MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE MMA MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO MDA INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA INCRA

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2 MINISTÉRIO DO MIO AMBINT MMA MINISTÉRIO DO DSNVOLVIMNTO AGRÁRIO MDA INSTITUTO NACIONAL D COLONIZAÇÃO RFORMA AGRÁRIA RLATÓRIO DAS OFICINAS SOBR LICNCIAMNTO AMBINTAL DOS PROJTOS D ASSNTAMNTO DO PROGRAMA NACIONAL D RFORMA AGRÁRIA labraçã Fabíla Vianna Diretria de Obtençã de Terra / Inê Caribé Nune Marque DLAA / MMA Jã Daldegan Diretria de Obtençã de Terra / Luiz Rdrigue de Oliveira DRS / MMA Thelma Sant de Mel TAL Ambiental / SC / MMA BRASÍLIA / DF Abril / 2009

3 Minitr d Deenvlviment Agrári Guilherme Cael Minitr d Mei Ambiente Carl Minc Preidente d Intitut Nacinal de Clnizaçã e Refrma Agrária Rlf Hackbart Secretária-xecutiva d MMA Izabella Mônica Vieira Teixeira Secretária de Mudança Climática e Qualidade Ambiental d MMA Suzana Kahn Ribeir Secretári de xtrativim e Deenvlviment Rural Sutentável gn Krakhecke Diretr de Licenciament e Avaliaçã Ambiental d MMA Vlney Zanardi Diretr de Deenvlviment Rural Sutentável d MMA Paul Guilherme Cabral Diretr de Obtençã de Terra e Implantaçã de Prjet de Aentament d Cel Liba de Lacerda Crdenadra-Geral de Mei Ambiente e Recur Naturai d liani Maciel Lima (até ) Rita de Cáia Cerqueira Cndé de Picya (a partir de ) Crdenadra d Prjet TAL Ambiental d MMA Fernanda Cta Crezla quipe Técnica d Ana Paula Ferreira de Carvalh Critian Gergem (arte capa) Daniel Sler Huet Débra Mabel Ngueira Guimarãe Daltn Araúj Antune dgar Paulin de Suza Fabíla de Freita Vianna Jã Daldegan Sbrinh Jeth Filmena de Jeu Suza Lenarda Critina Mel Rufin de Sua Melina Silva Pereira Labiiere Regina Lúcia de Alcântara Góe Reginald Marc Aguiar (reviã / diagramaçã) Silvi Marc Cme de Meneze Stela Mari Alve Acenç quipe Técnica d MMA Antôni Albert da Silva lvira avier Vieira Fernanda Cunha Inê Caribé Nune Marque Luciana de Oliveira Ra Machad Luiz Rdrigue de Oliveira Marcel Pere Faca Thelma Sant de Mel quipe Adminitrativa Critina Damacen St de Cta MMA di Cta de Freita Leylanne de Lima Ribeir Núbia Maria de Catr Rdrigue

4 APRSNTAÇÃO A qualificaçã da plítica pública implementada pel Gvern Federal, tad e municípi é uma cndiçã para frtaleciment da demcracia e d deenvlviment d Brail. O enfrentament deta quetã exige cmprmi e a atençã cntante de td etre da ciedade para que na frmulaçã da plítica ejam cniderad nã ó apect ecnômic, ma também de jutiça cial e ambiental. N entant, mente ete cmprmi nã é uficiente. A cmplexidade da implementaçã de plítica tranverai, cm é ca da Plítica de Refrma Agrária, exige a cntruçã pactuada d cm fazer, da definiçã de uma etratégia que pntue recur, papéi, a capacidade intitucinal d tad e cntante acmpanhament da ua implementaçã pela ciedade. te dcument apreenta relatóri da Oficina bre Licenciament d Prjet de Aentament d Prgrama Nacinal de Refrma Agrária, realizada entre agt e nvembr de A ideia da realizaçã da ficina urgiu a partir da neceidade d IN- CRA de etruturar um plan de açã ambiental que viee atender a demanda de regularizaçã d aentament realizad ainda de frma precária em década Paada, e de planejar uma nva carteira de prjet, que cntemplaem dede a ua cncepçã até a dimenã ambiental. O plan fi apreentad e dicutid na ficina que cntaram cm a participaçã de repreentante d diferente órgã de refrma agrária e ambiental da trê efera de gvern, Tribunal de Cnta da Uniã, Minitéri Públic Federal, Minitéri Públic d tad, mviment ciai, entre utr. A ficina fram apiada cm recur d Prjet TAL Ambiental, d Minitéri d Mei Ambiente. Cm reultad, a ficina identificaram vári apect intitucinai, legai, de capacitaçã, mdel de aentament, entre utr. te apect vã além d licenciament ambiental e deverã cmpr uma agenda cnjunta cm bjetiv de facilitar e apiar a implementaçã d Plan Ambiental d. Deta frma, a ficina cntribuíram para entendiment de que etabeleciment pel de um Plan Ambiental trna licenciament ambiental, nã um entrave a er ultrapaad, ma um intrument de qualificaçã d Prjet de Aentament de Refrma Agrária. Vlney Zanardi Junir Diretr d Departament de Licenciament e Avaliaçã Ambiental d MMA Cel Lacerda Diretr de Obtençã de Terra e Implantaçã de Aentament d

5 ÍNDIC Pág. APRSNTAÇÃO... 3 ÍNDIC DOS QUADROS... 4 LISTA D SIGLAS: INTRODUÇÃO AS OFICINAS OBJTIVOS PÚBLICO ALVO PROGRAMAÇÃO PADRÃO MTODOLOGIA TRATAMNTO ANÁLIS DAS INFORMAÇÕS DFINIÇÃO ANÁLIS DOS IOS AGLUTINADORS RSULTADOS RCOMNDAÇÕS CONSIDRAÇÕS FINAIS ANOS ANO I - Sitematizaçã e tratament da infrmaçõe btida na ficina ANO II Matrize da it ficina de licenciament ambiental ANO III Relaçã da Superintendência Reginai d ÍNDIC DOS QUADROS Pág. Quadr 1. Cidade ede da ficina, tad participante e data...10 Quadr 2. Matriz, prblema e luçã...12 Quadr 3. Reum d prblema identificad durante a ficina

6 LISTA D SIGLAS ADMA Adminitraçã tadual d Mei Ambiente/S AF Autrizaçã de xplraçã Flretal APA Área de Prteçã Ambiental APP Área de Prteçã Permanente APPM Aciaçã Piauiene de Municípi AQC Autrizaçã de Queima Cntrlada ART Antaçã de Repnabilidade Técnica ASCOM Aeria de Cmunicaçã ATCS Atetad de Cndiçã Sanitária ATR Aitência Técnica e xtenã Rural ATS Aeria Técnica, Scial e Ambiental BACN Banc Central d Brail BNDS Banc Nacinal de Deenvlviment cnômic e Scial CCA Cmiã tadual de Cntrle Ambiental/RJ CDRS Cnelh tadual de Deenvlviment Rural Sutentável/AM CFT Centr Federal de ducaçã Tecnlógica CPLAC Cmiã xecutiva d Plan da Lavura Cacaueira CTAM Centr de ducaçã Tecnlógica d Amazna CUC Centr tadual de Unidade de Cnervaçã/AM CGPNCM/MS Crdenaçã Geral d Prgrama Nacinal de Cntrle da Malária d Minitéri da Saúde CIARO Cmiã Interintitucinal de ducaçã Ambiental de Rndônia CIA Cmiã Interintitucinal de ducaçã Ambiental/RR CMN Cnelh Mnetári Nacinal CODVASF Cmpanhia de Deenvlviment d Vale d Sã Francic e d Parnaíba COMA Cnelh tadual d Mei Ambiente/TO CONAMA Cnelh Nacinal de Mei Ambiente CONTAG Cnfederaçã Nacinal d Trabalhadre na Agricultura CONSMA Cnelh Superir Temátic de Mei Ambiente/P CPRH Agencia tadual de Mei ambiente e Recur Hídric/P CPRM Cmpanhia de Pequia de Recur Minerai / Serviç Gelógic d Brail CPT Cmiã Patral da Terra/AM CRA Cnelh Reginal de ngenharia, Arquitetura e Agrnmia CTGA Cmiã Técnica de Garantia Ambiental CVS Centr de Vigilância Sanitária/AP DRS/MMA Departament de Deenvlviment Rural Sutentável d MMA DF Diviã Fundiária DLAA/MMA Departament de Licenciament e Avaliaçã Ambiental d MMA DT Diretria de Obtençã de Terra e Implantaçã de Prjet de Aentament DTM Crdenaçã Geral de Mei Ambiente e Recur Naturai IA/RIMA tud de Impact Ambiental/ Relatóri de Impact Ambiental MBRAPA mprea Braileira de Pequia Agrpecuária MPAR mprea Mat-grene de Pequia, Aitência e xtenã Rural S/A PAGRI mprea de Pequia Agrpecuária e xtenã Rural de Santa Catarina S/A FATMA Fundaçã d Mei Ambiente/SC FMA Fundaçã tadual de ngenharia e Mei Ambiente/RJ FMACT Fundaçã tadual de Mei Ambiente Ciência e Tecnlgia/RR FPAM Fundaçã tadual de Prteçã Ambiental Henrique Luiz Reler/RS FTAGRI Federaçã d Trabalhadre na Agricultura FTRAC Federaçã d Trabalhadre da Agricultura d tad d Ceará FTRAF Federaçã d Trabalhadre na Agricultura Familiar FUNAI Fundaçã Nacinal d Índi FUNPC Fundaçã Nrte-ri-grandene de Pequia e Cultura FUNTP Fund de Terra d tad de Pernambuc FVS Fundaçã de Vigilância em Saúde/AM 5

7 GIS/CAD Gegraphic Infrmatin Sytem/Cmputer-Aided Deign (nme genéric de itema cmputacinai para facilitar prjet e deenh técnic) GPS Glbal Pitining Sytem (Sitema de Picinament Glbal) GT Grup de Trabalh GTI Grup Técnic Interintitucinal IAP Intitut Ambiental d Paraná IBAMA Intitut Braileir de Mei Ambiente e Recur Naturai Renvávei IBG Intitut Braileir de Gegrafia e tatítica ICMBi Intitut Chic Mende de Cnervaçã da Bidiveridade IDAF Intitut de Defea Agrpecuária e Flretal/S IDAM Intitut de Deenvlviment Agrpecuári/AM IDMA Intitut de Defea d Mei Ambiente/RN IDRISI ftware que reúne ferramenta na área de prceament de imagen, enriament remt, itema de infrmaçã gegráfica, geetatítica IMA Intitut tadual d Mei Ambiente/S IPA Intitut de Pequia Científica e Tecnlógica d tad d Amapá IGARN Intitut de Getã da Água d tad d Ri Grande d Nrte IMA/AL Intitut de Mei Ambiente IMA/BA Intitut de Mei Ambiente IMAP Intitut d Mei Ambiente e Ordenament Territrial/AP IMASUL Intitut de Mei Ambiente/MS IN Intruçã Nrmativa Intitut Nacinal de Clnizaçã e Refrma Agrária INPA Intitut Nacinal de Pequia da Amazônia INTRMAT Intitut de Terra d Mat Gr d Sul INTRPI Intitut de Terra d Piauí IPA Intitut Agrnômic de Pernambuc IPAAM Intitut de Prteçã Ambiental d Amazna ITCG Intitut de Terra, Cartgrafia e Geciência/PR ITAM Intitut de Terra n Amazna ITRJ Intitut de Terra e Cartgrafia d Ri de Janeir ITRPA Intitut de Terra d Pará ITSP Intitut de Terra de Sã Paul LA Licenciament Ambiental LAF Laud Agrnômic de Ficalizaçã LAPM Laud de Avaliaçã d Ptencial Malarígen LFPR Licenciament Flretal da Prpriedade Rural LIO Licença de Intalaçã e Operaçã LP Licença Prévia LPM Laud de Ptencial Malarígen MAPA Minitéri da Agricultura, Pecuária e Abateciment MDA Minitéri d Deenvlviment Agrári MC Minitéri da ducaçã MMA Minitéri d Mei Ambiente MP Minitéri Públic MP Minitéri Públic tadual MPF Minitéri Públic Federal MPOG Minitéri d Planejament, Orçament e Getã MPU Minitéri Públic da Uniã MS Minitéri da Saúde MST Mviment d Trabalhadre Rurai Sem-Terra NATURATINS Intitut Natureza d Tcantin OMA Órgã tadual d Mei Ambiente ONG Organizaçã Nã Gvernamental PA Prjet de Aentament PAA Plan de Açã Ambiental PA Prjet de Aentament Agr xtrativita PAF Prjet de Aentament Flretal 6

8 PARA Prjet de Aentament de Refrma Agrária PARNA Parque Nacinal PB Prjet Báic PCS Plan de Carg e Salári da SDAM/RO PDA Plan de Deenvlviment d Aentament PDS Prjet de Deenvlviment Sutentável PF Prcuradria Federal pecializada PG Prcuradria Geral d tad PJ Prcuradria Jurídica PMFS Plan de Manej Flretal Sutentável PNC Prgrama Nacinal de Capacitaçã PNCM/MS Prgrama Nacinal de Prevençã e Cntrle da Malária d Minitéri da Saúde PNA Prgrama Nacinal de ducaçã Ambiental PPA Plan Plurianual PRA Prjet de Recuperaçã Ambiental PRAD Plan de Recuperaçã de Área Degradada PRONAF Prgrama Nacinal de Frtaleciment da Agricultura Familiar PRONRA Prgrama Nacinal de ducaçã na Refrma Agrária RA Refrma Agrária RAS Relatóri Ambiental Simplificad RDA Regime pecial de Direit Adminitrativ RL Reerva Legal RURALTINS Intitut de Deenvlviment Rural d Tcantin RURAP Intitut de Deenvlviment Rural d Amapá RVA Relatóri de Viabilidade Ambiental SDA Secretaria de Deenvlviment Agrári/C SAF Sitema Agr Flretal SDR/MMA Secretaria de xtrativim e Deenvlviment Rural Sutentável d MMA SDS Secretaria de tad d Mei Ambiente e Deenvlviment Sutentável/AM SAB Secretaria de tad da Agricultura e Abateciment/PR SC/MMA Secretária xecutiva d MMA SDAM Secretaria de tad d Deenvlviment Ambiental/RO SDRS/MMA Secretaria de xtrativim e Deenvlviment Rural Sutentável d MMA SDUC Secretaria de ducaçã e Cultura/TO SD Secretaria de tad da ducaçã/s SFAZ Secretaria de Fazenda SGSP Secretaria de tad da Getã Pública/AL SMA/AP Secretaria de tad d Mei Ambiente SMA/MA Secretaria de tad d Mei Ambiente e Recur Naturai SMA/PA Secretaria de tad d Mei Ambiente SMA/RS Secretaria tadual d Mei Ambiente SMA/MT Secretaria de tad d Mei Ambiente SMAC Superintendência tadual d Mei Ambiente d Ceará SMAR Secretaria de Mei Ambiente e Recur Naturai/PI SMARH/DF Secretaria d Mei Ambiente e de Recur Hídric SMARH/GO Secretaria d Mei Ambiente e de Recur Hídric SMARH/S Secretaria de tad d Mei Ambiente e de Recur Hídric SMARH/AL Secretaria de tad d Mei Ambiente e de Recur Hídric SNAC Serviç Nacinal de Aprendizagem Cmercial SPROR Secretaria de tad da Prduçã Agrpecuária, Peca e Deenvlviment Rural Integrad/AM SS/AM Secretaria de tad da Saúde SS/RR Secretaria de tad da Saúde SS/AC Secretaria de tad da Saúde SSA Secretaria de tadual de Saúde d Amapá SSAU/RO Secretaria de tad da Saúde SSAU/TO Secretaria de tad da Saúde SSPA Secretaria tadual de Saúde d Pará 7

9 SICONV Sitema de Getã de Cnvêni, Cntrat de Repae e Term de Parceria SIG Sitema de Infrmaçõe Gegráfica SIPAM Sitema de Prteçã da Amazônia SIPRA Sitema de Infrmaçã de Prjet de Refrma Agrária SISLG Sitema de Manutençã, Recuperaçã e Prteçã da Reerva Flretal Legal e Área de Preervaçã Permanente SISNAMA Sitema Nacinal d Mei Ambiente SMCQA/MMA Secretaria de Mudança Climática e Qualidade Ambiental d MMA SR Superintendência Reginal SUDMA Superintendência de Adminitraçã d Mei Ambiente/PB SVS Secretaria de Vigilância em Saúde TAC Term de Ajutament de Cnduta TACA Term de Ajutament de Cnduta Ambiental TAL Ambiental Prjet de aitência técnica de api à agenda da utentabilidade ambiental d MMA TCT Term de Cperaçã Técnica TCU Tribunal de Cnta da Uniã TR Term de Referência UC Unidade de Cnervaçã URR Univeridade tadual de Rraima UFAL Univeridade Federal de Alaga UFAM Univeridade Federal d Amazna UFRR Univeridade Federal de Rraima UFS Univeridade Federal de Sergipe UNAL Univeridade tadual de Alaga ZAS Zneament Ambiental para Atividade de Silvicultura Z Zneament clógic-cnômic 8

10 1 INTRODUÇÃO Muit temp e pau dede que a primeira nrma legal, editada em , recnhecee a neceidade de interaçã entre a quetã ambiental e uce da plítica agrária e agrícla. ta neceidade fi evidenciada n cnceit de funçã cial da prpriedade rural e, pterirmente, recnhecida na mai divera nrma legai cmeçand pela Cntituiçã da República, de 1988, e eguind pr utra nrma epecífica. A exigência d licenciament ambiental d Prjet de Aentament de Refrma Agrária etabelecida e detalhada, repectivamente, pela Reluçõe CONAMA nº 237/1997 e nº 289/2001 2, e também pela ainatura d Term de Ajutament de Cnduta (TAC), em 2003, entre MDA/ e MMA/IBAMA, cm bjetiv de bucar a regularizaçã d licenciament ambiental, enquant intrument de defea e preervaçã d mei ambiente, levu a iniciar uma prfunda mudança de paradigma na implementaçã da Plítica de Refrma Agrária n Paí. te prce de mudança, mad à exigência d Minitéri Públic Federal (MPF), d Tribunal de Cnta da Uniã (TCU) e à determinaçã d gvern de integraçã de plítica, levu a prpr a Minitéri d Mei Ambiente (MMA,) a realizaçã de it ficina reginai para dicutir Plan de Açã Ambiental (PAA) dete Intitut, n âmbit d Prjet de Aitência Técnica para a Agenda de Sutentabilidade Ambiental TAL Ambiental 3.. A ficina fram planejada cm a finalidade de ubidiar n aperfeiçament d eu Plan de Açã Ambiental, que prevê a implementaçã d Licenciament Ambiental e da utentabilidade de td Prjet de Aentament (PA), bem cm identificar principai fatre que interferem nete prce. A cntruçã e realizaçã dee event, crrid de agt a nvembr de 2008, fi um prce cnjunt entre a Crdenaçã Geral de Mei Ambiente e Recur Naturai d, departament de Licenciament e Avaliaçã Ambiental (DLAA) e de Deenvlviment Rural Sutentável (DRS) d MMA, b a crdenaçã d Prjet TAL Ambiental. O event fram realizad em it capitai braileira que receberam utr tad, eclhid de acrd cm a prximidade e peculiaridade da Superintendência Reginai d (Quadr 1). A ficina mbilizaram cerca de 500 participante entre diver órgã envlvid cm licenciament ambiental e a utentabilidade d PA. tiveram preente técnic e dirigente da Superintendência Reginai d, d Órgã taduai de Mei Ambiente (OMA), Intitut Braileir d Mei Ambiente e d Recur Naturai Renvávei (IBAMA), Intitut Chic 1 - tatut da Terra, Lei n.º de 30/11/1964, art. 12, 13, 18, 20 e 57; recepcinada pela Cntituiçã de 1988, art. 5º. 186 e 225; e a Lei de Plítica Agrícla n de 17/01/1191, atr. 2º, 3º, 4º, 22º. 23º, 25º, 99º 104º. 2 - ta Reluçã fi ubtituída pela de nº 387/2006, em cneqüência d Seminári Nacinal bre licenciament Ambiental de Prjet de Aentament de Refrma Agrária, prmvid pel MMA, e de ugetõe d grup de trabalh intituíd n âmbit da Câmara Técnica d CONAMA. 3 - Prjet TAL Ambiental apóia açõe de utentabilidade ambiental na frmulaçã, deenvlviment e implementaçã da plítica d Gvern Federal. 9

11 Mende de Bidiveridade (ICMBi), MMA, MPF, Minitéri Públic tadual, TCU, Crdenaçã Geral d Prgrama Nacinal de Cntrle da Malária d Minitéri da Saúde (CGPNCM/MS), Secretaria de Saúde d tad Amazônic, Cnfederaçã Nacinal d Trabalhadre na A- gricultura (CONTAG), Mviment d Trabalhadre Rurai Sem-Terra (MST) e Federaçã Nacinal d Trabalhadre e Trabalhadra na Agricultura Familiar d Brail FTRAF. Cm a realizaçã dee trabalh, bteve-e uma gama de infrmaçõe, reveland uma diveridade de prblema, prcediment e luçõe. Nete cntext, fi criad um Grup Técnic Interintitucinal GTI, integrad pela Crdenaçã Geral de Mei Ambiente e Recur Naturai, da Diretria de Obtençã de Terra e Implantaçã de Prjet de Aentament d, pel Departament de Licenciament e Avaliaçã Ambiental, de Deenvlviment Rural Sutentável e pel Prjet TAL Ambiental, d MMA. A infrmaçõe fram tratada, itematizada e analiada, gerand ete Relatóri que buca retratar principai prblema e luçõe para a implementaçã d licenciament ambiental d PA, cm bae na utentabilidade d mem. e dcument e apreenta etruturad em: Intrduçã; A ficina; Tratament e análie da infrmaçõe; Reultad e recmendaçõe; Cnideraçõe finai. Há ainda Anex I (Sitematizaçã e tratament da infrmaçõe btida na ficina) e II (Matrize da it ficina de licenciament ambiental). O preente trabalh nã tem a pretenã de egtar td quetinament referente a licenciament ambiental de Prjet de Aentament de Refrma Agrária, ma tã mente regitrar prce relutiv deenvlvid. aim, buca cnlidar um nv patamar da cntruçã d deenvlviment utentável da Plítica Nacinal de Refrma Agrária, ervind de bae para implementaçã de açõe, a cntinuidade da dicuõe, aprimrament d Plan de Açã Ambiental d e d prcediment de licenciament ambiental. Quadr 1 - Cidade ede da ficina, data e tad participante Cidade/UF Data tad participante Flrianópli/SC 14 e 15 /08/ 2008 Santa Catarina, Ri Grande d Sul e Paraná Ri de Janeir/RJ 28 e 29 /08/ 2008 Ri de Janeir, Sã Paul e pírit Sant Frtaleza/C 11 e 12 /09/ 2008 Ceará, Maranhã, Piauí, Ri Grande d Nrte e Paraíba Maceió/AL 25 e 26 /09/ 2008 Alaga, Bahia, Sergipe e Pernambuc Manau/AM 09 e 10 /10/ 2008 Amazna, Acre, Rndônia e Rraima Belém/PA 23 e 24 /10/ de 2008 Pará e Amapá Camp Grande/MS 13 e 14 /11/ de 2008 Mat Gr d Sul, Tcantin e Mat Gr Braília/DF 20 e 21 /11/ de 2008 Ditrit Federal e Giá Bel Hriznte/MG 2º bimetre de 2009 Mina Gerai Inicialmente etava previt que etad de Mina Gerai participaria da ficina de Braília/DF, ma i nã fi pível devid a prblema de lgítica. Pr ea razã, fi acrdad a realizaçã de uma ficina extra, em Bel Hriznte, para incrprar a cntribuiçã mineira. 10

12 2 AS OFICINAS 2.1 OBJTIVOS A Oficina Sbre Licenciament de Prjet de Aentament de Refrma Agrária tiveram cm bjetiv: Cnhecer Plan de Açã Ambiental d para efetivar licenciament e deenvlviment ambiental utentável d Prjet de Aentament de Refrma Agrária e, dicutir etratégia para a ua implementaçã; e identificar prblema e luçõe reginai para licenciament e adequaçã ambiental d Prjet de Aentament de Refrma Agrária. 2.2 PÚBLICO ALVO Dirigente e técnic d órgã: Superintendência Reginai d ; órgã etaduai de Mei Ambiente; Superintendência Reginai d IBAMA; mviment ciai; Crdenaçã Geral d Prgrama Nacinal de Cntrle da Malária (CGPNCM), d Minitéri da Saúde (MS), e ecretaria etaduai de aúde da Amazônia Legal (na ficina que envlveram tad da Amazônia Legal). Participaram ainda cm cnvidad, repreentante d MPF, MP, TCU e ICMBi. 2.3 PROGRAMAÇÃO PADRÃO 1º Dia: Abertura; paletra d repreentante d e MMA bre Refrma Agrária e Licenciament Ambiental; apreentaçõe da Crdenaçã de Mei Ambiente e Recur Naturai d - Sede, da Superintendência Reginal d, d OMA, abrdand a temática da ficina; debate entre participante. 2º Dia: Trabalh em grup; apreentaçã d reultad, debate e cnlidaçã d dcument final; encaminhament e encerrament. 11

13 2.4 MTODOLOGIA A ficina fram realizada em di dia e dividida em dua etapa. A primeira etapa fi dedicada a frneciment de ubídi à dicuõe e à cntruçã cletiva da prpta de luçã, cm: A cntextualizaçã da plítica de Refrma Agrária e de Mei Ambiente e ua interrelaçõe, a encarg d dirigente da intituiçõe que lideram ete prce, e MMA; apreentaçã d Plan de Açã Ambiental d pr ua Crdenaçã Geral de Mei Ambiente e Recur Naturai; expiçã a participante de di diagnótic da ituaçã d licenciament ambiental d aentament de Refrma Agrária: b pnt de vita d, pela Superintendência Reginal, e b pnt de vita d órgã licenciadr etadual, pr eu repreentante; e expiçã, pela Crdenadria Geral d Prgrama Nacinal de Cntrle da Malária, bre ete prgrama, bre a emiã de Atetad de Cndiçã Sanitária (ATCS) para aentament - cm dcument exigid n licenciament -, e a evluçã d diálg entre a Secretaria taduai de Saúde e, na ficina que envlveram tad da Amazônia Legal. A egunda etapa fi dedicada a trabalh em grup, pr tad, envlvend técnic executre da Plítica de Mei Ambiente e de Refrma Agrária, repreentante d aentament, d mviment ciai e cnvidad. O fc deta etapa fi direcinad para identificaçã d prblema e pívei luçõe para viabilizaçã d licenciament ambiental. Para realizaçã d trabalh em grup fi elabrada uma planilha a er preenchida cm prblema, prpta de luçã, repnável, envlvid e açõe em andament, denminada Matriz prblema e luçã Quadr 2. Nea etapa, participante fram rientad a pririzarem prblema n preenchiment da matriz. A auência de algum prblema ignifica apena que ele nã fi pririzad naquele mment. O reultad d grup fram apreentad em uma plenária final, mai uma vez dicutid, validad e erviram de bae para a análie e recmendaçõe prpta nete relatóri. A ficina cntaram cm erviç de mderaçã feit pr prfiinal qualificad e cntratad epecificamente para eta funçã. O grup de trabalh etaduai também cntaram cm mderaçã e ecretaria exercida pr técnic d MMA e d. 12

14 Mdel de planilha trabalhada na ficina Quadr 2: Matriz prblema e luçã Prblema Prpta Repnável nvlvid Açõe em andament 3 - TRATAMNTO ANÁLIS DAS INFORMAÇÕS O bjetiv d tratament e análie da infrmaçõe btida durante a ficina fi a cntruçã d retrat da prblemática d licenciament e ua relaçã cm a utentabilidade ambiental d PA. e retrat e detina, em princípi, a dirigente d órgã envlvid cm a refrma agrária e cm a prteçã d mei ambiente, em tda ua efera, e também a td envlvid n prce em ua múltipla dimenõe. O prblema identificad na ficina etaduai (280 prblema) fram reunid em eix e tiveram cm critéri de aglutinaçã a gênee d prblema. Identificu-e, deta frma, ei eix: Capacitaçã intitucinal; Articulaçã intitucinal; Apect nrmativ; Paiv ambiental; Capacitaçã e extenã rural; e Mdel de aentament. Para cada eix fi cntruída uma definiçã que caracteriza tip de prblema ali elencad. Dentr de cada eix, identificaram-e prblema emelhante, que fram claificad e relacinad à crrepndente prpta de luçã e à açõe já adtada. I reultu na cntruçã de um nv quadr, cntend a itematizaçã de tda a infrmaçõe btida, identificada pr Unidade da Federaçã, durante a ficina (Anex I, Quadr 4 Reultad da itematizaçã da infrmaçõe btida na ficina). Apó eta primeira aglutinaçã, percebeu-e que aquele prblema, embra guardaem caracterítica cmun na ua frmaçã, deveriam er intetizad para melhr aprfundar eu entendiment e exprear a dificuldade d prce de licenciament identificada na ficina. Deta frma, cada eix riginu ub-eix chamad de claificaçã d prblema, apreentad n Quadr 3 - Reum d prblema identificad durante a ficina. te quadr via facilitar a frmulaçã de plítica pública que eliminem u mitiguem prblema identificad. 13

15 Quadr 3 Reum d prblema identificad durante a Oficina (aglutinaçã pr eix) Claificaçã d prblema ix 1 Capacitaçã intitucinal 2 Articulaçã intitucinal Sub-eix A B C D F G A B C D F G H I J K 3 Apect nrmativ A Síntee d prblema levantad Infraetrutura da intituiçõe gvernamentai e nã gvernamentai (tai cm recur human, técnic, financeir e lgític) inuficiente para atender demanda d prce de licenciament ambiental. Auência de nrmativ intern que atendam a peculiaridade lcai Falta de getã da área d (mnitrament precári d PA) Prce de licenciament ambiental cmprmetid pr inuficiência de api lgític, dificuldade peracinai e mridade n prcediment adminitrativ. Dificuldade na btençã e implementaçã d Laud de Avaliaçã d Ptencial Malarígen, além da neceidade de invetigaçã de utra endemia. Dad cartgráfic inuficiente para intruir prce de licenciament ambiental. Prce de licenciament ambiental prejudicad pr auência u inuficiência de infrmaçõe e dad técnic. Intrument de cperaçã e repae de recur inuficiente u inexitente. Decumpriment d cntrat de aentament ( x parceleir) Dificuldade na btençã da anuência municipal. Baixa integraçã e puca credibilidade entre a entidade envlvida n licenciament ambiental. nvlviment inuficiente d aentad n planejament d Prjet de Aentament. Inuficiência de recur financeir para aentament fra d Territóri da Cidadania. Lcalizaçã d Serviç de Mei Ambiente, dentr da Diretria de Obtençã de Terra; nã cmpartilhament de prdut e infrmaçõe gerreferenciada n etre d ; e puca tranveralidade da quetã ambiental entre mem. Nã pririzaçã d zneament eclógic ecnômic pr parte d tad. Neceidade de decentralizaçã d órgã ambientai para cidade pól. Prcediment de licenciament ditint para SR, que abrange mai de um tad. Pereguiçã e depreciaçã da imagem d aentad e u de intrument de licenciament ambiental cm cntaçõe plític-idelógica. Getã de plítica pública nã adequada à realidade fiigráfica d tad. Licença Prévia cm pré-requiit para a btençã de imóvei. Nã pririzaçã d licenciament ambiental de PA; tratament nã diferenciad entre agrnegóci e aentament e exce de burcracia pel Órgã taduai de Mei Ambiente (OMA). 14

16 4 Paiv ambiental 5 Capacitaçã e extenã rural 6 Mdel de aentament B C D F A B C A B C A B C D F Indefiniçã de repnabilidade intitucinai para implantaçã d Plan de Cntrle da Malária; curt praz para ua elabraçã e demra em ua apreentaçã a OMA. Pequen praz de validade da licença. Indefiniçã e/u falta de clareza n prcediment para licenciament e auência de Term de Referencia. Inexitência u decumpriment da legilaçõe etadual e federal epecífica para licenciament ambiental d PA u, quand exitente, ã inadequada. Alt cut d prce de licenciament ambiental (taxa pagament de licença). Reerva Legai (RL) nã averbada, nã demarcada, cm área inuficiente u cm cncepçõe diferenciada bre eu u; Área de Preervaçã Permanente (APP) nã preervada u que apreentam dificuldade na ua recuperaçã. Auência de cntrle da área de RL e PMFS averbad, APP cupada irregularmente e remanejament de família em lte cm retriçõe ambientai. Dificuldade na regularizaçã de aentament já implantad. Deficiência e/u auência de erviç de ATS. Auência de capacitaçã cntinuada para agente envlvid n licenciament e n crédit e, para aentad, em educaçã, legilaçã ambiental e prática de agricultura utentável. Baixa qualidade d etud ambientai e grande burcracia u deficiência na getã de cnvêni e cntrat. Atividade nã cmpatívei cm a mdalidade d aentament. Fragilidade ambiental n aentament Ocupaçã d PA acima de ua capacidade Ocupaçã prévia d imóvei, ante da criaçã d PA PA abrangid pr Unidade de Cnervaçã Redicuã d Prgrama Nacinal de Refrma Agrária 15

17 3.1 DFINIÇÃO ANÁLIS DOS IOS AGLUTINADORS Ditribuíd prblema e identificad eix, fi pível cntruir a definiçã para cada um dele, retratand a ituaçã ali caracterizada. Na eqüência, apó a definiçã de cada eix, egue uma breve análie da ituaçã, baeada na íntee d prblema apreentad n Quadr 2. IO 1 - Capacidade intitucinal Sã carência preente na intituiçõe envlvida direta u indiretamente cm prce de licenciament ambiental d Prjet de Aentament de Refrma Agrária. A fragilidade identificada ã de caráter financeir, lgític, recur human, recur técnic, entre utra. A ficina levantaram um cnjunt de dificuldade relacinada à capacidade intitucinal d órgã envlvid cm prce de licenciament ambiental, repreentand 29% d ttal de prblema identificad. De md geral, ã carência de recur financeir e de peal qualificad para fazer frente à demanda urgida a partir da inerçã da dimenã ambiental n prce de criaçã e de deenvlviment d aentament. A limitaçõe em decrrência da carência de recur human fram recrrente em tda a it ficina, refletind a realidade tant d quant d órgã etaduai de mei ambiente repnávei pel licenciament ambiental. Apear d cncur públic já realizad, perite a carência de peal qualificad e enibilizad para a tarefa ambientai. Da mema frma, a ecaez de recur financeir fi apntada cm fatr deciiv para e alcançar a regularizaçã ambiental d aentament. Nete camp, há que e recnhecer avanç na previã e execuçã rçamentária, principalmente na etrutura d a partir de 2003, ma ainda inuficiente para fazer frente à demanda pr etud ambientai, repreada n órgã a lng de década. N ca d OMA, prblema e mtra ainda mai deafiadr, vit que a mairia d tad ó fi depertada para a quetã d licenciament ambiental d aentament de refrma agrária recentemente. xite ainda deficiência u auência de prcediment adminitrativ clar que rientem a- gente d licenciament e ptencialize efrç, tant d licenciad quant d licenciadr, frequentemente acuad pr mridade na liberaçã da licença. A inuficiência u a falta de cmpartilhament da bae de dad gegráfic d Prjet de Aentament, principalmente cartgráfic, n, fi apntada pel participante da ficina cm um d principai btácul para melhrar a qualidade d prce de licitaçã da licença. A carência de dad itematizad d PA leva a uma rtina de viita de camp burcrática e nera e à demra na intruçã d prce. m ba parte d tad já exitem term de cperaçã firmad entre OMA e, viand licenciament ambiental d Prjet de Aentament. Ma, a mairia, retringe-e a 16

18 diciplinar cmpartilhament de veícul e a pagament de diária para a realizaçã de viita de camp. A ficina apntaram curt alcance d term de cperaçã exitente e a auência dete em algun tad cm fatr de dificuldade n licenciament ambiental d Prjet de Aentament. te intrument, é apntad cm ferramenta-chave para a luçã de prblema. Ainda n camp da capacidade intitucinai, a ficina realizada na regiã da Amazônia Legal apntam a carência de cndiçõe mínima para cumpriment da Reluçã Cnama nº 387/06, n tcante à elabraçã de Laud de Avaliaçã d Ptencial Malarígen pela Secretaria de Vigilância em Saúde SVS/MS. A exigência tem ebarrad na falta de etrutura d órgã repnável pela expediçã d dcument, que na mairia d ca tem e crrid na etrutura d para realizar levantament de camp. IO 2 - Articulaçã intitucinal Sã quetõe que extraplam a gerência peracinal da intituiçõe iladamente, pi dependem de deciõe e açõe de utr órgã envlvid n prce de licenciament ambiental. Nete eix etã elencada a dificuldade na btençã da certidõe municipai, baixa articulaçã e integraçã intitucinal e baix envlviment d mviment ciai n prce de licenciament ambiental. Cnideram a quetõe que, mem nrmatizada, nã ã aplicada, e também aquela nã nrmatizada que dependem de deciõe interintitucinai. Repndend pr 20% d prblema levantad na ficina reginai, baix grau de articulaçã entre a intituiçõe envlvida n prce de licenciament fi apntad cm um d principai impeditiv para a regularizaçã ambiental d aentament. m grande medida, prblema decende da cultura de aut-uficiência d n trat d tema da refrma agrária. Um pnt recrrente fi a dificuldade na btençã da Declaraçã Municipal de Cnfrmidade cm a Legilaçã de U e Ocupaçã d Sl 5. O participante da ficina relataram que, na mairia d ca, a declaraçã é negada pela prefeitura baead apena em critéri plític partidári, ignrand impact ciai e ecnômic pitiv d aentament. A baixa integraçã é entida tant entre órgã repnávei pel licenciament quant internamente em cada intituiçã. Um ca citad pr vári tad fi fat d Serviç de Mei Ambiente da Superintendência Reginai d etar lcalizad na Diretria de Obtençã de Terra, que etaria dificultand cmpartilhament de ferramenta e infrmaçõe eenciai na fae de implementaçã d aentament, cuja atribuiçõe ã da Diretria de Deenvlviment. N mem entid, a baixa capilaridade u a baixa decentralizaçã d órgã etaduai de mei ambiente fi apntada cm uma dificuldade a mai n prce de licenciament ambiental d Prjet de Aentament. A inuficiência de recur rçamentári e financeir para a açõe da refrma agrária, epecialmente para Prjet de Aentament ainda nã abrangid pel prgrama Territóri da 5 Anex I da Reluçã Cnama nº 387 de 27 de dezembr de

19 Cidadania também fi enfatizada. Tdavia, fi lembrad que ee prblema tende a perder imprtância na medida em que 60 nv territóri frem implementad n períd Também fram apntada na ficina, cm fatre que têm cntribuíd para acúmul de Paiv óci-ambientai n Prjet de Aentament, a inbervância d zneament eclógic ecnômic d tad. I, n prce de planejament e intalaçã d Prjet de Aentament, aim cm a precariedade na getã da plítica pública, em cniderar adequadamente a realidade fiigráfica de cada regiã. Outr prblema apreentad pel participante da ficina, fi a exigência de licença prévia cm requiit para a btençã de imóvei detinad a Prgrama de Refrma Agrária. I prque, em algun ca, órgã licenciadr exige vitria in lc para cnceder a licença, trnand prce ainda mai demrad e car. Mem end uma quetã que remete a licenciament geral, e nã apena d aentament, ee pnt fi identificad cm relevante 6. Pr fim, a baixa articulaçã intitucinal entre órgã envlvid n prce de licenciament ambiental d Prjet de Aentament tem cntribuíd para a depreciaçã da imagem d aentad e d própri Prgrama Nacinal de Refrma Agrária. Até mem Paiv ambiental acumulad a lng d temp, frut da incapacidade d diferente nívei de gvern de e relacinarem e atuarem cnjuntamente na luçã d prblema, e a exigência de licenciament ambiental d Prjet de Aentament, ã vit pel participante cm tentativa plíticidelógica de cnter a expanã da refrma agrária n Paí. IO 3 - Apect nrmativ Sã prblema relacinad à nrma interna e externa d órgã envlvid n licenciament ambiental. Trata de diver apect, cm: indefiniçã e auência de prcediment e repnabilidade, na intituiçõe e entre ela; neceidade de reviã e criaçã de nrma adequada; exce de burcracia; praz exígu e cut elevad da licença ambientai. Outr eix aglutinadr de prblema e luçõe fi denminad pel grup de itematizaçã de apect nrmativ, a qual etã relacinad 17% d btácul apntad pel participante da ficina. Sã quetõe relacinada a itema de nrmatizaçã d prce de licenciament d Prjet de Aentament, principalmente na efera etadual e, internamente, na intituiçõe repnávei pela intruçã d prce, cnceã da licença e cumpriment da cndicinante. De md geral, fi cntatad que peritem muita dúvida entre técnic bre a nrmativa epecífica para licenciament ambiental de Prjet de Aentament. Trata-e de indefiniçõe u falta de clareza bre cmpetência e repnabilidade da intituiçõe quant a prce de licenciament. Prblema que é mai preente n tad que ainda nã puem nenhum term de cperaçã. 6 - Decret nº , de 6 de junh de 1990, art. 19, inci I; e Reluçã Cnama nº 237, de 19 de dezembr de 1997, art. 8º, inci I que regulamentam apect d licenciament ambiental etabelecid na Plítica Nacinal d Mei Ambiente (Lei nº 6.938/1981). 18

20 Apear da Reluçã Cnama nº 387/2006 etabelecer regrament epecífic para licenciament de Prjet de Aentament, ficu evidente na ficina que alguma Unidade da Federaçã ainda nã criaram prcediment adminitrativ diferenciad e nã pririzam ea mdalidade de licenciament. O valr da taxa de licenciament ambiental cbrad em algun tad (até R$ 40 mil) e reduzid praz de validade da referida licença também fram apntad cm quetõe que preciam er lucinada. IO 4 - Paiv ambiental Sã prblema relativ à Reerva Legal (RL) e à Área de Preervaçã Permanente (APP) n que e refere a nã cumpriment da legilaçã (Códig Flretal) e a nã atendiment da cndicinante exigida n prce de licenciament ambiental. Relata quetõe que vã da auência à inuficiência deta área, à cupaçã inadequada, à aquiiçã de imóvei cm Paiv ambiental e a alt cut para recuperaçã. O Paiv ambiental n aentament repnde pr 15% d ttal de prblema apntad na ficina, refletind aim a realidade ambiental d PA antig, herança de uma plítica que decnideru a dimenã ambiental da refrma agrária, deixand de cumprir a legilaçã vigente dede O principal pnt é a auência u a inuficiência de área de Reerva Legal averbada e u inadequad deta e de Área de Preervaçã Permanente. m algun ca prblema tem rigem n própri at de criaçã e parcelament d PA que nã previa Reerva Legal cm determina Códig Flretal Braileir. m utr, a cupaçã derdenada e a falta de infrmaçã pr parte d aentad levaram a cupaçã da área legalmente prtegida. A retauraçã da Área de Preervaçã Permanente e a recmpiçã/averbaçã da Reerva Legal em Prjet de Aentament, principalmente n mai antig, interferem diretamente n equilíbri óci-ecnômic d aentad, uma vez que implica em uma mudança - em algun ca radical - d itema de prduçã praticad e d md de vida da família. Fi cntatad pel participante da ficina que nã há, pr parte d órgã getr d Prgrama de Refrma Agrária, uma itematizaçã de infrmaçõe bre quantitativ de área de Reerva Legal averbada u bre etad de cnervaçã da Área de Preervaçã Permanente d Prjet de Aentament. ta dificuldade na itematizaçã de infrmaçõe, aliada a auência de critéri mai rigr na eclha d imóvei detinad a aentament, etaria na rigem d precupante Paiv ambiental. IO 5 - Capacitaçã e extenã rural - Sã a carência d aentad, da área técnica d órgã envlvid e da área de aitência e extenã rural (ATS), n que diz repeit à capacitaçã, cnheciment tecnlógic e metdlógic e ace à extenã rural. Sã reprtad a ee eix prblema cm: baixa capacitaçã técnica; baix cnheciment bre a refrma agrária; decnheciment de nrma e d licenciament; deficiência d itema de ATS; decnheciment da família bre licenciament e quetõe ambientai; até a auência de educaçã ambiental. 19

21 te eix aglutina prblema relacinad cm a capacitaçã e a frmaçã tant d aentad quant d agente que atuam na qualificaçã d aentament, repreentand 15% d ttal. O prgrama de aitência técnica e extenã rural n aentament, (prgrama de ATS d IN- CRA), fi cniderad frágil e inuficiente para uperar a carência de cnheciment da plítica e de tecnlgia n aentament. Segund participante da ficina, Plan de Deenvlviment d Aentament (PDA), elabrad pela equipe de ATS e que cntitui a principal peça técnica d prce de licenciament ambiental, nã tem atendid à exigência d órgã licenciadr devid à incnitência n eu prce de elabraçã. m utr ca,, cm cntratante d erviç, tem apreentad dificuldade na getã d cntrat de ATS, cntribuind para a má qualidade d prdut entregue. m pel men uma da ficina, repreentante d órgã infrmaram que PDA entregue pela pretadra de erviç nã etã end analiad e validad pr falta de peal capacitad para a tarefa. Dea frma, em muit ca, falha na cntruçã d PDA ó ã percebida pel órgã licenciadr. Outr pnt recrrente fi a inuficiência de açõe de educaçã ambiental e de capacitaçã cntinuada para agente envlvid n licenciament ambiental e n crédit rural, incluind-e a liderança e própri aentad. A carência de educaçã ambiental é entida na falta de cmprmi d aentad cm a quetõe ambientai d aentament, trnand a tarefa d licenciament ambiental ainda mai difícil, principalmente na fae de cumpriment da cndicinante. Já a inuficiência de frmaçã cntinuada, cm cnteúd epecífic bre prce de licenciament ambiental d Prjet de Aentament, é reclamada pr técnic tant d quant d OMA envlvid diretamente cm licenciament d PA, pr tratar-e de uma mdalidade nva de licenciament, cuj empreendiment guarda epecificidade ciai que em muit ditingue da atividade emprearial de cunh eencialmente ecnômic. IO 6 - Mdel de aentament Sã quetõe referente à neceidade de implantaçã de mdel de aentament da Refrma Agrária adequad à caracterítica ambientai reginai, à aptidõe agrícla e ecnômica da divera regiõe d Paí. Apear d fc principal da ficina etar relacinad a prcediment para licenciament ambiental, cerca de 4% d prblema apntad etã aciad a mdel de aentament que é implementad n Brail. A cupaçã prévia da área, detinada a Prjet de Aentament e uperpvament fram apntad cm btácul a planejament adequad d empreendiment, nde a dimenã ambiental deva er bae d deenvlviment utentável. Detaque também para a fragilidade ambiental da área detinada a prgrama de refrma a- grária já degradada devid a u inadequad d l e d demai recur naturai. e prblema pdem er agravad apó a implantaçã d PA, pr atividade ecnômica incmpa- 20

22 tívei cm a capacidade de u d recur naturai da área e cm a mdalidade d aentament. A brepiçã de PA e de Unidade de Cnervaçã (UC) de u integral e ua zna de amrteciment fi também identificada. ta ituaçã impõe dificuldade adicinai para licenciament ambiental, pi ete fica cmprmetid cm a mudança de detinaçã da área e eventuai indenizaçõe. Na zna de amrteciment licenciament é prejudicad pela inexitência d plan de manej para a mairia da UC, repnabilidade d órgã getr da UC, tid cm requiit báic para manifetaçã d órgã getr da unidade naquele prcediment. 21

23 4 RSULTADOS RCOMNDAÇÕS Nete item é decrit entendiment d GTI d reultad btid na ficina, avaliad apó tratament e itematizaçã da infrmaçõe. Para cada eix aglutinadr fi elencada uma recmendaçã, entendida cm cndiçã inicial para tratar prblema. A recmendaçã pretende encaminhar a luçã d cnjunt de prblema apntad pr eix, de frma a abranger a máxim tda a Unidade da Federaçã. A luçõe epecífica etã itematizada e mantida na íntegra d que fi cntruíd na ficina e encntram-e n Anex I Quadr 1: Reultad da itematizaçã da infrmaçõe btida durante a it ficina. Cm a finalidade de facilitar a cnulta da luçõe ugerida, encntram-e também anex a ete relatóri quadr elabrad pr Unidade da Federaçã (Anex II: Quadr 2 Matriz Prblema/Sluçã pr tad). Recmenda-e a getre da plítica pública e lídere d mviment ciai bervarem e avaliarem a luçõe prpta, cntida n Anex I e II dete dcument. O Objetiv da ficina nã fi egtar tema. A diveridade e a cmplexidade d aunt tratad fazem cm que eja neceária a criaçã de utr mment para tal a- prfundament. Fi ugerida a criaçã de Grup de Trabalh taduai Interintitucinai para dar preguiment a eta dicuõe, cm fc direcinad à peculiaridade etaduai pel getre lcai da plítica. De uma maneira geral, a ficina e apreentaram cm uma da puca prtunidade na qual e reuniram diferente agente d prce de implementaçã de plítica pública, n ca da getã ambiental, nde etavam preente getre da plítica (IN- CRA e OMA), beneficiári (aentad e mviment ciai) e repnávei pel eu cntrle e ficalizaçã (TCU e MPF), dipt a dicutirem licenciament e a utentabilidade d Aentament de Refrma Agrária. De imediat, prprcinu a aprximaçã, aprfundament da dicuõe e abertura d diálg entre órgã e entidade participante. A realizaçã dee event também prpiciu a mntagem de uma rede de cntat entre atre envlvid diretamente n licenciament d Prjet de Aentament. I, é fundamental à melhria da relaçõe intitucinai, pi facilita a apreentaçã de reultad prátic de negciaçõe, acrd e term de cperaçã entre getre da Refrma Agrária e da Plítica Ambiental. Quant a, i pibilitu a trca de infrmaçõe e alteraçõe de prcediment. Cm reultad principal, a ficina prtunizaram a identificaçã da ituaçã atual d licenciament ambiental d Prjet de Aentament de Refrma Agrária de td Brail xcet Mina Gerai previta para

24 videnciu-e a exitência de ei eix aglutinadre de mema rigem d prblema que inviabilizam licenciament ambiental, cnfrme apreentad n quadr e anex dete dcument, cuja prprçõe ã repreentada na Figura 1: Gráfic demntrativ d percentuai d prblema levantad pr eix aglutinadre. Figura 1. Gráfic demntrativ d percentuai d prblema levantad pr eix a- glutinadre 4% 29% 15% 15% Capacidade Intitucinal Articulaçã Intitucinal Apect Nrmativ Paiv Ambiental Capacitaçã e xtenã Rural Mdel de Aentament 20% 17% Recmendaçõe: Para eix 1 - Capacidade intitucinal, repnável pr 29% d prblema identificad e que envlve td tad, recmenda-e uma açã plítica de âmbit federal: elabraçã de um Plan de Açã que aegure previã rçamentária, alcaçã de recur human e qualificaçã d itema de getã ambiental d aentament, incluind OMA. Para eix 2 - Articulaçã intitucinal, que aglutina 20% da 280 quetõe, recmendae: intituiçã de fórun etaduai interintitucinai de api a Plan de Açã Ambiental d e aprimrament da crdenaçã e articulaçã da intituiçõe envlvida na getã ambiental d Prjet de Aentament de Refrma Agrária. Para eix 3 - Apect nrmativ, que é repnável pr 17% d 280 prblema litad, recmenda-e: 1) verificaçã da aplicaçã da Reluçã Cnama nº 387/2006 n prcediment de licenciament ambiental n tad; e 2) avaliaçã da nrma etaduai viand à reduçã de cut, ampliaçã d praz de validade da licença, bem cm a harmnizaçã cm a Reluçã Cnama nº 387/06. Para eix 4 - Paiv ambiental, que repnde pr 15% d 280 prblema elencad e trata d prblema mai plêmic, cmplex, de difícil luçã e que demandam uma 23

25 articulaçã interintitucinal permanente, recmenda-e: incluã d levantament da ituaçã da Reerva Legai e Área de Preervaçã Permanente n Plan de Açã Ambiental d e crdenaçã de açõe cm vita à ua regularizaçã. Para eix 5 Capacitaçã e extenã rural, que reflete a carência d aentad, da área técnica d órgã envlvid e da área de aitência e extenã rural (ATS), n âmbit d cnheciment técnic e nrmativ, cneqüência d baix ace a extenã rural e à educaçã ambiental, além de repnder pr 15% d prblema levantad recmenda-e: 1) qualificar a plítica de capacitaçã d cntempland a dimenã ambiental; 2) incrprar a prgrama de ATS a dimenã da utentabilidade ambiental; 3) aitência técnica cntinuada; e 4) mntar um prgrama de capacitaçã epecífic para Sitema de Getã da Infrmaçã e Geprceament. Para eix 6 Mdel de aentament, apreentu prblema que exigem repenar da plítica de refrma agrária, d mdel de aentament e de ua adequaçã ambiental à aptidã agrícla e ecnômica, ugerind aprfundament da dicuã em utr fórun, além de repreentar 4% d prblema elencad, recmenda-e: 1) prmçã de event cm a finalidade de dicutir mdel de aentament atuai e prpr nva mdalidade, que ejam mai adequada ambientalmente em nível de bima; e 2) levantament de aentament adequad ambientalmente que irvam de parâmetr à dicuõe à nva mdalidade. Cm a explanaçã d reultad btid e a recmendaçõe ugerida trna-e evidente que para atingir bjetiv d licenciament ambiental e d Plan de Açã Ambiental d é neceári que frmuladre e executre da dua plítica analiem prblema e a luçõe prpta e pririzem ua execuçã. 5 - CONSIDRAÇÕS FINAIS Cm ete encaminhament ã frut da reflexã d grup de trabalh, balizada na dicuõe durante a ficina, deverã er encaminhad cm prpta d getre federai da plítica de Refrma Agrária e de Mei Ambiente a fim de atender à prpiçõe da ficina: ncaminhar a órgã cmpetente (OMA, SR, SVS, entre utr citad na planilha) ete relatóri para cnheciment e prvidência; criaçã de GT interintitucinal de caráter federal e etadual para acmpanhar a execuçã da prpta ugerida, ca aprvada pel órgã cmpetente; apreentar na plenária d CONAMA reultad dete trabalh cm a finalidade de dar tranparência a OMA, entidade civi e utr órgã d gvern à realidade de executar licenciament de PA. realizaçã de ficina etaduai para aprfundar a dicuõe da viabilidade e implementaçã da luçõe apreentada. 24

26 ANOS 25

27 ANO I - Sitematizaçã e tratament da infrmaçõe btida na ficina Iten i x Claificaçã d prblema 1 1 A 2 1 A 3 1 A 4 1 A 5 1 A Prblema levantad Auência de etrutura d IBA- MA para licenciar PA Interetaduai. Carência de etrutura fíica e de peal para diagne d mei e mnitrament (órgã ambientai e entidade de ATS). Inuficiência de recur financeir para aplicaçã de prjet báic ambientai. Incmpatibilidade d praz para cumpriment da cndicinante devid à incapacidade peracinal. Puca capacidade peracinal d órgã. t a d AC AL AL AL AM 6 1 A Meta e etrutura d. AM 7 1 A Carência de recur human ( e IMAP), financeir e epaç fíic (IMAP). AP Prpta apreentada Decentralizaçã d prce de licenciament. Ampliar quadr técnic pr cncur públic; invetir na etrutura fíica; etabelecer parceria mediante cnvêni. Ampliar númer de prjet báic ambientai; detinar recur n PPA d SR-AL para apiar prjet báic ambientai. Realizar reuniõe entre e IMA para etabeleciment de praz e meta. Increment de recur fíic, human financeir n órgã cmpatívei cm a meta. Readequar a meta à capacidade peracinal d ; frtalecer prce de melhria da etrutura. Realizaçã de cncur públic ( e IMAP); Aquiiçã de equipament (IMAP) Açõe em andament Cnvêni celebrad entre IMA e. Ampliaçã d aprte de recur para 2009 /Sede. Cncur realizad e em fae de cntrataçã. S SR D Repnávei O M A MMA/ IBA- MA e ICM- Bi Outr MPOG/ SGSP/ UFAL/ UNAL Caráter da prpta Nr mativ Operacinal Articulaçã xecuçã de cnvêni MDA Lcaçã de nv epaç (IMAP); Plan de carg e alári (SMA/ I- Gv.t. d Amapá/ 26

28 Iten i x Claificaçã d pr- 8 1 ble- A ma 9 1 A Prblema levantad Limitaçã de recur tecnlógic Indipnibilidade de técnic d IMA, em temp integral, para prce de licenciament d PA. t a d C S Prpta apreentada Aumentar invetiment em recur tecnlógic Slicitar à ubgerência de licenciament d IMA a dipnibilizaçã de técnic. Açõe em andament MAP). SR S D Repnávei O M A MMA/ IBA- MA e ICM- Bi Outr MPOG MDA/ MPOG Nr mativ Caráter da prpta Operacinal Articulaçã 10 1 A 11 1 A 12 1 A Inuficiência de técnic e recur n Setr de Mei Ambiente da SR-20. Dificuldade em cumprir a cndicinante (praz, recur, infraetatura). Quadr reduzid de ervidre da SMA e d e etrutura fíica inadequada da Sema. S S MA Slicitar a Sede mai técnic para a área de Mei Ambiente Alteraçã d Manual d IN- CRA para permitir a cntruçã / recuperaçã de etrada mai adequada à epecificidade lcai; dipnibilizar mai recur human (engenheir civil) e financeir para agilizar cmpriment da cndicinante, cm relaçã à bra de infraetrutura. Cncur cm aument alarial; remanejament de ervidre; getã d uperintendente junt a gvernadr para alcar ervidre para a SMA; audiência cm gvernadr,, MMA, SMA, mviment ciai, MPF para dicutir a cntrataçã de ervidre, viand agilizar prce de licenciament ambiental. O cmpriment de praz já etá end dicutid cm IMA MPF/ mv. ciai/ Gvern tadual 27

29 Iten i x Claificaçã d pr ble- A ma 14 1 A 15 1 A 16 1 A 17 1 A 18 1 A Prblema levantad Inuficiência de recur materiai e human na intituiçõe Inuficiência de peal e baixa remuneraçã Falta de recur e infraetrutura peracinal da intituiçõe. Carência peracinal de recur human e materiai (CPRH / ). Crp técnic inuficiente, dificultand a definiçã de priridade a PA. Falta de equipament neceári a deenvlviment d trabalh (cmputadre, GPS, máquina, etc;) t a d PA PB PB P PI PI Prpta apreentada Cncur públic e etruturaçã da intituiçõe Cncur e aument de alári Mair invetiment. Ampliar quadr de peal; ainar Term de Cperaçã Técnica entre e Gvern de Pernambuc. Getã junt a Gvern d tad. Aquiiçã de nv equipament A quipe pequena; PI Cncur públic A Falta de infraetrutura d órgã RJ Cntrataçã de engenheir civil; criaçã de núcle epecífic na FMA para licenciar aentament de refrma a- grária; dtar de infraetrutura órgã envlvid na RA; reditribuiçã de ervidre Açõe em andament SMA - etá e etruturand cm mai técnic e equipament. Cncur para CPRH em andament; Term prnt para er ainad. SR S D Repnávei O M A MMA/ IBA- MA e ICM- Bi - Outr MDA/ SSPA/ Gvern tadual / MPOG Gvern Federal / tadual e Municipai Gv. Fed. t. Mun. Gvern tadual / MPOG Mv. ciai/ MPU m licitaçã. Acrd de cperaçã técnica cm IBAMA. Cntat cm utra reginai e cmunicad à Sede. MDA/ MPOG/ Gv. tadual Nr mativ Caráter da prpta Operacinal Articula- çã 28

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