ASSENTAMENTO TARUMÃ-MIRIM (AM): USO DO TERRITÓRIO E POLÍTICAS PÚBLICAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ASSENTAMENTO TARUMÃ-MIRIM (AM): USO DO TERRITÓRIO E POLÍTICAS PÚBLICAS"

Transcrição

1 ASSENTAMENTO TARUMÃ-MIRIM (AM): USO DO TERRITÓRIO E POLÍTICAS PÚBLICAS George Jackson Fernandes Coelho Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA),Laboratório de Estudos Sociais (LAES) Marciclei Bernardo da Silva Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Laboratório de Estudos Sociais (LAES) Patrícia da Silva Gonçalves Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Laboratório de Estudos Sociais (LAES); Máximo Alfonso Rodrigues Billacrês Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Laboratório de Estudos Sociais (LAES) Resumo: O conteúdo do território e sua utilização são os elementos básicos neste trabalho, por meio deles, pode-se melhor analisar o território e suas dimensões. Neste estudo os territórios são criados por meio da simbiose do espaço urbano com o espaço rural, o projeto de assentamento (PA) Tarumã-Mirim se enquadra nesta lógica de produção territorial. O PA Tarumã-Mirim é como uma fração do território utilizado no espaço urbano de Manaus, sendo criado pelo INCRA para promover a ocupação da área e possibilitar condições para a sua integração ao processo produtivo da região. O presente trabalho teve os resultados obtidos com o trabalho de campo no assentamento, tendo por objetivo diagnosticar o uso deste território pelos camponeses; assim como o papel do Estado na constituição deste assentamento, tendo como objetivo secundário identificar a espacialidade das políticas públicas estabelecidas. Palavras-chave: Assentamento. Tarumã-Mirim (Am). Uso Do Território. Políticas Públicas. Introdução A partir do pressuposto de território usado como sinônimo de espaço humano, espaço geográfico (SANTOS, 2008). Sendo o uso do território que interessa, pois, por meio deste, pode-se analisar o território em si (as formas). Desta forma, a produção do 1

2 território, a produção territorial (RAFFESTIN, 2009) é necessária ser identificada, isto é, precisa-se levar em conta o processo de formação. Com isso apóia-se em Raffestin, quando este aponta que é evidente que os territórios são criados através da simbiose entre o mundo agrícola e o mundo urbano. Conforme Steinberger (2006) considera-se o assentamento Tarumã-Mirim como fração do campo do território usado no espaço urbano de Manaus. Sendo uma fração a influência de Manaus no modo de vida e na relação social dos camponeses do assentamento é identificável, mas, esta relação próxima com o urbano de Manaus não dificulta a distinção de camponeses dos não camponeses, usando a metáfora de Hobsbawm (1999) Para um zoólogo, pode ser questão muito complexa definir um cavalo, mas normalmente isso não significa que haja qualquer dificuldade em reconhecer um desses animais (p.215). Sendo assim, por meio do diagnóstico da paisagem - sendo está uma construção na maior parte realizada pelos seus sujeitos (assentados) - o atual trabalho tem por objetivo central diagnosticar o uso deste território pelos camponeses; assim como o papel do Estado na constituição deste assentamento (unidade espacial de análise), tendo como objetivo secundário identificar a espacialidade das políticas públicas estabelecidas. Os resultados analisados foram concebidos por trabalhos de campo no assentamento, pois, considera-se esta forma de pesquisa...um elemento indispensável da percepção objetiva dos dados de base do raciocínio científico; quando ela está ausente, elaboramse teorias que só tem relações longínquas com a realidade perceptível... (TRICART, 2006) Assentamento Tarumã-Mirim: Produção e uso do Território O assentamento Tarumã-Mirim é um projeto criado pelo INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), que visou ocupar as áreas da União na Zona Rural do Município de Manaus, que por meio, da Resolução 184/92 de 20/03/1992 o Projeto de Assentamento Tarumã Mirim possui uma área de ,76ha com capacidade para assentar famílias (INCRA/AM 1999:1), com o ideário de produção de alimentos para a crescente cidade de Manaus após a criação de seu pólo industrial e seu crescimento demográfico. Esta ação do INCRA enfatiza que o Estado deve ser visto, 2

3 como uma relação ou como um processo, nesse caso sendo um exercício de poder por meio de determinados arranjos institucionais (HARVEY, 2005). O Estado possui um papel essencial na organização e produção do espaço, pois ele direciona políticas públicas - que em sua gênese são espaciais (Steinberger, 2006) que estimulam os setores competitivos da economia em diferentes escalas e circuitos de mercado com seus mais diversos sujeitos (sociais, econômicos, políticos entre outros). O espaço destinado a ser ocupado pelo projeto deve ser considerado como um espaço político e econômico, pois o espaço foi formado, modelado a partir de elementos históricos ou naturais, mas politicamente (LEFEBVRE, 2008 p.62). Desta forma: De acordo com o Diagnóstico Sócio-Econômico-Ambiental do INCRA/AM (1999:1), o assentamento foi implementado com o objetivo de promover a adequada ocupação da área por agricultores sem terra de Manaus, e possibilitar condições para a sua integração ao processo produtivo da região. (MATOS, PEIXOTO, COSTA, 2009 p.4) Isto reflete a opinião de Carlos (2004) quando esta aponta que: No campo o desenvolvimento avança reproduzindo relações especificamente capitalistas implantando o trabalho assalariado sem que as relações camponesas desaparecessem e sem que a totalidade do trabalho no campo e da vida social fosse submetida integralmente a sujeição real do capital apesar do desenvolvimento da industrialização da agricultura e da exportação das culturas para a exportação no seio da economia global (p.9) Partindo do pensamento de Lefebvre (2008) que ao considerar o espaço como político, ele fica dependendo de uma dupla critica: crítica de direita e crítica de esquerda. A crítica de direita é uma crítica da burocracia, das intervenções estatistas, na medida em que tais intervenções perturbam a iniciativa privada, ou seja, os capitais. Do mesmo modo, acrítica de esquerda é uma critica as intervenções estatistas, na medida em que essa intervenção não considera, ou considera mal, os usadores, a prática social, que quer dizer a prática urbana. Diante dessa abordagem cabe ressaltar que o órgão que tem funcionalidade burocrática territorial nessa discussão, o INCRA, exerce um poder político que provem do estado, que por sua vez tem como objetivo o desenvolvimento dos elementos da produção agrícola, por meio de projetos de assentamento, ao menos enquanto discurso legitimador de sua existência ou da existência do grupo que o dirige. 3

4 Entretanto, a opinião dos assentados (crítica de esquerda) não corresponde ao objetivo do órgão, visto que, existe insatisfação por parte dos camponeses no que diz respeito à atuação do INCRA no PA Tarumã Mirim, conforme um entrevistado: Eles so vem fiscalizar o lote, mas pra saber como estamo que é bom, nada. (sic), segundo depoimento de um dos assentados. O assentamento está localizado na área rural do município de Manaus entre as bacias do Tarumã Mirim e Tarumã-Açu (FIGURA 1). Possuindo especificidades por está próximo ao núcleo urbano do município. Figura 1: Recorte espacial do Assentamento Tarumã Mirim (unidade espacial em bordas vermelhas) institucionalizado pelo INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), em 1997 por meio de políticas publicas destinadas ao desenvolvimento rural, com funcionalidade de abastecimento das feiras e comércios da capital. Localizado a Noroeste da cidade de Manaus, os meios de transporte utilizados para se chegar ao assentamento pode ser via terrestre (BR-174, km 21), ou fluvial (Igarapé Tarumã Açu e Igarapé Tarumã Mirim 4

5 Diagnóstico da Paisagem do assentamento Tarumã Mirim É importante ressaltar que se trata de um território com organização sócio-espacial e modos de vida semelhantes entre as comunidades do assentamento. Essa organização, com a produção das estruturas territoriais resulta posteriormente na produção de uma paisagem, que conforme Raffestin (2009) Esta não é uma construção material, mas a representação ideal da construção (p.17) As comunidades do assentamento enfrentam dificuldades comuns entre si, porém, possuem aspectos relativamente diferentes, tanto na sua infra-estrutura quanto em sua paisagem como sistema econômico-social, pois: Paisagem como sistema econômico-social: concebida como a área onde vive a sociedade humana, caracterizando o ambiente de relações espaciais que tem uma importância existencial para a sociedade, composto por uma determinada capacidade funcional para o desenvolvimento das atividades econômicas. (OTOK, 1988: GONÇÁLEZ, 1996 apud RODRIGUEZet all2004, p16) Este território possui estrutura política, social e econômica e como A vida em sociedade supõe uma multiplicidade de funções e quanto maior o número destas, maior a diversidade de formas e de atores (SANTOS, 1997 p.65) cada comunidade possui uma associação, a qual funciona como uma sede da comunidade local, lugar onde são discutidos diversos assuntos relacionados à comunidade e outros, exceto as comunidades Bom Destino e Nova Luz que compartilham o mesmo presidente, e por conseqüência a mesma sede. As reuniões e eventos ocorrem pelo menos uma vez ao mês, onde a comunidade e representantes são convocados. As associações são regidas por presidentes e vicepresidentes de comunidade e seus sub-representantes; secretários, tesoureiros dentre outros que possuem funcionalidade expressiva na comunidade, os quais atuam como representantes da comunidade local, dentro e fora do assentamento. Essas lideranças são instituídas por meio de voto, ou seja, democraticamente, onde cada membro da comunidade tem o direito de exercer o voto, e cada morador pode se candidatar ao cargo. Os mandatos variam de um a dois anos, e com possibilidades de reeleição, 5

6 dependendo da gestão desenvolvida no decorrer do mandato e a satisfação da comunidade geral. Os lideres contam com recursos da associação, os quais são provenientes da cota arrecadada, derivadas da taxa que os moradores da comunidade (associados) pagam mensalmente. As taxas são em média de R$ 5,00 a R$ 10,00 Reais, dependendo da associação, por exemplo: na comunidade Nova Luz e Nova Esperança a taxa é de R$ 5,00 Reais, Nova Esperança. Já na comunidade Bom Destino a taxa custa R$ 10,00 Reais. Em relação aos aspectos relativamente diferentes entre essas comunidades, no que se refere à paisagem como sistema econômico-social é possível identificar três estágios, pois segundo (RODRIGUEZ, SILVA, CAVALCANTI, 2004, p16): A paisagem percebida define-se como a imagem surgida da elaboração mental de um conjunto de percepções que caracterizam uma cena observada e sentida em um momento concreto. Figura 2: Comunidade Nova Esperança localizada ao sul do assentamento, utilizada como referencia de estagio de alto desenvolvimento em relação às demais comunidades citadas neste trabalho, principalmente no que se refere aos aspectos como estruturas físicas e paisagem e sistema econômico-social relativamente diferentes entre elas. Como por exemplo: ruas, escolas, comércios, posto médico, infra-estrutura elétrica, sede comunitária, igreja, e um poço comunitário com água potável. 6

7 O primeiro é caracterizado como baixo desenvolvimento 1, como é o caso da comunidade Nova luz, que não possui benfeitorias 2 e nenhuma infra-estrutura adequada que ofereçam melhores condições de vida, desenvolvimento e deslocamento dos moradores, e o difícil acesso o que contribui de forma negativa na produção dos assentados, pois a localização afeta usos potênciais da terra (THUNEN apud MORAN, OSTROM E MERETSKY, 2009), sobretudo dos camponeses. O segundo é considerado médio desenvolvimento, como é o caso da comunidade Bom Destino, que possui uma construção (sede/associação), onde funciona também como escola, com infra-estruturas que levam energia elétrica até as casas, porém, sem saneamentos básicos e com difícil acesso devido à ruim condição do ramal, o que não favorece o escoamento das mercadorias produzidas ali. E, por fim, o terceiro considerado alto desenvolvimento, levando em consideração as anteriores e a temporalidade, como é o caso da comunidade Nova Esperança, que possui não só uma área rural, como também uma área urbana, com benfeitorias: ruas, escolas, comércios, posto médico, infra-estrutura elétrica, sede comunitária, igreja, e um poço comunitário com água potável, e melhores condições de acesso terrestre e também fluvial, devido sua localização, com mais viabilidade para o escoamento da produção que provem do trabalho desenvolvido pelo camponês. No que diz respeito à relação estabelecida entre urbano e rural para além de políticas públicas nesse território, sobre tudo, dos órgãos atuantes no assentamento, estão: o INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) que atua como órgão de fiscalização, de cadastro e auxilio na divisão e entrega dos lotes e regularização dos assentados para entrega do titulo definitivo da terra, a SEPROR (Secretaria de Estado de Produção Rural), que atua como órgão responsável pelo escoamento da produção proveniente do assentamento. O escoamento da produção é feito pelo caminhão da SEPROR, que adentra as comunidades do assentamento, auxiliando no transporte e entrega da mercadoria até as férias da cidade, e comércios que possuem relação direta ou indireta com os produtores do assentamento. Entretanto, somente os produtores associados à ASSAGRIR (Associação Agrícola Rural do Pau- Rosa) dispõem desse benefício, devido acordo político estabelecido entre SEPROR e ASSAGRIR. 7

8 Outro órgão é o IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais) que juntamente com o IPAAM (Instituto de Proteção Ambiental do Estado do Amazonas) atuam na fiscalização e no combate ao desmatamento e manejo ilegal da biodiversidade. O IDAAM (Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Amazonas) e a EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) atuam no auxilio e análise técnica de projetos elaborados por parte de alguns assentados e na promoção de cursos que objetivam qualificar os produtores para melhor desenvolvimento do uso da terra. E por fim a SEMED (Secretaria Municipal de Educação) que atua na implantação de projetos de educação nas comunidades do assentamento. No que se refere ao modo de vida dos assentados do PA- Tarumã Mirim foram identificados neste estudo quatro tipos que caracterizam o modo de vida diagnosticado nas comunidades do assentamento. Nos quais qualificamos como: lotes/sítios, lotes/migração, lotes/assalariados e os lotes/campesinato, para melhor descrição desses tipos. É necessário identificar a relação do modo de vida dos assentados com a terra que utilizam, pois, desta forma, encontra-se diferentes uso no território, ou seja, diversas ações e objetos, no mesmo território, sendo a diversidade na unidade. O tipo caracterizado como lotes/sítios são aqueles em que há somente a prática de lazer no uso de seus lotes, onde os proprietários geralmente não residem, pois a grande maioria reside na cidade, nesse caso contratam trabalho acessório (caseiro), o qual fica responsável pela manutenção e guarnição do terreno, ganhando em média de um salário mínimo ou até menos, dependendo do acordo entre contratante e contratado. Esses lotes também possuem vegetação diversificada, com árvores e plantas de várias espécies nativas, medicinais, frutíferas, e em alguns casos com pequena horta e pastagem, e criação (galinha, pato, porco, cabra), entretanto, sem fins de produção e comercialização por parte dos proprietários da terra, ou seja, sem apropriação de renda derivada da extração dos recursos oferecidos pelos meios naturais presentes no lugar. No entanto, esse tipo também estabelece relações sócio-espaciais e econômicas entre vizinhança, comunidade e até mesmo familiares, visto que, essa classe dos donos de sítios que aqui me refiro como lotes/sítios é resultante do repasse ou até mesmo da venda desses lotes pelos primeiros assentados, os quais por algum motivo tiveram de 8

9 abrir mão de sua própria terra. Esse tipo de lote pode ser encontrado em outras comunidades do assentamento Tarumã Mirim, geralmente aquelas com mais acessibilidade, próximas ao ramal do Pau-Rosa (principal via de acesso terrestre do PA Tarumã Mirim). Em relação ao tipo caracterizado como lotes/migração são aqueles em que se encontram moradores que residem no assentamento mais que vieram de outros lugares, de diversos municípios e estados do Brasil e que acabaram ou acabam fixando residência no assentamento, com perspectivas de melhora de vida e com intuito de trabalhar na terra (roça). Essas pessoas geralmente chegam até o assentamento, por meio, de amigos e familiares. Dentre esses alguns trabalham de forma direta com a terra e extraem dela uma produção, como é o caso do cupuaçu (polpa), mandioca e farinha, os quais são os produtos de maior destaque nessa produção, mas que também sobrevivem de outros trabalhos externos, como é o caso do trabalho acessório e aposentadoria. Enquanto uns fazem uso da terra, outros investem na terra, como é caso daqueles que constroem e sobrevivem de pequenos comércios (tabernas), e fazem disso sua principal atividade de fonte de renda. Já outros migram por estar de alguma forma vinculada ao assentamento devido seus trabalhos, como por exemplo: profissionais da educação e até mesmo da saúde, ou de qualquer outro setor que tem como área de atuação o assentamento Tarumã Mirim, onde sentem a necessidade de migrar para o lugar, para que possam desenvolver melhor suas funções, tornando-se assim um novo membro da comunidade, mesmo que tenha uma temporalidade, e com isso constituem relações sociais, culturais e econômicas, essa classe é mais comum nas áreas urbanas do assentamento. No que diz respeito à classe caracterizada como lotes/assalariados, são assentados, os quais plantam e cultivam roça, criação (galinha, pato, porco), hortaliças, com vegetação diversificada em seus lotes, e fazem uso de plantas medicinais, e utilizam para solucionar casos de doenças mais comuns. Esses assentados são camponeses, no entanto, sua principal atividade e renda provem do trabalho acessório que segundo (SANTOS, 1978, p 37): Quando isso ocorre, dá-se a transformação periódica do camponês em trabalhador assalariado, recebendo por jornada de trabalho. 9

10 Essa prática constitui sua principal fonte de renda, visto que, esse trabalhador recebe por jornada de trabalho, o que para ele torna-se mais lucrativo. Esses trabalhadores desenvolvem diversos serviços, e são contratados tanto para trabalhar na agricultura, que neste caso é a roça, como também para outros setores, como por exemplo, na construção civil, carpintaria, pintura, mecânica, eletrônica e outros. Esses serviços variam de R$ 35,00 a R$ 50,00 reais a diária, ou mais, no caso das empreitas. E por fim o tipo de lotes/campesinato são os lotes em que a prática do campesinato, onde os moradores são camponeses, pois tem a terra como principal meio de produção e comercialização (geração e fonte de renda), onde a força de trabalho é familiar e os processos e meios de vida são criados pelos próprios proprietários da terra, pois geralmente não fazem uso do trabalho acessório. Nesses lotes pode-se encontrar uma diversidade de produtos derivados do manejo e extração da biodiversidade. Esses camponeses são os responsáveis pela maior parte da produção escoada do assentamento PA Tarumã Mirim, pois tem como principal atividade o cultivo da roça, visto que a terra é seu principal objeto de produção no desenvolvimento de recursos naturais. A partir dela produzem: cupuaçu, mandioca, macaxeira, açaí, banana, coco, bacaba, patoá e outros. Dentre essas mercadorias as que mais se destacam são o cupuaçu e mandioca; o cupuaçu é comercializado tanto a fruta quanto a polpa, e da mandioca fazem a farinha que também é comercializada. Esses produtos são comercializados e vendidos para feirantes e comerciantes da capital e até mesmo para a comunidade local. Esta relação dos assentados com o meio, no qual, vivem e o uso dos lotes demonstra a simbiose entre o homem produtor e uma natureza cada vez mais modificada, desta forma, O ato de produzir é igualmente o ato de produzir espaço (SANTOS, 2008 p.202). Este espaço, que no assentamento é cada vez mais especulado havendo uma promoção do imobiliário e a mobilização do espaço (LEFEBVRE, 2008), ou seja, a especulação de terras no assentamento tornou-se uma fonte valorizada, pois o investimento no imobiliário e nas construções privadas (na produção do espaço) se revela proveitoso, porque (...) comportará por muito tempo, uma proporção superior de capital variável em relação ao capital constante (LEFEBVRE, 2008 p.119). O processo de especulação de terras no assentamento tem sua gênese ligada com a aproximação com o espaço urbano de Manaus. Esta especulação refuta o objetivo de usos da terra 10

11 estipulado pelo INCRA que tem como propósito o desenvolvimento dos elementos da produção agrícola. Os impactos das políticas públicas sobre a dinâmica do projeto de assentamento tarumã-mirim. No PA Tarumã-Mirim o poder do Estado, representado pelo INCRA, se torna um dos principais agentes no processo de ordenamento territorial da área e, se materializa através de políticas públicas que são destinadas para este local, visando a melhoria de condições de reprodução social das famílias que ali vivem. Desde sua criação, as dinâmicas sociais, culturais, econômicas e políticas vêm sofrendo impactos relacionados com as políticas públicas do Estado, que no caso desta área estão associadas como meios de garantir a função social da terra. Dentre estas destacaremos as mais evidentes no meio social como a construção de estradas, ramais e vicinais, o processo de migração de algumas famílias para o assentamento e a forma de organização dos assentados, como infra-estrutura territorial existente na espacialidade dos processos. No que se refere à construção de estradas, ramais e vicinais, esta prática pode ser considerada talvez, como a principal política no processo de ordenamento da área. Entretanto como veremos adiante, construir por construir determinado ramal ou estrada não garante o sucesso da política implementada. As estradas e ramais funcionam como meios de integração entre o Assentamento com outros espaços, entre estes se destacando a cidade de Manaus. Antes da construção destes meios de integração já existiam famílias vivendo no local e habitavam principalmente as margens de canais fluviais conhecidos como igarapés, pois era o único meio de ligação entre essas famílias com a cidade. No contexto da construção das estradas e ramais, a idéia que se tinha era de que funcionaria como meio para a escoação da produção local, isto associado às políticas de reforma agrária, no qual seria concedido um lote para o assentado e uma das maneiras de garantir a função social da terra seria através de cultivos agrícolas que abasteceria o mercado consumidor de Manaus, logo seria através dessas estradas que os produtos 11

12 chegariam ao consumidor. A idéia continua sendo válida, no entanto, o objetivo de abastecer a cidade de Manaus com produtos agrícolas fracassou. E entre os motivos que podem explicar esta situação, estar a manutenção das estradas e ramais construídos que não é realizada constantemente. No caso de algumas comunidades em período chuvoso ficam isoladas e impossibilitadas de transportarem a produção. Claro, que o acesso não é o único motivo formidável para o funcionamento de uma cadeia produtiva, outros como financiamento e credito rural também se tornam substanciáveis. Estruturalmente o Assentamento possui duas estradas principais: Estrada do Pau-Rosa e Ramal da Cooperativa, ambas possuindo diversos ramais durante sua extensão. A estrutura da estrada do Pau-Rosa é bem melhor que da Cooperativa, isto se reflete, por exemplo, pelo fato desta ser asfaltada, enquanto que as famílias que dependem do Ramal Cooperativa encontram uma estrada sem asfalto, sendo visível em todo seu trajeto feições erosivas dificultando a passagem de veículos. Curiosamente, no que se refere à espacialidade das cadeias produtivas existentes no Assentamento, observou-se que estas possuem uma dinâmica mais acentuada no sentido de comercialização comparada com as comunidades do Ramal da Cooperativa. Reflexo também da organização comunitária desses moradores, cuja forma se baseia no associativismo. Os impactos das estradas não se restringem somente a práticas sociais e econômicas, outro ponto que vale ser discutido estar relacionado com os impactos ambientais. Nas proximidades das estradas observou-se que as áreas desmatadas são mais freqüentes. Algumas regras do Assentamento tentam combater esta prática, entre estas o uso somente de 2 ha de terra no lote e a proibição de comercio madeireiro, regras que são ameaçadas, o não cumprimento pela ineficiência no processo de fiscalização. De um modo geral, as estradas possibilitaram que o processo de ocupação dentro do Assentamento ocorresse de forma mais rápida, atrelado a esta ação que associa-se o processo de migração. A criação desse território desencadeou a vinda de famílias de vários lugares, tendo em comum o objetivo de ter acesso a terra. Nesta vinda, vale ressaltar, diferentes modos de vida e saberes se entrelaçaram com aqueles já existentes, tornando o espaço com características plurais. De acordo com Veiga (2002): apesar de relativamente há pouco tempo na região, estes povos não tradicionais, em função de sua própria sócio-diversidade e de sua produção ao meio da região de instalação. A maioria dos assentados nasceu no estado do Amazonas, mas no procedimento de pesquisa se encontrou pessoas vindas de outros estados, principalmente de Pará e 12

13 Roraima. O etnoconhecimento é uma das formas de manifestação desses modos de vida diferentes, consistindo também como prática territorial. O modo de vida influenciará decisivamente nas constituição de cadeias produtivas dos assentados. Considerações finais O assentamento Tarumã-Mirim criado pelo INCRA apresenta diversidades em sua forma de uso, contrariando o propósito do instituto de colonização que é de promover a produção agrícola no local. No entanto, o diverso uso dos lotes pelos assentados, de certa forma, refuta as metas do instituto. Foi possível identificar e classificar os níveis de estruturas das comunidades (Nova Esperança, Bom Destino e Nova luz) no assentamento. O desenvolvimento e a disponibilidade de benfeitorias nas comunidades não ocorrem exclusivamente pela aproximação do espaço urbano, mas, também, pela atuação de políticas públicas, onde, por exemplo, são mais atuantes na comunidade Nova Esperança a mais distante do espaço urbano de Manaus. Sendo assim, no assentamento Tarumã-Mirim, uma unidade territorial apresenta diferentes paisagens, pois, encontram-se diferentes relações sociais, evidenciando diversas formas no território, pois, cabe lembrar, que a paisagem representa uma herança (social ou natural) de uma relação social no espaço, no sentido de ser uma dinâmica da relação sociedade-natureza que é resultante da formação sócio espacial brasileira. Notas 1 Este termo é aqui para caracterizar qual comunidade possui a melhor estrutura física, e melhores condições de relação social com serviços públicos, como escola, saúde entre outros. E as analises foram comparadas entre as comunidades. 1 É considerado aqui como estrutura física, por exemplo, edificações como: Escola, posto médico, igreja, sede da associação, comércios. Referências CARLOS, Ana Fani Alessandri.A questão da cidade e do campo: teorias e política.mercator - Revista de Geografia da UFC, ano 03, número 05, 2004 HARVEY, David. A produção capitalista do espaço. São Paulo: Annablume,

14 HOBSBAWM, Eric. Pessoas Extraordinárias: Resistência, Rebelião e Jazz. Paz e Terra, LEFEBVRE, HENRI. Espaço e política. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008 MATOS, Luciana Lima de; PEIXOTO, Renata Andrade; COSTA, Reinaldo Corrêa. Os assentados e a cidade: o assentamento tarumã-mirim e Manaus (AM). XIX Encontro Nacional de Geografia Agrária, São Paulo, 2009, pp RAFFESTIN, Claude. A produção das estruturas territoriais e sua representação. In: SAQUET, Marco Aurélio; SPOSITO, Eliseu Savério (Org). Território e Territorialidades: Teoria, processos e conflitos. São Paulo: Expressão Popular- Unesp, RODRIGUEZ, José Manuel Mateo; SILVA, Edson Vicente da; CAVALCANTI, Agostinho Paula Brito. Geoecologia das paisagens: Uma visão geossistêmica da analise ambiental. Fortaleza, 2004 SANTOS, José Vicente Tavares dos. Colonos do Vinho. HUCITEC, SANTOS, Milton. Espaço e Método. São Paulo: Nobel, Da totalidade ao Lugar.São Paulo: Edusp, Por uma Geografia nova. São Paulo: Edusp, 2008 STEINBERGER, Marília. Território, ambiente e políticas públicas espaciais. 1ª. ed. Brasília: Paralelo 15 e LGE, v p TRICART, Jean. O Campo na dialética da Geografia. Revista do Departamento de Geografia, 19 (2006) WEY, Leah K. Van; OSTROM, Elinor; MERESTSKY, Vicky. Teorias Subjacentes ao estudo de interações homem-ambiente. In: MORAN, Emílio F.; OSTROM, Elinor. Ecossistemas florestais: Interação homem-ambiente. São Paulo. Edusp, VEIGA, Iran; Saber e participação na transformação dos sistemas de produção da agricultura familiar amazônica; In SIMÕES, Aquiles; (org); Coleta Amazônica Iniciativas em pesquisa, formação e apoio ao desenvolvimento rural sustentável na Amazônia; Ed. UFPA, NEAF, SBSP; Belém, PA;

OS ASSENTADOS E A CIDADE: O ASSENTAMENTO TARUMÃ-MIRIM E MANAUS (AM) SEATED AND THE CITY: NESTING TARUMÃ-MIRIM AND MANAUS (AM)

OS ASSENTADOS E A CIDADE: O ASSENTAMENTO TARUMÃ-MIRIM E MANAUS (AM) SEATED AND THE CITY: NESTING TARUMÃ-MIRIM AND MANAUS (AM) XIX ENCONTRO NACIONAL DE GEOGRAFIA AGRARIA, São Paulo, 2009, pp. 1-9. OS ASSENTADOS E A CIDADE: O ASSENTAMENTO TARUMÃ-MIRIM E MANAUS (AM) SEATED AND THE CITY: NESTING TARUMÃ-MIRIM AND MANAUS (AM) Luciana

Leia mais

OS PAEs COMO POSSIBILIDADE DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL EM ÁREAS RIBEIRINHAS: O CASO DA ILHA CAMPOMPEMA (PA)

OS PAEs COMO POSSIBILIDADE DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL EM ÁREAS RIBEIRINHAS: O CASO DA ILHA CAMPOMPEMA (PA) OS PAEs COMO POSSIBILIDADE DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL EM ÁREAS RIBEIRINHAS: O CASO DA ILHA CAMPOMPEMA (PA) Ana Karolina Ferreira Corrêa Universidade Federal do Pará anageo.correa@gmail.com

Leia mais

A CHEIA DO RIO NEGRO EM MANAUS E SEUS IMPACTOS NO CENTRO E NA PONTA NEGRA EM 2009

A CHEIA DO RIO NEGRO EM MANAUS E SEUS IMPACTOS NO CENTRO E NA PONTA NEGRA EM 2009 A CHEIA DO RIO NEGRO EM MANAUS E SEUS IMPACTOS NO CENTRO E NA PONTA NEGRA EM 2009 1. INTRODUÇÃO Diego Lopes Morais 1 1 Graduando em Geografia / Universidade do Estado do Amazonas - UEA Instituto Nacional

Leia mais

APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO

APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO Objetivo O objetivo das Diretrizes é apoiar os países a

Leia mais

A LARANJA E O PROJETO DE ASSENTAMENTO CAVIANA (BERURI-AM)

A LARANJA E O PROJETO DE ASSENTAMENTO CAVIANA (BERURI-AM) A LARANJA E O PROJETO DE ASSENTAMENTO CAVIANA (BERURI-AM) Marciclei Bernardo da Silva Laboratório de Estudos Sociais (LAES)/Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) mrclei@hotmail.com Reinaldo

Leia mais

O programa de urbanização de favelas da prefeitura de São Paulo um estudo de caso da favela de Heliópolis

O programa de urbanização de favelas da prefeitura de São Paulo um estudo de caso da favela de Heliópolis O programa de urbanização de favelas da prefeitura de São Paulo um estudo de caso da favela de Heliópolis Fabiana Cristina da Luz luz.fabiana@yahoo.com.br Universidade Cruzeiro do Sul Palavras-chave: Urbanização

Leia mais

TRABALHOS EXITOSOS EM ATER - 2014 EXTENSÃO RURAL ORGANIZAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL

TRABALHOS EXITOSOS EM ATER - 2014 EXTENSÃO RURAL ORGANIZAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL TRABALHOS EXITOSOS EM ATER - 2014 EXTENSÃO RURAL ORGANIZAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL ESCADA, 2014 EXTENSÃO RURAL CONSTRUIR UM SONHO E LUTAR POR ELE Regional : Palmares PE Municipio: Escada Comunidades: Sitio

Leia mais

Diagnóstico Ambiental do Município de Alta Floresta - MT

Diagnóstico Ambiental do Município de Alta Floresta - MT Diagnóstico Ambiental do Município de Alta Floresta - MT Paula Bernasconi Ricardo Abad Laurent Micol Maio de 2008 Introdução O município de Alta Floresta está localizado na região norte do estado de Mato

Leia mais

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS Resumo da Agenda 21 CAPÍTULO 1 - Preâmbulo Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS CAPÍTULO 2 - Cooperação internacional para acelerar o desenvolvimento sustentável dos países em desenvolvimento e políticas

Leia mais

Projeto Cidade da Copa : influência na mobilidade da Zona da Mata Norte do Estado de Pernambuco

Projeto Cidade da Copa : influência na mobilidade da Zona da Mata Norte do Estado de Pernambuco Danilo Corsino de Queiróz Albuquerque¹ Ana Regina Marinho Dantas Barboza da Rocha Serafim² ¹Graduando do 5º Período no Curso de Licenciatura em Geografia pela Universidade de Pernambuco (UPE), E-mail:

Leia mais

A REINSERÇÃO DE NOVA ESPERANÇA NA REDE URBANA DE MARINGÁ: UMA PROPOSTA DE ESTUDO

A REINSERÇÃO DE NOVA ESPERANÇA NA REDE URBANA DE MARINGÁ: UMA PROPOSTA DE ESTUDO A REINSERÇÃO DE NOVA ESPERANÇA NA REDE URBANA DE MARINGÁ: UMA PROPOSTA DE ESTUDO 5 Amanda dos Santos Galeti Acadêmica de Geografia - UNESPAR/Paranavaí amanda_galeti@hotmail.com Kamily Alanis Montina Acadêmica

Leia mais

Saiba mais sobre o Novo Código Florestal Brasileiro e o CAR COLADO NA CAPA

Saiba mais sobre o Novo Código Florestal Brasileiro e o CAR COLADO NA CAPA Saiba mais sobre o Novo Código Florestal Brasileiro e o CAR COLADO NA CAPA Índice O que o agricultor brasileiro deve saber sobre o Novo Código Florestal?...1 Começando a regularizar o imóvel rural...2

Leia mais

Metodologia. Resultados

Metodologia. Resultados ENCONTRO INTERNACIONAL PARTICIPAÇÃO, DEMOCRACIA E POLÍTICAS PÚBLICAS: APROXIMANDO AGENDAS E AGENTES UNESP SP 23 a 25 de abril de 2013, UNESP, Araraquara (SP) AGENTES SOCIAIS E A PRODUÇÃO DO ESPAÇO URBANO

Leia mais

Cadastro Ambiental Rural

Cadastro Ambiental Rural Cadastro Ambiental Rural E suas possíveis contribuições para a gestão de bacias hidrográficas Botucatu 28/06/2013 Caroline Vigo Cogueto Centro de Monitoramento Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos

Leia mais

Ações do Sistema SEPROR para o incentivo a produção de orgânicos. Sonia Alfaia Secretaria Executiva Adjunta de Planejamento

Ações do Sistema SEPROR para o incentivo a produção de orgânicos. Sonia Alfaia Secretaria Executiva Adjunta de Planejamento Ações do Sistema SEPROR para o incentivo a produção de orgânicos Sonia Alfaia Secretaria Executiva Adjunta de Planejamento Política Institucional da SEPROR QUEM SOMOS NÓS? O Amazonas possui 270 mil produtores

Leia mais

CONTEÚDOS DE GEOGRAFIA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO

CONTEÚDOS DE GEOGRAFIA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO DE GEOGRAFIA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO GOVERNADOR DE PERNAMBUCO João Lyra Neto SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES Ricardo Dantas SECRETÁRIA EXECUTIVA

Leia mais

RECURSOS HÍDRICOS URBANOS - PROPOSTA DE UM MODELO DE PLANEJAMENTO E GESTÃO INTEGRADA E PARTICIPATIVA NO MUNICÍPIO DE MANAUS - AM.

RECURSOS HÍDRICOS URBANOS - PROPOSTA DE UM MODELO DE PLANEJAMENTO E GESTÃO INTEGRADA E PARTICIPATIVA NO MUNICÍPIO DE MANAUS - AM. RECURSOS HÍDRICOS URBANOS - PROPOSTA DE UM MODELO DE PLANEJAMENTO E GESTÃO INTEGRADA E PARTICIPATIVA NO MUNICÍPIO DE MANAUS - AM. Andréa Viviana Waichman* João Tito Borges** INTRODUÇÃO Nas últimas décadas

Leia mais

Construção dos geógrafos frente à natureza e sociedade

Construção dos geógrafos frente à natureza e sociedade O OLHAR DOS GEÓGRAFOS FRENTE ÀS MODERNIZAÇÕES NA AGRICULTURA E ÀS IMPLICAÇÕES AMBIENTAIS 1 Roberto Verdum 2 Departamento de Geografia/IG/UFRGS Para identificar o olhar dos geógrafos frente às modernizações

Leia mais

Estratégias para evitar o desmatamento na Amazônia brasileira. Antônio Carlos Hummel Diretor Geral Serviço Florestal Brasileiro

Estratégias para evitar o desmatamento na Amazônia brasileira. Antônio Carlos Hummel Diretor Geral Serviço Florestal Brasileiro Estratégias para evitar o desmatamento na Amazônia brasileira Antônio Carlos Hummel Diretor Geral Serviço Florestal Brasileiro Perfil - 2-1. Fatos sobre Brasil 2. Contexto Florestal 3. Estratégias para

Leia mais

PNPCT Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais

PNPCT Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais Políticas Públicas PNPCT Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais A PNPCT reafirma a importância do conhecimento, da valorização e do respeito à diversidade

Leia mais

Desafios e oportunidades associadas ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) 7ª CONSEGURO setembro 2015

Desafios e oportunidades associadas ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) 7ª CONSEGURO setembro 2015 Desafios e oportunidades associadas ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) 7ª CONSEGURO setembro 2015 Meta brasileira de redução das emissões até 2020 36,1% a 38,9% das 3.236 MM de tonco2eq de emissões projetadas

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DE SISTEMAS PRODUTIVOS EM ASSENTAMENTOS RURAIS NO MUNICÍPIO DE CENTENÁRIO DO SUL-PR

CARACTERIZAÇÃO DE SISTEMAS PRODUTIVOS EM ASSENTAMENTOS RURAIS NO MUNICÍPIO DE CENTENÁRIO DO SUL-PR CARACTERIZAÇÃO DE SISTEMAS PRODUTIVOS EM ASSENTAMENTOS RURAIS NO MUNICÍPIO DE CENTENÁRIO DO SUL-PR Luis Artur Bernardes da Rosa¹; Maria de Fátima Guimarães²; Sergio Luis Carneiro³; Dimas Soares Júnior4

Leia mais

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO A economia brasileira tem passado por rápidas transformações nos últimos anos. Neste contexto ganham espaço novas concepções, ações

Leia mais

Doutoranda: Nadir Blatt

Doutoranda: Nadir Blatt Territórios de Identidade no Estado da Bahia: uma análise crítica da regionalização implantada pela estrutura governamental para definição de políticas públicas, a partir da perspectiva do desenvolvimento

Leia mais

Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES

Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Introdução 10.1. A terra costuma ser definida como uma entidade física, em termos de sua topografia e sua natureza

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 Institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da Caatinga. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da

Leia mais

Edital de Seleção. Curso de Formação Inicial Continuada em Manejo Florestal Comunitário. (Turma 2015)

Edital de Seleção. Curso de Formação Inicial Continuada em Manejo Florestal Comunitário. (Turma 2015) Edital de Seleção Curso de Formação Inicial Continuada em Manejo Florestal Comunitário (Turma 2015) Belém Pará Novembro de 2014 Realização Página 2 de 9 Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 4 3.

Leia mais

SÍNTESE BARRA DO GARÇAS RP IV

SÍNTESE BARRA DO GARÇAS RP IV SÍNTESE BARRA DO GARÇAS RP IV Realizar projetos para destinação de resíduos sólidos * Meio Ambiente Desenvolver programas de educação ambiental Apresentar pequenos e médios projetos de recuperação (seqüestro

Leia mais

Proposta para a nacional 3º Conferência Estadual de Políticas Públicas para mulheres.união dos Movimentos de moradia da Grande São Paulo e Interior.

Proposta para a nacional 3º Conferência Estadual de Políticas Públicas para mulheres.união dos Movimentos de moradia da Grande São Paulo e Interior. Proposta para a nacional 3º Conferência Estadual de Políticas Públicas para mulheres.união dos Movimentos de moradia da Grande São Paulo e Interior. 1- Promover o acesso igualitário das mulheres ao programa

Leia mais

BANCO DA AMAZÔNIA. Seminário FNO-ITINERANTE 2012. São Gabriel da Cachoeira (AM). 24/04/2012

BANCO DA AMAZÔNIA. Seminário FNO-ITINERANTE 2012. São Gabriel da Cachoeira (AM). 24/04/2012 BANCO DA AMAZÔNIA Seminário FNO-ITINERANTE 2012 São Gabriel da Cachoeira (AM). 24/04/2012 Município de São Gabriel da Cachoeira - AM Principais Destaques. Considerado um ponto estratégico pelo país e,

Leia mais

Colégio Estadual do Campo Professora Maria de Jesus Pacheco Guimarães E. F. e M. Uma História de Amor ao Guará

Colégio Estadual do Campo Professora Maria de Jesus Pacheco Guimarães E. F. e M. Uma História de Amor ao Guará Colégio Estadual do Campo Professora Maria de Jesus Pacheco Guimarães E. F. e M. Uma História de Amor ao Guará PLANO DE TRABALHO DOCENTE 2012 DISCIPLINA: GEOGRAFIA - PROFESSOR: ADEMIR REMPEL SÉRIE: 8º

Leia mais

ELABORAÇÃO DE PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO MEIO RURAL DO MUNICÍPIO DE JAÚ -SP

ELABORAÇÃO DE PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO MEIO RURAL DO MUNICÍPIO DE JAÚ -SP ELABORAÇÃO DE PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO MEIO RURAL DO MUNICÍPIO DE JAÚ -SP INTRODUÇÃO A Agenda 21 Local é um instrumento de planejamento de políticas públicas que envolve tanto a sociedade

Leia mais

Pauta do Grito da Terra Brasil GTB Estadual 2014 APRESENTAÇÃO

Pauta do Grito da Terra Brasil GTB Estadual 2014 APRESENTAÇÃO APRESENTAÇÃO O ano de 2014 foi eleito oficialmente pela FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) como o Ano Internacional da Agricultura familiar. Tendo como objetivo aumentar

Leia mais

AGRICULTURA FAMILIAR NO MUNICÍPIO DE MOGI MIRIM-SP: Principais políticas publicas. Arthur Moriconi harthus94@gmail.com.

AGRICULTURA FAMILIAR NO MUNICÍPIO DE MOGI MIRIM-SP: Principais políticas publicas. Arthur Moriconi harthus94@gmail.com. AGRICULTURA FAMILIAR NO MUNICÍPIO DE MOGI MIRIM-SP: Principais políticas publicas Arthur Moriconi harthus94@gmail.com. Acadêmico do Curso de Ciências Econômicas/UNICENTRO Fabio Junior Penteado fabioturvo@gmail.com.

Leia mais

O Fluxo dos Processos de Obtenção/Implantação/Recuperação dos Projetos de Assentamento de Reforma Agrária e o Licenciamento Ambiental.

O Fluxo dos Processos de Obtenção/Implantação/Recuperação dos Projetos de Assentamento de Reforma Agrária e o Licenciamento Ambiental. Ministério do Desenvolvimento Agrário Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária Incra O Fluxo dos Processos de Obtenção/Implantação/Recuperação dos Projetos de Assentamento de Reforma Agrária

Leia mais

A QUESTÃO DA REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA NO BAIRRO SANGA FUNDA, PELOTAS, RS.

A QUESTÃO DA REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA NO BAIRRO SANGA FUNDA, PELOTAS, RS. A QUESTÃO DA REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA NO BAIRRO SANGA FUNDA, PELOTAS, RS. Carina da Silva UFPel, carinasg2013@gmail.com INTRODUÇÃO A atual sociedade capitalista tem como alicerce, que fundamenta sua manutenção,

Leia mais

ecoturismo ou turismo. As faixas de APP que o proprietário será obrigado a recompor serão definidas de acordo com o tamanho da propriedade.

ecoturismo ou turismo. As faixas de APP que o proprietário será obrigado a recompor serão definidas de acordo com o tamanho da propriedade. São as áreas protegidas da propriedade. Elas não podem ser desmatadas e por isso são consideradas Áreas de Preservação Permanente (APPs). São as faixas nas margens de rios, lagoas, nascentes, encostas

Leia mais

PROCERRADO PROJETO DE REDUÇÃO DO DESMATAMENTO E DAS QUEIMADAS NO CERRADO DO PIAUÍ TERMO DE REFERÊNCIA

PROCERRADO PROJETO DE REDUÇÃO DO DESMATAMENTO E DAS QUEIMADAS NO CERRADO DO PIAUÍ TERMO DE REFERÊNCIA PROCERRADO PROJETO DE REDUÇÃO DO DESMATAMENTO E DAS QUEIMADAS NO CERRADO DO PIAUÍ Acordo de Doação Nº TF016192 TERMO DE REFERÊNCIA TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA INDIVIDUAL DE LONGO

Leia mais

Aluno: Antero Vinicius Portela Firmino Pinto Orientadora: Regina Célia de Mattos. Considerações Iniciais

Aluno: Antero Vinicius Portela Firmino Pinto Orientadora: Regina Célia de Mattos. Considerações Iniciais AS TRANSFORMAÇÕES ESPACIAIS NA ZONA OESTE DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO A PARTIR DOS INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA PARA COPA DO MUNDO EM 2014 E AS OLIMPÍADAS DE 2016 Aluno: Antero Vinicius Portela Firmino

Leia mais

LEI N 547, DE 03 DE SETEMBRO DE 2010.

LEI N 547, DE 03 DE SETEMBRO DE 2010. Pág. 1 de 5 LEI N 547, DE 03 DE SETEMBRO DE 2010. CRIA O FUNDO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL FMHIS E INSTITUI O CONSELHO GESTOR DO FMHIS. O PREFEITO MUNICIPAL DE CRUZEIRO DO SUL ACRE, EM EXERCÍCIO,

Leia mais

Carta de Apresentação Documento Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura 11/06/15

Carta de Apresentação Documento Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura 11/06/15 Carta de Apresentação Documento Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura 11/06/15 Formada por associações empresariais, empresas, organizações da sociedade civil e indivíduos interessados na construção

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria para promover estudos, formular proposições e apoiar as Unidades

Leia mais

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA SOBRE ASSUNTOS POLÍTICOS/ ADMINISTRATIVOS

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA SOBRE ASSUNTOS POLÍTICOS/ ADMINISTRATIVOS PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA SOBRE ASSUNTOS POLÍTICOS/ ADMINISTRATIVOS MARÇO DE 2014 JOB0402 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA PESQUISA OBJETIVO LOCAL Avaliar a atual administração do município de Acopiara. Acopiara

Leia mais

MIGRAÇÃO E RELAÇÃO CAMPO-CIDADE 1

MIGRAÇÃO E RELAÇÃO CAMPO-CIDADE 1 MIGRAÇÃO E RELAÇÃO CAMPO-CIDADE 1 Débora Aparecida Tombini* Marcos Aurélio Saquet** INTRODUÇÃO Desde o surgimento da vida humana na Terra até o início do século XIX, a população cresceu em ritmo lento

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PRESIDENTE KUBITSCHEK Estado de Minas Gerais MENSAGEM Nº

PREFEITURA MUNICIPAL DE PRESIDENTE KUBITSCHEK Estado de Minas Gerais MENSAGEM Nº MENSAGEM Nº Senhores membros da Câmara Municipal, Submeto à elevada deliberação de V. Exªs. o texto do projeto de lei que institui o Plano Plurianual para o período de 2002 a 2005. Este projeto foi elaborado

Leia mais

SEMINÁRIO. Agricultura Familiar no Amazonas: Desafios para Inovação e Sustentabilidade. 25 a 27 de novembro de 2014. Felipe Santos da Rosa

SEMINÁRIO. Agricultura Familiar no Amazonas: Desafios para Inovação e Sustentabilidade. 25 a 27 de novembro de 2014. Felipe Santos da Rosa SEMINÁRIO Agricultura Familiar no Amazonas: Desafios para Inovação e Sustentabilidade 25 a 27 de novembro de 2014 Felipe Santos da Rosa APRESENTAÇÃO A agropecuária do Estado do Amazonas é desenvolvida

Leia mais

ESTADO DO ACRE. Estado do Acre estabelece processos de inclusão social e econômica visando ao uso sustentável dos recursos naturais

ESTADO DO ACRE. Estado do Acre estabelece processos de inclusão social e econômica visando ao uso sustentável dos recursos naturais Estado do Acre estabelece processos de inclusão social e econômica visando ao uso sustentável dos recursos naturais Através da Política de Valorização do Ativo Ambiental Florestal e do Zoneamento Ecológico

Leia mais

ANEXO I TERMO DE REFERENCIA PROCESSO LICITATÓRIO Nº 010/2011- FAO/GCP/BRA/070/EC

ANEXO I TERMO DE REFERENCIA PROCESSO LICITATÓRIO Nº 010/2011- FAO/GCP/BRA/070/EC FOOD AND AGRICULTURE ORGANIZATION OF THE UNITED NATIONS ORGANISATION DES NATIONS UNIES POUR L ALIMENTATION ET L AGRICULTURE ORGANIZACION DE LAS NACIONES UNIDAS PARA LA AGRICULTURA Y LA ALIMENTACION ORGANIZAÇÃO

Leia mais

Perfil Socioeconômico de Comunidades a Serem Atingidas por Empreendimentos

Perfil Socioeconômico de Comunidades a Serem Atingidas por Empreendimentos Perfil Socioeconômico de Comunidades a Serem Atingidas por Empreendimentos Perfil Socioeconômico de Comunidades a Serem Atingidas por Empreendimentos Prof. Eliane Almeida Out./2014 Perfil Socioeconômico

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome MDS Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional SESAN

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome MDS Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional SESAN Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome MDS Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional SESAN Fórum de debates sobre a pobreza e a segurança alimentar Campinas, 13 de outubro

Leia mais

GOVERNO QUE CUIDA DA CIDADE E DAS PESSOAS!

GOVERNO QUE CUIDA DA CIDADE E DAS PESSOAS! GOVERNO QUE CUIDA 8 DA CIDADE E DAS PESSOAS! EDUCAÇÃO Logo que Badel assumiu a Prefeitura de, se comprometeu em fortalecer a agricultura familiar do município, estimulando o pequeno produtor a diversificar

Leia mais

Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante do Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural

Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante do Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural Guião de Programa de Rádio e Televisão Tema: Redução de Emissões de Desmatamento e Degradação Florestal (REDD+) Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante

Leia mais

A Importância da Extensão Empreendedora em Assentamentos Rurais no Município de Rosário Oeste MT

A Importância da Extensão Empreendedora em Assentamentos Rurais no Município de Rosário Oeste MT A Importância da Extensão Empreendedora em Assentamentos Rurais no Município de Rosário Oeste MT Flávia Cristina Solidade Nogueira Débora Fabiana Aparecida Tenutes Silva Sandro Ribeiro da Costa Universidade

Leia mais

POR UMA CIÊNCIA AGRONÔMICA: caminhos para a formação sistêmica nas ciências agrárias

POR UMA CIÊNCIA AGRONÔMICA: caminhos para a formação sistêmica nas ciências agrárias POR UMA CIÊNCIA AGRONÔMICA: caminhos para a formação sistêmica nas ciências agrárias Aquiles Simões Universidade Federal do Pará COMPREENDER UMA REALIDADE AGRÁRIA EM SUA DIVERSIDADE, OS DIFERENTES MODOS

Leia mais

PAUTA UNITÁRIA DOS MOVIMENTOS SINDICAIS E SOCIAIS DO CAMPO

PAUTA UNITÁRIA DOS MOVIMENTOS SINDICAIS E SOCIAIS DO CAMPO PAUTA UNITÁRIA DOS MOVIMENTOS SINDICAIS E SOCIAIS DO CAMPO São Paulo, 12 de março de 2015. No consenso de nossas concepções, dos movimentos sociais do campo e das florestas, inclusive pactuadas no Encontro

Leia mais

Esta apresentação foi realizada no âmbito do projeto Moradia é Central durante o seminário do projeto em Recife.

Esta apresentação foi realizada no âmbito do projeto Moradia é Central durante o seminário do projeto em Recife. Esta apresentação foi realizada no âmbito do projeto Moradia é Central durante o seminário do projeto em Recife. Data: dia 29 de abril de 2009 Local: sede da ONG Etapas no Recife PROGRAMA REABILITAÇÃO

Leia mais

OPERAÇÕES URBANAS CONSORCIADAS Instrumentos de viabilização de projetos urbanos integrados

OPERAÇÕES URBANAS CONSORCIADAS Instrumentos de viabilização de projetos urbanos integrados OPERAÇÕES URBANAS CONSORCIADAS Instrumentos de viabilização de projetos urbanos integrados DEAP/SNAPU/MCIDADES Maio/2015 Contexto brasileiro Necessidade de obras públicas para requalificação e reabilitação

Leia mais

Legislação Territorial Agenda 21. Alunos: Allan Gomes Murian Rafael Di Cicco Clauber Rogério da Costa Leandro Benicio de Souza

Legislação Territorial Agenda 21. Alunos: Allan Gomes Murian Rafael Di Cicco Clauber Rogério da Costa Leandro Benicio de Souza Legislação Territorial Agenda 21 Alunos: Allan Gomes Murian Rafael Di Cicco Clauber Rogério da Costa Leandro Benicio de Souza O que é Agenda 21? Agenda 21 é um conjunto de resoluções tomadas Eco-92, que

Leia mais

RELATÓRIO DE ESTÁGIO. Curso técnico em manejo florestal

RELATÓRIO DE ESTÁGIO. Curso técnico em manejo florestal RELATÓRIO DE ESTÁGIO Curso técnico em manejo florestal JARBAS ALESSANDRO DA SILVA ANDRADE Manaus dezembro 2006 MINISTERIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFICIONAL E TECNOLOGIA ESCOLA AGROTECNICA

Leia mais

Taxonomias para orientar e coordenar a formulação, execução, acompanhamento e avaliação das políticas de APLS

Taxonomias para orientar e coordenar a formulação, execução, acompanhamento e avaliação das políticas de APLS Taxonomias para orientar e coordenar a formulação, execução, acompanhamento e avaliação das políticas de APLS José E Cassiolato Coordenador da RedeSist, IE-UFRJ Marcelo G P de Matos Pesquisador da RedeSist,

Leia mais

Estrutura de projeto de Serviços Ambientais

Estrutura de projeto de Serviços Ambientais Estrutura de projeto de Serviços Ambientais 1 Definição do escopo NOME: PAE SERINGAL MATA GRANDE - BEIRA DA BR, ESTADO DO ACRE OBJETIVOS: CONTER O DESMATAMENTO DENTRO DO PAE ATRAVÉS DE ATIVIDADES EXTRATIVISTAS

Leia mais

O papel do engenheiro agrônomo no desenvolvimento das plantas medicinais

O papel do engenheiro agrônomo no desenvolvimento das plantas medicinais O papel do engenheiro agrônomo no desenvolvimento das plantas medicinais Alexandre Sylvio Vieira da Costa 1 1.Engenheiro Agrônomo. Professor Universidade Vale do Rio Doce/Coordenador Adjunto da Câmara

Leia mais

AS TRANSFORMAÇÕES NA PAISAGEM A PARTIR DA IMPLANTAÇÃO DO LAGO DE FURNAS NO MUNICÍPIO DE FAMA-MG

AS TRANSFORMAÇÕES NA PAISAGEM A PARTIR DA IMPLANTAÇÃO DO LAGO DE FURNAS NO MUNICÍPIO DE FAMA-MG AS TRANSFORMAÇÕES NA PAISAGEM A PARTIR DA IMPLANTAÇÃO DO LAGO DE FURNAS NO MUNICÍPIO DE FAMA-MG Tamiris Batista Diniz tamirisbdiniz@hotmail.com Discente Geografia UNIFAL-MG 349 Ana Rute do Vale ana.vale@unifal-mg.edu.br

Leia mais

COMÉRCIO JUSTO COMO GERAÇÃO DE RENDA PARA ASSENTADOS DA REFORMA AGRÁRIA: FEIRA PERMANENTE DE PRODUTOS DA AGRICULTURA FAMILIAR.

COMÉRCIO JUSTO COMO GERAÇÃO DE RENDA PARA ASSENTADOS DA REFORMA AGRÁRIA: FEIRA PERMANENTE DE PRODUTOS DA AGRICULTURA FAMILIAR. COMÉRCIO JUSTO COMO GERAÇÃO DE RENDA PARA ASSENTADOS DA REFORMA AGRÁRIA: FEIRA PERMANENTE DE PRODUTOS DA AGRICULTURA FAMILIAR. Área Temática: Trabalho Maria Nezilda Culti (Coordenador da Ação de Extensão),

Leia mais

ASSOCIATIVISMO. Fonte: Educação Sebrae

ASSOCIATIVISMO. Fonte: Educação Sebrae ASSOCIATIVISMO Fonte: Educação Sebrae O IMPORTANTE É COOPERAR A cooperação entre as pessoas pode gerar trabalho, dinheiro e desenvolvimento para toda uma comunidade COOPERAR OU COMPETIR? Cooperar e competir

Leia mais

ANÁLISE DA PRÁTICA INSTITUCIONAL

ANÁLISE DA PRÁTICA INSTITUCIONAL ANÁLISE DA PRÁTICA INSTITUCIONAL Prof.ª Mônica Ferreira dos Santos José Augusto Guilhon de Albuquerque é sociólogo e professor da USP. No Serviço Social alguns autores já usaram seu referencial. Weisshaupt

Leia mais

LEGISLAÇÃO DO CRÉDITO RURAL

LEGISLAÇÃO DO CRÉDITO RURAL *PRONAF* Legislação LEGISLAÇÃO DO CRÉDITO RURAL Art. 187. A política agrícola será planejada e executada na forma da lei, com a participação efetiva do setor de produção, envolvendo produtores e trabalhadores

Leia mais

Atlas Digital de MINAS GERAIS 1 de 18

Atlas Digital de MINAS GERAIS 1 de 18 Atlas Digital de MINAS GERAIS 1 de 18 Características Agropecuárias A sociedade brasileira viveu no século XX uma transformação socioeconômica e cultural passando de uma sociedade agrária para uma sociedade

Leia mais

projeto Pensar globalmente, agir localmente! Junho de 2009 apoio

projeto Pensar globalmente, agir localmente! Junho de 2009 apoio projeto Pensar globalmente, agir localmente! Junho de 2009 apoio Introdução A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) tem por finalidade colocar em prática ações efetivas de conservação do meio ambiente,

Leia mais

Saberes e Práticas Docentes na Formação de Professores PROF.DR. FERNANDO RIBEIRO JUNHO/2012

Saberes e Práticas Docentes na Formação de Professores PROF.DR. FERNANDO RIBEIRO JUNHO/2012 A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA PARA AS LICENCIATURAS NA AMAZÔNIA: NÃO HÁ ENSINO SEM PESQUISA E PESQUISA SEM ENSINO Saberes e Práticas Docentes na Formação de Professores PROF.DR. FERNANDO RIBEIRO JUNHO/2012

Leia mais

CONSERVADOR DAS ÁGUAS LEI MUNICIPAL 2.100/2005

CONSERVADOR DAS ÁGUAS LEI MUNICIPAL 2.100/2005 CONSERVADOR DAS ÁGUAS LEI MUNICIPAL 2.100/2005 EXTREMA EXTREMO SUL DE MINAS. SERRA DA MANTIQUEIRA. 480 KM BH E 100 KM DA CIDADE DE SP. POPULAÇÃO 24.800 HABITANTES. CONTINUIDADE ADMINISTRATIVA DE 20 ANOS

Leia mais

O MATOPIBA e o desenvolvimento "destrutivista" do Cerrado

O MATOPIBA e o desenvolvimento destrutivista do Cerrado O MATOPIBA e o desenvolvimento "destrutivista" do Cerrado Paulo Rogerio Gonçalves* No dia seis de maio de 2015 o decreto n. 8447 cria o Plano de Desenvolvimento Agropecuário do Matopiba e seu comitê gestor.

Leia mais

PADRÃO DE RESPOSTA. Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I PROVA 5 - GEOGRAFIA AGRÁRIA

PADRÃO DE RESPOSTA. Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I PROVA 5 - GEOGRAFIA AGRÁRIA Questão n o 1 Conhecimentos Específicos O candidato deverá contemplar em seu texto os seguintes aspectos: Na perspectiva da Geografia Tradicional, até os anos 60 do século XX, período em que se enfatizavam

Leia mais

Programa de Estudos e Pesquisas 2009

Programa de Estudos e Pesquisas 2009 Programa de Estudos e Pesquisas 2009 DIRETORIA DE ESTUDOS E PESQUISAS Ana Paula Vitali Janes Vescovi Rodrigo Lorena Redirecionamento Estratégico IJSN Missão "Prover conhecimento social, econômico e territorial

Leia mais

Compromissos com o Meio Ambiente e a Qualidade de Vida Agenda Socioambiental para o Desenvolvimento Sustentável do Amapá

Compromissos com o Meio Ambiente e a Qualidade de Vida Agenda Socioambiental para o Desenvolvimento Sustentável do Amapá Compromissos com o Meio Ambiente e a Qualidade de Vida Agenda Socioambiental para o Desenvolvimento Sustentável do Amapá Eu, ( ) (sigla do partido) me comprometo a promover os itens selecionados abaixo

Leia mais

TRATRADO DE ÁGUA DOCE O CENÁRIO INTERNACIONAL E A PROBLEMÁTICA DA ÁGUA, MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO

TRATRADO DE ÁGUA DOCE O CENÁRIO INTERNACIONAL E A PROBLEMÁTICA DA ÁGUA, MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO [27] TRATRADO DE ÁGUA DOCE O CENÁRIO INTERNACIONAL E A PROBLEMÁTICA DA ÁGUA, MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO 1. Nos últimos anos a maioria dos países enfrentou grave crise econômica, que gerou um grande

Leia mais

MULTIMÍDIAS PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1. Resumo

MULTIMÍDIAS PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1. Resumo MULTIMÍDIAS PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1 VIERO, Lia Margot Dornelles 2 1 Trabalho de Pesquisa _UNIFRA 2 Curso de Geografia do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, RS, Brasil E-mail:

Leia mais

FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO

FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO É claro que o Brasil não brotou do chão como uma planta. O Solo que o Brasil hoje ocupa já existia, o que não existia era o seu território, a porção do espaço sob domínio,

Leia mais

Padrão de Príncipes, Critérios e Indicadores para Florestas Modelo. Rede Ibero-Americana de Florestas Modelo 2012

Padrão de Príncipes, Critérios e Indicadores para Florestas Modelo. Rede Ibero-Americana de Florestas Modelo 2012 Meta superior (RIABM 2011): A Floresta Modelo é um processo em que grupos que representam uma diversidade de atores trabalham juntos para uma visão comum de desenvolvimento sustentável em um território

Leia mais

AÇÕES PARA DINAMIZAR O FUNCIONAMENTO DAS ASSOCIAÇÕES E COOPERATIVAS RURAIS

AÇÕES PARA DINAMIZAR O FUNCIONAMENTO DAS ASSOCIAÇÕES E COOPERATIVAS RURAIS AÇÕES PARA DINAMIZAR O FUNCIONAMENTO DAS ASSOCIAÇÕES E COOPERATIVAS RURAIS Objetivo Consolidar os resultados positivos alcançados pelas associações rurais, assistidas pela EMATER e dinamizar as suas ações,

Leia mais

As Escolas Famílias Agrícolas do Território Rural da Serra do Brigadeiro

As Escolas Famílias Agrícolas do Território Rural da Serra do Brigadeiro As Escolas Famílias Agrícolas do Território Rural da Serra do Brigadeiro VIEIRA, Tatiana da Rocha UFV - pedagogia_tati@yahoo.com.br BARBOSA, Willer Araújo UFV- wbarbosa@ufv.br Resumo: O trabalho apresentado

Leia mais

Os "fundos de confiança" como mecanismo de financiamento para a agricultura urbana participativa

Os fundos de confiança como mecanismo de financiamento para a agricultura urbana participativa Os "fundos de confiança" como mecanismo de financiamento para a agricultura urbana participativa César Jaramillo Avila - aurbana@quito.gov.ec Coordenador do Programa Municipal de Agricultura Urbana da

Leia mais

PROGRAMA PETROBRAS SOCIOAMBIENTAL: Desenvolvimento Sustentável e Promoção de Direitos

PROGRAMA PETROBRAS SOCIOAMBIENTAL: Desenvolvimento Sustentável e Promoção de Direitos PROGRAMA PETROBRAS SOCIOAMBIENTAL: Desenvolvimento Sustentável e Promoção de Direitos Pra começo de conversa, um video... NOVO PROGRAMA Programa Petrobras SOCIOAMBIENTAL 2014-2018 3 ELABORAÇÃO DO NOVO

Leia mais

Seminário: Políticas de sustentabilidade nas terras indígenas

Seminário: Políticas de sustentabilidade nas terras indígenas Seminário: Políticas de sustentabilidade nas terras indígenas de Mato Grosso do Sul Os tópicos que seguem expressam algumas conclusões a que chegaram os participantes do SenÜnário, notadamente os representantes

Leia mais

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DO CAMPO: IMPLANTAÇÃO DO PRONERA EM RORAIMA

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DO CAMPO: IMPLANTAÇÃO DO PRONERA EM RORAIMA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DO CAMPO: IMPLANTAÇÃO DO PRONERA EM RORAIMA Resumo Na história da educação brasileira é perceptível que o direito à educação foi negado às classes menos favorecidas da população,

Leia mais

Obtenção de recursos para a agricultura urbana através do Orçamento Participativo municipal: a experiência de Porto Alegre

Obtenção de recursos para a agricultura urbana através do Orçamento Participativo municipal: a experiência de Porto Alegre Obtenção de recursos para a agricultura urbana através do Orçamento Participativo municipal: a experiência de Porto Alegre Saya Saulière - sayasauliere@hotmail.com IPES/PGU-AL Fotos: Saya Sauliére - 1:

Leia mais

Reformular as estradas: - estradas prioritárias até 2014 - estradas secundárias até 2017. Manter 100% das estradas em boas. Elaborar um levantamento

Reformular as estradas: - estradas prioritárias até 2014 - estradas secundárias até 2017. Manter 100% das estradas em boas. Elaborar um levantamento PLANILHA DE OBJETIVOS E AÇÕES VIABILIZADORAS GT DA AGRICULTURA -"A SANTA MARIA QUE QUEREMOS" Visão: "Que rurais de Santa Maria e região tenham qualidade de vida; mantenham uma produção altamente tecnificada,

Leia mais

Maria Nezilda Culti 1 (Coordenadora da Ação de Extensão)

Maria Nezilda Culti 1 (Coordenadora da Ação de Extensão) IMPLANTAÇÃO DAS TECNOLOGIAS SOCIAIS: PRODUÇÃO AGROECOLÓGICA INTEGRADA SUSTENTÁVEL- PAIS (HORTA MANDALA), CISTERNA E FOSSA SÉPTICA BIODIGESTORA COMO MEIO DE SUSTENTABILIDADE PARA AGRICULTURA FAMILIAR. Área

Leia mais

A PRODUÇÃO SOCIOESPACIAL DO BAIRRO PINHEIRINHO EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS-SP: A BUSCA PELA CIDADANIA

A PRODUÇÃO SOCIOESPACIAL DO BAIRRO PINHEIRINHO EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS-SP: A BUSCA PELA CIDADANIA A PRODUÇÃO SOCIOESPACIAL DO BAIRRO PINHEIRINHO EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS-SP: A BUSCA PELA CIDADANIA Ana Lia Ferreira Mendes de Carvalho liafmc@yahoo.com.br Geografia Bacharelado - UNIFAL-MG INTRODUÇÃO O presente

Leia mais

Notificações Brasileiras ao Comitê de Agricultura da Organização Mundial do Comércio (OMC)

Notificações Brasileiras ao Comitê de Agricultura da Organização Mundial do Comércio (OMC) Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio Departamento de Acordos Comerciais Notificações Brasileiras ao Comitê de Agricultura da Organização Mundial do Comércio (OMC) Notificações Brasileiras

Leia mais

SÍNTESE JUINA. Meio Ambiente

SÍNTESE JUINA. Meio Ambiente SÍNTESE JUINA Aperfeiçoar mecanismos controle ambiental Meio Ambiente Instalação de viveiros de distribuição de mudas para o reflorestamento e matas ciliares Ampliar aceso aos programas de crédito de Capacitar

Leia mais

PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO DE USO E OCUPAÇÃO DO CÂMPUS ITAJAÍ

PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO DE USO E OCUPAÇÃO DO CÂMPUS ITAJAÍ PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO DE USO E OCUPAÇÃO DO CÂMPUS ITAJAÍ Agosto/2014 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Leia mais

UMA INVESTIGAÇÃO NA AGRICULTURA FAMILIAR UTILIZANDO A MODELAGEM MATEMÁTICA

UMA INVESTIGAÇÃO NA AGRICULTURA FAMILIAR UTILIZANDO A MODELAGEM MATEMÁTICA Comunicação Científica UMA INVESTIGAÇÃO NA AGRICULTURA FAMILIAR UTILIZANDO A MODELAGEM MATEMÁTICA Emanuella Filgueira Pereira - UFRB Joana Angelina dos Santos Silva- UFRB Núbia de Andrade Santos - UFRB

Leia mais

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre N o Brasil há 2.361 municípios, em 23 estados, onde vivem mais de 38,3 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza. Para eles, o Governo Federal criou

Leia mais

Propostas da LDO 2013

Propostas da LDO 2013 Propostas da LDO 2013 Secretaria Municipal de Educação Complementação da Merenda Escolar; Reforma de Escolas; Construção de Escolas; Reparos em Escolas; Construção de Espaços para prática de Educação Física;

Leia mais

Instrumentos Legais de Proteção Ambiental em Propriedades Rurais

Instrumentos Legais de Proteção Ambiental em Propriedades Rurais Instrumentos Legais de Proteção Ambiental em Propriedades Rurais Uberlândia Minas Gerais Abril de 2015 Índice Introdução... 2 Instrumentos de planejamento e gestão do uso do solo... 2 Zoneamento Ecológico-

Leia mais

URBANIZAÇÃO BRASILEIRA: ALGUNS COMENTÁRIOS. Profa. Dra. Vera Lúcia Alves França

URBANIZAÇÃO BRASILEIRA: ALGUNS COMENTÁRIOS. Profa. Dra. Vera Lúcia Alves França URBANIZAÇÃO BRASILEIRA: ALGUNS COMENTÁRIOS Profa. Dra. Vera Lúcia Alves França A década de 1930 do século XX traz para a população brasileira um novo momento, quanto a sua distribuição. Até então, a população

Leia mais

AÇÕES AGROECOLÓGICAS E DESENVOLVIMENTO RURAL: PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS NO ASSENTAMENTO PRIMEIRO DO SUL CAMPO DO MEIO, MG. Área Temática: Meio Ambiente

AÇÕES AGROECOLÓGICAS E DESENVOLVIMENTO RURAL: PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS NO ASSENTAMENTO PRIMEIRO DO SUL CAMPO DO MEIO, MG. Área Temática: Meio Ambiente AÇÕES AGROECOLÓGICAS E DESENVOLVIMENTO RURAL: PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS NO ASSENTAMENTO PRIMEIRO DO SUL CAMPO DO MEIO, MG Área Temática: Meio Ambiente Responsável pelo trabalho: Artur Leonardo Andrade Universidade

Leia mais

Prazos estabelecidos pelo Novo Código Florestal. Prazos para o Poder Público

Prazos estabelecidos pelo Novo Código Florestal. Prazos para o Poder Público Prazos estabelecidos pelo Novo Código Florestal Prazos para o Poder Público Artigo Obrigação Prazo 11, 5º 13, 2º 29 47 59 59, 1º 78-A 82 Conclusão do Zoneamento Ecológico- Econômico da Zona Costeira ZEEZOC

Leia mais

AGRICULTURA NA RÚSSIA SOCIALISTA E NA CHINA

AGRICULTURA NA RÚSSIA SOCIALISTA E NA CHINA Espaço Agrário Rússia/China 1 AGRICULTURA NA RÚSSIA SOCIALISTA E NA CHINA! Ambos os países passaram por uma revolução socialista, ou seja, com a revolução a Terra passa a ser propriedade do Estado (propriedade

Leia mais