PROTEÇÃO SOCIAL À FAMÍLIA: práticas sociais com famílias na Fundação da Criança e do Adolescente do Pará FUNCAP

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROTEÇÃO SOCIAL À FAMÍLIA: práticas sociais com famílias na Fundação da Criança e do Adolescente do Pará FUNCAP"

Transcrição

1 PROTEÇÃO SOCIAL À FAMÍLIA: práticas sociais com famílias na Fundação da Criança e do Adolescente do Pará FUNCAP Nilzaleia da Silva Santos 1 Resumo: Apresenta-se o debate sobre proteção social e família no Brasil, em seguida ilustra-se a partir de um estudo empírico as práticas sociais com as famílias dos adolescentes autores de ato infracional que cumprem medida socioeducativa na FUNCAP. A base metodológica utilizada foi à técnica do grupo focal, apontando como resultado principal que a responsabilização não pode ser o eixo central do trabalho com famílias, mas sim o fortalecimento dos vínculos relacionais,culturais,políticos, comunitários na perspectiva da autonomia e emancipação das famílias. Abstract: Is the debate on social protection and family in Brazil, then shows up from an empirical study of social practices with families of adolescents author of an infringement that comply with the measure childcare FUNCAP. The basic methodology used was the technique of focal group, indicating that the main result accountability can not be the lynchpin in working with families, but the strengthening of relational ties, cultural, political, community in terms of autonomy and empowerment of families. 1 Mestranda. Universidade Federal do Pará/Fundação da Criança e do Adolescente do Pará. 1

2 INTRODUÇÃO Nesses escritos se faz uma reflexão sobre a questão da proteção social à família do adolescente autor de ato infracional que cumpre medida socioeducativa na Fundação da Criança e do adolescente do Pará-FUNCAP. Historicamente, nota-se a tendência da família a ser sobrecarregada diante da incapacidade do mercado e do Estado de prover segurança material às pessoas. Ao analisar a família como fator de proteção social, mostra a absorção por essa de maiores responsabilidades diante da fragilidade das ações estatais, amortizando o impacto das políticas econômicas e da reestruturação capitalista. Quando se traz para o centro das reflexões, questões como a responsabilização da família e do Estado no processo socioeducativo, se confirma a presença do Estado na regulação da vida familiar como fato inegável, tanto pelo que se afirma na legislação, nas políticas públicas, quanto pela sua omissão, que define as fronteiras entre o privado e o público. Refletir sobre políticas sociais com foco na família, tomando como referência a experiência concreta do atendimento às famílias dos adolescentes que cumprem medidas socioeducativas na Fundação da Criança e do Adolescente do Pará - FUNCAP, remete a uma análise anterior, pois, para que essa família chegue até a instituição, no geral, ela apresenta um histórico de negação de direitos e exclusão social. Tal afirmação baseia-se em dados empíricos das histórias de vidas das famílias dos adolescentes que apresentam em comum situação sócio-econômica desfavorável, baixo nível de escolaridade, alto índice de desemprego, precárias condições de moradia, enfim, perfil que retrata a precarização do ser humano e o processo de exclusão social a que estão submetidas. 2

3 1. AS POLÍTICAS SOCIAIS NO CONTEXTO BRASILEIRO Nas últimas três décadas, a família vêm sendo chamada a assumir um importante espaço como agente privado de proteção social. Foi redescoberta no âmbito das políticas públicas e está presente em quase todas as agendas governamentais e, especialmente, em programas de atenção à criança, ao adolescente e aos idosos, com o objetivo de garantir o direito à convivência familiar e comunitária. A questão da família está situada como foco das políticas de proteção social, em especial na área da infância e adolescência, fundamenta-se na Constituição Federal, a qual reconhece que a família é à base da sociedade (Art.226) e, portanto, compete a ela, juntamente com o Estado, a sociedade em geral e as comunidades, assegurar à criança e ao adolescente o exercício de seus direitos fundamentais (Art.227). Esse preceito legal se confirma no Estatuto da Criança e do Adolescente-ECA, quando estabelece a mudança paradigmática para Doutrina da Proteção Integral, de sustentação na implementação de programas com ênfase no atendimento à família. Apesar da legislação brasileira vigente reconhecer a família, enquanto estrutura vital, lugar essencial à humanização e à socialização da criança e do adolescente, espaço ideal e privilegiado para o desenvolvimento integral dos indivíduos (PNCF:2006;15), o que se percebe ao longo da história é que as políticas sociais sempre tiveram pouca atenção com a defesa, proteção e promoção da família, mas, ao contrário, estão muito mais voltadas para o controle e a contenção social, principalmente nas camadas mais pobres. No Brasil, as políticas sociais de cunho neoliberal cujos programas sociais direcionados às famílias, revelam que a fundamentação ideológica de sustentação do poder público está pautada em concepções e saberes que não reconhecem nas expressões e formas de organização da família, os elementos constitutivos da cultura, gênero, condições sócioeconômicas. Criam-se programas e ações fragmentadas que reduzem as necessidades e 3

4 enfrentamentos da família a categorias jurídicas, patológicas ou de suprimento de necessidades básicas, meramente assistencialistas (MIOTO, 2006). Nessa perspectiva, as políticas sociais se tornaram mais um elemento de fragmentação do sujeito e de desagregação das relações familiares, uma vez que, estabelecem critérios e executam práticas que selecionam famílias ou membros das famílias considerando faixa etária, gênero ou condições econômicas. Assim, é necessário priorizar o investimento público em programas sociais com uma mudança de ótica para se mudar as práticas, ou seja, trabalhar a família na perspectiva da proteção, defesa, promoção e apoio. Na perspectiva da prevenção de circunstâncias que prejudicam o desenvolvimento integral da criança e do adolescente e não simplesmente na tentativa de combater problemas depois que estes se instalam e se agravam, a tal ponto que sua reversão se torna difícil, até mesmo irreversível. Na verdade, o preceito legal ainda não se concretiza na vida real. O que se verifica de fato é uma pauperização e uma queda crescente da qualidade de vida das famílias brasileiras, constatada através de diferentes órgãos de pesquisa (MIOTO, 2006, p. 46). A realidade nos mostra que, embora estabelecido em lei, o Estado brasileiro ainda não consegue garantir os direitos individuais e, sobretudo, a implementação de políticas públicas que possibilitem a sustentação necessária para o bem-estar das famílias. Especialmente no que se refere à promoção do desenvolvimento saudável da criança e do adolescente, especificamente, os que vivem em famílias em situação de pobreza. 2. As Práticas Sociais com as Famílias na FUNCAP: Limites e Possibilidades Volpi (2001), afirma que as crianças e adolescentes são produtos do meio que interagem, ninguém nasce infrator. Assim sendo, o adolescente autor de ato infracional é produto e responsabilidade de uma rede de setores e fatores que são determinantes e condicionantes na perpetuação do processo de exclusão social a que estão expostos. E, portanto, a mudança dessa cadeia, implica em soluções compulsoriamente partilhadas entre o Estado e a sociedade com a necessidade de que estes assumam seus papéis, pois, não se 4

5 pode aceitar que a família seja a única responsabilizada por todos os problemas que afetam o grupo familiar. Apesar do reconhecimento da importância da família, evidenciada nas políticas públicas nas últimas décadas, não se pode perder de vista que, é o Estado o responsável principal na regulamentação das condições de vida, construindo possibilidades de padrões de bem-estar, não com programas pontuais, mas com políticas abrangentes com o desenvolvimento de ações voltadas para o interesse da família e da sociedade (CARVALHO, 2000). E, para tanto, toda prática social com a família implica, necessariamente, no investimento de ações integradas que vislumbrem o desenvolvimento da autonomia familiar, o fortalecimento do seu processo emancipatório, para o exercício do protagonismo social das famílias e de seus membros. Nesse sentido, busca-se consolidar uma política social movida pela lógica do reconhecimento dos direitos sociais e, portanto, da justiça e da eqüidade.(carvalho, 2000, p. 20). Considerando as reflexões de Carvalho (2000), observa-se que as práticas de atendimento às famílias desenvolvidas nas unidades da FUNCAP, ainda estão distantes dessa perspectiva de promoção e de inclusão social, com vista ao exercício do protagonismo social da família. Essa afirmação esta pautada não somente numa avaliação empírica, mas em dados de uma pesquisa através da qual foi possível traçar um perfil do trabalho com famílias desenvolvido na FUNCAP. Em 2007, foi realizada uma pesquisa institucional através da técnica de grupos focais com servidores, adolescentes e famílias, cujo objetivo era de conhecer as práticas socioeducativas desenvolvidas nas unidades de atendimento da FUNCAP e identificar os limites e possibilidades presentes no cotidiano desse trabalho. Essa experiência teve uma relevância êxitosa, visto ser de fundamental importância para subsidiar a elaboração do Projeto Político Pedagógico PPP institucional. Grupo focal consiste em uma técnica de pesquisa considerada de abordagem rápida, que permite a obtenção de dados de natureza qualitativa a partir de sessões em grupo, envolvendo de 4 a 12 pessoas, que compartilham alguns traços comuns, discutem aspectos de 5

6 um determinado tema que se quer pesquisar. Consiste em uma técnica de forma rápida, fácil e prática de pôr-se em contato com a população que se deseja investigar. A técnica do grupo focal é um grupo de discussão informal e de tamanho reduzido, com o propósito de obter informações de caráter qualitativo em profundidade. A técnica de grupo focal é reconhecida como uma experiência que permite conhecer idéias e opiniões dos membros do grupo sobre um determinado assunto, em um tempo relativamente curto, uma vez que, estimula discussões que vão desde o confronto de idéias, como também a concordância em torno de uma mesma opinião, permitindo conhecer o que o grupo pensa. De maneira que em alguns poucos encontros, é possível conhecer percepções, expectativas, representações sociais e conceitos relevantes no grupo. Portanto, é com base na pesquisa do PPP que foi possível identificar as práticas sociais desenvolvidas com famílias na FUNCAP e, as quais apontam que: os atendimentos com as famílias são assistemáticos e pontuais; resume-se em entrevistas iniciais para obter informações dos adolescentes, reuniões mensais ou bimestrais (quando havia) com assuntos descontínuos; palestras com temas diversos sem nenhum encadeamento; os contatos telefônicos com os familiares dos adolescentes acontecem somente em situação de emergência ou de extrema necessidade. Quanto à participação da família, se verificou que somente acontecia nos eventos previamente organizados pela equipe das unidades, na condição de convidada; todos os técnicos eram responsáveis pelo atendimento com a família, sendo realizado, se houvesse tempo, pois a prioridade estava voltada para a jornada pedagógica com o adolescente; as visitas domiciliares são eventuais, sem uma programação prévia ou agendada com as famílias; as visitas domiciliares no geral são direcionadas, exclusivamente, para a dimensão socioeconômica e são realizadas tão somente para compor relatório de avaliação do adolescente, como exigências do Judiciário; os encaminhamentos para a rede de serviço socioassistencial, não são acompanhados para saber se foram atendidos ou não. Em resumo, essa foi à prática social que ao longo dos anos vêm se consolidado na FUNCAP, salvo raríssimas exceções destaca-se experiências exitosas, porém, pontuais, ou 6

7 seja, um ou outro evento, como por exemplo às datas comemorativas. Enfim, o que foi identificado na pesquisa e que de certa forma já era do conhecimento da maioria dos profissionais da instituição é que o trabalho desenvolvido na FUNCAP, pela própria inconsistência e fragilidade, pouco tem contribuído para proporcionar alternativas de mudança para essas famílias. É importante ressaltar que a Norma Operacional Básica/Sistema Único de Assistência Social NOB/SUAS, destaca que a família é o núcleo social básico de acolhida, convívio, autonomia, sustentabilidade e protagonismo social (2005, p.90). E, portanto, qualquer trabalho com família precisa necessariamente, construir possibilidades que caminhem nessa perspectiva. E, ainda, assegura também que a família deve ser apoiada e ter acesso a condições para responder ao seu papel no sustento, na guarda e na educação de suas crianças e adolescentes, bem como na proteção de seus idosos e portadores de deficiência (NOB/SUAS 2005, p.90). Para tanto, o trabalho com as famílias na FUNCAP não pode ter como eixo principal à responsabilização das famílias no processo socioeducativo, sem antes conhecer suas condições reais de assumir de forma adequada suas funções perante os seus membros. É necessário, inicialmente, criar essas condições, ou seja, proporcionar apoio, orientação, defesa e promoção da família para que assim ela possa assumir efetivamente seu papel. É mister ressaltar que a responsabilidade da família, sociedade e Estado pela promoção e a defesa dos direitos de crianças e adolescentes, está pautada nos artigos 227 da Constituição Federal e no Art. 4º do Estatuto da Criança e do Adolescente ECA. Mas, é o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo SINASE, que estabelece as diretrizes e responsabilidades do atendimento socioeducativo, destacando que: (1) a sociedade e o poder público devem cuidar para que as famílias possam se organizar e se responsabilizar pelo cuidado e acompanhamento de seus adolescentes, evitando a negação dos direitos, principalmente quando se encontram em situação de cumprimento de medida socioeducativa; (2) à família, à comunidade e à sociedade em geral cabe zelar para que o Estado cumpra com responsabilidades, fiscalizando e acompanhando o atendimento socioeducativo, reivindicando a melhoria das condições do tratamento e a prioridade para esse público específico (inclusive orçamentária) (SINASE,2006, p. 26). 7

8 O SINASE, como instrumento legal de consolidação do trabalho socioeducativo destaca a família na centralidade das políticas sociais e com participação ativa no processo socioeducativo ao adolescente autor de ato infracional. Dessa forma, hoje não se pode mais desenvolver trabalho com famílias pautado em práticas assistemáticas, descontínuas, ou seja, não reproduzir práticas de atendimentos eventuais, com reuniões casuais e discussões de temas pontuais. Para Costa (2004), é a dimensão sistemática, e contínua do trabalho que oportuniza uma constante avaliação e renovação das pessoas e, conseqüentemente, a modificação de hábitos e a interiorização de propostas para mudanças de atitudes. O SINASE, estabelece orientações para a sistematização e reordenamento do processo de coordenação e execução das medidas socioeducativas pautado numa nova visão de atendimento, pois prima por uma prática social concebendo a família como extensão do atendimento ao adolescente. E, assim, recomenda que: As práticas sociais devem oferecer condições reais, por meio de ações e atividades programáticas à participação ativa e qualitativa da família no processo socioeducativo, possibilitando o fortalecimento dos vínculos familiares e a inclusão dos adolescentes no ambiente familiar e comunitário. As ações e atividades devem ser programadas a partir da realidade familiar e comunitária dos adolescentes para que em conjunto - programa de atendimento, adolescentes e familiares possam encontrar respostas e soluções mais aproximadas de suas reais necessidades. (SINASE, 2006, p 63). Quanto a essa orientação, percebe-se que o trabalho com famílias na FUNCAP ainda está longe de atingir a eficácia necessária enquanto espaço do exercício da cidadania, pois, de acordo com o resultado da pesquisa do PPP, o trabalho socioeducativo é fragmentado e frágil, uma vez que não se consegue envolver ativamente as famílias no processo socioeducativo junto aos adolescentes. As ações são sempre programadas separadamente, inclusive, por equipes diferentes, ou seja, o pedagogo cuida da jornada pedagógica, o assistente social e o psicólogo do atendimento individual do adolescente e o trabalho com família fica a cargo de um desses profissionais, ou mesmo de um educador que exerce a função de monitoria. CONSIDERAÇÕES FINAIS: É importante reconhecer que no processo de cumprimento das medidas socioeducativas, tudo que é objeto na formação do adolescente deve ser extensivo à sua 8

9 família, é claro que levando em consideração as possibilidades e capacidades de cada uma, pois, as necessidades trazidas pelos adolescentes, no geral são demandas também de outros membros de suas famílias. Portanto, trabalhar o protagonismo do adolescente não acontece fora das relações mais íntimas, daí o reconhecimento da família e da comunidade como espaços indispensáveis de intervenção do trabalho socioeducativo. Sua cidadania não acontece plenamente se ele não estiver integrando à comunidade e compartilhando suas conquistas com a sua família. As experiências positivas na área do atendimento socioeducativo com adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas, mostram a necessidade do envolvimento das famílias. Agora o que precisa ser repensado é a metodologia e execução deste trabalho, para que não seja mais um faz de conta, ou seja, fazer qualquer atividade para as famílias, não quer dizer está trabalhando com famílias. Pois, de acordo com os instrumentos normativos e legais, as diretrizes principais, desse trabalho precisa necessariamente está pautada na promoção da emancipação, autonomia e protagonismo social da família. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF, Senado, BRASIL, Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei Federal 8.069, de 13 de julho de BRASIL, Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa de Criança e Adolescente ao Direito à Convivência Familiar e Comunitária, Brasília Distrito Federal, 2006 BRASIL, Política Nacional de Assistência Social, PNAS/2004 & NOB/SUAS- Brasília - Novembro de BRASIL, Sistema Nacional de atendimento Socioeducativo SINASE. Brasília-DF: CONANDA, CARVALHO, Maria do Carmo Brant de (Org.). A Família Contemporânea em Debate. São Paulo: Cortez, COSTA, A.C.G. A presença da Pedagogia: métodos e técnicas de ação socioeducativa. São Paulo: Global: Instituto Ayrton Senna,

10 LAURELL, Asa Cristina (Org.). Estado e Políticas Sociais no Neoliberalismo. São Paulo: Cortez, MIOTO, Regina C.T. Novas propostas e velhos princípios: a assistência às famílias no contexto de programas de orientação e apoio sociofamiliar. Política Social, Família e Juventude: Uma questão de direitos. São Paulo: Cortez, VOLPI, Mario. Sem Liberdades, Sem Direitos. São Paulo: Cortez,

O DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES

O DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES O DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Josefa Adelaide Clementino Leite 1 Maria de Fátima Melo do Nascimento 2 Waleska Ramalho Ribeiro 3 RESUMO O direito à proteção social

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SÓCIOEDUCATIVO DO MUNICÍPIO DE ESPÍRITO SANTO/RN

PLANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SÓCIOEDUCATIVO DO MUNICÍPIO DE ESPÍRITO SANTO/RN PLANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SÓCIOEDUCATIVO DO MUNICÍPIO DE ESPÍRITO SANTO/RN ESPÍRITO SANTO/RN, OUTUBRO DE 2014. FRANCISCO ARAÚJO DE SOUZA PREFEITO MUNICIPAL DE ESPÍRITO SANTO/RN ELIZANGELA FREIRE DE

Leia mais

experiência inovadora como contribuição da sociedade civil: Reintegração Familiar de Crianças e Adolescentes em Situação de Rua.

experiência inovadora como contribuição da sociedade civil: Reintegração Familiar de Crianças e Adolescentes em Situação de Rua. Título da experiência: Políticas públicas de apoio à população de rua Uma experiência inovadora como contribuição da sociedade civil: Reintegração Familiar de Crianças e Adolescentes em Situação de Rua.

Leia mais

PLANO ESTADUAL DE CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA

PLANO ESTADUAL DE CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA PLANO ESTADUAL DE CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA Comitê Intersetorial Direito à Convivência Familiar e Comunitária Porto Alegre, 9 de outubro de 2012 DIRETRIZES Fundamentação Plano Nacional Efetivação

Leia mais

RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010

RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010 RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010 Estabelece parâmetros para orientar a constituição, no âmbito dos Estados, Municípios e Distrito Federal, de Comissões Intersetoriais de Convivência

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social: instrumentais técnico-operativos no Serviço Social. CRAS CONSULESA HELENA VAN DEN BERG - CASTRO/ PARANÁ

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social: instrumentais técnico-operativos no Serviço Social. CRAS CONSULESA HELENA VAN DEN BERG - CASTRO/ PARANÁ VIII Jornada de Estágio de Serviço Social: instrumentais técnico-operativos no Serviço Social. CRAS CONSULESA HELENA VAN DEN BERG - CASTRO/ PARANÁ DUCHEIKO, Angelina do Rocio 1 RODRIGUES, Camila Moreira

Leia mais

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Diretriz 01 - Promoção da cultura do respeito e da garantia dos direitos humanos de

Leia mais

Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária

Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária Manaus/AM 29 de Abril de 2014 Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança

Leia mais

AÇÕES DE POTENCIALIZAÇÃO DE JOVENS EM CUMPRIMENTO DE MEDIDA SOCIOEDUCATIVA ATENDIDOS NO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DA ASISTÊNCIA SOCIAL

AÇÕES DE POTENCIALIZAÇÃO DE JOVENS EM CUMPRIMENTO DE MEDIDA SOCIOEDUCATIVA ATENDIDOS NO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DA ASISTÊNCIA SOCIAL AÇÕES DE POTENCIALIZAÇÃO DE JOVENS EM CUMPRIMENTO DE MEDIDA SOCIOEDUCATIVA ATENDIDOS NO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DA ASISTÊNCIA SOCIAL RESUMO AMORIM 1, Tâmara Ramalho de Sousa SIMÕES 2, Poliana

Leia mais

O trabalho social com famílias. no âmbito do Serviço de Proteção e. Atendimento Integral à Família - PAIF

O trabalho social com famílias. no âmbito do Serviço de Proteção e. Atendimento Integral à Família - PAIF O trabalho social com famílias no âmbito do Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família - PAIF Contexto Social: Acesso diferencial às informações Uso e abuso de substâncias psicoativas Nulo ou

Leia mais

O Suas Sistema Único da Assistência Social em perspectiva Valéria Cabral Carvalho, CRESS nº 0897 Luiza Maria Lorenzini Gerber, CRESS nº 0968

O Suas Sistema Único da Assistência Social em perspectiva Valéria Cabral Carvalho, CRESS nº 0897 Luiza Maria Lorenzini Gerber, CRESS nº 0968 O Suas Sistema Único da Assistência Social em perspectiva Valéria Cabral Carvalho, CRESS nº 0897 Luiza Maria Lorenzini Gerber, CRESS nº 0968 Com a Constituição Federal de 1988, a Assistência Social passa

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR Irma Martins Moroni da Silveira FALAR DA CONTEMPORANEIDADE É REFLETIR SOBRE O TEMPO PRESENTE Falar do hoje da Assistência Social; Como

Leia mais

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337.

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337. PROGRAMA TÉMATICO: 6229 EMANCIPAÇÃO DAS MULHERES OBJETIVO GERAL: Ampliar o acesso das mulheres aos seus direitos por meio do desenvolvimento de ações multissetoriais que visem contribuir para uma mudança

Leia mais

ANEXO IV PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL. Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO

ANEXO IV PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL. Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL ANEXO IV Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO 1-Promoção dos Direitos de Crianças e Adolescentes Buscar apoio das esferas de governo (Federal e Estadual)

Leia mais

A ATUAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NO CONTEXTO SÓCIO-JURÍDICO: O PAPEL DOS IDOSOS GUARDIÕES

A ATUAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NO CONTEXTO SÓCIO-JURÍDICO: O PAPEL DOS IDOSOS GUARDIÕES A ATUAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NO CONTEXTO SÓCIO-JURÍDICO: O PAPEL DOS IDOSOS GUARDIÕES FERREIRA, M.F.J.A. Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo TJSP - BRASIL A perspectiva deste trabalho consiste em

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 11. Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua

POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 11. Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 11 Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (2004) O SUAS materializa o conteúdo da LOAS, cumprindo no tempo histórico dessa Política as exigências

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções)

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( x ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

ACOMPANHAMENTO FAMILIAR NA ASSISTENCIA SOCIAL: UMA PROPOSTA DE METODOLOGIA PARA O ESTADO DO RIO DE JANEIRO

ACOMPANHAMENTO FAMILIAR NA ASSISTENCIA SOCIAL: UMA PROPOSTA DE METODOLOGIA PARA O ESTADO DO RIO DE JANEIRO ACOMPANHAMENTO FAMILIAR NA ASSISTENCIA SOCIAL: UMA PROPOSTA DE METODOLOGIA PARA O ESTADO DO RIO DE JANEIRO Subsecretaria de Assistência Social e Descentralização da Gestão O PAIF NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Leia mais

Políticas Setoriais Secretarias Municipais: Saúde, Assistência Social, Educação, Direitos Humanos(quando houver). Participações Desejáveis

Políticas Setoriais Secretarias Municipais: Saúde, Assistência Social, Educação, Direitos Humanos(quando houver). Participações Desejáveis PARÂMETROS PARA A CONSTITUIÇÃO DAS COMISSÕES INTERSETORIAIS DE ACOMPANHAMENTO DO PLANO NACIONAL DE PROMOÇÃO, PROTEÇÃO E DEFESA DO DIREITO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIRETORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE ASSESSORAMENTO E DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO - NADEP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL SÃO

Leia mais

Serviço Social: inovação dos serviços em Bibliotecas Públicas

Serviço Social: inovação dos serviços em Bibliotecas Públicas Serviço Social: inovação dos serviços em Bibliotecas Públicas SERVIÇO SOCIAL NA BSP SERVIÇO SOCIAL NA BSP BSP COMO ESPAÇO CULTURAL COM AÇÃO CENTRADA NA LEITURA A LEITURA é vista pela BSP como fundamento

Leia mais

A PRÁTICA PROFISSIONAL DO ASSISTENTE NA APAM-ASSOCIAÇÃO DE PROMOÇÃO A MENINA DE PONTA GROSSA.

A PRÁTICA PROFISSIONAL DO ASSISTENTE NA APAM-ASSOCIAÇÃO DE PROMOÇÃO A MENINA DE PONTA GROSSA. A PRÁTICA PROFISSIONAL DO ASSISTENTE NA APAM-ASSOCIAÇÃO DE PROMOÇÃO A MENINA DE PONTA GROSSA. SILVA, Jessica Da¹. NADAL, Isabela Martins². GOMES, R.C. Ana³. RESUMO: O presente trabalho é referente à prática

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, SUAS e legislações pertinentes. Profa. Ma. Izabel Scheidt Pires

POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, SUAS e legislações pertinentes. Profa. Ma. Izabel Scheidt Pires POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, SUAS e legislações pertinentes Profa. Ma. Izabel Scheidt Pires REFERÊNCIAS LEGAIS CF 88 LOAS PNAS/04 - SUAS LOAS A partir da Constituição Federal de 1988, regulamentada

Leia mais

ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( x ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA

ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( x ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( x ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA ATUAÇÃO DO

Leia mais

8. SUAS: Desafio histórico de construção da Rede de Proteção Social para famílias em situação de vulnerabilidade, risco pessoal e social.

8. SUAS: Desafio histórico de construção da Rede de Proteção Social para famílias em situação de vulnerabilidade, risco pessoal e social. C E N S O D A P O P U L A Ç Ã O I N F A N T O J U V E N I L A B R I G A D A N O E S T A D O D O R I O D E J A N E I R O 433 8. SUAS: Desafio histórico de construção da Rede de Proteção Social para famílias

Leia mais

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento,

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Projetos e Capacitação TEMA: CREAS: SERVIÇOS OFERTADOS, INTERSETORIALIDADE,

Leia mais

EVASÃO ESCOLAR: UMA EXPRESSÃO DA QUESTÃO SOCIAL NO CONTEXTO DA ESCOLA 1

EVASÃO ESCOLAR: UMA EXPRESSÃO DA QUESTÃO SOCIAL NO CONTEXTO DA ESCOLA 1 EVASÃO ESCOLAR: UMA EXPRESSÃO DA QUESTÃO SOCIAL NO CONTEXTO DA ESCOLA 1 KAEFER, Carin Otília 2 ; LEAL, Francine Ziegler 3. 1 Resultado de projeto de extensão do Curso de Serviço Social da UNIFRA. 2 Orientadora/

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE BAURU ESTADO DE SÃO PAULO Secretaria Municipal do Bem Estar Social

PREFEITURA MUNICIPAL DE BAURU ESTADO DE SÃO PAULO Secretaria Municipal do Bem Estar Social Padrão Normativo da Rede de Proteção Social Básica Programa de Inclusão Produtiva de 3º Fase Auxílio Produção Administração: Rodrigo Antônio de Agostinho Mendonça Secretária do Bem Estar Social: Darlene

Leia mais

Secretaria Nacional de Assistência Social

Secretaria Nacional de Assistência Social POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SUAS Secretaria Nacional de Assistência Social MARCOS NORMATIVOS E REGULATÓRIOS Constituição Federal 1988 LOAS 1993 PNAS 2004

Leia mais

PORTARIA Nº. 224 DE 25 DE JUNHO DE 2007 PUBLICADA NO DOU EM 27 DE JUNHO DE 2007

PORTARIA Nº. 224 DE 25 DE JUNHO DE 2007 PUBLICADA NO DOU EM 27 DE JUNHO DE 2007 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº. 224 DE 25 DE JUNHO DE 2007 PUBLICADA NO DOU

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL ADJUNTA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL-SUAS TRABALHANDO EM REDE

SECRETARIA MUNICIPAL ADJUNTA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL-SUAS TRABALHANDO EM REDE SECRETARIA MUNICIPAL ADJUNTA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL-SUAS TRABALHANDO EM REDE CONCEITO DE REDE Para as Ciências Sociais: conjunto de relações sociais entre um conjunto

Leia mais

A AÇÃO COMUNITÁRIA NO PROJOVEM. Síntese da proposta de Ação Comunitária de seus desafios 2007

A AÇÃO COMUNITÁRIA NO PROJOVEM. Síntese da proposta de Ação Comunitária de seus desafios 2007 A AÇÃO COMUNITÁRIA NO PROJOVEM Síntese da proposta de Ação Comunitária de seus desafios 2007 A AÇÃO COMUNITÁRIA NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Dimensão formativa do programa voltada à educação para a cidadania

Leia mais

A BUSCA PELA BREVE E EXCEPCIONAL PERMANÊNCIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM INSTITUIÇÕES

A BUSCA PELA BREVE E EXCEPCIONAL PERMANÊNCIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM INSTITUIÇÕES A BUSCA PELA BREVE E EXCEPCIONAL PERMANÊNCIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM INSTITUIÇÕES Idenilse Maria Moreira 1 RESUMO O estudo foca o papel da rede de proteção à infância e juventude frente ao direito

Leia mais

O SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E A CENTRALIDADE NA FAMÍLIA

O SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E A CENTRALIDADE NA FAMÍLIA O SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E A CENTRALIDADE NA FAMÍLIA Antonia Alves Vanzetto RESUMO A Assistência Social reconhecida como Política Pública na Constituição Federal/1988, através dos artigos

Leia mais

Projetos de Extensão SERVIÇO SOCIAL Estudo sociais em parceria com o fórum de UVA

Projetos de Extensão SERVIÇO SOCIAL Estudo sociais em parceria com o fórum de UVA Projetos de Extensão SERVIÇO SOCIAL Estudo sociais em parceria com o fórum de UVA Serviços técnicos do Serviço Social na área da família e infância nos processos do Fórum de União da Vitória O Serviço

Leia mais

Curso I Introdução ao provimento de serviços e benefícios socioassistenciais do SUAS

Curso I Introdução ao provimento de serviços e benefícios socioassistenciais do SUAS Curso I Introdução ao provimento de serviços e benefícios socioassistenciais do SUAS Módulo II - O provimento dos serviços socioassistenciais Proteção Social Especial Recife, fevereiro/2014 Conteúdo Programático

Leia mais

Carta Unir para Cuidar Apresentação

Carta Unir para Cuidar Apresentação Carta Unir para Cuidar Apresentação Durante o 17º Encontro Nacional de Apoio à Adoção (ENAPA), na capital federal, de 07 a 09 de junho de 2012, as entidades participantes assumem, com esta carta de compromisso,

Leia mais

LEI N.º 7.390, DE 6 DE MAIO DE 2015

LEI N.º 7.390, DE 6 DE MAIO DE 2015 LEI N.º 7.390, DE 6 DE MAIO DE 2015 Institui o Sistema Municipal de Assistência Social do Município de Santo Antônio da Patrulha e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL de Santo Antônio da Patrulha,

Leia mais

NOTA TÉCNICA 003/2012_ DA OBRIGAÇÃO DO PODER EXECUTIVO MUNICIPAL NO ATENDIMENTO DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO À COMUNIDADE DE ADOLESCENTES

NOTA TÉCNICA 003/2012_ DA OBRIGAÇÃO DO PODER EXECUTIVO MUNICIPAL NO ATENDIMENTO DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO À COMUNIDADE DE ADOLESCENTES Prezada, NOTA TÉCNICA 003/2012_ DA OBRIGAÇÃO DO PODER EXECUTIVO MUNICIPAL NO ATENDIMENTO DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO À COMUNIDADE DE ADOLESCENTES Florianópolis, 18 de abril de 2012. Interessados: Secretarias

Leia mais

Avanços na Assistência Social brasileira: o trabalho multidisciplinar e a prática com grupos.

Avanços na Assistência Social brasileira: o trabalho multidisciplinar e a prática com grupos. Avanços na Assistência Social brasileira: o trabalho multidisciplinar e a prática com grupos. Autores Aline Xavier Melo alinexaviermelo@yahoo.com.br Juliana Roman dos Santos Oliveira ju_roman@hotmail.com

Leia mais

A Política Nacional de Assistência Social na Perspectiva do Sistema Único - SUAS

A Política Nacional de Assistência Social na Perspectiva do Sistema Único - SUAS A Política Nacional de Assistência Social na Perspectiva do Sistema Único - SUAS Deliberação da IV Conferência Nacional; Garantia de acesso aos direitos socioassistenciais; Modelo democrático e descentralizado

Leia mais

BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA E ENVELHECIMENTO ATIVO: CONQUISTAS E DESAFIOS

BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA E ENVELHECIMENTO ATIVO: CONQUISTAS E DESAFIOS BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA E ENVELHECIMENTO ATIVO: CONQUISTAS E DESAFIOS Cristiane Cinat Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP - Franca cricriblue@hotmail.com Introdução

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social VARA DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE COMO CAMPO DE ESTÁGIO PARA O SERVIÇO SOCIAL

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social VARA DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE COMO CAMPO DE ESTÁGIO PARA O SERVIÇO SOCIAL VIII Jornada de Estágio de Serviço Social VARA DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE COMO CAMPO DE ESTÁGIO PARA O SERVIÇO SOCIAL ALMEIDA, Mayara Rodrigues 1 ARAÚJO, Sâmela Keren de Carvalho 2 CARVALHO, Sherryl Cristina

Leia mais

O sistema de garantia dos direitos humanos das crianças e dos adolescentes: responsabilidades compartilhadas.

O sistema de garantia dos direitos humanos das crianças e dos adolescentes: responsabilidades compartilhadas. Página1 Curso de extensão universitária: O sistema de garantia dos direitos humanos das crianças e dos adolescentes: responsabilidades compartilhadas. Apresentação: Em 2015, comemorando 25 anos do ECA,

Leia mais

Ações Socioeducativas

Ações Socioeducativas AÇÕES SOCIOEDUCATIVAS NA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Assistência Social Ações Socioeducativas Garantia dos direitos Inclusão social Desenvolvimento do protagonismo Desenvolvimento da autonomia individual

Leia mais

Resultados do Serviço Preparação para o Primeiro Emprego Ano 2012

Resultados do Serviço Preparação para o Primeiro Emprego Ano 2012 Resultados do Serviço Preparação para o Primeiro Emprego Ano 2012 Administração: Rodrigo Antônio de Agostinho Mendonça Secretária do Bem Estar Social: Darlene Martin Tendolo Diretora de Departamento: Silmaire

Leia mais

PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS

PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS ENCONTRO DE GRUPOS REGIONAIS DE ARTICULAÇÃO- ABRIGOS - SÃO PAULO O QUE É UMA REDE DE PROTEÇÃO SOCIAL? sistemas organizacionais capazes de reunir indivíduos e instituições,

Leia mais

SERVIÇOS DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS SCFV

SERVIÇOS DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS SCFV SERVIÇOS DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS SCFV SOCIOASSISTENCIAL X SOCIOEDUCATIVO SOCIOASSISTENCIAL apoio efetivo prestado a família, através da inclusão em programas de transferência de renda

Leia mais

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 Sandra M. Zákia L. Sousa 2 As demandas que começam a ser colocadas no âmbito dos sistemas públicos de ensino, em nível da educação básica, direcionadas

Leia mais

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR SANTOS, Elaine Ferreira dos (estagio II), WERNER, Rosiléa Clara (supervisor), rosileawerner@yahoo.com.br

Leia mais

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL PARA A PESSOA IDOSA

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL PARA A PESSOA IDOSA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL PARA A PESSOA IDOSA Potyara A. P. Pereira 1 Introdução Do conjunto de leis, direitos e políticas que, a partir da Constituição Federal de 1988, compõem a nova institucionalidade

Leia mais

Secretaria de Trabalho, Emprego e Promoção Social Piraí do Sul/PR: Órgão Gestor

Secretaria de Trabalho, Emprego e Promoção Social Piraí do Sul/PR: Órgão Gestor Secretaria de Trabalho, Emprego e Promoção Social Piraí do Sul/PR: Órgão Gestor RODRIGUES, Camila Moreira (estágio II), e-mail:camila.rodrigues91@hotmail.com KUSDRA, Rosiele Guimarães (supervisora), e-mail:

Leia mais

Os Atores do Sistema de Garantia aos Direitos da Criança e do Adolescente e o Significado do Controle Social

Os Atores do Sistema de Garantia aos Direitos da Criança e do Adolescente e o Significado do Controle Social Os Atores do Sistema de Garantia aos Direitos da Criança e do Adolescente e o Significado do Controle Social INGRID CATARINA SOLEDADE CALASANS ingridcalasans@gmail.com ARYADNE MARTINS SOARES BOHRER aryadneadv@gmail.com

Leia mais

PAIF. Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS

PAIF. Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS PAIF IMPORTANTE INTERRELAÇÃO ENTRE PAIF E CRAS CRAS O

Leia mais

O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO

O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO Maria Salete da Silva Josiane dos Santos O Programa Assistência Sócio-Jurídica, extensão do Departamento de Serviço Social, funciona no Núcleo

Leia mais

PROPONENTE: CONSELHEIRO WALTER DE AGRA JÚNIOR- PRESIDENTE DA COMISSÃO DA INFÂNCIA E JUVENTUDE JUSTIFICATIVA

PROPONENTE: CONSELHEIRO WALTER DE AGRA JÚNIOR- PRESIDENTE DA COMISSÃO DA INFÂNCIA E JUVENTUDE JUSTIFICATIVA PROPOSTA DE RECOMENDAÇÃO PROPONENTE: CONSELHEIRO WALTER DE AGRA JÚNIOR- PRESIDENTE DA COMISSÃO DA INFÂNCIA E JUVENTUDE JUSTIFICATIVA A Recomendação ora apresentada se faz necessária para que o Ministério

Leia mais

MÓDULO V Experiência de acolhimento em família solidária Aula 08. 1. Acompanhamento dos casos na modalidade de proteção em Família Solidária

MÓDULO V Experiência de acolhimento em família solidária Aula 08. 1. Acompanhamento dos casos na modalidade de proteção em Família Solidária MÓDULO V Experiência de acolhimento em família solidária Aula 08 Por Leonardo Rodrigues Rezende 1 1. Acompanhamento dos casos na modalidade de proteção em Família Solidária Os casos encaminhados à modalidade

Leia mais

Conselho Nacional de Assistência Social - CNAS

Conselho Nacional de Assistência Social - CNAS Conselho Nacional de Assistência Social - CNAS RESOLUÇÃO Nº 14, DE 15 MAIO DE 2014 Define os parâmetros nacionais para a inscrição das entidades ou organizações de Assistência Social, bem como dos serviços,

Leia mais

UNIVERSIDADE ABERTA AOS MOVIMENTOS SOCIAIS

UNIVERSIDADE ABERTA AOS MOVIMENTOS SOCIAIS 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( X ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA UNIVERSIDADE

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 19/A

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 19/A 9 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 19/A QUESTÃO 16 O Capítulo II das Entidades de Atendimento ao Idoso, da Lei nº 10.741, de 2003, que dispõe sobre o Estatuto do Idoso, coloca no Parágrafo Único

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Rede de Proteção. Criança e adolescente. Direitos Humanos. Violência

PALAVRAS-CHAVE Rede de Proteção. Criança e adolescente. Direitos Humanos. Violência 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA (X) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA

Leia mais

Núcleo da Criança e do Adolescente: Uma Proposta de Transetorialidade

Núcleo da Criança e do Adolescente: Uma Proposta de Transetorialidade Núcleo da Criança e do Adolescente: Uma Proposta de Transetorialidade ROBERTO AUGUSTO CARVALHO DE ARAÚJO ELIETE DE OLIVEIRA COELHO NATALINA DE FÁTIMA BERNARDO RONCADA SILVIA BEZ CAMARGO SOARES DE ALVARENGA

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome POLÍTICA DE ATENDIMENTO AO IDOSO NO ÂMBITO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL - S U A S

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome POLÍTICA DE ATENDIMENTO AO IDOSO NO ÂMBITO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL - S U A S POLÍTICA DE ATENDIMENTO AO IDOSO NO ÂMBITO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL - S U A S MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Data de Criação: 23 de janeiro de 2004. Objetivo: aumentar a intersetorialidade

Leia mais

TRABALHO SOCIAL COM FAMÍLIAS NO SUAS IRACI DE ANDRADE DRA. SERVIÇO SOCIAL

TRABALHO SOCIAL COM FAMÍLIAS NO SUAS IRACI DE ANDRADE DRA. SERVIÇO SOCIAL TRABALHO SOCIAL COM FAMÍLIAS NO SUAS IRACI DE ANDRADE DRA. SERVIÇO SOCIAL OBJETIVO DO CURSO Capacitar trabalhadores da assistência social para a utilização dos instrumentos técnico-operativos trabalho

Leia mais

EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS

EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS Garantir a elaboração e implementação da Política e do Plano Decenal de Direitos Humanos de Criança e Adolescente

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social. A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social. A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO MINISTÉRIO MELHOR VIVER- AMMV SILVA, D. Pollyane¹ MORO, M. Silvana ² SOUSA, G. Cristiane³ Resumo Este trabalho tem o intuito de descrever a Prática Profissional

Leia mais

NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL

NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte PPCAAM Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente Secretaria de Direitos Humanos Presidência

Leia mais

A GESTÃO DO CREAS E AS MUDANÇAS COM A TIPIFICAÇÃO E O PROTOCOLO DE GESTÃO

A GESTÃO DO CREAS E AS MUDANÇAS COM A TIPIFICAÇÃO E O PROTOCOLO DE GESTÃO A GESTÃO DO CREAS E AS MUDANÇAS COM A TIPIFICAÇÃO E O PROTOCOLO DE GESTÃO A Assistência Social como política de proteção social configura uma nova situação para o Brasil: garantir proteção a todos, que

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 16, DE 5 DE MAIO DE 2010

RESOLUÇÃO Nº 16, DE 5 DE MAIO DE 2010 RESOLUÇÃO Nº 16, DE 5 DE MAIO DE 2010 Define os parâmetros nacionais para a inscrição das entidades e organizações de assistência social, bem como dos serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais

Leia mais

PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA DO SUAS

PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA DO SUAS PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA DO SUAS CRAS Centro de Referência de Assistência Social PÚBLICO-ALVO: A PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA B DO SUAS Famílias, seus membros e indivíduos em situação de vulnerabilidade social

Leia mais

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense Projeto de Extensão Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense 1.0 - JUSTIFICATIVA Considerando que a Extensão Universitária tem entre as suas

Leia mais

PENSE NISSO: Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um é capaz de começar agora e fazer um novo fim.

PENSE NISSO: Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um é capaz de começar agora e fazer um novo fim. Abril 2013 Se liga aí, se liga lá, se liga então! Se legalize nessa c o m u n i c a ç ã o. Se liga aí, se liga lá, se liga então! Se legalize a liberdade de expressão! Se Liga aí - Gabriel Pensador PENSE

Leia mais

8ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE MINAS GERAIS

8ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE MINAS GERAIS 8ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE MINAS GERAIS DOCUMENTO FINAL EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Ações de mobilização: 1. Ampla mobilização, por

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE A FOME CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL RESOLUÇÃO N.º 191, DE 10 DE NOVEMBRO 2005 DOU 17/11/2005

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE A FOME CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL RESOLUÇÃO N.º 191, DE 10 DE NOVEMBRO 2005 DOU 17/11/2005 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE A FOME CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL RESOLUÇÃO N.º 191, DE 10 DE NOVEMBRO 2005 DOU 17/11/2005 Institui orientação para regulamentação do art. 3º

Leia mais

Re s p o n s a b i l i z a ç ã o e

Re s p o n s a b i l i z a ç ã o e Anexo II Di r e t r i z e s Ge r a i s d o s Se rv i ç o s d e Re s p o n s a b i l i z a ç ã o e Educação do Agressor SERVIÇO DE RESPONSABILIZAÇÃO E EDUCAÇÃO DO AGRESSOR Ap r e s e n ta ç ã o A presente

Leia mais

Assistência Social da benesse ao Direito A experiência de Campinas

Assistência Social da benesse ao Direito A experiência de Campinas Assistência Social da benesse ao Direito A experiência de Campinas Arnaldo Rezende Setembro/2010. Um pouco da origem... 1543 Implantação da 1ª. Santa Casa de Misericórdia. 1549 - Chegada dos Jesuítas no

Leia mais

Curso de Especialização em Saúde da Pessoa Idosa

Curso de Especialização em Saúde da Pessoa Idosa Curso de Especialização em Saúde da Pessoa Idosa Módulo Unidade 01 Tópico 01 Políticas na Atenção do Idoso Introdução as Políticas Públicas Políticas Públicas Ao longo do tempo o papel do Estado frente

Leia mais

Nota Técnica. Conceitos da Vigilância Socioassistencial Nº 01. Curitiba, PR. Junho de 2014. Coordenação da Gestão do SUAS

Nota Técnica. Conceitos da Vigilância Socioassistencial Nº 01. Curitiba, PR. Junho de 2014. Coordenação da Gestão do SUAS Nota Técnica Conceitos da Vigilância Socioassistencial Nº 01 Curitiba, PR. Junho de 2014 Coordenação da Gestão do SUAS Conceitos da Vigilância Socioassistencial Finalidade: Considerando a importância da

Leia mais

SERVIÇO DE ACOLHIMENTO INSTITUCONAL

SERVIÇO DE ACOLHIMENTO INSTITUCONAL SERVIÇO DE ACOLHIMENTO INSTITUCONAL Abrigo Casa lar Casa de passagem Beatriz Guimarães Bernardeth Gondim Cláudia Souza A PNAS Situando o acolhimento institucional e familiar Proteção Básica Proteção Especial

Leia mais

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL CONSIDERAÇÕES SOBRE O TRABALHO REALIZADO PELO SERVIÇO SOCIAL NO CENTRO PONTAGROSSENSE DE REABILITAÇÃO AUDITIVA E DA FALA (CEPRAF) TRENTINI, Fabiana Vosgerau 1

Leia mais

Mostra de Projetos 2011 "UMA REFLEXÃO ACERCA DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BAIRRO DO XARQUINHO, NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA-PR"

Mostra de Projetos 2011 UMA REFLEXÃO ACERCA DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BAIRRO DO XARQUINHO, NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA-PR Mostra de Projetos 2011 "UMA REFLEXÃO ACERCA DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BAIRRO DO XARQUINHO, NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA-PR" Mostra Local de: Guarapuava Categoria do projeto: Projetos

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social A PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS - APAE DE PALMEIRA

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social A PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS - APAE DE PALMEIRA VIII Jornada de Estágio de Serviço Social A PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS - APAE DE PALMEIRA Apresentador: Mayara Lucia Martins. MARTINS, Mayara

Leia mais

Departamento da Rede SocioassistencialPrivada do

Departamento da Rede SocioassistencialPrivada do Departamento da Rede SocioassistencialPrivada do SUAS Dados Gerais: Pesquisa das Entidades de Assistência Social Privadas sem Fins Lucrativos PEAS realizada em 2006,pormeiodeparceriaentreoMDSeoIBGE. Objeto

Leia mais

Cristiane Gonçalves de Souza 1 Dircéia Moreira. Introdução

Cristiane Gonçalves de Souza 1 Dircéia Moreira. Introdução UMA REFLEXÃO ACERCA DAS POSSIBILIDADES DE EMPODERAMENTO DAS FAMÍLIAS ATENDIDAS PELO PLANO NACIONAL DE PROMOÇÃO, PROTEÇÃO E DEFESA DO DIREITO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA

Leia mais

O Serviço Social na educação: possibilidades de intervenção frente a situações de exclusão social, poder e violência.

O Serviço Social na educação: possibilidades de intervenção frente a situações de exclusão social, poder e violência. Fazendo Gênero 8 - Corpo, Violência e Poder Florianópolis, de 25 a 28 de agosto de 2008 O Serviço Social na educação: possibilidades de intervenção frente a situações de exclusão social, poder e violência.

Leia mais

EVASÃO ESCOLAR DE ALUNOS TRABALHADORES NA EJA

EVASÃO ESCOLAR DE ALUNOS TRABALHADORES NA EJA EVASÃO ESCOLAR DE ALUNOS TRABALHADORES NA EJA OLIVEIRA, Paula Cristina Silva de Faculdade de Educação/UFMG EITERER, Carmem Lúcia. (Orientadora) Faculdade de Educação/UFMG RESUMO: Este é um trabalho de

Leia mais

Palavras-chave: adolescente, risco pessoal, prática profissional

Palavras-chave: adolescente, risco pessoal, prática profissional PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL E ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL NA CASA SANTA LUIZA DE MARILLAC. SOMER, Diana Galone (estagio I), e-mail: dianassomer@gmail.com BOMFATI, Adriana (supervisor), e-mail:

Leia mais

NOME DO SERVIÇO: SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS.

NOME DO SERVIÇO: SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS. NOME DO SERVIÇO: SERVIÇO DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS. DESCRIÇÃO GERAL: Serviço realizado em grupos, organizado a partir de percursos, de modo a garantir aquisições progressivas aos seus

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 101 DE 17 DE MARÇO DE 2005 (*)

RESOLUÇÃO Nº 101 DE 17 DE MARÇO DE 2005 (*) RESOLUÇÃO Nº 101 DE 17 DE MARÇO DE 2005 (*) Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente Dispõe sobre os Procedimentos e critérios para a aprovação de projetos a serem financiados com recursos

Leia mais

PÚBLICO-ALVO Assistentes sociais que trabalham na área da educação e estudantes do curso de Serviço Social.

PÚBLICO-ALVO Assistentes sociais que trabalham na área da educação e estudantes do curso de Serviço Social. OBJETIVOS: Promover o debate sobre o Serviço Social na Educação; Subsidiar as discussões para o Seminário Nacional de Serviço Social na Educação, a ser realizado em junho de 2012 em Maceió-Alagoas; Contribuir

Leia mais

PROF PIMENTEL PRÉ-PROVA CENTRAL DE CURSOS. www.profpimentel.com.br PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO

PROF PIMENTEL PRÉ-PROVA CENTRAL DE CURSOS. www.profpimentel.com.br PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO PRÉ-PROVA SUMÁRIO 8h30 - Português - Heliane Miscali...Pág. 03 8h50 - Matemática - Rogério Pizza...Pág. 09 9h10 - Informática - Francis David...Pág. 19 9h30 - Atualidades

Leia mais

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA,

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA, Carta de Campinas Nos dias 17 e 18 de junho de 2008, na cidade de Campinas (SP), gestores de saúde mental dos 22 maiores municípios do Brasil, e dos Estados-sede desses municípios, além de profissionais

Leia mais

OS PROCESSOS DE GESTÃO NO CREAS/SERVIÇO DE PROTEÇÃO E ATENDIMENTO ESPECIALIZADO À MULHER EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR

OS PROCESSOS DE GESTÃO NO CREAS/SERVIÇO DE PROTEÇÃO E ATENDIMENTO ESPECIALIZADO À MULHER EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR OS PROCESSOS DE GESTÃO NO CREAS/SERVIÇO DE PROTEÇÃO E ATENDIMENTO ESPECIALIZADO À MULHER EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR Nathalia Germiniani Silva, Juliene Áglio de Oliveira Parrão Centro

Leia mais

Acolhimento Familiar de Proteção Alternativa à Política Pública A experiência do Programa SAPECA

Acolhimento Familiar de Proteção Alternativa à Política Pública A experiência do Programa SAPECA Acolhimento Familiar de Proteção Alternativa à Política Pública A experiência do Programa SAPECA PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS SP Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência e Inclusão Social Acolhimento

Leia mais

O DESAFIO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E INDICADORES DE QUALIDADE

O DESAFIO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E INDICADORES DE QUALIDADE O DESAFIO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E INDICADORES DE QUALIDADE Alessandra Garcia Campos de Aguiar 1 alessandracampeche@gmail.com Melissa Weber de Oliveira

Leia mais

1 Introdução. 1 O Benefício de Prestação Continuada (BPC) é um programa de política social, garantido pela

1 Introdução. 1 O Benefício de Prestação Continuada (BPC) é um programa de política social, garantido pela 1 Introdução O Programa Bolsa Família (PBF) é o maior programa sócio assistencial atualmente no país, que atende cerca de 11,1 milhões de famílias brasileiras. O PBF tem sido objeto de várias questões

Leia mais

ASPECTOS HISTÓRICOS RESGATE DA HISTÓRIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BRASIL Maria Izabel Rocha Simão e Silva Capacitação de Candidatos ao Conselho Tutelar Barbacena, julho/2010 Objetivos: 1- Entendimento

Leia mais

Projeto de Decreto. (Criar uma denominação/nome própria para o programa)

Projeto de Decreto. (Criar uma denominação/nome própria para o programa) Projeto de Decreto Dispõe sobre as atribuições e competência do Programa de Execução de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto, atendendo à Resolução do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente,

Leia mais

SALA DE ESPERA DIREITOS DOS IDOSOS: SUBPROJETO DO NÚCLEO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, JURÍDICA E DE ESTUDOS SOBRE A PESSOA IDOSA

SALA DE ESPERA DIREITOS DOS IDOSOS: SUBPROJETO DO NÚCLEO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, JURÍDICA E DE ESTUDOS SOBRE A PESSOA IDOSA 110. ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( x ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA SALA DE ESPERA DIREITOS DOS IDOSOS: SUBPROJETO DO NÚCLEO

Leia mais