AVALIAÇÃO QUALITATIVA ENTRE OS PONTOS DE INOVAÇÃO E A REGIONALIDADE DOS APLS DO BRASIL SOB A PERSPECTIVA DO PROGRAMA DE INOVAÇÃO PRIME

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1 AVALIAÇÃO QUALITATIVA ENTRE OS PONTOS DE INOVAÇÃO E A REGIONALIDADE DOS APLS DO BRASIL SOB A PERSPECTIVA DO PROGRAMA DE INOVAÇÃO PRIME Liane Marcia Freitas e Silva (UFPB) Alan Silva Lima (Harpia) Thalita Christina Brandao Pereira da Silva (UFPB) Atualmente o conhecimento é visto como elemento central das novas estruturas econômicas, sendo a inovação o veículo de transformação de conhecimento em riqueza e melhoria da qualidade de vida das sociedades. Neste contexto, nacionalmente fooi promulgado um instrumento regulatório, a Lei da Inovação, que visa estimular o espírito inovador no setor produtivo do País. Somado a isto, ações políticas têm sido desenvolvidas, tais como o Plano Plurianual , que percebe no fortalecimento dos APLs um meio de desenvolvimento regional e econômico, através de estímulos à inovação. Neste bojo, ressalta-se o lançamento do Programa Prime de Inovação que objetiva o atingimento das metas lançadas por estas políticas públicas. Diante disto, este artigo objetiva avaliar de maneira qualitativa os projetos de inovação participantes do Prime em relação à natureza de regionalidade interpretada a partir das características dos APLs nacionais. Os resultados encontrados apontam que a grande maioria dos projetos de inovação (Prime) concentra-se em setores específicos, que tratam de informação, conhecimento e comunicação, apesar desta atividade possuir pouca representatividade em relação à quantidade de APLs identificados no País. Este fato levanta questionamento com relação ao entendimento de que a inovação deva provir do fortalecimento dos arranjos empresariais, em detrimento da natureza destes arranjos em termos de potencial inovativo, além de apontar haver forte concentração regional de pontos de inovação, o que contradiz a idéia de que a inovação deve ser caminho para o desenvolvimento econômico regional. Palavras-chaves: Inovação, Programa Prime, Arranjo Produtivo Local

2 1. Introdução No ano de 2004 foi promulgada a denominada "Lei da Inovação", que reflete a necessidade do país contar com dispositivos legais eficientes que contribuam para o delineamento de um cenário favorável ao desenvolvimento científico, tecnológico e ao incentivo à inovação. (BRAISL, 2004). A necessidade da promulgação deste instrumento legal centra-se na constatação de que a produção de conhecimento e a inovação tecnológica passaram a ditar crescentemente as políticas de desenvolvimento dos países. Nesse contexto, o conhecimento é visto como elemento central das novas estruturas econômicas que surgem, sendo a inovação o veículo de transformação de conhecimento em riqueza e melhoria da qualidade de vida das sociedades. Tal pensamento converge com a teoria econômica evolucionista ou neo-schumpeteriana, que constitui em uma tentativa de construir um novo corpo teórico para o estudo das organizações articulado com um novo paradigma socioeconômico oriundo principalmente do nascimento das novas tecnologias de informação e comunicação (TICs). De uma maneira geral, esta corrente econômica busca resgatar as contribuições de Schumpeter relativas à incorporação do progresso técnico como variável-chave do processo evolucionário da firma e do mercado. Esta atualização da teoria Schumpeteriana tem uma linha de atuação principal, na qual, segundo Freeman, a difusão da inovação está no centro dos movimentos cíclicos da economia mundial, e por isso deve ser incentivada como meio de desenvolvimento regional econômico. (TIGRE, 2005). Neste contexto, políticas públicas têm sido estabelecidas, em âmbito nacional, através do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e articuladas pela Financiadora de Estudos e Projeto FINEP, que tem gerenciado diversos programas, entre os quais programas específicos de apoio à inovação, tal qual o Projeto PRIME Primeira Empresa Inovadora que objetiva, primordialmente, criar condições financeiras favoráveis para que um conjunto significativo de empresas nascentes de alto valor agregado possa consolidar com sucesso a fase inicial de desenvolvimento dos seus empreendimentos. (FINEP, 2011). No intuito de descrever as características das organizações que recorrem a este tipo de projeto de subvenção econômica, tal qual o PRIME, este artigo se estrutura. Além disso, propõe-se também comparar este grupo de empresas com o alinhamento das potencialidades econômicas dos estados, articuladas ou não através das políticas públicas, de modo a verificar a aderência do programa com o desenvolvimento regional. Desta forma, pode-se afirmar que o objetivo principal que orienta este artigo é realizar um mapeamento das empresas que participaram do PRIME, em sua última versão, de modo que seja possível, a partir do cenário encontrado, bem como das análises lançadas, verificar a adequação do programa ao objetivo final pretendido, assim como as linhas setoriais que mais são atingidas pela ação do mesmo. Para tal, foram realizados contatos com os institutos especializados, denominados de agentes locais de inovação, de caráter nacional e estadual, que operacionalizam o Projeto PRIME, seja na gestão de recursos financeiros, bem como na manipulação dos indicadores de todos os projetos individuais de inovação. Da mesma forma, foram buscados dados disponibilizados em boletins técnicos em sites especializados. Assim, o artigo que se apresenta será estruturado da seguinte forma: 2 Fundamentação teórica que versará sobre Inovação e Programa de Subvenção, especificamente o PRIME; 3- Procedimentos metodológicos, 4-Análise dos dados; e 5-Considerações Finais. 2

3 2. Fundamentação teórica 2.1 Inovação XXXI ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO Em uma economia baseada no conhecimento, a inovação parece desempenhar um papel central. Esta afirmativa adéqua-se com o conteúdo apresentado no Manual de Oslo, publicado em língua nacional em 2004, para o qual a inovação está no cerne da mudança econômica. Este mesmo manual, que traduz um conjunto de diretrizes para ações em inovação tecnológica, apresenta as palavras de Schumpeter (1998) em relação aos vários tipos de inovações. Segundo este autor, a inovação é elemento essencial para o progresso econômico, podendo ser identificada por quatro perspectivas, tal qual se apresenta a seguir: Inovação pela introdução de um novo produto ou mudança qualitativa em produto existente; Inovação de processo que seja novidade para uma indústria; Inovação pela abertura de um novo mercado; Desenvolvimento de novas fontes de suprimento de matéria-prima ou outros insumos; Mudanças na organização industrial. Conforme pode-se observar, de acordo com esta visão, a inovação pode ser traduzida pela ocorrência de distintas ações, quer seja, pelo desenvolvimento de um produto ou processo ainda não existentes, pela abertura de novos canais de consumo ou de suprimento, ou ainda por mudanças mais estruturais, no que concerne a própria organização dos elementos componentes dos setores industriais. Em sendo assim, observa-se uma pluralidade de possibilidades inovativas. Em função desta diversidade de possibilidades de inovação no setor produtivo, é válido que se conceitue o termo inovação. Inicialmente, pode-se registrar que a derivação da palavra inovação é do termo latino innovatio, e se refere a uma idéia, método ou objeto que é criado e que pouco se parece com padrões anteriores. (LOPES e BARBOSA, 2008) De acordo com Freeman (1987), a inovação é um processo que inclui as atividades técnicas, especificamente, concepção, desenvolvimento, gestão e que resulta necessariamente na comercialização de novos (ou melhorados) produtos, ou na primeira utilização de novos (ou melhorados) processos. Nesta perspectiva, na visão de Freeman (1987) a inovação necessita da materialização da comercialização, elemento até então não considerado na visão de Schumpeter (1998). No entanto, é válido ressaltar que, há uma convergência no entendimento de que a inovação é algo bastante plural, podendo se revestir de distintos conceitos. Sob este aspecto, Wolfe (1994), aponta que os trabalhos científicos sobre inovação possuem quatro linhas principais: aqueles que tratam dos estágios do processo inovador, dos contextos organizacionais, das perspectivas teóricas subjacentes e dos atributos da inovação. De uma maneira geral, é consenso que há uma maior conscientização da importância da inovação, fazendo dela ponto de discussão na agenda política da maioria dos países desenvolvidos. Entretanto, para que a inovação passasse a fazer parte das discussões das ações públicas foi preciso reconhecer na inovação o caminho para o desenvolvimento econômico. Esta mudança de postura, passa por uma mudança de paradgima, haja vista que progresso tecnológico, até então, era obtido através de um processo linear simples que se iniciava com a pesquisa científica básica e avançava de maneira direta por níveis mais aplicados de pesquisa, incorporando a ciência em aplicações tecnológicas. (LOPES e BARBOSA, 2008). Nesta visão, a ciência era vista como a grande motivadora, e de tal forma, os governos focavam sua 3

4 ação na política científica. Nesta mudança de perspectiva, inserida na escola neo- Schumpeteriana, o novo pensamento sobre inovação fez surgir a importância dos sistemas e levou a uma abordagem mais integrada da formulação e implantação de políticas ligadas à inovação, agora não mais unicamente através da via científica, mas sim, pelo incentivo ao empreendedorismo e ao empirismo. Como uma ação de política pública, em aderência a esta nova abordagem de incentivo à inovação nacional, estruturou-se um prograna de incentivo à empresa inovadoras, denominado PRIME - Primeira Empresa Inovadora, que objetiva entre outras coisas, criar condições para os empreendimentos inovadores nascentes, de modo que estes, em função das fragilidades estruturais e diversas dificuldades iniciais dos empreendimentos não sucumbam, e com isso, não consigam desenvolver a inovação pretendida. Este programa específico está alinhado a um conjunto de ações que visam motivar e incentivar o desenvolvimento da inovação no país. No intuito de compreender este conjunto de ação, segue-se com a apresentação de alguns instrumentos regulatórios e os resultados esperados a partir disto. 2.2 Instrumentos regulatórios da inovação A lei nacional de Inovação (Lei nº , de 2 de dezembro de 2004) abarca em seu âmago a consideração de que o conhecimento e a inovação tecnológica passaram a ditar as políticas de desenvolvimento dos países. Dentre os objetivos desta lei estão, a melhoria da eficiência de setor produtivo do país capacitando-o à exportação, mediante a inserção competitiva de bens e serviços com base em padrões internacionais de qualidade, maior conteúdo tecnológico e, portanto, maior valor agregado. (BRASIL, 2004). Para a realização de tais objetivos a lei prevê a atuação em três vertentes distintas, a saber: a) Constituição de ambiente propício às parcerias estratégicas e de cooperação entre as universidades, institutos tecnológicos e empresas. b) Estímulo à participação de instituições de ciência e tecnologia no processo de inovação, onde é buscada transferência de tecnologia, licenciamento de patentes, prestação de serviços de consultoria junto ao setor produtivo e de funcionários em projetos de inovação. c) Incentivo à inovação na empresa, objetivando a alocação de recursos financeiros das organizações na promoção da inovação. A respeito destes três objetivos, chama-se atenção ao último deles, cujo foco de ação centra-se no estímulo à inovação do setor produtivo através da alocação de recursos financeiros que financiem o desenvolvimento de uma ação de inovação dentro das empresas. Nesta perspectiva, a Lei prevê para tal fim, a concessão de recursos financeiros, humanos, materiais ou de infra-estrutura, por parte da União, através das agências de fomento, com o objetivo de atender às empresas nacionais envolvidas em atividades de pesquisa e desenvolvimento. Tais recursos financeiros, em específico, poderão vir sob a forma de subvenção econômica, financiamento ou participação societária, sendo que no caso da subvenção econômica, os recursos deverão ser destinar apenas ao custeio, sendo exigida ainda contrapartida da empresa beneficiária. (BRASIL, 2004) Dessa forma, o marco legal hora em vigor, através da Lei da Inovação, representa um amplo conjunto de medidas cujos objetivos permeiam a ampliação das ações de inovação, bem como uma maior agilidade no processo de transferência do conhecimento gerado no ambiente acadêmico para a sua apropriação pelo setor produtivo, estimulando principalmente a cultura de inovação e fazendo desta o meio para o desenvolvimento industrial do país. 4

5 Para o alcance dos objetivos acima propostos, ações específicas têm sido articuladas pela FINEP, através de financiamento de projetos nas três vertentes listadas. Especificamente, quando visualizada a terceira diretriz estabelecida, uma ação criada foi o Programa Prime, já superficialmente apresentado anteriormente. Para que se entenda com mais propriedade este programa, e seja possível fazer as análises pretendidas, na sequência é apresentado o escopo, as metas e os objetivos do mesmo. 2.3 O Programa Prime de Inovação O Prime baseia-se em convênios de cooperação institucional a serem firmados entre a FINEP e operadores descentralizados localizados nos estados da federação, com o objetivo de atender uma grande demanda pulverizada de empresas nascentes. Este atendimento deu-se pela disponibilidade de recursos financeiros em todas as regiões do País. A necessidade e adoção destes operadores regionais deram-se pela complexidade, abrangência e pela vultosa quantidade de capital necessária para operar um programa nacional desta envergadura. Tais operadores descentralizados e pulverizados na maioria dos estados da federação são entidades com credibilidade e capacidade comprovada de atuação no apoio a empreendimentos inovadores nascentes. De acordo com o edital do projeto, foram consideradas elegíveis as empresas nascentes com até 24 meses de existência, que apresentem um elevado conteúdo de inovação em seus produtos ou serviços, e que tenha apresentado um Plano de Negócios que indique um evidente potencial de crescimento, e um conjunto de desafios e metas viáveis. Em sendo apreciado este plano de negócios, e principalmente sendo identificada a evidência de inovação na proposta, o projeto apresentado poderá ser contemplado com recursos de Subvenção Econômica de até R$120 mil para custear recursos humanos qualificados, e serviços de consultoria especializada em estudos de mercado, serviços jurídico, financeiro, certificação e custos, entre outros, em um período de 12 meses. Este montante, denominado de kit prime, deverá ser direcionado para três ações específicas: pró-labore dos sócios, consultoria na área de gestão e consultoria na área de marketing. (FINEP, 2011) Evidencia-se através destas regras que o programa objetiva ajudar na estruturação do negócio, através de ações no desenvolvimento do produto/processo, a serem focadas pela consultoria em gestão, como também através de ações de mercado, a serem focadas pela consultoria de marketing. Além destas duas ações, o programa também força, através do pró-labore o total envolvimento dos empreendedores e fundadores das empresas na ação propriamente de inovação, evitando que estes se desviem do foco principal do negócio em atividades paralelas que garantam a sobrevivência do investimento em curto prazo. É importante observar que o Prime apóia o empreendimento numa fase considerada crítica, a fase de nascimento do negócio. Esta criticidade pode ser considerada ainda maior, por se tratar de produtos e processos inovadores, ou seja, alto até então inexistente, logo não há experiência anteriores sobre a formulação e desenvolvimento do que se está propondo. Este fato é muito importante, principalmente quando se observa as altas taxas de mortalidade das organizações nascentes no Brasil, que ainda apresentam, segundo SEBRAE (2007), uma taxa de mortalidade no ano de 2005 de aproximadamente 30% dos empreendimentos. Ainda segundo o SEBRAE (2007), as causas que justificam tais estatísticas são principalmente falta de conhecimento do mercado em que a empresa está inserida; dificuldade de suprimento; má gestão do setor produtivo e ausência de marketing interno. Este cenário pode ser ainda mais difícil, quando se considera um ambiente inovador. Além deste apoio financeiro nos primeiro 12 meses, as empresas que atingirem as metas estabelecidas no plano de negócio, poderão candidatar-se a um empréstimo do Programa Juro 5

6 Zero, também vinculado a FINEP. De acordo com a FINEP (2011), este programa oferece condições bastante favoráveis em termos de financiamento para micro e pequenas empresas inovadoras (MPE), por ter taxa zero de juros em cima do financiamento (conta-se apenas com a taxa média da inflação anual), pagamento do valor financiado em até 100 parcelas, contando ainda com uma redução drástica da burocracia existente neste tipo de concessão de financiamento, sem a necessidade de apresentação de garantias ou avalistas. Este capital deverá ser destinado para aquisição de máquinas e equipamentos, e também para capital de giro da empresa, objetivos não contemplados no Programa Prime. Com este tipo de ação, pretende-se assegurar um apoio continuado com diferentes instrumentos disponibilizados pela FINEP, facilitando desde o nascimento das empresas de características inovadoras, até sua consolidação enquanto unidades produtoras. Busca-se assim, criar as estruturas necessárias para o desenvolvimento da idéia, mas, sobretudo, da sustentabilidade dos negócios e em longo prazo o crescimento econômico do país pela inovação. A fim de verificar se estes objetivos estão sendo atendidos, este artigo procura descrever as características das empresas nacionais, geograficamente distribuídas nos estados da federação, na tentativa de identificar em quais setores da economia observa-se a propulsão latente de inovação, tentando ainda fazer um paralelo, sempre que possível, destes pontos de inovação com as aglomerações empresariais já desenvolvidas nos estados, no que diz respeito a suas vocações econômicas interpretadas através de arranjos organizacionais, tais como os APLs (Arranjo Produtivos Locais). 3. Procedimentos Metodológicos O objetivo que norteia este artigo é descrever as características das empresas que participaram do projeto de subvenção econômica baseado na inovação denominado Prime, e na sequência, comparar este grupo de empresas com o alinhamento com as potencialidades econômicas dos estados, articuladas ou não através das políticas públicas, de modo a verificar a aderência do programa com o desenvolvimento regional. Para o atendimento deste objetivo, foi adotada a abordagem qualitativa. O estudo pode ser classificado, quanto aos fins, como descritivo, onde se busca conhecer a realidade estudada, suas características e problemas. Quanto aos meios, a pesquisa pode ser caracterizada como documental, bibliográfica, sendo utilizados dados de publicações, periódicos e dados secundários extraídos de sites especialidos sobre o tema desenvolvido neste trabalho. Para a realização das inferências apresentadas neste estudo foram levantados dados secundários disponibilizados no site da Financiadora de Estudos e Projeto (FINEP), que é a instituição gestora do Programa Prime, bem como foi utilizado dados do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio relativos ao trabalho que esta instituição vem realizando sobre os APLs, especificamente, na identificação e quantificação destes. Os dados coletados a partir destas fontes foram tabulados por meio do software Microsoft Excel, e esta reorganização tornou possível retirar conclusões a respeito do objetivo do estudo. No próximo tópico deste trabalho é realizada uma apresentação das características gerais das empresas que partciparam da primeira versão do Programa Prime 2009/2010. Em seguida, contrastando com a categorização dos projetos através das atividades econômicas, também apresentada, segue-se com a apresentação das características dos APLs nacionais, retirados de boletins técnicos do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, haja visto que este tipo de organização do setor produtivo está em consonância com os conceitos presentes na 6

7 literatura neo-shumpeteriana, em que os APLs estão no cerne da política nacional de difusão da inovação e meio de desenvolvimento regional. Por fim, são apresentados os resultados, discussões e considerações finais do trabalho. 7

8 4. Mapeamento das empresas participantes do Programa Prime A partir dos dados obtidos através de buscas em sites especializados e contato com os operadores estratégicos do programa, foi possível mapear as empresas que participaram da primeira versão do Prime ocorrido no biênio 2009/2010. Inicialmente, mostra-se a distribuição de empresas por região, onde pode-se notar que em termos de participação, a região sudeste do país teve o maior número de empresas participantes (48,10%) do programa de inovação Prime, acompanhada pelas regiões Sul (34,21%), Nordeste (12,33%), Norte (3,84%) e no final desta lista a região Centro Oeste com a menor representatividade, 1,52% de participação. 50,00% 48,10% 51,58% 40,00% 30,00% 34,21% 30,39% 20,00% 10,00% 0,00% 12,33% 12,39% 3,84% 4,08% 1,52% 1,56% CENTRO-OESTE - CO NORDESTE - NE NORTE - NO SUDESTE - SE SUL - SU % de empresas participantes % de geração de postos de trabalhos Figura 1 Participação das empresas e potencial de geração de empregos por região Da mesma forma, pode-se observar que o potencial de geração de empregos segue a mesma tendência da representatividade das empresas, concluindo-se que o número de empresas é proporcional ao número potencial de postos de trabalho gerados por estas. Com isto, mais uma vez, a quantidade de postos de trabalho gerados pelas empresas inovadoras do programa Prime também foi maior no Sudeste e menor no Centro Oeste, tal qual se observa na figura 1. 24,00% 22,00% 20,00% 18,00% 16,00% 14,00% 12,00% 10,00% 8,00% 6,00% 4,00% 2,00% 0,00% % de empresas participantes % de geração de postos de trabalhos Figura 2 Participação das empresas e potencial de geração de empregos por estado Em observância à figura 2, pode-se perceber que dos estados que mais tiveram organizações participantes do programa Prime, os três com maior participação fazem parte da região 8

9 Sudeste. Apenas estes estados representam 47,5%, ou seja, quase metade das empresas inovadoras do Prime localizam-se nestes três estados da federação. Isto já indica que há uma centralização nas empresas inovadoras, e que também aderiram ao programa, não apenas na região Sudeste, mas especificamente nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. O mesmo pode ser observado na região Sul, todos os estados desta região tiveram uma boa participação, sobretudo, o Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A diferença neste caso é que há uma menor variação na participação entre os estados da região Sudeste e Sul, haja vista perceber que as empresas localizadas no Espírito Santo, apesar de localizado na região Sudeste tiveram uma baixa adesão ao Programa de inovação da FINEP, o que não ocorre com os estados da região Sul. Da mesma forma, a figura 2, permite observar a baixa participação das empresas localizadas na maioria dos estados do Centro Oeste, Norte e por alguns estados do Nordeste. Alguns estados como Piauí, Amapá e Rondônia não tiveram nenhuma empresa participando do Prime. Deve-se, assim, questionar se estes estados não foram atingidos pelo programa por falta de interesse das empresas, ou simplesmente porque as empresas localizadas nestes estados, de fato, não possuem nenhum tipo de inovação, em qualquer de uma das suas modalidades. 1- Outros; 2- São Carlos SP; 3- Caçador SC; 4- Campinas SP; 5- Curitiba PR; 6- Santa Rita do Sapucaí MG ;7- Blumenau SC; 8- Campina Grande PB; 9- Recife PE; 10- Manaus AM; 11- São José dos Campos SP; 12- Florianópolis SC; 13- Belo Horizonte MG; 14- São Paulo SP; 15- Rio de Janeiro RJ; 16- Porto Alegre RS. Figura 3 Participação das empresas e potencial de geração de empregos por município Se forem observadas os municípios, percebe-se também haver uma forte concentração de empresas em um número reduzido de munícipios. Através da figura 3, percebe-se que os municípios que tiveram um maior número de empresas participantes no programa de inovação Prime são exatamente as capitais dos estados com a maior representatividade. Os municípios de Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG) e Florianópolis (SC), correspondem a aproximadamente 30% da representatividade de todas as empresas participantes do programa. Chama-se ainda atenção para os municípios de São José dos Campos (SP), Campina Grande (PB), Blumenau (SC), Santa Rita do Sapucaí (MG), Campinas (SP, Caçador (SC) e São Carlos (SP), haja vista serem cidades que tiveram boa participação de empresas, mesmo não sendo as capitais dos seus estados, denotando que o processo de inovação deve ocorrer nos setores produtivos de todas as regiões dos estados. Ressalta-se ainda que, a categoria denominada Outros, corresponde a 844 municípios, localizados em todas as regiões do País, incluindo capitais e não capitais, confirmando mais uma vez que a maior parcela de participação dos municípios tem concentração muito forte 9

10 algumas regiões e estados específicos do País. Estes municípios tiveram em média uma representatividade menor que 1%, em relação ao todo. OUTROS 4,12% SAÚDE HUMANA E SERVIÇOS SOCIAIS CONSTRUÇÃO AGRICULTURA, PECUÁRIA, PRODUÇÃO FLORESTAL, PESCA E AQÜICULTURA EDUCAÇÃO OUTRAS ATIVIDADES DE SERVIÇOS ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E SERVIÇOS COMPLEMENTARES 1,36% 1,40% 1,90% 2,32% 2,44% 3,05% COMÉRCIO; REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS 8,44% INDÚSTRIAS DE TRANSFORMAÇÃO ATIVIDADES PROFISSIONAIS, CIENTÍFICAS E TÉCNICAS 17,96% 19,48% INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 37,53% 0,00% 5,00% 10,00% 15,00% 20,00% 25,00% 30,00% 35,00% 40,00% Figura 4 Estratificação das empresas pela CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) No intuito de verificar em quais atividades econômicas os projetos de inovação estavam inseridos, cruzou-se o objeto da inovação com a classificação nacional de atividade econômica de todas as empresas participantes. Deste cruzamento, apresentado na figura 4, pode-se observar que a maioria das ações inovadoras, na perspectiva do projeto Prime, ocorrem em sua grande maioria na área da informação e comunicação (37,53%), seguida das atividades científicas e técnicas (19,48%) e da indústria de transformação (17,96%). Os projetos posicionados nestas três atividades econômicas correspondem a aproximadamente 75% dos projetos de inovação. Disto, percebe-se uma forte concentração das ações de inovações em atividades econômicas específicas, o que levanta uma hipótese, há forte indício de haver uma elevada concentração das ações inovativas em setores econômicos específicos, notadamente na área da tecnologia da informação e comunicação (TIC), comparativamente a outras atividades econômicas. Este cenário pode ser explicado pelo fato de que as demais atividades econômicas serem consideradas mais tradicionais, e por isso, não se perceba potencialidades de inovações. Setores como extrativismo ou agricultura, considerada mais tradicionais, requerem menor volume de conhecimento e necessidade de geração de novas formas de conhecimento. Do contrário, percebe-se que as atividades, principalmente às ligadas à área da informação e comunicação, possuem, caracteristicamente, maior intensidade tecnológica, e por isso, têm também maior tendência à inovação, o que eleva o potencial de ações inovativas. Esta seria uma das explicações para a forte concentração dos projetos de inovação Prime nestas atividades específicas. A fim de proceder uma avaliação mais centrada no posicionamento dos projetos Prime, em termos de classificação da atividade econômica em relação à organização do setor produtivo, interpretada pelas vocações regionais de cada estado do País, identificadas pela organização em arranjos organizacionais, tais como os Arranjos Produtivos Locais (APLs), segue-se com uma identificação de localização destes APLs no território nacional, levando em consideração uma análise quantitativa e a natureza econômica destes arranjos Comparativo do Programa Prime e as potencialidades econômicas das regiões As potencialidades econômicas de um País podem ser interpretadas a partir de diversos 10

11 indicadores. Dentre estes, um indicativo que vem sendo bastante utilizado, na tônica, do desenvolvimento regional, tem sido o mapeamento dos Arranjos Produtivos Locais (APL). Estes podem ser conceituados como aglomerações de empresas, localizadas em um mesmo território, que apresentam especialização produtiva e mantêm algum vínculo de articulação, interação, cooperação e aprendizagem entre si e com outros atores locais, tais como: governo, associações empresariais, instituições de crédito, ensino e pesquisa. (SEBRAE, 2003). Na visão da mesma instituição, o APL desempenha um papel estratégico para o aumento da competitividade, incremento da atividade empreendedora, geração de sustentabilidade e inclusão dos micro e pequenos negócios nas políticas de desenvolvimento do Brasil. Independentemente da natureza do serviço ou produto que produzem, os APLs apresentam possibilidade de fazer avançar a geração de externalidades positivas, porque podem impactar em incremento da produtividade, interiorização do desenvolvimento, aumento da base de renda da população, crescimento das exportações, entre outros benefícios. (CAPORALI, VOLKER, 2004). No mesmo sentido, Suzigan et al. (2003) apontam que os APLs vêm adquirindo, na geração de empregos e bem-estar social, crescimento econômico, exportações e desenvolvimento tecnológico, fazendo uma relação nítida entre eles e seu potencial de gerar desenvolvimento local. Além disso, Tigre (2005) indica que, nacionalmente, os APLs têm sido os pontos de atuação dos Sistemas Nacionais de Inovação. Esta última visão, que incentiva a criação de uma política de estímulo à inovação tem sua origem nos trabalhos de Lundvall (1988), Freeman (1987) e Nelson (1992), Esta política preconiza o estímulo às interações entre as instituições que participam do amplo processo da inovação através da construção do conhecimento. No País, esta política de incentivo à inovação pode ser identificada na lei de inovação, e mais fortemente na versão do Plano Plurianual Neste último, os APLs são destacados enquanto uma metodologia útil para a superação de diversos desafios impostos pela conjuntura socioeconômica encontrada no país. Pela importância, cada vez mais dedicada ao APL, enquanto meio de desenvolvimento regional, muitas instituições e centros de pesquisa têm dedicado esforço no sentido de identificar, mapear, quantificar e estabelecer as características principais de cada arranjo. Em função das diversas metodologias utilizadas, bem como dos diversos entendimentos sobre o que de fato é um APL, o que se pode perceber é que as estatísticas sobre o número de APLs no Brasil não coincidem entre as fontes oficiais, dificultando uma identificação consistente no que diz respeito ao âmbito de implementação da estratégia. Dentre as últimas publicações, chama-se atenção para os dados apresentados pelo IPEA (2007) e pelo MDIC (2006), para os quais, respectivamente, existem 756 e 957 APLs no País. Apesar dos diferentes resultados, as duas intitições indicam a relevância do número de APL no País. Considerando os dados apresentados pelo MDIC (2006), pelo fato desta pesquisa também apresentar uma categorização destes dados por atividade econômica, informação útil para as análises desejadas, segue-se com uma apresentação e análises de alguns dados a respeito de APL. De acordo com o MDIC (2006), no Brasil existem 957 APLs. Estes estão distribuídos nas diversas regiões do País, tal qual a figura 5. Vislumbrando esta, percebe-se que, a região com a maior concentração de arranjos é a região Nordeste (45%), seguida do Sudeste (21%), Norte (20%), Sul (9%) e Centro-Oeste (5%). Este resultado, quando comparado à distribuição dos projetos Prime de inovação, chama bastante atenção, pelo fato de que esta representatividade é muito diferente daquela observada na figura 1. Conforme a figura 5, a região que possui a maior concentração de APLs é a Nordeste, no entanto, esta região é apenas a terceira na participação dos projetos de inovação 11

12 Prime, como mostra a figura 1. Do contrário, se a região com menor quantitativo de APL é a região Sul, esta é a segunda quando se fala em participação do Prime. Deste modo, levando-se em consideração o estímulo à inovação através da projeto Prime, percebe-se, através deste caso específico, que a estruturação em APL, não tem induzido necessariamente à inovação, tal que se espera e aponta a literatura. Centro-Oeste 5% Sul 9% Norte 20% Nordeste 45% Sudeste 21% Figura 5 Distribuição de APL no Brasil por Região De forma análoga, quando se observa a distribuição dos APLs por Estado (figura 6), de modo que seja possível uma comparação com a distribuição apresentada na figura 2, observa-se que os Estados que tiveram uma maior participação no Programa de inovação Prime (São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Santa Catarina), também são estados que possuem quantitativamente muita representatividade na distribuição de APLs no Brasil. Esta constatação indica haver sintonia entre a quantidade de APL por estado em relação ao interesse de projetos de inovação, tal qual o Prime. A partir disso, pode-se observar que os Estados que possuem uma maior quantidade de APL, também são os estados onde as empresas mais desenvolveram ações inovadoras, na perspectiva do projeto Prime. Desta forma, parece haver, para o caso destes estados, relação positiva entre quantidade de arranjos e prática de inovação nestes arranjos. A mesma relação, percebe-se com os estados do Piaui e Amapá, uma vez que, na participação do Prime tiveram um baixo interesse (figura 2), e também possuem uma pequena quantidade de APL registrados, tal qual aponta a figura 6. 12

13 Figura 6 Distribuição de APL no Brasil por Estado Quando se compara a distribuição dos APLs por setor de atuação (Figura 7), a fim de se comparar com a estratificação apresentada na figura 4, observa-se que a grande maioria dos APLs nacionais estão localizados no setor agrário (30,9%), acompanhados pelos setores da ovinocaprinocultura (7,8%) e confecções (7,4%). Desta forma, percebe-se que a maioria dos APLs nacionais encontram-se em setores ditos tradicionais vinculados a atividades primárias, cerca de 39% dos APLs seguem esta tendência. Comparativamenta à Figura 4, percebe-se que os projetos de inovação Prime, inseridos nas atividades ligados à agricultura correspondiam a apenas 1,9% dos projetos. Disto, percebe-se que, apesar da grande importância quantitativa dos APLs do setor agrário, não há grandes movimentos inovativos deste setor. Da mesma forma, observa-se que, apesar do setor de tecnologia da informação ter uma participação de apenas 1,4% em termos quantitativos nos APLs do país, este mesmo setor, apresentou a grande maioria dos projetos de inovação Prime, com uma representatividade de de 37,53%. Disto, percebe-se que a importância quantitativa dos APLs não deve ser entendida como qualidade de ações inovativas. Neste sentido, pelas relações observadas, pode-se perceber que a força inovativa dos setores não está centrada na sua representatividade quantitativa, mas sobretudo, na capacidade inovativa do setor. Assim, em setores ligados às atividades mais primárias da economia, percebe-se baixo nível de inovação, enquanto que em setores que requerem maior volume de conhecimento, tais como, o setor de tecnologia da informação percebe-se alto nível de inovação. 13

14 Outros Couro e Calçados Construção civil Farmacologia Tecologia da Informação Polímeros Rochas ornamentais Gemas e Artefatos Floricultura Artesanato Bebidas Psicultura Extrativismo Vegetal Aquicultura Cerâmica Metal-mecânica Pecuária Turismo Madeira e Móveis Apicultura Confecções Ovinocaprinocultura Agricultura 3,3% 1,1% 1,1% 1,2% 1,4% 1,5% 1,6% 1,6% 1,6% 1,6% 2,2% 2,3% 2,4% 3,1% 3,5% 3,6% 4,8% 4,9% 5,3% 5,9% 7,4% 7,8% 30,9% 5. Considerações Finais 0,0% 5,0% 10,0% 15,0% 20,0% 25,0% 30,0% 35,0% Figura 7 Estratificação dos APLs por setor econômico Conforme se pode observar pelos dados apresentados, o programa Prime de inovação conseguiu um amplo alcance em todo território nacional, exceto em alguns casos específicos, como, os estados do Piauí, Amapá e Rondônia que não tiveram representação alguma. Este fato pode ser derivado de diversos fatores, tais como, falta de interesse das empresas que desenvolvem inovação, ausência de ações inovadoras no setor produtivo destes estados, ou mesmo, ausência de institutos responsáveis pela gestão financeira deste programa no Estado, os denominados operadores regionais. A busca por estas respostas podem nortear outras pesquisas nesta temática. Pode perceber ainda que se a política nacional de inovação passa pelo estímulo ao desenvolvimento dos arranjos empresariais, notadamente os APLs, tal qual aponta Tigre (2005) e os objetivos delineados no PPA , o objetivo pretendido não está sendo atendido como planejado, sob a perspectiva de análise dos resultados do Prime. Neste contexto, observa-se que, apesar de haver relação positiva entre a quantidade de APLs por região e por estado em relação ao interesse em participar de projetos de inovação, tal qual o Prime, esta participação é muito mais derivada do setor de atuação da empresa, do que da força quantitativa dos APLs. Esta afirmativa é sustentada pelo fato de que, foi observado que, a maior participação nos projetos de natureza inovativa dá-se muita mais em setores ligados a uma área específica, a área de tecnologia da informação, do que por aqueles setores que tem maior número de APLs tal qual o setor ligado às atividades de extrativismo e agricultura. Disto, pode-se induzir que a força inovativa deriva da natureza da atividade empreendida, neste caso, maior em setores ligados ao conhecimento, à informação e à comunicação. Se for desta forma, deve-se repensar em novas possibilidades de integrar temas tão atuais e relevantes, como inovação, organização industrial, a fim de que, de fato, os benefícios esperados em termos de desenvolvimento regional e econômico sejam alcançados. Isto porque, as políticas públicas estabelecidas nacionalmente, podem estar contemplando de maneira equivocada a integração entre tais temas, o que representa um avanço muito irrelevante em direção à inovação, ao registro de patentes, e principalmente em direção ao desenvolvimento econômico regional sustentável. 14

15 Ressalta-se apenas que as análises levantadas consideram unicamente a perspectiva de inovação do Programa Prime, que possui critérios de participação específicos. Logo, são elucidações contextualizadas neste cenário específico. Pesquisas futuras mais amplas, em um escopo maior de programas de inovação e resultados de inovação solidificados são sugeridas. Referências BRASIL. Lei da Inovação. Ministério da Ciência e Tecnologia. Brasília, CAPORALI, Renato; VOLKER, Paulo. Metodologia de Desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais: projeto PROMOS SEBRAE BID versão 2.0. Brasília, Sebrae, 2004 FINEP. Estatísticas referentes ao Prime. Disponível em:< Acessado em 10abril2011. FREEMAN, C; PEREZ, C. Structural crisis of adjustment: business cycles and investment behaviour. In: Technical change and economic theory. London: Pinter Publishers, 1988 IPEA. Identificação, mapeamento e caracterização estrutural de APLs no Brasil. Disponível em: <www.ipea.gov.br>. Acesso em 15abril2011. LOPES, D. P. T. e BARBOSA, A. C. Q. Inovação: conceitos, metodologias e aplicabilidade. Articulando um construto à formulação de políticas públicas uma reflexão sobre a lei de inovação de Minas Gerais. In: Anais do XIII Seminário sobre a Economia Mineira. Diamantina MDIC MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, DA INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR. Arranjos Produtivos Locais. Disponível em <www.mdic.gov.br>. Acesso em 15abril OCDE. Manual de Oslo. Finep:, SEBRAE. Fatores Condicionantes e Taxas de sobrevivência e Mortalidade das Micro e Pequenas Empresas no Brasil Brasília Disponível em: <www.biblioteca.sebrae.com.br>. Acesso em: 20abril SEBRAE. Termo de referência para atuação do sistema SEBRAE em arranjos produtivos locais. Brasília, Disponível em <www.biblioteca.sebrae.com.br>. Acesso em 15abril SUZIGAN, Wilson et al. Sistemas Locais de Produção: mapeamento, tipologia e sugestões de políticas. Anais do XXXI Encontro Nacional de Economia. Porto Seguro, BA, TIGRE, P. B. Paradigmas tecnologias e teorias econômicas da firma. Revista Brasileira de Inovação. Vol. 4. Nº1. jan/jul p WOLFE, R. Organizational innovation: review, critique and suggested research directions. Journal of Management Studies. 31:3, May,

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