Material para Sensibilização dos Agentes públicos e da sociedade civil

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1 Material para Sensibilização dos Agentes públicos e da sociedade civil 1

2 2 ÍNDICE O SISTEMA DE GARANTIA DE DIREITOS... 3 O QUE É UMA CONFERÊNCIA... 4 A IMPORTÂNCIA DAS CONFERÊNCIAS... 5 O QUE É A CONFERÊNCIA DHCA?... 5 O QUE É A CONFERÊNCIA LÚDICA DHCA?... 5 CARTA ABERTA DO CMDCA... 6 RESOLUÇÃO 106/CMDCA-SP/ O QUE A ESCOLA TEM A VER COM ISSO?... 19

3 3 O SISTEMA DE GARANTIA DE DIREITOS 1 O Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente (SGDCA) consolidou-se a partir da Resolução 113 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA) de O início do processo de formação do SGD, porém, é fruto de uma mobilização anterior, marcada pela Constituição de 1988 e pela promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), como parâmetro para políticas públicas voltadas para crianças e jovens, em O SGDCA é formado pela integração e a articulação entre o Estado, as famílias e a sociedade civil como um todo, para garantir que a lei seja cumprida, que as conquistas do ECA e da Constituição de 1988 (no seu Artigo ) não sejam letra morta. De forma articulada e sincrônica, o SGDCA estrutura-se em três grandes eixos estratégicos de atuação: Defesa, Promoção e Controle. Essa divisão nos ajuda a entender em quais campos age cada ator envolvido e assim podemos cobrar de nossos representantes suas responsabilidades, assim como entender as nossas como cidadãos dentro do Sistema. Por um lado, temos as leis e as instâncias judiciais que devem garantir a Defesa, a fiscalização e sanções quando detectarmos o descumprimento de leis. Instâncias do Judiciário, conjuntamente com organizações da sociedade civil, devem zelar para que a lei seja aplicada de fato. Um dos principais órgãos é o Conselho Tutelar, que está na ponta da abordagem com a sociedade e funciona como um guardião, ao observar e encaminhar em campo os casos de violações dos direitos que podem vir a ocorrer com crianças e adolescentes. Outro ator sobre o qual ouvimos muito falar é o promotor do Ministério Público, que age em casos de abusos dos direitos. São exemplos do que podemos entender como Defesa. Já no eixo da Promoção estão todos os responsáveis por executar o direito, transformá-lo em ação. Nessa perspectiva, os professores e os profissionais da educação são os atores que executam o direito à educação, enquanto médicos, enfermeiros e outros profissionais que trabalham em clínicas, hospitais, postos de saúde e afins são os responsáveis pela realização do direito à saúde. Considerando todas as necessidades básicas (alimentação, vestuário, remédio, educação, profissionalização), serão 1 Retirado do Site da Fundação Pró Menino, <http://www.promenino.org.br/direitosdainfancia/sistema-degarantia-dca>, acessado em 28 de Agosto de A Constituição diz em seu Artigo 227: Art. 227 É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.

4 4 inúmeros os atores sociais e equipamentos relacionados de organizações da sociedade civil organizada, inciativa privada e instituições governamentais. O governo também exerce um papel importante na promoção de direitos, por exemplo, com políticas sociais, como o Bolsa-Família. Este é parte integrante do Sistema de Garantias, pois, numa visão abrangente, deve ser garantida a autonomia financeira familiar. Em 1996, o Governo Federal criou o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti), cujo objetivo era unir essas diversas esferas de uma forma mais orgânica para erradicar o trabalho infantil. Foi criado em 1991 o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA), a instância máxima de formulação, deliberação e controle das políticas públicas para a infância e a adolescência na esfera federal. Trata-se do órgão responsável por tornar efetivo os direitos, princípios e diretrizes contidos no ECA. No âmbito estadual, um exemplo de promoção é a realização de Medidas Socioeducativas. Este é um assunto polêmico no Brasil, devido aos frequentes escândalos de abuso que vemos contra adolescentes nas unidades de internação do país. O trabalho da Assistência Social também entraria nesse campo. Por último, temos o eixo do Controle, e aqui ganham destaque os Conselhos de Direitos. Os Conselhos são espaço de participação da sociedade civil para a construção democrática de políticas públicas. São espaços institucionais para o cidadão formular, supervisionar e avaliar políticas públicas junto a representantes do governo. Eles podem ter caráter deliberativo, normativo ou consultivo. Há conselhos atuantes no âmbito municipal, estadual e nacional, como o Conselho de Direitos da Criança e do Adolescente; o Conselho da Assistência Social; da Educação e da Saúde. O QUE É UMA CONFERÊNCIA Conferência é uma instância de participação social, geralmente convocada pela gestão pública participativa, que tem por objetivo institucionalizar a participação da sociedade nas atividades de planejamento, controle e gestão de uma determinada política ou de um conjunto de políticas públicas. É um espaço de debates por excelência, no qual um conjunto de pessoas se reúne para discutir acerca de temas específicos.

5 5 A IMPORTÂNCIA DAS CONFERÊNCIAS A democracia participativa tem nas conferências de políticas públicas uma das suas principais instâncias de legitimação direta. Ali, segmentos sociais direta ou indiretamente envolvidos com o tema em questão têm a oportunidade de deliberar sobre políticas que afetam toda a sociedade. Uma Conferência, contudo, nunca se esgota nela mesma. É muito importante que os grupos interessados se mobilizem para a participação qualificada nesses espaços, além de acompanhar, fiscalizar e intervir nos encaminhamentos dados às propostas deliberadas nas conferências. O QUE É A CONFERÊNCIA DHCA? A Conferência Municipal dos Direitos Humanos da Criança e do adolescente é realizada bienalmente sob a coordenação do CMDCA e tem a finalidade de mobilizar a sociedade civil para debater os temas definidos pelo CONANDA para todo o país e propor soluções. O tema geral da Conferência deste ano proposta é o Plano Decenal: fortalecendo a rede de conselhos dos direitos. No plano decenal, para orientar as reflexões e trabalho de grupos foram definidos cinco eixos temáticos: 1. Promoção e universalização dos direitos em um contexto de desigualdades; 2. Proteção e defesa no enfrentamento das violações de direitos humanos de crianças e adolescentes; 3. Fortalecimento do sistema de garantia dos direitos; 4. Participação de crianças e adolescentes em espaços de construção de cidadania; 5. Gestão da política. O QUE É A CONFERÊNCIA LÚDICA DHCA? A Conferência Lúdica prioriza a participação de crianças e adolescentes em espaços de construção coletiva da sociedade trazendo assim novos caminhos e olhares sobre a política pública relacionados aos

6 6 principais atores do Sistema de Garantia de Direitos os Protagonistas previstos pelo ECA. A proposta de multiplicação dos conhecimentos tirados na interação entre crianças e adolescentes é o principal avanço efetivado pelo processo de Conferencia Lúdica, ressaltando a interiorização da política de defesa e atendimento aonde os meninos e meninas reproduzem o discutido no momento de aprendizagem específico do Lúdico. Quando? Etapa I - Das Conferências Livres: De 01 de Junho a 31 de Julho; Etapa II - Das Conferências Regionais e a Conferência de Meninos e Meninas em Situação de/na Rua: De 15 de Agosto a 30 de Setembro; Etapa III VIII Conferência Lúdica Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente que será realizada no dia 11 de novembro de 2014, das 8h00 às 17h30. X Conferência Municipal dos Direitos Humanos da Criança e do Adolescente realizar-se-á nos dias 12 e 13 de novembro de 2014, das 8h00 às 17h30. Ambas as Conferências realizar-seão na cidade de São Paulo. CARTA ABERTA DO CMDCA O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente da Cidade de São Paulo (CMDCA/SP) conclama crianças, adolescentes e adultos para participarem da X Conferência dos Direitos da Criança e do Adolescente Para democratizar o acesso das crianças e adolescentes ao seu direito de participação, além do disposto no art. 227 da Constituição Federal e no Estatuto da Criança e do Adolescente, o Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes apresenta algumas diretrizes: Eixo 3 Participação de crianças e adolescentes Diretriz 05 Fomento de estratégias e mecanismos que facilitem a expressão livre de crianças e adolescentes sobre os assuntos a eles relacionados e sua participação organizada, considerando sua condição peculiar de pessoas em desenvolvimento.

7 7 Objetivo Estratégico 24 - Promover a participação de crianças e adolescentes nos espaços de convivência e de construção da cidadania, inclusive nos processos de formulação, deliberação, monitoramento e avaliação das políticas públicas. Toda criança e adolescente tem o direito de conviver com a família, de participar da vida da comunidade, de brincar e praticar esportes, além do direito da informação e a comunicação interativa. É direito, portanto, de todas as crianças e os adolescentes participar da definição dos modelos de atendimento aos seus direitos expressos nas políticas públicas de educação, saúde, esporte, entre outras. É dever do Estado, da família, da sociedade em geral abrir espaços para a escuta, a expressão e o aprendizado. Só assim poderão desenvolver-se, agregar valores e compreender a realidade que os cerca para uma atuação em prol da melhoria da sua qualidade de vida, bem como de uma coletividade. As Conferências DCA são espaços destinados a esta participação e, em São Paulo, está prevista a realização de aproximadamente 80, sendo estas Lúdicas, Convencionais e de Meninos e Meninas de Rua/na Rua e, acontecem a cada 2 (dois) anos. As Conferências Regionais DCA, também chamadas de Pré- Conferências DCA s, acontecem no tempo das Conferências Livres e no âmbito das áreas de abrangência e de competência de cada um dos 44 Conselhos Tutelares DCA da cidade de São Paulo. Após a realização dessas Conferências, a produção de suas Resoluções, ou propostas das Conferências Regionais, é encaminhada aos Conselhos DCA locais -- Conselho Municipal DCA e Conselhos Tutelares para que analisem cada deliberação e seu conjunto, como titulares de prerrogativas dos direitos da criança e do adolescente e lhes deem encaminhamentos. São definidos também os delegados e delegadas para a realização das Conferências da etapa seguinte, na forma de Conferência Lúdica DCA e Conferência Convencional DCA, municipais. Nesse ato de conferir direitos, os delegados e os Conselhos, em ações seguidas, contribuem para materializar os ordenamentos e reordenamentos necessários que resultam em qualificar, adequar e prover com políticas públicas, serviços e demais procedimentos institucionais necessários para corresponder e qualificar o atendimento aos direitos da criança e do adolescente na cidade. Esta X Conferência DCA, como as demais, traz os eixos orientadores do CONANDA Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente

8 8 que convoca as Conferências DCA s, como um de seus realizadores. Desta forma, é a própria Constituição Federal que reconhece o município como ente federativo e lócus principal onde vive o povo brasileiro e concebe os Princípios da Descentralização e da Municipalização, dando então aos Conselhos Municipais as prerrogativas de estabelecer e controlar as políticas de atendimento. Logo, crianças, adolescentes e adultos, delegados nas Conferências Lúdicas e Convencionais, passam a também definir outros eixos prioritários para dialogar entre os definidos nas outras instâncias como desafios a serem analisados, debatidos e superados pelos encaminhamentos objetos das Conferências dos Direitos da Criança e do Adolescente. Com isso, o CMDCA/SP reafirma a importância de mobilização das crianças, adolescentes e educadores de toda a Cidade para participação deste importante momento de construção e controle da política! RESOLUÇÃO 106/CMDCA-SP/ O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente do Município de São Paulo - CMDCA/SP, no uso de suas atribuições previstas na Lei Municipal , de 22 de novembro de 1991, regulamentada pelo Decreto /2014, que dispõe sobre a política municipal de atendimento aos direitos da criança e do adolescente e estabelece normas gerais para a sua adequada aplicação, conforme Lei Federal de 13 de julho de 1990: CONSIDERANDO as orientações contidas no Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes. CONSIDERANDO a resolução nº. 161 de 04 de Dezembro de 2013 do D.O.U. Brasília - DF do CONANDA Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente. CONSIDERANDO, que crianças e adolescentes são sujeitos de direitos em peculiar processo de desenvolvimento; CONSIDERANDO a adoção da Doutrina da Proteção Integral pelo Estado Brasileiro, no conjunto normativo relacionado aos direitos das crianças e adolescentes; CONSIDERANDO os termos da Convenção Internacional Sobre os Direitos da Criança, aprovada pela Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas em 1989, no que tange ao direito à participação de crianças e adolescentes; 3 Publicada no Diário Oficial da Cidade de São Paulo em 03 de Abril de 2.014, nas páginas

9 9 CONSIDERANDO o que trata a Carta Política Constitucional no seu artigo 227, quanto aos direitos da criança, do adolescente e do jovem e, novamente, notadamente quanto ao direito à liberdade e a livre expressão; CONSIDERANDO que o Estatuto da Criança e do Adolescente - Lei nº 8.069/90, no art. 3º, estabeleceu que A criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, assegurando-se-lhes, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade ; CONSIDERANDO que o Estatuto da Criança e o Adolescente, no art. 15 e seguintes versam sobre a efetivação dos direitos à liberdade, ao respeito e à dignidade de crianças e adolescentes, considerados sujeitos de direito pelo novo ordenamento jurídico brasileiro; CONSIDERANDO que a mencionada Lei n.º 8.069/90, no seu art. 16, estabeleceu que o direito à liberdade compreende os seguintes aspectos: I - ir, vir e estar nos logradouros públicos e espaços comunitários, ressalvadas as restrições legais; II -opinião e expressão; III - crença e culto religioso; IV - brincar, praticar esportes e divertir-se; V - participar da vida familiar e comunitária, sem discriminação; VI - participar da vida política, na forma da lei; VII - buscar refúgio, auxílio e orientação. RESOLVE: Deliberar em sua plenária ordinária de 31 de março de 2014, sobre a normatização da VIII Conferência Lúdica Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente que será realizada no dia 11 de novembro de 2014, das 8h00 às 17h30. A X Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente realizar-seá nos dias 12 e 13 de novembro de 2014, das 8h00 às 17h30. Ambas as Conferências realizar-se-ão na cidade de São Paulo. Art. 1º - Diretrizes Gerais: Estabelece os parâmetros para discussão, formulação e deliberação dos planos decenais dos direitos da criança e do adolescente em âmbito estadual, distrital e municipal em conformidade com os princípios e diretrizes da Política Nacional de Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes e com os eixos e objetivos estratégicos do Plano Nacional Decenal dos Direitos das Crianças e Adolescentes Art. 2º - Objetivo Geral: Avaliar/discutir, formular e deliberar junto ao Sistema de garantia de direitos e a população em geral a implementação e monitoramento da

10 10 Política Nacional e o Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes no Município de São Paulo. Art. 3º - Objetivos Específicos: I Ampliar a participação e o controle social na efetivação da política para a criança e o adolescente no Município de São Paulo. b. Conferência Lúdica Municipal de Crianças e Adolescente em Situação de Rua e na Rua. Prazo da Etapa II - Lúdica Municipal de Crianças e Adolescente em Situação de Rua e na Rua: Deverá ocorrer entre os dias 01 à 30 de setembro de 2014; c) Etapa III: VIII Conferência Municipal Lúdica e X Conferência Municipal Convencional Organizada a nível Territorial do Município de São Paulo. Prazo da Etapa III A VIII Conferência Municipal Lúdica e a X Conferência Municipal Convencional DHCAs: a) A VIII Conferência Municipal Lúdica DHCA realizar-se-á no dia 11 de novembro de 2014, em local a ser definido; II Fortalecer a relação entre a sociedade civil e o governo para uma maior efetividade na formulação, execução e controle da política para a criança e o adolescente; III - Identificar estratégias mais eficientes e qualificadas de intervenção da sociedade, capazes de promover mudanças de maior impacto na situação da infância e da adolescência no Brasil; IV - Qualificar a efetiva participação de crianças e adolescentes na formulação e no controle das políticas públicas; V - Estimular a participação da sociedade no processo de elaboração e controle do orçamento voltado para o segmento infanto-juvenil; VI - Inserir, na agenda das políticas públicas, temas referentes à promoção da igualdade e da valorização da diversidade; VII - Partindo de uma análise sobre as ações e programas implementados na cidade de São Paulo, avaliar e discutir políticas em cada região, formulando propostas e evidenciando prioridades; VIII - Propor instrumentos de participação, monitoramento e de avaliação social na execução de Políticas Públicas e programas complementares;

11 11 IX - Fornecer análise que possibilite a construção de diagnósticos regionais e municipal para a definição de um Plano Municipal de Proteção Integral para Crianças e Adolescentes; X - Fornecer subsídios para o CMDCA participar da elaboração do PPA, da LDO e da LOA; XI - Fortalecer o desenvolvimento político-pedagógico em que as crianças e os adolescentes sejam protagonistas para a efetivação dos seus direitos; XII - Encaminhar as resoluções das Conferências Lúdica e Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente para serem assumidas pelo Poder Executivo, Governo local, Poder Legislativo, Poder Judiciário e sociedade civil; XIII - Eleger as delegadas e delegados da cidade de São Paulo para a Conferência Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente e a Conferência Lúdica Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente; XIV - Promover a articulação entre Fóruns Distritais, Regionais e Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Subprefeituras, CMDCA/SP e Conselhos Tutelares e demais atores do sistema de garantia de direitos da cidade de São Paulo. Art. 4º - Da organização: I - As Conferências DHCAs serão realizadas em 3 (três) etapas: a) Etapa I: Pré-Conferências Livres Lúdica e/ou Convencional Organizadas pelas Abrangências Territoriais menores que a do Distrito (ex: área das unidades básicas de saúde (UBS), área de atuação das escolas, área de atuação de entidades/ ONGs, entre outras); Prazo da Etapa I - Lúdica e Convencional: a) Tem como objetivo qualificar os debates para as Etapas posteriores. a) Serão realizadas de forma opcional e não terão caráter deliberativo; Serão realizadas de 12 de maio a 30 de junho, apenas com orientações das Comissões Regionais, e organizadas por pessoas e/ou entidades dispostas a alcançar um debate mais ampliado e de preparação para as Etapas seguintes do processo de Conferências DHCAs. b) Etapa II: Terá duas partes sendo elas descritas no item a e b desta Etapa.

12 12 a. Conferência Regional Lúdica e Convencional Organizadas pela Abrangência Territorial do Conselho Tutelar, sendo esta 44 áreas/regiões: Prazo da Etapa II - Lúdica e Convencional das Conferências Regionais: a) Realizar-se-ão no âmbito da abrangência territorial dos Conselhos Tutelar, sendo ela composta por 44 áreas/regiões (conforme mapa), e deverão ocorrer entre os dias 01 de agosto à 30 de setembro de 2014; b) A X Conferência Municipal Convencional DHCA realizarse-á nos dias 12 e 13 de novembro de 2014, em local a ser definido. Art. 5º - Comissão Central de Organização: A Comissão Central de Organização das Conferências no âmbito do Município de São Paulo é formada por: 02 representantes da CPPP - Comissão Permanente de Políticas Públicas, 01 representantes da CPRI - Comissão Permanente de Relações Institucionais, 01 representante da CPCI - Comissão Permanente de Comunicação e Informação, 01 representante da CPFO - Comissão Permanente de Finanças e Orçamento, 02 representantes da CPGDCT - Comissão Permanente de Garantia de Direito de Conselhos Tutelares, 04 Conselheiros Tutelares indicados pela Comissão Permanente, 04 adolescentes indicados pelos próprios adolescentes no Encontro Lúdico, 02 Representantes do Fórum Municipal de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, 01 representante da Secretaria Municipal de Coordenação das Subprefeituras, 01 representante da Secretaria Municipal de Educação, 01 representante da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, 01 representante da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania 01 representante da Secretaria Municipal de Educação e 01 representante da Secretaria Municipal de Saúde, que será publicado em Diário Oficial da Cidade. Art. 6º - Comissões Regionais de Organização: I - As Comissões Regionais, correspondentes às 32 Subprefeituras, terão a função de organizar as Conferências Lúdicas e Convencionais nas respectivas regiões, considerando os mesmos critérios de participantes dos Art. 10 e 11 desta resolução. As Comissões Regionais estarão organizadas, conforme segue: SUBPREFEITURA/COMISSÕES ARICANDUVA BUTANTÃ CONSELHO TUTELAR/Conferências Regionais ARICANDUVA E VILA FORMOSA BUTANTÃ RIO PEQUENO/RAPOSO TAVARES

13 13 CAMPO LIMPO CASA VERDE/CACHOEIRINHA CIDADE ADEMAR CIDADE TIRADENTES ERMELINO MATARAZZO FREGUESIA/BRASILÂNDIA GUAIANASES IPIRANGA ITAIM PAULISTA ITAQUERA JABAQUARA LAPA M BOI MIRIM MANANCIAIS MOOCA PENHA PERUS PINHEIROS PIRITUBA SANTANA/TUCURUVI SANTO AMARO SÃO MATEUS SÃO MIGUEL SAPOPEMBA SÉ SOCORRO TREMEMBÉ/JAÇANÃ VILA MARIA/VILA GUILHERME VILA MARIANA VILA PRUDENTE CAMPO LIMPO CASA VERDE E CACHOEIRINHA CIDADE ADEMAR PEDREIRA CIDADE TIRADENTES ERMELINO MATARAZZO BRASILÂNDIA FREGUESIA DO Ó LAJEADO GUAIANASES IPIRANGA ITAIM PAULISTA E VILA CURIÇA ITAQUERA JOSÉ BONIFÁCIO JABAQUARA LAPA JARDIM ANGELA JARDIM SÃO LUIS PARELHEIROS MOOCA PENHA CANGAÍBA PERUS PINHEIROS PIRITUBA SANTANA SANTO AMARO SÃO MATEUS SÃO RAFAEL SÃO MIGUEL JARDIM HELENA SAPOPEMBA SÉ BELA VISTA GRAJAÚ 1 GRAJAÚ 2 CAPELA DO SOCORRO JAÇANÃ VILA MARIA E VILA GUILHERME VILA MARIANA VILA PRUDENTE II - As Comissões são compostas por: 06 Membros representantes das Subprefeituras: (01 representante da Assistência e Desenvolvimento Social,

14 14 02 representante da Subprefeitura (gabinete), 02 representante da Educação e 01 representante da Saúde), 02 Membros representantes dos Conselhos Tutelares da Região (No caso de 02 Conselhos Tutelares de uma subprefeitura, 02 membro de cada Conselho), 04 Membros representante (s) do (s) Fórum (ns) Regional (is) DCA s da Região (ões) (No caso de 02 Fóruns Regionais de uma subprefeitura, 04 membros de cada Fórum), 02 Adolescentes indicados pelo (s) Fórum (ns) Regional (is) da (s) Região (ões) (No caso de 02 Fóruns Regionais de uma subprefeitura, 02 adolescente de cada Fórum); III - As Comissões Organizadoras das Conferências Regionais deverão informar o CMDCA sobre a data, o horário e o local de suas Conferências até o dia 25 de Abril de 2014, através do que serão publicados em DOC até o 08 de Maio de IV - As Comissões Regionais deverão enviar ao CMDCA, os relatórios das Conferências Regionais (Lúdica e Convencional), fornecidos pela Comissão Central das Conferências DCA s, até 10 dias após a sua realização, incluindo as listagens dos delegados/as (anexo I), observadores/as (anexo II), referente à VIII Conferência Regional Lúdica e a X Conferência Convencional Regional, informando os seguintes dados: Regional (Subprefeitura), nome, endereço, cep, telefone fixo e/ou celular, número do documento de identificação e o segmento que representa, que estarão inclusos em formulário específico, anexo ao relatório. Art. 7º - Materiais pedagógicos: Os materiais pedagógicos serão viabilizados pelo CMDCA, para realização das Etapas I e II do processo das Conferências Regionais e Municipal (Lúdicas e Convencionais). Art. 8º - Quanto à organização das Conferências Regionais DCA s: a) A organização e infra-estrutura caberá as Subprefeituras, observadas as deliberações das Comissões Regionais e do CMDCA/SP. b) Deverá observar ainda a Acessibilidade nas Conferências dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes I Para a viabilidade da participação de todas as pessoas, com e sem deficiência, todas as etapas que envolvem a realização das Conferências dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes, incluindo sua divulgação, devem ser planejadas de maneira a contemplar os preceitos de acessibilidade.

15 15 II Previamente à ocorrência das Conferências nas etapas I, II e III - haverá o cadastramento dos participantes, em cuja ficha de preenchimento será disposto um campo de identificação da presença de deficiência e necessidade de recursos de acessibilidade. III O planejamento e viabilização do cumprimento das questões de acessibilidade ficarão sob a responsabilidade da Comissão Central de Organização em parceria com as Comissões Regionais. Art. 9º - Metodologia: A Metodologia será aplicada nas Etapas II e III do processo das Conferências Regionais e Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente (Lúdicas e Convencionais). I - A Metodologia das Conferências será realizada por uma Assessoria, de acordo com as propostas apresentadas, com o objetivo de viabilizar a realização das Conferências e a sua sistematização. II - Deverá ser considerado na proposta ambientes formativos que possam garantir e promover o direito às aprendizagens durante o processo das Conferências DHCAs para todos os participantes, mas especificamente as Crianças e Adolescentes, considerando o pertencimento local/território de vivencia, a construção de identidades culturais que respeitem a diversidade, a pluralidade de idéias e a valorização da produção de conhecimentos; III - O Tema Geral e os Temas específicos definidos pelo CONANDA, além das propostas das Conferências DCA s anteriores a serem conferidas e do Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes no Município de São Paulo, serão eixos de referências para as Conferências Lúdicas e Convencional, sendo que haverá flexibilidade para inclusão de novos eixos temáticos de acordo com as especificidades regionais. IV - Conferência Lúdica: metodologia específica para público constituído por crianças e adolescentes, organizadas pela Assessoria de Metodologia das Conferências. V - Conferência Convencional: metodologia específica para público adulto, organizadas pela Assessoria de Metodologia das Conferências. VI - A Metodologia deve garantir uma abordagem participativa, através de meios que possibilitem a participação da pluralidade de participantes. Art. 10º - Participantes da X Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente:

16 16 I - As Conferências Convencionais são dirigidas aos adultos a partir de 18 anos completos; II - Os participantes da X Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente serão delegadas e delegados, convidadas e convidados, observadoras e observadores; III - Nas Conferências Regionais DCA s, deverá ser considerada a participação dos segmentos definidos nas orientações do CONANDA; * Conselheiros Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente; * Conselheiros Tutelares; * Representantes de órgãos governamentais de atendimento, promoção e defesa dos direitos da criança e do adolescente; * Representantes de entidades não governamentais de atendimento, promoção e defesa dos direitos da criança e do adolescente; * Representantes de Fóruns Regionais e Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente; * Adolescentes (considera-se adolescente toda pessoa entre doze e dezoito anos de idade, conforme o art. 2º da Lei 8069/90). Art. 11º - Participantes da VIII Conferência Lúdica Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente: I - As Conferências Lúdicas são dirigidas a crianças de 07 a 12 anos incompletos e adolescentes de 12 a 18 anos incompletos, acompanhados de educadoras, educadores e/ou responsáveis; II - Os participantes da VIII Conferência Lúdica Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente serão adolescentes delegadas e delegados, convidadas e convidados, observadoras e observadores. III - Nas Conferências Regionais deverá ser considerada a participação dos segmentos definidos nas orientações do CONANDA. * Conselheiros Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente; * Conselheiros Tutelares; * Representantes de órgãos governamentais de atendimento, promoção e defesa dos direitos da criança e do adolescente; * Representantes de entidades não governamentais de atendimento, promoção e defesa dos direitos da criança e do adolescente;

17 17 * Representantes de Fóruns Regionais e Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente; * Adolescentes (considera-se adolescente toda pessoa entre doze e dezoito anos de idade, conforme o art. 2º da Lei 8069/90). Art. 12º - Critérios para escolha de delegadas e delegados: I Da Etapa I, não será eleitos delegados, este processo terá como foco maior a formação dos participantes interessados no processo das próximas Etapas sendo elas a I e II dentro do Município de São Paulo; II A quantidade de participantes para a eleição de delegadas e delegados das Conferências DCA s da Etapa II (Lúdica e Convencional) para a Etapa III, será deliberado pelo CMDCA, considerando a normativa e deliberação do CONDECA, com posterior publicação; II - O critério para a eleição de delegadas e delegados das Conferências DCA s da Etapa II - Municipal (Lúdica e Convencional) seguirá a normativa e deliberação do CONDECA, com posterior publicação; II - Os adolescentes delegados da Conferência DCA Lúdica Regional poderão participar, com direito à voz, da Conferência Regional dos adultos; III - Será considerada, na escolha de delegados, a participação dos segmentos definidos nas orientações do CONANDA; Art. 13º - Das Delegadas e Delegados: I - As delegadas e delegados à X Conferência Municipal e VIII Conferência Lúdica Municipal terão direito à voz e voto e deverão ser eleitos nas Conferências Regionais; II - As Conselheiras e Conselheiros do CMDCA, titulares e suplentes, são delegadas e delegados natos à X Conferência Municipal, desde que participem integralmente do processo em pelo menos uma das Conferências Regionais realizadas na abrangência de cada Subprefeitura, com direito à voz e voto; III - As Conselheiras e Conselheiros Tutelares são delegadas e delegados natos à X Conferência Municipal, desde que participem integralmente do processo em pelo menos uma das Conferências Regionais realizadas na abrangência de cada Subprefeitura da sua região; IV - O Prefeito, Secretários Municipais, Juízas e Juízes das Varas da Infância e da Juventude, Promotoras e Promotores da Infância e da Juventude do Ministério Público, Delegadas e Delegados de Polícia, Guarda Civil Metropolitana, Vereadoras e Vereadores da Câmara Municipal de São

18 18 Paulo, Defensoras e Defensores Públicos, representantes das Universidades, Institutos de Estudo e Pesquisa na área da infância e juventude, Órgãos e organismos nacionais e internacionais e Imprensa, são delegadas e delegados natos à X Conferência Municipal, desde que participem integralmente do processo em pelo menos uma das Conferências Regionais realizadas na abrangência de cada Subprefeitura. V - As Comissões Regionais deverão enviar ao CMDCA, até 10 dias após a realização da Conferência Regional, a lista dos delegados/as, observadores/as, referente à VIII Conferência Lúdica Municipal e a X Conferência Municipal (anexo I e II), e demais documentos previstos na Lei (anexo III - autorização dos pais ou responsáveis no caso de crianças e adolescentes), que estarão inclusos em formulário específico, anexo ao relatório, e fornecido pela Comissão Central das Conferências DCA s; Art. 14º - Observadoras e Observadores: Do total de delegadas e delegados titulares poderão ser eleitos 40% (quarenta) de observadoras e observadores que terão direito a voz. As Comissões Organizadoras das Conferências Regionais deverão encaminhar ao CMDCA a lista de observadoras e observadores (anexo II), até 10 dias após a realização da Conferência Regional, informando o nome e o número do documento de identificação e o segmento que representa. Art. 15º - Convidados: O CMDCA poderá convidar os seguintes representantes: Prefeito, Secretários Municipais, Juízas e Juízes das Varas da Infância e da Juventude, Promotoras e Promotores da Infância e da Juventude do Ministério Público, Delegadas e Delegados de Polícia, Guarda Civil Metropolitana, Vereadoras e Vereadores da Câmara Municipal de São Paulo, Defensoras e Defensores Públicos, Universidades, Institutos de Estudo e Pesquisa na área da infância e juventude, Órgãos e organismos nacionais e internacionais e Imprensa. Art. 16º - Propostas de articulação do CMDCA/SP: a) O CMDCA, para o cumprimento de sua função de articulador, considera a necessidade do fortalecimento dos Fóruns Distritais, Regionais e mais ainda, fortalecer a articulação entre esses com o Fórum Municipal, estimulando e fortalecendo a participação das crianças e adolescentes nesses espaços de representação. b) O CMDCA, levará em consideração dentro de suas deliberações os encaminhamentos formulados e deliberados no processo das Conferências DCA s (Lúdicas e Convencionais) no âmbito do Município de São Paulo.

19 19 Art. 17º - Os casos omissos: a) Serão deliberados pelo CMDCA/SP, por proposta da Comissão Central das Conferências DCA s e os surgidos durante a realização das 3 Etapas do processo das Conferências DCA s (Lúdicas e Convencionais) no âmbito do Município de São Paulo, serão resolvidos pela Comissão Central das Conferências DCA s ad referendum do CMDCA/SP. Art. 18º - Esta resolução entra em vigor a partir da data da sua publicação. O QUE A ESCOLA TEM A VER COM ISSO? A ESCOLA tem a função de atendimento, isto é, de proteger seus estudantes crianças e adolescentes contra qualquer violação de seus direitos e de oportunizar-lhes condições de pleno desenvolvimento escolar, mental, psicológico, sexual, moral e social. Em seu artigo primeiro, a LDB trata da educação de uma forma muito ampla, mas reconhece que a escola compartilha a responsabilidade de educar as novas gerações (crianças, adolescentes) e também os jovens e adultos com várias outras instituições da sociedade; a família, as instituições de ensino e pesquisa, os movimentos sociais, as organizações da sociedade civil e as manifestações culturais. Ou seja, as responsabilidades com a educação do/a cidadão/ã não são exclusivas da Escola, mas de todo o Sistema e da Rede de Proteção, da qual ela é parte integrante e na qual tem um papel fundamental. O artigo 2º da LDB afirma que a educação é direito de todos e dever da família e do Estado cabendo aos pais, na idade própria, matricular seus filhos na rede escolar, cumprindo ao Estado a responsabilidade de oferecer vagas e condições adequadas de ensino. Segundo este mesmo artigo as bases, ou seja, os pilares, os alicerces da Educação Brasileira são: 1. Os princípios de liberdade, isto é, o respeito dos direitos individuais; 2. Os ideais de solidariedade humana, ou seja, a busca da equidade e da justiça social, no atendimento dos direitos coletivos. O que implica o estabelecimentos regras de convivência no âmbito dos espaços coletivos.

20 20 A escola, além de respeitar a individualidade das pessoas, deve empenhar-se na formação das novas gerações para a construção de uma sociedade mais justa, solidária e fraterna. Quanto aos fins da educação, a LDB menciona três grandes objetivos a serem atingidos: 1. O pleno desenvolvimento da pessoa do educando. Tratase, do compromisso com o crescimento físico, emocional, intelectual, moral e espiritual das crianças, adolescentes, jovens e adultos que freqüentam a escola; 2. A sua preparação para o exercício da cidadania. Não se trata de ensinar apenas o conceito de cidadania. Preparar para o exercício da cidadania é criar oportunidades educativas que propiciem a prática e a vivência da cidadania por parte dos estudantes, professores, funcionários e gestores; 3. A sua qualificação para o trabalho. A qualificação para o trabalho na Educação Básica não pode ser confundida com o ensino de uma profissão (educação profissional). Trata-se do desenvolvimento de conhecimentos e valores, hábitos e atitudes, que contribuam para o educando ingressar, permanecer e ascender no mundo do trabalho.

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