1º Semestre Unidade Central de Gestão. de Inscritos para Cirurgia. Relatório Síntese da Atividade em Cirurgia Programada

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1 Relatório da Atividade em Cirurgia Programada Unidade Central de Gestão Ano 2009 de Inscritos para Cirurgia -+ Relatório Síntese da Atividade em Cirurgia Programada 1º Semestre 2012 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 1 de de Outubro de 2012

2 Folha de controlo do documento Documento/Arquivo Título Relatório da Atividade em Cirurgia Programada 1º Semestre 2012 Data 23 de Outubro de 2012 Nome do ficheiro e versão Localização na pasta partilhada UCGIC TL Relatório Sintese actividade cirurgica VE4 Z:\04 INDICADORES\02 SIGIC\03 Indicadores e Relatórios\14 Relatórios semestrais\ 2012\UCGIC TL Relatório Sintese actividade cirurgica VE4.docx Data da última atualização Registo de Alterações Versão Data Autores Coautores Revisores Aprovação VE Tânia Luis Pedro Gomes Pedro Gomes VE Tânia Luis Pedro Gomes VE Tânia Luis Pedro Gomes VE Tânia Luis Pedro Gomes Distribuição do Documento Nome (ordem alfabética) Organização Cargo/Responsabilidade Alexandre Lourenço ACSS, IP Vogal CD Pedro Gomes ACSS, IP Coordenador Nacional do SIGIC Ricardo Mestre ACSS, IP Diretor DPS Página 2 de 17 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia

3 Nº. episódios Relatório Síntese da Atividade em Cirurgia Programada SÍNTESE DA ATIVIDADE EM CIRURGIA PROGRAMADA A procura de cuidados cirúrgicos avaliado através da inscrição de novos episódios em lista de inscritos para cirurgia (entradas) tende a crescer continuamente desde que é efetuada uma medição sistematizada. O crescimento face ao primeiro semestre de 2006 é de 41,5%, situando-se acima de 319 mil entradas no primeiro semestre de 2012 o que face ao período homólogo representa um aumento de 1,8% (5.769 episódios). Evolução das entradas e das saídas desde 2007 até Junho Entradas Saídas Jun-07 Jun-08 Jun-09 Jun-10 Jun-11 Jun-12 Gráfico 1 Evolução das entradas e saídas desde 2007 até Junho 2012 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 3 de 17

4 Tabela 1 Indicadores do primeiro semestre de 2012 Indicadores Indicadores de Procura 1º Sem / / 2012 Entradas em LIC ,9% 1,8% Nº de Utentes inscritos (LIC) ,7% 4,9% Mediana TE em meses da LIC (meses) Indicadores de Oferta 5,03 4,13 3,30 3,10 3,13 3,30-34,4% 5,4% Operados H. Públicos ,0% 1,9% Operados H. Convencionados ,6% 14,4% Operados H. Protocolados n.a. n.a. n.a. n.a n.a. 116,1%* Total Operados ,5% 5,6% Média do TE dos Operados (meses) 4,25 3,59 2,90 2,78 2,67 2,82-33,6% 5,6% Operados padrão ,6% 4,1% Legenda: LIC Lista de inscritos para cirurgia TE Tempo de espera Nota: n.a.- Não aplicável pois os protocolos só foram assinados em *Os protocolos foram apenas assinados em Abril de Tabela 2 Distribuição dos operados no primeiro semestre de 2012 Total Hospitais Públicos (sem PPP) Hospitais Parcerias Público-Privadas Hospitais Convencionados Hospitais Protocolados Total Nacional 1ºsem ºsem / 2012 Legenda: PPP Parcerias Público-Privadas -0,1% 38,5% 14,4% 116,1% 5,6% Página 4 de 17 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia

5 Taxa de crescimento da LIC Relatório Síntese da Atividade em Cirurgia Programada A lista de inscritos para cirurgia (LIC) que representa o acumulado de episódios a aguardar cirurgia, tinha vindo a decrescer continuamente desde a instauração do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia (SIGIC) e pela primeira vez inverteu a tendência, apresentando em Dezembro 2011, em relação ao período homólogo um crescimento de 11,2%. No entanto e apesar do valor no primeiro semestre de 2012 ainda ser superior ao primeiro semestre de 2011 houve uma diminuição de 3,3% face a 31 de Dezembro de % 2% 1% 0% -1% -2% -3% -4% -5% -6% -7% Evolução da taxa de crescimento da LIC 1 entre 2006 e Junho Jun-12-0,5% 2,0% -0,5% -2,2% -3,9% -6,3% -5,7% Gráfico 2 Evolução da taxa de crescimento da LIC 1 entre 2006 e Junho Taxa de crescimento da LIC = [(Entradas-Saídas)/Entradas]*100 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 5 de 17

6 Nº episódios em LIC Mediana do TE da LIC (meses) Relatório Síntese da Atividade em Cirurgia Programada O comportamento da mediana do tempo de espera (TE) dos utentes que aguardam cirurgia é semelhante ao da LIC. No primeiro semestre de 2006 apresentava um valor de quase 7 meses e desde então vinha progressivamente a diminuir, apresentando no primeiro semestre de 2011 um valor de 3,13 meses. Esta tendência inverteu-se no segundo semestre de 2011 onde apresentava um valor de 3,33 meses. Já no primeiro semestre de 2012 apesar da mediana do TE da LIC ter diminuído ligeiramente para 3,30 meses, este valor ainda é superior ao valor do primeiro semestre de 2011 (mais 5 dias). Evolução da LIC e da mediana do TE da LIC (meses) , ,40 LIC Mediana TE da LIC ,70 3,40 3,10 3,13 3,33 3, Gráfico 3 Evolução da LIC e da mediana do TE da LIC (meses) desde 2006 até Junho 2012 O indicador que raciona o número de utentes em lista com a produção por unidade de tempo é o da LIC face aos operados por mês, este indicador representa o pull de reserva de utentes em espera para cirurgia, dá-nos uma indicação sobre para quantos meses de produção daria a reserva estabelecida. O valor desta reserva no primeiro semestre de 2012 é de 3,8 meses no país mas ultrapassa os 5 meses na Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve. Página 6 de 17 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia

7 A região Norte com 42,3 inscrições (entradas) por habitantes no primeiro semestre de 2012 tem uma procura assumidamente superior em 51% face à região com menos procura por habitantes residentes no Algarve. Gráfico 4 Entradas por habitantes no primeiro semestre de 2012 O Serviço Nacional de Saúde (SNS) quer através das suas instituições, quer através de convenções e outros acordos, tem vindo a efetuar um número crescente de intervenções cirúrgicas. Curiosamente o número de intervenções cirúrgicas ponderadas pelo seu índice de complexidade atingiu-se o máximo no primeiro semestre de % Evolução das Saídas Op. H.Pub. Op. H.Conv. Op. H. Prot. Expurgo 80% 60% 40% 20% 0% Jun 07 Jun 08 Jun 09 Jun 10 Jun 11 Jun 12 Gráfico 5 Evolução da distribuição das saídas desde 2007 até Junho 2012 Indicadores 1º Sem 2007 Tabela 3 Indicadores do primeiro semestre de / / 2012 Operados H. Públicos ,0% 1,9% Operados H. Convencionados ,6% 14,4% Operados H. Protocolados n.a. n.a. n.a. n.a n.a. 116,1%* Expurgo ,6% 14,6% Nota: n.a.- Não aplicável pois os protocolos só foram assinados em *Os protocolos foram apenas assinados em Abril de Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 7 de 17

8 O índice de complexidade, ou seja o peso relativo global (PR), das intervenções cirúrgicas nos hospitais convencionados (1,37) é 41% superior ao dos hospitais públicos (0,97). O valor do peso relativo nos hospitais protocolados é o mais baixo situando-se em 0,88. Distribuição dos operados no 1º semestre de 2012 H.Convencionados H.Protocolados H.PPP ULS 75% 5% 6% 6% 8% Das 278 mil cirurgias em 2011, 75% efetuaram-se em hospitais públicos, 8% em ULS, 6% em PPP, 5% em hospitais convencionados e 6% em hospitais protocolados. Distribuição dos operados no 1º semestre de 2012 nos Hospitais Públicos (sem PPP) H.Públicos 8% Op. MRA Legenda: H. PPP Hospitais parcerias público-privadas ULS Unidade Local de Saúde Op. MRC Gráfico 6 Distribuição dos operados no primeiro semestre de % Legenda: Op. MRA Operados em modalidade remuneratória alternativa Op. MRC Operados em modalidade remuneratória convencional Tabela 4 Distribuição dos operados do primeiro semestre de 2012 Operados 1º Sem 2011 Operados 1º Sem / 2012 H. Convencionados ,4% H. Protocolados ,1% H.PPP ,5% ULS ,4% H. Públicos ,4% Op. MRA Op. MRC 1ºsem ºsem / ,4% 1,4% Página 8 de 17 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia

9 No 1º semestre de 2012, 28% das intervenções cirúrgicas foram consideradas prioritárias. Nos hospitais do SNS 7,5% das cirurgias foram efetuadas em modalidade remuneratória alternativa (MRA) 2 o que representa uma diminuição de 10,7% face ao ano de A região com mais cirurgia por habitantes é a Norte com 38 cirurgias. Gráfico 7 Operados por habitantes no primeiro semestre de 2012 Na análise do processo de agendamento das cirurgias sobressai um assunto que é o elevadíssimo valor do coeficiente de variação do tempo de espera dos operados ajustado à prioridade que apesar de ter melhorado muito desde 2006 mantem-se em 137,8%. Esta variação é particularmente alta na região LVT e menor na região Alentejo. Este indicador é importante pois traduz a equidade na gestão da lista. 2 Modalidade remuneratória alternativa produção realizada pela equipa cirúrgica fora do seu horário de trabalho estabelecido. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 9 de 17

10 Mediana do TE da LIC em meses por distrito de residência 2006 Jun-12 Viseu Faro Setúbal Coimbra Guarda Santarém Bragança Lisboa Castelo Branco Aveiro Vila Real Leiria Viana do Castelo Porto Évora Braga Portalegre Beja O tempo que os doentes operados esperaram por uma cirurgia vária significativamente em função do distrito de residência. Os utentes que mais tempo esperaram foram os dos distritos de Viseu, Faro, Setúbal e Coimbra, tendo todos acima dos 4 meses medianos, no polo inverso Évora, Braga, Portalegre e Beja são os distritos com menos tempo de espera. 0,0 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0 12,0 Mediana do TE da LIC em meses Gráfico 8 Mediana do TE da LIC em meses em Dezembro de 2006 e Junho 2012 Página 10 de 17 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia

11 As transferências asseguram a prestação dos cuidados cirúrgicos nos tempos máximos de resposta garantidos (TMRG) mesmo quando o hospital de origem (HO) não tem capacidade para tal. O número de operados em hospitais de convencionados (HC) atingiu o máximo no primeiro semestre de 2012 com mais de 15 mil cirurgias. No primeiro semestre de 2012 as cirurgias em HC aumentaram 14,4% face ao período homólogo. A emissão de nota de transferência/vale cirurgia (NT/VC) contribuíram para expurgar da lista, representando no primeiro semestre de 2012, 2,4% das saídas e representa 15,1% do expurgo total. Gráfico 9 Estrutura das transferências no primeiro semestre de 2012 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 11 de 17

12 A percentagem de episódios em LIC que ultrapassam os TMRG tinha vindo a diminuir até ao primeiro semestre de 2011 tendo nessa altura atingindo os 13,9%. No segundo semestre de 2011 este indicador teve um crescimento, tendo novamente diminuído no primeiro semestre de 2012, no entanto a variação face ao período homólogo é ainda de 7,2%. As regiões do Centro, LVT e do Algarve são as regiões com piores prestações no que respeita a este indicador com valores superiores ao valor nacional (14,8%). Os 10% de utentes que mais tempo permanecem em LIC encontram-se em média à espera 8,9 meses. A 30 de Junho de 2012, 53% dos utentes em LIC estão em espera há mais de 3 meses, representando um ligeiro aumento de 2,5% face ao período homólogo. Este marco é relevante uma vez que existe convicção de que TE superior a 3 meses, torna a gestão da LIC mais ineficiente. Traduzindo-se desta forma por um lado num serviço de pior qualidade por outro lado em custos acrescidos. Nos últimos anos tem existido uma campanha intensiva no incentivo da promoção da cirurgia de ambulatório por poder corresponder a um serviço de melhor qualidade a menor custo. Gráfico 10 %Operados em ambulatório por distrito de residência no ano de 2006 e do primeiro semestre de 2012 Página 12 de 17 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia

13 As patologias que mais recursos financeiros consomem na atividade cirúrgica (cirurgias ponderadas por complexidade cirúrgica) são as relacionadas com patologia osteoarticular seguidas das relacionadas com os olhos, as cardíacas e as da pele. Os indicadores das diferentes patologias são apresentados nas próximas tabelas. Tabela 5 Grupos nosológicos não oncológicas no primeiro semestre de 2012 Grupo Nosológico não NM Operados Op/ hab MPR Operados Média do TE dos operados (meses) %Op. > TMRG Doença do Olhos e anexos ,69 2,09 4,6% Ossos, tecidos moles e articulações ,64 3,86 15,8% Lipomas, quisto sebáceo, adiposidade localizada e lesões benignas da pele ,69 2,14 4,8% Outras doenças da região abdominopélvica (inclui esófago) ,71 2,26 7,1% Doença das Amígdalas, adenóides, nariz, seios perinasais, ouvido ,66 4,13 9,9% Doença do útero e anexos ,54 2,14 4,2% Quisto sinovial, Dupuytran, sind. do túnel cárpico, dedo em gatilho ,53 3,49 8,2% Outras doenças da cabeça e pescoço ,79 1,93 5,1% Hérnias Inguino-femurais ,70 3,85 9,8% Varizes dos membros inferiores ,66 5,69 21,9% Doença da Vesícula Biliar ,83 4,54 15,2% Outras referências não enquadráveis em outros agrupamentos ,13 1,79 4,3% Hemorroidas, outras doenças anais, prolapsos e incontinência ,87 3,72 8,3% Doença benigna da mama ,73 3,40 12,2% Coluna Vertebral ,50 4,57 24,1% Doença do Coração ,12 1,15 6,7% Doença da Tiroide ,05 4,34 14,0% Doença benigna da próstata ,98 4,35 17,0% Doença do Sistema nervoso central ,93 0,84 5,6% Doença do Cólon (intestino grosso) ,93 1,81 9,1% Obesidade ,11 11,36 41,6% Outras doenças da região torácica ,23 0,92 4,6% Nota: A tabela acima não inclui os dados da unidade de ambulatório do C.H. Porto e do Hospital de Loures Legenda: Hab. Habitantes NM Neoplasias malignas MPR Média do peso relativo Op. Operados TE Tempo de espera TMRG Tempo máximo de resposta garantido Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 13 de 17

14 Tabela 6 Grupos nosológicos oncológicas no primeiro semestre de 2012 Grupo Nosológico NM Operados Op/ hab MPR Operados Média do TE dos operados (dias) %Op. > TMRG Neoplasias malignas da pele , ,5% Outros cancros da região abdominopélvica , ,4% Cancro da mama , ,3% Cancro do Cólon e recto , ,3% Cancro da cabeça e pescoço , ,4% Carcinoma do útero (corpo e cérvix) , ,7% Cancro da próstata , ,2% Outros cancros da região torácica , ,6% Neoplasias malignas não enquadráveis em outros agrupamentos , ,0% Nota: A tabela acima não inclui os dados da unidade de ambulatório do C.H. Porto e do Hospital de Loures Legenda: Hab. Habitantes NM Neoplasias malignas MPR Média do peso relativo Op. Operados TE Tempo de espera TMRG Tempo máximo de resposta garantido Página 14 de 17 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia

15 O número de inscrições em neoplasias malignas (entradas NM) por patologia oncológica que tem vindo sempre a crescer, no primeiro semestre de 2012 teve uma ligeira diminuição face ao primeiro semestre de 2011 de 1,2% (288 episódios). As neoplasias oncológicas (NM) de pele seguidas das da região abdominopélvica são as mais frequentes. Em oncologia são as patologias da próstata e da região abdominopélvica que mais tempo aguardam por cirurgia. Média de TE (em dias) dos operados oncológicos por grupo nosológico estre 2012 Cancro da próstata Outros cancros da região abdominopélvica Cancro da cabeça e pescoço Carcinoma do útero (corpo e cervix) Neoplasias malignas da pele Cancro da mama Cancro do Cólon e recto Outros cancros da região torácica Neoplasias malignas não enquadráveis em outros agrupamentos Média de TE dos operados em dias Gráfico 11 Evolução da média de TE (em dias) dos operados oncológicos por grupo nosológico no primeiro semestre de 2012 No, 99% das cirurgias oncológicas ocorrem nos hospitais de origem. A mediana do tempo de espera da LIC NM diminuiu 9,5% face ao período homólogo atingindo os 19 dias no primeiro semestre de O número de episódios em LIC NM que ultrapassam os tempos máximos de resposta garantidos (TMRG) tem vindo a diminuir até ao primeiro semestre 2011 com um valor de 17%, invertendo-se a situação no segundo semestre de Apesar de no primeiro semestre de 2012 o valor ser de 22,4% o que representa uma diminuição de 5,4% face a Dezembro de 2011, este ainda se encontra superior ao valor do primeiro semestre de A especialidade com mais cirurgias é a cirurgia geral com 60 mil episódios seguida pela oftalmologia com 52 mil e pela ortopedia com 43 mil. No entanto se ponderamos por complexidade é a ortopedia que consome mais recursos financeiros. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 15 de 17

16 A região Norte dispõe de 15 instituições hospitalares do SNS, 25 convenções no âmbito do SIGIC e 8 acordos de cooperação (hospitais protocolados). O hospital com maior procura é o Centro Hospitalar de São João com entradas no primeiro semestre de 2012, seguido do Centro Hospitalar do Porto com entradas e o Hospital de Braga com A produção global nesta região em hospitais com protocolos é de e a produção nas convenções ao abrigo do SIGIC é de As medianas do TE da LIC variam entre 1,27 meses no IPO Porto e 3,57 meses no Centro Hospitalar Nordeste Bragança. A região Centro dispõe de 12 instituições hospitalares do SNS, 16 convenções no âmbito do SIGIC e 1 acordo de cooperação (hospitais protocolados). O hospital com maior procura é o Centro Hospitalar Universitário de Coimbra com entradas no primeiro semestre de 2012, seguido do Centro Hospitalar de Tondela Viseu com entradas. A produção global nesta região em hospitais com protocolos é de 289 e a produção nas convenções ao abrigo do SIGIC é de As medianas do TE da LIC variam entre 1 mês no Hospital José Luciano de Castro - Anadia e 5,93 meses no Centro Hospitalar de Tondela - Viseu. A região LVT dispõe de 18 instituições hospitalares do SNS, 20 convenções no âmbito do SIGIC e 2 acordos de cooperação (hospitais protocolados). O hospital com maior procura é o Centro Hospitalar de Lisboa Central com entradas no primeiro semestre de 2012, seguido do Centro Hospitalar Lisboa Norte com entradas. A produção global nesta região em hospitais com protocolos é de 408 e a produção nas convenções ao abrigo do SIGIC é de As medianas do TE da LIC variam entre 1,03 meses na Maternidade Doutor Alfredo da Costa Lisboa e 5,03 meses no Hospital Garcia de Orta - Almada. Página 16 de 17 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia

17 A região Alentejo dispõe de 4 instituições hospitalares do SNS, 8 convenções no âmbito do SIGIC. O hospital com maior procura é o Hospital Espírito Santo - Évora com entradas no primeiro semestre de A produção global nesta região em hospitais convencionados ao abrigo do SIGIC é de 164. As medianas do TE da LIC variam entre 1,97 meses na Unidade Local de Saúde Baixo Alentejo - Beja e 2,90 meses no Hospital Litoral Alentejano - Sant. Cacém. A região Algarve dispõe de 2 instituições hospitalares do SNS, 9 convenções no âmbito do SIGIC. O hospital com maior procura é o Hospital de Faro com entradas no primeiro semestre de A produção global nesta região em hospitais convencionados ao abrigo do SIGIC é de As medianas do TE da LIC são de 3,67 meses no Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio - Portimão e de 4,5 meses no Hospital de Faro. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 17 de 17

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