Ano CXLII N o Brasília - DF, quinta-feira, 15 de setembro de Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação.

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1 <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > ISSN Ano CXLII N o Brasília - DF, quinta-feira, 15 de setembro de Sumário PÁGINA Atos do Congresso Nacional... 1 Atos do Senado Federal... 2 Presidência da República... 3 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento... 4 Ministério da Ciência e Tecnologia... 7 Ministério da Cultura... 8 Ministério da Defesa... 8 Ministério da Educação... 9 Ministério da Fazenda Ministério da Integração Nacional Ministério da Justiça Ministério da Previdência Social Ministério da Saúde Ministério das Cidades Ministério das Comunicações Ministério de Minas e Energia Ministério do Desenvolvimento Agrário Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Ministério do Trabalho e Emprego Ministério do Turismo Ministério dos Transportes Ministério Público da União Tribunal de Contas da União Poder Judiciário Entidades de Fiscalização do Exercício das Profissões Liberais Atos do Congresso Nacional <!ID > Faço saber que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Renan Calheiros, Presidente do Senado Federal, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 778, DE 2005 Aprova o ato que autoriza a ASSOCIA- ÇÃO CULTURAL RÁDIO COMUNITÁ- RIA - ACRC a executar serviço de radiodifusão comunitária na cidade de São José do Belmonte, Estado de Pernambuco. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica aprovado o ato a que se refere a Portaria nº 352, de 17 de julho de 2003, que autoriza a Associação Cultural Rádio Comunitária - ACRC a executar, por 10 (dez) anos, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão comunitária na cidade de São José do Belmonte, Estado de Pernambuco. Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação. Senado Federal, em 14 de setembro de 2005 Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal Faço saber que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Renan Calheiros, Presidente do Senado Federal, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 779, DE 2005 Aprova o ato que autoriza a ASSOCIA- ÇÃO RÁDIO COMUNITÁRIA MAJOR IZIDORO FM a executar serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Major Izidoro, Estado de Alagoas. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica aprovado o ato a que se refere a Portaria nº 719, de 15 de dezembro de 2003, que autoriza a Associação Rádio Comunitária Major Izidoro FM a executar, por 10 (dez) anos, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Major Izidoro, Estado de Alagoas. Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação. Senado Federal, em 14 de setembro de 2005 Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal Faço saber que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Renan Calheiros, Presidente do Senado Federal, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 892, DE 2005 Aprova o ato que autoriza a ASSOCIA- ÇÃO MUNICIPAL DE AMPARO AOS SEM CASAS DE BETIM - AMUASCAB a executar serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Betim, Estado de Minas Gerais. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica aprovado o ato a que se refere a Portaria nº 457, de 22 de março de 2002, que autoriza a Associação Municipal de Amparo aos Sem Casas de Betim - AMUASCAB a executar, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Betim, Estado de Minas Gerais, retificando-se o prazo de autorização para 10 (dez) anos, tendo em vista o disposto na Lei nº , de 11 de dezembro de Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação. Senado Federal, em 14 de setembro de 2005 Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal Faço saber que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Renan Calheiros, Presidente do Senado Federal, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 893, DE 2005 Aprova o ato que autoriza a ASSOCIA- ÇÃO COMUNITÁRIA DOS MELOS - ASCOM a executar serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Lagoa Dourada, Estado de Minas Gerais. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica aprovado o ato a que se refere a Portaria nº 1.449, de 2 de agosto de 2002, que autoriza a Associação Comunitária dos Melos - ASCOM a executar, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Lagoa Dourada, Estado de Minas Gerais, retificando-se o prazo de autorização para 10 (dez) anos, tendo em vista o disposto na Lei nº , de 11 de dezembro de Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação. Senado Federal, em 14 de setembro de 2005 Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal Faço saber que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Renan Calheiros, Presidente do Senado Federal, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 894, DE 2005 Aprova o ato que autoriza a ASSOCIA- ÇÃO CULTURAL COMUNITÁRIA DE PADRE PARAÍSO a executar serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Padre Paraíso, Estado de Minas Gerais. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica aprovado o ato a que se refere a Portaria nº 197, de 12 de junho de 2003, que autoriza a Associação Cultural Comunitária de Padre Paraíso a executar, por 10 (dez) anos, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Padre Paraíso, Estado de Minas Gerais. Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação. Senado Federal, em 14 de setembro de 2005 Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal Faço saber que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Renan Calheiros, Presidente do Senado Federal, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 895, DE 2005 Aprova o ato que autoriza a ASSOCIA- ÇÃO BENEFICENTE CULTURAL E AR- TÍSTICA PADRE VICTOR COELHO DE ALMEIDA a executar serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Pedrinópolis, Estado de Minas Gerais.

2 <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > 2 ISSN Nº 178, quinta-feira, 15 de setembro de 2005 O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica aprovado o ato a que se refere a Portaria nº 853, de 24 de maio de 2002, que autoriza a Associação Beneficente Cultural e Artística Padre Victor Coelho de Almeida a executar, por 10 (dez) anos, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Pedrinópolis, Estado de Minas Gerais. Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação. Senado Federal, em 14 de setembro de 2005 Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal Faço saber que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Renan Calheiros, Presidente do Senado Federal, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 896, DE 2005 Aprova o ato que autoriza a ASSOCIA- ÇÃO COMUNITÁRIA FAROL DO SA- BER a executar serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Restinga Seca, Estado do Rio Grande do Sul. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica aprovado o ato a que se refere a Portaria nº 525, de 8 de outubro de 2003, que autoriza a Associação Comunitária Farol do Saber a executar, por 10 (dez) anos, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Restinga Seca, Estado do Rio Grande do Sul. Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação. Senado Federal, em 14 de setembro de 2005 Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal Faço saber que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Renan Calheiros, Presidente do Senado Federal, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 897, DE 2005 Aprova o ato que autoriza a ASSOCIA- ÇÃO CULTURAL E ESPORTIVA DE MANOEL VITORINO a executar serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Manoel Vitorino, Estado da Bahia. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica aprovado o ato a que se refere a Portaria nº 554, de 5 de novembro de 2003, que autoriza a Associação Cultural e Esportiva de Manoel Vitorino a executar, por 10 (dez) anos, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Manoel Vitorino, Estado da Bahia. Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação. Senado Federal, em 14 de setembro de 2005 Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal Faço saber que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Renan Calheiros, Presidente do Senado Federal, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 898, DE 2005 Aprova o ato que autoriza a ASSOCIA- ÇÃO COMUNITÁRIA ESPERANÇA DE RUY BARBOSA a executar serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Ruy Barbosa, Estado da Bahia. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica aprovado o ato a que se refere a Portaria nº 120, de 3 de abril de 2000, que autoriza a Associação Comunitária Esperança de Ruy Barbosa a executar, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Ruy Barbosa, Estado da Bahia, retificando-se o prazo de autorização para 10 (dez) anos, tendo em vista o disposto na Lei nº , de 11 de dezembro de Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação. Senado Federal, em 14 de setembro de 2005 Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal Faço saber que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Renan Calheiros, Presidente do Senado Federal, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 899, DE 2005 Aprova o ato que autoriza a ASSOCIA- ÇÃO COMUNITÁRIA E CULTURAL DOS COMUNICADORES DE GANDU E REGIÃO a executar serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Gandu, Estado da Bahia. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica aprovado o ato a que se refere a Portaria nº 752, de 19 de dezembro de 2003, que autoriza a Associação Comunitária e Cultural dos Comunicadores de Gandu e Região a executar, por 10 (dez) anos, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Gandu, Estado da Bahia. Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação. Senado Federal, em 14 de setembro de 2005 Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal Faço saber que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Renan Calheiros, Presidente do Senado Federal, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 900, DE 2005 Aprova o ato que autoriza a ASSOCIA- ÇÃO DA RÁDIO COMUNITÁRIA DE COTRIGUAÇU (ARCO) a executar serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Cotriguaçu, Estado de Mato Grosso. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica aprovado o ato a que se refere a Portaria nº 435, de 28 de agosto de 2003, alterada pela Portaria nº 731, de 15 de dezembro de 2003, que autoriza a Associação da Rádio Comunitária de Cotriguaçu (ARCO) a executar, por 10 (dez) anos, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Cotriguaçu, Estado de Mato Grosso. Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação. Senado Federal, em 14 de setembro de 2005 Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal. Atos do Senado Federal <!ID > Faço saber que o Senado Federal aprovou, e eu, Renan Calheiros, Presidente, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo a seguinte R E S O L U Ç Ã O Nº 57, DE 2005 Autoriza a União a contratar operações financeiras voltadas ao reescalonamento da dívida do Banco de Moçambique para com a República Federativa do Brasil, no montante equivalente a US$ 331,686, (trezentos e trinta e um milhões, seiscentos e oitenta e seis mil, quinze dólares norteamericanos e sessenta e cinco centavos), de acordo com o Contrato de Reestruturação da Dívida firmado em 31 de agosto de O Senado Federal resolve: Art. 1º É a União autorizada, nos termos do art. 52, inciso V, da Constituição Federal, a celebrar contrato de reescalonamento de seus créditos junto ao Banco de Moçambique, no montante equivalente a US$ 331,686, (trezentos e trinta e um milhões, seiscentos e oitenta e seis mil, quinze dólares norte-americanos e sessenta e cinco centavos). Parágrafo único. O reescalonamento definido no caput darse-á nos termos do Contrato de Reestruturação da Dívida firmado em 31 de agosto de 2004, entre a República Federativa do Brasil e o Banco de Moçambique. Art. 2º A operação de reestruturação da dívida da República de Moçambique observará as seguintes condições financeiras: I - dívida afetada: equivalente a US$ 331,686, (trezentos e trinta e um milhões, seiscentos e oitenta e seis mil, quinze dólares norte-americanos e sessenta e cinco centavos), de acordo com o Contrato de Reestruturação da Dívida firmado em 31 de agosto de 2004; II - termos de pagamento: o valor de US$ 16,584, (dezesseis milhões, quinhentos e oitenta e quatro mil, trezentos dólares norte-americanos e setenta e oito centavos), correspondente ao montante a ser pago após o reescalonamento, será pago em 34 (trinta e quatro) parcelas semestrais, sendo a primeira em 1º de setembro de 2007 [0,12% (doze centésimos por cento)] e a última em 1º de março de 2024 [7,96% (sete inteiros e noventa e seis centésimos por cento)]; III - perdão: 95% (noventa e cinco centésimos por cento) sobre o estoque da dívida, totalizando US$ 315,101, (trezentos e quinze milhões, cento e um mil, setecentos e catorze dólares norteamericanos e oitenta e sete centavos); IV - taxa de juros: 1,0% a.a. (um por cento ao ano) acima da média das taxas oferecidas pelos bancos de referência, conforme publicadas pela Reuter Monitor Money Rates Services; V - juros de mora: capitalizados semestralmente, à taxa de 1% a.a. (um por cento ao ano) acima da taxa de juros. Parágrafo único. As datas de pagamento do principal e dos encargos financeiros poderão ser alteradas em função da data de eficácia plena do Contrato. Art. 3º A autorização concedida por esta Resolução deverá ser exercida no prazo de 540 (quinhentos e quarenta) dias, contado a partir de sua publicação. Art. 4º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Senado Federal, em 14 de setembro de 2005 Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal Faço saber que o Senado Federal aprovou, e eu, Renan Calheiros, Presidente, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo a seguinte R E S O L U Ç Ã O Nº 58, DE 2005 Autoriza a República Federativa do Brasil a conceder garantia à operação de crédito externo a ser contratada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES, no valor total equivalente a até US$ 60,000, (sessenta milhões de dólares norte-americanos), junto ao Nordic Investment Bank - NIB. O Senado Federal resolve: Art. 1º É a República Federativa do Brasil autorizada a conceder garantia à operação de crédito externo a ser contratada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES, no valor total equivalente a até US$ 60,000, (sessenta milhões de dólares norte-americanos), junto ao Nordic Investment Bank - NIB. Parágrafo único. Os recursos advindos dessa operação de crédito destinam-se ao financiamento parcial do Programa Multissetorial NIB II. Art. 2º As condições financeiras básicas da operação de crédito são as seguintes: I - devedor: Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES; II - credor: Nordic Investment Bank - NIB;

3 <!ID > Nº 178, quinta-feira, 15 de setembro de ISSN III - valor total: até US$ 60,000, (sessenta milhões de dólares norte-americanos); IV - prazo: 180 (cento e oitenta) meses; V - carência: 60 (sessenta) meses; VI - juros: exigidos semestralmente nas mesmas datas de pagamento do principal, compostos pela Libor, acrescidos de um spread de 0,90% a.a. (noventa centésimos por cento ao ano); a taxa de juros poderá ser substituída por uma taxa fixa oferecida pelo NIB, a pedido do BNDES, na data do desembolso ou pagamento de juros; VII - comissão de compromisso: exigida semestralmente nas mesmas datas de pagamento dos juros e calculada com base na taxa de 0,50% a.a. (cinqüenta centésimos por cento ao ano) sobre o saldo não-desembolsado do empréstimo, entrando em vigor 90 (noventa) dias após a assinatura do contrato; VIII - f ro n t - e n d - f e e : 0,20% (vinte centésimos por cento) flat, deduzida do montante de cada tranche desembolsada; IX - desembolso: em até 2 (dois) anos contados a partir da data de assinatura do Contrato, em 1 (uma) ou mais tranches não-inferiores a US$ 10,000, (dez milhões de dólares norte-americanos); X - amortização: 20 (vinte) parcelas semestrais e consecutivas, de valores tanto quanto possível iguais, devendo ser pagas depois de encerrado o prazo de carência de 5 (cinco) anos; XI - juros de mora: taxa de 1% (um por cento) sobre o maior valor entre: a) taxa de juros aplicável ao contrato de empréstimo; e b) custo de captação do NIB para a parcela vencida, somado à última margem utilizada ou negociada. Art. 3º A autorização concedida por esta Resolução deverá ser exercida no prazo de 540 (quinhentos e quarenta) dias, contado da data de sua publicação. Art. 4º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Senado Federal, em 14 de setembro de 2005 Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal Faço saber que o Senado Federal aprovou, e eu, Renan Calheiros, Presidente, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo a seguinte R E S O L U Ç Ã O Nº 59, DE 2005 Autoriza a União a contratar operação de crédito externo, no valor equivalente a até US$ 12,120, (doze milhões, cento e vinte mil dólares norte-americanos), de principal, entre a República Federativa do Brasil e o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento - Banco Mundial (Bird), destinada ao financiamento, parcial, do Projeto de Assistência Técnica ao Programa de Apoio à Agenda de Crescimento Econômico Eqüitativo e Sustentável (Pace). O Senado Federal resolve: Art. 1º É a União autorizada a contratar operação de crédito externo, no valor equivalente a até US$ 12,120, (doze milhões, cento e vinte mil dólares norte-americanos), de principal, entre a República Federativa do Brasil e o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento - Banco Mundial (Bird). Parágrafo único. Os recursos oriundos da operação a que se refere o caput destinam-se ao financiamento, parcial, do Projeto de Assistência Técnica ao Programa de Apoio à Agenda de Crescimento Econômico Eqüitativo e Sustentável (Pace). Art. 2º A operação de crédito referida no art. 1º desta Resolução contém as seguintes características e condições básicas: I - devedor: República Federativa do Brasil; II - credor: Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird); III - valor do empréstimo: até US$ 12,120, (doze milhões, cento e vinte mil dólares norte-americanos); IV - modalidade: empréstimo margem fixa (fixed spread loan); V - prazo de desembolso: até 31 de dezembro de 2008; VI - amortização: 22 (vinte e duas) parcelas semestrais, consecutivas, vencendo-se a primeira em 15 de julho de 2009 e a última em 15 de janeiro de 2020; VII - juros: exigidos semestralmente em 15 de janeiro e 15 de julho de cada ano, calculados sobre o saldo devedor periódico do empréstimo, a uma taxa anual composta da Libor de 6 (seis) meses e spread a ser definido na data da assinatura do empréstimo e que vigorará até o encerramento; VIII - comissão de compromisso: 0,85% a.a. (oitenta e cinco centésimos por cento ao ano) sobre os saldos devedores não-desembolsados, exigidos semestralmente, nas mesmas datas do pagamento de juros, entrando em vigor 60 (sessenta) dias após a assinatura do Contrato, até o quarto ano e 0,75% a.a. (setenta e cinco centésimos por cento ao ano) em diante; IX - taxa inicial (f ro n t - e n d - f e e ): 1% (um por cento) sobre o montante do empréstimo, a ser debitada da conta do empréstimo quando da efetividade do Contrato. Art. 3º A realização da contratação da operação de crédito a que se refere esta Resolução é subordinada à observação das seguintes condições: I - comprovação, pelos órgãos e entidades executoras, da inclusão das despesas resultantes do Contrato de Empréstimo dentro dos limites de programação financeira de que trata o Decreto nº 5.379, de 25 de fevereiro de 2005; II - declaração do Bird de estarem cumpridas as condições de efetividade contidas nas letras (a), (b) e (c) da Seção 5.01 da minuta do Contrato de Empréstimo. Art. 4º A autorização concedida por esta Resolução deverá ser exercida no prazo de 540 (quinhentos e quarenta) dias a contar da data de sua publicação. Art. 5º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.. Senado Federal, em 14 de setembro de 2005 Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal <!ID > DESPACHOS DO VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA, NO EXERCÍCIO DO CARGO DE PRESIDENTE DA REPÚBLICA MENSAGEM Presidência da República Nº 594, de 14 de setembro de Proposta ao Senado Federal para que seja autorizada a contratação de operação de crédito externo entre a República Federativa do Brasil e o Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID, para financiamento parcial do Programa Cadastro de Terras e Regularização Fundiária no Brasil. Nº 595, de 14 de setembro de Proposta ao Senado Federal para que seja autorizada a contratação de operação de crédito externo pela República Federativa do Brasil junto ao Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento - BIRD, cujos recursos constituirão o Empréstimo Programático (Development Policy Lending - DPL) para Crescimento com Eqüïdade: Política do Setor de Habitação - 1ª Etapa, no âmbito do Programa de Apoio Financeiro ao Brasil (PAFIB). Nº 596, de 14 de setembro de Encaminhamento ao Congresso Nacional do texto do projeto de lei que Cria mil novecentos e cinqüenta e um cargos da Carreira da Seguridade Social e do Trabalho, para o Quadro do Ministério do Trabalho e Emprego, e extingue dois mil cento e noventa e um cargos vagos disponíveis no Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal - SIPEC, e dá outras providências Nº 597, de 14 de setembro de Encaminhamento ao Congresso Nacional do ato constante da Portaria nº 2.829, de 11 de dezembro de 2002, do Ministério das Comunicações, que outorga permissão à Rádio Vale do Paranaíba Ltda. para explorar, pelo prazo de dez anos, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão sonora em freqüência modulada na cidade de Campos Verdes, Estado de Goiás. Nº 598, de 14 de setembro de Encaminhamento ao Congresso Nacional de permissões às entidades abaixo relacionadas para executar, pelo prazo de dez anos, sem direito de exclusividade, serviços de radiodifusão sonora em freqüência modulada, com fins exclusivamente educativos, conforme os seguintes atos do Ministério das Comunciações: 1 - Portaria nº 319, de 30 de agosto de Fundação Canal Vinte e Um, na cidade de Cascavel - PR; e 2 - Portaria nº 270, de 9 de junho de FUNDAÇÃO EDU- CATIVA E CULTURAL GOIÁS VIVO - FUNGOV, no Município de Caldas Novas - GO. ANEXO Nº 599, de 14 de setembro de Encaminhamento ao Congresso Nacional das autorizações às entidades abaixo relacionadas para executar, pelo prazo de dez anos, sem direito de exclusividade, serviços de radiodifusão comunitária, conforme os seguintes atos do Ministério das Comunicações: 1 - Portaria n o 395, de 28 de julho de Associação de Comunicação e Educação de Marco, na cidade de Marco - CE; 2 - Portaria n o 29, de 15 de janeiro de Associação Comunitária Educativa e Cultural Itauense (ACECI) Itaú - RN, na cidade de Itaú - RN; 3 - Portaria n o 80, de 15 de fevereiro de Associação Cultural de Comunicação Alternativa, no município de Santa Cruz do Rio Pardo - SP; 4 - Portaria n o 119, de 16 de fevereiro de Associação Cultural Comunitária Nova Birigui, no município de Birigui - SP; 5 - Portaria n o 127, de 16 de fevereiro de Associação Comunitária de Comunicação e Cultura de Diamante do Norte, no município de Diamante do Norte - PR; 6 - Portaria n o 136, de 16 de fevereiro de Sociedade de Radiodifusão Comunitária de São Bento do Una, no município de São Bento do Una - PE; 7 - Portaria n o 155, de 16 de fevereiro de Associação Cultural Comunitária Camponovense, no município de Campos Novos - SC; e 8 - Portaria n o 273, de 13 de junho de Rádio Comunidade Porciúncula, no município de Porciúncula - RJ. SECRETARIA ESPECIAL DE AQÜICULTURA E PESCA <!ID > INSTRUÇÃO NORMATIVA N o - 16, DE 14 DE SETEMBRO DE 2005 O SECRETÁRIO ESPECIAL DE AQÜICULTURA E PESCA DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 23 da Lei nº , de 28 de maio de 2003, e tendo em vista o disposto no Decreto-Lei nº 221, de 28 de fevereiro de 1967, na Instrução Normativa SEAP/PR nº 03, de 12 de maio de 2004, na Instrução Normativa MMA nº 6, de 7 de junho de 2004, na Instrução Normativa SEAP/PR nº 2, de 01 de março de 2005 e tendo em vista o que consta do Processo nº / , resolve: Art. 1º Divulgar a Relação dos Processos Deferidos para fins de concessão de Permissão de Pesca para a captura de piramutaba (Brachyplatystoma vaillanti) através do método de arrasto, no litoral Norte, conforme o Anexo desta Instrução Normativa. Parágrafo único. A operação das embarcações de que trata o art. 1º, fica condicionada à efetivação de seus registros e a conseqüente emissão do respectivo Certificado de Registro de Embarcação Pesqueira pelo Escritório Estadual da SEAP no Pará, na forma do estabelecido nos arts. 5º, 17 e 18 da Instrução Normativa SEAP nº 003, de Art. 2º Conceder prazo de 15 (quinze) dias para complementação da documentação prevista na Instrução Normativa SEAP nº 002, de 2005, aos demais armadores e/ou proprietários das embarcações relacionadas no processo / Art. 3 Caberá a Subsecretaria de Desenvolvimento de Pesca por meio de suas unidades específicas, bem como ao Escritório Estadual desta SEAP, em Belém-Pa, adotar os procedimentos complementares à aplicação desta Instrução Normativa. Art. 4º Ficam revogadas as disposições em contrário. Art. 5º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. JOSE FRITSCH Lista de processos deferidos para fins de concessão de permissão para pesca de piramutaba através do método de arrasto, no litoral Norte, conforme disposto no 1º do art. 3º da IN SEAP nº 2/2005 Nº de ordem Embarcação Nº do Processo Nome ou razão social do interessado 1 Belém Pesca XV /99-17 Brasil Norte Pesca e Exp. Ltda 2 Crustamar V /99-22 Brasil Norte Pesca e Exp. Ltda 3 Cibradep IX /99-74 Brasil Norte Pesca e Exp. Ltda 4 Cibradep VII /99-10 Brasil Norte Pesca e Exp. Ltda 5 Cibradep VIII /99-71 Brasil Norte Pesca e Exp. Ltda 6 Leal Santos I / Ecomar Ind. de Pescado S/A 7 Leal Santos II / Ecomar Ind. de Pescado S/A 8 Leal Santos IV / Ecomar Ind. de Pescado S/A 9 Ecomar I / Ecomar Ind. de Pescado S/A 10 Ecomar III / Ecomar Ind. de Pescado S/A 11 Ecomar VII / Ecomar Ind. de Pescado S/A 12 Ecomar VI / Ecomar Ind. de Pescado S/A 13 Leal Santos III / Ecomar Ind. de Pescado S/A 14 Maguary X / Pesqueira Maguary Ltda

4 <!ID > 4 ISSN Nº 178, quinta-feira, 15 de setembro de 2005 SUBSECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO DE AQÜICULTURA E PESCA PORTARIA N o - 44, DE 14 DE SETEMBRO DE 2005 Autorização de arrendamento de embarcação estrangeira para exploração da pesca na Plataforma Continental e na Zona Econômica Exclusiva do Brasil, pelo prazo de 02 (dois) anos. O SUBSECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO DE AQÜICULTURA E PESCA DA SECRETARIA ESPECIAL DE AQÜICULTURA E PESCA DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLI- CA, no uso da atribuição que lhe confere a Portaria SEAP/PR n.º 122, de 17 de fevereiro de 2005, o inciso V do art. 5º do Anexo I do Decreto n.º 4.670, de 10 de abril de 2003, e tendo em vista o disposto na Lei n.º , de 28 de maio de 2003, no Decreto-Lei n.º 221, de 28 de fevereiro de 1967, no Decreto n.º 4.810, de 19 de agosto de 2003, na Instrução Normativa n.º 4, de 8 de outubro de 2003, da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República, no Edital de Convocação n.º 03, de 14 de julho de 2005, da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República e o que consta dos Processos n. os / e / , resolve: Art. 1º Autorizar a empresa Indústria e Comércio de Pescados Pontal do Sul Ltda, CNPJ n.º / , com sede a Avenida Beira Mar, s/n, Pontal do Poço, município de Pontal do Paraná, Estado do Paraná, a celebrar contrato de arrendamento com a empresa Mar de Islândia S.L., com sede a Julian Estevez, 14-8ºD, Código Postal 36207, Cidade de Vigo, Galícia, Espanha, proprietária da embarcação pesqueira denominada MAR DE ISLANDIA, de bandeira da Espanha. Art. 2º A autorização, de que trata o artigo anterior, será concedida pelo prazo de 2 (dois) anos e a embarcação destinar-se-á à pesca de atuns e afins, tendo como espécie-alvo o espadarte (Xiphias gladius), com a utilização do sistema de espinhel pelágico de superfície, na plataforma continental e zona econômica exclusiva, de acordo com o artigo 1º, 1º e 3º do Decreto nº 4.810, de 19 de agosto de 2003, observada a legislação pertinente e as exigências contidas no citado processo. Parágrafo único. O prazo de que trata este artigo será contado a partir da data de emissão do termo de vistoria pela Capitania dos Portos. Art. 3º A empresa arrendatária fica obrigada ao cumprimento das exigências seguintes, sob pena do cancelamento desta autorização, sem indenização a qualquer título, independente das cominações legais: I - entregar, nos moldes da Instrução Normativa Interministerial n.º 26,de 19 de julho de 2005, do Ministério do Meio Ambiente e da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República, os Mapas de Bordo devidamente preenchidos; II - utilizar equipamentos de rastreamento por satélite na embarcação que permitam o acompanhamento, em tempo real e de forma automática, de sua posição geográfica; III - manter, durante o cruzeiro de pesca, sem ônus para a União, observador de bordo designado pela Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República para acompanhar a execução das atividades da embarcação; IV - apresentar o termo de inspeção da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) a sede da SEAP/PR e ao Escritório Estadual da SEAP/PR junto com o pedido de registro da mesma; V - apresentar o termo de inspeção da Divisão de Inspeção de Pescado e Derivados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (DIPES/MAPA) a sede da SEAP/PR e ao Escritório Estadual da SEAP/PR junto com o pedido de registro da mesma; VI - apresentar declaração de anuência da Autoridade Pesqueira do país de bandeira da embarcação em relação ao seu arrendamento a sede da SEAP/PR e ao Escritório Estadual da SEAP/PR junto com o pedido de registro da mesma; VII - fazer uso de linha espanta-pássaros com fitas coloridas fixadas em cabo rebocado diretamente acima da área onde o espinhel pelágico de superfície será lançado na água; VIII- fazer uso de anzóis circulares; e IX- tingir as iscas com corante azul. Art. 4º Sempre que solicitado pela Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República, fica a empresa arrendatária obrigada a apresentar o desempenho operacional da embarcação, objeto da presente Autorização de Arrendamento, abrangendo número de viagens realizadas, custos operacionais, produção por espécie, em quantidade e valor, bem como o destino da referida produção. Art. 5º A emissão ou renovação do Certificado de Registro da embarcação e respectiva Permissão de Pesca, nos moldes previstos em legislação específica, fica condicionada ao cumprimento das exigências estabelecidas nesta Portaria. Art. 6º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. <!ID >PORTARIA N ALTEMIR GREGOLIN o - 45, DE 14 DE SETEMBRO DE 2005 Autorização de arrendamento de embarcação estrangeira para exploração da pesca na Plataforma Continental e na Zona Econômica Exclusiva do Brasil, pelo prazo de 02 (dois) anos. O SUBSECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO DE AQÜICULTURA E PESCA DA SECRETARIA ESPECIAL DE AQÜICULTURA E PESCA DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLI- CA, no uso da atribuição que lhe confere a Portaria SEAP/PR n.º 122, de 17 de fevereiro de 2005, o inciso V do art. 5º do Anexo I do Decreto n.º 4.670, de 10 de abril de 2003, e tendo em vista o disposto na Lei n.º , de 28 de maio de 2003, no Decreto-Lei n.º 221, de 28 de fevereiro de 1967, no Decreto n.º 4.810, de 19 de agosto de 2003, na Instrução Normativa n.º 4, de 8 de outubro de 2003, da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República, no Edital de Convocação n.º 03, de 14 de julho de 2005, da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República e o que consta dos Processos n. os / e / , resolve: Art. 1º Autorizar a empresa Indústria e Comércio de Pescados Pontal do Sul Ltda, CNPJ n.º / , com sede a Avenida Beira Mar, s/n, Pontal do Poço, município de Pontal do Paraná, Estado do Paraná, a celebrar contrato de arrendamento com a empresa Alovel S.A, com sede a Praça Independência, 831, Montevidéu, Uruguai, proprietária da embarcação pesqueira denominada PLAYA POCITOS, de bandeira do Uruguai. Art. 2º A autorização, de que trata o artigo anterior, será concedida pelo prazo de 2 (dois) anos e a embarcação destinar-se-á à pesca de atuns e afins, tendo como espécie-alvo o espadarte (Xiphias gladius), com a utilização do sistema de espinhel pelágico de superfície, na plataforma continental e zona econômica exclusiva, de acordo com o artigo 1º, 1º e 3º do Decreto nº 4.810, de 19 de agosto de 2003, observada a legislação pertinente e as exigências contidas no citado processo. Parágrafo único. O prazo de que trata este artigo será contado a partir da data de emissão do termo de vistoria pela Capitania dos Portos. Art. 3º A empresa arrendatária fica obrigada ao cumprimento das exigências seguintes, sob pena do cancelamento desta autorização, sem indenização a qualquer título, independente das cominações legais: I - entregar, nos moldes da Instrução Normativa Interministerial n.º 26,de 19 de julho de 2005, do Ministério do Meio Ambiente e da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República, os Mapas de Bordo devidamente preenchidos; II - utilizar equipamentos de rastreamento por satélite na embarcação que permitam o acompanhamento, em tempo real e de forma automática, de sua posição geográfica; III - manter, durante o cruzeiro de pesca, sem ônus para a União, observador de bordo designado pela Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República para acompanhar a execução das atividades da embarcação; IV - apresentar o termo de inspeção da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) a sede da SEAP/PR e ao Escritório Estadual da SEAP/PR junto com o pedido de registro da mesma; V - apresentar o termo de inspeção da Divisão de Inspeção de Pescado e Derivados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (DIPES/MAPA) a sede da SEAP/PR e ao Escritório Estadual da SEAP/PR junto com o pedido de registro da mesma; VI - apresentar declaração de anuência da Autoridade Pesqueira do país de bandeira da embarcação em relação ao seu arrendamento a sede da SEAP/PR e ao Escritório Estadual da SEAP/PR junto com o pedido de registro da mesma; VII - fazer uso de linha espanta-pássaros com fitas coloridas fixadas em cabo rebocado diretamente acima da área onde o espinhel pelágico de superfície será lançado na água; VIII- fazer uso de anzóis circulares; e IX- tingir as iscas com corante azul. Art. 4º Sempre que solicitado pela Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República, fica a empresa arrendatária obrigada a apresentar o desempenho operacional da embarcação, objeto da presente Autorização de Arrendamento, abrangendo número de viagens realizadas, custos operacionais, produção por espécie, em quantidade e valor, bem como o destino da referida produção. Art. 5º A emissão ou renovação do Certificado de Registro da embarcação e respectiva Permissão de Pesca, nos moldes previstos em legislação específica, fica condicionada ao cumprimento das exigências estabelecidas nesta Portaria.. Art. 6º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. <!ID >PORTARIA Nº ALTEMIR GREGOLIN Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento GABINETE DO MINISTRO 378, DE 14 DE SETEMBRO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁ- RIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, Parágrafo único, inciso II, da Constituição, tendo em vista o que consta do Processo nº / , e considerando a expressa autorização da Casa Civil da Presidência da República, através do Aviso nº 770, de 29 de julho de 2005, em atendimento ao inciso II do artigo 34 do Decreto nº 4.176, de 28 de março de 2002, resolve: Art. 1º Prorrogar, por 45 (quarenta e cinco) dias, a partir de 16 de setembro de 2005, o prazo consignado no artigo 1º da Portaria Ministerial nº 351, de 16 de agosto de 2005, publicada no Diário Oficial da União de 17 subseqüente, que submete à consulta pública o Anteprojeto de Decreto que regulamenta a Lei nº 9.712, de 20 de novembro de 1998, que altera a Lei nº 8.171, de 17 de janeiro de Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. ROBERTO RODRIGUES SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA <!ID >INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA Nº 25, DE 14 DE SETEMBRO DE 2005 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MI- NISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMEN- TO (MAPA), O DIRETOR-PRESIDENTE DA AGÊNCIA NACIO- NAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (ANVISA) E O PRESIDENTE DO INSTITUTO BRASILEIRO DE MEIO AMBIENTE E DOS RE- CURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS (IBAMA), no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto na Lei nº 7.802, de 11 de julho de 1989, e em seu Decreto regulamentador nº 4.074, de 4 de janeiro de 2002, Considerando a necessidade de regulamentar o Registro Especial Temporário previsto nos arts. 23 a 28, do Decreto nº 4.074, de 2002, e o que consta do Processo nº / , resolvem: Art. 1º Estabelecer os procedimentos a serem adotados junto ao MAPA, ANVISA e IBAMA, para efeito das avaliações preliminares e de obtenção do Registro Especial Temporário - RET, para produtos técnicos, pré-misturas, agrotóxicos e afins, destinados à pesquisa e experimentação.art. 2º O RET será exigido para a realização de pesquisa e experimentação, estará sujeito à aprovação dos órgãos federais dos setores da agricultura, da saúde e do meio ambiente nos casos que se seguem: I - produto ainda não registrado no país de acordo com o art. 3º, da Lei nº 7.802, de II - produto já registrado no país: a) cuja composição esteja sofrendo alteração; b) em se tratando de utilização de mistura em tanque de agrotóxicos e afins; c) quando se destinar à utilização em novo ambiente e que implique alteração do órgão registrante de acordo com as competências previstas nos arts. 5º, 6º e 7º, do Decreto nº 4.074, de Parágrafo único. Para os efeitos desta Instrução Normativa, não se encontram compreendidos no inciso II deste artigo os produtos que obtiveram, unicamente, Registro Especial Temporário - RET. Art. 3º Para a realização de pesquisa ou experimentação com produto já registrado que não se enquadre nas disposições do inciso II, do art. 2º, o RET deverá ser requerido por meio eletrônico junto ao Sistema de Informação de Agrotóxicos - SIA e protocolizado no órgão federal junto ao qual o produto esteja registrado, sem prejuízo do que dispõe o art. 23 e parágrafos do Decreto nº 4.074, de Parágrafo único. O órgão federal registrante comunicará, aos demais órgãos, a concessão do RET. Art. 4º Os padrões analíticos ficam dispensados de RET, desde que a quantidade por substância não ultrapasse a 20 (vinte) gramas. Art. 5º Para efeito da solicitação de RET de produtos técnicos, pré-misturas, agrotóxicos e afins, o interessado deverá apresentar ao órgão federal registrante, de acordo com as competências previstas nos arts. 5º, 6º e 7º, do Decreto nº 4.074, de 2002, e aos demais órgãos federais envolvidos, as informações abaixo especificadas:

5 Nº 178, quinta-feira, 15 de setembro de ISSN I - para produto não registrado pelo requerente da pesquisa ou experimentação: a) requerimento de acordo com o modelo I, do Anexo III, do Decreto nº 4.074, de 2002, cujo item 4 e subitens deverão ser apresentados na forma de um relatório técnico, conforme a fase (I, II ou III) e a natureza do produto, de acordo com os Anexos desta Instrução Normativa; b) comprovante de recolhimento dos respectivos valores estabelecidos pelo IBAMA e ANVISA. II - para produto já registrado pelo requerente da pesquisa ou experimentação: a) requerimento conforme modelo II, do Anexo III do Decreto nº 4.074, de 2002; b) cópia do Certificado de Registro; c) projeto experimental, conforme previsto nos anexos desta Instrução Normativa; d) contrato de arrendamento, termo de cessão ou de cooperação técnica para a pesquisa e experimentação em áreas de terceiros, quando for o caso; e) comprovante de recolhimento dos respectivos valores estabelecidos pelo IBAMA e ANVISA nos casos do art. 2 o, ou do Órgão registrante nos casos do art. 3 o. 1º O requerente deverá apresentar justificativa técnica fundamentada para qualquer informação ou estudo solicitado não disponível, no ato de protocolização do requerimento, ficando resguardado aos órgãos acatar ou não a justificativa apresentada. 2º Dados complementares, conforme as características do produto e do projeto de pesquisa, poderão ser solicitados pelos órgãos responsáveis pela agricultura, saúde e meio ambiente, mediante justificativa técnica. 3º O requerimento de RET deve ser preenchido no Sistema de Informações sobre Agrotóxicos (SIA) e protocolizado no(s) órgão(s) competente(s) em prazo não superior a 5 (cinco) dias a contar da data do primeiro protocolo. Art. 6º A pesquisa e a experimentação serão enquadradas em uma das seguintes fases, de acordo com o delineamento do projeto experimental e produto a ser testado, assim caracterizado: Fase I - Preliminar Executados em laboratório, casa de vegetação, estufas, aquários, caixas d'água e em estações experimentais credenciadas. VALIDADE Até 3 anos de duração, dependendo do projeto experimental. ÁREA Máximo de 1000 m 2 por cultura. ÁREA Máximo de 100 m 2 de superfície aquática. QUANTIDADE Definida caso a caso, em função do projeto experimental. Fase II - Inicial Executados em tanques, lagoas fechadas e parcelas em estações experimentais credenciadas. VALIDADE Até 3 anos de duração, dependendo do projeto experimental. ÁREA Máximo de m 2 por cultura. ÁREA Máximo de 1000 m 2 de superfície aquática. QUANTIDADE Máximo de 5L ou 5kg de produto por cultura. Fase III - Final Executados em estações experimentais credenciadas ou áreas de terceiros, mediante contrato de arrendamento, termo de cessão ou de cooperação técnica, quando for o caso. VALIDADE Definida, caso a caso, de acordo com o projeto experimental. ÁREA Definida caso a caso, de acordo com o projeto experimental. QUANTIDADE Definida caso a caso, de acordo com o projeto experimental. 1º Excetuam-se do disposto no caput deste artigo a pesquisa e a experimentação que envolvam produto listado no Anexo III desta Instrução Normativa, porém estarão sujeitas às exigências do Anexo II. 2º Para a realização de pesquisa ou experimentação em ambiente controlado de laboratório credenciado/acreditado/habilitado, o RET deverá ser requerido por meio eletrônico, junto ao Sistema de Informação de Agrotóxicos - SIA e protocolizado apenas no órgão federal registrante, sem prejuízo do que dispõe o art. 23 e parágrafos do Decreto nº 4.074, de 2002.I - As avaliações toxicológica e ambiental preliminares serão fornecidas pelos órgãos competentes no prazo de sessenta dias, contados a partir da data de recebimento da documentação; II - O órgão federal registrante terá o prazo de quinze dias, contados a partir da data de recebimento do resultado das avaliações realizadas pelos demais órgãos, para conceder ou indeferir o RET. 3º O RET de produto técnico e pré-mistura será sempre enquadrado na Fase I. 4º As estações experimentais, de natureza pública ou privada, de ensino, assistência técnica ou pesquisa que se dediquem ao desenvolvimento de pesquisa e experimentação com agrotóxicos, produtos técnicos, pré-misturas e afins destinados ao uso nos setores de produção, armazenamento ou beneficiamento de produtos agrícolas, em florestas plantadas ou em pastagens, deverão ser credenciadas junto ao MAPA, conforme disposto em legislação específica. 5º As estações experimentais, de natureza pública ou privada, de ensino, assistência técnica ou pesquisa deverão ser registradas no Cadastro Técnico Federal, junto ao IBAMA, de acordo com a legislação específica. Art. 7º Para os efeitos desta Instrução Normativa, são consideradas áreas de terceiros as localizadas em propriedades públicas ou privadas, utilizadas pelo requerente do RET para a execução de pesquisa e experimentação com agrotóxicos e afins, mediante contrato de arrendamento, termo de cessão ou de cooperação técnica celebrado entre o proprietário e o requerente, nos termos do disposto nos itens 46, do Anexo I, e 47, do Anexo II desta Instrução Normativa. 1º O contrato de arrendamento, termo de cessão ou de cooperação técnica deverá conter o nome e o endereço dos signatários, o nome ou o código do produto, a(s) cultura(s) a ser(em) testada(s), a área total e o período de utilização e descanso da área. 2º Dentre outras finalidades, o contrato de arrendamento, termo de cessão ou de cooperação técnica, para os efeitos desta Instrução Normativa, destina-se a dar ciência, ao proprietário da terra, da realização do experimento, da proibição do consumo da cultura para fins de alimentação humana ou animal, da obrigatoriedade de destruição dos restos da cultura e da demarcação da área experimental com avisos de advertência. 3º O contrato de arrendamento, termo de cessão ou de cooperação técnica deverá estabelecer, também, o compromisso de não utilização da área empregada na pesquisa e experimentação para outros fins, durante o tempo determinado pelos estudos de meiavida do ingrediente ativo (persistência). Art. 8º A inclusão de novos produtos no Anexo III poderá ser efetuada mediante solicitação do interessado, acompanhada de justificativa técnica, ao Comitê Técnico de Assessoramento para Agrotóxicos - CTA, para apreciação. Art. 9º O certificado de RET será emitido de acordo com modelo do Anexo I do Decreto nº 4.074, de Art. 10. Os locais de execução dos experimentos e a validade do RET poderão ser alterados, após a concessão do mesmo, mediante a solicitação do interessado, acompanhada de justificativa técnica, dirigida: I - aos órgãos federais de agricultura, saúde e meio ambiente, nas situações previstas no art. 2º desta Instrução Normativa, os quais deverão se manifestar, no prazo de até 15 (quinze) dias, ao órgão federal registrante; II - ao órgão federal registrante, nas situações previstas no art. 3º desta Instrução Normativa. Art. 11. O requerimento de RET de um produto poderá abranger projetos experimentais para mais de uma cultura, desde que todos os projetos se enquadrem na mesma fase. Parágrafo único. Para pesquisa e experimentação em Fase I, conforme o estabelecido no art. 6º, o requerimento poderá ser apresentado para mais de um produto. Art. 12. O RET não possibilita a utilização de produtos técnicos, pré-misturas, agrotóxicos e afins para quaisquer outras finalidades não previstas no certificado de registro, inclusive em campos de demonstração dos produtos a potenciais usuários. Art. 13. Os produtos agrícolas e os restos de cultura provenientes das áreas tratadas com agrotóxicos e afins em pesquisa e experimentação não poderão ser utilizados para alimentação humana ou animal. 1º Quando se tratar de pesquisa e experimentação de produtos utilizados na forma de armadilhas, que não entrem em contato com a cultura e o solo, ou nos experimentos com liberação de inimigos naturais, poderá ser permitido o consumo da cultura para fins de alimentação humana ou animal e dispensada a destruição de restos da cultura, devendo esta condição ser expressa no Certificado de Registro. 2º No caso de pesquisa e experimentação em tanques, aquários, lagoas ou em outros ambientes hídricos, a água não poderá ser utilizada para fins de irrigação, consumo humano ou animal, uso doméstico ou recreação, devendo ser estabelecido e respeitado um período de descontaminação para a sua posterior utilização ou destinação final. Art. 14. Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. Art. 15. Fica revogada a Portaria nº 14, de 24 de janeiro de 1992, da Secretaria Nacional de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde. GABRIEL ALVES MACIEL Secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento CLÁUDIO MAIEROVITCH PESSANHA HENRIQUES Diretor-Presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária MARCUS LUIZ BARROSO BARROS Presidente do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis ANEXO I RELATÓRIO TÉCNICO FASE I: (informações requeridas) 1. Produto: 1.1 nome ou código do produto 2. Requerente do registro: 2.1 nome 2.4 nº do CNPJ 2.2 endereço 2.5 bairro 2.3 cidade 2.6 UF 2.7 CEP 3. Produtor (Fabricante/Formulador): 3.1 nome 3.4 no do CNPJ 3.2 endereço 3.5 bairro 3.3 cidade 3.6 UF 3.7 CEP 4. Importador (caso o produto seja importado): 4.1 nome 4.4 no do CNPJ 4.2 endereço 4.5 bairro 4.3 cidade 4.6 UF 4.7 CEP 5. Nome químico do ingrediente ativo (quando disponível): 6. Grupo químico: 7. Classe de uso: 8. Tipo de formulação (forma de apresentação): Quando indisponível, justificar. 9. Concentração do ingrediente ativo: 10. Características físico-químicas do produto testado: 10.1 Estado Físico 10.5 Solubilidade / miscibilidade 10.2 Aspecto 10.6 ph 10.3 Cor 10.7 Densidade 10.4 Estabilidade (luz, ar, ph, temperatura) Quando indisponível, justificar. 11. Objetivos da pesquisa/experimentação: 12. Estudos laboratoriais a serem realizados: Estudo(s) Instituição(ões) executora(s) Endereço 13. Quantidade de produto a ser utilizada: 14. Quantidade de produto a ser formulada: 15. Quantidade de produto a ser importada: 16. Precauções relativas à saúde: 17. Primeiros socorros e telefone de emergência da empresa: 18. Medidas em caso de acidentes: 19. Destinação final de sobras e embalagens: 20. Destino final dos restos culturais: 21. Intervalo de segurança e destinação de águas (em se tratando de ensaios em ambientes hídricos): 22. Cultura/espécie(s)-alvo: Cultura Espécie-alvo (quando indisponível, justificar) 23. Projeto experimental: O projeto experimental deverá conter: a) objetivo dos ensaios; b) cultura(s); c) tipo de delineamento; d) tratamentos (doses em g ou L/área); e) no e tamanho das parcelas; f) no de repetições; g) no e modo de aplicação; h) no de ensaios; i) área total; j) localização (endereço completo); l) período previsto para execução; m) técnico responsável pela execução em cada localidade; n) nome e assinatura do técnico responsável pelo projeto. Os locais onde serão instalados os ensaios deverão ser apresentados conforme modelo a seguir: (quando uma ou mais informações não estiverem disponíveis, justificar). Local(ais) de ensaio: Cultura (quando aplicável) Área Instituição(ões) executora(s) Local(ais) (ordenado por UF, em ordem alfabética) FASE II: Todas as informações da FASE I, incluindo: 24. Modo de ação: 25. Toxicidade aguda oral para mamíferos (PT ou PF): 26. Toxicidade aguda dérmica para mamíferos (PT ou PF): 27. Toxicidade aguda para peixes (PT ou PF): 28. Potencial genotóxico para procariontes (PT ou PF): FASE III: Todas as informações das FASES I e II, incluindo: 29. Marca comercial (quando disponível): 30. Nome químico e comum do ingrediente ativo (obrigatório para esta fase): 31. Fórmula molecular do ingrediente ativo: 32. Fórmula estrutural: 33. Composição qualitativa e quantitativa: 34. Coeficiente de partição n-octanol / água (PT): 35. Métodos analíticos para identificação do ingrediente ativo (PT): 36. Toxicidade aguda para microcrustáceos (quando se tratar de pesquisa em ambiente hídrico) (PT ou PF): 37. Toxicidade para algas (quando se tratar de pesquisa em ambiente hídrico) (PT ou PF): 38. Toxicidade para minhocas (PT ou PF): 39. Irritação cutânea para mamíferos (PT ou PF): 40. Irritação ocular para mamíferos (PT ou PF): 41. Toxicidade oral subaguda em cães e roedores (PT): Quando indisponíveis justificar. 42. Potencial genotóxico para eucariontes: 43. Toxicidade aguda inalatória (para produtos voláteis ou com pressão de vapor maior que 10-6 mmhg (25ºC) ou fumigantes ou sólidos com tamanho de partícula 5 micrômetros) (PT ou PF):

6 <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA 6 ISSN Nº 178, quinta-feira, 15 de setembro de Persistência (meia-vida em condições bióticas - ação de microrganismo - e abióticas - exemplos: hidrólise, fotólise, estabilidade térmica) (PT ou IA/PF): 45. Mobilidade (PT ou IA): 46. Contrato de arrendamento, termo de cessão ou de cooperação. Além do previsto no art. 7º desta Instrução Normativa, este documento deve ser assinado pelo proprietário da terra e pelo requerente, ou por seus representantes legalmente constituídos. ANEXO II RELATÓRIO TÉCNICO PARA PRODUTOS LISTADOS NO ANEXO III OBS: A apresentação das informações abaixo relacionadas deverá ser feita de acordo com as características de cada produto. O não atendimento a qualquer informação deverá ser justificado tecnicamente. 1. Produto: 1.1 nome ou código do produto 2. Requerente do registro: 2.1 nome 2.4 nº do CNPJ 2.2 endereço 2.5 bairro 2.3 cidade 2.6 UF 2.7 CEP 3. Produtor: 3.1 nome 3.4 nº do CNPJ 3.2 endereço 3.5 bairro 3.3 cidade 3.6 UF 3.7 CEP 4. Importador (caso o produto seja importado): 4.1 nome 4.4 nº do CNPJ 4.2 endereço 4.5 bairro 4.3 cidade 4.6 UF 4.7 CEP 5. Nome químico do ingrediente ativo ou do agente biológico de controle: 6. Grupo químico: 7. Classe de uso: 8. Tipo de formulação (forma de apresentação): 9. Concentração do ingrediente ativo: 10. Características físico-químicas (PT/PF): Estado físico: Solubilidade: Aspecto: ph: Cor: Densidade: Estabilidade (luz, ar, ph, temperatura): 11. Pureza da cultura-estoque: 12. Informações sobre possíveis contaminantes: 13. Procedimentos para limitar contaminações: 14. Especificidade: 15. Relação com patógenos e efeitos sobre organismos nãoalvos: 16. Quantidade do agente biológico presente: 17. Posição taxonômica: 18. Quantidade de produto a ser utilizada: 19. Quantidade de produto a ser formulada: 20. Quantidade de produto a ser importada: 21. Precauções relativas à saúde: 22. Primeiros socorros e telefone de emergência da empresa: 23. Medidas em caso de acidentes: 24. Destinação final de sobras e embalagens vazias: 25. Destino final dos restos culturais: 26. Intervalo de segurança e destinação de águas (em se tratando de ensaios em ambientes hídricos): 27. Estudos laboratoriais a serem realizados: Estudo(s) Instituição(ões) executora(s) Endereço 28. Cultura/espécie(s)-alvo: Cultura Espécie-alvo 29. Projeto Experimental O projeto experimental deverá conter: a) objetivo dos ensaios; b) cultura(s); c) tipo de delineamento; d) tratamentos (doses em g ou L/área); e) no e tamanho das parcelas; f) no de repetições; g) no e modo de aplicação; h) no de ensaios; i) área total; j) localização (endereço completo); l) período previsto para execução; m) técnico responsável pela execução em cada localidade; n) nome e assinatura do técnico responsável pelo projeto. Os locais onde serão instalados os ensaios deverão ser apresentados conforme modelo a seguir: (quando uma ou mais informações não estiverem disponíveis, justificar). Local(ais) de ensaio: Cultura (quando aplicável) Área Instituição(ões) executora(s) Local(ais) (ordenado por UF, em ordem alfabética) 30. Procedimento para identificação do agente biológico ou microbiológico: 31. História natural do organismo (ocorrência, distribuição geográfica, ciclo de vida, etc): 32. Local e referência da cultura depositada em coleção: 33. Procedência do organismo biológico (no caso de organismo microbiológico, informar a descrição detalhada da obtenção da linhagem ou cepa): 34. Modo de ação: 35. Componentes da formulação: 36. Composição qualitativa e quantitativa: 37. Modo e tecnologia de aplicação: 38. Toxicidade aguda para peixes para produtos aplicados em ambientes hídricos: 39. Toxicidade aguda oral para mamíferos: 40. Toxicidade aguda para microcrustáceos para produtos aplicados em ambientes hídricos: 41. Toxicidade aguda para algas (para produtos aplicados em ambientes hídricos): 42. Toxicidade aguda dérmica para mamíferos: 43. Toxicidade aguda inalatória para mamíferos: 44. Toxicidade / Patogenicidade oral aguda para mamíferos: 45. Toxicidade / Patogenicidade para microcrustáceos (para produtos utilizados em ambientes hídricos): 46. Toxicidade / Patogenicidade para peixes (para produtos utilizados em ambientes hídricos): 47. Contrato de arrendamento, termo de cessão ou de cooperação Ȧlém do previsto no art. 7º desta Instrução Normativa, este documento deve ser assinado pelo proprietário da terra e pelo requerente, ou por seus representantes legalmente constituídos. ANEXO III RELAÇÃO DE PRODUTOS Agentes biológicos de controle, microbiológicos, conforme definidos em normas específicas, excetuados os obtidos por meio de técnicas de engenharia genética; Agentes biológicos de controle, inimigos naturais, tais como parasitóides, predadores e nematóides, conforme definidos em normas específicas, excetuados os obtidos por meio de técnicas de engenharia genética; Produtos semioquímicos conforme definidos em normas específicas; Produtos bioquímicos conforme definidos em normas específicas; Óleos minerais; Extratos e óleos vegetais; Compostos inorgânicos à base de cobre; Compostos inorgânicos à base de enxofre; Espalhantes adesivos; Amônia quarternária. Nº 158, DE 12 DE SETEMBRO DE 2005 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTE- CIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o Artº 42, do Anexo I do Decreto de 21 de janeiro de 2005, tendo em vista o disposto na Instrução Normativa SDA nº 12, de 7 de março de 2003, Art. 3 da Lei nº 7.802, de 11 de julho de 1989, no Decreto nº 4.074, de 4 de janeiro de 2002, e o que consta do Processo nº / , resolve: Art. 1º Credenciar sob o número BR SP 159, a empresa BIOMICROTEC SANITIZAÇÃO LTDA, CNPJ nº / , Inscrição Estadual nº , localizada na Rua Pero Neto, nº 38, Bairro Praça da Árvore, São Paulo-SP, para, na qualidade de empresa prestadora de serviços de tratamentos quarentenários e fitossanitários no trânsito internacional de vegetais e suas partes, executar os seguintes tratamentos: a) Fumigação em Containeres(FEC), b) Fumigação em Câmaras de Lona(FCL). Art. 2º O Credenciamento de que trata esta Portaria terá validade por 12 (doze) meses, podendo ser renovado mediante requerimento encaminhado ao Serviço de Sanidade Vegetal. publicação. Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua GABRIEL ALVES MACIEL Nº 159, DE 12 DE SETEMBRO DE 2005 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTE- CIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o Artº 42, do Anexo I do Decreto de 21 de janeiro de 2005, tendo em vista o disposto na Instrução Normativa SDA nº 12, de 7 de março de 2003, Art. 3 da Lei nº 7.802, de 11 de julho de 1989, no Decreto nº 4.074, de 4 de janeiro de 2002, e o que consta do Processo nº / , resolve: Art. 1º Credenciar sob o número BR PA 160, a empresa MADENORTE S.A. LAMINADOS E COMPENSADOS, CNPJ nº / , Inscrição Estadual nº , localizada na Margem Esquerda do Rio Parauaú, s/nº, Centro, Breves- PA, para, na qualidade de empresa prestadora de serviços de tratamentos quarentenários e fitossanitários no trânsito internacional de vegetais e suas partes, executar os seguintes tratamentos: a) Tratamento por Ar Quente Forçado (AQF) Art. 2º O Credenciamento de que trata esta Portaria terá validade por 12 (doze) meses, podendo ser renovado mediante requerimento encaminhado ao Serviço de Sanidade Vegetal. publicação. Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua GABRIEL ALVES MACIEL Nº 160, DE 12 DE SETEMBRO DE 2005 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTE- CIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o Artº 42, do Anexo I do Decreto de 21 de janeiro de 2005, tendo em vista o disposto na Instrução Normativa SDA nº 12, de 7 de março de 2003, Art. 3 da Lei nº 7.802, de 11 de julho de 1989, no Decreto nº 4.074, de 4 de janeiro de 2002, e o que consta do Processo nº / , resolve: Art. 1º Renovar o credenciamento de número BR RS 090, da empresa IMUNIZADORA URUGUAIANENSE LTDA, CNPJ nº / , Inscrição Estadual nº ISENTA, localizada na Travessa Mário dos Santos Pinto, nº 2323, Centro, Uruguaiana-RS, para, na qualidade de empresa prestadora de serviços de tratamentos quarentenários e fitossanitários no trânsito internacional de vegetais e suas partes, executar os seguintes tratamentos: a) Fumigação em Containeres(FEC), b) Fumigação em Câmaras de Lona (FCL). Art. 2º O Credenciamento de que trata esta Portaria terá validade por 12 (doze) meses, podendo ser renovado mediante requerimento encaminhado ao Serviço de Sanidade Vegetal. Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. GABRIEL ALVES MACIEL <!ID >RETIFICAÇÃO Na Portaria SDA nº 112, de 11 de agosto de 2005, publicado em 15/08/2005, pág. 12 da Seção I, Correção do número de Credenciamento da empresa S. Magalhães S/A. onde se lê: Art. 1º Credenciar sob o número BR RS 030. Leia-se: Art. 1º Credenciar sob o número BR SP 030.

7 <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA Nº 178, quinta-feira, 15 de setembro de ISSN Ministério da Ciência e Tecnologia GABINETE DO MINISTRO Nº 586, DE 13 DE SETEMBRO DE 2005 O Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia, no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto na Medida Provisória n.º , de 6 de setembro de 2001, no art. 2º do Decreto n.º 3.762, de 5 de março de 2001, na Portaria MCT n.º 290, de 17 de julho de 2001, e considerando a proposta de metas institucionais apresentada pela Comissão Especial prevista no art. 3º da Portaria supramencionada, resolve: Art. 1º Fixar as metas institucionais do Ministério da Ciência e Tecnologia - MCT, conforme anexo a esta Portaria, com vista ao pagamento da Gratificação de Desempenho de Atividade de Ciência e Tecnologia - GDACT, aos servidores ocupantes de cargos efetivos de que trata a Lei n.º 8.691, de 28 de julho de 1993, relativamente à parcela institucional, para o período de 1º de julho a 31 de dezembro de Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. SERGIO MACHADO REZENDE <!ID > ANEXO METAS INSTITUCIONAIS FIXADAS PARA O 2º SEMESTRE DE 2005 Política Institucional Programa Diretrizes Institucionais Unidade ( Ó rg ã o ) PLANEJAMENTO, CO- GESTÃO DA POLÍTICA DE Estimular o desenvolvimento tecnológico SETEC ORDENAÇÃO E SUPER- CIÊNCIA E TECNOLOGIA e a inovação da indús- VISÃO DA POLÍTICA tria com ênfase em setores que NACIONAL DE PESQUI- promovam a substituição de importações SA DE CIÊNCIA E TEC- e a agregação de valor NOLOGIA em produtos nacionais EXECUÇÃO DE ATIVI- DADES DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA EXECUÇÃO DAS POLÍ- TICAS DE GESTÃO E SUPORTE ÀS ATIVIDA- DES DE CIÊNCIA E TEC- NOLOGIA CIÊNCIA E TECNOLOGIA PA- RA INCLUSÃO SOCIAL PROMOÇÃO DA PESQUISA, DESENVOLVIMENTO CIENTÍ- FICO E TECNOLÓGICO PLANEJAMENTO, GESTÃO ECONÔMICO-FINANCEIRO E ADMINISTRAÇÃO DE RECUR- SOS HUMANOS Fomentar a desconcentração geográfica do Sistema de Ciência e Te c n o l o g i a Promover o conhecimento científico e tecnológico, com vista à melhoria da qualidade de vida Promover programas de planejamento, administração geral, orçamento e gestão de recursos humanos Metas para o Período Contratar no âmbito do Programa TIB, no mínimo, 30 projetos nas áreas de metrologia, normalização, avaliação da conformidade e tecnologias de gestão. Responsável pela Aferição Reinaldo Ferraz Contratar, pelo menos, 50 projetos de interesse para a Política Tecnológica, Industrial e de Comércio Exterior. Reinaldo Danna SEPIN Avaliar o resultado das atividades de P&D em pelo menos 15 instituições de ensino e pesquisa, credenciadas pelo Comitê da Francisco Silveira Área de Tecnologia e Informação (CATI). Avaliar o resultado dos investimentos em P&D e o cumprimento do processo produtivo básico (PPB), em pelo menos 15 Francisco Silveira empresas beneficiadas pelos incentivos da Lei 8.248/91. Lançar Instrumentos-Convite de Seleção de Projeto de Otimização de Processos na área, correspondentes à fiscalização dos Antenor Corrêa beneficiados pelos incentivos da Lei 8.248/91. Acompanhar a realização da etapa final do projeto/estudo desenvolvido pela SOFTEX de Componentização de Software. Antenor Corrêa Acompanhar a realização da etapa final do projeto/estudo desenvolvido pela SOFTEX de Outsourcing. Antenor Corrêa SECIS Apoiar quatro eventos para a realização da Semana Nacional de C&T. Adriana Depieri Firmar convênio para apoio à implantação de dois Centros Vocacionais Tecnológicos - CVTs. Adriana Depieri Firmar convênio para apoio financeiro a projetos de tecnologias sociais. Aelson Almeida SEPED Contratar, no mínimo, 5 Redes de Pesquisa em Nanotecnologia. Alfredo Mendes Preparar e lançar um Edital contratando, pelo menos, 5 projetos na àrea de Genoma funcional. Paulo Perét Firmar Termo de Parceria para apoiar projetos de pesquisas do Centro de Pesquisas do Pantanal. Luiz Carlos Joels Selecionar e contratar, no mínimo, 5 cursos na área de Biotecnologia. Paulo Péret SEXEC Desenvolver o "módulo avaliação" dos Programas do MCT no Sistema de Informações Gerenciais - SigMCT. Maria do Socoro Jones Gama Desenvolver o "Plano Interno de Ações" no Sistena de Informações Gerenciais - SigMCT. Laudir Schmitz Jones Gama Coordenar e atualizar 13 "Planos Gerenciais de Programas" do PPA de 2005 a 2007, no Sistema de Informações Gerenciais - S i g M C T. Maria do Carmo Djalmo O. Leão Cadastrar "41 Projetos Estruturantes em CT&I (Macrofocos para 2005/2006)" no Sistena de Informações Gerenciais - Maria do Socoro S i g M C T. SCUP Acompanhar o alcance das metas pactuadas para o ano de 2005 dos Termos de Compromisso de Gestão, por meio de relatórios, Carlos Oití de 12 Unidades de Pesquisa. Concluir a análise do Planejamento Estratégico de 12 Unidades de Pesquisa. Carlos Oití Consolidar o Sistema de Informações Gerenciais em 5 Unidades de Pesquisa (INPA, ON, MAST, INT, LNA) Carlos Oití Acompanhar o alcance das metas pactuadas para 2005 dos Contratos de Gestão de 5 Organizações Sociais. Cristina Marçal Concluir a análise do Planejamento Estratégico de 3 Organizações Sociais (IDSM, ABTLuS, IMPA). Cristina Marçal Recuperar as instalações físicas (prediais e laboratoriais) - Etapa II, de 5 Unidades de Pesquisa (MPEG, CenPRA, LNA, LNCC, ON, MAST). Ana Curi SPOA Disseminar, por meio de exposições, o novo modelo do "Sistema Informatizado de Acompanhamento e Gestão de Desempenho" José Neto para as Unidades de Pesquisa. Jones Gama Realizar o "III Fòrum de Dirigentes de Recursos Humanos dos Órgãos do MCT". Lucrécia Conceição Realizar a "II Feira de Saúde" como parte do Programa de Qualidade de Vida. Lucrécia Conceição Revisar e elaborar os Regimentos Internos das 12 Unidades de Pesquisa do Ministério (INPA, INPE, INT, IBICT, CenPRA, Sérgio Chamon César Augusto CBPF, CETEM, LNA, LNCC, MAST, MPEG e ON). Estruturar o programa de capacitação sobre técnicas de arquivamento, e ministrar treinamento para os servidores atuantes na Bianca Nunes área, nas Unidades de Pesquisa do Ministério sediadas no Rio de Janeiro (INT, CBPF, CETEM, LNCC, MAST e ON). Automatizar a Biblioteca de Políticas em Ciência e Tecnologia, incluindo na base de dados do Sistema Sofia o acervo Elise Nascimento Jones Gama bibliográfico existente (24% dos livros e 18% dos títulos de periódicos), e disponibilizar as informações do Sistema na Intranet (consulta ao acervo, renovação de empréstimo, reserva e histórico do uuário). LEGENDA: NA = NÃO ATENDIDA (INFERIOR A 50%); AP = ATENDIDA PARCIALMENTE (MAIOR QUE 50% E INFERIOR A 90%); AT = ATENDIDA TOTALMENTE (IGUAL OU MAIOR QUE 90%) RESULTADO GE- RAL MAA (%) RESULTADO HOMOLOGADO PELA PORTARIA SPOA Nº Resultado Parcial (%) Nº 595, DE 13 DE SETEMBRO DE 2005 O Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia, no uso das atribuições que lhe confere o art. 2º do Decreto nº , de 15 de janeiro de 1990, resolve: Art. 1º. Prorrogar a autorização concedida pela Portaria/MCT nº 358, de 21 de julho de 2004, aos pesquisadores abaixo relacionados, para, sob a responsabilidade do Prof. Dr. Nilson Gabas Júnior, do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), realizar Pesquisa Cultural, intitulada - Aweti Language Project (Documentation of Endangered Languages), Processo nº CMC 039/03 a ser executada no Parque Indígena do Xingu, Mato Grosso, pelo prazo de um ano, contado a partir da data de publicação desta Portaria no Diário Oficial da União. Pesquisador Nacionalidade Instituição Sebastian Drude Alemão Freie Universität Berlin Sabine Reiter Alemã Freie Universität Berlin Art. 2º. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. SERGIO MACHADO REZENDE Nº 596, DE 13 DE SETEMBRO DE 2005 O Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia, no uso das atribuições que lhe confere o art. 9º do Decreto nº , de 15 de janeiro de 1990, e o item 39 da Portaria/MCT nº 55, de 14 de março de 1990, resolve: Art. 1º. Conceder autorização ao representante da contraparte brasileira, Dr. Jacques Hubert Charles Delabie, do CEPEC-CEPLAC - BA, para, no âmbito do Projeto intitulado Estudo da organização social de duas espécies de formigas ponerines neotropicais Thaumatomyrmex atrox e Ectatomma tuberculatum, Processo de Remessa RMC 002/05, a ser executado nos Estados da Bahia e Minas Gerais, enviar 20 (vinte) colônias de Thaumatomyrmex atrox e 30 (trinta) colônias de Ectatomma tuberculatum, para o representante da contraparte estrangeira, Dr. Pierre René Henri Jaisson, da Université Paris-Nord, França, no prazo de ano, contado a partir da data de publicação desta Portaria no Diário Oficial da União. Art. 2º. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. SERGIO MACHADO REZENDE

8 <!ID > DELIBERAÇÃO <!ID > PORTARIA <!ID > DELIBERAÇÃO <!ID > PORTARIA <!ID > 8 ISSN Nº 597, DE 13 DE SETEMBRO DE 2005 O Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia, no uso das atribuições que lhe confere o art. 9º do Decreto nº , de 15 de janeiro de 1990, e o item 39 da Portaria MCT nº 55, de 14 de março de 1990, resolve: Art. 1º. Conceder autorização a representante da contraparte brasileira, Dra. TACIANA BARBOSA CAVALCANTI, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), para, no âmbito do Projeto intitulado Estudos fitogeográficos e biossistemáticos com FINANCIADORA DE ESTUDOS E PROJETOS ÁREA FINANCEIRA E DE CAPTAÇÃO <!ID > DESPACHOS DA SUPERINTENDENTE Em 13 de setembro de 2005 Comprometimento orçamentário do FNDCT nº 94/2005 A Superintendente da Área Financeira e de Captação, no uso de suas atribuições conferidas pela RES/DIR/0084/00, resolve: comprometer o orçamento do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FNDCT, na forma abaixo: BENEFICIÁRIO NUMERO NUMERO VA L O R VIGENCIA CONVENIO EMPENHO EMPENHO NIO Associação Brasileira de Normas Técnicas/SP ne ,00 28/02/2006 A eficácia do presente despacho fica condicionada a sua publicação no Diário Oficial da União. <!ID > Em 14 de setembro de 2005 Comprometimento orçamentário do FNDCT nº 95/2005 O Superintendente da Área Financeira e de Captação, no uso de suas atribuições conferidas pela RES/DIR/0084/00, resolve: comprometer o orçamento do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FNDCT, na forma abaixo: BENEFICIÁRIO NUMERO CONVENIO NUMERO EMPENHO VA L O R EMPENHO CONVE- VIGENCIA CONVE- NIO Associação Técnico Científica Engenheiro Paulo de Frontin ne ,00 07/06/2006 Fundação Universitária de Brasília 0920/ ne ,00 14/10/2006 Genius Instituto de Tecnologia 2912/ ne ,97 23/12/2006 Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa ne ,00 15/06/2006 Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa ne , 00 08/06/2006 A eficácia do presente despacho fica condicionada a sua publicação no Diário Oficial da União. Ministério da Cultura. AGÊNCIA NACIONAL DO CINEMA Nº 214, DE 14 DE SETEMBRO DE 2005 O DIRETOR-PRESIDENTE da ANCINE, no uso das atribuições legais conferidas pela Resolução de Diretoria Colegiada nº 04/2003, e em cumprimento ao disposto na Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, Lei nº 8.685, de 20 de julho de 1993, Medida Provisória nº , de 06 de setembro de 2001, alterada pela Lei nº , de 13 de maio de 2002, e Decreto nº 4.456, de 04 de novembro de 2002, delibera: Art. 1º Prorrogar o prazo de captação do projeto audiovisual relacionado abaixo, para o qual a proponente fica autorizada a captar recursos através da comercialização de Certificados de Investimento e da formalização de contratos de co-produção nos termos dos Arts. 1º e 3º da Lei nº 8.685, de 20 de julho de 1993, e mediante doações ou patrocínios na forma prevista nos Arts. 25 e 26 da Lei nº 8.313/ Um Show de Verão. Processo: / Proponente: Diler & Associados Ltda Cidade/UF: Rio de Janeiro/RJ CNPJ: / Aprovado na RDC nº 143, de 13/09/2005 Período de captação: de 01/01/2005 até 31/12/2005. Art. 2º Aprovar o redimensionamento do projeto audiovisual relacionado abaixo, para o qual a proponente fica autorizada a captar recursos através da comercialização de Certificados de Investimento nos termos do Art. 1º da Lei nº 8.685, de 20 de julho de 1993, e mediante doações ou patrocínios na forma prevista nos Arts. 25 e 26 da Lei nº 8.313/ A Grande Estréia / Preto no Branco Processo: / Proponente: Daron Cine Vídeo Ltda ME. Cidade/UF: Rio de Janeiro/RJ CNPJ: / Valor total do orçamento aprovado: de R$ ,00 para R$ ,50 Valor Aprovado no Art. 1º da Lei nº 8.685/93: R$ ,00 Banco: 001- Agência: Conta Corrente: x Valor Aprovado no Art. 3º da Lei nº 8.685/93: de R$ ,15 para R$ 0,00 Valor Aprovado na Lei nº 8.313/91: de R$ ,00 para R$ ,50 Banco: 001- Agência: Conta Corrente: Aprovado na RDC nº 143, de 13/09/2005 as Lythraceae brasileiras, Processo de Remessa RMC nº 006/05, a ser executado nos Estados de SP, PR, SC, RS, GO, TO, MG, MT, DF, enviar amostras de folhas para a Dra. SHIRLEY ANNE GRAHAM, dos Estados Unidos da América, pelo prazo de um ano, contado a partir da data de publicação desta Portaria no Diário Oficial da União. Art. 2º. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. MARIA CRISTINA ZAGARI KOELER LIRA SERGIO MACHADO REZENDE Período de captação: de 01/01/2005 até 31/12/2005 Art. 3º Aprovar o remanejamento do projeto audiovisual relacionado abaixo, para o qual a proponente fica autorizada a captar recursos através da comercialização de Certificados de Investimento e da formalização de contratos de co-produção nos termos dos Arts. 1º e 3º da Lei nº 8.685, de 20 de julho de 1993, e mediante doações ou patrocínios na forma prevista nos Arts. 25 e 26 da Lei nº 8.313/ Amazônia Misteriosa Processo: / Proponente: Topázio Filmes Ltda. Cidade/UF: Rio de Janeiro/RJ CNPJ: / Valor total do orçamento aprovado: R$ ,50 Valor Aprovado no Art. 1º da Lei nº 8.685/9: R$ ,00 Banco: 001- Agência: Conta Corrente: Valor Aprovado no Art. 3º da Lei nº 8.685/93: de R$ 0,00 para R$ ,00 Banco: 001- Agência: Conta Corrente: x Valor Aprovado na Lei nº 8.313/91: R$ ,00 Banco: 001- Agência: Conta Corrente: Aprovado na RDC nº 143, de 13/09/2005 Período de captação: de 01/01/2005 até 31/12/2005 Art. 4º Esta Deliberação entra em vigor na data de sua publicação. GUSTAVO DAHL SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL Nº 215, DE 14 DE SETEMBRO DE 2005 O SUPERINTENDENTE DE DESENVOLVIMENTO IN- DUSTRIAL da ANCINE, no uso das atribuições legais conferidas pela Portaria nº 11 de 28 de janeiro de 2005 e em cumprimento ao disposto na Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, Lei nº 8.685, de 20 de julho de 1993, Medida Provisória nº , de 06 de setembro de 2001, alterada pela Lei nº , de 13 de maio de 2002, e Decreto nº 4.456, de.04 de novembro de 2002, delibera: Art. 1º - Aprovar o remanejamento do projeto audiovisual relacionado abaixo, para o qual a proponente fica autorizada a captar recursos através da comercialização de Certificados de Investimento nos termos do Art. 1º da Lei nº 8.685/ Fim de Linha Processo: / Proponente: Bits Produções Ltda. Cidade/UF: São Paulo / SP CNPJ: / Valor total do orçamento aprovado: R$ ,36 Nº 178, quinta-feira, 15 de setembro de 2005 Valor Aprovado no Artigo 1º da Lei nº 8.685/93: de R$ ,68 para R$ ,68 Banco: 001- Agência: Conta Corrente: Valor Aprovado na Lei nº 8.313/91: de R$ ,00 para R$ 0,00 Banco: 001- Agência: Conta Corrente: Período de captação: de 01/01/2005 até 31/12/2005 Art. 2º - Esta Deliberação entra em vigor na data de sua publicação. LUIZ FERNANDO NOEL DE SOUZA RETIFICAÇÃO Nos termos da Deliberação nº 198, de 24 de agosto de 2005, publicada no D.O.U. nº 164, de 25 de agosto de 2005, Seção 1, página 09, em relação ao projeto A Última Estação, para considerar o seguinte: onde se lê Proponente: Asa Comunicação Ltda, leia-se Proponente: Asacine Produções Ltda EPP. INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL DEPARTAMENTO DO PATRIMÔNIO MATERIAL E FISCALIZAÇÃO GERÊNCIA DO PATRIMÔNIO ARQUEOLÓGICO E N AT U R A L Nº 218, DE 14 DE SETEMBRO DE 2005 Dispõe sobre a permissão para realizar o programa de arqueologia preventiva na área de influencia dos projetos Alumina do Norte do Brasil S.A - Alunorte, Alumina do Brasil S.A - ALBRAS e Alumina Brasil China - ABC, no Município de Barcarena, no Estado do Pará. O GERENTE DO PATRIMÔNIO ARQUEOLÓGICO E NA- TURAL DO DEPARTAMENTO DO PATRIMÔNIO MATERIAL E FISCALIZAÇÃO DO INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL - IPHAN, nos termos da Portaria IPHAN nº 207, de , publicada no D.O.U., Seção 2, de e de acordo com o disposto no Anexo I, do Decreto nº 5.040, de 07 de abril de 2004, na Lei nº 3.924, de , na Portaria SPHAN nº 7, de , e ainda do que consta do processo administrativo nº / , resolve: I -Expedir a presente PERMISSÃO, sem prejuízo das demais licenças exigíveis por diferentes órgãos e entidades da Administração Pública, ao arqueólogo Paulo Roberto do Canto Lopes para, com o apoio institucional do Museu Paraense Emílio Goeldi, realizar as atividades do Programa de Arqueologia Preventiva na Área de influencia dos projetos Alumina do Norte do Brasil S.A - Alunorte, Alumina do Brasil S.A - ALBRAS e Alumina Brasil China - ABC, no Município de Barcarena, no Estado do Pará. II -Reconhecer como coordenador dos trabalhos de que trata o item anterior o arqueólogo detentor da presente permissão, cujo projeto se intitula Programa de Arqueologia Preventiva na Área de Influencia dos Projetos Alumina do Norte do Brasil S.A - Alunorte, Alumina do Brasil S.A - ALBRAS e Alumina Brasil China - ABC, no Município de Barcarena/PA. III -Reconhecer o arqueólogo designado coordenador dos trabalhos como fiel depositário, durante a realização das etapas de campo, do eventual material arqueológico recolhido ou de estudo que lhes tenha sido confiado. IV -Determinar à 2ª Superintendência Regional do IPHAN, o acompanhamento e a fiscalização da execução dos trabalhos, inclusive no que diz respeito à destinação e à guarda do material coletado, assim como das ações de preservação e valorização dos remanescentes. V -Condicionar a eficácia da presente permissão, à apresentação, por parte do arqueólogo coordenador, de relatório final ao término do prazo fixado nesta Portaria, contendo todas as informações previstas nos artigos 11 e 12 da Portaria SPHAN nº 7, de VI - Fixar o prazo de validade da presente permissão em 12 (doze) meses, observada a disposição do item anterior. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. ROGÉRIO JOSÉ DIAS. Ministério da Defesa COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL <!ID > PORTARIA DAC Nº 927/DGAC, DE 12 DE SETEMBRO DE 2005 Altera a seção do RBHA 61 O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO DE AVIA- ÇÃO CIVIL, com base no art. 3 O do Decreto N O , de 12 de setembro de 1969 e tendo em vista o disposto no item 5 do art. 5 O da Portaria N O 453/GM5, de 02 de agosto de 1991, resolve: Art. 1 O Alterar a seção do Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica nº 61 (RBHA 61), aprovado pela Portaria DAC nº 1238, de 02 de dezembro de 2004, publicada no DOU nº 243, de 20 de dezembro de 2004, cujo parágrafo (a) passa a ter a seguinte redação: Perícia. O solicitante deve ter demonstrado sua capacidade para realizar como piloto em comando de avião mul-

9 <!ID > PORTARIA Nº 178, quinta-feira, 15 de setembro de ISSN timotor aprovado para vôo IFR, ou em helicóptero homologado para operação IFR e para tripulação mínima de dois pilotos, ou, ainda, no caso de piloto engajado em operações complementares, na maior aeronave da mesma categoria por ele operada na empresa, os seguintes procedimentos e manobras, como aplicáveis:. Art. 2 O Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação no D.O.U. Maj Brig do Ar JORGE GODINHO BARRETO NERI COMANDO DA MARINHA DIRETORIA-GERAL DE NAVEGAÇÃO DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS <!ID >PORTARIA N o - 65/DPC, DE 6 DE SETEMBRO DE 2005 Cancelar definitivamente o Certificado de Habilitação de Prático. O DIRETOR DE PORTOS E COSTAS, no uso da delegação de competência que lhe confere a Portaria n o 156/MB, de 03 de junho de 2004, e de acordo com o contido no artigo 4 o da Lei n o 9.537, de 11 dezembro de 1997, e da letra (e) do subitem 1 da alínea a do item 0228 das Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem - NORMAM-12/DPC, aprovadas pela Portaria n o 110, de 16 de dezembro de 2003 e alterada pela Portaria n o 94, de 16 de novembro de 2004, publicadas na Seção I do Diário Oficial da União, de 13 de fevereiro de 2004 e 19 de novembro de 2004, respectivamente, resolve: Art. 1 o Cancelar definitivamente, por não cumprir o plano de manutenção da habilitação, o Certificado de Habilitação de Prático da Zona de Praticagem do Rio de Janeiro, Niterói, Sepetiba, Ilha Guaíba, Ilha Grande (TEBIG), Angra dos Reis e Forno (RJ) - ZP-15, do Sr. HELCIO KERR. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação em DOU. <!ID >PORTARIA N MARCOS MARTINS TORRES Vi c e - A l m i r a n t e o - 66/DPC, DE 6 DE SETEMBRO DE 2005 Cancelar definitivamente o Certificado de Habilitação de Prático. O DIRETOR DE PORTOS E COSTAS, no uso da delegação de competência que lhe confere a Portaria n o 156/MB, de 03 de junho de 2004, e de acordo com o contido no artigo 4 o da Lei n o 9.537, de 11 dezembro de 1997, e da letra (e) do subitem 1 da alínea a do item 0228 das Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem - NORMAM-12/DPC, aprovadas pela Portaria n o 110, de 16 de dezembro de 2003 e alterada pela Portaria n o 94, de 16 de novembro de 2004, publicadas na Seção I do Diário Oficial da União, de 13 de fevereiro de 2004 e 19 de novembro de 2004, respectivamente, resolve: Art. 1 o Cancelar definitivamente, por não cumprir o plano de manutenção da habilitação, o Certificado de Habilitação de Prático da Zona de Praticagem do Rio de Janeiro, Niterói, Sepetiba, Ilha Guaíba, Ilha Grande (TEBIG), Angra dos Reis e Forno (RJ) - ZP-15, do Sr. FRANCISCO DIAS AVILA PIRES. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação em DOU. <!ID >PORTARIA N MARCOS MARTINS TORRES Vi c e - A l m i r a n t e o - 68/DPC, DE 12 DE SETEMBRO DE 2005 Credencia a Empresa Nutec Macaé Treinamentos em Segurança Marítima Ltda. para ministrar curso de especialização para profissionais não aquaviários que operam embarcados nas Unidades "Offshore" Móveis (UOM) da Empresa Petróleo Brasileiro S.A. - PETROBRAS. O DIRETOR DE PORTOS E COSTAS, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Portaria Ministerial nº 156/MB, de 03 de junho de 2004, e de acordo com o contido no artigo 4º, da Lei nº 9.537, de 11 de dezembro de 1997, resolve: Art. 1º Credenciar a Empresa Nutec Macaé Treinamentos em Segurança Marítima Ltda. para ministrar o Curso Básico de Segurança (Basic Safety Training - BST) para os profis- sionais não aquaviários que operam embarcados nas Unidades "Offshore" Móveis (UOM) da Empresa Petróleo Brasileiro S.A. - PETROBRAS e que exercem funções essenciais relativas à segurança e à prevenção da poluição. Art. 2º O presente credenciamento tem a validade de dois anos, a partir da data de início da vigência desta Portaria, podendo ser renovado, mediante solicitação da PETROBRAS. Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação em DOU. MARCOS MARTINS TORRES Vi c e - A l m i r a n t e. Ministério da Educação GABINETE DO MINISTRO Nº 3.167, DE 13 DE SETEMBRO DE 2005 Estabelece diretrizes para execução do Projeto Milton Santos de Acesso ao Ensino Superior (PROMISAES). O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso de suas atribuições e considerando o disposto no artigo 3 o do Decreto n o 4.875, de 11 de novembro de 2003, resolve: Art. 1 o Ficam estabelecidas às diretrizes de execução do Projeto Milton Santos de Acesso ao Ensino Superior - PROMISAES, instituído pelo Decreto n o 4.875, de 11 de novembro de 2003, a ser executado pela Secretaria de Educação Superior - SESu. Art. 2 o O PROMISAES consiste na oferta de auxílio financeiro para alunos estrangeiros, participantes do Programa Estudante-Convênio de Graduação - PEC-G, regularmente matriculados em cursos de graduação das Instituições Federais de Ensino Superior - IFES. Parágrafo único. O auxílio financeiro a que alude o caput será de um salário mínimo mensal pago diretamente aos estudantes selecionados nos termos desta Portaria. Art. 3 o O Secretário de Educação Superior fará publicar edital convocando as Instituições Federais de Ensino Superior - IFES participantes do Programa Estudante - Convênio de Graduação - PEC - G a aderirem ao PROMISAES, nos termos estabelecidos nesta Portaria. 1 o O edital de convocação estabelecerá os requisitos e prazos para adesão das Instituições Federais de Ensino Superior - IFES. 2 o Só poderão participar da seleção de acesso ao PRO- MISAES estudantes vinculados às IFES participantes do Projeto nos termos desta Portaria. Art. 4 o Fica instituído, no âmbito da Secretaria de Educação Superior, o Comitê Gestor do PROMISAES - CGP, composto de seis representantes, sendo três da Secretaria de Educação Superior - SESu, um da Assessoria Internacional do Gabinete do Ministro da Educação - AI/GM/MEC, o Assessor Especial de Controle Interno do Ministério da Educação - AECI/MEC e um representante do Departamento Cultural do Ministério das Relações Exteriores. Art. 5 o As seleções para o PROMISAES serão realizadas pelo CGP, anualmente, podendo os estudantes participantes do PEC- G inscreverem sucessivamente enquanto estiverem regularmente matriculados no Programa/IFES, tendo como limite o tempo máximo de permanência no curso estabelecido pela IFES a que o estudante estiver vinculado. Parágrafo único. O estudante selecionado, desde que preenchidos os requisitos de permanência no Projeto estabelecidos nesta Portaria, terá direito a 12 (doze) parcelas anuais no valor estabelecido no Parágrafo Único do art. 2 o, podendo concorrer a novas seleções para períodos subseqüentes enquanto estiver regulamente matriculado como estudante de graduação do PEC-G. Art. 6 o Os estudantes de graduação selecionados nos termos desta Portaria assinarão, juntamente com a Instituição Federal de Ensino Superior - IFES em que estiverem regularmente matriculados, Termo de Compromisso, conforme modelo anexo a esta Portaria. 1 o A assinatura do Termo de Compromisso tratado no caput obriga os estudantes e as IFES a cumprirem as obrigações elencadas nesta Portaria, cabendo à última exercer a fiscalização do cumprimento pelo aluno das normas necessárias para permanência no Projeto. 2 o O Termo de Compromisso será firmado pelo responsável legal do estudante, quando este for menor de idade. Art. 7 o São atribuições do Comitê Gestor: I - realizar a seleção dos estudantes a serem beneficiados pelo Projeto; II - definir políticas e diretrizes de funcionamento do PRO- MISAES, de forma a garantir a unidade nacional do Projeto; III - elaborar e divulgar o Manual de Seleção e Orientação dos Bolsistas do PROMISAES; IV - efetuar o desligamento de estudantes por insuficiência de desempenho e reprovação por falta; V - conhecer de recursos oriundos de suas decisões na condição de instância única e exclusiva; VI - estabelecer critérios para seleção, acompanhamento e avaliação de desempenho dos estudantes beneficiários do PROMI- SAES. Art. 8 o São responsabilidades das IFES que aderirem ao PROMISAES: I - assinar, juntamente com o estudante selecionado, o Termo de Compromisso para o acesso ao auxílio financeiro concedido pelo PROMISAES, devendo enviá-lo ao CGP para fins de homologação; II - elaborar e encaminhar, semestralmente, ao Comitê Gestor relatórios referentes a desligamentos, desempenho acadêmico e freqüência dos seus estudantes beneficiados pelo Projeto; III - informar ao Comitê Gestor do PROMISAES a conclusão de curso por parte dos estudantes beneficiados pelo Projeto; Art. 9 o A execução do pagamento do auxílio financeiro concedido pelo PROMISAES será de responsabilidade da Subsecretaria de Assuntos Administrativos desta Pasta a partir de listagem dos beneficiários a ser enviada pelo Comitê Gestor do PROMISAES - C G P. 1 o A Subsecretaria de Assuntos Administrativos promoverá o pagamento do auxílio financeiro a partir de depósito no banco e conta indicados pelo estudante beneficiário. 2 o O auxílio financeiro será pago após assinatura e envio do Termo de Compromisso ao Comitê Gestor do PROMISAES. 3 o O auxílio cessará automaticamente, caso o estudante seja desligado do PEC-G, apresente baixo rendimento escolar, exceda o número de faltas permitido, ou não conclua o curso dentro do prazo estabelecido pela legislação pertinente. Art. 10. Caso o estudante selecionado venha a exercer qualquer atividade remunerada financeiramente, mesmo que sem fins lucrativos e/ou voltadas a fins curriculares e iniciação científica, será desligado do Projeto a partir da data de admissão à atividade aqui descrita. Art. 11. Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação. FERNANDO HADDAD ANEXO TERMO DE COMPROMISSO Pelo presente instrumento, a Instituição Federal de Educação Superior ora denominada, e o Discente, Matrícula n o de nacionalidade, portador do VITEM IV n o e do passaporte n o, estudante do curso de, se comprometem junto à Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação, a executarem o Projeto Milton Santos de Acesso ao Ensino Supeiror - PROMISAES, instituído pelo Decreto n o 4875, de 11/11/2003, publicado no DOU de 12/11/2003, Seção 1, página 131, e regulamentado pela Portaria n o 3167, de 13 de setembro de 2005, mediante as condições abaixo especificadas. 1 o ) São responsabilidades da Instituição Federal de Educação Superior: I) Acompanhar o desempenho acadêmico do aluno beneficiado pelo PROMISAES; II) Informar ao CGP a conclusão de curso por parte dos estudantes beneficiados; III) Elaborar e encaminhar, semestralmente, ao Comitê Gestor do PROMISAES (CGP) - instituído pela Portaria n o 3167 de 13 de setembro de relatórios referentes aos desligamentos, ao desempenho acadêmico e à freqüência dos estudantes beneficiados pelo Projeto; IV) Observar o disposto na Portaria n o 3167 de 13 de setembro de 2005, que regulamenta a execução do PROMISAES. 2 o ) São responsabilidades do estudante beneficiário do PRO- MISAES: I) Seguir as normas contidas no Protocolo do Programa de Estudantes Convênio de graduação - PEC-G, principalmente no que se refere à Cláusula 17, 1 o ao 8 o, sob pena de desligamento e suspensão do auxílio financeiro; II) Não exercer qualquer atividade remunerada, mesmo que voltada para fins curriculares e iniciação científica, sob pena de desligamento do PROMISAES a partir da data de admissão à atividade aqui descrita; III) Obter índice de freqüência às aulas e rendimento acadêmico conforme as normas da Instituição de Ensino em que está matriculado; IV) Observar o disposto na Portaria n o 3167 de 13 de setembro de 2005, que regulamenta a execução do PROMISAES Local e Data INSTITUIÇÃO FEDERAL DE EDUCAÇÃO SUPERIOR ALUNO PORTARIA Nº 3.177, DE 14 DE SETEMBRO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, usando da competência que lhe foi delegada pelos Decretos nº 1.845, de 28 de março de 1996, nº 3.860, de 9 de julho de 2001, e nº 5.225, de 1º de setembro de 2004, e tendo em vista o Despacho nº 426/2005, da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica, conforme consta do Processo nº / , do Ministério da Educação, resolve Art. 1 - Credenciar, pelo prazo de três anos, a Faculdade de Tecnologia Machado de Assis, estabelecida à rua Professor Valdir de Jesus, nº 99, Novo Mundo, na cidade de Curitiba, Estado do Paraná, mantida pela Sociedade Educacional Machado de Assis Ltda, autorizando, também, neste ato, o funcionamento do Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos (Área Profissional: Gestão), com cento e cinqüenta vagas totais anuais, sendo cinqüenta vagas totais anuais no turno matutino e cem vagas totais anuais no turno noturno, a ser ofertado pela referida faculdade. Art. 2º - O credenciamento e a autorização referidos nesta portaria são válidos exclusivamente para o endereço mencionado no artigo anterior. Art. 3º - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação. FERNANDO HADDAD

10 10 ISSN Nº 178, quinta-feira, 15 de setembro de 2005 <!ID >PORTARIA Nº 3.178, DE 14 DE SETEMBRO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, usando da competência que lhe foi delegada pelos Decretos nº 1.845, de 28 de março de 1996, nº 3.860, de 9 de julho de 2001, e nº 5.225, de 1º de setembro de 2004, e tendo em vista o Despacho nº 427/2005, da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica, conforme consta do Processo nº / , do Ministério da Educação, resolve Art. 1 - Autorizar o funcionamento do Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Marketing (Área Profissional: Comércio), com cento e cinqüenta vagas totais anuais, sendo cinqüenta vagas totais anuais no turno matutino e cem vagas totais anuais no turno noturno, a ser ofertado pela Faculdade de Tecnologia Machado de Assis, estabelecida à rua Professor Valdir de Jesus, nº 99, Novo Mundo, na cidade de Curitiba, Estado do Paraná, mantida pela Sociedade Educacional Machado de Assis Ltda. Art. 2º - A autorização a que se refere esta portaria é válida exclusivamente para o curso ministrado no endereço mencionado no artigo anterior. Art. 3º - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação. FERNANDO HADDAD PORTARIA Nº 3.179, DE 14 DE SETEMBRO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, usando da competência que lhe foi delegada pelos Decretos nº 1.845, de 28 de março de 1996, nº 3.860, de 9 de julho de 2001, e nº 5.225, de 1º de setembro de 2004, e tendo em vista o Despacho nº 428/2005, da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica, conforme consta do Processo nº / , do Ministério da Educação, resolve Art. 1 - Autorizar o funcionamento do Curso Superior de Tecnologia em Radiologia Médica (Área Profissional: Saúde), com cem vagas totais anuais, sendo cinqüenta vagas totais anuais no turno vespertino e cinqüenta vagas totais anuais no turno noturno, a ser ofertado pela Faculdade São Gabriel, estabelecida à avenida João XXIII, nº 4500, São Cristóvão, na cidade de Teresina, Estado do Piauí, mantida pela União das Escolas Superiores Campomaiorenses S/C Ltda. Art. 2º - A autorização a que se refere esta portaria é válida exclusivamente para o curso ministrado no endereço mencionado no artigo anterior. Art. 3º - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação FERNANDO HADDAD PORTARIA Nº 3.180, DE 14 DE SETEMBRO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, usando da competência que lhe foi delegada pelos Decretos nº 1.845, de 28 de março de 1996, nº 3.860, de 9 de julho de 2001, e nº 5.225, de 01 de setembro de 2004, e tendo em vista o Despacho nº 429/2005, da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica, conforme consta do Processo nº / , do Ministério da Educação, resolve Art. 1 - Autorizar o funcionamento do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Empreendedora (Área Profissional: Gestão), com cem vagas totais anuais, no turno noturno, a ser ofertado pela Faculdade de Tecnologia Martinus, estabelecida à Rua Carlos Cavalcanti, Centro, na cidade de Curitiba, Estado do Paraná, mantida pelo Instituto Martinus de Educação e Cultura - IMEC. Art. 2º - A autorização a que se refere esta portaria é válida exclusivamente para o curso ministrado no endereço mencionado no artigo anterior. Art. 3º - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação. FERNANDO HADDAD PORTARIA Nº 3.181, DE 14 DE SETEMBRO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, usando da competência que lhe foi delegada pelos Decretos nº 1.845, de 28 de março de 1996, nº 3.860, de 9 de julho de 2001, e nº 5.225, de 01 de setembro de 2004, e tendo em vista o Despacho nº 430/2005, da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica, conforme consta do Processo nº / , do Ministério da Educação, resolve Art. 1 - Autorizar o funcionamento do Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Sistemas de Informação (Área Profissional: Gestão), com duzentas vagas totais anuais, sendo cem vagas totais anuais no turno matutino e cem vagas totais anuais no turno noturno, a ser ofertado pela Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe, estabelecida à avenida Delmiro Gouveia s/nº, Shopping Riomar, segundo piso, bairro Coroa do Meio, na cidade de Aracaju, Estado de Sergipe, mantida pela Associação de Ensino e Pesquisa Graccho Cardoso S/C Ltda. Art. 2º - A autorização a que se refere esta portaria é válida exclusivamente para o curso ministrado no endereço mencionado no artigo anterior. Art. 3º - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação. FERNANDO HADDAD PORTARIA Nº 3.182, DE 14 DE SETEMBRO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, usando da competência que lhe foi delegada pelos Decretos nº 1.845, de 28 de março de 1996, nº 3.860, de 9 de julho de 2001, e nº 5.225, de 1º de setembro de 2004, e tendo em vista o Despacho nº 431/2005, da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica, conforme consta do Processo nº / , do Ministério da Educação, resolve Art. 1 - Autorizar, em caráter experimental, o funcionamento do Curso Superior de Tecnologia em Aqüicultura (Área Profissional: Recursos Pesqueiros), com trinta e cinco vagas totais anuais, em período integral, a ser ofertado pela Escola Agrotécnica Federal de Alegre, estabelecida na Fazenda Caixa D'Água, na cidade de Alegre, Estado do Espírito Santo, mantida pela União. Art. 2º - A autorização a que se refere esta portaria é válida exclusivamente para o curso ministrado no endereço mencionado no artigo anterior. Art. 3º - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação. FERNANDO HADDAD PORTARIA Nº 3.183, DE 14 DE SETEMBRO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, usando da competência que lhe foi delegada pelos Decretos nº 1.845, de 28 de março de 1996, nº 3.860, de 9 de julho de 2001, e nº 5.225, de 1º de setembro de 2004, e tendo em vista o Despacho nº 432/2005, da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica, conforme consta do Processo nº / , do Ministério da Educação, resolve Art. 1 - Reconhecer, pelo prazo de cinco anos, o Curso Superior de Tecnologia em Informática - Modalidade: Desenvolvimento Web (Área Profissional: Informática), com cento e cinqüenta vagas totais anuais, turno noturno, ofertado pela Universidade do Oeste Paulista, estabelecida à rua José Bongiovani, nº 700, na cidade de Presidente Prudente, Estado de São Paulo, mantida pela Associação Prudentina de Educação e Cultura. Art. 2º - O curso, a partir do próximo processo seletivo, denominar-se-á Curso Superior de Tecnologia em Desenvolvimento We b. Art. 3º - O reconhecimento a que se refere esta portaria é válido exclusivamente para o curso ministrado no endereço mencionado no artigo primeiro. Art. 4º - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se a Portaria nº 1.902, de 03 de junho de 2005, publicada no Diário Oficial da União de 06 de junho de 2005, Seção 1, pág. 10. FERNANDO HADDAD PORTARIA Nº 3.184, DE 14 DE SETEMBRO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, usando da competência que lhe foi delegada pelos Decretos nº 1.845, de 28 de março de 1996, nº 3.860, de 9 de julho de 2001, e nº 5.225, de 1º de setembro de 2004, e tendo em vista o Despacho nº 433/2005, da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica, conforme consta do Processo nº / , do Ministério da Educação, resolve Art. 1 - Reconhecer, pelo prazo de cinco anos, o Curso Superior de Tecnologia em Gestão Estratégica de Vendas (Área Profissional: Comércio), com duzentas vagas totais anuais, turno matutino, ofertado pela Faculdade de Tecnologia Martinus, estabelecida à rua Presidente Carlos Cavalcanti, nº 999, bairro São Francisco, na cidade de Curitiba, Estado do Paraná, mantida pelo Instituto Martinus de Educação e Cultura - IMEC. Art. 2º - O curso, a partir do próximo processo seletivo, denominar-se-á Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Vendas (Área Profissional: Gestão). Art. 3º - O reconhecimento a que se refere esta portaria é válido exclusivamente para o curso ministrado no endereço mencionado no artigo primeiro. Art. 4º - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação. <!ID >PORTARIA Nº FERNANDO HADDAD SECRETARIA EXECUTIVA 603, DE 14 DE SETEMBRO DE 2005 O SECRETÁRIO EXECUTIVO DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 4 o do Anexo I do Decreto n o 5.159, de 28 de julho de 2004, resolve Art. 1 o Incluir nas Câmaras Temáticas de Integração, de que trata o art. 2 o da Portaria n o 695, de 10 de setembro de 2004, representantes, conforme discriminação abaixo: Câmara para a Extensão Universitária: I) representante da Secretaria de Educação Básica; II) representante da Secretaria de Educação a Distância; III) representante da Secretaria de Educação Especial. Câmara para as Atividades Complementares na Educação Básica: I) representante da Secretaria de Educação a Distância. Câmara para a Diversidade na Educação: I) representante da Secretaria de Educação a Distância; II) representante da Secretaria de Educação Especial. Art. 2 o O art. 2 o da Portaria n o 695/2004, passa a vigorar acrescido do seguinte parágrafo: Art. 2 o... Parágrafo único. Os Coordenadores das Câmaras Temáticas de Integração poderão convidar representantes de outros órgãos ou entidades públicas ou privadas, para participarem de suas reuniões, como assessoria técnica, sempre que o tema a ser discutido, assim o e x i g i r. Art. 3o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. JAIRO JORGE SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO <!ID >PORTARIA Nº 28, DE 13 DE SETEMBRO DE 2005 O SUBSECRETÁRIO DE PLANEJAMENTO E ORÇA- MENTO, DA SECRETARIA EXECUTIVA DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, no uso da delegação de competência conferida pela Portaria nº 399, de 03 de fevereiro de 2005, e tendo em vista o disposto no inciso II, do art. 64, da Lei nº , de 11 de agosto de 2004, resolve: Art. 1º - Promover, na forma do anexo da presente Portaria, a modificação da modalidade de aplicação de dotação orçamentária da Unidade Ministério da Educação, constante da Lei n. º , de 25 de janeiro de Art. 2º- Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. J U S T I F I C AT I VA A alteração da modalidade de aplicação visa promover ajuste orçamentário no Programa Gestão da Política de Educação, proporcionando uma melhor adequação de compatibilização dos recursos orçamentários com o atendimento de despesas com a celebração de convênio com a UNDIME - União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação. PAULO EDUARDO NUNES DE MOURA ROCHA ANEXO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO R$ 1, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE TRABALHO FONTE VA L O R MODALIDADE DE APLICAÇÃO SITUAÇÃO ANTERIOR GESTÃO DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO HK - APOIO AO FORTALECIMENTO INSTITUCIONAL DOS SISTEMAS DE ENSINO HK NACIONAL F , F , E S F ID USO SITUAÇÃO ATUAL

11 <!ID > PORTARIA <!ID > RESOLUÇÃO <!ID > RESOLUÇÃO Nº 178, quinta-feira, 15 de setembro de ISSN ESCOLA AGROTÉCNICA FEDERAL DE CERES <!ID >PORTARIA Nº 138, DE 9 DE SETEMBRO DE 2005 O DIRETOR-GERAL DA ESCOLA AGROTÉCNICA FEDERAL DE CERES, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Art. 29 do Regulamento Interno da EAFCe, aprovado pela Portaria MEC nº 989 de 01 de setembro de 1998, resolve: Homologar o resultado final do concurso de que trata o Edital nº 03 de 22 de agosto 2005, publicado no DOU de 22 de agosto de 2005, seção 03, pág. 26, Processo nº / Classificação Candidato Pontuação 1º Alan Soares Machado 564,0 2º Waldeliza Fernandes da Cunha 558,2 3º Luciana Almada Thomaz 555,0 4º Cristina de Figueiredo Kamimura 551,4 5º Marcelo Marcondes de Godoy 521,6 6º Antonio do Amaral Leal 513,6 7º Regis Kamimura 496,0 Esta Portaria entra em vigor nesta data. WELINGTON DE ARRUDA PASSARINHO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA Nº 173, DE 12 DE SETEMBRO DE 2005 O SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, nomeado pelo Decreto s/nº 13 de janeiro de 2003, no uso de suas atribuições, e em decorrência do que dispõe o Artigo 1º da IN 1/97, da Secretaria do Tesouro Nacional, combinado com a mensagem nº 2004/ e Súmula CONED nº 04/2004, resolve: Art. 1 - Descentralizar recursos para as Instituições Federais de Ensino, abaixo relacionadas, em conformidade com os Plano de Trabalho anexos aos processos, Programa de Trabalho Formação de Técnicos Empreendedores na Educação Profissional e Tecnológica -Nacional, PTRES : Instituição Beneficiada Processo nº Nota de Valor R$ Crédito Escola Agrotécnica Federal de Iguatu-CE / ,00 91 To t a l 5.000,00 Art.2 - As instituições beneficiadas deverão apresentar prestação de contas dos recursos recebidos, de acordo com o que determina o art. 28 da IN 1/97-STN. Art.3º- Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR <!ID >PORTARIA Nº 63, DE 12 SETEMBRO DE 2005 O SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, no uso de suas atribuições legais e observado o disposto nos seguintes fundamentos legais: o art. 214 da Constituição Federal, a Lei Complementar nº. 101, de 04 de maio de 2000, a Lei nº , de 11 de agosto de 2004, a Lei , de 25 de janeiro de 2005, o Decreto nº 5.159, de 28 de julho de 2004, o Decreto nº , de 25 de fevereiro de 2005, o art. 12 da IN nº 01 da Secretaria do Tesouro Nacional /STN/MF, 15 de dezembro de 1997 e a Súmula da Coordenação Geral de Normas, Avaliação e Execução de Despesa - CONED n 04/2004/ STN/MF. Art. 1 o Descentralizar, por destaque, o crédito orçamentário da ação Complementação para o Funcionamento das Instituições Federais de Ensino Superior, para fins de apoio ao funcionamento e manutenção das atividades de ensino, pesquisa e extensão das Universidades Federais, de acordo com o Anexo I desta Portaria, obedecendo à seguinte classificação orçamentária: I.Funcional Programática: Complementação para o Funcionamento das Instituições Federais de Ensino Superior - Nacional II.Fonte: 100 III.PTRES: Art. 2 o A descentralização de crédito orçamentário será repassada em parcela única e o recurso financeiro dividido em até quatro parcelas, condicionadas à liquidação dos empenhos emitidos à conta do crédito descentralizado, de acordo com as diretrizes estabelecidas no Decreto n 5.379, de 25/02/05. Parágrafo Único - O saldo dos créditos orçamentários descentralizados e não empenhados pelos órgãos ou entidades proponentes, até 31 de dezembro de 2005, deverá ser devolvido a SESu, em data anterior aquela anualmente estabelecida pela Secretaria do Tesouro Nacional - STN para o encerramento do corresponde exercício financeiro. Art. 3º - O monitoramento da execução referente à ação Complementação para o Funcionamento das Instituições Federais de Ensino Superior - Nacional será realizado por meio de relatórios periódicos, consolidados pelo Departamento de Desenvolvimento de Educação Superior - DEDES, via Sistema de Acompanhamento das IFES. Art. 4 A prestação de contas dos créditos descentralizados por destaque deverá integrar as contas anuais das IFES a serem apresentadas aos órgãos de controle interno e externo, nos termos da legislação em vigor da Secretaria Federal de Controle. Art. 5º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. ANTONIO IBAÑEZ RUIZ NELSON MACULAN FILHO ANEXO I Processo nº Instituição Beneficiada Objeto Nota Valor R$ de Crédito / Universidade Federal Fluminense - UFF. Projeto de apoio financeiro destinado à produção de áudio visual da Orquestra Sinfônica Nacional UFF , / Universidade Federal de São Carlos - Projeto de apoio financeiro destinado ao apoio à assistência estudantil ,00 U F S C a r / Universidade Federal de Alagoas - Projeto de apoio financeiro destinado à automação do Sistema de Bibliotecas da UFAL ,00 U FA L / Universidade Federal de Minas Gerais - Projeto de apoio financeiro destinado ao Programa de Complementação de Custeio da UFMG ,61 UFMG / Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ. Projeto de apoio financeiro destinado à pagamentos de despesa de manutenção para funcionamento da UFRJ , 00 UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS <!ID >PORTARIA Nº 421, DE 13 DE SETEMBRO DE 2005 O REITOR da Universidade Federal de Alfenas, usando de suas atribuições legais, resolve: Alterar, em parte, a partir de 1º , a Portaria nº 359/2004, de , que publicou o Quadro Distributivo dos Cargos de Direção e Funções Gratificadas desta Universidade, no DOU de , fls. 21 e 22, Seção Remover do Setor de Auditoria Interna a Função Gratificada FG.2, para o Departamento de Contabilidade e Finanças. 2. Remover a Função Gratificada FG.4, do Departamento de Contabilidade e Finanças, para a Pró-Diretoria de Administração e Planejamento. 3. Alterar a Função Gratificada da Seção de Contabilidade, de FG.4 para FG Denominar a Função Gratificada FG.4, removida para a Pró-Diretoria de Administração e Planejamento, como Seção de Almoxarifado. 5. Alterar as denominações das Seções do Centro de Processamento de Dados de: Seção de Desenvolvimento de Sistemas FG.5, para Seção de Redes de Computadores-FG.5. Seção de Treinamento de Usuários FG.5, para Seção Técnica de Apoio ao Usuário FG.5. ANTÔNIO MARTINS DE SIQUEIRA UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Nº 30, DE 20 DE MAIO DE 2004 (*) O VICE-REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO MA- RANHÃO, na qualidade de PRESIDENTE EM EXERCÍCIO DO CONSE- LHO DE ADMINISTRAÇÃO, no uso de suas atribuições estatutárias e regimentais e, considerando o disposto no Edital GR 01/2004 e o que consta do Processo n.º / , resolve ad referendum deste Conselho: Homologar o Resultado Final do Concurso Público para provimento dos Cargos de Assistente em Administração, Administrador, Analista de Sistemas, Bibliotecário/Documentalista, Contador, Estatístico, Jornalista, Programador de Computador, Relações Públicas, Técnico em Contabilidade, Técnico em Segurança do Trabalho, do Quadro de Pessoal Técnico Administrativo, da Universidade Federal do Maranhão. JOSÉ AMÉRICO DA COSTA BARROQUEIRO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE Nº 10, DE 16 DE MARÇO 2004 (*) O Reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, tendo em vista o disposto no parágrafo 4º, do artigo 23, do Estatuto desta Universidade, c/c o teor do parágrafo 1º, do artigo 33, do Regimento Geral, bem como o inciso VIII do artigo 14 do referido Estatuto, e considerando a solicitação constante do processo nº / , resolve: Aprovar ad referendum do CONSEPE, o resultado do concurso público para Professor Assistente da Carreira do Magistério Superior, para a Disciplina de Farmacologia do Departamento de Biofísica e Farmacologia do Centro de Biociências, conforme o Edital nº 005/2003 NOME DO CANDIDATO MÉDIA OBTIDA/CLASSIFI- CAÇÃO AURÍGENA ANTUNES DE 8,0-1º ARAÚJO FERREIRA GERLANE COELHO BERNAR- 7,6-2º DO KARLA CRISTIANA DE SOUZA 7,6-3º QUEIROZ FRANCISCA SUELI MONTE 7,5-4º STEPHEN FERNANDES DE PAU- 7,0-5º LA RODRIGUES JOSÉ IVONILDO DO REGO (*) Republicada por ter saído no DOU nº 56 de 23/3/2004, Seção 1, página 21, com incorreção no original.

12 12 ISSN Nº 178, quinta-feira, 15 de setembro de Ministério da Fazenda GABINETE DO MINISTRO <!ID > DESPACHO DO MINISTRO Em 14 de setembro de 2005 Processo nº: / Interessado:República Federativa do Brasil. Assunto:Operação de crédito externo a ser celebrada entre a República Federativa do Brasil e o Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID, no valor de até US$38,600, (trinta e oito milhões e seiscentos mil dólares dos Estados Unidos da América), destinada ao financiamento parcial do Programa de Modernização do Sistema de Controle Externo dos Estados, Distrito Federal e Municípios Brasileiros. Despacho:Tendo em vista os pareceres da Secretaria do Tesouro Nacional e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, com fundamento na Resolução nº 96, de 15 de dezembro de 1989, do Senado Federal, consolidada e republicada no Diário Oficial da União de 22 de fevereiro de 1999, no Decreto-lei nº 1.312, de 15 de fevereiro de 1974, e, considerando a autorização contida na Resolução nº 48, de 30 de junho de 2005, do Senado Federal, autorizo a formalização da operação de crédito. O Tesouro Nacional será representado pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão em todos os atos relacionados com o desembolso dos recursos do empréstimo para aplicação no Programa, sendo que os encargos contratuais correrão à conta dos recursos orçamentários do mesmo Ministério. ANTONIO PALOCCI FILHO RECEITA FEDERAL DO BRASIL SUPERINTENDÊNCIAS REGIONAIS 2ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM MANAUS <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 173, DE 12 DE SETEMBRO DE 2005 Declara excluída do Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte (Simples) a contribuinte que menciona. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM MANAUS- AM, no uso das atribuições regimentais e de acordo com o disposto nos artigos 13, 14 e 15 da Lei nº 9.317, de 05 de Dezembro de 1996, com suas alterações posteriores, considerando ainda, o que consta do processo nº / , declara: Art.1º - Excluída do Simples a empresa E M FURTADO MANO, CNPJ Nº / , em virtude de ter sido constatada a situação excludente prevista no artigo 9º, inciso II, da Lei nº 9.317/1996. Art.2º - A exclusão ora declarada surtirá efeitos a partir de 1º de janeiro de 2004, em consonância com o disposto no art. 15, inciso IV, da Lei nº 9.317/1996. Art. 3º - Com relação à esta exclusão, é facultado ao contribuinte, por meio de seu representante legal ou procurador, no prazo de trinta dias, contados da publicação deste ato, manifestar por escrito sua inconformidade à Delegacia da Receita Federal de Julgamento em Belém-PA, nos termos do Decreto nº , de 7 de março de 1972, de acordo com o artigo 23, parágrafo único, da Instrução Normativa SRF nº 355 de 2003, assegurados o contraditório e a ampla defesa. Art. 4º - Não havendo manifestação no prazo indicado no artigo anterior, a exclusão do Simples tornar-se-á definitiva. <!ID >ATO DECLARATÓRIO AIRTON ÂNGELO CLAUDINO EXECUTIVO Nº 174, DE 12 DE SETEMBRO DE 2005 Declara excluída do Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte (Simples) a contribuinte que menciona. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM MANAUS- AM, no uso das atribuições regimentais e de acordo com o disposto nos artigos 13, 14 e 15 da Lei nº 9.317, de 05 de Dezembro de 1996, com suas alterações posteriores, considerando ainda, o que consta do processo nº / , declara: Art.1º - Excluída do Simples a empresa LOJA SULAME- RICANA LTDA., CNPJ Nº / , em virtude de ter sido constatada a situação excludente prevista no artigo 9º, inciso XV, da Lei nº 9.317/1996. Art.2º - A exclusão ora declarada surtirá efeitos a partir de 1º de janeiro de 2003, em consonância com o disposto no art. 15 da Lei nº 9.317/1996. Art. 3º - Com relação à esta exclusão, é facultado ao contribuinte, por meio de seu representante legal ou procurador, no prazo de trinta dias, contados da publicação deste ato, manifestar por escrito sua inconformidade à Delegacia da Receita Federal de Julgamento em Belém-PA, nos termos do Decreto nº , de 7 de março de 1972, de acordo com o artigo 23, parágrafo único, da Instrução Normativa SRF nº 355 de 2003, assegurados o contraditório e a ampla defesa. Art. 4º - Não havendo manifestação no prazo indicado no artigo anterior, a exclusão do Simples tornar-se-á definitiva. AIRTON ÂNGELO CLAUDINO <!ID >RETIFICAÇÃO No Ato Declaratório Executivo DRF/Manaus nº 102 de 20 de maio de 2005, publicado no DOU de 23/05/2005, Seção 1, página 17, em referência ao nº do Laudo Constitutivo expedido pela ADA - Agência de Desenvolvimento da Amazônia, do Ministério da Integração Nacional: Onde se lê: LAUDO CONSTITUTIVO Nº 190/2004 Leia-se: LAUDO CONSTITUTIVO Nº 191/2004 4ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM JOÃO PESSOA <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 53, DE 14 DE SETEMBRO DE 2005 Declara o cancelamento da inscrição no CNPJ da empresa que menciona. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM JOÃO PESSOA, POR DELEGAÇÃO DE COMPETÊNCIA ATRA- VÉS DA PORTARIA Nº 50, PUBLICADA NO DOU DE 26/04/2005, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 250 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria MF nº 030, de 25 de fevereiro de 2005, e tendo em vista o disposto no artigo 45 do Código Civil, Arts 1º e 8º da Lei nº 8.934/94 e Art 26, inciso II da Instrução Normativa SRF n.º 200 de 13/09/2002, considerando ainda, o que consta o processo n.º / resolve declarar: Art. 1º Cancelada a inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas - CNPJ, da Firma MIGUEL DE ANDRADE ARAÚJO, CNPJ Nº /001-30, por vício na inscrição, tendo em vista, a referida firma não ter registro na Junta Comercial do Estado da Paraíba, portanto, inexistente de direito, conforme registros constantes no processo acima citado; Art. 2º Torna sem efeito o CNPJ na data de sua inscrição (10/05/1977). RAIMUNDO FRANCISCO DE FIGUEIREDO 5ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM SALVADOR <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 111, DE 13 DE SETEMBRO DE 2005 O DELEGADO SUBSTITUTO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM SALVADOR, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 250 do Regimento Interno da Receita Federal, aprovado pela Portaria MF nº 030, de 25 de fevereiro de 2005, publicada no Diário Oficial da União de 04 de março de 2005, e com base no art. 34, inciso III, combinado com o art. 41, inciso II, da Instrução Normativa RFB nº 568, de 08/09/2005, declara: INAPTA a inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica - CNPJ da pessoa jurídica abaixo relacionada: CNPJ RAZÃO SOCIAL PROCESSO / MARCA COMERCIAL DE / ALIMENTOS LTDA. EDILSON CÍCERO LAGE DE MAGALHÃES 6ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM DIVINÓPOLIS <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 11, DE 9 DE SETEMBRO DE 2005 Inscreve o contribuinte no Registro Especial destinado à impressão de livros, jornais e periódicos. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM DIVINÓPOLIS, no uso das atribuições conferidas pelo artigo 250 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF 30, de 25 de fevereiro de 2005, publicado no Diário Oficial da União (DOU) de 04 de março de 2003, tendo em vista o disposto na Instrução Normativa (IN) SRF nº 71, de 24 de agosto de 2001, alterada pela IN SRF nº 101, de 21 de dezembro de 2001, declara: Art. 1º- Considerando o que consta no processo nº / , conceder à pessoa jurídica Gráfica e Editora Rosah, situada à Avenida Antônio Neto, nº 2.551, Bairro Manoel Valinhas, em Divinópolis/MG, portadora do CNPJ / , o Registro Especial nº GP-06107/40, como Gráfica para a operação com papel destinado à edição de jornais, livros e periódicos. Art. 2º Este Ato Declaratório Executivo entra em vigor na data de sua publicação. <!ID >ATO DECLARATÓRIO CARLOS AUGUSTO RIBEIRO MOSSO EXECUTIVO Nº 14, DE 14 DE SETEMBRO DE 2005 Enquadra inscrição no CNPJ na situação de inapta O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM DIVINÓPOLIS, no uso das atribuições conferidas pelo artigo 227 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF 259, de 24 de agosto de 2001 e com base nos artigos 81 e 82 da Lei 9.430, de 27 de dezembro de 1.996, e artigo 43 da Instrução Normativa da Receita Federal do Brasil nº 568, de 08 de setembro de 2005, e considerando o que consta no processo administrativo de representação fiscal nº / , resolve: Art. 1º Declarar inapta a inscrição no Cadastro Nacional das Pessoas Jurídicas - CNPJ número / , em nome de FACOUNT TRANSPORTES LTDA, tendo em vista esta pessoa jurídica ter sido considerada inexistente de fato, enquadrando-se no inciso II, do artigo 41 da Instrução Normativa acima mencionada. Art. 2º Declarar tributariamente ineficazes os documentos emitidos por esta pessoa jurídica, a partir de publicação, no Diário Oficial da União, deste Ato Declaratório Executivo, de acordo com o artigo 48 parágrafo 3o, inciso III da mesma Instrução Normativa. Art. 3º Este Ato Declaratório Executivo entra em vigor na data de sua publicação. CARLOS AUGUSTO RIBEIRO MOSSO DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM JUIZ DE FORA <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 44, DE 13 DE SETEMBRO DE 2005 Exclusão, de ofício, de pessoa jurídica do Simples. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM JUIZ DE FORA, ESTADO DE MINAS GERAIS, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 227 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria MF nº 30, de 25 de fevereiro de 2005, publicada no DOU de 4 de março de 2005 e com base no inciso I do artigo 14, parágrafo 3º do artigo 15 da Lei nº 9.317/96, e inciso I e parágrafo único do artigo 23 da IN/SRF/nº 355, de 29 de agosto de 2003, declara: Art. 1º. Excluída da opção pela sistemática de pagamento dos impostos e contribuições de que trata o artigo 3º da Lei 9.317/96, denominada Simples, a pessoa jurídica CENTRO DE PRODUÇÕES TÉCNICAS LTDA, CNPJ / , por incorrer, no ano de 2001, em hipótese prevista no inciso II do artigo 9º da Lei 9.317/96 e não cumprir o determinado no artigo 13, inciso II, alínea a, do mesmo Diploma Legal, conforme informações contidas no Processo Administrativo nº / Art. 2º. A exclusão surte efeito desde 1º de janeiro de 2002, nos termos do inciso IV, artigo 15 da mesma Lei, e artigo 24, inciso IV da IN/SRF nº 355/2003. Art. 3º. Poderá ser apresentada, no prazo de 30 (trinta) dias da ciência deste, impugnação à Delegacia da Receita Federal de Julgamento em Juiz de Fora, nos termos da Portaria MF nº 259/2001, art Não havendo manifestação neste prazo, a exclusão tornar-se-á definitiva. Art. 4º. Este Ato Declaratório Executivo entra em vigor na data de sua publicação. SONIA CHRISTINA DE OLIVEIRA Substituta 8ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE FISCALIZAÇÃO EM SÃO PAULO DIVISÃO DE PROGRAMAÇÃO, AVALIAÇÃO E CONTROLE DA ATIVIDADE FISCAL <!ID >ATOS DECLARATÓRIOS EXECUTIVOS DE 12 DE SETEMBRO DE 2005 Cancela inscrição no Regime Especial aplicável a estabelecimentos que realizem operações com papel destinado à impressão de livros jornais e periódicos. O CHEFE DA DIVISÃO DE PROGRAMAÇÃO, AVALIA- ÇÃO E CONTROLE DA ATIVIDADE FISCAL DA DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DE FISCALIZAÇÃO EM SÃO PAULO, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 4º, da Portaria Defic/SPO nº 11, de 12 de janeiro de 2.005, publicado no Diário Oficial da União de 21 de janeiro de 2.005, considerando o disposto na IN-SRF 71, de 24 de agosto de 2001, alterada pela IN-SRF 101 de 21 de dezembro de 2001, declara:

13 <!ID > CIRCULAR Nº 178, quinta-feira, 15 de setembro de ISSN Nº Cancelado o Registro Especial de IMPORTADOR e USUÁ- RIO de papel destinado à impressão de livros, jornais e periódicos de números IP 08190/185 e UP 08190/393, concedidos através dos ADEs/Defic/SPO números 799/2002 e 743/2002 para o estabelecimento da empresa G & A GRAFICA EDITORIAL LTDA, inscrito no CNPJ sob número / , localizado à Rua Agostinho Cantu 72, Butantã - São Paulo - SP, de acordo com os autos do processo nº / Nº Cancelado o Registro Especial de USUÁRIO e GRÁFICA destinada à impressão de livros, jornais e periódicos de números UP 08190/647 e GP 08190/249, concedidos através dos ADEs/Defic/SPO números 1.264/2002 e 1.270/2002 para o estabelecimento da empresa IMAGEXPRESS ARTES GRAFICAS LIMITADA, inscrito no CNPJ sob número / , localizado à Av. Ibirapuera /3415/R.Chanes,57, Indianópolis - São Paulo - SP, de acordo com os autos do processo nº / Os presentes Atos Declaratórios Executivos entram em vigor na data de sua publicação. <!ID > Altera dados de contribuinte inscrito no Regime Especial aplicável a estabelecimentos que realizem operações com papel destinado à impressão de livros jornais e periódicos. O CHEFE DA DIVISÃO DE PROGRAMAÇÃO, AVALIA- ÇÃO E CONTROLE DA ATIVIDADE FISCAL DA DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DE FISCALIZAÇÃO EM SÃO PAULO, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 4º, da Portaria Defic/SPO nº 11, de 12 de janeiro de 2.005, publicado no Diário Oficial da União de 21 de janeiro de 2.005, considerando o disposto na IN- SRF 71, de 24 de agosto de 2001, alterada pela IN-SRF 101 de 21 de dezembro de 2001, declara: Nº Alterado, relativamente ao Registro Especial de DISTRI- BUIDOR de papel destinado à impressão de livros, jornais e periódicos, de número DP 08190/0042 concedido por meio do ADE 1.484/2002, ao estabelecimento inscrito no CNPJ sob número / , o nome empresarial para: SUZANO BAHIA SUL PAPEL E CELULOSE S.A., e o endereço para: Av Brigadeiro Faria Lima 1355 Parte Do 5 Andar, Jardim Paulistano - São Paulo - SP, de acordo com os autos do processo nº / O presente Ato Declaratório Executivo entra em vigor na data de sua publicação. <!ID > Inscreve contribuintes no Regime Especial aplicável a estabelecimentos que realizem operações com papel destinado à impressão de livros jornais e periódicos. O CHEFE DA DIVISÃO DE PROGRAMAÇÃO, AVALIA- ÇÃO E CONTROLE DA ATIVIDADE FISCAL DA DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DE FISCALIZAÇÃO EM SÃO PAULO, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 4º, da Portaria Defic/SPO nº 11, de 12 de janeiro de 2.005, publicado no Diário Oficial da União de 21 de janeiro de 2.005, considerando o disposto na IN- SRF 71, de 24 de agosto de 2001, alterada pela IN-SRF 101 de 21 de dezembro de 2001, declara: Nº Inscrito no Registro Especial como GRÁFICA de papel destinado à impressão de livros, jornais e periódicos, de número GP 08190/370, o estabelecimento da empresa ARTE IMPRESSA EDI- TORA LTDA, inscrito no CNPJ sob número / , localizado à Rua Valdemar Martins 926, Imirim - São Paulo - SP, de acordo com os autos do processo nº / Nº Inscrito no Registro Especial como USUÁRIO de papel destinado à impressão de livros, jornais e periódicos, de número UP 08190/1040, o estabelecimento da empresa CREACOES EDITO- RIAIS SPASSAPAN LTDA, inscrito no CNPJ sob número / , localizado à Avenida Elisio Cordeiro De Siqueira 1128, Sala 04, Jardim Santo Elias - São Paulo - SP, de acordo com os autos do processo nº / Nº Inscrito no Registro Especial como IMPORTADOR de papel destinado à impressão de livros, jornais e periódicos, de número IP 08190/442, o estabelecimento da empresa HILDA MATTOS XIME- NES - DISTRIBUIDORA - EPP, inscrito no CNPJ sob número / , localizado à Rua Augusto Reginato 173,Vila Carrão - São Paulo - SP, de acordo com os autos do processo nº / Nº Inscrito no Registro Especial como IMPORTADOR e GRÁ- FICA de papel destinado à impressão de livros, jornais e periódicos, de números IP 08190/443 e GP 08190/371, o estabelecimento da empresa TRIPLE A ARTES GRAFICAS E EDITORA LTDA EPP, inscrito no CNPJ sob número / , localizado à Rua Barra Bonita 08, Maranhão - São Paulo - SP, de acordo com os autos do processo nº / Os presentes Atos Declaratórios Executivos entram em vigor na data de sua publicação. JORGE ALBERTO PEREIRA DA SILVA 9ª REGIÃO FISCAL <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 81, DE 12 DE SETEMBRO DE 2005 Aplica pena de perda de credenciamento. O SUPERINTENDENTE DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL NA 9ª REGIÃO FISCAL, no uso da atribuição que lhe confere o inciso II do artigo 40 do Decreto 646, de 9 de setembro de 1992, e considerando o que consta no processo nº /99-27, resolve: Art. 1º Aplicar a penalidade de perda de credenciamento, por prática da conduta tipificada no artigo 30, incisos IV e V, do Decreto nº 646, de 9 de setembro de 1992, ao despachante aduaneiro DA- NILO FERNANDES BENEVIDES, CPF , registro 9D Art. 2º Este ato entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. LUIZ BERNARDI BANCO CENTRAL DO BRASIL DIRETORIA COLEGIADA N o , DE 8 DE SETEMBRO DE 2005 Altera o Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais - RMCCI. A Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil, em sessão realizada em 1º de setembro xde 2005, com base nas Leis 4.131, de 3 de setembro de 1962, artigos 10 e 11 da 4.595, de 31 de dezembro de 1964, art. 12 da 7.738, de 9 de março de 1989, 7.766, de 11 de maio de 1989, , de 3 de novembro de 2003, na Medida Provisória 2.224, de 4 de setembro de 2001, nas Resoluções e 3.266, ambas de 4 de março de 2005, bem como nas Resoluções e 3.312, ambas de 31 de agosto de 2005, e tendo em vista o art. 2 da Circular 3.280, de 9 de março de 2005, decidiu: Art. 1º Dar nova redação aos seguintes trechos do Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais - RMCCI, divulgado pela Circular 3.280, de 9 de março de 2005: I - título 1, índice; II - título 1, capítulo 1; III - título 1, capítulo 2; IV - título 1, capítulo 3: a) seção 1; b) seção 2, subseção 1; c) seção 2, subseção 2; d) seção 3; e) seção 5; f) seção 7; V -título 1, capítulo 4, seção 1; VI -título 1, capítulo 5, seção 1; VII -título 1, capítulo 6; VIII - título 1, capítulo 8: a) seção 1; b) seção 2, subseção 4; c) seção 2, subseção 6; d) seção 2, subseção 7; e) seção 2, subseção 9; f) seção 2, subseção 10; g) seção 2, subseção 12; h) seção 2, subseção 13; i) seção 2, subseção 15; j) seção 2, subseção 21; k) seção 2, subseção 23; l) seção 2, subseção 24; IX - título 1, capítulo 8, seção 3; X - título 1, capítulo 9: a) seção 1; b) seção 2; c) seção 5; XI - título 1, capítulo 10: a) seção 1; b) seção 2, subseção 3; c) seção 3, subseção 2; XII - título 1, capítulo 11: a) seção 1; b) seção 2; c) seção 3; d) seção 4; e) seção 7; f) seção 8; g) seção 9; h) seção 10, subseção 3; XIII - título 1, capítulo 9; a) seção 1; b) seção 12; c) seção13, subseção 5; XIV - título 1, capítulo 13, seção 2; XV - título 1, capítulo 14: a) seção 1; b) seção 6; c) seção 8; XVI - título 1, capítulo 15; XVII - título 1, capítulo 16: a) seção 2; b) seção 5; c) seção 6; XVIII - título 1, anexos 15, 16 e 17; XIX - título 2, índice; e XX - título 3, índice. Art. 2º Excluir os seguintes trechos do título 1 do RMCCI: I - capítulo 17, seção 9; II - capítulo 17, seção 10; III - anexo 19; e IV - anexo 24. Art. 3º Incluir os seguintes trechos ao RMCCI: I - título 2, capítulo 7; e II - título 3, capítulo 3, seção 1. Art. 4º Divulgar as folhas necessárias à atualização do RMCCI. Art. 5º Esta Circular entra em vigor em 19 de setembro de 2005, quando ficam revogados a Circular 2.348, de 30 de julho de 1993, o capítulo V do Regulamento anexo a Circular 3.027, de 22 de fevereiro de 2001, a Circular 3.258, de 17 de setembro de 2004, o Comunicado Decam 209, de 30 de julho de 1980, e o Comunicado , de 7 de junho ALEXANDRE SCHWARTSMAN Diretor ANEXO TÍTULO: 1 - Mercado de Câmbio Índice do Título CAPÍTULO NÚMERO Disposições Gerais... 1 Agentes do Mercado... 2 Contrato de Câmbio 3 Disposições Preliminares - 1 Celebração e Registro no Sisbacen - 2 Adiantamento sobre Contrato de Câmbio - 3 Alteração - 4 Liquidação - 5 Cancelamento ou Baixa - 6 Encargo Financeiro - 7 Operações Interbancárias no País e Instituições Financeiras no País e no Exterior... 4 Operações Interbancárias no País - 1 Operações Interbancárias Eletrônicas no País - 2 Operações com Instituições no Exterior - 3 Posição de Câmbio e Limite Operacional 5... Posição de Câmbio - 1 Limite Operacional - 2 Documentação das Operações e cadastramento de clientes... 6 Acompanhamento das Operações... 7 Codificação das Operações de Câmbio... 8 Disposições Gerais - 1 Natureza de Operação - 2 Relação de Vínculo - 3 Forma de Entrega da Moeda Estrangeira - 4 Transferências Financeiras... 9 Disposições Gerais - 1 Transporte Internacional - 2 Seguros - 3 Remessas Governamentais - 4 Compromissos no Mercado Interno - 5 Viagens Internacionais, Cartão de Crédito Internacional 10 e Transferências Postais... Viagens Internacionais - 1 Cartão de Crédito Internacional - 2 Transferências Postais - 3 Serviços Turísticos - 4 Exportação Disposições Gerais - 1 Contratação de Câmbio - 2 Comprovação da Cobertura Cambial e Vinculação de Contratos de Câmbio - 3 Recebimento Antecipado - 4 Comissão de Agente - 5 Posição Especial - 6 Cancelamento de Contrato de Câmbio - 7 Baixa de Contrato de Câmbio - 8 Câmbio Simplificado - 9 Exportações Financiadas - 10 Importação Disposições Gerais - 1 Contratação de Câmbio - 2 Alteração, Prorrogação, Cancelamento e Baixa de Contrato de Câmbio - 3 Liquidação de Contrato de Câmbio - 4 Pagamento Antecipado - 5 Pagamento à Vista - 6 Comissão de Agente - 7 Pagamento de Juros sobre Importações Financiadas até 360 dias - 8

14 14 ISSN Nº 178, quinta-feira, 15 de setembro de 2005 Abertura e Negociação de Cartas de Crédito - 9 Vinculação entre Declarações de Importação e Contratos de Câmbio - 10 Pagamento de Importações em Reais - 11 Câmbio Simplificado - 12 Multa sobre Operações de Importação - 13 Contas de Domiciliados no Exterior em Moeda Nacional e Transferências Internacionais em Reais... Disposições Gerais - 1 Movimentações - 2 Conta em Moeda Estrangeira Disposições Gerais - 1 Contas de Movimentação Restrita de Agências de Turismo e Prestadores de Serviços Turísticos - 2 Embaixadas, Legações Estrangeiras e Organismos Internacionais - 3 Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos - ECT - 4 Empresas Administradoras de Cartão de Crédito Internacional - 5 Empresas Encarregadas da Implementação e Desenvolvimento de Projetos do Setor Energético - 6 Estrangeiros Transitoriamente no País e Brasileiros Residentes no Exterior - 7 Sociedades Seguradoras, Resseguradoras e Corretoras de Resseguro - 8 Transportadores Residentes, Domiciliados ou com sede no Exterior - 9 Agentes Autorizados a Operar no Mercado de Câmbio - 10 Operações com Ouro Países com Disposições Cambiais Especiais Disposições Gerais - 1 Afeganistão - 2 Cuba - 3 Hungria - 4 Iraque - 5 Libéria - 6 Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos (CCR) Disposições Gerais - 1 Definições - 2 Autorização para Operar no Sistema - 3 Garantias Oferecidas pelo Sistema - 4 Instrumentos de Pagamento Admissíveis - 5 Pagamentos do Banco Central do Brasil - 6 Recolhimentos ao Banco Central do Brasil - 7 Registros e Compensação Diária - 8 ANEXO NÚMERO Modelo de contrato de câmbio de compra tipo Modelo de contrato de câmbio de venda tipo Modelo de contrato de câmbio de compra tipo Modelo de contrato de câmbio de venda tipo Modelo de contrato de câmbio de compra tipo Modelo de contrato de câmbio de venda tipo Modelo de contrato de câmbio de compra tipo Modelo de contrato de câmbio de venda tipo Modelo de contrato de câmbio de compra tipo Modelo de contrato de câmbio de venda tipo Modelo de boleto de compra e venda Encargo financeiro - modelo de comunicação ao síndico da massa falida... Encargo financeiro - modelo de cobrança do banco sob intervenção ou em liquidação extrajudicial... Modelo de comunicação do banco sob intervenção ou em liquidação extrajudicial... Ajuste Brasil / Hungria - Modelo de carta apresentando o resumo e a apuração dos valores líquidos a pagar e/ou a receber Ajuste Brasil / Hungria - Modelo de declaração de reembolso devido ao Banco Central do Brasil relativo a operações de venda de câmbio... Ajuste Brasil / Hungria - Modelo de solicitação de reembolso... CCR - Modelo de carta para adesão ao Convênio CCR - Numeração dos instrumentos CCR - Descrição do fluxo de exportação através do Convênio... CCR - Descrição do fluxo de importação através de Convênio... CCR - Modelo de comunicação sobre "operação triangular"... REGULAMENTO DO MERCADO DE CÂMBIO E CA TÍTULO: 1 - Mercado de Câmbio CAPÍTULO: 1 - Disposições Gerais 1. O presente título trata das disposições normativas e dos procedimentos relativos ao mercado de câmbio instituído pela Resolução 3.265, de As disposições deste título aplicam-se às operações realizadas no mercado de câmbio, que engloba as operações de compra e de venda de moeda estrangeira, as operações em moeda nacional entre residentes, domiciliados ou com sede no País e residentes, domiciliados ou com sede no exterior e as operações com ouro - instrumento cambial, realizadas por intermédio das instituições autorizadas a operar no mercado de câmbio pelo Banco Central do Brasil. 3. As pessoas físicas e as pessoas jurídicas podem comprar e vender moeda estrangeira ou realizar transferências internacionais em reais, de qualquer natureza, sem limitação de valor, na forma estabelecida neste Regulamento, observada a legalidade da transação, inclusive de ordem tributária, tendo como base a fundamentação econômica das operações e as responsabilidades definidas na respectiva documentação, ressalvado o disposto no item 6 abaixo. 4. O disposto no item anterior se aplica inclusive às compras e vendas de moeda estrangeira relacionadas às operações de "back to back". 5. Incluem-se, ainda, no disposto do item 3 acima as compras e vendas de moeda estrangeira, por pessoas físicas ou jurídicas, residentes, domiciliadas ou com sede no País, em banco autorizado a operar no mercado de câmbio para fins de constituição de disponibilidades no exterior e do seu retorno. 6. As aplicações no exterior no mercado de capitais e de derivativos pelas pessoas físicas ou jurídicas em geral, bem como quaisquer aplicações no exterior por instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e fundos de qualquer natureza, devem observar a regulamentação específica. 7. Devem ser observadas as disposições específicas de cada operação, tratadas em títulos próprios deste Regulamento, ressaltando-se que a realização de transferências do e para o exterior está condicionada, ainda, ao cumprimento e à observância da legislação e da regulamentação sobre o assunto, inclusive de outros órgãos governamentais. 8. As transferências de recursos de que trata este Regulamento implicam para o cliente, na forma da lei, a assunção da responsabilidade pela legitimidade da documentação apresentada ao agente autorizado a operar no mercado de câmbio. 9. É facultada a liquidação, no mercado de câmbio, em moeda estrangeira equivalente, de compromissos em moeda nacional, de qualquer natureza, firmados entre pessoas físicas ou jurídicas residentes, domiciliadas ou com sede no País e pessoas físicas ou jurídicas residentes, domiciliadas ou com sede no exterior, mediante apresentação da documentação pertinente. 10. A realização de operações destinadas à proteção contra o risco de variações de taxas de juros, de paridades entre moedas estrangeiras e de preços de mercadorias no mercado internacional deve observar o estabelecido no título 2, capítulo 7 deste Regulamento. 11. É permitido ao remetente dos recursos ao exterior domiciliado no País honrar seu compromisso: a) em moeda estrangeira, mediante operação de câmbio; b) em moeda nacional, mediante crédito à conta corrente titulada pela pessoa física ou jurídica residente, domiciliada ou com sede no exterior, aberta e movimentada no País nos termos da legislação e regulamentação em vigor. 12. As operações de que trata o presente Regulamento são realizadas exclusivamente por meio de agentes de mercado devidamente autorizados pelo Banco Central do Brasil para tal finalidade, conforme definido no capítulo 2 deste título. 13. Para efeitos deste Regulamento, as referências à compra e à venda de moeda estrangeira significam que o agente autorizado a operar em câmbio é o comprador ou o vendedor, respectivamente Os pagamentos ao e os recebimentos do exterior devem ser efetuados, como regra geral, por meio de transferência bancária ou por outra forma especificamente prevista na legislação e neste Regulamento. 15. A ordem de pagamento oriunda do exterior, inclusive a relativa ao recebimento antecipado de exportação, deve ser integralmente negociada em até noventa dias a contar da data em que os recursos se tornaram disponíveis à instituição autorizada para o pagamento ao beneficiário, sendo permitido, dentro desse prazo, a sua negociação de forma parcelada, observado que, vencido referido prazo, o saldo da ordem deve ser imediatamente devolvido ao seu remetente no exterior. 16. O banco deve comunicar ao beneficiário o recebimento de ordem de pagamento proveniente do exterior no prazo de até 3 dias úteis de sua ocorrência. 17. Em relação aos recebimentos relativos a exportação de mercadoria com embarque já efetuado ou serviços já prestados deve ser observado o disposto no capítulo A ordem de pagamento não cumprida no exterior deve ser objeto de contratação de câmbio com o tomador original da ordem, utilizando-se a mesma classificação cambial da transferência ao exterior e código de grupo específico, cabendo ao banco comunicar o fato ao referido tomador no prazo de até 3 dias úteis, contados a partir da data em que o banco recebeu a informação do não cumprimento da ordem por parte de seu correspondente no exterior. 19. As operações de câmbio são formalizadas por meio de contrato de câmbio a partir dos dados registrados no Sisbacen, consoante o disposto na seção 2 do capítulo A taxa de câmbio é livremente pactuada entre os agentes autorizados a operar em câmbio ou entre estes e seus clientes, podendo as operações de câmbio ser contratadas para liquidação pronta ou futura e, no caso de operações interbancárias, a termo, observado que as operações para: a) liquidação pronta ou futura, a taxa de câmbio deve refletir exclusivamente o preço da moeda negociada para a data da contratação da operação de câmbio, sendo facultada nas operações para liquidação futura a pactuação de prêmio ou bonificação; b) liquidação a termo, a taxa de câmbio é livremente pactuada entre as partes e deve espelhar o preço negociado da moeda estrangeira para a data da liquidação da operação de câmbio. 21. O pagamento de prêmio ou de bonificação nas operações para liquidação futura deve estar consignado em campo próprio do contrato de câmbio e indicado quando do registro da operação no Sisbacen, observado que: a) quando prefixado, deve ser expresso em percentual ao mês; b) quando pós-fixado, as condições pactuadas devem estar no campo "Outras Especificações", inclusive o percentual da operação objeto de prêmio ou bonificação; c) a incidência é limitada ao período compreendido entre a data da contratação do câmbio e a data da ocorrência do evento determinante do vencimento legal do contrato de câmbio, não podendo ultrapassar a data de sua efetiva liquidação. 22. Sujeita-se às penalidades e demais sanções previstas na legislação e regulamentação em vigor, a compra ou a venda de moeda estrangeira a taxas que se situem em patamares destoantes daqueles praticados pelo mercado ou que possam configurar evasão cambial e formação artificial ou manipulação de preços. 23. Para determinação da equivalência em dólares dos Estados Unidos das operações de câmbio cursadas em outras moedas estrangeiras deve ser utilizada a correlação paritária mais recentemente disponível, na data do evento, no Sisbacen, transação PTAX800, opção Os agentes autorizados a operar no mercado de câmbio, bem como as empresas que administram cartões de crédito ou de débito de uso internacional e aquelas que realizam transferências financeiras postais internacionais devem atuar no sentido do cumprimento da legislação e regulamentação que disciplinam as respectivas matérias. 25. Devem os agentes autorizados a operar no mercado de câmbio observar as regras para a perfeita identificação dos seus clientes, bem como verificar as responsabilidades das partes envolvidas e a legalidade das operações efetuadas. 26. Na operação de venda de moeda estrangeira, o contravalor em moeda nacional deve ser recebido pelo vendedor por meio de: a) débito de conta titulada pelo comprador; b) acolhimento de cheque de emissão do comprador, cruzado, nominativo ao vendedor e não endossável; ou c) Transferência Eletrônica Disponível (TED) ou qualquer outra ordem de transferência bancária de fundos, desde que emitida em nome do comprador e que os recursos sejam debitados de conta de sua titularidade. 27. Na operação de compra de moeda estrangeira, o contravalor em moeda nacional deve ser entregue ao vendedor por meio de: a) crédito à conta titulada pelo vendedor; b) TED ou qualquer outra ordem de transferência bancária de fundos emitida pelo comprador para crédito em conta titulada pelo vendedor; c) cheque emitido pelo comprador, nominativo ao vendedor, cruzado e não endossável. 28. Excetuam-se do disposto nos itens 26 e 27 as compras e as vendas de moeda estrangeira cujo contravalor em moeda nacional não ultrapasse R$10.000,00 (dez mil reais), por cliente, podendo nessa situação ser aceito o pagamento ou o recebimento dos reais por meio de qualquer instrumento de pagamento em uso no mercado financeiro, inclusive em espécie.

15 Nº 178, quinta-feira, 15 de setembro de ISSN Excetuam-se também do disposto no item 26 as operações de câmbio simplificado de importação e as relativas a pagamento de encomendas internacionais, quando realizadas por intermediário ou representante, que devem observar o disposto em seção específica deste Regulamento. 30. Nas operações em que for exigida a realização de pagamento antecipado ao exterior, caso não venha a se concretizar a operação que respaldou a transferência, o comprador da moeda estrangeira deve providenciar o retorno ao País dos recursos correspondentes, utilizando-se a mesma classificação da transferência ao exterior, quando do efetivo ingresso dos recursos, com utilização de código de grupo específico. 31. Não são admitidos fracionamentos de contratos de câmbio para fins de utilização de prerrogativa especialmente concedida nos termos deste regulamento. 32. As instituições integrantes do sistema financeiro nacional podem converter câmbio manual em sacado e câmbio sacado em manual com instituições financeiras do exterior. 33. Por solicitação das instituições financeiras autorizadas a operar no mercado de câmbio, o Banco Central do Brasil pode, a seu critério, transformar câmbio manual em sacado ou vice-versa, bem como realizar operações de arbitragem. 34. É facultativa a interveniência de sociedades corretoras quando da contratação de operações de câmbio de qualquer natureza, independentemente do valor da operação, sendo livremente pactuado entre as partes o valor da corretagem. 35. Os pagamentos devidos ao exterior e os recebimentos devidos ao País devem ser realizados separadamente pelo total de valores de mesma natureza. 36. Se os contratos de câmbio relativos aos ingressos e às remessas de moeda estrangeira forem liquidados na mesma data, e tiverem como credor/devedor, no País e no exterior, as mesmas pessoas, pode a movimentação da moeda estrangeira ser efetuada pelo valor líquido. 37. As operações simultâneas de câmbio são consideradas, para todos os efeitos, operações efetivas de câmbio, devendo ser adotados os procedimentos operacionais previstos na regulamentação e comprovado o recolhimento dos tributos incidentes nas operações. TÍTULO: 1 - Mercado de Câmbio CAPÍTULO: 2 - Agentes do Mercado 1. As autorizações para a prática de operações no mercado de câmbio podem ser concedidas a critério exclusivo do Banco Central do Brasil a bancos comerciais, bancos múltiplos, bancos de investimento, bancos de desenvolvimento, caixas econômicas, sociedades de crédito, financiamento e investimento, sociedades corretoras de câmbio ou de títulos e valores mobiliários, sociedades distribuidoras de títulos e valores mobiliários, agências de turismo e aos meios de hospedagem de turismo, ficando automaticamente autorizados a operar no mercado de câmbio os agentes que na data de publicação deste Regulamento estejam autorizados/credenciados a operar nos Mercados de Câmbio de Taxas Livres e de Taxas Flutuantes. 2. Está prevista em capítulo próprio deste título a utilização de cartões de crédito e de débito de uso internacional, bem como a realização de transferências financeiras postais internacionais, incluindo vale postal e reembolso postal internacional. 3. Os agentes do mercado de câmbio podem realizar as seguintes operações: a) bancos, exceto de desenvolvimento: todas as previstas neste Regulamento; b) bancos de desenvolvimento e caixas econômicas: operações específicas autorizadas; c) sociedades de crédito, financiamento e investimento, sociedades corretoras de câmbio ou de títulos e valores mobiliários e sociedades distribuidoras de títulos e valores mobiliários: compra ou venda de moeda estrangeira em cheques vinculados a transferências unilaterais e de moeda estrangeira em espécie, cheques e cheques de viagem relativos a viagens internacionais, bem como operações no mercado interbancário, arbitragens no País e, por meio de banco autorizado a operar no mercado de câmbio, arbitragem com o exterior; d) agências de turismo: compra ou venda de moeda estrangeira em espécie, cheques e cheques de viagem relativos a viagens internacionais; e) meios de hospedagem de turismo: exclusivamente compra, de residentes ou domiciliados no exterior, de moeda estrangeira em espécie, cheques e cheques de viagem relativos a turismo no País. 4. Para ser autorizada a operar em câmbio, a instituição integrante do Sistema Financeiro Nacional deve: a) possuir capital realizado e patrimônio de referência não inferiores aos níveis estabelecidos pela regulamentação específica, mantendo-os atualizados enquanto vigorar a autorização concedida pelo Banco Central do Brasil; b) designar, entre os administradores homologados pelo Banco Central do Brasil, o responsável pelas operações relacionadas ao mercado de câmbio. 5. Os critérios para autorização de agências de turismo e meios de hospedagem de turismo, inclusive a abertura de novos postos, permanentes ou provisórios, para operar no mercado de câmbio, serão divulgados oportunamente. 6. Relativamente às autorizações para a prática de operações no mercado de câmbio, o Banco Central do Brasil pode, motivadamente: a) revogá-las ou suspendê-las temporariamente em razão de conveniência e oportunidade; b) cassá-las em razão de irregularidades apuradas em processo administrativo, ou suspendê-las cautelarmente, na forma da lei; c) cancelá-las em virtude da não realização, pela instituição, de operação de câmbio por período superior a cento e oitenta dias. 7. Os agentes autorizados a operar em câmbio podem abrir postos permanentes ou provisórios para realizar operações de câmbio manual, devendo o movimento desses postos ser incorporado ao movimento diário da instituição autorizada a operar no mercado de câmbio, na praça. 8. No caso de abertura de posto em praça na qual não exista dependência instalada, o agente autorizado a operar no mercado de câmbio deve, com anterioridade mínima de 10 dias úteis, comunicar sua intenção ao Departamento de Ilícitos Financeiros e Supervisão de Câmbio e Capitais Internacionais (Decic) do Banco Central do Brasil. 9. Mediante prévia anuência do Banco Central do Brasil, podem ser conduzidas operações de câmbio por instituição não autorizada diretamente pelo Banco Central do Brasil, atuando esta como mandatária de agente autorizado com o qual tenha celebrado convênio específico para tal, observado que: a) a responsabilidade pelo cumprimento das normas é sempre do agente autorizado, incorporando o movimento do posto à sua escrita contábil até o 2 dia útil seguinte ao da negociação da moeda estrangeira; b) a instituição mandatária deve ser uma daquelas passíveis de ser autorizada pelo Banco Central do Brasil para operar no mercado de câmbio. 10. Para os efeitos do item anterior, deve ser encaminhada solicitação ao Banco Central do Brasil, com antecedência mínima de dez dias úteis do início das operações, acompanhada de cópia do respectivo convênio. 11. É livre o horário de funcionamento das agências de turismo e dos meios de hospedagem de turismo para realização de operações de câmbio, sendo que os demais agentes autorizados devem respeitar os normativos que regem os horários de seu funcionamento. 12. Dos atos constitutivos das agências de turismo e meios de hospedagem de turismo autorizados a operar em câmbio deve constar como uma de suas finalidades a prática de operações de câmbio. TÍTULO: 1 - Mercado de Câmbio CAPÍTULO: 3 - Contrato de Câmbio SEÇÃO: 1 - Disposições Preliminares 1. Contrato de câmbio é o instrumento específico firmado entre o vendedor e o comprador de moeda estrangeira, no qual são estabelecidas as características e as condições sob as quais se realiza a operação de câmbio. 2. As operações de câmbio são registradas no Sisbacen, de acordo com o disposto na seção 2 deste capítulo. 3. A formalização das operações de câmbio deve seguir os modelos que constituem os anexos 1 a 10 deste título, com exceção das operações de câmbio simplificado de exportação e de importação cuja formalização deve seguir o modelo de contrato de câmbio simplificado, que constitui o anexo 11 deste título. 4. As características de impressão do contrato de câmbio simplificado podem ser adaptadas pela instituição autorizada, sem necessidade de prévia anuência do Banco Central do Brasil, sendo facultada a utilização de referido contrato nas operações de câmbio relativas a operações não sujeitas a registro no Banco Central e referente a: a) viagens internacionais; b) transferências unilaterais; c) serviços governamentais; d) serviços classificáveis na subseção 10.2 da seção 2 do capítulo 8 deste título 5. Relativamente à assinatura dos contratos de câmbio: a) o Banco Central do Brasil somente reconhece como válida a assinatura digital dos contratos de câmbio por meio de utilização de certificados digitais emitidos no âmbito da Infra-Estrutura de Chaves Públicas (ICP-Brasil), devendo os certificados ser utilizados somente após a numeração da operação pelo Sisbacen, sendo responsabilidade do agente interveniente a verificação da utilização adequada da certificação digital por parte do cliente na operação, incluindo-se a alçada dos demais signatários e a validade dos certificados digitais envolvidos; b) no caso de assinatura manual, a mesma é aposta após a impressão do contrato de câmbio, efetuada depois de numerada a operação pelo Sisbacen, em pelo menos duas vias originais, destinadas ao comprador e ao vendedor da moeda estrangeira. 6. No caso de certificação digital no âmbito da ICP-Brasil, o agente autorizado a operar no mercado de câmbio, negociador da moeda estrangeira, deve: a) utilizar aplicativo para a assinatura digital de acordo com padrão divulgado pelo Banco Central do Brasil/Departamento de Tecnologia da Informação; b) estar apto a tornar disponível, de forma imediata, ao Banco Central do Brasil, pelo prazo de cinco anos, contados do término do exercício em que ocorra a contratação ou, se houver, a liquidação, o cancelamento ou a baixa, a impressão do contrato de câmbio e dele fazer constar a expressão contrato de câmbio assinado digitalmente ; c) manter pelo mesmo prazo, em meio eletrônico, o arquivo original do contrato de câmbio, das assinaturas digitais e dos respectivos certificados digitais. 7. No caso de assinatura manual, a assinatura das partes intervenientes no contrato de câmbio constitui requisito indispensável na via destinada ao agente autorizado a operar no mercado de câmbio, devendo ser mantida em arquivo do referido agente uma via original dos contratos de câmbio, pelo prazo de cinco anos, contados do término do exercício em que ocorra a contratação ou, se houver, a liquidação, o cancelamento ou a baixa. 8. Na celebração de operações de câmbio, as partes intervenientes declaram ter pleno conhecimento das normas cambiais vigentes, notadamente da Lei 4.131, de , e alterações subseqüentes, em especial do artigo 23 do citado diploma legal, cujo texto constará in verbis do contrato de câmbio, sendo que do boleto constará o texto relativo aos parágrafos 2º e 3º daquele artigo. 9. A liquidação, o cancelamento e a baixa de contrato de câmbio não elidem responsabilidades que possam ser imputadas às partes e ao corretor interveniente, nos termos da legislação e regulamentação vigentes, em função de apurações que venham a ser efetuadas pelo Banco Central do Brasil. 10. São os seguintes os tipos de contratos de câmbio e suas aplicações: a) tipo 1: destinado à contratação de câmbio de exportação de mercadorias ou de serviços; b) tipo 2: destinado à contratação de câmbio de importação de mercadorias com: I - prazo de pagamento até 360 dias, não sujeito a registro no Banco Central do Brasil, ou; II - parcelas à vista ou pagas antecipadamente, mesmo quando sujeitas a registro no Banco Central do Brasil; c) tipos 3 e 4: transferências financeiras, sendo as compras tipo 3 e as vendas tipo 4, destinados à contratação de câmbio referente a operações de natureza financeira, importações financiadas sujeitas a registro no Banco Central do Brasil e as de câmbio manual; d) tipos 5 e 6: destinados a contratação de câmbio entre instituições integrantes do sistema financeiro nacional autorizadas a operar no mercado de câmbio, inclusive arbitragens e entre estas e banqueiros no exterior a título de arbitragem, sendo as compras tipo 5 e as vendas tipo 6; e) tipos 7 e 8: alteração de contrato de câmbio, sendo as compras tipo 7 e as vendas tipo 8; f) tipos 9 e 10: cancelamento de contrato de câmbio, sendo as compras tipo 9 e as vendas tipo 10, usados, também, por adaptação, para a realização das baixas da posição cambial; g) boleto ou contrato de câmbio simplificado: restrito às situações específicas deste título. 11. Cláusulas ajustadas entre as partes devem ser inseridas nos contratos de câmbio por meio da transação PCAM As seguintes cláusulas padronizadas, constantes das transações PCAM300 e PCAM700, devem constar do contrato de câmbio, à exceção do boleto: a) para todas as contratações: CLÁUSULA 1: "O presente contrato subordinase às normas, condições e exigências legais e regulamentares aplicáveis à matéria". CLÁUSULA 2: "O(s) registro(s) de exportação/importação constante(s) no Siscomex, quando vinculado(s) à presente operação, passa(m) a constituir parte integrante do contrato de câmbio que ora se celebra." b) na formalização das operações de câmbio relativas a exportação de mercadorias, à exceção das operações de câmbio simplificado de exportação: CLÁUSULA 3: "O vendedor obrigase a entregar ao comprador os documentos referentes à exportação até a data estipulada para este fim no presente contrato ou, alternativamente, se dispensado pelo comprador mediante cláusula privada específica, declaração formal indicando o número no Siscomex do respectivo despacho de exportação averbado." c) na hipótese de remessa direta de documentos pelo exportador, a cláusula prevista na alínea anterior deve ser aditada conforme indicado a seguir: <!ID > CLÁUSULA 4: "Em aditamento ao presente contrato, fica pactuado que os documentos de exportação poderão ser remetidos pelo vendedor, diretamente ao importador no exterior, situação em que o vendedor fica obrigado a entregar ao comprador cópia dos respectivos documentos no prazo regulamentar ou, alternativamente, se dispensado pelo comprador mediante cláusula privada específica, declaração formal indicando o número no Siscomex do respectivo despacho de exportação averbado." d) para as alterações contratuais: CLÁUSULA 5: "A presente alteração subordinase às normas, condições e exigências legais e regulamentares aplicáveis à matéria, permanecendo inalterados os dados constantes do contrato de câmbio descrito acima, exceto no que expressamente modificado pelo presente instrumento de alteração". e) para as transferências para a posição especial: CLÁUSULA 6: "Valor transferido para posição especial na forma da regulamentação em vigor." f) quando se tratar de importação sob regime de licenciamento automático, ou sujeita a LI não exigível anteriormente ao embarque no exterior, na hipótese de o pagamento da importação ser efetuado sem a concomitante vinculação à respectiva DI (pagamento antecipado ou à vista, ou nas situações em que o banco operador tenha dispensado a apresentação da DI):

16 16 ISSN Nº 178, quinta-feira, 15 de setembro de 2005 CLÁUSULA 7: "A importação caracterizada na documentação que ampara esta operação de câmbio está enquadrada no regime de licenciamento automático ou não está sujeita à obtenção de Licença de Importação - LI anteriormente ao embarque das mercadorias no exterior. g) nos pagamentos de importação a prazo de até 60 (sessenta) dias contados do embarque da mercadoria no exterior em que a Declaração de Importação ainda não esteja disponível, nos termos da seção 4 do capítulo 12: CLÁUSULA 8: "A liquidação deste contrato de câmbio está sendo processada com o atendimento das condições previstas na seção 4 do capítulo 12 do título 1 do Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais, e as partes comprometem-se a realizar a sua vinculação com a respectiva DI no prazo máximo de sessenta dias contados da liquidação. TÍTULO: 1 - Mercado de Câmbio CAPÍTULO: 3 - Contrato de Câmbio SEÇÃO: 2 - Celebração e Registro no Sisbacen SUBSEÇÃO: 1 - Disposições Gerais 1. As instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional autorizadas a operar no mercado de câmbio devem registrar no Sisbacen até as dezenove horas, hora de Brasília, as informações referentes às operações de câmbio realizadas no dia, à exceção das operações interbancárias eletrônicas que devem observar o disposto no capítulo O registro da contratação, da alteração, da liquidação, do cancelamento ou da baixa das operações de câmbio deve ser realizado com utilização da transação PCAM300, podendo, em caráter de excepcionalidade, exceto no que respeita à alteração, ser utilizada a transação PCAM500, neste caso condicionado a que haja prévia ressalva quanto à conformidade da posição de câmbio (PCAM800, ou PCAM810, conforme o caso) e confirmação do Banco Central do Brasil. 3. É facultado às corretoras de câmbio, na condição de intermediadoras nas operações de câmbio, efetuar registro de contratação por meio da transação PCAM700 para posterior efetivação pelo banco autorizado. 4. A utilização das transações indicadas nos itens anteriores se desdobra em duas fases distintas: a) registro/edição do contrato de câmbio faculta a inclusão, exclusão e alteração de dados e cláusulas, a promoção de acertos nos dados informados ou a anulação do registro pela instituição; b) efetivação do contrato de câmbio confirmação da operação, que passa a figurar na posição de câmbio da instituição. 5. Até a data da liquidação do contrato de câmbio, eventuais alterações, cancelamentos ou baixas são promovidos nas funções específicas disponíveis no Sisbacen e sujeitam-se às normas aplicáveis às operações da espécie. 6. No mesmo dia da efetivação é ainda facultada a anulação do contrato mediante utilização da transação PCAM Os contratos registrados no Sisbacen e não efetivados no mesmo dia até as dezenove horas, hora de Brasília, são automaticamente excluídos pelo Sistema. 8. A contratação de cancelamento de operação de câmbio é efetuada mediante o consenso das partes e observância aos princípios de ordem legal e regulamentar aplicáveis. 9. As citações ou informações complementares que derivem de normas específicas devem ser incluídas no campo "Outras Especificações" do contrato de câmbio. 10. Nos feriados municipais não são admitidos registros no Sisbacen de eventos de câmbio de qualquer natureza nos respectivos municípios, processando-se normalmente a liquidação das operações de câmbio interbancárias celebradas eletronicamente pela PCAM São registradas no Sisbacen e dispensadas da formalização do contrato de câmbio: a) as operações de câmbio relativas a arbitragens celebradas com banqueiros no exterior ou com o Banco Central do Brasil; b) as operações de câmbio em que o próprio banco seja o comprador e o vendedor da moeda estrangeira; c) os cancelamentos de saldos de contratos de câmbio cujo valor seja igual ou inferior a US$ 5.000,00 (cinco mil dólares dos Estados Unidos) ou seu equivalente em outras moedas; d) as operações cursadas sob a sistemática de interbancário eletrônico. 12. É obrigatória a execução, pelas instituições integrantes do sistema financeiro autorizadas a operar no mercado de câmbio, da rotina diária de conformidade aos dados das operações de câmbio registradas no Sisbacen e entre estes e os saldos das contas que compõem sua posição de câmbio, devendo referida conformidade, com ou sem ressalvas, ser manifestada até as dez horas, hora de Brasília, do dia útil seguinte ao do movimento de câmbio e, na quarta-feira de cinzas, até as catorze horas, hora de Brasília, sob a responsabilidade de funcionário detentor de cargo de confiança. 13. As informações disponíveis na transação Sisbacen PCAM100, opção 8, substituem, para todos os fins e efeitos, o documento Registro Geral de Operações de Câmbio - RGO. 14. As agências de turismo e os meios de hospedagem de turismo devem registrar, a cada dia útil, no Sisbacen - transação PMTF, até as doze horas, hora de Brasília, as informações referentes às suas operações realizadas no dia útil anterior ou, caso não as tenham realizado, a indicação expressa de tal inocorrência, pela mesma via, entendido que os movimentos de sábados, domingos, feriados e dias não úteis serão incorporados ao do primeiro dia útil subseqüente. 15. As operações de câmbio manual realizadas por meio de convênio ou posto devem ser registradas no Sisbacen pela dependência do agente autorizado a operar em câmbio até o dia útil seguinte à data de sua efetivação. 16. Os códigos que identificam cada tipo de operação constam do capítulo As agências de turismo e os meios de hospedagem de turismo registram suas operações no Sisbacen observado o seguinte procedimento: a) quando interligadas ao Sisbacen: promovem os registros diretamente naquele Sistema, inclusive a indicação de não ter realizado operações no dia; b) quando não interligadas ao Sisbacen: promovem os registros através de sua instituição centralizadora, à qual devem transmitir diariamente as informações necessárias, inclusive, se for o caso, a indicação de não ter realizado operações no dia, observado que só é permitida a eleição de uma instituição centralizadora para cada cidade em que opere a instituição autorizada, ainda que nela existam várias dependências/postos de câmbio autorizados para a instituição. 18. A instituição centralizadora a que se refere o subitem 17.b anterior é livremente escolhida pela instituição autorizada, exigindo-se que, além de estar interligada ao Sisbacen, esteja autorizada a operar no mercado de câmbio. 19. A eventual alteração de instituição centralizadora deve ser objeto de prévia comunicação ao Banco Central do Brasil (Departamento de Combate a Ilícitos Financeiros e Supervisão de Câmbio e Capitais Internacionais - Decic), com antecedência mínima de trinta dias à data da efetivação da mudança, observando-se os seguintes procedimentos: a) da correspondência encaminhada ao Banco Central do Brasil deve constar a expressa concordância da nova instituição centralizadora e a ciência da instituição a ser substituída; b) a data de início do registro das operações deve ser fixada para o primeiro dia útil da semana; c) não havendo comunicação em contrário do Banco Central do Brasil, a partir da data fixada a nova instituição centralizadora assumirá a responsabilidade pela transmissão dos dados ao Sisbacen, sendo-lhe facultado o acesso a todos os dados da instituição centralizada, inclusive às antigas operações e respectivos consolidados. 20. As mensagens do Banco Central do Brasil destinadas aos agentes autorizados a operar no mercado de câmbio são transmitidas por meio do Sisbacen diretamente ou à instituição por eles indicada como autorizada para registrar no Sistema suas operações, caso o agente não esteja interligado ao Sisbacen. 21. O agente autorizado a operar no mercado de câmbio não interligado ao Sisbacen e sua instituição centralizadora são responsáveis pelas informações que fizerem constar do Sistema, cabendo à instituição centralizadora a responsabilidade pelo fiel registro da informação que lhe for transmitida. TÍTULO: 1 - Mercado de Câmbio CAPÍTULO: 3 - Contrato de Câmbio SEÇÃO: 2 - Celebração e Registro no Sisbacen SUBSEÇÃO: 2 - Registro Globalizado 1. É permitido o registro globalizado no Sisbacen das operações de compra e de venda de moeda estrangeira formalizadas em boletos e realizadas no mesmo dia, em que sejam coincidentes a moeda estrangeira, a data da liquidação e a natureza da operação. 2. O registro globalizado de operações relativas a despesas ou receitas bancárias, rendimentos de aplicações e ressarcimento de despesas devidas por ou a favor de bancos no País, deve ser efetuado ainda que sem a respectiva formalização. 3. O registro no Sisbacen é promovido separadamente por compras e vendas, compreendendo, no mínimo, as seguintes informações: a) quantidade de operações (para cada moeda e respectiva natureza da operação), no campo "quantidade de diversos" das telas do Sisbacen; b) código da moeda estrangeira; c) valor em moeda estrangeira (somatório); d) o contravalor em moeda nacional (somatório); e) taxa cambial média (obtida pela divisão do somatório do contravalor em moeda nacional pelo somatório do valor em moeda estrangeira); f) código da natureza da operação - conjunto de doze dígitos; g) preenchimento obrigatório da tela complementar, discriminando por CNPJ/CPF os valores das compras ou das vendas realizadas individualmente ( registro de clientes diversos ), observado que na compra ou venda efetuada a turista estrangeiro deve ser registrado o valor da compra ou da venda individual, bem como o número, a data e o país emissor do passaporte ou do documento que amparou seu regular ingresso no País. 4. Nos casos de venda efetuada a turista estrangeiro com uso de cartão de débito, deve ser informado, quando do preenchimento da tela complementar referida na alínea g do item anterior, o número e a bandeira do cartão em substituição aos dados do passaporte ou do documento que amparou seu regular ingresso no País. 5. A indicação dos CNPJ/CPF ou, se estrangeiro, os dados do passaporte ou do documento que amparou seu regular ingresso no País ou, ainda, quando for o caso, número do cartão de débito, e o registro de liquidação no Sistema podem ser efetuados até as doze horas, hora de Brasília, do dia útil seguinte, efetuando-se, quando for o caso, a necessária ressalva na declaração de conformidade diária ao movimento. TÍTULO: 1 - Mercado de Câmbio CAPÍTULO: 3 - Contrato de Câmbio SEÇÃO: 3 - Adiantamento sobre Contrato de Câmbio 1. O adiantamento sobre contrato de câmbio constitui antecipação parcial ou total por conta do preço em moeda nacional da moeda estrangeira comprada para entrega futura, podendo ser concedido a qualquer tempo, a critério das partes. 2. No cancelamento ou baixa de contrato de câmbio com adiantamento deve ser observado o disposto na seção 7 deste capítulo. 3. No caso de exportação, o valor do adiantamento deve ser consignado no próprio contrato de câmbio, mediante averbação do seguinte teor: "Para os fins e efeitos do artigo 75 (e seus parágrafos) da Lei 4.728, de , averba-se por conta deste contrato de câmbio o adiantamento de R$ ". 4. A averbação acima indicada, a critério das partes, pode ser acrescida da seguinte expressão: "Operação vinculada à utilização de crédito obtido junto ao (indicar nome do banqueiro no exterior, país e cidade).". 5. Nos casos de falência, liquidação extrajudicial ou intervenção na instituição financeira que concedeu o adiantamento sobre contrato de câmbio de exportação, devem ser observados os seguintes procedimentos com vistas à satisfação das obrigações decorrentes da utilização de créditos obtidos no exterior para financiamento das exportações: a) os pagamentos são realizados com base nos recursos recebidos e oriundos dos contratos de câmbio de exportação, objeto dos adiantamentos concedidos, observada a proporcionalidade em relação ao total dos créditos tomados; b) na hipótese de o contrato de câmbio conter averbação na forma do item 4 acima, os recursos recebidos do exportador devem ser utilizados no pagamento do respectivo crédito tomado no exterior, observado que se houver caracterização de inadimplência do exportador, o pagamento ao banqueiro ocorre na forma da alínea "a" acima. TÍTULO: 1 - Mercado de Câmbio CAPÍTULO: 3 - Contrato de Câmbio SEÇÃO: 5 - Liquidação 1. A liquidação de contrato de câmbio ocorre quando da entrega de ambas as moedas, nacional e estrangeira, objeto da contratação ou de títulos que as representem. 2. A liquidação pronta é obrigatória nos seguintes casos: a) operações de câmbio de compra de natureza financeira que não estejam sujeitas a registro no Banco Central do Brasil/Departamento de Combate a Ilícitos Financeiros e Supervisão de Câmbio e Capitais Internacionais; b) operações de câmbio simplificado de exportação ou de importação; c) compras ou vendas de moeda estrangeira em espécie ou em cheques de viagem; d) compra ou venda de ouro - instrumento cambial. 3. As operações de câmbio contratadas para liquidação pronta devem ser liquidadas: a) no mesmo dia, quando se tratar: I - de compras e de vendas de moeda estrangeira em espécie ou em cheques de viagem; ou II - de operações ao amparo da sistemática de câmbio simplificado de exportação. b) em até dois dias úteis da data da contratação, nos demais casos, excluídos os dias não úteis nas praças das moedas envolvidas (dias não úteis na praça de uma moeda e/ou na praça da outra moeda). 4. A contratação de câmbio de exportação e de importação deve seguir os prazos estabelecidos nos capítulos 11 e 12 deste título, respectivamente. 5. As operações de câmbio abaixo indicadas podem ser contratadas para liquidação futura, devendo a liquidação ocorrer em até: a) 570 dias, no caso de operações interbancárias e de arbitragem; b) 60 dias, no caso de operações de câmbio de compra de natureza financeira sujeitas a registro no Banco Central do Brasil/Departamento de Combate a Ilícitos Financeiros e Supervisão de Câmbio e Capitais Internacionais, situação em que é admitida liquidação em data anterior à data originalmente pactuada no contrato de câmbio; c) 60 dias, no caso de operações de câmbio de venda de natureza financeira, com ou sem registro no Banco Central do Brasil/ Departamento de Combate a Ilícitos Financeiros e Supervisão de Câmbio e Capitais Internacionais, sendo admitida antecipação da data de vencimento somente no caso de obrigações previstas no art. 1 da Resolução 3.217, de , observadas as disposições regulamentares vigentes para cada tipo de operação e a informação no módulo de Registro de Operações Financeiras (ROF) do sistema de Registro Declaratório Eletrônico (RDE) com antecedência mínima de 30 dias; d) 180 dias, no caso de operações de compra ou de venda de natureza financeira em que o cliente seja a Secretaria do Tesouro Nacional, observadas as demais disposições das alíneas b e c anteriores; e) 3 dias úteis, no caso de operações de câmbio relativas a aplicações em títulos de renda variável que estejam sujeitas a registro no Banco Central do Brasil/Departamento de Combate a Ilícitos Financeiros e Supervisão de Câmbio e Capitais Internacionais.

17 Nº 178, quinta-feira, 15 de setembro de ISSN As operações de câmbio interbancárias podem ser contratadas para liquidação a termo em até trezentos e sessenta dias. TÍTULO: 1 - Mercado de Câmbio CAPÍTULO: 3 - Contrato de Câmbio SEÇÃO: 7 - Encargo Financeiro 1. Tendo em vista o disposto no artigo 12 da Lei 7.738, de , alterado pela Lei 9.813, de , o cancelamento ou a baixa de contrato de câmbio relativo a transferências financeiras do exterior ou de contrato de câmbio de exportação previamente ao embarque das mercadorias para o exterior ou da prestação dos serviços sujeita o vendedor da moeda estrangeira ao pagamento de encargo financeiro. 2. O encargo financeiro de que trata o item anterior é calculado: a) sobre o valor em moeda nacional correspondente à parcela do contrato de câmbio cancelado ou baixado; b) com base no rendimento acumulado da Letra Financeira do Tesouro - LFT, durante o período compreendido entre a data da contratação e a do cancelamento ou baixa, deduzidos a variação cambial ocorrida no mesmo período e o montante em moeda nacional equivalente a juros calculados pela taxa de captação interbancária de Londres ("Libor") sobre o valor em moeda estrangeira objeto do cancelamento ou da baixa. 3. O banco é notificado do valor do encargo financeiro por intermédio do Sistema de Lançamentos do Banco Central (SLB), ou por outro meio que assegure o recebimento. 4. O valor em moeda nacional do encargo financeiro deve ser recolhido pelo banco comprador da moeda estrangeira, observados os seguintes procedimentos: a) é assegurado o prazo de cinco dias úteis, que se inicia na data do recebimento da notificação, para o recolhimento do encargo financeiro; b) o valor recolhido após o prazo fixado na alínea anterior é acrescido de juros de mora e multa de mora, nos termos do art. 37 da Lei , de ; c) o não-pagamento do encargo acarreta a inscrição do débito na Dívida Ativa do Banco Central do Brasil, bem como a inscrição do devedor no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados - Cadin, na forma da legislação e regulamentação em vigor. 5. Vencido o prazo de que trata a alínea "a" do item anterior e não tendo ocorrido o recolhimento do encargo financeiro em decorrência de decretação de falência do vendedor da moeda estrangeira ou de intervenção ou de liquidação extrajudicial do banco comprador da moeda estrangeira, aplicam-se os procedimentos a seguir indicados: a) nos casos de falência do vendedor da moeda estrangeira, cumpre ao banco comprador da moeda estrangeira: I - na data do cancelamento ou da baixa do contrato de câmbio, comunicar ao síndico da massa falida, na forma do anexo 12 deste título, a existência de débito referente ao encargo financeiro, encaminhando ao Departamento de Combate a Ilícitos Financeiros e Supervisão de Câmbio e Capitais Internacionais do Banco Central do Brasil, cópia da correspondência com comprovação de recebimento pelo destinatário; II - quando do recebimento do valor do encargo, informar ao Banco Central do Brasil, até o dia útil seguinte, para fins do recolhimento do encargo financeiro, na forma constante desta seção. b) nos casos de intervenção ou de liquidação extrajudicial do banco, cumpre ao interventor ou ao liquidante: I - na data do cancelamento ou da baixa do contrato de câmbio, providenciar a cobrança do encargo junto ao vendedor da moeda estrangeira, na forma do anexo 13 deste título, encaminhando ao Departamento de Combate a Ilícitos Financeiros e Supervisão de Câmbio e Capitais Internacionais do Banco Central do Brasil, cópia da correspondência com comprovação de recebimento pelo destinatário; II - na hipótese de vir a ser decretada a falência do vendedor da moeda estrangeira, comunicar ao síndico da massa falida, na data do cancelamento ou da baixa do contrato de câmbio, a existência de débito referente ao encargo financeiro, na forma do anexo 14 deste título, encaminhando ao Departamento de Combate a Ilícitos Financeiros e Supervisão de Câmbio e Capitais Internacionais do Banco Central do Brasil, cópia da correspondência com comprovação de recebimento pelo destinatário; III - quando do recebimento do valor do encargo, informar ao Banco Central do Brasil, até o dia útil seguinte, para fins do recolhimento do encargo financeiro na forma constante desta seção, ou para repasse direto ao Banco Central do Brasil do valor recebido. 6. Nos casos de que trata o item anterior, o Banco Central do Brasil, após receber comunicação do banco comprador da moeda estrangeira sobre o recebimento do valor do encargo financeiro: a) reapresenta a notificação nos termos do item 3 anterior, sendo, nesse caso, assegurado o prazo de um dia útil, que se inicia na data do recebimento da notificação, para o recolhimento do encargo financeiro; b) dispensa a reapresentação da notificação, nos casos de repasse direto. 7. Na situação de intervenção ou liquidação extrajudicial do banco comprador da moeda estrangeira, em que não tenha ocorrido a decretação de falência do vendedor da moeda estrangeira, há o acréscimo de juros de mora e multa de mora, nos termos do art. 37 da Lei , de , contados a partir da data de cancelamento/baixa do contrato, implicando, quando for o caso, a inscrição do débito na Dívida Ativa do Banco Central do Brasil, e a do devedor no Cadin. 8. Na impossibilidade de pagamento ao banco sob intervenção ou em liquidação extrajudicial, o devedor do encargo deve fazer o recolhimento diretamente ao Banco Central do Brasil, hipótese em que o banco comprador das divisas fica desobrigado do recolhimento do encargo financeiro. 9. O montante em moeda nacional do encargo financeiro de que se trata será apurado observando-se a seguinte fórmula: EF= (RLFT - VTC) x VME x TX1 - VME x J x t x TX onde: a) EF = valor do encargo financeiro, em moeda nacional; b) RLFT= fator de remuneração da LFT entre a data da contratação da operação de câmbio e a data do seu cancelamento ou baixa; c) VTC = variação da taxa de câmbio de compra para a moeda da operação, entre a data da contratação da operação de câmbio e a data do seu cancelamento ou baixa; d) VME = valor em moeda estrangeira do cancelamento ou da baixa; e) TX1 = taxa de câmbio da operação que se cancela ou se baixa; f) J = taxa Libor para 1 (um) mês, divulgada pelo Banco Central do Brasil para a moeda da operação, com data de cotação do dia da contratação de câmbio, deduzida de 1/4 (um quarto) de 1% (um por cento); g) t = número de dias transcorridos entre a data da contratação e a data do cancelamento ou da baixa; h) TX2 = taxa de compra, para a moeda, disponível no Sisbacen, transação PTAX800, opção 5 - cotações para contabilidade, referente ao dia do cancelamento ou da baixa. 10. O fator de remuneração da LFT (RLFT) no período de referência será apurado mediante utilização das informações constantes da transação PTAX880 do Sisbacen, opção 1, da seguinte forma: a) data-início: data da contratação; b) data-fim: dia útil anterior ao do cancelamento ou da baixa; c) RLFT: índice acumulado (última coluna da linha relativa à data-início), multiplicado por 100 (cem). 11. A variação da taxa de câmbio (VTC) no período será obtida efetuando-se a seguinte operação: Taxa de compra, para a moeda, disponível no Sisbacen, transação PTAX800, opção 5 - cotações para contabilidade, referente ao dia do cancelamento ou da baixa. VTC = x 100 Taxa de compra, para a moeda, disponível no Sisbacen, transação PTAX800, opção 5 - cotações para contabilidade, referente ao dia da contratação da operação 12. O encargo financeiro de que trata este título não se aplica a cancelamento ou baixa de valor igual ou inferior a US$ 5.000,00 (cinco mil dólares dos Estados Unidos), ou o equivalente em outra moeda, desde que, cumulativamente, não representem mais de dez por cento do valor total do contrato de câmbio. TÍTULO: 1 - Mercado de Câmbio CAPÍTULO: 4 - Operações Interbancárias no País e Operações com Instituições Financeiras no Exterior SEÇÃO: 1 - Operações Interbancárias no País 1. Observada a regulamentação prudencial e a relativa à posição de câmbio, as operações de que trata este capítulo podem ser realizadas independentemente das operações com clientes ou do valor da posição de câmbio na abertura dos movimentos diários. 2. As operações no mercado interbancário podem ser celebradas para liquidação pronta, futura ou a termo, vedados o cancelamento, a baixa, a prorrogação ou a liquidação antecipada das mesmas. 3. As operações interbancárias podem ser efetuadas de forma eletrônica (transações PCAM380 ou PCAM383) ou não-eletrônica (transação PCAM300), sendo que esta última não admite operações a termo. 4. As operações de câmbio interbancárias a termo têm as seguintes características: a) a taxa de câmbio é livremente pactuada entre as partes e deve espelhar o preço negociado da moeda estrangeira para a data da liquidação da operação de câmbio; b) possuem código de natureza de operação específico; c) são celebradas para liquidação em data futura, com entrega efetiva e simultânea das moedas, nacional e estrangeira, na data da liquidação das operações de câmbio; d) não são admitidos adiantamentos das moedas. 5. As operações de arbitragem no País devem ser formalizadas por meio de contratos de câmbio de compra de uma moeda estrangeira e de venda da outra moeda estrangeira, devendo ser indicadas, no campo "Outras Especificações", as moedas arbitradas e a correlação paritária aplicada. 6. A compra e a venda de moeda estrangeira por arbitragem são registradas com atribuição, às moedas compradas e vendidas, do mesmo contravalor em moeda nacional. TÍTULO: 1 - Mercado de Câmbio CAPÍTULO: 5 - Posição de Câmbio e Limite Operacional SEÇÃO: 1 - Posição de Câmbio 1. A posição de câmbio é representada pelo saldo das operações de câmbio (compra e venda de moeda estrangeira, de títulos e documentos que as representem e de ouro - instrumento cambial), registradas no Sisbacen. 2. A posição de câmbio de instituição integrante do sistema financeiro nacional autorizada a operar no mercado de câmbio é apurada diariamente pelo Sisbacen, por moeda estrangeira e pela equivalência em dólares dos Estados Unidos, com base nos registros de contratação de câmbio efetuados no dia, consideradas globalmente todas as moedas estrangeiras e o conjunto de suas dependências no País. 3. Para todos os fins e efeitos a posição de câmbio é sensibilizada na data do registro, no Sisbacen, da contratação da operação de câmbio, à exceção das operações interbancárias a termo, nas quais a posição de câmbio é sensibilizada a partir do segundo dia útil anterior à sua liquidação. 4. A equivalência em dólares dos Estados Unidos é apurada com aplicação das paridades disponíveis no Sisbacen, transação PTAX800, opção 5 - cotações para contabilidade, do dia útil anterior, observando-se: a) para moedas do tipo "A", deve ser utilizada a paridade de venda na forma: valor na moeda estrangeira/paridade; b) para moedas do tipo "B" (marcadas com asterisco na tela do sistema), deve ser utilizada a paridade de compra na forma: valor na moeda estrangeira x paridade. 5. O Sisbacen registra, diariamente, como ajuste de posição, o resultado das variações decorrentes das alterações das correlações paritárias utilizadas na conversão a dólares dos Estados Unidos das posições registradas nas demais moedas. 6. Não há limite para as posições de câmbio comprada ou vendida dos bancos e caixas econômicas autorizados, devendo ser observado que o valor excedente a US$ ,00 (seis milhões de dólares dos Estados Unidos) na sua posição comprada deve ser depositado no Banco Central do Brasil, na forma do disposto nesta seção. 7. Os demais integrantes do sistema financeiro nacional têm sua posição de câmbio comprada limitada a US$ ,00 (quinhentos mil dólares dos Estados Unidos) e sua posição de câmbio vendida limitada a zero. 8. A ocorrência de excesso sobre o limite de posição de câmbio comprada atribuído às instituições a que se refere o item anterior implica: a) na primeira ocorrência, advertência formal para regularização imediata do excesso; b) na segunda ocorrência, revogação da autorização para operar no mercado de câmbio, desde que verificada dentro do prazo de noventa dias contados da primeira. 9. Nova ocorrência havida após o prazo de noventa dias da ocorrência anterior será objeto de nova advertência, podendo ser revogada a autorização se configurada contumácia. 10. A constituição e a liberação do depósito em moeda estrangeira do excedente da posição de câmbio comprada dos bancos autorizados a operar no mercado de câmbio são regidas pelas disposições a seguir: a) constituição do depósito: I - o Banco Central do Brasil/Departamento de Operações das Reservas Internacionais (Bacen/Depin) divulga, no Sisbacen, boletim informativo diário indicando o banqueiro no exterior onde o depósito será constituído, a taxa de remuneração do depósito e outras informações pertinentes; II - o Bacen/Depin informa ao banco o valor a ser depositado; III - o depósito é constituído em dólares dos Estados Unidos, no segundo dia útil subseqüente ao da ocorrência do excesso, apurado conforme disposto nesta seção; b) liberação dos depósitos: I - o banco informa ao Bacen/Depin o banqueiro no exterior eleito como depositário para recebimento dos valores liberados; II - o Bacen/Depin informa ao banco a parcela do depósito liberada e o valor dos juros correspondentes; III - o valor liberado fica disponível no segundo dia útil subseqüente ao da ocorrência da redução da posição de câmbio comprada, sendo igual ao valor dessa redução, limitado ao saldo em depósito; c) não são admitidas movimentações ou manutenção de saldos inferiores a US$ ,00 (cem mil dólares dos Estados Unidos); d) a falta de constituição do depósito, bem como a sua constituição e/ou liberação em prazos, condições e valores diferentes dos previstos neste capítulo determina o pagamento, pela parte que der causa à irregularidade, de juros calculados com base na prime rate acrescida de 4% (quatro por cento) sobre o valor da irregularidade e pelo período em que esta se mantiver. TÍTULO: 1 - Mercado de Câmbio CAPÍTULO: 6 - Documentação das operações e cadastramento de clientes 1. Os agentes autorizados a operar no mercado de câmbio devem desenvolver mecanismos que permitam evitar a prática de operações que configure artifício que objetive burlar os instrumentos de identificação, de limitação de valores e de cadastramento de clientes, previstos na regulamentação.

18 18 ISSN Nº 178, quinta-feira, 15 de setembro de Cumpre aos agentes autorizados a operar no mercado de câmbio adotar, com relação aos documentos que respaldam suas operações, todos os procedimentos necessários a evitar sua reutilização e conseqüente duplicidade de efeitos. 3. A realização de operações no mercado de câmbio está sujeita à comprovação documental. 4. Os documentos vinculados a operações no mercado de câmbio devem ser mantidos em arquivo do referido agente em meio físico ou eletrônico, pelo prazo de cinco anos, contados do término do exercício em que ocorra a contratação ou, se houver, a liquidação, o cancelamento ou a baixa, de forma que, no caso de arquivo eletrônico, o Banco Central do Brasil possa verificar de imediato e sem ônus: a) o arquivo original do documento e os arquivos das assinaturas digitais das partes do documento e dos respectivos certificados digitais no âmbito da ICP-Brasil, se a regulamentação exigir a guarda do documento original; ou b) o arquivo do documento, se a regulamentação não exigir a guarda do documento original. 5. É facultado ao agente autorizado a operar no mercado de câmbio dispensar a apresentação da documentação nas situações previstas na regulamentação. 6. Os agentes autorizados a operar no mercado de câmbio devem certificar-se da qualificação de seus clientes, mediante a realização, entre outras providências julgadas pertinentes, da sua identificação, das avaliações de desempenho, de procedimentos comerciais e de capacidade financeira, devendo organizar e manter atualizados ficha cadastral e documentos comprobatórios em meio físico ou eletrônico, observado que neste caso seja permitido ao Banco Central do Brasil poder verificar o arquivo de imediato e sem ônus. <!ID > 7. A ficha cadastral deve conter os seguintes dados e estar associada aos seguintes documentos comprobatórios: a) no caso de pessoa jurídica de direito privado: I - firma ou denominação - cópia do ato constitutivo e, caso tenha havido atualização, cópia de sua última atualização; II - endereço completo e telefone - cópia do documento que ateste o endereço (certificado expedido por autoridade competente ou conta emitida por concessionária de serviço público); III - cópia do último balanço registrado, se houver obrigatoriedade, referente a período encerrado há não mais de 18 (dezoito) meses; IV - banco(s) com o(s) qual(is) opera e mantém conta corrente; V - no caso de assinatura manual no contrato de câmbio ou no boleto, cartão de autógrafos contendo nome, qualificação e espécime das assinaturas dos representantes autorizados pela empresa a assinar contratos de câmbio, devendo, em se tratando de intermediador da operação de câmbio, referido cartão conter abono por banco autorizado a operar no mercado de câmbio. b) no caso de pessoa jurídica de direito público ou de representação de governo estrangeiro, utilizando assinatura manual no contrato de câmbio ou no boleto: somente cartão de autógrafos contendo nome, qualificação e espécime das assinaturas dos representantes autorizados pela pessoa jurídica de direito público ou pela representação de governo estrangeiro a assinar contratos de câmbio; c) no caso de pessoa física: nome, documento de identidade (e órgão emissor) ou do passaporte, conforme o caso, número de inscrição no CPF, endereço residencial e comercial, nacionalidade e profissão. 8. Os documentos de que trata o item anterior devem ser mantidos pelos agentes autorizados pelo período de cinco anos, contados da liquidação da última operação realizada no mercado de câmbio com o cliente, para apresentação ao Banco Central do Brasil, quando solicitados. 9. É dispensada a exigência de ficha cadastral com relação às operações de valor igual ou inferior ao equivalente a R$ 10 mil, realizadas pelos agentes autorizados a operar no mercado de câmbio. 10. No caso de assinatura digital do contrato de câmbio ou do boleto no âmbito da ICP-Brasil, os agentes participantes do negócio são responsáveis pela verificação da utilização adequada da certificação digital dos demais participantes, incluindo-se a alçada dos demais signatários e a validade dos certificados digitais envolvidos. 11. É obrigatório o cadastramento prévio dos clientes compradores ou vendedores de moeda estrangeira na sociedade corretora que intervenha na respectiva operação, na forma deste capítulo. 12. O descumprimento da exigência de que trata o item anterior implica a aplicação das penalidades previstas na legislação em vigor. TÍTULO: 1 - Mercado de Câmbio CAPÍTULO: 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO: 1 - Disposições Gerais 1. As codificações relativas à natureza das operações constantes deste título constituem o Código de Classificação a que se refere o 1 do artigo 23 da Lei 4.131, de A classificação incorreta sujeita as partes às penalidades previstas na legislação e a outras sanções administrativas por parte do Banco Central do Brasil. 3. A existência de códigos para classificação de operações e a possibilidade de efetuar registros no Sisbacen não elide a responsabilidade das partes envolvidas quanto à observância de disposições legais, bem como de normas e procedimentos específicos definidos pelo Banco Central do Brasil ou outros órgãos/entidades governamentais. 4. As operações de câmbio relativas a transferências financeiras do e para o exterior, a título de devolução de valores não aplicados na finalidade originalmente indicada ou transferidos de forma indevida, devem ser: a) classificadas sob o mesmo código de natureza da operação de câmbio a que se vincula a devolução, com utilização do código de grupo "49 - devolução de valores"; e b) vinculadas ao contrato de câmbio original. 5. Na hipótese de devolução de valores relativos a operações objeto de registro no Banco Central do Brasil - Departamento de Combate a Ilícitos Financeiros e Supervisão de Câmbio e Capitais Internacionais (Decic) deve ser indicado no campo próprio do contrato de câmbio de devolução, o número do respectivo registro. 6. Qualquer dúvida com relação à aplicação das disposições contidas neste capítulo deve ser dirimida junto ao setor de controle cambial do Banco Central do Brasil. TÍTULO: 1 - Mercado de Câmbio CAPÍTULO: 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO: 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO: 4 - Transportes NATUREZA DA OPERAÇÃO Nº CÓDIGO Aéreos Marítimos 1/ Te r r e s t r e s Aluguel de Contêineres ou Paletes Fretes sobre exportação sobre importação outros 2/ Outras Receitas/Despesas de Transporte 3/ Fretamento 4/ Reparos de Veículos Resgate de Estadia (dispach money) 5/ Sobreestadias (demurrages) 5/ Supervisão de Pesagens Passagens 6/ de empresas de bandeira brasileira de empresas de bandeira estrangeira O B S E RVA Ç Õ E S 1/ Inclui fluviais e lacustres. 2/ Refere-se a cross trade (transporte entre portos), trânsito pelo território nacional, serviços de cabotagem no exterior e qualquer outro tráfego no território nacional ou estrangeiro. 3/ Refere-se a: a) bonificações de transportes e a despesas de trânsito e emolumentos pelo transporte de correspondência recebida por companhias estrangeiras, bagagem e mala postal aérea; b) despesas referentes a serviços executados, por ocasião do embarque, não classificadas como mercadorias ou fretes, tais como, embalagem e reembalagem, rotulagem, acomodação em caixas e despacho, manipulação e transferências realizadas por companhias brasileiras de transporte, devendo ser indicada no contrato, no campo reservado a Outras Especificações a origem da transferência; c) multa e manutenção de navios; d) inclui despesas com pagamento de taxas decorrentes de transporte de linha não regular. 4/ Restringe-se a operações de arrendamento mercantil operacional de bens móveis e de transporte com tripulação incluída, registradas ou não no Banco Central do Brasil. Demais operações de arrendamento mercantil operacional devem ser classificadas na subseção 10. 5/ Inclui contêineres e outros meios de acondicionamento de carga. 6/ Inclui bagagem desacompanhada. TÍTULO: 1 - Mercado de Câmbio CAPÍTULO: 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO: 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO: 6 - Viagens Internacionais NATUREZA DA OPERAÇÃO Nº CÓDIGO Agências de Turismo e Meios de Hospedagem de Turismo - operações com bancos e outras instituições integrantes do SFN Cartões de Crédito - aquisição de bens e serviços saques Fins Educacionais, Científicos e Culturais ou Eventos Esportivos Missões Oficiais de Governos 1/ Negócios, Serviço ou Treinamento Tratamento de Saúde 2/ Tu r i s m o - no País 3/ no exterior O B S E RVA Ç Õ E S 1/ Registra gastos de viagens de membros de missões oficiais de governo e de membros de representações diplomáticas estrangeiras. Não inclui despesas de diplomatas, realizadas no país em que estiverem servindo, que devem ser classificadas na subseção 9. 2/ Inclui gastos em viagens com a finalidade de tratamento de saúde, bem como remessas e aquisições destinadas a compra no exterior, para tratamento no País, de medicamento de origem e procedência estrangeira inexistente no mercado nacional, desde que não destinado a revenda. 3/ Inclui, também, a negociação da moeda estrangeira auferida com a venda de mercadorias por lojas francas (duty free shops). TÍTULO: 1 - Mercado de Câmbio CAPÍTULO: 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO: 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO: 7 - Rendas de Capitais NATUREZA DA OPERAÇÃO N CÓDIGO Lançamento, no Exterior, de Títulos Mobiliários Brasileiros 1/ ágios deságios Encargos Acessórios Incidentes sobre o Endividamento Externo 2/ comissões sobre operações de empréstimos e financiamentos outros Juros Bancários Juros sobre Depósitos no Banco Central do Brasil Juros sobre Acordos do Plano Brasileiro de Financiamento 3/ Projeto 1/A - New Money Facilities M Y D FA Clube de Paris Juros de Empréstimos empréstimos diretos 4/ vinculados à exportação 5/ Juros de Empréstimos Administrados pelo Banco Central do Brasil 3/ Juros de Financiamento à Importação vinculado à exportação 5/ serviços petróleo outros. curto prazo longo prazo Juros de Pagamento Antecipado de Exportações Juros de Financiamento à Exportação de Bens e Serviços FINEX. descontos de cambiais créditos utilizados equalização de taxas 7/ PROEX. descontos de cambiais créditos utilizados equalização de taxas BNDES-exim recursos próprios outros. descontos de cambiais créditos utilizados 6/ Juros de Mora Juros de Mora sobre Depósitos Res / Juros sobre Contas de Depósito 5/ 8/ Juros sobre Descobertos em Conta Corrente Juros de Títulos Mobiliários Brasileiros com prazo de aplicação superior a 360 dias 9/ bônus notes 12/ commercial papers outros Juros de Títulos Mobiliários Estrangeiros com prazo de aplicação superior a 360 dias 9/ bônus debêntures outros Juros de Títulos Mobiliários (Brasileiros e Estrangeiros) com prazo de aplicação inferior a 360 dias 9/ Juros sobre outros Créditos Utilizados 10/ Juros de Transações Especiais 1/ 11/ General Account Special Drawing Account outras 15/ Juros sobre Arrendamentos 13/ Outros Juros Contratuais 14/ O B S E RVA Ç Õ E S 1/ Inclui remessas sobre Bônus, Floating Rate, Fixed Rate Notes, Floating Rate Certificates of Deposit, Fixed Rates Certificates of Deposit, etc. 2/ Não abrange comissões decorrentes de execução de serviços bancários (cartas de crédito, cobranças, etc.) que devem ser classificadas na subseção 10. 3/ Privativo do Banco Central do Brasil. 4/ Não inclui juros de financiamento à importação ou exportação e colocação de títulos.

19 Nº 178, quinta-feira, 15 de setembro de ISSN / Inclui as operações de securitização de exportação, bem como os rendimentos auferidos, no exterior, por banco brasileiro em nome do exportador. 6/ Registra os juros referentes a pré-financiamento, financiamento e refinanciamento de exportações brasileiras, por utilização de créditos do exterior, inclusive réexport. 7/ Inclui juros, spreads e comissões. 8/ Não inclui juros de descobertos em conta corrente. 9/ Não inclui juros referentes a amortizações de empréstimos ou financiamento. 10/ Não inclui juros sobre créditos utilizados especificados em outros desdobramentos. 11/ Inclui os juros sobre transações especiais e que não se enquadrem em outros desdobramentos. 12/ Inclui juros de Floating Rate, Fixed Rate, Fixed Rate Certificates of Deposit, etc. 13/ Registra o valor relativo à parte variável de arrendamentos. 14/ Não inclui juros e multas vinculados a operações comerciais. 15/ Inclui juros relativos à remuneração pelo Banco Central do Brasil nas operações conduzidas sob o CCR com uso de instrumento de pagamento com prazo superior a 360 dias. TÍTULO: 1 - Mercado de Câmbio CAPÍTULO: 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO: 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO: 9 - Serviços Governamentais NATUREZA DA OPERAÇÃO Nº CÓDIGO Rendas e Despesas do Governo brasileiro - militares 1/ diplomáticas, consulares e semelhantes 2/ outras 3/ Rendas e Despesas de governos estrangeiros - militares 4/ diplomáticas, consulares e semelhantes outras 5/ Rendas e Despesas de Entidades Internacionais 6/ N O TA Para efeitos deste Regulamento, rendas e despesas do Governo brasileiro são aquelas em que o vendedor ou o comprador da moeda estrangeira é a União, os Estados, os Municípios, o Distrito Federal, suas fundações ou autarquias. São classificadas nesta subseção as operações que não dispõem de códigos específicos nas demais subseções deste capítulo. O B S E RVA Ç Õ E S 1/ Registra pagamentos e recebimentos com o estacionamento de tropas militares. 2/ Abrange despesas de viagens de servidores do Governo brasileiro lotados no exterior. 3/ Abrange as despesas no exterior com a impressão de títulos de valores do Governo brasileiro, as rendas e despesas governamentais relativas a aluguel de imóveis no exterior e outras rendas e compromissos diversos. 4/ Inclui gastos militares feitos por governos estrangeiros no território nacional, quando os pagamentos forem efetuados a entidades privadas nacionais. 5/ Não inclui remessas de interesse de funcionários de embaixadas e consulados referentes a despesas particulares. 6/ Abrange as rendas e despesas de organismos internacionais de que o Brasil seja membro. TÍTULO: 1 - Mercado de Câmbio CAPÍTULO: 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO: 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO: 10 - Serviços Diversos NATUREZA DA OPERAÇÃO Nº CÓDIGO 1 - EXPORTAÇÃO / IMPORTAÇÃO DE SERVIÇOS 1/ Direitos Autorais sobre programas de computador 2/ Fornecimento de 3/ - tecnologia serviços de assistência técnica serviços e despesas complementares Franquias 3/ Implantação ou Instalação de Projeto - técnico-econômico industrial de engenharia Marcas 3/ - cessão licença de uso Patentes 3/ - cessão licença de exploração Serviços Técnicos Especializados 4/ - projetos, desenhos e modelos industriais projetos, desenhos e modelos de engenharia/arquitetura montagem de equipamentos outras montagens sob encomenda 5/ jurídicos, contábeis, assessoramentos e consultorias agrícolas, minerais e de transformação in loco pesquisa & desenvolvimento - P&D OUTROS Administrativos - instalação ou manutenção de escritório outros 6/ Aluguel de Equipamentos 7/ Aluguel de Filmes Cinematográficos Aluguel de Fitas e Discos Gravados 8/ Aluguel de Imóveis Assinatura de Jornais, Revistas, etc. 9/ Bancários 10/ Cartões de Uso Internacional - outras receitas e despesas Comissões Contratuais 11/ - comissões de agentes outras Comunicações 12/ Corretagens 13/ Créditos de carbono 29/ Cursos e Congressos 14/ Direitos autorais 15/ Encomendas Internacionais 16/ Fiança de Crédito à Exportação 17/ Garantia - bancária outras Honorários - membros de conselhos consultivos e/ou administrativos remuneração por cursos, palestras e seminários Lucros e Perdas em Transações Mercantis com o Exterior / Marcas e Patentes - Registro - Depósito ou Manutenção 28/ Operações de "Hedge" - mediante opções - resultados mediante "swaps" - resultados margem de garantia - comissões, prêmios e outras transferências correlatas do e para o exterior Operações em Bolsas de Mercadorias no Exterior - margem de garantia 19/ corretagens, comissões e despesas 20/ lucros ou prejuízos realizados Operações em Bolsas de Mercadorias no País - margem de garantia corretagens, comissões e despesas lucros ou prejuízos realizados Pequenos Compromissos 21/ Outros serviços técnicos - profissionais 23/ Outros Serviços Ligados às Transações Mercantis com o Exterior 22/ Participações em Feiras e Exposições 24/ Passe de Atletas Profissionais Publicidade, Propaganda, Marketing e Pesquisa de Opinião 24/ Remunerações por Competições ou Exibições Serviços de Informação de Imprensa e Financeira 25/ Serviços Postais Serviços Turísticos 26/ Transmissão de Eventos 27/ Utilização de Banco de Dados Internacional Vencimentos e Ordenados Pessoais O B S E RVA Ç Õ E S 1/ A contratação de câmbio relativa ao principal nas operações de exportação de serviços, financiadas ou não, deve ser registrada como compra de moeda estrangeira - exportação e a contratação relativa aos juros como compra de moeda estrangeira - transferências financeiras. 2/ Registra também as transferências relativas à atualização, aluguel, manutenção e customização de programas de computador, quando não sujeitas à averbação no Instituto Nacional da Propriedade Industrial - INPI, consoante legislação em vigor. 3/ Naturezas restritas a operações decorrentes de contratos averbados pelo INPI e registradas no Banco Central do Brasil, quando relacionadas a saída de recursos do País. 4/ Compreende, também, a mão-de-obra utilizada no reparo de: a) plataforma para exploração de petróleo ; b) veículos, embarcações ou aeronaves não pertencentes a empresas que exploram o ramo de transporte. 5/ Inclui sistema Recom. 6/ Registra as transferências relativas a gastos com despesas administrativas, tais como: taxas, ressarcimentos, gastos com CPMF e IOF, taxa de fiscalização da CVM, etc. 7/ Inclui operações de arrendamento mercantil operacional, inclusive de bens móveis e de transporte sem tripulação incluída. Demais operações de arrendamento mercantil operacional devem ser classificadas na subseção 4. 8/ Inclui gravações para exibição em cinemas e/ou divulgação por rádio/televisão. 9/ Registra assinaturas de jornais e revistas, realizadas por pessoas físicas ou jurídicas, bem como aquelas efetuadas por empresa do ramo livreiro, inclusive na qualidade de intermediadora. 10/ Inclui as receitas/despesas relativas a serviços bancários, tais como: comissões sobre a negociação de cartas de crédito, despesas de portes e taxas, etc. Não inclui juros nem comissões sobre operações de empréstimos e financiamentos com banqueiros, que devem ser classificadas na subseção 7. 11/ Registra o valor das comissões contratuais, pela prestação de serviços. Não abrange comissões sobre operações de empréstimos ou financiamentos, que devem ser classificadas na subseção 7. Também não abrange as comissões classificadas sob código / Registra as operações decorrentes de serviços de comunicação (correios, telefones, rádios) exclusivamente por empresas que explorem tais serviços. Não inclui as transferências referentes a lucros que devem ser lançados na subseção 8, bem como os pagamentos efetuados a companhias de transporte de correspondências que devem ser registrados na subseção 4. 13/ Não inclui corretagens referentes a operações em bolsas de mercadorias. 14/ Para registro das transferências relativas a taxas escolares, de proficiência, de inscrição em simpósios, congressos, mesas redondas, seminários, conclaves e assemelhados, cursos à distância, e outras despesas cobradas por instituições de ensino, tais como: alojamento, alimentação, fornecimento de livros. 15/ Compreende os direitos autorais assim considerados pela legislação em vigor que não disponham de codificação específica. 16/ Para pagamento de importações ou recebimento de exportações que não tenham sido objeto de registro no Siscomex, conforme regulamentação da SRF e Secex. 17/ Compreende a contratação por exportador brasileiro, com instituições sediadas no exterior, de fiança para pagamento de suas exportações. 18/ Inclui as transferências relativas a ajustes de preços, diferenças de peso, tipo ou qualidade, etc. 19/ Inclui depósito inicial para abertura de conta junto a corretores. 20/ Abrange juros vinculados a operações de hedge. 21/ Exclusivo para compromissos de caráter eventual limitados a US$ 3.000,00 (três mil dólares dos Estados Unidos) 22/ Inclui as transferências relativas a serviços diretamente ligados às transações mercantis, tais como armazenagem, arbitragem, peritagem, inspeção e fiscalização de mercadorias, participação em concorrência internacional (inclusive aquisição de edital). 23/ Exclusivo para serviços técnico-profissionais não contemplados em outros itens desta subseção 24/ Inclui as transferências relativas a aluguel de espaço, montagem de stands, recepção no País ou no exterior. 25/ Registra as transferências a favor de agências noticiosas. 26/ Registra as despesas relacionadas com turismo emissivo/receptivo relacionados com serviços turísticos negociados por agências de turismo e demais prestadores de serviços turísticos. Inclui negociação de pacotes turísticos. 27/ Inclui os direitos de transmissão regular de programas de rádio e televisão. 28/ Classifica as transferências destinadas ao pagamento do registro da marca ou do depósito de patentes, bem como das despesas de manutenção desses registros ou depósitos. 29/ Registra a movimentação de valores relativos a negociação de certificados de emissão reduzida no âmbito do Protocolo de Kyoto. TÍTULO: 1 - Mercado de Câmbio CAPÍTULO: 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO: 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO: 12 - Capitais Brasileiros a Curto Prazo NATUREZA DA OPERAÇÃO N CÓDIGO Aplicações no mercado de capitais - MERCOSUL Aplicações no mercado financeiro Cauções 1/ Depósitos em Contas no País em Moeda Estrangeira 2/ Depósitos Judiciais 1/ Disponibilidades no Exterior 3/ Disponibilidades em Contas Especiais - Special Accounts 4/ Empréstimos a Residentes no Exterior 1/

20 <!ID > 20 ISSN Nº 178, quinta-feira, 15 de setembro de empréstimos diretos notes commercial paper bônus Exportação - vinculada a empréstimo 5/ Financiamentos ao Exterior para Exportações Brasileiras - de mercadorias. PROEX - parte não financiada PROEX - amortização Outros - parte não financiada Outros - Amortização de serviços. PROEX - parte não financiada PROEX - amortização Outros - parte não financiada Outros - Amortização Obrigações Vinculadas a Operações Interbancárias 6/ Operações com Ouro 7/ O B S E RVA Ç Õ E S 1/ Inclui Performance Bond e Bid Bond, quando vinculados a operações amparadas em registro no Banco Central do Brasil. 2/ Para utilização conforme sistemática prevista nas seções 6 e 8 do capítulo 14. 3/ Registra as transferências de fundos relativas à constituição de depósitos em contas no exterior e respectivas devoluções. Não inclui depósitos para abertura de conta no exterior junto a corretores, relativos a operações em bolsas de mercadorias, os quais devem ser registrados na subseção 10. 4/ Registra a movimentação dos empréstimos ou créditos especiais concedidos por organismos financeiros internacionais ou por agências governamentais estrangeiras a instituições da Administração Pública Direta e Indireta das áreas Federal, Estadual, Municipal e do Distrito Federal. 5/ Inclui as operações de securitização. 6/ Restrito a operações nas quais o cliente é câmara ou prestador de serviços de compensação e de liquidação de operações de câmbio. A operação decorre de participante da referida câmara ou prestador de serviços não ter honrado o compromisso original. 7/ Registra as compras e as vendas de ouro - instrumento cambial com a própria instituição. TÍTULO: 1 - Mercado de Câmbio CAPÍTULO: 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO: 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO: 13 - Capitais Estrangeiros a Curto Prazo NATUREZA DA OPERAÇÃO N CÓDIGO Aplicações no mercado de capitais - MERCOSUL Cauções 1/ Depósitos em Contas no País em Moeda Estrangeira de Ressegurador / Depósitos Judiciais 1/ Disponibilidades no País 3/ Empréstimos a Residentes no Brasil 1/ - bridge loans 4/ empréstimos diretos notes commercial papers bônus Movimentações no País em Contas de Domiciliados no Exterior - aplicações financeiras e resgates na própria instituição 5/ em contrapartida a operações de câmbio 6/ O B S E RVA Ç Õ E S 1/ Inclui performance bond e bid bond, quando vinculados a operações amparadas em registro no Bacen/Decic. 2/ Para utilização conforme sistemática prevista na seção 8 do capítulo 14. 3/ Registra o ingresso e o retorno de moeda estrangeira promovidos por residentes e domiciliados no exterior. 4/ Registra os adiantamentos por conta de empréstimos de longo prazo. 5/ Exclusivo para movimentações em reais para fins de registro de aplicações financeiras e resgates no próprio banco depositário. As aplicações de outras naturezas em reais devem ser classificadas em seus códigos específicos. 6/ Registra os débitos ou os créditos dos reais decorrentes de operações de câmbio não classificadas como disponibilidades no País. TÍTULO: 1 - Mercado de Câmbio CAPÍTULO: 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO: 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO: 15 - Capitais Estrangeiros a Longo Prazo NATUREZA DA OPERAÇÃO N CÓDIGO Aquisição de Imóveis 1/ Arrendamento Mercantil Financeiro (Leasing) 2/ Cauções 3/ Empréstimos a Residentes no Brasil - empréstimos diretos 4/ Commercial papers Notes 5/ Bônus Projeto 1/A - New Money Facilities 6/ Clube de Paris 6/ vinculados à exportação 7/ Investimentos Diretos no Brasil - participação em empresas no País 8/ 9/ 10/. para aumento de capital 11/ para transferência de titularidade 12/ capital complementar - instrumentos híbridos 13/ para absorção de prejuízos 14/ Investimentos em Portfolio no Brasil - aplicação ao amparo da Res / fundos de investimento. fundos de privatização - recursos novos - Res /Circ para aplicação no mercado de capitais - Res , anexo III 8/ renda fixa - Res fundos mútuos de investimento em empresas emergentes 8/ fundos de Investimento Imobiliário 8/ títulos mobiliários brasileiros. ações 15/ Depositary Receipts títulos da dívida externa brasileira outros Financiamentos de Importação Registrados no Banco Central - amortização 16/. mercadorias. petróleo outras serviços vinculado à exportação 7/ ingresso. gastos locais 17/ Compromissos no Mercado Interno 18/ O B S E RVA Ç Õ E S 1/ Não inclui a compra de bens imóveis no País para efeito de registro no Banco Central do Brasil (Decic). 2/ Registra as operações de arrendamento financeiro de bens de qualquer natureza em que o arrendador seja não residente e o arrendatário seja residente no Brasil. 3/ Inclui Performance Bond e Bid Bond. 4/ Não inclui operações com BIRD, BID e Fonplata. 5/ Inclui operações de Floating Rate, Fixed Rate Notes, Floating Rate Certificates of Deposit, Fixed Rate Certificates of Deposit, etc. 6/ Privativo do Banco Central do Brasil. 7/ Inclui as operações de securitização. 8/ Inclui ganhos ou perdas de capital. Não inclui bonificações e dividendos. 9/ Inclui a compra de bens imóveis para efeito de registro no Banco Central do Brasil (Decic). 10/ Não inclui investimento em carteira. 11/ Compreende a compra ou a venda de ativos representativos de aumento ou redução real do capital de empresa brasileira. 12/ Compreende a compra ou a venda de ativos representativos de transferência de participação, sem aumento ou redução real do capital de empresa brasileira. 13/ Operação sujeita a autorização prévia do Banco Central do Brasil. Registra a parcela de recursos de terceiros destinada a complementar o patrimônio de referência de instituições financeiras. 14/ Compreende ingressos e conversões de créditos para absorção de prejuízos. 15/ Compreende a compra ou a venda de ações referentes a uma carteira de títulos, desde que com a transação não resulte a transferência do controle acionário da empresa. 16/ Abrange as transferências amparadas em operações registradas no Banco Central do Brasil (Decic), para pagamentos de importações de bens e serviços. 17/ Inclui operações com o BIRD, o BID e o Fonplata e os ingressos em moeda destinados a gastos locais das operações de importação financiada 18/ Registra os recebimentos por entrega de produtos no território nacional a residentes no País nas situações não abrangidas pelo artigo 6 da Lei 9.826, de 1999, observado o disposto na seção 5 do capítulo 9. TÍTULO: 1 - Mercado de Câmbio CAPÍTULO: 8 - Codificação de Operações de Câmbio SEÇÃO: 2 - Natureza de Operação SUBSEÇÃO: 21 - Clientes 1 - ENTIDADES OFICIAIS BRASILEIRAS Nº CÓDIGO - Federais 12 (abrange os órgãos e as entidades da administração direta e indireta federal não classificados em outro grupamento. Não inclui empresas públicas, sociedades de economia mista, fundações de direito público e instituições financeiras oficiais) - Estaduais 13 (abrange os órgãos e as entidades da administração direta e indireta estadual e do Distrito Federal não classificadas em outro grupamento. Não inclui empresas públicas, sociedades de economia mista,fundações de direito público e instituições financeiras oficiais) - Municipais 14 (abrange os órgãos e as entidades da administração direta e indireta municipal não classificados em outro grupamento. Não inclui empresas públicas, sociedades de economia mista, fundações de direito público e instituições financeiras oficiais) 2 - ENTIDADES DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL: Nº CÓDIGO - Associações de Poupança e Empréstimo 15 - Banco Central do Brasil 11 - Banco do Brasil S.A Bancos Comerciais Estrangeiros - Filiais no País 21 - Bancos Comerciais 23 - Bancos de Desenvolvimento 24 - Bancos de Investimento 25 - Bancos Múltiplos 30 - Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BN- 17 DES) (inclui: Finame e BNDES Participações) - Bancos Públicos Estaduais (Comerciais ou Múltiplos) 19 - Bancos Públicos Federais (Comerciais ou Múltiplos) 22 (inclui: BASA, BEC e BNB) - Bolsas de Valores 26 (inclui caixas de liquidação quando constituídas sob a forma de sociedades civis ou comerciais) - Caixa Econômica Estadual 28 - Caixa Econômica Federal 27 - Câmara ou prestador de serviços de compensação e de liquidação 07 de operações de câmbio - Cooperativas de Crédito 29 - Entidades Abertas de Previdência Privada 31 - Entidades Fechadas de Previdência Privada 32 - Instituições Financeiras - Brasileiras, Outras 48 - Instituições Financeiras - Estrangeiras, Outras 49 (restrito a instituições financeiras estrangeiras autorizadas a funcionar no País, não classificadas em outro grupamento. Não inclui os bancos comerciais estrangeiros autorizados a funcionar no País e as instituições financeiras no exterior, que devem ser classificados respectivamente nos códigos 21 e 77) - Não Especificadas/Outras 41 - Resseguradores Locais 33 (inclui o IRB - Brasil Resseguros S.A) - Resseguradores Estrangeiros 37 (admitidos ou eventuais) - Sociedades Corretoras de Câmbio 53 - Sociedades Corretoras de Seguro ou Resseguro 54 - Sociedades Corretoras de Títulos e Valores Mobiliários 38 - Sociedades de Arrendamento Mercantil 36 - Sociedades de Crédito, Financiamento e Investimento 39 - Sociedades de Crédito Imobiliário 42 - Sociedades de Investimento - Capital Estrangeiro 46 - Sociedades Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários 43 - Sociedades Seguradoras Brasileiras 34 - Sociedades Seguradoras Estrangeiras 47 (quando a totalidade ou a maioria do capital da empresa seguradora pertencer a pessoa física ou jurídica domiciliada no exterior) 3 - OUTRAS ENTIDADES Nº CÓDIGO - Agências de Turismo 03 - Agentes e Representantes de Entidades no Exterior 90 (abrange escritórios de agentes e representantes de empresas do exterior, de bancos, de empresas de navegação, de empresas de promoção comercial, etc.) - Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos - ECT 60 - Empresas Localizadas em ZPEs 51 - Empresas Privadas Brasileiras Concessionárias de Lojas Francas 45 (não inclui subsidiárias e filiais de empresas estrangeiras) - Empresas Privadas Brasileiras Concessionárias de Serviços Públicos 40 (não inclui subsidiárias e filiais de empresas estrangeiras) - Empresas Públicas Brasileiras 44 - Entidades Oficiais Estrangeiras 70 (abrange representações diplomáticas ou consulares e organismos internacionais governamentais estrangeiros)

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