Edição I Y Ano I Y Junho de 201 1

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1 Edição I Y Ano I Y Junho de C o n s tr u i n d o n o vo s e l o s Escola da Gestante Projeto trabalha redução de mortalidade materna e infantil com 800 gestantes por ano pág. 6 PEAS Adolescentes ganham espaço para debater sexualidade nas escolas do município pág. 5 Infância Ideal investe na capacitação de profissionais. pág 4

2 EDITORIAL OPINIÃO Y O papel do cidadão Por Roberto Dinelli, da Fundação José Hilário de Souza A partir do convite do Instituto Camargo Corrêa, um grupo representativo do poder público e da socieday de civil de Pedro Leopoldo estabeleceu prioridades e formatou projetos, dando início ao programa InfânY cia Ideal. Assim, desde 2007, diversas ações estão sendo desenvolvidas para capacitação dos profissioy nais das creches e das escolas. Com elas, também vemos o aprimoramento da estrutura municipal para assistência às gestantes e fomento ao lazer, esporte, cultura e à educação afetiva e sexual. Para que estas ações possam perdurar como polítiy cas públicas municipais, é necessário que a comuniy dade se aproprie dos programas, acompanhe sua execução e deseje que sejam mantidas. Para alcany çar tal status perante a comunidade, é preciso que as ações sejam conhecidas. De início, se esperava que este conhecimento se desse a partir dos beneficiados diretos, como os esy tudantes e, extensivamente, suas famílias. Mas coy mo dizer aos pais, que por vezes nem têm tempo de acompanhar a escola, que estes programas estão sendo desenvolvidos? Como envolver família, iniciativa privada, poder público em todas as ações do Infância Ideal? Como fazer com que a comunidade se aproprie dos projetos? Os formadores de opinião da sociedade podem ajudar em quê? É preciso informáylos. EnvolvêYlos para que respondam. Eis a função deste informativo, Envolver. Como diz o mineiro, trem difícil. A Constituição atribui à família, à sociedade e ao EsY tado o dever de garantir com absoluta prioridade os direitos da criança e do adolescente. O cidadão não pode negar a sua responsabilidade nesta divisão de atribuições, pois cabe a cada um de nós fazer com que estas instituições honrem seu papel. Não apey nas na garantia dos direitos da infância, mas de toy dos os direitos sociais negligenciados. O que vemos é que a família está se desestruturany do e atribui sua degeneração à sociedade. Esta deiy xa por conta do Estado toda a responsabilidade pelas carências sociais. O Estado, aquém de suas obrigações, não tem a quem obedecer, reina invuly nerável às críticas. Tudo porque o cidadão se escony de nas trincheiras das lutas em sua causa própria Deus cuide dos outros. O indivíduo é o grande responsável pelo declínio da família, omissão da sociedade e absolutismo do EsY tado. Quando o cidadão não toma as causas coletiy vas, perdemyse a união familiar, a fraternidade social e o poder da comunidade sobre o Estado. Trabalho voluntário, responsabilidade e mobilização social, são termos que exprimem atitudes de contriy buição para um mundo melhor, mais justo, com mey nos desigualdades e mais direitos garantidos. Tudo isso é básico: as religiões assim ensinam, as filosofiy as explicam, a educação cívica preconiza. Por que tão poucos praticam este papel do cidadão? Eis a nossa missão: aumentar este número. EXPEDIENTE Este boletim faz parte do projeto CDC Comunica, realizado pelo Instituto Camargo Corrêa em parceria com a Oficina de Imagens Instituto Camargo Corrêa: Diretor executivo: Francisco de Assis Azevedo. Coordenadora de Comunicação: Clarissa Kowalski. Contato: Comitê de Desenvolvimento Comunitário de Pedro Leopoldo: Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), Conselho Tutelar, Fundação Pedro Leopoldo, Fundação José Hilário, InterCement (Cauê), Instituto Nacional de Desenvolvimento Social 2 e Humano (Maternidade Doutor Eugênio S. de Carvalho), Pastoral da Criança, Prefeitura Municipal de Pedro Leopoldo (secretarias municipais de Educação e Cultura, Saúde e de Desenvolvimento Social), Sociedade São Vicente de Paulo e voluntários Oficina de Imagens: Secretário Executivo: Adriano Guerra. Edição: Eliziane Lara, Filipe Motta. Produção: Jordânia Furbino. Apoio: Andrea Souza. Site: Projeto gráfico: Renato Kimo. Diagramação: Filipe Motta Foto da Capa: Arquivo CDC e Instituto Camargo Corrêa. Impressão: Formato. Tiragem: exemplares

3 EM DIA COM CDC Comitê de Desenvolvimento Comunitário cria rede inovadora na defesa dos direitos de crianças e adolescentes em Pedro Leopoldo Em 2008, um convite do Instituto Camargo CorY rêa (ICC) à comunidade de Pedro Leopoldo reuy niu lideranças do poder público municipal, de ory ganizações da sociedade civil, além da InterCeY ment (novo nome da CaY margo Corrêa Cimentos) em torno da proposta de se desenvolver parcerias em projetos de políticas públicas na área da InY fância. Foto: Andrea Souza/ Oficina de Imagens Iniciativa do Instituto Camargo Corrêa reúne sociedade civil, empresa e prefeitura Nascia ali o Comitê de Desenvolvimento ComuY nitário (CDC) de Pedro Leopoldo. Inicialmente, sua base da atuação foi o programa Infância IdeY A realização de oficinas, com espaços de discussão, são base para as ações do CDC al, cujas ações tem como A atuação do CDC acabou se desdobrando em quay foco a defesa dos direitos das crianças de 0 a 6 tro eixos. Um focado na formação de todos os proy anos. Em 201 1, as ações foram desdobradas fissionais da Educação Infantil do município (leia na também para a educação básica, com o programa página 4); outro de promoção de atividades de esy Escola Ideal. porte e lazer (LEC); o Escola da Gestante, de melhoy ria da saúde das gestantes (página 6); além de Pedro Leopoldo foi um dos municípios pioneiros na apoiar o Programa de Educação Afetivo Sexual (PeY implementação do CDCs, que hoje estão presentes as), desenvolvido com adolescentes entre 1 3 e 1 5 em mais de dez cidades brasileiras onde o Instituto anos que estudam em cinco escolas públicas do muy Camargo Corrêa desenvolve suas atividades. A nicípio (leia matéria na página 5). descentralização das ações e o monitoramento do ICC fazem com que a iniciativa seja inovadora em Além da InterCement, partipam do CDC de Pedro investimento e gestão social. Leopoldo o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), a Fundação Para que os projetos tenham sustentabilidade, inciy Pedro Leopoldo, a Fundação José Hilário, o Conselho almente foram realizados avaliação e diagnóstico da Tutelar, a Prefeitura, a Pastoral da Criança, a situação da primeira infância no município, em pary Sociedade São Vicente de Paula e voluntários. ceria com a comunidade. 3

4 ESPAÇO DOS PROJETOS Formação dos profissionais da Educação Infantil busca melhorar a qualidade do atendimento no município Projeto iniciado em 2008 tem capacitado da direção das escolas à equipe de apoio das unidades pedagógicas Por Denise Maria de Andrade Botelho, da Secretaria de Educação No município de Pedro Leopoldo o atendimento da Educação Infantil é realizado por 1 5 Escolas MuniciY pais e 1 2 Centros Municipais de Atenção à Infância (CEMAIs). A formação dos profissionais que atendem às crianças é um fator que incide diretamente na qualidade do atendimento. É necessário garantir uma formação específica para que eles desenvolvam seus trabalhos com autonomia e se envolvam com os projetos institucionais. Numa parceria com o Instituto Camargo Corrêa, as ações do projeto de Formação dos Profissionais da Educação Infantil foram iniciadas em abril de As atividades integram o programa Infância Ideal do CDC. Em suas várias fases garantiuyse a todos os profissionais momentos de reflexão sobre o seu tray balho. Participaram dos encontros desde a direção, passando pela equipe pedagógica (pedagogas, proy fessores, educadoras) até a equipe de apoio (auxiliay res de serviços gerais, porteiros, cozinheiras). É a primeira vez que acontece no município um proy jeto de formação para os profissionais da Educação Infantil com tamanha abrangência e dimensão pey dagógica. Dentre os avanços percebidos, estão a efetiva participação e envolvimento dos profissioy nais no projeto e na construção de outras possibiliy dades de trabalho, as mudanças no cotidiano das instituições e na estética dos ambientes Y que pasy saram a valorizar mais a produção das crianças. Neste ano estamos entrando na terceira etapa do projeto. Temos o desafio de investir nas formação da equipe que passou a compor o quadro efetivo dos CEMAIs. Além disso, há a criação de um grupo de multiplicadores para dar continuidade, de forma autônoma, ao processo de formação do quadro da Rede Municipal. Foto: Secretaria Municipal de Educação/ Arquivo Além de encontros com os profissionais da Rede, foi realizado o Primeiro Seminário de Educação Infantil da Rede Municipal, em março de 2009, o Segundo Seminário, em fevereiro de 201 0, e o Primeiro InterY câmbio de Experiências da Educação Infantil, em noy vembro do ano passado. O Intercâmbio foi um momento privilegiado de troca de experiências entre os profissionais e uma demonstração da qualidade dos trabalhos desenvolvidos nas instituições. Formação de grupo de multiplicadores e capacitação de funcionários dos CEMAIs é desafio para o projeto de Formação

5 ESPAÇO DOS PROJETOS Afetividade e sexualidade em pauta: adolescentes discutem Projeto de Vida Foto: Secretaria Municipal de Educação/ Arquivo Mais de 60 profissionais facilitadores já participaram da iniciativa nas escolas de Pedro Leopoldo As ações do Peas também bucam que os adolescentes se tornem protagonistas na solução de problemas da comunidade Por Alexandra Pacheco, do CRAS, e Viviane Cabral, da Secretaria de Educação O Programa de Educação Afetivo Sexual (Peas) tem a proposta de contribuir para o desenvolvimento pessoal e social de adolescentes estimulando a soliy dariedade, a cidadania e a participação. Além disso, busca a diminuição dos índices de gravidez não play nejada, doenças sexualmente transmissíveis, uso de drogas, violência e problemas de relacionamento na adolescência. Já participaram do programa cinco escolas da rede municipal, com adolescentes entre 1 3 e 1 5 anos. No início do programa, em 2009, foram formadas duas turmas de facilitadores, com 43 pessoas, que deseny volvem atividades junto aos adolescentes e seus fay miliares, em Pedro Leopoldo. Esses facilitadores participam de formações periódicas e são acompay nhados pelas consultoras da Integrar. Uma nova turma de 20 facilitadores foi capacitada em maio e, em agosto, outra formação criará uma equipe técnica local, de caráter permanente, com 1 6 pessoas que desenvolverão ações. Com esse procesy so, esperayse que o programa se consolide como política pública no município. O resultado desejado é o desenvolvimento de uma cultura de promoção e prevenção de saúde dos adoy lescentes, de forma a promover a construção de proy jetos de vida, em que eles sejam o protagonistas de sua própria história, com participação ativa e solidáy ria. Estimulando o adolescente para que possa eny volveryse na solução de problemas reais na escola, na comunidade e na sociedade. O Peas é uma parceria entre Instituto Camargo CorY rêa, InterCement, Conselho de Desenvolvimento CoY munitário e Prefeitura de Pedro Leopoldo. Sendo desenvolvido em parceria entre as secretarias de Educação, Saúde, Desenvolvimento Social e o ConseY lho Tutelar, apoiado pela Fundação ArcelorMittal e executado pela Integrar. 5

6 SAÚDE Escola da Gestante traz melhoria na atenção a mães e crianças durante a gravidez Cerca de 800 mulheres têm participado do programa por ano Por Marci dos Santos Carvalho, da InterCement e Pastoral da Criança O projeto Escola da Gestante foi implementado em 2007, dentro do programa Infância Ideal, com o objey tivo de melhorar a saúde das gestantes e recéy nascidos do município. Atualmente, cerca de 800 gestantes têm participado da Escola por ano. A meta é que 95% das usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS) tenham, no mínimo, sete consultas durante o préynatal. O atendimento do projeto começa com a localização das gestantes do município atendidas pelo SUS e o cay dastramento na Escola da Gestante logo no primeiro trimestre da gestação, através do SUS PréYNatal. Intervenção sobre foto de Marci dos Santos Dentre as ações educativas e preventivas com as gesy tantes e seus familiares estão discussões sobre higiey Também são trabalhados com as famílias aspectos como a participação dos pais nos cuidados dos rey cémynascidos, planejamento familiar, vículos familiares e direitos da mulher. O projeto está sendo implantado em 1 4 postos de saúde da família (PSFs) de Pedro Leopoldo, na MaY ternidade e na Clínica de Saúde da Mulher e da CriY ança, no bairro São José. A clínica é estruturada com profissionais especialistas em áreas de atenção à mãe e ao bebê: ginecologia, pediatria, psicologia, pneumologia infantil, odontologia, imunização, nuy trição e enfermagem. Nessas unidades de saúde houve reformas e aquisição de equipamentos. Objetivos do Milênio A melhoria da atenção à criança desde a sua cony cepção, passando pela formação intrauterina e o nascimento, são alguns dos fatores que mais interfey rem na qualidade de vida do ser humano. Essa valorização da atenção na gravidez é o princiy pal instrumento da Escola da Gestante para diminuir índices de mortalidades da mulher e da criança Y dois dos Oito Objetivos do Milênio estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). Mulheres tem encontros sobre temas como a importância da amamentação 6 ne, saúde bucal e alimentação, a modificação do ory ganismo durante a gravidez, o desenvolvimento do feto e a importância da amamentação. A Escola da Gestante é uma parceria entre a PastoY ral da Criança, a Secretaria Municipal de Saúde e o Instituto Nacional de Desenvolvimento Social e Humano (Hospital Eugênio Gomes de Carvalho). Também são parceiros do projeto o Conselho MuniY cipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, o Lyons Club, a Sociedade São Vicente de Paulo e voy luntários da InterCement.

7 ENTREVISTA Francisco Azevedo, diretor executivo do Instituto Camargo Corrêa, fala sobre os objetivos dos projetos do CDC Qualidade de vida das crianças e fortalecimento de organizações locais são prioridades de atuação Foto: Instituto Camargo Corrêa Por Maurício Anacleto de Queiroz, da InterCement Francisco de Assis Azevedo é o diretor executivo do Instituto Camargo Corrêa (ICC), posto que ocupa há quatro anos. Ele conversou com o Envolver sobre o programa Infância Ideal, porta de entrada para a criação dos Comitês de Desenvolvimento ComunitáY rio. O programa está presente em dez municípios do país e este ano será ampliado para outros cinco. Francisco fala também sobre o Escola Ideal, que atende cerca de 80 mil alunos no Brasil e está sendo implementado este ano em Pedro Leopoldo. Envolver / Como nasceu o Infância Ideal? Francisco / Desde a constituição do Instituto, o púy blico infantil sempre foi foco de sua atuação. O InY fância Ideal foi concebido em 2007 para atender, de forma mais abrangente, as demandas da defesa dos direitos da infância apontadas pelos municípios ony de atuamos. Ele trabalha para fortalecer as organiy zações sociais e ações do poder público de melhoria da qualidade de vida das crianças prioritariamente as de famílias economicamente menos favorecidas. O que facilita a sua implementação? A estratégia envolve necessariamente a unidade loy cal da empresa, o poder público e organizações da sociedade civil. Nas cidades onde a participação destes três setores ocorre de maneira efetiva os rey sultados são mais rápidos e eficazes. Quais resultados alcançados até agora? Cada município tem suas demandas, seu ritmo e seus parceiros. Temos muitos resultados específicos em cada um dos mais de 20 projetos que hoje acony tecem dentro do programa Infância Ideal, principaly mente nas áreas de Educação Infantil, atendimento a gestantes, combate à exploração sexual de criany ças e adolescentes e fortalecimento das redes de atendimento à infância. " Cada município tem suas demandas, seu ritmo, seus parceiros" Como funciona o Escola Ideal? O Programa Escola Ideal tem como objetivo contriy buir com a Secretaria Municipal de Educação na mey lhoria da qualidade da educação pública de Ensino Fundamental. Pedro Leopoldo foi a primeira cidade que implantamos o programa Infância Ideal, em 2007, e devido aos bons resultados hoje já podemos implantar também o Escola. Quanto tempo se leva para mudanças sig/ nificativas na educação? Resultados na educação são sempre de médio e lony go prazo. Porém, alguns resultados específicos poy dem ser observados logo que os projetos são implantados, como mobilização da comunidade esy colar, melhoria na rede física das escolas, maior moy tivação por parte de professores e alunos, melhoria na gestão e estímulo à leitura. 7

8 UM CLICK FIQUE LIGADO Foto: Andrea Souza/ Oficina de Imagens Novas regras para Conselhos Tutelares Grupo do CDC reunido em oficina de Comunicação que deu origem ao Envolver ANOTE AÍ >>CONFERÊNCIAS: Alguns conselhos nacionais de políticas públicas já definiram as datas de suas conferências, espaços participativos para se discutir diretrizes de suas respectivas áreas: Y Infância e Adolescência Conferências Municipais: agosto a novembro de Conferências Estaduais: fevereiro a maio de Conferência Nacional: 1 1 a 1 4 de julho de Y Assistência Social Conferências Estaduais: até 1 4 de outubro de Conferência Nacional: 7 a 1 0 de dezembro de >>Terceiro seminário de Eduçao Infantil de Pedro Leopoldo: 6 de agosto >>Oficina de Integração do Infâncial Ideal e Escola Ideal: 2 de agosto O documento prevê que na lei orçamentária de cada município haja uma dotação específica pay ra o custeio do Conselho Tutelar. A partir de agora, os Conselhos também devem construir um rey gimento interno que deverá ser apreciado pelo Conselho MuniciY pal de Direitos da Criança e do Adolescente. A Resolução ainda sugere que os municípios se atentem para a proporção mínima de um ConseY lho Tutelar para cada 1 00 mil hay bitantes, na busca de se manter a equidade de acesso ao público atendido. INTERCEMENT Realização: Parceria: Prefeitura Municipal de Pedro Leopoldo 8 O Conselho Nacional dos DireiY tos da Criança e do Adolescente (Conanda) publicou uma nova diretriz em março, a Resolução nº Seu objetivo é regulariy zar e estabelecer novas normas para a criação e funcionamento de conselhos tutelares ainda precários ou inexistentes em váy rios municípios brasileiros. A Camargo Corrêa Cimentos esy tá com uma nova identidade e passa a ser denominada InterY Cement. Com mais de 1 6 fábriy cas e cinco mil profissionais, a empresa está presente no Brasil e na Argentina com as marcas Cauê, Cimento Brasil e Loma Negra, que serão mantidas. Este boletim é parte do projeto CDC Comunica, realizado pelo Instituto Camargo Corrêa (ICC) em parceria com a Oficina de Imagens. O CDC de Pedro Leopoldo faz parte da estratégia de implantação dos programas sociais do ICC. Informações:

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