Gestão da Produção Variabilidade das operações Filas de espera

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Gestão da Produção Variabilidade das operações Filas de espera"

Transcrição

1 Variabilidade das operações Filas de espera José Cruz Filipe IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril 26 Tópicos Variabilidade dos fluxos Teoria clássica das filas de espera Medidas de desempenho das filas de espera Dimensionamento em situações de variabilidade elevada IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril 26 2

2 Variabilidade nas chegadas / no serviço Poisson: média: 5 pessoas/hora 7 Chegadas chegadas Chegadas chegadas Chegadas chegadas Chegadas chegadas IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril 26 3 Variabilidade nas chegadas / no serviço Normal: média: 5 pessoas/hora; desvio padrão,5 4 Chegadas chegadas Chegadas chegadas Chegadas chegadas Chegadas chegadas IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril

3 Conceitos básicos de Filas de Espera Regras de chegada Características da prestação do serviço População de potenciais clientes Fila de espera Regras de prioridade Instalações onde o serviço é prestado Clientes servidos IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril 26 5 Conceitos básicos de Filas de Espera (II) População Finita ou infinita Clientes persistentes ou desistentes Regras de chegada Independência das chegadas Ritmo de chegada λ Distribuição de probabilidades das chegadas IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril

4 Conceitos básicos de Filas de Espera (III) Regras de prioridade Prioridades atribuídas FIFO (ou FCFS First Come, First Served) LIFO (ou LCFS Last Come, First Served) Prestação do serviço Número de servidores Fila única e servidor único Fila única e múltiplos servidores Tantas filas quantos os servidores Duração média do serviço /µ Distribuição de probabilidades da duração IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril 26 7 Conceitos básicos de Filas de Espera (IV) Fila única e servidor único Fila de espera Clientes servidos Tantas filas quantos os servidores Fila de espera Clientes servidos Fila de espera Clientes servidos IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril

5 Conceitos básicos de Filas de Espera (V) Clientes servidos Fila única e múltiplos servidores Fila de espera Clientes servidos IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril 26 9 Distribuição de Poisson.4 Probabilidade P(n,T).3.2. P( n, T ) = e λt.( λt ) n! n λ.t = λ.t = 2 λ.t = 3 λ.t = 4 λ.t = 5 λ.t = 6 n Probabilidade de se verificarem n chegadas no intervalo de tempo T IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril 26 5

6 Distribuição exponencial Probabilidade P(T<=t) P( T t) = e λt t Probabilidade de o intervalo entre chegadas T ser inferior a um dado intervalo t IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril 26 Medidas de desempenho das filas de espera Número médio de elementos na fila L q Número médio de elementos a ser servidos L a Número médio de elementos no sistema L s L s = L q + L a Tempo médio na fila W q Tempo médio de atendimento /µ Tempo médio no sistema W s W s = W q + /µ IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril

7 .... Variabilidade nas chegadas / no serviço Poisson: média: 5 pessoas/hora 7 Chegadas chegadas Chegadas chegadas Chegadas chegadas Chegadas chegadas IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril 26 3 Um exemplo: Nº de pessoas na fila λ = 5 pessoas / hora µ = 2 pessoas / hora L q (média teórica) = 2,25 pessoas L q (média ao fim de horas) = 3,77 pessoas Lq Lq(média) minutos IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril

8 .... Variabilidade nas chegadas / no serviço Normal: média: 5 pessoas/hora; desvio padrão,5 4 Chegadas chegadas Chegadas chegadas Chegadas chegadas Chegadas chegadas IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril 26 5 Um exemplo: Nº de pessoas na fila.5 λ = 5 unidades / hora µ = 2 unidades / hora L q (média teórica) =,5 unidades L q (média ao fim de horas) =,4998 unidades Lq Lq(média) minutos IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril

9 Coeficiente de variação É o rácio entre a média e o desvio padrão de um processo Em processos exponenciais, o rácio é. IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril 26 7 Dimensionamento A média é um péssimo indicador de performance, quando a variabilidade é elevada IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril

10 Dimensionamento Deve especificar-se O tempo de espera não é superior a nnn minutos em xx% das situações As pessoas esperam sentadas em yy% das situações IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril 26 9 Dimensionamento Conceito de nível de serviço Compromisso de que o tempo de espera não é superior a nnn minutos, com um nível de serviço de xx% Compromisso de que as pessoas esperam sentadas, com um nível de serviço de yy% IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril 26 2

11 Dimensionamento Uso cada vez maior de simulação Simulação de acontecimentos discretos (Discrete Event Simulation) Complementada com o Método de Monte Carlo IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril 26 2 Um exemplo Caso CPCS Não há marcações para as chegadas para a consulta de clínica geral, que seguem a distribuição de Poisson. IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril 26 22

12 Um exemplo IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril Um exemplo Número de pessoas na fila de clínica geral Quatro dias diferentes IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril

13 Um exemplo Máximo diário de pessoas na fila de clínica geral IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril Um exemplo Distribuição de frequências: quantos dias houve um máximo de pessoas na fila 5 Número de dias Máximo de pessoas na fila IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril

14 Um exemplo Frequências acumuladas 2 % 3 4% 4 7% 5 9% 6 34% 7 46% 8 6% 9 69% 75% 8% 2 85% 3 9% 4 94% 5 96% 6 98% 7 99% 8 % % 8% 6% 4% 2% % IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril Um exemplo modificado Máximo diário de pessoas na fila de clínica geral Há marcações para a consulta de clínica geral; as chegadas seguem a distribuição normal, com C=, % 2 2% % 4 5% 5 69% % 7 92% % 9 97% 3 97% 98% 2 98% % IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril

Revisão da Literatura Tema 2. Mestranda: Arléte Kelm Wiesner

Revisão da Literatura Tema 2. Mestranda: Arléte Kelm Wiesner Revisão da Literatura Tema 2 Mestranda: Arléte Kelm Wiesner Sistema Termo utilizado em muitas situações Prado (2014) afirma que: Sistema é uma agregação de objetos que têm alguma interação ou interdependência.

Leia mais

Teoria das filas. Clientes. Fila

Teoria das filas. Clientes. Fila Teoria das filas 1 - Elementos de uma fila: População Clientes Fila Servidores 1 3 Atendimento Características de uma fila:.1 Clientes e tamanho da população População infinita > Chegadas independentes

Leia mais

Introdução à Teoria das Filas

Introdução à Teoria das Filas Introdução à Teoria das Filas If the facts don't fit the theory, change the facts. --Albert Einstein Notação Processo de Chegada: Se os usuários chegam nos instantes t 1, t 2,..., t j, então as variáveis

Leia mais

Simulação Transiente

Simulação Transiente Tópicos Avançados em Avaliação de Desempenho de Sistemas Professores: Paulo Maciel Ricardo Massa Alunos: Jackson Nunes Marco Eugênio Araújo Dezembro de 2014 1 Sumário O que é Simulação? Áreas de Aplicação

Leia mais

Gestão de Operações II Teoria das Filas

Gestão de Operações II Teoria das Filas Gestão de Operações II Teoria das Filas Prof Marcio Cardoso Machado Filas O que é uma fila de espera? É um ou mais clientes esperando pelo atendimento O que são clientes? Pessoas (ex.: caixas de supermercado,

Leia mais

Objetivos. Teoria de Filas. Teoria de Filas

Objetivos. Teoria de Filas. Teoria de Filas Objetivos Teoria de Filas Michel J. Anzanello, PhD anzanello@producao.ufrgs.br 2 Teoria de Filas Filas estão presentes em toda a parte; Exemplos evidentes de fila podem ser verificados em bancos, lanchonetes,

Leia mais

A TEORIA DAS FILAS COMO FERRAMENTA DE APOIO PARA ANALISE DE UMA EMPRESA DE LAVA-RÁPIDO EM VOLTA REDONDA

A TEORIA DAS FILAS COMO FERRAMENTA DE APOIO PARA ANALISE DE UMA EMPRESA DE LAVA-RÁPIDO EM VOLTA REDONDA A TEORIA DAS FILAS COMO FERRAMENTA DE APOIO PARA ANALISE DE UMA EMPRESA DE LAVA-RÁPIDO EM VOLTA REDONDA Byanca Porto de Lima byanca_porto@yahoo.com.br UniFOA Bruna Marta de Brito do Rego Medeiros brunamartamedeiros@hotmail.com

Leia mais

Modelos de Filas de Espera

Modelos de Filas de Espera Departamento de Informática Modelos de Filas de Espera Métodos Quantitativos LEI 2006/2007 Susana Nascimento (snt@di.fct.unl.pt) Advertência Autor João Moura Pires (jmp@di.fct.unl.pt) Este material pode

Leia mais

PLANEJAMENTO DE CAPACIDADES E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS

PLANEJAMENTO DE CAPACIDADES E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS PLANEJAMENTO DE CAPACIDADES E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS Curso: Tecnologia em Redes de Computadores Prof.:Eduardo Araujo Site- http://professoreduardoaraujo.com INICIANDO O ESTUDO História: 1908 matemático

Leia mais

Introdução a Avaliação de Desempenho

Introdução a Avaliação de Desempenho Introdução a Avaliação de Desempenho Avaliar é pronunciar-se sobre as características de um certo sistema. Dado um sistema real qualquer, uma avaliação deste sistema pode ser caracterizada por toda e qualquer

Leia mais

Por que aparecem as filas? Não é eficiente, nem racional, que cada um disponha de todos os recursos individualmente. Por exemplo:

Por que aparecem as filas? Não é eficiente, nem racional, que cada um disponha de todos os recursos individualmente. Por exemplo: Por que aparecem as filas? Não é eficiente, nem racional, que cada um disponha de todos os recursos individualmente. Por exemplo: que cada pessoa disponha do uso exclusivo de uma rua para se movimentar;

Leia mais

Fig.1. Exemplo de fila com seus componentes. Sistema

Fig.1. Exemplo de fila com seus componentes. Sistema MÓDULO 5 - TEORIA DAS FILAS (Queueing Theory) Baseado em Andrade, Eduardo Leopoldino de, Introdução à pesquisa operacional, LTC - Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 2000.; Albernaz, Marco Aurélio,

Leia mais

COS767 - Modelagem e Análise Aula 2 - Simulação. Algoritmo para simular uma fila Medidas de interesse

COS767 - Modelagem e Análise Aula 2 - Simulação. Algoritmo para simular uma fila Medidas de interesse COS767 - Modelagem e Análise Aula 2 - Simulação Algoritmo para simular uma fila Medidas de interesse Simulação O que é uma simulação? realização da evolução de um sistema estocástico no tempo Como caracterizar

Leia mais

Simulação de Sistemas Teoria das Filas Estrutura do Sistema

Simulação de Sistemas Teoria das Filas Estrutura do Sistema Simulação de Sistemas Teoria das Filas 1 2 3 Estrutura do Sistema Capacidade do sistema Canais de Serviço 1 Chegada de Clientes de chegada (tempo entre chegadas) Fila de Clientes Tempo de atendimento 2...

Leia mais

Modelos Estocásticos. Resolução de alguns exercícios da Colectânea de Exercícios 2005/06 PROCESSOS ESTOCÁSTICOS E FILAS DE ESPERA LEGI

Modelos Estocásticos. Resolução de alguns exercícios da Colectânea de Exercícios 2005/06 PROCESSOS ESTOCÁSTICOS E FILAS DE ESPERA LEGI Modelos Estocásticos Resolução de alguns exercícios da Colectânea de Exercícios 2005/06 LEGI Capítulo 7 PROCESSOS ESTOCÁSTICOS E FILAS DE ESPERA Nota: neste capítulo ilustram-se alguns dos conceitos de

Leia mais

- Universidade do Sul de Santa Catarina Unidade Acadêmica Tecnologia Pesquisa Operacional II. Prof o. Ricardo Villarroel Dávalos, Dr. Eng.

- Universidade do Sul de Santa Catarina Unidade Acadêmica Tecnologia Pesquisa Operacional II. Prof o. Ricardo Villarroel Dávalos, Dr. Eng. Unidade Acadêmica Tecnologia Prof o. Ricardo Villarroel Dávalos, Dr. Eng. Palhoça, Março de 2010 2 Sumário 1.0 TEORIA DAS FILAS... 3 1.1 UMA INTRODUÇÃO À PESQUISA OPERACIONAL... 3 1.2 ASPECTOS GERAIS DA

Leia mais

DISTRIBUIÇÕES DE PROBABILIDADE

DISTRIBUIÇÕES DE PROBABILIDADE DISTRIBUIÇÕES DE PROBABILIDADE i1 Introdução Uma distribuição de probabilidade é um modelo matemático que relaciona um certo valor da variável em estudo com a sua probabilidade de ocorrência. Há dois tipos

Leia mais

TEORIA DAS FILAS 1.1 UMA INTRODUÇÃO À PESQUISA OPERACIONAL

TEORIA DAS FILAS 1.1 UMA INTRODUÇÃO À PESQUISA OPERACIONAL TEORIA DAS FILAS 1.1 UMA INTRODUÇÃO À PESQUISA OPERACIONAL A pesquisa operacional (PO) é uma ciência aplicada cujo objetivo é a melhoria da performance em organizações, ou seja, em sistemas produtivos

Leia mais

APLICAÇÃO DA TEORIA DAS FILAS NO SISTEMA DE ATENDIMENTO DE UMA EMPRESA DO RAMO ALIMENTÍCIO

APLICAÇÃO DA TEORIA DAS FILAS NO SISTEMA DE ATENDIMENTO DE UMA EMPRESA DO RAMO ALIMENTÍCIO APLICAÇÃO DA TEORIA DAS FILAS NO SISTEMA DE ATENDIMENTO DE UMA EMPRESA DO RAMO ALIMENTÍCIO Ana Victoria da Costa Almeida (anavictoriaalmeida@yahoo.com.br / UEPA) Kelvin Cravo Custódio (kelvim_scb9@hotmail.com

Leia mais

Uma introdução à Teoria das Filas

Uma introdução à Teoria das Filas Uma introdução à Teoria das Filas Introdução aos Processos Estocásticos 13/06/2012 Quem nunca pegou fila na vida? Figura: Experiência no bandejão Motivação As filas estão presentes em nosso cotidiano,

Leia mais

Introdução a Teoria das Filas

Introdução a Teoria das Filas DISC. : PESQUISA OPERACIONAL II Introdução a Teoria das Filas Prof. Mestre José Eduardo Rossilho de Figueiredo Introdução a Teoria das Filas Introdução As Filas de todo dia. Como se forma uma Fila. Administrando

Leia mais

Uma introdução às técnicas de simulação de filas de espera para Directores Clínicos. Ismael Bernardo Ricardo Rosa Rui Assis

Uma introdução às técnicas de simulação de filas de espera para Directores Clínicos. Ismael Bernardo Ricardo Rosa Rui Assis Uma introdução às técnicas de simulação de filas de espera para Directores Clínicos Ismael Bernardo Ricardo Rosa Rui Assis 2005 Programa Projecção de dois casos de filas de espera (Bank e Supermarket)

Leia mais

Variáveis Aleatórias Contínuas

Variáveis Aleatórias Contínuas Variáveis aleatórias contínuas: vamos considerar agora uma lista de quantidades as quais não é possível associar uma tabela de probabilidades pontuais ou frequências tempo de duração de uma chamada telefônica

Leia mais

UNIDADE VI - Planejamento e Controle de Projetos

UNIDADE VI - Planejamento e Controle de Projetos UNIDADE VI - Planejamento e Controle de Projetos Características do Planejamento e Controle Tarefas do Planejamento e Controle Processo de Planejamento e Controle de Projetos Técnicas e Ferramentas de

Leia mais

COMENTÁRIO AFRM/RS 2012 ESTATÍSTICA Prof. Sérgio Altenfelder

COMENTÁRIO AFRM/RS 2012 ESTATÍSTICA Prof. Sérgio Altenfelder Comentário Geral: Prova muito difícil, muito fora dos padrões das provas do TCE administração e Economia, praticamente só caiu teoria. Existem três questões (4, 45 e 47) que devem ser anuladas, por tratarem

Leia mais

Modelos de Filas de Espera

Modelos de Filas de Espera Departamento de Informática Modelos de Filas de Espera Métodos Quantitativos LEI 2006/2007 Susana Nascimento (snt@di.fct.unl.pt) Advertência Autores João Moura Pires (jmp@di.fct.unl.pt) Susana Nascimento

Leia mais

Uma distribuição de probabilidade é um modelo matemático que relaciona um certo valor da variável em estudo com a sua probabilidade de ocorrência.

Uma distribuição de probabilidade é um modelo matemático que relaciona um certo valor da variável em estudo com a sua probabilidade de ocorrência. Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT Uma distribuição de probabilidade é um modelo matemático que relaciona um certo valor da variável em estudo com a sua probabilidade de ocorrência. Há dois tipos de

Leia mais

MODELAGEM E SIMULAÇÃO

MODELAGEM E SIMULAÇÃO MODELAGEM E SIMULAÇÃO Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Terminologia Básica Utilizada em de Sistemas Terminologia Básica Uma série de termos

Leia mais

Estudos sobre modelagem e simulação de sistemas de filas M/M/1 e M/M/ 2

Estudos sobre modelagem e simulação de sistemas de filas M/M/1 e M/M/ 2 Estudos sobre modelagem e simulação de sistemas de filas M/M/1 e M/M/ 2 Paulo Henrique Borba Florencio (PUC-GO) phenrique3103@gmail.com Maria José Pereira Dantas (PUC-GO) mjpdantas@gmail.com Resumo: Modelos

Leia mais

Teoria das Filas Luciano Cajado Costa 1

Teoria das Filas Luciano Cajado Costa 1 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO - UFMA CENTRO TECNOLÓGIO - CT CURSO: CIÊNICIA DA COMPUTAÇÃO DISCIPLINA : TEORIA DAS FILAS E SIMULAÇÃO Teoria das Filas Luciano Cajado Costa 1 1 Professor Substituto da

Leia mais

Seqüenciamento e Controles de Ordens de Produção

Seqüenciamento e Controles de Ordens de Produção Seqüenciamento e Controles de Ordens de Produção Seu computador é rápido o suficiente? Universo Tempo de Itens Máquinas de soluções processamento 4 5 7.962.624 1,3 minutos 5 5 2,49 x 10 10 2,9 dias 6 5

Leia mais

Estudo Comprobatório da Teoria das Filas pela Simulação de Eventos Discretos

Estudo Comprobatório da Teoria das Filas pela Simulação de Eventos Discretos 1 Estudo Comprobatório da Teoria das Filas pela Simulação de Eventos Discretos RESUMO O presente artigo tem como proposta comprovar a Teoria das Filas pela Simulação de Eventos Discretos (SED), através

Leia mais

Avaliação de Desempenho de Sistemas

Avaliação de Desempenho de Sistemas Avaliação de Desempenho de Sistemas Modelo de Filas M/M/1 e M/M/m Prof. Othon Batista othonb@yahoo.com Modelo de Filas Nas aulas anteriores vimos a necessidade de se utilizar uma distribuição para representar

Leia mais

Sistemas de Filas: Aula 1. Amedeo R. Odoni 10 de outubro de 2001

Sistemas de Filas: Aula 1. Amedeo R. Odoni 10 de outubro de 2001 Sistemas de Filas: Aula 1 Amedeo R. Odoni 10 de outubro de 2001 Tópicos em Teoria das Filas 9. Introdução a sistemas de filas; lei de Little, M/M/1 10. Filas Markovianas (processo de renovação) 11. Fila

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO BERNARDO DIAS GRANATO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO BERNARDO DIAS GRANATO UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO BERNARDO DIAS GRANATO SIMULAÇÃO DO SISTEMA DE SERVIÇO EM UM RESTAURANTE Orientador: D. Sc. Fernando Marques de Almeida

Leia mais

PROBLEMAS DE CONGESTIONAMENTO: Teoria das Filas

PROBLEMAS DE CONGESTIONAMENTO: Teoria das Filas PROBLEMAS DE CONGESTIONAMENTO: Teoria das Filas CARACTERÍSTICA PRINCIPAL: presença de clientes solicitando serviços em um posto de serviço e que, eventualmente, devem esperar até que o posto esteja disponível

Leia mais

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO 1.1 INTRODUÇÃO

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO 1.1 INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO 1.1 INTRODUÇÃO Em quase todas as nossas atividades diárias precisamos enfrentar filas para atender as nossas necessidades. Aguardamos em fila na padaria, nos bancos, quando trafegamos

Leia mais

Avaliação de Desempenho de Sistemas

Avaliação de Desempenho de Sistemas Avaliação de Desempenho de Sistemas Introdução a Avaliação de Desempenho de Sistemas Prof. Othon M. N. Batista othonb@yahoo.com Roteiro Definição de Sistema Exemplo de Sistema: Agência Bancária Questões

Leia mais

ANAIS TEORIA DE FILAS E SIMULAÇÃO: UM PARALELO ENTRE O MODELO ANALÍTICO E O MODELO POR SIMULAÇÃO PARA MODELOS DE FILA M M 1 E M M C

ANAIS TEORIA DE FILAS E SIMULAÇÃO: UM PARALELO ENTRE O MODELO ANALÍTICO E O MODELO POR SIMULAÇÃO PARA MODELOS DE FILA M M 1 E M M C TEORIA DE FILAS E SIMULAÇÃO: UM PARALELO ENTRE O MODELO ANALÍTICO E O MODELO POR SIMULAÇÃO PARA MODELOS DE FILA M M 1 E M M C CÁSSIA DA SILVA CASTRO ARANTES (cassiadasilva_16@hotmail.com, cassiascarantes@gmail.com)

Leia mais

Teoria de Filas e Sistemas de Comunicação

Teoria de Filas e Sistemas de Comunicação Faculdade de Engenharia Departamento de Engenharia Eletrônica e Telecomunicações Teoria de Filas e Sistemas de Comunicação (revisão: Outubro/2013) 1 1 Programa Revisão de Probabilidade e Estatística Processos

Leia mais

Geração de variáveis aleatórias

Geração de variáveis aleatórias Geração de variáveis aleatórias Danilo Oliveira, Matheus Torquato Centro de Informática Universidade Federal de Pernambuco 5 de setembro de 2012 Danilo Oliveira, Matheus Torquato () 5 de setembro de 2012

Leia mais

Distribuição da demanda telefônica de um call center através da criação e priorização de filas inteligentes

Distribuição da demanda telefônica de um call center através da criação e priorização de filas inteligentes Distribuição da demanda telefônica de um call center através da criação e priorização de filas inteligentes Marcus Augusto Vasconcelos Araújo (UPE) marcus-recife@uol.com.br Francisco José Costa Araújo

Leia mais

2 Modelo Clássico de Cramér-Lundberg

2 Modelo Clássico de Cramér-Lundberg 2 Modelo Clássico de Cramér-Lundberg 2.1 Conceitos fundamentais Nesta sessão introduziremos alguns conceitos fundamentais que serão utilizados na descrição do modelo de ruína. A lei de probabilidade que

Leia mais

Simulação de Evento Discreto

Simulação de Evento Discreto Simulação de Evento Discreto Simulação de evento discreto As variáveis de estado modificam-se apenas pela ocorrência de eventos Os eventos ocorrem instantaneamente em pontos separados no tempo São simulados

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA/3 RAINHA SANTA ISABEL- ESTREMOZ MATEMÁTICA A 12ºANO ANO LETIVO 2015/2016 OBJECTIVOS ESPECÍFICOS

ESCOLA SECUNDÁRIA/3 RAINHA SANTA ISABEL- ESTREMOZ MATEMÁTICA A 12ºANO ANO LETIVO 2015/2016 OBJECTIVOS ESPECÍFICOS PROBABILIDADES E COMBINATÓRIA ESCOLA SECUNDÁRIA/3 RAINHA SANTA ISABEL- ESTREMOZ MATEMÁTICA A 12ºANO ANO LETIVO 2015/2016 Introdução ao cálculo Conhecer terminologia das probabilidades de Probabilidades

Leia mais

Métodos Quantitativos. aula 3

Métodos Quantitativos. aula 3 Métodos Quantitativos aula 3 Prof. Dr. Marco Antonio Insper Ibmec São Paulo Simulação Empresarial Auxílio na tomada de decisão. Criação de cenários otimistas e pessimistas. Poder de previsão baseada em

Leia mais

ESTUDO DO SISTEMA DE COMPRA DE INGRESSOS EM UMA REDE DE CINEMAS NA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM.

ESTUDO DO SISTEMA DE COMPRA DE INGRESSOS EM UMA REDE DE CINEMAS NA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM. ESTUDO DO SISTEMA DE COMPRA DE INGRESSOS EM UMA REDE DE CINEMAS NA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM. Bruno Lima Pamplona (CESUPA) b_pamplona@hotmail.com Ciro Jose Jardim de Figueiredo (CESUPA) figueiredocj@yahoo.com.br

Leia mais

ANÁLISE DA QUALIDADE NOS SERVIÇOS EM UM ESTABELECIMENTO DE TELECOMUNICAÇÕES ATRAVÉS DA APLICAÇÃO DA TEORIA DAS FILAS

ANÁLISE DA QUALIDADE NOS SERVIÇOS EM UM ESTABELECIMENTO DE TELECOMUNICAÇÕES ATRAVÉS DA APLICAÇÃO DA TEORIA DAS FILAS ANÁLISE DA QUALIDADE NOS SERVIÇOS EM UM ESTABELECIMENTO DE TELECOMUNICAÇÕES ATRAVÉS DA APLICAÇÃO DA TEORIA DAS FILAS Anna Paula Meireles Nunes (CESUPA ) paula_meireles.n1992@hotmail.com Leliana Goncalves

Leia mais

UDESC DCC TADS DISCIPLINA : PESQUISA OPERACIONAL QUINTA LISTA DE EXERCÍCIOS

UDESC DCC TADS DISCIPLINA : PESQUISA OPERACIONAL QUINTA LISTA DE EXERCÍCIOS UDESC DCC TADS DISCIPLINA : PESQUISA OPERACIONAL QUINTA LISTA DE EXERCÍCIOS 1.) Clientes chegam a uma barbearia, de um único barbeiro, com uma duração média entre chegadas de 20 minutos. O barbeiro gasta

Leia mais

Avaliação de Desempenho de Sistemas. Conceitos Básicos de Sistemas e Modelos

Avaliação de Desempenho de Sistemas. Conceitos Básicos de Sistemas e Modelos Avaliação de Desempenho de Sistemas Conceitos Básicos de Sistemas e Modelos O que é Desempenho? Webster s? The manner in which a mechanism performs. Aurélio: Conjunto de características ou de possibilidades

Leia mais

PE-MEEC 1S 09/10 118. Capítulo 4 - Variáveis aleatórias e. 4.1 Variáveis. densidade de probabilidade 4.2 Valor esperado,

PE-MEEC 1S 09/10 118. Capítulo 4 - Variáveis aleatórias e. 4.1 Variáveis. densidade de probabilidade 4.2 Valor esperado, Capítulo 4 - Variáveis aleatórias e distribuições contínuas 4.1 Variáveis aleatórias contínuas. Função densidade de probabilidade 4.2 Valor esperado, variância e algumas das suas propriedades. Moda e quantis

Leia mais

Demonstrador Animado das Técnicas de Programação de Simuladores de Eventos Discretos, utilizando o MATLAB

Demonstrador Animado das Técnicas de Programação de Simuladores de Eventos Discretos, utilizando o MATLAB REVISTA DO DETUA, VOL. 2, Nº 3, SETEMBRO 1998 1 Demonstrador Animado das Técnicas de Programação de Simuladores de Eventos Discretos, utilizando o MATLAB Elizabeth Fernandez, Rui Valadas Resumo Este artigo

Leia mais

Vamos denominar 1/µ o tempo médio de atendimento de um cliente. Tem-se, então que:

Vamos denominar 1/µ o tempo médio de atendimento de um cliente. Tem-se, então que: Vamos admitir que o tempo de atendimento (tempo de serviço) de clientes diferentes são variáveis aleatórias independentes e que o atendimento de cada consumidor é dado por uma variável S tendo função densidade

Leia mais

ATeoria de filas é uma das abordagens mais utilizadas no estudo de desempenho e dimensionamento

ATeoria de filas é uma das abordagens mais utilizadas no estudo de desempenho e dimensionamento 33 Capítulo 4 Teoria de Filas ATeoria de filas é uma das abordagens mais utilizadas no estudo de desempenho e dimensionamento de sistemas de comunicação de dados. Muita atenção deve ser dada aos processos

Leia mais

2. MODELOS DE FILAS E ESTOQUES COM CHEGADAS E ATENDIMENTOS INDIVIDUAIS

2. MODELOS DE FILAS E ESTOQUES COM CHEGADAS E ATENDIMENTOS INDIVIDUAIS 2. MODELOS DE FILAS E ESTOQUES COM CHEGADAS E ATENDIMENTOS INDIVIDUAIS Uma forma simples de mostrar fisicamente o problema de acúmulos em um sistema (engenheiros, arquitetos e outros técnicos envolvidos

Leia mais

Geração de Números Aleatórios e Simulação

Geração de Números Aleatórios e Simulação Departamento de Informática Geração de Números Aleatórios e imulação Métodos Quantitativos LEI 26/27 usana Nascimento (snt@di.fct.unl.pt) Advertência Autores João Moura Pires (jmp@di.fct.unl.pt) usana

Leia mais

DIMENSIONAMENTO DE CANAIS DE ATENDIMENTO EM UMA AGÊNCIA BANCÁRIA

DIMENSIONAMENTO DE CANAIS DE ATENDIMENTO EM UMA AGÊNCIA BANCÁRIA UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI DANIEL SILVA MORO DIMENSIONAMENTO DE CANAIS DE ATENDIMENTO EM UMA AGÊNCIA BANCÁRIA SÃO PAULO 2010 ii DANIEL SILVA MORO DIMENSIONAMENTO DE CANAIS DE ATENDIMENTO EM UMA AGÊNCIA

Leia mais

APLICAÇÃO DA MODELAGEM E SIMULAÇÃO NOS SISTEMAS DE FILAS M_M_S-ENTENDENDO A NATUREZA DA SIMULAÇÃO

APLICAÇÃO DA MODELAGEM E SIMULAÇÃO NOS SISTEMAS DE FILAS M_M_S-ENTENDENDO A NATUREZA DA SIMULAÇÃO APLICAÇÃO DA MODELAGEM E SIMULAÇÃO NOS SISTEMAS DE FILAS M_M_S-ENTENDENDO A NATUREZA DA SIMULAÇÃO MARINA MEIRELES PEREIRA (PUC-GO) marininhameireles@hotmail.com Maria Jose Pereira Dantas (PUC-GO) mjpdantas@gmail.com

Leia mais

ELEMENTOS DA TEORIA DAS FILAS

ELEMENTOS DA TEORIA DAS FILAS ELEMENTOS DA TEORIA DAS FILAS OSWALDO FADIGAS TORRES "As teorias podem ser descritas em têrmos simples, ainda que se refiram a fenômenos que não pareçam sê-lo." - J. D. WILLIAMS Com êste artigo, exposição

Leia mais

Exercícios. Exercício 1

Exercícios. Exercício 1 Exercícios Exercício 1 Considere um sistema de processamento com os seguintes tempos entre chegadas de tarefas: Tempo entre Chegadas (horas) Probabilidade 0 0.23 1 0.37 2 0.28 3 0.12 Os tempos de processamento

Leia mais

Conceitos de Telefonia Celular Trafego. Depto. de Engenharia Elétrica Faculdade de Tecnologia Universidade de Brasília

Conceitos de Telefonia Celular Trafego. Depto. de Engenharia Elétrica Faculdade de Tecnologia Universidade de Brasília Conceitos de Telefonia Celular Trafego Depto. de Engenharia Elétrica Faculdade de Tecnologia Universidade de Brasília Objetivos Mostrar primeiros contatos com teoria de despacho e filas Aprender os rudimentos

Leia mais

Versão 1.0 09/Set/2013. www.wedocenter.com.br. WeDo Soluções para Contact Center Consultorias

Versão 1.0 09/Set/2013. www.wedocenter.com.br. WeDo Soluções para Contact Center Consultorias Verificação do Modelo de Erlang Ponto de Análise: Processo de chegada de contatos Operações de Contact Center Receptivo Por: Daniel Lima e Juliano Nascimento Versão 1.0 09/Set/2013 Ponto de Análise Processo

Leia mais

3 Caracterização do Repositório Experimental

3 Caracterização do Repositório Experimental 3 Caracterização do Repositório Experimental Devido ao alto custo para reproduzir o ambiente computacional das atuais máquinas de busca, a simulação tem sido empregada na literatura para avaliar as políticas

Leia mais

Simulação de Fluxo em Ambientes Industriais e Não Industriais

Simulação de Fluxo em Ambientes Industriais e Não Industriais Simulação de Fluxo em Ambientes Industriais e Não Industriais 5 de Novembro de 2012 2012. Siemens Product Lifecycle Management Protection Software notice Inc. / Copyright All rights reserved. notice Agenda

Leia mais

Gestão da Produção Planeamento

Gestão da Produção Planeamento Planeamento José Cruz Filipe IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril 2006 1 Tópicos O ciclo geral de planeamento O planeamento agregado O Director da Produção (PDP ou MPS) O Materials Requirement Planning (MRP)

Leia mais

Simulação Industrial

Simulação Industrial Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial Simulação Industrial Enunciados de Exercícios Para as Aulas Práticas Acácio M. de O. Porta Nova Departamento de Engenharia e Gestão Instituto Superior Técnico

Leia mais

ANÁLISE DE UM PROCESSO DE ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA USANDO TEORIA DE FILAS

ANÁLISE DE UM PROCESSO DE ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA USANDO TEORIA DE FILAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO UNIVERSITÁRIO NORTE DO ESPÍRITO SANTO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E COMPUTAÇÃO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO KARINA PEDRINI FRAGA ANÁLISE DE UM PROCESSO

Leia mais

Filas de Espera. Slide 1. c 1998 José Fernando Oliveira FEUP

Filas de Espera. Slide 1. c 1998 José Fernando Oliveira FEUP Filas de Espera Slide 1 Transparências de apoio à leccionação de aulas teóricas Versão 1 c 1998 Filas de Espera 1 Introdução Fenómeno corrente no dia-a-dia Slide 2 clientes pessoas, veículos ou outras

Leia mais

ESTUDO DE TEORIA DAS FILAS EM UMA EMPRESA DE DEPARTAMENTOS

ESTUDO DE TEORIA DAS FILAS EM UMA EMPRESA DE DEPARTAMENTOS ESTUDO DE TEORIA DAS FILAS EM UMA EMPRESA DE DEPARTAMENTOS Herbety Breno Rodrigues (herbetyveloso@hotmail.com / UEPA) Iuri Costa Rezende (iuri.crezende@hotmail.com / UEPA) Lucas Holanda Munhoz Lourinho

Leia mais

6LPXODomR H0RGHODJHP &RPSXWDFLRQDO 1~PHURV $OHDWyULRV 3DUDTXH 6HUYHP " São responsáveis pela aleatoriedade nos modelos de simulação.

6LPXODomR H0RGHODJHP &RPSXWDFLRQDO 1~PHURV $OHDWyULRV 3DUDTXH 6HUYHP  São responsáveis pela aleatoriedade nos modelos de simulação. 6LPXODomR H0RGHODJHP &RPSXWDFLRQDO 1~PHURV $OHDWyULRV 0pWRGR GH0RQWH&DUOR 3DUDTXH 6HUYHP " São responsáveis pela aleatoriedade nos modelos de simulação. Acompanhados da curva de comportamento do sistema,

Leia mais

CAPÍTULO 8 - DECISÃO: ELABORANDO A GESTÃO DE UM RECURSO NATURAL 68. Exercício: UTILIZAÇÃO SUSTENTÁVEL

CAPÍTULO 8 - DECISÃO: ELABORANDO A GESTÃO DE UM RECURSO NATURAL 68. Exercício: UTILIZAÇÃO SUSTENTÁVEL CAPÍTULO 8 - DECISÃO: ELABORANDO A GESTÃO DE UM RECURSO NATURAL 68 Exercício: UTILIZAÇÃO SUSTENTÁVEL O seu objectivo neste exercício é implementar uma estratégia de colheita para uma população de palmeiras

Leia mais

UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU

UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU TEORIA DAS FILAS FERNANDO MORI prof.fmori@gmail.com A teoria das filas iniciou com o trabalho de Erlang (1909) na indústria telefônica no inicio do século vinte. Ele fez estudos

Leia mais

Simulação Estocástica

Simulação Estocástica Simulação Estocástica O que é Simulação Estocástica? Simulação: ato ou efeito de simular Disfarce, fingimento,... Experiência ou ensaio realizado com o auxílio de modelos. Aleatório: dependente de circunstâncias

Leia mais

Pesquisa Operacional

Pesquisa Operacional GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS NATURAIS E TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA Pesquisa Operacional Tópico 4 Simulação Rosana Cavalcante de Oliveira, Msc rosanacavalcante@gmail.com

Leia mais

DANIEL GONÇALVES PASSOS

DANIEL GONÇALVES PASSOS Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade Departamento de Administração DANIEL GONÇALVES PASSOS UM ESTUDO DA EFICIÊNCIA DO SISTEMA DE FILAS DE UMA AGÊNCIA DA CAIXA ECONÔMICA

Leia mais

MODELAGEM E SIMULAÇÃO. Professor: Adriano Benigno Moreira

MODELAGEM E SIMULAÇÃO. Professor: Adriano Benigno Moreira MODELAGEM E SIMULAÇÃO Professor: Adriano Benigno Moreira Variáveis de Estado As variáveis cujos valores determinam o estado de um sistema são conhecidas como variáveis de estado. Quando a execução de um

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DE WEIBULL CONCEITOS BÁSICOS APLICAÇÕES

DISTRIBUIÇÃO DE WEIBULL CONCEITOS BÁSICOS APLICAÇÕES LUIZ CLAUDIO BENCK KEVIN WONG TAMARA CANDIDO DISTRIBUIÇÃO DE WEIBULL CONCEITOS BÁSICOS APLICAÇÕES Trabalho apresentado para avaliação na disciplina de Estatística e Métodos Numéricos do Curso de Administração

Leia mais

Probabilidade. Distribuição Exponencial

Probabilidade. Distribuição Exponencial Probabilidade Distribuição Exponencial Aplicação Aplicada nos casos onde queremos analisar o espaço ou intervalo de acontecimento de um evento; Na distribuição de Poisson estimativa da quantidade de eventos

Leia mais

3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos

3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos 3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos Este capítulo tem como objetivo a apresentação das principais ferramentas e metodologias de gerenciamento de riscos em projetos, as etapas do projeto onde o processo

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular GESTÃO DE OPERAÇÕES Ano Lectivo 2015/2016

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular GESTÃO DE OPERAÇÕES Ano Lectivo 2015/2016 Programa da Unidade Curricular GESTÃO DE OPERAÇÕES Ano Lectivo 2015/2016 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (2º Ciclo) 2. Curso Mestrado em Gestão 3. Ciclo de Estudos 2º 4. Unidade Curricular

Leia mais

ADS - Medidas de Desempenho Típicas Desejadas

ADS - Medidas de Desempenho Típicas Desejadas ADS - Medidas de Desempenho Típicas Desejadas Vazão (Throughput) - é definida como a taxa de clientes total servida pelo sistema por unidade de tempo; Utilização (Utilization) - é medido como a fração

Leia mais

Sistemas FILAS DE ESPERA. por Prof. António de Abreu, Universidade Nova de Lisboa, Portugal

Sistemas FILAS DE ESPERA. por Prof. António de Abreu, Universidade Nova de Lisboa, Portugal DAS5313 Avaliação de Desempenho de Sistemas FILAS DE ESPERA por Prof. António de Abreu, Universidade id d Nova de Lisboa, Portugal RESUMO DA AULA FILAS DE ESPERA Importância e Origens do Estudo das Filas

Leia mais

PESQUISA OPERACIONAL: UMA APLICAÇÃO DA TEORIA DAS FILAS A UM SISTEMA DE ATENDIMENTO

PESQUISA OPERACIONAL: UMA APLICAÇÃO DA TEORIA DAS FILAS A UM SISTEMA DE ATENDIMENTO PESQUISA OPERACIONAL: UMA APLICAÇÃO DA TEORIA DAS FILAS A UM SISTEMA DE ATENDIMENTO Rafael de Bruns Sérgio Pacífico Soncim Maria Cristina Fogliatti de Sinay - Phd Instituto Militar de Engenharia IME, Mestrado

Leia mais

Modelos, em escala reduzida, de pontes e barragens. Simuladores de voo (ou de condução), com os quais se treinam pilotos (ou condutores).

Modelos, em escala reduzida, de pontes e barragens. Simuladores de voo (ou de condução), com os quais se treinam pilotos (ou condutores). SIMULAÇÃO 1 Introdução Entende-se por simulação a imitação do funcionamento de um sistema real recorrendo a uma representação desse sistema. Com essa representação modelo, pretende-se realizar experimentações

Leia mais

Exercícios de Filas de Espera Enunciados

Exercícios de Filas de Espera Enunciados Capítulo 8 Exercícios de Filas de Espera Enunciados Enunciados 124 Problema 1 Os autocarros de uma empresa chegam para limpeza à garagem central em grupos de cinco por. Os autocarros são atendidos em ordem

Leia mais

Probabilidade. Distribuição Exponencial

Probabilidade. Distribuição Exponencial Probabilidade Distribuição Exponencial Aplicação Aplicada nos casos onde queremos analisar o espaço ou intervalo de acontecimento de um evento; Na distribuição de Poisson estimativa da quantidade de eventos

Leia mais

'DGRVGH(QWUDGD SDUD D6LPXODomR

'DGRVGH(QWUDGD SDUD D6LPXODomR 6LPXODomR GH6LVWHPDV 'DGRVGH(QWUDGD SDUD D6LPXODomR,1387 'DGRVGH(QWUDGD SDUD D6LPXODomR 3URSyVLWRReproduzir o comportamento aleatório / estocástico do sistema real dentro do modelo de simulação. *$5%$*(,1*$5%$*(287

Leia mais

Capítulo 3 Modelos Estatísticos

Capítulo 3 Modelos Estatísticos Capítulo 3 Modelos Estatísticos Slide 1 Resenha Variáveis Aleatórias Distribuição Binomial Distribuição de Poisson Distribuição Normal Distribuição t de Student Distribuição Qui-quadrado Resenha Slide

Leia mais

ESTUDO DA TEORIA DAS FILAS EM UM SISTEMA MÉDICO-HOSPITALAR NA CIDADE DE BELÉM-PA

ESTUDO DA TEORIA DAS FILAS EM UM SISTEMA MÉDICO-HOSPITALAR NA CIDADE DE BELÉM-PA ESTUDO DA TEORIA DAS FILAS EM UM SISTEMA MÉDICO-HOSPITALAR NA CIDADE DE BELÉM-PA Ana Laura de Figueiredo Chaves (CESUPA) analaurinha18@hotmail.com Ciro Jose Jardim de Figueiredo (CESUPA) figueiredocj@yahoo.com.br

Leia mais

ESTUDO DA DINÂMICA DAS FILAS DO RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO DA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DA UEA-AM

ESTUDO DA DINÂMICA DAS FILAS DO RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO DA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DA UEA-AM ESTUDO DA DINÂMICA DAS FILAS DO RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO DA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DA UEA-AM Nicholas Matheus Guimaraes Azevedo (UEA) nm_guia@hotmail.com Patricia Santos Alencar (UEA) paty.skp@gmail.com

Leia mais

Prof. MSc. Herivelto Tiago Marcondes dos Santos FACULDADE DE TECNOLOGIA DE GUARATINGUETÁ PROF. JOÃO MOD

Prof. MSc. Herivelto Tiago Marcondes dos Santos FACULDADE DE TECNOLOGIA DE GUARATINGUETÁ PROF. JOÃO MOD Prof. MSc. Herivelto Tiago Marcondes dos Santos FACULDADE DE TECNOLOGIA DE GUARATINGUETÁ PROF. JOÃO MOD OBJETIVO Utilizar os métodos estatísticos para tomadas de decisões. Ementa: Fundamentos da estatística.

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO FUNDAÇÃO SANTO ANDRÉ Faculdade de Engenharia Eng. Celso Daniel

CENTRO UNIVERSITÁRIO FUNDAÇÃO SANTO ANDRÉ Faculdade de Engenharia Eng. Celso Daniel CENTRO UNIVERSITÁRIO FUNDAÇÃO SANTO ANDRÉ Faculdade de Engenharia Eng. Celso Daniel AVALIAÇÃO DO SERVIÇO DE ATENDIMENTO AO CLIENTE NO CHECK-IN DE UMA EMPRESA AÉREA Aluna: Déborah Mendonça Bonfim Souza

Leia mais

Avaliação de Desempenho

Avaliação de Desempenho Avaliação de Desempenho Aulas passadas Modelagem de sistemas via cadeias de Markov Aula de hoje Introdução à simulação Gerando números pseudo-aleatórios 1 O Ciclo de Modelagem Sistema real Criação do Modelo

Leia mais

Exercício 1: Calcular a declividade média do curso d água principal da bacia abaixo, sendo fornecidos os dados da tabela 1:

Exercício 1: Calcular a declividade média do curso d água principal da bacia abaixo, sendo fornecidos os dados da tabela 1: IPH 111 Hidráulica e Hidrologia Aplicadas Exercícios de Hidrologia Exercício 1: Calcular a declividade média do curso d água principal da bacia abaixo, sendo fornecidos os dados da tabela 1: Tabela 1 Características

Leia mais

Aplicação da Teoria das Filas à Operação de Transportes

Aplicação da Teoria das Filas à Operação de Transportes Aplicação da Teoria das Filas à Operação de Transportes Lâminas preparadas por: S. H. Demarchi Bibliografia: Setti, J.R (2002). Tecnologia de Transportes USP, São Carlos Fogliatti, M.C. e N.M.C. Mattos

Leia mais

Usando o Arena em Simulação

Usando o Arena em Simulação Usando o Arena em Simulação o ARENA foi lançado pela empresa americana Systems Modeling em 1993 e é o sucessor de dois outros produtos de sucesso da mesma empresa: SIMAN (primeiro software de simulação

Leia mais

TEORIA DAS FILAS (Queueing Theory)

TEORIA DAS FILAS (Queueing Theory) TEORIA DAS FILAS (Queueing Theory) 1. INTRODUÇÃO A abordagem matemática das filas se iniciou em 1908, na cidade de Copenhague, Dinamarca. O pioneiro da investigação foi o matemático Agner Krarup Erlang

Leia mais

Teoria de Filas Aula 15

Teoria de Filas Aula 15 Teoria de Filas Aula 15 Aula de hoje Correção Prova Aula Passada Prova Little, medidas de interesse em filas Medidas de Desempenho em Filas K Utilização: fração de tempo que o servidor está ocupado Tempo

Leia mais

Análise da configuração de SAMU utilizando múltiplas alternativas de localização de ambulâncias

Análise da configuração de SAMU utilizando múltiplas alternativas de localização de ambulâncias Gest. Prod., São Carlos, v. 20, n. 2, p. 287-302, 2013 Análise da configuração de SAMU utilizando múltiplas alternativas de localização de ambulâncias Analysis of SAMU configuration using multiple alternatives

Leia mais

Estatística e Probabilidade. Aula 8 Cap 05. Distribuição normal de probabilidade

Estatística e Probabilidade. Aula 8 Cap 05. Distribuição normal de probabilidade Estatística e Probabilidade Aula 8 Cap 05 Distribuição normal de probabilidade Estatística e Probabilidade Na aula anterior vimos... Distribuições Binomiais Distribuição Geométrica Distribuição de Poisson

Leia mais