Palavras-chave: Timor-Leste Gêneros escritos Língua Portuguesa Especialização em Ensino de Língua Portuguesa

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1 29/07 O TRABALHO COM GÊNEROS ESCRITOS NO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO DA UNIVERSIDADE NACIONAL TIMOR LOROSA'E Simone Michelle Silvestre (CAPES Mestre em Educação Faculdade de Educação Unicamp) Resumo Sabe-se que exercitar gêneros orais e escritos diversos é imprescindível para o exercício da cidadania de qualquer sujeito e que quanto mais cedo e com maior frequência este tipo de trabalho for feito melhor. Teóricos da Escola de Genebra, como Joaquim Dols e Bernard Schneuwly (2004), defendem que o trabalho com gêneros diversificados de ampla circulação na sociedade, além de ampliar a competência linguística, textual e discursiva do aluno, abre-lhe inúmeras formas de participação na sociedade, uma vez que o permite fazer uso da linguagem e democratiza-lhe o acesso e o domínio a textos diversos. Diante desta possibilidade apontada, como foi trabalhar com os gêneros e suas especificidades em um contexto de ensino e aprendizagem multilíngue, como é o caso de Díli, capital de Timor-Leste, onde a Língua Portuguesa, apesar do estatuto de língua oficial, junto do Tétum, não ser falada e escrita pela maioria da população, além de ter de dividir espaço com o inglês, a bahasa indonésia, as mais de vinte línguas locais, e onde o trabalho com gêneros não é uma prática comum no espaço do ensino formal? Durante o trabalho a partir de diferentes gêneros escritos com um grupo de professoras em um curso de Pós-Graduação Lato-Sensu em Língua Portuguesa, oferecido pela Universidade Nacional Timor Lorosa e, em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), possibilitou-se o acesso, o reconhecimento e a produção de sete modalidades textuais distintas, além da atividade de reescrita das mesmas. A partir das atividades com gêneros de circulação no contexto urbano timorense e que permitiam a projeção das vozes de cidadãos atuantes, pôde-se perceber um avanço no desenvolvimento da Língua Portuguesa e no domínio das estruturas e argumentos necessários para o desabrochar do exercício da escrita democrática e cidadã. Palavras-chave: Timor-Leste Gêneros escritos Língua Portuguesa Especialização em Ensino de Língua Portuguesa Sobre o curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Ensino de Língua Portuguesa A Especialização em Ensino de Língua Portuguesa faz parte do Programa de Qualificação de Docente e Ensino de Língua Portuguesa em Timor-Leste da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior CAPES do Brasil. O curso iniciou-se nas dependências da Faculdade de Ciências da Educação da Universidade Nacional Timor Lorosa'e em setembro de 2008 e teve suas atividades encerradas em maio de 2009, contando com dois professores-pesquisadores de diferentes Programas de Pós-Graduação da Universidade Estadual de Campinas.

2 Durante o andamento do curso, buscou-se introduzir temáticas vinculadas aos estudos da língua portuguesa, das literaturas timorense, portuguesa e brasileira e da cultura timorense, utilizando-se de práticas de leitura, de análise e de produção de textos diversos e da análise de filmes e imagens nas suas diferentes formas e representações, visando o aprimoramento e a qualificação profissional dos participantes. Além disso, buscou-se fornecer instrumentos metodológicos teórico-práticos relativos ao ensino e à aprendizagem da língua portuguesa no contexto timorense, com o objetivo de aprimorar as práticas escolares dos professores da área. Já a formação acadêmica e o perfil profissional das pós-graduandas aprovadas no processo seletivo foram estes: uma pós-graduanda licenciada em Língua Inglesa no período da ocupação Indonésia, passou pela formação da escola portuguesa em Timor- Leste, já havia ocupado o cargo de Ministra das Finanças no governo timorense anterior e, atualmente, estava, apenas, cursando a especialização; outra trabalhava como funcionária no setor de finanças do gabinete do Reitor da Universidade Nacional Timor Lorosa e (UNTL) e era licenciada em Língua Portuguesa e Culturas Lusófonas pela UNTL; duas eram professoras no ensino primário e em diferentes universidades privadas do país, sendo que uma era licenciada em língua malaio e a outra em Língua Portuguesa e Culturas Lusófonas; outra era professora no ensino pré-secundário e tinha concluído apenas o ensino secundário e frequentado algumas aulas de português oferecidas pela cooperação portuguesa e outras duas eram professoras no ensino secundário e licenciadas em Língua Portuguesa e Culturas Lusófonas, sendo que uma atuava em uma universidade privada do país e a outra, além de ministrar aulas na UNTL, também dava aula particular de língua Tétum. É importante destacar que o programa das disciplinas foi elaborado pelos docentes após conversas com as pós-graduandas, análise dos currículos e da escuta das experiências profissionais e pessoais das mesmas. Durante as aulas, elas foram apontando-nos para as dificuldades metodológicas encontradas no cotidiano das práticas pedagógicas ligadas ao ensino do português como segunda língua em um contexto multilíngue, às poucas situações de comunicação e de interação em Língua Portuguesa, à escassez de materiais em Tétum, a língua de instrução dos primeiros anos de escolaridade, em não ser levado em conta a língua materna da criança e ao fato das línguas indonésia e inglesa estarem presentes na vida de muitos jovens timorenses.

3 Quando tentam ensinar Língua Portuguesa aos jovens timorenses, fomos percebendo que as professoras, basicamente, trabalham com o ensino de regras gramaticais para o bem falar e escrever corretamente do português europeu; usam do recurso da leitura silenciosa; outras vezes, submetem os estudantes a ler, em voz alta, um texto literário, a declamar um poema ou a ler uma notícia de jornal, sem ser dada a devida atenção para a compreensão do que se está a ler ou a declamar; nos exercícios de leitura e interpretação, muitas vezes, dão importância, apenas, ao reconhecimento, à localização e à transcrição de trechos, uma vez que os alunos não conseguem avançar na interpretação do sentido literal, não entendendo, desta forma, as posições discursiva e ideológica ali presentes e, muito menos, ficando impossibilitados de produzirem, por exemplo, um texto que dialogue com outros textos, assumindo a voz de participante do processo. Quanto à prática do debate para questões polêmicas, percebe-se que o que prevalece é a apresentação do ponto de vista do professor, sem a possibilidade do aluno colocar a sua opinião; as práticas de leitura de gêneros literários, como o romance, o teatro, a novela, o conto e dos gêneros cotidianos de maior circulação na sociedade, (como cartazes, propagandas, piadas, notícias, carta de leitor etc.), não se realizam e a produção de textos, ainda que pequenos, pelos próprios estudantes, é praticamente nula. Percebíamos que estávamos diante de grandes desafios, que tínhamos muito a discutir, algumas ações a serem postas em prática para que atendessem, minimamente, às demandas das pós-graduandas e que elas nos apresentassem como e o que conseguiram ensinar aos seus alunos e os resultados alcançados a partir do que trabalhávamos nas aulas da especialização. Afinal, quais são os gêneros escritos em circulação nos espaços públicos e nas escolas urbanas de Timor-Leste? Andando pelas ruas da capital do país, Díli, percebe-se que a realização na oralidade das diversas línguas faladas no espaço urbano está muito mais em evidência do que a presença dos textos escritos, exigindo claramente esforços para ações multilíngues, tanto da parte dos timorenses quanto dos internacionais. Da criança que brinca no quintal da sua casa, das famílias que se reúnem para jogar cartas de baralho, do mako an, dono das narrativas orais da sua localidade e responsável pelos estoques de saberes e pelas tradições do seu grupo étnico, do

4 estrangeiro que circula pelo país, até o universitário que frequenta os bancos da academia, os textos orais em línguas diversas são os que estão em maior circulação. Em meio à intensa pluralidade de línguas e de grupos étnicos com práticas sociais e culturais diversas, a presença do gênero escrito parece praticamente apagada. Porém, um olhar mais atento para alguns rapazes e senhores que vendem diariamente o jornal escrito, seja em línguas tétum e/ou portuguesa ou inglesa, utilizando sua capacidade de se comunicar em diferentes línguas, interpenetrando no universo oral, bilíngue e ágrafo 1 da realidade de uma parcela representativa da população timorense, nota-se que a escrita pulsa, vibra e marca presença no espaço cotidiano. É comum encontrarmos timorenses, na sua maioria homens, lendo seus jornais nas praças, no cais, na orla marítima e em calçadas da capital de Timor-Leste. Já nos espaços de leitura da cooperação portuguesa, os gêneros e o formato dos textos são outros. Lá convivem as literaturas portuguesa, brasileira e dos demais países da comunidade de língua portuguesa, inclusive a dos escritores timorenses, as volumosas enciclopédias, os dicionários, as gramáticas, algumas revistas e periódicos locais e portugueses. Adentrando nesses espaços, percebe-se que ele é largamente usado para pesquisas em gramáticas, dicionários, feitura de trabalhos e tarefas solicitadas pelo professor, pesquisas na internet e algumas situações para a prática da leitura. Os leitores, na sua maioria homens e rapazes, que, cada um a sua maneira e com diferentes propósitos, são vistos lendo gêneros literários, revistas e os gêneros jornalísticos portugueses e timorenses, apontam para um primeiro quadro da circulação de alguns gêneros entre a população da capital do país. Nas poucas livrarias em funcionamento na capital e nas famosas lojas chinas, o pouco material disponível, geralmente gramáticas e dicionários bilíngues em Língua Portuguesa e Tétum, convivem com revistas, jornais, gramáticas e dicionários em línguas indonésia e inglesa. Porém, saindo desse circuito de bibliotecas, dos espaços de leitura e das livrarias do centro urbano, dificilmente será fácil ter acesso a textos impressos em outros locais. Embora os textos disponíveis no formato online e escritos em línguas portuguesa e tétum possam ser acessados entre os conhecidos blogs, estando entre o mais acessado, pelo tratamento polêmico que confere aos mais diversos acontecimentos do país e em 1 De acordo com o último Censo Nacional de 2004, mais de 46% da população timorense ainda se encontra na situação de analfabetismo. A parcela mais representativa desta porcentagem está localizada nas áreas rurais do país.

5 constante atualização, o intitulado Timor Lorosa e Nação: Somos os olhos que vêem, os ouvidos que escutam, os corpos que sentem, as vozes que não se calam, este, eles são de difícil acesso para a grande parcela da população, estando acessível aos internacionais e à elite política e econômica timorense. Outra questão que vale a pena ser mencionada, diz respeito ao fato de que os textos, nos mais diversos gêneros e formatos, são pouco usados na formação de professores e são desconhecidos da grande maioria como uma outra opção de trabalho no desenvolvimento de propostas de ensino das línguas tétum e portuguesa, ou como atividades de leitura e de produção de pequenos textos pelas crianças e jovens timorenses. Através da pesquisa da autoria de Aicha B.Umar Bassarewan 2, realizada na Escola Pública n o 1 Nularan, Díli, capital de Timor-Leste, sobre o ensino e a aprendizagem da leitura, nos primeiros três anos de escolaridade, pôde-se verificar que tanto as orientações do programa curricular aplicadas bem como os livros de referência, pela escola, no trabalho com os alunos, não promovem o desenvolvimento da leitura reflexiva nem estimulam situações em que a criança possa expôr suas ideias ou comunicar-se tendo o texto como tema para uma discussão coletiva, por exemplo. Quando as diferentes modalidades de textos aparecem nos livros didáticos, geralmente, são apresentadas como fragmentos ou excertos, muitas vezes, destituídas da sua forma, do seu suporte e esvaziadas das riquezas linguística, discursiva e cultural originais com as quais foram produzidas quando destinadas a interlocutores diversos e a partir de finalidades múltiplas; outras vezes, são apresentados textos pouco significativos para a realidade local, descontextualizados daquilo que a criança e o jovem timorense conhecem do mundo e do próprio país. Mesmo os gêneros literários dos escritores timorenses e portugueses que abordam temáticas dos costumes, das tradições e da vida dos vários grupos sociais timorenses, dificilmente são materiais de leitura no ensino dos diferentes níveis da educação formal do país. Até mesmo os textos poéticos, políticos e de comunicação rápida, como bilhetes, pequenas cartas e avisos, escritos em Língua Portuguesa, na época da resistência ao invasor indonésio, ainda permanecem guardados no Arquivo e Museu da Resistência 2 BASSAREWAN, A B. U. O ensino e a aprendizagem da leitura nos primeiros três anos do ensino primário: estudo de caso na escola pública nº1, Nularan, Díli, Ano lectivo p. Monografia (Especialização em Ensino de Língua Portuguesa) Faculdade de Ciências da Educação, Universidade Nacional Timor Lorosa e, Díli, Timor-Leste.

6 Timorense, a espera de iniciativas que os tornem materiais de ensino nas escolas do país. O trabalho com gêneros, procedimento metodológico e alguns breves apontamentos sobre a fundamentação teórica Diante do cenário exposto, a partir da disciplina Gêneros Discursivos: Práticas de Uso e Atividades de Linguagem, buscou-se trabalhar com as pós-graduandas gêneros escritos representativos das diferentes situações cotidianas de comunicação e em circulação na mídia impressa local, na propaganda e no ambiente de algumas famílias timorenses. Foram eles: a carta pessoal, os quadrinhos, o cartaz, a notícia, a entrevista, a carta de leitor e o editorial. No encerramento da disciplina, as produções de todas as pós-graduandas foram reunidas para compor o Jornal-Mural denominado Novos Horizontes. Durante os dois primeiros encontros, trabalhou-se, a partir das perspectivas de Joaquim Dols e de Bernard Schneuwly (2004), considerando os gêneros escritos como objetos de ensino, tratando-os não apenas como instrumentos para a interação verbal, mas como mega-instrumentos capazes de criar situações de produção que diferem das que orientam seu funcionamento social. Nas aulas, alertava-as sobre a importância de o professor, antes de desenvolver a atividade com seus alunos, reconhecer as especificidades de cada gênero e praticá-lo sempre que fosse possível, pondo em circulação para os alunos o que havia escrito. Um exemplo concreto, poderia ser feito com o gênero carta de leitor, onde o professor, no papel de cidadão, solicitaria a um de seus representantes no governo, alguma providência quanto ao lixo que se acumula a céu aberto em vários espaços da capital do país. O trabalho feito a partir dos textos, não apenas procurou ampliar e diversificar a capacidade de escrita de textos diversificados pelas pós-graduandas, mas, também, explorou, a partir da abordagem de Bakhtin (1992) para os gêneros do discurso, o reconhecimento e a compreensão da estrutura composicional de cada gênero, a possibilidade da abordagem de temas diversos, do uso específico da língua para determinada situação, das condições de produção dos textos, com a compreensão do objetivo dos mesmos, quem o produziu, a quem era endereçado, os papeis sociais do produtor e do destinatário, o suporte/seção, locais onde o texto geralmente circula, o contexto sócio-histórico de produção.

7 Deu-se atenção no texto, já que se tratava do trabalho com a língua portuguesa como língua não-materna, para o esclarecimento das palavras com as quais tinham pouca familiaridade, ou que pertencia ao campo lexical do português do Brasil, e a alguns parágrafos que causavam estranhamento e dificultavam o entendimento do sentido do texto. Todos os gêneros foram escritos individualmente, à exceção do editorial. As professoras que lecionavam na escola primária e pré-secundária relataram que trabalharam com os gêneros tirinha e cartaz, e que, apesar do número elevado de alunos em cada sala, 50 em média, conseguiram com que produzissem materiais nas línguas tétum e portuguesa. O gênero notícia acabou sendo material de trabalho das professoras do ensino superior com os estudantes da universidade. Produções escritas pelas pós-graduandas: olhares iniciais Tivemos um total de 42 produções, com sete temas diferentes e que não se repetiram. Por questões de espaço e de tempo que a análise de cada uma das produções tomaria, foram selecionados dois textos, representativos dos gêneros notícia e tirinha. Nas produções apresentadas abaixo, estão as experiências de leitura, o modo de entender e ver os eventos cotidianos, de organizar e de resignificar temas que são importantes para o contexto sócio-histórico-cultural do século XXI de uma parcela significativa dos sujeitos ativos na construção do cenário multicultural e bilíngue/plurilíngue, em fase de reconfiguração, do pós-independência de Timor-Leste. TIRINHA

8 Ainda que seja um gênero pouco divulgado em Timor-Leste e com espaço restrito para produção, circulação e recepção, a pós-graduanda explorou uma temática intimamente ligada a acontecimentos cotidianos e históricos do país. A tirinha, em questão, mostra como a falta de domínio de algumas noções básicas da língua Tétum pelo estrangeiro, malae, pode causar mal entendidos. Como a palavra rua, em Tétum, faz referência ao numeral cardinal dois, a pósgraduanda faz uma aproximação criativa entre o sentido do vocábulo português rua com o sentido fora e mostra como a situação ficou difícil para os garotos, que não compreendendo o significado de rua, em português, complicam-se ainda mais quando o malae menciona Estão toloos?, já que, em Tétum, a palavra tolu significa três, dando a entender aos rapazes que os três poderiam subir no carro para uma possível carona. O desentendimento foi desfeito com a chegada da policial ao compreender que o desconhecimento linguístico da língua Tétum pelo malae e o fato de os garotos acharem que o estrangeiro estava se comunicando em Tétum foram os responsáveis por toda a confusão. Na tirinha, o humor é garantido pelo recurso da homonímia que consiste em explorar os significados diferentes de uma mesma palavra numa única língua ou em línguas distintas, como o que ocorreu entre o português e a língua Tétum. Segundo Ullmann (1964, p. 364), no nível fonético, a homonímia pode provocar efeitos graves e até dramáticos, como o apontado na tirinha. NOTÍCIA Que merenda escolar está a servir aos alunos? Díli Merenda escolar é um programa do governo de Timor-Leste que visa proporcionar uma refeição quente diária a todos os alunos timorenses que se encontram a estudar nas escolas públicas do ensino primário em todo o país. Inicialmente, o lançamento do programa deu-se em 2007 em três distritos: Aileu, Manatuto e Viqueque. Este programa visava atingir três objectivos, declarou, na semana passada, a Sra Deputada Ilde Maria da Conceição, a ex-vice Ministra da Educação e Cultura com área de responsabilidade para o ensino básico (período Julho 2006 Agosto 2007), primeiro para a melhoria da saúde das crianças em idade escolar, segundo para minimizar o abandono escolar e terceiro, não menos importante, para incentivar a economia das famílias rurais onde as escolas se situam, uma vez que se compra produtos cultivados por elas para a refeição dos alunos.

9 ( ) De acordo com a Sra Eugénia Sarmento Guterres, professora do 3º ano da Escola Pública nº 1 Nularan, Díli, o programa está a atingir os seus objectivos, pois os seus alunos já não costumam faltar às aulas. ( ) Uma das senhoras da Associação de Pais e Professores de Escola Pública nº 1 Nularam, Díli, que faz parte da equipa que prepara a refeição quente de escola para os alunos, lamentou não poder preparar melhor comida pois só estão a cozer os produtos fornecidos pelo Ministério de Educação e Cultura. Não receberam dinheiro para a compra de legumes, hortaliças e frutas. Uma triste notícia veio de uma escola primária do Sub-Distrito de Viqueque, em que, semanas atrás, após saborear a refeição quente, 29 alunos ficaram intoxicados e precisaram de ser socorridos pela Clínica de Saúde. O acontecimento já mereceu a atenção dos deputados e membros de Comissão de Educação e Saúde que estiveram no local do acontecimento para verificar a veracidade das notícias e diligenciar junto do governo para evitar casos semelhantes, no futuro. A pós-graduanda além de noticiar o fato ao leitor, a distribuição de refeição quente aos estudantes do ensino primário de todo o país, consegue, na voz da Sra. Deputada Ilde Maria da Conceição, envolvida na implementação inicial do projeto, contextualizar e apontar os objetivos do mesmo. Ao longo do texto, há o trabalho com outras duas vozes, a da Sra. Eugénia Sarmento Guterres e a da senhora da Associação de Pais e Professores, que estão colocadas em desacordo, com o propósito de apontar para o leitor que o programa ainda apresenta problemas, logo ainda precisa de acompanhamento das autoridades, dos pais, dos professores e da direção da escola. Para tanto, deputados e membros da Comissão de Educação e Saúde foram averiguar a veracidade dos fatos, já que há uma mostra de que as instituições ligadas ao programa estão acompanhando todas as fases até alcançar a situação adequada para a distribuição da merenda escolar. Já os elementos textuais e de organização (lead e corpo da notícia) do texto da pós-graduanda apontam para uma posição ponderada e crítica a respeito do tema em discussão, um domínio adequado da estrutura composicional do gênero e uma boa modalidade culta da língua portuguesa.

10 Algumas considerações possíveis a respeito do trabalho com gêneros escritos Durante todo o trabalho, as pós-graduandas demonstraram autonomia e domínio no caminho dos processos de leitura e de escrita dos gêneros abordados. Identificou-se nos textos das professoras momentos de posicionamento, de reflexão e de criticidade ao analisar os fatos e eventos apontados nas produções escritas. Já em outras situações, percebe-se que reproduziram o discurso do Estado, dos parceiros internacionais de desenvolvimento e dos estrangeiros que interferem continuamente na dinâmica da comunidade. Elas em determinadas situações ainda se veem impossibilitadas de serem ouvidas, ou sentem-se incapazes de conferir alguma opinião pessoal a respeito do que lhe é colocado. Foi possível verificar que o trabalho com gêneros, não apenas melhora a capacidade de expressão escrita em uma outra língua, mas, também, amplifica o potencial para o desenvolvimento de uma voz própria, para a capacidade de ocupar lugares sociais diferentes, como, por exemplo, o do entrevistador, o do repórter por alguns momentos, o do leitor insatisfeito, o do cidadão participativo e que quer ser ouvido. Torna-se habitual o exercício da escuta dos diferentes pontos de vista e da necessidade de negociar quando se dá voz aos demais participantes na escrita do texto coletivo, o que foi possível verificar com o gênero editorial. Referência bibliográfica BAKHTIN, M. Estética da Criação Verbal. São Paulo: Martins Fontes, BASSAREWAN, A.B.U. O ensino e a aprendizagem da leitura nos primeiros três anos do ensino primário: estudo de caso na escola pública nº1, Nularan, Díli, Ano lectivo p. Monografia (Especialização em Ensino de Língua Portuguesa) Faculdade de Ciências da Educação, Universidade Nacional Timor Lorosa e, Díli, Timor-Leste. SCHNEUWLY, B.; DOLZ, J. Gêneros orais e escritos na escola. Tradução e Organização: Roxane Rojo e Glaís Sales Cordeiro. Campinas: Mercado de Letras, ULLMANN, Stephen. Semântica: uma introdução à ciência do significado. Tradução de J. A. Osório Mateus. 4. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1964.

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