OS ASSENTADOS E A CIDADE: O ASSENTAMENTO TARUMÃ-MIRIM E MANAUS (AM) SEATED AND THE CITY: NESTING TARUMÃ-MIRIM AND MANAUS (AM)

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1 XIX ENCONTRO NACIONAL DE GEOGRAFIA AGRARIA, São Paulo, 2009, pp OS ASSENTADOS E A CIDADE: O ASSENTAMENTO TARUMÃ-MIRIM E MANAUS (AM) SEATED AND THE CITY: NESTING TARUMÃ-MIRIM AND MANAUS (AM) Luciana Lima de Matos, bolsista (PPBio/INPA/NPCHS) Renata Andrade Peixoto, bolsista (PPBio/INPA/NPCHS), Reinaldo Corrêa Costa, pesquisador (INPA/NPCHS) Resumo: O Projeto de Assentamento Tarumã Mirim está localizado na área rural no município de Manaus, entre as bacias do Tarumã Mirim e Tarumã Açu, cerca de 21 km do núcleo urbano. Essa facilidade de acesso a Manaus interfere no modo de vida (circulação de pessoas e mercadorias, educação, sistema de saúde) e nas relações de produção dos camponeses, influenciando diretamente o escoamento da produção e a forma de ocupação dos lotes. Palavras chave: Assentamento, Modo de vida e Relações de produção. Abstract: The Project of Nesting Tarumã Mirim is located in the agricultural area in the city of Manaus, enters the basins of the Tarumã Mirim and Tarumã Açu, about 21 km of the urban nucleus. This easiness of access the Manaus directly intervenes with the way of life (circulation of people and merchandises, education, system of health) and with the relations of production of the peasants, influencing the draining of the production and the form of occupation of the lots. Words key: Nesting, Way of life and Relations of production.

2 2 XIX ENGA, São Paulo, 2009 MATOS, L. L. et Al Introdução A pesquisa em andamento apresenta questões que se referem às relações sociais e de produção dos camponeses do Assentamento Tarumã-Mirim com a cidade de Manaus/AM. O assentamento criado pelo INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) está localizado na área rural do município de Manaus, entre as bacias do Tarumã Mirim e Tarumã Açu. Possui especificidades pelo fato de estar situado próximo ao núcleo urbano do município. Essas especificidades afetam e diferem o modo de vida dos camponeses que ali residem e interfere nas atividades e nas relações sociais deste assentamento, como tipo de escoamento da produção e forma de ocupação dos lotes. A presença de comunidades as margens dos dois igarapés é anterior a criação e implantação do assentamento. No entanto o acesso era possível por embarcações ou caminhando do posto de fiscalização rodoviário. Fonte: CBERS 2. São José dos Campos (SP). Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais Composição 3,4 e 2.

3 Os assentamentos e a cidade: o assentamento Tarumã-Mirim e Manaus (AM), pp Delimitação do projeto de Assentamento Tarumã Mirim Fonte: Silva apud INCRA, 2006 Procedimento teórico-metodológico Para a compreensão do modo de vida dos assentados utilizou-se o conceito desenvolvido por Marx e Engels (1932:44), onde os autores apontam que o modo de vida dos indivíduos coincide com que produzem e o modo como produzem. Com o objetivo de compreender a relação entre as atividades produtivas e o mercado consumidor vizinho ao assentamento, no caso o mercado da cidade de Manaus, foi utilizada a proposta de Oliveira (1990) a cerca das "relações de produção

4 4 XIX ENGA, São Paulo, 2009 MATOS, L. L. et Al na agricultura sob o capitalismo". Também foram considerados os elementos da produção camponesa elaborados por Santos (1984). Projeto de Assentamento Tarumã Mirim A capital do Estado do Amazonas é uma cidade que vem se expandindo a cada ano em um processo de aumento das formas de consumo, criando e acumulando riqueza, aumentando as áreas de pobreza, entre outros. Manaus hoje conta com habitantes, segundo o censo 2007 realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Visando estabelecer a ocupação de áreas da União na zona rural do município, o Estado brasileiro criou através do INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) e por meio da Resolução 184/92 de 20/03/1992 o Projeto de Assentamento Tarumã Mirim, numa área de ,76ha com capacidade para assentar famílias (INCRA/AM 1999:1). De acordo com o Diagnóstico Sócio-Econômico-Ambiental do INCRA/AM (1999:1), o assentamento foi implementado com o objetivo de promover a adequada ocupação da área por agricultores sem terra de Manaus, e possibilitar condições para a sua integração ao processo produtivo da região. Assim a criação do Tarumã-Mirim é significativa para a reforma agrária e aumento da produção, como afirma Prado Júnior (2000:90), em artigo publicado originalmente na Revista Brasiliense na década de 1960, essa é uma das políticas de ação para a ocorrência do processo de reforma agrária no Brasil. Deste modo o Estado possibilita aos trabalhadores rurais o direito da utilização da terra em benefício próprio, resultando em melhores condições de vida para estes trabalhadores, e aumento da produtividade da região. Segundo Martins (1995:148) é "fato amplamente comprovado de que a parcela principal da produção agrícola brasileira procede da agricultura familiar." A área do Projeto de Assentamento Tarumã Mirim, na região oeste do município com perímetro de ,399m, limita-se ao norte e ao sul com terras da União de competência da SUFRAMA (Superintendência da Zona Franca de Manaus), ao leste com o igarapé Tarumã Mirim e a oeste com o igarapé Tarumã Açú (INCRA, 1999). O acesso ao assentamento pode ser realizado via terrestre, através do Ramal (estrada secundária) do Pau Rosa à altura do Km 21 da BR-174 e via fluvial pelo Rio Negro através do igarapé Tarumã Mirim a sudoeste e pelo igarapé Tarumã Açu.

5 Os assentamentos e a cidade: o assentamento Tarumã-Mirim e Manaus (AM), pp O assentamento Tarumã Mirim possui dois ramais principais, Ramal da "Cooperativa" e Ramal do "Pau Rosa". Ao longo do ramal do Pau Rosa (área estabelecida para uma primeira etapa da pesquisa, com 27 quilômetros de extensão) foram identificadas 11 vicinais, porém até agora foram estudadas apenas três: "Benito de Paula", "Prosperidade" e "Dantas", as quais fazem parte da comunidade de mesmo nome do ramal principal. O transporte no assentamento é realizado por meio de ônibus coletivo de linha municipal que faz o percurso no ramal do Pau Rosa e da Cooperativa, abrangendo também algumas vicinais. Existem também os ônibus escolares que conduzem os professores de Manaus para a escola e os alunos ao longo do itinerário. O ramal do Pau Rosa está sendo asfaltado e, segundo os moradores, isso contribuirá significativamente para amenizar o principal problema enfrentado pelos produtores rurais do assentamento: o escoamento da produção. De acordo com Bertrand (2007:251) a paisagem mescla componentes naturais e artificiais, ela está sempre em transformação, "está ligada a exploração e ao uso, no meio natural como no meio urbano". O asfaltamento da via de acesso à Manaus possibilitará a valorização de lotes localizados ao longo do ramal principal, causando também uma mudança na paisagem do lugar. Martins (1995:50) aponta que a localização das terras em relação ao mercado consumidor é uma das possibilidades de se gerar renda diferencial da terra, pois este aspecto além de possibilitar maior facilidade de alocação de produtos no mercado, também demanda um menor gasto de dinheiro com transporte e menos tempo de trabalho no deslocamento de produtos ao mercado. Produção A principal força da produção deste ramal consiste na existência da Associação Agrícola Rural do Ramal do Pau Rosa - ASSAGRIR, o que mostra que os camponeses possuem uma estrutura política organizada além da associação de moradores da comunidade. A ASSAGRIR é formada por 28 membros que trabalham, principalmente, com o cultivo de hortaliças e outros produtos, tais como, frutas regionais, farinha de mandioca e plantas medicinais. Seus produtos são comercializados na "Feira do Produtor" do bairro Jorge Teixeira, zona leste da cidade, e contam com o apoio de alguns órgãos do Estado do Amazonas como IDAM (Instituto de Desenvolvimento

6 6 XIX ENGA, São Paulo, 2009 MATOS, L. L. et Al Agropecuário do Estado do Amazonas), SEPROR (Secretaria de Estado da Produção Rural) e ainda Escola Agrotécnica Federal de Manaus. Estes parceiros (como são denominados pelos próprios produtores) atuam no auxílio direto com o transporte da produção ao mercado consumidor. Tal fato pode ser caracterizado como sendo um dos elementos do processo de reprodução da produção camponesa apontado por Oliveira (1990), pois o Estado ao distribuir terras por meio de assentamentos e estabelecer pagamentos agrícolas a preços baixos contribui para a ocorrência deste processo. Existem ainda os camponeses que não são associados que produzem essencialmente para o consumo e ocasionalmente para a venda apenas para "pegar dinheiro" (sic) o que segundo Oliveira (1990:68), está dentro da lógica camponesa M- D-M (mecadoria-dinheiro-mercadoria). Alguns desses assentados levam produtos para Manaus em ônibus coletivo, porém o custo se torna oneroso e pode desvalorizar o produto devido à má condição do transporte. Estes camponeses produzem apenas algumas hortaliças e pequenos animais o que não é suficiente para suprir suas necessidades básicas, tornando-os assim dependentes do comércio externo, por isso estão sempre se deslocando para Manaus. De acordo com Santos (1984) a produção camponesa ocorre entre duas atividades econômicas produção dos meios de vida e compra de mercadorias. Desta forma, o camponês além de assumir o papel de produtor, também é consumidor de mercadorias e serviços específicos encontrados na cidade como: serviços bancários, educacionais, saúde, supermercados dentre outros. Parte dos assentados que atuam nessa relação de produção, configuram-se na realidade como trabalhadores assalariados do campo (são os caseiros, aqueles que não são proprietários da terra e recebem um salário para manutenção das terras de outrem). Dessa forma, a renda direcionada para a compra de mantimentos e outros suprimentos é oriunda deste tipo de relação de exploração. Na dinâmica campocidade, no assentamento Tarumã Mirim existem proprietários de lotes que contratam os denominados "caseiros" para que em troca de salário e não do uso produtivo da terra permaneçam no lote, nesses casos a terra é apenas suporte e não substância para a produção. Em entrevista com o presidente da ASSAGRIR, muitos dos assentados não possuem o título definitivo da terra, o que dificulta a situação dos camponeses em relação à aquisição de crédito para o incentivo à produção.

7 Os assentamentos e a cidade: o assentamento Tarumã-Mirim e Manaus (AM), pp A esse respeito, tal transformação caracteriza-se pelo aspecto de uso dos lotes como sítios e espaços para o lazer semanal, fato que modifica a função original pela qual a terra (lote) fora destinada: para incentivar a produção familiar. Assim a terra perde sua função social, pois se torna improdutiva, muitas vezes sendo até alvo de especulação. A mobilidade dos assentados não camponeses que possuem residência ou laços de parentesco na cidade facilita essa transformação desses lotes, logo há a perda do caráter da finalidade do estabelecimento agrícola, e a terra não é inserida no processo produtivo. Educação A comunidade do Pau Rosa tem apenas uma escola da rede municipal que atende a demanda do ramal principal e todas as suas 11 vicinais. Oferece ensino do 1 o ao 9 o ano do ensino fundamental abrangendo estudantes da faixa etária de 6 a 14 anos. Quando o aluno termina o ensino fundamental, este precisa sair do assentamento. Deixando a família e, se possuir condições, vai para a cidade morar com parentes ou simplesmente abandona os estudos e passa a ajudar na renda da família trabalhando no lote e/ou dentro do próprio assentamento por meio do trabalho acessório (cuidando da horta e limpando o lote de outrem, entre outros). SANTOS (1984:37), afirma que o trabalho acessório camponês é um dos elementos da produção camponesa. Constitui-se pelo assalariamento do camponês mediante jornada de trabalho, o que neste caso, tal atividade se configura como meio de aquisição de renda extra. Saúde Os trabalhos de campo mostraram que a principal fonte de tratamento de saúde dos moradores está relacionado às plantas medicinais (plantas de uso fitoterápico) que cultivam tanto para venda quanto para o consumo. Os assentados se deslocam para a cidade em busca de tratamento de saúde específico. A utilização de plantas medicinais é de uso comum entre os camponeses, uma vez que existe apenas um posto da SUSAM (Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas) que atende a demanda do

8 8 XIX ENGA, São Paulo, 2009 MATOS, L. L. et Al ramal do Pau Rosa, no qual segundo os moradores só há atendimento quinzenalmente. Considerações Finais As três vicinais estudadas, situadas na comunidade do Pau Rosa, indicam que a proximidade em relação à cidade influencia na situação de trabalho e vida dos moradores no assentamento. A dificuldade de acesso ao financiamento de crédito ocorre devido à impossibilidade de reconhecimento do beneficiário pelas agências de fomento do governo, pois segundo os registros de campo, grande parte dos assentados não possuem o título definitivo dos lotes, não sendo, portanto, reconhecidos como donos legais das terras. A proximidade com a cidade de Manaus oferece, por um lado, benefícios aos moradores do assentamento como, por exemplo, o deslocamento para compra de insumos utilizados em seu itinerário produtivo e por outro, dificuldades como, serviços de saúde e educação escassos. A utilização de plantas medicinais pelos camponeses é comum devido às deficiências do posto de saúde. Em casos mais graves os assentados se deslocam para Manaus em busca de tratamento médico específico. A pesquisa em andamento nos permite observar os impactos da influência da cidade de Manaus no modo de vida dos camponeses do Tarumã Mirim. As observações no processo campo-cidade permitem a compreensão a respeito das políticas públicas que atuam no assentamento e nas atividades produtivas, assim como a importância da propriedade da terra como base e meio de produção do modo de vida dos assentados (terra de trabalho) e como terra mercadoria para pessoas que o utilizam como sítios de lazer.

9 Os assentamentos e a cidade: o assentamento Tarumã-Mirim e Manaus (AM), pp Referências bibliográficas BERTRAND, Georges; BERTRAND, Claude. Uma geografia transversal e de travessias: o meio ambiente através dos territórios e das temporalidades. IN: BERTAND, Georges e Claude; (org.) PASSOS, Messias Modesto. Maringá: Massoni p.251 INCRA/AM (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), Diagnostico Sócioi-Econômico-Ambiental do Projeto de Assentamento Tarumã Mirim, Manaus MARTINS, José de Souza. Os camponeses e a política no Brasil: as lutas sociais no campo e seu lugar no processo político. Petrópolis: Vozes. 5ª Ed p.50 MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. A ideologia Alemã: Feuerbach A contraposição entre as cosmovisões materialista e idealista. Coleção: A obra prima de cada autor. São Paulo: Martin Claret p. OLIVEIRA, Ariovaldo Umbelino de. Modo capitalista de produção e agricultura. São Paulo: Ática. 3ª Ed. Série Princípios p. PINTO, Willer Hermeto Almeida; CARVALHO, Albertino de Souza. Geoprocessamento aplicado a análise físico-territorial da área do Tarumã AM. XIII Anais do Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, Florianópolis, Brasil, abril 2007, INPE, p PRADO JÚNIOR, Caio. A questão agrária no Brasil. São Paulo: Brasiliense. 5ª Ed p.90 SANTOS, José Vicente Tavares dos. Colonos do vinho: estudo sobre a subordinação do trabalho camponês ao capital. São Paulo: Hucitec. 2ª Ed p.37-39

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