Gerência de Recursos Naturais

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1 Curso Técnico de Nível Médio Integrado Controle Ambiental na modalidade de Jovens e Adultos Plano de Curso Autorizado pela Resolução Nº 03/2006-CD-CEFET-RN Gerência de Recursos Naturais

2 Miguel Soldatelli Rossetto Ministro do Desenvolvimento Agrário Paulo Sidney Gomes Silva Superintendente Regional do INCRA/RN Mônica Castagna Molina Coordenadora Executiva do PRONERA Francisco das Chagas de Mariz Fernandes Diretor Geral do Centro Federal de Educação Tecnológica do RN Enilson Araújo Pereira Diretor da Unidade Sede Belchior de Oliveira Costa Diretor de Ensino Erivan Sales do Amaral Gerente Educacional de Recursos Naturais Régia Lúcia Lopes Coordenadora do curso Jairo José dos Santos Superintendente da Fundação de Apoio ao Ensino e ao Desenvolvimento Tecnológico do Rio Grande do Norte Grupo de Elaboração e Sistematização Antônia Francimar da Silva - Pedagoga Ulisséia Ávila Pereira - Pedagoga Maria das Graças Baracho - Pedagoga Erivan Sales do Amaral - Professor Régia Lúcia Lopes - Professor 2

3 Sumário 1- Justificativa e Objetivos Requisitos de Acesso Perfil Profissional de Conclusão do Curso Organização Curricular Critérios de Avaliação da Aprendizagem Instalações e Equipamentos Pessoal Docente e Técnico Administrativo Certificados e Diplomas...11 ANEXO I PROGRAMAS DAS DISCIPLINAS DA BASE NACIONAL COMUM...12 Anexo II PROGRAMAS DAS DISCIPLINAS DA BASE ACIONAL COMUM DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL...29 ANEXO III - ESTRUTURA E DESENVOLVIMENTO DO PROJETO...47 ANEXO IV - DEMONSTRATIVO DE DETALHAMENTO DAS DESPESAS E ORÇAMENTO DO CURSO...50 ANEXO V - DECRETO nº 5.478, DE 24 DE JUNHO de

4 1- Justificativa e Objetivos O CEFET-RN é uma Instituição Federal de Educação Profissional que existe no Estado do Rio Grande do Norte desde Referência no Estado por sua oferta de educação pública, gratuita, de qualidade e com referência na sociedade, tendo como função social: A educação científico tecnológico humanística 1, visando à formação integral do profissional-cidadão, crítico-reflexivo, competente, técnica eticamente e comprometido efetivamente com as transformações sociais, políticas e culturais e em condições de atuar no mundo do trabalho na perspectiva da edificação de uma sociedade mais justa e igualitária, através da formação inicial e continuada de trabalhadores; da educação profissional técnica de nível médio; da educação profissional tecnológica de graduação e pós-graduação; e da formação de professores, fundamentadas na construção, reconstrução e transmissão do conhecimento. Esta Instituição conta com cinco áreas profissionais, que são: Recursos Naturais, Serviços e Gestão, Construção Civil, Indústria e Informática. Todas as áreas profissionais oferecem cursos de educação profissional nos níveis técnico nas modalidades (integrado ao ensino médio e subseqüente) e tecnológico, além de cursos de formação inicial e continuada de trabalhadores e cursos superiores de professores. A área de Recursos Naturais oferece cursos nos níveis técnico e superior, sendo que no nível técnico a oferta se dá nas modalidades integrada e subseqüente. No nível superior oferece Curso de Tecnologia em Controle Ambiental. A área de Serviço e Gestão, na modalidade integrada, oferece o curso de turismo; na modalidade subseqüente, Turismo e Segurança do Trabalho. No nível superior oferece os Cursos de Tecnologia em Lazer e Qualidade de Vida e de Comércio Exterior. A área de Construção Civil, na modalidade integrada, oferece o curso de Construção Civil; na modalidade subseqüente os cursos de Construção Predial, Desenho de Projetos. No nível superior oferece Curso de Tecnologia em Produção Civil. A área da Indústria, na modalidade integrada, oferece o curso de Mecânica e Eletrotécnica; na modalidade subseqüente os cursos de Eletrotécnica e Mecânica. No nível superior oferece Curso de Tecnologia em Automação Industrial e Tecnologia em Materiais. A área de Informática, na modalidade integrada, oferece o curso de Informática; na modalidade subseqüente os cursos de Rede de Computadores e Manutenção de Computadores. No nível superior oferece o Curso de Tecnologia em Desenvolvimento de Software. O CEFET-RN tem por objetivos: Ministrar cursos de formação inicial e continuada de trabalhadores, incluídos a iniciação, o aperfeiçoamento e a atualização, em todos os níveis e modalidades de ensino; Ministrar educação de jovens e adultos, contemplando os princípios e práticas inerentes à educação profissional técnica e tecnológicos; Ministrar ensino médio, observado a demanda local e regional e as estratégias de articulação com a educação profissional técnica de nível médio; Ministrar educação profissional técnica de nível médio, de forma articulada com o ensino médio, destinado a proporcionar habilitação profissional para os diferentes setores da economia; Ministrar ensino superior de graduação e de pós-graduação lato sensu e stricto sensu, visando à formação de profissionais e especialistas na área tecnológica; Ofertar educação continuada, por diferentes mecanismos, visando à atualização, ao aperfeiçoamento e à especialização de profissionais na área tecnológica; Ministrar cursos de licenciatura, bem como programas especiais de formação pedagógica, nas áreas científica e tecnológica; Realizar pesquisas aplicadas, estimulando o desenvolvimento de soluções tecnológicas de forma criativa e estendendo seus benefícios à comunidade; Estimular a produção cultural, o empreendedorismo, o desenvolvimento científico e tecnológico e o pensamento reflexivo; Estimular e apoiar a geração de trabalho e renda, especialmente a partir de processos de autogestão, identificados com os potenciais de desenvolvimento local e regional; Promover a integração com a comunidade, contribuindo para o seu desenvolvimento e a melhoria da qualidade de vida, mediante ações interativas que concorram para as transferências e o aprimoramento dos benefícios e conquistas auferidos na atividade acadêmica e na pesquisa aplicada. A atuação educacional do CEFET-RN nos respectivos níveis e modalidade de educação profissional está amparada no Decreto nº 5.154/04 que regulamenta a Educação profissional, além do Parecer CNE/39/2004 e RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº1/05/2005. De acordo com a legislação são três níveis de atuação: formação inicial e continuada de trabalhadores; educação profissional técnico de nível médio; educação profissional tecnológico de graduação e pós-graduação. Como forma de ampliar a atuação dos CEFET s, em 14 de junho de 2005 é assinado pelo Ministro da Educação a Portaria nº e 10 dias depois essa Portaria se transformou em Decreto de nº de 24 de junho de Esse instrumento legal institui no âmbito dos Centros Federais de Educação Tecnológica, Escolas Técnicas Federais, Escolas Agrotécnicas Federais e Escolas Técnicas vinculadas as Universidades Federais, o Programa de Integração da Educação Profissional ao Ensino Médio na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos PROEJA. Com base nessa legislação o INCRA e o CEFET-RN se propõem a desenvolver um curso técnico de nível médio nessa modalidade de ensino. Essa iniciativa se justifica por se reconhecer a importância da profissionalização para esses 1 Incluímos os termos científico e humanístico não por considerar que as ciências humanas não são científicas. Ao contrário, o fizemos precisamente para destacar que a concepção de ciência assumida pela Instituição incorpora, em igualdade de condições e importância, tanto as ciências denominadas duras como as sociais e humanas. Nesse sentido, o termo científico-tecnológico-humanístico foi cuidadosamente escolhido com o objetivo de destacar essa indissociabilidade. 4

5 jovens, que por razões diversas estão excluídos do sistema regular de ensino. São sujeitos de direitos, trabalhadores que participam concretamente da garantia de sobrevivência do grupo familiar ao qual pertencem (Parecer/CME). Nessa modalidade de Ensino Técnico Integrado ao Ensino Médio, o currículo deverá ter uma carga horária máxima de 2.400h(duas mil e quatrocentas horas) assegurando-se cumulativamente: 1.200h(um mil e duzentas horas) para formação geral e o mínimo estabelecido para a respectiva habilitação profissional (art. 4º, itens I e II do Decreto 5.478/05). Esse curso está inserido no Programa de Reforma Agrária, com sede no Município de Ceará - Mirim/RN, e será ofertado para 60 alunos jovens e adultos dos assentamentos localizados nas seguintes cidades do Rio Grande do Norte: Mossoró, Bento Fernandes, João Câmara, São Bento do Norte, Poço Branco, São Miguel do Gostoso, Touros, Pureza, Ceará Mirim e Canavieira. Os jovens assentados serão selecionados e organizados em turmas, cabendo ao INCRA definir critérios de seleção e organização dos referidos jovens e adultos. Entre os desafios que esses jovens enfrentam, está a formação de uma consciência da necessidade de preservação do ambiente lócus de sua moradia e sustento. Além de uma formação para a preservação ambiental se faz necessário, também, aprender técnicas de conservação do solo, de uso de insumos, etc. usar as substâncias tóxicas nas lavouras sem que polua o solo, o subsolo e as águas, como trabalhar o desmatamento e o lixo como forma de contribuir para o equilíbrio do meio ambiente. Enfim, como preservar o ar, a água, o solo e a própria vida do homem. Diante dessas preocupações, torna-se imprescindível prover níveis de educação e formação profissional para esses jovens e adultos, na perspectiva de um trabalho em que as ações devam ser canalizadas para o atendimento as funções reparadora, qualificadora e equalizadora (Parecer Nº 11/00), assegurando ao jovem adulto o direito previsto na legislação brasileira e a escola reconhecendo a história concreta de cada educando, do coletivo, da diversidade dos gêneros, das raças... ( ARROYO, 2004, p. 75). O projeto de Formação Profissional de Nível Técnico em Controle Ambiental para Jovens e Adultos que atuam em áreas de reforma agrária no Estado do Rio Grande do Norte se constitui numa parceria entre o Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte CEFET/RN e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra MST/RN, que tem por objetivo a formação de jovens e adultos numa proposta de educação que valorize os saberes dos sujeitos do campo, articulando-os com os saberes sistematizados historicamente pela humanidade. Este Projeto se constitui em um instrumento técnico operativo para ser apresentado ao Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária PRONERA, por meio do Instituto Nacional de Reforma Agrária Superintendência Regional 19 (INCRA/19/RN) de tal modo que a concepção, composição e o detalhamento atêm-se às diretrizes conceituais e metodológicas definidas em manual de operações divulgadas pelo próprio Programa com esta finalidade. O curso tem por objetivo geral: Promover a formação de jovens e adultos de assentamentos de Reforma Agrária do Rio Grande do Norte em Nível Técnico Integrado, ao ensino médio na modalidade EJA, visando contribuir para a consolidação de políticas públicas para a educação no campo. Oportunizar aos agricultores (as) das áreas de Reforma Agrária e comunidade de pequenos agricultores, com acesso à educação, que proporcione uma formação integral, conjugando desenvolvimento humano, inserção na sua realidade, escolarização e profissionalização qualificada. Os objetivos específicos do curso estão voltados para a formação de técnicos de nível médio em Controle Ambiental na modalidade EJA, com capacidade para: Atuar ética e politicamente na busca de alternativas de prevenção e soluções de problemas ambientais, visando à melhoria e o equilíbrio do meio ambiente e das condições objetivas de trabalhadores e trabalhadoras do campo; Adotar procedimentos para a implementação, gerenciamento e avaliação de projetos ambientais nas esferas pública, privada e terceiro setor; Dar assistência técnica no campo; Ser agente multiplicador de ações voltadas para a educação ambiental em consonância com a filosofia da gestão, da melhoria da qualidade de vida da população e preservação do meio ambiente. Este curso tem a meta de oferecer o curso Técnico Integrado de Nível Médio em Controle Ambiental nos assentamentos para, formação de 01 (uma) turma com 60 alunos com Carga horária de horas distribuídas em 2 anos e 6 meses. Como metas pretende-se ao final do curso contar com 100% dos alunos matriculados inicialmente e desenvolver as seguintes ações: Promoção de um seminário de avaliação geral e apresentação de trabalhos ao final do projeto; Realização de cinco viagens a Ceará - Mirim para apresentação e acompanhamento do projeto; Promoção de cinco encontros com os professores e alunos monitores para planejamento, acompanhamento dos módulos presenciais e a distância; Produção e aquisição de 30 materiais didáticos para subsidiar o processo de formação dos sessenta alunos; Realização de quinze viagens de Ceará Mirim para Natal para a promoção de aulas práticas nos laboratórios do CEFET-RN em cada módulo; Capacitação de seis alunos monitores; Oportunidade de cinco encontros de acompanhamento e estudos nos Tempos-Comunidade. 2- Requisitos de Acesso Terão acesso ao curso estudantes com o ensino fundamental completo e idade acima de 17 anos. A integralização da turma será feita através da indicação dos jovens e adultos pelos coordenadores dos assentamentos em parceria com o INCRA/RN. Os números de alunos indicados pelos municípios são: 10 de Mossoró, 08 de Bento Fernandes, 03 de João Câmara, 05 de São Bento do Norte, 02 de Poço Branco, 05 de São Miguel do Gostoso, 02 de Touros, 05 de Pureza, 10 de Ceará Mirim e 10 de Canavieira. 5

6 3- Perfil Profissional de Conclusão do Curso O profissional concluinte do Curso Técnico de nível Médio em Controle Ambiental deve apresentar um perfil que o habilite a desempenhar atividades nos mais diferentes locais de trabalho visando sempre ao controle da qualidade do meio ambiente. Espera-se, portanto, desse profissional a capacidade de: Conhecer e utilizar as formas contemporâneas de linguagem, com vistas ao exercício da cidadania e à preparação para o trabalho, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico; Compreender a sociedade, sua gênese e transformação e os múltiplos fatores que nela intervêm como produtos da ação humana e do seu papel como agente social; Ler, articular e interpretar símbolos e códigos em diferentes linguagens e representações, estabelecendo estratégias de solução e articulando os conhecimentos das várias ciências e outros campos do saber; Utilizar métodos de análises para identificação dos processos de degradação natural e dos parâmetros de qualidade ambiental do solo, da água e do ar; Analisar os aspectos sociais, econômicos, culturais e éticos envolvidos nas questões de exploração dos recursos naturais; Conhecer e aplicar a legislação ambiental; Aplicar as tecnologias de tratamento e controle de emissões para o solo, água e ar; Manusear com técnica os instrumentos e equipamentos específicos de laboratórios da área de meio ambiente; Desenvolver atividades voltadas para o uso racional da água, tratamentos simplificados de sistemas de águas e efluentes e de limpeza urbana; Desenvolver campanhas educativas para a conservação e preservação do meio ambiente e da qualidade de vida; Planejar ações preventivas e corretivas em vigilância ambiental e atuar em projetos de saúde ambiental; Demonstrar capacidade de trabalhar em equipe multidisciplinar de estudos ambientais, agindo com responsabilidade e criatividade; Cumprir normas de segurança do trabalho; Utilizar adequadamente a linguagem como instrumento de comunicação e interação social necessária ao desempenho da profissão. 4- Organização Curricular Este currículo tem o apoio legal do Decreto de 24 de junho do O curso será oferecido com uma carga horária de horas em Tempo-Presencial (TP) e 330 horas em Tempo-Comunidade (TC), totalizado em horas. O currículo será organizado por módulos integralizando saberes relativos às três áreas de conhecimentos do ensino médio, e específicos relativos à área profissional. A prática profissional será desenvolvida em todos os módulos através das atividades desenvolvidas nos momentos de tempo comunidade e no decorrer do quarto e quinto módulo através de um projeto articulado aos conhecimentos referentes à área profissional e o seu contexto social totalizando essa prática profissional uma carga horária de 430 horas. Na perspectiva de se efetivar um trabalho comprometido com a educação do campo, buscar-se-á desenvolver este Curso consubstanciado nos seguintes princípios: Educação como processo de formação humana que articula referências culturais e políticas no sentido de possibilitar a intervenção dos jovens e adultos na realidade em função de novas políticas para o campo; Busca da identidade de uma escola do campo em que haja a ruptura entre rural-urbano, considerando a identidade cultural dos jovens e adultos situados historicamente. Metodologias que possibilitem o diálogo, a inter-relação entre os conhecimentos integrantes dos módulos, a contextualização dos conhecimentos, a problematização a partir de situações significativas do cotidiano dos jovens e adultos e a autonomia; Trabalho como princípio educativo (permite a compreensão do significado econômico, social, histórico, político e cultural das ciências e das artes); Pesquisa como princípio educativo (construção da autonomia); Desenvolvimento de valores humanos voltados para a solidariedade, o respeito mútuo, o compromisso com a democracia ampliada, o desenvolvimento e a sustentabilidade do país; Relação entre educação, cultura, trabalho, economia, ciência e tecnologia na perspectiva do desenvolvimento social e econômico igualitário. 4.1-Estratégias metodológicas Organização de um ambiente educativo que articule múltiplas atividades voltadas às diversas dimensões de formação dos jovens e adultos, favorecendo a transformação das informações em conhecimentos diante das situações reais de vida; Diagnóstico das necessidades de aprendizagem dos (as) estudantes a partir do levantamento dos seus conhecimentos prévios; Elaboração de materiais impressos a serem trabalhados em aulas expositivas dialogadas e atividades em grupo; Elaboração de projetos com objetivo de articular e inter-relacionar os saberes, tendo como princípios a contextualização e a interdisciplinaridade; Elaboração e execução de planejamento, registro e análise de aulas de campo realizadas; Utilização de recursos tecnológicos para subsidiar as atividades pedagógicas; Aplicação de atividades escritas em sala de aula, sendo os seus resultados discutidos junto aos estudantes; Discussão em sala de aula dos resultados obtidos pelos(as) alunos(as) nas atividades aplicadas. Registro e análise do desempenho dos(as) alunos(as) nas atividades realizadas; 6

7 Sistematização de coletivos pedagógicos que possibilitem os (as) estudantes, professores refletir, repensar e tomar decisões referentes ao processo ensino-aprendizagem de forma significativa. Diante disso, as aulas deverão se processar de forma interativa, por meio do desenvolvimento de projetos, seminários, debates, atividades individuais e demais atividades em grupo. O curso apresenta será desenvolvido a partir de uma estrutura modular, organizada para o período de 2 anos e 6 meses (2006/2007/2008), constando da seguinte metodologia: Tempo Presencial (TP) Será desenvolvida em cinco etapas intensivas com tempo variável de acordo com a carga horária do módulo, considerando uma semana de atividades de 50 horas. (tempo presencial intensivo). Anterior a cada módulo haverá seminários de planejamento com professores e monitores para o desenvolvimento do módulo. Tempo Comunidade (TC): Será desenvolvido após cada módulo, sendo realizado acompanhados e avaliados através de um encontro presencial de dois dias correspondentes a 20 horas relógio, totalizando 100 horas de encontros ao final dos cinco módulos. Essas atividades serão intermediárias entre as etapas presenciais e constarão de leituras, correção de atividades, estudos dirigidos, grupos de estudos, pesquisas e apresentações culturais. A hora/ aula será de uma hora/ relógio havendo sempre um intervalo de 15 minutos para lanche em cada jornada. Nos 4º e 1º módulos serão desenvolvidos projetos com o objetivo de integralizar as disciplinas cursadas e ao mesmo tempo atender as necessidades do campo na área específica do meio ambiente. 4.2-Distribuição por módulos 1ºmódulo Tempo-Presencial (TP) Carga horária Tempo Comunidade (TC) Língua Portuguesa 100h 10h Matemática 100h 10h Biologia 50h 10h Geografia 100h 10h Noções de geologia 30h 10h Ética cidadania e meio ambiente 50h 10h TOTAL DE CARGA HORÁRIA 430h 60h Carga horária 2ºmódulo Tempo-Presencial Tempo Comunidade (TC) (TP) Língua Portuguesa 100h 10h Matemática 100h 10h Biologia 80h 10h Química 120h 10h Legislação Ambiental 20h 05h Controle Ambiental 40h 10h Saúde e Segurança do Trabalho 40h 10h TOTAL DE CARGA HORÁRIA 500h 65h 3ºmódulo Tempo-Presencial (TP) Carga horária Tempo Comunidade (TC) Língua Portuguesa 80h 10h Matemática 60h 10h Biologia (aplicada) 50h 10h Química 100h 10h Informática 40h - Técnicas de Laboratório 40h - Impacto Ambiental 20h 05h Cooperativismo/ Associativismo 20h 05h TOTAL DE CARGA HORÁRIA 410h 50h 7

8 4ºmódulo Tempo-Presencial (TP) Carga horária Tempo Comunidade (TC) Língua Portuguesa 20h 05h História 80h 15h Arte 20h 05h Física 30h 10h Química (aplicada) 50h 10h Processos 30h 10h Sistemas de Águas e Esgotos 60h 10h Projeto 50h 10h TOTAL DE CARGA HORÁRIA 340h 75h 5ºmódulo Tempo-Presencial (TP) Carga horária Tempo Comunidade (TC) Língua Portuguesa 20h 05h Inglês 80h 15h Física 50h 10h Vigilância Sanitária 50h 10h Gestão Ambiental 40h 10h Análises de águas e efluentes 40h 10h Limpeza urbana 40h 10h Projeto 50h 10h TOTAL DE CARGA HORÁRIA 370h 80h 4.3-Áreas de Conhecimento, Disciplinas e Carga Horária. ÁREAS DE CONHECIMENTO BASE DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL CARGA HORÁRIA DISCIPLINAS TP TC TOTAL (Horas) (Horas) (Horas) Língua Portuguesa LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS Inglês Arte Informática CIÊNCIAS DA NATUREZA, MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS Matemática Química Física Biologia História CIÊNCIAS HUMANAS E Geografia SUAS TECNOLOGIAS Ética, Cidadania e Meio Ambiente Subtotal Carga Horária

9 BASE NACIONAL COMUM DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL CARGA HORÁRIA ÁREAS DE CONHECIMENTO DISCIPLINAS TP (Horas) TC (Horas) TOTAL (Horas) Noções de Geologia Legislação Ambiental Controle Ambiental Saúde e Segurança do Trabalho MEIO AMBIENTE Técnicas de Laboratório Biologia Aplicada Impacto Ambiental Cooperativismo Processos Sistema de Águas e Esgotos Vigilância Sanitária Gestão Ambiental Analises de Águas e Efluentes Limpeza urbana Subtotal total de Carga Horária Projeto TOTAL CARGA HORÁRIA TOTAL: 1.430(BCN) (BFP) = h 5- Critérios de Avaliação da Aprendizagem Compreende-se que a avaliação neste Curso deve ser contínua e se processar de forma diagnóstica formativa e somativa. Nesse sentido, a avaliação é assumida como uma ação dialógica em que se constatam no processo os conhecimentos que foram construídos e reconstruídos e ou as dificuldades de aprendizagem que necessitam serem trabalhadas, tendo em vista a sua superação. Nessa perspectiva, a avaliação deve contemplar: Os objetivos previstos; Os conhecimentos trabalhados em cada etapa do módulo; Os enunciados das atividades deverão constar dos conhecimentos organizados de forma contextualizada. O curso tem como meta uma avaliação permanente do(a) aluno(a). O(A) professor(a) ao desenvolver a prática pedagógica observa as manifestações de aprendizagem do(a) aluno(a), adota estratégias de ensino que possibilitem a superação das dificuldades, assim como a construção e ampliação dos conhecimentos. Todas as disciplinas e seus respectivos conhecimentos e atividades teórico práticas integrantes de cada módulo deverão ser trabalhados a partir de experiências do cotidiano do aluno, materializadas em gradativos desafios e tarefas articuladas. Para Freire (1996), uma das tarefas essenciais da escola, como centro de produção sistemática do conhecimento, é trabalhar criticamente a inteligibilidade das coisas, e, dos fatos e a sua comunicabilidade. Daí por que, o papel da escola é de instigar permanentemente a curiosidade do aluno para que ele se torne sujeito e arquiteto de sua própria prática cognoscitiva. O processo de avaliação da aprendizagem deve assumir três funções: Diagnóstica identifica progressos e dificuldades dos(as) alunos(as), além da atuação do(a) professor(a) no processo ensino-aprendizagem; Reguladora ou Formativa permite introduzir atividades novas que inclua desafios e orientações mais consistentes em busca da melhoria da aprendizagem do(a) aluno(a) no processo; Somativa ou Final permite ter conhecimento e analisar o resultado final obtido pelo discente no módulo. Os resultados obtidos no processo de avaliação deverão ser expressos por notas, na escala de 0 a 100. Serão considerados como critérios para a avaliação da aprendizagem: Prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos; 9

10 Média aritmética ponderada igual ou superior a 60 (sessenta); Freqüência de, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) do total da carga horária do conjunto das disciplinas. Em cada módulo, deverão ser utilizados, no mínimo, 02 (dois) instrumentos avaliativos em cada componente curricular, dentre os quais, pelo menos um deverá ser aplicado de forma individual escrita e/ou oral e/ou prática, conforme a especificidade da disciplina. O(A) aluno(a) que obtiver média 60 em cada componente curricular será considerado aprovado. Nos casos em que o(a) aluno(a) não obtenha essa média, será orientado(a) com novas estratégias de ensino sendo acompanhados pelos monitores em atividades propostas e serem reavaliados nos encontros de tempos comunidades antes do módulo seguinte. Nas situações em que o(a) aluno(a) não obtiver média 60 em até duas disciplinas, este prosseguirá os estudos no módulo seguinte e paralelamente será orientado(a) para o desenvolvimento de atividades que possibilitem superar as dificuldades apresentadas. Para aqueles alunos(as) que não conseguirem aprovação em mais de três disciplinas, prosseguirão os estudos no módulo subseqüente em um turno, e no turno inverso ao de estudo terão aulas de reforço com monitores, sendo avaliados posteriormente pelos(as) professores(as). 6- Instalações e Equipamentos O curso será desenvolvido nas dependências do Centro de Formação Patativa do Assaré, antiga Escola Agrícola de Ceará-Mirim, ligada à Secretaria Estadual de Educação do Estado do Rio Grande do Norte e Coordenada pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra MST. No CEFET-Natal serão desenvolvidos os conteúdos teórico-práticos integrantes das disciplinas da formação profissional. Para tanto, serão utilizados os seguintes laboratórios e equipamentos: Laboratório de Microbiologia Laboratório de Química Ambiental Laboratório de Informática Aplicada Laboratório de Análises físico-químicas Laboratório de Bacteriologia Laboratório de Climatologia Equipamentos Computadores Softwares Ambientais Microscópios Lupas Esterioscópicas Medidores de Oxigênio Medidores de ph Medidores de Temperatura Incubadoras de DBO Estufas de Secagem Turbidímetro Incubadoras Bacteriológicas Espectofotômetros de UV Espectofotômetro de Chama Estações climatológicas Analisadores de DQO 7- Pessoal Docente e Técnico Administrativo Os professores do curso técnico de nível médio integrado em Controle Ambiental na modalidade de estão vinculados à Gerência de Formação Geral e da Gerência Educacional de Recursos Naturais. Com relação ao pessoal técnico-administrativo vinculado ao curso técnico de nível médio integrado em Controle Ambiental na modalidade de Jovens e adultos serão apresentados conforme quadro 1. Nome Cargo Regime de Trabalho Ana Lúcia Sarmento Professora DE André Luís Calado Araújo Professor DE Andréa Lessa da Fonseca Professora DE Artermilson Alves de Lima Professor DE Érika Araújo da Cunha Pegado Professora DE Erivan Sales do Amaral Professor DE Jerônimo Pereira dos Santos Professor DE José Flávio de Freitas Professor DE Leonor de Araújo Bezerras Oliveira Professor DE Leci Martins Menezes Reis Professora DE Levi Rodrigues de Miranda Professor DE 10

11 Luiz Eduardo Lima de Melo Professor DE Maria do Socorro Diógenes Paiva Professora DE Maria do Socorro Lopes Professora DE Maria Izabel Dantas Professora DE Milton Bezzerra do vale Professor DE Milton Issachi Aoqui Professor DE Régia Lúcia Lopes professor DE Ricardo André de Medeiros Maciel Professor DE Rosiney Araújo martins Professora DE Samir Cristino de Souza Professor DE Valdenildo Pedro da Silva professor DE Zanoni Tadeu Saraiva dos Santos Professor DE Willys Abel Farkatt Tabosa Professor DE Antonia Francimar da Silva Pedagoga 40 h Ulisséia Ávila Pereira Pedagoga 40 h Douglisnilson de Morais Ferreira Laboratorista 40 h Erivanda Tavares do Nascimento Agente Administrativa 40 h Ivo Assunção Filho Coord. de Laboratório 40 h Paulo Pereira da Silva Coord. Administrativo 40 h Suelma Oliveira Bezerra Agente Administrativa 40 h 8- Certificados e Diplomas Após a integralização das disciplinas que compõem a matriz curricular organizada por módulos do curso técnico de nível médio na forma integrada em Controle Ambiental na modalidade de educação de Jovens e Adultos e da correspondente prática profissional por meio dos projetos e atividades realizadas em tempos não presenciais, será conferido ao egresso o Diploma de Técnico de Nível Médio em Controle Ambiental emitido pelo CEFET-RN,que terá validade nacional, tanto na respectiva habilitação, bem como para certificação do ensino médio, dando condições ao prosseguimento de estudos em nível superior. (Decreto nº 5.478/05). 11

12 Anexo I Programas das Disciplinas da Base Nacional Comum Curso: Técnico de Nível Médio em Controle Ambiental Área Profissional: Meio Ambiente Disciplina: Língua Portuguesa Período Letivo: Carga-Horária: 360 h Objetivos Aperfeiçoar os conhecimentos lingüísticos e as habilidades de leitura e produção de textos orais e escritos. Ler e produzir diversos gêneros textuais (literários e não-literários); utilizando os recursos lingüísticos necessários para a produção desses gêneros. Processar adequadamente a leitura de diferentes gêneros textuais; inclusive, os especificamente técnicos; Produzir textos orais e escritos, obedecendo a critérios pragmáticos, semânticos e formais condicionados pelas convenções do gênero, pela adequação ao público alvo e à situação e pela intenção comunicativa do enunciador; Estabelecer as relações semântico-estruturais entre os constituintes sintáticos do período composto; Apropriar-se de convenções normativas peculiares ao registro culto oral e escrito, a fim de utilizá-las em situações específicas de comunicação. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) 1. Cena de produção do texto 2. Produtor, situação (tempo e espaço) e ouvinte/leitor. 3. Conceito de texto e gênero 4. Resumo 5. Variação lingüística 6. Coesão e coerência textuais 7. Funções da linguagem 8. Função referencial 9. Função expressiva 10. Função conativa 11. Função fática 12. Função metalingüística 13. Função poética 14. Modos de citar o discurso alheio 15. Modalização em discurso segundo 16. Discurso direto 17. Discurso indireto 18. Ilha textual 19. Discurso indireto livre 20. Seqüências textuais 21. Dialogal: estudo do texto dramático (comédia, auto, farsa, paródia...). 22. Descritiva: estudo da crônica 23. Narrativa: estudo do conto 24. Literatura 25. Gêneros literários: novela, literatura de entretenimento. 26. Texto 27. Seqüência explicativa 28. Seqüência argumentativa 29. Gêneros não-literários: resenha 30. Gramática 31. Análise sintática do período composto 32. Orações subordinadas substantivas e adjetivas 33. Orações subordinadas adverbiais e orações coordenadas 34. Visão assistemática de convenções do registro culto oral e escrito Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas, leituras dirigidas, pesquisas, seminários, debates Utilização de: textos teóricos impressos produzidos e/ou adaptados pela equipe; exercícios impressos produzidos pela equipe; veículos de comunicação da mídia impressa, tais como jornais e revistas; obras representativas da literatura brasileira e estrangeira; e textos produzidos pelos alunos. Produção de textos, individuais e/ou em grupo Seminários Provas Avaliação Bibliografia 12

13 BAGNO, M. Dramática da língua portuguesa. São Paulo: Loyola, Pesquisa na escola: o que é, como se faz. 5. ed. São Paulo: Loyola, Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. São Paulo: Loyola, BAKHTIN, M. Os gêneros do discurso. In: Estética da Criação Verbal. São Paulo: Martins Fontes, P ( Coleção Ensino Superior) BECHARA, E. Moderna gramática portuguesa. 37. Ed. Rio de Janeiro: Lucerna, CAMPEDELLI, S.; JÚNIOR, Abdalla. Tempos da Literatura Brasileira. São Paulo: Ática, CEREJA, William R.; MAGALHÃES, Tereza C. Texto e interação: uma proposta de produção textual a partir de gêneros e projetos. São Paulo: Atual, CERESA, Willian Roberto; COCHAR, Thereza Magalhães. Texto e interação: São Paulo: Atual, Dicionário da Língua Portuguesa. DIONÍSIO, A. P.; MACHADO, A. R.; BEZERRA, M. A. (org.). Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, FARACO, C. A.; TEZZA, C. Oficina de texto. Petrópolis, RJ: Vozes, FARIA M. A. O jornal na sala de aula. 11. Ed. São Paulo: Contexto, (Repensando a língua portuguesa.). FIORIN, J. L. Teorias do texto e ensino: a coerência. In: VALENTE, A. (org.). Língua, lingüística e literatura. Rio de Janeiro: EDUERJ, P FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Lições de Texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, GARCEZ, L. H. do C. Técnica de redação: o que é preciso saber para bem escrever. São Paulo: Martins Fontes, Gramática da Língua Portuguesa. HOUAISS, A.; VILLAR, M. de S. Minidicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Objetivo, INFANTE, Ulisses. Textos: leituras e escritas. Literatura, Língua e Redação. V. 1, 2,3. São Paulo: Scipione, JÚNIOR, Abdala Benjamin; CAMPEDELLI, Samira Youssef. Tempos da Literatura Brasileira. São Paulo: Ática KOCH, I. G. V. A coesão textual. São Paulo: Contexto, PLATÃO; FIORIN. Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, PLATÃO; SAVIOLI, F. Gramática em 44 lições. São Paulo: Ática, (Série compacta). Observação: Informações Adicionais Aspectos normativos e descritivos da língua serão abordados à medida que se fizerem necessários 13

14 Curso: Técnico de Nível Médio em Controle Ambiental Área Profissional: Meio Ambiente Disciplina: Inglês Período Letivo: Carga-Horária: 95 h Objetivos Ampliar o seu universo, ao entrar em contato com a cultura e civilização de outros povos, principalmente, os falantes de língua inglesa; Tornar-se consciente da importância do estudo de Inglês em suas futuras atividades profissionais; Ler e interpretar textos literários e de caráter técnico e científico, bem como identificar a idéia central de um texto em inglês; Construir frases, parágrafos e textos, em inglês, utilizando as estruturas gramaticais adequadas e traduzir textos do inglês para o português. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) Simple present, simple past Present perfect, past perfect and present perfect continuous Conditional sentences Gerunds and infinitives Modal auxiliary verbs and related expressions Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas, exercícios orais e escritos, utilização de canções como acréscimo vocabular, filmes com áudio e legenda em inglês. Textos técnicos relativos à área do curso Avaliação Provas, trabalhos escritos e orais, seminários e pesquisas direcionadas na Internet Bibliografia TOUCHÉ, Antônio Carlos, ARMAGANIJAN, Maria Cristina. Match Point. São Paulo: Longman, Dicionário Inglês Português. 14

15 Curso: Técnico de Nível Médio em Controle Ambiental Área Profissional: Meio Ambiente Disciplina: Arte Período Letivo: Carga-Horária: 25 h Objetivos Humanizarem-se melhor como cidadãos inteligentes, sensíveis, estéticos, reflexivos, criativos e responsáveis, no coletivo, por melhores qualidades culturais na vida dos grupos e das cidades, com ética pela diversidade; Realizar produções artísticas individuais e/ou coletivas nas diversas linguagens da arte (música, arte visual, dança, e arte cênica); Apreciar produtos de arte, em suas várias linguagens, desenvolvendo tanto a fruição quanto à análise estética; Analisar, refletir e compreender os diferentes processos da arte, com seus diferentes instrumentos de ordem material e ideal, como manifestações socioculturais e históricas; Conhecer, analisar, refletir e compreender critérios culturalmente construídos embasados em conhecimentos afins filosófico, histórico, sociológico, antropológico, semiótica, científico e tecnológico; Analisar, refletir, respeitar e preservar as diversas manifestações da Arte em suas funções múltiplas utilizadas por diferentes grupos sociais e étnicos, interagindo com o patrimônio nacional e internacional, que se deve conhecer e compreender em sua dimensão sócio-histórica. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) PROJETO DE ARTES VISUAIS Análise conceitual: arte e estética. Arte e sociedade: As artes visuais como objeto de conhecimento As diversas formas comunicativas das artes visuais Elementos que compõem a linguagem visual: cor, luz, forma, textura, composição, perspectiva, volume, dentre outros. Tendências estéticas: o naturalismo e sua ruptura. Apreciação, leitura e análise de produções artísticas nacional e local. Realização de produções artísticas no âmbito das artes visuais PROJETO DE MÚSICA A música como objeto de conhecimento. Elementos para leitura musical: métodos Barbatuque e Kodaly. Estilos e gêneros musicais: erudito, popular e tradição oral. Apreciação e análise de produções artísticas nacional e local. Produção artística. PROJETO DE ARTES CÊNICAS As artes cênicas como objeto de conhecimento. Elementos básicos da composição teatral: texto, interpretação, cenário, figurino, direção cênica, sonoplastia, trilha sonora, coreografia. Estilos, gêneros e escolas de teatro no Brasil. Leitura, apreciação e análise de produções cênicas nacionais e locais. Produção e encenação de peças teatrais. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aula expositiva dialogada; trabalhos em grupo e individual: pesquisa; debates; dinâmica de grupo; exibição e apreciação de produtos artísticos; atividade prática individual e coletiva: pintura, escultura, instalações, coreografias e peças. Avaliação diagnóstica e contínua Avaliação Bibliografia PROJETO DE ARTES VISUAIS ARRUDA, M. L. Filosofando: introdução à filosofia. São Paulo: Moderna, CALDAS, Dorian Gray. Artes Plásticas no Rio Grande do Norte. Natal. FRN/Universitária / FUNPEC/SESC, CHAUÍ, Marilena. Filosofia. São Paulo: Ática, FARIAS Agnaldo. Arte brasileira hoje. São Paulo: Publifolha, GARCEZ, Lucilia; OLIVEIRA, Jo. Explicando a arte: uma iniciação para entender as artes visuais. São Paulo: Ediouro, GRAÇA, Proença. História da Arte. São Paulo: Ática, Revista Brava! , 2001, 2002, 2003, VANNUCCHI, Aldo. Cultura brasileira: o que é, como se faz. São Paulo: Loyola, VÁRIOS. Livro da arte, O (bolso). São Paulo: Martins Fontes,

16 TREVISAN, Armindo. Como apreciar a arte. UNIPROM PROJETO DE MÚSICA ANDRADE, M. Introdução à estética musical. São Paulo: HUCITEC, PRIOLLI, M. L. Teoria musical. Vol. 1. Rio de Janeiro: Vitale. SCHAFER, M. O ouvido pensante. São Paulo: UNESP, SOLTI, G. O mundo maravilhoso da música. Melhoramentos. STEFANI, G. Para entender a música. 2 ed. São Paulo: Globo, PROJETO DE ARTES CÊNICAS CACCIOCLA, M. Pequena história do teatro no Brasil. São Paulo, CAMPEDELLI, S. Y. Teatro brasileiro do século XX. São Paulo: Scipione, NICOLETE, D.; GALLETI, R.; ROCCO, A. 3 Peças curtas: teatro na escola. São Paulo: do Autor, PALLOTINI, R. Dramaturgia, construção de personagens. São Paulo: Ática, PEIXOTO, F. O que é teatro. 14 ed. São Paulo: Brasiliense, PRADO, D. A. História concisa do teatro brasileiro. São Paulo: EDUSP,

17 Curso: Técnico de Nível Médio em Controle Ambiental Área Profissional: Meio Ambiente Disciplina: Informática Período Letivo: Carga-Horária: 40 h Objetivos Mostrar a evolução do computador ao longo da história; Propiciar ao aluno conhecimentos básicos sobre os computadores digitais; Utilizar e efetuar configurações simples do sistema operacional Windows; Utilizar programas utilitários para computadores; Usar com adequação editores de textos; Usar com adequação planilhas eletrônicas; Usar com adequação programas de apresentação. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) Introdução à Microinformática (12 h/a) Evolução histórica da computação Hardware e software Sistemas numéricos Como funciona um computador digital Redes de computadores Sistema Operacional e Utilitários (18 h/a) Conceituação de sistemas operacionais Sistema operacional Windows Programas Utilitários Aplicativos (20 h/a) Programa de apresentação Editor de texto Planilha eletrônica Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas utilização de computador com uso individualizado, projetor multimídia Avaliação Avaliações escritas e práticas Observações procedimentais e atitudinais Trabalhos individuais e em grupo (estudos dirigidos, pesquisas, projeto) Bibliografia NORTON, Peter. Introdução à informática. Makron Books MANZANO, André Luiz N. G. e MANZANO, Maria Izabel N. G. Informática Básica. Érica MICROSOFT, Manual do Windows 98 e NORTON, Peter. Introdução à informática. Makron Books, MICROSOFT. Manual do Word. MICROSOFT. Manual do Excel. MICROSOFT. Manual do PowerPoint. 17

18 Curso: Técnico de Nível Médio em Controle Ambiental Área Profissional: Meio Ambiente Disciplina: Matemática Período Letivo: Carga-Horária: 260 h Objetivos Formular e interpretar hipóteses visando a resolução de problemas, utilizando os conceitos matemáticos; Construir gráficos e tabelas através de modelos matemáticos; Interpretar e solucionar as situações problemas modeladas através de funções; Descrever através de funções o comportamento de fenômenos nas outras áreas do conhecimento como a Física, Química, Biologia, Economia; Representar fenômenos através de séries; Transcrever mensagens matemáticas da linguagem corrente para a linguagem simbólica. Aplicar as relações métricas e trigonométricas na resolução de problemas reais; Conceituar algébrica e graficamente as funções trigonométricas; Relacionar adequadamente as diversas funções trigonométricas relativas a um mesmo arco; Aplicar os conhecimentos adquiridos na resolução de equações e inequações trigonométricas; Usar os conhecimentos adquiridos na resolução de equações que envolvem números complexos nas formas algébrica e trigonométrica; Obter a noção de matriz, a utilização da sua representação, bem como a aplicação de suas operações em outras áreas de atividades; Desenvolver cálculos de determinantes, adquirindo, no entanto uma estrutura imprescindível ao aprofundamento da matemática; Reconhecer, classificar, discutir e resolver sistemas de equações lineares fazendo uso de novas técnicas adquiridas anteriormente; Definir, operar polinômios e resolver equações polinomiais fazendo uso de teoremas, método e relações. Compreender enunciados, formular questões, selecionando e interpretando informações de problemas de contagem; Recorrer ao Binômio de Newton para representar; Selecionar estratégias de resolução de problemas e analisar resultados em situações-problema envolvendo possibilidades; Ler, interpretar e utilizar tabelas e gráficos no estudo de fenômenos estatísticos; Recorrer a modelos da matemática financeira para cálculo de juros, porcentagem e operações de lucro e prejuízo; Utilizar modelos matemáticos para cálculo de áreas, perímetros e elementos das figuras planas; Fazer e validar hipóteses recorrendo a modelos matemáticos para cálculo de áreas e volume de sólidos geométricos; Associar álgebra à geometria na resolução de problemas, fazendo representações no plano; Resolver problemas de distância e tangência entre retas e curvas. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) Conjuntos numéricos Intervalo Função Função composta e inversa Função do 1º grau Função do 2º grau Inequações do 2º grau Função modular Função exponencial Função logarítmica Progressão aritmética Progressão geométrica Relações métricas do triângulo Trigonometria no triângulo retângulo Trigonometria no ciclo trigonométrico Matrizes Determinantes Sistemas de equações lineares Polinômios Equações polinomiais Análise combinatória Binômio de Newton Probabilidades Estatística Geometria plana Matemática financeira 18

19 Geometria espacial Geometria analítica Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas; resolução de listas de exercícios; seminários; dinâmica de grupo; estudo dirigido. Avaliação Avaliação diagnóstica individual e/ou grupal; Utilização de instrumentos avaliativos: fichas de acompanhamento; registro de observação; Bibliografia DANTE, Luiz Roberto. Matemática: contexto e aplicações. Ensino Médio. São Paulo: Ática, GELSON, Tezzi et al. APOIO Matemática: Ciencia e aplicações : Ensino Médio. São Paulo. Atud,

20 Curso: Técnico de Nível Médio em Controle Ambiental Área Profissional: Meio Ambiente Disciplina: Química Período Letivo: Carga-Horária: 300 h Objetivos Compreender as transformações químicas numa visão macroscópica e microscópica; Relacionar os fenômenos naturais com o seu meio e vice-versa; Articular a relação teórica e prática permitindo a ampliação no cotidiano e na demonstração dos conhecimentos básicos da química; Aplicar o uso das linguagens: matemática, informática, artística e científica na compreensão de conceitos químicos; Ler, interpretar e analisar os tópicos específicos da química; Desenvolver diversos modelos de sistemas químicos relacionados com o seu cotidiano; Selecionar e organizar idéias sobre a composição do átomo; Formular diversos modos de combinações entre os elementos químicos a partir de dados experimentais; Reconhecer os limites éticos e morais que podem estar envolvidos no desenvolvimento da química e da tecnologia quando no estudo das funções químicas e suas aplicações em benefício do homem; Fazer uso dos gráficos e tabelas com dados referentes às leis das combinações químicas e estequiométricas. Descrever as transformações químicas em linguagem discursiva; Compreender dados quantitativos, estimativa e medida através das relações proporcionais; Articular a relação teórica e prática permitindo a ampliação no cotidiano; Reconhecer o papel da química no sistema produtivo individual; Relacionar os fenômenos naturais com o meio e vice-versa; Traduzir através de investigação científica, a importância dos gases para a sobrevivência do homem; Relacionar os diversos tipos de dispersões com suas aplicações em diversas áreas de conhecimento; Reconhecer através de experimentos quando um processo químico ocorre, analisando um intervalo de tempo do fenômeno; Desenvolver modelos físico-químicos do cotidiano de sistemas reversíveis e irreversíveis; Relacionar o conhecimento das diversas áreas com os processos eletroquímicos e suas aplicações; Questionar o uso da radioatividade no mundo moderno. Compreender as transformações da química orgânica numa visão macroscópica e microscópica; Articular a relação teórica e prática permitindo a ampliação no cotidiano; Reconhecer e propor investigação de um problema relacionado à química orgânica; Relacionar os fenômenos naturais com o meio e vice-versa; Traduzir a linguagem discursivas em curtas linguagens usadas em Química; Reconhecer a importância dos compostos orgânicos no cotidiano; Selecionar dados experimentais que caracterizem um composto orgânico; Relacionar as funções orgânicas a outras áreas de conhecimento; Formular questões diagnósticas e propor soluções para problemas apresentados utilizando os elementos da química orgânica; Identificar através de experimentos fatos ao diversos tipos de reações orgânicas; Expressar dúvidas, idéias e conclusões acerca das fontes de energia. Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) Sistemas químicos Estrutura atômica Ligações químicas Funções químicas inorgânicas Reações químicas Leis das combinações químicas Cálculos químicos Estequiometria Gases Estudo das dispersões Termodinâmica aplicada à química Cinética química Sistemas em equilíbrio Eletroquímica Radioatividade Química dos compostos do carbono; Características gerais dos compostos orgânicos; Funções orgânicas e suas aplicações; Estudo das estruturas dos compostos orgânicos (isomeria); Principais reações envolvendo os compostos orgânicos; 20

21 Importância dos compostos orgânicos nas diversas áreas; Aplicação dos compostos orgânicos. Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos Aulas expositivas; aulas práticas em laboratório; aulas de campo; exercício teórico e prático; seminários; Utilização de vídeos Avaliação diagnóstica individual Construção de experimentos caseiros Avaliação em grupo Avaliação Bibliografia CAMARGO, Geraldo. Química. São Paulo: Scipione, v FELTRE, Ricardo. Química. São Paulo: Moderna v.1,2,3 LEMBO, Antonio. Química. São Paulo: Àtica, v1,2,3 PERUZZO, Tito Mimgaia, CANTO, Eduardo Leite do. Química. São Paulo: Moderna, 1994.v.1,2. 3. NOVAIS, Vera. Química. São Paulo: Atual, v1,2,3 REIS, Martha. Química. São Paulo: FTD, SARDELLA, Antonio. Química. (São Paulo: Àtica, 1998). v.1,2,3 Observações: Informações Adicionais 21

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