OCUPAÇÃO ÍNDIGENA AO LONGO DO RIO PARAÍBA DO SUL NO PERÍODO COLONIAL

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1 OCUPAÇÃO ÍNDIGENA AO LONGO DO RIO PARAÍBA DO SUL NO PERÍODO COLONIAL Raissa Shizue Kanno Neves Faculdade de Arquitetura e Urbanismo CEATEC Resumo: Esta pesquisa estuda a paisagem cultural do vale do Rio Paraíba do Sul, que recebe as águas dos rios Paraitinga e Paraibuna, desce a serra chegando ao vale e segue seu curso até desaguar no mar. Analisa um recorte bibliográfico específico proveniente da historiografia, antropologia e relatos de viajantes que registram a passagem de grupos indígenas percorrendo o vale, bem como territórios ocupados por índios bravos. Busca-se identificar e investigar sobre a presença destes grupos no vale do Rio Paraíba e mais especificamente na sua parte paulista. Procura evidenciar aspectos de sua cultura através da toponímia na cartografia antiga, bem como por meio da análise dos nomes atuais de algumas localidades. Palavras-chave: formação de cidades, história urbana, patrimônio urbano Área do Conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas Arquitetura e Urbanismo CNPq. 1. INTRODUÇÃO O estudo sobre como se deu a colonização inicial do território brasileiro e a relação entre os nativos e os colonos é de grande importância para o entendimento sobre a formação urbana e étnica atual do país bem como para se descortinar os vestígios mais antigos de nossa cultura material e imaterial, a fim de preservá-los e divulgá-los para o exercício da vocação da nossa memória. A análise do processo de fundação de cada cidade, a origem de seu nome, desenvolvimento, crescimento e desmembramento levam-nos ao conhecimento sobre os acontecimentos e costumes indígenas, seu domínio do território, rotas e meios de sobrevivência. No vale do Paraíba do Sul, a marcante presença do rio auxiliava na locomoção e permanência da população autóctone na região, bem como dos colonos que aprenderam com os nativos sobre as melhores rotas e meios de sobrevivência através da apropriação do espaço no processo de civilização. A principal dificuldade encontrada em pesquisas do Vale do Paraíba do Sul é Jane Victal Ferreira História das Cidades: Ocupação Territorial e Ideários Urbanos CEATEC a falta de dados ou mesmo a discrepância de certas informações encontradas, que carecem de comprovação, além da pequena quantidade de estudos a- profundados na área. Assim, os vazios deixados são preenchidos pelo que é possível, fundamentando o estudo com base nos conhecimentos adquiridos acerca do assunto. 2. O VALE DO PARAÍBA As terras do Vale do Paraíba estão localizadas no eixo Rio de Janeiro São Paulo, compreendidas entre os primeiros trechos do Rio Paraíba do Sul e as encostas das serras do Mar e da Mantiqueira. Há nesses sítios vale-paraibanos alguns pontos esparsos e não predominantes que revelam arqueologicamente a presença remota da cultura Tupi- Guarani. [1] O corredor citado por Sílvia Maranca [1] era o caminho predileto dos índios, e a colonização européia aproveitou estas trilhas uma vez que não conheciam o território adentro. Tal região era caracterizada por água-fácil, ou seja, regiões onde o homem primitivo viveu por serem sítios situados à beira das vertentes e rios que facilitavam o encontro da principal fonte de vida. [1] 3. O HOMEM NATIVO Os grupos ameríndios estavam em contínuo deslocamento pelo território, impulsionados e tangidos pelo nomadismo peculiar ao sistema de subsistência que adotavam, pelas guerras intertribais e pelo expansionismo do branco invasor. Diversas tribos a- presentavam um comportamento estranho e novo para os europeus: como por exemplo, o canibalismo. Assim como o faziam com as outras tribos, aplicavam-no também com os invasores estrangeiros. Quando capturados, eram levados até o lugar onde os índios têm seus domicílios e, quando pretendiam matá-los (o prisioneiro ou escravo), realizavam festas e rituais antropofágicos [2] [3]. Dentre as tribos do território, havia o grupo Guaianá, pertencente ao tronco tupi-guarani, que se localizava

2 na orla marítima em São Vicente e seu território fazia fronteira ao sul com o Carijó. Esses índios tinham cor e proporção do corpo semelhantes aos do grupo Tamoio e possuíam uma linguagem que os permitiam entender-se com os do Carijó. Os da etinia Guaianá realizavam muitas gentilidades com o homem da costa, crendo em tudo o que lhe ensinavam. Apesar de serem deveras hábeis com as flechas, não matavam os que cativavam, antes, praticavam boa companhia com a gente branca e não lhes faziam dano [4]. Anchieta descreve guaianã como designando o indivíduo ou parente, povo da mesma raça. Teodoro Sampaio o complementa dizendo que guaianã é uma palavra tupi empregada pelos índios quando se referiam ao seu semelhante, ou seja, com aqueles que os entendiam; posteriormente passou a designar uma nação. Depreende-se disso que esses povos parentes eram os Tupi do litoral bem como os do Campo de Piratininga. Segundo relatos da época, os do grupo Guaianá não eram violentos ou canibais e apresentavam uma boa relação com os brancos. Então, quando se descobriu a ocorrência de relatos de índios bravos no Alto Paraíba, como os que Hans Staden encontrou no litoral, estes não eram Tupi, como se comprovou posteriormente por meio de estudos arqueológicos. Segundo os estudiosos, esses outros índios eram os do grupo Maromimi que, pelo que se depreende de várias informações existentes nos relatos de viajantes, encontravam-se nas encostas da Serra do Mar, entre São Sebastião e Angra dos Reis, e também no Vale do Paraíba [3]. O que aconteceu após a expulsão dos franceses do Rio de Janeiro foi a movimentação dos índios do grupo Tamoio para a região vale-paraibana e, ao que parece, foram dizimando o grupo Maromimi aí existente com rapidez; esses índios se refugiaram em aldeias à beira-mar e nos sertões para além da serra de Itapeti, onde foram caçados pelo grupo Tupinambá. Já na primeira década seiscentista, esses povos autóctones do Vale do Paraíba encontrados no território Sul-Americano quando aqui chegaram os europeus encontravam-se, em grande parte, aldeados ou cativos. No embate com os europeus, os grupos remanescentes não reduzidos foram rapidamente dizimados ou fugiram para outras regiões. Os índios do grupo Tamoio, após sua expulsão do litoral, concentraram-se na mesma região do território Maromimi, no Vale do Paraíba e nas proximidades da serra de Itapeti. Depois, fugindo da aproximação dos lusos, se dirigiram para terras remotas (chamado êxodo do vale) e acabaram por desaparecer. Outros indígenas descritos pelos cronistas, que se encontravam neste mesmo território, foram os do grupo Puri, índios baixos ou de estatura mediana, havendo descrições registradas dos cronistas von Spix e von Martius [5]. 4. RESULTADOS 4.1. Mapa Etnológico Um dos documentos analisados foi o Mapa Etnohistórico do Brasil e regiões adjacentes do etnólogo alemão Curt Unkel [6]. Naturalizado brasileiro, o autor recebeu o nome Nimuendajú dos índios da etnia Guarani. Atualmente este documento pode ser a- cessado em formato digital pela internet e se tornou instrumento de consulta dos pesquisadores que investigam os nativos do Brasil sendo uma referência importante nos estudos das etnias indígenas. Nele pode-se analisar a localização das sociedades indígenas no território em diferentes épocas, traçando possíveis rotas de migração e apontando as línguas dos diversos grupos étnicos Viajantes e cronistas europeus Dentre os diversos relatos de viajantes analisados, o de Hans Staden foi estudado por possuir detalhes importantes para entender os costumes dos nativos, uma vez que foi mantido prisioneiro destes por muitos meses. Staden deixou Lisboa em 1548 com o objetivo de chegar às Índias, mas acabou vindo ao Brasil aportando nas costas de Pernambuco. Depois viajou em uma embarcação que seguia em direção à região do Prata. Náufrago nas proximidades de São Vicente, o viajante esteve cativo dos indígenas na costa do atual estado de São Paulo [7]. Assim, em Bertioga, quando realizava uma caçada, Staden foi capturado no território Tupinambá e levado vivo para compartilhar com outros companheiros na tribo em Ubatuba. Suas descrições contêm informações sobre a presença de portugueses bem como sobre as condições de permanência nas regiões por onde passou. Segundo ele, este território era propício à permanência pela abundância de recursos naturais. Por meio da análise de seus relatos, é possível obter informações sobre as amizades e inimizades que havia entre os grupos indígenas e entre estes e os europeus [7] As Trilhas e os Caminhos Os sertões do vale do Paraíba eram cortados por trilhas indígenas, picadas abertas na mata, ao longo

3 das serras e espigões, margeando as gargantas dos rios e afluentes. O rio Paraíba foi o caminho natural de penetração e comunicação utilizado pelos índios, pelas bandeiras apresadoras, pelos sertanistas, pelos aventureiros e pelas entradas oficiais no período colonial. À margem direita do rio foram surgindo os primeiros ranchos, as primeiras capelas, as primeiras povoações, as primeiras vilas, como Taubaté, Guaratinguetá, Jacareí e Pindamonhangaba. Capistrano de Abreu na sua obra assinala as gargantas dos rios na serra da Mantiqueira, caminhos naturais para o planalto mineiro [8]. Em direção ao litoral, alguns dos caminhos citados pelos autores consultados são: a trilha dos Goianás, partindo do porto de Guaratinguetá, transpondo a serra do Mar para chegar a Paraty; a trilha dos Tamoios, partindo da vila de Taubaté em direção ao porto de Ubatuba. Alem destes, Pasin cita vários outros caminhos, sempre fazendo referência a escritores do período colonial, como por exemplo, André João Antonil, na sua obra Cultura e Opulência do Brasil por suas Drogas e Minas descreve os roteiros para as Minas Gerais, tendo como centro obrigatório de passagem a região vale paraibana paulista [9]. Figura 2. Mapa dos municípios da bacia do Rio Paraíba do Sul que preservaram o topônimo tupi. NEVES, Raissa Shizue Kanno. Campinas, Topônimos Nesta pesquisa, o estudo de atuais nomes de cidades evidencia a sua origem e evolução histórica, visando mostrar que são testemunhas do desenvolvimento da região sobre a cultura e território Tupi. O nome do lugar é a evidência de valor, dando pistas sobre a importância e sobre as particularidades que influenciaram o denominador na hora de nomeá-lo [10]. Observa-se num processo de emancipação que enquanto algumas localidades recebem novo nome, algo comum para muitas cidades brasileiras, outros mantém os nomes indígenas devido à tradição local. Por meio da toponímia, pôde-se analisar a estreita relação que há entre o homem e o nome dos espaços habitados, bem como a relação que há entre língua, cultura, sociedade e natureza, manifesta no processo de nomeação dos lugares. Por exemplo, a nomeação dos logradouros nas cidades não é feita de forma aleatória, já que o nomeador representa, nos topônimos, os elementos que deseja simbolizar, homenagear, perpetuar, memorizar. A percepção da realidade pode condicionar a nomeação de um elemento da paisagem, uma vez que o homem primeiramente percebe e conhece, para só então nomear o referente [10]. A nomenclatura mais encontrada nas primeiras cidades, no período da conquista do território e do conhecimento da terra é baseada na morfologia do ambiente físico, considerando a topografia, leito de rio ou córrego, abundância de certa vegetação, entre outros, havendo a preservação dos nomes indígenas baseados nestas referencias. Com o decorrer do tempo observa-se uma quantidade considerável de localidades que são nomeadas para homenagear santos católicos, padres ou comandantes de expedições, mantendo-se assim até hoje. No sentido de entender a toponímia como um recorte do léxico de uma língua, análise que pode revelar aspectos da realidade sócio-histórico-culturais de um grupo, buscou-se investigar cidades que preservaram topônimos de origem tupi Cronologia e Desmembramento Territorial A bacia hidrográfica do Rio Paraíba do Sul se estende por territórios pertencentes a três Estados da Região Sudeste, abrangendo no total 184 municípios, sendo 39 do Estado de São Paulo (região conhecida como Vale do Paraíba Paulista), 88 do Estado de Minas Gerais (região denominada Zona da Mata Mineira) e 57 do Estado do Rio de Janeiro. Para o presente estudo, o recorte territorial restringiu-se às cidades da parte paulista do vale, englobando assim o número de 39 cidades. A partir do Quadro do Desmembramento Territorial- Administrativo dos Municípios Paulistas do IGC [11] elaboramos uma cronologia para investigar os períodos de maior ocorrência de emancipação de vilas

4 quando provavelmente estas localidades receberam topônimos de influência europeias. Na elaboração da linha do tempo definiu-se uma periodização para analisar a relação entre fundação de vilas, geografia e fatos históricos relevantes. Nossa análise baseou-se nos períodos delimitados pelas seguintes datas: 1759 (Expulsão dos Jesuítas), 1822 (Independência do Brasil), 1850 (Lei de Terras e Lei Eusébio de Queirós) e 1888 (Abolição da escravidão). Partindo dos períodos constituídos por estas datas, quatro mapas temáticos foram elaborados investigando a dinâmica territorial para cada período Relação Entre Geografia e Topônimos As marcações das sedes municipais nos mapas demonstram a localização inicial das aglomerações em cada período com seu posicionamento próximo dos cursos d'água. Sendo o Rio Paraíba o principal curso do Vale e oferecendo um meio rápido de percorrer grandes extensões através do transporte fluvial, nota-se que as cidades pontuam a sua extensão. Estes núcleos também estão presentes nas antigas trilhas e caminhos que atravessavam a serra e o vale, perpendicularmente ao rio. Uma vez que a passagem por esses caminhos era difícil e morosa, pontos de descanso foram se formando, os quais se desenvolveram posteriormente em centros urbanos. Assim, o aparecimento das cidades mais distantes das regiões litorâneas, rumo ao interior, ia marcando o extenso território brasileiro e formando a miscigenação entre cultura nativa europeia. CONCLUSÕES O nosso estudo concluiu que, de fato, o vale do Paraíba funcionou como um corredor de comunicação no território onde se encontra a ligação entre os três atuais estados da região: São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, tanto no período de expansão do colonizador europeu quanto muito antes, para os trajetos dos nativos deixando um legado étnico, cultural, histórico e urbano bastante enriquecido e primordial para a apreensão da formação das cidades e da paisagem da região. De forma introdutória, por meio do estudo da cartografia antiga e de referencias bibliográficas da antropologia e da historiografia, as sedes dos assentamentos urbanos puderam ser identificadas para entender a sua relação com a paisagem natural e cultural, bem como a importância da toponímia que está enraizada. A importância da toponímia é notável e possível de ser verificada por meio do estudo da dinâmica de suas transformações, recorrências e permanências ao longo do tempo e traz consigo elementos indicativos das mudanças nas novas cidades. Por estar ligada aos conhecimentos antigos dos índios acerca do território, esta cultura sobreviveu às mudanças e permaneceu como memória e história da formação do nosso país, devendo ser difundida como um dos traços formadores de nossa identidade. REFERÊNCIAS [1] Maranca, S. (1969) Dados preliminares sobre a Arqueologia do Estado de São Paulo. Programa Nacional de Pesquisas Arqueológicas, resultados preliminares do terceiro ano Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Publicações Avulsas, nº 131. Conselho Nacional de Pesquisas, Belém. [2] Schaden, E. (1974) Aspectos fundamentais da cultura guarani. 3. ed. São Paulo, SP: E.P.U.: EDUSP. 190 p. ISBN (broch.). [3] Schaden, E. (1969) Aculturação indígena: ensaio sobre fatores e tendências da mudança cultural de tribos índias em contato com o mundo dos brancos. São Paulo, SP: Pioneira Thomson: Editora da Universidade de São Paulo. xiv, 333 p. (Biblioteca Pioneira de Ciências Sociais e Antropologia) [4] Dick, M. V. de P. do A. (2005) A toponímia paulistana: formação e desenvolvimento dos nomes da cidade de São Paulo. In: A cidade colonial: Vol. I, Paz e Terra. [5] Reis, P. P. dos. (1979) O indígena do Vale do Paraíba. Apontamentos históricos para o estudo dos indígenas do Vale do Paraíba Paulista e regiões circunvizinhas. São Paulo: Governo do Estado. [6] Nimuendaju, C. (1944) Mapa Etno-histórico do Brasil e regiões adjacentes. Rio de Janeiro: IB- GE. Capturado online em 04/09/2014 de <http://www.etnolinguistica.org/biblio:nimuendaju mapa> [7] Staden, Hans. (1999) séc. 16. Hans Staden: primeiros registros escritos e ilustrados sobre o Brasil e seus habitantes. [tradução de Angel Bojadsen]. São Paulo: Editora Terceiro Nome. [8] Abreu, J. C. (1930) Caminhos antigos e povoamento do Brasil. Rio de Janeiro: Sociedade Capistrano de Abreu. [9] Pasin, J. L. (1977) Algumas notas para a História do Vale do Paraíba (Desbravamento e Povoamento). São Paulo: Conselho Estadual de Cul-

5 tura, Secretaria da Cultura, Ciência e Tecnologia. [10] Di Tizio, I. L. (2009) Santo André. A causa toponímica na denominação dos seus bairros. Tese (Doutorado) Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, São Paulo. [11] São Paulo (Estado). (1995) Secretaria de Economia e Planejamento. Coordenadoria de Planejamento Regional. Instituto Geográfico e Cartográfico. Quadro do desmembramento territorialadministrativo dos municípios paulistas. São Paulo: IGC. 103p.

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