Regimento Interno das Unidades de Semiliberdade do Estado da Bahia. Fundação da Criança e do Adolescente. Gerência de Semiliberdade

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1 Regimento Interno das Unidades de Semiliberdade do Estado da Bahia Fundação da Criança e do Adolescente Gerência de Semiliberdade Bahia, 2012 z

2 2 Governador do Estado da Bahia Governador Jaques Wagner Secretária de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza - SEDES Maria Morais de Carvalho Mota Diretora da Fundação da Criança e do Adolescente FUNDAC Ariselma Pereira Gerente de Semiliberdade Carolina Leal

3 3 Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza SEDES Fundação da Criança e do Adolescente - FUNDAC REGIMENTO INTERNO TITULO I DA APRESENTAÇÃO CAPÍTULO I DA INSTITUIÇÃO Art. 1º. O presente Regimento tem por finalidade dispor sobre a organização e o funcionamento das unidades de Semiliberdade no Estado da Bahia, instituídas e mantidas pela FUNDAÇÃO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE FUNDAC, entidade governamental do Estado da Bahia, com sede na Rua Agripino Dórea, 26 A Pitangueiras Brotas Salvador Bahia CEP: Art. 2º. A Unidade tem por objetivo executar a Medida de Semiliberdade determinada pela Justiça da Infância e da Juventude a adolescentes e jovens, propondo-lhes condições para construção de uma vida capaz de garantir o respeito, a integridade física, psicológica, moral e o pleno exercício dos direitos e deveres em meio à sociedade. CAPÍTULO II DO REFERENCIAL LEGAL Art. 3º. A Unidade deve pautar a sua ação em conformidade com os preceitos constitucionais e das legislações federal e estadual em vigor, em especial as normas do Estatuto da Criança e do

4 4 Adolescente (Lei de 13 de julho de 1990) e da Lei nº /2012 (Lei instituidora do SINASE), bem como observar os princípios dos Tratados e Convenções Internacionais de Direitos Humanos subscritos e aprovados pelo Estado Brasileiro. A Unidade também se pautará no Regimento Interno da FUNDAC, na Declaração Universal dos Direitos Humanos, nas Regras de Beijing, nas Diretrizes de Riad, nas orientações do Juizado da Infância e da Juventude e no SINASE (Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo), além de seguir as orientações previstas neste Regimento, no Manual do Educando, no Manual de Segurança, no Manual do Educador e no Manual das Famílias. TÍTULO II DOS OBJETIVOS CAPÍTULO I DO OBJETIVO GERAL Art. 4º. Proporcionar ao adolescente e jovem em cumprimento de medida a superação do ato infracional (ou atos infracionais) e o exercício pleno da sua cidadania, mediante processo socioeducativo fortalecedor da inter- relação familiar e comunitária e do respeito aos direitos humanos em espécie. CAPÍTULO II DOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS Art. 5º. São objetivos específicos da execução de semiliberdade: I. Responsabilizar os adolescentes e jovens quanto às consequências lesivas do ato infracional; I Promover a integração social dos adolescentes e jovens e a garantia dos seus direitos individuais e sociais por meio do cumprimento de seu PIA; Efetivar as disposições da sentença como parâmetro máximo de restrição de direitos, observados os limites previstos em lei, desaprovando a conduta infracional; Possibilitar aos adolescentes e jovens o conhecimento da Medida de Semiliberdade; V. Sensibilizar os adolescentes e jovens para serem protagonistas de seu projeto de vida;

5 5 VI. V VI IX. Proporcionar aos adolescentes e jovens o entendimento das normas de convivência da Unidade, corresponsabilizando-os por meio de um contrato pedagógico; Propiciar aos adolescentes e jovens o permanente desenvolvimento de aptidões para a vida cotidiana em sintonia com as novas demandas do mercado de trabalho; Fortalecer a autoestima dos adolescentes e jovens no processo socioeducativo; Assegurar ao adolescente e jovem o direito à saúde através do SUS (Sistema Único de Saúde) e à educação, através da Secretaria de Educação; X. Realizar acompanhamento à família do adolescente e jovem por intermédio de encontros e orientações técnicas no acompanhamento da Medida de Semiliberdade; XI. X XI Buscar parcerias na orientação cidadã do adolescente e jovem, visando o fortalecimento do seu retorno ao convívio familiar e comunitário Proporcionar o crescimento qualitativo das condições de trabalho na Unidade; Promover a contínua formação da Equipe Técnica e dos funcionários da Unidade, no que concerne a exequibilidade da Semiliberdade e do trabalho socioeducativo. TÍTULO III DOS DESTINATÁRIOS CAPÍTULO I DO QUADRO DE PESSOAL Art. 6º. O quadro de pessoal e formado por: I. Coordenação; I Supervisão Administrativa; Advogado; Assistente Social; V. Pedagogo; VI. V Professor de Educação Física; Psicólogo;

6 6 VI IX. Assistente Administrativo; Socioeducadores; X. Vigilantes; XI. X Cozinheiros; Auxiliar de Serviços Gerais. CAPÍTULO II DOS ADOLESCENTES E JOVENS Art. 8º. A Unidade tem por finalidade a execução da Medida Socioeducativa de Semiliberdade para adolescentes do sexo masculino, de 12 a 18 anos. Parágrafo Único. A Medida Socioeducativa de Semiliberdade pode ser executada até a idade de 21 (vinte e um anos) de acordo com redação do 5º do artigo 121 do Estatuto da Criança e do Adolescente. TÍTULO IV DIRETRIZES PEDAGÓGICAS Art. 9º. O plano de ação da Unidade deverá ser elaborado por todos os profissionais a partir da pedagogia da presença e da pedagogia de projetos, levando-se em conta os princípios do SINASE: I. Prevalência da ação socioeducativa sobre os aspectos meramente sancionatórios; I Projeto Pedagógico como ordenador de ação e gestão do atendimento socioeducativo; Participação dos adolescentes e jovens na construção, no monitoramento e na avaliação das ações socioeducativas; Respeito à singularidade do adolescente e jovem, presença educativa e exemplaridade como condições necessárias na ação socioeducativa; V. Exigência e compreensão, enquanto elementos primordiais de reconhecimento, e respeito ao adolescente e jovem durante o atendimento socioeducativo;

7 7 VI. V VI IX. Diretividade no processo socioeducativo; Dinâmica institucional garantindo a horizontalidade na socialização das informações e dos saberes em equipe multiprofissional; Organização espacial e funcional das Unidades de atendimento socioeducativo que garantam possibilidades de desenvolvimento pessoal e social para o adolescente e jovem; Diversidade étnico-racial, de gênero e de orientação sexual norteadora da prática pedagógica; X. Família e comunidade participando ativamente da experiência socioeducativa; XI. Formação continuada dos atores sociais. TÍTULO V DA CAPACIDADE CAPÍTULO I DA CAPACIDADE Art. 11. A Unidade de Semiliberdade tem capacidade para acolher até 20 (vinte) adolescentes e jovens para cumprimento da Medida Socioeducativa de Semiliberdade, com sentença proferida pela autoridade judiciária, podendo o fluxo de entrada e saída ser ilimitado, obedecendo à capacidade instalada na unidade em consonância com o Termo de Convênio. Parágrafo Único. A Unidade de Semiliberdade poderá receber adolescentes e jovens de Comarcas diversas, encaminhados pela Gerência de Semiliberdade, obedecendo ao disposto no Art.40 da Lei /2012, garantindo o princípio da convivência familiar e comunitária (Art. 124, Inc VI ECA).

8 8 TÍTULO VI DO FUNCIONAMENTO CAPÍTULO I DAS DIRETRIZES Art. 12. As diretrizes de atendimento da Unidade de Semiliberdade devem nortear a proposta pedagógica de superação do ato infracional, por meio da construção de um projeto de vida legalmente e socialmente aceito, buscando integrar a fundamentação teórica com a intervenção prática. Art. 13. São diretrizes do atendimento: I. Cumprir as Medidas nos estritos termos das disposições da sentença e demais determinações judiciais, bem como na égide da Declaração Universal dos Direitos Humanos, das Regras de Beijing, das Diretrizes de Riad, da Constituição da República Federativa do Brasil, do Estatuto da Criança e do Adolescente e do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo; I Manter estreita cooperação com o Sistema de Garantia de Direitos, visando alcançar a finalidade da Medida; Estruturar o projeto técnico pedagógico nas áreas de segurança, saúde, escolarização e profissionalização, atividades culturais, esportivas e de lazer, utilizando os serviços públicos oferecidos pela Rede Socioassistencial do Município e de outras Comarcas, quando necessário; Recorrer, sempre que necessário, à cooperação da comunidade, do Poder Público local e de outros Municípios nas atividades de execução da Medida; V. Manter intercâmbio, através da coordenação e da equipe técnica, com instituições de ensino e pesquisa, com propósito da qualificação e do aperfeiçoamento dos adolescentes e jovens; VI. V Fundamentar as decisões que digam respeito à conduta pessoal dos adolescentes e jovens; Organizar e manter a dinâmica institucional nos aspectos pedagógicos da Medida, para desenvolver no adolescente e no jovem o sentido de responsabilidade, a consciência dos

9 9 seus direitos e deveres, a convivência em comunidade, o respeito à Lei e a autoridade, a aceitação de limites e construção de um projeto de vida legalmente e socialmente aceito; VI IX. Manter entendimento e cooperação com as Unidades de Atendimento Socioeducativo da FUNDAC e com os demais programas de Atendimento socioeducativo do Município; Obedecer às normas estabelecidas em Lei e as de organização do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo, bem como deste Regimento Interno; X. Manter canal de comunicação com a equipe de Regionalização da FUNDAC, objetivando o acompanhamento e a execução da Medida; Art. 14. A escolarização, na Semiliberdade, será oferecida pelas escolas da Rede Pública de Ensino, com acompanhamento da presente instituição executora da Medida (Art. 120, 1º ECA). CAPÍTULO II DO FUNCIONAMENTO Art. 15. A Unidade de Semiliberdade funciona em tempo integral, inclusive nos feriados e finais de semana. Art. 16. A sistematização de atendimento deverá obedecer à rotina diária estabelecida através dos horários e das necessidades sócio pedagógicas das ações internas e externas da Unidade, as quais podem variar de acordo com a oferta externa e com as metas estabelecidas no PIA de cada um dos adolescentes e jovens. I. A rotina de necessidades da Unidade é a seguinte: a) Despertar; b) Higiene pessoal; c) Limpeza e organização dos quartos; d) Café da manhã; e) Lavagem da roupa pessoal; f) Encaminhamento para atividades internas ou externas;

10 10 g) Lanche matutino; h) Atendimentos técnicos; i) Almoço; j) Higiene pessoal; k) Encaminhamento para atividades internas ou externas; l) Lanche da tarde; m) Atendimentos técnicos; n) Jantar; o) Escola; p) Lanche noturno; q) Horário de recolhimento. Art. 17. As visitas serão permitidas de segunda a sexta-feira em horário comercial, das 8:00 horas até 12:00 horas e das 14:00 horas até 17:30 horas, ou em qualquer outro horário estabelecido pela Equipe Técnica em conformidade com os familiares, respeitando as necessidades e especificidades de cada caso. I. Poderão visitar o adolescente e o jovem os pais ou responsáveis legais, os filhos, os avós, os irmãos, a cônjuge e a companheira com filho(s) proveniente(s) da relação. I A visita de namorada será autorizada após a constatação pela equipe psicossocial de vínculo afetivo duradouro, bem como seguida de autorização da família da jovem, quando menor de 18 (dezoito) anos. O adolescente e o jovem terão o direito de serem visitados uma vez por semana, por até duas pessoas dentre as indicadas em seu rol. Não poderá haver revezamento entre pessoas durante a realização da visita. O visitante deverá conhecer e respeitar as normas de segurança estabelecidas neste Regimento Interno, entre outras Normas e diretrizes da Unidade e, submeter-se à revista pessoal e dos objetos que portar. 1º Na inexistência ou impedimento da visitação das pessoas elencadas no rol de visitantes, o adolescente e o jovem poderão receber a visita de família alternativa, depois de comprovada a

11 11 existência de vínculo afetivo duradouro, pelo Setor de Serviço Social ou por meio de prova admitida para o caso. 2º Os filhos do adolescente e do jovem poderão realizar visitas aos seus respectivos pais que estejam cumprindo Medida na Unidade, acompanhados por seus responsáveis legais, desde que não haja impedimento jurídico que verse o contrário para o tema. 3º A Coordenação da Unidade poderá solicitar à autoridade judiciária a suspensão temporária ou definitiva do visitante, inclusive dos pais ou responsável legal, se existirem motivos prejudiciais ao cumprimento da Medida. TÍTULO VII DOS ADOLESCENTES E DOS JOVENS Art. 18. Cabe ao adolescente e ao jovem, além das obrigações legais inerentes ao cumprimento da medida, ajustar sua conduta às regras constantes neste Regimento Interno, no Manual do Educando e no Plano Individual de Atendimento (PIA). Art. 19. É dever do adolescente e do jovem, manter, conservar e cuidar dos bens da instituição, devendo informar qualquer circunstância que signifique perigo à vida ou risco à integridade física própria ou de terceiros. CAPÍTULO I DOS DIREITOS Art. 20. São direitos dos adolescentes e dos jovens: I. Receber e dar ciente em livro de protocolo próprio, por ocasião do ingresso, o Manual do Educando; I Acompanhar periodicamente o plano individual de execução da sua Medida e ter acesso às informações deste, quando necessário; Receber e expedir a sua correspondência pessoal sem censura ou violação, salvo quando

12 12 sob investigação de conduta de natureza suspeita; Ser informado sobre a sua situação processual sempre que desejar; V. Receber a visita de seus familiares em ambiente de privacidade (porém, não íntimo) e nos termos do presente regulamento e sempre sob a supervisão dos Socioeducadores; VI. V VI IX. Ser ouvido antes de aplicação de medida disciplinar; Entrevistar-se, pessoalmente e reservadamente, com o coordenador e com a Equipe Técnica da Unidade; Ter acesso à comunicação e à entrevista com o representante do Ministério Público, Juiz, seu Defensor, e obter a presença dos pais ou responsável, quando necessário; Receber cuidados Médicos, Psicológicos, Odontológicos e Farmacêuticos na medida de suas necessidades; X. Manter em sua posse cópias dos documentos e objetos pessoais permitidos, salvo quando comprovada incapacidade para tal; XI. X XI X Receber atendimento especializado sempre que necessário, em Unidade adequada e em especial no caso de dependência química ou se portador de deficiência física, de doença mental, doença infecto-contagiosa, dentre outras; Fazer ou atender ligações desde que esteja na presença do Assistente Social, Técnico responsável, Socioeducador, seguindo uma criteriosa agenda; Ter acesso ao computador desde que para uso pedagógico e somente na presença e com autorização do técnico responsável pela atividade, bem como na presença do Socioeducador sob o mesmo rito de autorização e necessidade; Alimentação diferenciada, quando essa for uma exigência médica. Parágrafo Único. O direito de visita pode ser suspenso ou restringido mediante ato motivado do Coordenador da Unidade, bem como da Unidade Judiciária local (Vara da Infância e Juventude), da Promotoria Pública da Infância e Juventude e da Defensoria Pública da Infância e Juventude.

13 13 CAPÍTULO II DOS DEVERES Art. 21. São deveres dos adolescentes e dos jovens; I. Participar das atividades da Unidade, nos horários estabelecidos; I Freqüentar a escola; Manter e conservar os equipamentos de uso comum e participar das atividades de limpeza e recuperação das instalações físicas da Unidade; Participar das atividades que lhe forem oferecidas, de acordo com o plano individual; V. Fazer uso da medicação e obedecer às prescrições médicas e odontológicas, entre outras de ordem de saúde; VI. V VI IX. Cumprir as determinações da Coordenação, da Equipe Técnica e dos Socioeducadores; Manter limpos e organizados a dependência e os pertences de uso pessoal; Conservar em ordem e em condições de uso o vestuário e os demais objetos recebidos da Unidade; Abrir correspondência pessoal na presença de membro da direção, sempre que solicitado; X. Seguir as orientações do Manual do Educando; CAPÍTULO III DA DISCIPLINA Art. 22. A disciplina consiste na otimização da ordem, da manutenção da obediência às determinações e normas da Unidade, bem como a busca no melhoramento do desempenho na persecução da Medida. Art. 23. Não se aplicará medida disciplinar sem que esteja definida no Regimento Interno e ao disposto nos Artigos 71 a 75 da Lei 12594/12.

14 14 Art. 24. As faltas classificam-se em natureza leve, média e grave, conforme definidas neste Regimento Interno. CAPÍTULO IV DOS REGIMES DISCIPLINARES Art. 25. Constituem Medidas Disciplinares as sanções educativas e disciplinares contidas neste Regimento. I. As Medidas de restrição ou suspensão de atividades deverão ser aplicadas por tempo nunca superior a 20 (vinte) dias e durante este período o adolescente e o jovem deverão receber atendimento técnico individualizado. I Na aplicação das Medidas Disciplinares levar-se-á em conta processo evolutivo ou não evolutivo do comportamento do adolescente e do jovem na Semiliberdade, a natureza e as circunstâncias do fato, bem como as suas consequências. Todas as Medidas disciplinares deverão ser registradas no respectivo prontuário individual. As Medidas Disciplinares respeitarão o adolescente e o jovem, sua cidadania, não podendo expor a sua integridade física ou moral. Parágrafo Único. Não se aplicará Medida Disciplinar apenas sob suspeita ou dúvida, exceto quando as circunstâncias, para a própria segurança do adolescente e do jovem envolvidos ou de outrem, necessitarem da aplicação. Art. 26. A restrição ou suspensão de atividades pode resultar: I. Na proibição de ver televisão ou ouvir rádio; I Na proibição de participar de atividades recreativas internas e/ou externas; Em restrição das viagens sempre que o contato familiar se mostrar prejudicial à persecução da Medida do adolescente e do jovem; Na proibição de saídas.

15 15 1º A Coordenação, juntamente com a Equipe Técnica, poderá aplicar outras Medidas de restrição ou suspensão em consonância com o Plano Individual ou as atividades da Unidade, segundo as regras de convivência. 2º O inciso III deste artigo só poderá ser aplicado mediante autorização do Juiz da Infância e Juventude da Comarca. 3º As Medidas Disciplinares obedecerão aos princípios esculpidos nos incisos do Artigo 71 da Lei /2012, bem como às redações dos Artigos 72, 73, 74 e 75, da mesma Lei. CAPÍTULO V DAS SANÇÕES LEVES Art. 27. Efetuar a troca, a compra ou a venda de produtos ou mercadorias não autorizadas ou sem a respectiva nota de compra. Sanção Recolhimento do objeto e suspensão de 3 (três) saídas de lazer. Art. 28. Resistir ou recusar-se às revistas. Sanção Suspensão de 5 (cinco) saídas de lazer subsequentes a negação da revista e realização de revista imediata de seus objetos pessoais repetida por 3 (três) dias subsequentes. Parágrafo Único. Enquanto se mantiver a resistência, o adolescente e o jovem não terão acesso às dependências da casa ou mesmo ao seu próprio quarto como medida de segurança. Art. 29. Desobedecer ou desrespeitar o Coordenador ou qualquer dos demais profissionais da Unidade. Sanção Suspensão de toda e qualquer atividade externa de lazer, devendo o adolescente e o jovem executar atividades pedagógicas nos horários previstos para as referidas saídas.

16 16 CAPÍTULO VI DAS SANÇÕES MÉDIAS Art. 30. Reiterar, por uma única vez, em qualquer falta de natureza leve, discriminada no Capítulo V do Título VII deste Regimento ou mesmo não cumprir a sanção prevista, ainda que parcialmente. Sanção Suspensão de qualquer saída por 7 (sete) dias seguidos e subsequentes, incluindo-se atividades esportivas, excetuando-se saídas para a escola, atendimento de saúde e solicitações judiciais. Art. 31. Danificar o patrimônio da Unidade sem estar amparado no artigo 75 e incisos da Lei /2012. Sanção Reparar, restituir o objeto danificado ou valor correspondente pelo adolescente ou jovem. CAPÍTULO VIII DAS SANÇÕES GRAVES Art. 32. Reiterar em qualquer falta de natureza média. Sanção Suspensão de 8 (oito) dias sem sair para qualquer finalidade, exceto médica, judicial e escolar, somados a mais 8 (oito) dias sem saídas esportivas, culturais e de lazer, direcionando as atividades pedagógicas internas para reflexão sobre o ato praticado. Art. 33. Praticar ou participar de qualquer ato infracional. Sanção Apresentar os envolvidos na delegacia e encaminhar relatório informativo ao Juiz, juntando termo circunstanciado, se houver. Art. 34. Liderar ou participar de qualquer ato destinado a subverter a ordem e a disciplina durante o cumprimento da Medida de Semiliberdade. Sanção Suspensão de 8 (oito) dias, sem sair para qualquer finalidade, exceto para a escola, atendimento médico e judicial, somados a mais 8 (oito) dias sem saídas esportivas, substituídas por atividades pedagógicas.

17 17 Art. 35. Evadir, com retorno em menos de 24 (vinte e quatro) horas, tentar fugir ou praticar ato destinado à fuga de outrem. Sanção Suspensão de 8 (oito) dias sem sair para qualquer finalidade, exceto para a escola, atendimento médico e judicial, somados a mais 8 (oito) dias sem saídas esportivas, substituídas por atividades pedagógicas direcionadas para reflexão sobre o ato praticado. Art. 36. Fabricar, ajudar a fabricar, ou ter consigo qualquer instrumento destinado à agressão física. Sanção Suspensão de 8 (oito) dias sem saída para qualquer finalidade, exceto médica e judicial, somados a mais 8 (oito) dias sem saídas esportivas, substituídas por atividades pedagógicas, cumulada com revista imediata de seus objetos pessoais repetida por 3 (três) dias subsequentes ao encontro do objeto. Art. 37. Provocar ou participar de incidentes destinados a causar desordem. Sanção Suspensão de 8 (oito) dias sem sair para qualquer finalidade, exceto para a escola, atendimento médico e judicial, somados a mais 8 (oito) dias sem saídas esportivas, direcionando a atividade pedagógica para reflexão sobre o ato praticado. Art. 38. Chegar à Unidade sob efeito de álcool e/ou outras drogas. Sanção Suspensão de qualquer saída, por até 20 (vinte) dias, exceto para escola,atendimento médico e judicial, cumulada com suspensão de visita familiar externa, após autorização judicial. Parágrafo Único. A suspensão poderá ser revista a qualquer tempo, considerando-se questões peculiares do caso concreto. CAPÍTULO IX DAS RECOMPENSAS Art. 39. Constituem abonos disciplinares: I. O elogio, entendendo ser o mesmo essencial ao estabelecimento de vínculos, compreensão e cumprimento da medida socioeducativa. A concessão de benefícios no que diz respeito às saídas, bem como aumento da permanência das visitas familiares;

18 18 I Propositura da progressão ou extinção da Medida de Semiliberdade. Parágrafo Único. Entende-se, também, como benefício, o acesso a atividades externas extras, maior quantidade de visitas familiares, concessão de ingressos a atividades de lazer sem, contudo, contrariar o previsto em seu PIA, Manual de Segurança, Manual do Educando, Manual do Socioeducador, Cartilha da Família e neste Regimento Interno. CAPÍTULO X DO MANUAL DO EDUCANDO Art. 40. O Manual do Educando é um documento impresso destinado ao adolescente e ao jovem, onde constam seus direitos e deveres durante o cumprimento de Semiliberdade, medidas de recompensa, normas do procedimento disciplinar, explicações gerais sobre a organização física da Unidade, atividades do plano coletivo, as funções dos profissionais do Programa, além de orientações sobre higiene pessoal, vestuário, alimentação, posse de objetos e dinheiro e uso dos meios de comunicação. TITULO VIII DOS OPERADORES DO PROGRAMA CAPÍTULO I DA PRESIDÊNCIA DA ONG Art. 41. Compete à Presidência da ONG executar direta ou indiretamente as atividades necessárias à consecução do objeto a que alude o Convênio, observando os critérios de qualidade técnica, os prazos e os custos previstos no Plano de Trabalho. I. Assegurar as condições ambientais, materiais e metodológicas que garantam o processo socioeducativo;

19 19 I Acompanhar e apresentar a prestação de contas parcial e final dos recursos alocados ao Convênio, inclusive dos provenientes de rendimentos de aplicação financeira; Participar de reuniões com a FUNDAC, Coordenação e Equipe Técnica da Unidade. CAPÍTULO II DA COORDENAÇÃO Art. 42. A Direção da Unidade compõe-se da Coordenação Técnica, responsável pela custódia socioeducativa legal dos adolescentes e dos jovens, competindo-lhe a execução do Plano Pedagógico da Medida de Semiliberdade. Art. 43. Compete ao Coordenador: I. Representar a Unidade perante a Gerência de Regionalização e falar em seu nome; I Responder pelo fiel cumprimento das disposições da sentença judicial ou das demais determinações judiciais ou comunicar imediatamente eventual impossibilidade do cumprimento da Medida por parte dos adolescentes e dos jovens, munida de Relatório da Equipe Técnica; Responder pela observância das atribuições legais da Unidade e dos direitos fundamentais dos educandos; Responder pelo planejamento, execução e avaliação das atividades da Unidade, tanto no aspecto administrativo, como técnico operacional e acompanhar a elaboração do PIA pela equipe interdisciplinar; V. Dispor sobre as atividades de seus colaboradores, dos adolescentes e dos jovens, em complemento ao presente Regimento, além de acompanhar a elaboração do PIA pela equipe interdisciplinar; VI. V VI IX. Aplicar as sanções e conceder os benefícios do presente Regimento; Aprovar o Plano Coletivo e o Plano Individual e supervisionar a respectiva execução; Participar da construção da Cartilha do Adolescente e suas modificações, acompanhar a elaboração do PIA pela equipe interdisciplinar; Advertir os funcionários mediante falhas na execução das suas funções.

20 20 1.º A primeira advertência, a que se refere o inciso IX deste artigo, será verbal; as demais serão por escrito. 2.º Após três advertências, mencionadas no inciso IX deste artigo, por escrito o profissional será desligado da Unidade. 3.º As advertências terão validade no prazo que durar o Convênio. CAPÍTULO III DA EQUIPE TÉCNICA E SUAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS Art. 43. Compete cumulativamente a todos integrantes da Equipe Técnica: I. Realizar acompanhamento sistemático por meio de encontros individuais e grupais com os adolescentes, os jovens e familiares; I Assessorar tecnicamente a Coordenação, sugerindo a introdução ou retirada de procedimentos adequados à proposta em execução; Proceder à recepção dos adolescentes e jovens, informando-os dos seus direitos e deveres, normas de funcionamento interno e medidas disciplinares; Elaborar instrumentos de controle e avaliação das ações técnicas em conjunto com a Coordenação; V. Promover reuniões periódicas com os Socioeducadores para avaliação das atividades; VI. V VI IX. Promover e acompanhar as ações no que se refere à movimentação de adolescentes e jovens; Avaliar o processo de atendimento aos adolescentes e jovens em Semiliberdade nos níveis individual, familiar e comunitário; Planejar, articular e efetivar com a equipe de Socioeducadores atividades a serem desenvolvidas na Unidade; Elaborar com a Equipe interdisciplinar o Plano Individual de Atendimento PIA;

21 21 X. Articular, junto à Coordenação, treinamento e cursos de atualização dos funcionários da Unidade; XI. X XI X XV. XVI. XV Zelar pelo cumprimento deste Regimento; Acompanhar o Socioeducador na Revista Periódica Total, seguindo os preceitos deste Regimento, quanto à funcionalidade dessa modalidade de revista. Buscar recursos existentes na comunidade para garantir o acesso do adolescente e do jovem na rede de atendimento; Participar da construção da proposta pedagógica da unidade; Cumprir os prazos estabelecidos na legislação específica, bem como os estabelecidos pela Gerência de Regionalização. Promover, em seu trabalho, o respeito à dignidade e integridade do ser humano; Apoiar as visitas familiares na Unidade e fora da mesma quando necessário. Parágrafo Único. A Equipe Técnica da execução da Medida Socioeducativa de Semiliberdade tem por objetivo assessorar a Coordenação, organizando, planejando, acompanhando e avaliando as ações referentes aos atendimentos jurídicos, social, psicológico, pedagógico, de arte e educação, esportivo e de saúde prestados ao adolescente e jovem, além de outros referentes a direitos fundamentais dos adolescentes e jovens. Art. 44. Compete ao Pedagogo: I. Elaborar, juntamente com a Coordenação Técnica de Desenvolvimento Integral, o Plano de Ação da Unidade; I Planejar, orientar, coordenar, acompanhar e avaliar a execução das atividades pedagógicas ministradas pelos socioeducadores da Unidade; Assegurar e fomentar a prática da Pedagogia da Presença e os quatro pilares da educação: aprender a ser, aprender a conhecer, aprender a fazer e aprender a conviver; Integrar a equipe interdisciplinar que fará o processo de acolhimento e adaptação dos adolescentes e jovens; V. Orientar as famílias quanto às suas responsabilidades e importância socioeducativa, principalmente no que se refere à profissionalização do adolescente e do jovem;

22 22 VI. Acompanhar o desenvolvimento escolar formal (frequência, rendimento, comportamento, etc.) do adolescente e do jovem em cumprimento de Medida; V VI IX. Elaborar e executar projetos e trabalhos em grupo, de acordo com o planejamento pedagógico; Promover e organizar junto ao corpo técnico, eventos que valorizem a pluralidade cultural, a educação formal e não formal, lazer e diversão, dos adolescentes e dos jovens junto com a comunidade local; Elaborar e manter atualizados os instrumentos de acompanhamento e avaliação do processo socioeducativo dos adolescentes e dos jovens, bem como alimentar o SIPIA/SINASE; X. Planejar juntamente com a Equipe Técnica e Socioeducadores, atividades para os fins de semana e feriados; XI. X XI X XV. XVI. XV XVI XIX. Informar dados estatísticos qualitativos e quantitativos sobre a situação educacional dos adolescentes e dos jovens; Viabilizar a mediação de procedimentos e práticas que facilitem o processo de aprendizagem e descobertas dos adolescentes e dos jovens; Receber os documentos escolares, dirigindo-os ao setor responsável, bem como dar retorno ao núcleo escolar correspondente, após terem sido adotados os procedimentos cabíveis; Proporcionar suporte pedagógico aos educandos através dos educadores com reforço escolar e o uso de jogos lúdicos e educativos; Colaborar na elaboração de relatórios dando informações necessárias acerca do cotidiano de cada adolescente ou jovem; Realizar o atendimento individual e grupal dos adolescentes e dos jovens e dos respectivos familiares visando seu retorno ao lar; Participar do processo de acolhimento e adaptação do adolescente e do jovem; Participar da execução e avaliação do: Regimento Interno, Cartilha do Educando, Manual do Socioeducador e projetos que contribuam no desenvolvimento biopsicossocial do adolescente e do jovem na Unidade; Avaliar as características dos adolescentes e dos jovens para adequar os

23 23 encaminhamentos para atividades escolares, pedagógicas e iniciação profissional e esportes ao seu potencial, motivação e interesse; XX. XXI. Promover, em seu trabalho, o respeito à dignidade e integridade do ser humano; Zelar pelo cumprimento deste Regimento. Art. 45. Compete ao Assistente Social: I. Realizar ações inerentes ao profissional de Serviço Social com o objetivo de atuar nos fatores determinantes para a execução do Projeto Pedagógico da Semiliberdade; I Realizar atendimento individual aos adolescentes e aos jovens e seus familiares; Estimular a participação dos adolescentes e dos jovens nas atividades pedagógicas, informando sobre a importância do cumprimento da Medida Socioeducativa de Semiliberdade; Realizar visita domiciliar visando conhecimento da realidade socioeconômica e familiar e a confirmação de dados oferecidos pelos adolescentes, jovens e família; V. Elaboração, execução e avaliação das atividades socioeducativas a serem desenvolvidas com os adolescentes, jovens e/ou familiares, frente às demandas sociofamiliares; VI. V VI IX. Encaminhar os adolescentes e os jovens e/ou seus familiares para a rede de apoio da comunidade, bem como outros órgãos de acordo com as necessidades detectadas; Viabilizar e realizar contatos telefônicos com as famílias dos adolescentes e dos jovens; Avaliar o processo socioeducativo dos adolescentes e dos jovens nos níveis individual, familiar e comunitário juntamente com a Coordenação Técnica da Unidade; Promover oficinas socioeducativas em conjunto com a Equipe Técnica; X. Contribuir com a equipe multidisciplinar, com parecer técnico para elaboração do relatório de avaliação, informando a autoridade judiciária no que tange a situação dos adolescentes e dos jovens em cumprimento de Medida Socioeducativa de Semiliberdade; XI. Realizar reuniões com os adolescentes, jovens e seus familiares com intuito de fortalecer os vínculos familiares;

24 24 X XI X XV. XVI. XV XVI XIX. XX. XXI. Tomar conhecimento do processo histórico de cada adolescente ou jovem para dar subsídios em atividades que proporcionem o desenvolvimento individual e coletivo; Construir junto com a Equipe Técnica e demais profissionais o Plano Individual de Atendimento PIA do adolescente ou jovem com a participação do mesmo e sua família, dentro do prazo legal; Registrar os atendimentos nos prontuários dos adolescentes e dos jovens, mantendo-os atualizados, bem como alimentar o SIPIA/SINASE; Desenvolver com a Equipe multidisciplinar da Unidade de Semiliberdade atividades de cunho informativo para a promoção, proteção e recuperação da saúde; Buscar juntamente com a Coordenação da Unidade parcerias para possíveis encaminhamentos dos adolescentes e dos jovens ao mercado de trabalho, segundo o cumprimento do art. 69 do ECA; Realizar reuniões com Equipe Técnica e demais profissionais da Unidade, para estudos de caso; Promover juntamente com a Equipe Técnica atividades socioeducativas (seminários, palestras) e programações culturais proporcionando a inclusão social do adolescente e do jovem na comunidade; Promover atividades de integração para as famílias, os adolescentes e os jovens de modo que a família seja coparticipante do processo pedagógico aplicado com os mesmos; Participar da execução e avaliação do Regimento Interno, do Manual do Educando, do Manual das Famílias, do Manual do Socioeducador, do Plano de Ação, da Proposta Pedagógica e de Projetos Sociais que contribuam no desenvolvimento biopsicossocial do adolescente e do jovem na Unidade; Zelar pelo cumprimento deste Regimento. Art. 46. Compete ao Psicólogo: I. Proceder ao estudo e análise dos processos intrapessoais e das relações interpessoais, possibilitando a compreensão do comportamento humano individual e de grupo;

25 25 I Aplicar conhecimento teórico e técnico da Psicologia, com o objetivo de identificar e intervir nos fatores determinantes das ações e dos sujeitos, em suas histórias pessoais, familiares e sociais, vinculando-as às condições políticas, históricas e culturais; Promover, em seu trabalho, o respeito à dignidade e integridade do ser humano; Realizar atendimento individual ao adolescente, ao jovem e às famílias, quando necessário, a fim de analisar a influência de fatores hereditários, ambientais e psicossociais sobre os sujeitos na sua dinâmica intrapsíquica e nas suas relações sociais, para orientar-se no psicodiagnóstico e atendimento psicológico; V. Promover a saúde mental na prevenção e no tratamento dos distúrbios psíquicos, atuando para favorecer um amplo desenvolvimento psicossocial; VI. V VI IX. Participar, em conjunto com a Equipe Técnica, da elaboração, execução e avaliação das atividades socioeducativas, observando sempre o desenvolvimento individual e coletivo dos adolescentes e dos jovens; Preparar pareceres e contribuir para a elaboração do relatório de avaliação com a equipe multidisciplinar; Construir com a equipe multidisciplinar, o Plano Individual de Atendimento PIA do adolescente e do jovem, junto ao mesmo e à sua família dentro do prazo legal; Encaminhar os adolescentes e os jovens para atendimento de saúde mental, conforme a necessidade; X. Realizar visitas domiciliares para subsidiar acompanhamento psicossocial; XI. X XI X XV. Desenvolver trabalhos de grupo com os adolescentes e os jovens, com suas famílias, frente às demandas psicossociais; Viabilizar e realizar contatos telefônicos com as famílias dos adolescentes e dos jovens, conforme a necessidade; Tomar conhecimento de todo o processo histórico de cada adolescente ou jovem para subsidiar as atividades que proporcionem o desenvolvimento individual e coletivo; Registrar os atendimentos nos prontuários dos adolescentes e dos jovens, mantendo-os atualizados, bem como alimentar o SIPIA/SINASE; Participar da execução, avaliação do Regimento Interno, do Manual de Segurança, do Manual do Educando, do Manual das Famílias, do Manual do Socioeducador, da Proposta

26 26 Pedagógica e de Projetos que contribuam no desenvolvimento biopsicossocial do adolescente e do jovem na Unidade; XVI. Zelar pelo cumprimento deste Regimento. Art. 47. Compete ao Advogado (a): I. Fazer e manter articulações com a Vara da Infância e Juventude, Ministério Público, Defensoria Pública e outros órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, visando agilizar os procedimentos jurídicos pertinentes a conquista/garantia e a defesa de direitos fundamentais dos adolescentes e jovens; I Avaliar e executar, junto com a Equipe Técnica, o Regimento Interno, o Manual de Segurança, o Manual do Educando, o Manual do Socioeducador e o Manual da Família; Realizar palestras com a Equipe Técnica para adolescentes, jovens e famílias, tendo em vista o planejamento e a perspectiva pedagógica da Semiliberdade; Atender o adolescente e o jovem para fins de esclarecimentos sobre seu ato infracional e procedimentos legais da Medida Socioeducativa; V. Analisar junto com a Equipe Técnica, as circunstâncias norteadoras da vivência infracional do adolescente e do jovem, visando traçar estratégias para encaminhamentos sócio-jurídicos e psicossociais, para a construção e certificação dos Projetos de Vida dos mesmos; VI. V VI IX. Elaborar com a Equipe Técnica, o Plano Individual de Atendimento (PIA) do adolescente e do jovem, com o mesmo e à sua família dentro do prazo legal; Fundamentar junto com a equipe técnica o Relatório do adolescente e do jovem, esclarecendo o cumprimento da Medida, bem como a sua expectativa sobre o seu desligamento; Fazer intervenções jurídicas para solucionar ilegalidades perante o Judiciário, o Ministério Público e a Defensoria Pública visando cumprir os princípios de celeridade, excepcionalidade, condições de cumprir a medida, visando diminuir o tempo de cumprimento da Medida; Participar de reuniões com Equipe Técnica e demais Socioeducadores da Unidade, para Estudos de Caso;

27 27 X. Tomar conhecimento de todo o processo histórico de cada adolescente ou jovem para dar subsídios em atividades que proporcionem o desenvolvimento individual e coletivo; XI. X XI X XV. Registrar os atendimentos nos prontuários dos adolescentes e dos jovens, mantendo-os atualizados, bem como alimentar o SIPIA/SINASE; Elaborar pareceres e Relatório de Avaliação juntamente com a Equipe Multidisciplinar; Executar e avaliar o Regimento Interno, Manual de Segurança, Manual do Educando, Manual do Socioeducador, Manual da Família, Proposta Pedagógica e Projetos que contribuam no desenvolvimento biopsicossocial do adolescente e do jovem na Unidade; Promover, em seu trabalho, o respeito à dignidade e integridade do ser humano; Zelar pelo cumprimento deste Regimento. Art. 48. Compete ao Educador Físico: I. Desenvolver atividades que proporcionem qualidade de vida e bem estar; I Realizar atividades físicas em suas diversas manifestações a exemplo de ginástica, exercícios físicos, desportos, jogos, artes marciais etc.; Tomar conhecimento do histórico de cada adolescente ou jovem, fazendo os devidos encaminhamentos para avaliação física, dando subsídios em atividades que proporcionem o desenvolvimento individual e coletivo; Registrar os atendimentos nos prontuários dos adolescentes e dos jovens, mantendo-os atualizados, bem como alimentar o SIPIA/SINASE; V. Participar na execução e avaliação do Regimento Interno, Manual de Segurança, Manual do Educando, Manual do Socioeducador, Proposta Pedagógica e Projetos que contribuam no desenvolvimento biopsicossocial do adolescente e do jovem na Unidade; VI. V VI Integrar a Equipe Técnica que fará o acolhimento e adaptação dos adolescentes e dos jovens; Elaborar e executar os programas e projetos socioeducativos e trabalhos em grupo, de acordo com o planejamento pedagógico; Elaborar e manter atualizados os instrumentos de acompanhamento e avaliação do processo

28 28 IX. Planejar juntamente com a Equipe Técnica, atividades para os fins de semana e feriados, bem como atividades lúdicas como torneios, campeonatos. X. Elaborar, junto à Equipe Técnica e demais profissionais, o Plano Individual de Atendimento (PIA) dos adolescentes e dos jovens junto aos mesmos e às suas famílias, dentro do prazo legal; XI. X XI X Desenvolver com a Equipe Técnica da Unidade atividades de cunho informativo para a promoção, proteção e recuperação da saúde; Realizar reuniões com a Equipe Técnica e Socioeducadores da Unidade, para o Estudo de Caso; Promover atividades de integração para as famílias, bem como para os adolescentes e os jovens, de modo que a família participe do processo pedagógico desenvolvido com os mesmos; Zelar pelo cumprimento deste Regimento. CAPÍTULO IV DO APOIO TÉCNICO E ADMINISTRATIVO Art. 49. Compete ao quadro responsável pelo serviço de apoio técnico e administrativo (Assistente Administrativo, Serviços Gerais e Alimentação) prover as condições necessárias ao funcionamento efetivo da Unidade, de acordo com o que for definido pela Coordenação, no que se refere à administração e finanças, lavanderia, transporte, montagem e manuseio de prontuários dos adolescentes e dos jovens e controle. Art. 50. Compete ao (à) Supervisor (a) Administrativo (a): I. Realizar a prestação de contas dos recursos destinados à execução da Medida Socioeducativa de Semiliberdade, conforme o disposto na Lei nº 9.433, de 01 de Março de 2005; Decreto de 14 de dezembro de 2004; na Instrução Normativa STN nº 1, de 15 de janeiro de 1997; Lei nº , de 26 de julho de 2007; Lei nº 6.170, de 25 de julho de 2007; Lei nº 6.428, de 14 de abril de 2008, bem como o Manual de Orientação de Convenio/FUNDAC (obedecendo ao que está previsto no Plano de Trabalho). Organizar documentos comprobatórios das compras como notas fiscais e certidões das

29 29 I empresas; elaborar Planilhas de Apresentação das despesas efetuadas; realizar conciliação bancária; Realizar Prestação de Contas a cada parcela de recursos liberada, de acordo com o Convênio firmado entre a ONG e a FUNDAC. Executar as compras de bens duráveis e bens de consumo, obedecendo ao Plano de Trabalho e Convênio assinado entre a FUNDAC e a ONG. Contratar prestadores de serviços, pré-estabelecidos no Plano de Trabalho, conforme Convênio vigente e autorização da Coordenação da Unidade. V. Realizar Pagamento de Pessoal conforme pré-estabelecido no Plano de Trabalho, por meio de cheques nominais aos funcionários, assinados pela Presidência e Tesouraria da ONG e mediante supervisão da Coordenação da Unidade. VI. V VI IX. Coordenar a entrada e saída de material, por meio de utilização de instrumentos para controle. Zelar pela manutenção das instalações físicas e conservação dos bens materiais da Unidade, utilizando-se dos recursos previstos no Plano de Trabalho; Supervisionar, junto à Presidência da ONG e Coordenação da Unidade, as ações relativas à administração do quadro de recursos humanos da Unidade; Fazer todo encaminhamento de documentação à administração da ONG; X. Controlar os gastos com energia elétrica, água/esgoto, alimentação, telefonia e outros serviços necessários à Unidade; XI. X XI X XV. Acompanhar a movimentação de pessoal das visitas administrativas e institucionais na Unidade; Supervisionar o funcionamento das áreas de cozinha, copa, lavanderia e serviços gerais; Acompanhar e fiscalizar o cumprimento da carga horária e registro em livro de ponto dos funcionários; Orientar e acompanhar o ingresso de novos profissionais da Unidade; Zelar pelo cumprimento deste Regimento. Art. 51. São atribuições do (a) Assistente Administrativo (a):

30 30 I. Auxiliar a Coordenação e o (a) Supervisor (a) Administrativo (a) na execução do trabalho administrativo da Unidade; I Auxiliar a equipe técnica da Unidade com realização do trabalho administrativo que se fizer necessário para o cumprimento das ações técnicas; Recepcionar visitantes, familiares dos adolescentes e dos jovens, prestadores de serviços, bem como atender e efetuar ligações telefônicas solicitadas pela Coordenação, Supervisão Administrativa e Equipe Técnica; Receber, expedir e arquivar correspondências da ONG e da Unidade, bem como relatórios, formulários e documentos referentes aos adolescentes e jovens; V. Acessar diariamente o correio eletrônico da Unidade e fazer os devidos encaminhamentos das informações; VI. V VI IX. Atualizar diariamente os dados estatísticos da Unidade, encaminhando essas informações para a Gerência de Regionalização da FUNDAC; Auxiliar no cumprimento das determinações e requisições institucionais; Acompanhar e registrar a movimentação de pessoal das visitas administrativas e institucionais na Unidade; Controlar o uso do telefone, registrando em formulário específico todas as ligações interurbanas e para telefones móveis, identificando solicitante, destino e motivo da ligação; X. Registrar em formulário específico a saída de todo material de expediente, pedagógico, de limpeza e higiene pessoal, controlando o consumo de acordo as normas e limites estabelecidos para cada subtipo de forma a subsidiar o procedimento de Prestação de Contas; XI. X XI X Auxiliar a Coordenação e Supervisão da unidade no que diz respeito ao funcionamento das áreas de cozinha, copa, lavanderia e serviços gerais; Manter atualizada a relação de profissionais da Unidade, contendo nome, cargo, endereço, telefone, celular e , bem como agenda telefônica de órgãos públicos, servidores, fornecedores e instituições parceiras; Atualizar a escala de trabalho das cozinheiras; Efetuar o controle de atrasos e faltas;

31 31 XV. XVI. XV XVI XIX. XX. XXI. XX XXI XX XXV. XXVI. XXV Realizar os devidos registros, controles e encaminhamentos de licenças médicas, acidentes de trabalho, luto, casamento, nascimento de filho, entre outros registros de ordem laboral, pertinentes aos profissionais; Manter atualizado e dinamizado o mural de informes, esclarecimentos e orientações aos profissionais; Providenciar a solicitação de materiais de consumo, tais como: gêneros alimentícios, materiais de expediente, pedagógicos e medicamentos; Coordenar o abastecimento de gêneros alimentícios na Unidade, com autorização da Supervisão Administrativa, acompanhando a necessidade de reposição e controlando a utilização dos alimentos; Orientar as cozinheiras da Unidade na elaboração do cardápio; Administrar a liberação de mercadorias dos almoxarifados; Registrar ocorrência de dano de equipamentos, mobiliários e material de trabalho; Contatar prestadores de serviços para a realização de pequenos consertos e reparos nas instalações prediais, equipamentos móveis e utensílios, com autorização da Coordenação e Supervisão Administrativa; Contatar prestadores de serviços para a realização da manutenção das áreas externas da Unidade, incluindo os serviços de limpeza e jardinagem; Providenciar e controlar o uso e a administração do gás de cozinha; Prestar informações pelo telefone, obedecendo ao presente Regimento, bem como o Manual de Segurança e demais Resoluções Institucionais pertinentes e Leis assecuratórias do trabalho sociopedagógico; Redigir ofícios, cartas, avisos e informes solicitados pela Coordenação, Supervisão Administrativa e Equipe Técnica que digam respeito à Unidade; Zelar pelo cumprimento deste Regimento. Art. 52. Compete aos Socioeducadores: I. Zelar e responder pela preservação da integridade física, psicológica e moral dos adolescentes e jovens;

32 32 I Orientar os adolescentes e jovens em suas dificuldades pessoais; Executar ou acompanhar as atividades diárias da Unidade nos termos dos planejamentos administrativos e pedagógicos da Semiliberdade e do Plano Individual de Atendimento do adolescente e do jovem; Comunicar a Coordenação qualquer irregularidade ou conduta incompatível com o objetivo e as normas do Programa; V. Posicionar-se como modelo de conduta para o adolescente e para o jovem no cumprimento de seus deveres e obrigações; VI. V VI IX. Acompanhar os adolescentes e os jovens dentro da instituição garantindo o cumprimento das atividades sociopedagógicas e nas atividades externas de educação, saúde, esporte, lazer e profissionais, bem como em audiências, quando necessário; Garantir o cumprimento das normas e rotinas da Unidade; Relatar ocorrências diárias de acordo com as normas da Unidade; Participar da elaboração do PIA (Plano Individual de Atendimento) dos adolescentes e dos jovens; X. Promover e realizar revistas dos adolescentes e dos jovens, bem como dos seus familiares nas entradas e saídas da Unidade; XI. X XI X XV. Recepcionar os adolescentes e os jovens recém-chegados, efetuando o seu registro, assim como de seus pertences; Providenciar o atendimento às suas necessidades de higiene, asseio, conforto, repouso e alimentação, bem como acerca da responsabilização diária do adolescente e do jovem para com a Semiliberdade, seguindo o princípio da individualização da Medida Socioeducativa; Zelar pela segurança e bem-estar, observando os adolescentes e os jovens, bem como realizar ronda no período noturno a cada hora; Acompanhar os adolescentes e os jovens nas atividades da rotina diária, orientando-os quanto às normas de conduta, cuidados pessoais e relacionamento com os demais e com os profissionais da Unidade; Relatar no diário de comunicação interna o desenvolvimento da rotina diária, bem como tomar conhecimento dos relatos anteriores;

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