SABERES COLONIAIS, TECNOLOGIAS MIMÉTICAS: Ricardo Roque

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1 SABERES COLONIAIS, TECNOLOGIAS MIMÉTICAS: A administração de usos e costumes em Timor Leste no final do século XIX 1 Ricardo Roque Institute of Social Sciences, University of Lisbon Av. Prof. Aníbal Bettencourt, 9, Lisboa, Portugal This paper is in draft form. You are welcome to cite it, but please reference it appropriately for instance in the following form: Ricardo Roque, Saberes coloniais, tecnologias miméticas: a administração de usos e costumes em Timor Leste no final do século XIX, online version of 27 th October 2010, available at (downloaded on [date of access]) This is a version of the paper to be published as: Ricardo Roque, Saberes coloniais, tecnologias miméticas: a administração de usos e costumes em Timor Leste no final do século XIX, in Kelly Silva and Lucio Sousa, ed., collection of essays on the anthropology of Timor Leste (forthcoming). Please refer to this book publication for the final text. * * Este texto aborda o programa de conhecimento de usos e costumes do governo colonial português em Timor Leste, a partir de um enfoque na racionalidade mimética que presidia à sua concepção e ao seu exercício. Na antropologia e nos estudos coloniais, marcados desde as décadas de 1970 e 1980 pela viragem cultural e pelas leituras de Michel Foucault, Edward Said, ou Bernard Cohn, a ideia de que conhecimento e poder mantêm uma relação estreita nos processos de administração e dominação colonial tornou-se central e axiomática. 2 O colonialismo enquanto fenómeno económico, militar, ou político, não é concebível, conforme condensou Nicholas Dirks, sem estar baseado numa variedade de tecnologias culturais 1

2 relacionadas de forma complexa. 3 Neste sentido, surpreende, talvez, se exceptuarmos as indagações pioneiras de Michael Taussig sobre a lógica do terror colonial na Colômbia do final de Oitocentos, que esta cumplicidade entre saber e poder colonial não tenha sido espreitada a partir do potencial imaginativo e analítico das ideias de mimese e imitação. O trabalho de Taussig é bem conhecido na antropologia e no estudo do (pós)colonialismo. Porém, a sua conceptualização da violência imposta pelos colonizadores brancos sobre os corpos indígenas enquanto mimese da mimese, reflexo, vertido na prática, de uma imagem da alteridade do Índio enquanto selvagem projectada pelos próprios colonizadores sobre os indígenas, não tem sido efectivamente explorada no que respeita, em particular, ao estudo da relação colonial, das actividades de administração e das suas formas de conhecimento. 4 Este texto pretende contribuir para colmatar esta relativa ausência, repondo a imitação como elemento constituinte da teoria e da prática europeias de colonização e propondo tratar as tecnologias culturais do colonialismo enquanto tecnologias miméticas. Duas questões, duas hipóteses, servem de partida para a breve exploração que aqui ensaio sobre este tema. Em primeiro lugar, em que medida poderão os regimes coloniais de saber antropológico ser pensados em conexão com formas coloniais de governo cuja orientação estratégica reside na produção de imagens de alteridades indígenas (objectivadas como diferentes, inferiores, primitivas, e/ou selvagens ) bem como na sua respectiva cópia e reprodução? Se assim for, em segundo lugar, poderá o princípio da relação colonial de governo consistir na subordinação a uma racionalidade mimética de acção que vise, dominantemente, a incorporação da alteridade e a sua repetição, na prática e pela prática ao contrário da suposta subordinação a um princípio assimilador que vise somente a transfiguração do outro colonizado à imagem do eu colonizador? Neste texto pretendo experimentar uma resposta positiva a estas duas questões. Tomarei como objecto de reflexão um caso específico: o programa colonial de estudo de usos e costumes expressão corrente usada no período colonial para designar, em geral, as tradições e o direito costumeiro ou consuetudinário das sociedades nativas promovido e desenvolvido na colónia portuguesa de Timor Leste pelo então governador da colónia, José Celestino da Silva, na transição do século XIX para o século XX. Neste contexto, sugiro aqui que o trabalho de conhecer e escrever sobre costumes e leis timorenses foi concebido e empreendido pelos administradores no quadro de uma estratégia de governo baseada, prioritariamente, numa pragmática da preservação e da repetição e, secundariamente apenas, numa pragmática de transformação de tipo civilizador. A minha hipótese é a de que o estudo de costumes 2

3 indígenas advogado e praticado pela administração colonial neste momento histórico tomava a forma de tecnologia mimética de governo, isto é, de um saber em gestação destinado a apoiar instrumentalmente um modo de governo da justiça moldado à imagem do que se percebia ser a lei tradicional timorense. Interessa-me, pois, o potencial mimético da imagem colonial dos usos e costumes para constituir realidades de colonização, para gerar consequências materiais efectivas e acções coloniais a ela conformes. Neste contexto, entendo por isso que é irrelevante insistir na questão de saber se o resultado epistémico desses discursos e imagens mantinha, ou não, referência a uma putativa legalidade indígena tradicional real. Para além deste ponto, portanto, não tenciono envolver-me na literatura sobre o tema do direito costumeiro ou na discussão da sua realidade tradicional ou fictícia invenção colonial, que tanto tem marcado literatura recente sobre o assunto. 5 Não tenciono igualmente aprofundar aqui as possibilidades comparativas do argumento que proponho para Timor, o que comportaria pesquisa e exploração empíricas para além do espaço deste texto. A minha intenção consiste em, partir dos exemplos de Timor colonial, dar corpo a uma hipótese analítica, sugerindo a interdependência entre um modo de saber antropológico objectivador de usos e costumes indígenas e um modo colonial de governo centrado na preservação e repetição instrumental desses costumes. Desta perspectiva, portanto, sustentarei que, no contexto histórico analisado, as etnografias coloniais sobre usos e costumes em Timor constituíram um modo de saber implicado numa pragmática de administração colonial assente num duplo princípio: mimetização máxima e modificação mínima das tradições político-jurais locais. O texto está estruturado em duas partes. Começo por descrever, sumariamente, o programa de administração da lei, da justiça e, em geral, da ordem político-militar, defendido pelo governador da colónia, em sintonia com certas doutrinas de colonização correntes na metrópole. Este programa pressupunha que, tanto a concretização do ideal de civilização e evolução social de povos selvagens, quanto a eficácia do governo das populações da ilha implicava, por um lado, a produção de conhecimento sobre as sociedades timorenses, e, por outro lado, a reprodução fiel de ritos e leis observados e descritos como indígenas ou timorenses. Na segunda parte procuro sugerir que o estudo de costumes timorenses fazia parte integrante deste programa, referindo-me às expressões que este conhecimento parece ter assumido. 3

4 Os comandos militares e a regulação do governo jural O coronel Celestino da Silva assumiu o posto de Governador da colónia de Timor em 1894, mantendo-se no posto durante uns longos e invulgares 14 anos. O seu estilo governativo, pragmático e autoritário, adquiriu aura carismática na literatura colonial do século XX, valendo-lhe a eleição como grande responsável pelas campanhas militares que conduziram à dita pacificação e moderna ocupação da parte portuguesa da ilha. Em 1896, dois anos apenas após a sua chegada a Timor, o novo governador conseguia do governo imperial a tão desejada autonomia administrativa do distrito em relação ao governo de Macau, e mostrava-se especialmente determinado na repressão de insurreições e na reforma da administração. Tal como os seus antecessores, o governador lutava com grande isolamento e com múltiplas dificuldades financeiras e administrativas. 6 Perante tantos constrangimentos, o seu plano de desenvolvimento passava pela reforma do modelo territorial da administração, doravante totalmente centrado na presença reforçada de oficiais militares portugueses no interior. O propósito de Celestino da Silva consistia em expandir e melhorar a existente organização territorial em distritos militares por si rebaptizados com o título de comandos militares, colocando à testa de cada distrito mais e melhores oficiais portugueses. Aos oficiais cabia representar o governo nas suas relações com as sociedades indígenas, em especial actuando como executores da lei e do comando do governador no seio dos vários reinos, expressão utilizada pelas autoridades coloniais para designar as unidades sociopolíticas timorenses. Uma sólida rede territorial de comandos militares formava a espinha dorsal do projecto de Celestino da Silva para desenvolver e civilizar a colónia. Mas a razão de ser dos comandos residia no papel a desempenharem na administração dos assuntos jurais das comunidades na regulação da justiça e da guerra e, em geral, na relação do governo com a autoridade das classes aristocráticas timorenses que presidiam aos destinos políticos e judiciais dos reinos, nomeadamente os liurais que detinham o título de reis em face do poder colonial. À parte o governador (ele próprio, por norma, um militar de carreira), visto como uma autoridade superior em matéria de justiça dentro e entre os reinos, os oficiais do exército eram os delegados europeus do governo cuja acção em matéria político-jural tinha condições de ser reconhecida entre os timorenses, desde longa data. 7 Tal era, pelo menos, a perspectiva defendida pelo governador. Entre as razões alegadas para a sua intenção de reforçar a autoridade dos militares, encontrava-se o facto de a autoridade jural dos oficiais ser exercida desde tempos imemoriais, e como tal aceite pelos próprios timorenses. Para o 4

5 governador, a aceitação da autoridade militar pelos nativos radicava num motivo fundamental: é que a justiça praticada pelos europeus nos comandos era executada em obediência perfeita aos usos e costumes de cada reino, ao direito tradicional timorense conforme este se apresentava nas suas variações locais, consoante o reino. Os comandantes militares, argumentou Celestino da Silva numa carta ao Ministro da Marinha e Ultramar em 1897, já desde épocas muito remotas fazem as chamadas 'justiças' [ ], decidem não em face do Código Civil, mas segundo os usos e costumes dos povos, e estes procuram-nos porque a justiça é ministrada gratuitamente, e ficam satisfeitos com as decisões, que segundo também os usos e costumes são tomados em termo, feito perante testemunhas e assinado por elas e pelos litigantes. 8 Segundo este governador, então, a autoridade jural e política dos comandantes militares nos comandos (e bem assim da própria figura do governador, em Dili), era aceite sem oposição pelos timorenses porque a justiça exercida pelos colonizadores não era, na verdade, europeia. Era, ao contrário, uma edição, uma réplica, de modelos indígenas. A seu ver, as justiças dos militares espelhavam aquilo que os timorenses consideravam ser a sua lei, os seus estilos, os seus usos e costumes. Por outras palavras, o exercício da justiça colonial dos oficiais europeus era reclamada como benéfica para o colonialismo português em Timor porque se fazia à imagem da lei indígena porque era (e devia ser) uma cópia fiel, uma espécie de facsimile, das leis e da justiça timorenses. Por conseguinte, a mimetização, na administração colonial, desses costumes tradicionais percebidos como autenticamente indígenas era entendida como forma de expandir e reforçar o poder português ainda que fosse desejável, num futuro mais ou menos distante ditado pelas universais leis científicas da evolução, a substituição lenta dos princípios locais pela superior legislação europeias. 9 Esta racionalidade mimética de governação adquiriu expressão visível em , no projecto de adaptação a Timor do regulamento de administração da justiça no ultramar aprovado pelo governo de Lisboa em 1894, proposto pelo mesmo governador com a assessoria e participação influentes do juiz de direito em Dili, Albano de Magalhães. Uma afirmação peremptória no relatório que acompanhava a proposta de regulamento revelava bem a lógica que devia reger a prática do governo da justiça. Isto é: a primazia a dar à incorporação dos modelos indígenas, em detrimento da imposição universalista de normas europeias e da acção civilizatória de tipo assimilador: Temos de os amoldar ao nosso modo social, afirmava-se, mas para isso temos primeiro de nos amoldarmos nós ao modo social deles. 10 Transcrevo um 5

6 pouco mais deste trecho iluminador do sentido mimético da acção governativa no que respeitava à justiça: Pretender obrigá-los a aceitar e respeitar as actuais instituições é demorar-lhe o familiarizarem-se com a nossa maneira de julgar. Temos de os amoldar ao nosso modo social, mas para isso temos primeiro de nos amoldarmos nós ao modo social deles; a mudança há-de ser gradual, suave, imperceptível quase para não causar constrangimentos e abalos no espírito receoso dos indígenas. 11 O argumento em defesa da adaptação das leis a Timor advogado por Celestino e secundado por Magalhães era sustentado por uma teoria da administração jurídica colonial, em voga na Europa ilustrada da época, cristalizada em torno da noção de doutrina da especialização : a ideia segundo a qual as leis deviam conformar-se ao estado social e cultural de cada povo, especializando-se em função da sua posição na escala da evolução humana. As colónias, escreveria o Juiz Albano de Magalhães no seu compêndio de 1907, organismos especiais nos seus modos de ser, têm de ter, como todos os organismos, leis adequadas à sua existência, moldadas no seu estado social, adaptadas às suas condições morais, económicas e políticas; leis formuladas pela observação serena das condições existentes, e nunca abstractamente feitas, ao capricho da fantasia! 12. Assim, uma estratégia mimética de administração apoiada no princípio da observação das condições existentes e equilibrada retoricamente por um vocabulário racialista e pela adesão a princípios evolucionistas de lenta e gradual mudança sociocultural atravessou as várias reflexões sobre o desenvolvimento do distrito manifestadas pelo governador Celestino na sua correspondência com a metrópole. É no contexto deste modelo que, julgo, ganha significado o apelo expresso pelo mesmo governador para que os administradores militares estudassem, a fundo, os usos e costumes timorenses chegando a empenhar-se directamente o governador nesse trabalho. Passemos então aos projectos de saber articulados no âmbito deste estilo administrativo que parecia querer instaurar-se em Timor no fim do século XIX e inícios do século XX. Saberes coloniais de usos e costumes na prática da administração A necessidade de conhecer, de forma engajada, as leis locais estava na base da administração. Celestino da Silva orgulhava-se de falar várias línguas indígenas, de conhecer diferentes costumes locais e de, escreveu, administrar a justiça segundo os 6

7 estilos timores, ao abrigo de um programa político de preservação dos antigos costumes e organizações locais, o qual abdicava, temporariamente, da civilização dos povos. 13 Para dar o desenvolvimento necessário ao progresso agrícola, afirmou este governador em 1897, para manter a ordem, para acabar com as guerras, é necessário mais alguma coisa do que criar escolas e quintas modelos; é necessário estudarmos o direito consuetudinário dos povos, o regímen de propriedade; enfim, os usos e costumes, e promulgar para eles leis especiais. 14 Os oficiais do exército à frente dos comandos militares estavam em posição ideal para cumprir este desiderato. A eles, sobretudo, cabia a tarefa de adquirir conhecimento sobre os tantos e tão diversos usos e costumes das comunidades sob sua jurisdição. Era, para mais, um dever de cada oficial conhecer de cor as leis e preceitos tradicionais, a tomar em conta nas suas sentenças judiciais e nas relações com a aristocracia timorense. Assim, nas Instruções aos comandantes militares preparadas sob a égide de Celestino da Silva e publicadas em 1896, era ordenado aos oficiais nos comandos o estudo do carácter dos povos e a sua história. 15 Os oficiais e administradores eram pois idealizados como conhecedores e reprodutores fiéis de outras normas, timorenses, estabelecidas por tradição, as quais deviam incorporar deliberadamente no seu quadro de competências. O estudo e a observação sistemática dos diferentes costumes e usos do indígena eram a auto-disciplina a seguir até à sua desejada incorporação no habitus do administrador militar, a ponto de este poder aplicá-las, de cor, sem hesitação, nos arbítrios judiciais. Na medida em que esta incorporação da idealizada alteridade da norma e do direito europeus fosse conduzida de forma fidedigna, constante, conscienciosa por todo o oficial português com responsabilidades administrativas, as frequentes guerras de Timor poderiam mesmo ser evitadas e assistir-se-ia, por fim, ao desejado desenvolvimento agrícola. Os timorenses, escrevia o governador: só recorrem às armas quando não são atendidos, ou quando o oficial não se dedica ao estudo dos seus costumes, por isso estabelecer comandos militares e entregá-los a oficiais honrados e dedicados ao exercício das suas complicadíssimas atribuições é pôr termo às guerras e ao atraso agrícola que elas causam. 16 Era também intenção do referido governador que este trabalho de observação e verdadeira incorporação através da prática dos costumes locais culminasse, no futuro, na formalização escrita de um código de leis indígenas, à imagem, aliás, do que se fazia, ou tencionava fazer, em outras colónias e impérios. O projecto de codificação 7

8 de usos e costumes estava em voga na política colonial do fim do século XIX, parecendo formatar a racionalidade mimética através da fixação escrita de uma imagem idealizada e inflexível da alteridade do direito indígena. No caso de Timor, quer durante, quer após o governo de Celestino, a codificação permaneceu um ideal perseguido, mas talvez nunca realizado plenamente, não obstante os esforços de alguns dos seus sucessores, nomeadamente Eduardo Marques. 17 É pois possível que, em lugar da implantação de uma codificação efectiva, se tenha estado perante um modo de conhecimento entrosado em práticas e quotidianos de administração. Na verdade, ainda que não vertido na forma de um código escrito de leis, o conhecimento dos costumes esteve intimamente articulado com o sentido prático da acção e do quotidiano político, judicial e guerreiro dos militares portugueses. 18 Este era ainda um saber que aparecia muitas vezes na forma e no conteúdo de relatos literários de circuito administrativo. Com frequência apenas em formato manuscrito, não publicado, o saber colonial sobre usos e costumes circulava no interior dos trâmites informacionais da actividade administrativa, na qualidade de relatórios, ofícios, cartas e, talvez, questionários. 19 É exemplar, a este respeito, o próprio trabalho de Celestino da Silva. Em 1901, o governador remeteu ao Ministro dos Negócios da Marinha e Ultramar, na forma e no estilo de relatório, um desses peculiares produtos literários resultantes da observação de usos e costumes timorenses. 20 No relatório, o governador alongava-se em comentários, digressões e descrições antropológicas sobre história, raças, línguas e costumes de Timor, detendo-se em especial nos procedimentos costumeiros referentes à eleição e nomeação de reis indígenas. Celestino da Silva afirmava aqui que adoptava, na sua prática de governação, os antigos usos e costumes timorenses de eleição e nomeação de reis ou régulos embora mantivesse como vagamente desejável num futuro mais ou menos longínquo terminar-se com o poder dos régulos e a vigência do direito costumeiro. Contudo, no mesmo passo que confessava a sua obediência exacta aos usos timorenses relativos a esse costume imemorial de eleição de chefes, explicava que os portugueses tinham participado activamente na sua formação histórica. Nas palavras de Celestino da Silva: o régulo foi imposto aos pequenos estados submetidos pelo governador, e da autoridade deste lhe deriva todo o poder. A eleição foi uma condescendência dos primeiros governadores, uma artimanha política, de que se serviram para diminuir ou anular dificuldades, e que passou para os costumes, para os 'estylos' como regra. 21 A ressalva é importante, uma vez que abre um novo e importante eixo de questionamento sobre a racionalidade mimética da governação colonial em Timor. Trata-se da possibilidade de 8

9 os costumes indígenas tomados como referente de alteridade para a estratégia colonial de imitação da justiça possuírem, afinal, uma origem colonial, uma quota-parte portuguesa. Isto é: o que os portugueses do século XIX percebiam como costumes e instituições timorenses no domínio da política e da justiça podia também corresponder a práticas e regras introduzidas pelos próprios portugueses em séculos passados. Conclusão No tocante à administração colonial da justiça e da autoridade política, sugeri aqui que, em Timor Leste na transição para o século XX, nos deparamos com o que parece consistir numa aliança entre um modo de governo estrategicamente organizado por uma racionalidade mimética, e um modo de saber, arquitectado ao seu serviço, que toma a forma de tecnologia mimética de conhecimento e poder. Para esta orientação administrativa, contava, em primeiro lugar, a capacidade de fazer reger a autoridade europeia por princípios, regras, tradições e costumes locais costumes reconhecidos como distinta e genuinamente timorenses, com força de lei, os chamados estilos. Este modo de governo era desenhado de modo a implicar processos de saber de tipo antropológico que, ao constituírem os usos e costumes indígenas enquanto realidade diferente da ordem jurídica europeia, serviriam a incorporação na própria prática administrativa da alegada alteridade dos usos e costumes timorenses. Ou seja: um conhecimento orientado para gerar relatos, descrições, imagens do Outro capazes de articular, na prática, a reprodução desse mesmo Outro não importando aqui se essas imagens eram reais ou fictícias. É possível que, muitas vezes, os usos e costumes timorenses descritos por estes relatos não correspondessem à idealizada alteridade perfeitamente fixa e delimitada. Pois o que nos sugere também os conteúdos desse mesmo saber colonial sobre usos e costumes é o importante papel que os portugueses parecem ter tido na sua formação e activação, ao longo dos séculos da sua presença em Timor. Este elemento adiciona complexidade à linearidade aparente da racionalidade mimética advogada pelos colonizadores. Afinal, em alguns casos, os colonizadores de Oitocentos, ao argumentarem copiar o Outro, estariam também a reeditar-se a si mesmos, a incorporar na prática colonial a representação parcial de um Eu passado. Neste sentido, em especial no caso de Timor, o estudo histórico e antropológico da pragmática da imitação colonial inscrita no que chamei de racionalidade mimética de governo deverá atender a uma importante dimensão: a profundidade e longevidade histórica das interacções entre Europeus (os portugueses, mas na zona de fronteira, 9

10 também os holandeses) e Timorenses no plano jural, nomeadamente o facto de, ao longo dos séculos, esta interacção se ter alimentado, de forma variável e contingente no tempo e no território, de processos de imitação mútua. Tendo em conta futuros desenvolvimentos da hipótese apresentada neste ensaio dois aspectos adicionais devem ser apontados. Por economia do argumento privilegiei aqui os materiais empíricos que dão desta racionalidade mimética a sua expressão local ou colonial, no quadro restrito do governo de Timor num curto momento histórico. Referi-me já a importância de ver estes processos na longa ou média duração das interacções entre Europeus e Timorenses desde, pelo menos, os séculos XVII e XVIII. Todavia, e não obstante a autonomia relativa destes processos no caso timorense, importa sublinhar ainda dois pontos comparativos que, embora não explorados aqui, devem ser contemplados numa compreensão mais ampla deste fenómeno. O primeiro diz respeito às relações variáveis que a racionalidade governativa em Timor manteve com a política imperial proposta a partir da metrópole, ao longo do tempo. Essa relação, no caso de Timor, foi em muitos momentos problemática e conturbada. Mas no período em análise, por exemplo, essa relação foi virtuosa. O modelo mimético advogado em Timor foi reconhecido e legitimado pela metrópole através da aprovação da adaptação do regulamento geral da justiça ultramarina à colónia de Timor. Tal facto revela a sintonia que os argumentos locais mantiveram então com os princípios tardo Oitocentistas de administração jurídica colonial e de constituição da cidadania em Portugal que sublinhavam o valor do princípio da diferenciação e da especialização em oposição ao modelo liberal assimilador e universalista. 22 O segundo aspecto prende-se com as circulações de modelos e ideologias administrativas relativas a usos e costumes, entre diferentes impérios e diferentes colónias (quer dentro do império português, quer para além dele) circulações também elas potencialmente imitativas. Refiro-me à possibilidade de ver na administração mimética de costumes um modelo de governamentalidade colonial mais abrangente na política imperial e colonial do século XIX, cujas articulações não se restringem ao que defendiam os administradores portugueses. Com efeito, é provável que, na defesa deste modelo nesse período histórico, se tenha procurado inspiração e legitimação em imagens e doutrinas originárias de outras nações europeias ou de outras colónias e impérios. No caso de Timor, isto inclui não só a referência das vizinhas colónias do império holandês, mas também o imaginário do exemplo inglês, o império britânico tantas vezes elogiado e elegido no discurso colonial português da época como modelo a imitar. Estas relações e circulações, contudo, estão por investigar. 10

11 Notas 1 Uma versão inicial deste artigo foi apresentada no IV Congresso da Associação Portuguesa de Antropologia, em Setembro de O texto constitui um produto preliminar de uma pesquisa sobre o estudo e governação de usos e costumes em Timor, enquanto modalidade das múltiplas expressões da imitação colonial no império português dos séculos XIX e XX. Este trabalho resulta do projecto Mimetismo Colonial na Ásia e África Lusófonas, em curso no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (PTDC/CS-ANT/101064/2008). 2 A bibliografia a este respeito é longa. As referências seminais desta tradição podem localizar-se nos trabalhos de Edward Said, em especial Orientalism (Londres: Penguin, 1978), e de Bernard S. Cohn, coligidos em An Anthropologist Among the Historians and Other Essays (Oxford: Oxford University Press, 1987) e Colonialism and Its Forms of Knowledge (Princeton: Princeton University Press, 1995). 3 Nicholas Dirks, Introduction: Colonialism and Culture, in Nicholas Dirks (ed.), Colonialism and Culture, Ann Arbor, University of Michigan Press, 1995, p Cf. Michael Taussig, Shamanism, Colonialism, and the Wild Man. A Study in Terror and Healing (Chicago: University of Chicago Press, 1987). Ver também: Michael Taussig, Mimesis and Alterity: A Particular History of the Senses (New York: Routledge), esp. pp Compare-se, para outro tipo de usos recentes do trabalho de Taussig no contexto da história imperial e colonial, Natacha Eaton, Between Mimesis and Alterity: Art, Gift, and Diplomacy in Colonial India, , Comparative Studies in Society and History, 46:4 (2004), pp Da perspectiva sobretudo da literatura e dos estudos culturais: Barbara Fuchs, Mimesis and Empire. The New World, Islam, and European Identities (Cambridge: Cambridge University Press, 2001). Importa observar que, na esteira dos influentes estudos de Paul Stoller e de Homi Bhabha, o tratamento convencional dos temas da mimese e da imitação tem privilegiado quase em exclusivo os fenómenos miméticos protagonizados pelos colonizados. Cf. Homi Bhabha, Of Mimicry and Man: The Ambivalence of Colonial Discourse, October 28 (1984): ; Paul Stoller, Emboding Colonial Memories: Spirit Possession, Power, and the Hauka in West Africa (New York: Routledge, 1995). 5 A tensão atravessa em especial a reflexão e as controvérsias sobre a questão do pluralismo jurídico, nomeadamente em contextos africanos. Para um texto em português que oferece uma concisa revisão crítica deste debate veja-se Sara Araújo, Pluralismo jurídico em África. Ficção ou realidade?, Revista Crítica de Ciências Sociais, 83 (2008), pp Aprofundo noutro texto os múltiplos componentes associados aos constrangimentos da presença colonial portuguesa em Timor neste período. Veja-se Ricardo Roque, The unruly island: colonialism s predicament in late nineteenth century East Timor, Portuguese Literary and Cultural Studies, 19 (2010), in press. 7 De notar que também os reis podiam partilhar dessas condições de legitimidade, na medida em que eram reconhecidos como delegados do governo e executores da justiça. Trato com maior detalhe o funcionamento do governo político-jural colonial português em: Ricardo Roque, Headhunting and Colonialism. Anthropology and the Circulation of Human Skulls in the Portuguese Empire, (Basingstoke: Palgrave Macmillan, 2010), esp. caps. 2 e 3. 8 Celestino da Silva para Ministro da Marinha e Ultramar, 5 Junho 1897, Arquivo Histórico Ultramarino, Lisboa, Macau e Timor, ACL_SEMU_DGU_1R_002_Cx 10,

12 9 Cf. Cristina Nogueira da Silva, Missão civilizacional e codificação de usos e costumes na doutrina colonial portuguesa (séculos XIX-XX), Quaderni Fiorentini per la Storia del Pensiero Giuridico Moderno, ( ), pp Celestino da Silva para Secretário Geral do Ministério da Marinha e Ultramar, , Lisboa, Arquivo Histórico, Macau e Timor, ACL_SEMU_DGU_1R_002_Cx 10, Ibidem. 12 Albano de Magalhães, Estudos Coloniaes. I Legislação colonial. Seu espírito, sua formação e seus defeitos (Coimbra: F. França Amado Editor, 1907), p Celestino da Silva para Ministro e Secretário da Marinha e Ultramar, 25 Jan. 1901, Lisboa, Arquivo Histórico Ultramarino, Macau e Timor, 11, ; Celestino da Silva, Relatório das operações de guerra no Districto Autónomo de Timor no anno de 1896 enviado ao Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da Marinha e Ultramar (Lisboa: Imprensa Nacional, 1897), p Ibidem, p Celestino da Silva, Instrucçoes para os commandantes militares (Macao: s.ed., 1896), p Celestino da Silva, Relatório das operações de guerra, p Em , o governador Eduardo Marques terá promovido um inquérito sistemático de levantamento dos usos e costumes tradicionais, através de um questionário lançado a oficiais e funcionários. Pouco se sabe actualmente dos processos e dos resultados desse inquérito, embora não haja notícia de qualquer código de usos e costumes timorenses com força legal, até pelo menos a década de Cf. Luís da Cunha Gonçalves, Direito Consuetudinário dos Indígenas de Timor, Memórias da Academia de Ciências de Lisboa (Classe de Letras), I (1936), Neste sentido, o tema do estudo de usos e costumes era visível também em relatórios de guerra. Foi, por exemplo, em sintonia com este programa que o secretário de governo de Timor em , capitão Eduardo da Câmara, apresentou a Celestino da Silva o seu relatório da campanha contra a rebeldia dos povos de Obulo e Marobo, com a intenção de descrever alguns usos e costumes guerreiros das tropas auxiliares sob o seu comando. Cf. Eduardo da Câmara to Celestino da Silva, 25 Maio 1895, Lisboa, AHU, Macau e Timor, ACL_SEMU_DGU_RM_005_Cx 1, Este, porém, é um campo de pesquisa que não se encontra ainda devidamente explorado, pelo que importa resguardar a possibilidade de o trabalho de pesquisa nos vir a mostrar as configurações exactas deste tipo de saber, no que toca, entre outros aspectos, aos géneros literários em que descrições de usos e costumes eram produzidos; aos circuitos de leitura em que apareceram; ou aos efeitos concretos gerados nas práticas de administração. 20 Celestino da Silva para Ministro e Secretário da Marinha e Ultramar, 25 Jan. 1901, Lisboa, AHU, Macau e Timor, ACL_SEMU_DGU_1R_002_Cx 11, O estudo detalhado deste relatório encontra-se actualmente em curso. 21 Ibidem. 22 Cf. Cristina Nogueira da Silva, Constitucionalismo e Império: A Cidadania no Ultramar Português (Coimbra: Almedina, 2009). 12

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