Ação Piloto para a Regeneração Urbana. Avenida da Liberdade, Braga. Concurso de Ideias Profissionais de Arquitetura

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1 Ação Piloto para a Regeneração Urbana Avenida da Liberdade, Braga Concurso de Ideias Profissionais de Arquitetura Cientes da importância de promover uma intervenção capaz de revitalizar o centro histórico da cidade, não apenas do ponto de vista físico mas também com o objetivo de promover a regeneração económica e social, o município de Braga, estando consciente da importância do projeto FAZER ACONTECER A REGENERAÇÃO URBANA, promovido pela CIP (com o apoio do programa COMPETE / SIAC), que vai de encontro a estas finalidades, associou-se de imediato à promissora iniciativa. Desta forma, pretende-se promover o debate e a análise de propostas com vista à definição de uma estratégia coerente, racional e sustentável tendente à definição de uma ação concertada para o eixo da Avenida da Liberdade e os seus sectores adjacentes. Nessa perspetiva o presente concurso visa contribuir para a reflexão e o debate dos processos de regeneração urbana, subordinada a uma intervenção articulada e multidisciplinar assente nas vertentes económica, social, ambiental e física, sendo promotor da capacidade de articular e potenciar conjuntamente duas áreas estratégicas para o desenvolvimento da cidade: a área do centro histórico de Braga (ARU Centro Histórico), através de uma intervenção na Avenida da Liberdade, e a área meridional, junto ao rio Este, definida em plano como a ARU Braga Sul. 1. Entidade Adjudicante: Câmara Municipal de Braga 2. Comissão Organizadora: O Concurso de Ideias é uma iniciativa da Câmara Municipal de Braga em parceria com a AIMinho Associação Empresarial, a Universidade do Minho e a CIP Confederação Empresarial de Portugal. Página 1 de 8

2 3. Tipo de Procedimento: Concurso de Conceção (ideias), na modalidade de concurso público, sujeito ao anonimato dos trabalhos, de acordo com o estabelecido no Código dos Contratos Públicos (CCP). 4. Objeto: Eixo da Avenida da Liberdade contemplando o espaço canal alargado que vai desde a Avenida Central / Praça da Republica ao Parque da Ponte incluindo: a) Centros Comercial de 1ª geração em Braga: o Centro Comercial Lafayete, o Centro Comercial BragaShopping, o Centro Comercial Santa Cruz, Centro Comercial do Rechicho, o Centro Comercial dos Granjinhos; o Centro Comercial S. Lázaro e Centro Comercial Gold Center; b) Requalificação da Margem do Rio Este: incluindo os edifícios envolventes e as traseiras da rua Conselheiro Lobato e Sítio dos Galos; c) Reabilitação de edifícios emblemáticos: como o edifício do Castelo e o edifício antigo cinema S. Geraldo; d) Parque da Ponte: Articulação entre o Parque de Exposições de Braga, Estádio 1º de Maio, Pavilhão Flávio Sá Leite e base do Monte do Picoto; 5. Objetivos: Pretende-se que o resultado do concurso apresente soluções capazes de respeitar a escala e a imagem da cidade neste sector, reabilitando a sua história e simultaneamente, fomentar novas atividades sem comprometer as pré-existentes. Para tal é fundamental que as propostas a concurso sejam capazes de: i) Proteger e requalificar o edificado e o espaço público; ii) Promover a fruição do Centro Histórico enquanto espaço público, através das componentes culturais, recreativas, de lazer e turísticas; iii) Potenciar os recursos existentes como fator diferenciador e competitivo, destinado a promover a requalificação das áreas mais sensíveis. Página 2 de 8

3 De igual modo, pretende-se como fundamental que área de intervenção definida seja capaz de articular e potenciar conjuntamente as ARU S como duas áreas estratégicas para o desenvolvimento da cidade: a área do centro histórico de Braga (ARU Centro Histórico) e a área sul (ARU Braga Sul) através de uma intervenção centrada na Avenida da Liberdade. Para tal, as propostas deverão ser capazes de: iv) Desenvolver um modelo de intervenção na Avenida da Liberdade que seja capaz de tornar os espaços comerciais, residenciais e de serviços mais atrativos e simultaneamente acessíveis sem comprometer a mobilidade urbana, em geral. Além disso, é de sublinhar a componente da regeneração económica dos espaços reclamada pela existência de diversos centros comerciais de primeira geração, onde urge intervir e repensar um novo modelo de viabilidade económica associado a uma reabilitação arquitetónica. Importa, portanto, reconhecer os principais fatores de centralidade que são específicos do Centro Histórico de Braga, confrontando-os com as áreas de prolongamento da cidade, nomeadamente, os espaços expectantes dentro da área alvo do presente concurso. Os centros comerciais de primeira geração foram criados de origem com o objetivo especifico de localizar atividades económicas de comércio e serviços. Trata-se de equipamentos localizados em zonas nobres e estruturantes da cidade que podem constituir-se como importantes âncoras de regeneração urbana. No decurso das últimas décadas a oferta de novas áreas comerciais, designadamente as grandes superfícies, produziram um impacto negativo na atividade económica dos negócios instalados. Paralelamente, os condóminos dos centros foram confrontados com a necessidade de renovar e modernizar os espaços. Contudo a capacidade financeira destas estruturas fica aquém das necessidades de investimento que aliado a um modelo de propriedade fragmentado das lojas comerciais e escritórios não permitiu a renovação dos Página 3 de 8

4 investimentos e a modernização e concertação de estratégias necessárias ao longo destes anos. Pretende-se agora trazer à discussão pública possíveis estratégias para a revitalização destes equipamentos, identificando as suas potencialidades, analisando possibilidades de novas ocupações, ajustadas a novos padrões de consumo, e desenvolvendo possíveis novos modelos de investimento. Assim sendo pretende-se que também as propostas apresentadas sejam simultaneamente capazes de: v) Desenhar um modelo de intervenção nos espaços comerciais de primeira geração que permita: Concertar os proprietários e as ações de intervenção; Promover os direitos de salvaguarda de propriedade dos espaços comerciais e de serviços no processo de permuta, venda ou de aplicação de outras modalidades ou contrapartidas; Incrementar um modelo de gestão dos condóminos e propor um projeto global de intervenção; vi) Reconstruir, recuperar, e revitalizar os espaços físicos para a localização de novas atividades económicas: Desenvolver modelos, planos de investimento e de gestão para a recuperação e dinamização económica dos espaços alvo; Promover, apresentar tipologias de incentivo à aplicação dos modelos de gestão e de dinamização sustentada dos novos espaços comerciais e de serviços; vii) Desenvolver novos projetos associados à utilização dos espaços, de acordo com as zonas de localização dos edifícios no contexto da cidade; viii) Promover a relação da arquitetura e os domínios de acessibilidade e circulação com os equipamentos e as atividades instaladas; Página 4 de 8

5 ix) Promover um modelo de intervenção sustentável do ponto de vista económico que possa viabilizar um investimento nestes espaços; 6. Instrumentos de gestão Territorial: i) Plano Estratégico de Regeneração Urbana do Centro Histórico de Braga ii) Plano Estratégico de Regeneração Urbana Braga Sul iii) Regulamento Municipal de Intervenção no Centro Histórico de Braga 7. Concorrentes: Podem apresentar propostas, enquanto concorrentes, arquitetos ou empresas de arquitetura, habilitados ao exercício da profissão no país onde se encontram inscritos. Para o efeito, deverão ser constituídas equipas projetistas multidisciplinares, coordenadas pelo arquiteto autor do projeto ordenador. 8. Júri Membros efetivos: a) Ricardo Rio Presidente da Câmara Municipal de Braga; b) Miguel Sopas de Melo Bandeira Vereador da Regeneração Urbana da Câmara Municipal de Braga; c) Pedro Capucho Confederação Empresarial de Portugal d) Arquiteto Hugo Pires Vereador Câmara Municipal de Braga; e) Carlos Almeida - Vereador Câmara Municipal de Braga; f) Arquiteto Pedro Nogueira (DRU) - Câmara Municipal de Braga g) Arquiteta Filipa Corais (DPU) - Câmara Municipal de Braga h) Arquiteta Teresa Cardoso (DPA) - Câmara Municipal de Braga i) Vitor Esperança Administrador executivo da BragaHabit j) Carlos Oliveira - Presidente da InvestBraga Página 5 de 8

6 k) Arquiteto Carlos Alberto Carvalho Dias - Ordem dos Arquitetos Secção Regional do Norte; l) Arquiteta Filomena Ferreira - Presidente do Núcleo de Arquitetos da Região de Braga da Ordem dos Arquitetos; m) Arquiteta Marta Vilarinho - Núcleo de Arquitetos da Região de Braga da Ordem dos Arquitetos; n) António Marques Presidente da Associação Industrial do Minho; o) João Pires Presidente da União de Freguesias de São José de São Lázaro e de São João do Souto; p) Rui Marques - Associação Comercial de Braga; q) Arquiteta Maria Manuel Oliveira Escola de Arquitetura da Universidade do Minho; r) Arquiteto Vincenzo Riso Escola de Arquitetura da Universidade do Minho; s) Arquiteto Alexandre Basto Membros suplentes: a) Arquiteto Miguel Castro (DRU) - Câmara Municipal de Braga b) Arquiteto António Raimundo Moreira Gomes - Ordem dos Arquitetos Secção Regional do Norte c) Dra. Inês Vaz Pinto Confederação Empresarial de Portugal 9. Prémios 1º Prémio: ,00 2º Prémio: 5.000,00 3º Prémio: 2.500,00 Menções Honrosas: natureza não pecuniária. Página 6 de 8

7 10. Processo de Concurso Encontra-se disponível no site da Câmara Municipal de Braga e da Ordem dos Arquitetos Secção Regional Norte (AOSRN) 11. Calendário _ Lançamento do concurso: 10 de abril 2015 _Pedidos de esclarecimento: até às 18:00h do 20.º dia após a data de envio do Anúncio para publicação no DR, através do endereço de correio eletrónico: _Receção dos trabalhos: até às 17h30 do 75.º dia a contar da data de envio do primeiro Anúncio para publicação no DR, no seguinte local da entidade promotora: Balcão Único Câmara Municipal de Braga Edifício do Convento do Pópulo Praça Conde de Agrolongo Braga Página 7 de 8

8 Anexo Área de Intervenção Página 8 de 8

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