PROTOCOLO DE REGULAÇÃO DO MUNICÍPIO DE VITÓRIA ES

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1 PREFEITURA DE VITÓRIA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAUDE GERÊNCIA DE REGULAÇÃO, CONTROLE E AVALIAÇÃO PROTOCOLO DE REGULAÇÃO DO MUNICÍPIO DE VITÓRIA ES PARA ENCAMINHAMENTO ÀS CONSULTAS E EXAMES ESPECIALIZADOS DE MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE

2 FEVEREIRO 2012 Prefeitura de Vitória Secretaria Municipal de Saúde Gerência de Regulação, Controle e Avaliação João Carlos Coser Prefeito Municipal de Vitória Sebastião Barbosa Vice-Prefeito Municipal de Vitória Luiz Carlos Reblin Secretário Municipal de Saúde de Vitória Rosane Ernestina Mageste Subsecretária Municipal de Atenção à Saúde Catarina Labore Pelacani Gava Subsecretária Municipal de Apoio Estratégico Sônia Maria Lievori do Rego Pereira Secretária Executiva Cristina Barbosa Braconi Gerente de Regulação, Controle e Avaliação Rosangela Loureiro Dalapicula Coordenação do Complexo Regulatório Rosalie de Resende Có Gerente de Atenção à Saúde Equipe Técnica da GRCA Equipe Técnica da GAS 2

3 EQUIPE TÉCNICA DE COLABORAÇÃO ADNA ALMEIDA DA SILVA Médico ESF US Bairro da Penha ADRIANA MARIA DRUMOND BRANDÃO Médico Oftalmologista - Centro Municipal de Especialidades/São Pedro ALAOR MILANEZ Médico Neurologista - US Ilha de Santa Maria ALINNE MIRANDA FERREIRA Médico PSF US Maruípe ALMIR DO ESPIRITO SANTO Médico Homeopata - US Forte São João ANA CAROLINA L. ZANON Médico ESF US São Pedro V ANA LUIZA GUALANDI MURAD Médico Ginecologista/ Obstetra Gerência de Atenção à Saúde/Equipe Matricial ANA PAULA ZANCANELA BONOMO Farmacêutica - Laboratório Central Municipal ANDERSON PATRICK LUCHI Médico Cardiologista Centro Municipal de Especialidades/Centro ANGELA CRISTINA BARRETO SOARES Médico Endocrinologista Centro Municipal de Especialidades/Centro ANNA NERY ZACHE SEGOVIA Médica ESF US Fonte Grande ANSELMO CLEMENTE Psicólogo Gerência de Atenção à Saúde ANTONIA GENECY TEIXEIRA OLIVEIRA Diretora - Centro de Referência de Atenção ao Idoso ANTONIO LEPORI VALE Médico ESF US Forte São João ARLENE RIBEIRO MODENESI Médico Geriatra - Centro de Referência de Atenção ao Idoso ARLINDA MARA ALVES LOURENÇO Fisioterapeuta Gerência de Atenção à Saúde / Coordenação de Atenção Básica BRUNELA PASSOS BORJAILLE Médico Reumatologista - Centro Municipal de Especialidades/Centro CAMILA CUZZUOL PIMENTEL Médico Reumatologista - Centro Municipal de Especialidades/Santa Luiza CAMILA GUIMARÃES MORGATO HORTA Medico Oftalmologista Centro Municipal de Especialidades/Centro CARLOS HENRIQUE SEGAL JUNIOR 3

4 Médico Urologista Centro de Referência DST/AIDS CARMEN DOLORES GONÇALVES BRANDÃO Médico Endocrinologista - Centro Municipal de Especialidades/Santa Luiza CECILIANO JOSE SCHUNK DOS SANTOS Médico Acupunturista Centro Municipal de Especialidades/Centro CLAUDIA MARIA LEAL COSER Médico Psiquiatra Centro de Prevenção e Tratamento de Toxicômanos CLAUDIA REIS CARDOSO DE MELO Médico ESF US Jardim Camburi CLAUDIA RUA ALVES Enfermeira Gerência de Atenção à Saúde CLEYTON D. LOVATTI Médico ESF US Consolação CLEVERSON GOMES DO CARMO JUNIOR Médico Ginecologista/Obstetra Centro Municipal de Especialidades/Centro CRISTINA BARBOSA BRACONI Enfermeira/Gerente Gerência de Regulação, Controle e Avaliação DANIEL LIRA MARTINS Médico Psiquiatra Centro de Atendimento Psicossocial DANIELA BERGAMIM PEREIRA Médico Reumatologista Centro Municipal de Especialidades/Centro DANIELA M. PICCIN Médico Pediatra US Jardim Camburi DANYELA GOMES CABALINE VIANA Médico ESF US Maruípe DENISE SANTOS SCHENEIDER Odontóloga - Auditoria DEYSE LIRIO MACIEL Médico Clínica Geral US Jardim Camburi DIRCE CELESTINO ROCHA Médico Pediatra Gerência de Atenção à Saúde/Referência Técnica Saúde da criança DUSE ELIONORA MORAIS SPELTA Assistente Social Gerência de Atenção à Saúde/Referência técnica da Atenção Básica EDIMAR FAVARO Médico Ortopedista - Centro Municipal de Especialidades/Centro EDUARDO AMARAL DOS SANTOS NETO Médico Regulador Gerência de Regulação, Controle e Avaliação/Coordenação do Complexo Regulatório EDUARDO M. G. DE OLIVEIRA Médico ESF US Jardim da Penha ELAINE GUEDES G. DE OLIVEIRA Médico Pediatra US Avelina ELAINE MOREIRA DA COSTA Enfermeira Gerência de Atenção à Saúde/Referência técnica da saúde da mulher 4

5 ELIDA ALVES LEAL Médico Dermatologista US Vitória ELYZABETH FALK ZANELLO Médico ESF US Jesus de Nazareth ELTON LEONARDO DE OLIVEIRA LOPES Médico Regulador Gerência de Regulação, Controle e Avaliação/Coordenação do Complexo Regulatório EMILIA DE MATTOS GOUVÊA CRISTELO Médico Auditora - Auditoria ENEIDA FARDIM P. BASTOS Médico Pediatra Gerência de Atenção à Saúde / Referência Técnica Saúde da Criança ERICA MIRANDA CARNEIRO Fisioterapeuta Centro de Referência de Atenção ao Idoso ESTEPHANIA G. NOGUEIRA Médico ESF US Santa Martha FÁBIO MERCON VIEIRA JUNIOR Médico Acupunturista Centro Municipal de Especialidades/Centro FABIOLA PONTIN PEREIRA Médico ESF US Maruípe FERNANDA CÓ E GOMES TARDIM Médico Acupunturista Centro Municipal de Especialidades/Centro FLAVIA GIMENES AZEVEDO Médico Homeopata US Forte São João FLAVIA MATTOS VIEIRA Médico Homeopata US Forte São João FLAVIA PIAZZAROLLO MADEIRA Médico Homeopata US Forte São João FRANCISCO FEO Médico ESF US Maruípe GLEICI GRASSI Assistente Social Gerência de Atenção à Saúde / Coordenação de Assistência Especializada GLEIDE MARA MARINHO CARONI Médico Proctologista Centro Municipal de Especialidades GUACIRA MENDES LOMEU Nutricionista Gerência de Vigilância Sanitária INGRID TELLES MUNHÃO Médica ESF US Consolação ISABELLA QUINTAS SCHIRMER Médico Reguladora Gerência de Regulação, Controle e Avaliação/Coordenação do Complexo Regulatório ITAMAR DE QUEIROZ PEREIRA FILHO Médico Neurologista Centro Municipal de Especialidades/Centro IZIS B. GONÇALVES NOGUEIRA Médico ESF US Fonte Grande 5

6 JACKSON SPERANDIO Médico ESF US Ilha das Caieiras JANAINA FERRARI C. C. MARCHI Médico ESF US Praia do Suá JOÃO LUIZ DE MORAES Médico Homeopata US Forte São João JULIA FABRES DO CARMO Fisioterapeuta Gerência de Atenção à Saúde LAIZZA CORREA FINAMORE CARLOS Médica ESF US Vitória LARISSA MIRANDA COSTA Médico ESF US Santa Martha LEONARDO DE PAULA LAPARIZI Médico Neurologista Centro Municipal de Especialidades de Santa Luiza LEOPOLDO MARQUES MOREIRA Coordenador Gerência de Atenção à Saúde/Referência Técnica de Especialidades LIANA ANTONUCCI REIS Fisioterapeuta Centro de Referência de Atenção ao Idoso LIVIA LEONOR S. PREST Médico Pediatra US Jardim Camburi LIVIA MATAVELLI SANTOS Médico ESF US Forte São João LUCIA MARIA PERINI BORJAILE Médico Pediatra US Vitória LUCIANO DE LIMA BARBOSA Médico Dermatologista US Santo André LUCIENE GONÇALVES DA SILVA Coordenadora - Gerência de Vigilância em Saúde/ Coordenação Vigilância saúde trabalhador LUCIENE SANTOS COSTA Médico Acupunturista Centro Municipal de Especialidades/Centro LUCIMAR NEDEA DE ARAUJO CEOLIN Médico ESF US São Pedro V LUIZ FERNANDO FREITAS GUEDES Médico Homeopata US Forte São João LUIZ FERNANDO MACHADO BARBOSA Médico Cardiologista Centro Municipal de Especialidades/Centro LUIZA HELENA CASTRO VICTAL E BASTOS Psicóloga Gerência de Atenção à Saúde/Referência Técnica de Saúde Mental MAGDA TELHAROLLI BOTELHO Médico ESF US Favalessa MARCELA ABBADE DETTOGNI Médico Ginecologista/Obstetra Centro Municipal de Especialidades/Centro 6

7 MARCELO ZONAIN DE ALMEIDA Médico Urologista US Santo André MARCIA CRUZ PEREIRA ANDRIOLO Médico Pediatra Gerência de Atenção à Saúde/Referência Técnica Saúde da Criança MÁRCIA REGINA DOS ANJOS BRANDÃO Médico Pediatra Gerência de Vigilância Epidemiológica MARCOS REZENDE Médico ESF Us Ilha das Caieiras MARGARETH GARCIA DE FREITAS Enfermeira Reguladora Gerência de Regulação, Controle e Avaliação/Coordenação do Complexo Regulatório MARGARET MIRIAN SCHERRER DE ABREU Gerência de Atenção à Saúde/Referência Técnica Programa Saúde do Escolar MARIA APARECIDA GAVA FERRÃO Médico Ginecologista/Obstetra Gerência de Atenção à Saúde/Equipe Matricial MARIA APARECIDA MOREIRA RAPOSO Enfermeira Gerência de Atenção à Saúde/Referência Técnica Saúde do Idoso MARIA AUXILIADORA DE SOUZA MURARI Nutricionista Gerência de Atenção à Saúde/Referência Técnica MARIA CRISTINA RIBEIRO LOURO Médico Cardiologista Centro Municipal de Especialidade/Centro MARIA DA PENHA LOPES VICTOR Médico Clínico US Bairro República MARIA DAS DORES OLIVEIRA Assistente Social Gerência de Regulação, Controle e Avaliação/Coordenação do Complexo Regulatório MARIA DAS DORES CARNEIRO FARIAS Pedagoga - Gerência de Atenção à Saúde/Referência Técnica Saúde do Adolescente e Jovem MARIA HELENA FERNANDES BARBOSA Enfermeira Gerência de Atenção à Saúde/Referência Técnica Saúde da Criança MARIANA GOMES FIGUEIREDO Médico ESF US Vitória MARIANA MENEGUELLI DAGUSTINHO Farmacêutica/Gerente Gerência Assistência Farmacêutica MARLOS C. BRITO REZENDE Médico ESF US Ilha das Caieiras MARLUCIA COIMBRA MARTINS Médico Pediatra Gerência de Atenção à Saúde/Referência Técnica Saúde do Adulto MARTA COLLE ALVES Enfermeira/Diretora Centro de Referência DST/AIDS MILENA GERHARAT Médico Clínico US Bairro República MÔNICA TANAKA PAGANOTTI Fisioterapeuta Gerência de Atenção à Saúde/Referência Técnica da Atenção Básica 7

8 NAASSON CESÁRIO RIBEIRO Médico ESF US Maruípe NAILA GRAÇA ARRUDA RANGEL BERSAN Médico ESF US Maruipe NEIDE APARECIDA TOSATO BOLDRINI Médicao Ginecologista- Centro de Referência DST/ AIDS NELSON IMAMURA Médico Homeopata - US Jardim Camburi NILCEA FERREIRA DOS SANTOS Médico ESF US Santa Tereza NILO SÉRGIO A. SALLES Médico Ginecologista US Jardim Camburi NÍVEA NITZ WILLI SCHINEIDER Fisioterapeuta Gerência de Atenção à Saúde NORMA PÉRSIO Médico Homeopata - US Forte São João PATRICIA CATELAN MARQUES Assistente Social Gerência de Regulação, Controle e Avaliação / Coordenação de Regulação PATRICIA MELCHIORS Enfermeira Gerência de Vigilância Sanitária / Saúde do Trabalhador PAULA ABREU DA FONSECA Fisioterapeuta Gerência de Atenção à Saúde/Referência Técnica da Atenção Básica PAULO ROBERTO DA SILVEIRA Médico Gerência de Vigilância Sanitária PAULO SILLUZIO BORTO Médico Acupunturista US Jabour PEDRO VIEIRA CARRANCHO Médico Pediatra US Bairro República REGINA CELIA CARNEIRO Médico Neurologista Centro Municipal de Especialidades/Centro REGINA MARIA FERREIRA Médico Pediatra - Gerência de Atenção à Saúde/Referência Técnica saúde da criança RENATA MARIA SALES MADUREIRA Assistente Social Gerência de Atenção à Saúde/Referência Técnica Saúde de Idoso RENZO VENTURINI Médico ESF US Resistência RITA DE CASSIA DOS PASSOS SOUZA Médico Pediatra Gerência de Atenção à Saúde/Referência Técnica saúde do Adolescente ROBERTA PARANHOS FRAGOSO Médico Gastroenterologista Infantil Gerência de Atenção à Saúde/Referência Técnica Saúde da Criança ROBERTO RAMALHETE Médico Psiquiatra US Forte São João 8

9 RODRIGO SANTOS DA SILVA Médico ESF US Bairro da Penha ROSANA ARPINI COSTA PAGUNG Médico Cardiologista Centro Municipal de Especialidades/Centro ROSANGELA LOUREIRO DALAPICOLA Coordenadora Gerência de Regulação, Controle e Avaliação/Coordenação do Complexo Regulatório ROSSANA ROBERTS VARGAS Médico Acupunturista US Forte São João RUBENS LUIS VALLANDRO Médico Gastroenterologista Centro Municipal de Especialidades/Centro SAMYA BULLUS MAIMENTI RONCHI Médico Cardiologista Centro Municipal de Especialidades/Centro SANDRA MARIA AMARAL BOURGUIGNON Médico ESF US Consolação SANDRA MARIA BISSOLI Assistente Social Gerência de Atenção à Saúde/Referência Técnica Saúde de Idoso SERGIO RENATO MIRANDA TORRES Médico Ginecologista - Escola Técnica do SUS SHEILA CRISTINA SOUZA CRUZ Coordenadora Gerência de Atenção à Saúde/Atenção básica SHEILA TEIXEIRA ZAMBON Farmacêutica Gerência Farmacêutica/Referência Técnica SIMONE CALMON RANGEL Médico Proctologista Centro Municipal de Especialidades/Centro SIMONE FIALHO PEREIRA PIMENTEL MARTINS Médico Cardiologista Centro Municipal de Especialidades/Centro SORAYA DA SILVA CARVALHO Médico ESF US Ilha do Príncipe SUELY RODRIGUES RANGEL Enfermeira Gerência de Atenção à Saúde/Referência Técnica de Especialidade SUMAIA SALUME Médico Homeopata Centro Municipal de Especialidades/São Pedro SUZELLE SOUZA PONTES MELATTI Médico ESF US Vitória TAÍS CAMPOLINA COHEN Médica ESF US Consolação TAMARA NASCIMENTO ORTOLAN Enfermeira Gerência de Atenção à Saúde/Referência Técnica TÂNIA REGINA PÓVOA CANUTO Médico Dermatologista Centro Municipal de Especialidades/Centro TARCISO PASSOS MAIA Médico Pediatra US Vitória 9

10 TATIANI ALMEIDA LOUZADA SANT ANNA Médico ESF US Jesus de Nazareth VALÉRIA MARAI A. GRIJÓ Médico Clínico Geral US Jardim Camburi VANIA LÚCIA TORRES MARQUES Médico Pediatra US Jardim Camburi VERUSKA SEGATT GARCIA DA SILVA Farmacêutica Gerência de Assistência Farmacêutica/Referência Técnica VERA LUCIA TAQUETE MACHADO Médica Homeopata Gerência de Atenção à Saúde/Referência Técnica/Programa Saúde do Escolar WARLEN LUIS MARTINS TORRES Médico Geriatra Centro de Referência de Atenção à Saúde do Idoso WELLINGTON PINTO CERQUEIRA FILHO Médico Geriatra Centro de Atenção à Saúde do Idoso 10

11 Prefeitura de Vitória Secretaria Municipal de Saúde Gerência de Regulação, Controle e Avaliação INTRODUÇÃO O município de Vitória, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, com o propósito de avançar na gestão da assistência assumindo os serviços de média e alta complexidade ambulatorial do SUS, e com vistas à política de regulação, vem desenvolvendo ações para consolidar a atenção integral à saúde do cidadão. A Secretaria Municipal de Saúde de Vitória, objetivando organizar a relação entre a oferta e a demanda e qualificar o acesso da população aos serviços de saúde, propõe a implantação dos Protocolos de Regulação da Assistência, que são instrumentos de ordenação dos fluxos de encaminhamento que qualificam o acesso e viabilizam a atenção integral ao paciente, entre os diferentes níveis de complexidade. O presente protocolo relaciona os critérios para regulação, pelo SUS/Vitória, de procedimentos ambulatoriais eletivos, em consonância com protocolos e práticas clínicas atuais e a organização hierarquizada do sistema de assistência ambulatorial, definindo os limites resolutivos de cada um deles. É fundamental que este protocolo seja utilizado pelos profissionais, no sentido de nortear e qualificar os encaminhamentos entre os níveis de atenção, garantindo o princípio da equidade. O protocolo apresentado é dinâmico, cabendo sempre sua revisão através do processo de discussão e implementação que podem ser aprimorados com base na aplicabilidade da prática diária. Nossos agradecimentos a todos que, direta ou indiretamente, contribuíram para tornar realidade a elaboração do Protocolo de Regulação da Assistência, esperando que com a utilização deste instrumento continuem sendo atores ativos na efetivação da Política Municipal de Regulação, focando sempre a integralidade do cuidado à saúde. 11

12 CONCEITOS PARA ORGANIZAÇÃO DO ACESSO AOS SERVIÇOS DE MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE AMBULATORIAL Entende-se como Regulação a ordenação do acesso aos serviços de assistência à saúde. Esta ordenação atua pelo lado da oferta, buscando aperfeiçoar os recursos assistenciais disponíveis e pelo lado da demanda, buscando garantir a melhor alternativa assistencial diante da necessidade de atenção e assistência à saúde da população. O que temos de fato é que a regulação trouxe para o SUS um novo dimensionamento: como não há oferta suficiente, o sistema deverá regular essa oferta de forma equânime, porém com vistas a garantir o acesso. Como diretriz para essa regulação, as solicitações de procedimentos serão classificadas nos seguintes níveis de prioridade: ROTINA: deve ser agendada por ordem de antigüidade. São aqueles encaminhamentos que não possuem nenhuma referência quanto à gravidade e/ou prioridade de marcação. Deverão seguir rigorosamente a ordem cronológica de entrada na lista de espera da Unidade de Saúde. PRIORIDADE: A prioridade deverá ser definida pelo profissional, médico ou cirurgião dentista, que encaminhou o paciente, podendo o regulador/autorizador - médico ou cirurgião-dentista - reavaliar e modificar a prioridade com base nas informações descritas nas solicitações. Prioridade I P1 (vermelho) São aqueles que não podem aguardar a espera através de lista de espera, sob pena de piora do quadro clínico do paciente. Os encaminhamentos deverão ser registrados exclusivamente pelo médico assistente do paciente, onde deverá estar descrita a JUSTIFICATIVA CLÍNICA E HIPÓTESE DIAGNÓSTICA. Prioridade II P2 (amarelo) São aqueles cuja demora no agendamento pode alterar a conduta a ser seguida, ou cuja demora implique em quebra do acesso a outros procedimentos como a realização de cirurgias, medicamento de alto custo, pericia medica, laudo cirúrgico, entre outros. A prioridade no atendimento deve ser registrada pelo médico, cirurgião dentista e enfermeiro da unidade de saúde ou indicada pelo diretor da unidade, sendo obrigatório o preenchimento de sua justificativa. 12

13 Observações a serem consideradas no preenchimento de todas as solicitações de Consultas com os Especialistas Toda solicitação para especialistas deve ser feita em guia de encaminhamento; Toda solicitação de consultas com especialistas para ser realizada deve estar preenchida corretamente, de maneira legível e em todos os campos: nome completo, idade, número do prontuário, sexo e origem do paciente; Descrever o quadro clínico (anamnese e exame físico) que justifique o pedido, principalmente se for indicado prioridade, descrevendo ou anexando também resultados de exames prévios, relacionados ao quadro, se realizados; Cada requisição de consulta deve conter apenas 1 (um) encaminhamento de maneira legível; É necessário data da solicitação e identificação do médico, com carimbo e assinatura; O formulário de Requisição de Consultas deve estar identificado, com o carimbo da Unidade de Saúde onde o paciente foi atendido, que servirá para a contra-referência; Toda requisição de consulta agendada via SISREG, deverá conter o número chave gerado pelo sistema (anexado com a guia ou transcrito no verso do mesmo). Observações a serem consideradas no preenchimento de todas as solicitações de Exames Toda solicitação de exame/procedimento deve ser feita em documento próprio (SADT); Os exames/procedimentos a serem solicitados são aqueles aceitos e consolidados pelo Ministério da Saúde, pela tabela do Sistema de Informações Ambulatoriais SIA/SUS; Toda solicitação de exame/procedimento para ser realizada deve estar preenchida corretamente, de maneira legível e em todos os campos: nome completo, idade, número do prontuário, sexo e origem do paciente; Descrever o quadro clínico (anamnese e exame físico) que justifique o pedido, principalmente se for indicado prioridade, descrevendo ou anexando também resultados de exames prévios, relacionados ao quadro, se realizados; Cada requisição de Exame deve conter apenas 1 (um) pedido de Exame, preenchido de maneira legível de acordo coma descrição da Tabela de Procedimentos do SIA/SUS ; É necessário data da solicitação e identificação do médico, com carimbo e assinatura; O formulário de Requisição de Exames deve estar identificado com o carimbo da Unidade de Saúde, onde o paciente foi atendido. Toda requisição de exame/procedimento agendada via SISREG, deverá conter o número chave gerado pelo sistema (anexado com a guia ou transcrito no verso do mesmo). 13

14 CENTRAL MUNICIPAL DE REGULAÇÃO INTRODUÇÃO: O processo de implantação da Central de Regulação do Município de Vitória iniciou-se em fevereiro de 2008, em regime de parceria com o DATASUS/MS, com a utilização do Sistema de Regulação-SISREG com o módulo de consultas e exames especializados, interligando as Unidades de referência secundária às Unidades Básicas de Saúde do município. A implantação da Central de Regulação de Consultas e Exames Especializados apresentou como proposta a organização do atendimento nas especialidades de serviços de saúde do município de Vitória, com o objetivo principal de agendar os procedimentos especializados referenciados pelas Unidades Básicas de Saúde e realizadas pelo SUS (incluindo aquelas prestadas pelos serviços próprios e conveniados), agilizando e facilitando o acesso dos usuários à atenção secundária e mantendo o princípio de equidade na distribuição das mesmas. O QUE É SISREG? Sistema de Regulação-SISREG, que informatiza a Central de Regulação, desenvolvido pelo Ministério da Saúde/DATASUS. COMO ACESSAR? Cada Unidade de Saúde do Município acessa este sistema que funciona via web, on line, todos os dias da semana, ficando à disposição, dentro do horário de funcionamento de cada Unidade de Saúde, a operacionalização do sistema. Para acessar o SISREG, deverá a Unidade entrar na internet e acessar o site: htpp//sisregiii.saude.gov.br A regulação do acesso funciona com o princípio da equidade, por isso alguns procedimentos são regulados. Em função da necessidade, o procedimento deve ser solicitado aos médicos reguladores, que avaliarão a real necessidade do usuário, baseada nos dados clínicos informados e no protocolo de regulação, para então liberar a vaga imediatamente ou não, definindo a prioridade. Para acionar o profissional regulador, a unidade solicitante ou a unidade executante poderá dispor de duas formas: 14

15 1. SISREG, 2. Telefones da Central de Regulação: e ÍNDICE PROTOCOLOS DE ENCAMINHAMENTOS PARA CONSULTAS E EXAMES ESPECIALIZADOS CONSULTAS DE ESPECIALIDADES INTRODUÇÃO CONCEITOS PARA ORGANIZAÇÃO DO ACESSO CENTRAL MUNICIPAL DE REGULAÇÃO PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM ACUPUNTURA PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM ALERGOLOGIA INFANTIL PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM CARDIOLOGIA... PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM CIRURGIA DE MÃO PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM CIRURGIA PEDIÁTRICA PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM CIRURGIA PLÁSTICA PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM CIRURGIA TORÁCICA PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM CIRURGIA VASCULAR PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM DERMATOLOGIA PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM ENDOCRINOLOGIA PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM GASTROENTEROLOGIA PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM HOMEOPATIA PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM HEMATOLOGIA INFANTIL PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM MASTOLOGIA PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM NEFROLOGIA PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM NEUROLOGIA PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM OFTALMOLOGIA PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM ORTOPEDIA PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM OTORRINOLARINGOLOGIA PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM PNEUMOLOGIA PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM PRE NATAL DE ALTO RISCO PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM PROCTOLOGIA PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM PSIQUIATRIA PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM REUMATOLOGIA PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM UROLOGIA PROTOCOLO SUGERIDO PARA ACESSO AO CRAI PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM FISIOTERAPIA PROTOCOLO SUGERIDO PARA CIRURGIAS AMBULATORIAIS EXAMES ESPECIALIZADOS 22 PROTOCOLO SUGERIDO PARA EXAMES EM CARDIOLOGIA Cateterismo cardíaco - Eletrocardiograma (ECG) - Holter de 24 horas 15

16 - Monitoração ambulatorial de pressão arterial (MAPA) - Teste Ergométrico (Teste de Esforço) PROTOCOLO SUGERIDO PARA EXAMES EM GASTROENTEROLOGIA Colonoscopia - Endoscopia digestiva alta (Esofagogastroduodenoscopia) - Retossigmoidoscopia PROTOCOLO SUGERIDO PARA EXAMES EM MEDICINA NUCLEAR Cintilografia - Ressonância Magnética - Tomografia Computadorizada PROTOCOLO SUGERIDO PARA EXAMES EM NEUROLOGIA Eletroencefalograma - Eletroneuromiografia PROTOCOLO SUGERIDO PARA EXAMES EM OFTALMOLOGIA Biometria - Campimetria - Mapeamento de retina - Retinografia - Curva diária de pressão (curva tensional diária ) - Fotocoagulação a laser - Gonioscopia - Topografia de córnea - Tomografia do nervo óptico - Yag laser - Capsolotomia a Yag laser - Iridotomia a laser - Microscopia especular da córnea - Eletroretinografia - Paquimetria ultrassonica PROTOCOLO SUGERIDO PARA EXAMES EM OTORRINOLARINGOLOGIA Audiometria Audiometria tonal limiar (via aérea/óssea) Emissões Otoacústicas evocadas para triagem auditiva Emissões Otoacústicas evocadas para triagem e produtos de distorção Imitanciometria Logoaudiometria (LDV- IRF LRF) Potencial evocado auditivo para triagem auditiva - Videolaringoscopia PROTOCOLO SUGERIDO PARA EXAME EM PNEUMOLOGIA Prova de Função Pulmonar completa - Prova ventilatória ou espirometria - Broncoscopia/Broncofibroscopia com biópsia - Polissonografia PROTOCOLO SUGERIDO PARA EXAMES EM RADIODIAGNÓSTICO Arteriografia - Clister opaco - Densitometria óssea - Histerossalpingografia - Mamografia - RX simples - Uretrocistografia miccional - Urografia excretora PROTOCOLO SUGERIDO PARA EXAMES EM ULTRASSONOGRAFIA Ecocardiograma transtorácico - Ultrassonografia da Bolsa Escrotal - Ultrassonografia da Mamaria Bilateral - Ultrassonografia da Próstata (via abdominal e transretal) 16

17 - Ultrassonografia da Tireóide - Ultrassonografia das Articulações e Partes Moles - Ultrassonografia de Doppler Colorido de Vasos da Artéria Aorta Abdominal - Ultrassonografia de Doppler Colorido de Vasos das Artérias dos Membros Inferiores - Ultrassonografia de Doppler Colorido de Vasos das Artérias dos Membros Superiores - Ultrassonografia de Doppler Colorido de Vasos das Artérias Renais - Ultrassonografia de Doppler Colorido de Vasos de Carótidas e Vertebrais - Ultrassonografia de Doppler Fluxo Obstétrico - Ultrassonografia de Doppler Colorido das Veias Cervicais - Ultrassonografia de Doppler Colorido das Veias dos Membros Inferiores - Ultrassonografia de Doppler Colorido das Veias dos Membros Superiores - Ultrassonografia do Globo Ocular e Órbita - Ultrassonografia do Abdome Superior - Ultrassonografia do Abdome Total - Ultrassonografia do Tórax (extracardíaca) - Ultrassonografia do Aparelho Urinário - Ultrassonografia Obstétrica - Ultrassonografia Pélvica Ginecológica e Transvaginal - Ultrassonografia Transfontanela PROTOCOLO SUGERIDO PARA EXAMES EM UROLOGIA Cistoscopia e/ou Ureteroscopia e/ou Uretroscopia - Estudo Urodinâmico - Avaliação Urodinâmica completa Cistometria com cistometro Cistometria simples Perfil de pressão uretral Urofluxometria Avaliação urodinâmica completa - Litotripsia Extracorpórea PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM ACUPUNTURA Motivos para encaminhamento Afecções do sistema osteomuscular 17

18 Afecções de pele Afecções no pulmão e vias respiratórias Afecções no estômago e intestinos Afecções nos rins Afecções do sistema nervoso Afecções do sistema endócrino Afecções dos órgãos dos sentidos Afecções psíquicas e psicossomáticas Afecções femininas Gestação e amamentação Câncer 1. Afecções do sistema osteomuscular Distensão muscular Cervicalgia Cervicobraquialgia Disfunção da ATM Lombalgia aguda Lombociatalgia Torcicolo agudo Ciatalgia aguda Dor no joelho Epicondilite lateral (cotovelo de tenista) Ombralgia Fibromialgia Fasceite plantar (esporão de calcâneo) Osteoartrite Artrite reumatóide Critérios para encaminhar para regulação: Lombalgia aguda, Torcicolo agudo, Ciatalgia aguda. Prioridade P1 2. Afecções de pele Eczema Herpes zoster Neuropatia herpética Psoríase vulga Critérios para encaminhar para regulação: Neuropatia herpética Prioridade P1 3. Afecções no pulmão e vias respiratórias Rinite alérgica Sinusite crônica Critérios para encaminhar para regulação: Não há 18

19 Agendar pela Rotina 4. Afecções no estômago e intestinos Epigastralgia Dispepsia Soluços Constipação Gastrite crônica Cólon irritável Critérios para encaminhar para regulação: Não há Agendamento na rotina 5. Afecções nos rins Incontinência Infecção urinária recorrente Enurese noturna Critérios para encaminhar para regulação: Não há Rotina 6. Afecções do sistema nervoso Enxaqueca Tontura / Labirintite Crises de labirintite Neuralgia do trigêmeo Seqüela AVC Paralisia facial periférica Cefaléia Critérios para encaminhar para regulação: crise de labirintite, neuralgia trigêmeo, paralisia facial periférica Prioridade P1 7. Afecções psíquicas e psicossomáticas Depressão leve / moderada Transtorno de ansiedade Insônia Síndrome do pânico Síndrome de abstinência Critérios para encaminhar para regulação: Não há Agendamento na rotina 8. Afecções femininas TPM Dismenorréia primária 19

20 Infertilidade Síndrome do climatério Critérios para encaminhar para regulação: Não há Agendamento na rotina 9. Gestação e amamentação Náuseas e vômitos Lactação deficiente Critérios para encaminhar para encaminhar para regulação: Náuseas e vômitos Prioridade P1 10. Câncer Reações adversas ao tratamento de radioterapia e/ou quimioterapia Dor causada por câncer Critérios para encaminhar para regulação: dor causada por câncer Prioridade P1 20

21 PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM ALERGOLOGIA INFANTIL Motivos para encaminhamento Asma Dermatite Atópica Urticária e Angioedema Alergia Alimentar 1. Asma Encaminhar: casos de asma persistente, moderada ou grave, asma com outras doenças alérgicas, com infecções de repetição, com atraso no desenvolvimento pôndero-estatural ou dúvidas de diagnóstico. Os bebês chiadores deverão ser encaminhados seguindo os mesmos critérios acima. Exames complementares necessários: RX de tórax, EPF, IgE específica Critérios para encaminhar para a regulação: Asma descontrolada e intercrises. Prioridade P1 2. Dermatite Atópica Encaminhar: pacientes graves e de difícil controle associados com outras doenças alérgicas. Exames complementares necessários: IgE específica Critérios para encaminhar para a regulação: pacientes graves e de difícil controle associados com outras doenças alérgicas Prioridade P2 3. Urticária e Angioedema Encaminhar: todos os quadros graves (acompanhados de anafilaxia), quadros leves a partir do segundo episódio e urticária crônica quando os sintomas persistem por mais de 6 semanas. OBS: na crise aguda o paciente deve ser encaminhado para o PA ou OS. Exames complementares necessários: Hemograma, Urocultura, VHS, EPF, C4, IgE Critérios para encaminhar para a regulação Paciente com crises graves recorrentes e com fator etiológico desconhecido. Prioridade P1 4. Alergia Alimentar Encaminhar: pacientes com reações graves. OBS: na crise aguda o paciente deve ser encaminhado para o PA ou PS. 21

22 Exames complementares necessários: IgE Critérios para encaminhar para a regulação Pacientes descompensados. Prioridade P1 22

23 PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM CARDIOLOGIA Motivos para encaminhamento Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) de difícil controle Avaliação cardiológica para população acima de 45 anos (sexo masculino) e 50 anos (sexo feminino) Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC) Insuficiência Coronariana Dor Torácica / Precordialgia Sopros / Valvulopatias estabelecidas Parecer Cardiológico Pré-Operatório Miocardiopatias Avaliação para atividade física para pacientes com risco cardiovascular médio/alto Arritmias Cardiopatias congênitas, Gravidez com cardiopatia 1. Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) de difícil controle Encaminhar: pacientes com HAS moderada ou severa, sem controle clínico, associado com a presença de alterações em órgão-alvo ou aqueles com co-morbidades devendo o médico que solicitar a avaliação justificar com clareza o que deseja do encaminhamento. Exames Complementares Necessários: Hemograma com plaquetas, Glicemia de jejum, Colesterol total e frações, Triglicerídeos, Uréia, Creatinina, Ácido úrico,sódio, Potássio, EAS ECG RX de tórax OBS: Caso o paciente tenha feito outros exames, como: Ecocardiograma, MAPA ou ultra-sonografia de abdômen orientar o paciente a levar esses exames e resultados para a consulta. Critérios para encaminhar para a regulação: HAS severa com sinais de doenças associadas descompensada (ICC, diabetes mellitus (DM) Doença vascular periférica Doença cérebro vascular (acidente isquêmico ou hemorrágico) Coronariopatias (pós-cirurgia cardíaca e/ou pós angioplastia) Insuficiência Renal Crônica (IRC) Prioridade P1 1ª consulta Prioridade P2 retorno 2. Avaliação cardiológica para pessoas acima de 45 anos (sexo masculino) e 50 anos (sexo feminino), que apresentem risco intermediário/alto (Framinghan ou outros scores) e/ou comorbidades e/ou Lesões órgãos alvo Encaminhar: com resultado do Score. 23

24 Exames Complementares Necessários: Hemograma com plaquetas, Glicemia de jejum, Colesterol total e frações, Triglicerídeos, Uréia, Creatinina, Ácido úrico, Sódio, Potássio, EAS ECG RX de tórax OBS: Caso o paciente tenha feito outros exames como: Ecocardiograma, teste ergométrico, ultrasonografia de abdômen ou outros, orientar o paciente a levar esses exames e resultados para a consulta. Critérios para encaminhar para a regulação: Pacientes acima de 45 anos (sexto masculino) e 50 anos (sexo feminino), que apresentem risco intermediário/alto (Framinghan ou outros scores)e/ou comorbidades e/ou lesões órgãos alvo. Prioridade P2 3. Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC) Encaminhar: todos os pacientes de ICC, descrevendo os sinais e sintomas que justifiquem o encaminhamento. Exames Complementares Necessários: Hemograma com plaquetas, Glicemia de jejum, Colesterol total e frações, Triglicerídeos, Uréia, Creatinina, Ácido úrico, Sódio, Potássio, EAS ECG RX de tórax OBS: Caso o paciente tenha feito outros exames, como: Ecocardiograma, Holter 24 horas, sorologia para chagas e outros, orientar o paciente a levar esses exames e resultados para a consulta. Critérios para encaminhar para a regulação todas as ICC. Prioridade P1-1ª consulta ou casos descompensados. Prioridade P2 - retorno 4. Insuficiência Coronariana Encaminhar: pacientes com Doença Coronariana estabelecida, em tratamento clínico e/ou pós Infarto Agudo do Miocárdio, pós revascularização cirúrgica do miocárdio e pós angioplastia. Exames Complementares Necessários: Hemograma com plaquetas, Glicemia de jejum, Colesterol total e frações, Triglicerídeos, Uréia, Creatinina, Ácido úrico, Sódio, Potássio, EAS ECG RX de tórax OBS: Caso o paciente tenha feito outros exames como: Ecocardiograma transtorácico ou com stress farmacológico, cintilografia do miocárdio, teste ergométrico, dosagem de enzimas cardíacas, cateterismo e outros, orientar o paciente a levar esses exames e resultados para a consulta. Nos casos de intervenção coronariana levar laudo da angioplastia ou da cirurgia cardíaca (mesmo que sejam antigos). Critérios para encaminhar para a regulação - dor torácica de início recente (em esforço ou repouso). Prioridade P1 1ª consulta ou casos descompensados. 24

25 Prioridade P2 - retorno 5. Dor Torácica / Precordialgia Caracterizar a Dor Precordial, se típica ou atípica, de acordo com os sintomas descritos pelo paciente. Descrever a presença ou não de Diabetes Mellitus, Insuficiência Renal, Pneumopatia, obesidade, dislipidemias e tabagismo. Exames Complementares Necessários: Hemograma com plaquetas, Glicemia de jejum, Colesterol total e frações, Triglicerídeos, Uréia, Creatinina, Ácido úrico, Sódio, Potássio ECG RX de tórax OBS: Caso o paciente tenha feito outros exames como: Ecocardiograma transtorácico ou com stress, cintilografia do miocárdio, teste ergométrico, dosagem de enzimas cardíacas e cateterismo, orientar o paciente a levar esses exames e resultados para a consulta (mesmo que sejam antigos). Critérios para encaminhar para a regulação - Dor torácica com características de Angina estável. Prioridade P1 1ª consulta ou casos descompensados. Prioridade P2 - retorno 6. Sopros / Valvulopatias estabelecidas Encaminhar: pacientes com diagnóstico de valvulopatia pré estabelecida e os pacientes com alterações de ausculta, excluindo causas clínicas como anemia. Exames Complementares Necessários: Hemograma com plaquetas, Glicemia de jejum, Colesterol total e frações, Triglicerídeos, Uréia, Creatinina, Ácido úrico, Sódio, Potássio ECG RX de tórax OBS: Caso o paciente já tenha feito eletrocardiograma, RX de tórax e Ecocardiograma transtorácico ou transesofágico, orientar o paciente a levar esses exames e laudos de possíveis intervenções realizadas, para a consulta (mesmo que sejam antigos). Critérios para encaminhar para a regulação Pacientes com sinais de descompensação cardíaca,sopro recente e/ou modificação do sopro. Prioridade P1 1ª consulta ou casos descompensados. Prioridade P2 - retorno 7. Parecer Cardiológico Pré-Operatório / Avaliação do risco Cirúrgico Encaminhar: paciente com indicação cirúrgica descrita para avaliação de risco cardiológico. OBS: Deve existir tempo hábil para avaliação do cardiologista, e, caso necessário, o retorno. HDA e exame físico direcionado: informar o hospital em que o paciente será operado, o tipo de anestesia e a patologia que gerou a necessidade da cirurgia. Exames Complementares Necessários: Hemograma com plaquetas, Glicemia de jejum, TAP/PTTK, Creatinina, Sódio, Potássio ECG RX de tórax OBS: Caso o paciente tenha feito outros exames como, Ecocardiograma, cateterismo e outros, orientar o paciente a levar esses exames e resultados para a consulta. 25

26 Critérios para encaminhar para a regulação todos os casos. Prioridade P2 1ª consulta Prioridade P1 - retorno 8. Miocardiopatias Encaminhar: pacientes para esclarecimento diagnóstico ou aqueles com sinais de descompensação cardíaca. OBS: O paciente com sinal de descompensação cardíaca grave, deve ser encaminhado para o serviço de Emergência. HDA e exame físico direcionado (informar os antecedentes mórbidos importantes e o tratamento realizado). Exames Complementares Necessários: Hemograma com plaquetas, Glicemia de jejum, Colesterol total e frações, Triglicerídeos, Uréia, Creatinina, Ácido úrico, Sódio, Potássio, EAS ECG RX de tórax OBS: Caso o paciente tenha feito outros exames como, Ecocardiograma, hemograma, creatinina, potássio e sorologia para Chagas, orientar o paciente a levar esses exames e resultados para a consulta. Critérios para encaminhar para regulação todos os casos. Prioridade P1 ou P2 dependendo do quadro clínico 9. Avaliação cardiológica para atividade física Encaminhar: pacientes com risco cardiovascular de médio a alto risco, que vão iniciar ou que já praticam atividade física. HDA e exame físico detalhado e direcionado. Exames Complementares Necessários: Hemograma com plaquetas, Glicemia de jejum, Colesterol total e frações, Triglicerídeos, Uréia, Creatinina, Ácido úrico, Sódio, Potássio, EAS ECG RX de tórax OBS: Caso o paciente tenha feito outros exames como, eletrocardiograma, teste ergométrico e Ecocardiograma, orientar o paciente a levar esses exames e resultados para a consulta. Critérios para encaminhar para a regulação: Não há. Agendamento na rotina 10. Arritmias Encaminhar: pacientes com suspeita ou diagnóstico estabelecido de arritmia cardíaca, síncope ou pré síncope, história de marca-passo. Exames Complementares Necessários: Creatinina, Sódio, Potássio ECG RX de tórax 26

27 OBS: Caso o paciente tenha feito outros exames como, Ecocardiograma, cateterismo, teste ergométrico, holter e tilt teste, orientar o paciente a levar esses exames e resultados para a consulta. Critérios para encaminhar para a regulação - Paciente com diagnóstico de Insuficiência Cardíaca ou Insuficiência Coronariana associada, historia familiar de morte súbita precoce e mio-cardiopatia hipertrófica. Prioridade P1 1ª consulta Prioridade P2 - retorno 11. Cardiopatias congênitas Encaminhar: todos os casos. Exames Complementares Necessários: não há OBS: Caso o paciente tenha feito outros exames, como: Ecocardiograma, Holter 24 horas, sorologia para chagas e outros, orientar o paciente a levar esses exames e resultados para a consulta. Critérios para encaminhar para a regulação Casos descompensados. Prioridade P1 casos descompensados Prioridade P2 - retorno 12. Gravidez com cardiopatia Encaminhar: todos os casos. Exames Complementares Necessários: não há OBS: Caso o paciente tenha feito outros exames, como: Ecocardiograma, Holter 24 horas, sorologia para chagas e outros, orientar o paciente a levar esses exames e resultados para a consulta. Critérios para encaminhar para a regulação Todos os casos. Prioridade P1 27

28 PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO Motivos para encaminhamento Bócio e nódulos de tireóide Tumores de glândulas salivares Nódulos e massas cervicais Tumores e estenoses da laringe e traquéia cervical Tumores de cavidade oral e orofaringe Hiperparatireoidismo 1. Bócio e nódulos de tireóide Encaminhar em casos de indicações cirúrgicas: suspeita de malignidade, difícil controle clínico de hipertireoidismo, exoftalmopatia maligna, bócio mergulhante ou com desvio e estruturas nobres como traquéia, bócio inestético. Exames complementares necessários: Função tireoidiana (TSH e T4 livre) em nódulos maiores do que 1 cm (OBS: Para os menores a conduta é expectante), PAAF. Critérios para encaminhar para a regulação Cirúrgicos: tireoidectomia parcial ou total, se necessário, esvaziamento cervical. Prioridade P1 2. Tumores de glândulas salivares Encaminhar: pacientes para realizarem exerese de glândula com esvaziamento cervical, se necessário. Exames complementares necessários USG de glândulas salivares (USG de articulação) Critérios para encaminhar para a regulação Indicações cirúrgicas: neoplasias benignas e malignas, sialoadenite de repetição (mais de 3 episódios de dor ao ano). Prioridade P1 3. Nódulos e Massas Cervicais Encaminhar: pacientes com suspeita clínica ou pela PAAF de neoplasias benignas ou malignas, suspeita de doença granulomatosa (tuberculose, sarcoidose, etc.) para biópsia se a PAAF não puder confirmar o diagnóstico. 28

29 Exames complementares necessários: Rubéola, Toxoplasmose, HIV, sífilis e CMV Teste de Mantoux (PPD); Endoscopia digestiva alta: na suspeita de doença do refluxo gastroesofágico Critérios para encaminhar para a regulação Casos de neoplasias benignas e suspeitas de doenças granulomatosas. Prioridade P1 4. Tumores e estenoses da laringe e traquéia cervical Encaminhar: pacientes cirúrgicos ou oncológicos. Exames complementares necessários: Não há. Critérios para encaminhar para a regulação Suspeitas de tumores ou estenoses (descartar dispnéia ou disfonia por outras patologias). Prioridade P1 5. Tumores de cavidade oral e orofaringe Encaminhar: suspeita de malignidade ou tumores benignos que necessitarem de resolução cirúrgica. Exames complementares necessários: Não há. Critérios para encaminhar para a regulação Suspeita de malignidade ou tumores benignos que necessitarem de resolução cirúrgica. Prioridade P1 6. Hiperparatireoidismo Encaminhar: hiperparatireoidismo primário ou casos cirúrgicos (paratireoidectomia). Exames complementares necessários: Dosagem de cálcio total e ionizado, se aumentados dosar paratormônio (PTH). Se todos forem aumentados, USG de tireóide Critérios para encaminhar para a regulação Casos cirúrgicos. Prioridade P1 29

30 PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM CIRURGIA DE MÃO Motivos para encaminhamento Cisto Articular Dedo em gatilho Tenosinovite de Quervain Síndrome do Túnel do Carpo Tumores de partes moles da mão Enfermidade de Dupuytrein Pseudoartrose do Escafóide Fraturas do Escafóide Lesões neurotendíneas em Punho ou Mão Dedo em martelo Lesões do plexo branquial 1. Cisto Articular Encaminhar: casos tratados sem melhora e casos operados e recidivados. Exames complementares necessários: Não há. Critérios para encaminhar para a regulação: não há Agendamento na rotina 2. Dedo em Gatilho Encaminhar: casos submetidos ao tratamento conservador sem melhoras. Exames complementares necessários: Não há. Critérios para encaminhar para a regulação: não há Agendamento na rotina 30

31 3. Tenosinovite de Quervain Encaminhar: casos tratados sem melhora. Exames complementares necessários: USG de articulação punho Critérios para encaminhar para a regulação: não há Agendamento na rotina 4. Síndrome do Túnel do Carpo Encaminhar: casos de dormência e formigamento na mão, acometendo principalmente o polegar, indicador e dedo médio. É mais acentuada a noite e pode piorar no frio. Acomete mais mulheres a partir de 40 anos de idade. Acentua-se dobrando o punho para baixo. Exames complementares necessários: não há. Critérios para encaminhar para a regulação: não há Agendamento na rotina 5. Tumores de Partes Moles da Mão Encaminhar: todos os casos. Exames complementares necessários: USG de articulação punho Critérios para encaminhar para a regulação: todos os casos. Prioridade P1 6. Enfermidade de Dupuytrein Encaminhar: todos os casos. Exames complementares necessários: Não há Critérios para encaminhar para a regulação: não há Agendamento na rotina 7. Pseudoartrose do Escafóide Encaminhar: todos os casos. Exames complementares necessários: RX de punho Critérios para encaminhar para a regulação: Não há Agendamento na rotina 31

32 8. Fraturas do Escafóide Encaminhar: casos recentes onde existe desvio dos fragmentos. HDA e exame físico detalhado e direcionado. Exames complementares necessários: RX de punho Critérios para encaminhar para a regulação: Casos tratados e descompensados. Prioridade P1 9. Lesões neurotendíneas em punho ou mão Encaminhar: casos com até 3 semanas de evolução. Exames complementares necessários Não há. Critérios para encaminhar para a regulação Casos tratados e descompensados. Prioridade P2 10. Dedo em martelo Encaminhar: casos tratados sem sucesso, casos acompanhados de fratura da falange distal com mais de 50% da superfície articular acometida e os casos sem fraturas, mas com deformidade em flexão superior a 30graus. Exames complementares necessários: RX de dedos Critérios para encaminhar para a regulação: não há Agendamento na rotina 11. Lesões do plexo braquial Encaminhar: todos os casos. Exames complementares necessários: RX de coluna cervical Critérios para encaminhar para a regulação Casos tratados e descompensados. Prioridade P2 32

33 PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM CIRURGIA PEDIÁTRICA Motivos para encaminhamento Hérnia Epigástrica Hérnia Umbilical Hérnia Inguinal Hidrocele Varicocele Fimose Cisto de Supercílio Anquiloglossia Rânula Restos Branquiais Cisto Tireoglosso Higroma Hemangioma 1. Hérnia Epigástrica Encaminhar: todos os casos. Exames complementar necessários Somente físicos Critérios para encaminhar para a regulação: casos tratados e descompensados Prioridade: P2 2. Hérnia Umbilical Encaminhar: todos os casos. Exames complementares necessários Somente físicos Critérios para encaminhar para a regulação: casos tratados e descompensados 33

34 Prioridade P2 3. Hérnia Inguinal Encaminhar: todos os casos. Exames complementares necessários Somente físicos Critérios para encaminhar para a regulação: casos tratados e descompensados Prioridade P1 4. Hidrocele Encaminhar - todos os casos. Exames complementares necessários Somente físicos Critérios para encaminhar para a regulação casos tratados e descompensados. Prioridade P2 5. Varicocele Encaminhar: todos os casos. Exames complementares necessários Somente físicos Critérios para encaminhar para a regulação Casos tratados e descompensados. Prioridade P2 6. Fimose Encaminhar todos os casos. Exames complementares necessários somente físico. Critérios para encaminhar para a regulação casos tratados e descompensados. Prioridade P2 7. Cisto de Supercílio Encaminhar: todos os casos. Exames complementares necessários Não há. Critérios para encaminhar para a regulação casos tratados e descompensados. Prioridade P2 34

35 8. Anquiloglossia Encaminhar: todos os casos. Exames complementares necessários Não há. Critérios para encaminhar para a regulação Casos tratados e descompensados. Prioridade P2 9. Rânula Encaminhar: todos os casos. Exames complementares necessários Não há. Critérios para encaminhar para a regulação Casos tratados e descompensados. Prioridade P2 10. Restos Branquiais Encaminhar: todos os casos. Exames complementares necessários Não há. Critérios para encaminhar para a regulação Casos tratados e descompensados. Prioridade P2 11. Cisto Tireoglosso Encaminhar: todos os casos. Exames complementares necessários Não há. Critérios para encaminhar para a regulação Casos tratados e descompensados. Prioridade P2 12. Higroma Encaminhar: todos os casos Exames complementares necessários Não há Critérios para encaminhar para a regulação Casos tratados e descompensados. Prioridade P2 13. Hemangioma Encaminhar: todos os casos. Exames complementares necessários Não há. 35

36 Critérios para encaminhar a regulação Casos tratados e descompensados Prioridade P2 PROTOCOLO SUGERIDO PARA CONSULTA EM CIRURGIA PLÁSTICA Motivos para encaminhamento Blefarocalásio Orelhas em abano Ginecomastia Fissura labial Cicatrizes patológicas Fenda palatina Hipertrofia mamária Abdome em avental Tumores de pele e tecido subcutâneos 1. Blefarocalásio Encaminhar: pacientes entre 30 e 65 anos de idade de ambos os sexos, sem doenças descompensadas, com aparente flacidez palpebral e/ou aumento das bolsas de gordura palpebrais, sem história prévia de alterações de ressecamento ocular e/ou lacrimejamento excessivo. Exames complementares necessários Hemograma, Glicemia de jejum, Coagulograma, Sódio, Potássio, Uréia, Creatinina RX de tórax ECG (para pacientes acima de 40 anos) Critérios para encaminhar a regulação casos cirúrgicos com ressecção de excesso de pele nas pálpebras inferior e superior e casos de ressecção das bolsas de gordura. Prioridade P2 2. Orelhas em abano Encaminhar: casos cirúrgicos Exames complementares necessários 36

37 Hemograma, Glicemia de jejum, Coagulograma Critérios para encaminhar a regulação - pacientes acima de 5 anos, preferencialmente préescolar para diminuir o estigma do paciente. Pacientes com ausência de co-morbidades e exames laboratoriais dentro da normalidade. Prioridade P2 3. Ginecomastia Encaminhar: casos cirúrgicos. Exames complementares necessários Hemograma, Coagulograma, PSA, LH, FSH, ACTH, Função tireoidiana (TSH e T4 livre e total) Prolactina, Estrógeno, Progesterona, Beta HCG (com justificativa), Testosterona TGO, TGP, gama GT, Fosfatase alcalina USG de mamas ou mamografia Critérios para encaminhar para a regulação Adolescentes que persistem com ginecomastia por 12 a 24 meses; Pacientes sintomáticos (dor); ginecomastia antiga levando a fibrose; pacientes com risco de carcinoma e pacientes com ginecomastia em que já tenham sido descartadas todas as patologias e distúrbios hormonais persistentes. Prioridade P2 4. Fissura labial Encaminhar: todos os casos. Exames complementares necessários Hemograma, Coagulograma ECG RX de tórax e exames relacionados a comorbidades Critérios para encaminhar para a regulação Crianças por volta dos 03 meses de idade. Prioridade P2 5. Cicatrizes patológicas Encaminhar: pacientes com cicatrizes sintomáticas decorrentes de cirurgias ou ferimentos, cujas características sejam de quelóide ou cicatriz hipertrófica. Exames complementares necessários Hemograma, Glicemia de jejum, Sódio, Potássio, Uréia, Creatinina RX de tórax e ECG. - para pacientes acima de 40 anos Critérios para encaminhar a regulação: não há Agendamento na rotina 37

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