CICLO DE PALESTRAS. PALESTRA DE SERGIO MATHIAS ELETRONUCLEAR

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1 CICLO DE PALESTRAS PALESTRA DE SERGIO MATHIAS ELETRONUCLEAR A DINÂMICA DOS LEILÕES DE ENERGIA NO SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO 1

2 SUMÁRIO EXECUTIVO Leilões de Em 1934, foi aprovado um Código de Águas, o qual veio a estabelecer regras para o uso da água e para a produção e fornecimento de energia elétrica. Até a aprovação deste Código, havia carência de legislação sobre a energia elétrica e sobre recursos hídricos. Os estados e municípios dispunham de grande autonomia para estabelecer contratos e autorizações para as empresas de energia. O Estado não intervinha na produção e distribuição de energia, apenas conferia autorizações para o funcionamento das empresas. O Código introduziu diversas modificações, sendo as mais importantes: a) b) c) a propriedade dos rios deixava de ser do proprietário da terra onde os mesmos se localizavam e passou a ser do município, do estado ou da União; estabelecia uma série de regras e restrições ao uso das águas, determinando que o uso para abastecimento humano era o mais importante; a propriedade das quedas d água e do potencial hidrelétrico deixava de ser do proprietário da terra e passava a ser patrimônio da nação, sob a forma de propriedade da União. Dessa forma, o aproveitamento de potencial hidrelétrico passou a depender de autorização ou concessão, por prazo máximo de 30 ou 50 anos, conforme o montante dos investimentos. O modelo do setor elétrico implantado nos anos 90, objetivando a livre competição, introduziu um sistema de concessões e autorizações baseado em licitações onerosas, ou seja, a concessão passou a ser concedida às empresas que oferecessem o maior ágio. A partir da Lei n o , de 15 de março de 2004, ficou definido um novo modelo para o Setor de Elétrica, pelo qual foi estabelecida a compra de energia compulsória pelo pool de empresas distribuidoras, via procedimento competitivo (leilões), permanecendo, paralelamente, a existência de um mercado de livre negociação. De acordo com esse novo modelo, as contratações de energia elétrica passaram a ser realizadas em dois ambientes: - Ambiente de Contratação Regulada (ACR), para a compra de energia elétrica por concessionárias, permissionárias e autorizadas do serviço público de distribuição, por meio de leilões; - Ambiente de Contratação Livre (ACL), para a compra e venda de energia elétrica por agentes concessionários e autorizados de geração, comercializadores, importadores e consumidores livres, sendo estes condicionados a um consumo superior a 3 MW e conexão à transmissão em tensão igual ou superior a 69 kv. O Ministério de Minas e energia MME atua como representante dos consumidores cativos que compram energia e, para esses consumidores, o melhor resultado possível significa garantir o atendimento futuro de sua demanda pelos menores preços. As concessionárias, as permissionárias e as autorizadas de serviço público de distribuição ( pool de distribuidoras) de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional (SIN) devem garantir, por meio dos leilões, o atendimento à totalidade de seu mercado no ACR, de 2

3 acordo com o estabelecido pelo artigo 11 do Decreto nº 5.163/2004 e artigo 2º da Lei nº /2004. À Agência Nacional de Elétrica - ANEEL cabe a regulamentação das licitações para contratação de energia elétrica e a realização dos leilões diretamente ou por intermédio da Câmara de Comercialização de Elétrica (CCEE). No ACR, as concessões passaram a serem outorgadas às empresas vencedoras de licitações, na forma de leilões, que oferecerem menores tarifas (inciso VII do art. 20 do Decreto nº 5.163/2004), para atendimento da demanda prevista pelas Distribuidoras. Os Contratos de Comercialização de Elétrica em Ambiente Regulado (CCEAR) são, então, celebrados entre os vencedores de cada leilão e as Distribuidoras que declararam necessidade de compra para o ano de início de suprimento da energia elétrica contratada no leilão. Se considerarmos A como o ano previsto para o início do suprimento de energia elétrica adquirida pelos Agentes de Distribuição nos leilões de energia, o cronograma para a realização dos leilões é o seguinte: No quinto ano anterior ao ano A (chamado ano A 5 ), é realizado o leilão para compra de energia de novos empreendimentos de geração; No terceiro ano anterior ao ano A (chamado ano A 3 ), é realizado o leilão para aquisição de energia de novos empreendimentos de geração; No ano anterior ao ano A (chamado ano A 1 ), é realizado o leilão para aquisição de energia de empreendimentos de Geração existentes; Periodicamente, são realizados leilões de Ajuste, cujo objetivo é complementar a demanda de energia necessária ao atendimento do mercado consumidor das concessionárias de distribuição, até o limite de 1% do mercado de cada concessionária. Até 09 de outubro de 2006, foram realizados os seguintes leilões: Nº Data do Leilão Período do Contrato Leilões de Existente Demandada Preço MWmédios MWmédios R$/MWh ,51 1º Leilão 07/12/ , ,46 2º Leilão ,13 02/04/ º e 4º Leilões ,95 11/10/ ,91 Totais / média ,97 3

4 Nº Data do Leilão 1ºLeilão 16/12/2005 2º Leilão 29/06/2006 Leilões de Nova Preço Médio de Tipo de Usina Período do Venda (Participação) Contrato MWmédios R$/MWh ,95 Hidrelétrica ,89 (30,68%) ,83 Total Hidro , ,26 Termelétrica ,96 (69,32%) ,81 Total Termo ,44 Total do Leilão ,39 Hidrelétrica (61,12%) ,77 Termelétrica (38,88%) ,39 Total do Leilão ,12 Nº Data 1º Leilão 31/08/2005 Leilões de Ajuste Prazo do Contrato Preço de Venda Meses MWmédios R$/MWh Não realizado por ausência de comprador 2º Leilão ,51 01/06/ ,5 29,12 O Plano Decenal de Expansão , elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética EPE, submetido a audiência pública, como previsto em lei, e aprovado pelo Ministério de Minas e MME, apresentou a seguinte projeção de demanda para o horizonte definido no referido plano: Demanda do SIN - Projeção de Referência Ano Demanda de (MWh) No dia 10 de outubro de 2006 foi realizado o 2 0 leilão de energia nova de A - 5", no qual foram especificados os seguintes Produtos: 4

5 H - 30: energia elétrica de fonte hidrelétrica, objeto de contratos com início de suprimento a partir de 1 0 de janeiro de 2011, com prazo de duração de 30 (trinta) anos; T - 15: energia elétrica de fonte termelétrica, objeto de contratos com início de suprimento a partir de 1 0 de janeiro de 2011, com prazo de duração de 15 (quinze) anos. A sistemática para este leilão foi estabelecida pela Portaria n 0 242, de 05 de setembro de 2006, do MME. Participaram deste leilão novos empreendimentos hidrelétricos e termelétricos, bem como as Usinas Botox, que são usinas que tiveram concessão ou autorização obtida até a data de publicação da Lei (16/03/04), operação comercial iniciada a partir de 01/01/00 e não comercializaram sua energia até 16/03/04.. Resumidamente, o processo do referido leilão foi baseado na seguinte sistemática: Consta de duas fases: na Primeira Fase, participam as novas usinas hidrelétricas sem concessão e, na Segunda Fase, todos os empreendimentos hidrelétricos e termelétricos. A Primeira Fase consta de duas etapas: Etapa Inicial e Etapa Contínua. Na Etapa Inicial, os empreendedores submetem um único Lance (Preço) para a usina de interesse, sendo vencedor aquele empreendedor que oferece o menor Preço, limitado a um Preço-Teto prédefinido pelo MME. Entretanto, caso a diferença de Preços de Lances entre o primeiro e o segundo colocados seja inferior a 5%, a disputa prossegue na Etapa Contínua. Neste caso, os dois empreendedores que ofereceram os menores Preços de Lance poderão oferecer novo lance, com preço igual ou inferior ao menor Preço da Etapa Inicial, subtraído de um decremento mínimo pré-definido pelo MME. O menor Lance, para cada empreendimento, define os empreendedores com direito a continuar a disputa, para cada concessão, na Etapa seguinte do leilão. Ao final desta Etapa, os vencedores devem declarar a fração da energia assegurada destinada ao ACR (mínimo de 30%). A Segunda Fase, envolvendo empreendimentos hídricos e térmicos, consta da Etapa Térmica e da Etapa Hídrica, constituindo-se, cada qual, de Rodadas Uniformes e Rodadas Discriminatórias. Na Etapa Inicial da Segunda Fase são ofertadas quantidades de energia (Lotes) associadas ao Preço Inicial da Segunda Fase, sendo este preço, para Hidrelétricas, o menor valor entre o Preço-Teto definido pelo MME e o maior Preço de Lance dos empreendimentos que obtiveram direito à concessão e, para Termelétricas, o Preço-Teto pré-definido pelo MME. Caso a Quantidade Total Ofertada (somatório dos lotes ofertados) seja inferior à Quantidade Total Declarada (demanda de energia que deverá ser contratada pelas distribuidoras), o leilão é encerrado. Neste caso, segue-se um processo de ratificação de Lances para o caso das usinas com UBP (usinas que obtiveram concessão com pagamento pelo Uso de Bem Público UBP), cujos Preços de Lances são acrescidos de um valor para compensação desse pagamento, resultante da regulamentação anterior aos leilões (concessão concedida pelo maior ágio). Para os empreendimentos térmicos, os lances consistem nas respectivas Receitas Fixas (em R$/ano), a partir das quais são calculados os respectivos Índices de custo Benefício - ICB (em R$/MWh), que é o índice que permite a comparação de Preços das térmicas com as hidrelétricas. 5

6 Se a Quantidade Total Ofertada (somatório dos lotes ofertados) é maior que a Quantidade Total Declarada (demanda a ser contratada pelas distribuidoras), o leilão prossegue da forma seguinte. É calculada uma repartição, com base em parâmetros definidos pelo MME, da Demanda Total Declarada destinada a Hidrelétricas e a Termelétricas e, da mesma forma, é repartida a Oferta Total em Ofertas de Referência (para termelétricas e para hidrelétricas). É dado início, então, à Etapa Térmica, ficando suspensa, temporariamente, a negociação de Hidrelétricas. As Rodadas Uniformes desta etapa constam de ofertas de Lotes associadas a cada Preço de Lance, sendo este preço igual ao Preço Corrente da rodada anterior subtraído de um Decremento Mínimo aplicável a esta Segunda Fase. Sempre que a Quantidade Ofertada for maior ou igual à Oferta de Referência, haverá novas Rodadas Uniformes. Se, entretanto, a Quantidade Ofertada for menor que a Oferta de Referência, seguir-se-á a Rodada Discriminatória. Na Rodada Discriminatória, com base na Quantidade Demandada de Termelétricas, o sistema ordenará os Preços de Lance de forma crescente, classificará os Lotes em Atendidos e Não Atendidos e encerra o leilão por ausência de Lances após o término de tempo para inserção de lance. Caso haja alteração do Custo Marginal Corrente que resulte na redução de preço de venda de hidrelétrica com UBP, deverá haver ratificação do novo valor de preço de venda pelos ofertantes de tais usinas. Encerrada a Rodada Discriminatória da Etapa Térmica, inicia-se a etapa Hídrica, com procedimentos semelhantes. Os resultados do leilão de energia nova de A 5 realizado em 10/10/06 são sumarizados a seguir: Empreendimentos Hidro Submercado (R$/MWmédios) Preço de Venda (R$/MWh) Dardanelos SE ,68 Salto Pilão S ,98 São Salvador SE ,01 Mauá S ,96 Salto Pilão S ,34 Monjolinho S ,63 Total/Médias ,86 6

7 Empreendimentos Termo Submercado (MWmédios) ICB (R$/MWh) Receita Fixa (R$/ano) Quatá SE , ,00 Usina Bonfim SE , ,62 Palmeiras de Goiás SE , ,00 Ferrari SE 8 138, ,00 Macaé Merchant SE , ,00 Do Atlântico SE , ,00 Boa Vista SE , ,91 Bahia I NE 5 138, ,00 Baia Formosa NE , ,38 Totais/Média , ,91 Tipo de usina Prazo de contratação contratada (MWmédios) Preço médio de venda (R$/MWh) Hidrelétricas ,86 Termelétricas ,44 Preço médio de venda (hidro + termo) 128,90 Bibliografia Lei n , de Lei n , de Lei n , de Lei n , de Decreto n , de Portarias MME Resoluções da ANEEL Notas Técnicas da EPE CCEE - Leilões Tendências Setoriais abril de Carelli, E. - Análise de Práticas Anticompetitivas por meio do Método de Cournot na Geração da Elétrica no Brasil : período 1998 a 2005 Maurer, L. O Momento Atual do Setor Elétrico Brasileiro Carneiro, M.C. - Para Entender os Leilões de 7

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