Contribuições da Clínica: problematizando o discurso parental sobre a criança com deficiência

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Contribuições da Clínica: problematizando o discurso parental sobre a criança com deficiência"

Transcrição

1 CONTRIBUIÇÕES DO DIALOGISMO PARA A ANÁLISE DAS VOZES DO DISCURSO PARENTAL DA CRIANÇA COM DEFICIÊNCIA Introdução Fernanda Dias 1 Este trabalho tem como objetivo apresentar as primeiras considerações teóricometodológicas para analisar as vozes do discurso parental em relação ao filho com deficiência. Trata-se das reflexões iniciais de um projeto em fase de elaboração, que busca compreender como tais vozes manifestam-se no discurso sobre o nascimento de uma criança com algum transtorno do desenvolvimento. Uma das muitas maneiras de interação é a linguagem verbal. Contudo, ela é uma das mais complexas, por isso é a última a estruturar-se. Sua evolução satisfatória depende do desenvolvimento das comunicações mais primárias. Neste processo, o papel da mãe (ou quem exerce esta função) é fundamental. A convocação parental para o ingresso do filho no mundo da língua será imprescindível para possibilitar a apropriação da linguagem infantil. Se o infante apresenta alguma desordem do desenvolvimento, podem surgir dificuldades neste processo. A família recebe, no lugar daquele filho tão esperado, um bebê diferente. Se o discurso parental não sustenta um lugar para o filho, a linguagem torna-se fragmentada e a criança é impedida de ocupar o lugar de sujeito do seu discurso. Dessa maneira, é fundamental que se considere a influência do discurso parental nestas aquisições, uma vez que o sujeito é inserido na linguagem pela fala dos pais (ou quem exerce tal função). O estudo a ser desenvolvido pretende realizar uma reflexão sobre a maneira como o discurso parental e a interação mãe-filho podem interferir dialogicamente no processo de apropriação da linguagem da criança com deficiência. Para tanto, serão discutidas questões referentes à função parental, bem como os aspectos estruturais e instrumentais do infante, especialmente os aspectos linguísticos. O cenário descrito contextualiza o discurso familiar a ser analisado, permitindo observar nos enunciados como as diferentes vozes que os constituem entram em interação. Tendo como pressupostos teóricos a teoria dialógica do discurso (Bakhtin, 2003, 2004), complementada pelas considerações da Clínica da Fonoaudiologia na primeira infância, pretende-se desenvolver subsídios para a análise do discurso dos pais quanto ao desenvolvimento linguístico dos filhos com deficiência. Almeja-se também, tomando a teoria bakhtiniana, que trata da intrínseca relação entre a língua e a vida, analisar as relações dialógicas como produtoras de subjetividade e sentidos. Pressupostos teóricos Contribuições da Clínica: problematizando o discurso parental sobre a criança com deficiência Desde os primeiros tempos de vida do bebê, já existe diálogo entre ele e sua mãe, mesmo sem palavras do pequenino. Ferreira (2005) refere que na forma 1 Fonoaudióloga, especialista em Psicopedagogia e Terapeuta em Estimulação Precoce, mestranda em Linguística/Letras PUCRS. Bolsista CAPES

2 característica de falar com bebês, o manhês, é possível observar que a mãe inclui a fala do seu bebê no seu próprio enunciado, pressupondo um interlocutor. Também é importante destacar que, antes mesmo do nascimento da criança, há toda uma expectativa quanto a sua chegada, acompanhada por projeções diversas e fantasias. Na grande maioria das vezes, o bebê idealizado é saudável, inteligente, belo. No entanto, nem sempre ocorre o esperado. Uma criança com problemas no desenvolvimento certamente frustrará os que esperavam um filho sadio, já que o bebê real, com limitações, está muito distante daquele idealizado, tão aguardado e desejado. Considerando, desse modo, o nascimento de um bebê com deficiência, rompendo, muitas vezes, as expectativas dos pais, faz-se necessário questionar que imagem será construída dessa criança no discurso familiar. Retomando a idéia do quão necessário se faz a convocação parental para o desenvolvimento da criança, inclusive o linguístico, deve-se considerar a possibilidade de o bebê com deficiência ser relacionado com uma imagem de incapacidade. Nessa perspectiva, um espaço de investigação que se coloca é referente à possibilidade ou não de o discurso parental sustentar um lugar de filho, de sujeito em pleno desenvolvimento, para esta criança. A escuta do discurso familiar pode ser importante no sentido de identificar indicadores que marquem esta (in)capacidade de desenvolvimento linguístico da criança. Assim, é possível encontrar questões a serem prevenidas na clínica de transtornos da linguagem. A pesquisa contará com contribuições da clínica fonoaudiológica da primeira infância, no sentido de contextualizar a problemática clínica que perpassa a relação mãe-filho com deficiência. Desse modo, é possível apontar para a linguística como estes aspectos podem elucidar as questões encontradas nas análises dos discursos familiares. A linguagem, entendida a partir desta visão da clínica da primeira infância, destaca a importância da função parental para a estruturação linguística da criança. A maneira como a mãe se dirige ao seu bebê tem, portanto, função constituinte da linguagem. Nesse processo, a mãe ou cuidador consegue ouvir as manifestações do seu filho, as quais contemplam desde o choro até movimentos corporais. A importância de supor significação nessas primeiras ações do infante é salientada por Jerusalinsky (2007). O autor refere que a mãe toma as manifestações infantis como uma demanda endereçada a ela. Cavalcante (2005), por sua vez, ressalta a importância do deslocamento de lugares discursivos entre a mãe e seu filho, favorecendo o surgimento da linguagem infantil inclusive com os silêncios maternos, suas pausas durante o diálogo face-a-face, que aguardam ansiosamente as primeiras palavras do bebê. Entretanto, é preciso lembrar que a criança com deficiência apresenta limitações as quais podem impedir que a suposição de pleno desenvolvimento deste filho se manifeste na expectativa dos pais. O diagnóstico e a história de problemas no desenvolvimento podem diminuir as expectativas familiares quanto ao infante. As falas que permeiam o discurso parental podem pressupor ou não uma capacidade da criança de vir a ser falante. O discurso materno ou paterno pode ser visto como um espelho, no qual o filho vê sua própria fala refletida. A imagem que ele reflete é o objeto da pesquisa em questão. 156

3 Teoria Dialógica: a relação eu / outro na linguagem A teoria dialógica do discurso, extensamente desenvolvida pelo Círculo de Bakhtin, fundamentará a análise proposta neste estudo. O dialogismo é um princípio relacional constitutivo da linguagem e do discurso, sendo todo sujeito dialógico, pois seu enunciado provém do diálogo com o outro (discurso e sujeito). Bakhtin (2003) afirma que todo enunciado dirige-se a alguém e é suscitado por algo, o que o configura como um elo real na cadeia da comunicação discursiva. Assim, pode-se dizer que o nosso discurso é pleno de palavras do outro, que são modificadas e ressignificadas em nosso enunciado. Os enunciados do outro não são indiferentes, eles interagem em um diálogo contínuo. O enunciado, para Bakhtin (2003), está relacionado aos elos precedentes e subsequentes da comunicação discursiva. No objeto do discurso cruzam-se diversos pontos de vista, pois o falante não é o primeiro a falar dele. O enunciado é constituído por atitudes responsivas, e os interlocutores ocupam posições ativas na comunicação discursiva, o que pressupõe que o sujeito aguarda respostas do interlocutor. Tal responsividade evidencia-se na tonalidade do sentido, da expressão, da composição do enunciado. Dessa forma, ele será pleno do que o autor considera as tonalidades dialógicas, uma vez que nossa ideia é construída na interação com os pensamentos dos outros, numa interlocução com enunciados já ditos e os que ainda surgirão. O princípio dialógico é considerado um processo dinâmico do discurso, uma vez que não é possível pensar no sujeito e seu discurso sem estar na relação com o outro. Bakhtin entende a língua em sua integridade concreta e viva, que é materializada em uma determinada situação de enunciação. Um dos pressupostos das ideias de Bakhtin (2003) é o fato de toda a compreensão do enunciado vivo ser de natureza ativamente responsiva, mesmo que seu efeito seja retardado. Como discutido anteriormente, toda fala é uma resposta a outra que a antecedeu. Assim, o autor afirma que nosso discurso é pleno de palavras dos outros, as quais trazem sua própria expressão e seu tom valorativo. No entanto, há uma reelaboração e reacentuação pelo falante que incorpora tais palavras. Os enunciados incorporados ao discurso de modo algum são indiferentes: eles contemplam diferentes ressonâncias de outros enunciados. A expressão do enunciado manifesta a relação do falante com os enunciados do outro. Essas formas de resposta são diversas devido à existência dos diferentes campos da atividade humana e as situações de enunciação a partir das quais o discurso se materializa. Bakhtin (2003) afirma que a ideia do falante é construída na interação com os pensamentos dos outros. Esse falante que apreende o discurso de outrem, segundo Bakhtin/Volochinov (2004), não é um ser privado de palavra. Ele mediatiza a atividade mental pelo discurso interior, operando a junção com o discurso que foi apreendido do exterior. A palavra, dessa forma, está sempre carregada de um sentido ideológico. Qualquer enunciação é construída como resposta a algo, pois os contextos da palavra estão sempre em interação, mudando seu acento avaliativo. As relações dialógicas são consideradas relações de sentido. Bakhtin/Volochinov (2004, p.130) afirmam que a multiplicidade das significações é o índice que faz de uma palavra uma palavra, a qual terá sempre um acento apreciativo, pois o conteúdo objetivo é expresso pela fala viva. Por meio dessas relações, é possível observar a interação das vozes no discurso parental de modo a verificar como elas favorecem ou 157

4 não o processo de apropriação discursiva da criança com deficiência, dependendo dos acentos de valor que o enunciado receber. A alternância de sujeitos do discurso que Bakhtin (2003) discute pode auxiliar na análise das interações verbais. O relato de uma mãe, por exemplo, pode limitar-se a um discurso médico-tecnicista, destacando as limitações orgânicas de seu filho. A entonação que isola o discurso do outro (no caso, o médico) pode ser considerado um fenômeno de alternância dos sujeitos do discurso, cujos limites encontram-se enfraquecidos. A expressão do falante (a mãe) atravessa esses limites, tonalizando o discurso do outro de diferentes maneiras. O modo como a fala materna dialoga com esse discurso organicista pode indicar como a falante percebe a criança com deficiência. Assim, é possível investigar se a fala dos pais sugere uma aposta ou uma descrença no potencial do filho. A teoria bakhtiniana pressupõe que o discurso é sempre plurivocal, manifestando uma diversidade de vozes que se encontram em constante diálogo. O conceito bakhtiniano de vozes refere-se aos pontos de vista, opiniões e posições sociais que habitam ou mesmo atravessam o discurso. Como foi exemplificado anteriormente, deve-se considerar como essas vozes manifestam-se e entram em interação no discurso parental ao falar da criança com deficiência, uma vez que a presença constitutiva de tais vozes deveria ser fundante da linguagem infantil. Para tanto, faz-se necessário investigar se tal discurso pode apontar uma perspectiva ou uma barreira para o estabelecimento das interações verbais, além daquelas já impostas pela patologia orgânica. No estudo proposto, o desenvolvimento de linguagem da criança será tomado a partir de uma perspectiva enunciativa, cuja análise ocorre pela relação com o outro. Para tanto, serão considerados os conceitos bakhtinianos de alteridade e intersubjetividade e a percepção de que o objeto do discurso é um palco de encontro com outros pontos de vista (Bakhtin, 2003). Na cena em questão, busca-se pesquisar que diálogo se manifesta no discurso parental sobre o filho com deficiência. O espetáculo encenado nesse palco é o foco do projeto em elaboração. Metodologia: buscando caminhos As reflexões metodológicas apresentadas estão sendo desenvolvidas na estruturação do projeto de pesquisa de mestrado, que se ancora em um paradigma qualitativo. A investigação contará com crianças de ambos os sexos que possuam diagnóstico de problemas no desenvolvimento, e seus pais ou responsáveis. Os procedimentos metodológicos, atualmente em discussão, possivelmente consistirão em entrevistas semi-dirigidas com as famílias dos pacientes diagnosticados quanto a suas expectativas em relação ao desenvolvimento linguístico do filho. A partir desse material, pretende-se analisar como aparecem e dialogam os diferentes pontos de vista presentes na fala dos pais, buscando observar se tais relações dialógicas são favorecedoras ou não do processo de apropriação da linguagem infantil. Em outro momento, será realizada uma observação de uma situação de diálogo entre a criança com deficiência e sua mãe ou responsável para avaliar os sintomas linguísticos da criança e complementar a hipótese diagnóstica. Muitas correntes da clínica fonoaudiológica e da linguística entendem seu objeto de pesquisa dentro de uma perspectiva mais formalista. Para Bakhtin/Volochinov (2004), no entanto, é essencial olhar para o enunciado como palavra viva, atualizada no 158

5 discurso e não reduzida a uma mera abstração. Assim, se a significação dinâmica da palavra não for considerada, fica reduzida a sua realidade física. Tal limitação é impensável para uma linguística e uma clínica que considera a singularidade do sujeito e suas relações dialógicas. Contudo, deve-se lembrar que o conteúdo do psiquismo individual é social, assim como o signo (ideológico por natureza). Ele sempre dialoga com a palavra do outro e precisa de uma certa estabilidade para que ocorra compreensão entre os falantes. Considerar a propriedade dialógica do enunciado é, portanto, necessário para compreender a interação entre os discursos que se manifestam na fala dos pais. Considerações finais Este trabalho buscou apresentar algumas reflexões iniciais sobre a pesquisa de dissertação a ser desenvolvida. No percurso a ser feito, muitas interrogações ainda deverão ser respondidas. Este estudo deve ser considerado como uma tentativa de articular a problemática observada na clínica dos transtornos do desenvolvimento e as contribuições da linguística, mais precisamente dentro de uma abordagem enunciativodiscursiva. Neste sentido, a teoria dialógica contribui para a análise do discurso parental, proporcionando indicadores linguísticos que possam explicitar as relações mãe filho com deficiência. O nascimento de um bebê com deficiência pode gerar uma série de questões que envolverão essa criança e sua família. O olhar atento do clínico que atua com esta clientela é essencial para desenvolver suas potencialidades, impedindo que tais fatores prejudiquem a evolução do infante. O exercício das funções parentais é um dos aspectos a serem considerados nesse processo, pois será o eixo para a aquisição das questões estruturais e instrumentais, uma vez que as favorece. Tais fatores poderão ser melhor analisados dentro de uma perspectiva linguística, desde que considere a singularidade das relações humanas. A análise do discurso parental requer considerações acerca da teoria dialógica do Círculo de Bakhtin, que considera as relações de sentido. Em tais enunciados habitam várias opiniões, pontos de vista, que precisam ser evidenciados para elucidar qual a expectativa familiar sobre o desenvolvimento do filho com deficiência. O contexto em que essas vozes interagem e o tom valorativo com que o falante colore tais falas podem ser indícios a serem observados na clínica. Para tanto, esta investigação não pode prender-se à língua como sistema, limitando-se a uma simples repetição de formas linguísticas, mas sim deve considerar a sua dinamicidade, em que o discurso se renova a cada instante em que a palavra é proferida. O objeto de análise deve ser observado como signo ideológico, percebido como uma manifestação concreta e viva. Referências BAKHTIN, M. Estética da criação verbal (1979). Trad. Paulo Bezerra. 4.ed. São Paulo: Martins Fontes, BAKHTIN, M./VOLOCHÍNOV, V.N. Marxismo e filosofia da linguagem (1929). 11.ed. Trad.: Michel Lahud e Yara Frateschi Vieira. São Paulo: Editora Hucitec,

6 CAVALCANTE, M.C.B. Pausas no manhês: lugar de subjetivação. In: SALES, L.M. (org.) Pra que essa boca tão grande? Questões acerca da oralidade. Salvador: Ágalma, FERREIRA, S.S. Manhês: uma questão de estrutura. In: SALES, L.M. (org.) Pra que essa boca tão grande? Questões acerca da oralidade. Salvador: Ágalma, JERUSALINSKY, A. e col. Falar uma Criança. In: Psicanálise e desenvolvimento infantil. 4.ed. Porto Alegre: Artes e Ofícios,

Da assistência a educação, uma trajetória

Da assistência a educação, uma trajetória Trabalho (Versão Completa) para mesa-redonda do IV Congresso Internacional de Psicopatologia Fundamental e X Congresso Brasileiro de Psicopatologia Fundamental Título: A Função das Educadoras de Creche

Leia mais

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ (IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ Resumo O presente trabalho objetiva apresentar uma pesquisa em andamento que

Leia mais

O uso dos gêneros textuais na alfabetização: crenças que norteiam a prática docente

O uso dos gêneros textuais na alfabetização: crenças que norteiam a prática docente O uso dos gêneros textuais na alfabetização: crenças que norteiam a prática docente BARCELOS-COELHO, Lenir de Jesus 155* BUENO, Ivonete 156** RESUMO: No contexto atual são patentes as dificuldades relacionadas

Leia mais

O TESTE PILOTO: UMA POSSIBILIDADE METODOLÓGICA E DIALÓGICA NA PESQUISA QUALITATIVA EM EDUCAÇÃO

O TESTE PILOTO: UMA POSSIBILIDADE METODOLÓGICA E DIALÓGICA NA PESQUISA QUALITATIVA EM EDUCAÇÃO O TESTE PILOTO: UMA POSSIBILIDADE METODOLÓGICA E DIALÓGICA NA PESQUISA QUALITATIVA EM EDUCAÇÃO Cristiane Lisandra Danna (FURB) crisdanna@gmail.com RESUMO O teste piloto é um momento em que o pesquisador

Leia mais

A LEITURA E A ESCRITA NA ESCOLA: PRÁTICAS CONJUNTAS

A LEITURA E A ESCRITA NA ESCOLA: PRÁTICAS CONJUNTAS A LEITURA E A ESCRITA NA ESCOLA: PRÁTICAS CONJUNTAS ROCHA, Wanessa Cristina Manhente 1 ; NASCIMENTO, Juliana Barbosa 2 ; COSTA, Keila Matida de Melo 3 ; ELIAS, Carime Rossi 4 Palavras-chaves: Linguagem.

Leia mais

Os Gêneros Discursivos: uma perspectiva dialógica de ensino de língua portuguesa no Ensino Fundamental

Os Gêneros Discursivos: uma perspectiva dialógica de ensino de língua portuguesa no Ensino Fundamental - SEPesq Os Gêneros Discursivos: uma perspectiva dialógica de ensino de língua portuguesa no Ensino Fundamental Renata Faria A. Silva da Rosa Mestranda Letras/Linguística PPGL PUCRS renata.faria@acad.pucrs.br

Leia mais

A INTERAÇÃO NAS AULAS DE MATEMÁTICA: UM ESTUDO SOBRE ASPECTOS CONSTITUTIVOS DO PROCESSO INTERATIVO E SUAS IMPLICAÇÕES NA APRENDIZAGEM

A INTERAÇÃO NAS AULAS DE MATEMÁTICA: UM ESTUDO SOBRE ASPECTOS CONSTITUTIVOS DO PROCESSO INTERATIVO E SUAS IMPLICAÇÕES NA APRENDIZAGEM A INTERAÇÃO NAS AULAS DE MATEMÁTICA: UM ESTUDO SOBRE ASPECTOS CONSTITUTIVOS DO PROCESSO INTERATIVO E SUAS IMPLICAÇÕES NA APRENDIZAGEM Sueli Fanizzi Universidade de São Paulo suelifani@uol.com.br Resumo:

Leia mais

A fotografia como testemunho material das reflexões de alunos do ensino médio na aula de arte.

A fotografia como testemunho material das reflexões de alunos do ensino médio na aula de arte. A fotografia como testemunho material das reflexões de alunos do ensino médio na aula de arte. Doutorando: Laudo Rodrigues Sobrinho Universidade Metodista de Piracicaba-UNIMEP e-mail: laudinho@bol.com.br

Leia mais

A Pesquisa Crítica de Colaboração- aspectos teóricos-metodológicos da pesquisa

A Pesquisa Crítica de Colaboração- aspectos teóricos-metodológicos da pesquisa O BRINCAR NO PROCESSO DE REFLEXÃO CRÍTICA ENTRE PESQUISADORAS E COORDENADORAS DE CRECHES Resumo ABREU, Maritza Dessupoio de 1 - UFJF GOMES, Lilian Marta Dalamura 2 - UFJF SCHAPPER, Ilka 3 - UFJF Grupo

Leia mais

Tradução/interpret(ação) de Libras/Língua Portuguesa em salas de aula do ensino regular... Atividade ética e estética

Tradução/interpret(ação) de Libras/Língua Portuguesa em salas de aula do ensino regular... Atividade ética e estética Tradução/interpret(ação) de Libras/Língua Portuguesa em salas de aula do ensino regular... Atividade ética e estética Adriane de Castro Menezes Sales 1 Traduzir não é atividade restrita ao estritamente

Leia mais

Uma perspectiva para compreender os gêneros discursivos: a Escola Norte-Americana

Uma perspectiva para compreender os gêneros discursivos: a Escola Norte-Americana Uma perspectiva para compreender os gêneros discursivos: a Escola Norte-Americana Lucas Piter Alves Costa 1 Por que estudar gêneros? Como estudá-los? Qual a importância que o domínio de seus estudos pode

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PEDAGOGIA Disciplina: Comunicação e Expressão Ementa: A leitura como vínculo leitor/texto através do conhecimento veiculado pelo texto escrito. Interpretação:

Leia mais

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos (RE)DISCUTINDO AS ATIVIDADES DE LEITURA EM LIVROS DIDÁTICOS DE LINGUA PORTUGUESA SOB O VIÉS DO LETRAMENTO CRÍTICO Rosenil Gonçalina dos Reis e Silva (UFMT) rosenilreis@gmail.com Simone de Jesus Padilha

Leia mais

INTERAÇÃO VERBAL, TEMA E SIGNIFICAÇÃO

INTERAÇÃO VERBAL, TEMA E SIGNIFICAÇÃO 8 INTERAÇÃO VERBAL, TEMA E SIGNIFICAÇÃO ALCÂNTARA, Regina Godinho de rgodinho6@gmail.com CÔCO, Dilza dilzacoco@gmail.com GONÇALVES, Rosalina Tellis rosalina_tellis@hotmail.com Maristela Gatti Piffer mgpiffer@terra.com.br

Leia mais

O QUE OS ALUNOS DIZEM SOBRE O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: VOZES E VISÕES

O QUE OS ALUNOS DIZEM SOBRE O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: VOZES E VISÕES O QUE OS ALUNOS DIZEM SOBRE O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: VOZES E VISÕES Aline Patrícia da Silva (Departamento de Letras - UFRN) Camila Maria Gomes (Departamento de Letras - UFRN) Orientadora: Profª Dra.

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 ESTUDOS PARTILHADOS SOBRE LINGUAGEM A PARTIR DA TEORIA BAKHTINIANA

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 ESTUDOS PARTILHADOS SOBRE LINGUAGEM A PARTIR DA TEORIA BAKHTINIANA ESTUDOS PARTILHADOS SOBRE LINGUAGEM A PARTIR DA TEORIA BAKHTINIANA Keila Matida de Melo Costa i Carime Rossi Elias ii RESUMO: Esta comunicação objetiva apresentar, inicialmente, o subprojeto sobre linguagem

Leia mais

INTERPRETAÇÃO DA LIBRAS NO GÊNERO JORNALÍSTICO TELEVISIVO: ELEMENTOS EXTRALINGÜÍSTICOS NA PRODUÇÃO DE SENTIDOS

INTERPRETAÇÃO DA LIBRAS NO GÊNERO JORNALÍSTICO TELEVISIVO: ELEMENTOS EXTRALINGÜÍSTICOS NA PRODUÇÃO DE SENTIDOS INTERPRETAÇÃO DA LIBRAS NO GÊNERO JORNALÍSTICO TELEVISIVO: ELEMENTOS EXTRALINGÜÍSTICOS NA PRODUÇÃO DE SENTIDOS Marcus Vinícius Batista Nascimento Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUCSP RESUMO

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO E O TRATAMENTO DOS GÊNEROS DISCURSIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO E O TRATAMENTO DOS GÊNEROS DISCURSIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO E O TRATAMENTO DOS GÊNEROS DISCURSIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL Tatiane Henrique Sousa Machado 1 RESUMO: O presente estudo de dedica-se

Leia mais

Resenha temática: do posicionamento autoral (papel de autor) à produção do gênero acadêmico

Resenha temática: do posicionamento autoral (papel de autor) à produção do gênero acadêmico Resenha temática: do posicionamento autoral (papel de autor) à produção do gênero acadêmico Eveline Mattos Tápias-Oliveira Vera Lúcia Batalha de Siqueira Renda Maria do Carmo Souza de Almeida Maria de

Leia mais

CRIARCONTEXTO: ANÁLISE DO DISCURSO EM LETRA DE ROCK 1. Faculdade de Letras, Universidade Federal de Goiás, CEP - 74001-970, Brasil

CRIARCONTEXTO: ANÁLISE DO DISCURSO EM LETRA DE ROCK 1. Faculdade de Letras, Universidade Federal de Goiás, CEP - 74001-970, Brasil CRIARCONTEXTO: ANÁLISE DO DISCURSO EM LETRA DE ROCK 1 Larissa Nogueira de Oliveira 2 e Eliane Marquez da Fonseca Fernandes 3 Faculdade de Letras, Universidade Federal de Goiás, CEP - 74001-970, Brasil

Leia mais

A TRAJETÓRIA HISTÓRICO-CULTURAL E A FORMAÇÃO DO LEITOR: UM ESTUDO SOBRE A EXPERIÊNCIA SOCIAL INFANTIL RETRATADA EM HISTÓRIAS DE VIDA

A TRAJETÓRIA HISTÓRICO-CULTURAL E A FORMAÇÃO DO LEITOR: UM ESTUDO SOBRE A EXPERIÊNCIA SOCIAL INFANTIL RETRATADA EM HISTÓRIAS DE VIDA A TRAJETÓRIA HISTÓRICO-CULTURAL E A FORMAÇÃO DO LEITOR: UM ESTUDO SOBRE A EXPERIÊNCIA SOCIAL INFANTIL RETRATADA EM HISTÓRIAS DE VIDA Flávia Cristina Oliveira Murbach de Barros Programa de Pós-graduação

Leia mais

INDICADORES DE RISCO PARA O DESENVOLVIMENTO INFANTIL: POSSIBILIDADE DE INTERVENÇÃO PRECOCE 1

INDICADORES DE RISCO PARA O DESENVOLVIMENTO INFANTIL: POSSIBILIDADE DE INTERVENÇÃO PRECOCE 1 INDICADORES DE RISCO PARA O DESENVOLVIMENTO INFANTIL: POSSIBILIDADE DE INTERVENÇÃO PRECOCE 1 Flores, M. 2 ;. Crestani, A. 3 ;. Souza, A. P. 4 1 Trabalho de pesquisa da UFSM 2 Psicóloga mestranda do curso

Leia mais

Clínica psicanalítica com crianças

Clínica psicanalítica com crianças Clínica psicanalítica com crianças Ana Marta Meira* A reflexão sobre a clínica psicanalítica com crianças aponta para múltiplos eixos que se encontram em jogo no tratamento, entre estes, questões referentes

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA FORMAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização:

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES SEUS DIZERES SOBRE A SALA DE AULA

FORMAÇÃO DE PROFESSORES SEUS DIZERES SOBRE A SALA DE AULA FORMAÇÃO DE PROFESSORES SEUS DIZERES SOBRE A SALA DE AULA Lúcia de Fátima Melo do Nascimento Secret. Municipal de Educ. do Natal RN / Depart. de Ensino / Setor de Ensino Fundamental Colégio Imaculada Conceição

Leia mais

Saúde mental: acompanhamentos terapêuticos, reabilitação psicossocial e clínica

Saúde mental: acompanhamentos terapêuticos, reabilitação psicossocial e clínica Saúde mental: acompanhamentos terapêuticos, reabilitação psicossocial e clínica Palestra apresentada no XII Congresso Brasileiro de Terapia Ocupacional e IX Congresso Latino Americano de Terapia Ocupacional,

Leia mais

O QUE ALUNOS DO CICLO INICIAL INVENTAM AO NOMEAR OS PERSONAGENS DE SUAS HISTÓRIAS INVENTADAS

O QUE ALUNOS DO CICLO INICIAL INVENTAM AO NOMEAR OS PERSONAGENS DE SUAS HISTÓRIAS INVENTADAS O QUE ALUNOS DO CICLO INICIAL INVENTAM AO NOMEAR OS PERSONAGENS DE SUAS HISTÓRIAS INVENTADAS Roberta da Silva Freitas roberta_sfreitas@hotmail.com Universidade Federal de Alagoas (UFAL-PPGE/ET&C-CAPES)

Leia mais

A ação exotópica do professor pesquisador: uma reflexão sobre pesquisa-ação

A ação exotópica do professor pesquisador: uma reflexão sobre pesquisa-ação A ação exotópica do professor pesquisador: uma reflexão sobre pesquisa-ação Cristiane Alvarenga Rocha Santos 1 Jane Quintiliano Guimarães Silva 2 Acho que esse assunto de professor pesquisador é muito

Leia mais

4.59.1. Tema: Sinais de risco nas clínicas mãe-bebê 4.59.2. Coordenadora: Sonia Pereira Pinto da Motta

4.59.1. Tema: Sinais de risco nas clínicas mãe-bebê 4.59.2. Coordenadora: Sonia Pereira Pinto da Motta Mesa: 4.59.1. Tema: Sinais de risco nas clínicas mãe-bebê 4.59.2. Coordenadora: Sonia Pereira Pinto da Motta OS RISCOS NA CONSTITUIÇÃO PSÍQUICA Autora: CRISTINA HOYER Breve Nota Curricular da Autora -

Leia mais

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA Fabiane Caron Novaes 1 Roberta Aparecida Diadio 2 Resumo: Considerando as recomendações contidas no referencial teórico dos Parâmetros Curriculares Nacionais

Leia mais

A INFORMAÇÃO E A FORMAÇÃO

A INFORMAÇÃO E A FORMAÇÃO A INFORMAÇÃO E A FORMAÇÃO BECK, Eliane Maria Cabral (UNIOESTE)² PALAVRAS-CHAVE: interpretação, interlocutor, contexto. Resumo: Pretende-se, com este trabalho, analisar a transmissão de informação expressa

Leia mais

O letramento a partir da oralidade e do uso de gêneros textuais no Ensino Fundamental

O letramento a partir da oralidade e do uso de gêneros textuais no Ensino Fundamental O letramento a partir da oralidade e do uso de gêneros textuais no Ensino Fundamental Rosangela Balmant; Universidade do Sagrado Coração de Jesus- Bauru-SP. rosangelabalmant@hotmail.com Gislaine Rossler

Leia mais

Linguagem, dialogismo e subjetividade: a relação eu/outro na interação entre família e uma criança com deficiência 1

Linguagem, dialogismo e subjetividade: a relação eu/outro na interação entre família e uma criança com deficiência 1 Linguagem, dialogismo e subjetividade: a relação eu/outro na interação entre família e uma criança com deficiência 1 Fernanda Dias-Schütz 2 Resumo O presente trabalho tem como objetivo apresentar algumas

Leia mais

ATIVIDADES PEDAGÓGICAS EM SALA DE AULA DE INGLÊS DURANTE O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO

ATIVIDADES PEDAGÓGICAS EM SALA DE AULA DE INGLÊS DURANTE O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO ATIVIDADES PEDAGÓGICAS EM SALA DE AULA DE INGLÊS DURANTE O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO Silvana Laurenço Lima 1 Deise Nanci de Castro Mesquita 2 RESUMO: O objetivo desta comunicação é apresentar e discutir

Leia mais

Michele M. Granzotto ** Valdir Pretto ***

Michele M. Granzotto ** Valdir Pretto *** A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DE FILOSOFIA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO DE PEDAGOGIA * Michele M. Granzotto ** Valdir Pretto *** Resumo: Este estudo foi construído a partir de uma pesquisa realizada na própria

Leia mais

MOURA, Marisa Decat de (ORG). Psicanálise e hospital 3 Tempo e morte: da urgência ao ato analítico. Revinter: Rio de Janeiro, 2003.

MOURA, Marisa Decat de (ORG). Psicanálise e hospital 3 Tempo e morte: da urgência ao ato analítico. Revinter: Rio de Janeiro, 2003. MOURA, Marisa Decat de (ORG). Psicanálise e hospital 3 Tempo e morte: da urgência ao ato analítico. Revinter: Rio de Janeiro, 2003. Prefácio Interessante pensar em um tempo de começo. Início do tempo de

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PEDAGOGIA Comunicação e Expressão: Leitura e compreensão de textos. Gêneros textuais. Linguagem verbal e não verbal. Linguagem literária. Variação da língua,

Leia mais

XIII Congresso Estadual das APAEs

XIII Congresso Estadual das APAEs XIII Congresso Estadual das APAEs IV Fórum de Autodefensores 28 a 30 de março de 2010 Parque Vila Germânica, Setor 2 Blumenau (SC), BRASIL A IMPORTÂNCIA E SIGNIFICÂNCIA DO TRABALHO EM EQUIPE INTERDISCIPLINAR

Leia mais

Escuta e Interpretação na Clínica Fonoaudiológica

Escuta e Interpretação na Clínica Fonoaudiológica PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS-GRADUADOS EM FONOAUDIOLOGIA LINHA DE PESQUISA LINGUAGEM E SUBJETIVIDADE Escuta e Interpretação na Clínica Fonoaudiológica CASTELLANO,

Leia mais

Como falar com uma pessoa poderá me ajudar?

Como falar com uma pessoa poderá me ajudar? Como falar com uma pessoa poderá me ajudar? Aline Cerdoura Garjaka Encontrei, no seminário de 1976-77, Como viver junto, de Roland Barthes, a seguinte passagem (cito): Portanto, eu dizia É com essas palavras

Leia mais

O EFEITO DE TRANSCRIÇÃO NA ESCUTA DE FALAS DESVIANTES: UMA LEITURA ENUNCIATIVA

O EFEITO DE TRANSCRIÇÃO NA ESCUTA DE FALAS DESVIANTES: UMA LEITURA ENUNCIATIVA O EFEITO DE TRANSCRIÇÃO NA ESCUTA DE FALAS DESVIANTES: UMA LEITURA ENUNCIATIVA Luiza Milano Surreaux 1 O presente trabalho é efeito de reflexões que brotaram em meu projeto de pesquisa A especificidade

Leia mais

O ENSINO DA ORALIDADE EM ALFABETIZAÇÃO: A POSSIBILIDADE DE UMA POSTURA POLÍTICA NO ENSINO DA LÍNGUA

O ENSINO DA ORALIDADE EM ALFABETIZAÇÃO: A POSSIBILIDADE DE UMA POSTURA POLÍTICA NO ENSINO DA LÍNGUA O ENSINO DA ORALIDADE EM ALFABETIZAÇÃO: A POSSIBILIDADE DE UMA POSTURA POLÍTICA NO ENSINO DA LÍNGUA Carla Ramos de Paula 1 Ivete Janice de Oliveira Brotto 2 INTRODUÇÃO O presente trabalho, de caráter bibliográfico,

Leia mais

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO MCH0181 HISTÓRIAS EM QUADRINHOS SOB A PERSPECTIVA DA TEORIA BAKHTINIANA

Leia mais

Aspectos externos: contexto social, cultura, rede social, instituições (família, escola, igreja)

Aspectos externos: contexto social, cultura, rede social, instituições (família, escola, igreja) Lembretes e sugestões para orientar a prática da clínica ampliada e compartilhada Ampliar a clínica significa desviar o foco de intervenção da doença, para recolocá-lo no sujeito, portador de doenças,

Leia mais

IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS

IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS Aluno: Lucas Boscacci Pereira Lima da Silva Orientadora: Solange Jobim e Souza Introdução Câmera como Instrumento

Leia mais

POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB

POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB ANDRADE, Luciene de 1 BARBOSA,Jamylli da Costa 2 FERREIRA, Jalmira Linhares Damasceno 3 SANTOS,

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 60 h Prática: 15 h Créditos: 4 A Biologia e o educador. Herança e meio, a hereditariedade. Reprodução humana. As funções vegetativas (digestão e alimentos,

Leia mais

REPRESENTAÇÕES DOS SURDOS DE ALUNOS DA DISCIPLINA FUNDAMENTOS DE LIBRAS

REPRESENTAÇÕES DOS SURDOS DE ALUNOS DA DISCIPLINA FUNDAMENTOS DE LIBRAS REPRESENTAÇÕES DOS SURDOS DE ALUNOS DA DISCIPLINA FUNDAMENTOS DE LIBRAS ANA RACHEL CARVALHO LEÃO Faculdade de Letras/Universidade Federal de Minas Gerais Av. Antônio Carlos, 6627 312070-901 Belo Horizonte

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1988 CONSTITUIÇÃO FEDERAL ANTECEDENTES Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum

Leia mais

Palavras chave: Letramento Literário; Educação infantil; Literatura infantil; Primeira Infância; Formação Docente.

Palavras chave: Letramento Literário; Educação infantil; Literatura infantil; Primeira Infância; Formação Docente. LETRAMENTO LITERÁRIO NA PRIMEIRA INFÂNCIA Mônica Correia Baptista (FAPEMIG/FaE/UFMG) monicacb@fae.ufmg.br Amanda de Abreu Noronha (FaE/UFMG) amandadeabreu13@gmail.com Priscila Maria Caligiorne Cruz FALE/(UFMG)

Leia mais

AVALIAÇÃO DA IMPLANTAÇÃO DE UM AMBIENTE DE CONVIVÊNCIA PERMANENTE EM UM CAPS INFANTIL 1

AVALIAÇÃO DA IMPLANTAÇÃO DE UM AMBIENTE DE CONVIVÊNCIA PERMANENTE EM UM CAPS INFANTIL 1 AVALIAÇÃO DA IMPLANTAÇÃO DE UM AMBIENTE DE CONVIVÊNCIA PERMANENTE EM UM CAPS INFANTIL 1 PEIXOTO, Maristela Jaqueline Reis 2 ; LENA, Marisangela Spolaôr 3, CULAU, Fernanda Steffen 4, CASSEL, Paula Argemi

Leia mais

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA GABINETE DA DEPUTADA LUZIA TOLEDO PROJETO DE LEI Nº 157/2010

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA GABINETE DA DEPUTADA LUZIA TOLEDO PROJETO DE LEI Nº 157/2010 PROJETO DE LEI Nº 157/2010 A semana de conscientização sobre transtornos de aprendizagem, no âmbito do Estado do Espírito Santo. A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO DECRETA: Art. 1º Fica

Leia mais

Os gêneros presentes nas propostas de produção escrita de livros didáticos do Ensino Médio.

Os gêneros presentes nas propostas de produção escrita de livros didáticos do Ensino Médio. Os gêneros presentes nas propostas de produção escrita de livros didáticos do Ensino Médio. Dalva Aparecida do Carmo Constantino, UFMT, Faculdades Integradas de Rondonópolis (FAIR/UNIR). Este trabalho

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Prática: 15 h/a Carga Horária: 60 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: (AINDA) ALGUMAS REFLEXÕES

AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: (AINDA) ALGUMAS REFLEXÕES AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: (AINDA) ALGUMAS REFLEXÕES RESUMO Cleuma Regina Ribeiro da Rocha Lins (UEPB) cleumaribeiro@yahoo.com.br Orientador: Prof. Dr. Juarez Nogueira

Leia mais

A relação entre a fala e a escrita

A relação entre a fala e a escrita A relação entre a fala e a escrita Karen Alves da Silva Proposta e objetivo: Partindo de um episódio de escrita, podemos refletir sobre: de que maneira está posta a relação entre escrita e oralidade; como

Leia mais

PROCESSOS DE ALFABETIZAÇÃO NA INFÂNCIA: RESSIGNIFICANDO O MUNDO, LENDO PALAVRAS...

PROCESSOS DE ALFABETIZAÇÃO NA INFÂNCIA: RESSIGNIFICANDO O MUNDO, LENDO PALAVRAS... PROCESSOS DE ALFABETIZAÇÃO NA INFÂNCIA: RESSIGNIFICANDO O MUNDO, LENDO PALAVRAS... Autora: Moema Helena de Albuquerque Co-autora: Sandra Maria Cunhasque Instituto Federal Catarinense Câmpus Camboriú CAPES

Leia mais

Carlos Fabiano de Souza IFF UFF carlosfabiano.teacher@gmail.com

Carlos Fabiano de Souza IFF UFF carlosfabiano.teacher@gmail.com VIII Jornada de Estudos do Discurso NARRANDO A VIDA SOCIAL A FALA DO PROFESSOR DE INGLÊS SOBRE A SUA ATIVIDADE DOCENTE EM CURSOS DE IDIOMAS: POR UM ITINERÁRIO INVESTIGATIVO NA INTERFACE TRABALHO & LINGUAGEM

Leia mais

A importância da oralidade e do contato com os gêneros textuais na educação pré-escolar

A importância da oralidade e do contato com os gêneros textuais na educação pré-escolar A importância da oralidade e do contato com os gêneros textuais na educação pré-escolar Angélica Fernanda Rossi-USC-Pedagogia.angelicafrossi@gmail.com Caroline Silvério-USC-Pedagogia kakarol_2009@hotmail.com

Leia mais

DISCURSOS E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE PROFESSORAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL NA PERSPECTIVA HISTÓRICO-CULTURAL

DISCURSOS E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE PROFESSORAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL NA PERSPECTIVA HISTÓRICO-CULTURAL DISCURSOS E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE PROFESSORAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL NA PERSPECTIVA HISTÓRICO-CULTURAL Cíntia Resende Corrêa 1 - UNIUBE Resumo O objeto desta pesquisa são os discursos e as práticas pedagógicas

Leia mais

CRIANÇAS DIALOGAM COM O TEXTO LITERÁRIO

CRIANÇAS DIALOGAM COM O TEXTO LITERÁRIO 16º CONGRESSO DE LEITURA DO BRASIL WILLIANA PEREIRA SALDANHA CRIANÇAS DIALOGAM COM O TEXTO LITERÁRIO Comunicação oral apresentada no 16ºCOLE, vinculada ao seminário 02- X Seminário sobre Biblioteca no

Leia mais

POLÍTICAS DE SAÚDE PARA OS SURDOS E O PRINCÍPIO DE UNIVERSALIDADE

POLÍTICAS DE SAÚDE PARA OS SURDOS E O PRINCÍPIO DE UNIVERSALIDADE Eixo temático: - Políticas de tradução/interpretação de língua de sinais. Modalidade: ( ) comunicação oral/sinais (X) pôster POLÍTICAS DE SAÚDE PARA OS SURDOS E O PRINCÍPIO DE UNIVERSALIDADE Autores: Débora

Leia mais

MARIA CRISTINA GIORGI (CEFET-RJ)

MARIA CRISTINA GIORGI (CEFET-RJ) LEITURA E TRABALHO DOCENTE: UMA REFLEXÃO SOBRE A ESCOLHA DOS TEXTOS E A LEITURA NO ENSINO MÉDIO MARIA CRISTINA GIORGI (CEFET-RJ) O professor de E/LE no ensino médio Considerando artigos sobre leitura e

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

PEDAGOGIA. 1. ATIVIDADES COMPLEMENTARES O aluno deve comprovar 100h de atividades no decorrer do curso.

PEDAGOGIA. 1. ATIVIDADES COMPLEMENTARES O aluno deve comprovar 100h de atividades no decorrer do curso. PEDAGOGIA Ementas das Disciplinas 1. ATIVIDADES COMPLEMENTARES O aluno deve comprovar 100h de atividades no decorrer do curso. 2. COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO Leitura e compreensão de textos. Gêneros textuais.

Leia mais

1 Nesta dissertação, será utilizada a sigla CDA para situar o local onde o trabalho foi desenvolvido.

1 Nesta dissertação, será utilizada a sigla CDA para situar o local onde o trabalho foi desenvolvido. 1 Introdução As demências, principalmente a do tipo Alzheimer, vêm despertando interesse no meio acadêmico. Os diferentes saberes como a Medicina, a Psicologia, a Antropologia, a Sociologia entre outros,

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Câmpus de Bauru

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Câmpus de Bauru UNESP UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Câmpus de Bauru Curso: Licenciatura em Pedagogia Departamento: Educação-FC IDENTIFICAÇÃO Código: 4419 Disciplina: CONTEÚDOS E METODOLOGIA DO

Leia mais

MEDIAÇÃO E CRIAÇÃO DE ELOS MEDIADORES NO DESENVOLVIMENTO DA LEITURA E DA ESCRITA: A EXPERIÊNCIA DE UM 2º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL.

MEDIAÇÃO E CRIAÇÃO DE ELOS MEDIADORES NO DESENVOLVIMENTO DA LEITURA E DA ESCRITA: A EXPERIÊNCIA DE UM 2º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL. MEDIAÇÃO E CRIAÇÃO DE ELOS MEDIADORES NO DESENVOLVIMENTO DA LEITURA E DA ESCRITA: A EXPERIÊNCIA DE UM 2º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL. RICOMINI, Ingrid da Silva; GIROTTO, Cyntía Graziella Guizelim Simões.

Leia mais

Resumo. Palavras chave: Atividade Psicomotora. Funções Psicológicas Superiores. Imaginação. Pré-Escola.

Resumo. Palavras chave: Atividade Psicomotora. Funções Psicológicas Superiores. Imaginação. Pré-Escola. A CRIANÇA EM IDADE PRÉ-ESCOLAR E AS FUNÇÕES PSICOLÓGICAS SUPERIORES: FOCANDO A ATIVIDADE LUDO- PEDAGÓGICA PARA O PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DA IMAGINAÇÃO Janaína Pereira Duarte Bezerra Irineu A. Tuim

Leia mais

NARRATIVAS NA ESCOLA: ALGUÉM PODE ME DEIXAR ESCREVER?

NARRATIVAS NA ESCOLA: ALGUÉM PODE ME DEIXAR ESCREVER? 1 Danitza Dianderas da Silva 1 Universidade Federal de São Carlos NARRATIVAS NA ESCOLA: ALGUÉM PODE ME DEIXAR ESCREVER? Palavras são iguais Sendo diferentes... Palavra eu preciso Preciso com urgência Palavras

Leia mais

Mini-curso - Descrição

Mini-curso - Descrição Mini-curso - O CORPO NA DINÂMICA DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO: ENSINAR A CONDIÇÃO HUMANA E ENSINAR A IDENTIDADE TERRENA Autora: Profª Drª Alice Maria Corrêa Medina Universidade de Brasília - UnB Resumo

Leia mais

A PESQUISA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: À LUZ DO CONCEITO DE RESPONSIVIDADE NA ESTÉTICA BAKHTINIANA

A PESQUISA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: À LUZ DO CONCEITO DE RESPONSIVIDADE NA ESTÉTICA BAKHTINIANA A PESQUISA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: À Resumo LUZ DO CONCEITO DE RESPONSIVIDADE NA ESTÉTICA BAKHTINIANA SOUZA, Maiara Ferreira de 1 - UFJF LEITE, Ariane Rodrigues Gomes 2 - UFJF BERTOLDO,

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

O AUTISMO NA PSICANÁLISE E A QUESTÃO DA ESTRUTURA Germano Quintanilha Costa 1

O AUTISMO NA PSICANÁLISE E A QUESTÃO DA ESTRUTURA Germano Quintanilha Costa 1 O AUTISMO NA PSICANÁLISE E A QUESTÃO DA ESTRUTURA Germano Quintanilha Costa 1 I Introdução O objetivo deste trabalho é pensar a questão do autismo pelo viés da noção de estrutura, tal como compreendida

Leia mais

BAKHTIN: O EVENTO DA ENUNCIAÇÃO NO PROCESSO TRADUTÓRIO

BAKHTIN: O EVENTO DA ENUNCIAÇÃO NO PROCESSO TRADUTÓRIO BAKHTIN: O EVENTO DA ENUNCIAÇÃO NO PROCESSO TRADUTÓRIO Evandro Santana 1 RESUMO O presente artigo propõe uma análise do processo de tradução à luz das proposições de Mikhail Bakhtin (1895-1975) 1975) no

Leia mais

9º Congresso de Pós-Graduação DIREITOS HUMANOS: A ABORDAGEM HISTÓRICO-CULTURAL E PESSOAS COM DEFICIÊNCIA UM MUNDO QUE TENHA SIGNIFICADOS

9º Congresso de Pós-Graduação DIREITOS HUMANOS: A ABORDAGEM HISTÓRICO-CULTURAL E PESSOAS COM DEFICIÊNCIA UM MUNDO QUE TENHA SIGNIFICADOS 9º Congresso de Pós-Graduação DIREITOS HUMANOS: A ABORDAGEM HISTÓRICO-CULTURAL E PESSOAS COM DEFICIÊNCIA UM MUNDO QUE TENHA SIGNIFICADOS Autor(es) ELIANE APARECIDA ANDREOLI Orientador(es) MARIA INES BACELAR

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

DETECÇÃO DE RISCOS PSÍQUICOS EM BEBÊS DE BERÇÁRIOS DE CENTROS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL DE CURITIBA, ATRAVÉS DO PROTOCOLO IRDI-18

DETECÇÃO DE RISCOS PSÍQUICOS EM BEBÊS DE BERÇÁRIOS DE CENTROS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL DE CURITIBA, ATRAVÉS DO PROTOCOLO IRDI-18 DETECÇÃO DE RISCOS PSÍQUICOS EM BEBÊS DE BERÇÁRIOS DE CENTROS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL DE CURITIBA, ATRAVÉS DO PROTOCOLO IRDI-18 DOSSENA, Angelini Lucca 1 NASCIMENTO, Márcia Regina Aparecida do

Leia mais

BAKHTIN E AS IDENTIDADES SOCIAIS: UMA POSSÍVEL CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS

BAKHTIN E AS IDENTIDADES SOCIAIS: UMA POSSÍVEL CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS BAKHTIN E AS IDENTIDADES SOCIAIS: UMA POSSÍVEL CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS Petrilson Alan Pinheiro (petrilsonpinheiro@yahoo.com.br petripinheiro@yahoo.com) RESUMO O grande interesse por questões acerca das

Leia mais

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL EVELISE RAQUEL DE PONTES (UNESP). Resumo O ato de contar histórias para crianças da educação infantil é a possibilidade de sorrir, criar, é se envolver com

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE PEDAGOGIA, Licenciatura REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente documento

Leia mais

A clínica dos bebês em tempos de autismo

A clínica dos bebês em tempos de autismo A clínica dos bebês em tempos de autismo Maria Cristina Kupfer A consulta às estatísticas sobre a incidência do autismo no mundo contemporâneo revela um aumento crescente dos casos de crianças atingidas

Leia mais

PARENTALIDADE NA FAVELA: UMA EXPERIÊNCIA COM CONSULTAS TERAPÊUTICAS

PARENTALIDADE NA FAVELA: UMA EXPERIÊNCIA COM CONSULTAS TERAPÊUTICAS PARENTALIDADE NA FAVELA: UMA EXPERIÊNCIA COM CONSULTAS TERAPÊUTICAS Daniel Kauffmann 1 Tereza Marques de Oliveira 2 Resumo O objetivo deste trabalho é relatar nossa experiência na clínica do social, junto

Leia mais

Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos.

Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos. Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos. Daiane Pacheco-USC pedagogia - daiaspacheco@gmail.com; Carla Viviana-USC pedagogia- vivianamaximino@hotmail.com; Kelly Rios-USC

Leia mais

HIPERATIVIDADE E O DÉFICIT DE ATENÇÃO NO CONTEXTO ESCOLAR

HIPERATIVIDADE E O DÉFICIT DE ATENÇÃO NO CONTEXTO ESCOLAR HIPERATIVIDADE E O DÉFICIT DE ATENÇÃO NO CONTEXTO ESCOLAR Resumo Fernanda Cezar de Assis 1 - UEM Maria de Jesus Cano Miranda 2 - UEM Grupo de Trabalho - Educação, Complexidade e transdisciplinaridade Agência

Leia mais

ORALIDADE EM UM LIVRO DIDÁTICO DE PORTUGUÊS: ARMADILHAS DE UM (DES)PRESTÍGIO

ORALIDADE EM UM LIVRO DIDÁTICO DE PORTUGUÊS: ARMADILHAS DE UM (DES)PRESTÍGIO Revista Eletrônica de Educação de Alagoas Volume 01. Nº 01. 1º Semestre de 2013 ORALIDADE EM UM LIVRO DIDÁTICO DE PORTUGUÊS: ARMADILHAS DE UM (DES)PRESTÍGIO Quitéria Pereira de ASSIS 1 Maria Aparecida

Leia mais

FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2

FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1155 FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2 1 Mestranda

Leia mais

A comunicação organizacional de cooperativas de economia solidária: um processo através do olhar da complexidade

A comunicação organizacional de cooperativas de economia solidária: um processo através do olhar da complexidade 313 IV Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação PUCRS A comunicação organizacional de cooperativas de economia solidária: um processo através do olhar da complexidade Aluno: Caroline Delevati Colpo, Cleusa

Leia mais

PALAVRA RECURSO BASILAR DO EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA: observações a partir da vivência etnográfica PIBID

PALAVRA RECURSO BASILAR DO EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA: observações a partir da vivência etnográfica PIBID PALAVRA RECURSO BASILAR DO EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA: observações a partir da vivência etnográfica PIBID Paloma Batista Silva Bolsista PIBID-CAPES Departamento de Estudos Linguísticos e Literários (DELL) Curso

Leia mais

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com 1 COMO COLOCAR AS TEORIAS ESTUDADAS NA FORMAÇÃO DO PNAIC EM PRÁTICA NA SALA DE AULA? REFLEXÕES DE PROFESSORES ALFABETIZADORES SOBRE O TRABALHO COM O SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL Cláudia Queiroz Miranda

Leia mais

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA.

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. OLIVEIRA 1, Jordânia Amorim da Silva. SOUSA 2, Nádia Jane de. TARGINO 3, Fábio. RESUMO Este trabalho apresenta resultados parciais do projeto

Leia mais

Educação inclusiva para surdos: desmistificando pressupostos

Educação inclusiva para surdos: desmistificando pressupostos Educação inclusiva para surdos: desmistificando pressupostos Paula Botelho Mestre em Educação pela Faculdade de Educação da UFMG. Coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação de Surdos (GEPES),

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: PNLD, livro didático, língua estrangeira, gênero.

PALAVRAS-CHAVE: PNLD, livro didático, língua estrangeira, gênero. PNLD 2011: ANÁLISE DE UMA COLEÇÃO DE LIVRO DIDÁTICO DE INGLÊS Universidade Federal de Goiás Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística Mestranda: Maria Letícia Martins Campos FERREIRA mleticiaf@hotmail.com

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO - PPGE FACULDADE DE EDUCAÇÃO - BELO HORIZONTE MESTRADO EM EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO - PPGE FACULDADE DE EDUCAÇÃO - BELO HORIZONTE MESTRADO EM EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO - PPGE FACULDADE DE EDUCAÇÃO - BELO HORIZONTE MESTRADO EM EDUCAÇÃO Autor: Cacilda da Silva Rodrigues Coautor: Prof. Dr. José

Leia mais

Estrutura Curricular do Programa de Pós-graduação em Psicologia UFSC (Atual) Cursos de Mestrado e Doutorado

Estrutura Curricular do Programa de Pós-graduação em Psicologia UFSC (Atual) Cursos de Mestrado e Doutorado Estrutura Curricular do Programa de Pós-graduação em Psicologia UFSC (Atual) Cursos de Mestrado e Doutorado Os cursos de Mestrado e Doutorado do PPGP/UFSC compreendem um conjunto de disciplinas obrigatórias

Leia mais

PRÁTICAS DE LINGUAGEM ORAL E ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PRÁTICAS DE LINGUAGEM ORAL E ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL PRÁTICAS DE LINGUAGEM ORAL E ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL CRUVINEL,Fabiana Rodrigues Docente do curso de pedagogia da faculdade de ciências humana- FAHU/ACEG Garça/SP e-mail:fabianarde@ig.com.br ROCHA,

Leia mais

Violência Simbólica: possíveis lugares subjetivos para uma criança diante da escolha materna

Violência Simbólica: possíveis lugares subjetivos para uma criança diante da escolha materna Violência Simbólica: possíveis lugares subjetivos para uma criança diante da escolha materna Henrique Figueiredo Carneiro Liliany Loureiro Pontes INTRODUÇÃO Esse trabalho apresenta algumas considerações,

Leia mais

Línguas e sujeitos de fronteira: um pouco mais, e ainda, sobre a educação de surdos Regina Maria de Souza

Línguas e sujeitos de fronteira: um pouco mais, e ainda, sobre a educação de surdos Regina Maria de Souza Sumário Apresentação Valéria Amorim Arantes... 9 PARTE I Educação de surdos.... 15 Regina Maria de Souza Núria Silvestre Línguas e sujeitos de fronteira: um pouco mais, e ainda, sobre a educação de surdos

Leia mais

INTERTEXTUALIDADE E INTERDISCURSIVIDADE EM PAUTA NAS AULAS DE LÍNGUA MATERNA

INTERTEXTUALIDADE E INTERDISCURSIVIDADE EM PAUTA NAS AULAS DE LÍNGUA MATERNA INTERTEXTUALIDADE E INTERDISCURSIVIDADE EM PAUTA NAS AULAS DE LÍNGUA MATERNA Luciana Maria Crestani i () As avaliações do MEC (Saeb e Prova Brasil) apontam que os alunos têm déficits de aprendizagem no

Leia mais