O CONVENIAMENTO DE CRECHES DA ASA COM A PMSP

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O CONVENIAMENTO DE CRECHES DA ASA COM A PMSP 2001-2009"

Transcrição

1 O CONVENIAMENTO DE CRECHES DA ASA COM A PMSP MARIA LUCIA DE A. MACHADO VERA MARIA RODRIGUES ALVES SÃO PAULO 213

2 1 O CONVENIAMENTO DE CRECHES DA ASA COM A PMSP (21-29)

3 OBJETIVOS DA APRESENTAÇÃO DE HOJE 2 APRESENTAR A PESQUISA O CONVENIAMENTO DE CRECHES DA ASA COM A PMSP (21-29) ACRESCENTAR ALGUNS DADOS DE 212 QUANDO A COMPARAÇÃO SE FIZER NECESSÁRIA AMPLIAR O DEBATE SOBRE O TEMA

4 OBJETIVOS DA PESQUISA 3 LEVANTAR DADOS, INVESTIGAR, E ANALISAR AS RELAÇÕES ASA X PMSP, DURANTE O PERÍODO DE VIGÊNCIA DO PROJETO CUIDAR/EDUCAR CRIANÇAS PEQUENAS NAS CRECHES DA ASA FCC/ASA/Instituto Girassol APONTAR ALGUNS DESDOBRAMENTOS NO COTIDIANO DAS CRECHES DA ASA

5 METODOLOGIA 4 CONTEXTUALIZAÇÃO LEVANTAMENTO E ANÁLISE DOS SEGUINTES DOCUMENTOS: 1 - TERMOS DE CONVÊNIO ASSINADOS ENTRE ASA E PMSP 2 - PORTARIAS PUBLICADAS 3 - RELATÓRIOS DAS VISITAS DE SUPERVISÃO REGISTRADOS EM 7 CRECHES CONVENIADAS

6 CONTEXTUALIZAÇÃO 5 AMPLIAÇÃO DA REDE DE CRECHES DA CIDADE DE SÃO PAULO Secretaria de Assistência Social Secretaria Municipal de Educação Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % DIRE TA INDI RE TA CON VE NIA DA TO TAL FONTES: 21, 22, 23 e 24 DIÁRIO OFICIAL DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO DE 31/12/4 (www.imprensaoficial.com.br) 25 EOL, 26, 27, 28 E 29 INFOCIDADE (www.infocidade.prefeitura.sp.gov.br).

7 CONTEXTUALIZAÇÃO 6 AMPLIAÇÃO DA REDE DE CRECHES DA CIDADE DE SÃO PAULO direta indireta conveniada FONTES: 21, 22, 23 e 24 DIÁRIO OFICIAL DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO DE 31/12/4 (www.imprensaoficial.com.br) 25 EOL, 26, 27, 28 E 29 INFOCIDADE (www.infocidade.prefeitura.sp.gov.br).

8 CONTEXTUALIZAÇÃO LINHA DO TEMPO 7 PREFEITO SECRETARIA RESPONSÁVEL SECRETÁRIO PORTARIA DE CONVENIO VIGENTE PRESIDENTE ASA CEIs/CRIANÇAS MATRICULADAS NO INÍCIO DO ANO JOSÉ SERRA MARTA MARTA MARTA MARTA JOSÉ GILBERTO GILBERTO GILBERTO GILBERTO SUPLICY SUPLICY SUPLICY SUPLICY SERRA KASSAB KASSAB KASSAB KASSAB SAS/ DREM EVILÁSIO C. DE FARIAS FERNANDO J. DE ALMEIDA 7/FABES/ GAB/93 INTERSEC /SAS 7 29/11/1 M. INÊS DE PAULA EDUARDO SAS/ NAE ALDAÍZA SPOSATI ENY MAIA INTERSE C /SAS 7 29/11/ 1 M. INÊS DE PAULA EDUARD O CE/SUBPREF NÉLIO BIZZO MARIA APARECI DA PEREZ INTERSEC /SAS 7 29/11/1 M. INÊS DE PAULA EDUARDO CE/SUBPREF MARIA APARECI DA PEREZ INTERSEC /SMSP 3 8/4/4 M. INÊS DE PAULA EDUARDO CE JOSÉ ARISTODE MO PINOTTI 3795/5 25/5/5 423/5 9/6/5 M. INÊS DE PAULA EDUARDO CE JOSÉ ARISTODEM O PINOTTI/AL EXANDRE SCHENEIDER 423/5 M. INÊS DE PAULA EDUARDO CE ALEXAN DRE SCHENEI DER Nº 423/5 M. INÊS DE PAULA EDUARDO DRE ALEXAN DRE SCHENEI DER Nº 5152/7 M. INÊS DE PAULA EDUARDO DRE ALEXAN DRE SCHENEI DER Nº 5152/7 3969/9 M. INÊS DE PAULA EDUARDO 8/127 8/125 8/1278 8/1314 8/138 8/1371 8/137 6/171 6/166

9 CONTEXTUALIZAÇÃO LINHA DO TEMPO 8 DEPARTAMENTOS AOS QUAIS AS CRECHES SE REPORTARAM SAS SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO /DREM SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO/ DELEGACIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO MUNICIPAL /NAE NÚCLEO DE AÇÃO EDUCATIVA DA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO /CE - COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO DA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NA SUBPREFEITURA /CE - COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO (fora das subprefeituras) /DRE - DIRETORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO DA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

10 ASA TOTAL = 39 AUTARQUIAS DIFERENTES*A CONFIRMAR O CONVENIAMENTO DE CRECHES DA ASA COM A PMSP (21-29) CONTEXTUALIZAÇÃO LINHA DO TEMPO 9 DEPARTAMENTOS AOS QUAIS AS CRECHES SE REPORTARAM* BELA VISTA (7 ALTERAÇÕES) SAS SÉ/LAPA e SE/DREM (até 21), NAE 1, COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO/SUBPREFEITURA SÉ, COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO SÉ, COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO IPIRANGA, DIRETORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO IPIRANGA LAR INFANTIL, SANTO AGOSTINHO E SÃO FRANCISCO (6 ALTERAÇÕES) SAS BUTANTÃ e SE/DREM, NAE 12, COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO SUBPREFEITURA BUTANTÃ/PINHEIROS, COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO BUTANTÃ, DIRETORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO BUTANTÃ SANTA HELENA (7 ALTERAÇÕES) SAS SANTANA, SAS SANTANA/TUCURUVI e SE/DREM, NAE 2, COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO SUBPREFEITURA SANTANA/TUCURUVI, COORDENADORIA JAÇANÃ/TREMEMBÉ, DIRETORIA REGIONAL JAÇANÃ/TREMEMBÉ MARINA CRESPI (7 ALTERAÇÕES) SAS MOOCA e SE/DREM, NAE 7, COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO SUBPREFEITURA MOOCA, COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO MOOCA, COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO PENHA, DIRETORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO PENHA JABAQUARA (6 ALTERAÇÕES até 27) SAS SAÚDE e SE/DREM, NAE 1, COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO SUBPREFEITURA JABAQUARA, COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO JABAQUARA, DIRETORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO SANTO AMARO SANTO AMARO (6 ALTERAÇÕES até 27) SAS SANTO AMARO e SE/DREM, NAE 6, COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO SUBPREFEITURA SANTO AMARO, COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO DE SANTO AMARO, DIRETORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO SANTO AMARO

11 CONTEXTUALIZAÇÃO REDE DE CRECHES DA ASA 1 NOME BELA VISTA LAR INFANTIL SANTA HELENA SANTO AGOSTINHO SÃO FRANCISCO MARINA CRESPI JABAQUARA SANTO AMARO LOCALIZAÇÃO BELA VISTA CENTRO CAXINGUI ZONA OESTE LAUSANE PAULISTA ZONA NORTE PARAISÓPOLIS ZONA OESTE JARDIM ESTER ZONA OESTE MOOCA ZONA LESTE JABAQUARA ZONA SUL SANTO AMARO ZONA SUL ANO DE FUNDAÇÃO CATEGORIA ADMINISTRATIVA CONVENIADAS 21 CONVENIADAS 31/12/ INDIRETA 18 crianças 18 crianças 1951 CONVENIADA 2 crianças 179 crianças 199 CONVENIADA 15 crianças 197 crianças 1987 CONVENIADA 2 crianças 18 crianças 1992 CONVENIADA 12 crianças 11 crianças * CONVENIADA 12 crianças 1967 INDIRETA 16 crianças 1972 INDIRETA 12 crianças FECHADA DEZ/ 29 FECHADA DEZ/ 27 FECHADA DEZ/27 TOTAL DE CRIANÇAS CONVENIADAS MARINA CRESPI 1936 = ano de fundação 1999 = ano em que passou a ser administrada pela ASA

12 CONTEXTUALIZAÇÃO FAIXA ETÁRIA CONVENIADA X ATENDIDA 11 ANO BELA VISTA LAR INFANTIL STO AGOSTINHO SÃO FRANCISCO STA HELENA CONV. * ATEND. ** CONV. * ATEND. ** CONV. * ATEND. ** CONV. * ATEND. ** CONV. * 21 3,11 3, , , ,11 3,11 4,11 ATEND. ** ,11 4,11 3,11 3,11 3,11 3,11 3,11 3,11 3,11 4,11 4,11 4, ,11 4,11 3,11 3,11 3,11 3,11 3,11 3,11 4,11 4,11 5,11 4, ,11 5,11 4,11 4,11 4,11 4,11 4,11 4,11 5,11 5, ,11 4,11 4,11 4,11 4,11 4,11 4,11 5,11 5, ,11 5,11 4,11 4, , , , ,11 5,11 5,11 5,11 4,11 4,11 4,11 4,11 5,11 4, , , ,11 4,11 4, , , , , , ,11 FONTE: * ARQUIVOS DA ASA CENTRAL, CEI BELA VISTA, CEI LAR INFANTIL, CEI SANTO AGOSTINHO, CEI SÃO FRANCISCO E CEI SANTA HELENA. ** DADOS OBTIDOS NA TABELA DE MATRÍCULAS DOS CEIS DA ASA DO PROJETO CUIDAR/EDUCAR CRIANÇAS PEQUENAS NAS CRECHES DA ASA E EM TABELA COM NÚMEROS DE CRIANÇAS ATENDIDAS E FAIXA ETÁRIA FORNECIDA PELA COORDENADORA GERAL DAS CRECHES DA ASA. NÃO CONSTAM DADOS DE SANTO AMARO, JABAQUARA E MARINA CRESPI

13 1 TERMOS DE CONVÊNIO 12 INSTRUMENTO QUE OFICIALIZA A RELAÇÃO PMSP E CRECHES CONVENIADAS CONTRATO DETALHADO EM CAPÍTULOS: 1. OBJETO 2. VIGÊNCIA 3. COMPETÊNCIAS E OBRIGAÇÕES 4. FUNCIONAMENTO 5. FÉRIAS 6. PER CAPITA 7. PAGAMENTO 8. DESCONTOS 9. VERBA DE IMPLANTAÇÃO 1. ADICIONAL 11. ADITAMENTO 12. PRAZOS 13. EXTINÇÃO DO CONVÊNIO 14. CUSTAS

14 1 TERMOS DE CONVÊNIO PORTARIA 3969 DE 18/8/9 13 COMPETE À 8 CLÁUSULAS 5 AÇÕES 1. SUPERVISIONAR 2. INDICAR 3. FISCALIZAR 4. FORNECER 5. EMITIR COMPETE À CONVENIADA 23 CLÁUSULAS 2 AÇÕES 1. PRESTAR 11. COLOCAR 2. PROPORCIONAR 12. CITAR 3. CONTRATAR 13. COMUNICAR 4. MANTER 14. NÃO UTILIZAR 5. ARCAR 15. ZELAR 6. GARANTIR 16. INSTALAR 7. PRESTAR CONTAS 17. DEVOLVER 8. ENTREGAR 18. APRESENTAR 9. ATENDER 19. RECOLHER 1. CUMPRIR 2. RESTITUIR

15 1 TERMOS DE CONVÊNIO O QUE DIFERENCIA O CONVÊNIO DE CRECHE INDIRETA 14 ASA SE RESPONSABILIZA PELA MANUTENÇÃO DOS IMÓVEIS: executar reparos: vazamentos, infiltrações corriqueiras, problemas elétricos do quadro de distribuição interna, pintura interna e externa, troca de azulejos e os demais serviços que objetivam sua conservação. Pode usar a verba do convênio (nas conveniadas não pode) PMSP SE REPONSABILIZA POR REFORMAS QUE PODERÃO ABRANGER: Estrutura (fundações, vigas, pilares, lajes, estrutura da cobertura, alvenaria, segurança, cobertura e pisos em geral) hidráulica (tubulações internas e externas, reservatórios, impermeabilizações e correlatos) elétrica (quadro de entrada de luz e força, cabines de força, circuitos de distribuição, rede elétrica geral e correlatos). PSMP SE RESPONSABILIZA EM FORNECER OS BENS PERMANENTES FONTE: PORTARIA 3969/29

16 2 PORTARIAS 76 PORTARIAS ANALISADAS - DISTRIBUIÇÃO POR ANO SAS/ SAS

17 2 PORTARIAS TEMAS ANALISADOS 16 TRANSIÇÃO SAS/ SUPERVISÃO FAIXA ETÁRIA ATENDIDA RELAÇÃO ADULTO CRIANÇA DENOMINAÇÃO DOS GRUPOS ASSINATURA DOS CONVÊNIOS QUEM PAGA O PER CAPITA AUMENTO DO PER CAPITA CALENDÁRIO FÉRIAS DOS PROFISSIONAIS ATENDIMENTO À DEMANDA PROCEDIMENTOS PARA MATRÍCULA FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS ORGANIZAÇÃO DOS ESPAÇOS

18 2 PORTARIAS PER CAPITA 17 VALOR PER CAPITA = R$ POR MÊS POR CRIANÇA QUE TIVER NO MÍNIMO 75% DE PRESENÇA (hoje as faltas são justificadas pelos pais de próprio punho) VALOR DIFERENCIADO PARA MENORES DE 2 ANOS VALOR DIFERENCIADO CONFORME A QUANTIDADE DE CRIANÇAS MATRICULADAS FAIXA DE ATENDIMENTO ATÉ 6 CRIANÇAS DE 61 A 9 CRIANÇAS DE 91 A 12 CRIANÇAS ACIMA DE 121 CRIANÇAS ATÉ 6 CRIANÇAS VALOR DO PER CAPITA DE 61 A 9 DE 91 A 12 ACIMA DE 121 VALOR DO ADICIONAL BERÇÁRIO SIMULAÇÃO TOTAL/MÊS SEM BERÇÁRIO R$ 256,5 R$ 82,5 6 CRIANÇAS R$ 15.39, R$ 256,5 R$ 25, R$ 256,5 R$ 25, R$ 256,5 R$ 25, R$ 19, R$ 19, R$ 179,5 R$ 82,5 9 CRIANÇAS R$ 21.54, R$ 82,5 12 CRIANÇAS R$ 27.24, R$ 82,5 18 CRIANÇAS R$ 38.1, SIMULAÇÃO TOTAL/MÊS COM 14 BEBÊS R$ , R$ , R$ , R$ , FONTE: PORTARIA 3967/8 (não houve aumento em 29)

19 2 PORTARIAS ALTERAÇÃO NOS VALORES DO PER CAPITA 18 ANO VALOR DO PER CAPITA ATÉ 6 CRIANÇAS (R$) PORCENTAGEM DE AUMENTO IPCA (ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR AMPLO) , 7% 5,97% 22 17, 9% 7,67% , 1% 12,43% , 5,5% 9,3% 25 28, 5% 7,6% , 4,5% 5,19% , 5% 3,14% ,5 12% 4,45% FONTE: PORTARIAS SAS/SF 1/1 - P SAS//SF 8/2 - P SF/ 11/3 - P SF/ 13/4 - P 6943/5 - P 4679/6 - P 5272/7 - P 3967/8 9 NÃO HOUVE AUMENTO DE PER CAPITA EM 29

20 2 PORTARIAS ATENDIMENTO À DEMANDA ANTES E DEPOIS DO EOL 19 ASPECTO 1ª ALTERAÇÃO 2ª ALTERAÇÃO 3ª ALTERAÇÃO CADASTRO DA DEMANDA LEVANTA MENTO DA DEMANDA 21 FICHA ESPECÍFICA 21 REGISTRADA EM CADA CRECHE 22 CADASTRO NO EOL 25 REGISTRADA NO EOL DA CRECHE 29 APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS 7 DIAS CADASTRAR NO EOL 1 DIAS PEGAR PROTOCOLO DEFINITIVO 27 NÃO ATENDEM DEMANDA PRÓPRIA CRITÉRIOS DE ATENDIMEN TO 21 PROTEÇÃO À INFÂNCIA + MENOR FAIXA DE RENDA 27 ORDEM DECRESCENTE DE IDADE 29 ORDEM NUMÉRICA DE CADASTRO

21 2 PORTARIAS ATENDIMENTO À DEMANDA 2 45% 4% 35% 3% 25% 2% 15% 1% 5% % BEBÊS MATRICULADOS NO BERÇÁRIO I a 3 meses 4 a 6 meses 7 a 9 meses 1 a 12 meses + de 1 ano

22 2 PORTARIAS EOL 21 A PORTARIA 5642/6 INSTITUI NA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO O SISTEMA EOL DE APOIO NA ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR. O EOL CONSTITUI AMPLO PORTAL OPERACIONAL CRIADO EM AMBIENTE INTERNET, QUE INTEGRA AS UNIDADES ESCOLARES E DEMAIS ÓRGÃOS, SERVINDO DE FERRAMENTA ADMINISTRATIVA NA ESCOLA E INSTRUMENTO DE GESTÃO PARA OS ÓRGÃOS DA.

23 2 PORTARIAS DENOMINAÇÃO DOS GRUPOS + PROPORÇÃO ADULTO CRIANÇA 22 PORTARIA 19/96 FABES PORTARIA 7/1 - /SAS PORTARIA 4/2 - /SAS Denomina ção do grupo não consta não consta não consta não consta não consta não consta não consta Faixa etária Proporção criança X adulto Denomina ção do grupo Faixa etária Proporção criança X adulto a,11 7 Berçário I a,11 7 1, a 1,11 9 Berçário II 1, a 1,11 9 2, a 2, , a 2,11 12 Minigrupo Denomina ção do grupo Berçário Menor Berçário Maior Minigrupo Faixa etária Proporção criança X adulto a,11 7 1, a 1,11 9 2, a 2, , a 3,11 18 Grupo I 3, a 3,11 18 Grupo 1 3, a 3, , a 4,11 2 Grupo II 4, a 4,11 2 Grupo 2 4, a 4,11 2 5, a 5,11 25 Grupo III 5, a 5,11 25 Grupo 3 5, a 5, , a 6,11 3 Grupo IV 6, a 6,11 25 Grupo 4 6, a 6,11 3

24 2 PORTARIAS DENOMINAÇÃO DOS GRUPOS + PROPORÇÃO ADULTO CRIANÇA 23 PORTARIA 6/2 - /SAS PORTARIA 8331/3 PORTARIA 3/4 SMSP/ Denomina ção do grupo Faixa etária Proporção criança X adulto Denomina ção do grupo Faixa etária Proporção criança X adulto Berçário I a,11 7 Berçário I a,11 7 Berçário II 1, a 1,11 9 Berçário II 1, a 1,11 9 2, a 2, , a 2,11 12 Denomina ção do grupo Berçário Menor Berçário Minigrupo Minigrupo Maior Minigrupo Faixa etária Proporção criança X adulto a,11 7 1, a 1,11 9 2, a 2,11 12 Grupo I 3, a 3,11 18 Grupo I 3, a 3,11 18 Grupo I 3, a 3,11 18 Grupo II 4, a 4,11 2 Grupo II 4, a 4,11 2 Grupo II 4, a 4,11 2 Grupo III 5, a 5,11 25 Grupo III 5, a 5,11 25 Grupo III 5, a 5,11 25 Grupo IV 6, a 6,11 25 Grupo IV 6, a 6,11 25 Grupo IV 6, a 6,11 3

25 2 PORTARIAS DENOMINAÇÃO DOS GRUPOS + PROPORÇÃO ADULTO CRIANÇA 24 PORTARIA 5264/4 - PORTARIA 3795/5 - PORTARIA 6696/5 - Denomina ção do grupo Faixa etária Proporção criança X adulto Berçário I a,11 7 Berçário II 1, a 1,11 9 2, a 2,11 12 Denomina ção do grupo Berçário Menor Berçário Faixa etária Proporção criança X adulto Denomina ção do grupo Faixa etária Proporção criança X adulto a,11 7 Berçário I a 1 ano 7 1, a 1,11 9 Berçário II 2, a 2,11 12 Minigrupo Maior Minigrupo Minigrupo Grupo I 3, a 3,11 18 Grupo I 3, a 3, º Estágio Grupo II 4, a 4,11 2 Grupo II 4, a 4,11 2 2º Estágio Grupo III 5, a 5,11 25 Grupo III 5, a 5, º Estágio Grupo IV 6, a 6,11 25 Grupo IV 6, a 6,11 3 1, a 2 anos 2, a 3 anos 3, a 4 anos 4, a 5 anos 5, a 6 anos

26 2 PORTARIAS DENOMINAÇÃO DOS GRUPOS + PROPORÇÃO ADULTO CRIANÇA 25 PORTARIA 453/6 - PORTARIA 2752/7 - PORTARIA 5152/7 - Denomina Proporção Denomina Proporção Denomina Proporção Faixa Faixa Faixa ção do criança ção do criança ção do criança etária grupo X adulto etária grupo X adulto etária grupo X adulto Berçário I a 1 ano 7 Berçário I a 1 ano 7 Berçário I ano 7 Berçário II 1, a 2 anos 9 Berçário II 1, a 2 anos 9 Berçário II 1 ano 9 2, a 3 anos 12 2, a 3 anos 12 Minigrupo Minigrupo Minigrupo 2 anos 12 1º Estágio 3, a 4 anos mínimo 18 1º Estágio 3, a 4 anos mínimo 18 1º Estágio 3 anos mínimo 18 2º Estágio 4, a 5 anos mínimo 2 2º Estágio 4, a 5 anos mínimo 2 2º Estágio 4 anos mínimo 2 3º Estágio 5, a 6 anos mínimo 25 3º Estágio 5, a 6 anos mínimo 25 3º Estágio 5 anos mínimo 25

27 2 PORTARIAS DENOMINAÇÃO DOS GRUPOS + PROPORÇÃO ADULTO CRIANÇA 26 PORTARIA 4448/8 - PORTARIA 481/9 - P. 555/1 - Denomi nação do grupo Berçário I Berçário II Minigrupo 1º Estágio 2º Estágio 3º Estágio Faixa etária Propor ção criança X adulto Denomi nação do grupo Faixa etária Propor ção Denomin criança ação do X grupo adulto não Berçário Faixa etária Propor ção criança X adulto ano 7 Berçário nascidas a partir nascidas a partir I de 29 consta I de 1/1/1 7 1 ano 9 Berçário não Berçário nascidas em nascidas em 28 II consta II anos 12 Minigrupo não Minigrupo I 28 nascidas em consta 12 3 anos mínimo 1º 18 Estágio nascidas em 26 não Minigrupo II nascidas em mínimo consta 4 anos mínimo 2º 2 Estágio nascidas em 25 não consta Infantil I nascidas em mínimo nascidas no nascidas no 5 anos mínimo 3º período de não período de mínimo Infantil II 25 Estágio 9/2/4 a consta 1/4/5 a 25 31/12/4 31/12/5

28 2 PORTARIAS DENOMINAÇÃO DOS GRUPOS + PROPORÇÃO ADULTO CRIANÇA 27 Denomi nação do grupo Berçário I Berçário II Mini grupo I Mini grupo II Infantil I Infantil II PORTARIA 533/11 - Faixa etária nascidas a partir de 1/1/11 Proporção criança X adulto nascidas em 21 9 nascidas em nascidas em nascidas de 1/4 a 31/12/7 nascidas no período de 1/4 a 31/12/6 e de 1/1 a 31/3/7 7 até 3 até 3 Denomi nação do grupo Berçário I Berçário II Mini grupo I Mini grupo II Infantil I PORTARIA 5741/12 - Faixa etária nascidas a partir de 1/1/12 Proporção criança X adulto nascidas em nascidas em nascidas no período de 1/4/ a 31/12/9 nascidas de 1/1 a 31/3/9 e de 1/4 a 31/12/8 nascidas no período Infantil II de 1/1 a 31/3/8 e de 1/4 a 31/12/ até 3 até 3

29 2 PORTARIAS DENOMINAÇÃO DOS GRUPOS + PROPORÇÃO ADULTO CRIANÇA 28 DENOMINAÇÃO DOS GRUPOS = 6 ALTERAÇÕES até até 212 TOTAL 7 FAIXA ETÁRIA = 3 ALTERAÇÕES até até 212 TOTAL 6 PROPORÇÃO CRIANÇA X ADULTO = 7 ALTERAÇÕES até até 212 TOTAL 9

30 3 RELATÓRIOS DE SUPERVISÃO RELATÓRIOS LOCALIZADOS POR CRECHE 29 BELA VISTA - 57 RELATÓRIOS LAR INFANTIL - 63 RELATÓRIOS SAS SAS STO AGOSTINHO - 47 RELATÓRIOS SÃO FRANCISCO - 59 RELATÓRIOS SAS SAS

31 3 RELATÓRIOS DE SUPERVISÃO RELATÓRIOS LOCALIZADOS POR CRECHE 3 STA HELENA - 18 RELATÓRIOS MARINA CRESPI - 67 RELATÓRIOS SAS SAS STO AMARO - 53 RELATÓRIOS TOTAL = 454 RELATÓRIOS SAS

32 3 RELATÓRIOS DE SUPERVISÃO 38 RELATÓRIOS ANALISADOS DE SAS E 31 RELATÓRIOS ANALISADOS SAS E POR CRECHE SAS BV LI SAG SF SH MC SAM

33 32 O CONVENIAMENTO DE CRECHES DA ASA COM A PMSP (21-29) 3 RELATÓRIOS DE SUPERVISÃO FORMATO DESCRITIVO

34 33 O CONVENIAMENTO DE CRECHES DA ASA COM A PMSP (21-29) 3 RELATÓRIOS DE SUPERVISÃO FORMATO SINTÉTICO

35 34 O CONVENIAMENTO DE CRECHES DA ASA COM A PMSP (21-29) 3 RELATÓRIOS DE SUPERVISÃO FORMATO COM ROTEIRO PRÉVIO

36 35 O CONVENIAMENTO DE CRECHES DA ASA COM A PMSP (21-29) 3 RELATÓRIOS DE SUPERVISÃO FORMATO COM ROTEIRO PRÉVIO

37 36 O CONVENIAMENTO DE CRECHES DA ASA COM A PMSP (21-29) 3 RELATÓRIOS DE SUPERVISÃO FORMATO TERMO DE COMPARECIMENTO

38 3 RELATÓRIOS DE SUPERVISÃO QUEM ASSINA PELA CRECHE 37 BV LI SAG SF SH MC SAM DIRETORA 16% 54% 16% 31% 65% 59% 48% CP 12% 2% 29% 31% 4% 7% 2% DIR E CP 4% 12% 13% 24% 17% 2% 6% AUXILIAR % --- ADMINISTRAT AUXILIAR DE % ENFERMAG SEM ASSINAT 66% 14% 42% 12% 4% 29% 2% CP E COORD. GERAL ASA SEM IDENTIFIC DIRETORA, CP E CG ASA DIRETORA E MÉDICA 2% % 9% --- 2% % %

39 3 RELATÓRIOS DE SUPERVISÃO QUEM ASSINA PELA PMSP 38 CRECHE BV LI SAG SF SH MC SAM SUPERVISOR CEI SANTO AMARO 13 SUPERVISORES de 21 a 27 ANO SUPERVISOR DIRETORAS CPS 21 VIVIANE, LUCIA MARCIA, ANA LUCIA GILDA 22 ELIZETE, LUCIA LUCIA IZABEL 23 LUCIA, MARCIA RUTH, LEONTINA SILVANA LUCIA IZABEL 24 SILVANA, LEONTINA NEILA, IZABEL LUCIA IZABEL 25 LINDA, ELIANA LUCIA IZABEL 26 TEREZINHA, LINDA LUCIA IZABEL 27 TEREZINHA LUCIA IZABEL

40 3 RELATÓRIOS DE SUPERVISÃO SUPERVISOR VISITOU OS ESPAÇOS DA CRECHE 39 QUANTIDADE DE RELATÓRIOS EM QUE O SUPERVISOR ANDOU PELA CRECHE SAS SAS SAS SAS SAS SAS SAS BV LI SAG SF SH MC SAM visitou não visitou

41 3 RELATÓRIOS DE SUPERVISÃO CARDÁPIO 4 RELATÓRIOS COM CARDÁPIO POR CRECHE TEM CARDÁPIO NÃO TEM CARDÁPIO SAS SAS SAS SAS SAS SAS SAS BV LI SAG SF SH MC SAM

42 3 RELATÓRIOS DE SUPERVISÃO FREQUÊNCIA DE CRIANÇAS NOS DIAS DE VISITA CRECHE Convênio Matrículas Frequência

43 3 RELATÓRIOS DE SUPERVISÃO FREQUÊNCIA DE CRIANÇAS NOS DIAS DE VISITA CRECHE Convênio Matrículas Frequência

44 3 RELATÓRIOS DE SUPERVISÃO FREQUÊNCIA DE CRIANÇAS NOS DIAS DE VISITA CRECHE Convênio Matrículas Frquência

45 3 RELATÓRIOS DE SUPERVISÃO RELATÓRIOS COM SOLICITAÇÕES DA ASA E/OU PMSP 44 CRECHE BELA VISTA CRECHE LAR INFANTIL PMSP ASA PMSP ASA 1% 1% 64% SAS % 2% 16% SAS % % CRECHE SANTO AGOSTINHO CRECHE SÃO FRANCISCO PMSP ASA PMSP ASA 61% 67% 54% 1% % % % 4% SAS SAS

46 3 RELATÓRIOS DE SUPERVISÃO RELATÓRIOS COM SOLICITAÇÕES DA ASA E/OU PMSP 45 CRECHE SANTA HELENA PMSP ASA CRECHE MARINA CRESPI PMSP ASA 9% 42% 9% 13% 5% 72% % 8% SAS SAS CRECHE SANTO AMARO Até 27 33% 33% PMSP ASA 54% 5% TOTAL SOLICITAÇÕES PMSP ASA 52% 34% 11% 7% SAS SAS

47 CONSIDERAÇÕES 46 PARADOXO: AMPLIAÇÃO DA REDE E DIMINUIÇÃO DO ATENDIMENTO EM CRECHES EM PERÍODO INTEGRAL, ESPECIALMENTE DE BEBÊS E CRIANÇAS ENTRE 4 E 6 ANOS QUE PERDEM O DIREITO À EDUCAÇÃO INFANTIL EM CRECHES E EM PERÍODO INTEGRAL. TRANSIÇÃO DAS CRECHES DE SAS PARA = FOI BOA PARA AS CRECHES? PARA AS CRIANÇAS? PARA AS FAMÍLIAS? ASSIMILAÇÃO AINDA EM CURSO. DESCONTINUIDADE NAS POLÍTICAS RESULTA EM DESPERDÍCIO DE TEMPO, DE DINHEIRO E DE ENERGIA. AUSÊNCIA DE LINHA DE CONDUTA COMUM CONFUNDE, GERA ABUSOS, IMPEDE INVESTIMENTOS DE LONGO PRAZO. EOL FACILITOU O TRABALHO ADMINISTRATIVO NAS CRECHES. MAS IMPEDIU O ATENDIMENTO DE DEMANDA PRÓPRIA. QUEBRA DO VÍNCULO CRECHE/FAMÍLIA, CRECHE/COMUNIDADE. BUROCRACIA CRIA VAGAS OCIOSAS POR MAIS DE 2 DIAS.

48 CONSIDERAÇÕES 47 SUPERVISÃO = VIA DE MÃO DUPLA SEM CONTINUIDADE E MAL APROVEITADA POR PARTE DA CRECHE. CONVÊNIO ATUAL HOMOGENIZA AS ASSOCIAÇÕES. FILANTRÓPICAS TEM OUTRA ORIGEM. CONVENIADAS SÃO UMA REDE DENTRO DA REDE. FIGURA ESTRANHA NO AMBIENTE DE REDE PÚBLICA. TERCEIRIZAÇÃO DOS SERVIÇOS É NÃO É BOM NEGÓCIO. A INVESTIGAR = BAIXA FREQUÊNCIA DE CRIANÇAS. A INVESTIGAR = LUTA POR CRECHES, DESDE A DÉCADA DE 8 PARA POPULAÇÃO MENOS FAVORECIDA. ATENDIMENTO EM CRECHE VOLTA A SER FEITO NA ASSISTÊNCIA SOCIAL.

49 48 OBRIGADA!

O CONVENIAMENTO DE CRECHES DA ASA COM A PMSP 2001-2009 MARIA LUCIA DE A. MACHADO VERA MARIA RODRIGUES ALVES

O CONVENIAMENTO DE CRECHES DA ASA COM A PMSP 2001-2009 MARIA LUCIA DE A. MACHADO VERA MARIA RODRIGUES ALVES 0 O CONVENIAMENTO DE CRECHES DA ASA COM A PMSP 2001-2009 MARIA LUCIA DE A. MACHADO VERA MARIA RODRIGUES ALVES SÃO PAULO 2013 1 O CONVENIAMENTO DE CRECHES DA ASA COM A PMSP (2001-2009) OBJETIVOS DA APRESENTAÇÃO

Leia mais

LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL LEGISLAÇÃO MUNICIPAL

LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL LEGISLAÇÃO MUNICIPAL 1 SÃO PAULO ATUALIZADO EM JANEIRO 2015 ROTEIRO 2 Linha do tempo Legislação Municipal 1. Leis Lei Orgânica do Município de São Paulo 2. Orientações Anuais da Prefeitura de São Paulo 3. Portarias Municipais

Leia mais

LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL LEGISLAÇÃO MUNICIPAL

LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL LEGISLAÇÃO MUNICIPAL 1 SÃO PAULO ATUALIZADO EM JULHO 2014 ROTEIRO 2 Linha do tempo Legislação Municipal 1. Leis Lei Orgânica do Município de São Paulo 2. Orientações Anuais da Prefeitura de São Paulo 3. Portarias Municipais

Leia mais

PROGRAMA DE BOLSA DE ESTUDOS DO INSTITUTO GIRASSOL

PROGRAMA DE BOLSA DE ESTUDOS DO INSTITUTO GIRASSOL PROJETO CUIDAR/EDUCAR CRIANÇAS PEQUENAS NAS CRECHES DA ASA INFANTIL PARA PROFISSIONAIS DAS CRECHES DA ASA Ana Paula Dias Torres Maria Lucia de A. Machado São Paulo agosto 2015 2 A ideia de montar um curso

Leia mais

NORMATIZAÇÃO DE ESTÁGIO PARA OS CURSOS TÉCNICOS E SUPERIORES DO IFSULDEMINAS

NORMATIZAÇÃO DE ESTÁGIO PARA OS CURSOS TÉCNICOS E SUPERIORES DO IFSULDEMINAS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS NORMATIZAÇÃO DE ESTÁGIO PARA OS CURSOS TÉCNICOS E SUPERIORES

Leia mais

MUDANDO A ROTINA PARA BRINCAR MAIS

MUDANDO A ROTINA PARA BRINCAR MAIS VERA MARIA RODRIGUES ALVES MARIA LUCIA DE A. MACHADO SÃO PAULO OUTUBRO 2015 DEFININDO OS PASSOS 2 1º - Apresentar o problema Delimitar o problema DEFININDO OS PASSOS Verificar o problema/coletar dados

Leia mais

DECRETO Nº 41.427, 28 DE NOVEMBRO DE 2001

DECRETO Nº 41.427, 28 DE NOVEMBRO DE 2001 DECRETO Nº 41.427, 28 DE NOVEMBRO DE 2001 Abre crédito adicional suplementar de R$ 47.902.542,50, de acordo com a Lei nº 13.104/00, e dá outras providências. MARTA SUPLICY, Prefeita do Município de São

Leia mais

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME Os desafios da Educação Infantil nos Planos de Educação Porto de Galinhas/PE Outubro/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL Cacoal RO REGULAMENTO DE ESTÁGIOS

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO. 2º Semestre de 2012

SERVIÇO SOCIAL MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO. 2º Semestre de 2012 SERVIÇO SOCIAL MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 2º Semestre de 2012 COORDENAÇÃO GERAL Diretor Geral Prof. Adalberto Miranda Distassi Coordenadoria Geral de Estágios Prof. Ricardo Constante Martins Coordenador

Leia mais

Gestão da Demanda de Água Através de Convênios e Parcerias com o Governo do Estado de São Paulo e Prefeitura da Cidade de São Paulo SABESP

Gestão da Demanda de Água Através de Convênios e Parcerias com o Governo do Estado de São Paulo e Prefeitura da Cidade de São Paulo SABESP Gestão da Demanda de Água Através de Convênios e Parcerias com o Governo do Estado de São Paulo e Prefeitura da Cidade de São Paulo SABESP R. R. Chahin a a. Companhia de Saneamento Básico do Estado de

Leia mais

Devem constar do Termo de Compromisso, dentre outras disposições: - qualificação da empresa concedente, do estagiário e da instituição de ensino;

Devem constar do Termo de Compromisso, dentre outras disposições: - qualificação da empresa concedente, do estagiário e da instituição de ensino; ESTÁGIO O Estágio de Estudantes é regido pela Lei nº 6.494, de 07/12/1977, regulamentada pelo Decreto nº 87.497, de 18/08/1982, com posteriores alterações do Decreto nº 89.467/84. Define-se como estagiários,

Leia mais

EDITAL DE PROCESSO SELETIVO Nº 01/2015

EDITAL DE PROCESSO SELETIVO Nº 01/2015 EDITAL DE PROCESSO SELETIVO Nº 01/2015 A Prefeitura Municipal de Jaboticabal, Estado de São Paulo, através do Centro de Integração Empresa Escola - CIEE e com autorização do Prefeito Municipal Exmo. Srº

Leia mais

Regulamento de Estágio

Regulamento de Estágio Regulamento de Estágio Capitulo I - Do Estágio e suas Finalidades Capitulo II - Da Forma de Realização Capitulo III - Da Inscrição, Duração e Encerramento do Estágio Capitulo IV - Do Acompanhamento e Avaliação

Leia mais

Universidade Estadual de Maringá Centro de Tecnologia

Universidade Estadual de Maringá Centro de Tecnologia RESOLUÇÃO Nº 094/2010-CTC CERTIDÃO Certifico que a presente resolução foi afixada em local de costume, neste Centro, no dia 16/12/2010. Éder Rodrigo Gimenes Secretário Aprova Regulamento do componente

Leia mais

Manual de Estágio Supervisionado

Manual de Estágio Supervisionado NEP Manual de Estágio Supervisionado Sumário Apresentação.................................................................... 3 Considerações Iniciais............................................................

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA FIBRA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA FIBRA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA FIBRA Regula o funcionamento do Núcleo de Prática Jurídica NPJ do curso de Direito Bacharelado da Fibra. CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES

Leia mais

Estado de Santa Catarina CÂMARA MUNICIPAL DE PALHOÇA Setor de Expediente

Estado de Santa Catarina CÂMARA MUNICIPAL DE PALHOÇA Setor de Expediente PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 98/2012. NAEP. Dispõe sobre a criação do Núcleo de Atendimento Especializado da Rede Municipal de Ensino de Palhoça. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE PALHOÇA, Estado de Santa Catarina,

Leia mais

MANUAL DO PROGRAMA DE ESTAGIO SUPERVISIONADO CAMPUS COLINAS DO TOCANTINS-TO

MANUAL DO PROGRAMA DE ESTAGIO SUPERVISIONADO CAMPUS COLINAS DO TOCANTINS-TO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA COORDENAÇÃO DE INTERAÇÃO SERVIÇO ESCOLA-EMPRESA MANUAL DO PROGRAMA DE ESTAGIO SUPERVISIONADO CAMPUS COLINAS DO TOCANTINS-TO COLINAS

Leia mais

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1 Capítulo I Da Definição e Finalidade Art. 1º Entende-se como Estágio Supervisionado o conjunto de atividades práticas direcionadas para o aprendizado e o desenvolvimento

Leia mais

Roteiro de perguntas e respostas sobre estágios Fonte: Portaria EACH 016/06, de junho de 2006

Roteiro de perguntas e respostas sobre estágios Fonte: Portaria EACH 016/06, de junho de 2006 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ARTES, CIÊNCIAS E HUMANIDADES Roteiro de perguntas e respostas sobre estágios Fonte: Portaria EACH 016/06, de junho de 2006 1 - Para que serve a realização de estágios

Leia mais

Projeto de Lei nº. 4.330/14 Terceirização

Projeto de Lei nº. 4.330/14 Terceirização São Paulo, 28 de Abril de 2015 Projeto de Lei nº. 4.330/14 Terceirização Objetivos da Terceirização Aumentar a produtividade e reduzir custos. Aumento de qualidade em razão da especialização das empresas

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 064/2011 CEPE ANEXO ÚNICO NORMAS GERAIS DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO

RESOLUÇÃO Nº 064/2011 CEPE ANEXO ÚNICO NORMAS GERAIS DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO RESOLUÇÃO Nº 064/2011 CEPE ANEXO ÚNICO NORMAS GERAIS DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO Art. 1º O Estágio Curricular Obrigatório é ato educativo supervisionado, desenvolvido em ambiente de trabalho, que

Leia mais

UNIÃO DAS INSTITUIÇÕES DE SERVIÇOS, ENSINO E PESQUISA LTDA.

UNIÃO DAS INSTITUIÇÕES DE SERVIÇOS, ENSINO E PESQUISA LTDA. UNIÃO DAS INSTITUIÇÕES DE SERVIÇOS, ENSINO E PESQUISA LTDA. REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO São Paulo 2010 CAPÍTULO I DO CONCEITO, FINALIDADE E OBJETIVOS Art. 1º - O Estágio

Leia mais

Campus de Franca TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Campus de Franca TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL DA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO TÍTULO I DAS

Leia mais

Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão Urbana do Município de São Paulo

Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão Urbana do Município de São Paulo Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão Urbana do Município de São Paulo Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano - SMDU Departamento de Urbanismo - DEURB Departamento de

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 74/2010

RESOLUÇÃO Nº 74/2010 RESOLUÇÃO Nº 74/2010 Institui e regulamenta o estágio supervisionado curricular nos cursos de graduação da UFES. O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO, no

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA

UNIVERSIDADE FEDERAL VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA UNIVERSIDADE FEDERAL VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA NORMAS DA ATIVIDADE ACADÊMICA ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENGENHARIA AGRÍCOLA E AMBIENTAL 1 Objetivo ENG498 ESTÁGIO

Leia mais

MERENDA ESCOLAR Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE)

MERENDA ESCOLAR Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) Presidência da República Controladoria-Geral da União MERENDA ESCOLAR Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) MERENDA ESCOLAR O Programa Nacional de Alimentação Escolar PNAE, conhecido como Merenda

Leia mais

TERMO DE CONVÊNIO DE ESTÁGIO ( IES x ENTIDADE CONCEDENTE)

TERMO DE CONVÊNIO DE ESTÁGIO ( IES x ENTIDADE CONCEDENTE) TERMO DE CONVÊNIO DE ESTÁGIO ( IES x ENTIDADE CONCEDENTE) PARTES ESSENCIAIS: I- QUALIFICAÇÃO DAS PARTE; II- INFORMAÇÕES RELEVANTES; III- CLÁUSULAS; IV- ASSINATURAS: das partes através de seus representantes

Leia mais

REGULAMENTAÇÃO ESPECÍFICA DO ESTÁGIO DE INTERESSE CURRICULAR DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS (BACHARELADO E LICENCIATURA)

REGULAMENTAÇÃO ESPECÍFICA DO ESTÁGIO DE INTERESSE CURRICULAR DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS (BACHARELADO E LICENCIATURA) 1 REGULAMENTAÇÃO ESPECÍFICA DO ESTÁGIO DE INTERESSE CURRICULAR DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS (BACHARELADO E LICENCIATURA) Resolução nº 015/2005 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) Capítulo

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MOGI DAS CRUZES

PREFEITURA MUNICIPAL DE MOGI DAS CRUZES Projeto de Lei n 340/99 464 LEI N 4.864 DE 12 DE MARÇO DE 1999 Dispõe sobre a Política Municipal do Idoso, e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE MOGI DAS CRUZES; FAÇO SABER QUE A CÂMARA MUNICIPAL

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA E DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL.

REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA E DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL. REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA E DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL. ORIENTAÇÕES E NORMAS SOBRE O ESTÁGIO CURRICULAR PARA ESTUDANTES DO CURSO DE ENGENHARIA

Leia mais

INVENTÁRIO ANUAL. Exercício 2011. Orientações e Procedimentos para Comissões Inventariantes

INVENTÁRIO ANUAL. Exercício 2011. Orientações e Procedimentos para Comissões Inventariantes INVENTÁRIO ANUAL Exercício 2011 Orientações e Procedimentos para Comissões Inventariantes Elaboração: Fernando de Souza Guimarães : 3409-4674 / 3409-4675 : dimat@dsg.ufmg.br Belo Horizonte, 2011 SUMÁRIO

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO APRESENTAÇÃO Dispõe sobre as normas para realização de Estágio Supervisionado pelos acadêmicos da Faculdade de Belém FABEL. O presente regulamento normatiza o Estágio

Leia mais

Regulamento Estágio Curricular Obrigatório

Regulamento Estágio Curricular Obrigatório Regulamento Estágio Curricular Obrigatório CST em Fabricação Mecânica CST em Gestão de Recursos Humanos CST em Mecatrônica Industrial 1 CAPÍTULO I DA JUSTIFICATIVA E FINALIDADES Art. 1º - O programa de

Leia mais

1 de 5 03/12/2012 14:32

1 de 5 03/12/2012 14:32 1 de 5 03/12/2012 14:32 Este documento foi gerado em 29/11/2012 às 18h:32min. DECRETO Nº 49.377, DE 16 DE JULHO DE 2012. Institui o Programa de Gestão do Patrimônio do Estado do Rio Grande do Sul - Otimizar,

Leia mais

CAPÍTULO I CONCEITO, FINALIDADE E OBJETIVOS

CAPÍTULO I CONCEITO, FINALIDADE E OBJETIVOS VOTO CONSU 2009-02 de 23/04/2009 2011-03 de 24/03/2011 2012-19 de 14/06/2012 REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO Estabelece as normas institucionais para a realização de Estágios

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa DECRETO Nº 49.377, DE 16 DE JULHO DE 2012. (publicado no DOE n.º 137, de 17 de julho de 2012) Institui o Programa

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 030/2013.

PROJETO DE LEI N.º 030/2013. PROJETO DE LEI N.º 030/2013. Institui o Programa Menor Aprendiz no âmbito do Município de Bela Vista de Minas e dá outras providências. O Prefeito Municipal de Bela Vista de Minas, Estado de Minas Gerais,

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO SEBASTIÃO DO OESTE ESTADO DE MINAS GERAIS

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO SEBASTIÃO DO OESTE ESTADO DE MINAS GERAIS LEI COMPLEMENTAR Nº 38, DE 22 DE FEVEREIRO DE 2011. Altera dispositivos e Cria Secretaria de Esporte, Cultura, Lazer e Turismo na Lei Complementar nº 24, de 23 de abril de 2009, que dispõe sobre a Organização

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DE GUANHÃES, Estado de Minas Gerais, no uso de suas atribuições legais;

O PREFEITO MUNICIPAL DE GUANHÃES, Estado de Minas Gerais, no uso de suas atribuições legais; LEI Nº 2451 DE 24 DE NOVEMBRO DE 2011 Dispõe sobre o estágio de estudantes junto ao poder público Municipal, suas autarquias e fundações e dá outras providencias. O PREFEITO MUNICIPAL DE GUANHÃES, Estado

Leia mais

EDITAL SEEC Nº. 01/2013

EDITAL SEEC Nº. 01/2013 ESTADO DE SANTA CATARINA PREFEITURA MUNICIPAL DE COCAL DO SUL SECRETARIA DE EDUCAÇÃO, ESPORTE E CULTURA EDITAL SEEC Nº. 01/2013 Dispõe sobre as diretrizes de matrícula para o ano letivo de 2014, nas instituições

Leia mais

TABELA SANTAMÁLIA - PME CABEÇALHO 03 A 99 VIDAS

TABELA SANTAMÁLIA - PME CABEÇALHO 03 A 99 VIDAS TABELA - PME Tabela de Preços Taxa de Adesão: Isento. 02 a 29 Vidas Faixa Etaria Essencial Standard Essencial Plus Ideal Standard Ideal Plus Excelência Standard Excelência Plus Acomodação Enfermaria Apartamento

Leia mais

Regulamento de Estágio. Curso de Engenharia de Produção

Regulamento de Estágio. Curso de Engenharia de Produção Regulamento de Estágio Curso de Engenharia de Produção Coronel Fabriciano Julho, 2010 1. INTRODUÇÃO O Estágio Curricular Obrigatório no curso de Engenharia de Produção é uma atividade curricular obrigatória

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO I INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO I INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO I INTRODUÇÃO O estágio curricular do curso de Administração é uma atividade obrigatória, em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais

Leia mais

Título I. Dos Princípios Gerais

Título I. Dos Princípios Gerais CORDENADORIA DO NPJ Criado pela Resolução 01/99 Colegiado Superior REGULAMENTO Dispõe sobre o funcionamento da Coordenadoria do Núcleo de Prática Jurídica e seus órgãos no Curso de Graduação em Direito.

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE MINAS GERAIS CÂMARA TÉCNICA DE EDUCAÇÃO

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE MINAS GERAIS CÂMARA TÉCNICA DE EDUCAÇÃO CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE MINAS GERAIS CÂMARA TÉCNICA DE EDUCAÇÃO Profa. Dra. Maria Rizoneide Negreiros de Araujo Dra. em Enfermagem pela EE da USP Membro da Câmara Técnica de Educação COREN-MG

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO VICENTE

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO VICENTE FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO VICENTE REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURSOS SUPERIORES SUMÁRIO Apresentação...03 Regulamentação de estágio Estágio...04 Matrícula de estágio...05 Carga Horária e prazo para conclusão...05

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA EM SAÚDE MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO PÓS-GRADUAÇÃO

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA EM SAÚDE MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO PÓS-GRADUAÇÃO FORMAÇÃO PEDAGÓGICA EM SAÚDE MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO PÓS-GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO GERAL Diretor Geral Prof. Adalberto Miranda Distassi Coordenador Geral de Estágio: Prof. Ricardo Constante Martins

Leia mais

Faculdade de Tecnologia da Zona Leste REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1º SEMESTRE 2015

Faculdade de Tecnologia da Zona Leste REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1º SEMESTRE 2015 Faculdade de Tecnologia da Zona Leste REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1º SEMESTRE 2015 São Paulo - 2015 2 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 3 2. ESTÁGIO SUPERVISIONADO... 4 3. OBJETIVOS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO...

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento.

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento. SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento Etapas do Processo Seletivo Pág. 5 Matrícula Cronograma de Aulas Pág. PÓS-GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA DA FACULDADE ANGLO-AMERICANO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO Art. 1º Este Regulamento disciplina as atividades do Estágio Curricular Supervisionado,

Leia mais

FAMEC REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO

FAMEC REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO FAMEC REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO 1 REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO (Lei Nº 11.788 / 2008) Regulamenta as atividades do Estágio Curricular da FAMEC e estabelece normas

Leia mais

SITE REDE BRASIL ATUAL, 30 /10/2012. Haddad assumirá cidade deficitária em diversas áreas, afirmam especialistas

SITE REDE BRASIL ATUAL, 30 /10/2012. Haddad assumirá cidade deficitária em diversas áreas, afirmam especialistas SITE REDE BRASIL ATUAL, 30 /10/2012 Haddad assumirá cidade deficitária em diversas áreas, afirmam especialistas Últimos oito anos de gestão representaram estagnação ou retrocesso na cidade Por: Redação

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE DE DIREITO DE VITÓRIA FDV

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE DE DIREITO DE VITÓRIA FDV REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE DE DIREITO DE VITÓRIA FDV REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA TÍTULO I Dos Princípios gerais Art. 1. Este regimento Interno disciplina

Leia mais

Comissão de Ensino Médio, Modalidades e Normas Gerais Indicação nº. 006/2012 Processo nº. 001.047780.11.8

Comissão de Ensino Médio, Modalidades e Normas Gerais Indicação nº. 006/2012 Processo nº. 001.047780.11.8 PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Comissão de Ensino Médio, Modalidades e Normas Gerais Indicação nº. 006/2012 Processo nº. 001.047780.11.8

Leia mais

PROGRAMA DE BOLSA- AUXÍLIO

PROGRAMA DE BOLSA- AUXÍLIO 1 PROGRAMA DE BOLSA- AUXÍLIO COORDENAÇÃO ANA AMÉLIA NOBRE FORTIN SÃO PAULO, MARÇO DE 2014 ROTEIRO 2 OBJETIVO DO PROGRAMA ACOMPANHAMENTO APOIO FINANCEIRO ENCONTRO DE BOLSISTAS PESQUISA CURSOS PEDAGOGIA

Leia mais

A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM

A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM DECRETO nº 1098, de 12 de fevereiro de 2009 Dispõe sobre alocação, denominação e atribuições dos órgãos que compõem a estrutura organizacional do Gabinete da Prefeita e dá outras providências. A PREFEITA

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA Santa Maria, RS. 2012 SUMÁRIO CAPÍTULO I... 3 DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS... 3 CAPÍTULO II... 4 REGULARIZAÇÃO DO ESTÁGIO... 4 CAPÍTULO III... 5 DOS ASPECTOS LEGAIS... 5

Leia mais

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO GRADE CURRICULAR 2008-2010 RIO CLARO 2010 1 REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO CAPÍTULO I Da Origem, Finalidades e das Modalidades Art. 1º -

Leia mais

Manual do Estagiário

Manual do Estagiário CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA FACULDADE DE TECNOLOGIA NILO DE STÉFANI - JABOTICABAL Manual do Estagiário CURSO DE TECNOLOGIA EM BIOCOMBUSTÍVEIS 2º Semestre de 2014 Sumário 1 Informações

Leia mais

Estoque de Outorga Onerosa não Residencial

Estoque de Outorga Onerosa não Residencial Estoque de Outorga Onerosa não Residencial Outubro 2013 O relatório sobre o Estoque de Outorga Onerosa é realizado com o objetivo de analisar as informações sobre o estoque de potencial construtivo na

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS CAMPO GRANDENSES INSTRUÇÃO NORMATIVA 002/2010 17 05 2010

FACULDADES INTEGRADAS CAMPO GRANDENSES INSTRUÇÃO NORMATIVA 002/2010 17 05 2010 O Diretor das Faculdades Integradas Campo Grandenses, no uso de suas atribuições regimentais e por decisão dos Conselhos Superior, de Ensino, Pesquisa, Pós Graduação e Extensão e de Coordenadores, em reunião

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 7, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2015.

RESOLUÇÃO Nº 7, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2015. RESOLUÇÃO Nº 7, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2015. O PRESIDENTE DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, considerando a Resolução nº

Leia mais

Fundação Presidente Antônio Carlos - FUPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos de Aimorés

Fundação Presidente Antônio Carlos - FUPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos de Aimorés REGULAMENTO DO NUCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE AIMORÉS Este Regulamento se aplica ao curso de Direito da Faculdade Presidente Antônio Carlos de Aimorés TÍTULO I DOS

Leia mais

Comissão do Jovem Advogado

Comissão do Jovem Advogado REGULAMENTO DO PROGRAMA MEU PRIMEIRO ESTÁGIO Estabelece normas para acompanhamento das atividades do programa meu primeiro estágio, da Comissão da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Acre OAB/AC.

Leia mais

RESOLUÇÃO N 54/2009/CONEPE. O CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO da UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE, no uso de suas atribuições legais,

RESOLUÇÃO N 54/2009/CONEPE. O CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO da UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE, no uso de suas atribuições legais, SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO RESOLUÇÃO N 54/2009/CONEPE Aprova Normas Específicas do Estágio Curricular do

Leia mais

MANUAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO. Técnico em Informática

MANUAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO. Técnico em Informática INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS - CAMPUS AVANÇADO SÃO JOÃO DEL-REI MANUAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Técnico em Informática APRESENTAÇÃO O objetivo do presente

Leia mais

Crédito Estudantil Ibmec

Crédito Estudantil Ibmec Crédito Estudantil Ibmec Queremos receber bons estudantes e torná-los excelentes alunos. Olhando para o futuro, também queremos que eles sejam os melhores profissionais do mercado. Sabemos que ter uma

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DO NATAL SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

PREFEITURA MUNICIPAL DO NATAL SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO 217-5699 PREFEITURA MUNICIPAL DO NATAL SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA DIREÇÃO DAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE NATAL PELA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO 217-5699 PREFEITURA

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA Dispõe sobre normas para realização do estágio de prática jurídica, componente curricular obrigatório dos Cursos de Direito. Do Núcleo de Prática Jurídica Art.

Leia mais

MANUAL FISCAL CONTROLE INTERNO DE CONVÊNIOS 2014

MANUAL FISCAL CONTROLE INTERNO DE CONVÊNIOS 2014 2 MANUAL DO FISCAL CONTROLE INTERNO DE CONVÊNIOS 2014 2 GOVERNADOR DO ESTADO DO PARANÁ Beto Richa SECRETÁRIO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO Paulo Afonso Schmidt DIRETOR GERAL Edmundo Rodrigues da Veiga Neto SUPERINTENDE

Leia mais

Quadro da desigualdade em São Paulo

Quadro da desigualdade em São Paulo Quadro da desigualdade em São Paulo CULTURA Acervo de livros infanto-juvenis das bibliotecas municipais per capita Número de livros infanto-juvenis disponíveis em acervos de bibliotecas e pontos de leitura

Leia mais

ESTÁGIO EM SERVIÇO SOCIAL. Apresentação

ESTÁGIO EM SERVIÇO SOCIAL. Apresentação ESTÁGIO EM SERVIÇO SOCIAL Apresentação A educação profissional possui como característica fundamental atingir determinada finalidade no contexto social, sobretudo quando se cristaliza num processo reflexivo

Leia mais

REGIMENTO DA COORDENAÇÃO DO NÚCLEO DE PRÁTICA PROFISSIONAL E EMPREENDEDORISMO (NUPPE)

REGIMENTO DA COORDENAÇÃO DO NÚCLEO DE PRÁTICA PROFISSIONAL E EMPREENDEDORISMO (NUPPE) APROVADO Alterações aprovadas na 27ª reunião do Conselho Superior realizada em 18/12/2013. REGIMENTO DA COORDENAÇÃO DO NÚCLEO DE PRÁTICA PROFISSIONAL E EMPREENDEDORISMO (NUPPE) DA ESTRUTURA Art. 1º - A

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE BACHARELADO EM DIREITO DA FACULDADE DO GUARUJÁ

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE BACHARELADO EM DIREITO DA FACULDADE DO GUARUJÁ REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE BACHARELADO EM DIREITO DA FACULDADE DO GUARUJÁ I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art.1º. O presente Regulamento rege as Atividades de Estágio Supervisionado,

Leia mais

Balanço do Plano Plurianual 2006/2009. Perspectivas para o Próximo PPA. Maurício Faria Conselheiro do Tribunal de Contas do Município de São Paulo

Balanço do Plano Plurianual 2006/2009. Perspectivas para o Próximo PPA. Maurício Faria Conselheiro do Tribunal de Contas do Município de São Paulo Balanço do Plano Plurianual 2006/2009 Perspectivas para o Próximo PPA Maurício Faria Conselheiro do Tribunal de Contas do Município de São Paulo 1 PPA PREVISÃO CONSTITUCIONAL Art. 165. Leis de iniciativa

Leia mais

RESOLUÇÃO N 003/2010

RESOLUÇÃO N 003/2010 RESOLUÇÃO N 003/2010 Institui regulamento para o cumprimento das atividades de Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Pedagogia da FCH/ FUMEC. O PRESIDENTE DO COLEGIADO DE CURSOS NO USO DE SUAS

Leia mais

PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA 2015 PREFEITURA DE SÃO PAULO

PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA 2015 PREFEITURA DE SÃO PAULO PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA 2015 PREFEITURA DE SÃO PAULO Projeto de Lei 467/2014 SUMÁRIO I. Resumo das Receitas e Despesas por Categoria Econômica... 3 II. III. IV. Investimentos em Obras e Instalações (Administração

Leia mais

Manual de Estágio. Serviço Social

Manual de Estágio. Serviço Social Manual de Estágio Serviço Social Sumário Manual de Estágio SERVIÇO SOCIAL INTRODUÇÃO... 03 1. ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL... 03 2. INFORMAÇÕES INICIAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO ES...

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO E DO FUNCIONAMENTO DO NÚCLEO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO E DO FUNCIONAMENTO DO NÚCLEO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES ARTIGO 1º - O presente Regulamento tem por finalidade disciplinar as atividades complementares como componentes curriculares obrigatórios para o Curso de Direito,

Leia mais

Diretrizes Nacionais em Ligas

Diretrizes Nacionais em Ligas Diretrizes Nacionais em Ligas Acadêmicas de Medicina Introdução As Ligas Acadêmicas são entidades constituídas fundamentalmente por estudantes, em que se busca aprofundar temas em uma determinada área

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO. por. Fábio Zschornack Clarissa Tarragô Candotti CONCEPÇÃO E COMPOSIÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO. por. Fábio Zschornack Clarissa Tarragô Candotti CONCEPÇÃO E COMPOSIÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS por Fábio Zschornack Clarissa Tarragô Candotti CONCEPÇÃO E COMPOSIÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR Conforme

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO

REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO CAPÍTULO I DEFINIÇÕES GERAIS E OBJETIVOS Art. 1º - As presentes normas têm por objetivo organizar e disciplinar o Estágio Curricular Supervisionado

Leia mais

NORMAS DO ESTÁGIO CURRICULAR

NORMAS DO ESTÁGIO CURRICULAR ANEXO C UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE COMISSÃO COORDENADORA DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Fone: (31) 3899-2526. E-mail: cobio@ufv.br NORMAS DO ESTÁGIO CURRICULAR

Leia mais

Atendimento Vivo ATA RP 04/SEMPLA/COBES

Atendimento Vivo ATA RP 04/SEMPLA/COBES Atendimento Vivo ATA RP 04/SEMPLA/COBES Contato de Vendas e Pós-Vendas Telefônica Vivo Business Solutions Plano de Comunicação Vivo x Prefeitura SP 29.01.2015 ESTRUTURA 1- GERENTE DE NEGÓCIOS 2- CONSULTORIA

Leia mais

SOCIEDADE CULTURAL E EDUCACIONAL DE ITAPEVA - ACITA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E AGRÁRIAS DE ITAPEVA - FAIT

SOCIEDADE CULTURAL E EDUCACIONAL DE ITAPEVA - ACITA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E AGRÁRIAS DE ITAPEVA - FAIT REGULAMENTO GERAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA DA FAIT ATUALIZADO EM 22 DE MAIO DE 2013. PARA VIGÊNCIA A PARTIR DE 2013 2º SEMESTRE Itapeva- SP 1 ANO DE 2013 - REGULAMENTO

Leia mais

Plano Especial de Auditoria de Obras 2002 Relatório Sintético

Plano Especial de Auditoria de Obras 2002 Relatório Sintético Plano Especial de Auditoria de Obras 2002 Relatório Sintético Caracterização da obra Ano orçamento: 2002 UF: RS Nome do programa de trabalho: Construção do Edifício-Sede do TRF da 4ª Região em Porto Alegre

Leia mais

CIDADE UNIVERSITÁRIA Rua Francisco Getúlio Vargas, 1130 Bairro Petrópolis CEP 95070-560 Caxias do Sul RS Brasil Coordenadoria de Relações

CIDADE UNIVERSITÁRIA Rua Francisco Getúlio Vargas, 1130 Bairro Petrópolis CEP 95070-560 Caxias do Sul RS Brasil Coordenadoria de Relações PROGRAMA INTEGRAR A Universidade de Caxias do Sul no intuito de atender às necessidades da comunidade acadêmica e empresarial, coloca à disposição o Programa Integrar. O Programa é alicerçado na Lei n.º

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS BARROS MELO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO - DIREITO

FACULDADES INTEGRADAS BARROS MELO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO - DIREITO FACULDADES INTEGRADAS BARROS MELO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO - DIREITO DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º - Este Regulamento disciplina o funcionamento do Núcleo de Prática Jurídica (NPJ) e o Estágio

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA REGIMENTO INTERNO DA FACULDADE DE MATEMÁTICA, CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES, UFPA.

Leia mais

Faculdade de Lucas do Rio Verde Credenciada pela Portaria Ministerial nº. 2.653 de 07/12/01 D.O.U. de 10/12/01.

Faculdade de Lucas do Rio Verde Credenciada pela Portaria Ministerial nº. 2.653 de 07/12/01 D.O.U. de 10/12/01. CONSELHO PEDAGÓGICO - COP RESOLUÇÃO Nº 05/2008, DE 06 DE MARÇO DE 2008 Aprova o Regulamento das Atividades Complementares para o Curso de Graduação em Direito da Faculdade de Lucas do Rio Verde. O Presidente

Leia mais

Faculdade de Tecnologia SENAI Roberto Simonsen

Faculdade de Tecnologia SENAI Roberto Simonsen 1 SUMÁRIO Conteúdo 1. APRESENTAÇÃO... 3 2. O CURSO... 3 3. PERFIL DO TECNÓLOGO EM MANUTENÇÃO INDUSTRIAL... 3 4. ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES... 3 5. CONDIÇÕES GERAIS DO ESTÁGIO... 5 6. MATRÍCULA...

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS CURRICULARES SUPERVISIONADOS Capítulo I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º.Os estágios que compõem a estrutura curricular do curso do curso de graduação em Farmácia da Faculdade de Ciências

Leia mais

CONCURSO: AS MELHORES PRÁTICAS DE ESTÁGIO NA PMSP.

CONCURSO: AS MELHORES PRÁTICAS DE ESTÁGIO NA PMSP. CONCURSO: AS MELHORES PRÁTICAS DE ESTÁGIO NA PMSP. A Prefeitura do Município de São Paulo - PMSP, por meio da Secretaria Municipal de Gestão - SMG, mantém o Sistema Municipal de Estágios, que é coordenado

Leia mais

Departamento de Estágios FACCAMP. Procedimentos Básicos para assinatura de Convênio e Contrato de Estágio

Departamento de Estágios FACCAMP. Procedimentos Básicos para assinatura de Convênio e Contrato de Estágio Departamento de Estágios FACCAMP Procedimentos Básicos para assinatura de Convênio e Contrato de Estágio OBRIGAÇÕES DO ESTAGIÁRIO. Solicitar na Secretaria Geral da FACCAMP declaração de autorização para

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM GESTÃO EDUCACIONAL

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM GESTÃO EDUCACIONAL CENTRO UNIVERSITÁRIO PAULISTANO UniPaulistana Departamento de Pedagogia MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM GESTÃO EDUCACIONAL PEDAGOGIA GESTÃO EDUCACIONAL São Paulo 2008 R. Madre Cabrini, 38 Vila Mariana

Leia mais

CURSO: EDUCAR PARA TRANSFORMAR. Fundação Carmelitana Mário Palmério Faculdade de Ciências Humanas e Sociais

CURSO: EDUCAR PARA TRANSFORMAR. Fundação Carmelitana Mário Palmério Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Fundação Carmelitana Mário Palmério Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Educação de Qualidade ao seu alcance EDUCAR PARA TRANSFORMAR O CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CURSO: LICENCIATURA

Leia mais

DECRETO N 6.664 DE 05 DE MARÇO DE 1990

DECRETO N 6.664 DE 05 DE MARÇO DE 1990 DECRETO N 6.664 DE 05 DE MARÇO DE 1990 DISPÕE SOBRE ALTERAÇÃO DO ANEXO III DO DECRETO N 2.456, DE 24.09.1982. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ, no uso de suas atribuições que lhe confere o art. 135, inciso

Leia mais