CIÊNCIA E TECNOLOGIA: Um Estudo de Caso no Polo Têxtil de Americana. Edson Leite Lopes GIMENEZ 1 Ailton EUGENIO 2

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1 CIÊNCIA E TECNOLOGIA: Um Estudo de Caso no Polo Têxtil de Americana Edson Leite Lopes GIMENEZ 1 Ailton EUGENIO 2 Resumo: O complexo têxtil abrange uma das indústrias mais tradicionais da economia brasileira,mas os primeiros financiamentos do BNDES a esse setor datam de Após aquela data, o apoio financeiro concedido visou à modernização do parque fabril, principalmente com empréstimos para compra de máquinas e equipamentos, assim como para implantação de novas fábricas. O impacto da atuação do Banco nesse complexo fez-se sentir também pelo financiamento do parque petroquímico, fornecedor de matérias primas (notadamente para produtos sintéticos e artificiais), e pelo apoio à comercialização do algodão, principal matéria-prima têxtil no Brasil. Palavras-chave: polo têxtil; ciência e tecnologia; BNDES Introdução Este artigo alinha inicialmente a história do complexo têxtil no Brasil; nas seções seguintes, analisa a atuação do BNDES vis-à-vis os ciclos de investimento dessa indústria. As considerações finais apresentam uma perspectiva desejável de evolução do complexo. Objetivo Geral Identificar os principais pontos da Ciência e Tecnologia no Polo Têxtil de Americana. Objetivos Específicos Identificar as Condições de acesso as tecnologias de ponta. Padrões tecnológicos prevalecentes no país, nas cadeias de suprimentos. Qualidade das instituições de pesquisa do país. Investimento Público em P&D Pergunta Problema Após as mudanças, sofridas no setor têxtil nacional, o pólo têxtil de Americana recuperou sua competitividade? 1 Mestre em Administração pela UnG, Guarulhos/SP e Mestre em Administração pela FACECA, Professor Universitário no CEUNSP; 2 MBA pela ESAMC, Campinas/SP, Professor Universitário no CEUNSP

2 Revisão de Literatura Quinn (2001:20) define estratégia como sendo: padrão ou plano que integra as principais metas, políticas e seqüência de ações de uma organização em um todo coerente. Uma estratégia bem-formulada ajuda a ordenar e alocar os recursos de uma organização para uma postura singular e viável, com base em suas competências e deficiências internas relativa, mudanças no ambiente antecipadas e providências contingentes realizadas por oponentes inteligentes. Porter (2002), salienta que o desenvolvimento de uma estratégia consiste basicamente no desenvolvimento de uma fórmula ampla para o modo como a empresa irá competir, quais deveriam ser as suas metas e quais as políticas necessárias para levar-se a cabo estas metas. Segundo Zaccarelli (1990), pode-se ter muitas definições de estratégia. Estratégia, como conceito, envolve uma série de fatores, como atendimento de objetivos, preparação para o futuro, maximização de retorno sobre investimentos, riscos, plano integrado de ação ao ambiente e outros. (Zaccarelli, 1990:15). Em um outro estudo, Zaccarelli (1990), avaliando a necessidade de uma maior ampliação quanto as suas classificações e usos, afirmam em seu trabalho, que, para serem de uso amplo, as Estratégias Genéricas devem satisfazer certas condições mínimas. Como por exemplo: ter um elenco de estratégias genéricas amplo, a fim de cobrir todas as situações possíveis do momento; a lista das estratégias deve ser ampliável a qualquer momento; a denominação de cada estratégia genérica deve, lembrar a finalidade do processo de elaboração usado para gerar alternativas estratégicas, evitando a denominação pelas técnicas ou pela atitude ou postura dos planejadores; as estratégias genéricas devem ser mutantes, para permitir o seu uso simultâneo, desde que compatíveis. Na realidade, a estratégia de uma empresa pode ser a conjugação de várias Estratégias Genéricas compatíveis entre si e adequadas às particularidades da empresa e da situação do ambiente empresarial. Se houver a restrição de só existir uma estratégia genérica como base da estratégia da empresa, então o uso das estratégias genéricas perderá importância prática. (Zaccarelli e Fischmann, 1994:15). Para Ansoff (1977), a estratégia enfatiza a análise racional em termos de alta cúpula da empresa, em que os objetivos são essenciais na orientação, avaliação de desempenho e na consecução dos propósitos organizacionais.

3 Numa resposta as mudanças descontínuas do ambiente externo em relação ao passado, onde os objetivos, isoladamente, são insuficientes como regras de decisão para guiar a reorientação estratégica da empresa, Ansoff (1991), chama de estratégia as novas regras e diretrizes para decisão, que orientam o processo de desenvolvimento de uma organização.(ansoff, 1991:93). Estratégia é um dos vários conjuntos de regras de decisão para orientar o comportamento de uma organização (Ansoff, 1991:95). Dentre estes vários conjuntos cita os seguintes: 1- Padrões através dos quais é medido o desempenho presente e futuro da empresa. Sendo chamados de objetivos quando qualitativos, e quando quantitativo, são chamados de metas. 2- Regras com o intuito de desenvolvimento da empresa com o seu ambiente externo. Um conjunto de regras o qual ele chama de estratégia de negócio: quais produtos e tecnologias serão desenvolvidos pela empresa, onde e para quem os produtos serão vendidos, e como a empresa obterá vantagens sobre seus concorrentes. 3- Regras para o estabelecimento de estratégia administrativa: o processo através do qual se estabelecem as relações internas e processos dentro da organização. 4- E o que ele chama de políticas operacionais: as regras através das quais a empresa conduz suas atividade no dia-a-dia. Nessa mesma direção, Ansoff (1993), definindo a administração estratégica como uma evolução do planejamento estratégico e através de uma abordagem sistemática à gestão de mudanças estratégicas, descreve-a como sendo a atividade que se preocupa com o estabelecimento de objetivos e metas para a organização e com a manutenção de um conjunto de relações entre a organização e o ambiente, que lhe permitem perseguir seus objetivos, sejam compatíveis com as potencialidades organizacionais, e lhe possibilitem continuar a ser sensível às exigências do ambiente (Ansoff, 1993:289). Observando que a palavra estratégia tem sido utilizada de diferentes formas, Mintzberg (2001:26) apresenta cinco definições: estratégia como plano, como pretexto, padrão, posição e perspectiva. Como Plano estabelece, conscientemente, diretrizes para um curso de ação, sendo elaborada antes das ações para as quais se aplicam. Como Pretexto, ou seja, apresenta-se como uma manobra especifica para ganhar vantagem sobre um

4 adversário ou competidor. Como Padrão consiste no comportamento resultante de um fluxo de ações. Neste caso a estratégia como padrão é consistente no comportamento quer seja ou não pretendida. Dentro desse contexto, Mintzberg (2001) na análise da estratégia sob a perspectiva de plano e padrão observa que as estratégias podem ser: deliberadas, ou seja, estratégias pretendidas, as quais existiam previamente e que são realizadas; estratégias não realizadas, representando as estratégias pretendidas que não se realizaram; e as estratégias emergentes, definindo as estratégias realizadas que nunca foram pretendidas em que padrões se desenvolveram na ausência de interações ou apesar delas. Estratégia como posição significa uma forma de posicionar a organização no ambiente (op.cit.,2001:30), mediando forças num ambiente interno e externo. Como perspectiva a estratégia, ao contrário da estratégia como posição, olha para dentro da organização, não como uma posição escolhida, mas uma enraizada maneira de perceber o mundo. Metodologia Tipo de pesquisa: Estudo de caso Foi elaborado um estudo de caso através de um questionário aplicado junto a 50 empresas do Polo Têxtil de Americana. Análise e tabulação Após a coleta de dados foi elaborado uma planilha no excell e realizado gráficos com porcentagem para análise individual. Apresentação dos resultados Condições de acesso as tecnologias de ponta Tecnologicamente, a cadeia têxtil incorporou avanços tecnológicos onde a produtividade e a automação são os principais focos de inovação. Ressalta-se o desenvolvimento da fiação a rotor (open end) e mais recentemente o jet spinner, este último pouco difundido no Brasil. Apesar das importações brasileiras de tecidos planos artificiais e sintéticos terem crescido consideravelmente, acarretou no fechamento de várias empresas e conseqüentemente uma acentuada queda no nível de emprego no pólo de Americana e

5 região segundo o SINDITEC, alguns empresários mais capacitados financeiramente decidiram investir na modernização dos seus equipamentos como forma de melhorar a qualidade dos seus produtos e manter-se competitivos no mercado. Os teares antigos e obsoletos foram gradativamente substituídos por máquinas mais modernas e informatizadas. Apresenta-se abaixo o resultado da pesquisa: Condições de acesso as tecnologias de ponta 50% 12% 22% 4% 12% Totalmente desfavorável Desfavorável Razoável Favorável Totalmente Favorável Sabe-se que nos dias atuais as empresas que não investem em tecnologia, ficam atrasadas em relação aos seus concorrentes, além de que consegue reduzir custos, aumentar capacidade de produção e melhorar a qualidade de seus produtos. Percebe-se no gráfico acima essa proposta onde 50% das empresas pesquisadas são totalmente favoráveis a investimentos ao acesso de novas tecnologias e 22% são favoráveis. Após a abertura da economia o parque indústria sofreu forte mudanças para continuar competindo no setor têxtil. Por serem empresas com características familiares, suas tecnologias eram ultrapassadas e muitas vezes ainda da primeira geração, o que tornava o parque obsoleto. A concorrência forçou as empresas a investirem, principalmente em tecnologias computadorizada. A existência de um curso em tecnologia têxtil ministrado na Faculdade de tecnologia de americana colaborou para o acesso e as profundas mudanças no setor.

6 As empresas do setor têxtil, após o processo de abertura de mercado que representou queda na participação nos mercados internos e externos, começaram a se reestruturar. Foram adotadas basicamente duas estratégias. A primeira delas está representada na redução de preços via demissões, transferência da estrutura produtiva para outras regiões do país, e flexibilização da produção via subcontratação da atividade de costura, para as chamadas facções (empresas de pequeno porte, as vezes instaladas nas próprias residências, de municípios vizinhos que têm mão de obra mais barata). A segunda estratégia das empresas está na incorporação de novas tecnologias ao processo produtivo, mas principalmente na utilização de tecidos tecnológicos (de última geração) e de design moderno, procurando se inserir em outro nicho de mercado consumidor, através de estratégias de marketing, baseada na criação e/ou consolidação de marcas, e de redes de franquias. Diante da dificuldade em adquirir novas tecnologias percebe-se que 12% consideram razoável, 4 % desfavorável e 12% totalmente desfavorável. Se somarmos esses itens temos 28% como um fator negativo. Isso pode estar representado pelas pequenas empresas com pequena capacidade para investir tecnologicamente. 4.2 Padrões tecnológicos prevalecentes no país, nas cadeias de suprimentos Padrões tecnológicos prevalecentes no país, nas cadeias de suprimentos 34% 34% 10% 6% 16% Totalmente desfavorável Desfavorável Razoável Favorável Totalmente Favorável

7 A tecnologia utilizada na cadeia têxtil, ainda está atrasada em relação a tecnologia mundial. Muitas empresas buscam em feiras internacionais essas tecnologias. Percebe-se que apenas 34% das empresas pesquisadas são totalmente favorável aos padrões tecnológicos utilizados no setor têxtil e 34% são favoráveis. Esses padrões estão voltados principalmente para as grandes empresas com maior capacidade de investimentos. O estágio tecnológico das indústrias têxteis brasileiras, de modo geral, acompanha o porte. As grandes empresas exportadoras, expostas ao mercado internacional, passaram por processo de modernização de seus equipamentos e de técnicas. De modo geral, a indústria têxtil brasileira é considerada obsoleta e fora dos padrões internacionais, pois as máquinas em operação apresentam uma idade média de 16 anos, o dobro dos principais produtores mundiais (Oliveira e Medeiros, 2004, p.19). Percebe-se isso quando a pesquisa demonstra que 16% consideram razoável, 6% desfavorável e 10% totalmente desfavorável. Qualidade das instituições de pesquisa do país As instituições de pesquisas brasileiras apresentam muitas dificuldades em desenvolver pesquisas em fomento com as empresas, ou seja, parcerias para desenvolvimento para determinado mercado. Percebe-se que o Pólo têxtil de americana é cercado por uma das maiores Universidade do País, e acaba desenvolvendo pesquisas para o setor acadêmico e para medicina. Pesquisas precisam serem desenvolvidas em parcerias com as empresas, para produzir as necessidades das empresas e não as necessidades individuais dos pesquisadores. O parque industrial é carente no desenvolvimento de pesquisa e geralmente acaba importando tecnologia para tornar-se mais competitivos.

8 Conforme o gráfico abaixo: Qualidade das instituições de pesquisa do país 12% 30% 6% 10% Totalmente desfavorável Desfavorável Satisfatório Favorável Totalmente favorável 42% Mesmo comprando tecnologia para tornar-se competitivas, a produção de tecnologia é vista como de boa qualidade, percebendo-se isso no gráfico que demonstra 42 das empresas considerando favorável a essa qualidade e 30% totalmente favorável. As pesquisas são realizadas por órgãos do Governo, uma financiadas pelos mesmos,acabam oferecendo tecnologia de boa qualidade. Dessas, 10% consideram razoável, 8% desfavorável e 12 % totalmente desfavorável. Se somarmos os três últimos temos 30% de ator negativo, o que também contribui para os poucos investimentos realizados diretamente no Pólo Têxtil de Americana por parte dos órgãos públicos. Investimento Público em P&D Os investimentos em pesquisa em desenvolvimento no Brasil ainda são muito pequenos. O Governo brasileiro apresenta sérios problemas no setor público em relação a reforma fiscal para equilibrar sua contas. Passaram-se quase 12 anos entre o governo Fernando Henrique e o governo Lula e ainda não foram votadas e implantada as propostas para reforma fiscal no Brasil. Sem a reforma fiscal, fica muito difícil para o Brasil realizar grandes investimentos em pesquisa. Isso é percebido no gráfico abaixo:

9 Investimento Público em P&D 24% 22% 24% 24% 6% Totalmente desfavorável Desfavorável Razoável Favorável Totalmente Favorável Os gastos nacionais em atividades de ciência e tecnologia no Brasil representaram cerca de 0,7% do PIB, proporção extremamente baixa, quando comparada com a dos países industrializados que oscila entre 2 e 3%. Além da escassez de recursos, a composição dos gastos demonstra uma concentração da responsabilidade sobre o setor público, que vem arcando com cerca de 80% dos dispêndios em pesquisa e desenvolvimento. Nos países industrializados do Ocidente, as empresas respondem por cerca de 40% dos recursos investidos em C&T e esta participação atinge até 70% no Japão e 80% na Coréia do Sul. Mesmo assim as empresas pesquisadas consideram que 22% são totalmente favoráveis a qualidade, 24% favoráveis, e 24% razoáveis. Outra deficiência relevante no caso brasileiro é o fraco relacionamento universidade-empresa. Dentre as poucas exceções, observam-se empresas que, por terem desenvolvido laços fortes com a universidade, ocupam hoje posição de destaque internacional, o que mostra a importância do Governo estimular tais iniciativas. O Brasil só terá condições de fortalecer o seu desenvolvimento, se elevar os investimentos em pesquisa e desenvolvimento e investir maciçamente na formação e capacitação técnico-científica de seus recursos humanos. A meta é elevar os gastos nacionais com C&T para cerca de 1,5% do PIB em 1999, com a participação de 30 a 40% das empresas, conforme consta no Plano Plurianual para o período de Isso reflete em 6% das empresas que consideram desfavorável e 24% totalmente

10 desfavorável. É necessário reforçar a infra estrutura científica e tecnológica, tanto do Governo quanto das empresas. Os esforços do Governo estarão voltados para a inserção das atividades de C&T no desenvolvimento sócio econômico, reduzindo a distância entre a pesquisa e a produção e encontrando soluções para melhorar a qualidade de vida da nossa população, cabendo às empresas, intensificar os seus investimentos na pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e processos de produção. Com esse objetivo o Ministério da Ciência e Tecnologia vem estimulando investimentos empresariais em P&D. Assim, os incentivos fiscais das Leis nº 8.248/91 e 8.661/93, as linhas de financiamento e outros mecanismos existentes, pretendem auxiliar a inserção das empresas brasileiras no atual cenário econômico internacional, onde o domínio da tecnologia é fator preponderante, senão essencial, para incrementar a nossa competitividade, condição fundamental para o atendimento das expectativas crescentes dos consumidores e a conquista de novos mercados. Considerações Finais A região de Americana é especializada na produção de tecidos planos e artificiais, e engloba além da cidade de Americana, as cidades de Santa Bárbara D Oeste, Nova Odessa e Sumaré. Constitui-se principalmente de empresas de pequeno e médio porte. Tem como elemento importante a participação das chamadas "facções", empresas subcontradas de outras empresas, geralmente da própria região. As fações têm representado a forma de ajuste de demanda das empresas maiores, levando a uma forte assimetria e relações conflituosas entre os agentes produtores locais, dificultando a geração de sinergias e a geração de externalidades positivas. Deve-se ressaltar a presença de organizações educacionais, voltadas a formação de mão de obra qualificada, e de organizações para a promoção de feiras e eventos na região, com o objetivo de promover a indústria local. O polo tecnológico de Americana Campinas começou a ser desenvolvido, a partir da iniciativa de organizações locais, como a Unicamp, e de autoridades locais. A idéia surgiu da observação de casos como o Silicon Valley americano, e da tentativa de se aproveitar a infra-estrutura de C&T da região. Em 1983 foi criado o Ciatec, cujo objetivo principal é estabelecer a ligação entre as universidades e institutos de pesquisa com as empresas de alta tecnologia da região, e estimular a criação/instalação de outras empresas de tecnologia em Campinas. Iniciou-se a formação do pólo tecnológico de Campinas, que tem empresas de capital nacional e estrangeiro dos ramos de informática,

11 microeletrônica, telecomunicações, opto-eletrônica e química fina. Deve-se ressaltar a presença de inúmeras empresas de software de pequeno e médio porte, ligadas inclusive ao programa de desenvolvimento de software para a exportação do governo federal Programa Softex. Além disso, há a presença de um organismo voltado para o estímulo à exportação o Trade Point, e o Programa de Incubadoras Empresariais voltado às empresas de base tecnológica, que completam a estrutura institucional do pólo tecnológico. Especificamente na cadeia têxtil, não temos na região. Temos alguns órgãos do governo, envolvidos em pesquisas como CENPRA, FAPESP e Universidades Públicas como USP-São Carlos e Unicamp. Referências ANSOFF, H.I. A nova estratégia empresarial. São Paulo: Atlas, MINTZBERG, H. A Estruturação das organizações. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, QUINN, J. B. O processo estratégia. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, PORTER, M. E. Estratégia Competitiva: Técnicas para análise de indústrias e da concorrência. 7. ed. Rio de Janeiro: Campus, ZACCARELLI, S, B. Administração Estratégica da Produção. São Paulo: Atlas, 1990.

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