Capítulo 1. Foto: Magno Botelho Castelo Branco

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2 RELATÓRIO DA REUNIÃO PARA IDENTIFICAÇÃO DE TEMAS EM BIODIVERSIDADE PARA COOPERAÇÃO E INTERCÂMBIO ENTRE OS PAÍSES DA AMÉRICA DO SUL SIGNATÁRIOS DA CONVENÇÃO SOBRE DIVERSIDADE BIOLÓGICA 1. Introdução Um dos compromissos assumidos pelas partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) é desenvolver e implementar estratégias nacionais de diversidade biológica. Para que essas iniciativas tenham êxito, é de fundamental importância que exista uma forte articulação entre todos os setores da sociedade, no sentido de que ações setoriais estejam de acordo com os três objetivos da CDB: a conservação da biodiversidade, o seu uso sustentável e a repartição justa e eqüitativa dos benefícios oriundos do acesso aos recursos genéticos e aos conhecimentos tradicionais associados. Com o propósito de avaliar o andamento da estruturação e da implantação das Estratégias Nacionais da Biodiversidade na América do Sul, em março de 1998, a União Mundial para a Natureza (UICN) realizou em Lima, Peru, uma reunião com seis países da América do Sul: Argentina, Brasil, Colômbia, Equador, Uruguai e Peru. O objetivo da reunião foi o compartilhamento de experiências e a reflexão sobre as lições aprendidas no até então incipiente processo de estruturação e implementação das estratégias nacionais de biodiversidade nesses países. A principal conclusão a que esse debate chegou refere-se à necessidade de discussão entre as diversas partes na preparação de suas estratégias a fim de estabelecerem acordos e posições regionais. Discussões tornam-se ainda mais necessárias quando se trata de questões ligadas a temas de interesse comum referentes ao atendimento dos objetivos da CDB, de maneira que estes sejam considerados na execução de planos e metodologias eficazes de aplicação das estratégias da biodiversidade. Nesse contexto, o governo do Brasil considerou importante atualizar o conhecimento das Estratégias Nacionais de Biodiversidade (ENBs) de todos os países da América do Sul, não somente dos seis países que participaram daquele primeiro workshop, mas de todos os outros, incluindo Bolívia, Chile, Guiana, Paraguai, Suriname e Vene- zuela. A meta da reunião foi abranger todas as realidades e as perspectivas do comprometimento dessas nações na conservação da biodiversidade, e identificar os principais avanços no processo de implementação das ENBs desde Além disso, objetivou-se identificar os temas de interesse comum relacionados à biodiversidade e que fossem subsídios para elaboração de planos de ação em conjunto para implementação dos compromissos da CDB. Para tanto, o Ministério do Meio Ambiente do Brasil, por meio do Projeto Estratégia Nacional de Diversidade Biológica, organizou a Reunião para Identificação de Temas em Biodiversidade para Cooperação e Intercâmbio entre os Países da América do Sul, com o apoio financeiro do Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF), do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e da Agência Brasileira de Cooperação (ABC). A Reunião envolveu atores responsáveis pelas ENBs da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Uruguai e Suriname, e teve três objetivos: I. Apresentação das ENBs dos países da América do Sul: explicitação do processo de elaboração das ENBs, dos principais produtos obtidos no processo (por exemplo, marcos legais e políticas nacionais de biodiversidade) e das propostas de ações para o futuro. II. Identificação de temas em biodiversidade de interesse comum para cooperação e intercâmbio entre os países, e proposição de uma agenda de ações prioritárias a serem realizadas em cooperação: nesse sentido, previamente à reunião, representantes dos países responsáveis pelas suas ENBs foram contatados, e para a identificação de temas de interesse comum foi elaborado um guia de discussão, no qual três 15

3 tipos de informações foram solicitadas: 1) indicação de ações prioritárias segundo temas específicos; 2) indicação do estabelecimento de áreas prioritárias para a conservação e o uso sustentável em áreas fronteiriças; e 3) listagem de acordos formais regionais e bilaterais de cooperação em assuntos relacionados à biodiversidade. III. Apresentação dos resultados dos objetivos 1 e 2 para instituições internacionais de fomento a projetos relacionados à conservação e ao uso sustentável da biodiversidade: foram convidadas instituições de financiamento de projetos e de gestão de iniciativas bilaterais ou multilaterais para apresentar o modo de atuação destas instituições e indicar possíveis acordos com base na identificação dos temas de interesse em cooperação, fruto da discussão da referida reunião. 2. Metodologia O trabalho foi desenvolvido em quatro etapas: 1. Fase preparatória 2. Realização da Reunião 3. Consolidação dos resultados 4. Publicação e divulgação dos resultados 2.1 Fase preparatória Inicialmente, uma compilação da documentação oficial das Estratégias Nacionais de Biodiversidade e marcos legais em cada país foi realizada pela equipe do Projeto Estratégia Nacional de Diversidade Biológica do Brasil. Em setembro de 2003, os Ministérios responsáveis pela pasta de Meio Ambiente da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela foram então oficialmente convidados pela Ministra do Meio Ambiente do Brasil (Anexo 1 - Lista I) para discutirem na Reunião a possibilidade de intercâmbio e cooperação entre os países da região, visando facilitar o cumprimento dos compromissos da CDB. O convite solicitava a indicação de até cinco representantes de cada país, preferencialmente os pontos focais da CDB e/ou gerentes dos Projetos Estratégia Nacional de Biodiversidade. O governo brasileiro custeou os gastos com a viagem de até dois representantes por país. Depois de formalizado o convite, fez-se contato com os países solicitando a indicação dos nomes dos representantes que participariam da reunião bem como o envio dos documentos oficiais das ENBs não encontrados na compilação inicial. Ao mesmo tempo, convites oficiais da Secretaria de Biodiversidade e Florestas, do Ministério do Meio Ambiente do Brasil, foram enviados a representantes de instituições de fomento, agências implementadoras e organismos de cooperação técnica (Anexo 1 - Lista II) para participarem da mesa-redonda de discussão sobre mecanismos de apoio à implementação de iniciativas relacionadas à biodiversidade, que seria realizada no último dia de reunião. Convites também foram enviados a representantes de órgãos governamentais brasileiros (Anexo 1 - Lista III) Solicitação de informações Previamente à Reunião, dois tipos de informação foram solicitados aos representantes de cada país: a) Síntese (texto de quatro a seis páginas) da ENB: 1 Este texto deveria conter a explicitação do processo de elaboração das ENBs, os principais produtos obtidos no processo (por exemplo: marcos legais, políticas nacionais de biodiversidade) e as propostas de ações para o futuro. Tais documentos, além de outras informações pertinentes à Reunião, foram disponibilizados em espanhol, português e inglês, no website criado especialmente para a Reunião (http://www.mma.gov.br/biodiversidade/taller). b) Indicação de Temas de Interesse para Cooperação: Para a indicação de temas de interesse para a cooperação, foi elaborado um Guia de Discussão, o qual foi enviado no início de novembro de 2003 aos re- 1 As sínteses da ENB da Bolívia, Chile, Colômbia, Guiana Francesa, Paraguai e Peru foram enviadas anteriormente à Reunião. 16

4 presentantes de cada país e também disponibilizado no website. A indicação de tais temas foi considerada importante para maior dinamismo e aproveitamento da Reunião. No Guia, três tipos de informação foram solicitados: (1) Indicação de Temas para Discussão na Reunião Nesta seção, foram indicados inicialmente os temas considerados importantes para a discussão na Reunião sob o ponto de vista do Brasil. Outros temas de interesse de cada país foram solicitados a estes. Os temas indicados pelo Brasil representam as diretrizes estabelecidas para os seis primeiros componentes da Política Nacional de Biodiversidade do Brasil, instituída pelo Decreto n o 4.339, após amplo processo de consulta à Nação. São eles: 1 Conhecimento da Biodiversidade; 2 Conservação da Biodiversidade; 3 Utilização Sustentável dos Componentes da Biodiversidade; 4 Monitoramento, Avaliação, Prevenção e Mitigação de Impactos sobre a Biodiversidade; 5 Acesso aos Recursos Genéticos e aos Conhecimentos Tradicionais Associados e Repartição de Benefícios; 6 Educação, Sensibilização Pública, Informação e Divulgação sobre Biodiversidade. Solicitou-se a cada país indicar as atividades ou as ações pertinentes a cada tema e que interessassem aos países compartilhar com os países participantes. 2 Ademais, foi solicitada a indicação dos possíveis mecanismos (financeiros, de capacitação, e de rede, entre outros) que poderiam ser usados para a implementação de tais ações. O modelo do Guia de Discussão pode ser encontrado no Anexo 2. (2) Indicação de Áreas Prioritárias para a Conservação e o Uso Sustentável da Biodiversidade O Ministério do Meio Ambiente do Brasil apoiou a realização de um processo de ampla consulta a especialistas nos diversos grupos taxonômicos que compõem a biodiversidade brasileira, no período de 1998 a 2001, processo que ficou conhecido como Seminários de Avaliação dos Biomas Brasileiros. Foram enfocados cinco conjuntos de biomas brasileiros: Amazônia; Cerrado e Pantanal; Caatinga; Mata Atlântica e Campos Sulinos; e Zona Costeira e Marinha. Essas avaliações contaram com a participação de representantes do setor acadêmico, de organizações não-governamentais e de gestores governamentais e resultaram na indicação de 900 áreas prioritárias para a conservação e o uso sustentável da biodiversidade brasileira. Foram mapeadas 385 áreas na Amazônia, 87 áreas nos biomas Cerrado e Pantanal, 82 áreas na Caatinga, 182 na Mata Atlântica, e 164 áreas na zona costeira e marinha. O mapa completo e o documento-síntese das áreas prioritárias estão disponíveis em gov.br/?id_estrutura=14&id_conteudo =743. Para auxiliar na tomada de decisões, o mapa define três categorias de importância para a conservação das áreas: extremamente alta, muito alta e alta. Também existem aquelas definidas como insuficientemente conhecidas, que exigem um esforço de estudos no sentido de ampliar o conhecimento da biodiversidade e de indicar o seu grau de importância. A título de contribuição e em se tratando de áreas contíguas ou contínuas nas fronteiras de países da América do Sul, foram selecionadas 68 áreas entre as 900 consideradas prioritárias que podem ser objeto para ações de cooperação na gestão da biodiversidade. Considerando que os outros países da América do Sul poderiam também ter identificado áreas prioritárias para conservação e uso sustentável da biodiversidade em seus territórios, o Ministério do Meio Ambiente do Brasil sugeriu considerar tais áreas como uma ferramenta potencial para a indicação de temas para cooperação. Assim, foram solicitadas aos representantes de cada país informações com respeito a iniciativas de identificação de áreas prioritárias para a conservação da biodiversidade e o seu uso sustentável, em especial em áreas próximas às fronteiras com outros países, a exemplo do quadro feito para o Brasil (Anexo 2). 3 (3) Acordos Formais de Cooperação Nesta seção, solicitou-se informar os principais acordos formais bilaterais e regionais vigentes entre os países da América do Sul participantes da Reunião, e relacioná-los aos seis componentes da Política Nacional da Biodiversidade do Brasil supracitados. Os temas novamente foram uma sugestão do governo do Brasil, mas outros temas puderam ser sugeridos pelos países, caso houvesse 2 Em relação a esta seção, Argentina, Bolívia e Colômbia forneceram informações até a ocasião da Reunião. 3 Não houve retorno de nenhum país em relação a esta solicitação até a ocasião da Reunião. 17

5 interesse. O nome do acordo, o local e a data em que foi assinado, os países envolvidos e o endereço eletrônico com mais informações também foram solicitados. As informações obtidas foram compiladas em forma de tabela e serão importantes para consultas posteriores Realização da Reunião A Reunião foi realizada de 14 a 17 de dezembro de 2003, no Hotel Glória, na cidade do Rio de Janeiro e foi assistida por um total de 69 participantes (Anexo 1 - Lista IV). Guiana e Venezuela não puderam enviar representantes. Foi disponibilizado serviço de tradução simultânea para português, inglês e espanhol. No dia 14, foi realizado um coquetel de boasvindas aos participantes. A abertura da reunião no dia 15 de dezembro foi presidida pelo Secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente do Brasil (MMA), João Paulo Capobianco, pelo Diretor de Conservação da Biodiversidade, Paulo Yoshio Kageyama, e o Gerente de Conservação da Biodiversidade, Braulio Ferreira de Souza Dias, ambos também do Ministério do Meio Ambiente do Brasil; pela Assistente da Divisão de Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores, Maria Angélica Ikeda; pela Diretora de Ecossistemas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), Cecília Foloni Ferraz; e pelo Presidente do Instituto de Pesquisas do Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ), Liszt Benjamin Vieira. A Reunião foi dividida em três partes: 1) Apresentação da ENB de cada país; 2) Indicação de temas de interesse; e 3) Mesa-redonda com os agentes de financiamento sobre mecanismos de implementação Apresentação das ENBs Ainda no primeiro dia de Reunião, os representantes dos países tiveram 15 minutos para apresentarem as suas respectivas ENBs, fornecendo informações acerca do processo de elaboração da ENB; indicando quais as dificuldades e as lições aprendidas no processo; informando quais os resultados (programas, projetos, marcos legais) alcançados e quais os próximos passos. Ao fim de cada apresentação, cinco minutos foram destinados aos questionamentos. Além das apresentações das ENBs dos países, foram também apresentados: a Estratégia Regional de Biodiversidade para os Países do Trópico Andino; a Estratégia de Conservação da Província de Salta, Argentina; a Iniciativa do Mega Projeto Biodiversidade do Instituto para o Ecodesenvolvimento da Região Amazônica (ECORAE) do Equador; e o Estudo comparativo das ENBs dos países da América do Sul, feito pelo Escritório Regional para a América do Sul da União Mundial para a Natureza (UICN Sur) Indicação de temas de interesse Nesta etapa da Reunião, realizada no dia 16 de dezembro, foi utilizado o Guia com a compilação das informações fornecidas pelos participantes como subsídio para a discussão na plenária. Os países que não enviaram o Guia preenchido anteriormente puderam fazê-lo durante a Reunião. A dinâmica adotada inicialmente pela plenária foi discutir, componente por componente, uma a uma, as ações de interesse sugeridas pelos países em cada tema. Os moderadores da plenária foram o Diretor de Conservação da Biodiversidade, Paulo Yoshio Kageyama, e o Gerente de Conservação da Biodiversidade, Braulio Ferreira de Souza Dias, ambos do MMA do Brasil. Após verificar que o tempo destinado a esta etapa da Reunião não seria suficiente para a discussão de todas as ações e os temas especificados, optou-se por modificar a dinâmica. Dessa forma, foram eleitos os três temas mais importantes e prioritários entre os previamente sugeridos para cada um dos seis componentes. Adicionalmente, foram identificadas 18 ações prioritárias, concretas e imediatas, sendo 14 em escala regional e quatro em escala sub-regional. As ações, em geral relacionam-se a mais de um componente. 4 Colômbia e Brasil forneceram a lista de acordos vigentes no país antes da realização da Reunião. 18

6 2.2.3 Mesa-redonda com os agentes de financiamento sobre mecanismos de implementação No início dos trabalhos do último dia de reunião, primeiramente foi realizada a apresentação do documento final Temas Prioritários em Biodiversidade para a Cooperação e Intercâmbio entre os Países da América do Sul com a Identificação de Ações Prioritárias, Concretas e Imediatas (Anexo 2). Nessa ocasião, uma proposição para a publicação dos resultados e das perspectivas da Reunião foi apresentada pelos representantes brasileiros e acordada pelos participantes. Em seguida, deu-se início à Mesa-redonda Mecanismos de Apoio à Implementação de Iniciativas Relacionadas à Biodiversidade, com representantes de Instituições de Fomento, Agências Implementadoras e Organismos de Cooperação Técnica. A mesa-redonda foi divida em duas seções, com apresentações de dez minutos para cada representante e rodada de cinco para perguntas. SEÇÃO 1: Mecanismos de apoio Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) Arthur Nogueira Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) Carlos Castro Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) Júlio Calderón Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNES- CO) Celso Schenkel Banco Mundial (BIRD) Douglas J. Graham e Karin Shepardson Secretaria de Assuntos Internacionais (SEAIN), Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) Carlos Lamperti Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) Pedro Palmeira SEÇÃO 2: Iniciativas regionais, cooperação técnica e implementação de projetos em biodiversidade Agências e Instituições Financiadoras Comunidade Européia Thierry Dudermel Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) Francisco Marmolejo Agência Brasileira de Cooperação (ABC/ Mercosul) Rocia da Silva Oliveira e Ana Cristina Cruz Escalera União Mundial para a Natureza (UICN) Eduardo Guerrero Institut de Recherche pour le Développement (IRD) Laure Emperaire Agência de cooperação Internacional do Japão (JICA) Daniel Trento do Nascimento e Kasuki Otsuka Banco da Amazônia (BASA) Rosângela Queiroz da Costa Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) Raimunda Monteiro Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO) Thadeu Melo Os representantes dos países sul americanos, por iniciativa própria, reuniram-se ao final do último dia e redigiram a Carta da Reunião de Cooperação Sul Americana em Biodiversidade Rio 2003, na qual eles reconheceram o esforço realizado pelo governo do Brasil na execução da reunião e a necessidade de fortalecer os processos de integração e cooperação na região. Além disso, o documento solicitou que o Brasil, em coordenação com a UICN-Sur, promova um processo de elaboração da Estratégia Regional de Biodiversidade para a América do Sul. Os países também solicitaram a todas as instituições de cooperação, doadoras e projetos de apoio, que otimizassem todas as iniciativas e os esforços para desenvolver a Rede de Intercâmbio de Informação Biológica para a Amé- 19

7 rica do Sul, passando a dar respaldo técnico e financeiro aos temas de interesse comum identificados a partir dos componentes, e aos temas e às ações prioritários definidos na reunião. Para estabelecer essa Rede, seis grupos de discussão foram formados de acordo com os seis componentes identificados durante a reunião. Cada grupo de discussão tem um Moderador, com exceção do sexto, e o Governo Brasileiro será o coordenador geral da rede. Os grupos e seus respectivos moderadores são: 1. Conhecimento da Biodiversidade (Moderador: Colômbia); 2. Conservação da Biodiversidade (Moderador: Chile); 3. Uso Sustentável dos Componentes da Biodiversidade (Moderador: Equador); 4. Avaliação, Prevenção e Mitigação de Impactos sobre a Biodiversidade (Moderador: Argentina); 5. Acesso aos Recursos Genéticos e ao Conhecimento Tradicional Associado e Repartição de Benefícios (Moderador: Peru); 6. Educação, Conscientização Pública, Socialização, Divulgação sobre Informações em Biodiversidade. O Secretariado da CDB preparou um website restrito para o intercâmbio de informações entre os países Sul-Americanos (https://www.biodiv.org/doc/ restricted/cdb). Os Pontos Focais Nacionais para a troca de informações são apresentados na Lista IV do Anexo 1. Essa iniciativa será o ponto de partida para a Rede Sul-americana em Biodiversidade Consolidação dos resultados Após a Reunião, foi estabelecido um prazo para que todos os representantes dos países enviassem os seguintes documentos: sumário executivo da ENB; versão completa da ENB, lista de Acordos Bilaterais e Regionais; e informações sobre áreas prioritárias para a conservação e o uso sustentável da biodiversidade, conforme acordado na Reunião para a composição da publicação sobre os resultados desta. Os sumários executivos das ENBs foram traduzidos para o espanhol, o português e o inglês. Foi solicitado aos representantes das Agências e dos Organismos de Cooperação participantes da Reunião que enviassem um documento (até dez páginas) com as informações apresentadas na Reunião: a política da agência, os mecanismos, as condições, os endereços/contatos (incluindo páginas da Internet) e a indicação de temas e ações prioritários identificados na Reunião do Rio de Janeiro que são qualificados para o suporte pela agência. Os documentos enviados foram disponibilizados no website da Reunião (http://www.mma.gov.br/ biodiversidade/taller) Publicação e divulgação dos resultados Para disseminação dos resultados da Reunião, foram acordados os seguintes produtos: 20

8 Impresso Relatório da Reunião Indicação dos Temas Prioritários em Biodiversidade para a Cooperação e o Intercâmbio entre os Países da América do Sul Identificação das Ações Prioritárias, Concretas e Imediatas, em escala regional e sub-regional a serem realizadas em cooperação pelos países participantes da reunião Carta da Reunião de Cooperação Sul-Americana em Biodiversidade Rio 2003 ( Carta do Rio ) Lista de Participantes da Reunião Sumários executivos das ENBs dos países da América do Sul signatários da CDB Sumário Executivo do Estudo comparativo das ENBs dos países da América do Sul, feito pela IUCN-Sur Lista de acordos formais regionais e bilaterais em biodiversidade entre os países da América do Sul Iniciativas para a indicação de áreas geográficas prioritárias para conservação e uso sustentável da biodiversidade em região de fronteiras Pontos Focais para a Rede de Intercâmbio de Informação Biológica para a América do Sul (Anexo 2) CD Rom Documentos completos das ENBs dos países da América do Sul Legislação relativa às ENBs Estratégia Regional de Biodiversidade para os Países do Trópico Andino Documento temático Conservación de Ecosistemas Transfronterizos y Protección y Recuperación de Especies Amenazadas no âmbito da Comunidade Andina Estratégia de Conservação da Província de Salta, Argentina Estudo comparativo das ENB dos países da América do Sul, feito pela UICN Sur Internet* Informações relativas à realização da reunião Íntegra dos documentos enviados pelos representantes dos países e das agências e dos organismos de cooperação Lista de participantes Metodologia usada na reunião 3. Resultados 3.1 Temas Prioritários em Biodiversidade para a Cooperação e o Intercâmbio entre os Países da América do Sul Foram definidos 19 temas prioritários, divididos em seis componentes: Componente 1 Conhecimento da Biodiversidade 1.1 Inventário e caracterização da biodiversidade. 1.2 Promoção de investigações ecológicas e estudos sobre o papel desempenhado pelos seres vivos na funcionalidade dos ecossistemas e sobre os impactos das mudanças globais na biodiversidade. 1.3 Sistemas e Mecanismos (níveis e regras de acesso) para o Intercâmbio da Informação. Componente 2 Conservação da Biodiversidade 2.1 Conservação de ecossistemas (áreas protegidas, corredores ecológicos e outros). 21

9 2.2 Conservação de espécies (in situ, in situ on farm e ex situ). 2.3 Instrumentos econômicos e financeiros de conservação da biodiversidade. Componente 3 Utilização Sustentável dos Componentes da Biodiversidade 3.1 Gestão da biotecnologia e da biossegurança. 3.2 Instrumentos econômicos, tecnológicos e estímulos às práticas e aos negócios sustentáveis para a utilização da biodiversidade. 3.3 Valoração dos componentes da biodiversidade, seus bens e serviços. Componente 4 Avaliação, Prevenção e Atenuação de Impactos sobre a Biodiversidade 4.1 Monitoramento da biodiversidade. 4.2 Avaliação, prevenção e atenuação de impactos sobre os componentes da biodiversidade. 4.3 Ordenamento territorial como um instrumento para prevenção. 4.4 Avaliação ambiental estratégica de políticas públicas sobre a biodiversidade. Componente 5 Acesso aos Recursos Genéticos e aos Conhecimentos Tradicionais Associados e Repartição de Benefícios 5.1 Acesso aos recursos genéticos e à repartição justa e eqüitativa de benefícios derivados da utilização dos recursos genéticos. 5.2 Proteção de conhecimentos, inovações e práticas de povos indígenas, de comunidades afro-americanas e de outras comunidades locais e repartição justa e eqüitativa dos benefícios derivados do uso dos conhecimentos tradicionais associados à biodiversidade. 5.3 Promoção de criação e/ou fortalecimento de capacidades em inovação, ciência e tecnologia de biodiversidade. Componente 6 Educação, Sensibilização Pública, Socialização e Divulgação da Informação sobre Biodiversidade 6.1Socialização da informação e sensibilização pública. 6.2 Incorporação de temas relativos à conservação e à utilização sustentável da biodiversidade na educação formal e informal. 6.3 Difusão, apresentação de interesses e oportunidade sobre a biodiversidade da América do Sul frente ao mundo. 3.2 Identificação de Ações Prioritárias, Concretas e Imediatas Foram propostas 18 ações, divididas em regionais e sub-regionais (em parênteses são identificados os componentes e temas prioritários a que se referem): Ações em escala regional Transversais Temáticas 1. Definição de interlocutores e fórum eletrônico para dar seguimento a esta iniciativa (1.3, 6.1 e 6.3). 2. Elaborar uma estratégia regional para consolidar o CHM dos países sul-americanos como ferramenta para permitir o intercâmbio de informações e tecnologias (1.3 e 6). 3. Desenvolver alianças estratégicas coordenadas com agências de cooperação e assistência técnica (Transversal). 4. Intercâmbio e cooperação de desenvolvimento dos planos de ação das Estratégias Nacionais de Biodiversidade (ENBs) e as Estratégias Regionais de Biodiversidade ERBs (Transversal). 5. Desenho de um mecanismo financeiro e tecnológico que busque o fortalecimento da execução dos planos de ação das ENBs e das ERBs (Transversal). 1. Elaborar uma estratégia sul-americana de áreas úmidas RAMSAR (1,2,3,4,5 e 6). 2. Cooperação para a prevenção e o controle de espécies exóticas invasoras desenvolver um plano estratégico para controle do mexilhão dourado, Limnoperna fortunei (2, 4.1 e 4.2). 22

10 3. Intercâmbio de informação e experiência sobre Biocomércio (1.3, 3.2 e 3.3). 4. Criação de uma rede governamental de intercâmbio de informação entre autoridades ambientais responsáveis pela gestão do acesso aos recursos genéticos e aos conhecimentos tradicionais associados (1.3, 5.1 e 5.2). 5. Desenvolvimento de Redes Regionais ou Sub-Regionais de Áreas Protegidas áreas fronteiriças e corredores ecológicos (2). 6. Projetos em nível regional de fortalecimento dos sistemas nacionais de áreas protegidas, áreas fronteiriças e corredores ecológicos (2). 7. Consolidação de um sistema de informação para interligar bancos de dados de espécies e de coleções biológicas de referência na América do Sul (1.3). 8. Desenvolvimento de um sistema de indicadores nos níveis regional e sub-regional para o monitoramento do uso sustentável da biodiversidade (4.1 e 4.2) Ações em escala sub-regional 1. Gestão de Áreas Úmidas no Alto Andino (Transversal). 2. Consolidação do processo para uma Estratégia Regional de Biodiversidade Amazônica, no âmbito da OTCA (Transversal). 3. Desenvolvimento do Projeto Multiregional e/ou Binacional do Caminho Inca (2). 4. Consolidação do Programa Sub-Regional do Gran Chaco Americano PASCHACO (Transversal) Critérios para definir ações prioritárias 1. Declaração do Panamá do Fórum de Ministros do Ambiente da América Latina e o Caribe. 2. Combinar iniciativas de caráter regional e sub-regional. 3. Consolidar as ENBs e as ERBs. 3.3 Carta da Reunião de Cooperação Sul- Americana em Biodiversidade RIO 2003 Por iniciativa própria, os países participantes da reunião elaboraram uma carta, em que firmaram intenções de realização de uma série de ações em cooperação. Uma dessas ações, considerada de grande importância, é a criação da Rede Sul-Americana em Biodiversidade, que irá funcionar como o Clearing House Mechanism sul-americano. Os pontos focais dessa Rede já foram indicados pelos países (ver Anexo I Lista V). A seguir, transcreve-se a Carta do Rio. 23

11 Os representantes dos países sul-americanos reunidos no Rio de Janeiro, reconhecendo o esforço realizado pelo governo do Brasil na execução da reunião que busca identificar temas comuns de interesse para nossos países e considerando a necessidade de fortalecer os processos de integração e cooperação na região, acordam: 1. Solicitar reiteradamente a todas as instituições de cooperação, doadoras e projetos de apoio, que o Escritório Regional do PNUMA, em coordenação com o Secretariado da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), os Pontos Focais do CHM e da IABIN otimizem todas as iniciativas e os esforços para desenvolver a Rede de Intercâmbio de Informação Biológica para a América do Sul; para isso, propomos que se elabore uma página de Internet que sirva de ponto de encontro e de mecanismo de intercâmbio de informação em biodiversidade, em particular nos temas priorizados nesta reunião. Essa iniciativa dará inicio à Rede Sul Americana em Biodiversidade. 2. Solicitar ao Brasil que promova, em coordenação com a UICN-Sur, um processo de elaboração da Estratégia Regional de Biodiversidade para a América do Sul, a partir da difusão e da avaliação das Estratégias Nacionais de Biodiversidade, da Estratégia Andina e de outras iniciativas sub-regionais. Uma proposta para a formulação desta Estratégia Regional será levada para consideração dos ministros do ambiente dos países da América do Sul no marco do Foro de Ministros da América Latina e Caribe que se realizará na Venezuela. Essa Estratégia Regional servirá de marco de cooperação em biodiversidade entre nossos países. 3. Convidar os delegados da América do Sul para que nos reunamos ao menos uma vez em Kuala Lampur, durante a próxima COP 7 da CDB, para coordenar as posições da região sul americana. 4. Solicitar às Instituições de Fomento, às Agências Implementadoras de Programas e aos Organismos de Cooperação Técnica, participantes da reunião, que se inclinem a dar respaldo técnico e financeiro aos temas de interesse comum identificados, a partir de componentes, temas e ações prioritários definidos na dita reunião. 5. Expressar nosso agradecimento ao governo e ao povo do Brasil pelo convite e pela realização desta reunião sul-americana de cooperação e intercâmbio em biodiversidade. 24

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