História e Cultura indígena: Transformações da cultura ameríndia 1

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1 História e Cultura indígena: Transformações da cultura ameríndia 1 Mariangela Küller Boiano (UNICENTRO), Oseias de Oliveira (UNICENTRO), Resumo: Este trabalho tem por objetivo discutir as transformações culturais dos povos indígenas, que por algum tempo foram entendidas equivocadamente como uma perda, ou seja, o contato com o branco era tido como um rompimento com a sua cultura e uma completa adoção da cultura européia. No entanto o que ocorre neste contexto é uma adaptação cultural por parte do nativo, este adquire novos traços culturais, mas não deixa de possuir seus antigos costumes. Palavras chaves: indígenas, cultura, aculturação, adaptação cultural. A Cultura e o olhar sobre o mundo As reflexões contidas neste trabalho giram em torno do entendimento acerca da cultura e do pensamento que se tem a partir da mutação cultural. Este tem a finalidade de refletir sobre as concepções equivocadas, que por vezes, são feitas a partir do nosso entendimento sobre a identidade cultural do outro, sendo que os julgamentos realizados a partir da nossa visão de mundo acabam originando o preconceito contra a diferença, o desrespeito e a exclusão daqueles que agem de uma forma que não a nossa. O modo de ver o mundo, as apreciações de ordem moral e valorativa, os diferentes comportamentos sociais e mesmo as posturas corporais são assim produtos de uma herança cultural, ou seja, o resultado de operação de uma determinada cultura. (LARAIA 1986, 70) Para Laraia, a cultura é o modo como uma sociedade se apresenta, é a sua identidade, são características que se fazem presentes na religião, na educação, comportamentos, julgamentos. É o elemento que nos permite ver as coisas e formar uma opinião sobre estas, sob o prisma das nossas concepções culturais, dos nossos entendimentos a cerca da sociedade e dos comportamentos que aprendemos, seja 1 Esta reflexão apresenta-se vinculada as atividades desenvolvidas pelo Núcleo de Estudos Étnico Raciais, a disciplina de Culturas Indígenas, no curso de História, e ao projeto de extensão Vídeo Índio Brasil em Irati-PR.

2 na família ou no convívio social. A cultura que possuímos nos leva a ver o mundo e o que está em nossa volta, a partir do nosso modo de vida: do que julgamos certo, ou errado, do que entendemos por religião, das regras sociais que seguimos no que diz respeito à moral, aos bons costumes, a obediência às leis, a educação das crianças, a concepção de família etc. No entanto estas características culturais dentre muitas outras que nos tornam capazes de assumir um ponto de vista sobre nós e sobre os outros, e de adotarmos um modo de viver, desencadeia um problema quando olhamos para a cultura do outro. Cada cultura tem um padrão próprio de comportamento; idioma, vestimentas, conceitos etc.; e o fato de enxergar a cultura do outro com a visão cultural própria, leva-nos na maioria das vezes a fazer julgamentos equivocados das realidades culturais que ainda não conhecemos, e o problema reside exatamente em acreditarmos que possuímos uma cultura mais evoluída, que a nossa religião é a correta, enfim que a nossa cultura é a melhor. O eurocentrismo e a cultura indígena A tendência que o homem possui em considerar a sua cultura melhor que a do outro é chamada; etnocentrismo. Segundo Laraia: O etnocentrismo, é um fenômeno universal. É comum a crença de que a própria sociedade é o centro da humanidade, ou mesmo a sua única expressão 2. Este comportamento ocorre quando o indivíduo se depara com situações que não conhece, e muitas vezes não compreende, então, por desconhecer tais práticas ou comportamentos, os julgam indecentes, amorais, absurdos. Um exemplo disso é a concepção de indígena que os portugueses tiveram quando chegaram ao Brasil, dentre vários aspectos que demonstram a idéia de superioridade tida pelos colonizadores, está a religião, visto que, os cultos e rituais indígenas foram entendidos como paganismo, os europeus logo investiram na catequização a fim de tornar o indígena um ser sociável e também retira-los do pecado. Além do mais, os indígenas foram proibidos de realizar seus cultos e forçados a adotar outra crença. A visão eurocêntrica tida para com os indígenas permaneceu por muito tempo, na historiografia brasileira, um exemplo disso é o fato dos trabalhos historiográficos realizados sobre estes possuírem uma descontextualização da realidade destes povos, e muitas vezes apresentarem a visão do branco sobre os mesmos. Por uma revisão do conceito de aculturação 2 LARAIA, Roque de Barros.1986, 75.

3 Essa visão distorcida a respeito dos indígenas que foi por muito tempo sustentada, é discutida e combatida por Maria Regina Celestino de Almeida. As populações indígenas integradas à colonização perdiam, junto com a guerra, suas culturas, identidades étnicas e todas as possibilidades de resistência, passando a constituir uma massa amorfa e inerte á disposição de missionários, colonos ambiciosos e autoridades corruptas que dispunham deles á vontade. (ALMEIDA, 2003, 27.) Maria Regina Celestino critica o conceito de aculturação, pois, neste entendia-se que os indígenas ao serem conquistados eram aculturados, ou seja, perdiam sua cultura, e assumiam a cultura do colonizador, caracterizando a conquista como um ato que vai além da apropriação territorial, mas também uma apropriação e dominação de seres humanos, que sob a visão da aculturação eram totalmente submissos. Exemplo de trabalhos nessa linha é o de Florestan Fernandes, que procurou desmistificar algumas visões equivocadas da historiografia quanto ao comportamento passivo dos índios em face da colonização. Apresentou-os como inimigos duros e terríveis dos portugueses que lutaram ardorosamente, mas, uma vez vencidos tornaram-se aculturados, submissos e escravos, (...) (ALMEIDA 2003, 28). Tal critica levantada por Almeida vem rebater uma visão equivocada que foi construída a partir da colonização com relação aos índios e suas formas de resistência, a autora destaca o pensamento de muitos autores da Historia e da Antropologia, nas quais os indígenas eram entendidos como vencidos e aculturados, tornando-se completamente dominados e escravizados. Eram representados como seres sem identidade e cultura, que deixavam de ser índios para constituir uma camada social que se colocava a disposição dos mandos e desmandos europeus, compunham uma massa amorfa, sem reconhecimento. Somente eram importantes na medida em que havia a possibilidade de escravizá-los e dispensáveis quanto à cultura e participação social. Almeida procura descaracterizar esta visão errônea que alguns autores possuem sobre os índios. O índio não pode ser percebido como um submisso da cultura européia, como um ser dominado, explorado e pacífico; pois, isto não ocorria, já que estes resistiram sim à dominação européia. Na cultura ameríndia, para resistir, não precisa necessariamente ocorrer a afronta, muitas vezes a resistência estava no isolamento destes, que, afastavam-se do convívio com o europeu. A resistência não está apenas no combate. O conceito de aculturação vem sendo repensado pela Antropologia Moderna, e, hoje, este não é entendido como o fim de uma cultura para a adoção de outra, mas sim, o que a Antropologia atual defende é a dinâmica cultural, ou seja, a capacidade que a cultura tem de se adaptar às mudanças, sejam elas internas ou

4 externas. Segundo (LARAIA, 1986, 100) existem dois modos de mudança cultural: uma que ocorre internamente, de maneira lenta, quase imperceptível; outra que ocorre através do contato de um sistema cultural com o outro. O primeiro modo de mutação cultural é algo natural, uma característica da própria cultura; no segundo, o que muda é o ritmo da mudança, o autor explica que as alterações culturais tanto podem ocorrer de forma brusca como ocorreu com os indígenas brasileiros como de forma não tão traumática. Dentro da perspectiva da aculturação e da visão eurocêntrica a que o indígena foi submetido, vê-se que não foi considerado em momento algum a visão dele próprio para com a sua cultura, também se percebe que não se atentou para a questão da aculturação neste contexto, ou seja, o recebimento da cultura do outro a seu modo, visto que cada um se relaciona com a cultura do outro de uma forma particular, a sua. Deste modo, a visão de que ao entrar em contato com a cultura do outro, o índio perde a sua cultura, sua identidade e torna-se submetido, governado, uma massa amorfa, precisa ser combatida. A relação cultural estabelecida entre a cultura indígena e a não-índia foi por vezes entendida erroneamente como a destruição da primeira, o que não ocorre, pois, embora este se relacione com a cultura do nãoíndio e participe de certas práticas culturais, ou usufrua de tecnologias atribuídas à sociedade branca, este não deixará de ser indígena. A resistência e simulação indígena Além do mais, os indígenas possuíam táticas diferenciadas de resistência e uma forma de viver que entendia as visões de mundo que estes possuíam, através de suas crenças, comportamentos e entendimento a cerca da sociedade. Um exemplo disto são os Kaingang, povo indígena que hoje habita regiões dos estados brasileiros do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo. Os Kaingang como fala Sérgio Batista da Silva (2002) são um povo com um forte traço mitológico, onde utilizam-se desta mitologia para explicar as coisas. Para eles a sociedade é dividida em duas partes, sendo tais partes atribuídas aos gêmeos ancestrais Kanru e Kamé, na qual cada um representa uma característica social, que embora representem aspectos diferentes vem a se complementar. Os Kaingang possuem a característica de crer na complementaridade entre as metades, no que diz respeito ao sentido religioso; entendem também que sociedade e natureza se completam, quanto a isso o que destaca Sergio Batista da Silva é que esta característica deste grupo ocorre devido a estabelecerem um desprezo pela junção de coisas iguais, já que estas remetem a esterilidade, sendo que para estes a fertilidade vem da junção dos opostos. Estes enxergam as coisas enquanto estas estão em contraposição, de forma que uma metade só existe quando contraposta à outra ou quando está lado a lado com a mesma.

5 Quanto às táticas de resistências podemos citar os Kaingang dos Campos de Guarapuava, estes quando viram-se ameaçados procuraram conhecer o inimigo: fizeram visitas aos invasores, ofereceram presentes para ganhar a confiança e levaram as mulheres da aldeia até o acampamento, para distrair o inimigo, enquanto tentavam desarmá-los, observaram estes, tentando construir uma amizade, esta justificava-se no desejo de expulsar o invasor, mas era necessário esperar o melhor momento, por isso a necessidade da amizade. Outro aspecto a ser destacado que descaracteriza ainda mais a crença num índio submisso e pacífico é a da simulação. Héctor (BRUIT, 1991) defende a idéia de que os índios fingiam adotar a crença européia; sendo, desta forma, a simulação uma maneira de defesa, estes agiam assim para evitar que fossem mais coagidos do que já estavam sendo, foi o recurso encontrado por estes para atenuar certos conflitos ou evitar mais atrito e ao mesmo tempo continuarem a exercer sua cultura. A superação das fronteiras nas Ciências Humanas O indígena foi entendido como um fracassado, de pouca inteligência, preguiçoso e passivo, características estas que refletem nos trabalhos historiográficos, pois há pouca presença de escritos que valorizem os indígenas. No entanto, este quadro começa a mudar a partir da Escola dos Annales, quando a História passa a se relacionar com a Antropologia por meio da interdisciplinaridade, na qual o homem começa a ser considerado como objeto de estudo: o indivíduo e seus comportamentos, cotidiano, particularidades. É também a partir daí que a étno-história e a história cultural começam a estudar os excluídos da História. Sendo assim, há que se considerar a contribuição da Antropologia para os estudos que vêm se desenvolvendo sobre a temática indígena, e, o mais importante, dar voz ao índio, não olhá-lo como uma coisa dominada e submetida; mas sim entender que este possui uma cultura e uma visão própria de mundo. Embora explorados e, inevitavelmente, como um resultado da ação cultural através do convívio, os indígenas adquiriram certas características culturais dos conquistadores e não abandonaram seus principais aspectos identitários. Estes se adaptaram a cultura imposta. No entanto, ocorrida esta adaptação, continuaram a promover suas apropriações culturais; no caso dos Kaingang ainda valorizam as moradias cobertas por palha, por exemplo, visto que este grupo costuma queimar suas residências quando estas se encontram impróprias para a moradia. O que torna impossível de ser realizado quando se mora numa casa de alvenaria, por isso a resistência inicial do grupo em aceitar este outro tipo de residência, visto que, ao adotarem uma nova forma de habitação, poderiam provocar uma interrupção da tradição. Laraia acredita que é praticamente impossível imaginar a existência de um

6 sistema cultural que seja afetado apenas pela mudança interna 3. Desta forma, não há cultura que se mantenha sem ter recebido influencias de outra; isto é extremamente natural, visto que as relações culturais não são estáticas e estão em constante mutação. As influências culturais recebidas são adaptadas a forma de viver e compreensão de mundo que o indivíduo possui, estas influências não destroem a cultura que possui. Assim, ainda tomando os Kaingang como exemplo, podemos notar que ao receberem influencia de outra cultura, tal grupo não abandonou o feitio de artesanatos, os cestos de taquara, conhecidos como kré, que inicialmente eram utilizados no armazenamento para determinados produtos, continuaram a ser fabricados, mas agora com um novo significado: a venda. O artesanato do kré passa a ser uma fonte de renda através da sua comercialização; a reinterpretação da cultura não-índia possibilitou uma resignificação de alguns aspectos culturais, mas não o seu desaparecimento. Considerações finais A mudança é uma característica própria da cultura; é natural, como comenta Laraia (1986), que os comportamentos diante da sociedade, mudem com o passar do tempo, em função do contato com outras culturas, pois, sendo desta o caráter dinâmico e mutável, não poderíamos esperar que ocorresse o contrário. Podemos citar os indígenas como exemplo, estes com o passar dos anos adquiriram alguns traços da cultura não-índia: o uso de roupas, produtos eletrônicos, e até mesmo o fato de passarem a freqüentar uma escola, algo geralmente atribuído aos nãoíndios. Este é um bom exemplo da possibilidade de adaptação que o indivíduo possui diante das novidades e do contato com a cultura do outro. O fato é que ao ocorrer esta adaptação, muitas vezes acreditava-se no fim da cultura, ou seja, o fato do indígena falar nossa língua, vestir roupas semelhantes, possuir objetos modernos etc. era muitas vezes mal interpretado, de modo que este foi entendido como um aculturado, que por não resistir foi dominado não só fisicamente, mas também simbolicamente através da cultura. Os aspectos a cima citados retratam uma visão errônea da relação intercultural, visto que embora os indígenas adquirissem certos comportamentos que entendemos como sendo comuns a sociedade branca, estes não abandonam por completo seus costumes, há uma adaptação a nova cultura, que não significa o fim da cultura anterior, aquela que estes possuíam antes do contato com o europeu, mas apenas a adoção de algumas características da nova cultura. Cada povo, país, ou estado possui costumes, cantos, credos, comportamentos sociais, julgamentos, entendimentos, saberes etc. todos estes 3 LARAIA, Roque de Barros. 1986, 100.

7 particulares ao espaço onde vivem e aos conceitos que formularam sobre as várias coisas com que se depararam ao longo da vida. Estas compõem características que formadoras de concepções e comportamentos adquiridos pelo convívio com a família e a sociedade; conceitos e atitudes muitas vezes passados de pais para filhos. Em meio a estas diferenças culturais surge o preconceito, a resistência em aceitar aquilo que difere nos valores e demais comportamentos, que foram formulados sobre a influência do meio em que se vive. No entanto, julgar a cultura do outro de forma pejorativa é algo que deve ser superado; pois, cada um tem seus costumes baseados em sua idéia de correto, bonito, agradável e religioso. Para nós que vivemos em uma sociedade cada vez mais individualista, a chance de viver em conjunto, auxiliando um ao outro, no trabalho, na construção das casas, por exemplo, é praticamente nula, salvo em grandes catástrofes, quando ocorrem doações para vítimas de grandes enchentes, por exemplo. Já o que ocorre numa comunidade indígena é totalmente o oposto, estes cooperam entre si, possuem a ideia de que quando há a necessidade da construção de uma casa para as rezas, esta é feita a partir do trabalho de todos; isto é apenas um pequeno exemplo, considerando que na maioria destas etnias o trabalho em grupo é uma forte característica identitária. Portanto, não há cultura mais ou menos desenvolvida, melhor ou pior, existem diferentes culturas, assim como há diferentes pensamentos, rostos, gostos etc. e não nos cabe julgá-las de forma negativa, por não serem como a nossa, por possuírem um credo ou uma língua que não nos são comuns. O que se deve fazer é construir um respeito pelo outro, independente da cor ou costume, considerar assim o indígena como parte integrante da sociedade, na qual se reconheçam a sociedade indígena presente no meio social a partir da sua cultura, do seu modo de ver o mundo. Referencias bibliográficas: ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. Metamorfoses indígenas e cultura nas aldeias coloniais do Rio de Janeiro. RJ: Arquivo Nacional, P. 32. BRUIT, Héctor H. Derrota e simulação: Os índios e a conquista da América. Campinas nº2, LARAIA, Roque de Barros. Cultura um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed, MOTA, Lucio Tadeu; Eder Silva Novak. Os Kaingang do Vale do Rio Ivaí: Historia e relações interculturais. Maringá: Eduem, 2008.

8 SILVA, Sergio Batista da. Dualismo e cosmogonia Kaingang: O xamã e o domínio da floresta. UFRS, 2002.

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