Sistema Nacional de Qualificação de Cabo Verde - Conjunto de Termos e Conceitos adoptados

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3 SISTEMA NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES DE CABO VERDE CONJUNTO DE TERMOS E CONCEITOS ADOPTADOS 3 Conjunto de Termos e Conceitos adoptados Alterado.indd :13:15

4 Titulo: Sistema Nacional de Qualificações Referencial de Termos e Conceitos usuais Elaboração: Olavo Delgado Correia Edição: Projecto de Apoio ao Sector da Formação Profissional PALOP/TL EU Novembro Conjunto de Termos e Conceitos adoptados Alterado.indd :13:15

5 Nota Em todos os planos e estratégias de desenvolvimento dos vários países PALOP e Timor-Leste, o Ensino e a Formação Profissional são considerados como ele mentos centrais nos Sistemas Nacionais de Educação, cujo objectivo-chave é o de contribuir para a criação de uma força de trabalho qualificada, essencial para reforçar o crescimento económico e tirar os cidadãos e as comunidades da situação de pobreza. O PROJECTO DE APOIO AO SECTOR DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL NOS PALOP E TIMOR LESTE, financiado pela União Europeia - UE/PASFP-PALOP-TL - tem como objectivo global contribuir para desenvolver, fortalecer e aproximar os sistemas de emprego e formação profissional dos 6 Países da Cooperação PALOP e Timor-Leste com a União Europeia, privilegiando uma actuação orientada para a criação de uma visão comum, para a disseminação de boas práticas e para a capacitação dos técnicos e instituições a quem cabe a responsabilidade de conduzir as políticas públicas nestes domínios. Os significativos progressos verificados nos últimos anos ao nível do desenvolvimento dos Sistemas Nacionais de Qualificação nos diferentes países que integram o Grupo PALOP-TL e o interesse comum, que uma grande parte deles representa para os contextos económicos e sociais de desenvolvimento dos países abrangidos, reclamavam pela partilha dos desenvolvimentos produzidos, a nível nacional, a favor da tão almejada aprendizagem comum entre os nossos países irmãos. Patrocinar a construção de uma visão comum e implementar respostas idênticas nos domínios da qualificação de técnicos, do desenvolvimento dos recursos humanos e favorecer a mobilidade de mão-de-obra qualificada entre os PALOP e Timor-Leste, constitui uma das principais componentes do Projecto UE/PASFP-PALOP-TL, gerido pelo Ordenador Nacional do FED de Cabo Verde, através da Unidade de Coordenação do Projecto instalada, precisamente, na Unidade de Coordenação do Sistema Nacional de Qualificações de Cabo Verde. Divulgar pelos restantes PALOP e Timor-Leste a experiência existente, relativamente ao desenvolvimento do Sistema Nacional de Qualificações, constitui o objectivo crucial desta publicação e pretende-se com ela contribuir para o alcance daquele desígnio. 5 Conjunto de Termos e Conceitos adoptados Alterado.indd :13:15

6 Fruto do nosso dia-a-dia, enquanto técnicos do Sector que laboram com questões de Qualificações profissionais, este documento constitui uma sistematização de Termos e Conceitos adoptados pelo Sistema Nacional de Qualificações de Cabo Verde, com vista à promoção, desenvolvimento e integração das ofertas da formação profissional e técnica, de modo a favorecer o desenvolvimento profissional, humano e social das pessoas e responder às necessidades do sistema produtivo. Alvo de um significativo esforço de sistematização da legislação cabo-verdiana, este documento procura ser de fácil maneio, ao alcance de todos os profissionais que, mesmo que pontualmente, necessitam de obter significados para termos ou conceitos usualmente utilizados em matéria da qualificação e certificação profissionais. Esperamos que possa ser um farol de sinalização, para aquilo que todos almejam. Olavo Delgado Correia Coordenador do SNQ de Cabo Verde Gestor do UE/PASFP-PALOP-TL 6 Conjunto de Termos e Conceitos adoptados Alterado.indd :13:15

7 1. Actividade Profissionais - Conjunto de acções concretas e directamente observáveis através das quais o indivíduo demonstra o domínio das competências requeridas para a validação de cada Elemento de Competência (EC). Correspondem a pequenas unidades de observação e de avaliação com pendor essencialmente funcional e operativo. Referem-se a um conjunto de acções e comportamentos expressos como resultados esperados. 2. Ambiente Profissional da Qualificação profissional - O Ambiente Profissional da Qualificação profissional indica com carácter orientador, o(s) tipo(s) de organizações nas quais se pode localizar. 3. Âmbito do Quadro Nacional de Qualificações - O Quadro Nacional de Qualificações (QNQ) inclui todos os níveis de qualificação nacionais, designadamente os de educação, de formação técnico-profissional e de ensino superior. O QNQ abrange os Certificados e Diplomas emitidos pelas entidades competentes do ensino básico, secundário, superior, e da formação profissional, assim como os processos de reconhecimento, validação e certificação de competências obtidas por vias não formais e informais conducentes à obtenção de Certificados de Qualificação. 4. Análise Funcional - A Análise Funcional (AF) é uma técnica utilizada para identificar as competências profissionais que são inerentes a uma função produtiva. Esta função pode ser específica duma empresa ou de todo um sector produtivo ou de serviços. A análise funcional (AF) é um enfoque de trabalho que permite aproximar-se às competências requeridas mediante uma estratégia dedutiva. Parte-se do propósito principal (Objectivo Base) e faz-se sucessivas perguntas relativamente a quais funções devem ser realizadas para se atingir a função precedente. 5. Análise Sectorial - A Análise Sectorial (AS) é um processo que conduz à elaboração de um estudo relativo à situação do sector produtivo, através da análise dos elementos que integra e das relações entre eles, considerando o contexto histórico, social, económico, político e cultural. Trata-se, de mais do que, de um diagnóstico situacional, pois une a componente descritiva com a analítica, e o enfoque retrospectivo com o prospectivo. A análise sectorial aplicada ao estudo de uma determinada Família profissional é um processo participativo de criação de conhecimento através do qual se pretende orientar a identificação de possíveis perfis profissionais e a selecção dos que são prioritários. 7 Conjunto de Termos e Conceitos adoptados Alterado.indd :13:15

8 6. Área Profissional - Área Profissional (AP) é um conjunto de actividades de trabalho que pertencem a uma mesma Área Ocupacional (AO) e que se caracteriza por requerer saberes (conhecimentos e capacidades) afins. 7. Área Ocupacional - Área Ocupacional (AO) é um conjunto de actividades de trabalho, associadas às ocupações ou postos de trabalho típicos do Campo de Observação (CO) que apresentam afinidade nas técnicas, nos modos ope rativos característicos e na proximidade dos seus objectivos de produção. 8. Atitudes - Capacidade de aplicar as competências pessoais e sociais em situações profissionais e de formação para efeitos de desenvolvimento profissional e pessoal. 9. Caderneta Individual de Competências - A Caderneta Individual de Competências é um mecanismo de registo de todas as competências que o indivíduo adquiriu ou desenvolveu ao longo da vida, bem como as restantes acções de formação concluídas e reconhecidas. 10. Campo de Observação - O Campo de Observação é um conjunto de actividades económico-produtivas, cujo agrupamento por afinidade tecnológica e funcional possibilita realizar a análise do profissionalismo que permite determinar os Perfis profissionais e Programas formativos das Qualificações profissionais. 11. Capacidades - As Capacidades expressam os resultados esperados da pessoa em situação de aprendizagem, ao final do Módulo Formativo (MF), para considerar que ele alcançou a competência profissional especificada na Unidade de Competência (UC). Este processo carece de uma análise profunda sobre o processo de ensino-aprendizagem idóneo para alcançar as competências que configuram a Qualificação profissional. 12. Catálogo Modular de Formação Técnico-Profissional - O Catálogo Modular de Formação Técnico-profissional (CMFTP) é o conjunto de módulos de formação associados a diferentes unidades de competência das Qualificações profissionais. O CMFTP fornece o ponto de referência comum para a integração das ofertas do sistema educativo e da formação profissional, referenciadas ao Catálogo Nacional das Qualificações Profissionais (CNQP) e que permite a capitalização e a promoção da aprendizagem ao longo da vida. 8 Conjunto de Termos e Conceitos adoptados Alterado.indd :13:16

9 13. Catálogo Nacional de Qualificações Profissionais - O Catálogo Nacional de Qualificações Profissionais (CNQP) é um instrumento do Sistema Nacional de Qualificações, que ordena as Qualificações Profissionais susceptíveis de reconhecimento e acreditação, identificadas no sistema de produção de acordo com as competências necessárias para o exercício profissional a elas ligadas. O CNQP é composto pelas qualificações profissionais, entenda-se Perfis profissionais e Programas formativos associados, reconhecíveis no mercado de emprego e identificados no sistema de produção e classificados de acordo com os critérios previamente estabelecidos. 14. Certificação de cada Unidade de Competência - No âmbito de um processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC) profissional, a certificação de uma Unidade de Competência resulta da validação de duas condições em simultâneo: (i) Todos os Elementos de Competência nucleares terão obrigatoriamente de ser validados; (ii) Pelo menos 50% dos Elementos de Competência não nucleares que integram cada Unidade de Competência têm que ser validados. 15. Certificado de Formação Técnico-profissional - O Certificado de Formação Técnico-profissional é o instrumento necessário à certificação das qualificações e competências adquiridas por via formal e que visam assegurar um nível de formação, incluindo competências profissionais, pessoais e sociais. 16. Classificações das Qualificações - As Qualificações profissionais que compõem o Catálogo Nacional de Qualificações Profissionais (CNQP) são classificadas por famílias profissionais e por níveis de qualificação profissional, de acordo com o Quadro Nacional de Qualificações. 17. Comité Técnico Sectorial - O Comité Técnico Sectorial (CTS) é um órgão criado no seio de cada Família profissional para a elaboração dos Perfis profissionais e Programas formativos que integram as Qualificações profissionais. O objectivo do Comité Técnico Sectorial é de contribuir para a identificação e actualização permanente das competências profissionais dos trabalhadores, responsabilizando-se particularmente pela elaboração dos Perfis profissionais e Programas formativos associados correspondentes às qualificações demandadas pelo mercado de trabalho. 9 Conjunto de Termos e Conceitos adoptados Alterado.indd :13:16

10 18. Competência - A Competência é capacidade reconhecida para mobilizar conhecimentos, aptidões e atitudes em contextos de trabalho, de desenvolvimento profissional, de educação e de desenvolvimento humano e pessoal. 19. Competência Geral - A Competência geral descreve, de forma sucinta o papel e as funções essenciais que desempenha o profissional. 20. Competência Profissional - A competência profissional é o conjunto de conhecimentos e capacidades que permite o exercício de uma actividade profissional em conformidade com as exigências da produção e do mercado de emprego. 21. Competência relacional-social - Competência relacional-social se centraliza nas capacidades relacionadas com a condução de diferentes grupos em situações de aprendizagem: jovens, desempregados, empregados, pessoas em situação de exclusão, etc. 22. Competência técnica - Competência técnica é a competência para operar efectivamente nos meios, produtos, informações e variáveis (tangíveis e intangíveis) envolvidos na criação de um produto e/ou serviço, incluindo as habilidades técnicas relacionadas à segurança e higiene no trabalho. 23. Competência de Cooperação e Relação com o Ambiente - Competência de cooperação e relação com o meio ambiente é a competência para atender as restrições sobre as relações e procedimentos estabelecidos na organização do trabalho e para integrar-se eficazmente, tanto a nível horizontal ou vertical, como social e produtivamente com outros recursos humanos. 24. Competência Organizacional e Económica - Competência organizacional e económica é a competência para coordenar as diversas actividades produtivas, administrar racionalmente e conjuntamente os aspectos técnicos, sociais e económicos da produção. 25. Competências-chave - As Competências-chave são aquelas que são necessárias a todas as pessoas para a realização e o desenvolvimento pessoais, para exercerem uma cidadania activa, para a inclusão social e para o emprego. 10 Conjunto de Termos e Conceitos adoptados Alterado.indd :13:16

11 26. Competência para lidar com contingências - Competência para lidar com contingências é a competência para responder aos problemas, falhas ou irregularidades detectadas nos procedimentos, nas sequências de trabalho estabelecidas, nos equipamentos, nos sistemas e em produtos ou serviços. 27. Componentes do Sistema Nacional de Qualificações - São componentes essenciais do Sistema Nacional de Qualificações (SNQ): o Quadro Nacional das Qualificações; o Catálogo Nacional de Qualificações; o Sistema de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências; e, a Monitori-zação, avaliação e a melhoria da qualidade do próprio SNQ. 28. Correspondência das qualificações - O credenciamento de uma Unidade de Competência (UC) de uma qualificação adquirida através da corres pondente superação do módulo formativo num programa de formação profissional tem os efeitos de isenção do módulo dos diplomas de ensino (ou formação) associado a essa mesma Unidade de Competência, e vice-versa. 29. Conselho Sectorial - O Conselho Sectorial (COS) é a entidade validadora dos Perfis profissionais e dos Programas formativos que integram as Qualificações Profissionais do Catálogo Nacional de Qualificações Profissionais (CNQP). O Conselho Sectorial (COS) é constituído por conselheiros para cada uma das Famílias profissionais nas quais é estruturado o Catálogo Nacional de Qualificações Profissionais (CNQP). 30. Concepção de uma grelha de auto-avaliação - A grelha de auto-avaliação constitui um instrumento de auto-avaliação/autodiagnóstico, onde se explicitam as Unidades de Competência, os Elementos de Competência e as respectivas actividades profissionais, conhecimentos e atitudes. Todos os itens contemplados nesta grelha constam no referencial de certificação profissional. Assim, tanto os Elementos de Competência, como as actividades profissionais e respectivos conhecimentos e atitudes repercutem-se automaticamente do referencial de certificação profissional para a grelha de auto-avaliação, incluindo a explicitação da nuclearidade das actividades profissionais. 31. Concetor e Validador - Na concepção dos instrumentos de certificação de competências profissionais intervêm duas figuras profissionais, nomeadamente um Concetor e um Validador, com as seguintes atribuições: 11 Conjunto de Termos e Conceitos adoptados Alterado.indd :13:16

12 (1) Cabe ao Concetor a construção do referencial de certificação profissional e dos correspondentes instrumentos de avaliação, associados a um deter minado perfil profissional. Exceptuam-se da responsabilidade do concetor a elaboração da ficha de percurso profissional e de formação e o portefólio profissional; (2) Cabe ao validador aferir a qualidade, adequação e coerência das propostas de referencial de certificação profissional e dos respectivos instrumentos de avaliação, associados a esse mesmo perfil profissional. A existência dessas duas figuras profissionais associadas à concepção destes referenciais tem por base o objectivo de minimizar a margem de subjectividade que pode advir deste processo e contribuir para uma avaliação mais objectiva dos respectivos desempenhos no âmbito de um processo de RVCC profissional. 32. Condições de Acesso à Formação - Para se aceder aos Módulos formativos de Qualificações profissionais deve-se verificar que o candidato possui o requisito académico de acesso ao determinado nível ou as competênciaschave estabelecidas de acordo com os critérios de acesso em cada um dos módulos das qualificações. 33. Condições de Certificação - A operacionalização do processo RVCC profissional pressupõe a definição prévia de um conjunto de condições de certificação das competências profissionais associadas a uma Qualificação profissional integrada no Catálogo Nacional de Qualificações Profissio nais, que devem igualmente guiar a concepção dos instrumentos para a certificação de competências profissionais. Neste sentido, são definidas condições de certificação para a obtenção de uma qualificação, para a certificação de cada Unidade de Competência, e para a validação de cada um dos Elementos de Competência que integram a Unidade de Competência. 34. Conhecimento - Define-se por conhecimento, o acervo de factos, princípios, teorias e práticas relacionadas com uma área de estudo, trabalho ou formação profissional enquanto resultado da assimilação de informação através da aprendizagem. 35. Conteúdos - Os conteúdos, como deduzidos das Capacidades, podem ser de tipo conceitual, procedimental e actitudinal. 12 Conjunto de Termos e Conceitos adoptados Alterado.indd :13:16

13 36. Conteúdos Atitudinais - Os Conteúdos atitudinais o SABER ESTAR PROFISSIONALMENTE - fornecem informação relativamente aos comportamentos, valores e normas. É um elemento chave que permite explicar porque um profissional é mais competente do que outro. 37. Conteúdos Conceituais - Os Conteúdos conceituais: o SABER - apelam ao conhecimento compreensivo, aos factos, dados e conceitos. São efémeros e fracos se não estão ligados aos Conteúdos procedimentais. 38. Conteúdo da formação - O Conteúdo da formação é o conjunto de conhe cimentos, habilidades e atitudes pedagogicamente organizado no interior dos Módulos formativos e Unidades formativas, necessário para o de-senvolvimento das competências associadas. 39. Conteúdos procedimentais - Os Conteúdos procedimentais o SABER - fornecem informação relativamente ao como fazer as coisas. Estes conteúdos estão ligados à acção e devem ser observáveis e avaliáveis. 40. Contexto Profissional - O Contexto Profissional descreve os meios de produção, os produtos e resultados do trabalho, a informação utilizada ou gerada e os itens de natureza semelhantes e consideradas necessárias para o desempenho profissional. 41. Critério de Avaliação - Critério de Avaliação é o conjunto de precisões definidas para cada capacidade que indicam o grau de concretização aceitável da mesma. Os critérios de avaliação são deduzidos das capacidades, por tanto, são determinados após a formulação das mesmas. Devem delimitar o alcance, o nível da capacidade e o contexto em relação ao qual se vai se avalia o formando. 42. Critério de desempenho - Os critérios de desempenho expressam o nível aceitável de realização profissional para cada elemento de competência, que atenda aos objectivos das organizações produtivas e fornece orientações para a avaliação da competência profissional. É a componente do enunciado de competência que descreve em forma de resultados e de realizações criticas as actividades de trabalho, o nível requerido dos ele mentos da competência. 13 Conjunto de Termos e Conceitos adoptados Alterado.indd :13:16

14 43. Dado - Um Dado é um elemento que serve de fundamento a um raciocínio ou uma investigação. A importância dos dados está na sua capacidade de ser associado dentro de um contexto para se converter em informação: o dado em si mesmo não tem sentido. 44. Dados pertinentes - Dados pertinentes são dados que podem ser utilizados para responder a perguntas propostas. Somente os factos relacionados com as necessidades de informação são pertinentes. 45. Dados significativos - Dados significativos são dados que devem constar de símbolos reconhecíveis, estarem completos e expressarem uma ideia não ambígua. Os símbolos dos dados são reconhecíveis quando podem ser correctamente interpretados. 46. Descritor dos níveis de qualificação - Cada nível de qualificação é definido de acordo com três descritores básicos, designadamente, Conhecimentos, Habilidades e Responsabilidade e Autonomia. 47. Diplomas e certificados - A obtenção de uma Qualificação prevista no Catálogo Nacional de Qualificações Profissionais é comprovada por um Certificado ou diploma do sistema educativo e/ou um certificado de Qualificação profissional. O certificado de Qualificação ou diploma deve referenciar o nível de Qualificação correspondente, de acordo com o Quadro Nacional de Qualificações e, a actividade profissional para a qual foi obtida a qualificação. 48. Documento - Qualquer suporte que contenha informação registada, formando uma unidade, que possa servir para consulta, estudo ou prova. Incluem-se nesse universo os impressos, os manuscritos, os registos audiovisuais e sonoros, as imagens, entre outros. 49. Dupla certificação - A Dupla certificação é o culminar de um processo de reconhecimento de competências para exercer uma ou mais actividades profissionais e de uma habilitação escolar através de um diploma. A dupla certificação é atribuída àquele que se munir de competências para exercer uma ou mais actividades profissionais e disponha para esse efeito, de uma formação técnica, profissional, escolar e oficio comprovados através de um diploma ou certificado. 14 Conjunto de Termos e Conceitos adoptados Alterado.indd :13:16

15 50. Elemento de Competência - Um Elemento de Competência é a descrição de algo que alguém que trabalha em uma determinada área profissional deve ser capaz de fazer e provar. É a descrição de uma função, acção ou comportamento, mas expressa em forma de consequências ou resultados e não como tarefas ou atitudes. 51. Elementos de competência nucleares - São os elementos de competência considerados fundamentais/imprescindíveis para o resultado final de uma determinada Unidade de Competência. Estes Elementos de Competência nucleares têm obrigatoriamente que ser validados para a certificação da Unidade de Competência. 52. Entrevista estruturada - Entrevista estruturada, responde a um conjunto de questões previamente escolhidas. Todos os pormenores da entrevista são cuidadosamente preparados, através de uma escolha rigorosa da sequenciação das questões, do vocabulário utilizado e na forma como as questões são formuladas. 53. Entrevista não-estruturada - Entrevista não-estruturada é modelada por uma maior informalidade no tratamento dos conteúdos a apresentar ao entrevistado, pelo que as respostas são mais informais e livres, tornando a entrevista numa conversa espontânea entre o entrevistador e o entrevistado. Pode acontecer que a informação transmitida se afaste do interesse do entrevistador e o próprio tratamento da informação apresente mais dificuldades do que nos outros tipos de entrevista. 54. Entrevista semiestruturada - Entrevista semiestruturada orienta-se por um guião de temas que serão abordados livremente sem obedecer a uma ordem determinada. Deste modo, o entrevistador pode alterar a ordem das questões preparadas ou introduzir novas questões no decorrer da entrevista, solicitando esclarecimentos ou informação adicional, não estando portanto, regulado por um guião rígido. 55. Estrutura do Catálogo Nacional de Qualificações - O Catálogo Nacional de Qualificações Profissionais (CNQP) é composto pelas qualificações profissionais, entenda-se perfis profissionais e programas formativos associados, reconhecíveis no mercado de emprego e identificados no sistema de produção e classificados de acordo com os critérios estabelecidos. 15 Conjunto de Termos e Conceitos adoptados Alterado.indd :13:16

16 56. Estrutura do Quadro Nacional de Qualificações - O Quadro Nacional de Qualificações estrutura-se em oito níveis de qualificação, definidos por um conjunto de três descritores que especificam as competências correspondentes às qualificações dos diferentes níveis. 57. Etapas do processo RVCC - O processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC) é desenvolvido ao longo de um conjunto de 4 etapas (1) Informação e orientação, (2) Identificação de competências, (3) Avaliação e validação de competências, e (4) Certificação pelo que, o candidato à certificação deve passar por todas as etapas. Ainda que possa acontecer que a ficha de auto-avaliação, a ficha de percurso profissional e de formação e o portefólio, possam demonstrar que o candidato não apresenta nenhuma evidência das competências requeridas, o candidato pode continuar no processo de RVCC profissional. Contudo, a existência desta situação não deixa de reforçar a importância da etapa (1) Informação e orientação, no âmbito da qual, após o diagnóstico do candidato, apenas se deverá encaminha-lo para o processo de RVCC se este evidenciar reunir as condições para tal. 58. Explicitação das actividades profissionais - A explicitação das actividades profissionais deve seguir um conjunto de orientações técnicas específicas, nomeadamente: (i) Devem ser exequíveis realizáveis por um indivíduo; (ii) Descrevem o resultado das actividades do trabalho e não os métodos ou procedimentos associados para a sua realização; (iii) Devem ser pertinentes para o Elemento de Competência lógicas e necessárias para a validação da Unidade de Competência; (iv) Devem ser observáveis e/ou demonstráveis e mensuráveis passíveis de serem avaliadas através de evidências de produto; (v) Devem explicitar uma situação de trabalho que se identifique claramente com uma acção associada a uma profissão ou actividade profissional. Não devem referir-se a situações de aprendizagem ou de formação. 59. Famílias profissionais - As Famílias profissionais representam o conjunto de qualificações, por virtude das quais se encontra estruturado o CNQP, tendo em conta os critérios de afinidade de competências profissionais dos diferentes sectores produtivos, previamente estabelecidos os critérios. 60. Ficha de caracterização de exercícios a desenvolver em prática simulada ou em posto de trabalho - Ficha de proposta de actividades que contem- 16 Conjunto de Termos e Conceitos adoptados Alterado.indd :13:17

17 pla um conjunto de informação que permite avaliar o desempenho de determinado Elemento de Competência, nomeadamente a identificação dos objectivos, a duração de referência, os recursos necessários. 61. Ficha de percurso profissional e de formação - Ficha preenchida pelo candidato na etapa de identificação de competências, com o apoio de um profissional, que sistematiza informação referente ao seu percurso profissional (locais de trabalho, funções desempenhadas, duração, condições de exercício do trabalho, entre outras) e de formação (acções de formação frequentadas). 62. Fonte de informação - Uma fonte de informação - interna/externa - é o lugar do qual emanam os dados formais ou informais, escritos, orais ou multimédia e que servem para a criação de novos conhecimentos. Assim sendo, o fim último de uma fonte de informação é de facilitar que os dados sobre os quais se reflecte possam ser úteis à construção de conceitos. 63. Fonte de informação de campo - A Fonte de informação de campo deriva de materiais e testemunhos. 64. Fonte de informação documental - A Fonte de informação documental deriva de um documento. 65. Fonte de informação primária - Fonte de informação primária é uma fonte cujo conteúdo concorda com aquilo que é pesquisado; proporciona a informação central. Também pode significar informação não tratada, dados em bruto, etc. 66. Fonte de informação secundária - Fonte de informação secundária é uma fonte cujo conteúdo oferece unicamente informação parcial. Também refere-se à informação tratada (classificada, sintetizada, interpretada ). 67. Grelha de auto-avaliação - Constituída pelas Unidades de Competência, Elementos de competência, actividades profissionais, conhecimentos e atitudes associadas que compõem o Referencial de Certificação profissional. 17 Conjunto de Termos e Conceitos adoptados Alterado.indd :13:17

18 68. Grelha de avaliação de exercícios em prática simulada e grelha de avaliação de desempenho em posto de trabalho - Tal como o nome indica são os instrumentos que permitem guiar a observação, no sentido de verificar se o candidato executa as diferentes actividades profissionais associadas a um determinado referencial de certificação profissional (em contexto de prática simulada ou de posto de trabalho). 69. Guião de entrevista - É o instrumento para recolher, através de questões, as informações que se pretende em relação ao estudo e serve de base à realização da entrevista em si. Na preparação da entrevista, há (indicativamente) um percurso a ser seguido: (i) descrição do perfil do entrevistado; (ii) selecção da população e da amostra de indivíduos a entrevistar; (iii) definição do tema e objectivos da entrevista; (iv) estabelecimento do meio de comunicação (oral, escrito, telefone, ); (v) estabelecimento do espaço e do momento (manhã, duração ); (vi) redacção/elaboração do guião. 70. Guião de entrevista técnica - O guião é estruturado num conjunto de questões técnicas relativas a cada uma das actividades profissionais associadas a cada um destes Elementos de Competência. A entrevista técnica tem um elevado valor avaliativo, devido ao facto de poder conduzir por si só, sem a mobilização de outros instrumentos, à validação ou não dos Elementos de Competência e por sua vez das Unidades de Competência. 71. Habilidades - A capacidade de aplicar conhecimentos e utilizar recursos adquiridos para concluir tarefas e solucionar problemas. Inclui tanto a aplicação do pensamento lógico, intuitivo e criativo como as destrezas manuais e o domínio de métodos e ferramentas. 72. Indicador - Um indicador pode ser definido como a medida de um objectivo a atingir, de um recurso mobilizado, um efeito obtido, uma dimensão de qualidade ou de uma variável de contexto. Um indicador produz informação quantificada. 73. Indicador estatístico - Um desafio da produção de estatísticas num sector é dispor de informação relevante e pertinente na tomada de decisões. Os indicadores estatísticos são uma ferramenta imprescindível nesta tarefa e podem ser definidos como estatísticas, séries estatísticas ou qualquer forma de indicador que facilita a análise de onde estamos e até onde 18 Conjunto de Termos e Conceitos adoptados Alterado.indd :13:17

19 vamos relativamente a determinados objectivos e metas, assim como avaliar programas específicos e determinar seus impactos. 74. Indicadores de avaliação - A concepção dos indicadores de avaliação tem como objectivo possibilitar a medição do desempenho de um candidato no âmbito de um processo de RVCC profissional na realização de cada uma das actividades constantes no referencial de certificação profissional. Assim, a concepção dos indicadores partirá dos critérios de desempenho já definidos no perfil profissional e deverá considerar determinados pressupostos, para a avaliação de cada uma das Unidades de Competência. 75. Informação - A informação é um conjunto de dados relativos a algum facto, fenómeno ou situação, que tem significados organizados num determinado contexto e cujo propósito pode ser reduzir a incerteza ou incrementar o conhecimento relativamente a uma questão. 67. Instalação - Considera-se instalação o espaço físico onde são desenvolvidos os processos de ensino e aprendizagem, os quais devem ser estruturados tendo em conta: (i) os objectivos da aprendizagem; (ii) os aspectos funcionais; (iii) as condições de salubridade; (iv) o conforto e a segurança das pessoas; (v) a conservação e manutenção de equipamentos e materiais. 77. Instrumento - Instrumento é o objecto palpável utilizado nas diversas técnicas para a obtenção dos dados. 78. Instrumentos de avaliação - Conjunto de instrumentos mobilizados no decurso das diversas etapas no âmbito de um processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC) profissional. Estes ins trumentos estão directamente associados ao referencial de certificação pro-fissional. 79. Instrumentos para a certificação de competências profissionais - Entende-se por Instrumentos para a certificação de competências profissionais o conjunto de instrumentos que permite operacionalizar o processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC) profissional, no âmbito do Sistema Nacional de Qualificações, os 19 Conjunto de Termos e Conceitos adoptados Alterado.indd :13:17

20 quais assumem uma natureza complementar entre si e são utilizados nas diferentes etapas de desenvolvimento deste processo. Os Instrumentos para a certificação de competências profissionais são constituídos por: (i) Um referencial de certificação profissional que enuncia as actividades profissionais e res pectivos conhecimentos e atitudes que irão ser alvo de avaliação, associados a cada elemento de competência do perfil profissional, bem como um conjunto de critérios e indicadores de avaliação; (ii) Um conjunto de instrumentos de avaliação da capacidade de exercício das referidas actividades profissionais. 80. Meios de produção - Espaços, ferramentas, equipamentos próprios do contexto no qual desenvolvem-se as competências identificadas na Unidade de Competência. 81. Modalidade de formação - A organização da formação definida em função de características específicas, previamente definidas, nomeadamente, objectivos, destinatários, estrutura curricular, metodologia e duração. 82. Módulo de Formação em Contexto Real de Trabalho - O Módulo de Formação em Contexto Real de Trabalho é um bloco de formação específica que se desenvolve no âmbito produtivo real na empresa - onde os formandos podem observar e desempenhar as actividades e as funções próprias dos postos de trabalho correspondentes ao Perfil profissional e conhecer a organização dos processos produtivos ou de serviços e as relações laborais existentes. 83. Módulo formativo - É constituído por blocos associados a cada uma das Unidades de Competência e quando necessário por módulos transversais a várias elas. O módulo formativo é a menor unidade de formação credí vel para se estabelecer cursos conducentes à concessão de diplomas e/ou certificados de qualificação profissional. Os Módulos Formativos podem estar estruturados em unidades de formação mais pequenas, denominadas Unidades Formativas. 84. Número de actividades profissionais a definir - Considerando que cada Unidade de Competência apresenta um número variável de Elementos de Competência, o número de actividades profissionais a definir para cada 20 Conjunto de Termos e Conceitos adoptados Alterado.indd :13:17

21 Elemento de Competência será igualmente variável. Contudo este número não deverá ser demasiado elevado de modo a não complexificar excessivamente a avaliação dos Elementos de Competência, considerando ainda que as actividades profissionais serão ainda subdivididas em procedimentos. Neste contexto, considera-se razoável, que, para cada Elemento de Competência, sejam definidas em média cerca de 3 actividades profissionais. De qualquer forma, cabe ao Concetor a decisão sobre o número de actividades profissionais a definir para cada Elemento de Competência. 85. Obtenção de uma qualificação - A obtenção de uma qualificação do Catálo go, por via de um processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC) profissional exige a certificação de todas as Unidades de Competência, considerando que a unidade mínima certificável é a Unidade de Competência. 86. Perfil profissional - O Perfil profissional é a descrição detalhada de um conjunto de actividades e saberes requeridos para o exercício de uma determinada actividade profissional. O Perfil profissional pode ser definido também como sendo a descrição do que idealmente é necessário saber realizar no campo profissional correspondente a uma determinada Qualificação. É o marco de referência que, confrontado com o desempenho real das pessoas, indica se são ou não competentes: se estão ou não qualificadas para actuar no seu âmbito de trabalho. O perfil profissional é expresso em termos de competências profissionais e integra também um contexto de trabalho. 87. Portefólio Profissional - Documento de suporte ao processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC) profissionais que inclui a ficha de percurso profissional e de formação, evidências das competências demonstradas durante o processo, bem como os instrumentos de avaliação e respectivos resultados. 88. Princípio de Credibilidade e Participação - No processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC) profissional a inclusão e o envolvimento de atores relevantes do sistema (stakeholders) potenciam a credibilidade e a aceitação do processo. 89. Princípio de Fiabilidade - O processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC) profissional deve basear-se em crité- 21 Conjunto de Termos e Conceitos adoptados Alterado.indd :13:17

22 rios, métodos e instrumentos que assegurem resultados comparáveis rela tivamente a todos os candidatos, independentemente do momento de realização do processo. Na realidade, este princípio pretende traduzir em que medida os resultados a obter num processo desta natureza são idênticos sempre que o candidato seja avaliado segundo as mesmas condições. 90. Princípio de Objectividade - No processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC) profissional deve ser assegurado o rigor técnico, a imparcialidade dos avaliadores e a possibilidade de rever os resultados da avaliação. 91. Princípio de Qualidade - O processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC) profissional pressupõe a criação de mecanismos e instrumentos de verificação internos e externos que assegurem a qualidade, o rigor técnico e a validade do processo. 92. Princípio de Respeito pelos direitos individuais - No processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC) profissional deve ser garantida a igualdade de oportunidades no acesso ao processo, o carácter voluntario da participação nesse processo e a confidencialidade do resultado da avaliação. 93. Princípio de Transparência e Visibilidade - No processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC) profissional os instrumentos devem ser formulados de forma clara, assim como os critérios para a utilização de cada um desses instrumentos. Deve ser garantida a coerência na combinação de vários métodos de avaliação e evitar uma abordagem subjectiva do avaliador aos procedimentos e critérios. 94. Princípio de Validade - No processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC) profissional os métodos e instrumentos de avaliação devem medir adequadamente a competência profissional dos candidatos. Neste sentido, pretende-se que seja alvo de avaliação, aquilo que efectivamente se pretende avaliar, pelo que as evidências deverão estar directamente relacionadas com os referenciais utilizados para a avaliação. 22 Conjunto de Termos e Conceitos adoptados Alterado.indd :13:17

23 95. Princípios do RVCC - Um processo de Reconhecimento de Competências adquiridas em contexto não formais e informais, deve ser implementado tendo por base um conjunto de princípios que suportam a orientação e a avaliação, e contribuem para a garantia da qualidade. A eficácia destes processos será tanto mais elevada quanto maior o grau de concretização destes princípios. 96. Procedimentos - Conjunto de etapas sequenciais nas quais uma actividade profissional se desdobra, de modo a que se possa avaliar com rigor se o candidato sabe ou não executá-la. 97. Processo produtivo - Um processo produtivo é uma sequência de activi dades requeridas para elaborar um produto ou prestar um serviço. Os processos produtivos se estabelecem a partir de cada uma das actividades económico-produtivas do Campo de Observação. Os processos produtivos são caracterizados e os subprocessos e seus resultados, identificados. A identificação dos subprocessos tecnológicos e das subfunções é especialmente útil para determinar as áreas ocupacionais e profissionais. 98. Professorado - Professorado (professor/formador) é o conjunto de profissionais docentes que conduz o processo de ensino-aprendizagem. Deve ter uma qualificação adequada e definida fundamentalmente por tipos de competências. 99. Programa formativo (da qualificação) - O programa formativo da qualificação, enquanto referencial de formação, é composto pelos módulos de formação do Catálogo Modular de Formação Técnico-profissional (CMFTP) que compõem o diploma ou certificado de qualificação profissional correspondente (Decreto-Lei n.º 65/2010 de 27 de De-zembro) Provas de acesso - As administrações ou entidades competentes marcam as provas para verificar se os candidatos possuem as competências-chave necessárias para acederem à formação. As provas de acesso a cursos de formação de cada nível devem demonstrar que os candidatos possuem os conhecimentos e as habilidades necessárias ao pleno aproveitamento dos módulos formativos a serem ministrados. 23 Conjunto de Termos e Conceitos adoptados Alterado.indd :13:17

24 101. Quadro Nacional de Qualificações - O Quadro Nacional de Qualificações (CNQ) profissionais é descrição detalhada dos níveis de qualificação que se estabelecem, atendendo-se à competência profissional requerida pelas actividades produtivas com recurso a critérios de conhecimentos, iniciativa, autonomia, responsabilidade e complexidade. O Quadro Nacional de Qualificações define a estrutura dos níveis de qualificação, com vista a permitir a transparência e a comparação destes, em relação aos diferentes sistemas dos outros países Qualificação profissional - A Qualificação profissional é o resultado formal de um processo de avaliação e validação comprovado por um órgão competente, reconhecendo num indivíduo a aquisição de competências, em conformidade com os referenciais estabelecidos. Uma Qualificação profissional compreende um conjunto de competências profissionais, significativas no emprego, que podem ser adquiridas através de módulos formativos ou outros tipos de formação, inclusive através da experiência de trabalho. A Qualificação profissional pode ser adquirida mediante formação profissional, experiência profissional ou através da combinação de ambas, ou ainda, resultar de títulos obtidos noutros países Reconhecimento, Validação e Certificação de Competência - O Reconhecimento, Validação e Certificação de Competência (RVCC) é o processo formal que permite aos indivíduos o reconhecimento, a validação e a certificação das competên-cias de que dispõe, independentemente de como os tenha adquirido Redacção das actividades profissionais - A redacção das actividades profissionais deve seguir um conjunto de requisitos, designadamente: (i) Devem obedecer à estrutura (Verbo (s) de acção + Objecto); (ii) Devem, sempre que possível, deduzir-se dos verbos da Unidade de Competência ou dos Elementos da Competência (a conjugação do verbo com o sujeito da acção deve configurar uma acção contida na que é explicitada no respectivo Ele mento de Competência e por sua vez na Unidade de Competência) Referencial de competências - Referencial de competências é o conjunto de competências exigidas para a obtenção de uma qualificação Referencial de certificação profissional - Entende-se por referencial de certificação profissional o referencial associado a cada perfil profissional 24 Conjunto de Termos e Conceitos adoptados Alterado.indd :13:18

25 integrado no Catálogo Nacional de Qualificações Profissionais, que contempla, para cada Unidade de Competência, o conjunto de actividades profissionais e respectivos conhecimentos e atitudes, associadas aos Ele mentos de Competência (EC), relativamente aos quais o candidato será avaliado, bem como o conjunto de critérios e indicadores de avaliação. O referencial de certificação profissional é concebido integrando todas as Unidades de Competência (UC) requeridas no Perfil profissional associado a uma determinada qualificação profissional, partindo do pressuposto que o objectivo último é obter a qualificação através de um processo de Reconhecimento e Certificação das Competências profissionais Referencial de formação - Referencial de formação é o conjunto de informações que orienta a organização e o desenvolvimento da formação, em função do perfil profissional ou do referencial de competências associadas, referenciada no Catalogo Nacional de Qualificações Relatório/grelha de análise do percurso profissional - Relatório/grelha de análise do percurso profissional documento preenchido pelo assessor que explicita o resultado da análise de evidências dos documentos preenchidos pelo candidato, designadamente a ficha de percurso profissional e de formação, grelha de auto-avaliação e o portefólio profissional Relatório com a identificação de competências passíveis de validação - O documento preenchido pelo assessor que explicita o resultado da análise de evidências dos documentos preenchidos pelo candidato, designadamente a ficha de percurso profissional e de formação, a grelha de autoavaliação e o portefólio profissional Responsabilidade e autonomia - A capacidade comprovada de aplicar o conhecimento, as aptidões e as capacidades pessoais, sociais e/ou meto dológica, em situações profissionais ou em contextos de estudo e de formação para efeitos de desenvolvimento profissional e pessoal Sistema Nacional de Qualificações - O Sistema Nacional de Qualificações (SNQ) abrange um conjunto de instrumentos e acções necessários à promoção, desenvolvimento e integração das ofertas da formação profissional e técnica, através do Catálogo Nacional das Qualificações Profissionais, 25 Conjunto de Termos e Conceitos adoptados Alterado.indd :13:18

26 assim como, a permitir a validação e certificação das correspondentes competências profissionais, de modo a favorecer o desenvolvimento profissional, humano e social das pessoas e responder às necessidades do sistema produtivo Técnica de pesquisa documental - Trata-se de pesquisar em todo tipo de documentos: os escritos, os numéricos ou estatísticos, os de reprodução de som e imagem e os documentos-objecto. Estudar documentos implica fazê-lo a partir do ponto de vista de quem os produziu. Isto requer cuidado e perícia por parte de quem o faz para não comprometer a validade do seu estudo. Deve-se recolher os documentos de forma criteriosa com o fim de gerir melhor o tempo e a relevância do material recolhido Técnica de entrevista - Permite recolher informações e dados através da comunicação verbal (oral ou escrita). A entrevista pode ser um complemento da observação, permitindo avaliar ou consolidar determinadas conclusões Técnica de inquérito - Permite a recolha de informação directamente de um interveniente através de um conjunto de questões organizadas segundo uma determinada ordem. Estas podem ser contestadas de forma escrita ou oral. Permite obter informação, sobre determinado fenómeno, através da formulação de questões que reflectem atitudes, opiniões, percepções, interesses e comportamentos de um conjunto de indivíduos Técnica Observação - Observar é seleccionar informação pertinente, através dos órgãos sensoriais, a fim de poder interpretar e agir sobre a realidade em questão. A observação sistemática é considerada um meio indispensável para entender e interpretar a realidade Técnica de recolha de dados - É o conjunto de processos e instrumentos elaborados para garantir o registo das informações, o controle e a análise dos dados Tratamento de dados - O procedimento de tratamento dos dados recolhidos tem por objectivo reelaborar conhecimentos e criar formas novas de interpretar factos. Os factos, por si mesmos, não explicam nada. Os documentos precisam ser situados numa construção teórica para que o seu 26 Conjunto de Termos e Conceitos adoptados Alterado.indd :13:18

27 conteúdo seja percebido, pelo que devem ser interpretados, sintetizando as informações, identificar tendências e inferir conclusões Unidade de Competência - A Unidade de Competência (UC) é uma agrupação de funções produtivas identificadas no Mapa Funcional e que têm reconhecimento e significado no emprego. Uma Unidade de Competência não tem uma definição técnica precisa que determine a natureza e a extensão do seu agregado de competências. O requisito fundamental que orienta a sua configuração é que deve responder a uma tarefa, presente ou futura, que tenha sentido (para os especialistas do CTS e os membros do COS). A Unidade de Competência é o conjunto mínimo de competências capaz de reconhecimento e acreditação Validação de cada Elemento de Competência - A validação de cada Ele mento de Competência é realizada com base na evidência demonstrada pelo candidato na concretização das actividades profissionais, a qual implica a mobilização dos conhecimentos e atitudes associadas às mesmas Validação do referencial de certificação profissional - A etapa de vali dação do referencial de certificação profissional procura assegurar uma avaliação entre pares do desenvolvimento do referencial e da sua conformidade metodológica. Nesta perspectiva, esta etapa consiste na verificação técnica de todas as etapas que constituíram o trabalho de concepção deste referencial. Pretende-se assim, aferir a qualidade e a adequação deste referencial ao perfil profissional respectivo Validação externa do Programa formativo - O Programa Formativo constitui o referencial de formação associado ao Perfil profissional e, o conjunto de ambos, compõe a Qualificação Profissional. O processo de Validação Externa do Programa formativo visa obter o reconhecimento e a aceitação da Qualificação completa (Perfil + Programa) da parte das organizações do sector representadas no Conselho Sectorial, contribuindo para a garantia da qualidade do Sistema Nacional de Qualificações Validação interna do Programa formativo - O Programa Formativo constitui o referencial de formação associado ao Perfil profissional e, o conjunto de ambos compõe a Qualificação Profissional. O processo de Validação Interna do Programa formativo visa melhorar os principais elementos do 27 Conjunto de Termos e Conceitos adoptados Alterado.indd :13:18

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