. Siconfi. Secretaria do Tesouro Nacional

Subsecretaria de Contabilidade Pública - SUCON. Siconfi. Secretaria do Tesouro Nacional Subsecretaria de Contabilidade Pública - SUCON Siconfi Secretaria do Tesouro Nacional O que é o Siconfi? Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro O que é o Siconfi? siconfi.tesouro.gov.br

Leia mais

O Banco do Nordeste do Brasil S.A. deseja conhecer as opções de solução fiscal e de gestão tributária existentes no mercado.

O Banco do Nordeste do Brasil S.A. deseja conhecer as opções de solução fiscal e de gestão tributária existentes no mercado. O., situado à Avenida Pedro Ramalho, 5700, Bairro Passaré Fortaleza-CE, através do Projeto Estratégico Sistema Integrado de Gestão Empresarial Aquisição e Implantação de ERP (Enterprise Resources Planning)

Leia mais

LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007.

LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007. LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007. Dispõe sobre a criação do Instituto Escola de Governo e Gestão Pública de Ananindeua, e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE ANANINDEUA estatui, e eu

Leia mais

PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA

PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA PROJETO SETORIAL DO POLO DE TI&C DE SÃO CAETANO DO SUL E REGIÃO TERMO DE REFERÊNCIA Prestação de Serviços em Assessoria e Consultoria Tributária para as empresas do Arranjo Produtivo Local. 1. OBJETIVO

Leia mais

ATO DA MESA Nº 48, DE 16/7/2012

ATO DA MESA Nº 48, DE 16/7/2012 CÂMARA DOS DEPUTADOS Centro de Documentação e Informação ATO DA MESA Nº 48, DE 16/7/2012 Institui a Política de Preservação Digital da Câmara dos Deputados. A MESA DA CÂMARA DOS DEPUTADOS, usando de suas

Leia mais

Estabelecer os procedimentos para o gerenciamento dos sistemas e demais aplicações informatizadas do TJAC.

Estabelecer os procedimentos para o gerenciamento dos sistemas e demais aplicações informatizadas do TJAC. Código: MAP-DITEC-001 Versão: 00 Data de Emissão: 01/01/2013 Elaborado por: Gerência de Sistemas Aprovado por: Diretoria de Tecnologia da Informação 1 OBJETIVO Estabelecer os procedimentos para o gerenciamento

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA CONS-MON 04-09. 01 Vaga

TERMO DE REFERÊNCIA CONS-MON 04-09. 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS-MON 04-09 01 Vaga 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria de pessoa física para aprimoramento das estratégias e metodologias

Leia mais

Contrato de Empréstimo n.º 980/OC-BR. República Federativa do Brasil e o Banco Interamericano de Desenvolvimento

Contrato de Empréstimo n.º 980/OC-BR. República Federativa do Brasil e o Banco Interamericano de Desenvolvimento TERMO DE REFERÊNCIA Projeto BRA/97/032 Coordenação do Programa de Modernização Fiscal dos Estados Brasileiros - PNAFE Contrato de Empréstimo n.º 980/OC-BR entre a República Federativa do Brasil e o Banco

Leia mais

A NOVA CONTABILIDADE DOS MUNICÍPIOS

A NOVA CONTABILIDADE DOS MUNICÍPIOS Apresentação O ano de 2009 encerrou pautado de novas mudanças nos conceitos e nas práticas a serem adotadas progressivamente na contabilidade dos entes públicos de todas as esferas do Governo brasileiro.

Leia mais