Fonoaudiologia: Caroline Antonelli Mendes (3ºano) Isabela Alves de Quadros (2º ano)

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1 Fonoaudiologia: Caroline Antonelli Mendes (3ºano) Isabela Alves de Quadros (2º ano) Odontologia: Adolfo Coelho (3º ano) Fernanda Sandes de Lucena (2º ano) Orientadores: Profa. Dra. Maria Aparecida M. P. Machado Mauricio Donalonso Spin (Mestrando) Data: 14/11/2012 Quarta-Feira Horário: 13:00 Anfiteatro da Odonto

2 Introdução Perícia De acordo com o artigo 420 do Código de Processo Civil, perícia significa exame, vistoria ou avaliação. A função do perito é assistir o Juiz de direito a fim de instruí-lo no que se refere à prova do fato, quando este depende de conhecimento técnico ou científico específico (art. 421 do CPC).

3 Introdução O objetivo da perícia é a produção de prova. Não é suficiente alegar os fatos, precisa-se prová-los com documentos e demonstrações com rigor técnico, através do Laudo Pericial elaborado por profissional com formação nas ciências da comunicação humana.

4 Fonoaudiologia Forense A Fonoaudiologia Forense é a interface entre a lei e a ciência da comunicação humana. É a aplicação de técnicas científicas dentro de um processo legal e abrange todas as questões relacionadas à comunicação nas áreas da voz, fala, linguagem oral, escrita para a elucidação de fatos e audição. É uma vertente da Fonoaudiologia que utiliza conhecimentos técnico-científicos da comunicação humana para o esclarecimento de fatos de interesse da justiça.

5 Fonoaudiologia Forense O fonoaudiólogo pode atuar como perito judicial? Sim. O Código de Ética da Fonoaudiologia, no artigo 5º, inciso III, garante ao fonoaudiólogo o direito de realizar perícia nos limites de sua competência. Cabe somente ao fonoaudiólogo dar parecer fonoaudiológico, na área da comunicação oral e escrita, voz e audição.

6 Fonoaudiologia Forense Em quais áreas o fonoaudiólogo pode atuar como perito? Atualmente há duas áreas de atuação: a Perícia em Fonoaudiologia, que abrange todas as questões relacionadas à comunicação humana (voz, fala, linguagem oral e escrita e audição) e a Perícia em Audiologia Ocupacional.

7 Fonoaudiologia Forense O que é preciso fazer para ser um perito em Fonoaudiologia? Os peritos são nomeados pelo Juiz dentre os profissionais de nível universitário, devidamente escritos no Órgão da Classe competente e com comprovada especialidade na matéria que deverão opinar (Art. 145 do CPC). Não é necessário ter curso específico em perícia. No entanto, ser perito significa ter conhecimento profundo na área de formação. Por isso, é indispensável que o fonoaudiólogo tenha experiência profissional e comprovada atualização científica.

8 Histórico 1998 Christine Fernandes entra na justiça para que sua voz não fosse dublada no filme LARA. Foi solicitada perícia de voz para verificação da autoria da dublagem do referido filme. A fonoaudióloga Maria do Carmo Gargaglione foi contratada para realizar a análise.

9 Histórico 2003 O cirurgião plástico Ox Bismarck, 55 anos, foi assassinado, em sua residência, Zona Sul do Rio. Em sua casa foi encontrada uma fita cassete que continha gravações ambientais. A fonoaudióloga Maria do Carmo Gargaglione foi nomeada pelo Delegado responsável pelas investigações para periciar a fita.

10 Histórico Inauguração do LIAAV Laboratório de Análise Áudio Visual na FAEPOL (Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Desenvolvimento da Polícia Civil). Notícia publicada no site do Ministério Público: Com a nomeação da técnica pericial Maria do Carmo Gargaglione, fonoaudióloga, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro deu importante passo no enfrentamento da criminalidade, eis que passou a ostentar capacitação para realização dos exames de confronto de voz, sendo certo que essa importante ferramenta vem servindo de alicerce aos Promotores de Justiça em diversas demandas criminais em trâmite por todo o Estado. Neste mesmo ano começou a ser estruturado o Setor de Fonoaudiologia Forense do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, que hoje conta com 5 fonoaudiólogas.

11 Histórico Perícia de voz e imagem acelera fim de processos no TJ Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Um convênio firmado entre o Tribunal de Justiça do Rio e a Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Desenvolvimento da Polícia Civil (Faepol) em maio de 2006 vem agilizando a conclusão de centenas de processos que precisam de laudos periciais de voz e imagem. A medida tornou-se necessária em razão do crescente uso das interceptações telefônicas como meio de prova, principalmente no que diz respeito às investigações da Polícia.

12 Histórico Fundação da Academia Brasileira de Fonoaudiologia Forense-Acadeffor. A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Escutas Telefônicas Clandestinas ouviu a fonoaudióloga e perita do Ministério Público estadual do Rio de Janeiro Maria do Carmo Gargaglione; A audiência com Maria do Carmo Gargaglione foi realizada terça-feira 6 de maio de 2008, às 14h30, no plenário 9. A participação da fonoaudióloga foi solicitada pelo deputado Hugo Leal (PSC-RJ). Ele afirma que a credibilidade dos laudos elaborados pela equipe de Maria do Carmo tornou o Ministério Público do Rio de Janeiro referência na análise de escutas telefônicas.

13 Fonoaudiologia Forense Perícia na área da comunicação Habilidade, experiências Conhecimento Acústica Fisiologia da fonação Anatomia linguagem psicoacústica informática Outras áreas

14 Fonoaudiologia Forense Na justiça comum é desenvolvido trabalhos que envolvam a necessidade da análise de conteúdo/vestígios armazenados em arquivos de áudio e vídeo que são provenientes de interceptações telefônicas (grampos), gravações ambientais, câmeras e etc

15 Fonoaudiologia Forense Identificação por meio da voz Analise do perfil comunicativo Restauração e recuperação de mídias Análise de documentos: imagens, videos, audio. Transcrição e digitalização de áudio

16 Fonoaudiologia Forense Redução de ruído Análise de câmeras de segurança Análise de mídias Textualização de conteúdo de áudio e vídeo Investigação de nexo causal em transtornos vocais e auditivos

17 Fonoaudiologia Forense Parecer normativo e regulamentação de perícia em comunicação humana Perícia grafotécnica para verificação de autoria e/ou autenticidade de documentos escritos.

18 Fonoaudiologia Forense VOZ Instrumento de comunicação do sujeito analisado características da personalidade, comportamento e origem do sujeito.

19 Fonoaudiologia Forense VOZ Espelho da alma que reflete de maneira cristalina o estado mental e emocional do sujeito que afeta a produção vocal: tensão muscular, boca seca, fadiga vocal, alterações nos padrões respiratórios associados comumente ao estresse gerado pela prática de crimes

20 Fonoaudiologia Forense Não se limita a identificar e comprovar a participação de determinada pessoa em uma conversa gravada Consiste na análise do discurso a perícia não é só da voz! é da linguagem, dos códigos da fala, da pausa, da respiração.

21 Fonoaudiologia Forense F0 articulação pitch Velocidade Análise da voz Loundness Prosódia Ruído

22 Fonoaudiologia Forense Análise do discurso Linguagem Código de fala Respiração

23 Fonoaudiologia Forense Curiosidade! No Brasil, a perícia vocal começou a ganhar status durante a fase do termômetro político da era do presidente da República Fernando Collor de Melo, a partir da análise de uma conversa gravada por interceptação telefônica com duração de 45 minutos.

24 Fonoaudiologia Forense Especialização Conselho federal não reconhece como área Cursos especificos

25 Cursos Não é necessário ter curso especifico em pericia No entanto Ser perito significa Conhecimento profundo na área de formação, experiência profissional e comprovada atualização científica

26 Cursos Curso de aprimoramento fonoaudiologia forense DURAÇÃO: 12 meses. CARGA HORÁRIA: 180 horas/aula (12 módulos de 15 horas/aula) INVESTIMENTO: INSCRIÇÕES: R$ 90,00 até 28/10/2012.

27 Cursos Programação: Histórico da Fonoaudiologia Forense; Áreas de atuação e Mercado de trabalho; Noções de Direito Processual; Prática Forense; Metodologia da análise Pericial para exame de Identificação de Falantes; Metodologia da colheita de material padrão para exame de Identificação de Falantes; Metodologia para transcrição e textualização de áudios; Análise do Perfil Comunicativo;

28 Cursos Programação: Metodologia da Análise Pericial para exame grafotécnico; Metodologia da colheita de material padrão para exame grafotécnico; Modelos de laudos e petições; Arquivos analógicos x Arquivos digitais; Digitalização de arquivos; Análise e tratamento de imagens para identificação biométrica; Verificação de edição em arquivos de áudio; Aulas práticas com casos reais.

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30 Prosopografia em Fonoaudiologia Baseado na palestra ministrada pela Fga. Joyce Fernanda de Azevedo Perita Papilocopista da PTC - GO e Perita em fonoaudiologia forense.

31 Prosopografia É o estudo das ciências constitutivas da face que, através de processo técnico metodológico visa estabelecer e identificar pontos característicos semelhantes e divergentes de uma face humana em relação a outra. Bertillon(1879) foi o primeiro a utilizar essa ciência na resolução de crimes.

32 Prosopografia Prosopografia em Fonoaudiologia - Forense Análise facial Resolução de crimes Identificação facial humana: retratos falados, reconhecimento facial de corpos e etc.

33 Prosopografia Antropometria Odontologia Medicina Face Cefalometria Fonoaudiologia Análise da face

34 Prosopografia Análise Holística Análise Antropométrica Análise Morfológica Sobreposição de Fotos

35 Prosopografia Análise Antropométrica

36 Prosopografia Análise Morfológica MORFOLOGIA SIMETRIA FISIONOMIA

37 Prosopografia Sobreposição de Fotos Sobreposição colocar duas imagens, uma sobre a outra diminuindo a opacidade de uma de forma que as estruturas de tecido mole e ósseo se encaixem.

38 Considerações finais Área nova Estudantes não associam as profissões de perito e fonoaudiólogo Pouco material em português disponível

39 Considerações finais O trabalho exige que o perito, além de larga experiência clínica em fonoaudiologia, tenha curiosidade, espírito científico, controle emocional, correção moral e compromisso com a ética.

40 Odontologia Forense

41 1. Definição 2. Conceitos importantes 3. Histórico 4. Áreas de atuação

42 1. Definição 2. Conceitos importantes 3. Histórico 4. Áreas de atuação

43 Odontologia Forense Ramo da ciência dentária que teria como objetivo a pesquisa dos fenômenos psíquicos, físicos, químicos e biológicos que podem atingir ou ter atingido o homem, vivo, morto ou ossada,e mesmo fragmentos ou vestígios,resultando lesões parciais ou totais reversíveis ou irreversíveis. Resolução do CFO nº 63 de 8 de abril de 2005

44 1. Definição 2. Conceitos importantes 3. Histórico 4. Áreas de atuação

45 1. Definição 2. Conceitos importantes 3. Histórico 4. Áreas de atuação

46 Conceitos importantes Identidade: conjunto de características que individualiza uma pessoa, tornando-a distinta das demais.

47 Conceitos importantes Identificação: processo pelo qual se revela a identidade de alguém, determinação da identidade e reconhecimento: é empírico, por verificação de semelhança. Ato de certificar-se, admitir, conhecer alguém que está sendo reconhecido.

48 Tipos de identificação: Médica-legal Judiciária

49 1. Definição 2. Conceitos importantes 3. Histórico 4. Áreas de atuação

50 1. Definição 2. Conceitos importantes 3. Histórico 4. Áreas de atuação

51 Histórico O primeiro caso relatado pela literatura ocorreu em 04 de maio de 1897 em Paris: 200 mortos 40 não identificados Dentistas da época foram chamados para identificar os corpos carbonizados. (RADICCHI, 2005).

52 Histórico 1898: Oscar Amoedo, dentista cubano (primeira publicação oficial); 1909: Incêndio criminoso no Consulado Alemão no Chile - Cirurgião-Dentista Germán Basterrica; 1924: Luiz Lustosa Silva publicou a obra Odontologia Legal. (VANRELL, 2002).

53 Histórico A partir desses relevantes Em 1966, a lei acontecimentos a define as atribuições do Odontologia Legal foi Cirurgião-Dentista, tornando-se evidente até inclusive na área pericial, sua posterior inclusão, e regula o exercício da em 1932, como odontologia no território curriculum mínimo no nacional. curso de odontologia.

54 1. Definição 2. Conceitos importantes 3. Histórico 4. Áreas de atuação

55 1. Definição 2. Conceitos importantes 3. Histórico 4. Áreas de atuação

56 Atuação Exame diagnóstico e terapêutico,bem como avaliação dos danos da maxila, mandíbula dentes e tecidos moles da boca; A identificação de indivíduos achados em investigações criminais; A identificação de indivíduos vítimas de desastres em massa, como, por exemplo, nos acidentes aéreos em que os corpos se carbonizaram; A avaliação e identificação de mordidas humanas nos crimes sexuais. (VANRELL, 2009)

57 Atuação O perito odonto-forense poderá auxiliar a autoridade judiciária na quantificação do dano funcional para uma possível indenização devido a uma pessoa que sofreu alguma lesão do sistema estomatognático. No intuito de fornecer melhores subsídios ao juiz, vários critérios deverão ser analisados pelos peritos na quantificação desse dano, dentre os quais podemos destacar: - às regiões atingidas, a gravidade das lesões sofridas ; - a classe social, sexo, idade da vítima; - a atividade laboral realizada pela vítima, juntamente com os lucros cessantes, os honorários e outros rendimentos que deixou de receber.

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62 É o capítulo da Medicina Legal que Definição da morte: é a, total e permanente A morte não é um instante, um momento, mas um que vai do organismo como um todo passando por sistemas, órgãos, tecidos até chegar ao nível celular.

63 (estudo da morte)

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73 Podem ser utilizadas pois apresentam: Conjunto de cristas lineares Semelhante a nervuras de uma folha Não é simétrico Vida ou morte recente

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75 Estimativa do Gênero Pelos Elementos do Crânio Em 77% dos casos o diagnóstico diferencial do sexo pode ser feito pelos ossos do crânio e da mandíbula. É a principal ferramenta em casos de poucos fragmentos

76 A observação do padrão dos seios frontais já é uma técnica bem estabelecida de identificação pessoal em antropologia forense. radiografias e tomografias ante-mortem e post-mortem.

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78 Concurso para Perito Criminal da Polícia Civil do Distrito Federal - PCDF. Vagas: 14 iniciais + 44 (cadastro de reserva). Concurso para Perito Odontolegista da Polícia Civil do Maranhão. 3 vagas. Universidade Estadual de Maringá Área: Clínica Integrada Odontologia Legal e Deontologia Professor de Odontologia Legal Vagas: 01 (uma) Carga horária: 40h. Nível Superior:Delegado de Polícia Substituto: 39 vagas Escrivão de Polícia: 60 vagas Médico Legista: 2 vagas Perito Criminal: 20 vagas - Permitidas também ao CD Perito Criminal Especial: 6 vagas - Permitidas também ao CD

79 R$ ,00 R$ 6.700,00. R$ 7.818,00 R$ 6.961,81

80 Rugosidade palatina Conjunto de cristas lineares Semelhantes as nervuras de uma folha Não é simétrico Meio auxiliar de identificação Utilizada quando a cabeça encontra-se separada do corpo ou na impossibilidade de colher as impressões digitais.

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