3 o ano. Coleção Akpalô

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1 Coleção Akpalô História Organizadora: Editora do Brasil Obra coletiva desenvolvida pela Editora do Brasil Editoras responsáveis: Vanessa Batista Pinto Priscilla Cerencio 3 o ano Ensino Fundamental Anos Iniciais História

2 Coleção Akpalô História Organizadora: Editora do Brasil Obra coletiva desenvolvida pela Editora do Brasil Editoras responsáveis: Vanessa Batista Pinto Pós-graduada em História, Sociedade e Cultura pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Licenciada em Pedagogia pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo. Editora de livros didáticos. Priscilla Cerencio Mestra em Ciências pelo Programa de Pós-Graduação em História Social da Universidade de São Paulo. Bacharel em História pela Universidade de São Paulo. Editora de livros didáticos. 3 o ano Ensino Fundamental Anos Iniciais História Manual do Professor é uma palavra de origem africana que significa contador de histórias, aquele que guarda e transmite a memória do seu povo. São Paulo, a edição

3 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Akpalô : história, 3º ano : ensino fundamental : anos iniciais / organizadora Editora do Brasil ; obra coletiva desenvolvida pela editora do Brasil ; editoras responsáveis Vanessa Batista Pinto, Priscilla Cerencio ed. -- São Paulo : Editora do Brasil, (Coleção akpalô) Bibliografi a ISBN (aluno) ISBN (professor) 1. História (Ensino fundamental) I. Pinto, Vanessa Batista. II. Cerencio, Priscilla. III. Série CDD Índices para catálogo sistemático: 1. História : Ensino fundamental Editora do Brasil S.A., 2014 Todos os direitos reservados Direção executiva: Maria Lúcia Kerr Cavalcante Queiroz Direção editorial: Cibele Mendes Curto Santos Gerência editorial: Felipe Ramos Poletti Supervisão editorial: Erika Caldin Supervisão de arte, editoração e produção digital: Adelaide Carolina Cerutti Supervisão de direitos autorais: Marilisa Bertolone Mendes Supervisão de controle de processos editoriais: Marta Dias Portero Supervisão de revisão: Dora Helena Feres Consultoria de iconografia: Tempo Composto Col. de Dados Ltda. Elaboração de originais: Bianca Barbagallo Zucchi (Doutora e mestra em Educação: História, Política e Sociedade pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), Eloísa Aragão Maués (Doutoranda e mestra em História Social pela Universidade de São Paulo) e Paulo Ferraz (Mestre em História Social pela Universidade de São Paulo). Assistência editorial: Victor Ferreira e Leonardo Klein Auxílio editorial: Diogo Martins de Santana e Andressa Pontinha Coordenação de revisão: Otacilio Palareti Copidesque: Ricardo Liberal Revisão: Carla Rimenes e Maria Alice Gonçalves Pesquisa iconográfica: Daniela Chain Baraúna e Elena Ribeiro Coordenação de arte: Maria Aparecida Alves Assistência de arte: Samira de Souza Design gráfico: Andrea Melo e Maria Aparecida Alves Capa: Maria Aparecida Alves Imagem de capa: Maurício Negro Ilustrações: DAE (Departamento de Arte e Editoração), Dam Ferreira, Leonardo Conceição e Saulo Nunes Marques Coordenação de editoração eletrônica: Abdonildo José de Lima Santos Editoração eletrônica: Adriana Albano Licenciamentos de textos: Renata Garbellini Coordenação de produção CPE: Leila P. Jungstedt Controle de processos editoriais: Bruna Alves, Carlos Nunes e Rafael Machado 2 a edição, 2014 Rua Conselheiro Nébias, 887 São Paulo/SP CEP Fone: (11) Fax: (11)

4 Querido aluno, Você, com certeza, tem muitas histórias para contar. Histórias de seu dia a dia, histórias dos anos que já viveu, tantas histórias, que poderiam estar em um livro. Isso acontece porque a história está sendo construída diariamente, seja a sua, a de sua cidade ou a de seu país. O tema principal deste livro são as comunidades. Primeiro, você refletirá sobre a organização das comunidades e a importância de vivermos. Depois conhecerá nelas a história, os costumes e a organização de algumas comunidades indígenas e quilombolas. Estudaremos as diferentes moradias, os municípios, sua organização e características. Em seguida, você fará uma viagem no tempo e aprenderá mais sobre as primeiras vilas e cidades brasileiras. Por fim, conhecerá algumas festas regionais que acontecem no país atualmente. Para que participe como cidadão responsável, você aprenderá também o que é a boa convivência, as diferentes culturas e seus direitos e deveres. Assim compreenderá que o respeito, a tolerância, a cooperação e a participação são atitudes indispensáveis para viver bem em sociedade. A fim de que tudo isso se torne realidade, a coleção oferece muitas informações, apresentadas em imagens, textos e atividades. Espero que você aproveite bastante esta viagem pela história do passado e do presente, para que possa influenciar o futuro e ajudar a construir a cada dia um mundo melhor. Conhecer o passado é manter viva a memória. Participar do presente é dever de todos para garantir um futuro brilhante.

5 ARTE HISTÓRIA ARTE ARTE ARTE ARTE CIÊNCIAS Conheça seu livro 2 Comunidades indígenas Diálogo inicial: introduz o assunto que será estudado no capítulo e procura relacioná-lo com os conhecimentos prévios do aluno. Diálogo inicial 1. Você conhece algum grupo indígena? Qual é o nome dele? 2. Observe a fotografia a seguir. Onde ela foi tirada? Qual é a comunidade retratada e quais características da imagem chamou mais sua atenção? Família indígena do povo desano da comunidade multiétnica desano e tukano, município de Manaus, Amazonas, Lendo documentos: atividade experimental que tem por objetivo desenvolver a habilidade de leitura e análise de fontes históricas que, neste caso, podem ser documentos de época, textos historiográficos ou fontes visuais. 21 Edson Grandisoli/Pulsar Imagens Lendo documentos 1. As imagens a seguir, datadas do século XVI (1501 a 1600), foram desenhadas por um aventureiro chamado Hans Staden. Elas estão relacionadas a práticas dos grupos indígenas que habitavam as terras que hoje formam o Brasil. Estas gravuras são importantes registros para sabermos como essas comunidades viviam séculos atrás. Observe as imagens e depois descreva os costumes indígenas retratados em cada uma delas. a) c) b) d) Imagens: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin / USP, São Paulo Atividades: é o momento de refletir e fixar os conhecimentos adquiridos. As atividades requerem habilidades de leitura, escrita, observação, comparação, memorização, criatividade, diálogo e relação com outras disciplinas. Atividades 1. Há vários tipos de comunidade. Observe as imagens a seguir e depois nomeie cada tipo de comunidade por elas representada. a) c) b) d) 2. Como você observou, há sempre interesses e afinidades que unem determinados grupos de pessoas em uma comunidade. Outro tipo de comunidade é aquela que formamos com pessoas que são nossas amigas. Sobre essa comunidade, responda às questões. a) Você faz parte de alguma comunidade de amigos? Ilustrações: Saulo Nunes Marques b) Quem faz parte de sua comunidade de amigos? 23 c) No caderno ou em uma folha à parte, faça um desenho que represente uma ou mais atividades que você costuma realizar com seu grupo de amigos. 16 Investigando: atividade experimental que busca utilizar a pesquisa como base para a construção do saber histórico. Investigando 1. Converse com os adultos que moram com você ou faça uma pesquisa em sites, jornais e revistas para escrever a seguir o que se pede. a) Nome do prefeito do município onde você mora: b) Nome de um vereador do município onde você mora: c) Nome do governador do estado onde você mora: d) Uma obra pública que cada um deles realizou: e) Quanto tempo cada um deles está no cargo: Baú de informações A Festa do Divino Espírito Santo em Pirenópolis foi considerada Patrimônio Histórico Imaterial pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2010, em razão da importância do festejo para a cultura da região e do país. São considerados Patrimônios Históricos Imateriais diversas outras manifestações culturais e tradicionais brasileiras, como o maracatu, a capoeira e a receita do Apresentação do grupo Maracatu Cambinda Brasileira na festa do Maracatu Rural, município Nazaré da Mata, tradicional queijo mineiro. Pernambuco, A Festa do Divino em Pirenópolis foi considerada patrimônio histórico imaterial em razão de sua importância para a cultura da região. Em sua opinião, há algum evento da região onde você mora que também tem grande importância para a cultura local? Qual? Marco Antônio Sá/ Pulsar Imagens Baú de informações: seção que traz curiosidades e textos informativos que aprofundam e complementam o conteúdo já estudado. Atividades 1. Complete as frases a seguir com as palavras: leis, prefeitura, prefeito, Constituição, voto, vereadores. a) Em um município, a liderança cabe ao. b) O prefeito administra o município com a ajuda dos. c) Os vereadores têm a função de elaborar as municipais, que devem respeitar a Federal. d) O prefeito administra o município trabalhando na. e) Os prefeitos e os vereadores são eleitos por meio do O maracatu também é considerado um patrimônio histórico imaterial. Pesquise na internet ou em livros e descubra mais sobre essa manifestação popular brasileira. Escreva a seguir sua descoberta. 117

6 ARTE HISTÓRIA ARTE ARTE ARTE ARTE CIÊNCIAS Valores e vivências: seção que traz temas relacionados à formação pessoal dos alunos, como ética, pluralidade social, cidadania e consumo. Revendo o que você aprendeu: seção com atividades diversificadas que revisa o conteúdo estudado no capítulo. Revendo o que você aprendeu 1. De acordo com o que você estudou, quais são as principais diferenças entre as diversas comunidades indígenas? 2. Observe a imagem a seguir e responda às questões. Johann Moritz Rugendas. Ponte de cipó,1835. Gravura publicada em Viagem pitoresca através do Brasil. Sem dimensão. a) Como os indígenas são representados na imagem? b) Quais hábitos dos indígenas estão representados nessa obra? Fundação Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro 37 Por meio da internet, que dá acesso a redes sociais virtuais, podemos nos conectar rapidamente com pessoas de qualquer lugar do mundo. Essas redes possibilitam que pessoas com interesses em comum se comuniquem e mantenham laços virtuais, criando assim as comunidades virtuais. Muitas vezes, os participantes desse tipo de comunidade não se conhecem pessoalmente. Infelizmente, várias pessoas mal intencionadas se aproveitam desse fato e criam perfis falsos para cometer crimes. Por isso, ao se relacionar com comunidades virtuais, por meio de redes sociais, jogos e fóruns on-line, blogs ou s, é necessário tomar alguns cuidados: nunca informe seus dados pessoais, como nome completo e endereço; jamais forneça informações sobre sua família, escola ou local de trabalho de seus responsáveis; não marque encontros com pessoas que você só conhece nas comunidades virtuais; utilize a webcam somente com a supervisão dos responsáveis; se alguém falar ou pedir coisas incomuns ou desconfortáveis, saia da conversa imediatamente e avise os responsáveis por você; dessa forma, você aproveita o melhor do convívio virtual sem ser prejudicado. Responda no caderno às questões a seguir. 1. Você faz parte de comunidades virtuais? Se sim, quais? 2. Que tipo de cuidado você toma quando está conectado? 3. Em sua opinião, por que é importante tomar cuidado ao se relacionar com as comunidades virtuais? 15 Para ir mais longe Livros Com licença? Aprendendo sobre convivência, de Brian Moses e Mike Gordon. São Paulo: Scipione, O tema respeito é abordado por meio de situações cotidianas. Diferentes somos todos, de Alina Perlman. São Paulo: Edições SM, Os assuntos abordados no livro são: respeito à diferença, inclusão social e síndrome de Down. Diversidade, de Tatiana Belinky. São Paulo: Quinteto Editorial, O livro aborda o tema convivência lembrando que, para conviver em harmonia, é preciso respeitar as diferenças. E eu com isso?! Aprendendo sobre respeito, de Brian Moses e Mike Gordon. São Paulo: Scipione, O livro trata do tema convivência por meio de pequenas cenas cotidianas, comuns a muitas crianças, e propõe a reflexão sobre as atitudes de cada um para o bom convívio. Eu & os outros: melhorando as relações, de Liliana e Michele Iacocca. São Paulo: Ática, As pequenas atitudes que melhoram o convívio são tema desse livro. Filme Formiguinhaz. Direção: Eric Darnell e Tim Johnson. EUA, O filme apresenta as relações em uma comunidade de formigas. Site Plenarinho. <www.plenarinho.gov.br/plenarinho/cidadania> site para consultar os direitos e os deveres dos cidadãos para viver em comunidade, na escola, na rua, no país e em casa. 20 Editora Scipione Editora Scipione Hora de brincar: seção que traz atividades, como brincadeiras e jogos, que vão explorar o conteúdo estudado de forma lúdica e divertida. Hora de brincar 1. Nas aldeias indígenas, as brincadeiras muitas vezes envolvem também os adultos. Que tal aprender um jogo indígena do povo kalapalo, que vive no Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso? Heiné Kuputisü Neste jogo de resistência e equilíbrio, o corredor deve correr num pé só, feito um saci, e não pode trocar de pé. Uma linha é traçada na terra para definir o local da largada e uma outra, a uns 100 metros de distância, aponta a meta a ser atingida. Se o jogador conseguir ultrapassar a meta, é considerado um vencedor, mas se parar antes de chegar na linha final, é sinal de que ainda não tem a capacidade esperada e precisa treinar mais. Apesar de a velocidade não ser o mais importante, todos tentam fazer o caminho o mais rápido que podem, mas no fim, vence quem foi mais longe. O jogo, de que participam homens, adultos e crianças, acontece no centro da aldeia. Disponível em: <http://pibmirim.socioambiental.org/como-vivem/brincadeiras>. Acesso em: jun Ao longo deste capítulo, você aprendeu que grande parte das crianças indígenas (de diferentes etnias) participa das atividades realizadas por adultos, como caçar, pescar, fazer artesanato etc. E isso é de grande importância para o processo de aprendizagem delas, pois é assim que aprendem as técnicas e as tradições de seu povo. Mas, e quanto à participação dos adultos em atividades consideradas infantis (como foi visto no jogo heiné kuputisü), o que você pensa sobre isso? 36 Para ir mais longe: sugestões de livros, filmes e sites que complementam e aprofundam o diálogo com o assunto estudado no capítulo. Avelino Guedes Orientadores DISCIPLINA HISTÓRIA Interdisciplinar Atividade no caderno Atividade em dupla Atividade em grupo Atividade oral

7 Capítulo 1: Vivendo em comunidades... 8 O que é comunidade?... 9 Vivemos em comunidades há muito tempo As diferentes comunidades Capítulo 2: Comunidades indígenas Quem são os indígenas As diferentes comunidades indígenas Vivendo em uma comunidade indígena Capítulo 3: Comunidades quilombolas Como surgiram as comunidades quilombolas? Formação das comunidades quilombolas Vivendo em uma comunidade quilombola Capítulo 4: O lugar onde eu vivo Os diferentes tipos de moradia As moradias do passado A rua e o bairro A importância da vizinhança... 72

8 Capítulo 5: Vivendo no município Os espaços de convivência do município A organização do município Direitos e deveres de todos O município também tem história Capítulo 6: As primeiras vilas e cidades do Brasil A fundação das primeiras vilas O engenho de açúcar As primeiras cidades brasileiras A expansã o do território brasileiro Capítulo 7: As comunidades: festas e tradições Festa da Uva Festa do Divino Festas Juninas no Nordeste Festival Folclórico de Parintins Festa do Saci Referências Manual do Professor...129

9 1 Vivendo em comunidades Professor, a proposta da seção Diálogo inicial é sondar oralmente os conhecimentos prévios dos alunos sobre o tema central do capítulo. Caso prefira, peça-lhes que respondam às questões da seção no caderno. Diálogo inicial 1. Você já deve ter ouvido muitas vezes a palavra comunidade. Em que situaçõe s? Você sabe o que ela quer dizer?resposta pessoal. 2. Ao longo da vida convivemos com diversas pessoas e fazemos parte de muitos grupos. Em sua opinião, o que é preciso para se viver em grupo? Resposta pessoal. Espera-se que os alunos mencionem que para viver em grupo precisamos respeitar o espaço do outro, entre outras coisas. 3. Observe a fotografia. Que características mostram que estas crianças fazem parte da mesma comunidade escolar? Professor, o objetivo é que os alunos percebam os símbolos que representam a comunidade escolar. Eles poderão levantar várias características, como o uso de uniforme, o material escolar e a idade das crianças. Grant Difford/Great Stock/Corbis/Latinstock 8 Alunos estudando em escola na África do Sul, 2012.

10 O que é comunidade? Pense um pouco: Como seria sua vida sem as outras pessoas que convivem com você? Você conseguiria viver sozinho? Dependemos de outras pessoas para muitas coisas, como aprender a falar, a andar, a nos alimentar... Convivemos com várias pessoas: da família, da vizinhança, da escola, do trabalho e da mesma cidade, por exemplo. Todas elas formam grupos que podem compartilhar os mesmos interesses, objetivos e, às vezes, espaços. Cada um desses grupos forma uma comunidade. Como nos relacionamos com diferentes pessoas em diversos lugares, é normal que façamos parte de muitos grupos. Por essa razão, participamos de várias comunidades ao mesmo tempo. Ton Koene/Age Fotostock/Keystone Brasil Comunidade: é o conjunto formado pelas pessoas que partilham algo em comum, como interesses e objetivos, costumes, localização, crença, governo, tradições, profissão etc. Crianças esquimós em Gjoa Haven, Canadá, sem data. Observando a fotografia, é possível perceber que as crianças representam a comunidade esquimó. XenLights/Alamy/Latinstock Família Amish em momento de lazer. Os Amish são uma comunidade cristã dos Estados Unidos e do Canadá e, por questões religiosas e para manterem suas tradições, vivem em fazendas sem eletricidade e aparelhos eletrônicos, sem automóveis, celulares etc., estudam em escolas próprias e só utilizam fogões a lenha. 9

11 Vivemos em comunidades há muito tempo Desde que os primeiros seres humanos surgiram, há registros de que já formavam grupos de convivência. Eles se uniam para buscar alimentos, se proteger dos perigos (como o possível ataque de animais selvagens), e se ajudar em períodos difíceis (como os de seca ou de frio). Sabemos disso porque essas populações humanas deixaram, além de outros vestígios, muitos desenhos registrados nas paredes de algumas cavernas. Em geral, os desenhos mostram momentos cotidianos dessas comunidades, como a caça, a domesticação de animais, a colheita de frutas silvestres, o desenvolvimento de pequenas plantações, o uso do fogo e as comemorações e festejos. As primeiras comunidades humanas utilizavam tintas bem diferentes das que usamos hoje. Na época, era feita uma mistura de materiais orgânicos (como sangue de animais, urina, saliva, restos de carvão e de plantas) e minerais (como argila e pó de rocha) para desenhar nas paredes. As cores que mais aparecem nessa modalidade de pintura são os tons vermelho e marrom. Esse tipo de representação, que também foi uma forma de registrar os acontecimentos, é chamado de pintura rupestre. Philippe Wojazer/AFP Rupestre: aquilo que é feito de pedra ou relativo a ela. A pintura rupestre tem esse nome por ter sido feita nas pedras que formam as paredes das cavernas. Silvestre: fruta que nasce sem ter sido cultivada pelo ser humano. Vestígio: qualquer marca deixada no passado que revela atividade humana. Pintura rupestre da Caverna de Lascaux, na França, feita há aproximadamente 17 mil anos. 10

12 Atividades 1. O que é comunidade? Explique com suas palavras. Comunidade é o conjunto formado pelas pessoas que partilham algo em comum, como interesses e objetivos, costumes, espaço geográfico, crença, governo, tradições, profissão, cultura etc. Professor, é importante que o aluno escreva com as próprias palavras a definição desse conceito para que você possa perceber o que ele apreendeu da ideia de comunidade. 2. Dê exemplos de algumas comunidades das quais participamos no decorrer da vida. Respostas possíveis: Familiar, escolar, profissional, vizinhança, étnica etc. 3. Em sua opinião, o que a gravura da Caverna de Lascaux representa? Responda oralmente e converse com os colegas sobre essa imagem. Resposta pessoal. 4. Observe a fotografia a seguir, depois escreva no caderno os registros Professor, espera-se que o aluno consiga observar que há pessoas pastoreando animais de 4 patas representados nela. (possivelmente gado touros, bois, muares, cavalos, ovelhas ou cabras). KPH3138 Foto de pintura rupestre. George Holton/Photo Researchers, Inc./Latinstock Pintura rupestre pré-histórica dos homens com rebanho de animais em Sefar, Tassili N'Ajjer Plateau, Argélia. 11

13 5. Observe os desenhos a seguir, depois copie a ficha modelo no caderno classificando e relacionando as atividades cotidianas. a) d) Ilustrações: Saulo Nunes Marques b) e) c) f) Atividades que as pessoas realizam apenas sozinhas Atividades em que é necessária a ajuda de outras pessoas Atividades que podem ser feitas sozinhas ou em grupo navegar na internet jogar futebol fazer a lição de casa dirigir andar de skate estudar na escola ir ao cinema jogar video game 12 Professor, o objetivo dessa atividade é fazer os alunos perceberem que há muitas ações cotidianas atreladas ao convívio com as diversas comunidades que integramos. Algumas atividades poderão gerar discussões, como comer e cozinhar. Faça a mediação do debate de modo que a resposta considerada correta seja elaborada por todos.

14 As diferentes comunidades Como vimos, uma comunidade é formada por pessoas que têm algum laço familiar, determinados interesses e afinidades ou que compartilham o mesmo espaço. Há vários tipos de comunidade. Veja alguns exemplos. Comunidade familiar: pessoas unidas por laços afetivos e/ou sanguíneos. Petrenko Andriy/Shutterstock Família reunida em passeio no Parque do Ibirapuera na cidade de São Paulo, São Paulo, Delfim Martins/Pulsar Imagens Comunidade escolar: grupo de pessoas que convive em um ambiente escolar com o objetivo de que se realize o ensino e a aprendizagem. Crianças da etnia kapinawá saindo da Escola Estadual da comunidade Malhador, município de Buíque, Pernambuco, Comunidade da vizinhança: pessoas que convivem em um espaço delimitado, como o bairro. Os vizinhos são aqueles que moram em casas na mesma rua onde moramos, em apartamentos de um mesmo prédio ou que têm residências bem próximas umas das outras, geralmente no mesmo bairro. Senhora cumprimentando vizinhos, município de Boa Vista, Roraima, BFG Images/Getty Images 13

15 Comunidade religiosa: formada por pes soas que têm a mesma religião. Antonio Scorza/AFP Pessoas orando. Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Paulo Fridman/Pulsar Imagens Comunidade profissional: pode ser formada por pessoas que trabalham na mesma empresa ou por profissionais que se unem em associações como os sindicatos. Sindicato: associação formada por trabalhadores para defender seus interesses trabalhistas, por exemplo, o sindicato dos professores. Mulheres trabalhando na confecção de saco de pano, município de Manaus, Amazonas, Professor, aproveite para estimular o olhar crítico dos alunos sobre os estereótipos de gênero simbolizados, nesse caso, pelas atividades profissionais consideradas femininas ou masculinas. Ressalte que o gênero não é o fator que deve definir quem está apto ou não para seguir determinada carreira. 14 Comunidades virtuais: formada por pessoas que se comunicam, trocam experiências e se relacionam de maneiras variadas por meio da rede mundial de computadores, a internet. As comunidades virtuais podem reunir pessoas de diversas partes do mundo. Garoto acessando uma rede social por meio do tablet, Hero Images/Corbis/Latinstock

16 Valores e vivências Por meio da internet, que dá acesso a redes sociais virtuais, podemos nos conectar rapidamente com pessoas de qualquer lugar do mundo. Essas redes possibilitam que pessoas com interesses em comum se comuniquem e mantenham laços virtuais, criando assim as comunidades virtuais. Muitas vezes, os participantes desse tipo de comunidade não se conhecem pessoalmente. Infelizmente, várias pessoas mal intencionadas se aproveitam desse fato e criam perfis falsos para cometer crimes. Por isso, ao se relacionar com comunidades virtuais, por meio de redes sociais, jogos e fóruns on-line, blogs ou s, é necessário tomar alguns cuidados: nunca informe seus dados pessoais, como nome completo e endereço; jamais forneça informações sobre sua família, escola ou local de trabalho de seus responsáveis; não marque encontros com pessoas que você só conhece nas comunidades virtuais; utilize a webcam somente com a supervisão dos responsáveis; se alguém falar ou pedir coisas incomuns ou desconfortáveis, saia da conversa imediatamente e avise os responsáveis por você; dessa forma, você aproveita o melhor do convívio virtual sem ser prejudicado. Responda no caderno às questões a seguir. Respostas pessoais. 1. Você faz parte de comunidades virtuais? Se sim, quais? 2. Que tipo de cuidado você toma quando está conectado? 3. Em sua opinião, por que é importante tomar cuidado ao se relacionar com as comunidades virtuais? Professor, você pode conduzir um debate em sala de aula sobre essa questão explicando alguns perigos do uso da internet, como o roubo de informações pessoais para finalidades ilícitas e a exposição ilegal de crianças na rede. Ainda é cedo para tratar do termo pedofilia, mas é importante ressaltar que ninguém pode ter acesso à imagem ou ao corpo da criança. É válido também aproveitar a oportunidade para conversar sobre os limites da internet, da segurança e da invasão de privacidade. Lembre aos alunos que eles devem tomar cuidado ao acessar sites e que esse cuidado deve ser o mesmo fora das redes sociais. Há lugares e atividades de crianças e de adultos no mundo virtual e no físico. 15

17 Atividades 1. Há vários tipos de comunidade. Observe as imagens a seguir e depois nomeie cada tipo de comunidade por elas representada. a) c) Ilustrações: Saulo Nunes Marques Comunidade da vizinhança. Comunidade familiar. b) d) Comunidade profissional. Comunidade de amigos. 2. Como você observou, há sempre interesses e afinidades que unem determinados grupos de pessoas em uma comunidade. Outro tipo de comunidade é aquela que formamos com pessoas que são nossas amigas. Sobre essa comunidade, responda às questões. a) Você faz parte de alguma comunidade de amigos? Resposta pessoal. b) Quem faz parte de sua comunidade de amigos? Resposta pessoal. 16 c) No caderno ou em uma folha à parte, faça um desenho que represente uma ou mais atividades que você costuma realizar com seu grupo de amigos.

18 Regras para convivência em comunidade Para que as pessoas possam conviver em harmonia, é necessário que sejam estabelecidas algumas normas. Há regras de convivência que são válidas em todos os tipos de comunidade, pois são reconhecidas pelos integrantes de cada uma por facilitar o convívio. As imagens a seguir trazem algumas dessas regras: OI, VOCÊ PODE ME AJUDAR? Ilustrações: Danillo Souza CLARO, EM QUE POSSO TE AJUDAR? Há outras regras, mais específicas, que são combinadas em determinadas comunidades. É o caso, por exemplo, das regras de sua escola e as de sua sala de aula. Geralmente essas regras são chamadas de combinados ou de contratos de convivência e são elaboradas com a ajuda de toda a comunidade escolar. O desenho ao lado, por exemplo, mostra uma escola na qual foram feitos pelo menos dois combinados. Um deles é que ninguém jogaria lixo no chão, mantendo a escola sempre limpa; o outro é que cada tipo de lixo seria jogado na lixeira apropriada, respeitando o meio ambiente. 17

19 Atividades 1. Responda oralmente às questões a seguir. a) Em sua sala de aula há regras que foram combinadas entre os alunos e o professor? Se sim, quais são essas regras? Resposta pessoal. Professor, enquanto os alunos falam as regras, você pode anotá-las na lousa, pois serão úteis na proposta de atividade em grupo. Caso já tenha as regras de convivência afixadas em algum lugar da sala de aula, retome a leitura delas com os alunos. b) Quando elas foram combinadas? Resposta pessoal. Professor, utilize esse momento para retomar os combinados elaborados no início do ano letivo ou aproveite a oportunidade para acordá-los com a turma. c) Há entre elas alguma com a qual você não concorda? Resposta pessoal. Professor, geralmente os combinados são elaborados coletivamente para que todos se sintam contemplados pelos benefícios do contrato de convivência. Se houver pontos em desacordo, aproveite o momento para discuti-los. 2. Reúnam-se em grupos, com a orientação do professor, e sigam os O objetivo desta atividade é que os alunos estudem as regras de convivência passos a seguir. combinadas na sala de aula. a) Formem grupos com até quatro alunos. b) Cada grupo ficará responsável por algumas regras do contrato de convivência e pela elaboração de um cartaz que explique as regras pelas quais ficou responsável. Vocês podem desenhar, escrever, usar imagens de revistas e jornais impressos ou digitais etc. O importante é deixar seu cartaz bem bonito e explicativo! c) Assim que todos os cartazes estiverem prontos, cada grupo deverá apresentar o seu e explicar as regras das quais ele trata. d) Por fim, os cartazes podem ser expostos na sala de aula para servirem de lembrete dos acordos ou para eventuais consultas. Danillo Souza 18

20 Revendo o que você aprendeu 1. Com suas palavras e de acordo com o que você estudou, escreva por que é importante convivermos com outras pessoas. Resposta pessoal. 2. As imagens a seguir representam locais. Escreva o nome das comunidades que frequentam cada um desses lugares. a) c) Ilustrações: Danillo Souza b) Comunidade escolar. d) Comunidade familiar. Saulo Nunes Marques Comunidade da vizinhança. Comunidade virtual. 3. Desvende o código mágico e anote no caderno as expressões que nos ajudam a manter a boa convivência. Ilustrações: Danillo Souza a) TA CA + V + TAMB Por favor. b) CO + ILHO VRO +CENÇA Com licença. c) LHO + EIRO + VO Obrigado. d) D + ADA + UL + IXE Desculpe. 19

21 Para ir mais longe Livros Com licença? Aprendendo sobre convivência, de Brian Moses e Mike Gordon. São Paulo: Scipione, O tema respeito é abordado por meio de situações cotidianas. Diferentes somos todos, de Alina Perlman. São Paulo: Edições SM, Os assuntos abordados no livro são: respeito à diferença, inclusão social e síndrome de Down. Diversidade, de Tatiana Belinky. São Paulo: Quinteto Editorial, O livro aborda o tema convivência lembrando que, para conviver em harmonia, é preciso respeitar as diferenças. E eu com isso?! Aprendendo sobre respeito, de Brian Moses e Mike Gordon. São Paulo: Scipione, O livro trata do tema convivência por meio de pequenas cenas cotidianas, comuns a muitas crianças, e propõe a reflexão sobre as atitudes de cada um para o bom convívio. Eu & os outros: melhorando as relações, de Liliana e Michele Iacocca. São Paulo: Ática, As pequenas atitudes que melhoram o convívio são tema desse livro. Filme Formiguinhaz. Direção: Eric Darnell e Tim Johnson. EUA, O filme apresenta as relações em uma comunidade de formigas. Podem ser explorados o trabalho em equipe na escola e no mundo em que vivemos, bem como o respeito à individualidade. Site Plenarinho. <www.plenarinho.gov.br/plenarinho/cidadania> site para consultar os direitos e os deveres dos cidadãos para viver em comunidade, na escola, na rua, no país e em casa. Editora Scipione Editora Scipione 20

22 2 Comunidades indígenas Professor, a proposta da seção Diálogo inicial é sondar oralmente os conhecimentos prévios dos alunos sobre o tema central do capítulo. Caso prefira, peça-lhes que respondam às questões dessa seção no caderno. Diálogo inicial 1. Você conhece algum grupo indígena? Qual é o nome dele? 2. Observe a fotografia a seguir. Onde ela foi tirada? Qual é a comunidade retratada e quais características da imagem chamou mais sua atenção? Professor, o objetivo aqui é que os alunos observem a imagem e interpretem a legenda. Resposta pessoal. Edson Grandisoli/Pulsar Imagens Família indígena do povo desano da comunidade multiétnica desano e tukano, município de Manaus, Amazonas,

23 Quem são os indígenas? Indígena é todo indivíduo nativo ou descendente de um povo originário de determinada localidade. Quando os portugueses chegaram às terras que hoje formam o Brasil, em 1500, elas já eram povoadas por diferentes grupos, que viviam de acordo com seus costumes. Estima se que naquele período viviam aqui mais de mil povos, que falavam muitas línguas diferentes. Os indígenas brasileiros de hoje são descendentes dos habitantes originários do território que atualmente corresponde ao Brasil, e suas tradições culturais foram herdadas de seus ancestrais. Mario Friedlander/Pulsar Imagens Ancestral: relativo aos antepassados. Descendente: originário de determinada família, etnia, nação etc. Nativo: pessoa nascida em determinado lugar. Indígenas da etnia kayapó gorotire durante festejos do XII Jogos dos Povos Indígenas, município de Cuiabá, Mato Grosso, Atividades 1. De acordo com o que você leu, explique quem são os indígenas brasileiros. Resposta pessoal. Espera-se que o aluno perceba que os indígenas brasileiros são nativos e descendentes dos povos que habitavam, antes da chegada dos europeus, o território que hoje forma o Brasil. 2. Observe a fotografia acima e responda à questão a seguir. a) Que elementos identificam as pessoas retratadas como membros da mesma comunidade? Faça o que se pede descrevendo as características dos participantes dessa apresentação. Vestimentas, pintura corporal e enfeites (colares, bracelete e tornozeleiras). No detalhe da fotografia, observa-se que a maior parte é composta por mulheres. 22 Professor, informe aos alunos que em algumas comunidades indígenas há rituais realizados apenas por mulheres e outros somente por homens.

24 Lendo documentos 1. As imagens a seguir, datadas do século XVI (1501 a 1600), foram desenhadas por um aventureiro chamado Hans Staden. Elas estão relacionadas a práticas dos grupos indígenas que habitavam as terras que hoje formam ARTE o Brasil. Estas gravuras são importantes registros para sabermos como essas comunidades viviam séculos atrás. ARTE Observe as imagens e depois descreva os costumes indígenas retratados em cada uma delas. ARTE HISTÓRIA a) c) ARTE ARTE CIÊNCIAS Imagens: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin / USP, São Paulo Plantar mandioca. Pescar. Professor, os alunos poderão citar a plantação de mandioca, a coleta de frutos, o extrativismo de árvores e as moradias. b) d) Usar potes e tigelas de barro. Usar redes. 23

25 Baú de informações Por que os nativos foram chamados de índios? Durante o século XV (de 1401 a 1500), espanhóis e portugueses realizaram muitas viagens marítimas em busca de um caminho para as Índias (região onde eram encontradas mercadorias muito lucrativas quando comercializadas na Europa). Observe no mapa a seguir os locais de chegada de HISTÓRIA espanhóis e portugueses no continente americano e GEOGRAFIA onde se localiza a região das Índias. Rotas das Grandes Navegações (séculos XV e XVI) Círculo Polar Ártico 0 OCEANO GLACIAL ÁRTICO DAE/Sonia Vaz EUROPA PORTUGAL ESPANHA Á SIA Trópico de Câncer 0 Equador OCEANO PACÍFICO Trópico de Capricórnio AMÉRICA Guanaani 1492 Porto Seguro 1500 OCEANO ATLÂNTICO Á FRICA ÍNDIA Goa Calicute OCEANO ÍNDICO OCEANO PACÍFICO OCEANIA Círculo Polar Antártico Meridiano de Greenwich ANTÁ RTICA O N S km L Rotas dos navegadores Cristóvão Colombo Pedro Álvares Cabral Esse mapa apresenta os nomes atuais dos continentes. Quandos os europeus chegaram às terras que viria a se tornar a América, essas nomeações não haviam sido dadas a todos eles. Fonte: José Jobson Arruda. Atlas histórico básico. São Paulo: Ática, p. 19. Em uma dessas viagens, no ano de 1492, navegadores espanhóis comandados por Cristóvão Colombo chegaram à América, mas pensavam ter chegado às Índias e, por isso, nomearam seus habitantes de índios. Porém, mesmo depois de constatarem que não haviam chegado às Índias, e sim a novas terras, continuaram a usar esse nome. 24

26 Assim, quando Pedro Álvares Cabral chegou às terras que hoje formam o Brasil, no ano de 1500, usou a mesma denominação para os que aqui já estavam. Mas a palavra indígena (de origem latina) designa aquele que é natural de determinado local, que pertence a um povo ou que habita originariamente uma região; diferentemente da palavra índio, que foi utilizada, por engano e de forma genérica, para nomear os indígenas que aqui estavam quando os europeus chegaram. 1. Com suas palavras, explique por que os grupos nativos encontrados pelos portugueses e espanhóis foram chamados de índios. Resposta pessoal. Espera-se que o aluno exponha o que compreendeu ao ler a seção Baú de informações. 2. Observe o mapa da página 24 e responda às questões a seguir. a) De onde Cristóvão Colombo partiu? Onde chegou e quando? Partiu da Espanha e chegou a Guanaani, em b) De onde Pedro Álvares Cabral partiu? Onde chegou e quando? Partiu de Portugal e chegou em Porto Seguro, em 1500, continuou sua viagem passando por Goa e Calicute, retornando a Portugal em seguida. 3. Tendo em vista que os europeus já realizavam o comércio com as Índias antes das Grandes Navegações, junte-se a um colega e respondam às questões. a) Levantem hipóteses sobre o caminho por onde era realizado esse comércio e como se transportava as mercadorias (no caso, as especiarias). Professor, espera-se que os alunos concluam que, como esse comércio não era realizado pelos oceanos, possivelmente era por vias terrestres, e que isso dificultava esse tipo de transação. E que as mercadorias eram transportadas por animais. b) Depois, tracem no mapa o caminho que vocês acham que Resposta esperada: O aluno deverá partir de Portugal, e passar era percorrido. pelo continente e chegar à Índia. 25

27 As diferentes comunidades indígenas Até 2014, o governo brasileiro havia registrado aproximadamente 242 povos indígenas no país. Eles não formam uma única comunidade, pois têm diferentes modos de viver, de se organizar e de se relacionar com o mundo. Há diversos grupos indígenas brasileiros e grande parte deles vivem nas chamadas terras indígenas. Muitos indígenas vivem em cidades, mas isso não quer dizer que eles não cultivem mais seus costumes ou que deixaram de fazer parte de suas comunidades. Da mesma forma, há grupos que residem bem próximos a áreas urbanas; contudo, isso também não significa que eles sejam menos indígenas do que aqueles que vivem isolados, ou em áreas florestais. Cada comunidade indígena tem sua cultura, língua, hábitos, mitos e costumes próprios. A seguir, observe fotografias de quatro grandes grupos indígenas do Brasil. Indígenas do povo pankararu com máscaras de Praiá no ritual do toré. Recife, Pernambuco, Os Praiás são um dos personagens que participam do ritual do toré pankararu - que tem entre suas finalidades reunir as pessoas da comunidade onde está sendo realizado. Professor, os dados sobre a quantidade de povos indígenas estão disponíveis em: <http://pib.socioambiental. org/pt/c/no-brasil-atual/quem-sao/povos-indigenas>. Você também poderá consultar outros sites para ampliar sua consulta, como <http://indigenas.ibge.gov.br/> e <http://pib.socioambiental.org/pt>. Terras indígenas: terras onde grupos indígenas vivem em caráter permanente. Essas terras são utilizadas para atividades produtivas e são necessárias para manter seus usos, costumes e tradições. Esses locais são geralmente demarcados pelo Governo Federal e não podem ser comercializados. Renato Soares/Imagens do Brasil Renato Soares/Pulsar Imagens 26 Mulheres kamayurás realizando a dança do Yamuricumã, município de Gaúcha do Norte, Mato Grosso, 2012.

28 Indígena da etnia yanomami pintando garoto para festejos, no município de Barcelos, Amazonas, Mario Friedlander/Pulsar Imagens Edson Sato/Pulsar Imagens Indígenas da etnia kayapó gorotire durante o XII Jogos dos Povos Indígenas, município de Cuiabá, Mato Grosso, Investigando 1. As comunidades indígenas estão espalhadas pelo Brasil. No estado onde você mora, há alguma? Pesquise no site <http://pibmirim.socioambiental.org> e descubra as comunidades indígenas de seu estado. Anote o nome delas a seguir. Resposta pessoal. 27

29 Atividades 1. Complete as orações a seguir com as palavras: descendem, vizinhança, costumes, parentesco. São consideradas comunidades indígenas o conjunto de pessoas que: têm relações de vizinhança e parentesco ; descendem dos povos que habitavam originalmente as terras que hoje formam o Brasil; mantêm alguns costumes e tradições de seus antepassados. 2. Em sua opinião, há apenas uma comunidade indígena no Brasil? Justifique sua resposta. Resposta pessoal. Espera-se que o aluno tenha aprendido que há centenas de comunidades indígenas no Brasil, cada uma com suas particularidades. 3. Leia o poema escrito por um indígena pataxó e faça um desenho no caderno para ilustrá-lo. Resposta pessoal. 28 O índio pisa na terra com carinho. Pisa onde não tem espinho, conhece as pedras do caminho. Conhece seu amigo e seu vizinho. Quem sou eu? Sou um ser da natureza. Pra defender o meu povo, me transformo em: pedra, fogo e fumaça, trovão e tempestade, montanhas bem altas, espinho de tucum, rios e oceanos, peixe nadador, flecha certeira que mata sem dor. Por favor, não vai embora, não se espante de mim, porque vivo em todos os lugares, desta natureza sem fim. Kanátio Pataxó. In: Angthichay, Arariby, Jassanã, Manguahã e Kanátyo (professores indígenas pataxó). O povo pataxó e sua história. Parque Estadual do Rio Doce-MG: MEC; Unesco; SEE-MG, p. 45. Disponível em: <www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me pdf>. Acesso em: jun

30 Vivendo em uma comunidade indígena Os povos indígenas que vivem hoje espalhados pelo Brasil apresentam algumas semelhanças e também muitas diferenças entre si. A alimentação de cada povo pode variar muito. Alguns grupos mantêm o costume de buscar na natureza seus alimentos por meio da pesca, da caça e da coleta; outros praticam a agricultura de subsistência e outros ainda criam animais para comer. A proximidade ou não das cidades pode influenciar na alimentação das comunidades indígenas. Há grupos que complementam sua alimentação com alimentos comprados em mercados. Outra diferença está no modo de construir as habitações e organizar as aldeias. Cada povo faz de um jeito. Veja alguns exemplos de diferentes moradias indígenas nestas fotografias. 1 Renato Soares/Pulsar Imagens 3 Agricultura de subsistência: modelo em que a produção de alimentos tem como objetivo garantir a sobrevivência do agricultor, de sua família ou da comunidade em que vive. Mario Friedlander/Pulsar Imagens Mulheres da etnia kamayurá em frente à habitação da comunidade, município de Gaúcha do Norte, Mato Grosso, Mario Friedlander/Pulsar Imagens Jovens e crianças da Aldeia Quatro Cachoeiras em frente à habitação da comunidade Pareci, município de Campo Novo do Parecis, Mato Grosso, Gerson Gerloff/Pulsar Imagens Indígenas do grupo umutina em frente a uma maloca (moradia) na Aldeia Umutina, município de Barra do Bugres, Mato grosso, Indígenas do povo caingangue diante de uma casa construída com taquara na Aldeia Estiva, Reserva Indígena do Guarita. Município de Redentora, Rio Grande do Sul,

31 Atividades 1. Leia o texto a seguir sobre as moradias do povo marubo e responda às questões. Entre os marubos, grupo da família linguística Pano que habita o Vale do Javari (AM), a única construção habitada é a casa alongada, coberta de palha e de jarina da cumeeira [da parte mais elevada da casa] ao chão, que se localiza no centro da aldeia. As construções que ficam ao redor, erguidas por pilotis [colunas], servem mais como depósitos e são de propriedade individual. Professor, retome com os alunos o estudo da página anterior. É importante explicar que geralmente chamamos moradias indígenas de ocas. Isso não está incorreto, mas há outros tipos de habitação indígena, como tabas, taperas, malocas etc., dependendo da origem do povo e da região em que mora. Jarina: nome comum dado a duas espécies de palmeira encontradas em território brasileiro. Disponível em: < Acesso em: jun a) Quais são as principais características das casas dos indígenas marubos? As casas dos indígenas marubos são construções alongadas, cobertas de palha, localizadas no centro da aldeia. b) As moradias dos marubos se parecem com o lugar onde você mora? Justifique sua resposta. Resposta pessoal. Professor, o objetivo é que os alunos desenvolvam a noção de alteridade e consigam comparar seu modo de vida ao dos indígenas. c) De acordo com o texto, faça no caderno ou em uma folha à parte um desenho da aldeia dos marubos. Resposta pessoal. 2. Observe as fotografias da página 29. Quais são as semelhanças e as diferenças entre as moradias apresentadas? Professor, oriente os alunos a perceberem que a semelhança entre as moradias são as matérias-primas utilizadas na construção delas, que são normalmente feitas de materiais naturais como folhas secas, bambu e madeira; a diferença entre elas é que cada povo indígena constrói sua moradia conforme sua cultura. 30

32 A terra e o indígena Algumas terras onde determinadas comunidades indígenas estão localizadas, por vezes, são bastante disputadas por alguns grupos, como mineradores e fazendeiros, cujo interesse é extrair os recursos naturais desses territórios. Para grande parte dos indígenas brasileiros, além de ser o lugar de onde se tira o alimento, a terra também é identidade, local que os liga às suas tradições, a seus costumes, a seus antepassados etc. Certos grupos acreditam, inclusive, que fazem parte dela. Nossa aldeia é sagrada. Quando um índio diz que a própria terra é sagrada, não é força de expressão. Muitos povos indígenas acreditam em deuses e seres mitológicos ligados a elementos da natureza, e o território é o espaço físico onde essas divindades se manifestam. Ou seja: a terra não é apenas o lugar onde os índios moram. É um elemento central da religião e da identidade cultural deles. É o lugar onde descansam os espíritos de nossos ancestrais, diz o yawanawa Joaquim Tashka, que vive no interior do Acre. [...] Os Guarani têm a concepção de que são a primeira semente plantada na terra, afirma o antropólogo Rubem Almeida, que estuda esse povo há décadas. E isso explica a relação deles com seu território. É como com as plantas. Se uma planta nasce em certo Indígenas da etnia waurá, município de Gaúcha do Norte, lugar, é dali. Os guarani entendem que Mato Grosso, pertencem a uma determinada terra e não que a terra pertence a eles, diz. [...] Felipe Milanez. A terra sagrada dos índios. Superinteressante, n. 319, jun Disponível em: <http://super.abril.com.br/ cotidiano/terra-sagrada-indios shtml>. Acesso em: jul A luta para que as terras e as culturas indígenas sejam respeitadas não ocorre apenas em relação às comunidades nativas do Brasil, mas também às comunidades de todo o mundo. Por isso, a Organização das Nações Unidas (ONU), que reúne representantes de praticamente todos os países, instituiu o Dia Internacional dos Povos Indígenas. Desde 1994, o dia 9 de agosto é a data mundial para se refletir sobre os problemas enfrentados por eles e valorizar suas culturas. 31 Renato Soares/Pulsar Imagens

33 Dividindo tarefas e festejando Uma das semelhanças entre os diversos povos indígenas é a divisão das tarefas entre homens e mulheres. Geralmente, as tarefas de preparo de alimentos, cuidado com as crianças e as relacionadas à roça (como o plantio e a colheita) são realizadas pelas mulheres. Aos homens cabe o preparo do terreno para plantar a roça, a caça, a pesca, as atividades de guerra e a confecção dos utensílios relacionados a essas tarefas. Os grupos indígenas diferem em relação a línguas, festas, jogos, brincadeiras, rituais, pinturas, músicas, cantos e danças. E nessas atividades também há divisão entre homens, mulheres, crianças e idosos. Cada grupo tem rituais, danças, jogos, maneira de viver e atividades específicas. Veja nas fotografias alguns exemplos de diferentes rituais. Gerson Gerloff/ Pulsar Imagens Renato Soares/Pulsar Imagens 32 Indígenas da etnia Waurá dançando durante a cerimônia da quebra da castanha de pequi, município de Gaúcha do Norte, Mato Grosso, Dança ritual indígena nos Jogos dos Povos Indígenas no Rio Grande do Sul, Reserva Indígena do Guarita, município de Redentora, Rio Grande do Sul, 2014.

34 Atividades 1. Explique, com suas palavras, qual é a relação do indígena com a terra. Resposta pessoal. Professor, espera-se que os alunos compreendam que os indígenas geralmente identificam-se como parte da terra e, em última instância, pertencentes a ela. 2. Algumas plantas que consumimos atualmente já eram usadas pelos indígenas antes da chegada dos europeus à América. Identifique-as nas fotografias e escreva que alimentos são esses. a) Smereka/Shutterstock e) Kjetil Kolbjornsrud/ Shutterstock Milho. Feijão. b) Fabio Colombini f) Tim UR/Shutterstock Mandioca, macaxeira, aipim (dependendo da região brasileira). Tomate. c) Fabio Colombini g) Silvestre Silva/Opção Brasil Imagens Amendoim. Guaraná. d) Deep OV/Shutterstock h) Andrii Orlov/Shutterstock Batata. Caju. 33

35 3. Você considera que a relação de certos grupos indígenas com a terra é melhor para o meio ambiente se comparada à relação dos não indígenas? Resposta pessoal. Professor, espera-se que o aluno perceba que a postura do indígena é a de se integrar à natureza e não de degradá-la para extrair dela mais do que precisa, como fazem as sociedades não indígenas. 4. Você estudou que há uma divisão entre as tarefas dos homens e das mulheres nas comunidades indígenas. Anote no quadro a seguir duas atividades que são específicas de homens e duas de mulheres. Homens Mulheres O aluno poderá escrever: preparar o terreno para plantio, caçar, pescar, guerrear ou preparar utensílios usados nessas atividades. O aluno poderá escrever: preparar alimentos, cuidar de crianças e realizar atividades relacionadas à roça (como o plantio e a colheita). Investigando 1. Muitas palavras que usamos hoje são de origem indígena. Pesquise na internet o que cada palavra a seguir significa no idioma indígena de origem e escreva o significado de cada uma no caderno. a) Catapora, doença infecciosa. Fogo interno, febre eruptiva, erupção. b) Berimbau, instrumento musical. Morro furado. c) Goiaba, fruta. Sementes juntas. d) Amendoim, grão. Fruto enterrado. Professor, os alunos podem acessar o endereço eletrônico <www.turminha.mpf. mp.br/nossa-cultura/dia-do-indio/palavras-indigenas-1> para descobrir o significado das palavras. 34

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