PLANO DIRETOR DE TURISMO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

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1 1 GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Governador Anthony William Garotinho Matheus de Oliveira Secretário de Estado de Planejamento, Desenvolvimento Econômico e Turismo - SEPDET Tito Bruno Bandeira Ryff Presidente da Companhia de Turismo do Estado do Rio de Janeiro - TURISRIO Sérgio Ricardo Martins de Almeida Equipe Técnica José Augusto Guedes Falcão - SEPDET Coordenador Aguinaldo César Fratucci - TURISRIO Alvaro José Cruz Pessanha - SEPDET Annabella Blyth - SEPDET Carlos Alberto Guedes Falcão - TURISRIO Elaine Henriques - TURISRIO Lucia Helena do Nascimento - SEPDET Mara Lúcia Paquelet Pereira - SEPDET Regina Tavares de Rezende SEPDET

2 2 Colaboradores Angela Peres da Silva Cibele Gonçalves Azevedo Correia Érica Gomes Salviano Iracema Costa Franco Jorge Fernandes da Cunha Filho Leda Lúcia Falcão Queiroz Mirian Cutz Mônica de Souza Araujo Roberto Adler Estagiários TURISRIO Branca Bandeira Rodrigues David Melo Guerrero Tatiana Antunes Arldt Consultores Dosdin/DHVMC José Augusto de C. Barreiros Cotta Coordenador António José Sá Carlos Cabral Tavares de Lima Geraldine Saviano José Maria Gomes Caldas Vanda Rodrigues Jesus Venicio Giachini Rui Miguel Fraga

3 3 Grupo Técnico de Acompanhamento - GTA (Decreto nº /2000) Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável - SEMADS Paulo Dias Pizão Célia Amorim Lisboa Secretaria de Estado de Cultura - SEC Delzimar Coutinho Dina Lerner Maria Cristina Monteiro Secretaria de Estado de Transportes SET Delmo Manoel Pinho Ricardo Lucas Secretaria de Estado de Segurança Pública SESP Tenente-Coronel Carlos Alberto Soares Gomes Major Paulo Sergio

4 4 PLANO DIRETOR DE TURISMO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Parte I APRESENTAÇÃO E DIRETRIZES SEPDET/TURISRIO 2001

5 5 SUMÁRIO VOLUME I PARTE I - APRESENTAÇÃO E DIRETRIZES 1 INTRODUÇÃO 1 2 OBJETIVOS E PRESSUPOSTOS 4 3 ASPECTOS METODOLÓGICOS Conceituação dos Consumidores Típicos: Turistas e Categorias Assemelhadas Produtos Etapas 13 4 EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE TURÍSTICA A Consolidação do Turismo como Produto O Contexto Atual 18 PARTE II - DO TURISMO NO ESTADO 1 PANORAMA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Aspectos Naturais Aspectos Históricos e Culturais Aspectos Institucionais e Paisagísticos das Regiões Turísticas Aspectos Sócio-Econômicos das Regiões Turísticas 56 2 OFERTA TURÍSTICA Conceituação Atrativos Turísticos Equipamentos e Serviços Turísticos Infra-Estrutura de Apoio Turístico Formação de Recursos Humanos 128

6 6 3 DEMANDA TURÍSTICA Turismo Veraneio Excursionismo O Perfil Atual da Demanda do Mercado Nacional para o Estado Pólos Emissores e Perfil dos Consumidores por Região Turística MERCADO TURÍSTICO A Expansão da Economia do Turismo Participação do Turismo na Economia do Estado Principais Investimentos no Setor A Performance da Atividade nas Regiões Turísticas PROMOÇÃO E MARKETING Evolução da Imagem Turística do Estado do Rio de Janeiro Ações do Poder Público e da Iniciativa Privada Canais de Distribuição e Sistema de Promoção e Comercialização Calendário de Eventos Roteiros Turísticos Comercializados ASPECTOS INSTITUCIONAIS Perfil e Estrutura dos Órgãos Oficiais de Turismo Análise da Legislação Turística e Ambiental Vigente CONCLUSÕES Oferta Turística Demanda Turística Imagem Turística Capacidade Competitiva do Estado do Rio de Janeiro 248 PARTICIPANTES NAS REUNIÕES REGIONAIS 250 PARTICIPANTES NAS REUNIÕES SETORIAIS E SEMINÁRIOS 254 SIGLAS 256 BIBLIOGRAFIA 258

7 7 VOLUME II PARTE III - PROPOSIÇÕES 1 INTRODUÇÃO 1 2 PRESSUPOSTOS E MARCOS CONCEITUAIS Da Conceituação Adotada Do Tratamento e Sistematização da Informação Da Política Estadual de Turismo Da Consolidação do Produto Turístico Do Modelo de Ocupação Territorial 8 3 PERSPECTIVAS DE DESENVOLVIMENTO DA ATIVIDADE Impactos Ambientais Impactos Sociais 13 3,3 Impactos Econômicos 14 4 PLANO DE AÇÃO E PROPOSTAS DE INTERVENÇÃO 19 DE ÂMBITO ESTADUAL 4.1 Desenvolvimento Institucional Infra-Estrutura de Apoio Sistema de Informação Fomento à Atividade Consolidação do Produto Turística 62 5 ESPACIALIZAÇÃO DA ATIVIDADE TURÍSTICA Zoneamento Turístico do Estado Regionalização Turística Proposta 97 6 CARACTERIZAÇÃO E PROPOSIÇÕES DE ÂMBITO REGIONAL Regiões Turísticas Áreas de Desenvolvimento Estratégico NORMATIVOS APLICÁVEIS AO TURISMO Normas de Proteção aos Recursos Turísticos Normas Relativas à Regulamentação da Atividade ETAPAS DE IMPLANTAÇÃO DO PLANO Programa de Acompanhamento e Monitoramento 204 BIBLIOGRAFIA 206

8 1 1 INTRODUÇÃO

9 2 1 INTRODUÇÃO A Constituição do Rio de Janeiro, em seu Artigo 227, determina como uma das funções do Estado a promoção e o incentivo ao turismo como fator de desenvolvimento econômico e social, bem como de divulgação, valorização e preservação do patrimônio cultural e natural, cuidando para que sejam respeitadas as peculiaridades locais, não permitindo efeitos desagregadores sobre a vida das comunidades envolvidas, assegurando sempre o respeito ao meio ambiente e à cultura das localidades onde vier a ser explorado. O dispositivo constitucional determina ainda que o instrumento básico de intervenção no setor será o Plano Diretor, que deverá estabelecer, com base no inventário do potencial turístico das diversas regiões, e com a participação dos Municípios envolvidos, as ações de planejamento, promoção e execução da sua política. Contextualizando-se nestas premissas, o Plano Diretor de Turismo do Estado do Rio de Janeiro foi elaborado como pressuposto fundamental e dispositivo privilegiado ao pleno desenvolvimento da atividade turística, considerando sua importância para a consolidação de diretrizes e políticas estaduais para o setor e, sobretudo, para assegurar sua efetiva implementação. Além das inequívocas particularidades e reconhecidas potencialidades turísticas próprias do território estadual, há que se considerar a necessidade de maximizá-las, de modo compartilhado com os demais Estados da Região Sudeste, visto que se deve buscar a aplicação de uma política ordenada e integrada de desenvolvimento do setor, instituindo normas que representem o esforço comum na qualificação e intensificação da atividade turística. Consoante com esta estratégia, o Governo Federal instituiu o Programa Nacional de Desenvolvimento Turístico - PRODETUR, e nesse sentido, os Governos dos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo assinaram um protocolo constituindo a Comissão de Turismo Integrado da Região Sudeste - CTI/SE, tendo como objetivo prioritário a consolidação dos interesses comuns e afirmando a intenção de concretizá-los através do PRODETUR/Sudeste. O Governo do Estado do Rio de Janeiro, no intuito de atender à disposição constitucional, definiu como prioridade a elaboração do Plano Diretor de Turismo. Para tanto, indicou a constituição de uma Equipe de Coordenação, a cargo de técnicos da Companhia de Turismo do Estado do Rio de Janeiro - TURISRIO e da, então, Secretaria de Estado de Planejamento e Controle - SECPLAN, com a atribuição de levantar, analisar e consolidar os dados, documentos e programas existentes e intervenientes com a questão turística. Coube também a esta Equipe orientar a obtenção de informações específicas, a serem fornecidas pelos órgãos setoriais e pelas Prefeituras Municipais integrantes da área de estudo, além de contatar e articular-se com outras instituições voltadas, direta ou indiretamente, para o desenvolvimento turístico no Estado. O trabalho de articulação intersetorial do plano foi institucionalizado com a formação do Grupo Técnico de Acompanhamento do Plano Diretor - GTA, instituído pelo Decreto nº de 19 de outubro de 2000.

10 3 O primeiro relatório da Equipe de Coordenação consolida o Diagnóstico do Plano Diretor de Turismo do Estado, elaborado nos anos 1998 e 1999, e que é apresentado também de forma sintetizada em Relatórios Executivos para cada uma das Regiões Turísticas do Estado. Com base neste material foram realizados, no decorrer do ano de 2000, diversos encontros regionais com municípios e representações de mercado na escala regional, onde foram discutidas as limitações e potencialidades para o desenvolvimento do turismo nas respectivas regiões, e as principais ações e intervenções para o desenvolvimento regional da atividade. Foram realizadas ainda reuniões com as principais representações de mercado na escala estadual, no intuito de detectar os principais entraves à atividade, bem como os pontos efetivos e potenciais de ancoragem para o seu desenvolvimento. No segundo semestre de 2000, incorporou-se à equipe de coordenação uma consultoria externa, contratada, com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID, para desenvolver alguns aspectos do Plano, especialmente no que se refere ao desenvolvimento institucional, aos recursos humanos e aos aspectos relativos a promoção e marketing. O Plano Diretor de Turismo do Estado do Rio de Janeiro compõe-se de: Volume 1, contendo Parte I Apresentação e Diretrizes do Plano e PARTE II Diagnóstico do Turismo no Estado; e Volume 2, apresentando Parte III Proposições. Os relatórios apresentados pela consultoria externa, bem como as informações e dados, estes sistematizados em quatro Anexos, e que serviram de referência para a consecução do Plano, encontram-se disponíveis para consulta na SEPDET. Os Anexos referidos são os abaixo relacionados: ANEXO I - OFERTA TURÍSTICA: ATRATIVOS TURÍSTICOS E MEIOS DE HOSPEDAGEM PARTE I - Região Metropolitana Região da Costa Verde PARTE II - Região Serrana A Região Serrana B PARTE III - Região da Costa do Sol Região Serramar Região Norte ANEXO II - ATAS DAS REUNIÕES REGIONAIS E SETORIAIS ANEXO III - PROGNÓSTICO - REGISTRO DO PROCESSO DE TRABALHO ANEXO IV - LEGISLAÇÃO PARTE I - Legislação Federal PARTE II - Legislação Estadual

11 4 2 OBJETIVOS E PRESSUPOSTOS

12 5 2 OBJETIVOS E PRESSUPOSTOS O Plano Diretor de Turismo do Estado do Rio de Janeiro tem como objetivos:?? Atender aos preceitos da Constituição do Estado do Rio de Janeiro, que determina sua elaboração, diagnosticando a situação atual do turismo, no sentido de identificar propostas de desenvolvimento para o setor.?? Resgatar e sistematizar as informações e dados sobre a atividade turística no Estado, em bases consolidadas, no sentido de oferecer aos setores públicos, eficazes instrumentos de gestão, e aos investidores e consumidores, alternativas e possibilidades de desenvolvimento e aproveitamento do setor.?? Consolidar o turismo como um dos principais segmentos econômicos do Estado, gerando novos empregos, incrementando a captação de receitas e valorizando as comunidades locais, através da elevação do seu nível de qualidade de vida. A elaboração do Plano Diretor vem se pautando nos princípios e diretrizes do Governo Estadual e, ainda, por ações do Governo Federal traçadas para o setor, que são assim resumidas:?? Reforçar a identidade turística estadual, respeitadas as peculiaridades regionais e ambientais.?? Integrar o PRODETUR/SE, posicionando o Estado como principal pólo de atração turística regional e nacional.?? Transformar a atividade turística em segmento pró-ativo e diferenciado em produtos e serviços.?? Dotar o setor de uma base competitiva de infra-estrutura.?? Efetivar a implementação do Programa Nacional de Municipalização do Turismo no Estado do Rio de Janeiro. A proposta de elaboração do Plano Diretor concebido pela equipe técnica pauta-se, genericamente, nos seguintes pressupostos:?? Articulação com os municípios e representações do mercado, no sentido de encaminhar e debater as propostas do Estado, facilitando o seu posicionamento na consolidação da política inter-regional para o setor.?? Estabelecimento de um fluxo constante de informações e debate entre as instâncias governamentais, políticas e técnicas, envolvidas na elaboração do Plano Diretor.?? Integração entre os órgãos do Estado, responsáveis pela definição e implementação de políticas, programas e projetos setoriais que sejam de importância para o setor turístico.?? Participação direta das Prefeituras Municipais no levantamento de carências, potencialidades e propostas para o setor.?? Discussão ampliada, em seminários, com a comunidade, com agentes e com entidades do setor privado, para finalização do Diagnóstico e definição de Proposições.?? Sistematização das informações e dados disponíveis, de modo a agilizar a conclusão do Plano, que deve avaliar inclusive o estágio e a qualidade das informações e dados disponíveis com vistas a proposições neste sentido. É importante registrar que, sendo uma das atividades mais dinâmicas das economias modernas e constituindo uma área prioritária do desenvolvimento sócio-econômico, o

13 6 Turismo tem de ser analisado num contexto de economia global e integrada, devendo permitir:?? A canalização de importantes recursos financeiros, públicos e privados, através de programas e projetos cuidadosamente preparados, para se conseguir criar um ambiente acolhedor de iniciativas empresariais.?? O desenvolvimento equilibrado e harmônico apoiado num crescimento autosustentado, capaz de fomentar atividades econômicas diversificadas.?? A promoção do nível de qualidade de vida das populações locais. Neste sentido, o desenvolvimento da atividade deve respeitar o princípio do desenvolvimento integrado, potenciando e valorizando os recursos turísticos da sua área de influência em harmonia com os restantes setores econômicos, ao mesmo tempo que procurará fomentar o surgimento de atividades em outros setores. Finalmente, o estabelecimento e a implementação de uma política pública que propicie a geração de empregos, a recuperação e o desenvolvimento regional, tendo por base a atividade turística, exige a adoção de uma série de instrumentos complementares ao Plano Diretor, assim identificados:?? Cooperação técnica para elaboração e implementação, no âmbito do Estado, de planos regionais integrados de desenvolvimento turístico.?? Sistematização das informações e estabelecimento de uma rede estadual de operações turísticas.?? Incentivo à formação de agentes e fortalecimento de consórcios turísticos intermunicipais.?? Estruturação e apoio ao desenvolvimento turístico dos municípios e elaboração dos planos municipais de turismo.

14 7 3 ASPECTOS METODOLÓGICOS

15 8 3 ASPECTOS METODOLÓGICOS O desenvolvimento do Plano Diretor de Turismo do Estado do Rio de Janeiro teve como pressuposto básico constituir um foro de informação, reflexão e debate sobre as questões relativas ao desenvolvimento do turismo no Estado, propiciando a discussão permanente entre agentes públicos e privados, de modo a garantir os seguintes princípios:?? Fluxo de informações entre as instâncias política e técnica do Governo do Estado do Rio de Janeiro.?? Articulação dos órgãos setoriais do Estado através da formação de grupo técnico de trabalho.?? Participação dos governos municipais no levantamento de carências e potencialidades e na formulação de propostas.?? Discussão ampliada com entidades representativas do setor privado para a finalização do Diagnóstico e das Proposições. A definição dos resultados pretendidos, as propostas e os produtos finais do Plano estão fundamentados na sistematização e análise dos dados relativos ao Estado, no que se refere aos seus aspectos naturais, histórico-culturais e sócio-econômicos, contextualizados na atividade turística atual e numa perspectiva de expansão para os próximos dez anos. O encaminhamento do trabalho deve ser avaliado e adequado durante todo o processo de implantação do Plano, permitindo adaptações às efetivas possibilidades de sua realização e aos desdobramentos surgidos a partir dos contatos e debates com os agentes públicos e privados envolvidos. Optou-se pela definição inicial dos produtos que consubstanciam este Plano, no quadro das suas possíveis e almejadas formas de implantação, a partir dos quais foram definidas as diversas etapas do processo de trabalho, os procedimentos e caminhos que permearam a sua realização. São os seguintes os produtos obtidos:?? Diagnóstico do Turismo no Estado?? Pressupostos, Marcos Conceituais e Perspectivas para o Desenvolvimento da Atividade?? Plano de Ação e Propostas de Intervenção?? Espacialização da Atividade?? Quadro Normativo e Regulador da Atividade Turística?? Etapas de Implantação e Programa de Acompanhamento e Monitoramento São as seguintes as etapas do processo de trabalho realizadas:?? Elaboração do Diagnóstico.?? Análise Prospectiva - Sistematização das Proposições e Zoneamento Turístico?? Organização e Sistematização das Proposições A partir da elaboração do Diagnóstico, a consultoria externa desenvolveu, de forma mais detalhada, os aspectos relativos a desenvolvimento institucional, recursos humanos e promoção e marketing, cujos resultados estão incorporados a este Plano.

16 9 No âmbito da consultoria externa, foi realizada uma pesquisa nos mercados emissores internacionais Alemanha, Argentina, Estados Unidos da América, Itália e Portugal - através da realização de entrevistas com operadores e agentes locais, apresentando dados agregados para o Brasil. Os pólos emissores de demanda internacional referidos foram selecionados pelo BID, que financiou esta consultoria externa. As ações de pesquisa realizadas em cada um desses mercados, a coleta de informação relevante sobre os mesmos e os resultados das entrevistas efetuadas em cada um constituem o conjunto de informações que, uma vez tratadas em função dos objetivos pretendidos, originaram a elaboração de um relatório e volume específico, que integra o conjunto do trabalho da consultoria externa. Os demais relatórios integrantes do trabalho da consultoria externa estão devidamente relacionados na bibliografia, constituindo referências básicas de consulta para a implementação deste Plano. A compartimentação regional adotada para a agregação de dados do Diagnóstico é aquela relativa à regionalização turística instituída pelo Plano de Desenvolvimento Econômico e Social do Estado do Rio de Janeiro, de Na etapa das Proposições, o recorte regional adotado é aquele proposto como base do Projeto de Institucionalização da Regionalização Turístico Estadual, integrante do Macroprograma de Desenvolvimento Institucional apresentado neste Plano. O detalhamento de cada item da metodologia de trabalho é apresentado a seguir, tendo como ponto de partida a conceituação dos diversos tipos de visitantes que correspondem aos diferentes tipos de consumidores dos produtos turísticos. Esta conceituação é a referência básica para o encaminhamento do trabalho e para a organização dos produtos que integram o Plano. 3.1 CONCEITUAÇÃO DOS CONSUMIDORES TÍPICOS: TURISTAS E CATEGORIAS ASSEMELHADAS Objetivando abranger as diversas formas de manifestação do fenômeno turístico e, ao mesmo tempo, estabelecer claramente os seus marcos teóricos e respectivos territórios de atuação, o trabalho tem como ponto de partida a definição das categorias de consumidores turísticos, o que define um quadro conceitual de referências e seu vocabulário específico, oferecendo um sentido pragmático ao desenvolvimento do trabalho. O conceito de turista é ambíguo na linguagem e apreensão populares, ensejando uma amplitude de interpretações acerca de diversas categorias de consumidores e de diferentes produtos e serviços, o que prejudica uma análise precisa do fenômeno e dos seus impactos nas diversas áreas onde ele se manifesta. Neste capítulo é apresentada, com base nas definições oficiais da Organização Mundial do Turismo - OMT, uma conceituação de cada tipo de consumidor, definindo as categorias turista, veranista e excursionista.

17 10 De acordo com a conceituação da OMT, o turismo compreende as atividades que realizam as pessoas durante suas viagens e permanências em lugares distintos ao de seu entorno habitual, por um período de tempo consecutivo inferior a um ano, com fins de ócio, por negócios e outros motivos. O turismo se refere a todas as atividades dos visitantes, incluídos os turistas (visitantes que pernoitam) e os visitantes de um dia que não pernoitam (excursionistas). 1 Mesmo considerando que diversas ações propostas no âmbito deste Plano podem responder a demandas comuns de diversas categorias de consumidores, é importante a sua distinção para a definição dos agentes envolvidos. Na medida da disponibilidade e da produção de informações e dados sobre a demanda, a classificação nas categorias Turista, Veranista e Excursionista, possibilita enquadrá-los em diversos sub-grupos por renda, idade, origem, motivação, etc, permitindo a definição do perfil da demanda, bem como da sua evolução, para cada uma dessas categorias indicadas O Conceito de Turista Turista, de acordo com a definição da OMT, é o visitante temporário, por pelo menos 24 horas, e cujos motivos podem ser classificados sob os seguintes títulos : a) Lazer, recreação, férias, saúde, estudo, religião, esporte. b) Nnegócios, família, missões, reuniões. No âmbito deste trabalho, interessa analisar a relação de consumo desses visitantes, especificamente no que se refere à forma de hospedagem utilizada, levando a estabelecer uma distinção entre o que são os turistas propriamente ditos e os veranistas. A distinção entre essas duas categorias, ambas contidas no interior da definição da OMT, refere-se à diferença dos impactos resultantes dos fluxos de visitantes correspondentes a esses tipos de consumidores, sejam qualitativos ou quantitativos, o que deve ensejar, também, ações diferenciadas para a sua expansão e desenvolvimento. Portanto, para o contexto deste trabalho, os turistas propriamente ditos, doravante denominados simplesmente turistas, quaisquer que sejam as suas modalidades ou motivações de viagem, são os que utilizam serviços locais de hospedagem O Conceito de Veranista Veranista é o visitante que utiliza uma segunda residência no destino, seja como proprietário, como locatário ou como convidado, dispensando os serviços locais de hospedagem para a sua permanência. Trata-se de um fenômeno das sociedades modernas, freqüentemente confundido com o turismo, e que tem profundas repercussões na organização espacial das áreas onde ocorre. Além disso, assume grandiosas proporções, sobretudo no que se refere aos deslocamentos maciços que ocorrem, nos fins-de-semana e feriados prolongados, dos grandes centros urbanos para regiões próximas. 1 Organisation Mondiale du Tourisme, 1992, p.4

18 11 Conhecido como veraneio ou mercado de 2ª residência, este fenômeno está estreitamente relacionado ao turismo, tanto no que diz respeito aos seus territórios comuns de atração, quanto na sua articulação e, mesmo, superposição dos investimentos, sendo de certa forma concorrenciais quanto aos potenciais consumidores. Segundo Maria do Socorro Coelho, a expansão deste fenômeno é produto de uma estratégia do capital imobiliário para ampliar o mercado de consumo da produção habitacional, por mecanismos indutores, para uma demanda solvável limitada O Conceito de Excursionista Excursionista, a 3ª categoria de visitante que interessa destacar, refere-se àquele visitante que não pernoita no local visitado, permanecendo menos de um dia, segundo a definição da OMT. Trata-se também de uma distinção importante para o Plano Diretor, uma vez que o excursionismo se desenvolve no mesmo território, trazendo implicações, conflitos e interfaces com o turismo e o veraneio. Além disso, é um fenômeno que se expande a cada dia, principalmente nas proximidades do grande centro metropolitano, cuja escala de manifestação indica a necessidade de tratamento por parte do Poder Público. A delimitação clara dessas três categorias de consumidores permite uma classificação de áreas e recursos turísticos, de acordo com suas potencialidades, vocações e possibilidades de atração. Esta classificação será orientadora das ações prioritárias para a otimização de suas explorações, bem como de suas precisas inserções mercadológicas e de suas potenciais capacidades de gerar renda. O Plano Diretor, consoante com suas diretrizes, deverá oferecer tratamento diferenciado a essas categorias e, mais especificamente, buscará detalhar o caso daqueles que pernoitam. Este tratamento orienta a sua compartimentação, tanto na fase de diagnóstico, no que se refere às informações e dados resultantes da relação desses consumidores com o ambiente natural e sócio-econômico envolvido, como também direciona as projeções de cenários e as proposições decorrentes. Para cada uma das categorias e suas segmentações deverão ser buscadas as formas mais adequadas de tratamento e planejamento para o desenvolvimento da atividade. O monitoramento do Plano permitirá acompanhar a dinâmica do processo, a qual poderá indicar a necessidade de re-classificação de determinadas áreas turísticas, em decorrência da especialização e da expansão da atividade. 3.2 PRODUTOS Diagnóstico do Turismo no Estado O Diagnóstico do Turismo no Estado, que integra o Volume I, foi elaborado a partir da sistematização e da análise citadas, e com a contribuição dos agentes que interagem no 2 Coelho. 1986, p. 13.

19 12 desenvolvimento da atividade. Mais do que uma etapa do trabalho, foi tratado como produto, cujo conteúdo, além de subsidiar as etapas posteriores do Plano, poderá ser utilizado como instrumento que informe outras propostas e programas de desenvolvimento turístico Pressupostos, Marcos Conceituais e Perspectivas para o Desenvolvimento da Atividade A partir das informações que compõem o Diagnóstico, e das discussões havidas com os representantes dos municípios e dos setores de mercado, são analisadas, à luz dos problemas e das potencialidades das regiões turísticas, as diversas formas e mecanismos de intervenção que orientam a Agenda de Proposições do Plano. Este produto consolida um momento de reflexão do trabalho, onde são analisados os impactos ambientais, sociais e econômicos e são definidos os critérios que embasam o conjunto de proposições e as formas de organização espacial que constituem a base territorial para a organização destas Proposições, que integram o Volume Plano de Ação e Propostas de Intervenção Com base nas diretrizes gerais da política para o setor, o Plano de Ação agrega todas as Propostas de Intervenção, em várias escalas de abrangência e nas diversas áreas temáticas, registrando e articulando, no tempo e no espaço, um conjunto de medidas a serem implementadas, tanto pelo setor público quanto pelo setor privado, organizando-se a partir dos temas a seguir:?? Desenvolvimento Institucional?? Infra-estrutura de Apoio?? Sistema de Informação?? Fomento à Atividade?? Consolidação do Produto Turístico Espacialização da Atividade Turística A Espacialização da Atividade tem como suporte o Zoneamento Turístico, que traduz em mapas a diversidade do território turístico estadual. Foram definidas diversas categorias de zonas que correspondem a características e qualidades relacionadas aos diferentes tipos de consumidores (turistas, veranistas e excursionistas); potencial e escala de atratividade; e, características e qualidades intrínsecas ao ambiente e ao território, que estão relacionadas ao que é comumente indicado como segmentação de mercado. A unidade de análise básica é o município, apresentando recorte diferente no caso de referências relativas às vocações turísticas. Um dos elementos básicos do Zoneamento é a pontuação da oferta turística, considerando-se os atrativos turísticos e a oferta de equipamentos e serviços, propiciando assim a hierarquização dos municípios quanto ao seu potencial de atratividade.

20 13 A pontuação e a hierarquização são cruzadas com as diversas categorias de consumidores, tendo como resultado o mapeamento das várias formas de consumo turístico classificadas no território estadual, de acordo com o potencial e o perfil da atratividade atual. As categorias do mapeamento resultante não são excludentes, podendo haver superposição de categorias em determinadas áreas ou municípios. Com base nas diversas categorias de Zonas apresentadas, o Plano propõe uma nova Regionalização Turística em duas escalas que se sobrepõem territorialmente. Na primeira escala são identificadas 13 Regiões Turísticas, que atendem a objetivos de gestão da atividade, e na segunda escala são identificadas 8 Áreas de Desenvolvimento Estratégico ADEs, que atendem aos objetivos relativos à promoção e ao marketing Quadro Normativo e Regulador da Atividade Turística O quadro normativo regulador toma como ponto de partida o arcabouço legal vigente e que se aplica, direta ou indiretamente, à atividade turística, tanto no que se refere à proteção dos recursos naturais e culturais, quanto no que se refere à regulamentação da atividade. O Plano apresenta uma consolidação do conjunto das normas aplicáveis, de modo a garantir o seu pleno domínio aos agentes, públicos e privados, relacionados ao desenvolvimento do turismo no Estado. Além disto, são encaminhadas indicações de revisão de algumas normas relativas à regulamentação da atividade, de modo a tornar mais eficaz a sua aplicabilidade Etapas de Implantação e Programa de Acompanhamento e Monitoramento Trata-se de um produto complementar, cuja aplicação permitirá o efetivo acompanhamento e avaliação do Plano, através de um trabalho permanente de interação do governo estadual com os municípios e os demais agentes. Este programa tem como pressuposto fundamental a constituição de um sistema de informação que permita a avaliação, espacial e temporal, da atividade. A partir da implantação deste sistema, deverão ser propostas matrizes de avaliação que correlacionem os efeitos, diretos e indiretos, produzidos pela expansão da atividade no desenvolvimento local. Para essa avaliação, deverão ser definidos indicadores de medição dos efeitos da implementação das medidas propostas no âmbito do Plano. 3.3 ETAPAS Elaboração do Diagnóstico O encaminhamento desta etapa toma como ponto de partida a caracterização de todo o território estadual, onde são avaliados seus aspectos naturais, histórico-culturais e sócioeconômicos, constituindo um quadro de referência para o Diagnóstico, que destaca e aprofunda mais especificamente as questões relativas à manifestação e ao desenvolvimento da atividade nas suas diferentes regiões turísticas.

21 14 O Diagnóstico consolida informações sobre a oferta e a demanda turística no Estado, bem como sobre a infra-estrutura de apoio e operacional de suporte às atividades do setor. Também apresenta a análise da evolução da imagem do produto turístico estadual e das respectivas ações de promoção e marketing direcionadas para sua consolidação e desenvolvimento, além da análise da legislação relativa à regulamentação da atividade turística e da legislação de proteção dos bens culturais e do ambiente natural, considerados como atrativos turísticos. As formas de tratamento dos dados relativos à oferta e à demanda estão explicitadas na introdução dos respectivos capítulos Sistematização das Proposições e Estudo da Espacialização da Atividade Nesta etapa efetuou-se a análise das potencialidades e das limitações à expansão da atividade turística no Estado, a partir do conteúdo do Diagnóstico e em conjugação com as informações resultantes das reuniões regionais e daquelas realizadas com as representações do mercado turístico, numa perspectiva que abrange os próximos dez anos. Também foram utilizadas análises e proposições apresentadas pela consultoria externa. Do resultado das reuniões regionais, foram identificadas as informações relativas às potencialidades e às limitações afetas ao desenvolvimento da atividade, servindo de referência para a elaboração da matriz que contém as propostas de ação e intervenção, tanto no âmbito estadual quanto no âmbito regional. O estudo da espacialização da atividade turística foi realizado a partir da definição do Zoneamento Turístico, o qual serviu de base para a proposta da nova Regionalização Turística do Estado. Foi incorporado a este estudo o conceito de Áreas de Desenvolvimento Estratégico ADEs, apresentado pela consultoria externa.

22 15 4 EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE TURÍSTICA

23 16 4 EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE TURÍSTICA A economia do turismo constitui-se, a partir dos anos 50, em mercado de consumo que se expande territorialmente, à escala cada vez maior, ultrapassando fronteiras e adicionando novas rotas aos fluxos de pessoas que buscam destinos os mais diversos. Essa expansão, integrando áreas e regiões, tende a transformá-las em locus de produção e consumo da atividade. Desenvolvem-se assim, no âmbito da emergente economia das trocas invisíveis, em escala nacional e internacional, o turismo e o lazer qualificados como uma nova modalidade de consumo de massa. Esta modalidade se expande na consolidação de novos mercados, onde bens (infra-estrutura, construções, alimento e produtos diversos) e serviços (transportes, hospedagem, alimentação, etc.) se integram para o consumo final. Este conjunto de bens e serviços oferece ao mercado de consumo as condições de acessibilidade a um determinado lugar que se transforma em destino. O espaço, na dimensão do lugar, assume uma condição de objeto de consumo e como tal é tratado e comercializado. Comercialização esta onde o tratamento, a manipulação e a circulação de informações jogam um papel fundamental, característica comum marcante das sociedades ditas de serviços A CONSOLIDAÇÃO DO TURISMO COMO PRODUTO O produto turístico compõe-se de um complexo de bens e serviços que se articulam na oferta de condições de acessibilidade a determinadas áreas do território, para o desfrute do tempo livre ou outras motivações, que impliquem no deslocamento do consumidor. Além da complexa rede de agentes que atua diretamente na sua produção e comercialização, como as companhias transportadoras, os meios de hospedagem e as agências de viagens, uma série de outras atividades de prestação de serviços entra, direta ou indiretamente, na sua composição ou contribui para a realização do produto turístico. Neste conjunto, destacam-se: as agências de publicidade, os guias de turismo, as transportadoras locais especializadas, os restaurantes, bares e lanchonetes, os equipamentos de lazer, mercantilizados ou não, os serviços bancários (câmbio, cartões de crédito, traveller checks), bem como um determinado tipo de comércio que se destina essencialmente a turistas (souvenirs, artesanato local, jóias, etc), além do comércio em geral, que se beneficia da atividade turística. Este elenco de atividades que interagem na economia do turismo atua a partir de um conjunto de condições básicas que se constitui, de forma abrangente, na infra-estrutura e nos serviços públicos fundamentais à produção, à circulação e à reprodução social, tais como vias de acesso, portos, aeroportos, energia elétrica, telefonia, internet, segurança pública, etc. Viabilizadas diretamente pelo Poder Público ou, indiretamente, através de concessões, essas condições são promovidas em resposta às demandas sociais e da produção, constituindo as bases para a organização e produção do espaço. É fundamentalmente através desta interação, entre agentes públicos e privados, que se consolidam os lugares turísticos. 3 Falcão. 1993, p. 40.

24 17 Uma peculiaridade a destacar na análise do produto turístico, em função da necessidade de deslocamento do consumidor para a sua realização, diz respeito à importância do componente transporte, que tem uma participação percentual significativa na composição do seu custo final por unidade de produto. Essa peculiaridade tem sérias implicações no que se refere ao mercado interno, em um país de dimensões continentais, e no que se refere à concorrência para o mercado externo, nas regiões que se localizam a maiores distâncias dos tradicionais pólos emissores de demanda localizados na América do Norte e Europa. O Brasil se enquadra em ambas as situações. Sem deixar de reconhecer a grande potencialidade dos recursos existentes, representada pela proximidade entre um litoral diversificado e áreas montanhosas, com uma cobertura vegetal e uma hidrografia exuberantes, além de recursos culturais expressivos, não pode ser desconsiderada, ao tratar-se de estratégias de divulgação do produto turístico do Brasil em geral, e do Estado do Rio de Janeiro em particular, a distância existente em relação aos grandes pólos emissores internacionais. As distâncias relativas diminuíram, mas nem por isso o Brasil ficou mais perto dos grandes mercados emissores confirmados, como os da Europa e dos Estados Unidos/Canadá, ou emergentes, como o Japão. Vir ao Brasil é mais caro do que ir ao México, ao Perú, à Bolívia e outras tantas destinações asiáticas. Atualmente, o Brasil precisa encontrar as condições de competitividade em um mercado em plena mutação, onde (...) a segmentação é um dado primordial, e nem sempre favorável aos mercados mais exóticos ou longínquos dos grandes centros emissores extracontinentais. 4 Não obstante essas peculiaridades, a indústria de viagens é significativa e diversificada, e vem crescendo a cada ano, representando um grande potencial de desenvolvimento econômico para o país e para o Estado do Rio de Janeiro. O mercado do turismo no Brasil tem se mostrado atraente aos investimentos provenientes de outros ramos de atividade econômica, fato este indicativo da sua potencialidade e das perspectivas para sua expansão. É bastante comum encontrar-se empreendimentos turísticos vinculados ao setor financeiro e a outros setores comerciais e de serviços. Esta aliança também se verifica com relação a meios de hospedagem consorciados a grandes empreendimentos imobiliários. O Estado do Rio de Janeiro, além da potencialidade de todo o seu território, tem na sua Capital um pólo turístico consolidado, dispondo de uma rede hoteleira de padrão internacional, uma rede de agentes de comercialização articulada com os maiores pólos emissores de demanda internacional e, ainda, representantes das maiores companhias aéreas do mundo que têm o Rio como um destino importante incluído nos seus circuitos. No entanto, esta potencialidade não se consolida plenamente, e o que se considera produto turístico estadual, no seu conjunto, ainda apresenta limitações e restrições. É isto o que se propõe diagnosticar, detalhadamente, neste Plano Diretor. 4 Montenegro. pp. 15 e 16.

25 O CONTEXTO ATUAL Os destinos turísticos se consolidam pela conjugação dos fatores que propiciam a acessibilidade e a comercialização de determinados lugares para não moradores. Os lugares turísticos, independente da composição de seus elementos e do seu perfil, bem como da maior ou menor presença de recursos naturais ou recursos construídos, têm na preservação destes recursos a condição fundamental para a sobrevivência da atividade. Contribuem para a preservação e o desfrute dos bens turísticos, na perspectiva de um desenvolvimento ecologicamente sustentável e na escala adequada ao tipo de recurso oferecido, as condições de infra-estrutura, destacando-se como insumos básicos para o sucesso de qualquer lugar turístico, a comunicação, a acessibilidade e os serviços. Neste sentido, o desenvolvimento sócio-econômico de uma determinada região, em consonância com suas condições ambientais, está diretamente relacionado à atividade turística, compondo uma relação de causa/efeito que potencializa o desenvolvimento regional. Mesmo em áreas com potencial para o desenvolvimento do chamado ecoturismo, que se caracteriza pela preservação das condições naturais e pela ausência das transformações provocadas pelos processos urbanos ou econômicos, verifica-se a necessidade de condições mínimas de acessibilidade e de comunicação, entre outras fundamentais ao seu aproveitamento turístico. Pode-se afirmar que alguns dos limitadores ao desenvolvimento do turismo não estão relacionados exclusivamente à atividade. Neste sentido, problemas presentes em todas as regiões relativos à infra-estrutura sanitária (abastecimento de água e esgotamento sanitário), viária (rodovias, ferrovias e hidrovias) e sistema de transportes, constituem sérios entraves ao desenvolvimento do setor no Estado. O segmento turístico se ressente, ainda, da falta de integração do restante do Estado aos programas que atraem os turistas à capital, resultando também em potencial inexplorado do produto estadual. Este fato aponta para a necessidade de um trabalho mais articulado dos agentes turísticos, de forma a otimizar o produto através da sua diversificação, uma vez que a proximidade das alternativas e a facilidade nos deslocamentos podem e devem se constituir, em si, em atrativo. Limitações relativas ao baixo poder aquisitivo do mercado interno também devem ser levadas em consideração. A oferta de serviços turísticos no Estado, de uma forma geral, e na capital em particular, está orientada para uma fatia do mercado muito restrita, se considerado o padrão de renda médio do brasileiro. A expectativa com relação ao turismo internacional e seu grande poder gerador de divisas, encobre um grande potencial representado pelo mercado interno. Mesmo dentro das suas limitações, este mercado pode ser bastante ampliado, se o setor passar a oferecer mais serviços de padrão médio que possam atender a demanda de uma faixa maior de consumidores. Neste sentido, o crescimento do segmento emissivo do Brasil nos últimos anos é um indicador que deve ser motivo de reflexão. Sem necessariamente baixar o padrão de qualidade dos serviços prestados, admite-se ser possível ampliar consideravelmente a demanda relativa ao

26 19 mercado interno. Programas e roteiros que possam ser oferecidos a determinadas parcelas de consumidores, nos períodos de baixa estação, são alternativas para otimizar a capacidade de produção da oferta instalada. A programação centrada, quase exclusivamente, no atendimento ao mercado de alto poder aquisitivo e ao turismo externo, está sujeita às oscilações da economia internacional e às variações cambiais, com reflexos diretos nos fluxos dirigidos ao país. É o que se constata, por exemplo, com relação à Argentina, principal mercado emissor para o Brasil e que vem apresentando oscilações de comportamento, em função de mudanças econômicas nos dois países. Especial atenção deve ser dada ao sistema de transportes, visto que a citada participação do item na composição de cada unidade do produto turístico comercializado é condicionante estratégico e tem peso determinante para o desenvolvimento da atividade. As distâncias internas a serem transpostas colocam a modalidade de transporte aéreo como de importância capital para o incremento da atividade no país. O recente processo de desregulamentação do setor e a conseqüente queda nos preços das passagens em vôos domésticos, aumentaram significativamente a movimentação turística no mercado interno. Quanto a outras modalidades de transportes coletivos, registra-se a inexistência de sistema de transporte ferroviário de passageiros, assim com de um sistema de transporte regular hidroviário de passageiros que atenda a uma demanda turística. No caso do transporte coletivo rodoviário de passageiros, o sistema é bastante articulado, apesar da baixa qualidade do serviço oferecido entre alguns destinos e o desconforto e desorganização da maioria dos terminais rodoviários. Contribuindo para consolidar o produto turístico fluminense, há que se considerar, além dos produtos tradicionalmente ligados às atividades balneárias e serranas, o grande potencial do ecoturismo e do turismo rural, ainda pouco explorados, mas que podem compor programas complementares aos roteiros mais convencionais, abrindo espaço para a dinamização da economia fluminense. Neste sentido, os roteiros e recursos culturais deveriam também ser mais valorizados, de forma a integrá-los aos circuitos comercializados. Merece menção, ainda, o turismo de negócios, que vem se expandindo significativamente na capital, através da captação de feiras e congressos. No interior do Estado, o segmento apresenta uma performance que pode ser melhorada, através da realização e captação de eventos, principalmente de médio porte, o que exige a implantação de infra-estrutura adequada. O turismo de compras também merece referência como potencial a ser explorado, constituindo-se em mercado bastante consolidado em algumas cidades, como Petrópolis e Nova Friburgo, com o comércio de malhas da Rua Teresa e o de moda íntima, respectivamente. Sem desconsiderar setores especiais, quase exclusivos, destinados aos consumidores com um padrão de renda alto, e modalidades específicas, que pela sua própria característica impõem uma demanda restrita, a busca da ampliação do mercado, por si só, poderá manter a estabilidade e permitir uma expansão, não espasmódica, do ramo de viagens de turismo no país e no Estado do Rio de Janeiro.

27 20 O Estado do Rio de Janeiro ainda não experimentou uma expansão da economia do turismo de modo regular, com estabilidade e sustentabilidade no que se refere à estruturação e a oferta de produtos que estejam a altura da riqueza e diversidade do seu território.

28 1 PLANO DIRETOR DE TURISMO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Parte II DO TURISMO NO ESTADO SEPDET/TURISRIO 2001

29 21 1 PANORAMA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

30 22 1 PANORAMA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO A metodologia que orienta a elaboração deste Plano Diretor apresenta o Panorama do Estado, abrangendo todo o seu território, numa abordagem ampla dos seus aspectos naturais, histórico-culturais e sócio-econômicos. Este Panorama tem como perspectiva apresentar o cenário onde estão representadas todas as manifestações e paisagens que concorrem para o desenvolvimento da atividade turística, no sentido de permitir, em momento subsequente, o entendimento global do Estado, a análise setorial e as proposições específicas que darão suporte à implementação do Plano. A conformação atual do território do Estado do Rio de Janeiro é resultante da fusão dos Estados da Guanabara e do Rio de Janeiro, instituída em 01/07/1974, pela Lei Complementar n? 20. Com o objetivo de nortear as ações do Poder Público voltadas para o seu desenvolvimento, o Estado está dividido administrativamente em oito Regiões de Governo 5, a saber:?? Metropolitana?? Noroeste Fluminense?? Norte Fluminense?? Serrana?? Baixadas Litorâneas?? Médio Paraíba?? Centro Sul Fluminense?? Baía da Ilha Grande Em 1975 o Estado contava com 64 municípios, sendo que atualmente este número se eleva a 92, em decorrência do processo de desmembramentos desencadeado pela Constituição de 1988, que ampliou a capacidade tributária dos municípios e estabeleceu critérios mais flexíveis de emancipação municipal. As motivações emancipacionistas são das mais distintas naturezas. No entanto, deve-se buscar com que as unidades administrativas resultantes deste processo mantenham suas identidades territoriais e, sobretudo, o controle dos espaços locais, de modo a propiciar o desenvolvimento de suas potencialidades e assegurar a plena autonomia municipal. Especificamente no que se refere à gestão pública da atividade turística, foi instituída, através do Plano de Desenvolvimento Econômico e Social de 1980/1983, uma divisão do território estadual em sete regiões turísticas, que se configura ainda hoje como a regionalização turística oficial. A Regionalização Turística é abordada no item Lei Estadual n? 1227 de 17 de novembro de 1987

31 ASPECTOS NATURAIS 6 Situado na Região Sudeste do Brasil, o Estado do Rio de Janeiro limita-se com os estados de Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo, sendo banhado pelo Oceano Atlântico, com 636 Km de litoral, possuindo a terceira mais longa linha costeira do país. Com uma área de ,7 km2, é o quarto menor estado do Brasil 7. Sua capital, o município do Rio de Janeiro, dista das demais capitais da Região Sudeste, em linha reta, respectivamente: 350,3 km de Belo Horizonte; 412,4 km de Vitória; e 358,1 km de São Paulo. O patrimônio paisagístico do Rio de Janeiro pode ser considerado o seu principal atrativo turístico. A pouca distância entre o mar e a montanha, a floresta da Mata Atlântica e os pontões rochosos emoldurando lagoas e a baía de Guanabara, tornou famosa a paisagem da cidade do Rio de Janeiro. A primeira unidade a ser considerada é o litoral, com seus tipos de costas contrastantes as baías de Guanabara, Sepetiba e Ilha Grande, as pequenas enseadas do litoral sul até as imensas restingas do norte - integrando a esse panorama outros elementos como praias, lagoas e suas barras, dunas, serras, florestas, pontões rochosos, estuários, manguezais e matas de restinga, sendo que, destas últimas, pouco ou quase nada resta. A escarpa de serra, com suas formas abruptas de relevo, pontões rochosos, rios encachoeirados e florestas úmidas das vertentes, constitui também um conjunto paisagístico fascinante. Nas encostas e no rebordo interior da serra do Mar, entre Parati e Santa Maria Madalena, como também nas vertentes de Itatiaia, esse quadro variado se multiplica, sempre diferente, constituindo cenários naturais de impressionante beleza. Não obstante esse cenário natural, os recursos paisagísticos do território fluminense têm sofrido grande degradação desde os tempos da colonização até a atualidade, com profundas alterações na flora e na fauna originais. Apesar disso, ainda se impõe a exuberância desse patrimônio paisagístico, que tem sido objeto de atenção quanto à sua preservação, nas diversas esferas de governo, o que pode ser atestado pela presença de diversas Unidades de Conservação Ambiental instituindo instrumentos de proteção sobre o território do Estado. Essas unidades, localizadas no mapa Unidades de Conservação Ambiental e Bens Naturais Tombados, apresentam diferentes características, englobando: parques nacionais e estaduais, reservas biológicas e ecológicas, áreas de tombamento, áreas de proteção ambiental e reservas particulares de patrimônio natural. No item 6.3 Legislação de Proteção dos Atrativos Turísticos Parte II Vol. I, encontram-se os quadros referentes à legislação federal e estadual de proteção ambiental, bem como os quadros relacionando as unidades de conservação ambiental de âmbito federal e estadual. 6 Salvo menção diferente, os aspectos naturais estão expostos com base na publicação Estado do Rio de Janeiro: Território, CIDE, Alagoas, Sergipe e Distrito Federal têm, respectivamente, ,9 km2, ,6 km2 e 5.822,1 km2, segundo o Anuário Estatístico do IBGE/1992, que registra uma área para o Rio de Janeiro menor do que os ,7 km2 (este dado foi corrigido, posteriormente, segundo o Anuário Estatístico do Estrado dório de Janeiro, CIDE, 1995).

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