INFLUÊNCIAS HISTÓRICAS NA CULTURA LITERÁRIA Um estudo de Gerações, de Xanana Gusmão e de Apesar de você, de Chico Buarque

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1 INFLUÊNCIAS HISTÓRICAS NA CULTURA LITERÁRIA Um estudo de Gerações, de Xanana Gusmão e de Apesar de você, de Chico Buarque HISTORICAL INFLUENCES AT LITERARY CULTURE A guided study of Gerações, by Xanana Gusmão and of Apesar de você, by Chico Buarque Marianna Martins Oliveira Leite Centro de Comunicação e Letras Universidade Presbiteriana Mackenzie Rua Piauí, São Paulo SP Resumo O presente trabalho, fruto de pesquisas e análises, foi idealizado como instrumento para compreender a influência que os contextos históricos exercem na construção dos sentidos da produção cultural literária. Com base no conhecimento do panorama histórico de Timor-Leste, durante a invasão Indonésia, e do Brasil, durante a ditadura militar, o objetivo deste trabalho foi o de analisar as obras Gerações, de Xanana Gusmão, e Apesar de você, de Chico Buarque de Hollanda, buscando detectar as marcas lingüísticodiscursivas que revelam a percepção/visão de mundo dos respectivos sujeitos líricos, relacionando-as à questão sócio-política e ao ponto de vista ideológico de cada eu enunciador. O foco de análise incide, em especial, no estudo das imagens que compõem as cenografias de cada um dos textos. O alcance sociológico dos textos e as alusões instauradas pelos mesmos são encontrados explícita ou implicitamente, caracterizando cada produção literária. Palavras-chave: Xanana Gusmão. Chico Buarque. Ditadura. Resistência. Abstract The present work, result of researches and analyses, was idealized as an instrument to understand the influence historical contexts exert on the construction of sense of literary cultural production. Based on the knowledge of historical panorama of East Timor, in the period of Indonesian invasion, and Brazil s, during military dictatorship, the purpose of this work was to analyze the work of literature Gerações, by Xanana Gusmão, and Apesar de você, by Chico Buarque de Hollanda, aiming to detect the linguistic-discursive marks which reveal the respective lyric subjects perception/view of world, establishing a relation to the social-political issue and to the ideological pointof-view of each enunciator. The focus of the analysis specially arises in the study of images which compound the scenographies of each text. The

2 sociological grasp of the texts as well as its allusions are explicitly or implicitly found, which characterizes each literary production. Key-words: Xanana Gusmão. Chico Buarque. Dictatorship. Resistance. 1. Timor-Leste: opressão e resistência O país de Timor é dividido por uma cadeia montanhosa em duas partes denominadas leste e oeste. Esta, teve um histórico de luta pela independência, marcado pela invasão indonésia no ano 1975; aquela, independente da Holanda em 1945, tornou-se parte integrante da República da Indonésia. O território de Timor foi descoberto pelos portugueses entre os anos de 1512 e A liderança de Portugal sobre o país não era forte, tanto que, em 1651, os holandeses começaram uma invasão pelo lado oeste da ilha, forçando a liderança lusitana a mudar sua sede para Díli (capital de Timor-Leste). Até 1975, a presença do colonizador era praticamente inexistente. A Indonésia, então, utilizando-se de ataques aéreos e uma tropa de milharas de soldados que chegavam pela costa da ilha, invadiu Timor-Leste. Começava, então, uma história de terror e massacres. Todo o terrorismo espalhado pelas milícias indonésias fez com que a população timorense se refugiasse nas montanhas. Mas o fato de fugir não significou a desistência da população, pelo contrário, o espírito de luta e resistência crescia entre os timorenses (WALDMAN & SERRANO, 1997). Xanana Gusmão (presidente de Timor-Leste no período corrente de 2002 a 2006) foi um grande líder para o povo de Timor-Leste. Passou por diversas situações, viu muitas mudanças acontecerem em seu país, planejou, apoiou a resistência, lutou, foi preso, torturado, insistiu e venceu. Durante os sete anos em que viveu na prisão de Cipinang (Jacarta), Xanana Gusmão refletiu em suas artes, como a pintura e a literatura, a história de um povo, que durante quase 30 anos, encontrou-se reprimido pela ditadura indonésia. Xanana Gusmão era um dos muitos timorenses indignados com a situação frágil em que seu país se encontrava. Afirmando-se a partir de 1979, começou a percorrer o território com um pequeno grupo de 50 homens, procurando agrupar forças e iniciando a guerrilha contra o ocupante indonésio. Todo o armazenamento de armas conseguido pelo pequeno grupo vinha de soldados indonésios que eram mortos. O objetivo da Indonésia era

3 conseguir uma vitória rápida, através da rendição de todo povo maubere, por isso concentrou suas energias em práticas que visavam a generalização do medo e do terror. Massacres de civis indefesos, violações e repressões indiscriminadas foram as ações mais marcantes das tropas indonésias. Finalmente, em 30 de agosto de 1999, 98% da população timorense vota no referendo de autodeterminação. O resultado, anunciado às 9 horas do dia 4 de setembro, é uma esmagadora vitória da independência, com 78,5% dos votos. O pequeno povo maubere surpreende o mundo e aos indonésios também. Antes de deixar Timor-Leste, as milícias e o exército indonésio lançam imediatamente uma campanha de assassinatos, deportações em massa, pilhagens e incêndios. *** O contexto histórico-político de Timor-Leste serve de base para o estudo do corpus deste trabalho. Leva-se em consideração o período em que o poema Gerações, de Xanana Gusmão foi escrito, época em que o autor estava preso e a resistência timorense tentava firmar suas tropas e atingir seus ideais republicanos. Em cada verso, em cada estrofe, encontra-se refletida a voz de alguém que, de algum modo, precisava expor seus sentimentos em relação à situação de sua pátria. O momento em que o líder da resistência, Xanana Gusmão, escreveu Gerações data três anos após sua captura pelo exército indonésio. Xanana Gusmão foi capturado no ano de 1992 e, em maio do ano seguinte, foi condenado à prisão perpétua. Suharto (presidente indonésio) reduziu a pena para 20 anos de prisão, mas a guerrilha nas montanhas continuou. Diante da situação em que se encontrava, detido na prisão de Cipinang (Indonésia), Xanana Gusmão começou a escrever poemas e pintar quadros. Seus poemas, porém, traziam uma grande arma que as milícias indonésias não podiam decifrar nem tirar do líder timorense: seus poemas eram escritos em língua portuguesa. Tal fato era de extrema importância para Xanana Gusmão e todo o povo maubere porque a situação lingüística timorense também se encontrava em um momento delicado desde a tomada indonésia. Procurando quebrar qualquer contato da população com a resistência, os indonésios organizaram imensos deslocamentos forçados da população civil. Ao lado da violência física, a Indonésia procurou descaracterizar culturalmente Timor-Leste.

4 As tentativas de destruir o fator cultural maubere passaram também pela questão da língua. O tetum era utilizado para o contato com o timorense, mas, como forma de colonização mental do povo timorense, a Indonésia impôs sua língua (bahasa indonésio) e proibiu qualquer forma de comunicação feita através do português. O português era tido como um idioma de coloquialismo, que os mauberes deveriam esquecer para dar lugar à autêntica língua nacional, naturalmente o bahasa indonésio (WALDMAN, & SERRANO, 1997). Xanana Gusmão, em entrevista dada no dia 10 de novembro de 2004, relembra o episódio e relata: A língua era usada no mato, era a comunicação. Ela é histórica, o que é mais importante. No meio de um arquipélago é bom ter esta diferença, mas nós não podíamos ter este direito (GUSMÃO, 2004). Na verdade, grande parte da população timorense havia aprendido o português e acabou utilizando-se dele para tirar proveito da situação de repressão em que se encontravam. No decorrer de todo o período de ocupação da Indonésia, a língua portuguesa foi utilizada como código secreto entre povo de Timor-Leste, visto que as tropas indonésias não o entendiam. **** Nomes sem rosto corações esfaqueados de lembranças nas lágrimas de crianças chorando pelos pais... Nesta primeira estrofe encontram-se algumas referências que iniciam o poema e que continuarão no decorrer do mesmo. Tem-se o primeiro verso que pode ser interpretado como a situação em que estava a nação timorense naqueles anos. Os nomes não tinham mais rosto pois o timorense estava perdendo sua identidade, eles eram massacrados sem nem mesmo saber por quê; eram dizimados pelas milícias indonésias, não importava a idade, o sexo, o discurso para se defender, eram, simplesmente, assassinados. Nos dois versos que seguem, percebe-se a dor causada pelas lembranças, que esfaqueiam os corações, lembranças de um povo sofrido, que há anos se encontrava em guerra com a Indonésia, lembranças de um povo que lutava mas não conquistava sua liberdade. Tudo o que sobrava, então, eram as lembranças do sofrimento. Os dois últimos versos revelam as crianças que choram diante do quadro a que foram submetidos seus pais e conhecidos, e estas mesmas crianças, assumirão outro papel no decorrer do poema. As reticências desta estrofe parecem dar continuidade ao choro das crianças....uma mãe gemia sem forças seu corpo desenhava

5 marcas da angústia esgotada A partir desta estrofe, as imagens tornam-se mais claras, como se o eu do poema estivesse presente no momento de cada detalhe que é descrito. As reticências aparecem mais uma vez nesta estrofe. Aparecem antes mesmo da primeira palavra do verso, provavelmente para ter-se a impressão de que a mãe já gemia há muito tempo. Gemia angustiada de cansaço. Tem-se aqui a imagem de uma mulher, mais precisamente, uma mãe, que se encontrava em estado deplorável, judiada. Encerra-se a estrofe com um verso de única palavra: esgotada. Esta palavra pode funcionar como uma pausa. A palavra sozinha seguida de seu sentido, provoca uma extensão em sua leitura, como se este esgotamento não tivesse fim. Segue então o poema. Os farrapos que a cobriam rasgados no ruído da sua própria carne sob o selvático escárnio dos soldados indonésios em cima dela, um por um A quarta estrofe apresenta uma cena muito cruel e explícita o tratamento dado pelo exército indonésio às mulheres naqueles tempos de massacre; era a cena do estupro. O primeiro verso traz um plural e um singular; o plural revela que mais de um soldado indonésio a estuprava, e o singular revela a mulher em comum que eles estupravam. Mulher que é a mesma mãe da estrofe anterior. Depois, no segundo verso, mais um efeito de pausa causado por uma palavra isolada de complementos; rasgados. Tem-se a idéia de imagem de um soldado indonésio; eles eram farrapos rasgados. A palavra isolada funciona como pausa, que parece levar o eu-lírico a pensar na figura do soldado. A estrofe continua e, mesmo sem o uso das reticências, ou qualquer pontuação que indique continuidade, tem-se a impressão de extensão do sofrimento da mãe identificada no último verso; são soldados em cima dela, primeiro vem um, depois outro e outro, sem fim. Um pai se ofendera no último não da sua vida a mulher violada assassinada sob seus olhos Aqui, as imagens apontam, novamente, para a família, só que agora se focam no pai. Os versos mostram que a mãe esposa fora violada diante de seus olhos. Tais atrocidades eram cometidas pelos soldados indonésios que, quando queriam informações, capturavam conhecidos e familiares de seus reféns timorenses e, com objetivo de conseguir informações do paradeiro dos grupos de resistência ou qualquer outra informação valiosa,

6 torturavam estas pessoas na frente de seus reféns e, logicamente, conhecidos. Percebe-se a humilhação à que o povo timorense era submetido. Lutavam por seus ideais, por sua independência e, como resposta, tinham decepções, falhas e morte de seus próximos. Quando jovens seios estremecem sob choque eléctrico e as vaginas queimadas com pontas de cigarros quando testículos de jovens estremecem sob choque eléctrico e seus corpos rasgados com lâminas eles lembram-se, eles lembram-se sempre: A penúltima estrofe trata dos jovens que ainda são torturados pelos soldados indonésios. Aqui há uma mudança significativa em relação às estrofes anteriores; os verbos desta estrofe estão, agora, no presente. Isto demarca que todas as gerações que passaram por sofrimentos quando eram crianças, cresceram e que no atual momento histórico de seu país tem uma missão a cumprir. A estrofe é encerrada pelos dois pontos e, após eles, a missão é revelada. A luta continuará sem tréguas! Esta é a última estrofe do poema. Esta frase carrega consigo o desejo de esperança e mudança que deseja o eu-lírico. Os verbos aqui estão no futuro e marcam que no momento da composição do poema, a batalha ainda não havia cessado. Esta última estrofe fecha o poema, mas não o conclui, pois a luta continuaria por tempo indeterminado. O eu-lirico de Gerações não limita-se apenas em Xanana Gusmão, este poema reflete a voz de todo povo timorense que sofria com o massacre indonésio. Xanana Gusmão provavelmente presenciou todas as cenas que são descritas no poema e talvez por isso a clareza de suas palavras. 2. Brasil: anos de chumbo O primeiro governo militar do Brasil foi o do General Castelo Branco, iniciado em abril de 1964, na expedição do AI-1, que, basicamente, suspendeu as imunidades parlamentares e os direitos políticos pelo prazo de dez anos de diversos políticos brasileiros, e cassou mandatos. Nesse sentido, o governo militar deu um passo importante

7 no controle dos cidadãos com a criação do Serviço Nacional de Informações (SNI), sob a chefia do General Golbery do Couto e Silva. O SNI tinha como principal objetivo a coleta e análise das informações pertinentes a Segurança Nacional, a contra-informação e a informação sobre questões de subversão interna. Em março de 1967, Castelo Branco entregou o governo ao General Costa e Silva que, em linhas gerais, concentrava as esperanças dos simpatizantes da linha dura. Os curtos anos de gestão foram marcados pela (re) articulação da oposição governamental, influenciado pelas revoluções na América Latina, e fundamentada na perspectiva de que só a luta armada poria fim ao regime militar. Tão logo, Costa e Silva decretou o AI-5, colocando em suas mãos os poderes de fechamento do Congresso Nacional, sem prazo de vigência. Ainda, estabeleceu a prática da censura aos meios de comunicação e a liberdade do cidadão feriu-se, instalando a tortura como parte integrante dos métodos do governo, desencadeando, nos grupos de luta armada, uma força contrária em suas ações o Brasil iniciava um curso de uma ditadura brutal e sangrenta (FAUSTO, 2004). Porém, um derrame cerebral, que paralisou todo o lado direito do corpo do General, o derrubou, causando um furor acerca da continuidade do sistema governamental da ditadura. O Alto Comando das Forças Armadas escolheu para presidente o General Emílio Médici que, sem dúvida, fez de seu governo o período mais repressivo da história brasileira, instalando uma verdadeira caça as bruxas, pois a maioria dos grupos armados urbanos foi desarticulada, resultando, assim, a eficácia da repressão e da tortura política - esse período foi marcado pelo milagre econômico, pois combinou o extraordinário crescimento da economia brasileira, e anos de chumbo, posto que o Brasil conviveu com a repressão mais sangrenta e covarde vista em toda a sua história. Com o fim do governo Médici, inicia-se o mandato de General Ernesto Geisel que é associado ao inicio da abertura política. Esse período definiu-se lento, gradual e seguro, mas rodeado de pequenos avanços e recuos, explicados pelas pressões sofridas da linha dura, que mantinha muito de sua força e pelo desejo de controle à abertura, ao caminho de uma indefinida democracia conservadora que evitasse a chegada instantânea da oposição ao governo. Por conta disso, entende-se que tal abertura foi lenta e gradual, porém insegura, já que a linha dura se manteve como uma contínua ameaça de retrocesso (HABERT, 2003). Essa liberalização do governo, encontrada na figura de Geisel, tem uma explicação interna: o poder fora tomado pelos órgãos de repressão, produzindo reflexos negativos na hierarquia das Forças Armadas, isto é, uma corrupção no sistema da Revolução. As funções e os princípios básicos da instituição foram distorcidos, trazendo

8 riscos à integridade e, como única correção à restauração da hierarquia, se fez necessário a neutralização da linha dura, travando uma verdadeira guerra nos bastidores políticos, o abrandamento da repressão e, com isso, ordenadamente, iniciar o regresso dos militares aos quartéis. O fim da Ditadura Militar estava por vir, mas o regime quase nunca assumiu expressamente a sua feição autoritária. *** A conturbada época da Ditadura Militar brasileira, que data de 1964 a 1984, serviu de pano de fundo para diversas manifestações, sejam elas literárias, teatrais, cinematográficas, musicais etc; o fato é que o militarismo não agradava grande parte da população, e esta, de alguma maneira, achou seu próprio modo de expressar-se. Veio o golpe militar de 64 e, com ele, o baque da censura, que com o passar dos anos, foi-se fazendo dominante. Mais um choque para a população, e mais um motivo para continuar o movimento de protesto. Segundo Chico Buarque, em entrevista dada ao programa Vai passar (2005), isso estimulava o artista a inventar truques para driblar o adversário. Entre os muitos intelectuais e artistas daquele momento, impossível não citar as tantas obras de resistência compostas por Chico Buarque. Autor de letras como Deus lhe Pague (1971), Quando o Carnaval Chegar (1972), Cálice (1973), Sabiá (1968), entre tantas outras, que perturbaram a censura federal, o autor encontrara na ambigüidade das palavras a possibilidade de fazer protesto. Chico Buarque, cantor e compositor, apareceu em uma época (década de 60) em que a TV dava relativo espaço ao que dizia respeito à MPB; foram edições do Festival da Música Popular Brasileira, programas tais quais Pra Ver a Banda Passar e O Fino da Bossa (TV Record) e outras produções, que marcaram o cenário musical, juntamente com os novos estilos da Jovem Guarda e da Tropicália que começavam a ferver. As apresentações artísticas do Teatro Oficina ganhavam força e a tendência aos assuntos de cunho político-social estava cada vez mais presente. Artistas fizeram verdadeiros gritos de guerra com suas letras, como no caso de Arrastão, de Edu Lobo, Roda Viva, de Chico Buarque e Caminhando, de Vandré. As peças teatrais mantinham sua vertente engajada e o teatro universitário TUCA (São Paulo e Rio de Janeiro) apresentava Morte e Vida Severina, de João Cabral de Mello Neto, com trilha sonora produzida por Chico Buarque. De acordo com Adélia Meneses (2002, p.114), ao final para a esperança, com a proposta da vida na sua presença viva, muitas das produções daquele momento cantavam a esperança de uma unidade social sem a utopia da ditadura.

9 Mas nem só de resistência viviam as manifestações; o outro lado da moeda também existia, e nele, eram expressos o apoio ao regime militar. Em tempos de milagre econômico, o governo empenhava-se em promover o progresso e a satisfação social; a TV, mais especificamente a rede Globo (que levou a primeira edição do Jornal Nacional ao ar no dia da posse da Junta Militar, em 31 de agosto de 1969), cresceu notória e rapidamente e esbanjou elogios aos feitos do militarismo. Foram anos em que slogans e lemas, tais quais, Brasil, ame-o ou deixe-o, Quem não vive para servir ao Brasil, não serve para viver no Brasil eram divulgados a todo o momento através de adesivos, colados em carro e janelas, cartazes etc. A música também servia de instrumento para exaltação e apoio ao regime militar, como no caso de Brasil, eu te amo, de Dom e Ravel, que dizia: O chão onde o país se elevou/ A mão de Deus abençoou, Em terras brasileiras vou plantar amor/ Eu te amo, meu Brasil, eu te amo!/meu coração é verde, amarelo, branco, azul anil/ Eu vou ficar aqui, porque existe amor/ Adoro meu Brasil de madrugada". O tempo foi passando, Chico Buarque foi produzindo, assumindo pseudônimos como Julinho da Adelaide para fugir e despistar a censura e com isto, até 1978, Chico Buarque teria seu nome na mira daqueles que tratavam de censurar. A respeito dessas técnicas, disse o compositor, ainda em entrevista gravada ao programa Vai Passar (2005): Com música descobri um sistema engraçado, que era mandar uma letra enorme, com introdução, final e no miolo é que estava a letra verdadeira. Aí com esse recheio todo a letra era liberada, mas você não era obrigado a gravar toda aquela letra, com a música liberada você podia gravar um pedaço dela, aí você gravava o pedaço que era pra valer! (BUARQUE, 2005). Entre os tantos sucessos de Chico Buarque, cita-se Apesar de Você como uma das mais polêmicas letras do cantor que, segundo Marcelo Ridenti (2000, p.245), implicaria a negação do presente e a aposta num futuro no qual o homem estaria livre do julgo do capital, do trabalho desumanizante em uma fase em que a história do Brasil passava por momentos subumanos. Chico Buarque diz: A repressão se dava em todos os níveis. Quando o autoritarismo está no poder, lá em cima, cada guarda se sente poderosíssimo [...] você ser parado numa blitz policial e não ter um documento, era um risco muito grande [...] pra qualquer cidadão, um cidadão comum [...] era um clima de terror muito grande [...] o clima de insegurança reinava [...] todo mundo tinha muito mais medo da polícia do que do ladrão (BUARQUE, 2005).

10 Durante os anos de chumbo, muitos artistas, perseguidos pela censura, foram obrigados a deixar o país e, logo após o AI-5 (baixado em dezembro de 68), na data de dois de janeiro de 69, chegava a vez de Chico Buarque: Foi estando aqui 1 e recebendo notícias do que estava acontecendo, cada vez mais, coisas esquisitas no Brasil, que fui aconselhado a não voltar [...] não havia mais segurança voltar pro Brasil (BUARQUE, 2005). Quando gravou e lançou a Apesar de você, em 70, inicialmente, não teve problemas nenhum com a censura, pelo contrário, ela fez sucesso, tocava nas rádios. Mas a vitalidade da canção não durou muito, pois, de acordo com Elio Gaspari (2002, p. 221), circulou por um mês e 100 mil cópias até ser proibida. Tropas do Exército fecharam a fábrica, e todos os discos guardados no estoque foram quebrados. Tarde demais, para uma letra que já havia virado, segundo M. Ridenti (2000, p. 246), hino na cela, cantado aos berros desafinados. Apesar de você, numa primeira interpretação, pode ser lida simplesmente como mais uma música de expressão lírico-amorosa. Tem-se o eu-lírico, que canta para um você, homem ou mulher, que o magoou. A canção retrata, então, a raiva de um ser que sofre e que pretende, após toda e decepção, seguir sua vida e superar todo o sofrimento causado pela desilusão do amor. Porém, o contexto mostra que esse enunciado foi intencionalmente forjado para que a censura liberasse a canção. Na realidade, é o contexto histórico que serve de base para a explicação do sentido político-ideológico sugerido pela letra da música. Hoje você é quem manda Falou, tá falado Não tem discussão Em Hoje você é quem manda há uma apresentação da situação caótica em que se encontrava a vida social brasileira. O verbo manda pode representar a ação da figura de um mandante e, logo, implicar aqueles que o obedecem. Dentro desse contexto, tem-se o presidente Médici ( ) como mandante e o povo brasileiro como os obedientes, embasado no AI-5 2 que o legitimou como figura central do poder Executivo, visto o fechamento dos Legislativo e Judiciário. No trecho Falou tá falado/não tem discussão pode-se ler o autoritarismo da época, a não-voz do povo, que nada podia contestar. O general Médici, antes visto como calmo e solícito, segundo E. Gaspari (2002, p. 126), surpreendeu, pois durante seu mandato institucionalizou a censura e, conseqüentemente, as 1 Em entrevista dada ao programa Vai Passar (2005), no qual Chico Buarque relata os tempos da ditadura militar, o cantor encontrava-se em Roma. 2 O general Médici estava presente quando Costa e Silva reuniu o Conselho de Segurança Nacional para assinar o Ato Institucional nº5 e seu voto de aprovação deu-se no mesmo momento.

11 torturas para aqueles que desacatassem o Estado. Anteriormente, o General Emílio Garrastazú Médici, juntamente com Geisel, já havia ordenado, de acordo com o próprio E. Gaspari (2002, p. 137), o regime de 64 em torno da anomalia institucional do AI-5 ; o próprio presidente ainda afirmou Eu posso. Eu tenho o AI-5 nas mãos e, com ele, posso tudo, conforme E. Gaspari (2002, p. 129). Você que inventou esse estado E inventou de inventar Toda a escuridão Nesse trecho, pode-se entender mais uma crítica ao Estado ( você ), que inventou aquele estado sócio-político de caos ( Toda a escuridão); o caos da repressão. O inventou de inventar pode implicar numa crítica ao Estado quanto a sua capacidade de gerenciar o estado, entendido como se todas as leis e mandatos não tivessem sido pensadas, dentro de um conjunto governamental, mas jogados a esmo para que todo o povo cumprisse sem questionamentos a ordem vigorada. Há aqui, implícito, como contraponto, a idéia de fiat lux (fez-se a luz) invertido. Ao contrário da criação original, em que da escuridão nasceu a luz, o governo militar esforçou-se para criar a escuridão. O resultado deste estado de caos total acabava então em uma escuridão, conseqüência do regimento do Estado. Essa escuridão leva à falta de luz, à falta de sabedoria dos militares que estariam perdidos em algum lugar, especialmente nos seus atos inconseqüentes. Assim, os militares estariam cegos. O governo mantinha-se na sua própria escuridão e o povo brasileiro pagava por esta cegueira. O pecado lido neste bloco pode ser interpretado como o caos inventado pelo Estado. A palavra pecado tem o seu sentido vinculado à religião. Nos tempos ditatoriais no Brasil, a Igreja assumiu um papel de apoio cristão à causa revolucionária, indo de encontro aos ideais governamentais e adquirindo força política por meio de missas e atos ecumênicos que celebravam a liberdade de expressão e o fim das torturas. A exemplo disto tem-se a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, que, em junho de 1964, fez um pronunciamento ambíguo sobre o regime. Por um lado defendiam o regime, segundo trecho do discurso reproduzido em E.Gaspari (2002, p. 239) Deus, que atendeu as orações de milhares de brasileiros e nos livrou do perigo comunista, agradecemos aos militares (...) se levantaram em nome dos supremos interesses da Nação, e por outro, sugeriam, ainda segundo E.Gaspari, que a ação militar deve consolidar a vitória mediante o expurgo das causas de desordem, entretanto, o critério da correção e os métodos a serem empregados [...] não são atribuição da força como tal, mas de outros valores, sem os quais a força não passaria de arbitrariedade, de violência e tirania. Que os acusados tenham o sagrado direito de defesa e não se transformem em objeto de ódio ou de vindita (2002, p. 239).

12 Existe, também, o caso de um sacerdote (de nome desconhecido) de Belo Horizonte, que, em 1969, iniciou seu trabalho, em segredo, de coleta de entrevistas com jovens que haviam sido torturados pelas milícias. Este sacerdote trabalhava com um grupo de jovens, e, a partir do momento em que resolveu gravar suas histórias, destinou todo o material à Conferência Nacional dos Bispos. Logo, para o todo da palavra pecado dentro de seus valores religiosos, deve haver perdão aos pecadores, aos condenados, perdão este esquecido pelo governo militar. Aqueles que manifestassem seus direitos ou questionassem as autoridades, eram punidos sem qualquer direito à defesa própria. Para o eu-lírico, o Estado pode ter-se esquecido de inventar o perdão porque é pecador constante quando mantém o caos social. Apesar de você Amanhã há de ser Outro dia É possível detectar aqui, a voz de uma esperança demarcada pelo advérbio amanhã que contrasta com o advérbio Hoje do início da letra. Este significa a situação do momento, a Ditadura Militar, e aquele, o dia esperado pelo eu-lírico, a expectativa do fim do período ditatorial, de um futuro próximo mais justo, sem as ameaças militares. Mesmo com o você que interfere no presente, há o pensamento certeiro num futuro promissor. Como vai abafar Nosso coro a cantar Na sua frente Este conjunto de versos traz uma carga relevante em seu possível significado. No primeiro, Como vai abafar, pode ser lida uma crítica às explicações dadas pelas autoridades em relação ao desaparecimento de pessoas e as causas de morte de outras. As mortes ganhavam versões falsas de atropelamentos, morte em tiroteio ou morte natural; eram divulgadas pelos meios de comunicação ou o Estado negava ter feito as prisões e assim a impunidade reinava. Segundo M. Ridenti : assim apesar de uma ou outra operação guerrilheira bem-sucedida, a ação policial-militar desmantelou rapidamente os grupos guerrilheiros, especialmente entre 1969 e 1971, não hesitando em assassinar e torturar seus inimigos (RIDENTI, 2000, p. 41).

13 Desta maneira, os militares abafavam escândalos, sumiços e a própria violência propagada por eles, afinal, a violência era explicada como sinônimo de segurança utilizada constantemente para eliminar qualquer tipo de oposição. Dando continuidade à análise, tem-se o verso Nosso coro a cantar em que o eulírico, mais uma vez, assume sua posição dentro da sociedade brasileira. O coro, que em seu significado greco-latino carrega o sentido de unidade coletiva, de grupo, de voz e julgamento moral, é o cantar do povo brasileiro que, unido, toma frente à revolução. A população já não esta mais falando de lado e olhando pro chão, como na primeira estrofe. Aqui ela se apresenta cara a cara com o Estado. Você vai se dar mal Etc. e tal O eu-lírico dá a sua sentença à ditadura afirmando que aquele estado não irá pra frente, que chegará a seu fim ( Você vai se dar mal ). O eu-lírico anuncia que ainda vive no cenário da ditadura (pois o Estado ainda irá se dar mal) mas que, mesmo não sabendo como, tem a certeza de que aqueles dias terão fim. Talvez, por isso, utiliza-se das palavras etc. e tal, para deixar a incógnita do desfecho daquele período. O corpus de análise do presente trabalho pertence à homens bravos, que lutaram, cada um a sua maneira, pela liberdade. Chico Buarque compôs verdadeiras canções de resistência, participou de passeatas e aderiu à movimentos contra a ditadura; Xanana Gusmão foi guerrilheiro e tornou-se líder em um do mais importantes grupos de resistência ao domínio indonésio. Chico Buarque foi exilado, Xanana Gusmão foi preso. Nem por isso esqueceram-se de sua pátria. Antes de realizar-se qualquer análise, fez-se necessário traçar um panorama histórico-cultural de cada país para que os objetivos do trabalho fossem alcançados com sucesso, afinal, o carro-chefe deste trabalho é, justamente, a influência dos contextos históricos na instauração dos sentidos das obras. Provou-se que a voz refletida em cada texto não diz respeito apenas a seus enunciadores; essa voz é reflexo de muitas outras vozes que, juntas, faziam parte das nações timorense e brasileira. Vale ressaltar que Xanana Gusmão e Chico Buarque eram, antes de tudo, cidadãos integrantes de gerações politizadas. ***

14 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BAKHTIN, Mikhail. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec, BOSI, Alfredo. Literatura e resistência. São Paulo: Companhia das Letras, CUNHA, C. João Solano da. A questão de Timor-Leste: origens e evolução. São Paulo: Instituto Rio Branco, FAUSTO, Boris. História Concisa do Brasil. São Paulo: Edusp, GASPARI, Elio. A ditadura envergonhada. São Paulo: Companhia das Letras: GUSMÃO, Xanana. Mar meu. Timor-Leste: Granito, Editores e Livreiros, HABERT, Nadine. A década de 70: Apogeu e crise da ditadura militar brasileira. São Paulo: Ática, LAFETÁ, L. João. A dimensão da noite. São Paulo: Editora 34, MAINGUENEAU, Dominique. Análise de textos de comunicação. São Paulo: Cortes Editora, MAINGUENEAU, Dominique. Discurso literário. São Paulo, Editora Contexto, MATHIAS, K. Suzeley. Distensão no Brasil: o projeto militar ( ). São Paulo: Papirus Editora, NETO, M. João Cabral de. Antologia poética. Rio de Janeiro: José Olympio, PEREIRA, B. Helena. Língua, literatura e cultura em diálogo. São Paulo: Mackenzie, SANT ANNA, L. Silvio. Timor-Leste: este país quer ser livre. São Paulo: Martin Claret, SOUZA, C. Cristina da. O discurso de oposição de Chico Buarque de Hollanda na ditadura militar brasileira. Dissertação (Mestrado em Crítica literária e literatura) Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, WALDMAN, Maurício; SERRANO, Carlos. Brava gente de Timor: a saga do povo maubere. São Paulo: Xamã, 1997.

15 REVISTAS CULT. Chico Buarque: em prosa e verso. São Paulo: Editora 17, O SEMANÁRIO. Jornal de Timor-Leste. Set DVD/CD CHICO BUARQUE DE HOLLANDA. Vai passar. São Paulo: EMI Music Brasil Ltda, CHICO BUARQUE DE HOLLANDA. Perfil. São Paulo: Globo Polydor, SITES

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