PROGRAMA ELEITORAL. Reforçar a implantação e a combatividade uma alternativa para derrubar as políticas da crise

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROGRAMA ELEITORAL. Reforçar a implantação e a combatividade uma alternativa para derrubar as políticas da crise"

Transcrição

1 PROGRAMA ELEITORAL COMISSÃO COORDENADORA CONCELHIA DE S. JOÃO DA MADEIRA E OLIVEIRA DE AZEMÉIS Reforçar a implantação e a combatividade uma alternativa para derrubar as políticas da crise 1 Um longo caminho que é para continuar Nos últimos anos o Bloco de Esquerda tem sedimentado a sua posição social e política no concelho de S. João da Madeira. O reforço organizativo e político traduz-se em mais condições logísticas e físicas, em mais aderentes e militantes, em iniciativas de rua regulares e em iniciativa política. Recentemente, esta dinâmica resultou na eleição de um representante para a Assembleia Municipal de S. João da Madeira, o primeiro na recente história do Bloco. Da abertura e manutenção de uma sede ao reforço da presença na rua com estruturas permanentes; do reforço e aumento de aderentes do Bloco ao aumento da influência social; da distribuição regular e permanente de jornais e comunicados à acção política concretizada em comícios e iniciativas nacionais no concelho; da capacidade para marcar a agenda política às propostas alternativas para o concelho; da promoção de uma cultura de democracia participativa à eleição representativa para a AM de S. João da Madeira, assim têm sido os últimos anos do Bloco de Esquerda em S. João da Madeira. O caminho tem sido longo, mas tem frutificado e multiplicado. Em 2001, o Bloco de Esquerda apresentou-se pela primeira vez aos eleitores de S. João da Madeira. Em 2009, elegeu para a Assembleia Municipal e ficou muito próximo da eleição para a Assembleia de Freguesia. Em 2009 concorreu também, pela primeira vez, no município de Oliveira de Azeméis, consequência de uma melhor estruturação no concelho e no distrito é o primeiro ano pós-eleições autárquicas, onde devemos manter o mesmo dinamismo. Existem aqueles partidos que apenas aparecem junto da população na altura de eleições. Nós não somos desses partidos, e sabemos que a implantação das nossas propostas, assim como a luta pelos direitos daqueles que defendemos se fazem dia-a-dia e não de quatro em quatro anos. O caminho tem sido o da combatividade, o da presença na rua, o da iniciativa e o do crescimento. Esse caminho é para continuar! Temos que encarar todo este salto 1

2 qualitativo com a humildade de quem reconhece que muito falta fazer e que muito caminho há para percorrer. Principalmente numa altura em que as pessoas mais pobres e fragilizadas deste país estão a sofrer um ataque brutal aos seus direitos laborais e sociais por parte do PS e do PSD. Assim propomo-nos a manter uma permanência de iniciativas de rua e distribuição, não perdendo nunca de vista a marcação da agenda política e a presença nas redes sociais e na internet: manter e reforçar a presença do Bloco na rua através de estruturas permanentes, cartazes e distribuições regulares dos jornais mensais do Bloco e de outra propaganda que nos pareça necessário produzir e distribuir às populações de S. João da Madeira e Oliveira de Azeméis; contribuir para a melhoria e actualização regular do site distrital do Bloco de Esquerda e divulgação, neste local, de todas as posições do Bloco em S. João da Madeira e em Oliveira de Azeméis. Deve ser também nosso objectivo manter a presença em redes sociais, melhorando os nossos conteúdos e promovendo a divulgação das nossas posições por milhares de pessoas que nos acompanham; continuar a promover iniciativas de rua variadas; umas inseridas em campanhas nacionais (como por exemplo, comícios de rua, recolha de assinaturas para alargamento do acesso ao subsídio de desemprego, etc), outras viradas para a iniciativa e política local (visitas, petições, etc). Manter uma dinâmica concelhia na marcação de agenda política através de campanhas concelhias. O Bloco deve eleger temas que são os eixos centrais da sua política para o município ou então situações e temas que personificam aquilo que há de pior no concelho, e deve fazer uma campanha concelhia em torno desses temas. Estas campanhas devem manter uma cadência regular e devem ser pensadas numa multiplicidade de iniciativas, com o objectivo de fazer chegar a todas as pessoas as nossas posições sobre um determinado assunto. No momento, o BE de S. João da Madeira, arrancou com uma campanha concelhia sobre habitação e reabilitação urbana, que contará com acções de rua, acções na Assembleia Municipal, visitas e distribuições pela cidade. 2 S. João da Madeira em crise e o Executivo sem respostas Numa altura de extrema fragilidade económica e social; numa altura em que vivemos a 2

3 crise causada pelo liberalismo, pela finança, pelos especuladores, pelos jogadores bolsistas, pelas grandes fortunas; numa altura em que o PS e o PSD querem passar a factura da crise aos trabalhadores no activo e aos desempregados, aos pensionistas e aos mais fragilizados socialmente; numa altura em que está na calha a privatização de uma série de sectores fundamentais e estratégicos do Estado, é necessário o crescimento de uma Esquerda socialista que dê alternativas às políticas dos partidos que nos enterraram na crise. Não é verdade que esta crise seja orfã ou que exista apenas um caminho para lidar com a mesma. Esta crise tem rostos e nomes. Foi a especulação, a alta finança, a jogatina de casino nas bolsas, foi a ganância pelo lucro fácil e rápido e numa economia que era apenas financeira e fictícia e não produtiva e real. Para sair desta crise, os Governos liberais têm defendido que a solução é massacrar ainda mais a economia produtiva, massacrar os salários dos trabalhadores, reduzir uma série de prestações sociais e aumentar os impostos, ao mesmo tempo que aqueles que provocaram a crise passam incólumes a tudo isto e regressam aos lucros, depois de terem afundado o mundo numa crise. Em Portugal, o bloco central do PS e do PSD também prefere perseguir os mais fracos, com congelamento de salários, cortes em subsídios, aumento de impostos, preparando-se agora para mexer também na legislação laboral, mais uma vez em favor dos patrões. Se é verdade que o PS e PSD se mostram assim fortes com os fracos e fracos com os fortes, também é verdade que é neste momento que é preciso existir com toda a força uma Esquerda de coragem que seja forte com os fortes e os obrigue a pagar e a contribuir para o país. Assim é o Bloco de Esquerda, no país e nas autarquias! Os municípios podem também ter um papel no combate à crise. É esse papel que o Bloco disputa nos concelhos de S. João da Madeira e de Oliveira de Azeméis. Acreditamos que para contrariar a crise é preciso aumentar o poder de compra das pessoas, promover o emprego através do investimento público e da intervenção pública, e reforçar a protecção social àqueles que estão numa situação de maior fragilidade. Por quê defender o aumento do poder de compra? Porque o aumento da procura interna é o estímulo fundamental para a economia real começar a recuperar e a gerar mais 3

4 empregos. O bloco central do PS e do PSD tem optado por um caminho diferente. É um caminho errado que retira poder de compra. Mas também o Executivo de Castro Almeida vai por este caminho errado. Alguns exemplos: 1) Ao defender portagens nas SCUT aquilo que está a defender é mais um imposto para os milhares de famílias que precisam de utilizar estas vias diariamente ou semanalmente. Na prática, a criação de mais esta despesa faz diminuir o poder de compra das famílias. O Bloco defende a gratuitidade destas SCUT, até porque não existem alternativas viáveis às mesmas; 2) Ao rejeitar o plano de reabilitação urbana do Bloco de Esquerda, Castro Almeida está a rejeitar um alívio na carga mensal das famílias e mostra andar distraído sobre as propostas do Bloco e os seus objectivos. O plano de reabilitação que o Bloco defende permite aumentar o número de casas disponíveis para arrendamento, colocando estas mesmas a custo controlado, o que faria baixar o preço e as rendas das casas na cidade, aliviando aquela que é a maior fatia de despesa do orçamento das famílias: a renda. 3) O preço da água continua altíssimo na cidade, por muito que Castro Almeida diga o contrário. Pior, grande parte das despesas presentes na factura são injustificáveis. Continua-se a pagar a Taxa de Disponibilidade, um imposto fictício que não serve para nada a não ser encapotar o real preço da água cobrada; aumentou a taxa sobre os resíduos sólidos e agora a empresa municipal de água inventou uma multa de 3 e aumentou uma série de taxas como as taxas de ligação e religação da água. Num momento de crise, todos estes aumentos são demonstrativos de uma falta de sensibilidade social. É necessária uma política social para a distribuição de água, que só poderá ser implementada com o fim da empresa municipal, com a retirada da Indaqua da exploração de distribuição de água no concelho e com a implementação de um tarifário social, desde sempre defendido pelo Bloco. O desemprego é o principal problema no país e no concelho. O encerramento em catadupa de várias empresas, incluindo algumas de grande dimensão, abriu uma ferida no concelho de S. João da Madeira e Oliveira de Azeméis não é excepção. S. João da Madeira tem, em Maio de 2010, 1304 desempregados registados no Centro de 4

5 Emprego, o que representa um aumento homólogo de 5%, isto depois de em meses anteriores ter registado variações homólogas na casa do 20%, continuando assim uma trajectória de subida do desemprego que se regista há vários meses a esta parte. Já o concelho de Oliveira de Azeméis regista 2944 desempregados, um aumento homólogo também de 5%. O Centro de Emprego de S. João da Madeira (que serve os municípios de Arouca, Castelo de Paiva, Santa Maria da Feira, Oliveira de Azeméis, S. João da Madeira e Vale de Cambra) tem, neste momento, inscritos, reflectindo bem a crise de emprego e crise social que existe na região. Foram mais 3300 os desempregados que desde Maio de 2009 se inscreveram neste Centro de Emprego, que está lotado, subdimensionado e desajustado à procura e às necessidades dos utentes. O Bloco defende a intervenção do sector público para ultrapassar o problema do desemprego. Defendemos que se promovam investimentos públicos, reprodutivos e criadores de emprego a curto e médio prazo. Por isso, a necessidade da reabilitação urbana nos concelhos, a necessidade de um maior investimento por parte das próprias autarquias e a necessidade de uma maior reivindicação das autarquias junto da Administração Central. Ao contrário, Castro Almeida e o Executivo PSD da Câmara Municipal de S. João da Madeira, resignou-se ao brutal corte das verbas do PIDDAC para S. João da Madeira (verbas essas que em tempo de crise deveriam ser reforçadas para promover o investimento público e o emprego). Também a Execução orçamental relativa ao ano de 2009, do ponto de vista do investimento, ficou-se pelos 40%, mostrando que a Câmara não está a desempenhar o seu papel no plano do estímulo económico e na promoção do emprego no concelho. As autarquias devem também ter uma intervenção mais activa junto dos desempregados. A resposta do Centro de Emprego de S. João da Madeira é manifestamente insuficiente e as políticas de emprego de Governo são anedóticas, resumindo-se a obrigar os desempregados a apresentar carimbos de empresas onde foram procurar emprego. Por isso, as autarquias, que lidam de mais perto com os desempregados, podem e devem promover a abertura de centros de apoio ao desempregado, onde equipas multidisciplinares ajudam e orientam o trabalhador desempregado na procura de emprego e na sua formação. Sabendo que com os níveis de desemprego que hoje temos em S. João da Madeira e em Oliveira de Azeméis encontramos, em proporção, elevadíssimos níveis de pobreza e de 5

6 fragilidade económica e social, é um imperativo das autarquias darem respostas urgentes e imediatas a todos estes casos. O momento de crise social agudiza-se no concelho. Infelizmente, no Orçamento que o PSD aprovou para o ano de 2010, poucas são as verbas para a acção social. De qualquer forma, o Bloco reitera e reafirma que é necessário gizar de imediato um plano de combate à crise social no concelho. O Bloco considera que é premente que as autarquias coloquem em marcha um programa de urgência social que identifique as famílias nas situações de desemprego ou fragilidade económico-financeira com causas de outra natureza, ajudando-as a fazer face às suas despesas escolares, despesas de saúde e despesas de deslocação; colocando em simultâneo os serviços de acção social da Câmara à disposição das mesmas famílias, auxiliando-as na renegociação de encargos perante a banca, para que seja aliviada a carga económica dos agregados familiares e isentando-as de taxas, rendas ou facturas que provenham da esfera autárquica. O Bloco fez aprovar, em Fevereiro de 2010, uma recomendação na Assembleia Municipal de S. João da Madeira que apontava neste sentido. É um tema que acompanharemos a todo o momento e que exigiremos que seja posto em prática pela Câmara Municipal. 3 O nosso compromisso é com os munícipes. É com a igualdade, a qualidade de vida e a solidariedade O Bloco de Esquerda mantém a sua visão de cidade: melhor planeamento urbanístico, com mais espaço público; melhor e mais habitação; melhor ambiente e mais qualidade de vida; mais dinamização cultural e apoio aos grupos e bandas locais; transparência, democracia participativa e abertura da política autárquica aos munícipes; defesa total dos serviços e bens públicos. Queremos uma cidade para todos, onde existam apoios e medidas para proteger todos aqueles que atravessam um momento difícil na vida; exigimos políticas de emprego e propomo-nos a lutar por uma cidade mais social e mais solidária, criadora de riqueza e redistribuídora dessa mesma riqueza, sabendo quem conta mais: os munícipes. 6

7 Infelizmente esse não tem sido o norteador do Executivo PSD que prefere a Indaqua e a empresa municipal Águas de S. João às políticas sociais na distribuição da água. O actual Executivo prefere que seja uma empresa privada a explorar e a ganhar com o parqueamento na cidade, em vez de ser a Câmara a arrecadar essa receita, que poderia colocar em políticas sociais e de mobilidade concelhia e inter-concelhia. O actual Executivo preferiu abdicar de parte de receita da derrama (imposto sobre as empresas que têm lucro) e ignorou a proposta do Bloco de aumentar a Taxa de Urbanização, que incide sobre empreiteiros e especuladores imobiliários que queiram construir no território do concelho. Mas estas opções ficam com quem as pratica. Não nos revemos nelas, porque a nossa política tem de ser, a nível local, como a nível nacional, ser fortes com os fortes, protegendo os mais fracos. Esta é que é uma política de igualdade e solidariedade que falta no concelho. Por isso, a nossa luta e proposta terá sempre como prioridades: a maior transparência na actividade autárquica através da participação da democracia participativa. A transparência não se alcança apenas com relatórios de contas onde os somatórios estão todos tecnicamente certos. A transparência nas autarquias fazse essencialmente pela abertura à participação das pessoas e à divulgação das discussões e decisões dos órgãos autárquicos. O Bloco defende a utilização do site da Câmara para reproduzir, em síntese, o teor das discussões em sessões da Assembleia de Freguesia, Assembleia Municipal e reuniões de Câmara; tornar públicas, no site da Câmara, todas as recomendações e moções aprovadas na AF e AM; criação de um boletim electrónico ao munícipe com as informações sobre a vida e discussão nos órgãos autárquicos do município; utilizar o boletim municipal que vem com a factura da água, o site, o boletim electrónico e a agenda municipal para divulgar as datas das sessões de AF, AM e reuniões de Câmara, incentivando à participação das pessoas e ao reforço da democracia. Deve ainda haver mais informação e divulgação sobre todos os assuntos abertos à discussão pública, procurando-se assim uma verdadeira consulta à população. O combate ao desemprego e promoção de políticas públicas para promover o emprego. Durante esta moção deixamos várias das propostas para atingir esta prioridade, como o incentivo em investimento público e a abertura de centros de apoio ao 7

8 desempregado. Mais acção social e melhor protecção às pessoas que mais precisam. Para isso é preciso que o Executivo concretize o programa de urgência social que identifique as famílias nas situações de desemprego ou fragilidade económico-financeira com causas de outra natureza, recomendação que o Bloco fez aprovar na Assembleia Municipal. A defesa dos serviços e bens que devem ser públicos e de qualidade. Falamos da intervenção para que todos os munícipes tenham direito à Saúde, à Educação, à Habitação e à Água. Estes serviços e bens devem ser públicos, gratuitos e de qualidade. Por isso lutamos contra o encerramento das Urgências em S. João da Madeira e contra o encerramento da Maternidade em Oliveira de Azeméis. Por isso manteremos a luta e a intervenção em defesa do Hospital de S. João da Madeira e pela modernização dos serviços de saúde oferecidos à região. Por isso queremos a criação de uma bolsa de habitação de rendas controladas; as obras coercivas em edificado privado em ruínas que passará à esfera pública; queremos uma visão integradora da habitação que se oponha à lógica da guetização criada pelos bairros sociais. Queremos uma política social de habitação e não uma política de proliferação de bairros sociais. Por isso queremos a adopção de uma nova fórmula de cálculo para as rendas de habitação social que permita baixar a renda às famílias mais numerosas e com mais encargos de saúde e de educação. Por isso queremos também que a água (e a sua distribuição) seja um bem e um serviço integralmente público, com a adopção de um novo tarifário social na distribuição da água, mais justo e redistribuidor dos encargos. O melhor planeamento urbano, com uma clara visão estratégica de cidade, e com mais exigência e responsabilidade na forma como se conduzem e executam algumas empreitadas em obras públicas. Temos como exemplos recentes desta falta de responsabilidade a remodelação da Praça Luís Ribeiro (que precisa permanentemente de arranjos e que interveio sobre parte da Praça e não sobre toda a Praça), o Centro Coordenador de Transportes (que continua sem cobertura exterior e mantém problemas estruturais de humidade), a Academia de Música (que tem as obras paradas porque o empreiteiro abandonou a obra a meio). A intermunicipalidade de políticas. A interdependência concelhia é muito marcada nesta região, sendo notório que S. João da Madeira e várias freguesias em volta 8

9 demarcam um núcleo urbano muito intrincado do ponto de vista económico, de oferta de trabalho e de serviços. Qualquer pensamento sobre S. João da Madeira deve ser um pensamento estratégico de planeamento intermunicipal e não resumir-se a medidas pontuais. A rede viária, o sistema de transportes, a utilização do solo, as obras públicas e construção de equipamentos e infra-estruturas devem ser pensados nesta lógica e não numa visão de política avulsa. A mobilidade e uma política inter-municipal de transportes. O Bloco quer uma aposta efectiva nos transportes públicos, principalmente na reabilitação da ferrovia, que queremos com ligação ao Porto. Defendemos ainda o reforço das linhas inter-concelhias e a criação de transporte escolar gratuito inter-municipal. Defendemos ainda a municipalização da exploração dos parcómetros, promovendo-se função social do lucro. Isto é, com o dinheiro arrecadado desta exploração, deve investir-se em melhoria das vias, do espaço público, da circulação de peões e pessoas com mobilidade reduzida, em ciclovias que sejam efectivamente ciclovias (e não aquilo que existe em S. João da Madeira), em transportes públicos colectivos inter-municipais... O ambiente e a cultura. Queremos melhor qualidade de vida através da melhoria ambiental na cidade: criação de corredores arborizados que façam a ligação entre os espaços verdes; criação de um parque da cidade na zona natural de Casaldelo; monitorização da poluição atmosférica; adaptação de edifícios públicos no sentido da sua auto-suficiência energética. Defendemos ainda a democratização do acesso e do uso dos bens e edifícios culturais, promovendo-se ainda políticas de preços diferenciados. LISTA EFECTIVOS: Eva Braga, Hugo Meireles, Cláudia Ribeiro, Diogo Barbosa, Fábio Carreira, Helena Oliveira; José Pedro Costa, Daniel André Monteiro, Belmira Ferreira SUPLENTES: Púria Esfandiari, Tânia Martins, Tiago Santo SUBSCRITORES: Cidália Ramos, Manuel Graça, Rita Silva, Maria Odete, Heitor Carvalho, João Vieira, Nuno Cardoso 9

A Participação Voluntária No Planeamento, Execução E Controlo Social Do Orçamento. Participativo

A Participação Voluntária No Planeamento, Execução E Controlo Social Do Orçamento. Participativo Cecília Branco Programa Urbal Red 9 Projecto Orçamento Participativo Reunião de Diadema Fevereiro 2007 A Participação Voluntária No Planeamento, Execução E Controlo Social Do Orçamento Participativo Município

Leia mais

Mudança - PS,BE,PND,MPT, PTP e PAN

Mudança - PS,BE,PND,MPT, PTP e PAN Autárquicas 2013 Funchal Situação Política, financeira, económica e social O Concelho do Funchal vive uma situação dramática, a pior desde a implementação da democracia, da autonomia e do poder local democrático.

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

Reabilitação Urbana Sustentabilidade Caso Coimbra

Reabilitação Urbana Sustentabilidade Caso Coimbra Reabilitação Urbana Sustentabilidade Caso Coimbra Sustentabilidade (visões): -Económica -Ambiental -Social Reabilitação Urbana (Dec.-Lei nº307/2009): Intervenção integrada sobre o tecido urbano existente,

Leia mais

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2008 PRINCIPAIS ASPECTOS

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2008 PRINCIPAIS ASPECTOS GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2008 PRINCIPAIS ASPECTOS I. INTRODUÇÃO O Governo apresentou ao Conselho Económico e Social o Projecto de Grandes Opções do Plano 2008 (GOP 2008) para que este Órgão, de acordo com

Leia mais

Aumento do Custo de Vida Degradação das condições económicas e sociais para a generalidade dos portugueses

Aumento do Custo de Vida Degradação das condições económicas e sociais para a generalidade dos portugueses Aumento do Custo de Vida Degradação das condições económicas e sociais para a generalidade dos portugueses O ano de 2011 é marcado por um acentuado aumento do custo de vida, concretizado pela subida da

Leia mais

Debate Quinzenal Economia Intervenção do Primeiro-Ministro José Sócrates

Debate Quinzenal Economia Intervenção do Primeiro-Ministro José Sócrates Debate Quinzenal Economia Intervenção do Primeiro-Ministro José Sócrates 11.02.2009 1. A execução da Iniciativa para o Investimento e o Emprego A resposta do Governo à crise económica segue uma linha de

Leia mais

INTRODUÇÃO O QUE É O PLANO «SALATIA»?

INTRODUÇÃO O QUE É O PLANO «SALATIA»? INTRODUÇÃO O QUE É O PLANO «SALATIA»? No actual cenário económico-financeiro do Mundo e do País, é obrigação de todas as entidades públicas, à sua escala, promoverem medidas de apoio às empresas e às famílias

Leia mais

UMA BOA IDEIA PARA A SUSTENTABILIDADE

UMA BOA IDEIA PARA A SUSTENTABILIDADE UMA BOA IDEIA PARA A SUSTENTABILIDADE REGULAMENTO DO CONCURSO DE IDEIAS (Aberto a todos os Cidadãos) 1. O QUE É: O concurso Uma Boa Ideia para a Sustentabilidade é uma iniciativa da Câmara Municipal de

Leia mais

V Fórum Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis. As Desigualdades em Saúde e o Planeamento Saudável. Montijo 14 de Novembro de 2014

V Fórum Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis. As Desigualdades em Saúde e o Planeamento Saudável. Montijo 14 de Novembro de 2014 V Fórum Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis As Desigualdades em Saúde e o Planeamento Saudável Montijo 14 de Novembro de 2014 1. Saudação Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal do Montijo Exmo. Sr.

Leia mais

MUNICIPIO DE ALMADA. Assembleia Municipal MOÇÃO/DELIBERAÇÃO. (Cooperativas em Almada: A Alternativa para o Consumo e Economia Locais)

MUNICIPIO DE ALMADA. Assembleia Municipal MOÇÃO/DELIBERAÇÃO. (Cooperativas em Almada: A Alternativa para o Consumo e Economia Locais) MOÇÃO/DELIBERAÇÃO (Cooperativas em Almada: A Alternativa para o Consumo e Economia Locais) Uma cooperativa é uma associação autónoma de pessoas que se unem, voluntariamente, para satisfazer aspirações

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO PARA A EMISSÃO DE PARECERES DO CLAS

REGULAMENTO INTERNO PARA A EMISSÃO DE PARECERES DO CLAS REGULAMENTO INTERNO PARA A EMISSÃO DE PARECERES DO CLAS (Enquadramento) Conforme o disposto na Resolução do Conselho de Ministros nº. 197/97, de 18 de Novembro e no Despacho Normativo nº. 8/2, de 12 de

Leia mais

O Governo a apostar nos Cabo-verdianos. Incentivos Fiscais. Principais Beneficiários: Empresas /Juventude

O Governo a apostar nos Cabo-verdianos. Incentivos Fiscais. Principais Beneficiários: Empresas /Juventude O Governo a apostar nos Cabo-verdianos Incentivos Fiscais Principais Beneficiários: Empresas /Juventude Ganhos do Orçamento Geral do Estado 2010 Incentivos Fiscais A Política de Investimento para 2010

Leia mais

Grandes Opções do Plano 2011-2014

Grandes Opções do Plano 2011-2014 Grandes Opções do Plano 2011-2014 Plano Plurianual de Investimentos 2011-2014 Apesar da apresentação efectuada pelo Grupo Águas de Portugal no segundo semestre de 2009 das possibilidades de constituição

Leia mais

II COLÓQUIO - GESTÃO DO RISCO E CULTURA DE SEGURANÇA 30/11/2015 II COLÓQUIO - GESTÃO DO RISCO E CULTURA DE SEGURANÇA - MADEIRA TECNOPOLO FUNCHAL 1

II COLÓQUIO - GESTÃO DO RISCO E CULTURA DE SEGURANÇA 30/11/2015 II COLÓQUIO - GESTÃO DO RISCO E CULTURA DE SEGURANÇA - MADEIRA TECNOPOLO FUNCHAL 1 II COLÓQUIO - GESTÃO DO RISCO E CULTURA DE SEGURANÇA 30/11/2015 II COLÓQUIO - GESTÃO DO RISCO E CULTURA DE SEGURANÇA - MADEIRA TECNOPOLO FUNCHAL 1 30/11/2015 II COLÓQUIO - GESTÃO DO RISCO E CULTURA DE

Leia mais

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às Câmara Municipal da Departamento de Educação e Desenvolvimento Sociocultural Divisão de Intervenção Social Plano Municipal contra a Violência Rede Integrada de Intervenção para a Violência na Outubro de

Leia mais

FREGUESIA DE ARRUDA DOS VINHOS

FREGUESIA DE ARRUDA DOS VINHOS FREGUESIA DE ARRUDA DOS VINHOS lano de Activida e es Orçamento PPI 2012 À INTRODUCÃO Para cumprimento do disposto na alínea a) do n 2 do artigo 34 da lei n 169/99 de 18 de Setembro, na redacção que lhe

Leia mais

Projecto REDE CICLÁVEL DO BARREIRO Síntese Descritiva

Projecto REDE CICLÁVEL DO BARREIRO Síntese Descritiva 1. INTRODUÇÃO Pretende-se com o presente trabalho, desenvolver uma rede de percursos cicláveis para todo o território do Município do Barreiro, de modo a promover a integração da bicicleta no sistema de

Leia mais

Grandes Opções do Plano 2013-2016

Grandes Opções do Plano 2013-2016 Grandes Opções do Plano 2013-2016 Plano Plurianual de Investimentos 2013-2016 O Grupo Águas de Portugal apresentou aos Municípios do Oeste, no segundo semestre de 2009, as possibilidades de constituição

Leia mais

Plano Intermunicipal de Mobilidade e Transportes da Região de Aveiro

Plano Intermunicipal de Mobilidade e Transportes da Região de Aveiro Plano Intermunicipal de Mobilidade e Transportes da Região de Aveiro www.regiaodeaveiro.pt PIMT de Aveiro, Aveiro TIS.PT Transportes Inovação e Sistemas, S.A. 1 16 Breve enquadramento A Comunidade Intermunicipal

Leia mais

Projecto de Resolução n.º 427 /X-4ª. Cria um Plano de Emergência para o Distrito de Évora

Projecto de Resolução n.º 427 /X-4ª. Cria um Plano de Emergência para o Distrito de Évora PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS Grupo Parlamentar Projecto de Resolução n.º 427 /X-4ª Cria um Plano de Emergência para o Distrito de Évora Preâmbulo O distrito de Évora vive hoje uma situação preocupante do

Leia mais

PLANO DE ESTRUTURA URBANA DO MUNICÍPIO DE MAPUTO

PLANO DE ESTRUTURA URBANA DO MUNICÍPIO DE MAPUTO PLANO DE ESTRUTURA URBANA DO MUNICÍPIO DE MAPUTO Seminário sobre Pobreza Urbana Maputo, 16 de Abril de 2009 RAZOES E FILOSOFIA DO PEUMM O PEUM é o primeiro plano de ordenamento urbano elaborado pelo próprio

Leia mais

APOIOS E INCENTIVOS À REABILITAÇÃO URBANA

APOIOS E INCENTIVOS À REABILITAÇÃO URBANA APOIOS E INCENTIVOS À REABILITAÇÃO URBANA RJRU REGIME JURÍDICO DA REABILITAÇÃO URBANA AS NOVAS POLÍTICAS Reabilitar em vez de construir Reabilitar a área urbana em vez do edifício Diferenciar a responsabilidade

Leia mais

10 ANOS DEPOIS: O CONTRIBUTO DOS PROGRAMAS SOCIAIS NA CONSTRUÇÃO DO ESTADO SOCIAL EM TIMOR-LESTE

10 ANOS DEPOIS: O CONTRIBUTO DOS PROGRAMAS SOCIAIS NA CONSTRUÇÃO DO ESTADO SOCIAL EM TIMOR-LESTE REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE GABINETE DO PRIMEIRO-MINISTRO ALOCUÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTRO DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE KAY RALA XANANA GUSMÃO POR OCASIÃO DA SESSÃO DE

Leia mais

PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS Grupo Parlamentar

PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS Grupo Parlamentar PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS Grupo Parlamentar PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º /XII-4ª PELA REVOGAÇÃO DO PROCESSO DE SUBCONCESSÃO A PRIVADOS DA STCP E METRO DO PORTO Exposição de motivos A Sociedade de Transportes

Leia mais

ARTIGO: SOLUÇÕES PARA O SECTOR AUTARQUIAS in IGOV Maio 2010

ARTIGO: SOLUÇÕES PARA O SECTOR AUTARQUIAS in IGOV Maio 2010 CÂMARA MUNICIPAL DE SANTARÉM - R EVOLUÇÃO ADMINISTRATIVA A Autarquia de Santarém, em parceria com a PT Prime, desenvolveu um sistema de soluções integradas e inter-operantes que lhe possibilitaram operacionalizar

Leia mais

PVP Programa de Valorização de Património. Apresentação à CML Helena Roseta 14.12.2012

PVP Programa de Valorização de Património. Apresentação à CML Helena Roseta 14.12.2012 PVP Programa de Valorização de Património Apresentação à CML Helena Roseta 14.12.2012 Objectivos genéricos do PVP garantir a função social do município no apoio ao acesso à habitação; promover a adequação

Leia mais

PROTOCOLO SIMPLEX AUTÁRQUICO

PROTOCOLO SIMPLEX AUTÁRQUICO CONSIDERANDO QUE: PROTOCOLO SIMPLEX AUTÁRQUICO A simplificação administrativa e a administração electrónica são hoje reconhecidas como instrumentos fundamentais para a melhoria da competitividade e da

Leia mais

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE MÉDICOS DE SAÚDE PÚBLICA

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE MÉDICOS DE SAÚDE PÚBLICA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE MÉDICOS DE SAÚDE PÚBLICA Mudança "Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades Muda-se o Ser, mudase a confiança; Todo mundo é composto de mudança, Tomando sempre novas qualidades."

Leia mais

Sistemas de Protecção Social: experiência de Portugal

Sistemas de Protecção Social: experiência de Portugal Sistemas de Protecção Social: experiência de Portugal José Luís Albuquerque Subdirector-Geral do Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social (MTSS) VIII

Leia mais

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Aprovado pela Câmara em 6/02/2003, alterado em Reunião de Câmara de 18/09/2003 Aprovado pela Assembleia Municipal em

Leia mais

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2009

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2009 GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2009 1. Análise do Plano Plurianual de Investimentos (PPI) O plano plurianual de investimentos para 2009 tem subjacente um planeamento financeiro que perspectiva a execução dos

Leia mais

ECONOMIA C E ÁREA DE PROJECTO

ECONOMIA C E ÁREA DE PROJECTO ESCOLA SECUNDÁRIA DE CANEÇAS ECONOMIA C E ÁREA DE PROJECTO SEGURANÇA SOCIAL A DESPESA DA POBREZA Bruno Simões, nº 6 12º D David Figueira, nº 9-12º D Fábio Vilela, nº 13 12º D Professores: Ana Rita Castro

Leia mais

Freguesia de Tabuadelo e São Faustino. Concelho de Guimarães

Freguesia de Tabuadelo e São Faustino. Concelho de Guimarães Freguesia de Tabuadelo e São Faustino Concelho de Guimarães Relatório de Gerência de Contas e Relatório de Actividades Ano de 2013 Índice: Introdução:... 3 Analise Económica e Financeira... 5 Execução

Leia mais

PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS Grupo Parlamentar. Projeto de Lei nº 65/XIII-1.ª

PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS Grupo Parlamentar. Projeto de Lei nº 65/XIII-1.ª PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS Grupo Parlamentar Projeto de Lei nº 65/XIII-1.ª Aprova medidas para a criação de uma rede de centros de recolha oficial de animais e para a modernização dos serviços municipais

Leia mais

NEWSLETTER Nº 9 SETEMBRO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES

NEWSLETTER Nº 9 SETEMBRO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES NEWSLETTER Nº 9 SETEMBRO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES O Novo Regime Jurídico do Sector Empresarial Local O novo regime jurídico do sector empresarial

Leia mais

MOÇÃO Solidariedade com os trabalhadores da Gestnave/Ereta

MOÇÃO Solidariedade com os trabalhadores da Gestnave/Ereta Deliberações de 1 de Fevereiro de 2008 1 de Fevereiro de 2008 Auditoria externa das Contas Aprovada a contratação da Sociedade de Revisores Oficiais de Contas Sebastião & Santos, para prestação de serviços

Leia mais

1. Como pensam integrar, no âmbito dos poderes e competências da autarquia, as questões da educação intercultural e do combate ao racismo?

1. Como pensam integrar, no âmbito dos poderes e competências da autarquia, as questões da educação intercultural e do combate ao racismo? Gostaríamos de iniciar a resposta a este questionário com uma nota prévia relativamente às questões que nos foram colocadas: as questões da discriminação e do racismo constituem, desde o surgimento desta

Leia mais

1998/2008 Ideias do GEOTA sobre 10 anos de Lei de Bases de Ordenamento do Território

1998/2008 Ideias do GEOTA sobre 10 anos de Lei de Bases de Ordenamento do Território 1998/2008 Ideias do GEOTA sobre 10 anos de Lei de Bases de Ordenamento do Território O GEOTA Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente, acompanha desde 1997 a Lei de Bases do Ordenamento

Leia mais

Sistema de Incentivos

Sistema de Incentivos Sistema de Incentivos Qualificação e Internacionalização de PME amrconsult 13 de Maio de 2010 1 Agenda 1 Enquadramento 2 Condições de elegibilidade 3 Despesas elegíveis 4 Incentivo 2 1 Enquadramento 3

Leia mais

Eng.º José Pinto Leite

Eng.º José Pinto Leite Dia 27 de Maio Investimento e sustentabilidade Eng.º José Pinto Leite Programa Polis Congresso LIDER A 09 Sustentabilidade e o POLIS José Manuel Pinto Leite IST 27/05/2009 1 Sustentabilidade e o POLIS

Leia mais

Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030.

Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030. Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030. O acordo sobre uma meta do Objectivo de Desenvolvimento Sustentável relativamente ao acesso universal

Leia mais

1 Criação de uma bolsa anual de árvores para oferta

1 Criação de uma bolsa anual de árvores para oferta Floresta Comum, Qual o objectivo principal do Floresta Comum? O objectivo? O Floresta Comum, é um programa de incentivo à reflorestação com a floresta autóctone portuguesa. Para a concretização deste objectivo,

Leia mais

Dinamização das Zonas Rurais

Dinamização das Zonas Rurais Dinamização das Zonas Rurais Dinamização das Zonas Rurais A Abordagem LEADER A Europa investe nas Zonas Rurais As zonas rurais caracterizam-se por condições naturais e estruturais que, na maioria dos

Leia mais

Programa de Estabilidade e Programa Nacional de Reformas. Algumas Medidas de Política Orçamental

Programa de Estabilidade e Programa Nacional de Reformas. Algumas Medidas de Política Orçamental Programa de Estabilidade e Programa Nacional de Reformas Algumas Medidas de Política Orçamental CENÁRIO O ano de 2015 marca um novo ciclo de crescimento económico para Portugal e a Europa. Ante tal cenário,

Leia mais

Sumário. Princípio da autonomia financeira. Regime de financiamento das autarquias locais e Desenvolvimento económico local

Sumário. Princípio da autonomia financeira. Regime de financiamento das autarquias locais e Desenvolvimento económico local Sumário Regime de financiamento das autarquias locais e Desenvolvimento económico local Regime financeiro das A.L. Autonomia financeira Principio Conceito Receitas municipais principais fontes Taxas municipais

Leia mais

A NACIONALIZAÇÃO DO AMBIENTE. João de Quinhones Levy 1

A NACIONALIZAÇÃO DO AMBIENTE. João de Quinhones Levy 1 A NACIONALIZAÇÃO DO AMBIENTE João de Quinhones Levy 1 Diariamente temos tomado conhecimento da constituição de novas empresas da holding IPE na Área do Ambiente, ou através do IPE Águas de Portugal, ou

Leia mais

REGULAMENTO PARA ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO A ESTUDANTES CARENCIADOS INSCRITOS EM ESTABELECIMENTOS DO ENSINO SUPERIOR

REGULAMENTO PARA ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO A ESTUDANTES CARENCIADOS INSCRITOS EM ESTABELECIMENTOS DO ENSINO SUPERIOR REGULAMENTO PARA ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO A ESTUDANTES CARENCIADOS INSCRITOS EM ESTABELECIMENTOS DO ENSINO SUPERIOR O direito a uma justa e efectiva igualdade de oportunidades no acesso e sucesso

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PRESIDENTE KUBITSCHEK Estado de Minas Gerais MENSAGEM Nº

PREFEITURA MUNICIPAL DE PRESIDENTE KUBITSCHEK Estado de Minas Gerais MENSAGEM Nº MENSAGEM Nº Senhores membros da Câmara Municipal, Submeto à elevada deliberação de V. Exªs. o texto do projeto de lei que institui o Plano Plurianual para o período de 2002 a 2005. Este projeto foi elaborado

Leia mais

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 Adão Augusto, Consultor 12-02-2015 1. Contextualização. Os projectos sociais fazem parte de um sistema complexo de relações que envolvem

Leia mais

GOVERNO UTILIZA EMPRESAS PUBLICAS PARA REDUZIR O DÉFICE ORÇAMENTAL, ENDIVIDANDO-AS E ARRASTANDO-AS PARA A SITUAÇÃO DE FALENCIA TÉCNICA

GOVERNO UTILIZA EMPRESAS PUBLICAS PARA REDUZIR O DÉFICE ORÇAMENTAL, ENDIVIDANDO-AS E ARRASTANDO-AS PARA A SITUAÇÃO DE FALENCIA TÉCNICA GOVERNO UTILIZA EMPRESAS PUBLICAS PARA REDUZIR O DÉFICE ORÇAMENTAL, ENDIVIDANDO-AS E ARRASTANDO-AS PARA A SITUAÇÃO DE FALENCIA TÉCNICA RESUMO DESTE ESTUDO Os principais jornais diários portugueses divulgaram

Leia mais

Integrado do Vale do Minho. Av. Miguel Dantas, n.º 69. 4930-678 Valença. Tel.: +351 251 825 811/2. Fax: +351 251 825 620. adriminho@mail.telepac.

Integrado do Vale do Minho. Av. Miguel Dantas, n.º 69. 4930-678 Valença. Tel.: +351 251 825 811/2. Fax: +351 251 825 620. adriminho@mail.telepac. Eixo 3 do PRODER Dinamização das zonas Rurais Englobam no eixo 3 do PRODER Abordagem Leader as seguintes Medidas e Acções Medida 3.1 Diversificação da Economia e Criação de Emprego 3.1.1 Diversificação

Leia mais

Sobre o combate à pobreza

Sobre o combate à pobreza PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS Grupo Parlamentar Projeto de Resolução nº 482/XI-1ª Sobre o combate à pobreza O Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza assinala-se em Portugal num preocupante quadro

Leia mais

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3 I ENQUADRAMENTO INSTITUCIONAL... 4 II PLANO DE ATIVIDADES PARA 2016... 6 1. EIXO 1 PROFISSIONALIZAÇÃO DE SERVIÇOS 6

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3 I ENQUADRAMENTO INSTITUCIONAL... 4 II PLANO DE ATIVIDADES PARA 2016... 6 1. EIXO 1 PROFISSIONALIZAÇÃO DE SERVIÇOS 6 PLANO DE ATIVIDADES E ORÇAMENTO 2016 ÍNDICE ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3 I ENQUADRAMENTO INSTITUCIONAL... 4 1. Princípios de Ação.4 2. Recursos Organizacionais.4 3. Recursos Humanos 5 4. Recursos Físicos

Leia mais

Centro Histórico de Santarém: Como integrar a herança cultural nos desafios do futuro?

Centro Histórico de Santarém: Como integrar a herança cultural nos desafios do futuro? Centro Histórico de Santarém: Como integrar a herança cultural nos desafios do futuro? Vive-se um tempo de descrédito, generalizado, relativamente às soluções urbanísticas encontradas para o crescimento

Leia mais

Plano de Atividades 2014. www.andonicanela.com

Plano de Atividades 2014. www.andonicanela.com Plano de Atividades 2014 (Revisão) www.andonicanela.com PROGRAMA DE ACTIVIDADES 2014 REVISTO INTRODUÇÃO e VERTENTE ESTRATÉGICA A LPN como a mais antiga e mais consistente organização não governamental

Leia mais

Plano de Acção. Rede Social 2011/2012

Plano de Acção. Rede Social 2011/2012 Plano de Acção - Rede Social Plano de Acção Rede Social Conselho Local da Acção Social de Figueira de Castelo Plano de Acção Rede Social Acções a desenvolver Objectivos Resultados esperados Calendarização

Leia mais

POLÍTICA E ESTRATÉGIA DE HABITAÇÃO PARA MOÇAMBIQUE

POLÍTICA E ESTRATÉGIA DE HABITAÇÃO PARA MOÇAMBIQUE POLÍTICA E ESTRATÉGIA DE HABITAÇÃO PARA MOÇAMBIQUE Apresentado por :Zefanias Chitsungo (Director Nacional de Habitação e Urbanismo) INTRODUÇÃO Moçambique tem mais de 20 milhões de habitantes; sendo que

Leia mais

Projecto Nacional Educação para o Empreendedorismo

Projecto Nacional Educação para o Empreendedorismo Projecto Nacional Educação para o Empreendedorismo Instrumento de avaliação A. Projecto da escola A.1. Apresentação do Projecto da escola Caros colegas da Comissão, No âmbito do processo de monitorização,

Leia mais

Esta esperança, este sonho e este legado aos vindouros também tem de ser concretizado no Cartaxo.

Esta esperança, este sonho e este legado aos vindouros também tem de ser concretizado no Cartaxo. Trinta e quatro anos depois do 25 de Abril de 1974, importa comemorar Abril e afirmar os valores da Democracia e da Liberdade. Nada pode motivar ou impedir o livre exercício dos direitos e deveres de cidadania.

Leia mais

Nuno Vitorino Faro 22 Junho 2012

Nuno Vitorino Faro 22 Junho 2012 Iniciativa JESSICA Financiamento de Projectos Sustentáveis de Reabilitação Urbana Perspectivas para o Período 2014-2020 de Programação dos Fundos Comunitários Nuno Vitorino Faro 22 Junho 2012 JESSICA (Joint

Leia mais

CORRENTES CAPITAL TOTAL RECEITAS 17 526 004 7 283 896 24 809 900 DESPESAS 12 372 900 12 437 000 24 809 900

CORRENTES CAPITAL TOTAL RECEITAS 17 526 004 7 283 896 24 809 900 DESPESAS 12 372 900 12 437 000 24 809 900 ANÁLISE DO ORÇAMENTO: RECEITA E DESPESA O orçamento para 2014 volta a ser mais contido que o anterior, situando-se em 24.809.900, ou seja menos 4,3% que o de 2013. Como se verá mais à frente, o plano de

Leia mais

Acção Social Produtiva em Moçambique: algumas questões chave para discussão

Acção Social Produtiva em Moçambique: algumas questões chave para discussão Acção Social Produtiva em Moçambique: algumas questões chave para discussão Denise Magalhães Projecto STEP em Moçambique Maputo, 12 de Maio de 2010 1 Elementos chave na definição de um Programa Nacional

Leia mais

BENEFÍCIOS FISCAIS PARA A REABILITAÇÃO URBANA ENQUADRAMENTO LEGAL

BENEFÍCIOS FISCAIS PARA A REABILITAÇÃO URBANA ENQUADRAMENTO LEGAL BENEFÍCIOS FISCAIS PARA A REABILITAÇÃO URBANA ENQUADRAMENTO LEGAL Refere o Decreto-Lei nº 307/2009 de 23 de Outubro No artigo 2º Definições i) «Reabilitação de edifícios» a forma de intervenção destinada

Leia mais

As dividas das empresa à Segurança Social disparam com o governo de Sócrates Pág. 1

As dividas das empresa à Segurança Social disparam com o governo de Sócrates Pág. 1 As dividas das empresa à Segurança Social disparam com o governo de Sócrates Pág. 1 AS DIVIDAS DAS EMPRESAS À SEGURANÇA SOCIAL DISPARAM COM O GOVERNO DE SÓCRATES: - só em 2006 a Segurança Social perdeu

Leia mais

NOS ÚLTIMOS 4 ANOS TIVEMOS DE RESPONDER A UMA SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA. A UM PROGRAMA DE EMERGÊNCIA FINANCEIRA, SOUBEMOS RESPONDER COM A CRIAÇÃO DE UM

NOS ÚLTIMOS 4 ANOS TIVEMOS DE RESPONDER A UMA SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA. A UM PROGRAMA DE EMERGÊNCIA FINANCEIRA, SOUBEMOS RESPONDER COM A CRIAÇÃO DE UM DISCURSO PROGRAMA DE GOVERNO 9.11.2015 MSESS PEDRO MOTA SOARES - SÓ FAZ FÉ VERSÃO EFECTIVAMENTE LIDA - SENHOR PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA SENHORAS E SENHORES DEPUTADOS NOS ÚLTIMOS 4 ANOS TIVEMOS

Leia mais

MAPA DE PESSOAL DA JUNTA DE FREGUESIA DE CARNIDE - Ano 2014 Nos termos da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro

MAPA DE PESSOAL DA JUNTA DE FREGUESIA DE CARNIDE - Ano 2014 Nos termos da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro MAPA DE PESSOAL DA JUNTA DE FREGUESIA DE CARNIDE - Ano 204 Nos termos da Lei n.º 2-A/2008, de 27 de Fevereiro SECÇÃO DE APOIO E DE COORDENAÇÃO GERAL (Capitulo III do Regulamento da Organização dos Serviços)

Leia mais

MENSAGEM DE ANO NOVO. Palácio de Belém, 1 de Janeiro de 2008

MENSAGEM DE ANO NOVO. Palácio de Belém, 1 de Janeiro de 2008 MENSAGEM DE ANO NOVO Palácio de Belém, 1 de Janeiro de 2008 Portugueses No primeiro dia deste Novo Ano, quero dirigir a todos uma saudação amiga e votos de boa saúde e prosperidade. Penso especialmente

Leia mais

O Futuro da Política Europeia de Coesão. Inovação, Coesão e Competitividade

O Futuro da Política Europeia de Coesão. Inovação, Coesão e Competitividade O Futuro da Política Europeia de Coesão Inovação, Coesão e Competitividade 20 de Abril de 2009 António Bob Santos Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico Desafios

Leia mais

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2011

GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2011 GRANDES OPÇÕES DO PLANO 2011 1. Análise do Plano Plurianual de Investimentos (PPI) Neste orçamento, o Município ajustou, as dotações para despesas de investimento, ao momento de austeridade que o país

Leia mais

Declaração ao país. António José Seguro. 19 de Julho de 2013. Boa tarde. Durante esta semana batemo-nos para que:

Declaração ao país. António José Seguro. 19 de Julho de 2013. Boa tarde. Durante esta semana batemo-nos para que: Declaração ao país António José Seguro 19 de Julho de 2013 Boa tarde. Durante esta semana batemo-nos para que: Não houvesse mais cortes nas reformas e nas pensões Não houvesse mais despedimentos na função

Leia mais

INTERVENÇÕES DE REGENERAÇÃO URBANA EM PORTUGAL

INTERVENÇÕES DE REGENERAÇÃO URBANA EM PORTUGAL INTERVENÇÕES DE REGENERAÇÃO URBANA EM PORTUGAL JESSICA KICK-OFF MEETING FÁTIMA FERREIRA mrferreira@ihru.pt POLÍTICA DE CIDADES NO ÂMBITO DO QREN - PORTUGAL PO Regional Programas integrados de regeneração

Leia mais

VALORIZAR 2020. Sistema de Incentivos à Valorização e Qualificação Empresarial da Região Autónoma da Madeira 03-06-2015 UNIÃO EUROPEIA

VALORIZAR 2020. Sistema de Incentivos à Valorização e Qualificação Empresarial da Região Autónoma da Madeira 03-06-2015 UNIÃO EUROPEIA VALORIZAR 2020 Sistema de Incentivos à Valorização e Qualificação Empresarial da Região Autónoma da Madeira 03-06-2015 Objetivos Promover a produção de novos ou significativamente melhorados processos

Leia mais

A MOBILIDADE URBANA E A SUSTENTABILIDADE DAS CIDADES. Opções da União Europeia e posição de Portugal

A MOBILIDADE URBANA E A SUSTENTABILIDADE DAS CIDADES. Opções da União Europeia e posição de Portugal A MOBILIDADE URBANA E A SUSTENTABILIDADE DAS CIDADES Opções da União Europeia e posição de Portugal 1 I Parte - O Plano de Acção da EU Plano de Acção para a Mobilidade Urbana Publicado pela Comissão Europeia

Leia mais

Cresce o numero de desempregados sem direito ao subsidio de desemprego Pág. 1

Cresce o numero de desempregados sem direito ao subsidio de desemprego Pág. 1 Cresce o numero de desempregados sem direito ao subsidio de desemprego Pág. 1 CRESCE O DESEMPREGO E O NUMERO DE DESEMPREGADOS SEM DIREITO A SUBSIDIO DE DESEMPREGO, E CONTINUAM A SER ELIMINADOS DOS FICHEIROS

Leia mais

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3 I ENQUADRAMENTO INSTITUCIONAL... 4 II PLANO DE ATIVIDADES PARA 2016... 6 1. EIXO 1 PROFISSIONALIZAÇÃO DE SERVIÇOS 6

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3 I ENQUADRAMENTO INSTITUCIONAL... 4 II PLANO DE ATIVIDADES PARA 2016... 6 1. EIXO 1 PROFISSIONALIZAÇÃO DE SERVIÇOS 6 PLANO DE ATIVIDADES E ORÇAMENTO 2016 ÍNDICE ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3 I ENQUADRAMENTO INSTITUCIONAL... 4 1. Princípios de Ação.4 2. Recursos Organizacionais.4 3. Recursos Humanos 5 4. Recursos Físicos

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 757/X ESTABELECE MEDIDAS DE INCENTIVO À PARTILHA DE VIATURAS

PROJECTO DE LEI N.º 757/X ESTABELECE MEDIDAS DE INCENTIVO À PARTILHA DE VIATURAS Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 757/X ESTABELECE MEDIDAS DE INCENTIVO À PARTILHA DE VIATURAS Exposição de motivos Existiam 216 milhões de passageiros de carros na UE a 25 em 2004, tendo o número

Leia mais

AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE

AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE UNIDADE DE SAÚDE PUBLICA Ao nível de cada Agrupamento de Centros de Saúde (ACES), as Unidades de Saúde Pública (USP) vão funcionar como observatório de saúde da população

Leia mais

SIALM Sistema de Incentivos de Apoio Local a Micro empresas. CCDRC, 14 fevereiro 2013

SIALM Sistema de Incentivos de Apoio Local a Micro empresas. CCDRC, 14 fevereiro 2013 SIALM Sistema de Incentivos de Apoio Local a Micro empresas CCDRC, 14 fevereiro 2013 PROGRAMA VALORIZAR RCM n.º 7/2013, de 9/01 Valorização do território do interior e de baixa densidade demográfica e

Leia mais

Regulamento do Conselho Municipal de Juventude. de S. João da Madeira. Artigo 1º. Definição. Artigo 2º. Objecto. Artigo 3º.

Regulamento do Conselho Municipal de Juventude. de S. João da Madeira. Artigo 1º. Definição. Artigo 2º. Objecto. Artigo 3º. Regulamento do Conselho Municipal de Juventude de S. João da Madeira Artigo 1º Definição O Conselho Municipal de Juventude é o órgão consultivo do município sobre matérias relacionadas com a política de

Leia mais

Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005. Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005

Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005. Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005 Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005 Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005 Senhor Presidente da ALRAA Senhoras e Senhores Deputados Senhor Presidente do Governo

Leia mais

I EMJ 8 de Junho de 2013 Recomendações finais Participantes nos grupos de trabalho que produziram as recomendações:

I EMJ 8 de Junho de 2013 Recomendações finais Participantes nos grupos de trabalho que produziram as recomendações: Nr Área Recomendação Valido Abstenh o-me C/6 E/7 F/7 Voluntariado Aproveitar espaços sem utilização para fazer jardins, espaços para convívio e locais de desporto para a população. Promover a limpeza dos

Leia mais

INVESTIR NO FUTURO CONTRATO DE CONFIANÇA ENSINO SUPERIOR PARA O FUTURO DE PORTUGAL. Janeiro de 2010

INVESTIR NO FUTURO CONTRATO DE CONFIANÇA ENSINO SUPERIOR PARA O FUTURO DE PORTUGAL. Janeiro de 2010 INVESTIR NO FUTURO UM CONTRATO DE CONFIANÇA NO ENSINO SUPERIOR PARA O FUTURO DE PORTUGAL Janeiro de 2010 UM CONTRATO DE CONFIANÇA NO ENSINO SUPERIOR PARA O FUTURO DE PORTUGAL No seu programa, o Governo

Leia mais

Linhas de Acção. 1. Planeamento Integrado. Acções a desenvolver: a) Plano de Desenvolvimento Social

Linhas de Acção. 1. Planeamento Integrado. Acções a desenvolver: a) Plano de Desenvolvimento Social PLANO DE ACÇÃO 2007 Introdução O CLASA - Conselho Local de Acção Social de Almada, de acordo com a filosofia do Programa da Rede Social, tem vindo a suportar a sua intervenção em dois eixos estruturantes

Leia mais

Municípios Passive House

Municípios Passive House João Marcelino www.passivhaus.pt passivhausportugal@gmail.com Índice Modelos de sucesso Municípios Passive House em Portugal O Primeiro Município Passive Municípios Passive House: pensar global, agir local

Leia mais

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009 VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009 O Decreto Regulamentar n.º 84-A/2007, de 10 de Dezembro, estabeleceu o enquadramento

Leia mais

Partido Popular. CDS-PP Grupo Parlamentar PROJECTO DE RESOLUÇÃO Nº 452/X RECOMENDA AO GOVERNO A REORIENTAÇÃO DO INVESTIMENTO PÚBLICO

Partido Popular. CDS-PP Grupo Parlamentar PROJECTO DE RESOLUÇÃO Nº 452/X RECOMENDA AO GOVERNO A REORIENTAÇÃO DO INVESTIMENTO PÚBLICO Partido Popular CDS-PP Grupo Parlamentar PROJECTO DE RESOLUÇÃO Nº 452/X RECOMENDA AO GOVERNO A REORIENTAÇÃO DO INVESTIMENTO PÚBLICO A crise económica e social, quer a nível internacional quer a nível nacional,

Leia mais

Para informação adicional sobre os diversos países consultar: http://europa.eu.int/information_society/help/links/index_en.htm

Para informação adicional sobre os diversos países consultar: http://europa.eu.int/information_society/help/links/index_en.htm Anexo C: Súmula das principais iniciativas desenvolvidas na Europa na área da Sociedade de Informação e da mobilização do acesso à Internet em banda larga Para informação adicional sobre os diversos países

Leia mais

REDE SOCIAL DIAGNÓSTICO SOCIAL

REDE SOCIAL DIAGNÓSTICO SOCIAL REDE SOCIAL INQUÉRITOS POR QUESTIONÁRIO ASSOCIAÇÕES INQUÉRITO POR QUESTIONÁRIO ÁS ASSOCIAÇÕES DO CONCELHO DE A pobreza e a exclusão social embora não sendo fenómenos recentes, têm vindo a surgir nas nossas

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DO CRATO EDITAL

CÂMARA MUNICIPAL DO CRATO EDITAL CÂMARA MUNICIPAL DO CRATO EDITAL João Teresa Ribeiro, Presidente da Câmara Municipal do Crato, em cumprimento do disposto no artigo 91.º da Lei n.º 169/99 de 18 de setembro, torna público que na 27.ª reunião

Leia mais

22-03-2013. Porto Vivo, SRU (2013)

22-03-2013. Porto Vivo, SRU (2013) Reabilitação Urbana na Cidade do Porto: Incentivos e Oportunidades 21 de março de 2013 Porto Vivo, SRU (2013) Rui Ferreira de Espinheira Quelhas 2 1 1900-13% 1950-40% 2000-46,6% 2010-50,6% 2050-69,6% População

Leia mais

GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NA ILHA DE SANTIAGO

GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NA ILHA DE SANTIAGO GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NA ILHA DE SANTIAGO O processo de criação de um sistema intermunicipal e o desafio da sua viabilização Gilberto SILVA Sumário 1. O quadro legal e institucional de gestão

Leia mais

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 1

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 1 EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 11.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) Curso Científico-Humanístico de Ciências Socioeconómicas PROVA 712/12 Págs. Duração da prova: 120

Leia mais

Protecção Social em Moçambique

Protecção Social em Moçambique Republica de Moçambique Missão de Estudo Brasil - África de Cooperação e Promoção da Protecção Social Protecção Social em Moçambique Brasília, 25 de Agosto de 2008 Protecção Social em Moçambique Protecção

Leia mais

Fundos Comunitários. geridos pela Comissão Europeia. M. Patrão Neves. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves.

Fundos Comunitários. geridos pela Comissão Europeia. M. Patrão Neves. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves. Fundos Comunitários geridos pela Comissão Europeia M. Patrão Neves Fundos comunitários: no passado Dependemos, de forma vital, dos fundos comunitários, sobretudo porque somos um dos países da coesão (e

Leia mais

Plano e Orçamento para 2015. Políticas de Promoção de Emprego e Empregabilidade

Plano e Orçamento para 2015. Políticas de Promoção de Emprego e Empregabilidade 1 Plano e Orçamento para 2015 Políticas de Promoção de Emprego e Empregabilidade Senhora Presidente da ALRAA Senhoras e Senhores Deputados Senhor Presidente do Governo Senhoras e Senhores Membros do Governo

Leia mais

CARTA DE PRINCÍPIOS ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DO CONCELHO DE OEIRAS 2012/2013

CARTA DE PRINCÍPIOS ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DO CONCELHO DE OEIRAS 2012/2013 CARTA DE PRINCÍPIOS ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DO CONCELHO DE OEIRAS 2012/2013 Preâmbulo A Câmara Municipal de Oeiras pretende com a implementação do Orçamento Participativo (OP), contribuir para um modelo

Leia mais

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO FUNDÃO Publicação II SÉRIE N.º 98 20 de Maio de 2010 Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão Preâmbulo A Lei de Bases do Sistema Educativo

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NOTA JUSTIFICATIVA

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NOTA JUSTIFICATIVA NOTA JUSTIFICATIVA Em conformidade com os poderes regulamentares que lhes são atribuídos pelos artigos 112º n.º 8 e 241º da Lei Constitucional, devem os Municípios aprovar os respectivos regulamentos municipais,

Leia mais

ESPOSENDE PACTO DE AUTARCAS

ESPOSENDE PACTO DE AUTARCAS ESPOSENDE PACTO DE AUTARCAS Novembro de 2010 CÂMARA MUNICIPAL DE ESPOSENDE ESPOSENDE AMBIENTE, EEM OBJECTIVOS DE COMBATE ÀS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS Até ao ano de 2020, Aumentar em 20% a eficiência energética

Leia mais