Projeto de Intervenção

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1 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PEDRO ALEXANDRINO - PÓVOA DE SANTO ADRIÃO Projeto de Intervenção Ser educador é ser poeta do amor. Educar é acreditar na vida e ter esperança no futuro. Educar é semear com sabedoria e colher com paciência. Augusto Cury Maria do Rosário de Carvalho Pato e Silva Ferreira

2 ÍNDICE Introdução... 3 Caracterização do Agrupamento de Escolas Pedro Alexandrino... 6 Identificação de Problemas/ Necessidades Definição da Missão e Metas Linhas de orientação da ação Plano Estratégico objetivos e estratégias...19 Conclusão...24 Bibliografia

3 Liderança é um processo orientado para a consecução de objetivos desejáveis. Os líderes, bem-sucedidos desenvolvem uma visão para as suas escolas baseada nos seus valores pessoais e profissionais. Articulam a sua visão em cada oportunidade e influenciam os seus colaboradores e stakholders para a partilharem. A filosofia, estruturas e atividades da escola são orientadas para a concretização desta visão partilhada. (Bush e Glover 2003: p.5) 2

4 I. Introdução No âmbito do procedimento concursal prévio à eleição do Diretor para o Agrupamento de Escolas Pedro Alexandrino (adiante designado por AEPA), na Póvoa de Santo Adrião, aberto pelo Aviso n.º 5232/2014 de 21 de abril e do preconizado no n.º 3 do artigo 22.º do Decreto-Lei n.º 75/2008, de 22 de abril, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 137/2012, de 2 de julho, submete-se por este meio, à apreciação do Conselho Geral Transitório, o presente Projeto de Intervenção, no Agrupamento, para os próximos quatro anos. Considera-se, desde já, oportuno expor os motivos fundamentais que constituíram a génese da apresentação desta candidatura ao cargo de diretora do AEPA. Em primeiro lugar, a motivação pessoal, profissional e comunitária. Com igual relevância esta decisão foi também tomada em função da disponibilidade já manifestada por parte de membros desta comunidade escolar que reúnem as condições necessárias ao desempenho de tão exigentes tarefas e que integrarão a equipa da direção. Acredita-se na liderança de uma escola sustentada por uma gestão participativa e democrática na relação com os outros, incentivando a partilha de ideias, a capacidade de saber ouvir as diferentes vozes, a assunção de uma atitude de abertura e de flexibilidade perante o contributo de todos, e promovendo-se a valorização, o reconhecimento e a motivação como aspetos fundamentais na construção de uma escola, que se pretende de excelência. Estando conscientes das dificuldades apresentadas por este desafio, considera-se que o momento de mudança a que as escolas do AEPA foram sujeitas, confere ao órgão de gestão a necessidade de congregar e mobilizar os elementos desta recém-criada comunidade escolar, respeitando a individualidade de cada escola, como uma mais-valia, no desejo de tornar todos capazes de, espontaneamente trabalhar na construção de um projeto comum. Só assim será possível transformar a escola num espaço de visão prospetiva, de colaboração, de inclusão, de corresponsabilização, de afeto, de autonomia, de cidadania e de liberdade. Os propósitos de uma escola inclusiva integram em si um trabalho colaborativo que reconhece a diversidade de todos e, em nome do princípio da inclusão, abre portas à participação responsável e responsabilizadora, tornando todos os elementos ativos na e da comunidade. Ainscow (1996) Por outro lado, salienta-se que os valores fundamentais e os princípios da atividade administrativa: legitimidade, imparcialidade, competência, responsabilidade e 3

5 transparência, serão os alicerces de uma candidatura que pretende valorizar uma Escola de qualidade onde se observem práticas de trabalho, sustentadas no respeito por todos, na confiança, na identidade e no compromisso. Neste sentido, crê-se que, se rompermos com as relações de natureza meramente burocrática e fundarmos um conjunto de escolas caracterizadas por uma cultura de diversidade ao invés de uma cultura de homogeneidade, por uma cultura de comprometimento em vez de uma cultura de submissão ou dependência, e por uma cultura de participação, ao contrário de uma cultura de isolamento, teremos a escola em que acreditamos. A presente candidatura caracteriza-se pela responsabilidade e exigência incutidas pela prática de trinta anos de serviço, dos quais dezasseis efetivaram-se em órgãos de gestão. Tal percurso profissional conduziu, forçosamente, a um conhecimento real, aprofundado e permanentemente atualizado. As mudanças e as intermináveis reformas ocorridas no sistema de ensino a isso compelem. O ano letivo transato trouxe novas perspetivas a esta experiência acumulada, permitindo a tomada de consciência de distintas realidades dos três ciclos do ensino básico e das singularidades de cada uma das escolas que integram o Agrupamento. Ao nível do desenvolvimento e formação profissional foi imperioso um investimento que culminou em dezembro de 2013 com a obtenção do grau de mestre em Supervisão Pedagógica e Formação de Professores que aspirou à valorização de conhecimentos de forma aprofundada e especializada. Também ao nível da formação contínua, se procurou participar em iniciativas conducentes à sedimentação de conhecimentos na área da gestão escolar e liderança, a saber: Avaliação das Organizações Escolares; Responder à diversidade através do envolvimento das vozes dos alunos: uma estratégia para o desenvolvimento dos professores, Ambientes Colaborativos de Aprendizagem, entre outras. Pretendeu-se partir essencialmente da vertente humana, realçando-se a importância dos seus agentes e dos seus diferentes papéis, na organização de uma comunidade escolar que se deseja atenta ao sentir de todos e, em especial, dos alunos. Deste modo, esta deve ser participativa e abrangente, de forma a tornar a Escola coautora do desenvolvimento e da formação pessoal e social de todos. Deste Projeto constará uma caracterização generalista do Agrupamento a fim de se proceder a um enquadramento da (s) realidade (s) representativa (s) desta unidade orgânica de ensino. 4

6 A diagnose dos problemas e necessidades surgem da análise dos dois Projetos Educativos de Escola (P.E.E), que orientaram as Escolas Básicas Carlos Paredes, Quinta de São José, Barbosa du Bocage, Olival Basto e a Escola Secundária Pedro Alexandrino e ainda do que nos foi dado a compreender neste último ano em que se exerceu a função de Presidente da Comissão Administrativa Provisória (CAP). Por outro lado, a riqueza de uma ampla prática e de um saber abrangente ao nível da gestão, permite-nos afirmar que a experiência alcançada proporciona um conhecimento efetivo e concreto de todas as atividades, dinâmicas e transformações ocorridas no sistema de ensino, como Secretária do Conselho Diretivo, Vice-presidente e Presidente do Conselho Executivo, Diretora e Presidente da Comissão Administrativa Provisória. Os assuntos abordados neste Projeto encontram-se organizados do seguinte modo: Caracterização do Agrupamento de Escolas Pedro Alexandrino; Identificação de Problemas/ Necessidades; Definição da Missão e Metas; Linhas de orientação da ação; Plano Estratégico objetivos e estratégias. 5

7 II. Caracterização do AEPA 1. Meio envolvente A Póvoa de Santo Adrião e o Olival Basto formam a união de Freguesias recentemente criada fazem fronteira com as freguesias de Odivelas e com a União de Freguesias de Santo António dos Cavaleiros e Frielas, no Concelho de Loures. Na Póvoa de Sto. Adrião, os resultados dos Censos de 2011, apontam para um número de habitantes, uma das maiores densidades populacionais do Concelho ( hab./km2). Favorecida por uma natural proximidade de Lisboa, a partir dos anos 50, a Póvoa é marcada por um processo de massificação de fixação humana, através do sucessivo loteamento das quintas. A Póvoa de Santo Adrião tem características profundamente urbanas cuja densidade demográfica é uma clara exemplificação disso. Ainda de acordo com os dados dos Censos de 2011, o Olival Basto regista habitantes. Era constituído por um pequeno aglomerado de casas à beira da estrada, sendo o primeiro aglomerado populacional que existia à saída de Lisboa. Os estudos apontam ainda para a constatação de um acentuado decréscimo da densidade populacional, dado o envelhecimento da população Nos últimos dados disponibilizados pelo INE-Instituto Nacional de Estatística, a Póvoa de Santo Adrião é habitada por pessoas (9.04% dos habitantes no concelho), das quais, 19.36% têm mais de 65 anos e 13.25% são crianças ou adolescentes e o Olival Basto é habitado por pessoas (4.02% dos habitantes no concelho), das quais, 20.82% têm mais de 65 anos e 13.02% são crianças ou adolescentes. Esta União de Freguesias, para além dos núcleos centrais, incluem os lugares: Quinta da Várzea, Quinta da Serra, no Olival Basto e os lugares: Casal do Privilégio e Bairro do Barruncho, na Póvoa de Sto. Adrião. Os Encarregados de Educação são, na sua maioria, trabalhadores não qualificados dos serviços e comércio; pessoal dos serviços diretos e particulares, de proteção e segurança; operários, artífices e trabalhadores da construção civil, com habilitações académicas, substancialmente, situadas entre o 3º ciclo e o secundário (embora, ainda com alguma prevalência no 1º ciclo). As taxas de analfabetismo são baixas e verifica-se um crescente e elevado número de desempregados. 6

8 O AEPA compreende cinco escolas da União das Freguesias de Póvoa de Santo Adrião e Olival Basto do Concelho de Odivelas. Esta freguesia caracteriza-se por uma diversidade populacional, que tem sido influenciada por um número crescente de famílias estrangeiras oriundas, maioritariamente, dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, fundamentalmente de Angola e da Guiné-Bissau, mas também de outras proveniências, designadamente da América Latina, da Europa de Leste e da Ásia. Verifica-se a existência do bairro Casal do Privilégio, em situação profundamente degradada; uma construção clandestina, Bairro do Barruncho, com uma população maioritariamente proveniente dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa. Deste modo, o AEPA capta uma população estudantil muito diversificada, integrando alunos provenientes dos diferentes estratos sociais, de distintas culturas e saberes. Esta realidade conduz uma comunidade escolar a um constante desafio, onde importa estar atento e saber ouvir o sentir de cada um e de todos. O desemprego em que se encontram muitos dos Encarregados de Educação contribui em grande escala para a falta de estruturas básicas, necessárias à sobrevivência, e não permitem assegurar as condições mínimas no respeito pela dignidade humana. 2. População Estudantil De acordo, com os dados do Gabinete Coordenador do Sistema de Informação do Ministério da Educação (MISI), no ano letivo de , o agrupamento é frequentado por 2724 alunos, distribuídos pelas cinco escolas que o compõem. Nas três escolas do Jardim de Infância e 1º ciclo do ensino básico 840 alunos, na Escola Básica Carlos Paredes (EBCP) 628 alunos, e na Escola Secundária Pedro Alexandrino (ESPA) 1141 alunos. Para além destes alunos frequentam ainda o AEPA 115 formandos do ensino noturno. Na ESPA concentra-se uma ampla diversidade de oferta formativa, para além dos Cursos do Ensino Regular, são lecionados Cursos de Educação e Formação, Cursos Profissionais e Cursos de Educação e Formação de Adultos. Na totalidade o agrupamento conta com 85 Turmas do ensino regular do 1º ao 12º anos e 7 Grupos de Jardim de Infância. Nos cursos de dupla certificação, existem 5 Turmas dos Cursos de Educação e Formação (CEF), Tipo2 e Tipo3, nas áreas de Empregado Comercial e Operador de Informática; nos Cursos Profissionais 13 Turmas de nível 4 abrangem as seguintes saídas profissionais: Técnico de Gestão; Técnico de Informática de Gestão; Técnico de Gestão de Equipamentos Informáticos; Técnico de 7

9 Turismo; Técnico de Comércio; Técnico de Apoio à Infância; Técnico de Organização de Eventos; Técnico de Gestão Desportiva e Técnico de Mecatrónica. Como a opção pela qualificação constitui um dos pilares que sustenta a oferta do Agrupamento, esta foi alargada aos cursos em regime pós-laboral. Assim, os 112 adultos, que se encontram matriculados na ESPA, estão repartidos por 2 turmas de continuidade dos Cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA), uma de nível B3 e outra de dupla certificação de Contabilidade. Este ano, em Janeiro, o Agrupamento recebeu a autorização para abrir mais 2 turmas de EFA Escolar, uma B3 e outra de secundário. Existem duas Unidades de Ensino Estruturado, que recebem 13 crianças com perturbações do espectro do autismo, uma a funcionar na Escola Básica Barbosa du Bocage e uma segunda com início de atividade este ano letivo na Escola Básica Carlos Paredes. Importa ainda mencionar que existem 145 alunos com Necessidades Educativas Especiais, que são apoiados por 8 professores da Educação Especial. No que concerne a alunos apoiados pelos Serviços de Ação Social Escolar (ASE), 1254 beneficiam de apoios nos escalões A e B. A ASE apoia também muitos alunos não abrangidos pelos escalões atrás referenciados, ao nível da alimentação, material escolar e visitas de estudo, com o recurso ao orçamento privativo da Escola. 3. Recursos humanos O Agrupamento dispõe de um número significativo de educadores e professores do quadro, 82.5% do total de docentes (198 docentes do quadro, e 42 contratados), o que concede estabilidade ao corpo docente e abona a favor da continuidade do trabalho desenvolvido. Exercem ainda funções 14 Assistentes Técnicas e 63 Assistentes Operacionais, com vinculo ao Ministério da Educação e da Ciência e à Câmara Municipal de Odivelas. O número de assistentes operacionais a exercer funções nas diferentes escolas é manifestamente insuficiente o que origina muitos constrangimentos no acompanhamento dos alunos, pondo por vezes em causa a segurança e o bem-estar dos mesmos. 4. Programas e Projetos do AEPA O Agrupamento conta com a dinamização de diversos programas e projetos, acentuando a preocupação de tornar o espaço escolar num espaço vivo e aberto ao real, a saber: Quadro de Valor e Excelência, À Descoberta da Ciência, À descoberta da História, 8

10 API - Acolher, Partilhar e Integrar, Clube de Artes, Clube de Dança, Clube Europeu, Clube de Línguas, EspaemPalco, Mundo do Espetáculo, Paixão pelo Teatro, PEPE - Preparação Específica Para Exame, Rádio ESPA, GAP, ESPA Jovem e Tutorias) bem como o Desporto Escolar e Eco Escolas no âmbito nacional e ainda os projetos implementados com o apoio direto da Autarquia, a saber: Projeto Crescer, do Projeto SEI, «Eu, Cidadão», e do GAP, de combate ao insucesso escolar, constituem-se como dispositivos muito eficazes no desenvolvimento de oportunidades de aprendizagem e na valorização das atividades de enriquecimento curricular e dos alunos enquanto pessoas. A Escola Secundária Pedro Alexandrino elaborou o seu pedido de adesão às Escolas Associadas da UNESCO, tendo o mesmo sido aceite. Pretende-se deste modo levar a cabo iniciativas que contribuam para uma educação de qualidade tendo em vista as dimensões éticas e culturais através da prática de um ensino intercultural, democrático e participativo, adotando critérios de qualidade, de trabalho colaborativo, de criatividade e empreendorismo. Embora ainda no seu início, o trabalho a desenvolver deva estar alicerçado no conhecimento, na familiarização e na colaboração com outros povos e diferentes culturas. Neste âmbito, pretende-se, ainda, procurar a cooperação com diversos parceiros, entidades oficiais, instituições, ONG, meios de comunicação social, organizações privadas, e empresas entre outros. Um dos desafios com que, atualmente, a escola se depara é o de dar resposta à crescente diversidade da população discente. Perante a dissemelhança, a aprendizagem e o ensino tradicionais mostram-se desadequados e a escola acaba por se encontrar, muitas vezes, desfasada da vida quotidiana. É neste palco de indeterminações, de divergências e de mudanças permanentes que o professor se move. Por seu turno é num cenário de desmotivação, provocado também por dificuldades de aprendizagem, por parte dos jovens, que resulta a interação de um conjunto de aspetos amplamente complexos, entre os quais a natureza do currículo, o modelo organizacional da escola e a disponibilidade e a competência dos docentes. Foi nesta perspetiva de alterar as práticas, que a escola aderiu ao Projeto Fénix, Mais Sucesso Escolar. Este Projeto reflete, assim, uma cultura de escola que compreendeu a relevância do desenvolvimento de dinâmicas organizacionais diferenciadas, que possam constituir uma resposta educativa às variadas necessidades e ritmos de aprendizagem dos alunos. Deste modo, consideramos como objetivo de partida, a demonstração de que o trabalho colaborativo, levado a cabo por docentes que lecionam turmas integradas no 9

11 Projeto é uma prática educativa conducente não só à melhoria dos resultados dos alunos, mas também ao desenvolvimento profissional do professor, enquanto agente que reflete sobre e na ação. Já no segundo ano consecutivo, o Projeto mantém-se em desenvolvimento no agora, Agrupamento de Escolas Pedro Alexandrino, abrangendo 7 turmas de 2º ano, 9 turmas de 7º ano e 5 turmas de 8º ano, nas disciplinas de Português e Matemática, num total de 452 alunos avaliados. Em relação ao ano letivo transato, o Projeto Fénix contou, desde o início do 1º período, com duas inovações importantes: a extensão deste modelo de intervenção pedagógica ao 1º ciclo e o prosseguimento do projeto no 8º ano, seguindo um modelo improvisado e de alcance muito limitado, por força de constrangimentos relacionados com a elaboração de horários neste nível de ensino. Destaca-se a extensão deste modelo de intervenção ao 1º ciclo, mais especificamente ao 2º ano de todo o Agrupamento. Neste contexto, o maior desafio tem estado na grande heterogeneidade das turmas em causa, com um número muito significativo de alunos com dificuldades profundas identificadas e para os quais o modelo de intervenção Fénix mostra-se ainda insuficiente. 10

12 III. Identificação de Problemas/ Necessidades A população escolar que frequenta o AEPA, tal como já referido, caracteriza-se por uma heterogeneidade explicável pelo elevado número de alunos oriundos de diferentes grupos étnicos, onde subsistem frequentemente problemas de integração social, que, inevitavelmente, são transportados para dentro da escola/sala de aula. Este fenómeno coloca novos desafios aos professores e educadores no que respeita à adoção de práticas orientadas para responder às necessidades e interesses individuais, definidos em função da origem, etnia ou classe social, de modo a torná-las inclusivas da diversidade dos seus alunos e promovendo a igualdade de oportunidades entre todos. Os comportamentos indisciplinados poderão ter na sua génese a reivindicação de uma liberdade ambicionada (ou exigida) pelos alunos, daí mostrar-se condição sine qua non a assunção de uma postura colaborativa, onde se torna imprescindível que estes sejam compreendidos e observados por todos os intervenientes no ato educativo. Saliente-se que, neste Agrupamento, os incidentes desta natureza, são também protagonizados por alguns alunos que frequentam o 1º ciclo, com maior incidência nos dos 2º e 3º ciclos do ensino básico regular, nos cursos de educação e formação e no 1º ano dos cursos profissionais de nível secundário. O trabalho colaborativo, consubstanciado em comunidades de prática, precisa de estar apoiado numa cultura de colaboração. As expressões cada um por si e cada um é dono da sua verdade são infelizmente manifestadas com frequência, embora, uma grande parte do corpo docente do Agrupamento já acredite que o ensino e a aprendizagem evoluem tanto mais, quanto mais forem assumidas atitudes de colaboração. Deste modo, deseja-se que professores e educadores reflitam, investiguem e atentem à realidade educativa do presente, estando abertos à mudança, e disponíveis para a partilha e para a renovação. Esta colaboração deve ser entendida como um procedimento que pretende o envolvimento dos agentes educativos, docentes, alunos e pais. As práticas colaborativas tornam as relações de trabalho verdadeiras, espontâneas e direcionadas para o crescimento, implicando concordâncias, tomada de decisões em conjunto, diálogo e, finalmente, a aprendizagem de todos. O papel do professor deixou de ser o de mero transmissor de conhecimentos, para progredir no sentido de se apropriar de competências relacionais, evidentemente, sempre a par das suas competências científicas e didáticas. Como tal, a preparação dos docentes para lidar com os aspetos relacionais deve ser uma das preocupações do momento. Os 11

13 docentes precisam de se tornar autênticos gestores da sala de aula, organizadores eficazes da aprendizagem, transmissores de uma imagem de autoridade consolidada em atitudes firmes, seguras, consistentes e interventivas e de afetividade. No caminho para alcançar a construção de ambientes favoráveis à aprendizagem, é desejável que os docentes deste Agrupamento implementem estratégias de colaboração, criando um outro poder, a participação ativa dos alunos, tornando-se assim permeável e recetivo às ideias dos discentes, estabelecendo um relacionamento assente em pressupostos numa relação democrática onde a autoridade é edificada entre professor e aluno. É portanto apanágio da criança e do jovem sentir que a escola se preocupa e existe para eles. Entendido o conhecimento como uma ação em permanente evolução, a primazia deve ser dada à construção desse crescimento, convidando o aluno a tomar parte do seu processo de aprendizagem, valorizando os saberes já adquiridos, dando-lhe voz e, finalmente, ao invés de um juízo de valor sobre as respostas dadas, tomar atitudes que conduzam a uma avaliação assente no respeito pelo progresso da criança e do jovem, preferindo dar destaque ao que sabe e de que modo aplica esse seu saber. Deste modo, permite-se incutir a aprendizagem em continuidade como fator de autorrealização, de valorização individual e de uma aprendizagem sustentada no verdadeiro gosto pelo saber. Constata-se que, de um modo geral, os alunos não têm regras, estão desmotivados, a escola pouco lhes diz Este fenómeno complexo, que tem na sua génese múltiplos fatores de ordem social, familiar, pessoal e escolar, patenteia-se a vários níveis: na ausência de atitudes conducentes ao saber estar na sala de aula; os conflitos interpares que se traduzem, fundamentalmente, nas dificuldades de relacionamento, ou até em fenómenos de violência e de bullying; nos conflitos na relação professor-aluno, onde o comportamento do jovem põe em causa a autoridade e o estatuto do professor, numa atitude de confronto perante normas de comportamento adequadas. Como atrás exposto, levanta-se então o grave problema da indisciplina, quase sempre responsável pelo insucesso. A este respeito é importante referir que o pedagogo terá maior sucesso na sua intervenção educativa se agir em espírito de cooperação numa comunidade que se pretende colaborativa e inclusiva. Na génese desta candidatura reside o forte desejo de conduzir à edificação de uma escola para todos, uma Escola Inclusiva, estimulando, deste modo, a aprendizagem efetiva, a participação de todos e a igualdade de oportunidades, independentemente do género, das capacidades, da religião, da origem, étnica ou social dos alunos. 12

14 Importa salientar que se pretende para este Agrupamento uma liderança atenta e que encoraje a inovação, a melhoria e a colaboração. A liderança de uma escola, sustentada por uma gestão participativa e democrática na relação com os outros, assegura um maior otimismo e confiança no desenvolvimento do processo educativo. Torna-se assim possível incentivar a partilha de ideias, a capacidade de saber ouvir as diferentes vozes, a assunção de uma atitude de abertura e de flexibilidade perante os contributos de todos, promove-se a valorização, o reconhecimento e a motivação como aspetos fundamentais na construção de uma escola, que se pretende, então, de excelência. Deste modo, é fundamental que se descubram outros caminhos, outras respostas, com vista à eficiência e à eficácia. Estes desafios mostrar-se-ão favoráveis ao planeamento de estratégias futuras, pensadas por várias equipas de coordenação, as lideranças intermédias, úteis na edificação de uma escola verdadeiramente inclusiva, defendendo uma cultura de mudança, disposta à determinação e à coragem. Para tal, é forçoso encontrar a melhor maneira de cumprir metas, envolvendo todos na concretização das mesmas. A cultura de escola deverá pressupor a possibilidade do desenvolvimento profissional dos docentes, substancialmente, através da promoção de práticas reflexivas, quer através da formação contínua, quer através de iniciativas de encontro. Mostra-se também necessário apostar na valorização do trabalho, como fator elementar na motivação profissional e na realização individual dos agentes educativos e dos funcionários deste Agrupamento. O ensejo de promover ambientes de entendimento e de tolerância conduzirão a uma melhor desempenho e, consequentemente, ao bem-estar de cada um. Identificados os problemas e as necessidades do Agrupamento, propõe-se, em síntese, a contribuição para a formação integral, em termos cognitivos, culturais e ambientais e para a liberdade individual, onde cada um possa desenvolver as suas capacidades, competências e aptidões. 13

15 IV. Definição da Missão e Metas Missão É desejável que a Escola trilhe caminhos de envolvimento e que faça da sua missão a construção de cidadãos capazes de serem edificadores de uma sociedade cada vez mais justa e fraterna. Enquanto organização educativa e formativa, a escola, construtora do conhecimento, enfrenta incalculáveis desafios e profundas alterações, pelo que a educação e a formação ganham um sentido renovado e veem reforçado o seu valor estratégico como fatores determinantes de inovação, de progresso, de competitividade e de bem-estar. Impõe-se, por conseguinte, prestar um serviço público de educação e formação de qualidade, em coesão e entendimento com a comunidade, atentando à formação integral de cidadãos preparados para a aprendizagem ao longo da vida e para o exercício de uma cidadania responsável. Por outro lado, a heterogénea profusão de conhecimentos veiculados na escola, confere-lhe um património humano tão fecundo, que deve ser potenciado através da interação entre todos os seus pares, é isto que a transforma e lhe confere um caráter particular. Daí a importância do empenho e da vontade dos que acreditam na criação, criatividade e na mudança, para que esta seja única na sua diversidade. O Agrupamento de Escolas Pedro Alexandrino pretende ser reconhecido como uma organização de referência e de excelência, pela qualidade do nível do ensino e formação proporcionadas, pelo desenvolvimento de práticas educativas inovadoras, pela qualidade na formação de cidadãos responsáveis e empreendedores, com impacto ao nível do desenvolvimento do concelho e pelo seu reconhecimento a nível nacional e europeu. Metas Projetando uma escola de excelência, onde o aluno aprenda a SER sempre mais e onde os profissionais da educação se sintam próximos, valorizados e corresponsáveis, é imperativo: Proceder à reestruturação organizativa, encontrando linhas de orientação e de conduta comuns, atendendo às características e à identidade de cada escola. Impulsionar a realização e a conceção de projetos comuns para as diferentes escolas, nos diferentes níveis de ensino, numa perspetiva de complementaridade. 14

16 Contribuir para a criação de uma comunidade educativa alargada, estimulando o sentimento comunitário e de pertença. Estimular atitudes reflexivas, na procura do saber e de valores através de ações de formação. Atender à articulação curricular entre os diferentes níveis e ciclos de ensino, proporcionando um percurso educativo sequencial e coerente. Transmitir valores solidários, tornando o discente cada vez mais atento aos outros, a si próprio, e colaborador da sua crescente emancipação e autonomização. Combater o abandono e o absentismo promovendo a socialização e o sucesso educativo. Aumentar as taxas Progressão/Aprovação. Reforçar as lideranças norteadas para a qualidade educativa, potenciando uma cultura colaborativa. Encorajar o estudo incrementando estratégias de motivação que contribuam para um maior sucesso educativo. Dar especial relevo ao trabalho dos conselhos de turma no sentido de valorizar o contributo de todos os docentes na definição de estratégias conducentes ao sucesso dos discentes. Incentivar a participação dos pais e encarregados de educação na vida do Agrupamento, promovendo a necessidade premente de famílias e escola se articularem. 15

17 V. Linhas de orientação da ação Atendendo a que um modelo de gestão deve ter em conta a diversidade e a dinâmica dependentes da produção e reprodução de regras, construídas e reconstruídas por todos os agentes envolvidos, com o propósito de orientar a aprendizagem no sentido da harmonia entre o saber, o saber fazer e o saber ser, os objetivos e estratégias abaixo enunciados preconizam essa filosofia. Assim, pretende-se: - Promover a criação de um bom clima relacional entre os membros da comunidade educativa, conjugando esforços para minorar conflitos e comportamentos de risco. - Institucionalizar a educação multicultural na escola, com a certeza de que os professores e educadores são elementos centrais para a realização deste objetivo. - Proporcionar um ensino que reflita positivamente as diversas culturas existentes na Escola, contribuindo para atenuar as desigualdades sociais e culturais dos alunos, valorizando os diferentes saberes e culturas no âmbito de uma escola inclusiva. - Fomentar o trabalho em equipa com base em perceções partilhadas, propósitos comuns, acordo sobre procedimentos a adotar, compromisso e cooperação. - Prevenir a indisciplina através da construção de um clima relacional assente nas regras, atuando concertadamente para a resolução de situações concretas. - Apelar a uma atuação pedagógica que assente no equilíbrio entre a rigidez e a flexibilidade enveredando pelos caminhos do diálogo, da negociação e da responsabilização. - Fomentar, entre os alunos, o respeito pela integridade, direitos e dignidade de cada um. - Desenvolver valores fundamentais de cidadania, junto dos alunos, tais como cooperação e solidariedade. - Continuar a incrementar a filosofia subjacente aos programas: Escola Promotora de Saúde e Escola Promotora de Educação Ambiental. 16

18 - Desafiar as capacidades de iniciativa e de autonomia dos alunos e responsabilizálos pela Escola. - Desenvolver o estabelecimento de regras de coresponsabilização das famílias, dos professores e educadores, dos alunos relativamente à convivência, frequência e sucesso escolares e educativos dos estudantes. - Reforçar o papel fundamental da família na prevenção do insucesso escolar e na valorização do sucesso adquirido. - Apelar à continuidade da participação dos pais e encarregados de educação na vida das escolas do Agrupamento. - Garantir a eficácia do trabalho dos docentes, de acordo com as características das turmas/grupos e os meios utilizados para ensinar e aprender. - Melhorar o sucesso escolar dos alunos apostando numa cultura de qualidade, exigência e responsabilização. - Regular as práticas de planificação e de lecionação em função da avaliação dos resultados dos alunos. - Contribuir para a redução do abandono escolar. - Definir estratégias para a valorização transversal da língua portuguesa. - Fomentar a utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação na produção de recursos e na promoção da aprendizagem dos alunos. - Apostar nas ofertas qualificantes dos adultos ao nível do reconhecimento, validação e certificação de competências. - Promover o envolvimento da comunidade educativa na vida cultural da Escola. - Promover a abertura da Escola ao exterior e à sua integração na comunidade local, através do estabelecimento de parcerias e protocolos. - Estabelecer com a autarquia relações privilegiadas no sentido de consolidar o envolvimento na definição de estratégias conducentes à melhoria da vida do agrupamento. 17

19 - Rentabilizar os recursos/potencialidades que as escolas oferecem quer no âmbito didático-pedagógico, quer a nível da comunidade local. - Promover o bom funcionamento da Escola através de uma adequada afetação de todos os recursos. - Levar a cabo iniciativas que promovam a autorregulação e melhoria da escola: avaliação interna e externa. - Promover uma gestão participativa ligada ao desenvolvimento de uma cultura de participação na própria escola. - Proporcionar a articulação entre os diferentes órgãos de direção, de administração e gestão a fim de garantir o sucesso e a qualidade. 18

20 VI. Plano Estratégico objetivos e estratégias Sendo a Escola um encontro de pessoas, de culturas e de saberes e, como tal, uma entidade plural e dinâmica, considera-se que este espaço educativo é uma das forças essenciais na construção de uma sociedade onde o ser humano se possa sentir mais realizado. Porque se acredita na construção de uma Escola que melhor responda às necessidades atuais da sociedade, da aprendizagem e do conhecimento, apresentam-se as áreas de intervenção a desenvolver ao longo dos quatro anos do mandato: Gestão e prática pedagógica - Conduzir à reflexão sobre a importância das escolas do Pré-Escolar e do 1.º ciclo, enquanto alicerces fundamentais na edificação integral das crianças, que, no futuro, prosseguirão os seus estudos neste Agrupamento, ou mesmo noutro, tornando-as capazes e habilitadas a uma vida académica e pessoal de sucesso. Pretende-se, portanto, contribuir para a formação de cidadãos conscientes, autónomos e ativos. - Fomentar a articulação vertical e sistemática entre ciclos, na tentativa de delinear uma estratégia de diagnose inicial, profícua e capaz de definir linhas de ação, que, precocemente perspetivadas e integradas no Projeto Educativo e operacionalizadas nos Conselhos de Turma, se mostrarão mais eficazes. - Valorizar o papel dos coordenadores de departamento e representantes de grupo, como estruturas de ligação com a direção e com os restantes professores e educadores, criando o vínculo necessário a um Agrupamento que se pretende de excelência. - Considerar o contributo pertinente e essencial dos diretores de turma na relação estabelecida com os estudantes e com os encarregados de educação, enquanto veículos transmissores de uma cultura de escola preceituada por normas de conduta fundamentais. - Atribuir maior impacto pedagógico aos conselhos de docentes e conselhos de turma, enquanto assembleias de efetiva definição de estratégias conducentes ao sucesso dos alunos. - Efetivar a criação de uma equipa multidisciplinar que favoreça o acompanhamento do percurso escolar dos jovens e a mediação de conflitos. - Defender uma cultura de avaliação e de mérito numa conceção mais ampla do que a simples e rígida mensuração de resultados. - Promover a valorização das Bibliotecas Escolares, da dimensão artística e do ensino articulado. 19

21 - Incentivar a criação de espaços ou de atividades de complemento e/ou de enriquecimento curricular que incentivem os discentes à participação na construção das suas aprendizagens. - Encorajar a realização de encontros, entre os diferentes elementos da comunidade educativa, no sentido de proporcionar momentos de partilha de saberes, de experiências e de boas práticas. - Incutir aos agentes educativos a predisposição para o desenvolvimento de iniciativas que reforcem positivamente os progressos dos alunos. - Partilhar e divulgar as boas práticas pedagógicas do Agrupamento, quer a nível regional, nacional ou internacional. - Formar um grupo de docentes que procedam à divulgação da oferta formativa a fim de dar resposta aos interesses e talentos, fundamentalmente, dos alunos do Agrupamento. Nesta linha, pretende-se: diversificar e aumentar a oferta dos cursos científico-humanísticos; manter as alternativas curriculares existentes ao nível de cursos de carácter profissionalizante e de cursos de educação e formação de adultos; continuar a dinamizar cursos de educação extraescolar (Competências Básicas, Português para Todos e Formações Modulares). - Adequar as ofertas de dupla certificação às características do Agrupamento, em sintonia com as necessidades do tecido empresarial envolvente, de acordo com o previsto para a NUT III, e em complementaridade com as ofertas das restantes escolas do Concelho de Odivelas. - Trabalhar em estreita colaboração com o Serviço de Psicologia e Orientação, essencialmente no que respeita ao processo de orientação vocacional/profissional, perspetivado como parte do processo de busca da identidade pessoal da criança e do jovem, com o objetivo de tornar as escolhas mais responsáveis e com maior probabilidade de sucesso. - Alargar as modalidades de apoio pedagógico, nomeadamente no acompanhamento, diferenciado e/ou individualizado dos alunos com necessidades educativas especiais, bem como dos alunos estrangeiros, ao nível da língua e da cultura portuguesas. - Dar continuidade ao Programa de Ação Tutorial com o intento de facultar um acompanhamento/orientação individualizada do percurso dos alunos, que revelem dificuldades ao nível do desempenho escolar. 20

22 - Formar equipas que procedam ao acolhimento e à integração dos alunos recémchegados de países/sistemas de ensino estrangeiros em todas as escolas do agrupamento. - Apoiar e estimular o trabalho realizado ao nível das atividades desportivas desenvolvidas na Escola, quer no âmbito da Educação Física, quer ao nível do Desporto Escolar dando a conhecer aos alunos as implicações e benefícios de uma participação regular nas atividades físicas/ desportivas escolares, por forma a compreenderem a sua contribuição para um estilo de vida ativa e saudável. - Continuar a privilegiar o apoio económico aos alunos mais carenciados Acionando mecanismos, designadamente através do Orçamento Privativo, de campanhas de solidariedade e angariação de patrocínios. Organização e funcionamento - Estimular um relacionamento harmonioso e salutar entre as diferentes escolas do Agrupamento, como uma mais-valia à promoção sucesso dos alunos e ao bem-estar dos agentes educativos. - Dinamizar com frequência encontros com os alunos, de modo a valorizar a sua participação na resolução de problemas e na definição de estratégias de atuação em questões que lhes estejam diretamente ligadas, retomando o Projeto Conselheiros da Direção. - Dar seguimento ao trabalho desenvolvido relativamente aos Quadros de Valor e de Excelência, tornando assim patente o reconhecimento de aptidões e atitudes dos alunos que evidenciem valor e excelência nos domínios cognitivo, pessoal ou social. - Estender ao Agrupamento o Projeto de Ações de Melhoria, já em funcionamento na ESPA, como medida de apoio ao desenvolvimento do processo de autoavaliação, preparando-o, deste modo, para a avaliação externa. - Definir um plano de formação interno para pessoal docente e não docente que supere as necessidades prementes da Escola (indisciplina, autonomia, criatividade, relações interpessoais ). - Prestar colaboração ativa e acolher todas as iniciativas que aspirem à promoção da qualidade. - Desenvolver ações junto dos Assistentes Operacionais e Assistentes Técnicas que potenciem um bom relacionamento interpessoal com vista a um maior grau de satisfação com os restantes parceiros educativos (alunos, professores, pais ). 21

23 - Promover e apoiar todas as iniciativas que conduzam o Agrupamento à Comunidade e vice-versa através de eventos organizados por docentes, discentes ou encarregados de educação. - Estabelecer uma ligação continuada com a empresa Parque Escolar no sentido de zelar e manter sempre em boas condições todo espaço escolar. - Desenvolver esforços no sentido de remodelar e reabilitar a Escola Básica Carlos Paredes, gerando, assim, melhores condições de ensino. - Proceder à remodelação/manutenção dos espaços desportivos: pintura exterior do pavilhão gimnodesportivo; manutenção de todo o equipamento desportivo de acordo com as normas de segurança vigentes (em colaboração com a Câmara Municipal de Odivelas). - Reforçar a aplicação de medidas que permitam gerar um ambiente de segurança dentro e na periferia do recinto escolar, contando com a colaboração do Programa Escola Segura e do Gabinete de Segurança do Ministério da Educação. - Testar o Plano de Emergência e o Plano de Evacuação no sentido de testar a capacidade de resposta do Agrupamento a uma situação de calamidade de acordo com as novas características arquitetónicas das Escolas. - Prever atempadamente a reorganização prevista para os Agrupamentos, por parte da tutela, enquanto unidades orgânicas, com outros modelos de gestão, com a finalidade de dar prosseguimento à qualidade do Ensino. Comunidade Educativa - Reforçar as parcerias já efetuadas com entidades externas ao Agrupamento, no âmbito dos estágios/formação em contexto de trabalho dos cursos profissionalizantes. - Recolher informações, junto dos parceiros educativos, sobre as suas sensibilidades e expetativas em relação ao Agrupamento e proceder à sua divulgação. - Participar nas iniciativas educativas mais relevantes promovidas pela Autarquia e pelas Juntas de Freguesia. - Continuar a estabelecer condições de acompanhamento e de mediação entre a escola e a família com o recurso ao Projeto Sei Odivelas e a todos os apoios concedidos pela autarquia, pelo Centro de Saúde e outras entidades. - Fomentar um diálogo construtivo com a Autarquia, favorecendo uma gestão mais próxima tendo em conta o contexto de transferência de competências. - Proporcionar condições para a participação voluntária dos membros da comunidade educativa e da comunidade local alargada, promovendo a sua iniciativa. 22

24 - Desenvolver as relações de contiguidade com a comunidade escolar, tornando o trabalho mais próximo e consistente. - Pensar globalmente, no pressuposto da assunção de responsabilidades comuns. - Proporcionar a criação de novos ambientes para a prática de pedagogias mais ativas. 23

25 VII. CONCLUSÃO Porque se acredita na construção de uma Escola que melhor responda às necessidades atuais da sociedade da aprendizagem e do conhecimento, apresenta-se esta candidatura ao concurso para provimento de Diretor do Agrupamento de Escolas Pedro Alexandrino, expressando as nossas intenções num programa que se alicerça no profundo conhecimento desta realidade, não só pela experiência na gestão escolar, mas também pelo saber alcançado e consolidado. Nos últimos anos, período conturbado, sujeito a profundas alterações no sistema educativo, o trabalho dedicado a uma comunidade escolar, exigiu sempre uma profunda e permanente adaptação, que se, em alguns momentos poderá ter sido geradora de algum cansaço, em outros, foi sem dúvida um enorme alento à aspiração de ser coautora na construção de uma comunidade mais autêntica e verdadeira. O anseio pelo sucesso escolar e formação pessoal dos alunos foi exigência permanente dos órgãos de gestão a que se presidiu, entendendo-se que, para as crianças e os jovens a escola tem um papel preponderante na transmissão dos conhecimentos e os valores que a escola lhes transmite. Como tal, considera-se impreterível dar continuidade ao trabalho já desenvolvido neste âmbito, agora numa comunidade alargada. Norteados por uma gestão participativa sustentada na democraticidade, crê-se firmemente ser este o caminho que levará à construção de uma escola com sólidos alicerces capazes de sustentar o Projeto que nos propomos erigir. Esta é, decerto, a maior e a mais duradoura forma de levar esta missão a bom porto. Ouvir o Sentir de toda a Comunidade Escolar foi lema dos últimos anos de gestão. Também aqui se pretende dar continuidade e reforçar a ideia de que numa comunidade escolar, cada vez mais, urge dar voz a todos. A riqueza que se recebe quando se está disponível para pensar com o outro é demasiado grandiosa para ser desmerecida. Em suma, o diretor é entendido como alguém que estará sempre ao serviço de uma comunidade onde cada um, dando o seu contributo, possa sentir-se em casa. É sua obrigação defender a dimensão humanizadora do trabalho e do estudo, o carácter criativo e construtivo do saber; e a promoção do diálogo entre os diferentes saberes e culturas. 24

26 Numa comunidade escolar com êxito, predomina o respeito recíproco e defendese um clima favorável ao conhecimento e à aprendizagem de todos aqueles que se reveem num Agrupamento de Sucesso, Participativo e Abrangente. A escola não mudará por determinação da Lei; ela transformar-se-á, sim, quando alterar a sua Cultura. Não é, portanto, um facto que se decrete, pois este processo só ocorrerá se a escola se for convertendo em comunidades de prática e numa instituição que aprende, em vez de se dedicar exclusivamente a ensinar. 25

27 VIII. Bibliografia Ainscow, M. (1996). Necessidades Especiais em Sala de Aula. Um Guia para a Formação de Professores. Lisboa: IIE/UNESCO Publishing Decreto-Lei n.º 137/2012, de 2 de julho Bush, T. e Glover, D. (2003). School leadership: Concepts and evidence. 26

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